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Beluga XL 3 realizou primeiro voo de testes

 

O Spotter Clément Alloing, capturou através da sua objetiva o primeiro voo do Beluga XL 3.

O A330-743, com a matrícula F-GXLI, realizou o primeiro voo no dia 2 de julho.

De recordar que a Airbus divulgou, no dia 12 de junho, as primeiras imagens do seu terceiro modelo Beluga XL.

O Airbus Beluga XL (Airbus A330-743L) foi concebido para o transporte de peças de outros aviões. O novo modelo foi baseado no avião comercial Airbus A330, para ser o sucessor do Airbus Beluga. O XL tem uma extensão no topo da fuselagem como o Beluga.

Os Belugas existentes não serão retirados de serviço com a progressiva entrada dos Belugas XL.

A Airbus irá ter uma frota mista e deverá operar por pelo menos cinco anos, já que o aumento da taxa de produção de aeronaves de corredor único requer uma maior capacidade para transportar mais peças.

A título de curiosidade, a actual frota Beluga voou mais de 9 mil horas em 2018, mas os cinco Belugas estão apenas na “meia-idade”.

A frota Beluga subirá para oito quando os três XL´s forem introduzidos, já que os cinco originais permanecerão em serviço antes de serem retirados de 2021.

A frota Beluga original está a chegar ao seu limite, voando cinco vezes ao dia e seis dias por semana: 10.000 horas em 2018. Um Beluga original leva o triplo do tempo para transportar as peças do A330 em comparação com as partes de um A320, subindo para nove vezes para as peças do A350.

O BelugaXL recebeu a sua certificação de tipo da Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA), abrindo caminho para a entrada ao serviço no início de 2020.

A aeronave é parte integrante do sistema industrial da Airbus e um facilitador essencial para os requisitos de aceleração da produção para além de 2019.

O BelugaXL permite um aumento de capacidade em 30%, sendo sete metros mais longo que o seu antecessor BelugaST.

Com o maior compartimento de carga do mundo, o BelugaXL pode transportar duas asas de A350 XWB em comparação com o BelugaST, que só pode transportar uma.

Com uma carga útil máxima de 51 toneladas, o BelugaXL tem um alcance de 4.000 km (2200 nm).

A aeronave recebeu o seu selo de aprovação após um teste de voo.

No total, seis aeronaves serão construídas entre 2019 e 2023, substituindo gradualmente a atual frota de transportadores BelugaST.

Lançado em novembro de 2014, o BelugaXL é baseado num A330-200 Freighter, com uma ampla gama de componentes e equipamentos existentes, o BelugaXL é alimentado por motores Rolls Royce Trent 700.

A cabine do piloto rebaixada, a estrutura do compartimento de carga e a cauda foram desenvolvidas em conjunto com os parceiros, dando à aeronave uma aparência distinta.

O BelugaXL é a mais recente adição ao portfólio de transporte da Airbus. Embora o transporte aéreo ainda seja o principal método de transporte de grandes componentes de aeronaves, a Airbus também usa transporte rodoviário, ferroviário e marítimo para transportar as peças entre os seus locais de produção.

Como o BelugaST, a aeronave irá operar em 11 destinos na Europa.

Força Aérea realiza transporte de órgãos para transplante em território português

 

A Força Aérea indicou, em comunicado, que foi ativada, no dia 4 de julho, para realizar uma missão de transporte de órgãos para transplante em território português.

Uma aeronave C-295M, operada pela Esquadra 502 – “Elefantes”, descolou da Base Aérea N.º 6, no Montijo, pelas 18h30, onde regressou pelas 06h40.

A missão teve a duração de 5 horas de voo.

Azul implementa tecnologia que rastreia bagagem de Clientes em todos os voos da companhia

 

Artigo escrito em Português do Brasil:

Ferramenta inédita no país já está sendo utilizada em todos os aeroportos que contam com voos da Azul;

Ficar sem saber aonde está a mala não é mais uma questão para Clientes que voam com a Azul. Inédito no país, a companhia criou uma ferramenta de rastreio de bagagem que monitora o caminho das malas desde o despacho no check-in até a entrega no destino final.

A tecnologia funciona com aparelhos semelhantes a smartphones que são utilizados pelos Tripulantes da Azul para fazer a leitura do código de barras que acompanha a etiqueta da bagagem despachada. Com o “traking code”, a mala é rastreada a cada manuseio e o status da bagagem é enviado para um sistema de controle. Por meio do aplicativo da Azul, o Cliente recebe notificações sobre três diferentes etapas de movimentação de sua bagagem: o próprio check-in, o carregamento na aeronave e a restituição, na esteira de bagagens, no aeroporto de destino final.

“Essa tecnologia faz parte de uma das nossas frentes de atuação, que visa integrar os serviços e otimizar nossa operação, trazendo mais eficiência para o dia a dia da companhia. Começamos a testar essa tecnologia nos voos entre Campinas e Cuiabá durante um período e hoje já é uma realidade em todas as bases da Azul, fornecendo informações aos Clientes e controlando o fluxo de bagagens despachadas e restituídas e reduzindo os extravios de bagagem”, afirma Kléber Linhares, diretor de tecnologia da Azul.

O executivo destaca a logística para levar o novo sistema a todas as bases de operação da Azul. “Treinamos mais de mil Tripulantes para lidar com essa ferramenta e já enviamos mais de 300 aparelhos de rastreio para a implementação dessa tecnologia nos aeroportos nacionais e internacionais que a empresa opera”, destaca.

A ferramenta também alimenta um sistema que fortalece o controle da companhia em todas as bagagens em trânsito. A empresa tem a expectativa de rastrear 100% das bagagens e reduzir ainda mais o percentual de extravio, que passou de 2,14 em abril para 1,89 bagagens para cada mil Clientes transportados em junho.

INEM reforça proteção das Equipas dos Helicópteros de Emergência Médica

 

O INEM – Instituto Nacional de Emergência Médica, anunciou, que adquiriu fardamento específico para o Serviço de Helicópteros de Emergência Médica (SHEM) com vista a reforçar a proteção das equipas no desempenho da sua missão.

O novo equipamento é constituído por um fato de voo integral, ignífugo e com característica de proteção adequadas à missão, e capacete de proteção.

O INEM indica que os fatos de voo vão proporcionar um maior conforto e proteção durante as missões de helitransporte. Cumprem com as normas aplicáveis à atividade aeronáutica, sendo feitos em material ignífugo.

Também os novos capacetes do SHEM vão conferir um aumento significativo da segurança das equipas médicas durante os voos. Para além de cumprirem todos os normativos da operação aeronáutica, os novos capacetes incluem um sistema áudio integrado, completamente compatível com o equipamento das aeronaves e o equipamento utilizado pelo INEM, permitindo a comunicação da equipa médica com os Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do INEM e com os pilotos dos helicópteros durante o voo, sem necessidade de remoção do capacete.

Força Aérea transporta recém-nascida dos Açores para o Continente

 

A Força Aérea informou, em comunicado, que realizou na noite de 3 de julho, através da Esquadra 504 – “Linces”, o transporte médico urgente de uma bebé recém-nascida, com apenas três dias, de Ponta Delgada, São Miguel, Açores, para o Continente.

A tripulação da aeronave Falcon 50 descolou de Lisboa, às 20h30, e aterrou em Ponta Delgada, pelas 22h30, de onde viria a descolar pelas 23h10.

