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Ryanair retoma no verão 90% da sua operação para Portugal

 

A Ryanair anunciou que irá retomar a 90% da sua operação em Portugal a partir do dia 1 de julho, retomando assim, os seus voos para os aeroportos de Lisboa, Porto, Faro, Ponta Delgada e Lajes.

De acordo com a companhia “a Ryanair optou por ajustar a programação, reduzindo frequências diárias/semanais, mas mantendo o maior número possível de rotas”.

Além de Portugal, a companhia vai retomar voos para Espanha, Itália, Grécia e Chipre a partir da Irlanda, Reino Unido, Bélgica, Holanda e Alemanha.

Em comunicado, a companhia de baixo custo irlandesa adiantou ainda ter planos para “operar 40% da sua programação de voos” global em julho, “uma vez que Espanha anunciou este fim de semana que eliminaria as restrições de viagem e de visitantes a partir de 01 de julho, à semelhança de Itália, Chipre, Grécia e Portugal, que preparam a reabertura dos seus hotéis e praias para a principal época de férias nos meses de julho e agosto”.

Os voos diários a retomar pela Ryanair a partir de 01 de julho têm origem nos “países do Norte da Europa, incluindo Irlanda, Reino Unido, Bélgica, Holanda, Alemanha”, e destino nos “principais aeroportos de Portugal, Espanha, Itália, Grécia e Chipre”.

“Após quatro meses de bloqueio, celebramos as medidas dos governos de Itália, Grécia, Portugal, Espanha e Chipre para reabrir as fronteiras, eliminar as restrições de viagem e suprimir as quarentenas ineficazes”, afirma o presidente executivo da Ryanair, citado no comunicado.

Segundo Eddie Wilson, “as famílias europeias que têm estado sujeitas a um confinamento de mais de 10 semanas, podem agora aguardar com expectativa pelas tão esperadas férias familiares para Espanha, Portugal, Itália, Grécia e outros destinos mediterrânicos em julho e agosto”.

Todos os voos da Ryanair funcionarão com novas medidas sanitárias em vigor, que exigem que todos os passageiros e tripulações usem sempre máscaras nos terminais dos aeroportos e a bordo dos aviões, em conformidade com as recomendações da União Europeia.

Incluindo Lisboa e Faro: Transavia retoma programa de voos passo a passo

 

A Transavia, anunciou hoje em comunicado, que vai reiniciar o seu programa de voos passo a passo a partir de 4 de junho. A Transavia vê um interesse dos clientes em viajar e um relaxamento gradual das restrições e condicionamentos nos Países Baixos e dos regulamentos de entrada em outros países da Europa. A partir de 4 de junho, a Transavia voa de Amesterdão para seis destinos em Portugal (Faro e Lisboa), Grécia (Atenas, Heraklion e Tessalonica) e Espanha (Málaga). Todas as semanas, a companhia aérea avaliará e decidirá sobre a reabertura de outros voos e destinos. O resumo das operações da Transavia France será anunciado em breve.

“Temos o prazer de poder oferecer novamente aos nossos passageiros uma perspetiva de voo saudável e segura neste período desafiante para todos”, afirma Marcel de Nooijer, CEO da Transavia, acrescentando que “a situação muda todos os dias e um voo saudável e seguro é e continua a ser o nosso mais importante ponto de partida. Não obstante, encontrámos um bom equilíbrio entre as medidas existentes por país, as opções de entrada e os desejos dos nossos passageiros. Não é preciso dizer que também tomámos medidas extra para tornar o voar o mais seguro possível.”

Destinos

As restrições mais rigorosas foram levantadas em Portugal. A partir de 4 de junho, retomamos lentamente a atividade com vários voos de/para Faro e Lisboa. Atualmente, Espanha possui um código laranja e pede aos viajantes para serem colocados em quarentena durante duas semanas após a chegada. Apesar dessas restrições, alguns dos nossos viajantes pretendem viajar para Espanha para visitas familiares ou desfrutar das suas segundas casas. A Transavia também quer oferecer a esses passageiros a oportunidade de viajar e, portanto, começará com alguns voos para Málaga. Com base na nossa experiência durante este período, vamos ver se é possível voar para mais destinos em Espanha. A Grécia proíbe a entrada de holandeses até 31 de maio. Em vista dos relatórios, assumimos que as restrições vão ser levantadas posteriormente. Os passageiros cujos voos forem cancelados serão notificados nos próximos dias.

Voos seguros e saudáveis

A situação atual exige uma série de medidas extra que a Transavia está a tomar para efetuar a sua operação de forma segura e saudável para passageiros e tripulação. Por exemplo, os aviões são limpos com mais frequência e mais exaustivamente e os momentos de contacto entre a tripulação e os passageiros durante o voo são reduzidos ao mínimo. Além disso, os passageiros de áreas de risco têm de preencher, por exemplo, um certificado sanitário para atestar se estão em condições de voar.

Ar limpo na cabine

O risco de contaminação acidental nos aviões é baixo. As nossas modernas aeronaves estão equipadas com filtros de ‘Partículas de Ar de Alta Eficiência’ ou HEPA (na sigla em inglês), que garantem ar limpo de alta qualidade na cabina, com alto grau de circulação de ar. E, a partir de 4 de junho, passageiros e tripulação vão usar máscaras (boca e nariz) em todos os voos, reduzindo ainda mais o já baixo risco. Os passageiros devem garantir que possuem a proteção facial necessária. A tripulação de cabine também usará proteção facial.

Entende-se por proteção facial as máscaras de boca e nariz, tais como as não médicas. As máscaras devem ser grandes o suficiente para cobrir completamente o nariz e a boca do utilizador. Uma visão geral completa das medidas sanitárias pode ser encontrada no nosso website www.transavia.com.

Airbus vence contrato da ESA para construir o terceiro Módulo de Serviço Europeu para a nave espacial Orion da NASA

 

A Agência Espacial Europeia (ESA) assinou um contrato com a Airbus para a construção do terceiro Módulo de Serviço Europeu (MSE) para a Orion, a nave espacial americana tripulada. O contrato tem um valor de cerca de 250 milhões de euros.

Ao encomendar este módulo de serviço adicional, a ESA assegura a continuidade necessária no programa Artemis da NASA. O terceiro módulo (Missão Artemis III) será utilizado para levar astronautas até ao ponto do espaço mais perto da Terra 2024 – o primeiro a aterrar na Lua desde a Apollo 17, após um hiato de mais de 50 anos.

“O nosso know-how e experiência permitir-nos-ão continuar a facilitar futuras missões lunares através de parcerias internacionais”, afirmou Andreas Hammer, Chefe de Exploração Espacial da Airbus. “Ao trabalhar em conjunto com os nossos clientes ESA e NASA, bem como com o nosso parceiro industrial Lockheed Martin, dispomos agora de uma base de planeamento credível para as três primeiras missões lunares. Este contrato é uma aprovação da abordagem conjunta que combina o melhor das tecnologias espaciais europeias e americanas”.

David Parker, Director de Exploração Humana e Robótica da ESA, afirmou: “Ao celebrar este acordo, estamos novamente a demonstrar que a Europa é um parceiro forte e seguro na Artemis. O Módulo de Serviço Europeu representa uma contribuição crucial para este objetivo, permitindo a investigação científica, o desenvolvimento de tecnologias-chave e a cooperação internacional – missões inspiradoras que expandem a presença da humanidade para além da Órbita Baixa da Terra”.

O primeiro voo de ensaio não tripulado Orion com um Módulo de Serviço Europeu (Artemis I) será realizado em 2021. É como parte da missão seguinte, Artemis II, que os primeiros astronautas irão então voar à volta da Lua e regressar à Terra.

O ESM fornecerá propulsão, energia, ar e água aos astronautas, bem como o controlo térmico da nova nave espacial da NASA

São utilizadas mais de 20.000 peças e componentes em cada MSE, desde equipamentos elétricos, motores, painéis solares, reservatórios de combustível e fornecimento de suporte de vida para os astronautas, bem como cerca de 12 quilómetros de cabos. O primeiro módulo de serviço foi entregue à NASA em Novembro de 2018 e já foi acoplado ao Módulo de Tripulação. A nave totalmente integrada já terminou os testes de vácuo térmico nas instalações da NASA em Ohio, EUA, e regressou ao Kennedy Space Center na Florida, EUA, enquanto o segundo módulo de serviço está agora a ser integrado e testado pela Airbus em Bremen, com entrega prevista para a primeira metade de 2021.

