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TAP vai retomar voos comerciais para a Guiné-Bissau

 

A TAP Air Portugal vai retomar próximo no sábado os voos comerciais para a Guiné-Bissau, interrompidos desde março devido à pandemia do novo coronavírus.

Inicialmente, a companhia só vai realizar operar um voo semanal.

Para viajar para Bissau, os passageiros são obrigados a apresentar um teste negativo para covid-19.

Os voos comerciais para a Guiné-Bissau foram suspensos na sequência do fecho da fronteira no país em março devido à pandemia provocada pelo novo coronavírus.

Após terem sido detetados os primeiros casos de covid-19, também em março, o Presidente guineense, Umaro Sissoco Embaló, decretou o estado de emergência, que vai estar em vigor até 08 de setembro.

Apesar do estado de emergência, as autoridades guineenses determinaram autorizar a abertura de fronteiras, o retoma dos voos comerciais e a circulação de pessoas.

Tribunal da Concorrência reduz e suspende coima à TAP obrigando a pedido de desculpa devido a operações noturnas

 

O Tribunal da Concorrência reduziu para 220.000 euros a coima de 500.000 euros aplicada pela ANAC à TAP por violação das restrições às operações noturnas, suspendendo o pagamento com obrigação da publicação de desculpas à população.

A sentença proferida hoje pelo Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão (TCRS) considerou parcialmente procedente a impugnação apresentada pela Transportadora Aérea Portuguesa (TAP) à condenação, pela Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC), por 24 infrações, cometidas em 2014 e 2015, por violações da faixa horária e das restrições de operação no período noturno no aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa.

A juíza Vanda Miguel determinou como condição para a suspensão do pagamento da coima única de 220.000 euros hoje aplicada a obrigação de publicação, durante um mês, pela TAP, de um reconhecimento público de que violou normas relativas a voos no período noturno, pedindo desculpas à população pelos danos e implicações na sua saúde e comprometendo-se a desenvolver todos os esforços para que estas situações não voltem a acontecer, com indicação, querendo, de todas as medidas que já adotou nesse sentido.

A suspensão do pagamento, por um período de dois anos, obriga à publicação, nas páginas da internet da ANA e da ANAC, durante 30 dias consecutivos, de uma declaração de reconhecimento de ter operado no aeroporto de Lisboa, em seis voos realizados em 2014 e 2015, em período noturno não permitido devido ao nível de ruído das aeronaves utilizadas.

Nessa publicação, a TAP tem de incluir um “pedido de desculpa expresso a toda a população que vivia ou trabalhava junto das áreas afetadas pelo ruído produzido”.

Tem ainda de declarar ter “tomado consciência dos efeitos negativos que tais condutas podem provocar nas populações assim afetadas, como danos diretos na sua saúde, por força do seu impacto na qualidade do sono, com aumento do risco de lesões vasculares, hipertensão arterial, podendo comprometer o desenvolvimento cognitivo das crianças e criar problemas do foro psicológico, como ansiedade e irritabilidade”, afirma a sentença hoje proferida.

Nessa publicação, a TAP tem igualmente de se comprometer a “desenvolver todos os esforços para que, no futuro, tal não volte a suceder, podendo, se assim entender ser relevante, publicar, de igual forma, todas as medidas que entretanto já adotou com vista a cumprir as normas em causa e a minimizar o ruído produzido pelas aeronaves, em prol da saúde e do descanso das populações e do próprio ambiente”.

Na decisão, de outubro de 2019, a ANAC autuou a TAP por violações graves da faixa horária e muito graves por violação das restrições de operação em período noturno, tendo a transportadora recorrido para o TCRS.

No seu pedido de impugnação, a TAP referiu que as situações visadas aconteceram no período em que decorria o mundial de futebol no Brasil, com limitações à movimentação aeronáutica impostas pelas autoridades brasileiras e atraso na entrega de seis aeronaves de reforço de frota que se destinavam a absorver o presumível aumento do tráfego de passageiros, bem como a dificuldade de alojamento na Grande Lisboa em situações de atrasos relevantes ou cancelamentos.

O TCRS absolveu a TAP em metade das infrações, reconhecendo que alguns atrasos da transportadora se deveram a motivos de força maior, nomeadamente para garantir a segurança dos voos, condenando a empresa pela prática de 12 infrações.

Primeiro A321neo da Wizz Air Abu Dhabi já foi entregue

O primeiro A321neo da Wizz Air Abu Dhabi, com a matrícula A6-WZB, já deixou a fábrica da Airbus em Hamburgo e está em voo com destino a Abu Dhabi.

Poderá seguir o voo AQUI

De acordo com as informações, a companhia pretende iniciar as suas operações no dia 1 de outubro com voo para Kutaisi, na Geórgia e Odessa, na Ucrânia.

the first A321neo for Wizz Air Abu Dhabi A6-WZB has just left Airbus Hamburg and is now on its delivery flight as WAZ602…

Publicado por Dirk Grothe em Quarta-feira, 2 de setembro de 2020

De recordar que a companhia de baixo custo anunciou uma nova subsidiária na capital dos Emirados Árabes Unidos.

A Wizz Air está a planear ter uma frota de 100 aeronaves com sede em Abu Dhabi até o final de 2035.

De recordar que a Wizz Air realizou o primeiro voo para Abu Dhabi no dia 2 de julho.

KLM e TU Delft anunciam que o primeiro voo do Flying-V foi bem sucedido

 

O modelo à escala do Flying-V, o avião do futuro com eficiência energética, voou pela primeira vez. Há um ano e meio, a TU Delft e a KLM anunciaram o início do projeto Flying-V na IATA 2019 e, após extensos testes em túnel de vento e em terra, estava finalmente pronto. O primeiro teste de voo bem-sucedido é já um facto.

No mês passado, uma equipa de investigadores, engenheiros e um piloto de drone da TU Delft viajou para uma base aérea na Alemanha para efetuar o primeiro voo de teste. “Estávamos muito curiosos acerca das especificidades de voo do Flying-V. O design encaixa-se na nossa iniciativa Fly Responsably, que representa tudo o que estamos a fazer e contamos fazer para melhorar a nossa sustentabilidade. Queremos um futuro sustentável para a aviação e a inovação faz parte disso. A KLM encontra-se há muitos anos entre as três companhias aéreas mais sustentáveis ​​do mundo no Dow Jones Sustainability Index. Queremos continuar a fazê-lo no futuro. Estamos, por isso, muito orgulhosos por tê-lo conseguido em conjunto e num período de tempo tão curto“, afirmou Pieter Elbers, presidente e CEO da KLM.

O Flying-V é um projeto de avião de longo curso de grande eficiência energética. O seu design integra a cabina de passageiros, o compartimento de carga e os tanques de combustível nas asas, criando um espetacular formato em V. Os cálculos de computador previram que a forma aerodinâmica aprimorada e o peso reduzido do avião vão poder reduzir o consumo de combustível em 20% face às mais avançadas aeronaves da atualidade.

Colaboração e inovação

A KLM apresentou o modelo à escala pela primeira vez no seu 100º aniversário em outubro de 2019. Vários parceiros estão agora envolvidos no projeto, incluindo o fabricante Airbus. Segundo acrescenta Elbers, “Não é possível tornarmos o setor de aviação mais sustentável sozinhos. Temos de fazê-lo juntos. Colaborar com parceiros e partilhar o conhecimento leva-nos mais longe. É por isso que continuaremos a desenvolver o conceito do Flying-V com todos os parceiros. O próximo passo será pô-lo a voar com combustível sustentável”.

