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HiFly avança com construção de hangar no aeroporto e Beja

A HiFly vai avançar com construção de um hangar no aeroporto e Beja. Esta semana, a Câmara de Beja aprovou o projecto de arquitectura para construção de um hangar de manutenção de aeronaves da HiFly.

A Hifly utiliza o aeroporto de Beja como a sua base de estacionamento de aviões e brevemente dará nova utilidade àquela infraestrutura.

A autarquia concedeu ainda uma licença para a instalação do estaleiro e a movimentação de terras. Segundo revela Luís Miranda, vereador da Câmara de Beja, o projecto “continua em desenvolvimento”.

ROPS – Runway Overrun Prevention System (com vídeo)

O ROPS (Runway Overrun Prevention System), sistema desenvolvido e patenteado pela Airbus, é um sistema que calcula as distâncias mínimas realistas de aterragem e “travagem” na pista, comparando-as, em tempo real, com as distâncias de aterragem disponíveis.

O sistema combina dados sobre o clima, condições da pista e topografia, além do peso e configuração do avião.

Conforme o resultado da análise, o ROPS pode emitir mensagens instantâneas e alertas para os pilotos, auxiliando as tripulações no processo de “borrego” (go-around), tomada de decisão e/ou na aplicação de travagem no processo de aterragem.

Acidente com B737-700 da Southwest – vídeo

Um Boeing 737-700 com o registo N752SW da Southwest realizou uma aterragem mal sucedida esta quinta-feira, no Aeroporto de Burbank/Hollywood, na Califórnia.

As notícias dão conta que o avião sofreu muitos danos mas não se registam feridos entre os ocupantes.

O avião tinha iniciado viagem em Oakland e seguiam a bordo 117 pessoas entre passageiro e tripulação.

Todos os ocupantes saíram por escadas dos serviços de manutenção auxiliadas pelos tripulantes e pelos bombeiros do aeroporto.

O B737-700, realizou a aterragem no meio de um grande temporal, com chuva muito intensa. Os pilotos, por razões desconhecidas (será alvo de investigação), não conseguiram parar a aeronave sobre a pista, pelo que, já próximo da cabeceira, foi accionado o sistema EMAS (Engineered Material Arresting System).

O EMAS trata-se de um dispositivo que “prende” o avião e não o deixa sair para fora da área de segurança da pista.

Azul vai proporcionar “ligações convenientes” do Porto com sete cidades brasileiras

A Azul anunciou em comunicado que o seu novo voo à partida da cidade do Porto irá proporcionar ligações convenientes com 7 cidades brasileiras, tais como: “Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Belo Horizonte, Rio, Goiânia e Cuiabá.

O comunicado da Azul, indica que os voos de Campinas para o Porto serão às segundas, quartas e sextas, com partida às 17h20 e chegada ao Porto às 7h20 do dia seguinte. Para os voos do Porto, a companhia informa que serão às terças, quintas e Sábados, com partida às 9h25 e chegada às 16h10.

“Além disso, no Porto, a Azul, em parceria com a TAP, irá oferecer liagções imediatas para Amesterdão, Genebra, Luxemburgo e Londres”, acrescenta o comunicado, que também inclui uma declaração do vice-presidente de Receitas da companhia, Abhi Shah, na qual anuncia que a companhia teve nos primeiros dez meses deste ano um aumento de passageiros em voos internacionais em Campinas em 24,3%, atingindo o total de 552 mil.

O comunicado cita também uma declaração do director do Aeroporto do Porto, Fernando Vieira, em que afirma que “foi com muito entusiasmo que recebemos a notícia do início do voo directo da Azul com origem em Campinas, adicionando mais uma ligação directa entre Porto e o estado de São Paulo”.

No Porto, a companhia indica, que os passageiros que voem à partida de Campinas terão também “ligações imediatas para Amesterdão, Genebra, Luxemburgo e Londres”, através da TAP Air Portugal.

A Azul introduziu a rota Campinas – Lisboa após o abandono pela TAP, em Maior de 2016, alegadamente por falta de rentabilidade da rota.

 

 

Azul pode entrar no acordo da Avianca, United e Copa

A Azul pode fazer uma aliança inédita com a Avianca, após a empresa fechar um grande acordo com a United Airlines para investimento, parcerias e joint-venture para um acordo de céus abertos.

O acordo foi anunciado, mas ainda não existem grandes detalhes. Inicialmente seria um empréstimo de $500 milhões da United à Avianca Holdings (Colômbia) tendo como garantia acções na empresa.

Outros dos pontos do negócio seria a partilha de voos, acordos tarifários e uma estratégia conjunta para o mercado das Américas.

Apesar de a Avianca Brasil (que opera de maneira independente da Avianca Holdings) não ter sido citada durante o anúncio do acordo, é expectável que a empresa finalmente realize a sua fusão com a empresa colombiana.

Numa entrevista à agência Reuters, Gerardo Grajales, Director Financeiro da Avianca: “As duas companhias (Avianca Brasil e Azul) complementam-se no mercado brasileiro. Desde o início pensámos que o Brasil deveria ser incluído no nosso acordo, porém, nenhuma parceria seria feita se não tivéssemos um acordo de céus abertos (entre EUA e Brasil)”.

Caso o acordo avance, o grande desafio será a aprovação pelas várias entidades, dos mais de 20 países onde as companhias operam.

PrivatAir abre insolvência

A PrivatAir SA anunciou que vai iniciar imediatamente um processo de falência, decorrendo o mesmo sob a alçada dos tribunais suíços.