Durante o desenvolvimento e construção do MSE, a Airbus baseou-se na sua experiência como contratante principal do Veículo de Transferência Automatizado (ATV) da ESA, que forneceu à tripulação a bordo da Estação Espacial Internacional entregas regulares de equipamento de ensaio, peças sobressalentes, alimentos, ar, água e combustível.

O MSE tem forma cilíndrica e cerca de quatro metros de diâmetro e altura. Tem quatro matrizes solares (19 metros de largura quando desenroladas) que geram energia suficiente para alimentar duas casas. O módulo de serviço, com 8,6 toneladas de combustível, pode alimentar um motor principal e 32 propulsores mais pequenos. O MSE pesa um total de pouco mais de 13 toneladas. Para além da sua função de principal sistema de propulsão da nave espacial Orion, o MSE será responsável pelas manobras orbitais e pelo controlo da posição. Fornece também à tripulação os elementos centrais de suporte de vida, como água e oxigénio, e regula o controlo térmico enquanto está acoplado ao módulo da tripulação.

Conheça a operação da TAP para os meses de Junho e Julho

 

Em comunicado, a TAP indicou os destinos e as frequências com que irá retomar uma parte da sua operação.

Em Junho, a companhia vai repor mais alguns voos intercontinentais, nomeadamente dois voos por semana para Nova Iorque (Newark), um voo por semana para Luanda (a partir de dia 15) e outro para Maputo.

Para o Funchal, as ligações passam a diárias também no próximo mês, passando assim a companhia a operar um total de 27 voos semanais.

Desde o passado dia 18, que a TAP retomou ainda  dois voos por semana para São Paulo e um voo por semana para o Rio de Janeiro.

Relativamente ao mês de julho, a TAP pretende retomar um total de 19% do que era “a sua operação normal antes da eclosão epidémica da Covid-19, atingindo um total 247 voos por semana”, aquém dos três mil voos semanais que operava antes da crise.
Neste período em questão, destaca-se “a reposição de voos na Europa (extra-Portugal), que passam dos atuais dois destinos (Londres e Paris), para um total de 21 cidades”.

A TAP realça que está “a trabalhar com o objetivo de repor a sua operação de forma tão ágil e rápida quanto o permitam o levantamento das restrições à mobilidade e viagens das pessoas, nomeadamente de avião, e na medida em que a procura dê, também ela, sinais de recuperação.”

Rota
 Frequências
18 Maio – 31 Maio
Frequências
 1 Junho – 30 Junho
Frequências
1 Julho – 31 Julho 
América do Sul
 Lisboa – São Paulo (GRU) 2 voos por semana  2 voos por semana  3 voos por semana
 Lisboa – Rio de Janeiro (GIG) 1 voo por semana  1 voo por semana  1 voo por semana
 Lisboa – Recife (REC)  Sem operação  Sem operação  2 voos por semana
 Lisboa – Fortaleza (FOR  Sem operação  Sem operação  1 voo por semana
 
América do Norte
 Lisboa – Newark (EWR)  Sem operação  2 voos por semana  2 voos por semana
 Lisboa – Boston (BOS)  Sem operação  Sem operação  2 voos por semana
 Lisboa – Toronto (YYZ)  Sem operação  Sem operação  1 voos por semana
 Lisboa – Miami (MIA)  Sem operação  Sem operação  2 voos por semana
 Ponta Delgada – Boston (BOS)  Sem operação  Sem operação  3 voos por semana
 Ponta Delgada – Toronto (YYZ)  Sem operação  Sem operação  2 voos por semana
África
 Lisboa – Maputo (MPM)  Sem operação  1 voo por semana  1 voo por semana
 Lisboa – Luanda (LAD)  Sem operação  1 voo por semana**  2 voos por semana
 LIsboa – Dakar (DSS)  Sem operação  Sem operação  2 voos por semana
 Lisboa – Praia (RAI)  Sem operação  Sem operação  2 voos por semana
 Lisboa – São Vicente (VXE)  Sem operação  Sem operação  1 voo por semana
 Europa
 Lisboa – Bruxelas (BRU)  Sem operação  Sem operação  7 voos por semana
 Lisboa – Genebra (GVA)  Sem operação  Sem operação  7 voos por semana
 Lisboa – Zurique (ZRH)  Sem operação  Sem operação  7 voos por semana
 Lisboa – Frankfurt (FRA)  Sem operação  Sem operação  7 voos por semana
 Lisboa – Hamburgo (HAM)  Sem operação  Sem operação  7 voos por semana
 Lisboa – Berlim (TXL)  Sem operação  Sem operação  7 voos por semana
 Lisboa – Londres (LHR)  2 voos por semana  2 voos por semana  14 voos por semana
 Lisboa – Dublin  Sem operação  Sem operação  3 voos por semana
 Lisboa – Paris  2 voos por semana  2 voos por semana  14 voos por semana
 Lisboa – Nice (NCE)  Sem operação  Sem operação  2 voos por semana
 Lisboa – Lyon (LYS)  Sem operação  Sem operação  2 voos por semana
 Porto – Paris  Sem operação  Sem operação  3 voos por semana
 Lisboa – Amsterdão (AMS)  Sem operação  Sem operação  7 voos por semana
 Lisboa – Madrid (MAD)  Sem operação  Sem operação  14 voos por semana
 Lisboa – Barcelona (BCN)  Sem operação  Sem operação  14 voos por semana
 Lisboa – Sevilha (SVQ)  Sem operação  Sem operação  3 voos por semana
 Lisboa – Málaga (AGP)  Sem operação  Sem operação  3 voos por semana
 Lisboa – Luxemburgo (LUX)  Sem operação  Sem operação  2 voos por semana
 Porto – Luxemburgo (LUX)  Sem operação  Sem operação  2 voos por semana
 Lisboa – Estocolmo (ARN)  Sem operação  Sem operação  2 voos por semana
 Lisboa – Copenhaga (CPH)  Sem operação  Sem operação  2 voos por semana
 Lisboa – Milão (MXP)  Sem operação  Sem operação  14 voos por semana
 Lisboa – Roma (FCO)  Sem operação  Sem operação  14 voos por semana
Portugal
 Lisboa – Porto (OPO)  3 voos por semana  3 voos por semana  21 voos por semana
 Lisboa – Funchal (FNC)  4 voos por semana*  7 voos por semana  14 voos por semana
 Porto – Funchal (FNC)  Sem operação  Sem operação  2 voos por semana
 Lisboa – Ponta Delgada (PDL)  2 voos por semana  4 voos por semana  7 voos por semana
 Lisboa – Terceira (TER)  2 voos por semana  2 voos por semana  3 voos por semana
 Lisboa – Porto Santos (PXO)  Sem operação  Sem operação  2 voos por semana
 Lisboa – Faro (FAO)  Sem operação  Sem operação  14 voos por semana

Ryanair vai fechar base de Viena da Laudamotion

 

A Ryanair anunciou que vai encerrar a base da Laudamotion em Viena, depois que o sindicato dos transportes se recusou a aceitar os cortes nos salários dos funcionários da companhia atingida pela crise do coronavírus.

“A Lauda lamenta profundamente a perda de mais de 300 empregos para a sua equipa do A320 e o encerramento da base do A320 em Viena na sexta-feira 29 de maio”, indicou a transportadora.

A Ryanair já tinha ameaçado encerrar a base se não conseguisse um acordo sobre cortes salariais para os funcionários da Laudamotion em Viena.

A companhia tem três outras bases, mais pequenas; duas na Alemanha, em Dusseldorf e Stuttgart, e uma em Palma de Maiorca, em Espanha.

A Vida, um sindicato que representa os trabalhadores dos setores de transporte e serviços da Áustria, recusou-se a concordar com um contrato que estipulava cortes nos salários dos funcionários da Laudamotion.