A bordo – de modo a garantir todos os cuidados durante a viagem de regresso a Lisboa – seguiu uma equipa médica militar.

À chegada, a bebé foi imediatamente transferida para uma equipa de transporte inter-hospitalar pediátrico do INEM, que a encaminhou para o Hospital de Santa Maria.

A aeronave aterrou no Aeródromo de Trânsito N.º 1, em Lisboa, à 1h15, após mais uma missão de longa distância que contou com 04h05 de voo.

A nova companhia de Neeleman adia os seus planos de início de operações para 2021

A Startup Breeze Airways, inicialmente denominada Moxy Airways, estava programada para iniciar as suas operações em 2020, vê o seu adiamento para 2021.

Para já não são conhecidos mais pormenores sobre quando, em 2021, a companhia aérea será lançada ou qual o motivo do atraso, mas certamente deverá ser pelo período conturbado que o segmento está a passar.

O plano de longo prazo é que a Breeze Airways voe com o Airbus A220, que será entregue a partir de abril de 2021, embora seja possível que a entrega dessas aeronaves também seja atrasada.

Para iniciar as suas operações, a Breeze Airways tinha planeado alugar à Azul até 30 Embraer 195, que permitiria que a companhia aérea iniciasse as suas operações, mesmo antes de ter os seus A220. Este negócio seria mutuamente benéfico em favor dos novos jatos Embraer 195-E2, já que a Azul pretende retirar da sua frota o modelo.

Com estes atrasos, não é certo que a Breeze Airways ainda receba os Embraer 195 da Azul ou se inicia logo com os seus Airbus A220.

David Neeleman confirmou publicamente, em fevereiro deste ano, o lançamento da sua mais nova companhia de aviação.

“Há 20 anos trouxemos a humanidade de volta à indústria da aviação com a JetBlue. Hoje, estamos encantados por divulgar os planos para a “the World’s Nicest Airline”, disse David Neeleman na apresentação da Breeze a jornalistas nos Estados Unidos.

Neeleman, que também é o fundador da Morris Air, da WestJet e da brasileira Azul, indicou que a companhia terá sede em Salt Lake City.

Foto Montagem: Gianfranco

À data da apresentação: Se tudo correr conforme o planeado, Neeleman espera que a Breeze esteja a voar com passageiros pagantes até o final do ano. Mas, acrescentou, é muito cedo para dizer exactamente quando será o voo inaugural.

“Certamente não estamos definindo uma data definitiva porque temos um processo de certificação da FAA”, indiou Neeleman. “Tenho total confiança de que faremos isso. Só não posso dar a data exata.”

Os seus planos de frota passam também por uma encomenda de 60 Airbus A220-300, cuja entregas só deverão começar para o ano.

Enquanto isso, Neeleman encontrou uma oportunidade de colocar a Breeze em operação mais cedo, através do aluguer de Embraer E195 à Azul, que está neste momento a tentar encontrar negócios para o phase-out do modelo, devido à chegada dos E195-E2 de nova geração.

A Breeze vai fazer o retro-fit das cabines desses aviões, configurando-as com 118 a 122 assentos, disse Neeleman. Os A220 da companhia aérea podem ter de 118 a 145 assentos, dependendo de como a Breeze escolher configurá-los.

Embora Neeleman não tenha fornecido mais informações sobre o potencial mapa de rotas da Breeze, indicou o tipo de horário que a companhia aérea poderá realizar com estas aeronaves.

“Acho que poderíamos servir mercados dois dias por semana ou quatro dias por semana. Ou poderíamos servi-los diariamente”, disse Neeleman, explicando que a frota de E195 e A220 da companhia não exigiria alta utilização diária – ou seja, horas de voo por dia – para que a Breeze fosse rentável. “Depende apenas da época do ano. Haverá mercados que serviremos no verão e outros mercados que serviremos no inverno.”

Neeleman explicou que antecipa forte procura em mercados pequenos que em grande medida foram abandonados pelas grandes companhias do país, que procuram concentrar o tráfego nos seus hubs, deixando as restantes cidades sem ligações directas.

Neeleman considera que é uma oportunidade de mercado, que vai ‘agarrar’ com aviões E195, mais pequenos, a ligarem cidades mais pequenas e aviões maiores, os Airbus, a fazerem os vos entre cidades de maiores dimensões.

Foto Montagem: Gianfranco

A imprensa norte-americana cita a esse propósito uma análise da Delta Airport Consultants, segundo a qual 81% do tráfego doméstico nos EUA foi gerado pelos dois mil pares de cidades principais, sensivelmente como em 2000, mas houve uma progressão nessas duas décadas de 76% para 94% dos passageiros que têm que fazer conexão num ponto intermédio.

A companhia de Neeleman defende que o A220 é o avião ideal para esses voos directos entre cidades de média dimensão que vai tentar afirmar como o seu principal mercado.

Segundo a imprensa, Neeleman reconheceu que os aviões menores têm um custo por lugar maior que os aviões maiores da concorrência, mas mais facilmente atingem taxas de ocupação superiores, o que lhes garante receitas unitárias maiores.

Para o desenho gráfico da nova companhia foi escolhido o famoso Gianfranco, que concebeu recentemente o esquema gráfico dos aviões da TAP: TAP Retro e TAP Stopover.

TAP: Costa avisa que programa de reestruturação terá consequências no emprego da empresa

 

O primeiro-ministro afirmou hoje que o futuro programa de reestruturação da TAP terá de ser negociado com a Comissão Europeia, mas avisou que terá seguramente consequências no número de voos e no emprego da companhia área.

António Costa falava aos jornalistas na Assembleia da República, após ter sido aprovado em votação final global a proposta do Governo de Orçamento Suplementar para 2020, tendo ao seu lado os ministros de Estado e das Finanças, João Leão, da Segurança Social, Ana Mendes Godinho, e o secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Duarte Cordeiro.

“Quando a Comissão Europeia autoriza medidas de ajuda de Estado isso tem uma contrapartida, que, necessariamente, é haver um reajustamento da empresa, de forma a que não haja uma distorção excessiva da concorrência. Esse programa de reestruturação terá agora de ser negociado entre Portugal e a União Europeia”, apontou.

De acordo com o primeiro-ministro, “todos sabem que, para haver agora esse financiamento, a reestruturação vai ter que existir, implicando seguramente uma diminuição do número de rotas da TAP, uma diminuição do número de aviões da TAP, o que necessariamente terá consequências sobre o emprego da TAP”.

“Não vale a pena estarmos com ilusões e a esconder, porque seria o mesmo que dizer a uma pessoa que vai ser operada que não irá ter dores na operação. Em qualquer operação há uma dor. A operação tem como objetivo não provocar a dor, mas tratar as pessoas e recuperar as pessoas”, declarou.

Ou seja, segundo o líder do executivo, o programa de reestruturação da TAP “tem também esse objetivo”, tendo, “obviamente, uma dimensão social”.

SATA Air Açores transporta Marítimo entre o Funchal e Tires

 

A SATA Air Açores foi contratada mais uma vez para realizar o transporte de uma equipa de futebol.

Como tem sido hábito nos últimos tempos, a companhia irá realizar mais um voo charter para o Marítimo.

O voo vai ser operado com o Dash Q400 CS-TRD entre o Aeroporto Cristiano Ronaldo, na Madeira e o Aeródromo Municipal de Cascais.

