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Pilotos da Lufthansa oferecem até 45% do seu vencimento para ajudar companhia

 

De acordo com a União de Sindicatos dos Pilotos Alemães, os pilotos da Lufthansa estão prontos para sacrificar até 45% dos seus salários por mais de dois anos para ajudar a companhia a reduzir custos, num momento em que a companhia aérea luta com o impacto da pandemia de coronavírus.

No comunicado emitido pode ler: “As concessões somam mais de 350 milhões de euros e contribuem significativamente para a viabilidade da empresa”.

Os pilotos estão afectos à Lufthansa, Luthansa Cargo e à Germanwings / Eurowings.

De recordar que recentemente a Bloomberg indicou que, o governo alemão está a negociar um programa de resgate para a companhia aérea Lufthansa e caso as negociações falhem a companhia pode requerer proteção judicial.

As negociações do resgate, que envolvem cerca de oito mil milhões de euros, estarão a decorrer com alguma tensão e a Lufthansa admite que se falharem pode, como último recurso, recorrer a proteção judicial, acrescenta a agência de informação citando fontes conhecedoras do processo.

Uma opções que está a ser discutida inclui a concessão de lugares ao governo no conselho e o poder de bloquear decisões estratégicas. A administração da Lufthansa estará relutante em aceitar tais termos uma vez que poderiam prejudicar a competitividade da companhia aérea.

Este regime judicial, que na Alemanha é denominado por Schutzschirm, iria permitir à companhia ter, na prática, uma proteção contra os credores por um período de três meses, semanas durante as quais teria de desenvolver um plano de reestruturação.

Para que uma empresa possa ter este regime, ele tem de ser aprovado por um tribunal sendo que o pedido tem de ser feito antes da empresa ficar incapaz de cumprir com as suas responsabilidades financeiras.

TAP realiza voo de carga entre a China e o Brasil

 

A TAP Air Portugal está envolvida em mais uma operação de transporte de material de médico para a ajudar ao combate da pandemia do Covit-19.

Seria mais um voo igual aos últimos que a companhia tem operado não fosse o destino final, o Brasil.

O Airbus A330-900 CS-TUS vai ligar o aeroporto de Guangzhou na China ao aeroporto de Confins no Brasil com uma escala técnica em Lisboa.

O voo especial está programado para aterra em Confins sexta-feira às 14h00 (hora local).

A TAP preparou a cabine do avião para este tipo de transportes, como de resto, têm feito várias companhias para darem uma resposta mais rápida à necessidade de transporte urgente de carga.

Conhecia este projecto? A320 com manobras autónomas em pista

 

Sabia que pode ter um réplica desta aeronave à escala 1:400? – VER MAIS

Electric Green Taxiing System (EGTS) é um sistema eléctrico que permite às aeronaves realizares autonomamente algumas operações em pistas.

Este projecto tinha como finalidade a redução da quantidade de combustível utilizado pelas aeronaves e reduzir as emissões de gases de efeito estufa durante as operações em terra.

A tecnologia EGTS permite que as aeronaves não utilizem os seus motores principais, apenas a energia gerada pelo APU – Unidade de Energia Auxiliar.

O sistema foi projectado para aeronaves de corredor único, como o Airbus A320 e o Boeing 737.

No Farnborough Air Show, em julho de 2016, depois dos resultados positivos dos testes e dos clientes mostrarem interesse, a baixa cotação dos combustíveis levou ao cancelamento da joint venture entre a Honeywell e a Safran. Apesar do desfecho deste projecto a Safran continua a trabalhar em sistemas de taxiamento eléctrico. O A320de desmonstração foi desactivado em 2013.

“Low Cost” – SNPVAC acusa TAP de não ter informado trabalhadores sobre este plano

 

Segundo a Antena 1, o Sindicato Nacional de Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) acusa a TAP de não ter ainda informado os trabalhadores da intenção de transformar a empresa numa companhia aérea de baixo custo.

O presidente do Sindicato, Henrique Martins explicou esta tarde em entrevista à Antena 1 que o sindicato foi colocado perante um facto consumado.

Na entrevista realizada pela jornalista Paula Véran, o presidente do SNPVAC insistiu na necessidade de negociar este plano entre TAP e o sindicato, até para garantir a sua execução.

De acordo com a mesma notícia, a Antena1 indica que teve acesso a uma nota interna da companhia onde a TAP admite estar a passar um dos momentos mais críticos da sua história, com 95% da frota parada e sem receitas desde o meio de março.

Por isso, a empresa pondera avançar com vendas a bordo e com a cobrança de refeições, como acontece nas transportadoras de baixo custo.

 

Todos os funcionários da Azul passam a utilizar máscara de protecção

 

A Azul anunciou, hoje em comunicado, que está a intensificar várias medidas para tornar os seus aviões ainda mais seguros, no que respeita à saúde, para as viagens dos seus colaboradores e clientes.

Todos os colaboradores da companhia, sejam agentes de aeroportos, de cargas, técnicos de manutenção, tripulantes de cabine ou pilotos passam a utilizar máscaras durante o serviço .

A companhia já iniciou a distribuição das máscaras pelos seus colaboradores.

“Com essa atitude simples, de manter a boca e nariz tampados o tempo todo, estamos protegendo nossos Tripulantes e Clientes. Da mesma forma que é obrigatório para as equipes da Azul o uso das máscaras, estamos pedindo para que nossos Clientes também utilizem suas máscaras, lenços ou tecidos de proteção que os deixe confortáveis durante o voo. Juntos conseguimos aumentar o clima de segurança a bordo e deixaremos todos que estão voando com a certeza de que estão em um ambiente ainda mais protegido”, afirma Jason Ward, vice-presidente de Pessoas e Clientes.

A Azul informa ainda que oferece em todos os seus voos tudo aquilo que é necessário para que seus Clientes sintam-se protegidos a bordo. A companhia tem à disposição dos Clientes a bordo álcool em gel e lenços desinfectantes.

