O Grupo SATA anunciou recentemente a sua operação para o próximo inverno IATA.
De acordo com as informações disponibilizadas a Azores Airlines irá manter o seu foco nas ligações dos Açores ao Continente, dos Açores com a América do Norte (Canadá e EUA) e nas ligações entre os Arquipélagos da Macaronésia, dando assim continuidade à linha orientadora assumida nos últimos anos. Mantêm-se as apostas em mercados que evidenciam crescimento consolidado e é feita a revisão da oferta em rotas que apresentam resultados negativos consecutivos.
Operação assegurada pela Azores Airlines:
Continente e os Açores: 34 ligações semanais, sendo 26 a Lisboa e 8 ao Porto;
6 frequências semanais com destino a Bosto;
5 frequências semanais a Toronto;
4 frequências semanais ao Funchal (Madeira);
2 frequências semanais a Praia (Cabo Verde);
1 frequência semanal Gran Canária (Canárias).
Em relação ao mesmo período do ano anterior a companhia aumentou uma frequência semanal a Toronto; uma a Boston; uma à Praia (Cabo Verde), sendo esta em ligação à nova frequência a Boston; e a supressão da ligação a Frankfurt.
No comunicado a companhia indica ainda que o grupo procurar retomar alguma actividade charter, uma vez que é uma forma de obter receita suplementar, numa altura do ano em que se regista a diminuição de actividade regular. Para tal, contará com a aeronave Airbus A321LR, equipamento adequado a servir rotas de médio e longo curso.
No que se refere à oferta da transportadora SATA Air Açores, o programa proposto respeita integralmente os requisitos impostos pelo Caderno de Encargos e Obrigações de Serviço Público para as rotas no interior da região Autónoma dos Açores, sendo que a oferta para 2019/2020 aumenta ligeiramente, face ao plano de exploração do inverno IATA 2018/2019.
A Air France recebeu o seu primeiro A350-900, o wide-body mais novo e eficiente do mundo.
O primeiro modelo de um total de 28 foi entregue a Anne Rigail, CEO da Air France e Benjamin Smith, CEO da Air France-KLM Group, pelo director comercial da Airbus Christian Scherer durante uma cerimónia realizada em Toulouse, França.
A Air France irá operar com a frota A350-900 nas suas rotas transatlânticas e asiáticas.
A aeronave Xtra WideBody apresenta um layout confortável de três classes, com 324 assentos, incluindo 34 assentos totalmente reclináveis, 24 premium e 266 assentos na classe económica.
Totalmente alinhado com o compromisso da Air France com o meio ambiente, o novo A350-900 proporcionará uma redução de 25% na queima de combustível e nas emissões de CO2. Além disso, o voo de entrega da aeronave entre Toulouse e Paris será realizado com uma mistura de biocombustível convencional e sintético.
A Air France opera uma frota da Airbus de 143 aeronaves. Inclui 114 aviões de corredor único e 29 wide-body. A companhia aérea optou recentemente pela compra do mais novo membro da família de aeronaves da Airbus, o A220, que se juntará à frota nos próximos anos.
O A350 XWB oferece, por design, flexibilidade operacional e eficiência incomparáveis para todos os segmentos de mercado – até longo curso (17.900 km). A sua cabine Airspace by Airbus é a mais silenciosa de qualquer aeronave de corredor duplo e oferece aos passageiros e tripulações a mais moderna experiência de voo.
A aeronave apresenta o mais recente design aerodinâmico, uma fuselagem e asas de fibra de carbono, além de novos motores Rolls-Royce Trent XWB com baixo consumo de combustível. Juntas, essas tecnologias mais recentes resultam em custos operacionais 25% mais baixos, bem como uma redução de 25% na queima de combustível e nas emissões de CO2 em comparação com as aeronaves concorrentes da geração anterior – demonstrando o compromisso da Airbus em minimizar o seu impacto ambiental enquanto permanece na vanguarda de viagens aéreas. No final de agosto de 2019, a família A350 XWB recebeu 913 pedidos firmes de 51 clientes em todo o mundo, tornando-a uma das aeronaves wide-body mais bem-sucedidas de todos os tempos.
Pequim inaugurou o Aeroporto Internacional Daxing, o maior aeroporto do mundo, que conta receber 72 milhões de passageiros por ano até 2025, estando previsto chegar aos 100 milhões de passageiros em 2040, de acordo com algumas previsões dos responsáveis.
O novo aeroporto está localizado a 45 quilómetros do centro de Pequim, no extremo sul da cidade, o novo aeroporto tem a forma de uma estrela do mar e conta com o maior terminal do mundo, numa área total de 700 mil metros quadrados, o equivalente a 97 campos de futebol, repartidos por cinco andares.
O aeroporto foi construído ao longo de cinco anos e dispõe de sete pistas, permitindo realizar cerca de 300 movimentos por hora, contando ainda 78 portas de embarque e uma extensa área comercial, resultando de um investimento superior a 13 mil milhões de dólares (cerca de 15 mil milhões de euros).