O Marítimo irá jogar com o Santa Clara, um duelo insular, que decorre na Cidade do Futebol, em Oeiras, que abre a 30.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.

Governo quer que Antonoaldo Neves saia da presidência da TAP

 

O Expresso está a avançar com a notícia do desejo do Governo em querer que Antonoaldo Neves saia da presidência da TAP.

Esta será uma consequência natural da saída de David Neeleman da companhia aérea, uma vez que gestor foi sempre visto pelo governo como um dos homens de mão do empresário norte-americano, que o tinha trazido da Azul.

O empresário norte-americano David Neeleman, chegou a acordo com o governo para vender os seus 22,5%.

O gestor, que ocupa o cargo de presidente da comissão executiva da TAP desde 2018, já não deverá assim preparar a reestruturação da empresa que vai ser necessária por causa do empréstimo de 1,2 mil milhões de euros que vai ser concedido pelo Estado.

O mandato desta administração termina no final deste ano, mas o Executivo não quer esperar e pretende substituí-lo o mais rapidamente possível porque quer que a reestruturação da TAP seja preparada por outra pessoa.

O Expresso refere que ogoverno sempre o viu como um homem de mão de Neeleman. O gestor foi trazido por Neeleman para a TAP em 2015, como administrador para a área comercial. Inicialmente Fernando Pinto manteve-se como presidente executivo da TAP, já privatizada. Antonoaldo Neves, tal como Pinto, é brasileiro e por isso conhece bem um dos principais mercados da TAP. Antes ocupou o cargo de presidente executivo da companhia aérea brasileira Azul.

A comissão executiva da TAP é composta por três membros, todos ligados aos acionistas privados Neeleman (Antonoaldo e Raffael Quintas) e Humberto Pedrosa (David Pedrosa, o seu filho).

O ministro das Infraestruturas há algum tempo que tem vindo a mostrar alguma animosidade face à gestão executiva, liderada por Antonoaldo Neves. Pedro Nuno Santos tem afirmado, e reafirmado, que a TAP tem sido mal gerida.

Em sua defesa, Antonoaldo Neves salienta que a TAP cresceu, renovou 30% da frota de aviões, reforçou a presença nos EUA, contratou cerca de duas mil pessoas e paga mais de 300 milhões de euros de impostos. Salienta ainda que a TAP reduziu a dívida garantida pelo Estado e conseguiu fazer emissões de obrigações bem sucedidas.

Esta quinta-feira deverá ser confirmada a nacionalização da TAP

 

As negociações entre o Governo e o acionista da TAP David Neeleman, que tem 22,5% da companhia aérea, falharam.

As duas partes não chegaram a um acordo para a compra da capital do empresário na companhia aérea e, por isso, o Governo prepara-se para aprovar a nacionalização da transportadora aérea já esta quinta-feira em Conselho de Ministros.

O Estado passará a deter pelo menos 95% do capital da companhia e os privados serão afastados da estrutura acionista.

O plenário governamental será de manhã e a conferência de imprensa de apresentação das conclusões está marcada para as 13h00.

A decisão governamental surge por rutura nas negociações do Governo com David Neeleman, o empresário brasileiro-americano que, a meias com o português Humberto Pedrosa, é dono da Atlantic Gateway, empresa detentora de 45% da companhia. 50% por cento da TAP já pertence ao Estado e os restantes 5% aos trabalhadores.

A razão da rutura do Governo prendem-se com o facto de Neeleman não ter aceite as condições impostas pelo Executivo para financiar a empresa em 1200 milhões de euros.

Não terá também havido até agora entendimento nas condições que Neeleman exigia para deixar a empresa.

De recordar que a TAP pertenceu ao Estado até 2015, nesse ano privatizada – um imposição do memorando da troika. A Atlantic Gateway, detida pelos empresários David Neeleman e Humberto Pedrosa, ficou na posse de 61% do capital social da empresa. Os trabalhadores passaram a deter 5%. E o restante ficou do Estado. A privatização foi conduzida pelo Governo sendo Pedro Passos Coelho primeiro-ministro.

Ao chegar à chefia do Governo, ainda nesse ano, António Costa fez reverter o processo. A Atlantic Gateway passou a deter apenas 45% da empresa. O Estado subiu a sua participação para 50%. E os trabalhadores continuaram a ter os seus 5%. O controlo da gestão quotidiana manteve-se no entanto sempre nas mãos dos privados.

Azores Airlines retomou as ligações aéreas internacionais

 

A Azores Airlines retomou hoje, 1 de julho, as suas ligações aéreas internacionais com quatro destinos, operação interrompida desde 22 de março na sequência da pandemia de covid-19, disse fonte da companhia aérea.

Esta quarta-feira serão operados:

voo S4333 entre a Lajes e Toronto – A321LR CS-TSH

voo S42225 entre Ponta Delgada e Boston – A321neo CS-TSF

A operação internacional da companhia contempla, para já, voos com Boston (Estados Unidos da América), onde reside um grande número de emigrantes açorianos, Toronto (Canadá), Frankfurt (Alemanha) e, “mais tarde, em agosto, Cabo Verde”.

A programação da retoma dos voos internacionais da Azores Airlines inclui cinco ligações por semana em julho e outubro e sete ligações em agosto e setembro para Boston, cinco voos por semana para Toronto e duas vezes por semana para Frankfurt, indicou a companhia à Lusa.

A operação aérea entre as ilhas dos Açores, assegurada pela SATA Air Açores, também já foi retomada.

1033 trabalhadores da Groundforce garantem a operação durante o mês de Julho

 

A Groundforce anunciou, em comunicado, que vai colocar um total de 1033 trabalhadores ao serviço nas escalas onde opera, o que representa uma clara retoma da actividade face aos três meses anteriores.

O reforço de mais 573 trabalhadores na operação reflecte o plano de voos previstos para este período e garante a capacidade de resposta à actividade das companhias com a perspectiva de, em Julho, regressarem ao serviço mais 134 trabalhadores, de acordo com a evolução dos voos e do levantamento de quarentenas que, até ao momento, continuam a restringir o normal funcionamento do sector.

Durante o mês de Julho estão previstos mais movimentos – cerca de 5186 -, e uma receita de cerca de 2 600 000 euros.

Estão a ser tomadas todas as medidas que garantam a salvaguarda e a continuidade do negócio bem como a proteção dos postos de trabalho através de uma postura de diálogo e de transparência com todos os Sindicatos e com a Comissão de Trabalhadores, apresentando-lhes todas as medidas e os seus impactos na sustentabilidade da empresa.

O selo “Clean and Safe” também tem permitido o restabelecimento da confiança dos trabalhadores, clientes e passageiros garantindo que existem todas as condições para a utilização e funcionamento das infra-estruturas onde opera.

A Groundforce alterou os procedimentos, a sua estrutura e foram tomadas as decisões necessárias para se adaptar ao “novo normal”.

A partir de 1 de Julho, a Groundforce entra no 4º período de lay off tendo sido privilegiada, à semelhança dos anteriores, a rotação de 68% entre os trabalhadores que estiveram ao serviço e aqueles que se encontraram em suspensão temporária da prestação de serviço.