 

Presidente da Ryanair diz que apoio à TAP é “escandaloso” e companhia está a avaliar a operação em Portugal

 

O presidente executivo da Ryanair, Eddie Wilson, considera o apoio concedido à TAP, num total de 1,2 mil milhões de euros, de “escandaloso”, chamando-lhe ainda “o maior desperdício de dinheiro de sempre em Portugal”.

“A ideia de que os contribuintes portugueses tenham de pagar 1,2 mil milhões de euros para manter uma companhia aérea que tem uma cor especial na cauda do avião é escandalosa. Não existem transportadoras nacionais, estamos todos na União Europeia”, afirmou o líder da companhia aérea ‘low-cost’ irlandesa em entrevista telefónica à Lusa, mostrando-se confiante no resultado de um processo que o grupo apresentou, junto do Tribunal de Justiça da União Europeia, a contestar esta ajuda.

Eddie Wilson disse ainda que “se o Governo português tem 1,2 mil milhões de euros em trocos para companhias áreas o que devia ter feito era abolir as taxas nos aeroportos portugueses nos próximos três anos e encorajar as companhias aéreas a trazer mais tráfego, o que criaria mais empregos”.

“Esta ideia é escandalosa, antieuropeia e anticoncorrencial e não faz nada para promover o investimento em Portugal”, vincou.

O presidente da Ryanair acredita que “a capitalização da TAP vai ser o maior desperdício de dinheiro de sempre em Portugal e não fazer nada para criar mais rotas e conectividade”.

O presidente executivo da Ryanair disse que a companhia aérea está a “avaliar a operação em Portugal”, nomeadamente em termos de custos, referindo que pretende manter o maior número de empregos possível.

“Temos de cortar os nossos custos de trabalho no curto prazo, mas não de forma pouco razoável. Temos de cortar agora e depois restaurar o pagamento, para tentar manter os postos de trabalho, o mais possível”, indicou Eddie Wilson.

O presidente da Ryanair pretende chegar a um acordo nesse sentido com os trabalhadores portugueses, indicou.

“Temos um sindicato muito vocal, que não conseguiu um acordo com a Ryanair e que parece passar todo o seu tempo com a comunicação social em vez de com a companhia e acho isso lamentável, especialmente tendo em conta que conseguimos concluir acordos na maioria dos outros países europeus”, assegurou.

Indicou ainda que o grupo está “a fazer uma avaliação agora sobre os custos de pessoal e aeroportos e qual a situação de quarentena em Portugal, para decidir quais serão os números do tráfego [que pretende atingir]”.

Eddie Wilson defendeu ainda que a empresa é um “um grande contribuidor para a economia portuguesa”, operando “o ano todo”, e apoiando o turismo e o emprego.

No dia 21 de agosto, o diretor de Recursos Humanos da Ryanair disse, em entrevista à Lusa, que há “uma perspetiva real de cortes selvagens em Portugal” na temporada de inverno em termos de capacidade e aviões, devido à pandemia de covid-19.

“Estamos a enfrentar tempos muito incertos, e há uma perspetiva bem real de cortes selvagens em Portugal este inverno em todas as nossas bases, em termos de capacidade e em termos de aviões”, disse o diretor de Recursos Humanos da Ryanair, Darrell Hughes, numa entrevista por telefone à Lusa.

Instado a concretizar e a dar números, o responsável da companhia aérea irlandesa de baixo custo referiu que “há a possibilidade de cortes selvagens em qualquer lado” na operação da empresa na Europa, remetendo para o anúncio já feito de que a empresa iria cortar 20% do seu horário planeado para setembro e outubro.

Darrell Hughes lembrou que a empresa tem um acordo com os pilotos “para manter as pessoas empregadas, o que pelo menos lhes dá alguma proteção”, mas afirmou que “não está em modo de recrutamento”, mas sim “em modo de sobrevivência e reconstrução”.

O diretor da Ryanair disse ainda que, tal como a empresa já tinha adiantado à Lusa, não planeia “usar nenhum pessoal da Crewlink no inverno”, numa referência à empresa de trabalho temporário que opera há mais de 10 anos em Portugal e tem como único cliente a Ryanair.

A Ryanair apresentou, para já, seis processos contra as ajudas às companhias aéreas europeias, incluindo a concedida à TAP.

“O projeto europeu passava por abrir os mercados para que os cidadãos da União Europeia tivessem acesso a preços de alimentação mais reduzidos, a menos custos bancários, a telemóveis e carros mais baratos. Quando chegamos à aviação toda a gente perde a cabeça e diz que tem de ter uma companhia aérea nacional”, lamentou Eddie Wilson, rematando que esta estratégia “vai fazer estragos enormes ao projeto europeu e à credibilidade da Comissão Europeia”.

De acordo com informação oficial a que a agência Lusa teve acesso no dia 27 de agosto, confirmada pela Ryanair, um dos recursos apresentados pela companhia aérea de baixo custo contra autorizações da Comissão Europeia a ajudas estatais à aviação em altura de profunda crise no setor causado pela pandemia diz respeito ao apoio português à TAP e deu entrada no tribunal geral no passado dia 22 de julho.

Esse recurso visa anular a decisão de 10 de junho, quando o executivo comunitário deu ‘luz verde’ a um auxílio de emergência português à TAP, um apoio estatal de 1,2 mil milhões de euros para responder às “necessidades imediatas de liquidez” dada a pandemia de covid-19, com condições predeterminadas para o reembolso.

De acordo com uma notícia do jornal Público, no caso da TAP, a Ryanair apresentou ao tribunal geral cinco fundamentos legais para tentar anular o apoio estatal, argumentando desde logo que não ficou devidamente definido que “o auxílio de emergência contribui para um objetivo bem definido de interesse comum, adequado e proporcionado, e sem efeitos negativos indevidos” na concorrência.

Voo da euroAtlantic entre Lisboa e Timor-Leste adiado para 17 de setembro

 

A companhia aérea portuguesa euroAtlantic deverá voar para Timor-Leste, num voo comercial que tem por objetivo levar professores e trazer cidadãos portugueses, confirmou à Lusa fonte da empresa transportadora.

Inicialmenteo voo estava programado para acontecer a 6 de setembro, mas para já está adiado até 17 de setembro

A representação diplomática de Portugal naquele país já está a divulgar por ‘e-mail’, para conhecimento de todos os interessados, as condições e horários do voo, com base nas informações que recebeu da agência de viagens “Sonhando”, operador turístico da euroAtlantic.

Para viajarem neste voo os passageiros terão de apresentar o teste à covid-19 negativo, realizado até 48 horas antes do voo. Quem não apresentar o resultado do teste ser-lhe-á recusado o embarque, informou o operador turístico.

Porém o voo está condicionado a um número mínimo de passageiros, mas a companhia não refere quantos.

A embaixada de Portugal em Díli já tinha informado, na quarta-feira, da possibilidade da realização de um voo comercial que permitirá o regresso de professores portugueses a Timor-Leste e a saída deste país de vários cidadãos portugueses.

Numa curta mensagem na sua página na rede social Facebook a missão diplomática explicou que, a concretizar-se, o voo ocorreria no início de setembro e seria operado pela euroAtlantic Airways.

O custo total da viagem será suportado pelos passageiros, informou a embaixada, que solicitou a eventuais interessados na deslocação para Timor-Leste ou na saída do país que contactassem diretamente a secção consular.

O voo permitirá o regresso a Timor-Leste de professores da Escola Portuguesa de Díli e do projeto CAFE (Centros de Aprendizagem e Formação Escolar) que saíram no início de abril e estão ainda sem poder regressar.

O voo foi proposto pela própria EuroAtlantic em resposta à preocupação com a falta de ligações comerciais regulares de e para Timor-Leste, suspensas indefinidamente desde final de março.