A Ryanair disse no início desta semana que o seu lucro anual diminuiu quando o coronavírus interrompeu as viagens. Também reduziu a sua meta anual de passageiros em outros 20% e disse que não tinha ideia de quanto iria ganhar este ano. O executivo-chefe do grupo, Michael O’Leary, também disse esta semana que a sua subsidiária austríaca está a enfrer uma “crise existencial”.

A Ryanair alertou nas últimas semanas que a Lauda estava com baixo desempenho.

De recordar que a Laudamotion foi fundada pela falecida lenda da Fórmula 1, Niki Lauda, ​​e a Ryanair comprou-a em 2018.

LAM adia início da sua operação entre Maputo e Lisboa

 

A companhia de aviação LAM – Linhas Aéreas de Moçambique  adiou o início da sua operação entre Maputo e Lisboa, que inicialmente estava prevista para o dia 2 de junho, de Lisboa, para 2 de julho, havendo agora disponibilidade a partir de 2 de agosto.

O recomeço dos voos entre o dois países estavam inicialmente programados para o dia 31 de março, mas em fevereiro foram adiados para de junho

A operação será realizada três vezes por semana: às segundas, quartas e sextas-feiras de Maputo para Lisboa e às terças e quintas-feiras e aos sábados de Lisboa para Maputo.

A companhia indica que pretende com estas ligações, oferecer um serviço personalizado que responda às necessidades de viagens de negócios, actividades académicas, de turismo e lazer que incluem a envolvente desportiva, o intercâmbio histórico-cultural, o reencontro entre famílias, amigos, colegas ou simplesmente uma visita a Moçambique ou Portugal.


Os voos serão operados com equipamento Airbus A330-200 da Hifly, com capacidade para 269 passageiros, sendo 18 na Classe Executiva e 251 na Económica

Inicialmente os voos estava programaços para serem operados com equipamento Airbus A340-300 da HiFly, com capacidade para 267 passageiros, sendo 213 na classe económica, 42 na económica premium e 12 na executiva.

Queda de A320 da PIA

 

A manhã desta sexta-feira começou da pior maneira para o mundo da aviação.

Um Airbus A320 da Pakistan International Airlines (PIA), com 99 pessoas a bordo, 91 passageiros e oito membros tripulantes, caiu pelas 14h39 (hora local) (09h39 UTC), numa área residencial, perto da cabeceira de uma das duas pistas do Aeroporto Internacional de Karachi, no Paquistão.

Segundo as últimas informações, não oficiais, terão sobrevivido 2 dos ocupantes do avião.

Através de um vídeo realizado por um passageiro num outro voo é possível ver o local da queda do A320 da PIA:

O A320 com a  matrícula AP-BLD, tinha descolado do Aeroporto Internacional de Lahore, às 13h05 (hora local) para um voo doméstico de cerca de 90 minuto, com destino a Karachi.

De acordo com as informações o avião terá tentado a aterragem por duas vezes, mas em ambas abortou tendo alegado problemas com o trem de aterragem.

Quando se preparava para nova tentativa, o piloto reportou que estava sem os dois motores.

Através da partilha de algumas fotos, foram levantadas algumas especulações que davam conta da possibilidade do A320 ter tentado aterrar de barriga devido ao estado dos dois motores.

O avião caiu sobre uma área de habitações e comércio, de grande densidade populacional.

De referir que a A PIA tinha retomado, de forma parcial, as suas operações comerciais no passado dia 16 de maio, com serviços limitados a algumas ligações entre aeroportos nacionais, depois de um período de paragem devido à pandemia de covid-19. Todos os aviões estavam parados desde 29 de março.

MESA do Grupo HiFly iniciou testes com aeronave no seu novo hangar (com vídeo)

 

A Mesa, empresa de manutenção do Grupo Hifly, iniciou testes com uma aeronave A321 no seu novo hangar em Beja.

De acordo com a Mesa, o hangar em Beja está quase pronto e espera receber a primeira aeronave antes do final de junho.

Este projecto representa um investimento de 30 milhões de euros na construção do hangar, que deverá começar a funcionar “no 4.º trimestre deste ano” e criar 150 postos de trabalho ao longo dos três primeiros anos de atividade.

 

O hangar irá servir para manutenção de base da frota de aviões Airbus da companhia aérea Hi Fly – que também pertence ao grupo Hi Fly e, desde 2016, usa o aeroporto de Beja para estacionamento e manutenção de linha dos seus aviões – e de aviões de vários modelos airbus de outras companhias aéreas com contrato de manutenção com a Mesa.

O projeto inclui a construção de um hangar, oficinas e arranjos exteriores, com uma área total de 9.500 metros quadrados, um centro técnico com capacidade para aviões de grande porte, nomeadamente os modelos airbus A319, A320, A321, A330, 340 e A380.

De acordo com Paulo Mirpuri, a Mesa decidiu construir o hangar em Beja porque, atualmente, é “o único” aeroporto português que “pode acomodar todos os tipos de aeronaves que constituem a frota da Hi Fly, incluindo o airbus A380”, o maior avião comercial do mundo, e “tem espaço disponível” para estacionamento de aeronaves e instalação de hangares.

“Com o acréscimo da capacidade” de manutenção, através do novo hangar no aeroporto de Beja, a Mesa espera “não só acompanhar o forte crescimento da frota da Hi Fly como captar novos clientes oriundos principalmente da Europa e de África”, disse.

Segundo o administrador da ANA – Aeroportos de Portugal Thierry Ligonnière, o projeto da Mesa “corresponde ao objetivo” da empresa gestora “de desenvolver o aeroporto de Beja e o seu potencial enquanto unidade para atividades a montante ou a jusante da aviação e atividade aeroportuária”.

O projeto “materializa a aposta” da ANA na implantação de atividades de manutenção e desmantelamento e no desenvolvimento do segmento de estacionamento de média-longa duração de aviões no aeroporto de Beja, segundo Thierry Ligonnière.

TAP adiou voos entre o Porto – Sal para agosto e Lisboa – Santiago de Compostela para 2021

 

Como era de prever as companhia áreas estão a ajustar as suas operações e a TAP não é exceção.

A TAP adiou para 1 de agosto o início da sua nova rota entre a cidade do Porto e a ilha do Sal, que inicialmente estava prevista para começar a 20 de junho.

De acordo com as informações, a companhia deverá operar um voo por semana com equipamento Airbus A319, a partir do Porto aos sábados à noite e a regressar do Sal aos domingos de madrugada.

Já a nova rota à partida de Lisboa com destino a Santiago de Compostela, que inicialmente estava prevista para começar a 5 de junho foi inicialmente adiada para 1 de julho, posteriormente para 25 de outubro e, agora, para 28 de março, início do chamado verão IATA de 2021.

A companhia deverá operar dois voos diários em equipamento ATR72.

A330-900 com MTOW251 terminou voos de teste

 

Depois de três meses em testes de voo, o primeiro A330-900 com o peso máximo de descolagem máximo de 251 toneladas concluiu hoje o programa de testes

O MSN1967 com a matrícula de testes F-WWCE vai receber agora as cores da Air Asia.

A Airbus tem como objectivo entregar a versão de maior peso do A330neo, com motores Rolls-Royce Trent 7000, no segundo semestre deste ano.

A versão 251t da variante -900 terá um alcance projectado de 7.200 nm.

De acordo com as informações a Airbus poderá apresentar o mesmo MTTOW para a versão -800 do A330neo.

Air France anuncia retirada imediata de todos os seus A380 da frota

Devido ao contexto atual que se vive no mundo da aviação provocado pela pandemia do COVID19, o Grupo Air France-KLM anunciou o fim definitivo das operações dos seus A380.

Inicialmente o phase-out do modelo estava programado para o final de 2022.

Os A380 serão substituídos por aeronaves de nova geração, incluindo Airbus A350 e Boeing 787, cujas entregas estão a decorrer dentro do planeado.

Cinco das aeronaves Airbus A380 da frota atual são de propriedade da Air France, enquanto quatro estão em arrendamento operacional.

De recordar que no dia 23 de novembro de 2019 chegou a Malta o primeiro A380 da Air France, para iniciar os processos de phase-out.

Tratou-se do A380 F-HPJB que recebeu uma pintura totalmente branca, para ser entregue ao seu lessor Dr. Peters Group.