Todos os colaboradores foram informados sobre as modalidades que lhes serão atribuídas na nova extensão de lay-off, tendo sido tomadas as seguintes medidas:

» 1033 pessoas (38,6% do total) ficarão a garantir as operações diárias, na EGE e nas Operações em cada escala e ficarão em 5% de redução do período normal de trabalho;

» 1542 pessoas (57,6% do total) ficarão em Suspensão Temporária da Prestação de Trabalho ao abrigo do layoff simplificado e receberão todos, sem exceção 2/3 das remunerações fixas mensais;

» 102 pessoas (3,8% do total), das áreas de suporte e chefias operacionais, ficarão em 20% de redução do período normal de trabalho;

Os Diretores da empresa ficarão em 20% de redução do período normal de trabalho e os Administradores Executivos, voluntariamente, continuarão com uma redução de 30% da sua remuneração.

Para Paulo Neto Leite, CEO da Groundforce, “Este não é, ainda, o cenário ideal mas é o início da retoma, o que nos permite preparar a recuperação da empresa de uma forma gradual e olhar para o futuro com confiança. Agora preparamo-nos para restabelecer o volume de passageiros e movimentos a que estávamos habituados e que o surto covid 19 repentinamente interrompeu. É um sinal muito positivo já termos mais de 1000 pessoas de volta ao trabalho. Lutámos todos muito por este regresso. Temos tomado as decisões necessárias para, na medida do possível, adaptar a nossa estrutura a esta realidade que agora vivemos. A recuperação está para breve. Pode não estar a acontecer à velocidade que gostaríamos, mas já está a acontecer.”

As medidas vigoram a partir de hoje e terminam a 31 de Julho.

The H160 receives EASA approval

 

Airbus Helicopters’ multi-role twin engine H160 has been granted its type certificate by the European Union Aviation Safety Agency (EASA), marking a new chapter for the programme. The company is expecting FAA certification to follow shortly prior to first delivery to an undisclosed US customer later this year.

“The successful completion of the H160 Type Certificate is the result of several years of tremendous work and efforts accomplished jointly by the involved technical teams of the Agency and Airbus Helicopters in a remarkable fruitful cooperation spirit,” EASA Certification Director Rachel Daeschler said. “It is the result of thorough design and testing efforts, to ensure the highest safety standards are reached. The design of the H160 makes it suitable for a wide range of versatile missions. It is also one of the most environmentally friendly with respect to fuel consumption and one of the quietest helicopters of its class. My personal appreciation and warmest congratulations are conveyed to the involved technical staff who continuously showed high commitment for constructive collaboration to overcome the challenges inherent to this type certification project,” she added.

“We are proud that the H160 has received its EASA type certificate. This achievement represents years of hard work designing, industrializing and defining the support ecosystem with our suppliers and partners and I would like to thank everyone who has dedicated their time and energy to turning this next generation helicopter into reality,” said Bruno Even, Airbus Helicopters CEO. “I now look forward to the H160 entering into service and offering its innovative features that bring competitiveness alongside additional comfort and safety to customers worldwide,” he added.

Airbus Helicopters relied on three prototypes, the first serial aircraft, and two additional test means, the dynamic helicopter zero and the system helicopter zero, to develop and certify the aircraft and continues to mature the aircraft ahead of entry into service. The helicopters have flown over 1500 hours both for flight tests and demo flights so that customers can experience first-hand the innovation and added value the H160 will bring to their missions.

Designed as a multi-role helicopter able to perform a wide range of missions such as offshore transportation, emergency medical services, private and business aviation, and public services, the H160 integrates Airbus Helicopters’ latest technological innovations. These include breakthrough safety features with Helionix’s accrued pilot assistance and automated features as well as flight envelop protection. The helicopter also provides passengers with superior comfort thanks to the sound-reducing Blue Edge blades and superb external visibility that benefits both passengers and pilots.

H160 was not just designed with passengers and pilots in mind. Operators will appreciate its competiveness thanks to its increased fuel efficiency and customer-centric simplified maintenance eco-system: equipment accessibility has been facilitated by the helicopter’s optimised architecture, the maintenance plan was thoroughly verified during the Operator Zero campaigns, and it is delivered with intuitive 3D maintenance documentation.

H160 recebe aprovação da EASA

 

O helicóptero Airbus multifunções H160 recebeu a certificação da European Union Aviation Safety Agency (EASA), o que é um marco importante para este projeto. Para a diretora do departamento de certificação da EASA, Rachel Daeschler, este certificado “é o resultado de vários anos de imenso trabalho desenvolvido em conjunto pelas equipas técnicas da agência e da Airbus helicopters, num espirito de colaboração muito frutífero”, assegurando  que “os mais altos standards de segurança foram alcançados”. A Airbus espera agora apenas a certificação da FAA para poder fazer a primeira entrega deste modelo a um cliente norte-americano no final deste ano.

 

A Airbus contou com 3 protótipos para o desenvolvimento do programa, que permitiram desenvolver e certificar o aparelho e continuar a aperfeiçoar o mesmo até a sua entrada ao serviço. Estes helicópteros voaram mais de 1500 horas até agora, quer em voos de teste, quer de demonstração, o que permitiu que os clientes pudessem experimentar em primeira mão a inovação e as mais-valias que o H160 lhes pode oferecer.

Desenhado para ser um helicóptero multi-funções, desde transportes offshore, emergência médica, voos privados e executivos a missões de entidades públicas, o H160 integra os últimos desenvolvimentos tecnológicos Airbus, ao mesmo tempo em que oferece condições de segurança avançadas e níveis de conforto superior para os passageiros, incluindo mecanismos de redução do ruído e uma visibilidade exterior que beneficia passageiros e pilotos. Os operadores deste modelo também irão apreciar a sua competitividade ao nível da poupança no consumo de combustível e da simplicidade do eco-sistema de manutenção, centrado no cliente, que recebe documentação relativa à manutenção intuitiva e em 3D.

Azul Cargo transporta 3,2 milhões de testes de Covid-19 para o Brasil, Argentina, Peru e Chile

 

Em dois novos voos para a China, as aeronaves da Azul encontraram-se no Aeroporto de Amsterdão, na Holanda, durante uma escala técnica.

De acordo com a companhia, esta foi uma cena inédita e histórica: duas aeronaves A330 com as cores da Azul encontraram-se no aeroporto de Amsterdão, na Holanda.

Enquanto uma delas estava de regresso ao Brasil da China, a outra, estava a caminho do país asiático.

As duas operações, possíveis depois de um amplo e detalhado trabalho de logística da companhia, aconteceram com o mesmo objetivo, realizar o transporte de testes rápidos de Covid-19 para ajudar no combate a pandemia na América Latina.

Foto: Azul

Uma das cargas, pertence à empresa Dbschenker, com 1,5 milhão de testes, desembarcou esta manhã em Viracopos. Utilizando os porões e assentos de uma aeronave cargueira, a companhia embarcou 800 mil testes para Santiago, no Chile, enquanto outros 500 mil testes para Covid estão seguindo em um Airbus A320neo para Buenos Aires, na Argentina.

Esta quarta, dia 1 de julho, a previsão é de que mais um Airbus A320neo descole com os assentos cheios de 200 mil testes para Lima, no Peru. Além dos voos para a América Latina, a segunda aeronave A330 deve regressar ao Brasil dia 2 de julho transportando 1,7 milhão de testes rápidos de Covid-19.

Esse é o 4º voo que a Azul Cargo Express, unidade de cargas da Azul, realiza para a China transportando testes e equipamentos médicos para auxiliar no combate à pandemia do novo coronavírus.

