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A380 da HiFly já se encontra no deserto a aguardar pelo seu futuro

Este sábado, 23 de janeiro, o A380 com a matrícula 9H-MIP que ostentou as cores da HiFly fez, talvez, o voo mais triste que uma aeronave pode realizar.

O A380 realizou o voo HFM380P entre Toulouse e Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos onde ficará armazenado ao cuidado do seu lessor, até ter o seu destino definido.

O voo durou cerca de 5 horas e 47 minutos.

De recordar que a Hi Fly despediu-se no dia 17 de dezembro do seu A380 9H-MIP. Faltavam 19 minutos para as 11h00 quando descolava pela última vez, do Aeroporto de Beja, o gigante dos céus com destino a Toulouse.

Antes de seguir para o seu destino final a Hi Fly brindou-nos com um coração de despedida desenhado nos céus de Portugal:

 

Ao longo destes dois anos o A380 da Hi Fly ficou na história da aviação:

Foi o primeiro A380 a aterrar:

» Beja (23/07/2018)

» Oslo (2/08/2018)

» Reunion (25/08/2018)

» Diass (14/04/2019)

» Antananarivo (30/06/2019)

» Cairo (7/07/2019)

» Caracas (14/07/2019)

» Buenos Aires (23/07/2019)

» Dalaman (23/09/2019)

» Enfidha (24/09/2019)

» Las Palmas (27/09/2019)

» Santo Domingo (16/05/2020)

Ao serviço da Hi Fly, a aeronave aterrou em 53 aeroportos diferentes, em 33 países e 4 continentes:

  1. Abidjan
    2. Abu Dhabi
    3. Antananarivo
    4. Athens
    5. Baku
    6. Bangkok
    7. Beja
    8. Boston
    9. Buenos Aires
    10. Cairo
    11. Cancún
    12. Caracas
    13. Châteauroux
    14. Copenhagen
    15. Dalaman
    16. Diass
    17. Dresden
    18. Enfidha-Hammamet
    19. Farnborough
    20. Glasgow
    21. Hamburg
    22. Hanoi
    23. Istanbul
    24. Istres
    25. Jeddah
    26. Kuala Lumpur
    27. Larnaca
    28. Las Palmas
    29. London Gatwick
    30. London Stansted
    31. Madrid
    32. Malta
    33. Manchester
    34. Montréal
    35. New York
    36. Nice
    37. Orlando
    38. Oslo
    39. Palma de Mallorca
    40. Paris-Châlons Vatry
    41. Paris-Charles de Gaulle
    42. Paris-Le Bourget
    43. Reunion Island
    44. Rome
    45. Santo Domingo
    46. Seoul
    47. Shangai
    48. Singapore
    49. Stockholm
    50. Tarbes
    51. Tianjin
    52. Toulouse
    53. Wuhan

O spotter Clément Alloing capturou o momento de chegada do A380 ao aeroporto de Toulouse.

De referir que, a Hi Fly anunciou o phase-out do seu único A380 no final do prazo de locação que acontece ainda este ano de 2020.

A decisão de não estender o período inicial de arrendamento acordado veio como consequência da pandemia covid-19, que reduziu drasticamente a procura por aeronaves muito grandes.

Hi Fly pertence ao clube muito exclusivo de apenas 15 companhias aéreas que já operaram o A380, a maior e mais avançada aeronave de todos os tempos.

Esta aeronave foi um testemunho de quão longe o ser humano pode ir no desenvolvimento de algo tão extraordinário. Acima de tudo, o icónico 9H-MIP “Salve os Recifes de Coral” foi inspirador e levou essa mensagem responsável a centenas de milhões de pessoas nos quatro cantos do mundo.

O Airbus A380 será substituído na frota Hi Fly por Airbus A330 adicionais, uma aeronave menor e mais adequada para as actuais condições de mercado.

A HiFly transformou recentemente, por forma a dar resposta a maior procura por capacidade de transporte de carga, o seu A380 em avião “cargo”, através da retirada dos assentos da classe económica da aeronave.

Com esta alteração de configuração, o A380 oferece mais de 300m3 de capacidade de volume e quase 60 toneladas de carga.

Conheça o interior deste avião:

O A380 da Hi Fly está equipado motores Rolls Royce Trent 900 e tem uma capacidade para 471 passageiros distribuídos por três classes. O piso principal tem 12 lugares de primeira classe e 311 de classe económica enquanto que o piso superior tem 60 lugares de classe executiva e 88 de económica. Numa configuração de alta densidade este avião poderá transportar até 853 passageiros.

O A380 está equipado com tecnologia e acabamentos de última geração, contando cada assento com o seu próprio sistema de entretenimento individual da Panasonic eX2, proporcionando aos passageiros variadas possibilidades de entretenimento.

Adicionalmente, a performance deste avião vai ao encontro do compromisso de sustentabilidade da Hi Fly. Produzindo apenas 75 gramas de CO2 por passageiro por quilómetro, o A380 reduz emissões de gás nocivas transportando mais pessoas com um menor impacto para a atmosfera.

Marcos:

A 1 de fevereiro, o A380 da Hifly aterrava em Wuhan para realizar a evacuação de europeus daquela cidade.

A companhia aérea portuguesa foi contratada para fazer o resgate dos cidadãos europeus em território chinês, onde eclodiu o surto do coronavírus.

Em fevereiro, a Hi Fly foi distinguida com dois prestigiantes prémios da revista inglesa Global Transport Finance pela sua campanha de reintrodução do Airbus A380 no mercado.

Os prémios foram recebidos numa cerimónia que decorreu em Londres, no Merchant Taylor’s Hall, no coração do distrito financeiro da cidade.

O diretor financeiro do Grupo, Sérgio Bagorro, esteve presente na capital britânica para marcar presença na cerimónia de entrega de prémios e receber as distinções de: The Aircraft Remarketing Deal of the Year Award e The Daedalus Award, for Returning the A380 to the Skies.

A cerimónia foi apresentada pelo chefe de redação da Global Transport Finance, Jim Smith, que disse após o evento: “Os prémios atribuídos à Hi Fly foram o grande destaque da noite. A campanha de reintrodução do A380 foi pura e simplesmente notável.”

Voltando à sede da Hi Fly, em Lisboa, após regressar da cerimónia de entrega de prémios, Sérgio Bagorro comentou: “Foi uma grande honra para mim representar a Hi Fly e receber estas duas prestigiantes distinções. O crédito não é apenas meu, mas de toda a equipa da Hi Fly que contribuiu ativamente para o sucesso do projeto do A380.”

“Quando estamos dedicados ao negócio, podemo-nos por vezes esquecer que temos o mundo inteiro a observar os nossos passos e, neste caso, penso que podemos tomar este momento para nos orgulharmos de todos os esforços desenvolvidos no sentido da inclusão do A380 na nossa frota e relançamento do A380 no mercado.”

A introdução do A380 na frota da Hi Fly foi um marco importante para a empresa e para a indústria. A Hi Fly tornou-se a 4ª companhia aérea da europa a operar o avião, a 14ª a nível mundial e a 1ª dentro do seu modelo de negócio.

O avião foi apresentado à indústria com a participação da Hi Fly no Farnborough Airshow em julho de 2018 onde atraiu milhares de visitas tornando-se numa das principais atracões do evento.

Desde a sua introdução que o avião tem voado pelo mundo apresentando uma pintura única que apoia a campanha “Salve os recifes de Coral” da Fundação Mirpuri, exibindo um lado em azul escuro, com corais destruídos, que contrasta com um lado azul claro representando um oceano imaculado com vida marinha colorida e saudável.

O A380 da Hi Fly tem vindo a inaugurar rotas e visitar aeroportos em que nunca este modelo antes havia aterrado, tendo nomeadamente transportado passageiros entre as cidades de Londres e Nova Iorque. O modelo Airbus, em serviço há onze anos, nunca tinha feito este percurso, embora seja de longe a mais movimentada rota de longo curso do mundo.

Emergência médica obriga a aterragem de emergência de A330 da KLM nas Lajes

 

O A330-200 da KLM com a matrícula PH-AOA que estava a realizar o voo KL730 entre Sint Maarten Princess Juliana International Airport e o Aeroporto de Schiphol, em Amesterdão, solicitou esta madruga uma aterragem de emergência médica na Base das Lajes, nos Açores.

A assistência foi realizada pelo dispositivo da Base Aérea Nº4 e do serviço de Assistência em Terra da SATA.

De acordo com as informações, a passageira foi transferida para o Hospital Santo Espírito, tendo a aeronave descolado posteriormente com destino a Amesterdão.

TAAG recebe o seu terceiro Dash Q400

 

O spotter Nelson Rodrigues teve a oportunidade de capturar através da sua objectiva o novo modelo da TAAG, o “Cunene” D2-TFC, terceiro Dahs Q400, durante a escala técnica para pernoita no Aeroporto de Santa Maria, nos Açores.

Foto: Nelson Rodrigues

A TAAG configurou os seus modelos com 10 lugares em classe executiva e 64 em económica, e contam com a nova imagem da companhia.

Estes aviões foram encomendados para optimizar a frota da TAAG e realizarem rotas domésticas. Em comunicado, a TAAG afirma que são “aeronaves adaptadas para curtas distâncias, aptas para operar em pistas curtas e em aeroportos de altitude elevada”.

O DAsh Q400 tem uma envergadura de 28,4 metros e 32,8 metros de comprimento, capacidade de carga máxima de 8.489 quilogramas, velocidade de cruzeiro máxima de 667 quilómetros por hora com os seus dois motores PW150, e um alcance de 2.040 quilómetros.