Foto: Mario Caruana

Os trabalhos de pintura irão decorreram nas instalações da Aviation Cosmetics Malta

Foto: Mario Caruana

Numa primeira fase a Air France pretendia retirar 5 dos seus A380 e mais tarde as restantes unidades.

Air France A380 arrival

A short video of the Air France A380 before touching down on runway 13!Thanks to Glenn Brincat for the video! 🙂

Publicado por Aircraft Spotting in Malta em Sábado, 23 de novembro de 2019

 

General information & flightlog
Serial number 40
Type 380-861
First flight date 02/06/2009
Test registration F-WWSE
Plane age 10.5 years
Seat configuration F9 C80 W38 Y389
Flights recorded
AF178 CDG->MEX 15/11/18
AF90 CDG->MIA 09/11/18
AF178 CDG->MEX 28/07/18
See detailsAdd a flight
Engines 4 x GP7270

 

Air France A380 arrival

Fourth and final video for today of the Air France A380 after touch down on runway 13! What a beauty! Thanks to David Gatt for the video! 🙂

Publicado por Aircraft Spotting in Malta em Sábado, 23 de novembro de 2019

 

Qatar Airways Implementa Medidas de Segurança Adicionais a Bordo para Tripulação e Passageiros

 

A Qatar Airways, anunciou hoje em comunicado, que aumentou as suas medidas de segurança a bordo para passageiros e tripulação. A companhia está a implementar várias mudanças, incluindo a introdução de Equipamento de Proteção Individual (EPI) para a tripulação a bordo, assim como serviço modificado para reduzir interações entre passageiros e tripulação.

A tripulação de cabine vai utilizar os fatos EPI por cima dos seus uniformes, para além de óculos de proteção, luvas e máscara. A partir do dia 20 de Maio, todos os passageiros devem utilizar máscara e é recomendado que tragam as suas próprias, de forma a garantir maior conforto.

Para além disto, as refeições de Classe Executiva vão ser servidas em tabuleiro em vez da mesa, e um embrulho com talheres será oferecido aos passageiros em alternativa ao serviço de talheres individuais, de forma a reduzir os contactos. Em Classe Económica, todas as refeições e talheres são servidos selados, como habitual. Adicionalmente, garrafas de grandes dimensões de desinfetante para as mãos serão colocadas nos corredores e estarão disponíveis para a tripulação e passageiros. Todas as áreas sociais dentro do avião foram encerradas para providenciar distanciamento social.

Passageiros a voar em Classe Executiva podem aproveitar a privacidade da Qsuite e fechar totalmente as suas portas para criar um ambiente com maior distanciamento. Os passageiros podem também optar por ativar o sinal “Não Incomodar” na sua suite privada.

O Group Chief Executive do Qatar Airways Group, Sua Excelência Sr. Akbar Al Baker, disse: “Na Qatar Airways, introduzimos estas medidas de segurança adicionais nos nossos voos para garantir a saúde e bem-estar dos nossos passageiros e tripulação, e para limitar a propagação do coronavirus. Como companhia aérea, mantemos os mais altos padrões de segurança a bordo dos nossos voos para garantir que podemos transportar as pessoas para casa de forma segura, reforçando que a segurança é a nossa principal prioridade.”

Treino especializado, filtros de ar de última geração e procedimentos de desinfeção 

A tripulação de cabine recebeu treino especializado sobre como minimizar as hipóteses de contrair ou espalhar a infecção, é controlada termicamente antes da partida dos voos e após a chegada dos mesmos, e é colocada em quarentena e testada se algum colega ou passageiro de um voo apresentar algum sintoma de infecção ou teste positivo para o vírus.

A Qatar Airways mantém os mais altos padrões de higiene, que incluem desinfeção regular da aeronave, uso de produtos de limpeza recomendados pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) e pela Organização Mundial de Saúde (OMS), e screening termal da tripulação.

Adicionalmente, os aviões da Qatar Airways têm os mais avançados sistemas de filtração de ar, equipados com filtros HEPA de tamanho industrial que remove 99.97% de contaminantes virais e bacteriais de ar re-

circulado, providenciando a proteção mais eficaz contra infeções. Todos os cobertores e lençóis da companhia são lavados, secados e passados a temperaturas letais para os micróbios, enquanto os headsets são removidos e rigorosamente limpos depois de cada voo. Estes itens são depois selados em pacotes individuais pelo staff, com luvas descartáveis.

A Qatar Aircraft Catering Company (QACC) foi a primeira organização no mundo a atingir, no ano passado, o certificado ISO22000:2018 do Bureau Veritas com acreditação UKAS, confirmando que o seu Sistema de Gestão de Segurança Alimentar cumpre os mais altos requisitos. Todos os utensílios de serviço de refeição são lavados com detergentes e enxaguados com água desmineralizada a temperaturas que matam bactérias patogénicas. Todo o equipamento é manuseado por staff utilizando luvas descartáveis, enquanto os talheres são individualmente re-empacotados.

Air France vai retomar as suas operações entre o Porto e Paris-CDG e os voos diários de/para Lisboa

 

A Air France indicou hoje em comunicado que, a companhia está, desde o início da crise do COVID-19, a adaptar a sua rede e o seu programa de voos em tempo real e em função das restrições e da procura. Até esta segunda-feira, 18 de maio, e desde o final de março, a Air France tem assegurado entre 3 e 5% do seu programa habitual, concentrando-se na continuidade territorial e em manter uma ligação para os destinos-chave, na Europa e internacionalmente, tanto para o transporte de passageiros como de mercadorias. Nesse contexto, a Air France serve 43 destinos atualmente.

Com a atualização agora apresentada e em curso, os voos entre Lisboa e Paris-CDG voltam a ser diários a partir de 6 de junho (passando progressivamente para dois voos diários no final do mês) e, no Porto, a companhia retoma os voos entre a Invicta e Paris-CDG a 6 de Junho próximo, com 3 voos semanais, serviço que volta a ser diário a partir de 18 de junho. O presente programa está naturalmente sujeito à evolução da presente situação.

Sublinha-se ainda que, desde 28 de março, a companhia francesa mantém em operação 3 voos semanais entre Lisboa e Paris-CDG, em avião da família Airbus A320, ao mesmo tempo que a congénere holandesa do Grupo, a KLM, tem estado a operar (e continuará em junho) 1 voo diário entre Lisboa e Amesterdão-Schiphol, em Boeing B737 (138 lugares).

Entre hoje e o final de junho, e sujeita ao levantamento das restrições de viagem, a Air France prevê retomar gradualmente os seus voos, com um aumento gradual no número de frequências e destinos, em particular para a França continental, os Departamentos Ultramarinos franceses e a Europa. Este programa de voo vai representar cerca de 15% da capacidade implementada habitualmente neste período e será assegurada por 75 aparelhos da frota da Air France, que totaliza 224 aviões.

Para assistir os seus clientes no âmbito da retoma de tráfego, a Air France ajusta regularmente o seu programa de voos, atualizando-o diariamente em todos os canais de distribuição. À data de hoje, o programa de voos está atualizado até 30 de junho de 2020.

Programa de voos até 30 de junho de 2020 de/para Paris-Charles de Gaulle (CDG)

França continental Ajácio, Bastia, Biarritz, Bordéus, Brest, Calvi, Clermont-Ferrand, Figari, Marselha, Montpellier, Nice, Pau, Perpignan, Toulon, Toulouse
Departamentos Ultramarinos e Caraíbas Cayenne, Fort-de-France, Pointe-à-Pitre, Saint-Denis da Réunion, Saint-Martin (apenas carga)
Europa Amesterdão, Atenas, Barcelona, ​​Bari, Bergen, Berlim, Birmingham, Bolonha, Bucareste, Budapeste, Copenhaga, Dublin, Düsseldorf, Edimburgo, Yerevan, Florença, Frankfurt, Genebra, Hamburgo, Hanôver, Héraklion, Ibiza, Lisboa, Liubliana, Londres, Madrid, Manchester, Milão, Munique, Nápoles, Newcastle, Oslo, Palma de Maiorca, Porto, Praga, Roma, Estocolmo, Varsóvia, Veneza, Viena, Zurique
Próximo e Oriente Médio Bangalore, Beirute, Bombaim, Deli, Dubai, Cairo
África Abidjan (apenas carga), Bamaco (apenas carga), Cotonou, Douala, Yaoundé

+ Conakry e Nouakchott, comercializados apenas para Paris CDG.