Ao todo, já foram transportados 4,8 milhões de testes rápidos e 133 ventiladores.

Airbus vai suprimir 15 mil postos de trabalho, 11% do efetivo

 

A Airbus vai suprimir “cerca de 15 mil postos” de trabalho, o que corresponde a 11% dos efetivos, em todo o mundo até ao verão de 2021, sem excluir despedimentos, para “redimensionar a sua atividade na aviação comercial”.

Esta eliminação de empregos, segundo comunicado do grupo aeronáutico divulgado hoje, resulta da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, e vai afetar 5.100 postos de trabalho na Alemanha, cinco mil na França, 1.700 no Reino Unido, 900 em Espanha e 1.300 em outros países.

Parte destas eliminações de emprego respeitam à filial francesa Stelia Aerospace e à alemã Premium Aerotec.

“Se bem que medidas forçadas (despedimento puro e duro) não possam ser excluídas neste momento, a Airbus vai trabalhar com os seus parceiros sociais para limitar o impacto do plano com recurso a várias medidas, como saídas voluntárias e reformas antecipadas, bem como desemprego parcial de longa duração nas atividades que o permitam”, adiantou o construtor aeronáutico, que tenciona concluir as negociações com os sindicatos este ano.

O plano social visa a supressão de 14.931 empregos, dos quais 4.952 em França (3.488 no segmento dos aviões comerciais e 1.464 na Stelia Aerospace), segundo o sindicato CGE-CGC, que entende que “deve ser recusada qualquer saída forçada de assalariados do grupo”.

A Airbus, que reduziu em abril a sua cadência de produção em mais de um terço, devido ao colapso do mercado do transporte aéreo, está “confrontada com a crise mais grave que este setor alguma vez conheceu”, declarou o presidente executivo da Airbus, Guillaume Faury, citado no texto.

“As medidas tomadas até agora pela empresa permitiram absorver o choque inicial desta pandemia. Devemos agora assegurar a durabilidade da empresa e garantir a nossa capacidade de emergir da crise como líder global do setor aeroespacial, adaptando-nos aos desafios imensos que enfrentam os nossos clientes”, acrescentou.

As supressões de empregos agora anunciadas afetam o segmento da aviação comercial, o mais importante do grupo, e não envolve o Airbus helicópteros nem o Defesa e Espaço.

Confrontada com um mercado problemático, este último tinha anunciado em fevereiro em plano de reestruturação que previa eliminar 2.665 postos de trabalho.

Norwegian cancelou os seus pedidos pendentes de 92 Boeing 737 MAX e cinco 787 Dreamliner

A Norwegian anunciou, em comunicado, que cancelou os seus pedidos pendentes de 92 Boeing 737 MAX e cinco 787 Dreamliner.

A companhia lowcost está também a solicitar uma indemnização pela proibição de operação com o 737 MAX, bem como pelos problemas enfrentados pelos motores Rolls-Royce Trent 1000 do Boeing 787.

A companhia pretende recuperar os pagamentos de pré-entrega feitos à Boeing pelos aviões não entregues. A Norwegian iniciou um diálogo comercial com a Boeing com o objetivo de resolver os seus problemas com os B787 e 737 MAX e obter uma compensação devido às suas perdas.

O diálogo [ainda não] levou a um acordo para uma compensação razoável para a empresa. O cancelamento completo dos pedidos para os dois tipos de aeronaves também vem com o término dos chamados contratos de serviço ‘GoldCare’. Antes da suspensão mundial das operações e entrega dos B737MAX, iniciada há mais de um ano em março de 2019, a Norwegian já tinha recebido 18 aeronaves 737 MAX 8.

Para já não é certo que a companhia volte a operar com os seus B737MAX mesmo depois do levantamento da proibição de operações.

A frota de longo curso da companhia é composta por 37 Boeing 787 Dreamliner, com os cinco pedidos agora cancelados todos próximos da entrega.

A Norwegian tem a sua frota praticamente toda parada, estando a operar com cerca de dez aviões.

SATA Azores Airlines conclui mais uma missão especial entre Portugal; Cuba: Guiné-Bissau e regresso a Portugal.

 

De Portugal a Cuba; de Cuba a Bissau; de Bissau a Portugal: assim foi a mais recente operação charter especial operada pela companhia açoriana SATA Azores Airlines para o Governo da Guiné-Bissau.

O objetivo desta missão? Assegurar o transporte de profissionais de saúde de nacionalidade Cubana para reforço no combate à COVID-19 na Guiné-Bissau e promover o repatriamento de passageiros de diversas nacionalidades, que pretendiam regressar aos respetivos países de residência.

O voo S4 9662 da SATA Azores Airlines descolou do Aeroporto Humberto Delgado, pelas 06H11M, com destino ao Aeroporto Internacional José Martí, Cuba. O voo direto aterrou por volta das 10H00M em Havana, cerca das 15H00M em Lisboa. Desta forma, a transportadora aérea açoriana assinalou o voo mais longo jamais realizado desde que opera com o novo Airbus 321 Neo LR, CS-TSH, de nome Magical.

A tripulação da SATA Azores Airlines rumou, no dia seguinte, à Guiné Bissau. A bordo seguiam profissionais de saúde, designadamente médicos, enfermeiros e técnicos de saúde Cubanos. O voo S4 6663 era aguardado com enorme expectativa, como se pode inferir da mensagem publicada nas redes socais pelo Primeiro Ministro da Guiné-Bissau, Nuno Nabiam, horas antes da aterragem do “Magical” em Bissau:

“Um avião A321-253NX da companhia aérea portuguesa SATA Azores Airlines cruza os céus do Atlântico neste momento, em direção ao Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira, trazendo a bordo uma brigada médica cubana para vir apoiar nos esforços comum de combate à Covid-19. Aos Médicos, Enfermeiros e Técnicos Cubanos que dentro em breve aterram em Bissau, quero desejar as boas-vindas, e agradecer em nome do povo Guineense toda a prontidão e compaixão sempre demonstrada”.

A forma calorosa como os passageiros e tripulação foram acolhidos ao desembarcarem no Aeroporto Osvaldo Vieira deixará as melhores recordações em todos os que participaram ativamente na realização deste voo tão especial.

“É com enorme orgulho que concluímos com sucesso mais esta missão e é sobretudo uma honra para a SATA Azores Airlines ter tido o privilégio de participar num momento que se afigura tão importante para a Guiné-Bissau e que demonstra o espirito de cooperação e de solidariedade entre Nações. Foi um privilégio que nos deixou um sentimento de missão cumprida. Devo um agradecimento aos nossos Parceiros pelo voto de confiança depositado e um reconhecimento às nossas equipas pelo compromisso assumido e inexcedível empenho” salienta Mário Chaves, Chief Operational Officer da SATA Azores Airlines.

Cerca de 1H30M após a chegada a Bissau, a SATA Azores Airlines já se encontrava pronta para a última etapa desta missão, que compreendeu um voo entre Bissau e Lisboa, com a duração aproximada de 3H55 minutos. A bordo deste voo de regresso seguiam 170 passageiros que se encontravam retidos em solo guineense (na sua maioria de nacionalidade portuguesa) e que pretendiam regressar aos respetivos países de residência, designadamente Portugal.

Esta operação especial desenvolveu-se, tal como as anteriores em que a SATA Azores Airlines participou, em estreita colaboração com as entidades de saúde dos Países envolvidos; com o estreito acompanhamento do Ministério dos Negócios Estrangeiros e, neste caso em especifico, em cooperação com Governo da Guiné-Bissau.

