Cada vez mais verifica-se um crescente número de reclamações de passageiros em várias companhias devido ao lugar onde viajam!
Não é o facto de se comprar uma viagem com um ano de antecedência, dias ou horas que dá direito a voar onde queremos.
Caso a companhia tenha a política de reservar o lugar com antecedência assim o deveremos fazer, caso contrário, apenas no Check-in do voo será atribuído.
«Mas estou a viajar com a minha família?» Por alguma razão é recomendável ir o mais cedo possível para o aeroporto. Ser dos últimos a fazer o Check-in têm consequências e muitas vezes implica ter de viajar sozinho, separado da família ou muitas vezes, filhos separados dos pais!
Muitas tripulações conseguem fazer a “ginástica” de encontrar lugares dentro da aeronave ou trocar passageiros para as famílias poderem voar juntas!
Mas até que ponto é justo incomodar alguém, que chegou cedo ao aeroporto e tratou das coisas a tempo, ou mesmo que reservou os seus lugares antecipadamente?
Check-in é o primeiro passo a ser efectuado pelo passageiro ao chegar ao aeroporto para o embarque. Consiste no procedimento de apresentação do passageiro ao balcão da companhia aérea munido dos seus documentos e bagagem.
Nesta fase é emitido, o bilhete com o respectivo lugar atribuído; a bagagem é despachada e a bagagem de mão é identificada.
Muitas vezes chegar a bordo e dizer que se pagou mais por um lugar não é sinónimo de ver resultado às suas exigências!
Na aviação que cada vez está mais “comercial” o imperativo é a segurança e tudo se faz para ter o voo mais seguro possível.
Nas saídas de emergência:
Não podem viajar grávidas
Não podem viajar crianças
Pessoas com mobilidade reduzida ou outro tipo de incapacidade (muitos passageiros alegam que pagaram mais por aquele lugar porque tinha mais espaço)
Situações que se verificam são agências que emitem bilhetes sem ter em conta o estado físico do passageiro, outras situações recorrentes é o facto de não lerem no check-in online os avisos de restrições.
Viajar numa saída de emergência não é só viajar num lugar com mais espaço em relação aos outros, quando existe. Viajar numa saída de emergência é viajar num lugar com responsabilidade, em que, caso haja necessidade podemos fazer toda a diferença!
Quando tentar obrigar a tripulação do seu voo a deixar o seu filho de 4 anos a viajar junto a uma saída de emergência, pense se ele seria capaz de abrir uma porta ou janela(15 kg)?
A partir do dia 25 de outubro a Ryanair vai deixar de operar a sua rota entre as cidades de Lisboa e Porto.
A operação entre as duas cidades foi lançada a 2 de abril de 2014, com 10 voos semanais, tendo chegado aos 19 voos por semana. Desde abril a companhia reduziu a sua operação na rota para seis voos semanais.
Segundo o JN a Ryanair admitiu que “por razões comerciais, a rota de Porto para Lisboa iria deixar de operar já a partir do dia 25 de outubro”. “É complicado crescer em Lisboa e abrir novas rotas, por isso tivemos de fazer opções. A rota doméstica Porto-Lisboa está servida por vários meios, pelo que achámos mais importante apostar em rotas para fora”.
A outra notícia é o acordo entre a companhia e a ANA – Aeroportos de Portugal que vai permitir manter a base de Faro, ao contrário do que foi anunciado em agosto.
A Ryanair indicou que chegou a “um acordo com a ANA que pode permitir cancelar o encerramento anunciado da base de três aviões em Faro neste inverno”.
De referir que a companhia previa despedir cerca de 100 trabalhos e agora deverá manter metade desse número.
Com o acordo alcançado, a Ryanair vai manter dois aviões dos seus três aviões dessa base.
“Em vez disso, a base de Faro poderá agora ser reduzida para dois aviões a partir de novembro deste ano e até março de 2020, devido ao atraso nas entregas de perto de 30 aviões Boeing Max à Ryanair”.
A companhia adiantou ainda que a tripulação de Faro se dispôs a “passar a ter contratos sazonais que reflitam a natureza sazonal do tráfego de e para o Algarve.”
De acordo com a Antena 1 Açores, o Grupo SATA está a convidar os trabalhadores com mais de 59 anos a reformarem-se, até ao final do ano.
A Antena 1 Açores indica que teve acesso a uma carta interna em que a administração da empresa justifica a medida com os “constrangimentos” de ordem operacional e financeira.
Até 30 de setembro, os trabalhadores que queiram optar pela reforma antecipada, devem comunicar esse desejo ao Serviço de Recursos Humanos.
Esta seé uma das medidas de reestruturação anunciadas em março pela SATA e que, já na ocasião, terá suscitado entusiasmo junto de alguns funcionários.
A Administração quer fazer, no entanto, uma estimativa de custos e apurar, com mais pormenor, qual o impacto que estas reformas antecipadas poderão vir a ter na organização interna da empresa.
A companhia de aviação sul-coreana Asiana Airlines vai inaugurar a sua rota entre Seul e Lisboa a 28 de outubro.
Neste momento já é possível reservar no site da companhia os bilhetes para a nova rota.