+ outros destinos previstos sujeitos à obtenção das autorizações governamentais necessárias.

América do Norte Atlanta, Boston (apenas carga), Chicago, Nova Iorque, Los Angeles, Cidade do México, Montreal
América do Sul Cidade do Panamá (apenas carga), Rio de Janeiro, São Paulo
Ásia Banguecoque (apenas carga), Cidade de Ho Chi Minh (apenas carga), Hong Kong, Osaka, Seul, Xangai (apenas carga), Singapura, Tóquio

 

Programa de voos até 30 de junho de 2020 de/para Lyon-Saint Exupéry

França continental Biarritz, Bordéus, Brest, Caen, Lille, Nantes, Nice, Pau, Rennes, Estrasburgo, Toulouse

 

Este programa de voos está sujeito a alterações e à obtenção das autorizações governamentais necessárias. Os dias de operação e a data de retoma das várias ligações podem ser consultadas em airfrance.pt.

Os detalhes do programa para julho e agosto serão comunicados no início de junho de 2020.

Este programa atualizado de voos implica o cancelamento das reservas para os voos que não vão ser operados. As medidas comerciais disponíveis em airfrance.pt e em todos os pontos de venda permitem aos clientes afetados adiarem ou cancelarem as suas viagens sem custos adicionais.

Antes de qualquer viagem, a Air France incentiva os seus clientes a contactarem as autoridades competentes para conhecer as formalidades de entrada e de estadia nos países de destino e trânsito, sendo provável que estas tenham sido modificadas na sequência da epidemia do COVID-19.

A Air France relembra que o uso de máscara é obrigatório em todos os seus voos e que os controlos de temperatura são agora realizados à partida de cada voo.

Etihad Airways realiza voo histórico (com vídeo)

 

A Etihad Airways realizou esta noite, 19 de maio, pela primeira vez um voo entre Abu Dhabi e Telavive.

O voo ETD9607 transportou desde Abu Dhabi material médico para a Autoridade Palestina na Cisjordânia e Gaza, principalmente equipamentos para ajudar no combate ao coronavírus.

O Airbus A330-200 (A6-EYP) da Etihad aterrou numa versão “frigorífico”, uma vez, que Israel e os Emirados Árabes Unidos não têm relações diplomáticas ou voos diretos.

“Dívida brutal” da TAP ascende a 2,3 mil milhões de euros

 

O ministro da Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, disse hoje que a dívida financeira líquida da TAP é de mil milhões de euros, mas juntando os contratos de ‘leasing’ de aviões o valor ascende a 2,3 mil milhões de euros.

“Estamos a falar de uma dívida brutal”, considerou o ministro das Infraestruturas e da Habitação, depois de avançar aqueles números quase no final de uma audição parlamentar que durou cerca de cinco horas.

“Precisamos, no momento zero, de fazer uma intervenção de emergência que garanta a liquidez da empresa”, acrescentou o governante.

De acordo com Pedro Nuno Santos, uma “intervenção de emergência” na TAP não pode esperar muito mais e só depois se fará um plano estratégico, de restruturação e de negócios.

“Nós não conseguimos fazer um plano estratégico em 15 dias, isso não existe”, disse o ministro aos deputados da Comissão de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação, na Assembleia da República.

Questionado sobre o reembolso do valor dos bilhetes para voos cancelados no contexto da pandemia de covid-19 em ‘vouchers’ (vales para usar em viagens futuras), o governante referiu que esse é um dossiê que ainda não está fechado e que o Governo percebe as exigências do ponto de vista dos consumidores.

“Agora a verdade é esta: nós sem TAP, nem ‘vouchers’, nem reembolso e nós vamos intervencionar a TAP e temos de fazê-lo de forma responsável, cautelosa”, sublinhou.

No dia 13 de maio, o secretário de Estado do Tesouro, Álvaro Novo, disse que o Governo espera ter uma decisão sobre a injeção de dinheiro na TAP, companhia aérea que quase parou devido à covid-19, em meados de junho, esperando que haja uma melhor “fundamentação técnica” do pedido de auxílio da companhia aérea ao Estado até ao final do mês.

O secretário de Estado do Tesouro referiu que “o pedido de auxílio tem de partir da administração da TAP”, referindo que o executivo já recebeu um pedido inicial que versava sobre “várias matérias”, uma das quais a “garantia [pública] a um empréstimo que a TAP pretende obter”, no valor de 350 milhões de euros.

O ministro das Finanças, Mário Centeno, defendeu em 12 de maio que uma injeção repartida entre o acionista privado e o Estado seria “a forma mais tranquila de conversar” sobre uma capitalização da TAP.

O primeiro-ministro, António Costa, assegurou no início de maio que só haverá apoio à TAP com “mais controlo e uma relação de poderes adequada”, mas assegurou que a transportadora aérea continuará a “voar com as cores de Portugal”.

Atualmente, devido à pandemia de covid-19, a TAP tem a sua operação suspensa quase na totalidade e recorreu ao ‘lay-off’ simplificado dos trabalhadores.

Desde 2016 que o Estado (através da Parpública) detém 50% da TAP, resultado das negociações do Governo de António Costa com o consórcio Gateway (de Humberto Pedrosa e David Neeleman), que ficou com 45% do capital da transportadora.

Os restantes 5% da empresa estão nas mãos dos trabalhadores.

euroAtlantic está a operar ponte aérea de carga entre a China e Angola

 

Um Boeing B767-300ER da euroAtlantic airways (EAA) está a operar uma ponte aérea entre a República Popular da China e a República de Angola, num total de três voos.

A distância em linha em linha reta, cerca de 10.408Km (6.467 Mi), está a ser percorrido pelo CS-TKF, transportando da Ásia para Luanda, valiosas Cargas Sanitárias desde o Aeroporto Internacional de Wenzhou Longwan (WZN), que serve Wenzhou no sul da província de Zhejiang, um aeroporto pouco utilizado por companhias ocidentais e do Aeroporto Internacional Changsha Hunan (CSX), na cidade de Changsha, província de Hunan.

Os voos da euroAtlantic airways estão a ser realizados ao serviço da BestFly uma congénere angolana, líder de mercado na assistência a companhias aéreas e à industria do petróleo e do gaz, tem destino final, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro de Luanda (LAD).

A euroAtlantic está a utilizar em escala o Aeroporto Internacional Bandaranaike (CMB) em Colombo, Sri Lanka.

A380 da HiFly à volta do Mundo em 4 dias

 

A Hi Fly anunciou oficialmente a última operação do seu A380 9H-MIP.

O A380 chegou ontem, 18 de maio, de uma missão humanitária que literalmente deu a volta ao mundo, iniciada em Beja, Portugal, na noite de 14 de maio de 2020 e terminada na mesma cidade.

Durante esta viagem, o A380 percorreu 31047 km num tempo de voo de 33 horas e 45 minutos, com escalas em Tianjin, China e Santo Domingo, República Dominicana.

A380 HiFly

O A380 da HiFly transportou material médico entre a China e a República Dominicana!Desfrute deste vídeo e leia mais no nosso site em: https://kiosquedaaviacao.pt/a380-da-hifly-transportou-material-medico-entre-a-china-e-a-republica-dominicana-com-videos/

Publicado por Kiosque da Aviação em Segunda-feira, 18 de maio de 2020

O A380 transportou carga tanto no porão como na cabine económica de passageiros.

Conheça o interior deste avião:

O A380 da Hi Fly está equipado motores Rolls Royce Trent 900 e tem uma capacidade para 471 passageiros distribuídos por três classes. O piso principal tem 12 lugares de primeira classe e 311 de classe económica enquanto que o piso superior tem 60 lugares de classe executiva e 88 de económica. Numa configuração de alta densidade este avião poderá transportar até 853 passageiros.

O A380 está equipado com tecnologia e acabamentos de última geração, contando cada assento com o seu próprio sistema de entretenimento individual da Panasonic eX2, proporcionando aos passageiros variadas possibilidades de entretenimento.

Adicionalmente, a performance deste avião vai ao encontro do compromisso de sustentabilidade da Hi Fly. Produzindo apenas 75 gramas de CO2 por passageiro por quilómetro, o A380 reduz emissões de gás nocivas transportando mais pessoas com um menor impacto para a atmosfera.