Para além do sua grandeza, em termos de áreas, o novo aeroporto distingue-se também pela tecnologia de ponta que utiliza, a exemplo do reconhecimento facial, num sistema omnipresente que dispensa a apresentação de cartões de identidade em todo o processo, desde o check-in ao embarque. Para facilitar a deslocação dos passageiros, foi também construída uma estação ferroviária subterrânea de alta velocidade
Numa fase inicial, a infraestrutura vai ter baseadas 16 companhias aéreas, a exemplo da British Airways, Finnair, American Airlines e Cathay Pacific, que já confirmaram a operação no novo aeroporto, oferecendo um total de 116 rotas, 15 das quais internacionais.
A inauguração do novo aeroporto decorreu na presença do presidente chinês, Xi Jinping.
Com a entrada em funcionamento do novo aeroporto, Pequim passa a contar com dois aeroportos internacionais, já que o Pequim Capital, que tinha já ultrapassado a sua capacidade, se vai manter em funcionamento.
A Delta Air Lines está a expandir a sua presença na América Latina, investindo 1,9 bilhões de dólares numa participação de 20% na LATAM, a maior companhia aérea da América Latina.
O anúncio da Delta é o exemplo mais recente de como a companhia está a expandir-se agressivamente no exterior através de de joint ventures ou participações minoritárias em outras companhias.
As regras de propriedade estrangeira impedem que as companhias aéreas comprem as companhias estrangeiras imediatamente, de modo que as companhias aéreas estão a “entrar” através de participações minoritárias e joint ventures, através da partilha de receitas e exposição das suas marcas.
A Delta já mostrou o seu desejo de abandonar a sua participação na companhia brasileira Gol, que concorre com a LATAM no Brasil. O último registo anual da Delta mostrou que a companhia detinha tinha 9% na Gol.
A LATAM oferece serviços entre as principais cidades da América do Sul e EUA, além de serviços domésticos no Chile, Brasil, Colômbia, Peru, Argentina e Equador.
Além de comprar 20% da LATAM, a Delta também irá investir mais 350 milhões de dólares para expandir a sua parceria com a companhia. Como parte do acordo, a Delta vai adquirir quatro aviões Airbus A350 e assumirá o compromisso da LATAM em comprar mais 10 A350 entre 2020 e 2025.
Os valores assumidos pela Delta neste acordo serão pagaos através de dinheiro em caixa e pela emissão de novas dívidas.
A Delta espera que o investimento seja acrescido de ganhos nos próximos dois anos. Ao anunciar o acordo, o CEO da LATAM, Enrique Cueto Plaza, disse: “esta aliança com a Delta fortalece a nossa empresa e aprimora a nossa liderança na América Latina, fornecendo a melhor conectividade por meio das nossas redes de rotas altamente complementares”.
O CEO da Delta Airlines indicou que a empresa está disposta a realizar uma comprar até 200 unidades do programa NMA (New Mid-Size Airplane) da Boeing.
Com suas repetidas declarações sobre o futuro modelo da Boeing, Ed Bastian espera motivar a fabricante norte-americana a acelerar o inicio do seu programa para desenvolver a aeronave baptizada, para já, de Boeing 797.
A Delta precisa de uma aeronave adequada nos próximos anos para substituir os Boeing 757 e 767 da sua frota.
Actualmente, a companhia opera mais de 200 Boeing 757 e 767 com uma idade média de 21 anos, estando a sua maioria a chegar ao fim de sua vida útil.
Inicialmente estava programado que a Boeing lançasse oficialmente o programa B797 no Paris Air Show, em junho, mas a fabricante adiou a sua decisão para 2020.
Enquanto não chegam novidades do lado da Boeing, a Airbus criou o A321XLR para preencher a lacuna na ausência do Boeing 797.
A Airbus lançou o programa A321XLR no Paris Air Show e registou compromissos de pedidos de 147 unidades para clientes de todo o mundo, incluindo a American Airlines, com um pedido de 50 unidades.
Durante a aterragem do Boeing 767-300ER da companhia russa Azur Air, com o registo VP-BUV, no aeroporto de Barnaul, na Rússia, foi detectado um incêndio no trem de aterragem.
De acordo com as informações o incêndio ocorreu no trem de aterragem traseiro do lado direito da aeronave.
Após ter sido detectado o fogo, a tripulação imobilizou imediatamente a aeronave na pista e iniciado os procedimentos de evacuação de emergência através dos slides.
A bordo seguiam 331 passageiros e 10 membros da tripulação.
De acordo com as informações disponíveis, houve a registar cerca de 2 dezenas de feridos ligeiros com pequenas escoriações devido ao contacto da pele nos slides, durante a evacuação.
Esta segunda-feira, 23 de setembro, a Adria Airways suspendeu todas as suas operações. Hoje a companhia indicou que vai manter o cancelamento de todos os seus voos, para já até sexta-feira, excepto a sua operação entre Ljubljana e Frankfurt.
