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Delta confirma capacidade para transportar as vacinas COVID-19 em todo o mundo

 

A Delta apresenta uma capacidade comprovada para transportar as vacinas COVID-19 após expedições bem-sucedidas no início deste ano.

Com grandes armazéns e instalações refrigeradas em Atlanta, Detroit, Los Angeles, Nova Iorque-JFK e Seattle, e uma rede de 49 aeroportos Pharma certificados em todo o mundo, a Delta dispõe de recursos para apoiar a expedição de vacinas internamente e a nível global. Além de sólidos recursos de expedição doméstica para apoiar uma rápida distribuição nos EUA, a Delta dispõe de uma função de distribuição global ampla e ágil em coordenação com a Air France KLM Martinair Cargo e Virgin Atlantic Cargo, que permite uma conformidade ponto-a-ponto e a garantia para os clientes em toda a nossa ampla rede.

“A distribuição rápida e eficaz das vacinas, à medida que vão sendo alcançadas as aprovações finais, é um dos elementos mais críticos na contenção do vírus”, afirmou Rob Walpole, vice-presidente da Delta Cargo. “É por isso que, há vários meses, criámos uma task-force de vacinas encarregue de compreender os requisitos e trabalhar com os especialistas de saúde e farmacêuticos, para criar soluções escaláveis de apoio à indústria. Depois de enviar com sucesso vacinas-teste durante o verão e o outono, estamos confiantes na nossa capacidade e estamos prontos a ajudar a garantir que as vacinas aprovadas são amplamente distribuídas.”

A Delta introduziu melhorias nos seus protocolos existentes de expedição e fornecimento farmacêutico, para oferecer suporte rápido e seguro à distribuição, incluindo:

» O mais alto nível de acesso e prioridade no embarque

» Uma Torre de Controlo de Vacinas (Vaccine Control Tower) com monitorização centralizada 24 horas por dia, 7 dias por semana e relatórios de clientes

» Opções charter apenas para Carga de uso farmacêutico, para operações dentro e fora da rede existente.

A Delta tem uma ampla experiência no transporte de vacinas e foi a primeira companhia aérea de passageiros dos EUA a receber a ‘Certificação de Logística Farmacêutica’ do Center of Excellence for Independent Validators (CEIV) da IATA na sua sede e armazém em Atlanta.

A companhia indica que já oferece quatro opções de expedição farmacêutica à medida, que respondem aos requisitos específicos de temperatura das vacinas, assegurando a sua integridade durante toda a viagem.

Iberojet nasce da junção da Evelop e Orbest

 

As companhias aéreas Evelop e Orbest, do Grupo Ávoris, vão passar a operar sob uma única marca em Portugal e Espanha, a Iberojet, que vai deixar de ser a designação do operador turístico online do grupo.

De acordo com Paul Verhagen, subdirector da Evelop: “Ter duas marcas complica o posicionamento, duplica o trabalho e os recursos de marketing”.

O anuncio da nova marca que une a portuguesa Orbest e a espanhola Evelop deverá coincidir com o lançamento dos voos regulares previstos para o próximo verão IATA, que começa em finais de março, e acontece no dia que, a Evelop indicou que vai aumentar a sua oferta de voos para Havana com mais uma frequência semanal, e vai antecipar o início das operações para Cancun, no México.

A partir de 16 de dezembro, a Evelop vai passar a voar duas vezes por semana entre Madrid e a capital de Cuba, às quartas-feiras e domingos, excepto nos dias 30 de dezembro e 6 de janeiro.

A segunda rota regular para as Caraíbas que a Evelop tem previsto retomar depois de oito meses é a ligação entre Madrid e Punta Cana, na República Dominicana, com um voo por semana, aos sábados, de 5 de dezembro a 2 de janeiro. A operação recomeça a 20 de março e decorre até 24 de abril.

Para Cancun, no México, a Evelop antecipou o começo das operações para 7 de março, quando tinha inicialmente previsto retomar a 22 de março.