 


Airbus abre oficialmente a sua unidade de produção A220 nos EUA com a JetBlue a receber o primeiro modelo construído

A Airbus anunciou um novo capítulo no desenvolvimento das suas capacidades de produção nos EUA com a inauguração da linha de montagem final (FAL) de aeronaves comerciais A220 no Mobile, Alabama.

As novas instalação contam com quase 26 mil metros quadrados – e pode produzir as versões A220-100 e A220-300 – abriga cinco estações de montagem principais, onde os principais componentes da estrutura das aeronaves são unidas.

Um A220para JetBlue será o primeiro modelo montado nas instalações da Airbus em Mobile, Alabama.

A JetBlue será a segunda companhia aérea a receber A220s fabricados nos EUA quando a aeronave for entregue no final de 2020.

“A equipa está animada para começar a trabalhar nas suas novas instalações e dar as boas-vindas a um novo cliente”, disse Paul Gaskell, presidente da A220 EUA e chefe do programa A220 em dispositivos móveis. “É um forte endosso da JetBlue neste momento desafiador”.

A empresa começou a produzir A220s em Mobile em agosto de 2019, utilizando o espaço num hangar da Linha de Montagem Final existente para aeronaves da Família A320, construídas nos EUA, e em hangares de suporte recém-construídos.

Com o início da linha de montagem final dedicada em exclusivo ao modelo A220, o local de produção da Airbus no Alabama dobrou assim oficialmente de tamanho. “A expansão da nossa produção de aeronaves comerciais em Mobile – da Família A320 para a A220 – solidifica ainda mais a posição da Airbus como um fabricante de aeronaves verdadeiramente global e confirma que a Airbus continua a ser uma parte importante do cenário industrial americano”, acrescentou Gaskell.

Mobile, Alabama é o segundo local de montagem do A220, que é a mais recente adição da Airbus à sua linha de produtos de aeronaves comerciais de corredor único. A principal instalação de produção e a sede do programa do A220 estão localizadas em Mirabel, Canadá.

Ministro das Infraestruturas coloca cenário de insolvência da TAP sobre a mesa das negociações

 

O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, disse esta terça-feira, dia 19 de maio, que “o Estado Português vai partir para uma negociação da intervenção pública na TAP”, mas avisou que “não pode excluir nenhum cenário, inclusivamente a insolvência da empresa”.

Na mesma intervenção o ministro disse que a  TAP vai exigir a revisão do plano estratégico da companhia aérea, o que implicará a reestruturação, já que a dimensão que tem atualmente “não é sustentável”.

Pedro Nuno Santos falava numa audição na comissão parlamentar de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação sobre os pedidos de ajuda feitos pela TAP ao Governo, bem como a estratégia para a companhia aérea portuguesa, por requerimento do CDS-PP.

“Aquilo que nós queremos é conseguir que a TAP possa continuar a servir a economia portuguesa, a servir as nossas comunidades, a servir as relações históricas que temos com vários países e que, sobretudo, continue a apoiar e suportar um dos setores mais importantes da nossa economia, o turismo, e o desenvolvimento das nossas regiões”, afirmou o ministro.

“Esta intervenção exigirá, obviamente, uma revisão do plano estratégico, aliás já estava prevista, estávamos já em fase de a fazer”, prosseguiu o governante.

“Essa revisão do plano estratégico terá consequências também ao nível da empresa que nós teremos de ter, do ponto de vista de frota, pressuporá também uma necessária reestruturação, porque obviamente estamos perante um contexto de elevada incerteza e a dimensão que a empresa hoje tem não é sustentável face ao momento que nós vivemos e que vamos viver nos próximos anos”, salientou Pedro Nuno Santos.

“A intervenção na empresa implicará também um ajustamento à própria dimensão da empresa, mas isso é um trabalho que se terá de fazer nos próximos meses”, acrescentou.

“Não tenho dúvida nenhuma de que se a empresa fosse totalmente privada ela não tinha conseguido os financiamentos que foram conseguidos”, reiterou.

Sobre o auxílio à TAP, impactada pela pandemia de covid-19, o ministro disse que está “a ser estudada a melhor forma de o fazer”, havendo duas dimensões: uma de curto prazo, que implica uma intervenção de emergência “ao nível da tesouraria, da liquidez da própria empresa”.

Mas “não tenhamos ilusões, nós precisamos de revisitar a própria estrutura da empresa, o seu plano estratégico e isso será a tarefa mais distendida no tempo, pela dimensão da mesma, mas isso não pode, nem impedirá, que haja desde logo uma possível intervenção”, disse.

“Há aqui uma fase anterior que era importante que nenhum de nós se esquecesse e que é esta negociação com o acionista privado, cuja continuação depende da aceitação das condições que o Estado vai impor” e que são “fundamentais para defender o país e os portugueses”, salientou Pedro Nuno Santos.

“A intervenção, assuma ela a forma que assumir, representando compromissos do Estado português, vai ter de exigir desde início um controlo apertado, agora teremos ainda de definir, de efetivarmos esse controlo”, apontou.

“Portanto ainda teremos de ter reuniões com o acionista privado e vamos acertar a forma de mesmo não se alterando de início a estrutura societária nós consigamos ter um papel preponderante no controlo da caixa, no controlo da frota, porque obviamente estamos num momento também de negociações com as empresas de ‘leasing’ que nos alugaram aviões”, prosseguiu.

O ministro disse que “é fundamental que o Estado acompanhe e controle todos estes processos negociais que digam respeito à frota e à própria movimentação da caixa”.

O governante disse ainda que há um conjunto de matérias que pretende que estejam nas condições do auxílio, entre as quais “a suspensão de algumas cláusulas do acordo parassocial que preveem a invocação de motivos para a saída da empresa”, o que afirmou ser “importante, porque tem a ver com o impacto que isso possa ter do ponto de vista financeiro”.

“Do ponto de vista de partilha de encargos, de controlo da gestão, da suspensão de algumas cláusulas para defender a posição do Estado, há um conjunto de matérias que ainda terão de ser trabalhadas com acionista privado”, disse Pedro Nuno Santos.

Mais um Airbus A321LR para a TAP Air Portugal

 

O nosso amigo e spotter  Tobias Gudat, capturou através da sua objectiva mais um Airbus A321neoLR para a TAP Air Portugal.

Trata-se do futuro A321LR CS-TXF.

De recordar que a companhia realizou uma encomenda de 14 unidades do modelo e com toda a situação que se vive no mundo a entrega, à companhia aérea portuguesa, deverá ser atrasada.

Foto: Catarina Madureira

O A321LR da TAP está configurado para transportar até 171 passageiros; 16 em Executiva, 48 em Económica Premium e 107 em Económica.

Foto: Catarina Madureira

Foto: Catarina Madureira

O Airbus A321 Long Range é o primeiro avião narrow body da TAP com capacidade para operar rotas transatlânticas, oferecendo o conforto premium de um avião do longo curso.

Thai Airways entra em processo de reestruturação

 

A Thai Airways International vai iniciar um plano de reestruturação através de um tribunal de falências depois que um painel importante do governo apoiou o plano.

Este processo substitui um plano de resgate anterior, que envolveu a companhia aérea que procurava um empréstimo de 58,1 bilhões de baht (2,59 bilhões de dólares) garantido pelo governo para garantir liquidez.

A companhia tinha declarado ‘estado de emergência’ ao governo Tailandês desde abril, quando a maioria dos voos internacionais foram proibidos de operar de e para a Tailândia.

De recordar que a Thai tem apresentado perdas significativas desde 2013, podendo este ser um golpe que pode ser fatal.

Em outubro do ano passado, o presidente da Thai Airways International (THAI), Sumeth Damrongchaitham, disse que os colaboradores da empresa deviam cooperar com os seus esforços para a reabilitação da companhia aérea.

O presidente salientou que caso a companhia não consiga uma reabilitação poderá mesmo encerrar.

Numa mensagem enviada na altura aos colaboradores: “Hoje, quero que os colaboradores unem-se para superar os obstáculos. Caso contrário, a companhia aérea nacional deve fechar. Ainda há tempo para uma solução, mas não há muito tempo ”, disse Sumeth.

