Últimas Notícias:
×

Global Flight School realiza Open Day no próximo dia 25 de junho

 

A Global Flight School (GFS) anunciou que vai realizar um Open Day no próximo dia 25 de junho, nos seus hangares no aeródromo de Ponte de Sor, para apresentar, entre outras coisas, as vantagens e condições de aprendizagem que o contexto meteorológico português oferece aos aspirantes a pilotos. A GFS abre assim as portas aos futuros pilotos, para visitarem as instalações da escola, conhecerem a oferta formativa em detalhe e uma equipa de profissionais com vasta e sólida experiência na indústria aeronáutica.

Situado no extremo ocidental da Europa, Portugal é considerado um dos países europeus com melhores condições atmosféricas e clima do mundo. Com uma média de mais de 300 dias de sol por ano, aproximadamente 2.799 horas, alcança uma temperatura típica de um país mediterrânico. Na Global Flight School, escola de aviação moderna de assinatura portuguesa, a percentagem de alunos estrageiros que aproveitam estas condições e optam por mudar de país em busca do clima ideal para tirar o curso de piloto é cerca de 15%. Contudo, a escola pretende recrutar mais alunos de diferentes nacionalidades.

“Portugal oferece condições climatéricas de exceção para tirar o curso de piloto de linha aérea. Num momento em que já se sente a expectável retoma do setor da aviação, é importante incentivar a próxima geração de pilotos a apostar num país que favorece o seu percurso profissional. Os pilotos que escolherem a Global Flight School terão não só uma formação especializada, com uma equipa de profissionais de elite, mas também um dos melhores climas para o treino, não fosse Portugal um país de quatro estações, afirma Ricardo Freitas, vice-presidente do Conselho de Administração e Diretor de Instrução da GFS.

Open Day GFS é uma oportunidade única para todas as pessoas que tenham interesse e curiosidade em conhecer melhor o curso de Piloto de Linha Aérea (ATPL). A receção dos convidados ocorre às 09h00, iniciando-se a manhã com a apresentação da escola, seguida de troca de informações sobre o futuro da aviação, as especificidades de acesso às várias modalidades formativas oferecidas pela GFS e o testemunho de atuais alunos da escola.

Após os esclarecimentos de todas as dúvidas, e para finalizar com chave de ouro, os participantes do Open Day poderão efetuar um voo de demonstração num Cessna C152, desde que se inscrevam previamente para tal. Com a beleza da área circundante ao Aeródromo de Ponte de Sor como fundo, vão estar, pela primeira vez, aos comandos de um avião.

O próximo curso de Piloto de Linha Aérea (ATPL) inicia-se em outubro e pode ser frequentado em quatro modalidades distintas: o ATPL Plus, o ATPL Blue, o ATPL Red e o ATPL Modular (E-Learning). Dada a intensidade e o grau de responsabilidade que pilotar um avião de passageiros acarreta, os interessados em ingressar neste curso passarão pela realização dos testes de admissão da escola.

Ser piloto de linha aérea continua a ser das profissões com maior prestígio, empregabilidade e remuneração. Através dos seus cursos, a GFS pretende formar turmas que nunca excedem os 25 alunos, de forma a garantir um acompanhamento personalizado por instrutores de renome.

A inscrição no Open Day e no voo experimental pode ser feita aqui https://gfs.pt/open-day-junho-2022/

Emirates coloca A380 com Premium Economy em mais 3 destinos

 

A Emirates indicou qua a pensar nos passageiros que pretendem uma experiência de viagem ainda mais exclusiva em terra e a bordo, a companhia lança a nova Emirates Premium Economy, disponível para venda desde o dia 1 de junho de 2022, em mais 3 destinos.

A nova cabine, que oferece lugares luxuosos, mais espaço e conforto para as pernas, e um serviço que rivaliza com a oferta comercial das melhores companhias aéreas mundiais, estará disponível para clientes Emirates que viajam nas rotas A380 para Londres, Paris, Sydney a partir de 1 de Agosto, e Christchurch a partir de dezembro.

Esta é uma novidade exclusiva, já que a Emirates é a única companhia aérea da região a oferecer este tipo de experiência a bordo.

Sir Tim Clark, Presidente da Emirates Airline refere que: “Como tudo o que fazemos, a Emirates Premium Economy será excepcional dentro da categoria; é uma oferta que revela uma atenção minuciosa a todos os detalhes da experiência do cliente a um valor excelente e bastante competitivo.”

A propósito deste lançamento, acrescenta ainda que “Desde que introduzimos os nossos lugares Premium Economy pela primeira vez em Janeiro de 2021, temos tido uma resposta muito positiva e uma procura muito significativa. De momento temos seis A380s equipados com esta classe de cabines, o que limita a nossa implantação inicial, mas a nossa intenção é oferecer esta experiência a muitos mais mercados em toda a nossa rede. Já em Novembro desde ano, iniciaremos o nosso programa de reequipamento para instalar a Premium Economy em 67 A380s e 53 Boeing 777s. No final do programa, a Emirates terá um total de 126 aviões equipados com cabines Premium Economy, bem como os interiores mais atualizados noutras cabines. Este é um investimento da marca para garantir que os nossos clientes continuam a ter a melhor experiência durante a viagem”.

Beijing Capital Airlines vai retomar os voos entre a China e Portugal

 

A Beijing Capital Airlines vai retomar a ligação aérea entre a China e Portugal no dia 11 de junho, com um voo semanal, após ter estado suspensa durante mais de seis meses.

Fonte da companhia aérea Beijing Capital Airlines confirmou à agência Lusa o reinício da única ligação aérea entre Portugal e o leste da Ásia.

As autoridades da cidade chinesa de Xian, a capital da província de Shaanxi, suspenderam a ligação com Lisboa no dia 25 de dezembro, numa altura em que aquela região enfrentava um surto de covid-19. A cidade retomou, em 23 de janeiro, os voos domésticos, mas manteve as ligações internacionais suspensas.

O voo ficou então com estatuto incerto, sendo sistematicamente cancelado, semana após semana.

Ao abrigo da estratégia de ‘zero casos’ de covid-19, a China mantém as fronteiras praticamente encerradas desde março de 2020.

O país autoriza apenas um voo por cidade e por companhia aérea, o que reduziu o número de ligações aéreas internacionais para o país em 98%, face ao período pré-pandemia.

HiFly vai operar para a TAAG o voo Lisboa – Luanda – Lisboa

 

A TAAG anunciou que celebrou um acordo ACMI com a HiFly por forma a reforçar a sua operação  durante 3 meses no sentido de assegurar continuamente um elevado nível de serviço e disponibilidade de ligações.

Assim sendo, o acordo ACMI (Aircraft, Crew, Maintenance and Insurance) com a HiFly incluiu o leasing de um Airbus A330 que irá operar na rota Luanda-Lisboa-Luanda por um período de três meses.

A TAAG refere que o contrtao tem inicio no dia 15 de junho de 2022, e que caberá à HiFly disponibilizar o avião, a tripulação completa, garantir a manutenção e seguro da
aeronave, sendo compensada pela TAAG pelas horas de operação da aeronave.

Esta decisão coincide justamente com o trabalho de manutenção que está a decorrer e que a TAAG está a realizar em parte da sua frota internacional, respectivamente o modelo Boeing 777-300ER.

A companhia indica que em termos globais, foi uma estratégia de gestão que permite a continuidade e regularidade da operação numa ligação Luanda-lisboa que regista
bastante demanda.

Esta solução colaborativa é típica na aviação comercial e permite a TAAG assegurar a cobertura de uma das rotas preferenciais e de maior volume de tráfego.

O Airbus A330 é um avião moderno, extremamente versátil e confortável capaz de transportar até 250 passageiros numa configuração de duas classes (económica e executiva).

A HiFly é uma companhia aérea privada e a terceira maior da aviação portuguesa especializada no frete de aeronaves comerciais com tripulação, manutenção e seguro incluídos. Com uma equipa de cerca de 800 profissionais, a HiFly é uma entidade qualificada e autorizada para operar em todos os países do mundo.

A HiFly é licenciada pela ANAC (Portugal), membro da EASA (European Aviation Safety Agency), membro da IATA (International Air Transport Association) e certificada IOSA (IATA Operational Safety Audit).

Nova declaração da Qatar Airways sobre a aeronave Airbus A350

 

A Qatar Airways disse, hoje, que apesar de não seguir prática de emitir declarações detalhadas aos meios de comunicação social, as informações e declarações inexatas que continuam a ser emitidas pela Airbus, bem como o interesse dos seus clientes e da indústria, leva-os a fazê-lo agora.