A empresa já tinha operado no início de abril um voo entre Díli e Lisboa que permitiu a saída de Timor-Leste de cerca de 150 pessoas, a quase totalidade dos cidadãos portugueses.

As restrições continuam a condicionar bastante as ligações de e para a ilha, com as autoridades de aviação a manterem, por tempo indefinido, a proibição da realização de voos comerciais regulares ou ‘charters’.

Atualmente apenas operam voos da Austrália, através de um acordo com a AirNorth – praticamente limitados a cidadãos australianos – e um voo quinzenal do Programa Alimentar Mundial (PAM) com acesso restrito a funcionários de embaixadas e missões internacionais, colaboradores e membros das agências das Nações Unidas.

Uma situação que torna impossível a outros cidadãos, tanto timorenses como estrangeiros, entrar ou sair do país, isolado desde março.

Kiosque da Aviação e SOCATEC firmam acordo

 

O Kiosque da Aviação e a SOCATEC chegaram a acordo para a disponibilização dos produtos da empresa francesa em Portugal.

Há 20 anos que a SOCATEC desenvolve, para e com coleccionadores exigentes, uma vasta gama de maquetes, brinquedos, artigos de decoração e objectos práticos sobre a temática da aeronáutica e espaço destinado a entusiastas e amadores.

Além de produção própria, a empresa é distribuidora francesa dos modelos Geminijets (líder mundial em miniaturas na escala 1/400) e Model Power (líder mundial em colecções de aeronaves militares e civis históricas em metal.

Brevemente poderão encontrar na nossa loja online todos os produtos disponíveis até lá poderão visitar http://www.socatec.aero/ e indicar-nos os modelos desejados.

A SOCATEC colabora de forma permanente, com mais de 50 companhias aéreas e seus fornecedores, mas também administrações aeronáuticas, fabricantes, museus da aviação … No âmbito dos contratos de licença de marcas ou autorizações assinadas com algumas dessas empresas, a SOCATEC pode oferecer uma gama única de objetos oficiais de marcas famosas, verificados e aprovados antes de sua fabricação (Air France, Arianespace, Air Force One para citar alguns).

Qatar Airways com três voos semanais para Mogadíscio, Somália

 

A Qatar Airways anunciou a retoma de voos semanais para Mogadíscio, na Somália, a partir de 0 de setembro de 2020. O serviço para a capital da Somália será operado por um Airbus A320 com 12 assentos na classe Business e 120 lugares na classe Economy.

A companhia aérea operará este serviço como um voo identificado para as operações existentes para Djibouti, que foi retomado no mês passado. A retoma de três voos semanais para Mogadíscio, na Somália, fará com que a rede Qatar Airways em África se expanda para nove destinos. Com a inclusão de Mogadíscio, a companhia aérea operará 40 voos semanais para o continente em nove destinos, incluindo Addis Ababa, Dar es Salaam, Djibouti, Kigali, Kilimanjaro, Nairobi, Tunísia e Zanzibar.

Sua Excelência, o Sr. Akbar Al Baker, Chief Executive do Qatar Airways Group afirma: “Estamos muito satisfeitos em retomar os voos para a capital da Somália. Mogadíscio é considerada a cidade com mais população da Somália e com os nossos voos, os passageiros podem desfrutar da rede da Qatar Airways através de nossa casa e hub, o Aeroporto Internacional de Hamad, que recentemente foi eleito o Melhor Aeroporto do Médio-Oriente. Os passageiros que voam com a Qatar Airways podem beneficiar da nossa extensa rede internacional na Ásia, Austrália, Europa e EUA à medida que lideramos o caminho para manter África conectada ao mundo.

“A Qatar Airways continua comprometida em fornecer conectividade global aos mercados em toda a África através do lançamento de novos destinos, juntamente com a rápida retoma dos serviços suspensos devido à pandemia. Estamos ansiosos para receber os nossos passageiros de volta a bordo para explorar a crescente rede em África.

“Desde o início da pandemia, a rede da Qatar Airways nunca caiu abaixo de 30 destinos com serviços contínuos para cinco continentes, permitindo que a companhia aérea acumule experiência inigualável no transporte de passageiros de forma segura e confiável. A companhia aérea nacional do Estado do Qatar liderou a recuperação das viagens aéreas internacionais reconstruindo a rede com mais de 550 voos semanais para mais de 85 destinos em seis continentes.

As operações da Qatar Airways não dependem de nenhum tipo específico de aviões. A variedade de aviões modernos e eficientes em combustível permite voar com a capacidade certa para cada mercado. Devido ao impacto do COVID-19 na procura de viagens, a companhia aérea tomou a decisão de estacionar a sua frota de Airbus A380s, pois não é viável do ponto de vista comercial ou ambientalmente justificável operar um avião tão grande no mercado atual. A frota da companhia aérea de 49 Airbus A350 e 30 Boeing 787 são a escolha ideal para as rotas de longo curso mais estrategicamente importantes para a África, Américas, Europa e Regiões Ásia-Pacífico.

Horário do voo de Mogadíscio*: terça, quinta e domingo

Doha (DOH) para Mogadíscio (MGQ) via Djibouti (JIB) QR1459 parte: 03:40 chega às 12:00

Mogadíscio (MGQ) para Doha (DOH) via Djibouti (JIB) QR1460 parte: 13:30 chega 22:10

Azul recebe o seu 41º A320neo

 

A Azul Linhas Aéreas Brasileiras recebe hoje, 1 de setembro, em Belo Horizonte, o seu 41º Airbus A320neo.

O PR-YSG descolou da fábrica da Airbus em Toulouse e deverá aterrar ao final do dia no Aeroporto de Confins. O A321neo vai realizar uma escala técnica, no Aeroporto Internacional Amílcar Cabral, na ilha do Sal, em Cabo Verde.

O novo moelo da companhia ficará estacionado no Aeroporto de Confins, onde a Azul irá proceder a todos os processos legais para a certificação da aeronave.

Inicialmente e antes da pandemia do Covid-19, a Azul planeado receber até dezembro todos os restantes modelos da família A320neo.

A Azul fez uma encomenda à Airbus de 60 unidades A320neo e 10 A321neo.

Emirates e flydubai retomam parceria para mais de 100 destinos

 

A Emirates e a  flydubai anunciaram  a retoma das suas operações conjuntas para mais de 100 destinos, através do Aeroporto Internacional do Dubai.

Os passageiros da Emirates podem agora viajar em voos code-share para mais de 30 destinos na Flydubai, enquanto que os passageiros da flydubai têm mais de 70 destinos para os quais podem viajar na Emirates. Alguns dos destinos flydubai favoritos dos passageiros da Emirates incluem: Belgrado, Bucareste, Kiev, Sofia e Zanzibar.

Adnan Kazim, Diretor Comercial da Emirates, disse: “Estamos muito satisfeitos em anunciar que os nossos clientes podem mais uma vez aproveitar as vantagens complementares da Emirates e da flydubai para ter acesso a uma rede aprimorada de cidades num único bilhete e programa de fidelidade integrado, desfrute de uma experiência de transferência segura, tranquila e sem preocupações através do Dubai e tenha a sua bagagem despachada para seu destino final. “A parceria ultrapassou uma série de marcos de sucesso desde seu início em 2017 e, nos próximos meses, a Emirates e a flydubai irão trabalhar juntas para reabrir ainda mais o mundo para os nossos clientes”, acrescentou Kazim.