A Agência de Aviação Civil da Eslovénia concedeu à Adria Airways até quarta-feira, 2 de outubro, às 23:59, para apresentar um plano de reestruturação viável, apoiado por acordos de locação de aeronaves certificados, caso contrário, irá revogará o certificado do operador aéreo da companhia e iniciar o processo de falência.
De recordar que a administração da Adria Airways procurava um empréstimo de 4 milhões de euros necessários para continuar a voar.
A companhia aérea lamenta profundamente a situação e pede desculpas a todos os passageiros e parceiros, mas indica que irá voltar a voar o mais rápido possível e que a suspensão dos voos será apenas temporária.
A Orbest já disponibilizou nos sistemas de reserva os voos que serão operados com o novo avião do Grupo, o A330neo.
Na verdade o avião deverá operar com as cores da Evelop Airlines, companhia do Grupo.
A partir do final do mês de maio os voos à partida de Lisboa para Cancun e Punta Cana, serão operados com o novo equipamento.
A rota para o México começa a 29 de março com um voo por semana e aumenta para duas frequências semanais a 2 de junho.
Para a República Dominicana, os voos começam a 30 de março com uma ligação semanal, que passa a três frequências a partir de 10 de junho.
De recordar que o Grupo fez uma encomenda para dois A350, estando já um em serviço e um A330-900. As duas unidades em falta da encomenda deverão ser entregues no início do próximo ano.
A Transavia iniciou a venda do seu programa de Verão 2020, apresentando um total de 17 rotas no próximo Verão, ‘making low-cost feel good’ continua a ser o lema da companhia aérea junto de todos os clientes de lazer e negócios em Portugal.
A companhia vai oferecer 26 voos/semana na histórica Porto-Paris, 15 voos/semana na popular Faro-Paris, 11 voos/semana na também popular Lisboa-Amesterdão ou o voo diário entre a capital portuguesa e a “louca Eindhoven”.
“No verão de 2020, continuaremos a oferecer as melhores opções de viagem para todos os nossos passageiros de lazer e negócios em Portugal. É, sem dúvida, gratificante continuar a merecer a confiança de todos os nossos clientes portugueses. Com pequenos preços e um serviço de qualidade para as principais cidades europeias, continuamos comprometidos com o mercado português, tanto em capacidade como em flexibilidade horária”, afirma Nicolas Henin, Chief Commercial Officer of Transavia
Depois do B777-300ER, com a matrícula PT-MUA, da LATAM, hoje surgiu um B747-400, G-VLIP, da Virgin Atlantic com a pintura especial dedicada ao Star Wars Galaxy’s Edge.
A pintura é o resultado de uma parceria entre a Virgin Atlantic e a Disney, para a divulgação de uma nova área do parque Disney’s Hollywood Studios no Walt Disney World Resort, o Star Wars Galaxy’s Edge.
A TAP Air Portugal anunciou que a partir do próximo dia 1 de outubro irá introduzir na sua rota entre Lisboa e Luanda os seus Airbus A330neo, tornando-se no primeiro destino, da companhia, em África servido com este equipamento.
De salientar que até à introdução dos A330neo na rota, a mesma será operada com equipamento A330-200 e A340-300.
A TAP é pioneira ao oferecer neste avião mensagens de texto ilimitadas grátis, via wi-fi, em voos transatlânticos, sem qualquer custo e para todos os passageiros.
Além de um sistema de entretenimento a bordo e conectividade de última geração, com wifi disponível, o Airbus A330-900neo tem 298 assentos dispostos numa confortável configuração de cabina com três classes: 34 assentos em executiva, 96 em classe económica plus e 168 em classe económica.
A nova cabina Airspace by Airbus, entre outras novidades, oferece mais espaço a cada Cliente, compartimentos de bagagem maiores e um inovador sistema de iluminação de cabina. O novo avião veio para reforçar e expandir a operação do longo curso da TAP.
Está no “ar” a maior operação de repatriamento da história britânica em tempos de paz
A operação está a ser assegurada pelo fundo ATOL do Reino Unido, que assume a responsabilidade de repatriamento dos turistas em caso da falência dos operadores.
Neste momento estão envolvidos nesta operação os seguintes equipamentos / companhias:
A ch-aviation informou que que Thomas Cook Airlines Scandinavia, subsidiária dinamarquesa do grupo Thomas Cook, e o sueco Ving Group vão retomar as suas operações esta terça-feira, 24 de setembro.
A holding de turismo Thomas Cook, sediada no Reino Unido, suspendeu toda a sua actividade, depois das várias negociações de investimento terem falhado mas várias divisões so Grupo trabalharam no seu país por forma a garantirem as suas operações separadamente. Foi o caso da Condor e agora aThomas Cook Airlines Scandinaviada.
“O Ving Group, juntamente com a Ving, Spies, Tjäreborg, Globetrotter e Thomas Cook Airlines Scandinavia, que são entidades legais separadas, estar a investir mais e a nossa operação aérea será retomado esta terça-feira”, informou a empresa.
De acordo com a imprensa sueca o Ving Group esteve envolvido em extensas negociações esta segunda-feira, por forma a conseguir a separação da Thomas Cook Airlines Scandinavia do Grupo falido.