Segundo o presidente da THAI, a companhia perdeu a sua liderança de mercado em várias rotas para concorrentes, entre elas, as rotas do norte que geravam um terço da receita da THAI, mas que agora são dominadas por companhias aéreas de baixo custo.

Lucro da Ryanair subiu 13,2% para 1.002 M€ no ano fiscal que terminou em março

 

A companhia aérea irlandesa de baixo custo Ryanair obteve um lucro líquido de 1.002 milhões de euros no último ano fiscal, que terminou em março, 13,2% mais que no ano anterior.

Segundo anunciou hoje a companhia com sede em Dublin, também aumentou a receita em 10% até 31 de março, faturando um total de 7.690 milhões de euros, apesar de a pandemia de coronavírus ter mantido mais de 99% da sua frota em terra desde meados de março.

A Ryanair tinha alertado que poderia cortar até 3.000 empregos, principalmente pilotos e pessoal de cabine, nos próximos dois anos devido à queda na procura por causa da crise provocada pela covid-19.

Neste cenário, a companhia aérea já anunciou no mês passado que esperava obter um lucro líquido entre 950 e 1.000 milhões de euros durante o ano fiscal de 2019/2020, em linha com suas previsões mais modestas.

No entanto, dada a incerteza em torno do setor devido ao coronavírus, a Ryanair disse hoje que é “impossível” fazer uma previsão de resultados para o ano fiscal seguinte, embora comece a operar até 40% de seu programa de voos habitual a partir do próximo dia 01 de julho.

A principal companhia aérea europeia no setor de baixo custo é clara: registará perdas de 200 milhões de euros nos três meses até o final de junho próximo, além de uma queda no tráfego de passageiros.

A Ryanair transportou 148,6 milhões de passageiros durante o ano fiscal, uma subida de 4%, embora agora calcule que o número de clientes cairá cerca de 20% este ano e que não regressará aos níveis de 2019 até o verão de 2022.

O objetivo da companhia aérea para o próximo ano fiscal será transportar cerca de 80 milhões de passageiros, em comparação com os 100 milhões anuais admitidos na semana passada e os 154 milhões previstos antes da pandemia.

Brussels Airlines pretende retomar operação para Portugal a 15 de junho

 

A Brussels Airlines anunciou que pretende retomar as suas operações a partir de 15 de junho para diversos países europeus.

Das primeiras rotas a serem servidas da Brussels Airlines serão para a Alemanha, Suíça, Grécia, Portugal e Espanha.

Para já não são conhecidos os aeroportos de destino nos respectivos países, bem como, o número de voos, mas a companhia indicou que a sua programação de voos terá uma oferta reduzida que será gradualmente ajustada à procura do mercado e às restrições às viagens.

A Brussels Airlines garante que vai adoptar todas as medidas necessárias para proteger os clientes e os trabalhadores durante as suas viagens.

De recordar que a companhia suspendeu as suas operações no dia 21 de março.

Emirates poderá despedir até 30000 mil funcionários

 

De acordo com a agência Reuters, o Grupo Emirates estará a planear o corte de cerca de 30.000 empregos para reduzir custos no meio da pandemia de coronavírus.

Segundo as primeiras informações, a companhia conta com 105 mil funcionários e pretende reduzir esse número em cerca de 30%.

A empresa também está a considerar acelerar o phase-out da sua frota Airbus A380.

Um porta-voz da Emirates disse que ainda não foi feito nenhum anúncio público pela empresa a respeito de “despedimentos na companhia aérea”, mas que a empresa está a conduzir uma revisão de “custos e recursos em relação às projeções de negócios”.

De recordar que o governo do Dubai anunciou em março que iria apoiar financeiramente a companhia aérea que, ainda assim, registou um lucro superior a 377 milhões de euros em março, abaixo das previsões, tendo o grupo, contudo, sofrido uma perda de mais de 855 milhões de euros em receita nesse mês.

Airbus da A330neo da Orbest

 

O spotter Eurospot  capturou através da sua objectiva o A330neo da Orbest, passando assim, a ser a terceira companhia aérea portuguesa a operar o modelo, depois da TAP Air Portugal e da HiFly.

O modelo vai iniciar os testes de pista e posteriormente os testes de voo antes de ser entregue à companhia.

Antes do inicio desta pandemia, a Orbest tinha planeado operar a partir do final do mês de maio, com o seu novo modelo, os voos à partida de Lisboa para Cancun e Punta Cana.

De recordar que o Grupo fez uma encomenda para dois A350, estando já um em serviço e um A330-900.

Air Nostrum retoma voos nas Baleares após financiamento de 130 ME

 

A companhia aérea regional espanhola Air Nostrum anunciou que vai retomar a 24 de maio os voos entre ilhas nas Baleares, depois de ter obtido um financiamento de 130 milhões de euros com garantia pública.

Segundo a companhia, a partir do próximo domingo vão ser asseguradas três ligações diárias entre Maiorca e Ibiza e duas entre Maiorca e Minorca, sendo possível, a partir de hoje, adquirir bilhetes.

A retoma das ligações aéreas nas Baleares foi coordenada com o governo regional.

Com o retomar parcial das suas operações, a companhia volta a assegurar a ligação entre Palma, Ibiza e Minorca, que opera há 26 anos.

O presidente da companhia, Carlos Bertomeu, considerou a retoma de voos “muito simbólica”, depois da “única paragem na vida” da Air Nostrum.

“É um passo muito significativo para o regresso à normalidade que todos desejamos”, afirmou em comunicado.

A Air Nostrum indicou  que obteve o financiamento junto de 18 entidades financeiras, entre as quais os principais bancos espanhóis, com aval do Instituto Oficial de Crédito (ICO), e que vai utilizar a verba para cobrir as necessidades de tesouraria para o resto do ano e para o regresso gradual à atividade normal.

A companhia, que deixou de voar devido ao fecho de fronteiras e às limitações de circulação impostas devido à pandemia de covid-19, fez último voo em 29 de março e tem todos os trabalhadores (1.439) em regime de ‘lay-off’ desde 21 de maio.

Conheça as quatro alternativas para viajar para Açores depois da decisão do Tribunal de ‘Habeas Corpus”

 

O Presidente do Governo Regional dos Açore, Vasco Cordeiro, anunciou que por força da decisão do Tribunal Judicial de Ponta Delgada, na sequência da providência de ‘Habeas Corpus’ aí intentada, a medida de quarentena em unidade hoteleira determinada pela Autoridade de Saúde Regional a todos os passageiros que cheguem à Região provenientes do exterior deixou, a partir dessa decisão, de ter efeito prático.

Notícia | Decisão habeas corpus sobre as quarentenas obrigatórias em unidades hoteleiras | RTP Açores

O Tribunal de Ponta Delgada concedeu o 'habeas corpus' ao cidadão que estava em quarentena obrigatória numa unidade hoteleira em Ponta Delgada – a decisão é relativa apenas a este caso.Pedro Gomes, advogado que interpôs a ação, afirma que as quarentenas são inconstitucionais. #habeascorpus #tribunalpontadelgada #quarentenaobrigatoria

Publicado por RTP Açores em Sábado, 16 de maio de 2020

O Presidente ressalva que, com o fim das quarentenas obrigatórias eleva substancialmente o risco de surgimento de novas cadeias ativas de transmissão do novo coronavírus, particularmente em São Miguel e Terceira, ilhas que recebem voos diretos do exterior.

Assim, o Conselho do Governo dos Açores, que se reuniu por videoconferência, aprovou uma Resolução que:

» 1- Declara, ao abrigo do Regime Jurídico do Sistema de Proteção Civil da Região Autónoma dos Açores, a situação de calamidade pública nas ilhas de São Miguel e Terceira, ilhas com ligações aéreas com o exterior, com o fim de prevenir o contágio e a propagação da pandemia de COVID-19.

» 2- Determina que todos os passageiros que desembarquem nos aeroportos de Ponta Delgada ou das Lajes provenientes de aeroportos localizados em zonas consideradas pela Organização Mundial de Saúde como sendo zonas de transmissão comunitária ativa ou com cadeias de transmissão ativas do vírus SARS-CoV-2 ficam obrigados a cumprir, em alternativa, um dos seguintes procedimentos:

» a) Apresentar comprovativo, em suporte papel, emitido por laboratório credenciado para a realização de testes à COVID-19, que ateste a realização de teste de despiste ao SARS-CoV-2, nas últimas 72 horas antes da partida do voo do aeroporto de origem, com resultado negativo.

