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Ryanair congela pagamentos do B737 MAX e espera voar com o modelo em fevereiro/março


 

O CEO do Grupo Ryanair, Michael O’Leary, afirmou que a previsão mais real para começar a operar com o B737MAX é fevereiro ou março, modelo proibido de voar desde março, após dois acidentes fatais.

Michael O’Leary, indicou também que não está a pagar mais à Boeing até ela resolver os atrasos do modelo.

Para serem retomadas os voos comerciais com o Boeing B737 Max, a autoridade norte-americana para a aviação civil (FAA – Federal Aviation Administration) tem que aprovar o novo software e as mudanças à formação propostas pela Boeing.

Depois da verificação pela FAA, as mudanças terão que ser aprovadas pela agência europeia para a segurança na aviação (EASA – European Union Aviation Safety Agency), além de que o modelo utilizado pela Ryanair, o Max 200, requer aprovações adicionais.

A Ryanair  é um dos principais clientes destes aviões, com 135 encomendados e 75 em opção.

Desde a paralisação global da aeronave, O’Leary tem afirmado que quer compensação de custos por parte da Boeing. E agora afirmou que parou de pagar à construtora norte-americana.

De acordo com o CEO da Ryanair, os atrasos irão causar demissões em massa: ” a Ryanair no momento está com 500 pilotos a mais, mas o número pode chegar a 700, depende dos atrasos do MAX”.

O medo de um Brexit sem acordo é um outro receio da companhia, que afirma que irá fechar bases pela Europa e deve reduzir a sua rede de rotas para o próximo verão. Ainda assim a Ryanair espera receber 30 unidades B737 MAX no próximo ano.

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