O Grupo PrivatAir SA é composto pela PrivatAir SA, na Suíça, e pela PrivatAir GmbH, na Alemanha, tendo sido fundado na Suíça em 1977.

A PrivatAir concentrava o seu negócio no aluguer de aviões de passageiros com configurações de Classe Executiva para companhias aéreas, actuando nomeadamente em nichos de mercado de transporte executivo e corporativo.

A empresa alugava aviões com configurações de Classe Executiva a companhias aéreas de grande dimensão, nomeadamente à Lufthansa e à British Airways.

Sectores ligados à aviação, davam conta há algumas semanas, que os serviços do Grupo em Portugal, estariam em processo de encerramento e que a empresa teria chegado a acordo com os funcionários nacionais para rescisão dos contratos de trabalho.

O grupo tem um total de 226 colaboradores, sendo que 65 tripulantes, entre pilotos e assistentes de bordo, estavam baseados no Médio Oriente, para assegurar os voos de transporte executivo no eixo Jedah-Riade, na Arábia Saudita, ao serviço das companhias nacionais Saudia Airlines e Saudia Aviation, com três aviões Airbus A319.

O Grupo PrivatAir chegou a ter aos seus comando António Menezes, antigo presidente do Grupo SATA e antigo administrador da Euroatlantic.

 

 

SATA condenada a pagar 328 mil euros a piloto despedido

A SATA foi condenada a pagar mais de 328 mil euros a um Comandante despedido em 2015, após o trabalhador ter criticado um administrador da companhia aérea na rede social Facebook, segundo o Supremo Tribunal da Justiça (STJ).

No acórdão, a que a agência Lusa teve acesso esta quarta-feira, o STJ declarou a “ilicitude do despedimento, manifestamente abusivo”, e condenou a companhia aérea açoriana a pagar 55.250 euros a Luís Miguel Sancho “a título de indemnização substitutiva da reintegração, bem como ao pagamento das retribuições que deixou de auferir desde a data do despedimento até ao transito em julgado” da decisão, agora proferida.

Segundo o Supremo, o piloto foi despedido a 15 de dezembro de 2015, auferindo, à data, um rendimento ilíquido base de 6.500 euros mensais. De acordo com as contas da Lusa, relativamente aos salários destes três anos, o trabalhador irá receber uma indemnização, no mínimo, de 273 mil euros.

O trabalhador goza, tanto no âmbito da empresa, como fora dele, de liberdade de expressão, ainda que tal liberdade não seja limitada, havendo que atender aos deveres de respeito, urbanidade e probidade. Na aferição da gravidade de afirmações ofensivas para um administrador, há que ponderar as circunstâncias concretas do caso: o facto de tais afirmações serem proferidas no Facebook pelo trabalhador em momento de indignação, sem identificar o seu empregador, e a ausência de danos graves para o empregador”, sumariza o STJ.

A Lusa contactou a SATA para obter um comentário à decisão do Supremo, mas não obteve resposta até ao momento.

O trabalhador publicou o ‘post’ a 15 de setembro de 2015, pouco depois de tomar conhecimento de que tinha sido suspenso de funções, no âmbito de um inquérito aberto pela empresa sobre um episódio ocorrido cerca de uma semana antes.

Na publicação, Luís Miguel Sancho informava que tinha sido “novamente suspenso”, a segunda vez em seis meses, e que tal teria “contornos de tentativa de recorde ou de perseguição”.

Agora foi ‘em virtude do comportamento adotado para com um Sr. Administrador’ (puto mal educado, prepotente), o qual configura falta de respeito para com a administração da empresa; e a falta de respeito que esta gente tem para com quem  trabalha, se fosse meu filho, levava um par de lambadas, mas não sendo, o pai que não o soube educar que o ature. Confundem autoridade com autoritarismo e não percebem que a autoridade se não for aceite, não serve de nada, se querem ser respeitados, deem-se ao respeito. Mais uma novela para acompanharem e não se esqueçam do que há tempos disse, ‘eles andam aí’, os filhos (…)”, escreveu o então piloto comandante.

O ‘post’ diz respeito a uma situação ocorrida a 07 de setembro de 2015, quando Luís Miguel Sancho era piloto comandante de um voo de Lisboa para Ponte Delgada. Ao chegar à aeronave, o piloto constatou que o avião estava “a ser alvo de uma intervenção” pelos serviços de manutenção, devido a uma avaria no painel de instrumentos.

O piloto foi então questionado pelo departamento de operações de voo da empresa sobre a razão do atraso, na sequência do contacto de um administrador da companhia aérea, que estaria a bordo e que queria saber a que se devia o atraso.

Na qualidade de comandante de voo, respondeu que “já tinha comunicado a razão do atraso e que aguardava a resolução da intervenção técnica solicitada”, relata o STJ.

Cerca de 30 minutos após os passageiros se encontrarem no interior da aeronave, o comandante comunicou que o atraso se devia a “razões técnicas”. Após a explicação, Francisco Gil, à data vogal do conselho de administração da SATA, e um dos passageiros, contactou o setor de coordenação e controlo operacional da empresa que, posteriormente, o informou de que se tratava de um problema de manutenção que tinha de ser resolvido.

O STJ conta que Luís Miguel Sancho dirigiu-se então ao lugar onde estava sentado Francisco Gil e disse: “posso ajudá-lo?,  acrescentando que lhe estavam a ligar das operações a fazer perguntas sobre o atraso, e que o que tinha a dizer já tinha dito no anúncio aos passageiros”.