 

Voo histórico – Boeing 737 da El Al sobrevoou a Arábia Saudita

 

Ontem, 31 de agosto, foi um dia histórico, com o primeiro voo comercial direto entre Israel e os Emirados Árabes Unidos (EAU), um marco nas relações entre os dois países, que dia 13 anunciaram ter decidido estabelecer laços diplomáticos.

O voo LY971 – utilizando o código telefónico internacional dos Emirados – da companhia aérea israelita El Al chegou aos Emirados às 15:40 hora local) e foi operado pelo B737-900 4X-EHD.

Ao contrário do que seria expectável não foi utilizado nenhum modelo B787 para a realização deste voo, mas sim um Boeing 737-900.

O B737-900 está equipado com um sistema a laser capaz de dissuadir mísseis inimigos, ao contrário dos B787 que não têm este sistema.

“Esperemos que este voo seja o primeiro de muitos”, declarou à imprensa Jared Kushner logo após aterrar. O genro do presidente Donald Trump e conselheiro na Casa Branca lidera a delegação norte-americana que se deslocou aos EAU.

Kushner felicitou o príncipe herdeiro dos Emirados, Mohammed bin Zayed, pela sua “coragem” em chegar a acordo com o Estado hebreu, uma decisão polémica no mundo árabe.

Agradeceu ainda à Arábia Saudita por ter autorizado o Boeing 737, que transportava as delegações norte-americana e israelita, a sobrevoar o seu espaço aéreo.

 

A El Al colocou um adesivo com a palavra PAZ, escrita em inglês, árabe e hebraico acima do cockpit.

Os passageiros foram recebidos no aeroporto pelo ministro dos Negócios Estrangeiros dos EAU, Anwar Gargash, e pelo embaixador dos Estados Unidos no país, John Rakolta.

“Estamos aqui para transformar uma visão em realidade”, declarou por seu turno Meir Ben Shabbat, o conselheiro israelita para a segurança nacional, iniciando o seu discurso em árabe com a frase consagrada “Salam aleykum” (que a paz esteja convosco).

Sublinhou que não há “limite” para a futura cooperação entre os dois países, citando diversos setores onde podem colaborar.

As delegações norte-americana e israelita têm previstos dois dias de discussões sobre segurança, comércio, cooperação científica, turismo e o processo de vistos para os futuros viajantes entre os dois novos parceiros do Médio Oriente.

Os Emirados Árabes Unidos e Israel anunciaram a 13 de agosto um acordo para normalizar relações, oficiosas há nos, tornando-se assim os EAU o primeiro país do Golfo a mudar o estatuto da sua relação com o Estado hebreu e o terceiro do mundo árabe, depois do Egito em 1979 e da Jordânia em 1994.

Os palestinianos, hostis ao acordo entre o Estado hebreu e os Emirados, criticaram o voo comercial entre os dois países.

 

Drones adquiridos para vigilância aérea e deteção de fogos operam a partir da Lousã, de Beja e de Mirandela

 

A Força Aérea Portuguesa adquiriu 12 sistemas de aeronaves não tripuladas para reforçar a capacidade de vigilância aérea e deteção de fogos, no âmbito do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais em Portugal, dando cumprimento ao disposto na Resolução do Conselho de Ministros n.º 38-A/2020, de 18 de maio.

Nesta fase, a vigilância com recurso a este tipo de aparelhos já cobre as regiões norte, centro e sul do país, através de três bases de operação, tendo sido já realizadas cerca de 100 horas de voo.

O processo de coordenação entre a Força Aérea Portuguesa, a GNR e ANEPC está plenamente implementado para as três bases de operação, através da ligação em rede e partilha de imagem em tempo real, permitindo desta forma maior celeridade na análise e resposta por parte das entidades no terreno. Para este efeito, a Força Aérea Portuguesa desenvolveu e implementou uma plataforma de gestão de informação operacional (Portuguese Sky Sentinel System – PS3), que está disponível às entidades beneficiárias do produto operacional.

A operação na Lousã, iniciada em 27 de julho, permitiu identificar vários eventos, alguns deles na fase inicial, tendo sido também monitorizados eventos na fase de rescaldo.

A operação prevista a partir de Fóia (sul) e de Macedo de Cavaleiros (norte) foi planeada tendo em conta o emprego de drones com capacidade de descolagem e aterragem à vertical (Vertical Take-off and Landing- VTOL). Contudo, devido a constrangimentos de ordem técnica por parte da empresa contratada, aos quais a Força Aérea Portuguesa é alheia, ainda não foi possível efetuar a aceitação destas aeronaves para estes dois locais.

Enquanto se retifica esta situação e para assegurar a vigilância aérea nestas áreas, a Força Aérea Portuguesa decidiu iniciar as operações a partir dos aeródromos de Mirandela e da Base Aérea N.º 11, em Beja, com aeronaves de asa fixa. Salienta-se que esta solução é temporária e em nada prejudica os trabalhos em curso.

Assim, a operação a partir da Base Aérea N.º 11, em Beja, teve início a 27 de agosto, garantindo dessa forma a capacidade para cobertura da zona sul de Portugal.

Finalmente, a operação a partir do aeródromo de Mirandela, com o voo inaugural a 29 de agosto, oferece garantia para a vigilância aérea das zonas a norte do país.


Os voos de qualificação a que as aeronaves, adquiridas à empresa UAVision, são sujeitas antes da sua projeção para as bases de operação, tiveram início a 11 de julho, no Centro de Formação Militar e Técnica da Força Aérea, na Ota. Até ao momento foram realizadas mais de 70 horas de voo de qualificação, tendo sido qualificadas 6 aeronaves de asa fixa e encontrando-se em fase de testes e qualificação 2 aeronaves VTOL. A Força Aérea Portuguesa aguarda a entrega pelo fabricante das restantes 4 aeronaves.

Primeiro A321F concluiu testes de voo e prepara-se para ser entregue à Qantas

 

O primeiro A321 cargueiro completou os testes de voo e deverá ser entregue à Qantas nos próximos dias.

A Qantas anunciou, no ano passado, que iria incorporar na sua frota até três Airbus A321 cargueiros para o transporte de correio para o Australia Post.

De recordar que a parceria entre as duas empresas acontece desde 1922, assim que a Qantas iniciou o serviço de carga aérea.

O primeiro teste de voo aconteceu a 22 de janeiro deste ano:

O Airbus A321P2F (Passenger To Freight), transporta cerca de 9 toneladas de carga a mais que os atuais Boeing 737 cargueiros utilizados pela companhia para a mesma finalidade. Esta alteração de equipamento significa um aumento de cerca de 50% da capacidade de carga.

O A321F trata-se da conversão do A321 convencional para avião de carga, operação realizada pela joint venture entre a EFW e a ST Engineering.

A Qantas será a primeira companhia aérea a operar uma aeronave deste modelo, e fechou um contrato de sete anos com os correios australianos para o transporte doméstico e internacional de carga postal.

A EASA – Agência de Segurança da Aviação Europeia, certificou o A321F a 25 de fevereiro, certificação que aconteceu apenas um mês após o voo inaugural da primeira unidade convertida.

“O rápido processo de obtenção do certificado logo após o nosso primeiro teste de voo é uma prova das forças de engenharia e design de nossa solução P2F”, indicou Lim Serh Ghee, presidente da divisão aeroespacial da ST Engineering.

Dados da ANAC indicam que voos da TAP no total da operação no Porto passam de 25% para 3% no 2.º trimestre

 

A representatividade da TAP no total dos movimentos do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, Porto, caiu para 3%, no segundo trimestre, contra 25% no mesmo período de 2019, passando de segunda para oitava maior companhia, segundo dados da ANAC.