Considerando que a situação de pandemia em que todos nos encontramos exige medidas excecionais, quer na preparação, quer no desenvolvimento das operações, a companhia aérea tem dedicado especial atenção às medidas de segurança e de prevenção adicionais que tem adotado em todos os seus voos, quer sejam em regime charter ou regulares, a fim de salvaguardar a segurança e o bem-estar dos passageiros.

Força Aérea assinala 68.º Aniversário com passagens aéreas em todas as capitais de distritos e homenageia vítimas da Pandemia

 

A Força Aérea assinala, amanhã, dia 1 de julho, o seu 68.º Aniversário com uma série de eventos adaptados às atuais circunstâncias, dos quais se destacam: passagens aéreas e a manobra “Missing Man” em homenagem às vítimas da Pandemia.

Todas as capitais de distritos serão sobrevoadas por diferentes aeronaves (Chipmunk, C-130H, C-295M, Epsilon TB-30, P-3C e F-16), entre as 10H00 e o 12H30. Os horários das passagens aéreas serão disponibilizados nos Canais da Força Aérea.

A homenagem às vítimas da Pandemia, através da manobra aérea denominada “Missing Man”, decorrerá na zona de Belém (Lisboa), sobre o Mosteiro dos Jerónimos, entre as 10H45 e as 11H00. Na sua versão mais tradicional, esta saudação é realizada por quatro aeronaves de combate, durante um funeral ou homenagem, em memória de um piloto desaparecido no desempenho das suas funções. As quatro aeronaves (neste caso F-16) voam em formação e um dos aviões sairá em subida vertical desaparecendo depois no horizonte.

Além destes momentos tão característicos da Força Aérea, foi preparado um conjunto de eventos digitais, como vídeos e passatempos que serão divulgados nos Canais Oficiais da Força Aérea (emfa.pt, Facebook, Instagram, Youtube e Twitter).

TAP vai ser nacionalizada

 

O Jornal Expresso está a avançar que o Estado e privados não se entenderam quanto ao empréstimo à companhia aérea

A TAP vai ser nacionalizada. É o resultado da falta de acordo entre o Estado e os acionistas privados em torno do empréstimo de 1,2 mil milhões de euros à companhia aérea.

O Expresso sabe que a administração da Atlantic Gateway, empresa detida por David Neeleman e Humberto Pedrosa e que controla 45% da TAP, inviabilizou ontem à noite a aprovação do empréstimo do Estado à companhia aérea, o que levou à rutura com o Governo.

O diploma de nacionalização vai agora seguir para a Presidência do Conselho de Ministros.

TAP regista prejuízos de 395 milhões de euros no primeiro trimestre

 

A TVI24 está a avançar com a notícia de que a TAP registou prejuízos de 395 milhões de euros no primeiro trimestre deste ano.

Este resultado, representa um agravamento significativo face ao período homólgo no ano passado. Pandemia teve um forte impacto nas receitas.

De acordo com um comunicado enviado pela companhia aérea à CMVM, as consequências da pandemia são o motivo deste agravamento significativo face ao mesmo período do ano passado, sendo que o maior impacto ocorreu em março de 2020:

“Março foi já significativamente afetado pelas medidas de contenção adotadas pelas autoridades nacionais e internacionais que se refletiram numa acentuada quebra na procura e levaram a TAP a diminuir a sua capacidade operacional, traduzindo-se numa deterioração progressiva da atividade ao longo do mês”, pode ler-se no referido documento.

STP AIRWAYS com aeronaves da euroAtlantic retoma ligações regulares diretas entre Portugal e São Tomé

 

A companhia nacional de bandeira STP AIRWAYS (STP) de São Tomé e Príncipe vai retomar no próximo dia 03 de julho de 2020 as ligações regulares diretas entre São Tomé e Príncipe e Portugal, em voos operados com aeronaves da euroAtlantic airways em regime de code-share com uma frequência semanal, sextas feiras.

A companhia portuguesa é acionista e gestora da companhia nacional são-tomense.

Voo STPAIRWAYS 8F507 code-share com euroAtlantic – Lisboa (LIS) São Tomé (TMS) 06:00h – 10:50h (horas locais)

Voo STPAIRWAYS 8F508 code-share com euroAtlantic – São Tomé (TMS) Lisboa (LIS) 13:25h – 20:35h (horas locais)

O posicionamento da STP AIRWAYS de marca do coração para o consumidor são-tomense, é retribuído aos clientes com as condições únicas que os Boeing B767-300ER da EAA permitem. À semelhança dos voos regulares da euroAtlantic para a Guiné-Bissau a STP em voos intercontinentais, oferece um benefício extraordinário em voos de e para África.

O objetivo da STP AIRWAYS com retomada das ligações diretas entre os dois países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), paralisadas pela pandemia do COVID-19, visa apoiar o Governo de São Tomé Príncipe, também acionista e com a Presidência do Conselho de Administração da companhia nacional de bandeira do país, nas ações de desconfinamento faseado da população são-tomense e o retomar das atividades económicas.

O “Arquipélago Paradisíaco Cartão Postal do Golfo da Guiné” era apontado no início deste ano, pelos  títulos de referência da imprensa mundial e bloggers das grandes viagens, como “destino obrigatória a não perder em 2020” com a retomada das ligações diretas a Portugal, além da retoma das atividades económicas e sociais, o país espera no segmento do Turismo sustentável, o regresso dos visitantes, nucleares para a captação de divisas.

Os voos da STP além de irem fazer chegar ao país mais rapidamente material Médico e hospitalar, retomam as importações por via aérea. Os benefícios alargam-se à procura de São Tomé e da ilha do Príncipe pelo Turismo, que faziam acelerar o consumo, venda de artesanato, a divulgação da produção do cacau natural das ilhas africanas do Equador, os aromáticos grãos e lotes de cafés das roças, os “Melhores Chocolates do Mundo” produzidos segundo métodos artesanais, exportados para as lojas gourmet das grandes metrópoles, que vinham provocando anos de excelência nas receitas turísticas e o desenvolvimento da industria hoteleira.

A STP AIRWAYS alerta os seus clientes que até à descoberta de uma vacina para o novo Cornavirus, existem novos caminhos  para se viajar com segurança, regras que as companhias aéreas, viram-se obrigadas adotar. Os passageiros dos voos STP a parir dos quatro (4) anos, são obrigados a apresentar um teste COVID-19 realizado 72h antes da partida e ao uso de máscara cirúrgica na aerogare e durante o voo, devendo possuir um stock que lhes permita a mudança ao fim de quatro (4) horas. A chegada a São Tomé, estão sujeitos a uma triagem térmica. O estado de São Tomé e Príncipe, com o apoio da Organização  Mundial da Saúde (OMS), está a ser um notável exemplo nos controlos de fronteira e no combate a pandemia.

Airbus delivers first A330 MRTT to NATO Multinational Multi Role Tanker Transport Fleet

 

Airbus has formally delivered the first of eight Airbus A330 Multi Role Tanker Transport (MRTT) aircraft ordered by the NATO Multinational MRTT Fleet (MMF) after a ceremony held at the Airbus Getafe site in Spain. The official acceptance of this first aircraft marks a decisive milestone towards the entry into service of this multinational unit formed by the Netherlands, Luxembourg, Norway, Germany, Belgium and the Czech Republic

The aircraft will take off tomorrow towards its Main Operating Base located in Eindhoven, the Netherlands. The MMF fleet will also operate from a second location, the Forward Operating Base in Cologne, Germany.