As companhias aéreas do Grupo Ávoris, inicialmente focadas em operações charter, estão a apostar no mercado dos voos regulares. “O momento é ideal para unir as marcas e continuar com uma só ideal para a empresa”, frisou Paul Verhagen.

Para alcançar esse objectivo de forma prática e económica, a empresa optou por usar uma das suas marcas, a Iberojet. “É uma maca fácil reconhecida, compreendida, que temos registada e, por isso, tem o seu domínio, com a vantagem de fazer uma referência e de estabelecer uma associação aos seus dois grandes mercados, Espanha e Portugal, além de remeter para a actividade a que nos dedicamos, aviação, com Jet”, salientou Paul Verhagen.

A nova denominação comercial em Espanha e Portugal será introduzida gradualmente ao longo do próximo ano, assim como nos restantes mercados onde opera.

SATA AZORES AIRLINES volta a ligar Ponta Delgada a Londres com 3 voos semanais

 

O Grupo SATA anunciou hoje, que a companhia aérea SATA Azores Airlines volta a ligar Ponta Delgada a Londres e vice-versa, a partir do próximo mês de junho.

Os voos entre o Arquipélago dos Açores e a capital britânica terão inicio a 3 de junho e prolongam-se até 30 de setembro.

Ao contrário do que acontecia anteriormente, os voos serão operados três vezes por semana, às quintas, sextas e ao domingo.

A partir de amanhã, dia 4 de dezembro, a campanha Açores / Inglaterra é comunicada no site da companhia aérea SATA Azores Airlines, sendo que as reservas passam a estar disponíveis no portal www.azoresairlines.pt, em todos os pontos de venda da companhia aérea, bem como nas agências de viagens.

Ryanair encomenda mais 75 unidades B737 MAX

A Boeing anunciou hoje, 3 de dezembro, que a Ryanair adicionou à sua encomenda mais 75 unidades de Boeings 737 MAX, aumentando a sua carteira de pedidos para 210 unidades.

A Ryanair seleccionou novamente o 737 8-200, uma versão de maior capacidade do 737-8, com mais assentos e melhor eficiência de combustível e desempenho ambiental. “A administração e as pessoas da Ryanair estão confiantes de que os nossos clientes vão adorar estas novas aeronaves. Os passageiros vão desfrutar dos novos interiores, espaço para as pernas mais generoso, menor consumo de combustível e desempenho de ruído mais silencioso. E, acima de tudo, os nossos clientes vão adorar as tarifas mais baixas, que estas aeronaves permitirão à Ryanair oferecer a partir de 2021 e durante a próxima década, à medida que a Ryanair lidera a recuperação das indústrias de aviação e turismo na Europa “, disse o CEO do Grupo Ryanair, Michael O’Leary.

Os representantes da Ryanair juntaram-se à equipa da Boeing para uma cerimónia de assinatura em Washington, DC onde ambas as empresas reconheceram os impactos do COVID-19 no tráfego aéreo no curto prazo, mas expressaram confiança na resiliência e na força da procura dos passageiros a longo prazo . “Assim que o vírus COVID-19 retroceder – e provavelmente acontecerá em 2021 com o lançamento de várias vacinas eficazes – a Ryanair e os nossos aeroportos parceiros em toda a Europa irão – com essas aeronaves ambientalmente eficientes – restaurar voos e horários rapidamente, recuperar o tráfego perdido e ajudar as nações da Europa a recuperar as suas indústrias de turismo e fazer com que os jovens voltem a trabalhar nas cidades, praias e estações de esqui da União Europeia “, disse O’Leary.

A Ryanair é o cliente de lançamento da variante 737-8 de alta capacidade, tendo feito o seu primeiro pedido de 100 aviões e 100 opções no final de 2014, seguido por pedidos firmes de 10 aviões em 2017 e 25 em 2018.