A sentença proferida pelo magistrado, o Sr. Juiz Waksman, numa audiência no Tribunal Superior na quinta-feira (26 de maio), expôs, para todos no setor da aviação, a ficção da narrativa da Airbus de que a condição que afeta o Airbus A350 é uma simples questão de pintura “cosmética”. Na sua decisão, baseada em provas fornecidas pela Airbus, o Sr. Juiz Waksman expôs as suas conclusões de que “não existe uma solução simples para o problema” e que a única solução atualmente proposta, que envolve uma correcção extensa e potencialmente repetida da fuselagem de todas as aeronaves afetadas, “trata dos sintomas da Condição, não da Condição em si“.

A Qatar Airways receberá da Airbus, pela primeira vez, a divulgação completa dos detalhes da condição de degradação acelerada da superfície, antes do julgamento; contudo, a avaliação independente do Sr. Juiz Waksman sobre a Condição é um marco importante.

A decisão do juiz profere: “Além disso, não se sugere que estes problemas sejam pontuais, restringidos apenas a aeronaves já entregues no Qatar ou a outras aeronaves objeto do Acordo A350. De facto, o próprio caso positivo da Airbus, como alegado na sua Defesa, é que a Condição está efetivamente sujeita a ocorrer em algum momento da vida útil de uma aeronave A350, porque resulta de um coeficiente de expansão diferente entre o polímero composto reforçado com fibra («CFRP») do qual a estrutura da aeronave é feita, e a camada de folha de cobre expandida («o ECF») que é colada, ou curada, sobre ela.

A razão para a presença do ECF é agir como um para-raios que evite danos graves na aeronave em caso de queda direta de um raio, o que se diz acontecer, em média, uma vez por ano a aeronaves de passageiros em serviço regular. O que esta diferença no coeficiente de expansão significa é que estes dois conjuntos de materiais se expandem e contraem a ritmos diferentes e, pelo menos na forma que se verifica no A350, leva com o tempo à ruptura das camadas de tinta superiores.

A posição atual da Airbus é que, em relação aos A350 já entregues à Qatar e, talvez, ao futuros A350 cuja montagem ainda não foi concluída, não há uma solução simples para o problema. A única coisa que pode ser feita é aplicar remendos [patches] em todas as áreas afetadas (principalmente na fuselagem), numa quantidade que pode chegar a 900. Este foi o número citado pela Airbus em relação à aeronave onde foram realizados trabalhos de repintura no Aeroporto de Shannon.

O remendado noutras aeronaves pode não ser tão extenso, mas, em qualquer dos pontos de vista, parece ser considerável. A palavra “remendo” é apropriada aqui. Ela trata dos sintomas da Condição, não da Condição em si. A Condição em si não pode ser retificada, por exemplo, através da aplicação de mais revestimento, removendo ou não a pintura. Também não pode ser alcançada através da remoção do ECF (que é muito difícil, uma vez que é curado no CFRP) e da aplicação de um ECF de substituição. Em qualquer caso, a menos que o novo ECF difira na sua composição ou desenho do seu antecessor, é provável que a Condição surja de novo, com o tempo. O mesmo poderá ocorrer com uma simples repintura da aeronave.

Segue-se como uma questão de lógica que a Condição resultou do desenho da aeronave, no que diz respeito aos materiais relevantes. Existem apenas duas possibilidades: Ou a utilização desta forma relativamente nova de estrutura de aeronave feita de CFRP (em vez de um metal como o alumínio), combinada com qualquer tipo de ECF, causará inevitavelmente a Condição. Ou é, de facto, possível conceber e fabricar os materiais relevantes, mantendo-se fiel à utilização de CFRP, mas de forma a evitar que a Condição volte a surgir.

A primeira possibilidade parece improvável. Isto, pelo menos, porque o Boeing 787 Dreamliner também é feito de CFRP e, no entanto, tais aeronaves (que entraram em serviço pela primeira vez em 2011) parecem não ter exibido a Condição. Esta foi uma questão levantada nas apresentações da Qatar. Por seu lado, a Airbus não apresentou provas que sugerissem que o 787 tinha manifestado a Condição“.

Um porta-voz da Qatar Airways afirmou: “Há muito que argumentamos que, nesta questão, há mais do que apenas tinta, e que as soluções propostas pela Airbus não tratam das questões fundamentais que afetam o A350. Estamos muito satisfeitos por este ponto de vista ter sido agora compreendido e aceite pelo tribunal“.

A Airbus continua a sustentar que a questão não é uma questão de segurança, contudo, a Qatar Airways é da opinião que o impacto da condição na segurança da aeronave afetada só pode ser avaliado depois de a condição ter sido devidamente investigada e a causa raiz conclusivamente estabelecida.

Azores Airlines deu inicio às ligações entre Nova Iorque e Ponta Delgada

 

Eram 08H40 da manhã, quando o Airbus A321LR da Azores Airlines aterrou na pista do Aeroporto João Paulo II, em Ponta Delgada, Ilha de São Miguel, Arquipélago dos Açores.

A bordo, encontravam-se 169 passageiros que embarcam do aeroporto John F. Kennedy (JFK). O voo transatlântico teve uma duração aproximada de quatro horas e quarenta e cinco minutos. Durante a viagem, a tripulação serviu uma refeição ligeira, que foi complementada com algumas recordações de um voo que, por ser o primeiro, tem sempre um simbolismo especial. Para além do certificado de voo e expresso agradecimento pela presença neste importante momento na vida da transportadora, os passageiros tiveram a oportunidade de dar início à sua experiência de viagem pelos Açores, antes mesmo de pisar o destino. Acondicionada em caixa temática com uma bonita imagem da Lagoa das Sete Cidades impressa, foi oferecida uma queijada da Vila Franca do Campo (esta incontornável referência da doçaria do Arquipélago) e um licor de Maracujá outro sabor tão típico da região.

O destino final dos passageiros que embarcaram nesta primeira ligação direta não era somente Ponta Delgada. Para além da ilha de São Miguel, prosseguiram viagem para outras ilhas do Arquipélago (designadamente Terceira, São Jorge, Pico e Flores), mas também para destinos domésticos, como Lisboa e Porto, e ainda para destinos internacionais como Paris e Barcelona, tendo em conta que esta ligação da Azores Airlines oferece múltiplas possibilidades de conetividade.

A eventualidade de fazer uma curta escala nos Açores, é uma possibilidade adicional que se abre para os viajantes e para a companhia aérea açoriana que, fazendo dos Açores uma placa giratória dos seus voos, abre novos corredores aéreos para quem deseja viajar entre os EUA e a Europa, designadamente para destinos domésticos como Lisboa e Porto, mas também para os Arquipélagos da Madeira, Canárias e Cabo Verde. Para facilitar a vida aos que viajam e querem usufruir da conetividade das ligações da Azores Airlines, estão estabelecidos acordos de code-share com diversas companhias aéreas o que facilita a reserva, compra e viagem aos clientes de todas as companhias aéreas com as quais a Azores Airlines já tem acordos comerciais estabelecidos. E tudo isso amplia as opções de quem pensa em viajar para os Açores.

SATA Azores Airlines retoma hoje voos para Barcelona e inicia Ponta Delgada – Nova Iorque

 

A SATA Azores Airlines retoma esta quarta-feira, 1 de junho, os seus voos para Barcelona e inicia a sua nova rota entre Ponta Delgada e Nova Iorque JFK.

A rota entre Ponta Delgada e Barcelona será operada duas vezes por semana, quartas e sextas-feiras.

De sublinhar que a rota de Barcelona (Boston – Ponta Delgada – Barcelona) foi inaugurada no dia 29 de março de 2017, tendo sido encerrada nos primeiros meses de operação devido a pressões, e que mostrava bons indicadores para os meses seguintes.

Os voos para Nova Iorque trata-se de uma ligação regular, que a companhia aérea operará à quarta-feira, quinta- feira, sexta-feira e sábados, até final de outubro.

A companhia durante o inverno realiza uma operação charter entre o Funchal e Nova Iorque.

No verão a rota será operada Funchal – Ponta Delgada – Nova Iorque.

No que respeita aos horários, as descolagens de Ponta Delgada estão previstas para o final do dia, às 18h00, com chegada a Nova Iorque pelas 19h55, locais.

Os voos de regresso aos Açores, partem de Nova Iorque às 21H20 e chegam a Ponta Delgada, no dia seguinte, pelas 06H25.