Dirk Hoke, Chief Executive Officer of Airbus Defence and Space, said: “The NATO MMF programme perfectly represents the future of defence cooperation and shows the true success of the pooling and sharing concept. As a trusted partner for the armed forces, Airbus is extremely proud to see its A330 MRTT at the forefront and ready to secure decisive capabilities and interoperability for NATO partner nations.”

Peter Dohmen, NATO Support and Procurement Agency (NSPA) General Manager, said: “The MMF programme is a prime example of excellent cooperation between nations, the EU and NATO and the strong collaboration between OCCAR and NSPA. This unique state-of- the-art capability will enable our participating nations to perform a wide range of operations in multiple domains. We thank the nations for their continued trust in NSPA as the system manager and wish them success in their future missions.”

Matteo Bisceglia, Director of the Organisation for Joint Armament Cooperation (OCCAR), said: “The delivery of the first MMF aircraft marks a key milestone of the MMF ADS acquisition contract managed by OCCAR. OCCAR is proud to have delivered this aircraft to the customer on time without any shortfalls in performance or over cost. Key points for this success are the MMF Nations’ trust in the ability of NSPA and OCCAR to efficiently manage the Programme, the excellent cooperation with the EU and the willingness to succeed of the experienced MMF team.”

The MMF programme is funded by the six nations which will have the exclusive right to operate the NATO–owned aircraft in a pooling arrangement. The aircraft will be configured for in-flight refuelling, the transport of passengers and cargo, and medical evacuation operations.

The European Defence Agency (EDA) initiated the MMF programme in 2012. OCCAR manages the MMF acquisition phase and the first two years of the Initial In-Service-Support as Contract Executing Agent on behalf of NSPA. Following the acquisition phase, NSPA will be responsible for the complete life-cycle management of the fleet.

The A330 MRTT combines the advanced technology of a new generation tanker with the operational experience recorded during more than 200,000 flight hours in service. The A330 MRTT is interoperable with receivers worldwide and delivers true multi-role capabilities as proven during the recent MEDEVAC and strategic transport missions related to the COVID- 19 pandemic.

The above image shows the first A330 MRTT taking off during an industrial flight performed at Getafe, Spain.

Airbus entrega o primeiro A330 MRTT à Frota Multinacional de Aviões de Carga Multifuncionais da NATO

 

A Airbus entregou formalmente o primeiro de oito aviões Airbus A330 MRTT encomendado pela Frota Multinacional MRTT (MMF) da NATO, após uma cerimónia realizada nas instalações da Airbus em Espanha.

entrega oficial deste primeiro avião marca um acontecimento decisivo para a entrada em serviço desta unidade multinacional formada pelos Países Baixos, Luxemburgo, Noruega, Alemanha, Bélgica e República Checa.  A aeronave descolará amanhã em direção à sua Base Operacional Principal localizada em Eindhoven, Países Baixos. A frota do MMF irá também operar a partir da Base Operacional Avançada em Colónia, Alemanha.

O programa MMF é financiado pelas seis nações que terão o direito exclusivo de operar as aeronaves, propriedade da NATO, num acordo de pooling. A aeronave será configurada para reabastecimento em voo, transporte de passageiros e carga, e operações de evacuação médica.

O A330 MRTT combina a tecnologia avançada de avião de carga de nova geração com a experiência operacional acumulada durante mais de 200.000 horas de voo. O A330 MRTT é interoperável com recetores de todo o mundo e tem capacidades multi-role como ficou provado durante as recentes missões MEDEVAC e de transporte estratégico relacionadas com a pandemia da COVID-19

Leia o comunicado | SITAVA critica administração da TAP por deixar aviões no chão

 

Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e dos Aeroportos acusa a administração de Antonoaldo Neves em toda a linha e conclui que “até a Ryanair faz melhor que a TAP”.

“Chegados ao fim do mês de junho, mês em que tudo fazia prever que o Lay-Off terminaria, e com a abertura de fronteiras os aviões começariam a voar, nada disso aconteceu. Ao contrário das outras companhias, que demandam os aeroportos nacionais com aviões de grande porte, os da TAP continuam no chão. Certamente os gestores dessas companhias estão a gerir mal os seus negócios e a perder dinheiro. Ou será o contrário?

A invés disso, fomos de novo violentados com mais um e-mail (pois claro um e-mail) emanado da Direção de Recursos Humanos, lembrando-nos que afinal o castigo se irá prolongar. Esta impensável situação torna-se ainda mais violenta porquanto configura, além do prolongamento dos cortes salariais, também a continuação da sobranceria na forma de comunicar, denotando uma insuportável falta de consideração pelos trabalhadores e pelos seus representantes. Ou será que o Senhor CEO da TAP pensa constituir-se em “sindicato das lives”, substituindo os verdadeiros?

Do vasto leque de empresas, onde representamos trabalhadores, a TAP é a única onde os trabalhadores são tratados desta forma, com autêntico desprezo que roça a insolência. Afinal os trabalhadores, que enchem a boca dos gestores quando estes falam em público, são depois tratados como “coisas descartáveis” a quem se envia um simples e-mail para lhes anunciar a punição seguinte, e mesmo este sempre tarde e a más horas. Hoje, a dois dias do fim do mês, ainda ninguém sabe o que fará no próximo dia 1 de julho. Temos que reafirmar sempre e em cada momento, que mesmo com a pandemia, não passou a valer tudo.

E o que dizer da atitude da empresa em relação à questão das férias? Decidiram pagar o subsídio de férias a todos os trabalhadores, o que saudamos, mas até esta “benevolência” não foi ingénua. Descobriram à última hora, que pagando já, a empresa ficava isenta do pagamento da TSU. Mais uma vez se constata que os trabalhadores apenas recebem agora o subsídio de férias porque isso traz vantagens à empresa, e não por qualquer gesto magnânimo de consideração pelos trabalhadores. Mas há mais.

Quanto ao gozo dos períodos de férias que os trabalhadores têm planeados a atitude da empresa é ainda mais mesquinha. Temos sido informados pelos nossos associados que a empresa está, nalguns casos, a forçar o gozo de férias a trabalhadores que estão em casa desde abril, com suspensão do contrato de trabalho.

É difícil encontrar um adjetivo para isto que não seja sinónimo de malvadez. É bom que se saiba que esta mesquinha atitude da TAP apenas tem por finalidade poupar alguns euros, enquanto outras empresas do setor não hesitam em retirar os trabalhadores do Lay-Off, pagando-lhe o salário a 100% durante o período de férias. Até a Ryanair faz melhor que a TAP. Inacreditável.

Por fim, não podemos deixar de nos interrogar com a situação de impasse que se vive na companhia, com os acionistas minoritários a bloquearem a solução financeira que já deveria estar na empresa. Depois das audições havidas na Assembleia de República, que trouxeram a público as divergências existentes entre o Conselho de Administração e a Comissão Executiva, ficámos com a certeza de que o Estado soberano tem que atuar rapidamente e assumir o controlo da empresa. Esta é uma decisão urgente não só para colocar no terreno a retoma da operação que já tarda, mas também para iniciar a reorganização interna e parar com o desmantelamento em curso nalgumas direções vitais para essa retoma.