Força Aérea Portuguesa efetua ecografia a bordo em transporte de longa distância

 

A Força Aérea Portuguesa, através da Esquadra 504 – “Linces”, foi ontem ativada para efetuar o transporte urgente de uma criança de três anos dos Açores para o Continente.

Durante o voo para Lisboa, a equipa médica militar do Núcleo de Evacuações Aeromédicas (NEA) da Força Aérea que seguia a bordo realizou uma ecografia para aferir o estado de saúde da criança e os efeitos fisiológicos do voo.

Além da capacidade de suportar vítimas graves em várias valências, a grande mais valia da presença durante o transporte aeromédico de uma equipa de saúde diferenciada dotada com equipamento capaz é a possibilidade de não apenas manter mas aumentar e melhorar os cuidados prestados durante o voo até ao hospital de destino.

Tendo descolado de Lisboa às 03h00, o regresso ao Aeródromo de Trânsito N.º 1 (AT1), Figo Maduro, deu-se pelas 08h25.

Horas antes, o Falcon 50, da Esquadra 504 – “Linces”, efetuou o transporte médico urgente de um doente do Funchal para Lisboa, descolando do AT1 pelas 22h00 de ontem e aterrando no mesmo local às 01h25 do dia de hoje. A bordo seguiu igualmente uma equipa médica do NEA.

As missões tiveram a duração de oito horas de voo.

Qatar Airways e Iberia reforçam parceria estratégica

 

A Qatar Airways anunciou que continua a expandir as suas parcerias estratégicas, assinando um acordo alargado de codeshare com a Iberia. O acordo vai melhorar a conectividade entre as redes complementares das duas companhias aéreas e vai oferecer opções de viagem adicionais aos clientes que viajam entre a Península Ibérica, América Latina e África, Ásia-Pacífico e Médio Oriente através do Melhor Aeroporto do Médio Oriente, o Aeroporto Internacional Hamad. As vendas já começaram com mais voos de codeshare a operar, a partir de hoje.

O Chefe Executivo do Grupo Qatar Airways, Sua Excelência o Sr. Akbar Al Baker, afirmou: “Temos o prazer de expandir ainda mais a nossa cooperação em regime de codeshare com a Iberia, a maior companhia aérea espanhola e a principal que liga a Europa à América Latina. Apesar dos desafios de 2020, tem sido nossa prioridade manter uma conectividade global de confiança para os nossos passageiros. Esta expansão da nossa parceria estratégica com a Iberia reforça as ligações entre os centros de Doha e Madrid, assegurando opções de viagem mais flexíveis para os nossos clientes. A Qatar Airways e a Iberia têm gozado dos benefícios mútuos que esta parceria trouxe desde o seu início, em 2017, proporcionando opções de viagem mais flexíveis e conectividade sem descontinuidades para os nossos milhões de passageiros. À medida que as viagens globais recuperam, esperamos expandir ainda mais a nossa cooperação comercial com a Iberia e continuar a fornecer o incomparável serviço cinco estrelas do qual os nossos passageiros já se habituaram”.

O Chefe Executivo do Grupo Iberia, Javier Sanchez-Prieto, afirmou: “A extensão do acordo de codeshare com a Qatar Airways é uma notícia muito boa para nós. Na Iberia trabalhamos para que, quando os países eliminarem as suas restrições, possamos oferecer aos nossos clientes a rede mais ampla e abrangente possível. A extensão deste acordo de codeshare com o nosso parceiro mundial, Qatar Airways, abre novos mercados na Austrália e África e melhora a conectividade que oferecemos entre Espanha e o resto do mundo, com um serviço de alta qualidade oferecido pelo nosso parceiro, Qatar Airways”.

Esta cooperação comercial alargada vai aumentar o número de destinos disponíveis para os passageiros da Iberia de 29 para 36 da rede da Qatar Airways, incluindo novos destinos em Angola, Austrália, Moçambique, Nova Zelândia, Omã e África do Sul. Os passageiros da Qatar Airways também beneficiarão de uma conectividade adicional, com a possibilidade de reservar viagens de e para mais de quatro destinos da rede Iberia no Brasil, Chile, El Salvador, Guatemala e Senegal. Como parceiros da oneworld alliance, os membros do Qatar Airways Privilege Club e da Iberia Plus têm o reconhecimento do seu estatuto com benefícios que incluem o acesso a lounges em todo o mundo, através do check-in, permissão de bagagem extra, check-in e embarque prioritários, mais acumulação e resgate de milhas, através das redes das companhias aéreas parceiras.

A Qatar Airways tornou-se a primeira companhia aérea do mundo a alcançar a prestigiada classificação 5-Star COVID-19 Airline Safety Rating, pela Skytrax. Este reconhecimento garante a todos os passageiros que as normas de saúde e segurança das companhias aéreas, estão sujeitas aos mais elevados padrões possíveis de averiguação e avaliação profissional e independente.

O investimento estratégico da Qatar Airways numa variedade de aviões bimotores eficientes em termos de combustível, incluindo a maior frota de aviões Airbus A350, permitiu à companhia aérea continuar a voar durante esta crise e posicionar-se na liderança da recuperação sustentável das viagens internacionais. A companhia aérea recebeu recentemente novos aviões Airbus A350-1000 de última geração, aumentando a sua frota total de A350 para 53 aviões, com uma idade média de apenas 2,7 anos. Devido ao impacto da COVID-19 na procura de viagens, a Qatar Airways imobilizou a sua frota de aviões Airbus A380, uma vez que não é ambientalmente justificável operar um avião tão grande, e a 4 motores, no mercado atual. A Qatar Airways lançou também recentemente um novo programa que permite aos passageiros compensar voluntariamente as emissões de carbono associadas à sua viagem no ponto de reserva.

A transportadora nacional do Estado do Qatar continua a construir a sua rede de ligações, que atualmente conta com mais de 120 destinos, com planos para aumentar para 130, até ao final de março de 2021. Galardoada com inúmeros prémios, a Qatar Airways foi nomeada “World’s Best Airline” pelos World Airline Awards em 2019, geridos pela Skytrax. Foi também designada “Melhor Companhia Aérea do Médio Oriente”, “Melhor Classe Executiva do Mundo”, e “Melhor Lugar na Classe Executiva”, em reconhecimento da sua experiência pioneira na Classe Executiva, Qsuite. Os assentos Qsuite têm uma configuração de 1-2-1, proporcionando aos passageiros mais espaço, privacidade, conforto e distanciamento social, produto exclusivo da Classe Executiva. É a única companhia aérea a ter recebido cinco vezes o cobiçado título “Skytrax Airline of the Year”, que é reconhecido como o auge da excelência na indústria aérea.

O Aeroporto Internacional de Hamad (HIA), a casa e hub da Qatar Airways, foi recentemente classificado como “Terceiro Melhor Aeroporto do Mundo”, entre 550 aeroportos de todo o mundo, pelos SKYTRAX World Airport Awards 2020. Subindo da quarta posição em 2019 para a terceira em 2020, o HIA tem vindo a subir constantemente no ranking “World’s Best Airports” desde o início das operações em 2014. Além disso, o HIA foi eleito o “Melhor Aeroporto no Médio Oriente”, pelo sexto ano consecutivo, e “Melhor Serviço de Staff no Médio Oriente”, pelo quinto ano consecutivo.

A Iberia é a principal companhia aérea espanhola e a principal transportadora nas rotas entre a Europa e a América Latina. Oferece ligações fáceis e convenientes no seu hub, no T4 no aeroporto de Madrid-Barajas. Desde 2014 classificou-se entre as cinco companhias aéreas mais pontuais do mundo de acordo com a FlightStats, enquanto lhe foi atribuída a sua 4ª estrela Skytrax em 2017. A companhia aérea é membro da oneworld alliance.

TAP propõe acordo com tripulantes para vigorar até final de 2024

 

A TAP propôs ao Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) um acordo de emergência, no âmbito da reestruturação da companhia, que deverá vigorar até final de 2024, com a redução de 25% do vencimento.

De acordo com a proposta que a TAP apresentou ao sindicato, a que a Lusa teve acesso, e onde são suspensas várias cláusulas do acordo de empresa (AE) destes profissionais, o “acordo entrará em vigor no dia seguinte ao da sua publicação no Boletim do Trabalho e Emprego e vigorará até 31 de dezembro de 2024, sem prejuízo do que resultar do processo de revisão global do AE”, também prevista.

O acordo, segundo o qual “as medidas acordadas referentes a retribuições e outras prestações pecuniárias, retributivas ou não, produzem efeitos a 01 de janeiro de 2021”, estabelece a suspensão “das tabelas salariais e remuneratórias em vigor à data da entrada em vigor deste acordo, incluindo as constantes de normativo específico de cada função e/ou de acordos individuais”.

No documento, que abrangerá 2.500 tripulantes, está também previsto que “ficam congelados e com redução de 25%”, como já tinha sido anunciado pelo Governo, o “vencimento fixo, bem como a remuneração estabelecida em regimes remuneratórios de cada função e/ou em acordos individuais de trabalho” e “todas as prestações retributivas ou de outra natureza com expressão pecuniária, direta ou indireta, já vencidas ou vincendas, indexadas às remunerações referidas”.

Na mesma situação ficam ainda “as prestações de pré-reforma e os complementos de reforma”, as “remunerações e demais prestações retributivas ou de outra natureza com expressão pecuniária, já auferidas ou vigentes na data da entrada em vigor do presente regime sucedâneo” e “todas as demais prestações retributivas ou pecuniárias, não abrangidas pelo disposto nas alíneas anteriores”.