“O Ving Group nos países nórdicos e a companhia aérea Thomas Cook Airlines Scandinavia estão entre as empresas de viagens mais lucrativas da região nórdica há muitos anos. O Conselho decidiu retomar a nossa operação esta terça-feira. Agora, o foco total está em cuidar dos passageiros afectados pelos cancelamentos temporários na segunda-feira e para garantir que os voos estejam no ar esta terça-feira”.
A Thomas Cook Airlines Scandinavia, sediada na Dinamarca, tem uma frota composta por oito Airbus A321-200, um Airbus A330-200 e três Airbus A330-300.
Esta noite a Adria Airways vai suspender as suas operações. Nos próximos dois dias (terça-feira 24 de setembro e quarta-feira 25 de setembro), a companhia não irá voar.
Falta saber para já se será uma suspensão temporária ou definitiva.
A companhia aérea pede aos passageiros que verifiquem quem está a operar o seu voo antes de chegar ao aeroporto.
A administração da Adria Airways procurava um empréstimo de 4 milhões de euros necessários para continuar a voar.
A companhia aérea lamenta profundamente a situação e pede desculpas a todos os passageiros e parceiros, mas indica que irá voltar a voar o mais rápido possível e que a suspensão dos voos será apenas temporária.
A Virgin Atlantic abriu vagas exclusivas para os tripulantes da Thomas Cook, para as bases da companhia de London Heathrow e London Gatwick
O anúncio não se trata de uma publicação directa de emprego mas de sim, de uma manifestação de interesse para integrar as novas turmas de tripulantes de cabine para o próximo verão IATA.
Poderá saber mais informações na página oficial AQUI
A subsidiária alemã do Grupo Thomas Cook, Condor solicitou um empréstimo ao Governo alemão para evitar falta de liquidez.
Num comunicado divulgado hoje, a companhia sublinhou que vai continuar as suas operações apesar da falência da sua empresa-mãe, o Grupo Thomas Cook.
A Condor salienta que vai continuar a operar como uma empresa alemã e, para “prevenir restrições de liquidez”, pediu “um empréstimo-ponte garantido pelo Estado, actualmente a ser analisado pelo Governo Federal”.
De acordo com a agência Lusa, os ‘empréstimos-ponte’ são usados por um curto período de tempo até que o financiamento definitivo seja concretizado, o que dará tempo à Condor para obter posteriormente um financiamento permanente e com um custo menor para a empresa.
A Condor “é lucrativa há muitos anos e transporta mais de oito milhões de passageiros anualmente para mais de 100 destinos em todo o mundo”, acrescenta o comunicado da companhia aérea.
O presidente executivo da Thomas Cook disse “lamentar profundamente” que as negociações deste fim de semana, para tentar conseguir um pacote de resgate junto dos credores, não tenham sido bem-sucedidas. “É uma situação muito difícil e obviamente estamos com os clientes da Thomas Cook”, afirmou o primeiro-ministro
A Thomas Cook entrou esta segunda-feira em insolvência, afectando cerca de 600 mil passageiros e provocando a maior operação de repatriamento da história britânica em tempos de paz, descreve a agência de notícias Reuters.
O primeiro-ministro, Boris Johnson, prometeu fazer regressar os viajantes britânicos e revelou que o Governo rejeitara um pedido da Thomas Cook para um resgate no valor de cerca de 150 milhões de libras (170 milhões de euros) porque aceitá-lo representaria um “risco moral”.
“É uma situação muito difícil e obviamente estamos com os clientes da Thomas Cook. Faremos o possível para levar de volta a casa os turistas que agora estão a passar por dificuldades”, disse a jornalistas no avião em que seguia com destino à Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque.
Durante a noite de ontem, o Centro de Operações de Controlo da Thomas Cook Airlines UK, no Reino Unido, informou os pilotos, através de email, que tinham acabado de fazer a última aterragem ao serviço da companhia e que devem permanecer em casa até novas notícias.
A companhia diz estar empenhada junto com a Civil Authority Aviation (CAA), entidade britânica reguladora da aviação, no regresso de todos os tripulantes que ainda estão fora do Reino Unido, assegurando todas as suas despesas, desde transporte aéreo, hospedagens em hotéis e outras despesas que sejam da responsabilidade da empresa aérea.
Neste momento já existe movimento de alguns aviões contratados para iniciar o processo de repatriamento dos passageiros afectados.
Esta manhã um A380 da Malaysia Airlines já estava a caminho de Manchester. É expectável que a portuguesa Hifly seja também envolvida neste processo de repatriamento.
A Thomas Cook, a agência de viagens mais antiga do mundo, iniciou as suas operações, em 1841, com os caminhos de ferro e depois com os aviões.
A empresa foi fundada pelo empresário britânico Thomas Cook, que teve a visão de alugar um comboio para transportar um grupo de viajantes, tendo-se responsabilizado também pelas reservas dos hotéis e pelas deslocações durante a viagem. Assim nasceu o primeiro operador de viagens.
Durante a aterragem de um B737-800 da Transavia no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, a tripulação recebeu a indicação de um possível incêndio no trem de aterragem traseiro da aeronave.