“Mesmo com todas essas medidas, é extremamente importante você seguir com rigor todas as recomendações de limpeza pessoal, seja qual for o seu destino. Além disso, nossos Tripulantes estão usando máscaras e luvas para ajudar a manter o ambiente limpo dentro da aeronave”, explica Ward.

Ainda, os jatos são equipados com filtro de ar HEPA, capaz de extrair 99,99% dos vírus existentes dentro do avião.

TAP já não estava a ser bem gerida antes da covid-19 – ministro das Infraestruturas

 

O ministro das Infraestruturas considerou hoje que a TAP já não estava a ser bem gerida antes dos efeitos da covid-19 na sua atividade e que o Governo vai optar pela solução que melhor defender o povo português.

“Não é por eu ser ministro que vou passar a dizer que a empresa foi bem gerida. Eu faço uma apreciação já negativa dos resultados que a nossa empresa TAP já vinha a apresentar antes da covid-19. Eu acho que a empresa TAP, já antes da covid-19, não estava bem, que a empresa não estava a ser bem gerida antes da covid-19, pronto está dito aquilo que eu acho”, afirmou o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos.

E acrescentou que o Governo optará pela solução para a TAP que melhor defender “o povo português e a economia do país”.

O governante falava na comissão parlamentar de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação, no âmbito de uma audição regimental, e respondia a uma questão do deputado do CDS-PP João Gonçalves Pereira sobre o futuro da companhia aérea e uma possível nacionalização, à qual o partido se opõe.

“O senhor deputado está a dizer que um empréstimo de 350 milhões de euros, um empréstimo do povo português, vai resolver os problemas da TAP. E se a empresa não puder pagar, o empréstimo é de quem? Eu digo-lhe, eu vou-lhe dizer: é o povo português que paga, percebe? E se é o povo português que paga, é bom que seja o povo português a mandar”, respondeu o ministro, exaltado.

Sublinhando que o Governo está a avaliar todas as propostas de solução para o problema da TAP, Pedro Nuno Santo disse não excluir qualquer uma delas, incluindo uma nacionalização.

“Se nós [Estado] injetarmos centenas de milhões de euros na TAP, o que é que acha que acontece à relação societária, se o privado não acompanha? Não vamos aqui com rodriguinhos! O Estado mete lá dinheiro, metemos um cêntimo, o privado não mete lá nenhum, o que é que acontece? O Estado fica com papel maioritário”, respondeu o ministro.

O ministro com a pasta das infraestruturas lembrou ainda que a TAP é uma empresa com 800 milhões de euros de dívida e, por isso, considera que um empréstimo de 350 milhões pedido pelos privados que fazem parte da Comissão Executiva da transportadora não resolve os problemas da empresa.

Os “350 milhões de euros não resolvem os problemas da TAP. O privado que diga lá a verdade toda de quanto precisa até ao final do ano”, defendeu.

Pedro Nuno Santos acusou o CDS de estar a defender a proposta do privado, na questão da TAP.

Se o Estado não tivesse participação na empresa, hoje já “nem tínhamos aviões, nem tínhamos nada”, acrescentou.

“Cada vez que eu oiço uma intervenção de um deputado do CDS eu penso ‘esta malta não percebe nada de empresas’. Um estado que se quer defender na relação com o privado não deve excluir nada, até para ter força negocial”, reiterou o ministro.

Lufthansa vai voar entre Frankfurt e a cidade do Porto a partir de 18 de maio

 

O grupo Luthansa anunciou hoje, 29 de abril, que vai alargar os voos de repatriamento até 31 de maio. O novo horário de voos de repatriamento contém uma nova ligação da Lufthansa do Porto para Frankfurt, a partir de 18 de maio.

Em Portugal, esta ligação é um acréscimo ao serviço diário da Lufthansa já existente, de Lisboa para Frankfurt.

A SWISS oferece três voos por semana de Lisboa e quatro voos do Porto para Zurique e Genebra.

No longo curso, a Lufthansa está a operar 15 ligações semanais, com três voos por semana de Frankfurt para Newark, Chicago, São Paulo, Banguecoque e Tóquio.

Na Europa, a empresa está a operar 330 voos por semana de Frankfurt e Munique para várias cidades, incluindo Helsínquia, Tallinn, Vilnius, Estocolmo, Oslo, Gotemburgo, Copenhaga, Varsóvia, Londres, Amesterdão, Bruxelas, Paris, Zurique, Genebra, Viena, Milão, Roma, Barcelona, Madrid e Atenas, além de Lisboa e Porto.

Turkish Airlines suspende todos os voos até 28 de maio

 

A Turkish Airlines anunciou hoje a suspensão de todos os voos, nacionais e internacionais, até 28 de maio, abrangendo as festas do final do mês sagrado para os muçulmanos, o Ramadão, que começou na sexta-feira passada.

“Por decisão das autoridades competentes, e fazendo parte das medidas preventivas face à pandemia do novo coronavírus, suspendemos todos os voos nacionais e internacionais até 28 de maio”, refere a companhia aérea de bandeira turca numa mensagem oficial na rede social Twitter.

Neste sentido, não haverá viagens durante os quatro feriados oficiais no fim de semana prolongado que põe fim ao Ramadão (de 23 a 26 de maio), o mês de jejum muçulmano, iniciado na sexta-feira passada.

Nos últimos dias, o governo turco mostrou-se esperançado em que esse feriado já pudesse ser passado sem restrições e até repatriou milhares de cidadãos de 50 países, para que estes pudessem reunir-se com as suas famílias naqueles dias.

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, declarou hoje num breve discurso que seria necessário “continuar a ‘serrar os dentes’ por algum tempo”.

“Se não fizermos sacrifícios neste processo e não deixarmos a pandemia para trás, em conjunto com outros países, teremos prejuízos muito mais sérios”, disse o presidente turco.

A Turkish Airlines tinha há duas semanas prorrogado a suspensão dos voos internacionais até 20 de maio, mas mantinha até agora os voos domésticos para 14 destinos do país, apesar da frequência ser menor do que a habitual.

A companhia aérea privada Pegasus, por sua vez, também informou no seu site na internet que as reservas só poderão ser feitas a partir de 28 de maio.