Francisco Gil respondeu: “eu sou administrador da SATA, tenho o direito de questionar…”.

Na resposta, o comandante do voo respondeu-lhe “que ele ali era um passageiro igual a todos os outros”, descreve o Supremo.

“Ao que o Francisco Gil respondeu que eventualmente seria mais simpático da parte do trabalhador se o cumprimentasse e apresentasse, uma vez que não o conhecia; O trabalhador retorquiu que já estava a perder muito tempo, e Francisco Gil disse que não tinha mais nada a falar com o trabalhador”, pode ler-se no acórdão do Supremo Tribunal de Justiça.

O advogado do piloto classificou como “inédita” a decisão do Supremo Tribunal de Justiça (STJ).

Com esta decisão, inédita, o STJ inverteu em absoluto o sentido da jurisprudência até agora seguida pelos tribunais superiores portugueses, no sentido de conferir a justa causa ao despedimento promovido pela entidade empregadora, quando o trabalhador subordinado publicasse na rede social Facebook afirmações críticas para com aquela”, sublinhou o advogado Paulo Campos, em declarações à Lusa.

O advogado explicou que, até agora, os tribunais portugueses sempre consideraram “lícitos esses despedimentos”.

Para o advogado, este acórdão, proferido pelo STJ a 27 de novembro, “com fixação de jurisprudência, evidencia a proteção e a defesa da liberdade de expressão do trabalhador, através das redes sociais, designadamente, através de comentários no Facebook”.

Mereceu acolhimento pelo STJ, a tutela pelo Direito do Trabalho, da liberdade de expressão do trabalhador, quando o teor da sua mensagem não é do inteiro agrado do seu destinatário ou da maioria, especificamente, quando o mesmo faz uso de tal liberdade no contexto das redes sociais”, acrescenta Paulo Campos.

LUSA

Air France e KLM esperam atingir um milhão de passageiros em 2019

Após um crescimento de +13% em capacidade em 2018 (ASK ou lugares-quilómetros), o Grupo Air France-KLM prossegue a sua estratégia de consolidação no mercado português, pretendendo ultrapassar a fasquia “um milhão de passageiros transportados” em 2019 com as duas companhias. Este Inverno, a Air France-KLM mantém a oferta face a período homólogo.

Boris Darceaux, Diretor-Geral da Air France-KLM para Espanha e Portugal:
“Portugal é um mercado-chave para o Grupo Air France-KLM no Sul da Europa. O Grupo tem acompanhado o crescimento turístico e comercial do país nos últimos anos. Após um forte crescimento de 37% na oferta o passado Inverno, o Grupo mantém a sua oferta durante a presente época, esperando atingir um milhão de passageiros em Portugal em 2019.

Além da nossa oferta ponto-a-ponto para França, Holanda e EUA, aqui graças à nossa parceria transatlântica com a Delta Air Lines, propomos aos clientes que viajam de Portugal uma extensa rede de 314 destinos em 116 países e em todos os continentes, via os nossos hubs em Paris-CDG e Amesterdão-Schiphol, ao mesmo tempo que oferecemos aos cidadãos de todo o mundo múltiplas oportunidades de viagem para o destino Portugal.”

Oferta da Air France-KLM em Portugal no Inverno 2018-19

A partir de Faro

– Amesterdão-Schiphol: 9 voos semanais com a Transavia
– Eindhoven: 3 voos semanais com a Transavia
– Nantes: 2 voos semanais com a Transavia
– Paris-Orly: 5 voos semanais com a Transavia
– Roterdão: 8 voos semanais com a Transavia

A partir de Lisboa

– Amesterdão-Schiphol: 14 voos semanais com a KLM e 7 com a Transavia
– Paris-Charles de Gaulle: 28 voos semanais com a Joon
– Eindhoven: 3 voos semanais com a Transavia
– Nova Iorque-JFK: 5 voos semanais com a Delta Air Lines (novo no Inverno)
– Lyon: 3 voos semanais com a Transavia
– Nantes: 6 voos semanais com a Transavia
– Paris-Orly: 21 voos semanais com a Transavia
– Roterdão: 2 voos semanais com a Transavia

A partir do Funchal

– Amesterdão-Schiphol: 4 voos semanais com a Transavia
– Lyon: 1 voo semanal com a Transavia
– Nantes: 1 voos semanais com a Transavia
– Paris-Orly: 8 voos semanais com a Transavia

A partir de Porto

– Amesterdão-Schiphol: 7 voos semanais com a KLM e 6 com a Transavia
– Paris-Charles de Gaulle: 3 voos semanais com a Joon
– Lyon: 3 voos semanais com a Transavia
– Nantes: 4 voos semanais com a Transavia
– Paris-Orly: 31 voos semanais com a Transavia

Avião cargueiro chegou aos Açores

O consórcio MAIS iniciou nesta terça-feira, dia 4 de dezembro, os seus voos de carga entre os aeroportos de Lisboa e de Ponta Delgada e brevemente com extensão à Ilha terceira.

Como referimos na nossa anterior publicação, os voos estavam inicialmente previstos para terem início no passado mês de abril, tendo depois sido adiados para setembro, e só se iniciaram agora com um ATR 72-300F.

Este mesmo avião é utilizado no serviço área de carga entre Lisboa e a Madeira.