Como é normal nestas situações os serviços de emergência do aeroporto foram activados para junto da aeronave e procederam ao respectivo arrefecimento, como de resto é possível verificar nas imagens.
Devido a esta situação os movimento do aeroporto ficaram condicionados.
Segundo uma notícia do Jornal Público, um grupo de 200 tripulantes de cabine exigiu a marcação de uma reunião extraordinária da assembleia geral do sindicato, que tem como único ponto a destituição da própria direção.
Os membros do Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil vão reunir-se na próxima sexta-feira em assembleia geral extraordinária para discutir se avançam com a destituição da sua própria liderança, indica o jornal.
A destituição da direção liderada por Luciana Passo e Bruno Fialho é o único ponto da agenda de uma reunião que foi convocada por mais de 200 tripulantes, na sequência do mau estar que está instalado no sindicado sobretudo devido a questões relacionadas com a TAP.
Alguns membros do sindicato já teriam tentado remover a liderança do mesmo, mas sem sucesso. Luciana Passo já anunciou que não se vai recandidatar nas próximas eleições, justificando a decisão com o cansaço inerente às funções.
A Beijing Capital vai alterar o seu aeroporto de origem/destino em Pequim para a sua rota de Lisboa.
A partir do dia 27 de outubro, início do inverno IATA 2019/2020, os voos da Beijing Capital para Lisboa passam a operar no novo novo aeroporto Beijing Daxing (PKX), em vez do Beijing Capital (PEK).
Conheça um pouco do novo aeroporto:
De recordar que a Beijing Capital é a única companhia de aviação chinesa a voar de e para Portugal,
O CEO do Grupo Ryanair, Michael O’Leary, afirmou que a previsão mais real para começar a operar com o B737MAX é fevereiro ou março, modelo proibido de voar desde março, após dois acidentes fatais.
Michael O’Leary, indicou também que não está a pagar mais à Boeing até ela resolver os atrasos do modelo.
Para serem retomadas os voos comerciais com o Boeing B737 Max, a autoridade norte-americana para a aviação civil (FAA – Federal Aviation Administration) tem que aprovar o novo software e as mudanças à formação propostas pela Boeing.
Depois da verificação pela FAA, as mudanças terão que ser aprovadas pela agência europeia para a segurança na aviação (EASA – European Union Aviation Safety Agency), além de que o modelo utilizado pela Ryanair, o Max 200, requer aprovações adicionais.
A Ryanair é um dos principais clientes destes aviões, com 135 encomendados e 75 em opção.
Desde a paralisação global da aeronave, O’Leary tem afirmado que quer compensação de custos por parte da Boeing. E agora afirmou que parou de pagar à construtora norte-americana.
De acordo com o CEO da Ryanair, os atrasos irão causar demissões em massa: ” a Ryanair no momento está com 500 pilotos a mais, mas o número pode chegar a 700, depende dos atrasos do MAX”.
O medo de um Brexit sem acordo é um outro receio da companhia, que afirma que irá fechar bases pela Europa e deve reduzir a sua rede de rotas para o próximo verão. Ainda assim a Ryanair espera receber 30 unidades B737 MAX no próximo ano.
O mundo da aviação está a viver um tempo que não há memória certamente.
Mais uma companhia que está a passar por dificuldades financeiras, desta vez é, a eslovena Adria Airways.
De acordo com a informações partilhadas a companhia já perdeu a sua primeira aeronave para o lessor devido a falta de pagamento.
A Adria Airways é membro da Star Alliance e teve dois contratos de leasing suspensos. A suspensão de um dos contratos foi possível reverter através dos pagamentos em falta, mas durante a inoperatividade da aeronave existiram cancelamentos de quatro voos para destinos como Zurique.
Adria Airways deverá suspender as suas operações brevemente uma vez que agência de aviação civil da Eslovénia iniciou um processo para suspensão do certificado de operador aéreo da Adria, havendo previsão do processo estar concluído até o final deste mês.
Actualmente a companhia conta com uma frota de 16 aviões: Bombardier CRJ, Airbus A319 e os turboélices SAAB 2000.
Funcionários sem salários
Apesar das várias promessas, os funcionários da Adria Airways não receberam por completo o salário referente ao mês de Agosto.
Segundo as informações disponíveis, os funcionários terão recebido 50% do valor.
A Adria Airways foi fundada em 1958 com nome em alusão ao Mar Adriático, sendo a única companhia aérea da Eslovénia. A companhia foi privatizada em 2016 e vendida para um fundo do Luxemburgo.
Falta saber até que ponto será verdade mas hoje é a manchete em vários jornais.
Estado estará insatisfeito com acionista privado da TAP e procura comprador para a posição
Os maus resultados da TAP estão a ser mal recebidos pelos acionistas, nomeadamente o Estado (que detém 50% da companhia aérea portuguesa), o que pode pressionar a saída do privado David Neeleman, avança a edição deste sábado do “Expresso”.