A operação do primeiro dia Ponta Delgada – Barcelona – Ponta Delgada – Nova Iorque está a ser realizada pelo A321LR CS-TSJ “Peaceful”.

Como é sabido estava programado a saída do A320 CS-TKK, durante este ano, mas a companhia decidiu prolongar o contrato de leasing até 2024 devido ao aumento da operação deste ano.

A companhia vai operar com uma frota de 8 aeronaves: 3 A320, 2 A321neo (CS-TSG, CS-TSF) e 3 A321LR (CS-TSI, CS-TSH, CS-TSJ), além do ACMI à SATA Air Açores de 1 DAsh Q400 para os voos para o Funchal.

Além da operação regular, a SATA Azores Airlines deverá operar mais de 300 voos charter.

INDRA equipa centro de operações aéreas da NATO na Alemanha com o mais moderno sistema de gestão de comunicações digitais

 

A Indra anunciou que vai equipar o Centro de Operações Aéreas Combinadas (CAOC) da NATO em Uedem, Alemanha, com um sistema de gestão de comunicações de voz digital (VCS) de última geração, que reforçará a capacidade da Aliança para coordenar missões de policiamento aéreo que protegem o céu da europa a norte dos Alpes.

A empresa assinou com o Gabinete Federal Alemão para o Equipamento, Tecnologias de Informação e Apoio em Serviço das Forças Armadas (BAAINBw) um contrato de fornecimento e apoio de garantia financiado ao abrigo do programa de investimento em segurança da NATO (NSIP).

A tecnologia da Indra, que garante a máxima resiliência e disponibilidade e permite a gestão da informação classificada, reforçará as capacidades de um centro de alto nível, que faz parte da estrutura de comando aéreo da NATO e do Sistema Integrado de Defesa Aérea e de Mísseis da NATO (NATINAMDS). As operações aéreas da NATO no centro e norte da Europa, incluindo missões nos Estados Bálticos, são geridas a partir destas instalações.

O Diretor da Indra para a Defesa Aeroespacial e Bases Aéreas, Francisco Jiménez, afirmou: “Temos orgulho em trabalhar com a Alemanha, em nome da Aliança Atlântica, e poder contribuir com a nossa tecnologia para proteger e reforçar a segurança no nosso continente. Os sistemas da Indra satisfazem os requisitos dos clientes mais exigentes e dão sempre resposta quando uma missão crítica tem de ser levada a cabo”.

Os sistemas de comunicação de voz da Indra (VCS) facilitarão a direção e controlo das operações aéreas no centro da NATO na Alemanha, bem como a coordenação com outros centros nacionais de comando e controlo aéreo nos países aliados. Têm uma arquitetura extremamente robusta, que garante o mais alto nível de fiabilidade, manutenção e disponibilidade no seu funcionamento contínuo.

Com base na Voz sobre IP (VoIP), a solução é concebida para recuperar de qualquer falha ou ataque a qualquer um dos seus nós, garantindo a operacionalidade do centro em qualquer altura. Também cumpre as normas EUROCAE e os requisitos de segurança da NATO para a gestão de ambientes seguros em que convergem informações classificadas e não classificadas (vermelho/preto) e são tratadas de forma diferenciada, o que coloca esta tecnologia no estado da arte.

O novo sistema de comunicações digitais é a evolução da solução da Indra que está atualmente em funcionamento em centros de comando e controlo aéreo em diferentes países, incluindo o Comando Aéreo de Combate da Força Aérea Espanhola. O facto de ter sido agora escolhido para ser implementado no centro de comando da NATO comprova a sua capacidade de facilitar operações aéreas de máxima complexidade, envolvendo unidades de vários países, potencialmente em diferentes domínios. O centro também coordena grandes exercícios de treino aéreo no centro e norte da Europa.

A Indra é uma das empresas líderes mundiais em tecnologia de engenharia de defesa e líder na digitalização do sector. Oferece soluções tecnológicas de ponta para Terra, Mar e Ar, Espaço e Ciberespaço, desde operações, com sistemas de defesa completos ou sistemas a bordo das plataformas mais avançadas, até à formação com sistemas de simulação de ponta. Especialista em tecnologias de radar, defesa eletrónica, comando e controlo e comunicações, incorpora inteligência artificial, grandes dados, realidade virtual e nuvens de combate na nova geração de sistemas críticos. É o coordenador industrial espanhol do FCAS, o maior e mais avançado programa de defesa lançado na Europa, e a empresa espanhola que coordena o maior número de projetos no sector da defesa na Europa. Está também envolvida num grande número de projetos europeus e internacionais, tais como o avião Eurofighter e o A400M. Exportou os seus radares para os cinco continentes e é o principal fornecedor da NATO.

Como líder mundial em tecnologia de engenharia para os sectores aeroespacial, da defesa e da mobilidade, a empresa é o parceiro tecnológico para a digitalização e operações-chave dos seus clientes em todo o mundo. A sua equipa de peritos e o seu profundo conhecimento destas empresas e das mais recentes tecnologias, bem como a sua liderança nos principais programas e projetos de inovação europeus que concebem a próxima geração de soluções tecnológicas, permitem-lhe apresentar uma oferta diferenciada e liderar projetos únicos e altamente inovadores que irão transformar o futuro destes sectores à escala global nos próximos anos.

TAP Maintenance & Engineering encerrou a sua atividade no Brasil

 

A TAP Maintenance & Engineering encerrou no passado dia 27 de maio as suas atividades no Brasil.

O encerramento coincidiu com a conclusão da manutenção do Airbus A330-200, com a matrícula C-GTSJ da  Air Transat, tendo os funcionários posteriormente reunido-se junto da aeronave e para registar os últimos momentos da empresa.

A TAP ME que chegou a operar duas instalações no Brasil, enfrentava diversos problemas financeiros antes mesmo da crise do coronavírus.

Além do hangar no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão, a TAP ME também chegou a operar um parque de manutenção em Porto Alegre, mas foi desativado em 2018.

De recordar que o anúncio foi feito a 12 de janeiro pela a presidente executiva da companhia aérea, Christine Ourmières-Widener, de que o Grupo TAP decidiu encerrar as operações de Manutenção e Engenharia Brasil (TAP ME), como parte do plano de reestruturação aprovado por Bruxelas em dezembro, disse hoje à Lusa

A Comissão Europeia informou em 21 de dezembro que aprovou o plano de reestruturação da TAP e a ajuda estatal de 2.550 milhões de euros, mas impôs condições, incluindo a separação dos ativos não-essenciais, nomeadamente o negócio de manutenção no Brasil, e os de ‘catering’ (Cateringpor) e de ‘handling’ (Groundforce).

De acordo com um comunicado enviado pela TAP, a medida “não interfere na operação de transporte aéreo de passageiros da companhia no país, seu principal mercado exterior”, lembrando que “o Brasil representa entre 25% e 30% da receita” do grupo TAP.

Na mesma nota, o grupo explicou que “os serviços de manutenção referentes a aeronaves já contratados e/ou em andamento serão realizados normalmente, de acordo com os contratos entre a TAP ME e seus clientes” e que a empresa “não aceitará novos pedidos para prestação de serviços de manutenção”.

Segundo a responsável, a Manutenção & Engenharia Brasil (ex-VEM – Varig Engenharia e Manutenção) tinha atualmente 500 trabalhadores, após várias reestruturações que incluíram despedimentos, dos quais pouco menos de 400 estavam no ativo.

Alvo de várias reestruturações com despedimentos, a última das quais em 2018, a M&E Brasil recebeu da TAP, globalmente, entre 2010 e 2017, injeções financeiras num total de 538 milhões de euros, a valores nominais, sendo que em 2018 foram feitas transferências de 30 milhões de euros.

Já foram recuperados os corpos das 22 pessoas do avião que caiu no Nepal

 

Vinte e dois corpos dias pessoas que viajavam num avião que caiu no domingo nos Himalaias, no Nepal, foram encontrados, anunciou hoje o Exército nepalês.

“Vinte e dois corpos foram recuperados”, disse à agência de notícias France-Presse Narayan Silwal, porta-voz do Exército nepalês, um dia após o acidente com o avião bimotor Twin Otter.

O avião, com 22 pessoas a bordo – três tripulantes e 19 passageiros -, fazia um voo de 15 minutos numa rota turística, quando foi dado como desaparecido numa zona montanhosa do Nepal, entre Pokhara e Jomsom.