Foto: Aeroporto dos Açores

Há vários meses  que o consórcio MAIS mantinha negociações com o Governo Açoriano para disponibilizar um avião dedicado para serviço de transporte de carga aérea (sete toneladas de peso bruto com cerca de oitenta metros cúbicos de capacidade).

Em declarações à Antena 1 – Açores, o Director Executivo do Consórcio Mais, António Beirão “A operação tem nos cinco dias úteis ligação PDL/LX/ PDL . Em três desses dias haverá uma extensão à Ilha Terceira. Além da carga, o Consórcio Mais passa a transportar o correio.

Nas mesmas declarações António Berião referiu que com a SATA não há interline para que as outras ilhas possam fazer chegar carga a S. Miguel ou à Ilha Terceira.
Já a partir de Lisboa existe parceria com a Ibéria e a British Airways para fazer chegar a outros mercados os produtos açoriano.

Foto: Aeroporto dos Açores

Esta terça-feira, em Ponta Delgada, Luís Filipe Melo;  diretor regional dos Transportes dos Açores, manifestou a sua satisfação com o início da operação privada de transporte aéreo de carga.

“É com grande satisfação que o Governo dos Açores encara esta operação do consórcio Mais”, afirmou o director, sublinhando ainda que esta operação “vem complementar a capacidade de transporte de carga aérea de e para a região”.

O Governo dos Açores mantém o empenho no processo de revisão das Obrigações de Serviço Público (OSP) de carga aérea, uma matéria que depende da definição e aprovação do Governo da República.

Luís Filipe Melo referiu que “mantém-se a intenção de definir as OSP, porque, na perspetiva” do Governo Regional, “são estas que dão garantia de previsibilidade em termos de continuidade, regularidade, frequência e capacidade de serviço”, tendo acrescentado que são estas que “garantem os encaminhamentos de carga e, portanto, uma igualdade tarifária para todas as ilhas que compõem o arquipélago”.

De referir que o serviço de handling é prestado pelo SATA.

O consórcio MAIS (Madeira Air Integrated Solutions), integra a companhia aérea espanhola Swiftair, a ALS Portugal e a empresa de madeirense de carga e logística ‘Loginsular’

Azul volta a adiar os seus voos em A330neo

A companhia aérea brasileira Azul voltou a adiar a introdução do Airbus A330neo nos seus voos à partida de Viracopos/Campinas para Lisboa, Orlando e Fort Lauderdale.

Inicialmente, a Azul contava operar com o novo equipamento a partir deste mês de dezembro, mas em finais de setembro, a introdução do A330neo foi adiada para meados de janeiro e, um mês depois, voltou a ser adiada para início de Fevereiro.

Recentemente numa informação enviada aos sistemas globais de reservas por parte da Azul mostra que a introdução do A330neo na operação da companhia, voltou a ser adiada para o segundo trimestre de 2019.

A Azul prevê começar a voar com o A330-900neo na rota entre Viracopos/Campinas e Lisboa a partir de 2 de Junho, quatro vezes por semana, passando para cinco vezes por semana a partir de 10 de Julho e para seis vezes por semana a partir de 31 de agosto.

Para Fort Lauderdale, nos Estados Unidos, a companhia prevê começar a voar com o A330neo a partir de 31 de maio, duas vezes por semana, passando para três vezes por semana a partir de 10 de Junho e para cinco vezes por semana a partir de 1 de Setembro.

Já para Orlando, a Azul programou os seus voos com o A330neo a partir de 21 de junho, uma vez por semana, passando para duas vezes por semana a partir de 29 de junho, até 30 de agosto.

TAP Air Portugal traça operação A330-900neo a partir de dezembro de 2018

A TAP Air Portugal abriu esta semana as suas reservas para os voos operados em equipamento Airbus A330-900neo.

O novo avião da companhia está programado para entrar ao serviço no final deste mês.

Inicialmente o A330-900neo com capacidade para 298 passageiros e configurado com duas classes irá servir 5 destinos no Brasil para o inverno IATA18

15DEC18 Lisbon – Sao Paulo Guarulhos
02FEB19 Lisbon – Salvador da Bahia
16FEB19 Lisbon – Brasilia
17FEB19 Lisbon – Belo Horizonte
03MAR19 Lisbon – Rio de Janeiro Galeão

A título de curiosidade os A340-300 da companhia têm voos programados até ao final do inverno IATA18.

 

 

Airbus A330-900neo CS-TUK da TAP terá pintura alusiva à Star Alliance

O 11º avião A330-900neo da TAP Air Portugal já desperta curiosidade.

No passado domingo, dia 2 de dezembro, foi fotografado em Toulouse, nas instalações da Airbus mais um dos novos aviões para a TAP. Neste caso trata-se do A330-900 CS-TUK que irá ostentar a pintura da Star Alliance, a mais antiga aliança comercial de companhias aéreas internacionais.

Esta pintura que tradicionalmente surge num avião das diversas frotas das empresas aéreas que integram a aliança,

Recorde-se que esta pintura estava no A330-200 CS-TOH, que recentemente deixou a frota da companhia.

Dadas as condições da Star Alliance, cada companhia parceira terá de ter um determinado número de aeronaves personalizadas com o logo da aliança.

Na imagem, captada pelo Spotter Clément Alloing,  podemos ver o CS-TUK,  já com a cauda pintada de preto.