Icelandair vai despedir 2000 funcionários

 

A Icelandair, companhia aérea islandesa, anunciou que vai reduzir 2.000 dos seus 5000 funcionários devido às “graves repercussões” da pandemia de covid-19 nos setores da aviação e viagens.

Em comunicado a companhia diz que: “Para enfrentar a situação, o grupo Icelandair está a adotar medidas importantes (…) incluindo uma redução considerável do número de funcionários e mudanças na sua organização”, anunciou a companhia, num contexto de crise sanitária que continuará a atingir as viagens aéreas e “num futuro imprevisível”.

A Icelandair indicou que está a preparar-se para “um período prolongado de operações mínimas”.

A redução de pessoal anunciada afeta membros de tripulações, serviços de manutenção e operações em terra.

O grupo precisou que “a maioria dos trabalhadores que ficam vai continuar a trabalhar a tempo parcial” e que os que continuam a tempo inteiro têm reduções salariais.

No mesmo comunicado o presidente da companhia disse que: “estas medidas são muito dolorosas, mas necessárias”.

Governo alemão prepara-se para resgatar Lufthansa

De acordo com a Bloomberg, o governo alemão está a negociar um programa de resgate para a companhia aérea Lufthansa e caso as negociações falhem a companhia pode requerer proteção judicial.

As negociações do resgate, que envolvem cerca de oito mil milhões de euros, estarão a decorrer com alguma tensão e a Lufthansa admite que se falharem pode, como último recurso, recorrer a proteção judicial, acrescenta a agência de informação citando fontes conhecedoras do processo.

Uma opções que está a ser discutida inclui a concessão de lugares ao governo no conselho e o poder de bloquear decisões estratégicas. A administração da Lufthansa estará relutante em aceitar tais termos uma vez que poderiam prejudicar a competitividade da companhia aérea.

Este regime judicial, que na Alemanha é denominado por Schutzschirm, iria permitir à companhia ter, na prática, uma proteção contra os credores por um período de três meses, semanas durante as quais teria de desenvolver um plano de reestruturação.

Para que uma empresa possa ter este regime, ele tem de ser aprovado por um tribunal sendo que o pedido tem de ser feito antes da empresa ficar incapaz de cumprir com as suas responsabilidades financeiras.

Teruel recebe aviões da Lufthansa e Tarbes prepara pistas para mais aviões

Hoje, 28 de abril, a Tarmac Aragon recebeu um A380, o maior avião comercial do mundo, e um A340-600, ambos da companhia aérea Lufthansa, nas suas instalações no Aeroporto de Teruel.

A empresa dedica-se ao estacionamento, manutenção e reciclagem de aeronaves e espera receber mais aeronaves nos próximos dias.

Segundo a empresa já esta quarta-feira vai receber mais dois A380 e na próxima quinta-feira mais um.

No passado sábado, a Air France enviou dois Airbus A380 para Teruel, para armazenamento.

Foto: TARMAC

Hoje o aeroporto de Tarbes, em Lurdes recebeu mais um A380 para estacionamento:

Foto: Aeroporto Tarbes

O aeroporto prepara-se para a chegada de mais aeronaves, tendo iniciado os trabalhos de repavimentação de pistas e de taxi away de acesso às placas de estacionamentos das aeronaves.

Foto: TARMAC

As companhias aéreas procuram estes aeroportos para estacionamento das suas aeronaves devido às condições metrológicas mais favoráveis à sua preservação, bem como, devido à resposta das empresas implementadas nestes aeroporto quando houver necessidade de reativação das mesmas.

TAP vai operar em maio os voos para Luanda em A321LR

 

De acordo com a actualização da TAP Air Portugal nos sistemas de reserva, a companhia vai operar dois voos por semana entre Lisboa e Luanda.

Neste caso o que chama mais à atenção é o tipo de equipamento que vai ser utilizado; a companhia vai operar com equipamento A321LR no lugar do A330neo entre 20 e 31 de maio

Segundo o site da companhia, o voo TP2658 descola de Lisboa às 13h20 de terças e sábados e regressa como TP2659 às quartas e domingos, com partidas às 22h45 (hora local) de Luanda, com chegada a Lisboa no dia seguinte pelas 6h50.

De referir que a realização desta operação está dependente do planeamento de início de voos da TAP Air Portugal.

As características da aeronave permitem oferecer aos passageiros níveis de conforto tão elevados quanto os aviões de maior dimensão, como os A330neo. O A321LR tem cadeiras ergonómicas em classe económica equivalentes às que são disponibilizadas no Airbus A330neo e o avançado sistema de entretenimento a bordo, bem como ligação wifi e envio gratuito de mensagens de texto.

Foto: Catarina Madureira

O A321LR da TAP está configurado para transportar até 171 passageiros; 16 em Executiva, 48 em Económica Premium e 107 em Económica.

Foto: Catarina Madureira

Foto: Catarina Madureira

TAP prolonga período de ‘lay-off’ e Sindicato dos tripulantes acusa companhia de não cumprir regras de pagamento do ‘lay-off’

 

O Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) acusou hoje a TAP de não cumprir as regras de pagamento aos trabalhadores, estabelecidas pelo regime de ‘lay-off’ e já pediu reunião com o Governo.

Num comunicado enviado hoje às redações, o SNPVAC diz que a TAP se recusa a pagar “corretamente” aos tripulantes de cabine, não cumprindo, assim, o que está previsto na portaria 94A/2020, que estabelece as regras para o regime de ‘lay-off’ simplificado, criado pelo Governo como forma de apoiar as empresas que sofrem os efeitos da pandemia de covid-19 na economia.

“Como é do conhecimento geral, a TAP AIR Portugal aderiu ao regime de ‘lay-off’ previsto no decreto-lei 10G/2020, usufruindo dos apoios financeiros do Estado português, para possibilitar um maior apoio aos seus trabalhadores face aos problemas criados pela pandemia da covid-19. Contudo, a companhia aérea recusa-se a pagar corretamente aos seus tripulantes de cabine”, lê-se na nota do sindicato.