O acordo de emergência estabelece ainda que “no ano de implementação e no ano de cessação da medida de ajuste salarial, o subsídio de Natal será calculado com base na média da remuneração base mensal, aplicável nos meses do ano a que se refere o subsídio”.

Por outro lado, “no ano de cessação da medida de ajuste salarial, o subsídio de férias será calculado com base na média da remuneração base mensal, aplicável nos doze meses imediatamente anteriores ao mês do pagamento do subsídio”.

No documento lê-se ainda que “as partes reconhecem expressamente e de boa-fé que a redução de remuneração resultante do disposto nos números e cláusulas anteriores é realizada de comum acordo, tendo em vista a garantia da sustentabilidade financeira da TAP e a promoção da sua recuperação económica e operacional, sendo igualmente um mecanismo indispensável para manter o maior número possível de postos de trabalho dos trabalhadores, não constituindo, consequentemente, violação do princípio da irredutibilidade da retribuição”.

De acordo com a proposta da TAP, o acordo “concorre para o dimensionamento do quadro efetivo de tripulantes de cabina, assumido no plano de reestruturação da empresa”, sendo “complementar das medidas voluntárias que serão adotadas pela empresa, nomeadamente de cessação amigável de contratos de trabalho, pré-reformas, reformas por velhice antecipada, trabalho a tempo parcial e outras, a divulgar com brevidade”.

No entanto, caso não seja atingido “o dimensionamento do efetivo planeado e necessário, a empresa terá que recorrer a outras vias legais”, lê-se no documento, que não detalha quais serão essas vias.

Na proposta, “as partes obrigam-se a, até final do 1.º trimestre de 2021, iniciar conversações sobre o desenvolvimento de um processo de revisão integral” do AE e “o SNPVAC, nos termos do Artigo 542º do Código de Trabalho, obriga-se a não recorrer a meios de luta laboral relativamente às matérias constantes do presente acordo de emergência, comprometendo-se a TAP a tudo fazer para garantir a normalização da operação e a ponderação das condições de trabalho dos tripulantes de cabina”.

Na quarta-feira, o SNPVAC considerou “extremamente gravosa” a proposta da administração da TAP de suprimir “inúmeras e importantes” cláusulas do acordo de empresa e quer saber qual a poupança gerada pela medida.

“O SNPVAC foi confrontado com o envio, pela TAP” de “uma proposta extremamente gravosa, que contempla a supressão de inúmeras e importantes cláusulas do atual AE [Acordo de Empresa], nomeadamente do Regulamento de Composição de Tripulações, do Regulamento de Remunerações, Reformas e Garantias Sociais e do RUPT [Regulamento de Utilização e Prestação de Trabalho], sem salvaguardar os postos de trabalho e sem respeito pelo trabalho desenvolvido por esta direção e os seus assessores”, informou o sindicato, numa nota aos associados, depois de uma reunião com a administração da companhia aérea, na terça-feira.

“A empresa reafirmou que a não obtenção de um acordo levará à imposição de um Regime Sucedâneo. A direção [do SNPVAC], juntamente com os seus assessores jurídicos está preparada, caso este atropelo à contratação coletiva se concretize, para espoletar todos os meios ao nosso alcance para impedir a suspensão do AE”, assegurou.

O sindicato propôs a adoção de um programa de reformas antecipadas e pré-reformas para 444 tripulantes de cabine elegíveis, sem que sofram qualquer penalização, uma vez que a TAP foi declarada como empresa em situação económica difícil.

Entre as propostas do SNPVAC está também a “adoção de um programa de trabalho a tempo parcial 8/12 entre 2021 e 2023 que abranja, no mínimo, 75% dos tripulantes de cabine”, que deve estar sujeita à “não afetação do corte geral de salários de 25% acima dos 900 euros a quem aderir a esta medida” e à “preservação dos postos de trabalho” de quem aderir à medida, pelo menos, durante o período de reestruturação.

O plano de reestruturação da TAP, entregue em Bruxelas em dezembro, prevê a suspensão dos acordos de empresa, medida sem a qual, segundo o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, não seria possível fazer a reestruturação da TAP.

O plano prevê o despedimento de 500 pilotos, 750 tripulantes de cabine, 450 trabalhadores da manutenção e engenharia e 250 das restantes áreas e a redução de 25% da massa salarial do grupo (30% no caso dos órgãos sociais) e do número de aviões que compõem a frota da companhia, de 108 para 88 aviões comerciais.

Portugal suspende voos de/para o Reino Unido a partir deste sábado

 

O primeiro-ministro anunciou que a partir de sábado, 23 de janeiro, haverá uma interrupção total de voos entre Portugal e Reino Unido, com exceção de voos com natureza humanitária para assegurar o repatriamento de portugueses que desejem regressar a Portugal, ou de cidadãos britânicos que desejem regressar ao Reino Unido.

“O Governo decidiu interromper totalmente os voos para o Reino Unido e do Reino Unido para Portugal a partir das 00:00 do próximo sábado, de forma a diminuir os riscos de contágio com base na nova variante” do coronavírus, declarou o líder do executivo português.

António Costa anunciou esta medida após ter participado por videoconferência numa cimeira informal de líderes da União Europeia destinada a coordenar entre os Estados-membros as medidas de combate à covid-19.

Na mesma ocasião, o primeiro-ministro salientou que os líderes europeus chegaram a um acordo para o reconhecimento mútuo dos testes rápidos da covid-19, adiantando que este passo facilitará “a confiança” na liberdade de circulação no espaço europeu.

Airbus adapta o ritmo de produção ao contexto do mercado

 

A Airbus SE (símbolo de bolsa: AIR) está a adaptar o ritmo de produção das aeronaves da família A320 em resposta ao contexto atual do mercado. A nova cadência de produção dos A320 irá conduzir a um aumento gradual da produção, que passará dos atuais 40 aparelhos por mês para 43 no 3º trimestre de 2021 e para 45 no 4º trimestre. Este novo plano de produção representa um aumento da produção mais lento do que o inicialmente previsto, que apontava para os 47 aviões mensais a partir de julho.

A produção dos A220 vai aumentar de 4 para 5 aviões por mês a partir do final do 1º trimestre de 2021, de acordo com o previsto inicialmente. A produção dos modelos widebody deverá continuar estável e com o ritmo atual de cinco unidades A350 e duas A330. Esta decisão adia o potencial aumento de produção do A350 para uma mais tarde.

A Airbus continua a monitorizar atentamente a evolução do mercado. A revisão da cadência de produção permite à Airbus preservar a capacidade de responder à procura dos clientes e, ao mesmo tempo, adaptar-se às mudanças e evoluções do mercado. A Airbus prevê que o mercado de aeronaves comerciais volte a níveis pré-COVID entre 2023 e 2025.

Primeiro voo comercial do Concorde completa 45 anos.

 

O avião supersônico anglo-francês Concorde fez seus primeiros voos comerciais há exatos 45 anos na data de hoje, sete anos após seu primeiro voo de ensaio de certificação.

O Concorde, projeto anglo-francês lançado em 29 de novembro de 1962 entre a British Aircraft, em parceria com a Rolls Royce, e a Aerospatiale mais a SNEC-MA, foi na sua origem concebido com o objetivo de atingir a velocidade de Mach 2,2 (cerca de 2 400 km/h) e de transportar entre 100 e 132 passageiros todos em primeira classe e entre dois continentes, voando a quase 20 000 metros de altitude. Foi para isso dotado com quatro turborreatores Olympus, da Rolls Royce, de 16 930 daN (cerca de 23 000 cv) de potência.

O Concorde é um aparelho com asas em forma de delta, em flecha evolutiva, de estrutura fixa. Com um comprimento de 62,10 m e uma envergadura de 25,6 m é capaz de acolher 100 a 110 passageiros ao longo de 6 500 km sem escalas, em condições de conforto superiores às dos aparelhos subsónicos. O “bico” baixa cerca de 17 graus, aquando da aproximação ao solo, de modo a aumentar a visibilidade na direção da pista e o avião está equipado com sistemas de aterragem automáticos e de navegação por inércia para se conhecer a qualquer momento a sua posição com uma grande precisão.

Voava mais rápido do que a rotação da Terra. A Terra gira a 1675 km/h e o Concorde conseguia uma velocidade máxima de 2179 km/hora. A sua velocidade de cruzeiro é de Mach 2,04 a uma altitude entre os 15 000 e os 18 000 metros de altitude, o que lhe permite cobrir a distância entre Paris e Nova Iorque (6 000 km) em apenas 3h 40 m.

Era 21 de janeiro de 1976 quando dois voos descolaram exatamente no mesmo horário, às 11h40. Eles levavam os primeiros passageiros comerciais a viajarem mais rápido que a velocidade do som. Um Concorde da British Airways descolou de Londres para o Bahrein, enquanto um da Air France deixou Paris a caminho do Rio de Janeiro, com escala em Dakar, no Senegal. Embora a intenção das duas únicas empresas aéreas a terem o Concorde fosse de voar nas disputadas rotas entre a Europa e os Estados Unidos, no início o avião foi proibido de voar sobre o território dos EUA.

Uma das rotas mais famosas do Concorde era entre Londres e Nova York (EUA), com duração média de três horas e meia. Com as cinco horas de diferença do fuso horário, os passageiros chegavam a Nova York mais cedo do que haviam deixado Londres. Nos jatos atuais, o mesmo percurso demora cerca de oito horas na ida e seis horas e meia na volta.