 

 

Cargueiro do Consórcio Mais chega amanhã aos Açores

Segundo a Antena 1 Açores, está confirmada para amanhã a primeira ligação do cargueiro do Consórcio Mais aos Açores
Para além da carga, a empresa madeirense também irá realizar o transporte de correio.

O primeiro voo tem hora prevista de chegada a Ponta Delgada às 13h00, já com carga a bordo, proveniente do Continente. No final do dia o avião irá descolar com destino a Lisboa e ao que tudo indica também com carga.

Em declarações à Antena 1 – Açores, o Director Executivo do Consórcio Mais, António Beirão “A operação tem nos cinco dias úteis ligação PDL/LX/ PDL . Em três desses dias haverá uma extensão à Ilha Terceira. Além da carga, o Consórcio Mais passa a transportar o correio.

Nas mesmas declarações António Berião referiu que com a SATA não há interline para que as outras ilhas possam fazer chegar carga a S. Miguel ou à Ilha Terceira.
Já a partir de Lisboa existe parceria com a Ibéria e a British Airways para fazer chegar a outros mercados os produtos açoriano.

De referir que a operação estava a ser pensada há cerca de ano e meio, nãotendo esta operação, para já, qualquer apoio financeiro público mas há negociações nesse sentido.

Delta suspende voos na rota entre São Paulo e Detroit

É a segunda rota cancelada este ano pela Delta Airlines.

A Delta Airlines anunciou a suspensão dos voos na rota entre São Paulo (GRU) e Detroit, a partir do dia 30 de março de 2019.

A rota é operada três vezes por semana com equipamento Airbus A330-200.

Esta seré a segunda rota cancelada pela Delta, visto que em outubro a companhia já tinha suspendido a rota entre São Paulo e Orlando.

A companhia irá manter os seus voos diários para Atlanta e Nova Iorque (JFK) à partida do aeroporto de Guarulhos e do Rio de Janeiro.

 

ATR celebra entrega do 1500º modelo

A fabricante de turboélices ATR, celebrou na última quinta-feira, dia 29 de novembro, a entrega de 1.500 modelos.

O marco foi assinalado com a entrega do ATR 1500 à Japan Air Commuter.

“Esta é uma ocasião importante para a ATR e um momento de orgulho para todos os nossos colegas, do passado e do presente, que contribuíram para a evolução e o sucesso desta organização” foram as declarações do CEO da ATR, Stefano Bortoli.

Foto: ATR

Foram produzidos 500 ATR 42 e 1.000 unidades do modelo ATR 72.

O primeiro programa da empresa, o ATR 42, foi entregue à Air Littoral, posteriormente a ATR lançou uma versão de maior capacidade; o ATR 72, entregue pela primeira vez à Finnair.

A versão mais recente e mais moderna do ATR, a série -600, foi lançada em 2009, com a primeira entrega à Royal Air Maroc em 2011.

TAP começa a voar para Chicago e Washington a 1 e 16 de Junho

A TAP Air Portugal vai começar a voar para Chicago e Washington a 1 e 16 de Junho, respectivamente.

Os voos serão operados cinco vezes por semana, de e para Lisboa, segundo avança hoje o jornal “USA Today”.

As ligações para Chicago O’Hare e Washington Dulles serão operadas com o novo A330-900neo.

Durante os próximos dias serão conhecidas novas rotas e datas.

Pilotos americanos não foram treinados sobre novo sistema do 737 MAX

 

Os pilotos que voam o Boeing 737 MAX nos EUA não foram treinados sobre o novo sistema automático que evita o stall do avião em determinadas condições.

Segundo informações preliminares, existiram dados errados e má interpretação por parte do novo sistema, sendo para já apontandas como duas das diversas causas do acidente com o 737 MAX 8 da Lion Air.

Jon Weaks, presidente da Associação de Pilotos da Southwest Airlines, a maior operadora de 737´s no mundo, disse que os pilotos “foram mantidos no escuro” em referência ao conhecimento sobre o novo sistema da Boeing, nomeado de MCAS – Maneuvering Characteristics Augmentation System, em português Sistema de Aumento das Caraterísticas de Manobra.

“Nós não gostamos do facto de que um novo sistema tenha sido colocado na aeronave e que não tenha existido qualquer aviso ou referência nos manuais.”

O presidente da Associação disse ainda que a Boeing e a FAA afirmaram só agora que o “sistema não deve estar a funcionar como deveria”.

Por último Weaks nas suas declarações deixou uma questão: “Tem algo a mais no MAX que a Boeing não informou? Se tiver, temos que ser informados.”

Reclamações também vieram de pilotos da American

No último sábado, o Comandante Mike Michaelis, chefe do comité de segurança da Associação de Pilotos da American Airlines, enviou uma mensagem aos pilotos dando informações sobre o novo sistema MCAS.

«Esta é a primeira descrição que vocês como pilotos de 737 já viram. Não está no Manual de Voo do 737 da American Airlines e nem no Manual de Operações da Boeing (FCOM), porém logo estará», escreveu Mike na mensagem.

A descrição do MCAS pela Boeing afirma que o sistema foi desenhado para ser activado apenas «durante “curvas fechadas” com alto factor de carga e com flaps recolhidos em velocidades próximas do stoll» e que o sistema é comandado pelo computador de voo utilizando dados dos sensores da aeronave.

O Comandante pediu que os pilotos da companhia familiarizassem por contra própria com o novo procedimento e o sistema. “Até agora não encontrámos anomalias com os sensores dos nossos 737 MAX 8. É uma notícia boa mas não podemos garantir que o sistema não irá falhar”.