O 737 8-200 permite que a Ryanair personalize a sua aeronave com 197 assentos, aumentando o potencial de receita e reduzindo o consumo de combustível em 16 por cento em comparação com os aviões anteriores da companhia aérea. “A Ryanair continuará a desempenhar um papel de liderança na nossa indústria quando a Europa recuperar-se da pandemia COVID-19 e o tráfego aéreo voltar a crescer em todo o continente. Estamos gratos que a Ryanair está mais uma vez depositando a sua confiança na família Boeing 737 e construindo sua frota futura com este pedido firme ampliado “, disse Dave Calhoun, presidente e CEO da The Boeing Company. “A Boeing continua focada em devolver com segurança toda a frota 737 em serviço e entregar a carteira de aviões à Ryanair e aos nossos outros clientes. Acreditamos firmemente neste avião e continuaremos a trabalhar para reconquistar a confiança de todos os nossos clientes “, disse Calhoun.

Pilotos da TAP entregam providência cautelar para ver informação que suporta despedimentos

 

O Sindicato dos Pilotos de Aviação Civil (SPAC) entregou uma providência cautelar a exigir que lhe seja prestada informação sobre o plano de reestruturação da TAP, nomeadamente os fundamentos para o despedimento de 500 destes profissionais.

O documento, a que a Lusa teve acesso, foi enviado ao Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa, Juízo de Trabalho de Lisboa, e requer uma providência cautelar comum, alegando que não lhe foi prestada informação relevante sobre o plano de reestruturação da TAP, que a empresa deverá apresentar à Comissão Europeia até 10 de dezembro.

O SPAC recorda, nesta providência cautelar, que, devido ao impacto da pandemia de covid-19, a companhia aérea “foi objeto de um apoio de Estado, sob a forma de um empréstimo” notificado à Comissão Europeia e que o processo de reestruturação “constitui consequência” deste apoio.

O sindicato deu ainda conta de vários pedidos que fez à empresa e à tutela para ter acesso a mais informação, bem como de duas reuniões para as quais foi chamado, nas quais “não foi dada qualquer informação”, nomeadamente sobre a redução de pessoal.

Num terceiro encontro com o Conselho de Administração da transportadora, em 27 de novembro, o SPAC foi informado, segundo o documento, de que o plano “contemplava cortes salariais no mínimo de 25% na TAP – Transportes Aéreos Portugueses, S.A., com isso pretendendo conseguir uma redução anual da massa salarial entre 230 a 352 milhões de euros” e que no mesmo processo estava contemplado o “despedimento de 500 pilotos”.

No mesmo contexto, segundo o sindicato, o plano inclui “a redução imediata da frota TAP” para “88 aviões de passageiros e dois carga, que poderiam, futuramente, ser convertidos para transporte de passageiros”.

O SPAC contesta os pressupostos da avaliação que levaram a estas conclusões, referindo que “estão desalinhados com elementos já ulteriormente verificados, como o início da vacinação europeia contra a covid-19” a começar “entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021” e queixando-se de que “não foram indicados quaisquer pressupostos financeiros para a fundamentação das medidas de reestruturação comunicadas”.

Segundo o sindicato, “não foi possível, apesar das informações apresentadas num ‘powerpoint’ (não distribuído aos presentes, com alegação de reserva da informação), apreender a fundamentação e racionalidade económico-financeira das medidas de reestruturação comunicadas, porque o mesmo não foi apresentado, apesar das perguntas formuladas pelo SPAC no sentido de deteção e densificação dessa fundamentação e racionalidade”.

O SPAC diz ainda que “no contraditório, a TAP não foi capaz de apresentar sequer os pressupostos operacionais e financeiros relativos a esta proposta”, tendo sido “incapaz de justificar a opção de reduzir o quadro de pessoal de voo da TAP, enquanto assegura o transporte de passageiros TAP com recurso à subcontratação de terceiro”.

O sindicato diz também que “não foram apresentados absolutamente dados nenhuns relativos à evolução do equilíbrio da situação económica e financeira da empresa para o período do plano, tornando rigorosamente impossível avaliar o racional económico das propostas apresentadas, da sua necessidade, adequação e proporcionalidade”.