De acordo com as informações os voos serão operados duas vezes por semana em equipamento A350-900XWB (o tempo médio de voo ronda as 12h30)
Os voos partem do Aeroporto de Seul Incheon às segundas e quartas-feiras às 14h30 (hora local) e têm hora prevista de chegada a Lisboa às 18h50 (hora local). Já no regresso, os voos partem às 20h30 (hora local) para chegar a Seul no dia seguinte às 17h50 (hora local
A Indra é um parceiro chave da aliança europeia GBAS que este ano começará a implementar sistemas de aterragem assistida por satélite de última geração em aeroportos de toda a Europa para aumentar a capacidade das pistas até 6% nos períodos de maior tráfego.
Esta tecnologia permite que as aeronaves realizem descidas mais pronunciadas, breves e precisas, o que poupa combustível e reduz o ruído e as emissões de CO2.
Os sistemas GBAS aumentam por outro lado a capacidade do aeroporto: tornam possível que as aeronaves sigam diferentes rotas de descida na sua aproximação às pistas para evitar as turbulências deixadas pelo avião precedente. Segundo a investigação levada a cabo pela iniciativa europeia SESAR, sustentadas por simulações da Eurocontrol, isto pode representar um aumento da capacidade dos aeroportos de entre 2% e 6%.
A aliança europeia GBAS representa o trabalho conjunto de aeroportos, companhias aéreas, fornecedores de serviços de navegação aérea e fabricantes para uma implementação coordenada e sincronizada de sistemas terrestres de amplificação (Ground Based Augmentation Systems, GBAS). O objetivo é que os primeiros trabalhos de implementação se iniciem este ano e ganhem força em 2020. Estarão centrados mais especificamente em reforçar a precisão das aproximações em condições de escassa visibilidade.
A primeira reunião colaborativa da Aliança celebrou-se em Toulouse (França) no passado mês de junho, com uma representação de mais de 20 organizações.
Os sistemas GBAS complementam e, no futuro, substituirão os sistemas de aterragem por instrumentos (Instrument Landing Systems, ILS) que atualmente são usados nos aeroportos.
ILS
Uma implementação sincronizada do GBAS para as operações de escassa visibilidade (GBAS GAST D para categorias II e III) resultará em benefícios ambientais, económicos, de capacidade e de segurança para os aeroportos, companhias aéreas e fornecedores de serviços de navegação aérea.
A Indra impulsionou durante anos o desenvolvimento dos sistemas GBAS e é um dos fundadores desta aliança europeia. Contribui para a mesma com um dos elementos tecnológicos chave; o sistema NORMARC GBAS, que faz parte das soluções Indra Air Solutions, é capaz de guiar uma aeronave mesmo em condições de visibilidade mais reduzida (CAT II e III). A tecnologia está pronta e o objetivo, agora, é conseguir que a infraestrutura e o ambiente regulatório estejam preparados.
«A boa resposta a esta iniciativa é encorajadora», afirma Hugo Moen, diretor geral de vendas GBAS na Indra. «Apesar dos indiscutíveis benefícios para todos, necessitamos de um esforço coletivo para sair deste bloqueio. As transportadoras aéreas estão reticentes em investir em recetores GBAS para aeronaves dado que poucos aeroportos dispõem da infraestrutura necessária e, em sentido inverso, os aeroportos ou fornecedores de serviços de navegação não estão a realizar investimentos porque poucas aeronaves podem utilizar este sistema.»
A diferença entre os GBAS e os ILS é que os GBAS se baseiam em Sistemas de Navegação Global por Satélite (GNSS) em vez de em sinais de rádio convencionais. Os sinais de ILS podem ser afectados pela topografia e outros obstáculos físicos, o que não ocorre com os GBAS, que recebem o sinal do espaço. Portanto, obtém-se uma maior capacidade durante as aproximações de precisão e reduz-se o risco de desvios, cancelamentos e voltas.
«O GBAS permite aproximações mais pronunciadas e breves. Podem realizar-se aterragens de precisão em aeroportos nos quais não se podiam realizar anteriormente devido à topografia ou outras razões. Na Noruega utilizámos sistemas de aterragem baseados em GNSS em 17 aeroportos durante muitos anos, com magníficos resultados. É uma satisfação ver que a indústria trabalha conjuntamente para que mais países possam beneficiar desta nova tecnologia», comenta Linda Lavik, gestora de produtos de GBAS na Indra.
A Indra é a única empresa do mundo com uma carteira de tecnologia que abarca todas as fases de um voo, desde a descolagem até à aterragem. A Indra Air Solutions reúne um conjunto de soluções estruturadas para ajudar cada fornecedor de serviços de navegação a construir um céu completamente adaptado às suas necessidades operacionais. Organiza-se nas seguintes linhas: Indra Air Automation, Air Communication, Air Navigation, Air Surveillance, Air Information y Air Drones.