Neste caso, e prolongando-se a estada por sete ou mais dias, o mesmo passageiro, no 5.º e no 13.º dia, a contar da data de realização do teste de despiste ao SARS-CoV-2, caso a mesma se estenda até essa data ou por mais tempo, deve contactar a autoridade de saúde do concelho em que reside ou está alojado tendo em vista a realização de novo teste de despiste ao SARS-CoV-2, a promover pela autoridade de saúde, cujo resultado ser-lhe-á comunicado no prazo de 24 horas;

Em alternativa pode optar também por:

» b) Realizar, com recolha de amostras biológicas à chegada, teste de despiste ao SARS-CoV-2, a promover pela autoridade de saúde, devendo permanecer, em isolamento profilático, em hotel indicado para o efeito até ao resultado do referido teste negativo, não podendo, entre o momento de recolha das amostras e o momento do resultado do teste decorrer mais de 48 horas.

Também neste caso, e prolongando-se a estada por sete ou mais dias, a contar do dia da realização do teste, o mesmo, no 5.º e no 13.º dia, caso a mesma se estenda até essa data ou por mais tempo, deve contactar a autoridade de saúde do concelho em que reside ou está alojado, tendo em vista a realização de novo teste de despiste ao SARS-CoV-2, a promover pela Autoridade de Saúde Regional, cujo resultado deve ser-lhe comunicado no prazo de 24 horas;

Terceira alternativa:

» c) Realizar quarentena voluntária por um período consecutivo de 14 dias em hotel indicado para o efeito, prazo até ao termo do qual, serão realizadas recolhas de amostras biológicas e teste de despiste ao SARS-CoV-2 a promover pela autoridade de saúde;

Quarta alternativa:

» d) Regressar ao destino de origem ou deslocar-se para qualquer destino fora da Região.

Nos casos em que os passageiros optem por serem testados ou cheguem à Região e apresentem um teste negativo, têm de cumprir isolamento profilático no respetivo domicílio, ou em unidade hoteleira onde estejam alojados, até ser conhecido o resultado do teste realizado ao 14.º dia, caso a sua estada na Região se prolongue por esse tempo.

» 3- Nos casos do resultado do teste ao vírus ao SARS-CoV-2 ser positivo, a autoridade de saúde, no âmbito das suas competências, determinará os procedimentos a seguir.

» 4 – Caso o passageiro recuse o cumprimento de todos os procedimentos previstos, a autoridade de saúde pode, no âmbito das suas competências, determinar a realização de quarentena obrigatória, por um período consecutivo de 14 dias, em hotel definido para o efeito, sendo os custos da mesma imputados ao passageiro que assim proceda.

Esta decisão deve ser sujeita a validação de um juiz no prazo de 24 horas.

Em suma, são dadas quatro opções aos passageiros que cheguem, a partir de domingo, aos Açores: viajar já com um teste negativo feito previamente à partida; submeter-se à realização de um teste no momento da chegada à Região e aguardar pelo resultado; ou cumprir um período de quarentena voluntária de 14 dias num hotel determinado; ou regressar ao destino de origem.

Se um passageiro recusar qualquer uma destas opções, violar a quarentena voluntária ou o isolamento profilático, será determinada a realização de quarentena obrigatória em hotel, assumindo, neste caso, todos os respetivos custos financeiros por uma decisão do próprio.

É útil referir que, à semelhança do que acontece atualmente com os passageiros que estão sujeitos a quarentena obrigatória, mantemos a obrigação de realização de teste de despiste à COVID-19 no 14.º dia.

Ao abrigo do disposto no artigo 6.º do Regime Jurídico do Sistema de Proteção Civil dos Açores, estas decisões aplicam-se a partir das 00h00 de domingo, dia 17, data prevista de chegada do próximo voo do exterior à Região.

GaCS/PGR

Porta danificada obriga a B777 da Nordwind Airlines a voar entre Lisboa e Moscovo nos 10000pés (com vídeo)

O Boeing 777 da Nordwind Airlines, com a matrícula VQ-BJA, que estava estacionado em Lisboa desde o dia 13 de maio, regressou ontem, 15 de maio, a Moscovo a uma altitude de 10000 pés devido a problemas numa porta que impediam o avião de pressurizar.

De recordar que o B777 chegou no dia 13 de maio a Lisboa para realizar mais um voo de carga humanitária entre Hangzhou, na China, e Lisboa.

No momento de abertura de portas, a porta 1L estava ainda “armada”, fazendo disparar o slide de emergência, tendo causado danos significativos na porta.

Veja o vídeo AQUI

Como tratava-se de um voo sem passageiros e com as respectivas autorizações é possível a realização deste tipo de voos quando não existe a possibilidade de manutenção no local.

A380 da HiFly transportou material médico entre a China e a República Dominicana (com vídeos)

Pela primeira vez, um Airbus A380 aterrou em Santo Domingo, na República Dominicana.

O A380 da HiFly 9H-MIP chegou ao Aeroporto Internacional Las Americas esta manhã, 16 de maio, depois de um voo directo a partir de Tianjin, China.

Até chegar ao seu destino, o gigante dos céus sobrevoou a Rússia, o Alasca, o Canadá e, finalmente, a América, antes de seguir para o Mar do Caribe, voando 14527 km em nas 16h20m.

Desde o inicio da pandemia a HiFly tem estado na linha da frente, tanto para o transporte de cidadãos que viram os seus voos cancelados e para a realização do seu repatriamento, bem como, para o transporte de material médico.

Mais uma vez a companhia foi contratada para mais um voo especial para transportar equipamentos médicos urgentes para combater a pandemia de coronavírus.

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A380 in MDSD

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O A380 transportou carga tanto no porão como na cabine económica de passageiros.

Conheça o interior deste avião:

O A380 da Hi Fly está equipado motores Rolls Royce Trent 900 e tem uma capacidade para 471 passageiros distribuídos por três classes. O piso principal tem 12 lugares de primeira classe e 311 de classe económica enquanto que o piso superior tem 60 lugares de classe executiva e 88 de económica. Numa configuração de alta densidade este avião poderá transportar até 853 passageiros.

O A380 está equipado com tecnologia e acabamentos de última geração, contando cada assento com o seu próprio sistema de entretenimento individual da Panasonic eX2, proporcionando aos passageiros variadas possibilidades de entretenimento.

Adicionalmente, a performance deste avião vai ao encontro do compromisso de sustentabilidade da Hi Fly. Produzindo apenas 75 gramas de CO2 por passageiro por quilómetro, o A380 reduz emissões de gás nocivas transportando mais pessoas com um menor impacto para a atmosfera.

Embraer anunciou que o último painel da fuselagem central do primeiro KC390 para a FAP foi entregue.

 

A Embraer anunciou que o último painel da fuselagem central do primeiro Embraer KC390 Millennium para a Força Aérea Portuguesa foi entregue.

A construtora indica que a fuselagem central foi montada e integrada pela OGMA, subsidiária da Embraer em Portugal. A

De recordar que a FAP adquiriu 5 aeronaves Millennium, que serão utilizadas para diferentes missões, incluindo o reabastecimento aéreo, através de um contrato que incluiu a aquisição de um simulador de voo e a manutenção das aeronaves com motores a jato – que vão operar a partir da base aérea do Montijo.

O primeiro destes aparelhos tático-estratégicos de transporte e carga deverá chegar à Força Aérea em fevereiro de 2023, dois anos depois do inicialmente previsto.

De acordo com calendário, os restantes quatro aparelhos serão entregues ao ritmo de um por cada ano (até fevereiro de 2027).

O desenvolvimento do projeto da Embraer envolveu parcerias com Portugal, Argentina e a República Checa e apresenta-se como um potencial candidato a substituir os Hércules C-130 da norte-americana Lockeed Martin, já em fase final do seu período de vida.

Componentes dos KC-390 são fabricados nas instalações da construtora aeronáutica brasileira em Portugal (Alverca e Évora).

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