O Concorde voou durante 24 anos. Durante toda a sua vida, o Concorde sofreu um único acidente. Em 25 julho de 2000, após descolar de Paris-Roissy, de matrícula F-BTSC, o jato supersônico explodiu no ar a poucos metros do aeroporto.

O acidente foi causado por uma peça que caiu de um DC-10 que acabara de descolar. O fim dos voos comerciais ocorreu três anos mais tarde.

No final de 2002 a British Airways e a Air France anunciaram que encerrariam os voos com o Concorde no ano seguinte. O último voo com o Concorde ocorreu em 2003.

Considerado objecto de luxo e sofisticação, o Concorde foi o transporte mais utilizado por personalidades quer do mundo artístico quer da política ou da alta-sociedade. Para satisfazer a afeição dos seus admiradores, foram efectuados leilões para venda de partes da sua constituição.

O Concorde é um caso de sucesso tecnológico. Todavia, não deixou de constituir um forte estímulo e contributo para o desenvolvimento da indústria aeronáutica europeia, que voltou a ganhar particular destaque desta feita com um avião de outro tipo de segmento: o Airbus.

HiFly realiza retrofit de cabine ao seu A321 CS-TRJ no seu novo Hangar da Mesa

A Mesa, aérea de manutenção aeronáutica da HiFly, que abriu recentemente o seu novo hangar para manutenção de aeronaves Airbus, concluiu o seu primeiro serviço nas novas instalações.

O primeiro trabalho consistiu na modificação da cabine de um Airbus A321 da Hi Fly.

Hi Fly, especialista líder em leasing com tripulação e companhia aérea charter a operar em todo o mundo, mudou a configuração da cabine do seu Airbus A321 CS-TRJ, substituindo os 153 assentos (4 em Primeira Classe, 12 Executivas e 137 Económicas) por uma versão económica completa de 220 novos assentos, para responder ao pedido para uma nova operação, para a qual a aeronave foi designada.

Este trabalho implicou várias alterações, incluindo a substituição dos assentos, remoção das divisórias de classe, adaptação da PSU (unidade de serviço ao passageiro), substituição do revestimento do piso, instalação da placa, adaptação de equipamento de emergência, substituição do módulo de atribuição da cabina (CAM) e remoção do descanso de tripulação.

A modificação da cabine de seis dias foi feita seguindo estritamente as instruções e desenhos certificados para garantir a aeronavegabilidade contínua da aeronave no pós-configuração.

O novo hangar da Mesa cobre uma área de cerca de 9.500 m2 e inclui oficinas, armazém, escritórios, instalações de treino e outras instalações de apoio.

Opera 24 horas por dia, 7 dias por semana e está pronta para receber e fazer manutenção de Airbus A319, A320, A321, A330, A340 e A350, tendo capacidade para realizar trabalhos de manutenção em até três aeronaves ao mesmo tempo.

 

WestJet retomou voos com o Boeing 737MAX (com vídeo)

 

Depois de quase dois anos, os Boeing 737 MAX 8 estão de regresso aos céus do Canadá.

A WestJet foi a primeira companhia aérea canadiana a regressar com a aeronave ao serviço comercial com um voo de Calgary para Vancouver na manhã desta quinta-feira, após uma extensa revisão pela Transport Canada.

O primeiro WS115 contou com 71 convidados, incluindo Ed Sims, presidente e CEO da WestJet, Chris Burley, presidente do conselho da WestJet e Chris Rauenbusch, presidente, CUPE Local 4070 e membro da tripulação da WestJet.

A aeronave foi pilotada pelo Comandante David Colquhoun, Presidente do Conselho Executivo Master da WestJet, Associação de Pilotos de Linha Aérea (ALPA) e pelo Comandante Scott Wilson, Vice-Presidente de Operações da WestJet.

A agência de aviação tomou a medida incomum de emitir autorização independente para a aeronave depois de passar cerca de 15.000 horas a rever os aviões e a solicitar alterações de projeto específicas, além do que outras agências como a Administração Federal de Aviação dos EUA ordenaram.

A FAA, assim como a Boeing, estão sob intenso escrutínio para o processo original de aprovação e design da aeronave, que não divulgou e corrigiu o que viria a ser falhas fatais no avião.

Sensores de velocidade defeituosos e software que empurraram o nariz do avião para baixo em resposta às suas leituras foram identificados como a causa para os dois acidentes devastadores com apenas cinco meses de intervalo.


Iberia compra Air Europa por 500 milhões de euros

 

A Iberia, companhia que pertence ao grupo de aviação International Airlines Group (IAG), fechou a compra da Air Europa, companhia aérea do grupo Globalia, por um montante de 500 milhões de euros, valor que vai ser pago ao longo de cinco ano.

A assinatura foi feita mais de um ano depois do acordo de compra e venda ter sido formalizado, com a verba final do negócio a ser metade da acordada há um ano e a ser paga em 2026.

A operação foi adiada mais de um ano devido à pandemia de covid-19, que tem tido um forte impacto no setor turístico.

A assinatura do acordo foi feita depois de o fundo de resgate de empresas estratégicas solventes afetadas pela pandemia, gerido pela Sociedade Estatal de Participações Industriais (SEPI), ter decidido resgatar a filial da Globalia por 475 milhões de euros.

Em 23 de dezembro, a administração da Air Europa aprovou a nomeação de dois conselheiros designados pela SEPI, tal como acordado nos termos do resgate.

Fica por designar o conselheiro-delegado da Air Europa, que tem de o ser por acordo entre a empresa e a SEPI.

O resgate da Air Europa foi a primeira operação financeira financiada pelo citado fundo, dotado de dez mil milhões de euros e pensado para empresas solventes e estratégicas da economia de Espanha, cujos negócios sejam ameaçados pela pandemia.

A frota da Air Europa é constituída por 52 aeronaves, menos 16 que em finais de 2019. Todas as aeronaves, excepto uma, são contratadas em leasing operacional. O IAG estima o passivo de arrendamento (IFRS 16) da Air Europa em cerca de 1,6 mil milhões de euros no final de 2020.

“Fazer parte de um grande grupo é a melhor garantia de superar os desafios actuais do mercado, o que também beneficiará a Air Europa assim que a transacção for concluída”, frisou Luis Gallego, CEO do IAG, citado no comunicado.

Javier Hidalgo, CEO da Globalia, afirmou por sua vez que o negócio “é um grande esforço de todos nós e é a melhor forma de recuperar o turismo, o transporte em Espanha e o hub de Madrid”.

Javier Sánchez-Prieto, CEO da Iberia, destacou que o sentido estratégico da aquisição “para reforçar a competitividade do hub de Madrid num cenário global”.

KLM vai cancelar voos de longo curso e médio curso em que as tripulações precisem pernoitar

A KLM anunciou que decidiu cancelar todos os voos de longo curso a partir de sexta-feira e muitos voos de médio curso em que a tripulação precisaria pernoitar.

A decisão é tomada principalmente devido aos regulamentos de viagens mais rígidos anunciados hoje, onde os viajantes no exterior que desejam ir para a Holanda são obrigados a fazer um teste rápido ao Covid19.

Também os funcionários infectados não poderiam voar de volta para casa. A KLM não quer deixar as suas tripulações para trás. Devido ao horário de trabalho, as tripulações costumam ficar um dia ou mais num hotel no país para o qual o voo foi feito. O teste rápido pode ter no máximo 4 horas no embarque, de acordo com o governo nacional. “Como um bom empregador, nunca deixamos a equipa no exterior”, disse um porta-voz.

Os voos para determinados destinos europeus também serão impossíveis. Trata-se de voos tardios em que o pessoal tem de pernoitar num hotel. Ainda não se sabe quais destinos europeus estão excluídos da programação. “Mas trata-se de voos que não voltam para a Holanda à noite.”

Em breve haverá muito pouca conectividade de / para / via aeroporto Schiphol de Amsterdão, um dos principais (antigos) centros da Europa.

Os novos requisitos instituídos pelo governo holandês são quase impossíveis para as companhias aéreas e para os passageiros cumprirem, e essa é provavelmente a razão por trás deles. Fechar efectivamente o principal aeroporto do país.

Azul transporta, em 14 horas, mais de dois milhões de doses de vacina para 12 capitais do Brasil (com vídeo)

 

A Azul anunciou que a companhia aérea foi responsável por transportar 927 caixas com doses da vacina Coronavac/Butantan para todas as regiões do país

Numa operação logística tão complexa quanto esperada, a Azul levou mais de 2 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 para abastecer 12 capitais de norte a sul do país.

Em apenas 14 horas, as aeronaves com as cores da companhia percorreram milhares de quilómetros pelos céus do Brasil, transportando 927 caixas com doses da Coronavac/Butantan para Aracaju, Vitória, Cuiabá, Belo Horizonte, Porto Alegre, Maceió, Rio de Janeiro, João Pessoa, Curitiba, São Luis, Salvador e Natal.

Para isso, a Azul indica que mobilizou toda a sua frota afecta a voos regulares e a voos cargueiros.

Para o transporte das vacinas, foram utilizadas aeronaves ATR, Airbus A320 e A330 e Embraer E1 cargueiro.

Num voo comercial para Curitiba, as vacinas foram transportadas no porão da aeronave. Antes da descolagem em Guarulhos, a comandante do voo Flania Ximenes fez um discurso que emocionou os Clientes a bordo. “Hoje temos a honra e orgulho em dizer que a Azul está transportando a vacina contra a covid-19 aprovada pela Anvisa. Isso faz parte do nosso compromisso em ajudar o Brasil e em garantir a saúde de todos nós e levar esperança para todo o Brasil”, falou a comandante, arrancando aplausos de todos a bordo.