Sobre a Indra
A Indra (www.indracompany.com) é uma das principais empresas globais de tecnologia e consultoria e o parceiro tecnológico para as operações chave dos negócios dos seus clientes em todo o mundo. É líder mundial no fornecimento de soluções próprias em segmentos específicos dos mercados de Transporte e Defesa, e uma empresa líder em consultoria de transformação digital e Tecnologias da Informação em Espanha e na América Latina através da sua filial Minsait. O seu modelo de negócio está assente numa oferta integral de produtos próprios, com um enfoque end-to-end, de alto valor e com uma elevada componente de inovação. No exercício de 2018 registou um volume de vendas de 3.104 milhões de euros, 43.000 colaboradores, presença local em 46 países e projetos em mais de 140 países.
Em Portugal desde 1997, a Indra, com escritórios em Lisboa e no Porto, conta com uma sólida equipa de profissionais com elevada especialização para o desenvolvimento e implementação das suas soluções e serviços. A empresa integra alguns dos projetos mais inovadores que são chave para o desenvolvimento económico e tecnológico no país nos sectores de Transporte & Defesa, e nas Tecnologias de Informação (TI) através da sua filial Minsait.
Durante a entrega do primeiro Embraer E195-E2 para a Azul, David Neeleman, fundador e atual chairman da companhia, anunciou quais são as suas intenções para acelerar o início das operações da start-up americana Moxy.
Com a introdução dos novos modelos da Embraer na frota, a Azul irá devolver os modelos da antiga geração.
Assim que a companhia aérea brasileira libertar esses modelos, os mesmos, já terão destino. De acordo com o Neeleman, alguns desses aviões deverão passar a operar pela nova companhia do empresário nos Estados Unidos.
De recordar que, a Moxy tem contrato assinado com a Airbus para 60 Airbus A220-300, mas as primeiras unidades apenas deverão chegar a partir de 2021 e o empresário deseja iniciar as operações da companhia antes dessa data.
A título de curiosidade, a Azul para acelerar os início das suas operações em 2008 operou com aeronaves (PR-AZL | PR-AZA) vindas da JetBlue, companhia antiga de Neeleman.
O Travel Weekly anunciou que a Ryanair já disponibilizou uma grande parte dos seus voos para o próximo verão, para reservas à partida do Reino Unido.
De referir que fazem parte os destinos nacionais de Lisboa, Porto e Faro.
Em declarações à Travel Weekly, uma porta-voz da companhia sublinhou o orgulho que a Ryanair tem em poder ter à venda mais cedo que nunca os seus voos para as suas “mais populares rotas na Europa”.
Além de Portugal, a Ryanair incluiu neste lançamento com um ano de antecedência voos também para França, Grécia, Itália e Espanha à partida de aeroportos como Edimburgo, East Midlands, Stansted, Luton e Manchester.
Segundo o site de notícias Bloomberg, a Thomas Cook com sede no Reino Unido entrou esta segunda-feira, dia 16 de setembro, com um pedido de protecção contra falência nos tribunais dos EUA.
O capítulo 15 da lei de falências dos EUA protege empresas estrangeiras de acções de credores americanos enquanto reorganizam as suas dívidas. Fundamentalmente, também desencadeia o pagamento de um seguro padrão para um grupo de detentores de títulos quando existe a dúvida de que poderão bloquear o negócio em curso.
O pedido Thomas Cook deu entrada num tribunal do distrito sul de Nova Iorque, mostram os documentos judiciais datados de 16 de setembro. O escritório de advogados Latham & Watkins está a representar a empresa, de acordo com os documentos
A Thomas Cook propôs trocar 1,67 bilhões de libras (2,07 bilhões de dólares) de dívida e títulos bancários por 15% do património líquido e pelo menos 81 milhões de libras de novas notas subordinadas, que pagarão juros com mais dívida, de acordo com os documentos. Após a injecção de pelo menos 900 milhões de libras em dinheiro novo, o grupo chinês Fosun Turismo irá deter 75% das acções do braço do operador turístico e até 25% da companhia aérea.
Os credores das agências de viagens devem votar a 27 de setembro o plano proposto, no Reino Unido, que irá permitir ao investidor chinês Fosun liderar um resgate planeado da empresa.
O grupo Air France-KLM é, de novo, o líder do Dow Jones Sustainability Index (DJSI). Pelo décimo quinto ano consecutivo, a Air France-KLM figura nos lugares cimeiros do índice Europa e Mundo do DJSI, regressando ao lugar cimeiro da classificação em 2019.
«O DJSI premeia, hoje, os esforços permanentes e acções concretas levados a cabo nos últimos anos pelos colaboradores da Air France, da KLM, da Transavia, em todos os domínios da nossa actividade, para que a Air France-KLM seja a líder do transporte aéreo», afirmou Benjamin Smith, Diretor-geral da Air France-KLM.
«O Grupo Air France-KLM deve ser um exemplo em matéria de responsabilidade social e ambiental, e consagramos todos os nossos esforços em prol do nosso planeta, dos nossos colaboradores, dos nossos clientes e das gerações futuras. A nossa liderança deve mobilizar e juntar os nossos parceiros, as empresas e os profissionais do sector da aviação, já que temos uma responsabilidade partilhada de transformar o quotidiano do transporte aéreo, para torná-lo mais respeitoso com o ambiente.»