De acordo com o Boletim Estatístico Trimestral da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC), no aeroporto do Porto, a TAP representou apenas 3% dos movimentos registados no período em análise, passando do segundo para oitavo lugar na lista das 10 maiores companhias a operar naquela infraestrutura, ficando atrás da Federal Express Corporation (18%), Star Air (14%), European Air Transport Leipzig (13%), Ryanair (10%), Swiss International Air Liens (8%), Deutsche Lufthansa (4%) e Luxair (4%).

Também no Aeroporto Humberto Delgado, na Portela, Lisboa, o número de movimentos da TAP no total da operação baixou de 54% no segundo trimestre de 2019, para 15% no mesmo período deste ano, mantendo-se, porém, em primeiro lugar na lista das 10 maiores companhias.

Em segundo lugar, manteve-se a Ryanair com os mesmos 9% também registados entre abril e junho de 2019.

No caso do aeroporto de Faro, onde a companhia aérea portuguesa representou 7% do total de movimentos no segundo trimestre de 2019, este ano nem sequer entra na lista das 10 maiores companhias (4.º lugar no mesmo período do ano passado).

No Aeroporto de Ponta Delgada João Paulo II, nos Açores, a transportadora passou de representar 9% dos movimentos no segundo trimestre de 2019, para 6% no mesmo trimestre deste ano, mantendo-se como terceira maior companhia naquele aeroporto, a seguir à SATA Air Açores e à SATA Internacional.

Apenas no Aeroporto Internacional da Madeira Cristiano Ronaldo, no Funchal, aumentou a representatividade da TAP no total dos movimentos no segundo trimestre, passando de 27% para 28%.

No entanto, neste último, a TAP deixou de ser a maior companhia aérea, passando para segundo lugar, a seguir à Swiftair (30%).

TAP reduz horário a todos os trabalhadores em setembro

 

A TAP anunciou hoje que vai aderir ao regime de apoio extraordinário à retoma progressiva, entre 01 e 30 de setembro, que prevê um mecanismo de redução do horário de trabalho para todos os trabalhadores.

“A TAP vai aderir, no período de 01 a 30 de setembro, ao regime de apoio extraordinário à retoma progressiva, regulado nos termos do Decreto-Lei nº 46-A/2020 de 30 de julho. Como é do conhecimento de todos, este novo regime prevê um mecanismo de redução do horário de trabalho para todos os trabalhadores, não estando prevista a figura de suspensão do contrato de trabalho”, lê-se numa mensagem aos colaboradores, enviada hoje pelo Conselho de Administração da transportadora aérea.

Os colaboradores serão informados individualmente sobre a modalidade que lhes será aplicada.

Trata-se de uma medida que, segundo a Administração da TAP, tem como objetivo mitigar as consequências do surto de covid-19 na atividade da companhia aérea.

“A cada momento, avaliamos e adotamos as medidas adequadas para mitigar as respetivas consequências, quer no que respeita ao nosso plano operacional, quer no que respeita à proteção dos postos de trabalho, no atual contexto”, lê-se na mensagem aos colaboradores.

A empresa refere ainda que está a viver uma retoma gradual da atividade, “que é ajustada sempre que estas circunstâncias assim o exigem”, tendo em conta a evolução das medidas restritivas à mobilidade nos países onde a TAP opera e os sinais da procura.

“A Administração da TAP reitera que tudo fará para proteger os empregos, a saúde e a segurança da família TAP, e que se mantém totalmente empenhada em assegurar a recuperação, a sustentabilidade e o futuro da companhia”, assegura.

Trem de aterragem de B767 colapsa durante aterragem

 

Um Boeing 767 sofreu hoje, 28 de agosto, problemas durante a aterragem quando o trem de aterragem colapsou após o toque na pista.

A aeronave envolvida foi o Boeing 767-300 com a matrícula N423AX, operado pela Omni Air, com 80 pessoas a bordo.

O B767 estava a realizar o voo OY-703 entre Cabul, no Afeganistão e os EUA, com uma escala técnica em Bucareste, para reabastecimento.

De acordo com as informações, a aeronave aterrou na pista 07 do aeroporto de Baneasa com todo o conjunto de trem de aterragem correctamente baixado e trancado, mas cerca de dois segundos depois do toque suave, sofreu o colapso do trem principal esquerdo.

O Boeing 767 derrapou ao longo da pista apoiado no trem principal direito, na sessão traseira inferior da fuselagem e no motor esquerdo. O trem do nariz ficou erguido do solo, mas a aeronave manteve-se sobre a pista até parar.

A aeronave foi evacuada através dos slides de emergência (“mangas”), não existindo registo de feridos.

SEVENAIR leva-o de Lisboa a Portimão para ter uma experiência única

 

O Grupo SEVENAIR indicou hoje que lançou uma promoção que visa promover o turismo interno.

No comunicado é referido que, como grupo de empresas de capital inteiramente português, tem como missão desenvolver actividade no sector aeronáutico mas sempre contribuindo para o desenvolvimento de sectores paralelos e em constante colaboração com entidades privadas e públicas.

Nesse sentido, e na implementação de medidas com vista ao desenvolvimento do turismo interno e suporte na recuperação económica, o grupo SEVENAIR criou uma campanha de “escapadinhas”, promovendo a mobilidade interna e as experiências de emoções.

É possível adquirir pacotes, a preços muito competitivos, que combinam transporte aéreo, ligando Lisboa (Cascais) a Portimão, com uma experiência de salto de paraquedas ou voo acrobático. Esta campanha permite que no mesmo dia, seja possível ir ao Algarve, fazer a experiência e regressar. É extensível às ligações de Bragança e Viseu, ligando assim todo o país e permitindo que todos usufruam da “escapadinha”.

Para o pacote voo + salto de paraquedas, oferecemos com saída de Cascais e com salto a 3500mts, um valor por pessoa de €219,00. No caso do voo acrobático e com a mesma ligação na nossa linha regional, o valor é de €285,00. É sempre possível fazer upgrade nos serviços, como por exemplo saltar a 5000mts e ainda aproveitar para pernoitar no Algarve, já que não há obrigatoriedade de regresso no mesmo dia.”

EASA vai iniciar os testes de voo do 737 MAX a partir de 7 de setembro

A Agência de Segurança da Aviação da União Europeia (EASA) anunciou hoje, 27 de agosto, que pretende começar os testes de voo do avião Boeing B737 MAX.o.

Os voos de teste terão inicio mais de dois meses depois que o regulador dos EUA, a Federal Aviation Administration (FAA) e a Boeing concluíram os voos de teste de certificação no 737 MAX, um movimento visto como um marco importante para o seu regresso ao serviço.

Os modelos estão paralisados ​​desde março de 2019, depois que dois acidentes fatais em cinco meses mataram 346 pessoas. “Embora a Boeing ainda tenha algumas acções finais para terminar, a EASA avalia que a maturidade geral do processo de redesenho agora é suficiente para prosseguir com os testes de voo”, disse a agência.

A EASA tem trabalhado com a FAA e a Boeing para agendar os testes de voo, processo que foi prejudicado pelas restrições de viagens do COVID-19 entre a Europa e os Estados Unidos.

Ontem, 26 de agosto, os funcionários da Boeing e da Transport Canada iniciaram um conjunto de voos de teste.

Assim que os países concluírem os seus testes de voos, a Junta de Avaliação Operacional Conjunta, que inclui reguladores do Canadá, Europa e Brasil, fará exercícios de simulador para avaliar as mudanças propostas no treino e formação dos pilotos.

Se as revisões das actualizações de segurança do 737 MAX e os protocolos de treino que os acompanham não levantarem novas preocupações, a FAA emitirá uma ordem rescindindo a paragem do avião.