Assim, entre a informação exigida pelo SPAC, estão os “documentos ‘powerpoint’ apresentados nas reuniões efetuadas com o requerente em 12 e 27 de novembro” e informação sobre projeções económico-financeiras das empresas TAP, SGPS, S.A., TAP, S.A. e Portugália, S.A. “para o período 2020-2025”.

O SPAC quer ainda detalhes de evolução da frota em cada empresa, ano a ano, e pressupostos de atividade usados nas projeções para cada sociedade, bem vários detalhes sobre a contratação da Portugália para a realização de voos vendidos pela TAP.

No documento, o sindicato diz ainda que pretende ter acesso a “informação sobre a previsão de evolução, no período 2021-2025, do quadro de pessoal da TP S.A. e da Portugália, discriminado por categorias e funções” e das respetivas massas salariais.

O SPAC pede que o grupo seja condenado ao “pagamento de uma sanção pecuniária compulsória de 5.000 euros por cada dia de atraso na prestação de informação referida”.

A República do Mali encomenda um Airbus C295 adicional

A Airbus anunciou que o Ministério da Defesa da República do Mali fez um pedido firme para um avião adicional Airbus C295 na configuração de transporte.

Esta segunda aeronave, a ser entregue em 2021, complementará o primeiro C295 já em operação desde dezembro de 2016, que já acumula 1.770 horas de voo e transportou mais de 38 mil passageiros e 900 toneladas de carga em menos de quatro anos de operação.

Este novo pedido também inclui um pacote de apoio logístico integrado com peças de reposição para as duas aeronaves e treino para os tripulantes e mecânicos.

Esta aquisição responde à necessidade urgente das autoridades da República do Mali de disporem de capacidade permanente de transporte aéreo num prazo muito curto, proporcionando um elo vital de apoio às operações e acções de desenvolvimento de áreas isoladas nas regiões do norte do país.

Bernhard Brenner, chefe de marketing e vendas da Airbus Defense and Space, disse: “Este pedido repetido demonstra as excelentes capacidades e desempenho das nossas aeronaves. O C295 está a tornar-se o avião de transporte tácito padrão do século 21 na África, com 37 aeronaves encomendadas na região, da Argélia, Egito e Gana à Costa do Marfim, Burkina Faso e Mali. ”

A321neo “Retro” da TAP realiza hoje o seu primeiro voo comercial

 

O A321neo CS-TJR da TAP Air Portugal com a pintura RETRO realiza hoje, 3 de dezembro, o seu primeiro voo comercial.

O TP0436 vai ligar Lisboa a Paris e tem hora prevista de descolagem às 11h00.

A TAP recebeu este modelo no passado dia 27 de outubro, directamente da fábrica da Airbus, em Hamburgo.

A Airbus introduziu modificações na fuselagem do A321neo permitindo assim que modelos com a configuração ACF possam ter cabines mais flexíveis para até 240 passageiros.

Comparadas à variante A321 anterior, as modificações mais visíveis são uma nova secção traseira e uma configuração de porta de passageiro modificada, onde a porta localizada à frente da asa é removida e são introduzidas novas saídas de emergência por cima da asas na secção central.

O A321neo ACF começou como uma opção tendo-se tornado padrão para todos os A321neos.

O A321neo ACF é a base para a variante de maior alcance conhecida como A321LR.

 

Trem de aterragem de Boeing 737 colapsa durante aterragem

Um Boeing 737-500 da Air Djibouti, com a matrícula EY-560 que estava a realizar o voo IV-206 entre Hargeisa (Somalilândia / Somália) e Garowe (Puntland / Somália) com 39 passageiros e 5 tripulantes, aterrou na pista 04 no aeroporto de Garowe sofrendo um colapso no trem de aterragem principal.