O SNPVAC considera que a TAP está a fazer uma interpretação abusiva do decreto-lei 10-G/2020, tomando como base para o cálculo de compensação contributiva apenas o vencimento fixo e as senioridades.

De acordo com o definido na referida portaria, “a compensação retributiva é paga por referência à retribuição normal ilíquida do trabalho prestado na empresa”.

Assim, o sindicato considera “inqualificável esta postura da empresa” e garante que vai recorrer a todas as instâncias, “para que a lei seja reposta”, tendo já solicitado uma reunião com o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos.

Para o presidente daquela estrutura, Henrique Louro Martins, esta é uma situação que prejudica “gravemente” a classe que representa e é “intolerável que uma empresa que tem 50% de capital do Estado português passe por cima da lei, ignorando tudo e todos”.

Contactada pela Lusa, a esclareceu que paga a todos os trabalhadores 2/3 da retribuição normal ilíquida, que no caso dos tripulantes de cabina é composta pelo vencimento fixo e senioridades.

“A TAP cumpre escrupulosamente as prescrições legais e regulamentares”, sublinhou a companhia aérea.

Também hoje, o Conselho de Administração da TAP decidiu prolongar o período de ‘lay-off’ por mais 30 dias, até 31 de maio, por considerar que se mantêm as condições que levaram à adesão à medida, no início de abril.

A companhia aérea recorreu, em 02 de abril, ao programa de ‘lay-off’ simplificado, disponibilizado pelo Governo como uma das medidas de apoio às empresas que sofrem os efeitos da pandemia de covid-19 na economia.

Numa carta enviada à Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) e assinada pela Comissão Executiva da transportadora, no dia 20 de março, a TAP pediu garantias ao Estado para duas possíveis operações de financiamento, por parte do Haitong e do ICBC Spain, para um total de 350 milhões de euros.

No dia 14 de abril, em entrevista à Rádio Observador, o primeiro-ministro não excluiu o recurso à nacionalização da TAP, afirmando não haver “nenhuma razão para excluir nenhum instrumento de ação pública que se revele necessário”.

Portugal contabiliza 928 mortos associados à covid-19 em 24.027 casos confirmados de infeção, segundo o boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a pandemia.

O “Grande Confinamento” levou o Fundo Monetário Internacional (FMI) a fazer previsões sem precedentes nos seus quase 75 anos: a economia mundial poderá cair 3% em 2020, arrastada por uma contração de 5,9% nos Estados Unidos, de 7,5% na zona euro e de 5,2% no Japão.

Para Portugal, o FMI prevê uma recessão de 8% e uma taxa de desemprego de 13,9% em 2020.

A Air Asia apresentou novo fardamentos e novas condições para viajar

 

A Air Asia, companhia de baixo custo, apresentou um novo fardamento para responder às novas existências de saúde, passando as tripulações de cabine a estarem protegidas na sua totalidade.

Para o desenvolvido do novo fardamento, a companhia contou com a ajuda do designer Puey Quinones, de Los Angeles.

Em comunicado, a AirAsia anunciou um novo protocolo de segurança, que passará a ser “novo normal”da companhia, assim que as suas operações foram retomadas, programadas para iniciarem no dia 1 de maio.

Anteriormente a companhia tinha anunciado que deveria retomar os seus voos domésticos regulares com início na Malásia no 29 de abril, Tailândia a 1 de maio, Índia a 4 de maio, Indonésia a 7 de maio e Filipinas a 16 de maio.

A primeira fase será o retomar de operações domésticas domésticas, mediante a implementação de rigorosos controles de saúde e distanciamento social em vigor, em conformidade com os regulamentos estabelecidos pelo Ministério da Saúde Pública e pela Autoridade da Aviação Civil da Tailânda:

1. Os passageiros serão distanciados com assentos alternados e controles adequados desde a reserva, com venda limitada de lugares.

2. Os passageiros deverão usar as suas próprias máscaras durante toda a viagem; desde o check-in à saída das malas.

3. Serviço de refeições será temporariamente suspenso.

4. Os passageiros devem ser rastreados de acordo com os regulamentos do aeroporto, incluindo a verificação da temperatura corporal durante o embarque, sendo que os passageiros com temperatura corporal acima de 37,3ºC ou com sintomas como espirros ou tosse, não poderão embarcar.

5. penas será permitida uma peça de bagagem pessoal, como uma bolsa de um portátil ou uma mala de senhora.

6. Os passageiros deverão realizar o check-in online.

Boeing Dreamlifter transportou 1,5 milhões de máscaras cirúrgicas

A Boeing utilizou um dos seus Dreamlifter, para realizar uma missão de transporte COVID-19, carregando 1,5 milhões de máscaras cirúrgicas, entre  Hong Kong e Greenville, Carolina do Sul.

O equipamento de proteção individual (EPI) foi transportado no porão inferior do seu Dreamlifter N747BC.

A Boeing trabalhou em parceria com a Prisma Health, a Atlas Air Worldwide e Neil Ferrier, fundador da Discommon, uma empresa de desenvolvimento de produtos.

A Discommon garantiu a produção dos EPI´s na China e procurou a Boeing para ajudar no transporte para o Prisma Health, o maior sistema de assistência médica da Carolina do Sul.

A Boeing doou o custo do transporte da missão, com a Atlas Air a operar os voos em nome da Boeing. “Há dez anos atrás, a Boeing chegou à Carolina do Sul – investindo uma quantidade significativa de recursos na nossa economia e criando empregos para o nosso povo”, disse o governador da Carolina do Sul, Henry McMaster. “Hoje, a Boeing está a fazer outro investimento significativo no nosso estado em parceria com outras empresas da Carolina do Sul para ajudar a combater este vírus mortal”

Conheça o interior do Dreamlifter:

Já no dia 18 de abril, um 737-700 da Boeing transportou 450.000 máscaras entre a China e New Hampshire. Missões adicionais de transporte aéreo com o Boeing Dreamlifter e o ecoDemonstrator estão planeadas  para o futuro.