A ampla operação, que mobilizou diversas áreas da companhia aérea para ser viabilizada em tempo recorde, foi o início do apoio logístico da Azul na distribuição das vacinas em todo o país.

Empresa de leasing BBAM encomenda 12 cargueiros Boeing B737-800 convertidos

A Boeing e a empresa de leasing BBAM Limited Partnership anunciaram hoje que o locador está a aumentar a sua frota de cargueiros convertidos Boeing 737-800 com seis pedidos firmes e seis de opção.

A empresa aumenta assim a vida útil dos seus 737s Next-Generation para servir a crescente procura no mercado de e-commerce e carga expresso.

O acordo traz um total de pedidos e compromissos de 737-800BCF para mais de 150.

O acordo eleva os pedidos e compromissos do 737-800BCF da BBAM para 15 e destaca a força contínua do e-commerce e do mercado de carga expressa. “Enquanto esperamos expandir a nossa frota de carga, o 737-800 Boeing Converted Freighter oferece o desempenho e a eficiência de que os nossos clientes precisam”, disse Steve Zissis, CEO da BBAM.

“Adicionar estes cargueiros altamente capazes a 276 aviões Boeing na nossa frota ajuda a fortalecer ainda mais a nossa posição de liderança no mercado.” Baseado no popular Next-Generation 737, o 737-800BCF está a dar resposta à procura pelos clientes por um cargueiro de nova geração que oferece maior confiabilidade e menor consumo de combustível e custos operacionais por viagem em comparação com outros cargueiros.”

Usado principalmente para transportar carga expressa em rotas domésticas ou de curta distância, o avião é capaz de transportar até 23,9 toneladas (52.800 libras) e voar até 2.025 milhas náuticas (3.750 quilômetros).

Tráfego aéreo em Portugal cai 58% em 2020 e tem pior registo desde 1998

 

O tráfego aéreo em Portugal durante o ano passado recuou para níveis de 1998, com um registo total de 345,3 mil voos, menos 58%, depois do máximo de 816 mil voos em 2019, revelou hoje a NAV Portugal.

“A NAV Portugal geriu 345,3 mil voos em 2020, ano negativamente marcado pelos impactos da pandemia de covid-19 que se fizeram sentir com particular força na aviação civil”, revelou hoje a gestora do espaço aéreo, segundo os dados provisórios de 2020, indicando que aquele valor representa “o pior registo desde 1998”, quando foram geridos 357 mil voos.

Em termos homólogos, o valor registado 2020 representa uma quebra de 58% no tráfego aéreo, em linha com o observado em toda a rede da Organização Europeia para a Segurança da Navegação Aérea (Eurocontrol), cujo tráfego caiu 55% ao longo do ano passado.

Segundo a NAV, desde 1998, o total de movimentos “manteve-se em crescimento praticamente constante até ao máximo registado em 2019” de 816 mil voos.

“Foi uma situação que apanhou todos desprevenidos. Nunca ninguém julgou ser possível que a aviação chegasse à quase total imobilidade. Adaptar a operação às condicionantes da pandemia e, em simultâneo, às exigências inadiáveis de transporte de material médico, voos de emergência e centenas de voos de repatriamento para vários países europeus, foi um dos maiores desafios que a NAV alguma vez enfrentou”, considerou, em comunicado, o presidente da NAV, Manuel Teixeira Rolo.

“Apesar de mesmo as previsões mais pessimistas terem sido dizimadas pela evolução do cenário pandémico, com quedas mais avultadas ao longo do ano que o inicialmente previsto, estimamos que este ano seja de alguma estabilidade”, acrescentou o responsável.

Os dados da NAV, que completa hoje 22 anos de existência, indicam que os efeitos da pandemia no tráfego aéreo foram imediatos, com os voos a cair para -94% em abril, -92% em maio e -88% em junho, comparativamente aos mesmos meses de 2019.

Ao longo do verão, observou-se uma ligeira melhoria, atingindo níveis equivalentes a -55% em relação ao mesmo período de 2019, “mas os últimos meses do ano ficaram marcados por nova deterioração, tendência que se mantém nestes primeiros dias de 2021”, explicou a empresa.

“O Eurocontrol estima que o tráfego total em 2021 persista bastante aquém dos valores pré-pandemia, ainda que se espere que o próximo Verão traga uma recuperação mais acelerada do total de voos”, lembrou a NAV.

Aquela organização prevê ainda que o regresso a valores próximos do total de voos registado em 2019 só deverá ocorrer em 2024.

Neste sentido, a NAV disse estar a dar prioridade à “preparação do futuro”, prevendo a entrada em funcionamento de um novo sistema de gestão de tráfego e a inauguração de uma nova sala de operações.

SEVENAIR ACADEMY divulga os números de 2020 e recebeu o selo PME Líder 2020

 

A SEVENAIR ACADEMY divulgou os números de 2020, e indica que apesar da conjuntura relacionada com a pandemia, são francamente positivos.

Durante o ano de 2020 foram realizadas 12.412 horas de vôo de instrução e 1753 horas de instrução em simulador, um crescimento relativamente a 2019, apesar de todas as restrições que a pandemia impôs.
Neste período realizou-se formação recorrente a 1517 profissionais, 67 revalidações/renovações de licenças a pilotos, formou-se 42 Instrutores de Vôo (curso inicial e seminário de revalidação) e iniciaram formação 87 alunos no curso de Piloto de Linha Aérea e 110 alunos no curso de Técnico de Manutenção de Aeronaves.

A SEVENAIR ACADEMY terminou o ano com o anúncio da chegada do seu novo simulador de vôo – ALSIM ALX – equipado com a mais recente tecnologia e que entrará ao serviço em breve, um investimento de algumas centenas de milhares de Euros.


Anunciou também a expansão das suas instalações no Aeroporto de Cascais, dos actuais 2300m2 para 5500m2, ocupando o espaço deixado por outros operadores que foram saindo do local ou encerrando actividade. As obras de requalificação, orçadas em cerca de 500 mil euros, já iniciaram.

A aposta na formação aeronáutica é para manter, com o objectivo não só de cimentar a posição de liderança do sector em Portugal, como de ampliar essa capacidade, captando alunos de mercados internacionais, permitindo a esta empresa 100% portuguesa, ser um grande exportador de serviços.


Em 2020 assinaram-se acordos com parceiros institucionais da Turquia, Indonésia e Bahrein, estando em negociação parcerias com empresas de referência em outros países, com vista ao envio de alunos para os cursos de piloto e de técnico de manutenção de aeronaves, juntando-se às 38 nacionalidades de onde os actuais alunos são oriundos.

“A SEVENAIR ACADEMY, nos seus mais de 32 anos de existência, já passou por diversas crises mas sempre as enfrentou com confiança. Esta crise que vivemos não é diferente e por isso mantemos a convicção de que a ultrapassaremos e para isso contamos com a colaboração de todos os nossos funcionários, parceiros e clientes, num esforço conjunto para a ultrapassar.
Nos últimos 4 anos investimos mais de 3 milhões de Euros em equipamentos modernos de última geração e planeamos manter o mesmo ritmo de investimento, num claro sinal da nossa confiança, não só no sector, como na qualidade e capacidade da nossa equipa e daquilo que oferecemos aos nossos clientes.”

Também hoje a Sevenair Academy recebeu o selo PME Líder 2020. O estatuto PME Líder é um selo de reputação criado pelo IAPMEI para distinguir o mérito das PME nacionais com desempenhos superiores.

Sindicato indica que TAP propôs a dispensa de 458 pilotos

 

O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) informou hoje que a TAP apresentou uma contraproposta que inclui a dispensa de 458 pilotos, redução de remunerações e supressão de cláusulas do acordo de empresa, segundo um comunicado.

Na nota, hoje divulgada, a direção do SPAC deu conta de uma reunião onde esteve com a TAP “no âmbito da negociação do acordo coletivo de emergência” e na qual estiveram presentes o secretário de Estado Adjunto e das Comunicações, Hugo Santos Mendes, o presidente do Conselho de Administração da TAP, Miguel Frasquilho, o presidente executivo da companhia, Ramiro Sequeira, e a equipa negocial da empresa.

“A TAP apresentou uma contraproposta à proposta apresentada pelo SPAC no dia 22 de dezembro de 2020. Esta contraproposta da TAP assenta na dispensa de 458 Pilotos, na redução das remunerações e na supressão de um conjunto de cláusulas do acordo de empresa, especialmente o Regulamento de Utilização e Prestação de Trabalho (RUPT) e do Regulamento de Recurso à Contratação Externa (RRCE)”, indicou o SPAC.

Inicialmente, o Governo previa a dispensa de 500 pilotos.

Por sua vez, o SPAC “apresentou os princípios fundamentais do futuro acordo de emergência” e que passam por “manter os postos de trabalho de todos os pilotos”, dando “tempo para que as medidas voluntárias de redução de pessoal possam ter efeito”.

O sindicato defendeu vários outros pilares, como “distribuir o trabalho existente por todos os pilotos, mantendo os objetivos financeiros da empresa”, “diminuir custos fixos e estabelecer mecanismos variáveis de retribuição”, através da “diminuição equitativa da retribuição de todos os pilotos e fixação de critérios para o aumento do número de horas” e a “distribuição equitativa dos sacríficos necessários”.