De acordo com o site The Aviation Herald, a aeronave desviou para a direita, mas parou na lateral da pista, apoiada no motor direito.

Do incidente não há registo de feridos e todos os ocupantes desembarcaram para pista sendo conduzidos posteriormente para o Terminal do aeroporto.

Foto: AvHerald

O voo tinha origem em Djibouti (Djibouti) e tinha como destino Mogadíscio (Somália) com escalas intermédias em Hargeisa e Garowe.

O Aeroporto Internacional de Garowe possui uma pista de asfalto 04/22 de 2.000 metros / 6.600 pés de comprimento.

De acordo com os jornais locais, o aeroporto está sem operar o camião de bombeiros há cerca de 2 meses devido à falta de um pneu e, portanto, não pode responder a emergências.

Imagem: AvHerald

Ryanair anuncia reforço de voos de Londres e Paris para o Porto este Natal

 

A Ryanair anunciou hoje, em comunicado, um reforço dos seus voos à partida de Londres Stansted e de Paris Beauvais para o Porto a partir de 16 de dezembro.

Este reforço representa um aumento de uma frequência por semana em cada rota.

De referir que o reforço da rota entre Paris Beauvais – Porto foi anunciado durante o mês de novembro, indicando que assim chegaria aos 16 voos por semana entre 17 de dezembro e 9 de janeiro

DB Schenker e Lufthansa Cargo operam o primeiro voo de carga neutro em CO2

 

A DB Schenker, empresa líder na gestão da cadeia de abastecimento e logística, anunciou o lançamento do primeiro voo de carga de aviação comercial operado 100% com combustível de aviação sustentável (SAF). Esta operação neutra em termos de CO2, tornada possível pela cooperação do principal fornecedor de logística e da Lufthansa Cargo, teve lugar entre Frankfurt e Xangai a bordo de um Boeing 777F e transportou mercadorias da Siemens Healthineers AG, entre outras. Empenhados no desenvolvimento do transporte aéreo sustentável, a DB Schenker e a Lufthansa Cargo acordaram em novembro trocar pontos de vista sobre questões ambientais a fim de promover soluções conjuntas, incluindo a utilização de combustíveis alternativos aos combustíveis fósseis para o transporte aéreo de carga.

O Ministro dos Transportes, Construção e Desenvolvimento Urbano do Governo Federal Alemão, Andreas Scheuer, afirmou que “apesar de estarmos no meio da mais grave crise de sempre a afetar o setor da aviação, a Lufthansa Cargo e a DB Schenker assumiram a sua responsabilidade pela proteção climática e já operaram o seu primeiro voo de reabastecimento entre Frankfurt e Xangai. Isto diz-nos que, apesar das atuais preocupações, as empresas continuam a olhar para o futuro e estão a implementar medidas importantes para tornar a aviação mais sustentável”.

“No transporte aéreo, estamos realmente avançados em termos de proteção ambiental. Isto é demonstrado pelo desenvolvimento do primeiro voo de carga neutro em termos de CO2“, explicou Jochen Thewes, CEO da DB Schenker. “O lançamento do programa de voo que planeámos para o verão de 2021 permitir-nos-á oferecer um transporte aéreo sem gases com efeito de estufa como um produto regular. Como fornecedor de logística, somos a ligação entre a indústria de carga e as companhias aéreas, permitindo-nos tornar a proteção climática uma realidade neste setor. Estou convencido de que existe uma grande procura para este tipo de transporte amigo do ambiente, e esperamos dar o exemplo nestes termos”, disse Jochen Thewes.

“Com este voo, estamos empenhados em aumentar a investigação e a utilização de SAF para que, no futuro, estejam disponíveis quantidades suficientes do combustível alternativo para as empresas. Além de investir numa frota de carga moderna, o nosso empenho neste voo sem emissões também contribui para a “Ação Climática” promovida pelas Nações Unidas. A Lufthansa Cargo leva muito a sério a sua responsabilidade empresarial e está a implementar medidas ativas para proteger o ambiente”, disse Peter Gerber, CEO da Lufthansa Cargo.