Para evitar um possível stall, o sistema comanda o nariz da aeronave para baixo por forma a ganhar velocidade e sustentação.

O porta-voz da Associação de Pilotos da American, Dennis Tajer, disse na última semana que o MCAS é “uma informação nova para nós”. Ele disse que o treino dele do 737 NG para o MAX consistiu em um pouco mais de uma hora de aulas no iPad, e que a aérea não possui simuladores específicos do MAX.

Além disso, o único treino específico do MAX foi a prática de aterragens com vento lateral devido às novas pontas da asa do 737 MAX.

Mas o cockpit é praticamente o mesmo apesar dos novos monitores. A disposição dos instrumentos de voo e dos sistemas são as mesmas. “Nós assumimos que a maioria das diferenças fossem estéticas.”

Nos EUA o 737 MAX é operado por American, Southwest e United Airlines. O fato de que os pilotos americanos não foram informados pode significar que os pilotos da Lion Air também não foram.

O sistema MCAS a lá Airbus

Este sistema de protecção contra o stall foi introduzido em larga escala com a família Airbus A320. Devido ao sistema sobrepor-se às acções do piloto, o avião é “acusado” de retirar a liberdade aos pilotos.

No caso do Lion Air os investigadores determinaram que ocorreu uma falha no sensor do ângulo de ataque (AOA) que passou dados errados ao computador de voo, que interpretou uma situação de stall e comandou o nariz da aeronave para baixo através do comando dos compensadores.

Dados do FlightRadar24 e das caixas pretas indicam que os pilotos “lutaram” contra a aeronave e o seu sistema por 12 minutos antes do impacto no mar, fazendo uma espécie de montanha-russa com subidas e descidas acentuadas.

Um antigo executivo da Boeing disse ao Seattle Times, na condição de fonte anónima, que a fabricante americana não introduziu o sistema de protecção de maneira arbitrária.

O antigo executivo disse que a introdução do novo sistema foi feita inicialmente devido aos motores do MAX, que são maiores em relação à série anterior NG.

O maior tamanho dos motores alterou a aerodinâmica do avião, bem como, as condições em que o stall pode acontecer, sendo necessária uma protecção maior.

Na semana passada a Boeing e a FAA emitiram um alerta para os operadores do B737 MAX introduzirem nos seus manuais de voo novas informações.

KLM começa a voar para a Costa Rica no próximo Inverno

A KLM – Real Companhia Holandesa de Aviação vai passar a voar 2 vezes por semana (terças e sextas) para São José, Costa Rica. As operações começam a 31 de Outubro de 2017, início da época de Inverno.

“Atualmente, a KLM transporta um grande número de passageiros para a Costa Rica através do Panamá. O interesse crescente do mercado europeu por este fantástico país convenceu-nos a iniciar um voo direto para São José”, afirmou Pieter Elbers, Presidente e CEO da KLM.

O voo sai de Amesterdão-Schiphol às 15h25, chegando as São José às 20h05 locais. O voo de regresso sai de São José às 22h05 e chega a Amesterdão-Schiphol às 15h10 do dia seguinte. Os bilhetes já podem ser reservados em www.klm.pt.

O voo de KLM para São José vai ser operado com o avião mais moderno da companhia, um Boeing 787-9 Dreamliner, com capacidade para 294 passageiros: 30 lugares na World Business Class (classe executiva da KLM), 219 em classe Economy e 45 em Economy Comfort. Além de ser a aquisição mais recente da companhia aérea, o Dreamliner está desenhado para oferecer maior comodidade aos viajantes, ao mesmo tempo que está mais atento às questões ambientais, já que consome quase menos 20% de combustível e produz quase menos 20% de emissões de CO2.

O Grupo Air France-KLM oferece, durante a próxima época de Inverno 2017-18, um total de 5 voos semanais para a Costa Rica, 3 dos quais a partir de Paris-Charles de Gaulle com a Air France e os 2 novos a partir de Amesterdão-Schiphol com a KLM.

Por outro lado, graças à compatibilidade tarifária, os passageiros podem preparar as suas viagens combinando voos de ambas as companhias, beneficiando de uma melhor oferta em termos de ligações e frequências, e ainda de tarifas mais atrativas.

Transavia inicia rota entre Lisboa e Roterdão este Inverno

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Com 2 frequências por semana, a Transavia começa a operar em Fevereiro de 2018 para Roterdão à partida de Lisboa.

Após anunciar recentemente o seu Programa de Inverno 2017-18, com um total de 762.500 lugares disponíveis e 130 frequências/semana, a companhia aérea low-cost do Grupo Air France-KLM prossegue o seu percurso de crescimento com a abertura da rota Lisboa-Roterdão. Desde 34 e 35 Euros (ida simples), reserve os seus voos com a Transavia – respectivamente, de Faro ou Lisboa – para uma das maiores cidades portuárias do mundo e cidade-berço do teólogo e humanista do século XV que deu nome ao popular programa de intercâmbio universitário na Europa.

“A nossa aposta nesta nova rota Lisboa-Roterdão, que apresenta dois populares destinos em ambos os sentidos, faz parte da nossa estratégia de tornar o viajar mais apelativo tanto para viajantes de negócios como city-trip. Sendo uma rota muito popular todo o ano a partir dos nossos outros hubs, decidimos apresentar este serviço conveniente no mercado português”, afirma Hervé Kozar, Chief Commercial Officer da Transavia

ROTERDÃO A Ponte Erasmus, com 808 metros de extensão, a Euromast (a torre mais alta da Holanda!), a água e o porto conferem-lhe uma aura de cidade cosmopolita. Caminhe pelas ruas de Roterdão e descubra uma metrópole com uma enorme actividade. E isso não é assim tão estranho: a cidade possui um dos maiores portos do mundo! Durante todo o ano, Roterdão é uma cidade fervilhante.