Voos da TAP entre o Porto e Gatwick passam a operar em Heathrow

 

De acordo com as última actualizações, a  TAP vai operar em julho entre a cidade do Porto e Heathrow, no lugar de Gatwick.

O voo será operado diariamente em equipamento Embraer E190.

De recordar que a companhia anteriormente operava dois voos diários para Gatwick.

CS-TKP da Azores Airlines já apresenta as novas cores com o símbolo da união o “BIA”

 

Recentemente tínhamos dado conta que finalmente o Grupo SATA começava a ganhar um fio condutor da sua imagem e da sua mensagem para os Açores e para Mundo.

A companhia, neste período que se pede a união de todos, começa a unificar a sua imagem com um dos maiores símbolos da sua história recente, o  BIA – Blue Islands Azores.

De referir que o A320 CS-TKP encontrava-se a realizar o em Check C e precisava de trabalhos de pintura.

A nova pintura para os A320 seguem a linha das palavras chaves daquilo que os Açores despertam em nós, deixando cair o QR code.

Já ontem, tínhamos referido que esta era uma oportunidade para a Azores Airlines unificar as suas pintura uma vez que tinha um avião em manutenção geral, o A320 CS-TKQ em versão “frigorífico”, e o A320 CS-TKK parado em Tarbes.

Este símbolo é um Açor reinventado, rectilíneo, inspirado no futurismo dos protótipos, construído a partir de nove pedaços assimétricos, distintos e coloridos, que simbolizam as nove ilhas do Arquipélago.

Em outubro de 2015 ocorreu uma mudança no nome da companhia, passando a designar-se Azores Airlines, tendo igualmente o esquema de cores mudado de azul para verde, de forma a distinguir-se da companhia-mãe SATA Air Açores.

De referir que o verde nunca colheu uma boa receptividade, tendo havido sempre uma pressão mediática para retomar os tons azuis.

Já em 2017 a marca Azores Airlines vê alterada a sua cor novamente para o azul com umas pequenas alterações no seu logotipo.

SATA | Azores Airlines

Brevemente o céu voltará a ser azul!SATA | Azores Airlines

Publicado por Kiosque da Aviação em Quarta-feira, 1 de abril de 2020

 

Com a uniformização do logotipo continuam a existir as duas marcas SATA e Azores Airlines mas agora mais unidades do que nunca.

A empresa começou a uniformizar os seus logotipos nas últimas publicações e certamente irá nos próximos tempos uniformizar no resto da sua actividade, uma vez que não implica grandes alterações.

Dívida de 16 milhões obriga aeroporto a bloquear aviões da Virgin Australia

O aeroporto de Perth, na Austrália, está a utilizar máquinas pesadas e veículos da empresa para impedir que algumas das aeronaves da Virgin Australia possam operar.

Esta acção prende-se com o facto de existirem grandes valores em dívidas, cerca de 16 milhões de dólares pelo uso de aeroportos e terminais.

De acordo com as informações, neste momento estão impedidos de operar 4 aparelhos da companhia.

Em comunicado a entidade gestora do aeroporto diz que é uma prática comum nestas situações e que, enquanto trabalhava com a companhia aérea para superar a crise do coronavírus, precisava proteger os seus próprios interesses., assumindo os aviões como garantia.

“O aeroporto de Perth ativou as penhoras sobre uma série de aeronaves da Virgin – uma prática padrão nessas situações”. O executivo-chefe do aeroporto de Perth, Kevin Brown, disse que as quatro aeronaves bloqueadas não estavam actualmente em operação

Apesar de toda a situação, não pode dizer que ao mesmo tempo que o aeroporto activou as penhoras sobre os aviões, o mesmo, não está a ajudar a companhia permitindo a continuação das suas operações.

Kevin Brown indicou:

“Na verdade, estas quatro aeronaves não estão ao serviço no momento”;

“Duas delas estão sem motores, uma delas tem um problema no trem de aterragem, estando há várias semanas estacionada.”

“Nós, de todas as pessoas, queremos ver uma indústria de aviação viável na Austrália, queremos ver mais de uma companhia aérea na Austrália”.

Brown disse que a Virgin Australia entendeu que toda esta situação fazia parte do processo e que os voos actuais não serão afectados, com a Virgin a operar cerca de 180 voos através do Terminal 2.

Ryanair obrigada a readmitir trabalhadores despedidos em Espanha antes da crise

 

Um tribunal espanhol decidiu hoje a nulidade de um despedimento coletivo feito pela transportadora Ryanair, tendo os 224 trabalhadores de regressar com as mesmas condições e com o pagamento dos seus salários desde a extinção do contrato.

A decisão foi tomada pela Audiência Nacional espanhola, um tribunal especial competente neste tipo de questões, porque a empresa aérea “não quis iniciar um período de consulta” com os representantes dos trabalhadores e houve “má fé, fraude, coação e abuso de direitos na atuação do empregador”.

O tribunal insta a companhia ao “pagamento imediato” dos salários que as pessoas afetadas por este despedimento coletivo “deixaram de receber desde a rescisão do contrato”.

A Ryanair anunciou em outubro de 2019 o encerramento das bases de Tenerife, Lanzarote e Gran Canaria (Ilhas Canárias), uma medida que também afetou, inicialmente, a de Girona (Catalunha).

No entanto, no início de dezembro passado, a empresa optou por manter esta última, embora com um funcionamento sazonal, se os trabalhadores aceitassem uma mudança nas suas condições contratuais.

As razões evocadas pela Ryanair foram a ineficiência destas instalações, o atraso nas entregas do Boeing 737-MAX, o elevado custo das operações, bem como a incerteza quanto ao cenário pós-Brexit e ao seu impacto no território insular.

A Audiência Nacional considera que houve “uma evidente má fé dos empregadores, que queriam encerrar as bases aéreas nas Ilhas Canárias e converter a de Girona numa base sazonal com o mais baixo custo possível”.

O tribunal afirma que a Ryanair “aproveitou o aparecimento de uma circunstância de natureza marcadamente temporária e conjuntural”, o atraso do Boeing 737-MAX, para encerrar vários dos seus centros “sem fazer referência” a aspetos que justificariam a existência de uma causa ligada à sua produção ou organização para justificar o despedimento coletivo.