Segundo o semanário do grupo Impresa, os prejuízos de 120 milhões de euros no primeiro semestre de 2019 aumentaram a pressão entre o Governo e o empresário que, com Humberto Pedrosa, têm uma posição de 45% da TAP, através da Atlantic Gateway.
Apesar de ser “um nó que poderá levar anos a desatar”, a alemã Lufthansa e a norte-americana United Airlines estão em cima da mesa para serem os novos parceiros privados da transportadora aérea nacional. Contudo, para a Lufthansa, a TAP aporta o risco de retirar o hub de Lisboa e a United Airlines não pode ter mais de 49,9% por não ser europeia.
Nos primeiros seis meses deste ano, a TAP registou prejuízos acumulados de 120 milhões de euros. O EBIT (resultado operacional) da companhia na primeira metade deste ano atingiu os 85 milhões de euros negativos, um desempenho pior em 39,2 milhões de euros que no período homólogo do ano anterior.
Segundo a administração da TAP, este comportamento ficou a dever-se “à fraca ‘performance’, registada no primeiro trimestre, já que o segundo trimestre registou um valor positivo de 16,4 milhões de euros (um aumento de 14,5 milhões de euros face ao mesmo período de 2018)”.
A TAP Air Portugal viu os seus prejuízos aumentarem no primeiro semestre deste ano para €119,7 milhões, uma subida face aos €90 milhões no mesmo período do ano passado.
Estes valores representam já os piores resultados semestrais desde a privatização da transportadora.
Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) a companhia indicou: “O resultado líquido do Grupo TAP no primeiro semestre de 2019 foi de €119,7 milhões”.
A TAP justifica o agravamento dos resultados com o Brasil e o aumento dos custos salariais.
Pode-se ler: “principalmente pela quebra de receitas de passagens do Brasil”, no montante de €43,1 milhões e “pelo aumento dos custos com pessoal”, com um impacto negativo de €35,3 milhões (+10,6% face ao período homólogo). A subida dos custos com pessoal resulta das “novas contratações e das revisões salariais negociadas em 2018”.
A companhia diz que o grande impacto negativo nas contas sentiu-se sobretudo no primeiro trimestre, tendo-se notado depois uma melhoria dos resultados. “Note-se que o resultado líquido do primeiro trimestre de 2019 foi de – €110,7 milhões, tendo melhorado para -€9 milhões no segundo trimestre verificando-se a tendência de recuperação”.
A TAP no seu comunicado salienta ainda a recuperação da ME Brasil.
“O primeiro semestre de 2019 foi marcado por um período globalmente negativo para a aviação comercial na Europa, tendo os resultados da TAP nesse período acompanhado a tendência de decréscimo verificada nas demais companhias aéreas europeias de bandeira”.
Na parte final do seu comunicado a TAP sublinhou que apesar do contexto, a “atingiu um novo recorde no número de passageiros, tendo transportado 7,9 milhões de clientes nos primeiros seis meses, um crescimento de 4,8% face ao período homólogo”.
A companhia investiu “na expansão e renovação da frota prosseguiu com a entrada de 15 aeronaves de última geração (NEO) e a saída de cinco aeronaves antigas.
Com isso, a frota da TAP totalizou 106 aviões no fim do semestre”. As novas aeronaves, salienta a companhia, possibilitaram à TAP “expandir-se para oito novos mercados durante o primeiro semestre, com destaque para o início das operações no Médio Oriente (rota de Telavive) e o reforço do investimento nos EUA”.
A NAV indicou que o Aeroporto do Porto vai ter um “renovado sistema ILS (Landing Sistem, ou sistema de aterragem, em tradução livre) para garantir melhores condições” à infraestrutura, nomeadamente quando há nevoeiro.
“Estão a instalar um renovado sistema ILS para garantir uma melhoria de condições no Aeroporto do Porto”, adiantou fonte oficial da NAV, quando questionada, pela agência Lusa, sobre a existência de atrasos em voos devido ao nevoeiro e à alegada ausência de um sistema ILS de categoria superior, que permite aterragens em situações de baixa visibilidade.
Em resposta à Lusa, a NAV assegurou que “o aeroporto do Porto tem todos os equipamentos necessários ao seu funcionamento”, acrescentando que está a ser instalado um sistema ILS renovado.
Para já não existe uma data de quando o novo sistema entrará em funcionamento.
De acordo com a agência Lusa, a Thomas Cook está em dificuldades financeiras e precisa de fundos no valor de 200 milhões de libras (227 milhões de euros) para garantir o futuro.
Segundo a Lusa este valor é conhecido através das informações de um comunicado enviado à Bola de Londres pela empresa.
A Thomas Cook estava a negociar um pacote de resgate com seu maior accionista, o grupo chinês Fosun, no valor de 900 milhões de libras (1.023 milhões de euros), que teve de ser adiado por exigências bancárias, que requerem novas reservas para o inverno.
No comunicado enviado à Bolsa de Londres, a empresa revelou que as negociações para chegar a um acordo sobre “os termos finais da recapitalização e reorganização continuam entre a Thomas Cook e várias partes interessadas, incluindo o grupo chinês Fosun e seus afiliados”.