Sobre o Dow Jones Sustainability Index
Os índices DJSI Europa e Mundo, calculados em conjunto pelos índices Standard & Poor´s, Dow Jones e pela gestora de ativos RobecoSAM, distinguem, respetivamente, as 144 e as 318 empresas mais responsáveis. A classificação do DJSI baseia-se numa análise aprofundada do desempenho económico, social e ambiental de mais de 3.500 grupos internacionais e na avaliação de factores críticos para a gestão das empresas, a relação com os clientes, a política ambiental, as condições de trabalho ou ainda as acções sociais.
A Airbus está a avaliar os estragos causados, a duas aeronaves, devido a um incidente com o sistema de incêndios no hangar de produção do A220 na sua fábrica em Mobile.
A construtora já confirmou o incidente, mas não especifica o tipo de aeronave afectada ou a extensão dos possíveis danos.
De referir que a empresa monta aeronaves da família A320 e da família A220, naquela unidade.
Embora o sistema de supressão tenha sido activado, a Airbus indicou que não houve sinal de um incêndio real. A construtora acrescentou também, que nenhuma das suas equipas de montagem sofreram qual problema com este incidente.
“Durante o período fora da produção, o sistema de combate a incêndio foi activado num dos hangares de suporte das instalações de produção da Airbus em Mobile, Alabama”, afirmou a Airbus em comunicado.
“Duas aeronaves que estavam em montagem estão a ser analisadas em relação ao impacto que possam ter sofrido. Estamos em contacto directo com o cliente para mantê-lo informado”, acrescenta a Airbus. “O hangar foi fechado enquanto as equipas de avaliação no local trabalham para determinar a causa da activação”.
Para já a Airbus recusa-se a comentar mais.
Alguns analistas já indicaram esta manhã que o incidente ocorrido ontem, 16 de setembro, poderá atrasar a produção do Airbus A220.
A TAP Air Portugal recebeu na sua frota o seu 14º Airbus A330neo.
O novo A330-900 foi registado com a matrícula CS-TUO e será afecto aos voos intercontinentais com destino aos Estados Unidos da América e Brasil.
A TAP tornou-se em dezembro de 2018 a primeira companhia aérea do mundo a oferecer aos seus clientes as características económicas imbatíveis, de maior alcance e eficiência, e a nova cabina Airspace. É um novo conceito ajustado à ambição da Companhia de oferecer o melhor produto da indústria aos seus Clientes, proporcionado pelo Airbus A330-900neo.
A Companhia é também pioneira ao oferecer neste avião mensagens de texto ilimitadas grátis, via wi-fi, em voos transatlânticos, sem qualquer custo e para todos os passageiros.
Além de um sistema de entretenimento a bordo e conectividade de última geração, com wifi disponível, o Airbus A330-900neo tem 298 assentos dispostos numa confortável configuração de cabina com três classes: 34 assentos em executiva, 96 em classe económica plus e 168 em classe económica.
A nova cabina Airspace by Airbus, entre outras novidades, oferece mais espaço a cada Cliente, compartimentos de bagagem maiores e um inovador sistema de iluminação de cabina. O novo avião veio para reforçar e expandir a operação do longo curso da TAP.
Esta segunda, 16 de setembro, regressou ao Aeroporto João Paulo II, São Miguel, Açores, um Antonov AN124 da companhia aérea Volga-Dnepr Airlines.
De recordar que a aeronave já tinha estado em Ponta Delgada, a 27 agosto, para levar o material necessário para a reparação do avião da Delta Ailrines que sofreu o hard landing, a 18 de agosto. Agora o An124 regressa para levar todo o material para Atlanta.
De acordo com as informações partilhadas em vários Grupos, o B757-251 da Delta Airlines deverá voar para os EUA com restrições no que respeita a altitude.
Foto: João Rufino
O spotter António Sousa apanhou o momento em que a equipa de manutenção envolvida na reparação da aeronave tirou a foto de família:
De recordar que B757-251, N543US, realizou o voo DL414 entre Nova Iorque e Ponta Delgada e sofreu uma aterragem “dura” tendo danificado partes da fuselagem e no trem de aterragem.
Os primeiros modelos do Boeing B737MAx produzidos para a Ryanair surgiram com indicação do modelo “original” na fuselagem.
Foto: Woodys Aeroimages
Após a proibição dos voos comerciais operados com este tipo de modelo, e depois da possibilidade da Boeing alterar o nome do modelo, algumas unidades produzidas para a Ryanair surgiram com uma nova designação: B737-8200.
Foto: Woodys Aeroimages
Agora as novas unidades produzidas estão a surgir sem qualquer designação de modelo:
Foto: Woodys Aeroimages
De recordar que para já, não existe qualquer previsão de quando o “B737MAx” poderão voltar aos céus para operar voos comerciais.
Recentemente o CEO da Boeing, Dennis Muilenburg, alertou os investidores para a necessidade da empresa ter que reduzir ainda mais ou interromper temporariamente a produção do 737 Max.
De acordo com a Boeing, a empresa aguarda a aprovação das autoridades para que o B737MAX possa voar novamente no quarto trimestre deste ano.
Muilenburg alertou que qualquer novo atraso na aprovação do 737 Max poderá comprometer a sua produção. Uma desaceleração adicional ou paralisação temporária da produção do modelo “não é algo que queremos fazer, mas uma alternativa para a qual temos que nos preparar”.