A magistratura também sublinha a “total falta de consideração” dos representantes da empresa para com os sindicatos, “evidenciada” em alguns aspetos formais da negociação.

Embraer acusa Boeing de informações falsas para cancelar acordo

 

A Boeing cancelou o acordo para a compra da Embraer. Pelo acordo, as empresas pretendiam fazer uma fusão na área de aviação comercial da companhia brasileira e criar uma segunda joint venture por forma a desenvolver o mercado para o avião militar C-390 Millenium.

De acordo com o comunicado oficial da Boeing, as duas partes poderiam cancelar o contrato até ao dia 24 de abril. Como a Embraer não resposndeu a todas as condições necessárias para o acordo, a Boeing exerceu seu direito.

“A Boeing trabalhou arduamente por mais de dois anos para finalizar o acordo com a Embraer. Nos últimos meses, tivemos negociações produtivas, mas sem sucesso para responder às condições do contrato. Todos pretendíamos resolver todas os problemas até à data determinada para rescisão, mas não o fizemos. É profundamente decepcionante. Mas chegamos a um ponto em que a negociação continuada no âmbito do contrato não irá resolver os problemas pendentes”, afirmou em comunicado Marc Allen, presidente da Boeing para a parceria com a Embraer.

Horas mais tarde, depois do comunicado da Boeing, chega a vez da Embraer, indicando que a Boeing fabricou sistematicamente informações falsas para não honrar o acordo.

“A Embraer acredita firmemente que a Boeing rescindiu indevidamente o MTA, que fabricou alegações falsas como pretexto para tentar evitar seus compromissos de fechar a transação e pagar à Embraer o preço de compra de US$ 4,2 bilhões. Acreditamos que a Boeing se envolveu em um padrão sistemático de atraso e violações repetidas do MTA, devido à sua falta de vontade de concluir a transação à luz de sua própria condição financeira e do 737 MAX e outros problemas comerciais e de reputação”.

“Hoje, a Embraer continua sendo uma empresa bem-sucedida, eficiente, diversificada e verticalmente integrada, com um histórico de atendimento a clientes com produtos e serviços de alto sucesso, construídos sobre uma base sólida de recursos industriais e de engenharia. A Embraer é uma exportadora e desenvolvedora de tecnologia, com presença e defesa global, negócios executivos e comerciais. Nossos funcionários continuarão orgulhosamente oferecendo aos nossos clientes produtos e serviços de alta qualidade dos quais dependem da Embraer todos os dias”, disse a fabricante.
 
“Nossa história de mais de 50 anos está alinhada com muitas vitórias, mas também com alguns momentos difíceis. Todos eles foram superados. E é exatamente isso que vamos fazer novamente. Superemos esses desafios com força e determinação”, concluiu.

A Embraer indica que está em total conformidade com as suas obrigações previstas no MTA e que cumpriu todas as condições necessárias para o acordo ser cumprido até ao dia 24 de abril de 2020.

A empresa deixa o aviso que irá procurar todas as soluções contra a Boeing pelos danos sofridos como resultado do cancelamento indevido e da violação do MTA.

Air France iniciou o phase-out dos seus últimos A340-300

 

Muitas companhia que tinham planeado a retirada de modelos, mais antigos, das suas frotas viram esses processos acelerados devido à situação actual do mundo da aviação provocada pelo Covid-19.

A Air France não é excepção e além de acelerar o phase-out dos seus A380 também iniciou o phase-out dos seus A340-300 que estavam a voar actualmente com as cores da JOON.

Ontem, 24 de abril, chegou ao aeroporto de Tarbes o F-GLZO, o primeiro dos quatro modelos a sair da frota da companhia.

A Air France foi a companhia lançadora do modelo em 1993 e durante a sua história operou 30 unidades do modelo.

A companhia têm ainda na sua frota os A340-300 F-GLZK, F-GLZN e F-GLZPO, com uma idade média de 21.7 anos.

Foto: Tarmac Aerosave

Hoje, chegaram a Teruel, em Espanha, os A380 com as matrículas F-HPJF e F-HPJG para armazenamento de longo praz.

 

euroAtlantic airways realiza mais um voo de repatriamento entre angola e Portugal

 

A euroAtlantic airways (EAA) indicou, em comunicado, que um avião da companhia posicionado no Aeroporto de Amesterdão Schiphol (AMS) a principal instalação aeroportuária dos Países Baixos, vai voar para o Aeroporto 4 de Fevereiro (LAD) em Luanda, um dos aeroportos mais visitados pela euroAtlantic durante a atual crise do novo Coronavirus fará escala no Aeroporto Internacional de Malabo (SSG) na ilha de Bioko, Guiné-Equatorial, frente a São Tomé e Príncipe.

O avião envolvido nesta operação é o Boeing B767-300ER com a matrícula CS-TKS

Ambos os estados fazem parte da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e assinaram acordos para a exploração de petróleo e gaz na fronteira comum. A EAA no antigo território arquipélago de administração portuguesa a EAA detém uma participação e a gestão da companhia STP AIRWAYS.

O avião português em Malabo vai desembarcar e recolher passageiros, seguindo depois para o destino final, Luanda.

O voo da euroAtlantic airways (MMZ-YU631) foi fretado pelo grupo AMELIA da Regourd Aviation sediado em França, com raízes na Aviação Executiva e um departamento ativo em voos de repatriamento e Carga, na Europa, África e Oriente Médio, vai trazer passageiros de Angola para Portugal, prevendo estimar o Aeroporto Humberto Delgado em Lisboa, sábado (25 de abril) cerca das 19:20 (horas UTC).

A euroAtlantic airways foi eleita pela Regourd Aviation (40 Anos no mercado) em resultado das suas capacidades e referências históricas auferidas no mercado mundial. A euroAtlantic como o grupo francês, também adota a sua missão às necessidades do mercado e dos seus cliente, revelando na atual crise do Covid-19 uma total segurança operacional e conforto dos passageiros transportados.