O comunicado da Thomas Cook diz ainda que estas negociações incluem um pedido recente de uma reserva sazonal de 200 milhões de libras, que são fundos adicionais para a injeção de novo capital de 900 milhões de libras anunciadas anteriormente.
A imprensa internacional está a avançar que, caso não consiga chegar a acordo para o financiamento, a Thomas Cook pode deixar de conseguir fazer pagamentos, o que poderia levar a um colapso que afectaria 150 mil turistas britânicos.
Recorde-se que as dificuldades financeiras da Thomas Cook foram conhecidas no ano passado, com a empresa a atribuir os problemas ao impacto do Brexit e consequente desvalorização da libra, o que levou a Thomas Cook a iniciar, em agosto de 2018, negociações com grupo chinês Fosun Tourism.
Este ano o Grupo Thomas Cook colocou também à venda a parte aérea do seu negócio, o que suscitou o interesse de várias companhias aéreas, uma delas a Hi Fly, que terá mesmo chegado a apresentar, em junho deste ano, uma proposta para ficar com a companhia aérea, que conta com uma frota de 103 aviões.
A Thomas Cook emprega cerca de 22.000 pessoas, 9.000 das quais no Reino Unido, e serve 19 milhões de passageiros por ano em 16 países.
O Correio dos Açores está a avançar com uma notícia, ainda não confirmada, da possibilidade da Delta Airlines abandonar a sua rota entre Nova Iorque e Ponta Delgada.
O jornal indica que segundo uma fonte fidedigna a Delta está a comunicar a várias empresas dos Açores, seus fornecedores, que não pretende renovar os contractos para o próximo ano, e nalguns casos, pediu mesmo o seu cancelamento. São empresas ligadas à segurança, catering, hotelaria, higiene e limpeza.
“Neste momento existe pouca informação disponível, pois a própria companhia ainda não comunicou oficialmente esta decisão nem colocou no seu “site” oficial as razões para tal, que, segundo sabemos, não se prendem com os resultados da operação de 2019, pois a Delta em cinco meses de operação terá transportado cerca de 120.000 passageiros. O problema poderá estar na falta de promoção da Região no mercado americano, compromisso que havia sido acordado e assumido com os responsáveis pelo Turismo dos Açores. Ou seja, o plano não foi cumprido, e esse facto deixou insatisfeitos os responsáveis americanos da companhia americana.”
O Correio dos Açores será aprofundada em próximas edições, onde o nosso jornal já tem uma equipa em contacto com o departamento de comunicação internacional da Delta Air Lines, para confirmar ou não oficialmente esta informação.
A Air Transat anunciou que vai manter a sua operação à partida de Portugal para o Canadá no próximo inverno.
De acordo com o comunicado da companhia, a Air Transat vai continuar a operar os voos directos de Lisboa para Montreal e Toronto, rotas que terão dois voos directos por semana, às quais se juntam ainda outros dois voos directos para Vancouver, via Montreal.
Os voos à saída de Lisboa para Toronto são operados às segundas, terças e sextas-feiras, assim como os voos para Montreal, enquanto as ligações a Vancouver, via Toronto e via Montreal, são às terças e sábados.
Quanto aos voos operados à partida da cidade do Porto, a companhia vai realizar um voo directo semanal para Toronto e outro para Montreal via Toronto, enquanto Faro conta igualmente com um voo por semana para Toronto.
Os voos para Toronto como para Montreal são às segundas-feiras, enquanto as ligações à saída de Faro e destino a Toronto decorrem às quartas-feiras.
A companhia aérea francesa XL Airways anunciou que suspendeu as vendas de bilhetes e poderá cancelar alguns voos a partir do dia 23 de setembro:
” Infelizmente, a XL AIRWAYS, está em grande dificuldade financeira, e é obrigada a interromper as suas vendas a partir de 19 de setembro de 2019. Os voos do fim de semana serão mantidos. Alguns voos podem ser cancelados a partir de 23 de setembro, portanto, pede-se aos passageiros que verifiquem o estado dos seus voos, incluindo passageiros que voam de regresso após essa data.
O status estado dos voos é atualizado em tempo real no nosso site https://horaire.xlairways.fr/.
Toda a empresa XL Airways pede desculpas por esta situação. Estamos a fazer o possível para continuar a servir bem os nossos clientes neste momento difícil.”
A XL Airways France foi fundada em 1995 (com a marca ‘Star Airlines’ até 2006) e atualmente opera uma frota composta por três Airbus A330-200 e um A330-300. a companhia tem operado com quarto A330-200 alugado à Hi Fly.
A XL Airways opera a partir do Aeroporto Charles de Gaulle de Paris para destinos principalmente nos Estados Unidos e no Caribe, além dos voos para Reunião no Oceano Índico.
Em 2016, a XL Airways fundiu-se com a La Compagnie, uma companhia aérea de classe executiva que opera voos de Paris Orly e Nice para Nova Iorque. Para já, não está claro se e como a La Compagnie será afetada por uma possível separação com a XL Airways.