O CEO disse que a Boeing precisa estar preparada para todas as situações “para ter certeza de que cobrimos todos os cenários”. A empresa está a trabalhar numa solução de software para um sistema de segurança que acredita ter causado as duas falhas, mas não será possível apresentar essa correcção às autoridades de aviação até setembro, e espera ter um voo de certificação em outubro.
Após o voo de certificação, Muilenburg acredita que os reguladores vão aprovar o 737 Max para o voos comerciais em questão de semanas.
Durante um discurso, na passada semana, o presidente venezuelano Nicolas Maduro, anunciou que o governo do seu país vai criar um voo directo entre Caracas e Moscovo.
E para já não sabe mais do que isto. De salientar que ambos os países possuem companhias públicas que podem operar a referida rota. a rota.
“Muito em breve vamos abrir o voo directo entre Caracas e Moscovo, para que os jovens possam ir passar férias à Rússia”, disse Maduro no Palácio de Miraflores. “Estamos a construir laços profundos no novo mundo multipolar, laços de juventude para juventude, de cidade para cidade, de governo para governo. Imaginem como serão as relações da Rússia e da Venezuela em 2030, em 2040, em 2050, união e desenvolvimento, prosperidade, independência, paz ”, afirmou Maduro.
Situação da Conviasa
A companhia pública venezuelana, Conviasa, com sede em Caracas, possui uma diminuta frota de 7 aeronaves Embraer 190, que operam os voos domésticos e regionais.
No passado a companhia operou vários destinos internacionais, mas em 2017, a companhia foi forçada a suspender todas as suas operações internacionais devido à falta de moeda estrangeira para pagar os seguros das aeronaves.
Estelar
A Estelar também pode ser uma das chamadas a operar a rota.
A companhia aérea venezuelana foi fundada em 2009 que começou a operar inicialmente com um voo para Porlamar e, em poucos meses, estabeleceu uma rota para Maracaibo. Em maio de 2017, a companhia possou a voar para cinco destinos na Venezuela: Caracas, Cumana, Maracaibo, Porlamar e Santo Domingo.
Em relação aos voos internacionais a Estelar opera algumas rotas abandonadas pelo Conviasa.
O primeiro voo comercial do segundo A330neo da HiFly, CS-TKY, vai acontecer hoje, ao serviço da companhia charter espanhola AlbaStar.
O A330neo vai voar entre o aeroporto de Bergamo, Itália e Marsa Alam, no Egipto
Conheça o interior do avião:
Business Class:
Economy Class:
De recordar que o CS-TKY é o segundo A330neo de 10 aviões que acabarão por renovar toda a frota da companhia no decorrer dos próximos anos.
Um investimento, que segundo a Hifly, reflecte as intenções da empresa em renovar os seus aviões no sentido de voar uma frota mais moderna, eficiente e com menor impacto ambiental.
O avião, equipado com motores Rolls-Royce Trent 7000, possui um alcance superior a 6.500 milhas náuticas e abarcará com um conforto único um total de 365 numa configuração a 3 classes – Classe Executiva, Classe Económica Premium e Económica Standard.
A pedido do cliente a configuração poderá ser alterada para uma versão de maior densidade com 415 lugares apenas de classe Económica. Cada assento encontra-se equipado com um sistema de entretenimento de bordo individual e completo proporcionando aos passageiros uma diversidade de opções e uma agradável experiência de voo.
Ospotter Gil Cardosoapanhou através da sua objectiva a chegada do terceiro Airbus A321LR para a TAP Air Portugal.
O CS-TXC aterrou esta sexta-feira, 13 de setembro, Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, proveniente de Hamburgo/Finkenwerder.
Os A321LR da TAP podem transportar até 171 passageiros e estão configurados com 2 classes muito semelhantes às do A330neo. Este modelo tem 16 lugares em Executiva que podem ser convertidos em cama, 48 lugares em Económica Premium e 107 em Económica.
De recordar que a companhia portuguesa fez uma encomenda de 14 aviões A321LR e que deverão chegar na sua totalidade até ao final de 2021,
O terceiro, de uma encomenda de 10 unidades, A330neo da Hifly realizou o seu primeiro voo de teste.
De recordar que os dois A330-900 com as cores da Air Senegal pertencem e são operados pela Hifly.
Recentemente a Hifly recebeu o seu primeiro A330neo com as cores próprias.
A Air Senegal recebeu o seu primeiro A330neo em fevereiro com o registo 9H-SZN e antes do final do ano irá receber a segunda unidade do modelo.
A Air Senegal foi a primeira companhia aérea africana a receber e operar o mais novo membro da família de fuselagem larga da Airbus.
O A330neo está equipado com uma cabine de três classes, compreendendo 32 assentos de Classe Executiva, 21 Premium Plus e 237 Classe Económica.
O A330neo é um verdadeiro avião de nova geração baseado no sucesso do A330 e inspirado na tecnologia A350 XWB. O modelo incorpora motores Rolls-Royce Trent 7000 de nova geração altamente eficientes e uma nova asa 3D optimizada de maior alcance com novos Sharklets. Juntos, estes avanços trazem uma redução significativa no consumo de combustível de 25% em comparação com aeronaves concorrentes de geração anterior de tamanho similar.