Modelo especial da JC Wings na sua escala favorita

 

A JC Wings anunciou hoje, 24 de abril, a produção de um modelos especial.

Trata-se do B787-8, com a matrícula JA837J, que foi personalizado pera realizar o transporte da tocha olímpica entre a Grécia e o Japão.

O responsável da JC Wings indicou que os modelos estarão todos prontos no próximo mês de maio, chegando às lojas entre maio e junho.

Poderá reservar o seu modelo e usufruir de 10% de desconto na sua reserva.

O modelo vai ser produzido à escala:

1:200 – RESERVAR AQUI

1:400 – RESERVAR AQUI

1:400 “Flap down”- RESERVAR AQUI

1:500 – RESERVAR AQUI

 

 

Cathay Pacific poderá trocar a sua encomenda de B777X por B787

 

Ontem, dia 23 de abril, o B777X com a matrícula N779XW iniciou mais um conjunto de voos testes que visam a sua certificação.

A par destes voos, chegam notícias menos animadoras para a Boeing, com companhias a planificar trocas de aeronaves ou atrasar sem data várias entregas.

A Lufthansa está a equacionar receber modelos cargueiro do B777 em detrimento do B777X.

Já a Cathay Pacific, por forma a cortar custos devido à pandemia provocada pelo Covid-19, pretende trocar os seus Boeing 777X por Boeing´s 787 Dreamliner.

A companhia quer alterar a sua encomenda de 21 unidades de 777-9X, num valor estimado de 7.4 bilhões de dólares.

Caso a companhia avance com a troca, o 787-10 Dreamliner, que custa 104 milhões de dólares a menos a preços de tabela.

A principal diferença entre os modelos está no tamanho: o 777X é 8 metros maior e tem um alcance 1.590 km maior, em termos de capacidade de carga também existem diferenças; o  777-9X pode transportar no porão 8 contentores LD3 a mais que o 787-10, traduzindo-se em mais 1.272 metros cúbicos.

De recordar que a Cathay Pacific foi a primeira companhia a encomendar o modelo à Boeing.

Delta suspende venda de bilhetes entre Boston e Lisboa

 

A Delta Air Lines, suspendeu a venda de bilhetes para algumas das suas rotas na Europa.

Uma das rotas afetadas é a rota entre Boston e Lisboa que anteriormente a companhia tinha anunciado que iria reforçar este verão IATA.

De recordar que a Delta tinha anunciado em outubro que iria operar um voo diário entre as duas cidades com equipamento B757-200 com capacidade para 164 passageiros. Os voos seriam operados entre 22 de maio e 30 de setembro.

A Delta também suspendeu a venda de bilhetes nas suas rotas:

à partida de Boston para:

Londres Gatwick

Manchester

Roma

Munique

Também à partida de outras cidades dos EUA foram cancelados voos para a Europa; à partida de Atlanta (sete), Detroit (duas), Indianapolis (uma) Minneapolis (uma), Nova Iorque JFK (oito), Orlando (uma), Portland (uma), Salt Lake City (uma) e Tampa (uma)

Governo Italiano assume controlo da Alitalia

O governo italiano vai assumir o controlo total da Alitalia em junho, anunciou o ministro da Indústria, Stefano Patuanelli, acrescentando que a companhia aérea teria falido devido à crise do coronavírus.

Durante a audiência parlamentar sobre os transportes, o ministro disse que o governo vai criar uma nova empresa no início de junho, com controlo 100% estatal: “A nova Alitalia vai começar com uma frota de mais de 90 aeronaves, em comparação com as actuais 113”.

Patuanelli negou algumas notícias que davam conta que a frota da companhia seria reduzida para 30 aviões.

Graças à intervenção do Estado, a Alitalia será capaz de competir efectivamente assim que o sector recuperar: “Até agora, a Alitalia era um vaso de cristal entre vasos de aço. A nova empresa vai começar na mesma posição que outras companhias aéreas quando o sector reiniciar ”, disse Patuanelli.

O Governo deixa para mais tarde se continuará a assumir o controlo da companhia ou se poderá ser privatizada.

 

Air Arabia recebeu o seu Certificado de Operador Aéreo

 

A Air Arabia anunciou hoje que recebeu o seu COA – Certificado de Operador Aéreo, o que permite à companhia iniciar as suas operações à partida de Abu Dhabi como a quinta companhia aérea nacional dos Emirados Árabes Unidos, após a Air Arabia (Sharjah), Emirates, flyDubai e Etihad.

Adel Al Ali, CEO do Grupo, Air Arabia, disse: “Agradecemos à Autoridade Geral de Aviação Civil dos Emirados Árabes Unidos (GCAA) pelo seu apoio durante o processo de obtenção do COA, bem como das equipas da Air Arabia e Etihad que, apesar dos desafios atuais, trabalhou incansavelmente para obter a licença a tempo. Embora a disseminação do COVID-19 continue a impactar a economia global, incluindo o setor de aviação, estamos confiantes de que o sector deve superar os desafios atuais e emergir mais forte. A obtenção do COA durante este período reflete o nosso compromisso e disponibilidade para iniciar as operações da Air Arabia Abu Dhabi assim que os céus e aeroportos abrirem-se e os clientes puderem voar novamente”.

O COA destaca que a Air Arabia tem todas as capacidades profissionais, cumpre todos os regulamentos de segurança necessários para operações de aeronaves e tem capacidade comprovada de voar, após a conclusão de inspeções rigorosas conduzidas pela Autoridade Geral de Aviação Civil dos Emirados Árabes Unidos (GCAA).

Foto: Tobias Gudat

A nova companhia foi formada através de um acordo entre a Etihad Airways e a Air Arabia para estabelecer uma joint-venture independente que irá  operar como uma companhia aérea de baixo custo com o Aeroporto Internacional de Abu Dhabi como o seu hub.

A Air Arabia Abu Dhabi irá continuar a trabalhar em estreita colaboração com GCAA para definir a data do inicio das suas operações, assim que as condições do mercado melhorem.