A Boeing disse a analistas no final de julho que as entregas do 737 MAX seriam retomadas no quarto trimestre, uma linha do tempo que aumenta a perspectiva de que o regresso da aeronave ao serviço nos EUA possa passar para 2021.

Azul concluiu o processo de introdução do Skysofa no seu Airbus A330neo

 

A Azul anunciou através de comunicado que finalizou o processo de implementação de SkySofa no seu Airbus A330neo.

A companhia torna-se na única no mundo a contar com este produto, que transforma quarto assentos numa cama, numa aeronave de longo curso.

Este processo marca a primeira modificação em aeronaves realizado no hangar da Azul em Campinas

O primeiro SkySofa do mundo num Airbus A330neo foi instalado hoje, dia 27 de agosto.

O produto, composto por quatro assentos que viram uma cama, proporciona mais conforto e comodidade aos Clientes e oferece uma experiência exclusiva a quem viaja para o exterior com a companhia. Foram quatro dias até a finalização do procedimento, que também concretiza o primeiro trabalho de modificação de aeronaves realizado no recém-inaugurado centro de manutenção de aviões da Azul em Campinas.

“A conclusão desse projeto é um marco para a Azul, que finaliza com sucesso uma tarefa que era realizada fora do país antes do nosso hangar de Viracopos. Foram quase dois anos desde o início do projeto com as autoridades aeronáuticas internacionais e brasileiras até a elaboração de documentos e mudanças na estrutura da aeronave.Estamos felizes por incluir esse produto exclusivo e muito bem avaliado por nossos Clientes em uma aeronave tão recente em nossa frota. O SkySofa é um grande diferencial em nosso produto internacional e para famílias que vão viajar por sete, oito ou nove horas, desfrutar do SkySofa traz uma experiência ainda mais especial e confortável durante o voo”, afirma Abhi Shah, vice-presidente de Receitas da Azul.

Filme promocional do SkySofa dos A330 da Azul:

Os onze assentos do SkySofa no A330neo da Azul serão mais um dos diferenciais da companhia, que teve a sua Classe Económica eleita como a melhor do mundo em 2019 pelo Tripadvisor, maior plataforma de viagens do mundo, no mês passado

Ryanair recorre ao Tribunal para travar apoio do Estado à TAP

 

A companhia aérea irlandesa Ryanair já contestou, junto do Tribunal de Justiça da União Europeia (UE), seis ajudas estatais autorizadas por Bruxelas a companhias aéreas europeias devido à crise da covid-19, incluindo o apoio de Portugal à TAP.

De acordo com informação oficial a que a agência Lusa teve hoje acesso, confirmada pela Ryanair, o mais recente recurso apresentado pela companhia aérea de baixo custo contra autorizações da Comissão Europeia a ajudas estatais à aviação em altura de profunda crise no setor causado pela pandemia diz respeito ao apoio português à TAP e deu entrada no tribunal geral no passado dia 22 de julho.

Esse recurso, que foi hoje noticiado pelo jornal Público, visa anular a decisão de 10 de junho, quando o executivo comunitário deu ‘luz verde’ a um auxílio de emergência português à TAP, um apoio estatal de 1,2 mil milhões de euros para responder às “necessidades imediatas de liquidez” dada a pandemia de covid-19, com condições predeterminadas para o reembolso.

De acordo com o jornal, no caso da TAP, a Ryanair apresentou ao tribunal geral cinco fundamentos legais para tentar anular o apoio estatal, argumentando desde logo que não ficou devidamente definido que “o auxílio de emergência contribui para um objetivo bem definido de interesse comum, adequado e proporcionado, e sem efeitos negativos indevidos” na concorrência.

Informação oficial a que a Lusa teve acesso revela que, além do caso da TAP, foram já apresentados cinco outros recursos junto do Tribunal de Justiça da UE, ainda em primeira instância, referentes nomeadamente à companhia aérea finlandesa Finnair (para contestar a decisão do executivo comunitário de 18 de maio sobre a garantia estatal prestada à empresa) e à Scandinavian Airlines (para tentar impugnar os avales dados por Bruxelas em meados de abril à Dinamarca e à Suécia para apoiar esta transportadora escandinava para compensar os danos causados pelo surto de covid-19).

Contestados pela Ryanair em tribunal foram ainda dois apoios estatais da França e da Suécia: enquanto o francês, aprovado pela Comissão Europeia em 31 de março, é referente à moratória sobre o pagamento de taxas aeronáuticas a favor das companhias de transporte aéreo público, o sueco, aprovado em 11 de abril, diz respeito a um mecanismo de garantia de empréstimos a companhias aéreas devido à pandemia.

Fonte oficial da Ryanair confirmou hoje à Lusa “os seis recursos já apresentados”, avançando que “haverá mais, à medida que as decisões forem publicadas pela Comissão”.

Antes, numa entrevista à Lusa em maio passado, o presidente executivo da Ryanair, Eddie Wilson, já tinha sido muito crítico destes apoios estatais dados às companhias aéreas na Europa, criticando que, enquanto algumas recebem tais ajudas, a irlandesa teria de “adotar medidas por si e tentar estimular o tráfego aéreo”, nomeadamente baixando os preços.

Estes seis recursos já interpostos não anulam, porém, as decisões da Comissão Europeia nem interferem com os processos já em andamento, o que só poderá acontecer por decisão do tribunal.

O tribunal geral demora, normalmente, cerca de 12 meses a decidir sobre recursos apresentados em primeira instância e é nessa altura que se saberá se dará ou não razão à Ryanair.

Quando a decisão for conhecida, as partes – neste caso a Comissão Europeia e a Ryanair – dispõem de dois meses para recorrer, sendo que a haver novo recurso o caso segue para o Tribunal de Justiça da UE.

A pandemia de covid-19 tem tido um enorme impacto no setor da aviação, com perdas que chegam aos milhares de milhões de euros.

Como a TAP já estava numa débil situação financeira antes da pandemia, a empresa portuguesa não era elegível para receber uma ajuda estatal ao abrigo das regras europeias mais flexíveis devido ao surto, destinadas a empresas saudáveis, pelo que o auxílio português foi apreciado por Bruxelas ao abrigo das orientações relativas a apoios de emergência e reestruturação, que permitem aos países apoiarem empresas em dificuldades, desde que estabelecendo algumas condições.

A Lusa contactou o Governo e a TAP acerca da contestação da Ryanair e ambos se escusaram a comentar.

Boeing e Transport Canada realizaram primeiro voo de teste em conjunto com o B737 MAX

 

Funcionários da Boeing e da Transport Canada iniciaram hoje, 26 de agosto, um conjunto de voos de teste.

A aeronave afecta a este primeiro voo foi B737-7MAX, com a matrícula N7201S.

Poderá ver o histórico de voo AQUI

O Ministério dos Transportes do Canadá tinha informado que o país iria realizar voos de teste do Boeing 737 MAX, parado desde março de 2019, em todo o mundo, após dois acidentes que provocaram 346 mortes.

A Transport Canada indicou que: “Os testes de voo terão lugar no espaço aéreo dos EUA, bem como os testes no simulador técnico na fábrica da Boeing.”

A aeronave ficou recentemente mais perto de um regresso aos céus após uma série de voos de certificação, no final de junho, mas várias etapas estão ainda por concluir antes de as autoridades aeronáuticas darem o seu aval, nomeadamente à formação de pilotos.

A agência norte-americana responsável pela aviação, a Administração Federal de Aviação (FAA), revelou no início de agosto a lista de alterações que recomenda para garantir a segurança do Boeing 737 MAX.