Certamente que sexta-feira 13 não é dia de azar para a easyJet.
A companhia recebeu mais um A320neo na sua frota e este é sem dúvida especial. Este modelo representa também a 9000ª unidade produzida da família A320, pela Airbus.
Para além do novo avião, hoje sexta-feira 13 de setembro, a companhia bateu um novo recorde de passageiros transportados num único dia, mais de 332 mil passageiros, num total de 1972 voos programados, indicou a companhia aérea.
“O ano passado, a 14 de setembro de 2018, a easyJet transportou 330,000 passageiros, tendo, hoje, a 13 de setembro de 2019, registado mais de 332,000 passageiros”, destaca a low cost britânica na informação divulgada.
“Estamos a assistir a uma taxa de procura alta em toda a nossa rede na sexta-feira, com um aumento de pessoas a optar pela nossa companhia aérea, sendo que estamos bastante satisfeitos por quebrar recordes, novamente, este ano”, congratula-se José Lopes, diretor da easyJet para Portugal.
A British Airways anunciou hoje que vai cancelar todos os seus voos marcados para 27 de setembro devido a uma nova greve dos pilotos, que irá causar transtornos a dezenas de milhares de passageiros.
A companhia aérea apela ao sindicato dos pilotos da British Airways (BALPA) para “anularem a greve e retomarem as negociações” com o objetivo de resolver a disputa laboral relacionada com os salários, refere a transportadora britânica num comunicado enviado à agência AFP.
“Para podermos oferecer a maior segurança possível aos nossos clientes, estamos a entrar em contacto com todos os interessados para fazer o reembolso total ou marcarem uma nova reserva numa data alternativa ou para optarem por outros destinos ou para mudarem para outras companhias”, salienta a British Airways.
A companhia aérea britânica pede “desculpa” pelo facto da greve “ir perturbar, de novo, milhares de planos de viagens” dos passageiros.
Em comunicado divulgado na quinta-feira, o BALPA disse que a companhia tinha começado a cancelar os voos marcados para 27 de setembro com o propósito de evitar reembolsar os passageiros.
Os regulamentos estabelecem que se a empresa não notificar um cliente da alteração do seu voo nos 14 dias anteriores à sua realização, terá de o compensar.
Na segunda e na terça-feira, os pilotos da British Airways realizaram dois dias de paralisação, tendo marcado outro dia de greve para 27 de setembro. Esta paralisação levou a que a companhia aérea cancelasse cerca de 1.600 voos no total, isto é, a quase totalidade dos voos, afetando 200.000 passageiros.
Cada dia de greve custa à British Airways 40 milhões de libras (45 milhões de euros) e afetou sobretudo os aeroportos de Heathrow e Gatwick, em Londres.
O sindicato BALPA não descartou a possibilidade de vir a fazer mais greves caso não vissem as suas reivindicações salariais satisfeitas.
O sindicato explicou que o tempo que medeia entre os dois primeiros dias de greve e 27 de setembro foi planeado para dar tempo à British Airways para encontrar uma solução para o problema salarial.
Esta semana, as duas partes têm procurado encontrar uma solução mediada pela ACAS, a autoridade para arbitragem e conciliação de diferendos laborais no Reino Unido, sem que tenham chegado a um acordo.
A Airbus divulgou fotografias do primeiro A350 XWB para a Fiji Airways. A construtora europeia aproveitou o momento em que a aeronave saiu da oficina de pintura.
O A350-900 é alugado através da Dubai Aerospace Enterprises, e será o primeiro do tipo a ser operado por uma companhia aérea na região do Pacífico Sul.
A aeronave vai passar agora para a fase final do processo de montagem, com a instalação de motores e posteriormente iniciará os testes de solo e voo, antes da entrega à Fiji Airways no quarto trimestre.
O A350-900 será configurada com 33 assentos na Classe Executiva e 301 assentos na Classe Económica. A Fiji Airways vai operar o A350 por forma a aprimorar os serviços de longo curso existentes para a Austrália e os EUA.
É objectivo da companhia abrir novas rotas com a chegada de mais modelos.
O A350 XWB é a família de corpo largo mais moderna do mundo e a líder de longo alcance. É a única aeronave de design totalmente nova na categoria de 300-410 assentos, oferecendo o menor custo por assento de qualquer grande corpo largo.
A Lufthansa suspendeu a venda dos bilhetes dos lugares da última fila dos seus A320neo, como medida preventiva devido às limitações de centro de gravidade da aeronave.
Esta acção preventiva acontece depois dos pilotos da companhia terem recebido um memorando interno que sugeria bloquear a última fila de lugares como uma medida mitigadora, seguindo assim uma directiva de aeronavegabilidade da EASA – Agência Europeia de Segurança Aérea.
Depois dos problemas semelhantes encontrados no A321neo a EASA descobriu um problema semelhante no A320neo, mas que poderá acontecer só em situações muito especificas e que podem ser controladas pelos pilotos.