Esta é uma questão crucial para o futuro da companhia e para os trabalhadores que afastados dos seus locais de trabalho, vivem um quotidiano de grande incerteza e insegurança. Por um lado, a comunicação social, toda em uníssono, faz eco das propostas que o Governo apresentou aos acionistas minoritários. Por outro, da parte destes, escuta-se um ensurdecedor silêncio que parece demonstrar muito pouca vontade de investir na empresa que, dizem, também é sua. Afinal estes acionistas querem ou não contribuir para a recuperação da companhia aérea nacional?

Fazendo fé nas declarações do Senhor Ministro das Infraestruturas e Habitação, fica claramente demonstrado que os acionistas privados e também a sua Comissão Executiva não têm os interesses alinhados com o interesse da companhia e dos seus trabalhadores, mas apenas com os seus próprios. É tempo de isto acabar.”

Conheça o Relatório Final do Acidente com o Embraer 190 que aterrou de emergência no Aeroporto de Beja

 

O avião da Air Astana, que em 2018 aterrou de emergência em Beja, descolou da OGMA com os cabos de comandos dos ‘ailerons’, direito e esquerdo, invertidos, concluiu a investigação, que detetou falhas e fragilidades na manutenção da empresa.

Leia o relatório AQUI

O relatório final do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF),  aponta “como causa mais provável para o acidente a instalação incorreta dos cabos dos ‘ailerons’ [controlam os movimentos de rolagem da aeronave com a atuação dos dois comandos de controlo, ou através do piloto automático] de ambas as semi-asas”, e a “subsequente inadequada inspeção independente aos sistemas de comando de voo da aeronave, que resultou numa reversão da operação do sistema dos ‘ailerons’ da aeronave e levou à perda de controlo durante o voo”.

O Embraer 190, com a matrícula P4-KCC e operado pela Air Astana descolou às 13:31 de 11 de novembro de 2018 da base militar de Alverca do Ribatejo, depois de realizar trabalhos de manutenção programada nas instalações da OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal, SA, e aterrou de emergência em Beja, pelas 15:28.

 

 

 

 

TAAG recebe hoje em Luanda o seu Dash Q400 com transmissão nas Redes Sociais

 

A TAAG – Linhas Aéreas de Angola anunciou que vai receber hoje em Luanda o seu primeiro DashQ400.

Actualmente com o registo canadiano C-GKXM e futuro D2-TFA está previsto chegar por volta das 13h30 (hora local), mesma hora que em Lisboa.

A companhia convida todos, os que desejarem, a acompanhar em directo a chegada do aparelho através das suas redes sociais:

 

De recordar que a De Havilland Aircraft of Canada Limited entregou, no dia 26 de junho, o primeiro de seis aeronaves Dash 8-400 à TAAG.

O pedido foi anunciado a 18 de junho de 2019 durante um evento no Paris Air Show, com a presença de Ricardo Viegas D’Abreu, ministro dos Transportes.

“Selecionamos as aeronaves Dash 8-400 para apoiar o desenvolvimento de uma rede doméstica mais forte e também para apoiar nossas redes regionais e internacionais”, disse Rui Carreira, Presidente e CEO da TAAG Angola Airlines. “Com a chegada de nossa primeira aeronave Dash 8-400, continuamos a implementar nossa estratégia de reestruturação e aprimorar nosso serviço para comunidades menores”.

Segundo a TAAG, a aeronave Dash 8-400 comprovou a sua fiabilidade e flexibilidade nos ambientes mais desafiadores da África, incluindo as regiões quentes e arenosas do norte da África e as Terras Altas da Etiópia e, portanto, serão úteis em Angola também.

“Estamos confiantes de que a aeronave Dash 8-400 é ideal para servir e exceder os requisitos da TAAG, e damos as boas-vindas à companhia aérea na nossa família de mais de 70 clientes e operadores – muitos dos quais atualmente estão a operar a aeronave Dash 8-400 para reiniciar as suas operações e entregar bens essenciais durante a pandemia do COVID-19 ”, acrescentou Todd Young, chefe Diretor de Operações, De Havilland Canada.

Com a aquisição do programa de aeronaves Dash 8, a Longview Aviation Capital relançou o De Havilland Canada, uma das marcas mais icónicas do Canadá.

O portfólio da DHC inclui suporte à frota mundial de aeronaves Dash 8-100/200/300/400, além de produção e vendas das aeronaves Dash 8-400.

Boeing poderá retomar ainda hoje os voos de teste do B737MAX

 

De acordo com a Reuters, a Boeing pode retomar ainda hoje, os voos teste do seu modelo B737MAX, caso se confirme, será um passo importante nos esforços da empresa para garantir que os seus aviões mais vendidos voem novamente.

A Boeing recebeu a aprovação da Administração Federal de Aviação (FAA) dos Estados Unidos para iniciar testes do modelo 737 Max, para demonstrar que pode voar em segurança com o novo ‘software’ de controlo de voo.

Os voos de certificação, realizados por pilotos da FAA, devem provavelmente ocorrer na área de Seattle, onde o avião tem vindo a sofrer alterações.

Um dos principais pilotos de teste da Boeing também vai integrar os voos.

“Espera-se que os testes levem vários dias e vão incluir uma ampla gama de manobras de voo e procedimentos de emergência para permitir que se avalie se as mudanças atendem aos padrões de certificação da FAA”, disse a agência num email enviado domingo à comissão de supervisão do Senado e da Câmara dos Representantes.

De recordar que o modelo deixou de voar em março de 2019, após alguns acidentes fatais, na Indonésia e na Etiópia, que vitimaram um total de 346 pessoas.

A crise custou vários mil milhões de dólares à Boeing, incluindo as compensações a pagar às vítimas e às companhias aéreas. O caso também levou à demissão do diretor executivo da empresa, levantou dúvidas sobre a solvência da empresa e suspeitas em relação à supervisão relacionadas com com a velocidade com que foi aprovado o MAX.

Se os voos forem bem-sucedidos, ainda poderá levar meses para que as aeronaves voltem aos céus, até porque se a FAA identificar mais problemas, a Boeing pode ainda precisar de fazer alterações adicionais.

China Southern Airlines recebeu o seu primeiro COMAC ARJ21 (com fotos)

 

A China Southern Airlines recebeu o seu primeiro modelo COMAC ARJ21, de uma encomenda de 35 unidades feita à fábrica nacional de aviões comerciais, com sede e instalações de montagem em Xangai.

A companhia ainda vai receber mais duas unidades durante este ano e as restantes até 2024.

O ARJ21 pode transportar até 90 passageiros em classe única com um layout 2-3.

O primeiro voo aconteceu entre Shanghai Pudong e Guangzhou Baiyun.

ACAC ARJ21 Advanced Regional Jet é um jato bimotor regional chinês, fabricado pela ACAC. Também é conhecido localmente como Xiangfeng, que significa “Pioneira”

Azores Airlines transporta equipa do Benfica à Madeira

 

A Azores Airlines foi contratada mais uma vez para realizar o transporte de uma equipa de futebol.

Desta vez, trata-se da equipa do Benfica que irá jogar esta segunda-feira com o Marítimo, na Madeira.

A A320 CS-TKQ está a realizar o voo S46467 entre Lisboa e a Madeira.

Recentemente a SATA Air Açores realizou o transporte da equipa do Marítimo ao Porto e a Faro.

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