A chuva tem caído na região nos últimos dias, mas os voos têm funcionado normalmente. Os aviões nessa rota voam entre montanhas antes de aterrarem num vale.

É uma rota popular entre os estrangeiros que fazem caminhadas nos trilhos das montanhas e também entre peregrinos indianos e nepaleses que visitam o venerado templo de Muktinath.

Declaração da Qatar Airways sobre a aeronave Airbus A350

 

A Qatar Airways emitiu, esta sexta-feira, uma nota a indicar que recebeu com satisfação a sentença proferida pelo Supremo Tribunal de Londres.

A companhia indica que entrou neste processo para assegurar um julgamento rápido e uma divulgação antecipada por parte da Airbus, que nos dará uma visão da verdadeira natureza da degradação da superfície que afeta os A350s.

“Estamos extremamente satisfeitos por termos assegurado estes objetivos na sentença de ontem. Poderemos, finalmente, avaliar a causa dos danos provocados nos nossos aviões, e o julgamento célere proporcionará uma rápida resolução desta disputa sem precedentes. A Qatar Airways continua empenhada na sua missão coletiva de alcançar “Excelência em tudo o que fazemos”, a todos os níveis e em todas as áreas da nossa companhia aérea. O nosso compromisso com a segurança dos nossos passageiros e tripulação permanece no cerne de tudo o que fazemos.”

Delta aumenta operação em Lisboa

 

A Delta Air Lines anunciou que está a comemorar os cinco anos desde o seu regresso a Portugal, com o reinício do seu serviço direto Lisboa-Boston a partir de 3 de junho de 2022 e o anúncio de que o seu serviço Lisboa-Nova Iorque-JFK vai passar a operar durante todo o ano. As duas rotas oferecem uma opção de portas de entrada na East Coast para os viajantes portugueses este verão, hubs de onde também se podem conectar a mais de 50 cidades nos EUA.

No total, a Delta vai oferecer 14 voos semanais entre Portugal e os EUA este verão, oferecendo 440 lugares diários nos meses de pico da estação, incluindo 50 lugares diários na Delta One. Este é um aumento de 22% em lugares face ao verão de 2019.

“Portugal é um mercado importante para a Delta e um destino cada vez mais popular entre os turistas norte-americanos e mais além”, afirmou Nicolas Ferri, Vice-Presidente da Delta para a Europa, Médio Oriente, África e Índia (EMEAI). “Não estamos a assistir apenas a fortes reservas por parte de clientes americanos, mas também de viajantes portugueses ansiosos para visitar os EUA pela primeira vez em mais de dois anos. São sinais encorajadores para a indústria das viagens à medida que atingimos o pico da época de verão.”

Francisco Pita, Chief Commercial Officer da ANA – VINCI Airports, acrescentou que: “saudamos a Delta Air Lines pela comemoração dos 5 anos de operação em Portugal e pelo regresso da sua rota Boston-Lisboa. Este regresso ocorre num contexto de forte crescimento do tráfego aéreo entre os EUA e Portugal, com Lisboa a ultrapassar valores pré-covid e, em particular, evidenciando a importância que o destino Portugal tem vindo a assumir no mercado americano. Congratulamo-nos pelo trabalho que ANA|VINCI Airports tem vindo a desenvolver com a Delta Air Lines e com os demais parceiros, na retoma de ligações, como Nova Iorque-JFK e Boston, que contribuem para a retoma da oferta e conectividade do aeroporto de Lisboa.”

Os voos da Delta durante todo o ano para Nova Iorque-JFK e o serviço de verão em Boston serão operados em aviões Boeing 767-300 e em conjunto com os parceiros da joint venture transatlântica da Delta, Air France, KLM e Virgin Atlantic.

A Delta manteve ainda as operações focadas na segurança durante a pandemia e continua a garantir níveis de proteção para oferecer aos clientes uma experiência de viagem mais segura.

O serviço da Delta entre Lisboa e Nova Iorque-JFK opera da seguinte forma:

Voo Partida Chegada
DL273 Lisboa às 10:00 Nova Iorque-JFK às 13:20
DL272 Nova Iorque-JFK às 19:55 Lisboa às 08:00 (dia seguinte)

 

O serviço da Delta entre Lisboa e Boston vai operar da seguinte forma:

Voo Partida Chegada
DL125 Lisboa às 12:45 Boston às 15:15
DL124 Boston às 23:15 Lisboa às 10:45 (dia seguinte)

HiFly está a recrutar Tripulantes de Cabine

 

A HiFly está a recrutar Tripulantes de Cabine para dar resposta ao aumento das suas operações.

Para saber mais informações e inscrição AQUI

Requisitos:

  • Idade mínima: 21 anos;
  • Altura: superior a 1,60m (Senhoras) e 1,70m (Homens);
  • Fluência em Inglês e de preferência em outro(s) idioma(s);
  • 12º Ano completo (formação superior factor preferencial);
  • Saber nadar;
  • Boa apresentação e postura, simpatia e educação;
  • Excelente estado de saúde (preferência por candidatos não fumadores e que não usem lentes de contacto ou óculos de correcção);
  • Disponibilidade para longos períodos de ausência no estrangeiro;
  • Responsabilidade, flexibilidade e capacidade para trabalhar em equipa;
  • Facilidade de comunicação, gosto em lidar com o público;
  • Sem experiência prévia ou com certificado de formação inicial/experiência.

A Hi Fly é uma transportadora Europeia, certificada pela EASA, IOSA e aprovada pela FAA que opera uma frota de Airbus A321, A330, A330neo e A340 em regime de Wet Lease a nível mundial. Wet Lease – fornecimento de aviões com tripulação, manutenção e seguros, é o negócio núcleo da Hi Fly, o que lhe permite uma incomparável especialização operacional que tem sido desenvolvida ao longo de vários anos de experiência.

Ryanair diz que é a única companhia em condições de ficar com os 18 slots da TAP

 

O CEO do Grupo Ryanair, Michael O’Leary, garantiu que a companhia é a única com condições para usar os 18 slots que a TAP Air Portugal tem que ceder este ano em Lisboa, uma vez que a única concorrente, a easyJet, segundo diz, tem vindo a reduzir a sua oferta em Portugal.

A Ryanair acredita que vai ganhar o concurso referente aos 18 slots da TAP, e com isso aumentar a operação em Portugal, passando à frente da britânica easyJet. O presidente da low-cost irlandesa disse hoje que a easyJet, que também está na corrida às faixas horárias de descolagem e aterragem na Portela, no seguimento dos remédios impostos por Bruxelas, não tem condições para vencer.

“Se olharmos para o que a easyJet tem feito nos últimos anos, no inverno reduziu o número de aviões no Porto e fechou também a base de Faro no inverno. Tem os mesmos quatro ou cinco aviões em Lisboa o ano inteiro”, apontou Michael O’Leary em conferência de imprensa em Lisboa, esta quarta-feira, 25.

O CEO da companhia irlandesa disse que a Ryanair, por outro lado, tem investido no país. “Somos a única companhia que demonstrou compromisso em Portugal para operar todos os nossos aviões o ano inteiro. No inverno passado, passámos de quatro a sete aviões em Lisboa, porque tivemos slots nesse período. Esperamos ficar com os 18 slots porque com eles vamos basear mais três aviões em Lisboa. Teremos no total 10 aviões este inverno, e sete aviões no próximo verão”, assegurou.

A Ryanair pretende basear mais três aviões na Portela, com os 18 slots da TAP, adicionando 1,3 milhões de lugares à sua oferta, com mais 31 rotas

O CEO da transportadora aérea de baixo custo voltou a apontar o dedo ao governo português e a acusar a TAP de bloquear os slots que não utiliza no aeroporto de Lisboa, impedindo o crescimento das concorrente

Os dados de tráfego da ANAC relativos a Março indicam 372.213 passageiros para a easyJet Europe, 121.637 para a easyJet Airline e 46.774 para a easyJet Switzerland, o que dá um total de 540.624, quando em 2019, pré-pandemia, estava com 512,9 mil.

Michael O’Leary perspectivou ainda que quando as regras dos slots voltarem ao normal, que obriga as companhias a utilizar 80% dos que têm para não os perder, “a TAP vai perder mais slots e nós queremos ficar com eles e crescer mais aqui na Portela, além da Madeira, Porto e Faro”.

Tripulação da TAP foi obrigada a imobilizar passageiro devido a incidente a bordo

 

Um passageiro envolveu-se num confronto com um comissário de bordo, na segunda-feira, num voo da TAP com origem na cidade do Porto e com destino ao Rio de Janeiro, após ter sido apanhado a fumar dentro da casa de banho, acabando por ser imobilizado pela tripulação e com a ajuda de alguns passageiros.