Vários testes indicam que o A320neo pode comandar excessivamente o leme de profundidade, levantando ou abaixando o seu nariz. Sob certas condições e manobras, o compensador, o elevador e o computador do elevador e aileron (ELAC) mostraram um defeito.
Para este problema acontecer têm de existir duas premissas: o A320neo deve estar configurado para aterragem com um centro de gravidade próximo ao limite na parte traseira da aeronave. Em seguida, é necessária uma manobra repentina, como um go-around. Numa situação normal o sistema da aeronave deveria corrigir automaticamente o ângulo de ataque para compensar, mas descobriu-se que, em algumas situação, não actua.
Como referimos acima, ao contrário do sistema do B737 MAX que se sobrepõe aos pilotos, o sistema do A320neo permite que as tripulações façam as devidas correcções.
O porque?
De acordo com a Aviation Week, os responsáveis da Lufthansa indicam que o problema do centro de gravidade se refere apenas aos A320neos e A321neos que foram equipados com cabines Space Flex.
O designer das cabine Space Flex foi desenvolvido para acomodar passageiros com mobilidade reduzida a bordo de aeronaves Airbus de corredor único. Esta nova configuração permite a instalação de um lavabo e de uma galley num espaço anteriormente não aproveitado, permitindo assim a colocação de mais uma fila para passageiros.
Actualização do manual de voo do A320neo
Depois de uma Directiva de Aeronavegabilidade emitida pela EASA e publicada pela HMGaerospace, a Airbus entrou em contacto com as companhias aéreas que voam o A320neo e actualizou o manual de voo da aeronave com revisões no centro de gravidade e forneceu novas recomendações de carga.
“A eficiência reduzida da protecção do A320neo sob certas condições de voo e em combinação com manobras de comando específicas da tripulação pode levar a atitudes excessivas de pitch, possivelmente aumentando as condições de carga de trabalho da cabine.
Essa condição, potencialmente insegura, embora nunca encontrada durante as operações, foi descoberta durante a análise e testes de laboratório das leis de controle de voo do A320neo.“
A Starlux Airlines está a gerar burburinho enquanto se prepara para voar como uma nova grande companhia aérea, com sede em Taiwan, a partir de janeiro de 2020.
Nos últimos dias, a Starlux anunciou a data do seu voo inaugural e apresentou ao mundo a sua primeira turma de pilotos, que recentemente se formou num programa de treino de voo nos Estados Unidos.
Chang Kuo-wei, CEO da Starlux e ex-presidente da EVA Airlines, anunciou que o voo inaugural da Starlux será a 23 de janeiro de 2020.
A partir de 23 de janeiro, a companhia aérea vai oferecer pelo menos um voo por dia para um dos três destinos, incluindo Macau, Da Nang, Vietname e Penang, com mais destinos a serem adicionados ao longo do ano.
Para já ainda não foi revelado qual dos destinos será contemplado com o voo inaugural.
Para iniciar a sua operação, a Starlux vai receber três Airbus A321neo. O primeiro deverá ser entregue em novembro, com o segundo e o terceiro a chegar em dezembro e janeiro, respectivamente.
Espera-se que outros sete sejam entregues até 2020, juntamente com uma frota de cinco A350-900s e 12 A350-1000s que devem ser entregues na íntegra no final de 2021.
Como referimos acima, recentemente a Starlux Airlines anunciou que 14 pilotos concluíram um programa de treino de um ano nos Estados Unidos.
A Airbus, juntamente com o Gategroup, Recaro Aircraft Seating e Stelia, ganhou o prémio Crystal Cabin 2019 na categoria de “Melhor experiência de viagem para clientes“ com a Airscape Connected Experience. Este novo conceito de cabine, apresentado durante a APEX Expo do ano passado, conduz os passageiros por uma nova experiência personalizada e promove oportunidades para as companhias aéreas melhorarem a sua rentabilidade e eficiência operacional. A plataforma vai interligar, em tempo real, os componentes da cabine, incluindo as galleys (“cozinha” do avião), os trolleys do serviço de bordo, os lugares, o lixo aéreo e outros elementos de cabine.
Vai permitir também aos passageiros terem acesso a uma experiência de viagem muito mais personalizada. Airbus está a trabalhar com mais fornecedores para expandir ainda mais os serviços ligados à Connected Experience.
A Iberia anunciou, hoje, que disponibilizou uma tarifa especial para os passageiros com bilhetes comprados na Aigle Azur.
No que diz respeito a Portugal, a companhia espanhola criou uma tarifa especial para o trajecto entre a cidade do porto e Paris via Madrid.
Os bilhetes podem ser comprados no site da Iberia em iberia.com e as tarifas incluem bagagem de porão e escolha de lugar gratuita 24 horas antes da partida do voo.
Os clientes que reservarem as tarifas especiais deverão apresentar os bilhetes originais da Aigle no no balcão de check-in.
Os bilhetes podem ser reservados até 30 de setembro de 2019.
A Virgin Atlantic já abriu as reservas para a sua nova rota entre Londres Heathrow e São Paulo Guarulhos. Com esta nova rota, a companhiavai entrar em concorrência directa com a British Airways e com a LATAM, bem como, indirectamente com a TAP, que capta passageiros nos vários mercados europeus para os seus voos de Lisboa para São Paulo e outros destinos no Brasil.