Turbulência provoca feridos em B777 da Aeroflot (com vídeo)

Um B777-300ER da companhia russa Aeroflot, com a matrícula VP-BGD, passou durante esta madrugada por uma área de forte turbulência.

O avião estava a realizar o voo SU270, entre Moscovo e a Tailândia, quando a cerca de uma hora do seu destino final, o Aeroporto de Banguecoque, foi surpreendido por uma área de turbulência não visível.

A passagem por esta área de turbulência, provocou o caos dentro do avião com diversos objectos espalhados pela cabina, como bagagens e artigos de catering que saltaram das bagageiras e dos contentores do serviço de bordo.

A companhia área no seu comunicado confirma a existência de 25 feridos, dos 313 passageiros a bordo.

Não foram registados ferimentos na tripulação do avião.

Após o desembarque muitos passageiros, relataram que outros passageiros ficaram imobilizados nos corredores do avião, apresentando diversos ferimentos, nomeadamente sangrando do nariz e fracturas ósseas.

Apertem os cintos! A turbulência vai ser cada vez mais forte e frequente

Habitue-se a manter sempre o cinto do avião apertado enquanto viaja. Os investigadores dizem que a turbulência vai aumentar e os incidentes podem ser graves!

Tem andado bastante de avião nos últimos meses? Tem sentido uma turbulência fora do normal? Habitue-se. Estudos recentes apontam para que a turbulência no espaço aéreo continue a aumentar. E a culpa é das alterações climáticas, claro está.

Tendo como exemplo, um voo 880 da United Airlines, que fazia a ligação entre Houston e Londres, com mais de 200 passageiros a bordo, teve de divergir para um aeroporto na Irlanda, depois de uma turbulência inesperada ter provocado 16 feridos. O avião “caiu” cerca de 25 pés (cerca de 8 metros). Na mesma semana um avião de uma companhia portuguesa passou por uma situação semelhante mas, devido a ter estado a atravessar uma zona de turbulência anteriormente, todos os passageiros seguiam com cinto de segurança apertado, o que evitou incidentes entre os passageiros.

Vários dados indicam que só nos Estados Unidos estima-se que mais de 50 pessoas sejam assistidas todos os anos por causa de ferimentos causados pela turbulência a bordo. E os custos são altos: 500 milhões de dólares por ano devido a perturbações provocadas pelos saltos dados pelos aviões.

Paul Williams, um investigador da Royal Society na Universidade de Reading, assumiu na semana passada que tem existido um “constante aumento de incidentes derivados da turbulência severa na última década. Ao nível global, ela provoca dezenas de mortes por ano em pequenos aviões particulares e centenas de feridos nos grandes aviões. E, como os níveis de dióxido de carbono na atmosfera continuam a subir, o mesmo acontecerá com o número destes incidentes”.

O investigador explica que num voo comercial normal, mudanças de temperatura provocam aumentos no dióxido de carbono e isso produz diferentes níveis de fluxo de ar. São esses fluxos instáveis que produzem a turbulência e não existem, dizem os investigadores, quaisquer pistas visuais que avisem o piloto do que vai acontecer. Quando o efeito é grave, o avião abana consideravelmente e os passageiros saltam dos lugares. Daí a importância de levar sempre o cinto apertado. Até porque todos os estudos conhecidos garantem que estes incidentes são cada vez mais frequentes.

Segundo o The Guardian, em 2006, a administração federal da aviação dos EUA indicou que o número de incidentes graves provocados pela turbulência mais do que duplicou entre 1982 e 2003.

Muitos dos incidentes ocorridos poderiam ser evitados se os passageiros seguissem todas as indicações dadas durante o voo, como ter sempre o cinto de segurança apertado ou não se levantar durante os períodos de turbulência.

Incidente com B737-700 da TAAG

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Um Boeing 737-700 da TAAG – Linhas Aéreas de Angola sofreu um incidente este domingo, quando estava a realizar o voo DT130, proveniente de Luanda.

O incidente ocorreu no Aeroporto do Soyo às 11h00 (horas locais), na província do Zaire logo após a aterragem, quando o trem de aterragem dianteiro colapsou.

O avião ficou imobilizado na pista, tendo os passageiros desembarcado através de uma escada com a ajuda dos bombeiros.

Em declarações à agência Lusa, um porta-voz da companhia aérea confirmou a ocorrência do incidente e adiantou que todos os 53 ocupantes do aparelho, não sofreram qualquer tipo de ferimentos.

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Iberia reforça operação para o Peru no Verão

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A Iberia vai introduzir três novos voos por semana para Lima durante o próximo verão.

Assim sendo, a companhia passa a contar com um total de 10 voos semanais entre Madrid e a capital do Peru, segundo a Ibéria

Os três novos voos serão realizados às terças, quartas e quintas-feiras, durante os meses de Julho e Agosto, sendo operados com um Airbus A330, configurados para 288 passageiros.

Os voos têm hora programada de partida de Madrid às 00h05 (hora local) para chegada a Lima às 04h50 (hora local).