De acordo com informações, o homem terá partido para a violência depois de ter visto o seu passaporte ser apreendido pelo comissário de bordo e só terá sido travado devido à intervenção de outros dois passageiros que testemunharam o incidente.

Poderá ver os vídeos AQUI

Ao contrário do que se pensa a formação das Tripulações de Cabine vai muito além do serviço de bordo. Uma grande parte da formação tem incidência nos primeiros socorros, combate e deteção de incêndios, bem como formação na área de defesa pessoal e controle de desacatos a bordo.

A TAP sublinha que os “crimes praticados a bordo por passageiros são reportados às entidades competentes” e os seus autores são entregues às autoridades à chegada ao aeroporto.

“A segurança de voo é a prioridade máxima para a TAP e as nossas tripulações são formadas para que executem as ações necessárias e adequadas, sempre no cumprimento dos procedimentos, regulamentos e leis aplicáveis, para assegurar que todos os passageiros cumprem as regras de conduta e de segurança”, afirmou a empresa através de um comunicado.

Novo Dash Q400 para a SATA Air Açores está atrasado

 

O Presidente do Conselho de Administração da SATA anunciou que o Dash Q400 que devia começar a operar em junho, para reforçar a frota da companhia durante o verão, mas só deverá chegar aos Açores, em julho.

O atraso é motivo pela falta de algumas peças para a aeronave que se encontra em manutenção na Alemanha.

O administrador da companhia aérea, admitiu também que a operação de verão poderá ser condicionada pela falta de resposta do handling , que também é do grupo SATA.

De referir que recentemente, Berta Cabral, secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas anunciou que a SATA vai converter uma das aeronaves mais antigas em cargueiro e que em 2023, a companhia vai receber uma nova aeronave para transporte de passageiros.

“Quanto ao transporte de carga aérea, está a ser analisada a solução que me parece a mais plausível após todas as diligências da SATA: a transformação de uma das aeronaves em cargueiro, no fim do verão de 2022. É preciso valorizar o nosso peixe. É preciso valorizar os nossos produtos frescos”

“Temos o verão ‘IATA’ com sete aeronaves. No inverno, uma das mais antigas passa a cargueiro.

Emirates está a recrutar Tripulação de Cabine

 

A Emirates anunciou hoje que está à procura pessoas talentosas com paixão pelo serviço para se juntarem à sua premiada equipa de tripulação de cabina.

À medida que as viagens aéreas regressam, os recrutadores da companhia aérea estão empenhados a contratar candidatos em 30 cidades a partir de agora e até ao final de Junho. As equipas de recrutamento da Emirates irão viajar da Austrália para o Reino Unido e para dezenas de cidades europeias, bem como o Cairo, Argel, Tunes e Bahrein.

Abdulaziz Al Ali, vice-presidente executivo do Grupo Emirates para os Recursos Humanos, afirma: “Não há companhia aérea mais entusiasmante do que a Emirates para qualquer pessoa interessada numa carreira na aviação, e temos recebido um enorme interesse desde que começámos a nossa campanha de recrutamento para tripulação de cabina em Novembro.

“Enquanto fases do processo de candidatura são feitas online, fazemos sempre o esforço de encontrar os nossos candidatos pessoalmente sempre que podemos, e é por isso que a nossa equipa de Aquisição de Talentos está a fazer uma digressão de 30 cidades durante as próximas 6 semanas para avaliar potenciais candidatos”.

A equipa de tripulação de cabina verdadeiramente global da Emirates é composta por 160 nacionalidades, refletindo a sua heterogeneidade de clientes e operações internacionais em mais de 130 cidades em seis continentes.

Toda a tripulação da Emirates está baseada na entusiasmante cidade cosmopolita do Dubai, com alojamento fornecido pela empresa, salário isento de impostos e benefícios adicionais.

Os candidatos interessados podem ler mais sobre o papel da tripulação de cabina da Emirates e candidatar-se online em: https://www.emiratesgroupcareers.com/cabin-crew/

TAP abre medidas voluntárias para os pilotos após terem rejeitado acordo

 

A TAP resolveu abrir “um novo pacote de medidas voluntárias” para os pilotos, depois de estes terem rejeitado um acordo que previa a redução do corte adicional de 20% a que estão sujeitos, segundo uma nota interna.

De acordo com o documento, da Comissão Executiva da companhia aérea, a que a Lusa teve acesso, “no contexto da negociação do AE [acordo de empresa], a TAP tem mantido um diálogo frequente com o SPAC desde o início de março”.

Segundo o documento, “no entanto, as negociações não têm evoluído ao ritmo esperado e desejado, tendo sido interrompidas para a discussão mais específica de um acordo que apoie a operação deste verão, crítico para a recuperação da empresa, e reforce o caminho da retoma”.

Assim, “no dia 6 de maio, foi acordada uma proposta conjunta com o SPAC, incluindo medidas para reduzir o corte adicional de 20%, mantendo apenas o corte de 25%, em igualdade com os restantes trabalhadores”, referiu a gestão da transportadora.

Esta proposta, segundo noticiou a Lusa na passada sexta-feira, foi rejeitada pela assembleia de empresa do SPAC. Os acordos de emergência, assinados pela TAP e sindicatos, vigoram até 2024. A proposta da TAP previa a suspensão imediata do corte adicional de 20% nas remunerações em contrapartida da flexibilização de folgas, mas os pilotos consideraram-na uma “ofensa à dignidade coletiva”, adiantou o SPAC, na sexta-feira.

Na mesma comunicação divulgada, a TAP revelou que, “dado o limite de 99 aeronaves para a frota da TAP exigido pela Comissão Europeia para a aprovação do Plano, continua a existir a necessidade de ajustamento do quadro de pilotos da companhia”.

Por isso, “a TAP irá abrir um novo pacote de medidas voluntárias para possibilitar uma melhor distribuição do trabalho e um aumento da produtividade efetiva, e, por consequência, uma melhoria da remuneração individual de cada piloto”, referiu, sem avançar mais detalhes.

De acordo com a Comissão Executiva, “a negociação dos AE foi um compromisso transversal entre os trabalhadores e a TAP, durante os Acordos Temporários de Emergência (ATE)”.

A TAP indicou que “em particular, no ATE dos pilotos acordaram-se cortes salariais adicionais, recaindo sobre esta classe profissional um sacrifício maior do que ao resto da organização, em troca de uma maior proteção dos postos de trabalho”, destacou, acrescentando que “estes cortes adicionais financiaram também a inexistência de acordo sobre a adoção de medidas de melhoria da produtividade, que são fundamentais para a recuperação da Companhia e para melhorar as condições remuneratórias, e que foram acordadas com outras categorias profissionais permitindo-lhes menores cortes salariais”.

A Comissão Executiva disse ainda que “com a expectativa de uma retoma mais rápida e do aumento da capacidade esperada para o verão de 2022”, o entendimento atingido no acordo com o SPAC incorporava “um conjunto de opções complementares às atuais regras de utilização, desbloqueando soluções que aumentam a produtividade potencial, permitindo flexibilizar a resposta da TAP às necessidades da operação num aeroporto congestionado, mitigando as disrupções operacionais, tais como uma maior racionalidade no uso de assistências e uma menor rigidez no planeamento de folgas”.

A companhia destacou em seguida que “este aumento da capacidade operacional é muito relevante para viabilizar o nível de operação necessário à utilização e manutenção dos ‘slots’ aeroportuários, fundamentais” para o seu “futuro”.

Segundo a transportadora, “se analisarmos o número atual de pilotos na TAP SA, e a atividade planeada para 2022, verificamos que, em média, o número anual de horas de voo por piloto será de cerca de 520, contrastando com 630 em 2019 e 640 em 2017 (-17% e -19%, respetivamente e distantes das 850 horas limite)”.

Assim, destacou, “além da menor produtividade face ao passado, estes valores comparam negativamente com os valores dos nossos concorrentes, o que realça ainda mais a necessidade da implementação de medidas de produtividade e flexibilidade”.

“Embora um aumento da nossa produtividade seja fundamental, evidentemente, a TAP nunca proporia medidas que colocassem em causa a segurança da sua operação”, garantiu a companhia referindo que “as medidas temporárias discutidas são relevantes” para a “retoma até à adoção de novo AE, mas sempre alinhadas com os standards da indústria e garantindo a gestão adequada da fadiga de todos os tripulantes”.