As duas companhias aéreas operam de forma autónoma, mas partilham a mesma participação.
A título de curiosidade a companhia tinha um pedido junto da Airbus para 2 A330-900, para 2020.
De recordar que a XL Airways é a segunda companhia francesa a deixar de voar este verão.
A frota mundial de aviões de passageiros e de carga está prevista aumentar para mais do dobro, dos cerca de 23 mil aparelhos atuais para quase 48 mil até 2038. Com o tráfego a crescer 4,3% ao ano, o resultado é a necessidade de 550 mil novos pilotos e 640 mil novos técnicos, de acordo com o estudo “Global Market Forecast 2019-2038” apresentado pela Airbus.
Em 2038, da frota prevista de 47,680 aviões, 39,210 serão novos e 8,470 terão origem nos dias de hoje. Ao atualizar frotas com aviões de última geração com maior eficiência de consumo de combustível, como a família dos A220, A320neo, A330neo e A350, a Airbus acredita que irá contribuir em grande medida para a descarbonização progressiva na indústria do transporte aéreo e para o objetivo de crescimento da neutralidade carbónica a partir de 2020, enquanto conecta globalmente mais pessoas.
Tendo em conta a evolução atual da tecnologia nos aviões, a Airbus simplificou a sua segmentação tendo em conta a capacidade, o alcance e o tipo de missão. Por exemplo, o avião de pequeno curso A321 é Small (S), enquanto o A321LR ou XLR de longo curso podem ser classificados como Medium (M). Embora o mercado principal do A330 seja classificado como Medium (M), é provável que um certo número continue a ser operado pelas companhias aéreas de forma a encaixar na segmentação de mercado Large (L), juntamente com o A350 XWB.
Esta nova segmentação cria a necessidade de 39,210 novos aviões de passageiros e de carga -29,720 Small (S), 5,370 Medium (M) e 4,120 Large (L) – de acordo com a mais recente Previsão de Mercado Global da Airbus 2019-2038. Destes, 25,000 aviões destinam-se a crescimento de frotas e 14,210 para substituição de modelos mais antigos por modelos mais recentes, oferecendo uma eficiência superior.
Resistindo a crises económicas, o tráfego aéreo mais do que duplicou desde 2000 e desempenha um papel cada vez mais fundamental no que toca à conexão de grandes centros populacionais, particularmente em mercados emergentes, onde a propensão para viajar está entre as mais altas do mundo no que toca ao custo ou onde a posição geográfica inviabiliza alternativas. Atualmente, cerca de um quarto da população urbana do mundo é responsável por mais de um quarto do PIB global e, tendo em conta que ambos são os principais fatores de crescimento, as Aviation Mega Cities (AMCs) continuarão a alimentar a rede de aviação mundial. Os desenvolvimentos no que toca a uma eficiência de consumo de combustível superior impulsionam ainda mais a procura pela substituição de aviões mais gastadores.
“O crescimento anual de 4% reflete a natureza resiliente da aviação, enfrentando choques económicos de curto prazo e distúrbios geopolíticos. As economias prosperam no transporte aéreo, e pessoas e mercadorias querem estar conectadas”, afirma Christian Scherer, Airbus Chief Commercial Officer e Head of Airbus International. “Globalmente, a aviação comercial estimula o crescimento do PIB e apoia 65 milhões de postos de trabalho, demonstrando os imensos benefícios que nosso negócio traz a todas as sociedades e ao comércio global”.
Os aviões da Airbus são líderes de mercado nos seus segmentos. O segmento Small (S) inclui a família A220 e todas as variantes da família A320. Os principais produtos da Airbus no segmento Medium (M) são a família A330 e A330neo e também podem incluir as versões menores A321LR e XLR usadas em missões de longo curso. A segmentação maior Large (L) é representada pela família A330neo, juntamente com a maior família A350 XWB, que inclui também a versão Ultra Long Range (ULR). Esta segmentação continuará a ser servida pelo A380 na extremidade superior
This website uses cookies to improve your experience. We'll assume you're ok with this. If you want to check it out, please go to the footer and check out our terms.
Este site usa cookies para melhorar a sua experiência. Vamos supor que você está bem com isso. Se você quiser verificar isso, por favor, vá para o rodapé e confira os nossos termos. Accept | Aceitar
Privacy & Cookies Policy
Privacy Overview
This website uses cookies to improve your experience while you navigate through the website. Out of these, the cookies that are categorized as necessary are stored on your browser as they are essential for the working of basic functionalities of the website. We also use third-party cookies that help us analyze and understand how you use this website. These cookies will be stored in your browser only with your consent. You also have the option to opt-out of these cookies. But opting out of some of these cookies may affect your browsing experience.
Necessary cookies are absolutely essential for the website to function properly. This category only includes cookies that ensures basic functionalities and security features of the website. These cookies do not store any personal information.
Any cookies that may not be particularly necessary for the website to function and is used specifically to collect user personal data via analytics, ads, other embedded contents are termed as non-necessary cookies. It is mandatory to procure user consent prior to running these cookies on your website.