O SPAC disse ainda que pretende “garantir a atividade da TAP”, apelando a que não haja “externalização para outras empresas” e assegurar que a transportadora tenha “disponibilidade de pilotos quando houver retoma e nos picos de atividade futura”, mantendo os “pilotos qualificados e em condições de voar”.

Estes profissionais apelam ainda à manutenção de “níveis elevados de produtividade dos pilotos com regras acordadas de organização de tempo de trabalho”, através da “fixação, por acordo, de regras de tempo de voo e descanso que respondam às necessidades operacionais da TAP”.

O SPAC disse ainda que na reunião “procedeu-se à discussão de alguns tópicos, nomeadamente como atingir os objetivos referidos, em especial o nível de redução das remunerações, as novas formas de organização do tempo de trabalho, o período de vigência do acordo de emergência e a forma de garantir a não externalização da atividade da TAP”.

De acordo com o sindicato, foi manifestada “alguma abertura para negociar rapidamente os aspetos essenciais”, tendo ficado marcada uma nova reunião para o dia 22 de janeiro.

O plano de reestruturação da TAP, entregue em Bruxelas em dezembro prevê a suspensão dos acordos de empresa, medida sem a qual, segundo o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, não seria possível fazer a reestruturação da TAP.

O plano de reestruturação da TAP à Comissão Europeia, entregue à Comissão Europeia, prevê o despedimento de 500 pilotos, 750 tripulantes de cabine, 450 trabalhadores da manutenção e engenharia e 250 das restantes áreas.

O plano prevê, ainda, a redução de 25% da massa salarial do grupo (30% no caso dos órgãos sociais) e do número de aviões que compõem a frota da companhia, de 108 para 88 aviões comerciais.

Azul transporta cilindros de oxigénio e geradores de produção para Manaus (com vídeos)


A Azul indicou que enquanto aguarda pelas questões diplomáticas entre Brasil e Índia, aeronave que iria a Mumbai realizou um voo com cilindros de oxigénio para socorrer a capital amazonense.

O pedido feito pelo Ministério da Saúde à companhia aérea tem como objetivo ajudar a abastecer os hospitais da capital amazonense. O voo feito pela mesma aeronave que partiria hoje para Mumbai, na Índia, uma vez que a missão terá o seu início reprogramado enquanto as questões diplomáticas entre os dois países são resolvidas e as doses da vacina Astrazeneca/Oxford possam ser trazidas ao Brasil.

” A nossa intenção é ajudar o Brasil e os brasileiros e não mediremos esforços para oferecer apoio logístico no transporte de matérias para o combate à COVID-19. Estamos prontos para voar à Índia e também para transportar o que for necessário dentro do Brasil no intuito de ajudar o país na atual situação”, diz John Rodgerson, presidente da Azul.

Já hoje um Boeing 737 Cargueiro da Azul transportou 7 geradores de produção de oxigénio, numa carga especial enviada pelo Ministério da Saúde para Manaus.

A carga do Ministério da Saúde partiu do aeroporto RIOGaleão com destino à capital do Amazona.

Foram 15 toneladas de carga contendo 7 geradores de produção de oxigénio – sendo um capaz de produzir 33m³ de oxigénio por hora, um capaz de produzir 17m³ de oxigénio por hora, e os demais com capacidade de produção de 13m³/hora.

De referir que, o aumento de internamentos por covid-19 em Manaus provocou um novo colapso no sistema de saúde da capital amazonense, com doentes a morrer por falta de oxigénio nos hospitais.

TAP e TAAG reforçam voos com Angola antes de suspensão de voos diretos

 

As transportadoras aéreas portuguesa, TAP, e angolana, TAAG, vão reforçar as ligações aéreas entre Portugal e Angola antes da suspensão temporária dos voos diretos, a partir de 24 de janeiro.

A TAP tem, para já, agendado um voo extra na quinta-feira, dia 21, enquanto a TAAG prevê mais quatro ligações entre Luanda e Lisboa, bem como um reforço dos voos para a África do Sul e Brasil.

De acordo com o calendário a que a agência de notícias angolana, ANGOP, teve acesso, realizam-se na próxima terça-feira, 19, dois voos para a África do Sul (Cidade do Cabo e Joanesburgo) e um para Lisboa (Portugal).

Na quarta-feira, 20, estão agendados voos para a cidade de São Paulo (Brasil) e um para Lisboa (Portugal), e na quinta-feira, 21, ligações com Lisboa (Portugal) e Joanesburgo (África do Sul).

Na sexta-feira, 22, estão programadas mais duas ligações com Portugal e África do Sul (Joanesburgo), enquanto no sábado, último dia da programação especial, a companhia aérea angolana voa para Joanesburgo e Cidade do Cabo.

A operação de voos de repatriamento dos cidadãos angolanos e residentes estrangeiros com visto de trabalho que se encontram em Portugal, Brasil e África do Sul começou no sábado e prolonga-se até às 00:00 do dia 24 de janeiro, altura em que Angola suspende temporariamente as ligações com estes países, para evitar a entrada das novas estirpes de SARS Cov2, o vírus causador da covid-19.

Para evitar a entrada no país da nova variante do vírus Sars-Cov-2, os passageiros que desembarcarem no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, a partir de agora, estão a ser submetidos de imediato ao teste rápido da covid-19.

Os casos positivos ficarão em isolamento institucional.

Ryanair deverá iniciar as operações com o MAX nas rotas do Reino Unido

A Ryanair Holdings pretende operar com os seus próximos B737-8-200s para o Reino Unido na primeira fase, disse o executivo-chefe da principal operadora do grupo, a Ryanair (FR, Dublin Int’l), durante uma entrevista à rádio irlandesa Newstalk: “Receberemos o MAX neste verão e iremos operá-lo provavelmente inicialmente no Reino Unido”, disse Eddie Wilson.

Apesar das tentantivas dos jornalista Eddie Wilson não deu mais detalhes e não respondeu à pergunta sobre se as aeronaves seriam operadas pela Ryanair UK (RK, London Stansted).

Atualmente a Ryanair tem 210 unidades B737-8-200s encomendadas à Boeing.

Embora esta variante ainda não tenha sido certificada, a Ryanair espera começar a receber os primeiros modelos nesta primavera com um total de 50 unidades que devem chegar até o final do ano.

As primeiras seis aeronaves já foram atribuídas à subsidiária polonesa do grupo, Buzz (RR, Warsaw Modlin), e serão as primeiras aeronaves com as próprias cores da Buzz.

A Ryanair cancelou recentemente todos os serviços domésticos dentro do Reino Unido e os serviços para destinos fora da União Europeia, culpando a Autoridade de Aviação Civil do Reino Unido por uma suposta reviravolta na sua política de ACMI.

Segundo a companhia aérea, o regulador impediu a companhia de utilizar aeronaves da Ryanair para operar os voos com o código da Ryanair UK. Atualmente, a unidade britânica do grupo tem apenas um único B737-800 registado no Reino Unido.

A CAA respondeu que não alterou a sua política e sempre sustentou que as operações de backbone de uma companhia aérea britânica não podiam contar com aeronaves arrendadas com tripulação de outro país, mesmo que fosse um acordo ACMI intragrupo.

Futuro A321LR CS-TXG da TAP Air Portugal

 

O nosso amigo e spotter  Tobias Gudat, capturou através da sua objectiva mais um Airbus A321LR para a TAP Air Portugal.

Trata-se do futuro A321LR CS-TXG, com o numero de série MSN10157.

De recordar que a companhia realizou uma encomenda de 14 unidades do modelo.

Foto: Catarina Madureira

O A321LR da TAP está configurado para transportar até 171 passageiros; 16 em Executiva, 48 em Económica Premium e 107 em Económica.

Foto: Catarina Madureira

Foto: Catarina Madureira

O Airbus A321 Long Range é o primeiro avião narrow body da TAP com capacidade para operar rotas transatlânticas, oferecendo o conforto premium de um avião do longo curso.

Apesar do plano de reestruturação da TAP contemplar uma redução do número de aviões na frota, essa redução na sua maioria passa por uma antecipação do phase-out de modelos mais antigos e menos rentáveis.

Hi Fly inaugurou o seu hangar de manutenção em Beja

 

A Mesa, empresa de manutenção do Grupo Hi Fly, inaugurou oficialmente no aeroporto de Beja o seu novo hangar para manutenção de aviões Airbus, com um investimento de 30 milhões de euros.

O novo hangar funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana e servirá como unidade de manutenção de base para a frota Airbus da Hi Fly, bem como para outras companhias aéreas que têm contratos de manutenção com a MESA.

O Hangar está pronto para receber e servir os Airbus A319, A320, A321, A330, A340 e A350, e tem capacidade para realizar manutenções até três aeronaves em simultâneo. 

Em comunicado a Mesa indica que uma gama abrangente de trabalhos de manutenção relacionados à manutenção de linha / base será realizada no novo Hangar. Isso inclui “Checks A”, “Checks C”, atualizações e modificações do interior da cabine, substituição do motor, substituição do trem de aterragem, testes hidráulicos, correção de defeitos e solução de problemas, SBs, ADs, MPD e modificações de tarefas de fase externa, inspecções de Boroscópio do motor e trabalhos de oficina tais como: baterias, IFE, oxigénio, interiores de cabines, equipamentos eléctricos, chaves de torque e medições.