“A Transport Canada continua empenhada em assegurar que as restrições de voo no Canadá permaneçam em vigor até que o departamento esteja plenamente satisfeito com o facto de todas as preocupações de segurança terem sido tratadas pelo fabricante e pela FAA”, disse a porta-voz do departamento.

O departamento também diz estar vigilante em relação à “formação e procedimentos a seguir para as tripulações de voo”.

O 737 MAX foi proibido de voar desde 13 de março de 2019, depois de um modelo da Ethiopian Airlines ter caído em 13 de março, provocando a morte a 157 pessoas. A tragédia aconteceu poucos meses após o acidente de um Lion Air MAX, que custou a vida a 189 pessoas, na Indonésia.

Manaus ganha novos voos da Azul Conecta

 

Artigo escrito em português do Brasil:

Companhia sub-regional da Azul passará a ofertar voos diários partindo da capital amazônica para Parintins e Coari

Seguindo todos os protocolos e medidas de higiene estabelecidos desde o início da pandemia, a Azul, eleita a melhor companhia aérea do mundo no ranking de 2020 do Tripadvisor, amplia a oferta de voos a partir de Manaus com sua nova subsidiária sub-regional, a Azul Conecta.

As cidades de Parintins e Coari, que contavam com voos às segundas, quartas e sextas, terão uma operação diária já a partir desta terça-feira (25). As frequências serão cumpridas com as aeronaves modelo Cesna Gran Caravan, com capacidade para até nove assentos.

“Estamos dando mais um passo para retomar o fluxo de nossas operações no país, reconectando cidades regionais e proporcionando a opção do modal aéreo para aqueles que precisam viajar a negócios ou para visitar parentes e amigos. Tornar as ligações para Coari e Parintins diárias faz com que ofertemos mais opções de conexões para os Clientes, proporcionando mais conveniência e conectividade a essas regiões”, explica Vitor Silva, gerente de planejamento de malha da Azul.

Já no mês de setembro, a Azul deve ofertar 407 voos por dia para 88 destinos no Brasil e no exterior. A malha planejada para o próximo mês alcança 45% da capacidade operada pela empresa antes da pandemia e representa um crescimento de 570% na malha de 70 voos que foi operada em abril, no momento mais crítico da crise.

A Azul Conecta

Visando fortalecer sua vocação regional, a Azul lançou, no início do mês em São Paulo, a Azul Conecta, a nova subsidiária da companhia. Fruto da aquisição da TwoFlex, a Azul Conecta tem como objetivo desenvolver a aviação sub-regional no Brasil, alcançando cidades e comunidades menores e conectando as regiões à malha de voos domésticos e internacionais da Azul. Com atuação em 36 destinos no país, a Azul Conecta é composta por 17 aeronaves modelo Cesna Gran Caravan, um turboélice regional monomotor com capacidade para até nove assentos.

Grupo SATA realiza voo de carga entre Ponta Delgada e Lisboa com Dash Q400

 

O Grupo SATA operou ontem, 25 de agosto, o seu primeiro voo regular de carga entre Ponta Delgada e Lisboa.

Apear da operação ter sido classificada como regular não se sabe, para já, em que dias a companhia vai operar o referido voo.

O spotter Rodrigues capturou o momento em que o Dash Q400 CS-TRG da SATA estava a ser carregado em Ponta Delgada.

De acordo com as informações a aeronave transportou cerca de 6 toneladas entre fruta e peixe.

O voo teve uma duração de cerca de 2h40.

A aeronave passou por um processo de semi-conversão para cargo e foram utilizados kits de segurança para o transporte da carga.


Os voos foram operados por duas tripulações:

Cte Botelho; OP Nuno Lavado; CC Max Salvador AB Maria Gil;
Cte. Jesus Pereira; OP Paulo Cleto; CC Margarida Amaral; CAB Francisco Costa.

A aeronave a descolar esta manhã de Lisboa:

De salientar que estes voos de carga operados por aviões “convertidos” precisam sempre de voar com tripulações de cabine, isto porque, em caso de incêndio podem actuar com os extintores. Já se o avião fosse exclusivo de carga esse mesmo material de emergência era incorporado e podia actuar automaticamente.

Ryanair adiciona 14 voos semanais do Reino Unido para Faro em setembro e outubro

 

A Ryanair vai reforçar as ligações semanais entre o Reino Unido e Portugal, de 11 de setembro a 24 de outubro, com mais 14 voos para Faro, no Algarve, anunciou hoje a companhia aérea ‘low-cost’.

A notícia surge depois da inclusão de Portugal na lista de destinos seguros para viajar do Reino Unido, face à pandemia de covid-19.

A Ryanair decidiu, assim, reforçar as ligações aéreas entre os dois países, “introduzindo 14 voos adicionais para Faro desde 12 aeroportos do Reino Unido”, informou a empresa, em comunicado.

“Desta forma, será ainda mais fácil para os nossos clientes no Reino Unido reservar a tão esperada escapadinha de verão em Portugal”, refere, na mesma nota, o diretor de Marketing & Digital da empresa, Dara Brady.

Portugal integra desde as 04:00 de dia 22 de agosto a lista dos países com “corredores de viagem” para Inglaterra, cujos passageiros ficam isentos de cumprir uma quarentena de duas semanas devido à pandemia de covid-19.

A medida foi tomada no dia 20 de agosto pelas autoridades britânicas, que a justificaram com os números apresentado por Portugal no controlo da pandemia no seu território.

Portugal juntou-se assim a um grupo reduzido de países que foram adicionados à lista de “corredores de viagem” com o Reino Unido desde meados de julho, que incluem a Estónia, Letónia, Eslováquia, Eslovénia, o arquipélago de São Vicente e Granadinas, Brunei e Malásia.

A320 da Azores Airlines em Genebra para transportar equipa do Benfica

 

Como tínhamos noticiado, a Azores Airlines realizou hoje, 26 de agosto, o transporte da equipa do Benfica que jogou a Final UEFA Youth League 2020.

Esta operação charter foi realizada pelo Airbus A320 CS-TKP “Dream” entre o Aeroporto Internacional de Genebra e o Aeroporti Humberto Delgado, em Lisboa

Infelizmente o Benfica voltou a falhar a conquista do título europeu de juniores e a oportunidade de suceder ao F. C. Porto, ao perder com o Real Madrid, por 3-2, na final da UEFA Youth League, disputada esta terça-feira, em Nyon, na Suíça.

Grupo SATA justifica suspensão de rota Terceira-Boston com baixas taxas de ocupação

 

A administração da SATA confirmou hoje que suspendeu “temporariamente” as ligações diretas da ilha Terceira para Boston, nos Estados Unidos, justificando a decisão com as baixas taxas de ocupação, devido à pandemia da covid-19.

“Em julho, a taxa de ocupação média nesta rota foi de 21% e, em agosto, até à data, baixou ainda mais para 17%. Seria um indicador de gestão irresponsável se a SATA ignorasse esta infeliz realidade. Assim, a companhia aérea Azores Airlines vê-se obrigada a suspender temporariamente esta ligação”, avançou a empresa, em comunicado de imprensa.

O líder do CDS-PP/Açores, Artur Lima, adiantou hoje, em conferência de imprensa, que a companhia aérea açoriana iria deixar de ligar a ilha Terceira à América do Norte.

“A partir do dia 01 de setembro, o Aeroporto das Lajes deixa de ter voos internacionais. A SATA deixa de voar para Boston [Estados Unidos] e para Toronto [Canadá]. É preciso recuar ao tempo da ditadura salazarista para encontrarmos tal paralelo. Até a primavera marcelista, em 1971, inaugurou o voo Lisboa-Lajes-Boston”, afirmou.