Na mensagem, a transportadora indicou que “este protocolo, agora rejeitado, representaria um compromisso conjunto da companhia e dos seus pilotos com a recuperação da empresa e a sua viabilização num contexto de maior procura, apesar de ainda incerto, enquanto se desenvolve o diálogo para o novo Acordo de Empresa”.

Para a companhia, “é crítico atuar além dos salários para atingir níveis de eficiência e produtividade que permitam à TAP competir com sucesso ao nível das suas congéneres e cumprir com os requisitos da Comissão Europeia”.

Força Aérea Portuguesa resgata ferido em ravina na Serra da Estrela (com vídeo)

A Força AéreaPortuguesa, através da Esquadra 552 – “Zangões”, resgatou, ontem, 22 de maio, um homem, que se encontrava numa ravina de difícil acesso, na Serra da Estrela, e necessitava de cuidados médicos.

Ap
ós ser resgatado pelo helicóptero AW119 “Koala”, o homem foi encaminhado por via terrestre para o hospital da Guarda, a fim de receber cuidados médicos.

LATAM programa quase 3 mil voos extras para a alta temporada de julho no Brasil

 

Artigo escrito em português do Brasil:

A LATAM anunciou que programou quase 3 mil voos domésticos e internacionais para a alta temporada de julho no Brasil. O aumento das decolagens em relação a junho de 2022 visa atender à crescente demanda por viagens domésticas e internacionais no Brasil em um momento de retomada do turismo de lazer e durante o mês tradicionalmente caracterizado pelas férias escolares no País.

Os principais incrementos no mercado doméstico são nos voos com destino ao Nordeste brasileiro a partir de São Paulo (Guarulhos e Congonhas), Rio de Janeiro (Santos Dumont); Brasília e Fortaleza. No mercado internacional a partir do Brasil, a companhia ampliará o número de voos para Santiago, Buenos Aires, Miami e Orlando.

Além de incrementar a frequência de voos semanais em algumas rotas ao longo do mês de julho, a LATAM também retomará rotas que foram suspensas temporariamente e dará continuidade às estreias planejadas e mantidas para 2022. Isso porque, em julho, a companhia vai estrear 5 novos destinos no exterior e no Brasil: Roma, Montes Claros, Cascavel, Caxias do Sul e Juiz de Fora. As passagens aéreas para todos os novos destinos estão à venda em latam.com e demais canais de venda.

“Preparamos para esta alta temporada as melhores opções de voos e conexões para os destinos brasileiros e internacionais mais buscados nas férias. Temos alternativas para todos os tipos de passageiros, seja ele um turista ou um viajante de negócios. Há boas opções até mesmo para aqueles que agora buscam integrar as duas necessidades, trabalho e lazer, na mesma viagem”, explica Aline Mafra, diretora de Vendas e Marketing da LATAM Brasil.

MAIS EFICIENTE, LATAM CRESCE NO BRASIL

O início das operações da LATAM em mais 5 novos destinos em julho de 2022 é mais um capítulo do crescimento em curso da sua malha aérea, sobretudo dentro do Brasil. Desde meados de 2021, a companhia passou a investir em novos destinos no País após ficar mais eficiente e competitiva em seu processo de reestruturação. Recentemente, inaugurou operações em Sinop (com voos diários a partir de Brasília).

Com isso, a LATAM já voa para mais aeroportos brasileiros do que antes da pandemia de Covid-19 – são 50 destinos nacionais atualmente contra 44 em 2019. Após estrear em julho de 2022 as operações para Roma, Montes Claros, Cascavel, Caxias do Sul e Juiz de Fora, a companhia alcançará as marcas de 54 destinos nacionais e de 20 no exterior em voos a partir do Brasil.

Air France apresenta novos assentos

 

A Air France anunciou, hoje, que prossegue a sua estratégia de subida de gama e acaba de desvendar o seu novo assento Business do longo-curso, reafirmando com elegância a arte de viajar à francesa. Continuamente em evolução para oferecer o mais alto nível de conforto, a companhia redesenhou totalmente o seu assento icónico, para oferecer curvas ainda mais envolventes e conforto extra.

O design deste assento é baseado nos 3 “F”s – Full Flat, que significa que o assento se transforma numa cama real de quase dois metros, Full Access, proporcionando a todos os passageiros acesso direto ao corredor, e Full Privacy, garantindo a privacidade ideal. Uma nova porta deslizante permite que os passageiros criem um espaço totalmente privado, longe da vista dos outros passageiros na cabine. Para criar uma maior sensação de privacidade dos passageiros que viajam juntos, os assentos localizados no centro da cabine estão agora equipados com um painel central que pode ser rebaixado pressionando-o para baixo, criando assim um espaço de convívio para aproveitar ao máximo o voo em conjunto. O assento também possui um amplo ecrã antirreflexo 4K de 17,3 polegadas e auriculares com redução de ruído, uma nova conexão Bluetooth que permite aos passageiros usar os seus próprios auriculares e várias tomadas elétricas.

Ao embarcar no avião, é recebido por um cavalo-marinho alado iluminado por trás, que incorpora o mito fundador e a rica história da companhia. O estofo do assento adiciona suavidade e uma sensação de aconchego. Lã, alumínio escovado, couro francês de flor integral são os materiais nobres, delicados e naturais escolhidos pela Air France para a fabricação dos seus assentos. Cada assento também é bordado com o acento vermelho da marca registada da companhia.

A Air France está, assim, a introduzir um novo standard nesta cabine de viagem. Lançado progressivamente em 12 Boeing 777-300 a partir de setembro de 2022, cada avião será equipado com 48 assentos na classe Business.

A companhia também está a instalar a sua mais recente Premium Economy (48 assentos) e Economy (273 assentos) a bordo destes aviões para um conforto ideal. Cada cabine é elegantemente decorada com as cores da marca: azul marinho, branco para luz e contraste e toques de vermelho.

Batizada de “Fontainebleau”, a primeira aeronave equipada com estas novas cabines e conexão Wi-Fi vai voar para Nova Iorque-JFK neste outono.

Premium Economy e Economy, para bem-estar ideal

Na cabine Premium Economy, a Air France apresenta o seu mais recente modelo de assento reclinável já disponível no seu Airbus A350, melhorando ainda mais o seu conforto. Cada assento oferece 96 cm de espaço para as pernas. As almofadas dos assentos foram redesenhadas e o tecido de espinha de peixe azul marinho adiciona mais suavidade. O encosto do banco reclina a 124 graus e foi alargado para proporcionar maior privacidade. Um novo auricular com redução de ruído está integrado no assento e é fácil de usar a qualquer momento durante o voo. O assento também possui portas USB A e C.

Na cabine Economy, os assentos também atendem aos mais altos padrões de conforto do mercado. Cada assento tem um largo assento de 43 cm, uma reclinação de 119 graus e 79 cm de espaço para as pernas. O encosto foi desenhado ergonomicamente, oferecendo um suporte lateral reforçado. Está igualmente equipado com uma porta USB A.

Os assentos destas duas cabines estão equipados com um amplo ecrã de alta definição 4K de 13,3 polegadas com conexão Bluetooth, ideal para desfrutar de mais de 1.000 horas de entretenimento on-demand.

AG Group fecha pedido com a Boeing para 150 aeronaves 737 MAX

 

A Boeing e o International Airlines Group (IAG) anunciaram hoje, 19 de maio, um pedido para um total combinado de 50 aeronaves 737 MAX 8-200 e 737 MAX 10, além de 100 opções.

“A adição de novos Boeing 737 é uma parte importante da renovação da frota de curta distância da IAG. Essas aeronaves de última geração são mais eficientes em termos de combustível do que aquelas que irão substituir e estão alinhadas com nosso compromisso de atingir zero emissões líquidas de carbono até 2050”, disse Luis Gallego , presidente-executivo do IAG.

O B737 MAX 8-200 permitirá ao IAG configurar o avião com até 200 lugares, aumentando o potencial de receita e reduzindo o consumo de combustível.

O maior modelo da família, o 737 MAX 10 acomoda até 230 passageiros numa configuração de classe única e pode voar até 3.300 milhas. Este modelo com baixo consumo de combustível pode cobrir 99% das rotas de corredor único, incluindo rotas servidas anteriormente pelos B757.

“Com a seleção do 737-8-200 e do 737-10, a IAG investiu num futuro sustentável e lucrativo, pois ambas as variantes reduzirão significativamente os custos operacionais e as emissões de CO2 ”, disse Stan Deal , presidente e CEO da Boeing.