O novo Hangar será uma instalação de referência no país e de acordo com o Presidente da Hi Fly e da Mesa, Paulo Mirpuri, “Beja é um local privilegiado para a manutenção de aeronaves e com esta capacidade adicional esperamos não só acompanhar o forte crescimento da frota da Hi Fly, mas também para adquirir novos clientes principalmente da Europa e África. É um grande projecto para o Grupo e estamos ansiosos para receber a nossa frota nesta instalação fantástica. ”

A Mesa, investiu € 30 milhões no projecto, que criará cerca de 150 empregos nos seus primeiros três anos de actividade.

Mesa realiza manutenção de linha / base de aeronaves com sede em Lisboa, Beja, Bruxelas e Brisbane.

A empresa é uma Organização de Manutenção EASA Parte 145, homologada pela Autoridade Portuguesa (ANAC) com o Certificado PT.145.020.

A empresa está orientada a realizar manutenções em todo o mundo em Airbus A318, A319, A320, A321, A330, A340, A380 e BOMBARDIER CL-600-2B16.

Azul vai transportar entre a Índia e o Brasil dois milhões de doses da vacina contra a Covid-19

 

A Azul Cargo anunciou que vai transportar entre a Índia e o Brasil dois milhões de doses da vacina contra a Covid-19, desenvolvida pela Astrazeneca/Oxford.

O Airbus A330-900neo PN-ANX, a maior aeronave da frota da companhia brasileira, vai descolar do Recife rumo à cidade indiana de Mumbai para carregar 15 toneladas de vacinas. Serão 15 horas de voo, sem escalas, num trajeto de mais de 12 mil quilómetros.

O A330neo da Azul saiu hoje de Viracopos, onde recebeu um sticker com uma mensagem especial, rumo a Recife,  onde está a ser preparado para a missão.

“No que depender da Azul, 2021 será o ano em que venceremos a pandemia. Temos orgulho em realizar esse voo inédito para a Índia que trará mais um sopro de esperança na cura para a covid-19 e agradecemos a confiança do Governo Federal na capacidade logística da Azul Cargo. Estamos preparando a nossa aeronave para trazer essas doses que, com a aprovação das autoridades sanitárias, serão distribuídas posteriormente para todas as regiões do Brasil. A Azul, a empresa com a maior malha aérea do país, está empenhada e à disposição das autoridades para distribuir essa e todas as outras vacinas aprovadas”, destaca John Rodgerson, presidente da Azul.

A companhia salienta que está acostumada a transportar cargas especiais e que, a Azul Cargo, unidade de cargas da Azul, possui uma larga experiência e excelência no transporte e logística de cargas farmas e sensíveis, e dispõe de uma frota diversificada e moderna, que possibilita operar desde rotas regionais até missões internacionais de longa distância.

O avião que irá realizar a operação será equipado com contentores espessos que garantirão o controle de temperatura da carga de acordo com as recomendações do fabricante.

TAP retirou da sua frota esta semana 4 aeronaves

 

A TAP Air Portugal realizou esta semana o phase-out de quatro das suas aeronaves.

Tratou-se de 3 unidades A319 (CS-TTH, CS-TTI e CS-TTK) e um A330-200 (CS-TOR)

Os três modelos A319 descolaram pela última vez esta quinta-feira, 14 de janeiro, rumo ao aeroporto de Kemble, na Inglaterra, onde serão desmantelados.

Já esta sexta-feira foi a vez do A330-200 CS-TOR descolar do aeropoprto Humberto Delgado com destino a Tarbes, em Lourdes.

O A330 passou por uma manutenção geral no Brasil na TAP M&E Brasil, como processo para entrega à empresa de leasing GECAS.

O CS-TOR está equipado com motores General Electric GE-CF6. A aeronave tem perto de 19 anos tendo sido recebidA pela TAM em julho de 2002 e em abril de 2014 pela TAP.

Qatar Airways recebe estatuto Diamond Standard, nos APEX Global Health Safety atribuídos pela SimpliFlying COVID-19 Audit

 

A Qatar Airways anunciou que alcançou o Diamond Standard da Associação de Experiência de Passageiros de Linha Aérea (APEX) de Segurança da Saúde, pela SimpliFlying.

O estatuto ‘Diamond Standard’, que é o nível mais alto a ser alcançado, foi anunciado pela APEX e pela consultoria global de marketing de aviação, SimpliFlying, após uma avaliação meticulosa das rigorosas normas de higiene e segurança COVID-19 da companhia aérea.

O Chefe Executivo do Grupo Qatar Airways, Sua Excelência o Sr. Akbar Al Baker, afirmou: “Como líder da indústria, damos as boas-vindas ao maior reconhecimento do compromisso da Qatar Airways em fornecer o mais rigoroso programa de monitorização, deteção e segurança COVID-19, em toda a nossa experiência de ponta a ponta com os nossos passageiros, existente na comunidade global de aviação.


“A atribuição do APEX Health Safety ‘Diamond Standard’ foi o resultado de uma auditoria independente, completa e extensa, das abrangentes medidas de proteção e prevenção COVID-19, tanto a bordo quanto no Aeroporto Internacional de Hamad, e reforça o facto de que as viagens aéreas não precisam de ser uma fonte de preocupação para os passageiros.

“Como a aviação comercial continua a lidar com os desafios e o impacto da pandemia global, saudamos a introdução desta e de outras revisões de higiene e segurança relevantes relacionadas com a COVID, e encorajamos outras companhias aéreas a continuarem a construir a confiança dos passageiros e a ajudar na recuperação da indústria, participando sempre que possível”.

O Diretor Executivo da APEX, Dr. Joe Leader, afirmou: “Os protocolos COVID-19 da Qatar Airways cumpriram definitivamente as mais altas classificações para o nível de certificação Diamond, apoiados pelos seus extraordinários procedimentos para a segurança dos clientes. As ações tomadas pela Qatar parecem centradas em torno de uma filosofia singular: como podemos inovar para maximizar tanto o nosso serviço ao cliente como a segurança dos passageiros, de mãos dadas.

“Tendo voado recentemente, com a minha família, na Qatar Airways para as Maldivas após testes PCR COVID-19 negativos, o nível de segurança nos serviços, tanto no voo como em terra, superou as minhas mais elevadas expectativas e até ultrapassou a nossa melhor experiência de sempre na pré-pandemia na companhia aérea”.

O Chefe Executivo da SimpliFlying, Sr. Shashank Nigam, disse: “A Qatar Airways elevou a fasquia dos padrões de segurança sanitária na indústria através de iniciativas como o fornecimento de um escudo facial a todos os passageiros, utilizando os sistemas de desinfeção UV da Honeywell e medidas avançadas de biossegurança no seu hub, em Doha. A adoção de tal grau de qualidade hospitalar para garantir a segurança sanitária ajudará a reforçar a confiança entre os viajantes”.

As medidas de segurança a bordo da Qatar Airways envolvem o fornecimento de Equipamento de Proteção Individual (EPI) para a tripulação e um kit de proteção complementar com máscaras descartáveis para os passageiros, se solicitados. Os clientes da classe executiva em aviões equipados com Qsuite, podem desfrutar da privacidade aprimorada que este assento proporciona, e que inclui divisórias de privacidade deslizantes e a opção de utilizar um indicador “Não Perturbar (DND)”. A Qsuite está disponível em voos para mais de 30 destinos, incluindo Frankfurt, Kuala Lumpur, Londres e Nova Iorque. Para mais informações sobre todas as medidas que foram implementadas a bordo e no HIA, por favor visite qatarairways.com/safety

Além disso, a companhia aérea também utiliza os mais avançados sistemas de filtragem de ar HEPA a bordo de todos os aviões. Recentemente tornou-se a primeira companhia aérea global a introduzir o avançado sistema de cabine ultravioleta da Honeywell, operado pela Qatar Aviation Services, sendo mais um passo na limpeza dos aviões.

A Qatar Airways opera cerca de 800 voos semanais para mais de 110 destinos em todo o mundo. Até ao fim de março, a companhia aérea planeia reforçar a sua rede para 127. Muitas cidades terão serviços mais frequentes.

Galardoada com inúmeros prémios, a Qatar Airways foi nomeada “World’s Best Airline” pelos World Airline Awards em 2019, geridos pela gerido organização de classificação do transporte aéreo internacional Skytrax. Foi também designada “Melhor Companhia Aérea do Médio Oriente”, “Melhor Classe Executiva do Mundo”, e “Melhor Lugar de Classe Executiva”, em reconhecimento da sua experiência pioneira na Classe Executiva, Qsuite. É a única companhia aérea a ter recebido cinco vezes o cobiçado título “Skytrax Airline of the Year”, que é reconhecido como o auge da excelência na indústria aérea.

Orbest e Evelop selecionam Sabre para o seu crescimento a longo prazo

 

A Orbest e Evelop anunciaram hoje que, no passado dia 22 de dezembro as companhias aéreas da ÁVORIS, divisão de viagens do GRUPO BARCELÓ, assinaram um acordo estratégico com SABRE, fornecedor líder mundial em soluções tecnológicas para a indústria de viagens.

Neste novo acordo, EVELOP e ORBEST beneficiam-se de uma plataformade gestão de última geração, capaz de permitir implementar novos serviços e modelos de negócio. O acordo multianual inclui um novo sistema de distribuição multicanal de reservas, de gestão do inventário de assentos e de gestão operacional,que lhes permitirá competir com as companhias aéreas internacionais mais avançadas.

Este acordo enquadra-se no processo continuo de transformação digital das companhias aéreas, que persegue a maior eficiência e flexibilidade operativa possível.

As soluções de Sabree Radixx vão implementar-sede uma forma transversal dentro das companhias aéreas, com as aplicações de Sabre focadas em dar suporte a todas as áreas operacionais das companhias e as aplicações Radixx focadas em dar suporte a todas as áreas comerciais.