Questionada pela Lusa, a SATA respondeu através de um comunicado de imprensa, acusando o dirigente centrista de utilizar “comparações totalmente descabidas, despropositadas e profundamente desconhecedoras da realidade que o mundo inteiro está a viver”.

“A ligação Terceira-Boston é uma rota importante para os açorianos, para os terceirenses e para a SATA, que, em tempos normais, trará valor para todos. Acontece que, em função das circunstâncias que infelizmente todos vivemos com a pandemia, as taxas de ocupação, em geral, e desta rota, em particular, baixaram dramaticamente”, reiterou a empresa.

A companhia aérea acrescentou que está a trabalhar em “medidas de racionalização para continuar a enfrentar a pandemia” e a trabalhar com os agentes nos Açores, na Terceira e na América do Norte “para retomar o mais rapidamente possível, não apenas a rota Terceira-Boston, como outras, que mostram potencial de desenvolvimento sustentável”.

Delta reintroduz mais voos transatlânticos este inverno e no verão de 2021 incluindo o voo Lisboa – Nova Iorque-JFK

 

A Delta anunciou, em comunicado, que à medida que a companhia trabalha para retomar o serviço em linha com o levantamento das restrições de viagens, a potencial disponibilização de uma vacina e o regresso gradual da procura, os clientes vão ver mais voos transatlânticos e transpacíficos para destinos de negócios e lazer de topo no inverno 2020-21 e no verão 2021.

Apesar de a companhia aérea estimar que a recuperação para níveis pré-COVID vai demorar mais nos voos internacionais do que nos domésticos dos EUA, a Delta planeia adicionar mais de 50 voos transoceânicos no próximo verão, face ao programa oferecido no verão de 2020.

O serviço diário sem escalas Lisboa – Nova Iorque-JFK vai ser adicionado ao programa do próximo verão.

A Delta vai concentrar as suas forças nos seus principais mercados e, por via do apoio dos s parceiros, oferecer aos clientes uma ampla gama de ligações diretas. “Embora se mantenham obstáculos significativos na luta global contra a pandemia, estamos prontos para conectar os clientes às pessoas, lugares, oportunidades e experiências que desejam”, afirmou Joe Esposito, Vice-Presidente Sénior de Planeamento de Rede. “Os clientes que voam internacionalmente podem esperar uma frota modernizada, com os nossos mais recentes produtos de cabine e uma experiência de viagem que privilegia a sua saúde e a saúde dos nossos colaboradores do check-in à recolha das bagagens.”

A Delta vai operar o programa ajustado com uma mais eficiente e atualizada frota de Airbus A350-900, A330-900neo e Boeing 767 renovados, após a descontinuação dos seus Boeing 777 no final de outubro de 2020.

Os clientes podem ainda desfrutar de maior flexibilidade caso os seus planos se alterem, já que a Delta alargou a isenção de taxas de alteração a novos voos adquiridos até 30 de setembro de 2020.

O programa da Delta mantém-se sujeito a alterações em face da natureza evolutiva da COVID-19, da procura, dos regulamentos de viagens dos governos e das diretrizes de saúde federais. As datas específicas para o reinício de rotas suspensas anteriormente podem variar devido a restrições de viagem e outros requisitos operacionais. A Delta decidirá sobre a retoma de serviço adicional em outras rotas oportunamente.

Força Aérea Portuguesa resgata homem a bordo do veleiro “BOLERO” a 324 km das Lajes (com vídeo)

 

A Força Aérea Portuguesa anunciou, em comunicado, que resgatou ontem, dia 24 de agosto, um homem, de 67 anos e de nacionalidade americana, que navegava a bordo do veleiro “BOLERO” a 324 km a oeste das Lajes. O indivíduo, que necessitava de assistência médica urgente, foi recuperado por um helicóptero EH-101 MERLIN, da Esquadra 751 – “Pumas”, apoiada por uma aeronave C-295M, da Esquadra 502 – “Elefantes”.

O Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Aéreo de Lisboa conduziu as operações aéreas, após o Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa ter solicitado o empenhamento de meios.

O helicóptero EH-101 MERLIN e a aeronave C-295M descolaram da Base Aérea N.º 4 (BA4), nas Lajes, e seguiram para a zona onde se encontrava o veleiro, tendo o resgate sido efetuado às 15H15 pela Esquadra 751 – “Pumas”.

O homem foi retirado da embarcação com sucesso e posteriormente transportado até à BA4, onde já se encontrava uma ambulância que o encaminhou para uma Unidade Hospitalar.

A missão contou com três horas e quinze minutos de voo.

Azores Airlines retoma ligação entre a Ilha Terceira e a cidade do Porto a 16 de setembro de 2020

 

A Azores Airlines informou hoje, através de comunicado, que vai retomar as ligações entre o Porto e a Ilha Terceira, a partir de 16 de
setembro de 2020.

A retoma desta rota decorre do processo gradual de retoma dos voos da transportadora, após a interrupção inevitável da ligação em março de 2020, devido à situação de pandemia de COVID-19.

A companhia aérea passará a disponibilizar um voo por semana, a realizar à quarta-feira, entre 16 de setembro e 21 de outubro (horário de verão IATA 2020), passando a transportadora a operar à quinta-feira, a partir de 29 de outubro e durante toda a estação de Inverno IATA 2020/2021.

Com o reinício desta operação aérea, a companhia aérea Azores Airlines procura contribuir para a estabilização gradual dos fluxos de passageiros entre as diferentes gateways do Arquipélago dos Açores e os principais mercados emissores nacionais.

Belém ganha novas rotas e mais voos da Azul e Azul Conecta a partir de setembro

 

Artigo escrito em português do Brasil:

Principal centro de conexões da companhia no Norte do país, Belém terá voos diretos para Carajás e Imperatriz, além de mais ligações com Macapá e São Luís;

Azul Conecta, companhia sub-regional da Azul, também adiciona novos voos na região Norte, com operações partindo da capital paraense para o interior do estado

Seguindo todos os protocolos e medidas de higiene estabelecidos desde o início da pandemia, a Azul, eleita a melhor companhia aérea do mundo no ranking de 2020 do Tripadvisor, ampliará a oferta de voos a partir de Belém, principal centro de conexão da empresa na região Norte do país, entre o fim deste mês e setembro.

Já a partir da próxima semana, a Azul Conecta, nova empresa sub-regional da Azul, terá novos voos para o interior do estado. As rotas Belém-Breves e Belém-Monte Dourado passam a contar com sete operações semanais a bordo das aeronaves modelo Cessna Gran Caravan, que podem transportar até nove Clientes. Carajás, no Pará, e Imperatriz, no Maranhão, que terão suas bases reabertas em setembro, também contarão com ligações diretas com a capital paraense.

Operadas com o Embraer E195 E1, com capacidade para até 118 Clientes, as frequências dos voos partindo de Carajás para Belém acontecem às terças e quintas. Já decolando de Imperatriz, serão quatro voos semanais, às segundas, quartas, sextas e domingos, com aeronaves modelo ATR 72-600, com capacidade para até 70 Clientes.

“Estamos dando mais um passo para retomar o fluxo de nossas operações no país, reconectando cidades regionais e ampliando as opções de modal aéreo para aqueles que precisam viajar a negócios ou para visitar parentes e amigos. No Pará, essa adição é ainda mais importante, pois proporcionamos mais conveniência e comodidade a nossos Clientes que se deslocar horas e até dias em uma viagem hidroviária ou terrestre. Com as novas ligações da Azul e Azul Conecta, reforçamos nossa vocação regional e o compromisso da empresa em servir a região Norte do país”, ressalta Vitor Silva, gerente de planejamento de malha da Azul.

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