“O acordo de hoje para até 150 aviões, incluindo 100 opções, é uma adição bem-vinda do 737 às frotas de curta distância da IAG e reflete nosso compromisso de apoiar a recuperação contínua da rede do Grupo e o crescimento futuro com a família incomparável de aviões da Boeing”.

O Boeing 737 incorpora os motores CFM International LEAP-1B de última geração, winglets de tecnologia avançada e outras melhorias para oferecer a mais alta eficiência, confiabilidade e conforto aos passageiros no mercado de corredor único.

A família de aviões 737 é, em média, 14% mais eficiente em termos de combustível do que os 737 Next-Generation mais eficientes de hoje e 20% mais eficiente do que os 737 Next-Generation originais quando entraram em serviço.

O anúncio de hoje finaliza um compromisso assumido pelo IAG para o Boeing 737 no Paris Air Show 2019 e está sujeito à aprovação dos acionistas do IAG.

NAV anuncia que pistas do Aeroporto de Lisboa (LPPT) mudam de identificação

A NAV anunciou que as pistas RWY 03 e RWY 21, cuja identificação se manteve desde os anos sessenta do século passado, passam a partir de hoje – 19 de maio de 2022 – a RWY 02 e RWY 20.

Os designadores de pista indicam o azimute magnético da linha central de pista, relativamente ao norte magnético.

É composto por dois algarismos, cujo valor é o arredondamento à dezena de grau, do valor do azimute magnético, ex:

» Rumo magnético 026° (02.6) será a pista com designador 03,

» Rumo magnético 024° (02.4) será a pista com designador 02.

A NAV sublinha que aace ao dinamismo do campo magnético da Terra e à consequente atualização da declinação magnética, as pistas do aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, são agora atualizadas nos seus designadores.

Segundo A321XLR prepara-se para receber a pintura completa

 

Depois do primeiro protótipo do A3211XLR MSN11000 ter surgido completamente pintado, eis que surge o segundo exemplar a caminho das oficinas de pintura da Airbus.

Esta é a segunda das três aeronaves de desenvolvimento planeadas que realizarão o programa de testes de voo e Certificação de Tipo – começando em 2022, para preparar o caminho para a produção em série e entrar em serviço em 2023.

O MSN11058 foi capturado pelo nosso amigo e Spotter Tobias Gudat:

A conclusão estrutural do MSN11058 na Linha de Montagem Final (FAL) em Hamburgo segue a recente montagem e equipamento dos Conjuntos de Componentes Principais (MCAs) e a sua entrega subsequente e introdução dentro do cronograma no FAL em novembro.

Das quatro linhas de montagem da Família A320 em Hamburgo, a que está processando o A321XLR é chamada de “FAL Line 2”, que fica dentro do prédio “Hangar-9”. 

Com entregas previstas para começar em 2023, a aeronave deverá ser certificada até o final do ano.

Com as mudanças de design e do novo tanque, o Airbus A321XLR promete ter um alcance de 8.700km, sendo 15% maior que o seu irmão A321LR. O novo avião é muito aguardado por diversas empresas que planejam voar mais longe com uma aeronave mais eficiente, e talvez até alcançar mercados novos.

Há mais de 450 encomendas ativas para o A321XLR atualmente

Greve dos técnicos de manutenção de aeronaves na Portugália

 

O SITEMA – Sindicato dos Técnicos de Manutenção de Aeronaves informou, hoje, que está em curso uma greve dos técnicos de manutenção de aeronaves (TMA) na companhia aérea Portugália, por tempo indeterminado.

Em 2020, com o início da pandemia da Covid-19, os TMA da PGA e o conselho de administração da companhia aérea chegaram a acordo para a redução dos seus vencimentos, previsto até final de 2024.

No entanto, desde o início de 2022, a retoma da atividade aérea acelerou para níveis muito semelhantes aos da pré-pandemia, além de que o trabalho nunca chegou a diminuir na empresa, já que os aviões da PGA voaram mesmo na fase mais aguda da pandemia. Na prática, os TMA da PGA sofreram cortes brutais nos seus vencimentos apesar de terem estado sempre com uma elevada carga de trabalho.

Além disso, está prevista na Portugália a chegada de mais seis aeronaves, as quais têm de ser preparadas para a entrada em operação na frota da companhia. Estas aeronaves que já deveriam ter chegado, e cujo atraso não é da responsabilidade dos trabalhadores, precisam de fazer uma série de trabalhos para adequar a configuração e imagem das aeronaves à respetiva frota, e tem de ser assegurada a respetiva manutenção técnica antes de começarem a voar. Estes trabalhos de manutenção vão exigir um esforço redobrado por parte dos TMA, nomeadamente no que diz respeito ao trabalho extraordinário.

Os TMA reclamam a normalização das relações contratuais e respetivas retribuições de acordo com a normalização que se vive no mercado do transporte aéreo e em linha com o que se passa no panorama internacional. O SITEMA manifesta um total repúdio pelo ambiente atualmente em vigor na empresa, com situações graves de violação do direito à greve e coação sobre os técnicos de manutenção. Este tipo de atitudes, não toleráveis em pleno séc. XXI, vão ser denunciadas às autoridades competentes.

O SITEMA lamenta, assim, que os técnicos não estejam a ver reconhecidos todos os esforços que sempre fizeram para a recuperação da Portugália e apoia integralmente a decisão de greve por tempo indeterminado dos seus associados, para preservar o rigor, a competência e a responsabilidade que a função exige para manter os mais altos padrões de segurança.

O SITEMA está, no entanto, disponível para ajudar nas negociações e resolução da situação em curso com a maior brevidade possível para diminuir o impacto nas operações da Portugália.

Emirates tem nova estratégia de hospitalidade para levar os seus passageiros a “voar melhor”

 

A Emirates anunciou que está a lançar uma nova estratégia de hospitalidade que permitirá aos seus passageiros uma experiência “Fly Better” ao mais alto nível.  O novo programa de hospitalidade será uma das maiores iniciativas de recursos humanos, processos e produtos alguma vez implementadas na companhia aérea, tocando todas as equipas da linha da frente no contacto com os passageiros.

Adel Al Redha, Chefe de Operações da Emirates, refere que: “Mesmo enquanto geriu os desafios imediatos da pandemia durante os últimos dois anos, a Emirates continuou a impulsionar iniciativas para assegurar que os nossos clientes continuem a ‘voar melhor’”. Acrescenta ainda que “a Emirates já tem um serviço distintivo que os passageiros valorizam e que nos torna únicos. O que estamos a fazer, através da nossa nova estratégia de hospitalidade, é fornecer às nossas equipas ainda mais largura de banda e competências para construir ligações mais fortes, mais personalizadas e relevantes com os nossos clientes em cada momento da sua viagem connosco. Vamos conseguir isso investindo em tecnologias, aperfeiçoando elementos dos nossos processos, e capacitando o as nossas pessoas para serem os nossos embaixadores de marca, mais eficazes e reais”.

O novo programa de hospitalidade será lançado em Junho, e contou com o apoio especializado da Ecole hôtelière de Lausanne (EHL), umas das melhores escolas de gestão hoteleira do mundo. Com este programa, a Emirates está a criar a sua próxima geração de hospitalidade, tendo por base princípios personalizados que refletem o ADN único da empresa: simplicidade, excelência, inovação e, o mais importante, paixão.

O programa tem como objetivo promover a consistência em todos os pontos de contacto e fornecer uma estrutura para as equipas proporcionarem momentos memoráveis que evocam emoções e criam memórias e sentimentos positivos para os clientes dos Emirates.

A Emirates está a criar um Centro de Excelência em Hospitalidade para envolver e coordenar a implementação do programa através das diversas equipas de contacto com os clientes – desde a tripulação de cabine, funcionários de serviços aeroportuários, equipas de centros de contacto, catering, produtos de bordo, formação, recrutamento, vendas e marketing, e muito mais.

Queda de B737 da China Eastern terá sido intencional

 

Informações de uma “caixa negra” recuperada após a queda do Boeing 737-800 na China, que vitimou 132 pessoas, sugerem que uma pessoa na cabine tenha causado deliberadamente o acidente, revelou hoje o Wall Street Journal.

Citando fontes ligadas à avaliação preliminar realizada por autoridades norte-americanas, o jornal avança que os dados recolhidos da “caixa negra” apontam que uma pessoa ativou os comandos que causaram a queda do aparelho da companhia China Eastern.