A Virgin Atlantic vai iniciar os seus voos para o Brasil a 20 de março com equipamento Boeing B787-9 Dreamliner.
Os voos descolam de Londres (voo VS197) às 22h30 com chegada prevista a São Paulo às 6h25 do dia seguinte, já os voos de regresso descolam de São Paulo (voo VS198) às 16h25 e com chegada prevista a Londres às 7h50 do dia seguinte. (horas locais)
Para já, apenas estão disponíveis reservas para as classes J, W e Y, prevendo-se que nos próximos dias sejam abertas as restantes.
De salientar que os voos ainda carecem de aprovação governamental.
A TAP Air Portugal divulgou que a sua rota de Telavive só no mês de agosto teve um total de nove mil passageiros. A companhia destacou o grande contributo das novas rotas que inaugurou nos últimos meses, para os números de agosto: “contribuíram com mais de 99 mil passageiros”.
A maior fatia desse contributo foi das novas rotas internacionais intra-europeias, “com mais 56 mil passageiros”, seguindo-se as novas ligações com a América do Norte, “com mais 29 mil”.
A informação da companhia indica que 56,9% do aumento passageiros verificado em agosto veio das novas rotas.
A TAP indicou que em agosto transportou “mais de 1,7 milhões de passageiros”, com um aumento de 174 mil em relação ao mês homólogo de 2018.
O Spotter Tobias Gudatestá sempre atendo ao que se passa na fábrica da Airbus em Hamburgo. Desta vez o spotter “apanhou” o primeiro A321neo para a Azul, já com a identidade completa da companhia e com os motores instalados.
O A321neo da companhia aérea brasileira deverá iniciar brevemente os testes de voo. O futuro PR-YJA (MSN 9090) está previsto ser entregue à Azul durante o mês de novembro.
Foto: Tobias Gudat
De acordo como planeamento de frota, a Azul prevê ter ao seu serviço ainda durante 2019 três A321neo: A321-251NX, matrícula PR-YJA (MSN 9090) tem sua entrega prevista para o próximo mês de novembro, seguido pelo PR-YJB (MSN 9055) e PR-YJC (MSN 9243).
A WOW Air deverá voltar aos céus em outubro de acordo com o CEO da USAerospace Associates, Michele Ballarin.
Numa conferência de imprenssa, o CEO, indicou que a companhia seria relançada com o mesmo nome e que o seu primeiro voo será entre o aeroporto de Dulles, em Washington DC, e Keflavik, na Islândia, já no próximo mês.
Para já não são conhecidos os valores financeiros envolvidos no negócio, apenas que a USAerospace reservou 85 milhões de dólares para ajudar no fluxo de caixa da WOW.
A nova Sede da companhia ficará situada no Aeroporto de Dulles, em Washington. A USAerospace ficará com 49% do capital social e 51% do capital será detido por investidores islandeses, o que irá permitir a operação da companhia na Europa.
Em relação à frota da companhia, segundo o que foi partilhado, será composta inicialmente por duas aeronaves, havendo a previsão de ter entre 10 a 12 até ao verão de 2020.
A título de curiosidade, até à sua insolvência, a WOW Air transportou mais de um terço de todos os visitantes da Islândia, tendo a sua falência causado um grande alvoroço na Islândia, onde se esperava que tivesse um impacto negativo nos números do turismo, bem como na economia em geral
A EGYPTAIR recebeu o primeiro de doze aviões A220-300 encomendados à Airbus, sendo o primeiro avião deste modelo a operar no Médio Oriente e no Norte de África, e o sexto a operar em todo o mundo. A companhia aérea, baseada no Cairo, pretende colocar no ar este modelo de avião em rotas de e para o principal hub Egípcio do Cairo nos próximos dias.
O novo A220-300 EGYPTAIR, está configurado com duas classes, tendo 140 lugares no total, das quais 15 fazem parte de uma classe económica premium, e 125 que pertencem à classe económica comum, oferecendo a todos os passageiros um elevado nível de espaço e conforto.
O A220 é o único avião construído propositadamente para o mercado de 100-150 lugares; oferece uma eficiência de combustível imbatível e um enorme conforto para os passageiros, tudo isto num avião com apenas um corredor. O A220 traz, em simultâneo, a mais recente aerodinâmica, materiais avançados e Pratt & Whitney’s PW1500G de última geração, motores turbofan voltado, de modo a proporcionar uma redução de 20% no consumo de combustível por lugar, quando comparado com aviões de gerações anteriores. O A220 oferece a performance de um avião grande de corredor único.
A companhia EGYPTAIR opera atualmente uma frota de 15 aviões Airbus e ainda detém 15 aviões A320neo, bem como mais 11 A220 para serem entregues nos próximos anos.
Com uma carteira de mais de 500 aviões pedidos até ao final do mês de Agosto de 2019, o A220 tem todas as características para ganhar o lion’s share do mercado de aeronaves de 100-150 lugares, que se estima que represente, no mínimo, 7.000 modelos nos próximos 20 anos.
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