A ORBEST e a EVELOP iniciam assim a implementação de um novo modelo comercial, que combina a distribuição dos seus lugares através de tour operação tradicional, com a operativa de linha regular a múltiplos destinos. Para tal, a tecnologia Radixxfornece soluções para a gestão comercial como a planificação da oferta e o marketing omnicanal.

Da mão de Sabre/Radixx, nos próximos meses irá introduzir-se uma app, que oferecerá aos passageiros todas as funcionalidades relacionadas com os voos, desde a pesquisa e contratação dos mesmos, até ao check-in online e a fácil contratação de serviços complementares.

Igualmente, os clientes em breve poderão usufruir de uma página deinternet com novas e práticas funcionalidades, com um motor de pesquisa melhorado, um módulo de ofertas especiais, avisos e comunicações, etc.

Relativamente às soluções operacionais, as aplicações Sabre ajudarão a melhorar substancialmente a gestão e otimização das operações em terra, as operações em voo, e a otimização das rotações das tripulações, entre outros aspetos.

Nas palavras de Paul Verhagen, subdiretor geral da ORBESTe EVELOP. “Estamos a preparar-nos para um novo e emocionante capítulo na história da companhia aérea, que nos verá voar para mais e novos destinos, colaborar com outras companhias aéreas, distribuir o nosso inventário através de múltiplos canais e atender a novos segmentos do mercado. Isto requer uma colaboração estratégica com um partner de tecnologia global que nos permita ter êxito não só no próximo ano, mas também na próxima década. Com este conjunto único de soluções que combina o melhor de Sabre e Radixx, embarcamos conjuntamente numa parceria estratégica a longo prazo, que será vantajosa para todos os nossos interessados e, o que é mais importante, para os nossos clientes”.

“Orbest é uma companhia aérea com visão futurista que quer contribuir para criar o futuro da aviação.” disse Vincenzo Terzulli, Head of Account Management SW-Europe daSabre.”A tecnologia tem um papel chave na definição do futuro -especialmente quando a indústria começa a recuperar-se daCOVID-19. Mais que nunca, as companhias aéreas precisam de sistemas flexíveis e inteligentes que lhes ajudem a tomar decisões em tempo real em resposta a fatores externos em constante mudança -enquanto também continuam a avançar com a experiência do viajante. Associando-se com Sabre e Radixx ajudará Orbest/Evelop acompetir com os maiores e globais atores do setor, e lhes permitirá inovar enquanto embarcam no seu ambicioso plano de crescimento”.

Norwegian termina com as suas operações de longo curso

 

A Norwegian Air Shuttle vai abandonar as suas operações de longo curso, já que a companhia traçou planos para sair da protecção contra falência.

A companhia aérea de baixo custo vai concentrar-se nos voos de médio curso na Europa depois que os seus voos de longo curso para os EUA e a Ásia não serem mais viáveis, pois “a procura futura permanece altamente incerta”.

A decisão tomada pela Norwegian vai levar a que 2.000 funcionários percam os seus empregos – 1.100 em Gatwick – enquanto as subsidiárias da Norwegian que empregam funcionários das operações de longo curso no Reino Unido, EUA, Itália e França enfrentam a falência.

Em novembro, a Norwegian tornou-se a vítima da maior crise na indústria da aviação, quando pediu proteção aos credores na Irlanda depois que uma rápida e malfadada expansão de longa distância a deixou com uma das maiores dívidas entre todas as transportadoras .

“A nossa rede de curta distância sempre foi a espinha dorsal da Norwegian e formará a base de um futuro modelo de negócios resiliente”, disse o presidente-executivo Jacob Schram esta quinta-feira. 

A Norwegian enfatizou que as suas operações seriam predominantemente na Noruega e nos países nórdicos, ou entre lá e o resto da Europa. Anteriormente, tinha bases no Reino Unido e em Espanha para voos para outras partes da Europa.

A companhia espera sair da proteção ao credor da Irlanda antes do final de março e que espera voar com 50 aviões de fuselagem estreita este ano e 70 no próximo.

A frota da Norwegian durante o terceiro trimestre foi de 140, dos quais apenas 25 estavam a voar. “O nosso foco é reconstruir uma companhia forte e lucrativa para que possamos proteger o máximo de empregos possível”, disse Schram.

Reino Unido suspende ligações aéreas de Portugal e Cabo Verde para travar estirpe brasileira

 

O Governo britânico anunciou hoje que vai suspender ligações aéreas de Portugal e Cabo Verde para Inglaterra para tentar impedir a entrada da estirpe brasileira do SARS-CoV-2, e proibiu também chegadas do Brasil e de outros países sul-americanos.

“Tomei a decisão urgente de proibir chegadas da Argentina, Brasil, Bolívia, Cabo Verde, Chile, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Guiana, Panamá, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela a partir de sexta-feira após informação sobre uma nova variante no Brasil”, anunciou o ministro dos Transportes, Grant Shapps, através da rede social Twitter.

As viagens de Portugal para o Reino Unido também serão suspensas “devido às suas fortes ligações com o Brasil, funcionando como mais uma forma de reduzir o risco de importação de infeções”.

No entanto, o Governo britânico dá isenção aos transportadores que viajem a partir de Portugal para permitir a circulação de bens essenciais e também aos cidadãos britânicos e irlandeses e nacionais de países terceiros com direito de residência, que poderão entrar no país, mas cumprir quarentena de 10 dias.

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, tinha revelado na quarta-feira estar preocupado com uma nova estirpe originária do Brasil do SARS-CoV-2, o vírus que causa a covid-19, e admitiu tomar medidas para impedir a sua entrada no Reino Unido.

“Estamos preocupados com a nova estirpe brasileira. (…) Já temos medidas duras para proteger este país de novas infeções vindas do estrangeiro. Estamos a tomar medidas para fazê-lo em relação à estirpe brasileira”, afirmou, durante uma audição com a Comissão de Ligação, composta pelos presidentes das diferentes comissões parlamentares.

O chefe do Governo britânico disse que ainda existem “muitas dúvidas” sobre a estirpe, incluindo se ela resistente às vacinas, tal como não se sabe em relação à estirpe sul-africana.

Johnson respondia a uma pergunta do antigo ministro da Saúde Jeremy Hunt, que referiu que a nova estirpe terá sido discutida na terça-feira pelo Grupo de Aconselhamento sobre Ameaças de Vírus Respiratórios Novos e Emergentes (NERVTAG), o grupo de cientistas que aconselham o Governo a propósito da pandemia covid-19.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o maior centro de investigação médica da América Latina, confirmou na terça-feira a identificação e circulação de uma nova estirpe do novo coronavírus originária do estado brasileiro do Amazonas.

Esta semana, o Ministério da Saúde do Brasil já tinha confirmado que o Japão identificou em quatro viajantes provenientes do Brasil a nova estirpe, que possui doze mutações, incluindo a mesma encontrada em variantes já identificadas no Reino Unido e África do Sul, o que implica um maior potencial de transmissão do vírus.

A identificação de uma nova estirpe mais infecciosa no sul de Inglaterra levou o Governo britânico a impor restrições mais duras antes do Natal e dezenas de países a suspenderem voos a partir do Reino Unido ou a exigir testes antes do embarque.

Qatar Airways retoma os voos para Riade

 

A Qatar Airways, anunciou hoje, que retomou ontem os voos para Riade, no Reino da Arábia Saudita, com um serviço diário. O QR1164 descolou do Aeroporto Internacional de Hamad, em Doha, às 13h45 horal local, e aterrou em segurança no Aeroporto Internacional King Khalid, às 15:10. O voo foi operado pelo Airbus A350-1000, da Qatar Airways.

Ainda esta semana, a Qatar Airways retomará os voos para Jeddah na sexta-feira, 15 de janeiro, (QR1188 com partida do DOH às 18:50) e para Dammam no sábado, 16 de janeiro, (QR 1150 com partida de Doha às 17:10).

Os passageiros do Reino da Arábia Saudita podem mais uma vez desfrutar da premiada Qsuite, com portas deslizantes que oferecem uma privacidade única e a opção de utilizar um indicador “Não Perturbar (DND)”. Os assentos Qsuite têm uma configuração de 1-2-1, proporcionando aos passageiros mais espaço, privacidade, conforto e distanciamento social.

A transportadora nacional do Estado do Qatar continua a construir a sua rede de ligações, que atualmente conta com mais de 110 destinos, com planos para aumentar para 125, até ao final de março de 2021. Galardoada com inúmeros prémios, a Qatar Airways foi nomeada “World’s Best Airline” pelos World Airline Awards em 2019, geridos pela Skytrax. É a única companhia aérea a ter recebido cinco vezes o cobiçado título “Skytrax Airline of the Year”, que é reconhecido como o auge da excelência na indústria aérea.

O Aeroporto Internacional de Hamad (HIA), a casa e hub da Qatar Airways, foi recentemente classificado como “Terceiro Melhor Aeroporto do Mundo”, entre 550 aeroportos de todo o mundo, pelos Skytrax World Airport Awards 2020. Subindo da quarta posição em 2019 para a terceira em 2020, o HIA tem vindo a subir constantemente no ranking “World’s Best Airports” desde o início das operações em 2014. Além disso, o HIA foi eleito o “Melhor Aeroporto no Médio Oriente”, pelo sexto ano consecutivo, e “Melhor Serviço de Staff no Médio Oriente”, pelo quinto ano consecutivo.

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