Este incremento de voos representa uma oferta superior a 15.500 lugares.

Airbus A319neo realiza primeiro voo de teste

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Terceiro membro da Família A320neo começa programa de voos de teste

O primeiro Airbus A319neo realizou o seu voo de estreia no dia 31 de Março de 2017.

O avião equipado com motores CFM International LEAP-1A partiu de Hamburgo e aterrou em Toulouse após 5 horas de voo.

Este primeiro voo de teste permitiu aos pilotos e assistentes de voo avaliar os controlos do aparelho e os seus sistemas principais. O A319neo estará baseado em Toulouse até completar o seu programa de voos de teste.

Air France e KLM aumentam a sua oferta em Portugal no Verão de 2017

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Este Verão, a Air France e a KLM vão aumentar a sua capacidade em 19% de e para Portugal.

Este aumento é motivado essencialmente devido a abertura de novas rotas do Porto para Paris-Charles de Gaulle, hoje, dia 28 de Março e do Porto para a Amesterdão a 15 de Maio.

A Air France vai operar  três voos semanais com a frota Airbus A320 do Porto para Paris Charles de Gaulle, que aumentam para os 6 voos semanais em época alta. A KLM vai operar 7 voos semanais do Porto para Amesterdão com a frota Boeing 737.

A Air France vai também aumentar a sua capacidade entre Lisboa e Paris-Charles de Gaulle este Verão.

A companhia vai manter a sua operação de 35 voos semanais entre as duas cidades, já a KLM vai manter a sua oferta de Lisboa para Amesterdão com 21 voos semanais.

Emirates anuncia voos para Nice com Airbus A380

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A Emirates anunciou o lançamento de um serviço diário com a utilização de um Airbus A380 para a cidade de Nice.

O voo tem inicio programado para o dia 1 de Julho.

Depois de Paris, Nice torna-se o segundo destino na França a receber o modelo de dois andares, estimulando ainda mais a procura de viagens para a região.

Actualmente, a cidade francesa é servida com uma operação diária realizada por um Boeing 777-300ER, sendo que a troca de equipamento representa um acréscimo de 44% na oferta de lugares.

O aumento do número de passageiros também irá resultar em receitas adicionais de turismo para Nice e região, o que por sua vez significará impulsionar a economia local e criação de empregos.

O voo tem hora de partido do Dubai às 08h45 (hora local) e com hora prevista de chegada a Nice às 13h40 (hora local), enquanto que o voo de regresso, parte de  Nice às 15h40 (hora local) e chega ao Dubai às 00h10 do dia seguinte.

easyjet deixa de voar para Ponta Delgada no próximo Inverno

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A easyJet vai deixar de voar entre Lisboa e Ponta Delgada no Inverno 2017, anunciou a companhia esta semana num encontro com a imprensa.

A “easyJet ficou sempre com um produto que não estava ao nível das exigências do mercado”, explica José Lopes, responsável pela companhia em Portugal, referindo que a intenção da companhia aérea era oferecer dois voos diários e não apenas os quatro voos semanais.

Nas mesmas declarações José Lopes disse: “Os nossos concorrentes entraram com maior força e disponibilidade no mercado de Ponta Delgada”.

A easyJet  foi a primeira low cost a voar para Ponta Delgada, há cerca de dois ano,s depois da liberalização do espaço aéreo do arquipélago.

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O último voo vai ser operado no último sábado deste Verão IATA (28 de Outubro).

A380 da Emirates com problemas no trem de aterragem

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Um avião da Emirates foi hoje obrigado a solicitar uma aterragem não programada no Aeroporto Internacional de Heathrow, em Londres.

O avião, um Airbus A380-800, com o registo A6-EEB, que estava a realizar o voo EK18  entre o Aeroporto Internacional de Manchester (Reino Unido) e Aeroporto Internacional de Dubai (Emirados Árabes Unidos), foi obrigado a solicitar uma aterragem não programada devido a problemas de retração de um dos trem de aterragem.

O avião descolou às 13:30 (hora local) não sendo conhecido até o momento o número de passageiros a bordo.

Segundo as últimas informações, o problema deveu-se a um aviso, por problemas na recolha do trem do nariz.

O A380 aterrou em segurança, pouco tempo depois, já com os meios de socorro de prevenção., a aguardar.

Os passageiros foram desembarcados e transferidos para o terminal, onde aguardam um novo voo.

Asiana Airlines vai ligar Seul a Frankfurt

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A Asiana Airlines vai inaugural brevemente uma nova rota.

A nova operação da Companhia contará com um voo diário entre Frankfurt (Alemanha) e Seul (Coreia do Norte).

A nova rota será operada por um A380.

Fundação Airbus e Cruz Vermelha transportam bens de socorro para Uganda

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A Fundação Airbus utilizou um avião de teste Airbus A330 para transportar 17 toneladas de equipamento de socorro e de saneamento, assim como água potável, do Reino Unido para Entebbe, no Uganda.

Esta missão humanitária foi organizada em conjunto pela Fundação Airbus e pela Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FIRC). A Cruz Vermelha Britânica e a Cruz Vermelha do Uganda também prestaram apoio nesta acção.

A carga humanitária incluiu uma unidade de emergência de saneamento em massa, providenciada pela Cruz Vermelha Britânica. Esta unidade permitirá proporcionar cuidados de saneamento a milhares de pessoas que estão a viver num campo de refugiados estabelecido recentemente na fronteira entre o Uganda e o Sudão Sul.

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