“O avião fez o que foi dito para fazer por alguém na cabine”, disse uma das fontes do Wall Street Journal, sublinhando que as autoridades chinesas não tinham alertado até agora sobre quaisquer problemas mecânicos ou de controlo do voo do aparelho.

De acordo com o diário, citado pela agência de notícias francesa AFP, as autoridades norte-americanas estão a virar as atenções para as ações de um piloto, com a possibilidade de uma terceira pessoa ter entrado na cabine.

De referir que o Boeing 737-800 da companhia China Eastern Airlines, com a matrícula B-1791, da China Eastern Airlines com 132 a bordo, que estava a realizar o voo MU5735 com 132 pessoas a bordo, caiu perto da cidade de Wuzhou, na região autónoma de Guangxi, no dia 21 de março, às 14:38 horas locais (07:38 em Lisboa)

O voo descolou da cidade de Kunming, na província de Yunnan, sudoeste da China, com destino final em Cantão, sul do país.

Um controlador de tráfego aéreo tentou entrar em contacto com os pilotos várias vezes, depois de ver a altitude do avião cair drasticamente, mas não obteve resposta, disse Zhu Tao, diretor do Escritório de Segurança da Aviação da Autoridade de Aviação Civil da China.

De referir que após este acidente, a China Eastern Airlines colocou no chão todos os seus aviões modelos Boeing 737-800, uma medida que foi tomada por “razões de segurança”.

 

A Administração da Aviação Civil da China, que está oficialmente encarregada da investigação, afirmou num comunicado no final de abril que ter elaborado um relatório preliminar sem fornecer detalhes sobre o que poderia ter causado o acidente.

Conforme exigido pelas regras internacionais da aviação, representantes do Gabinete de Segurança dos Transportes dos EUA estão a prestar assistência técnica.

A Boeing recusou-se a comentar, argumentando que apenas a autoridade encarregada da investigação em curso pode comunicar o seu progresso.

No comunicado no final de abril, a Administração da Aviação Civil da China garantiu que as qualificações da tripulação e do pessoal de manutenção do avião estavam “em ordem”, bem como o certificado de aeronavegabilidade do aparelho.

A China Eastern já tinha afirmado anteriormente que o piloto e os dois copilotos não estavam sob suspeita e as autoridades chinesas impuseram um controlo rigoroso das informações em torno do desastre.

TACV aumenta voos para Portugal para seis frequências por semana

 

A cabo-verdiana TACV vai reforçar os voos que opera para Portugal, atualmente o único país de destino, a partir de 04 julho, aumentando para seis frequências semanais ligando ao arquipélago, anunciou hoje a companhia aérea.

Em comunicado, a Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV) refere que vai aumentar a partir daquela data para três semanais (atualmente são duas) as ligações entre Praia e Lisboa, realizando-se às quartas, sextas e domingos, com regresso à capital cabo-verdiana às segundas, quintas e sábados.

Acrescenta que passa a voar da ilha do Sal para Lisboa às quartas e sábados (atualmente há uma ligação por semana) e regresso às segundas e sextas, e de São Vicente para a capital portuguesa às segundas e quintas (um voo atualmente por semana) e regresso à ilha cabo-verdiana às quartas e domingos, já com recurso ao Boeing 737-700 fornecido pela angolana TAAG em regime de ‘leasing’.

“A TACV – Cabo Verde Airlines vem, gradualmente, ajustando a operação com base na evolução da pandemia da covid-19 e a recuperação dos mercados emissores”, lê-se no comunicado da companhia, referindo ainda que “já está a operar com tripulação mista, tripulação angolana e cabo-verdiana”.

Segundo a TACV, o objetivo é “operar com tripulação 100% cabo-verdiana no início do mês de junho”.

A presidente do conselho de administração da TACV disse esta segunda-feira, no parlamento, que a companhia está em processo para contratar um avião para retomar as operações ainda este ano para Boston, Brasil e Paris.

Em resposta a uma pergunta dos deputados durante uma audição na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Nacional à privatização da companhia de bandeira nacional, Sara Pires recordou que a empresa iniciou em finais do ano passado uma retoma “muito tímida”, apenas com um voo semanal Praia – Lisboa, que depois aumentou para dois, passando a partir de julho para três semanais em cada sentido.

Além disso, avançou que posteriormente foram introduzidas as rotas de São Vicente e do Sal, “tudo em passos firmes” para evitar erros. “E as metas é introduzir paulatinamente, conforme for as condições do mercado, nomeadamente a rota de Boston, de Paris e do Brasil ainda este ano”, acrescentou.

Para isso, a empresa está em processo para alugar um aparelho, o que deverá ser feito à maior empresa de aluguer de aviões do mundo, cujos representantes estiveram recentemente em visita de trabalho na cidade da Praia.

“Poderá ser também uma possível empresa a alugar aparelhos à TACV”, previu a dirigente, indicando que todos esses aparelhos vão juntar-se a um Boeing 737-700 fornecido pela angolana TAAG, em regime de ‘leasing’.

Sara Pires disse que após conclusão do processo de certificação, o avião cedido pela TAAG está a operar desde 25 de março, com voos de e para Lisboa, com tripulação angolana, e há uma semana que tem matrícula cabo-verdiana e em regime de ‘dry lease’, ou seja, com tripulação cabo-verdiana e todos os restantes custos pagos por Cabo Verde.

Emirates retoma segundo voo diário para Lisboa em julho

 

Cibele Moulin, gerente sénior de Operações Internacionais do Turismo do Dubai anunciou hoje que a Emirates vai retomar em julho o segundo voo diário entre o Dubai e Lisboa.

“Estamos com um voo diário da Emirates, é um voo direto de Lisboa para o Dubai, e agora, a partir de julho, a Emirates retoma o segundo voo diário”, revelou a responsável.

Com a retoma deste segundo voo entre as duas cidades, que foi suspensa devido à pandemia, o número de ligações aéreas entre Portugal e o Dubai já está “quase no nível que existia antes da pandemia”, faltando apenas a retoma do voo do Porto.

“Antes, a Emirates voava do Porto também e, talvez, no futuro possamos retomar esse voo. De momento, Lisboa é o principal mercado e temos dois voos a partir de julho”, acrescentou a responsável, mostrando-se convicta que a retoma dos voos é fundamental para que também o número de turistas portugueses que visita o Dubai regresse aos níveis do passado.

O mercado português, revelou também Cibele Moulin, recuperou no primeiro trimestre de 2022 e já superou em 33% os números até março do período pré-pandemia, o que levou a que, neste período, o mercado nacional até tenha reagido “um pouco acima da média global do destino”.

Euroatlantic Airways assinala 20 anos da independência de Timor-Leste com 11º voo Lisboa-Díli

 

A companhia aérea portuguesa euroAtlantic airways (EAA) vai realizar, na noite de terça-feira, dia 17 de maio, o seu décimo primeiro voo entre Lisboa e Díli. Esta nova ligação, assegurada pela EAA, assinala os 20 anos da restauração da independência de Timor-Leste.

A bordo do avião da euroAtlantic airways viajam várias personalidades da sociedade e da política portuguesa e dos PALOP, que se deslocam a Díli para assistirem às comemorações dos 20 anos da independência de Timor-Leste. O voo da EAA tem chegada prevista a Lisboa para a noite do dia 22 de maio, para assim poder garantir o regresso de quem se desloca a Díli para as comemorações da restauração da independência de Timor-Leste.

Este décimo primeiro voo da euroAtlantic airways entre Lisboa e Díli é mais um marco na história da empresa, que se afirma como a única companhia portuguesa a realizar a ligação entre a capital portuguesa e a capital timorense, algo que a companhia quer continuar a garantir e até mesmo reforçar, já que esta ligação é vista como de extrema importância para os dois países, como já foi referido, quer por personalidades portuguesas, quer inclusive pelo presidente de Timor-Leste, José Ramos Horta.

É um orgulho para a euroAtlantic airways continuar a ser a companhia aérea portuguesa que liga Portugal a Timor-Leste permitindo que tantos portugueses e timorenses possam deslocar-se durante o ano entre os dois países, de forma rápida, segura e com grande flexibilidade em termos de reserva de datas dos seus voos. Somos, pois, a garantia de que os dois países irmãos continuam a ter uma ligação aérea através de uma companhia portuguesa. Fazemo-lo com muita honra, sem qualquer tipo de ajudas, sabendo que prestamos um serviço importante aos dois países”, afirma Eugénio Fernandes, CEO da euroAtlantic airways.

Seleccione um ponto de entrega