A nova companhia irá complementar os serviços da Etihad Airways e pretende dar resposta ao crescente segmento de mercado de viagens de baixo custo na região.

A Air Arabia Abu Dhabi recebeu o código 3L da International Air Transport Association (IATA).

Mais de 270.000 passageiros repatriados pelo grupo Air France

 

O Grupo Air France indicou hoje em comunicado que, devido à crise sanitária global causada pelo COVID-19 resultou na maior operação de repatriamento jamais vista em todo o mundo. Centenas de milhares de viajantes quiseram voltar aos seus países o mais rapidamente possível, apresentando um desafio operacional sem precedentes face aos numerosos encerramentos de fronteiras e de espaços aéreos.

Um trabalho em conjunto com o Ministério dos Negócios Estrangeiros e das embaixadas

A Air France mobilizou-se e trabalhou em estreita colaboração com o Ministério dos Negócios Estrangeiros e a Secretaria de Estado dos Transporte para identificar e triar as necessidades nos vários países, em conjunto com as embaixadas e as representações da Air France em todo o mundo. Foi criada uma célula de crise operacional 7 dias por semana para coordenar as operações e obter as autorizações necessárias para a manutenção do programa regular de voos, bem como a preparação de voos especiais exclusivos para operações de repatriamento. Estas operações revelaram-se mais complicadas devido às numerosas restrições impostas às companhias aéreas, por exemplo em matéria de pernoita de tripulações, e pela ausência de procedimentos harmonizados nos diferentes países.

150 000 cidadãos franceses puderam regressar a casa graças à Air France e à Transavia

Desde 14 de março de 2020, a Air France e a Transavia operaram mais de 1.800 voos a partir de 132 aeroportos em 82 países, permitindo o repatriamento de mais de 270.000 passageiros, incluindo 150.000 franceses. Num contexto económico fortemente degradado e com a maioria dos voos a partirem vazios de Paris, a Air France e a Transavia fixaram tarifas especiais limitadas para os viajantes em voos de repatriamento.

Estas operações de repatriamento estão agora a terminar na maioria das regiões, com a exceção de determinadas zonas como o Norte de África onde a procura se mantém alta, apesar dos mais de 200 voos já efetuados. Para responder a esta procura, a Air France vai continuar a assegurar voos pontuais nas próximas semanas, sujeitos à obtenção das autorizações necessárias.

Continuidade territorial e obtenção de material médico e bens essenciais à gestão da crise

A atividade da Air France está agora concentrada na execução de um programa mínimo de voos, incluindo os três voos semanais entre Paris-Charles de Gaulle (CDG) e Lisboa, que equivale a 5% da oferta habitualmente oferecida. Este destina-se, por um lado, a preservar a continuidade territorial entre as grandes cidades francesas e os territórios ultramarinos e, por outro, a manter uma ligação com as grandes metrópoles europeias e mundiais, permitindo o transporte de passageiros e carga.

A Air France participa, além disso, ativamente na ponte aérea entre a China e França para o transporte de máscaras e material médico. 7 voos são assegurados por semana em Boeing 777 carga e Boeing 777 habitualmente utilizados para o transporte de passageiros, sendo esse material transportado no porão e na cabine.

A implementação deste plano de repatriamento e a continuidade das operações tem sido possível graças ao empenho solidário de todas as equipas da Air France e da Transavia, pessoal no solo, pilotos, hospedeiras e comissários de bordo, orgulhosos por poderem contribuir para o esforço nacional.

A operação aérea para transportar cerca de 3 milhões de ovos

 

O spotter HugoGuerra.Planespotter capturou através da sua objetiva, mais um voo especial da El Al a Lisboa para realizar o transporte de uma carga também especial, ovos.

Esta operação contou com quatro voos para Lisboa e um para Kiev.

Este transporte especial deveu-se à necessidade rápida de repor o stock de ovos no país, devido à celebração da Páscoa judaica. Além disso, para os israelitas, o ovo significa a esperança pela recuperação do Templo de Salomão e, ao mesmo tempo, o luto pela destruição.

Como tem acontecido ultimamente com o transporte de material médico, também os ovos foram transportados tanto no porão como na cabine.

El Al Israel Airlines (San Francisco / Las Vegas)4X-EDD / Boeing 787-9 Dreamliner22-04-2020LPPT

Publicado por HugoGuerra.Planespotter em Quarta-feira, 22 de abril de 2020

 

Ryanair não retoma voos se tiver de deixar lugares vazios para manter distâncias

 

O presidente da Ryanair avisou hoje que a companhia aérea irlandesa de baixo custo não retomará os voos se for necessário deixar assentos no meio da fila vazios para manter as distâncias de seguranças por causa da covid-19.

Numa entrevista ao Financial Times, Michael O’Leary disse que já avisou o governo irlandês de que, se planear introduzir tais regras, “ou paga pelo assento do meio” ou a companhia não voará, sublinhando: “não podemos ganhar dinheiro com uma taxa de ocupação de 66%”.

Segundo o responsável, deixar os assentos do meio desocupados não garante distância suficiente e “é uma ideia idiota que não leva a nada”.

A companhia aérea de baixo custo, que tem 99% dos aviões imobilizados devido à quase total interrupção do tráfego aéreo por causa da pandemia de covid-19, já tinha alertado no início de abril que os seus lucros estariam abaixo das expectativas para o exercício anual até final de março, o que inclui apenas o início das perturbações relacionadas com o novo coronavírus.

A Ryanair estava em boas condições financeiras, sem dívidas e com uma tesouraria confortável, mas agora o setor da aviação está a passar por uma enorme crise, com o tráfego global paralisado por causa das medidas de contenção e controle da covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus.

Esta posição do presidente da Ryanair surge depois de a companhia aérea EasyJet ter admitido na semana passada a possibilidade de deixar os assentos do meio vazios numa fase inicial de retoma de voos.

A EasyJet, concorrente da Ryanair, tinha garantido dinheiro suficiente para uma imobilização, mesmo que durasse nove meses, o que lhe custaria três mil milhões de libras em liquidez.

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