“Transferir os nossos sistemas de tecnologia médica e peças sobressalentes urgentemente necessárias para onde são necessárias é a nossa prioridade máxima, sendo sempre um parceiro fiável para os nossos clientes e os seus pacientes. Por este motivo, estamos muito satisfeitos por os nossos parceiros logísticos estarem a desenvolver um transporte aéreo de mercadorias mais amigo do clima. Este é um passo importante para o estabelecimento de rotas sustentáveis”, disse Dr. Frank Debus, Diretor de Logística da Siemens Healthineers.

Combustível sintético para satisfazer as exigências do planeta

O SAF é essencialmente querosene sintético sustentável. É atualmente produzido a partir de biomassa, tal como óleos vegetais e de cozinha sustentáveis ou recicláveis. Espera-se que no futuro também estejam disponíveis combustíveis renováveis não vegetais. O processo de produção mais conhecido é o chamado processo power-to-liquid (PtL), baseado em eletricidade renovável, água e CO2.

Ao utilizar SAF, evitam-se por completa as emissões fósseis de CO2 de um voo operado com querosene convencional. Durante a combustão no motor, apenas é libertado CO2 previamente removido da atmosfera, por exemplo, do crescimento das plantas. A SAF é a primeira alternativa real ao combustível fóssil da aviação e a chave para um tráfego aéreo amigo do clima e livre de dióxido de carbono.

Além disso, a DB Schenker e a Lufthansa Cargo estão também a implementar um projeto de reflorestação para compensar as emissões de CO2 e outros gases com efeito de estufa resultantes da produção de biomassa, processamento e transporte de SAF. Isto assegura que os voos são completamente neutros, em termos gerais, de gases com efeito de estufa.

 

O SAF utilizado pode ser adicionado ao querosene convencional como combustível de uso imediato, tornando-o prático e adequado para uso diário sem necessidade de ajustes na aeronave ou na cadeia de abastecimento. Assim, a quantidade de SAF correspondente aos requisitos de combustível para o voo de regresso entre Frankfurt e Xangai é injetada no sistema de reabastecimento no aeroporto de Frankfurt. Cada aeronave subsequentemente reabastecida no depósito de combustível recebe e consome fisicamente uma pequena quantidade de SAF. A redução de CO2 alcançada é assim totalmente creditada à Lufthansa Cargo e à DB Schenker.

Esta ação é o primeiro passo de um esforço conjunto acordado entre as duas empresas em novembro passado para evitar a utilização de combustíveis fósseis na aviação. A partir do próximo verão, oferecerão regularmente um transporte aéreo neutro em termos de emissões. Além disso, a DB Schenker e a Lufthansa Cargo iniciaram os seus primeiros voos neutros em termos de CO2, apelando aos expedidores, fornecedores de logística, transportadoras aéreas de carga e autoridades políticas para trabalharem em conjunto para expandir a produção e infraestruturas necessárias, com o objetivo de melhorar a disponibilidade de combustível de aviação sustentável.

Emirates espalhou o espírito do Dia Nacional dos Emirados Árabes Unidos! Lisboa não faltou

No momento em que os Emirados Árabes Unidos comemoram o seu 49º Dia Nacional, bandeiras de todos os formatos e tamanhos foram agitadas para marcar a ocasião em seis continentes pelos funcionários das operações terrestres da Emirates.

Com tons patrióticos de vermelho, preto, verde e branco, as demonstrações de orgulho nacional dos funcionários da Emirates foram inspiradas nas conquistas dos Emirados Árabes Unidos, bem como no seu lugar significativo no cenário mundial como pólo de transporte, turismo e comércio, indicou a companhia em comunicado.

Os colaborares da escala da companhia em Lisboa também não faltaram às celebrações:

A Emirates voa actualmente para 99 destinos, e a companhia aérea continua a restaurar de forma segura e gradual a sua rede global aos níveis pré-pandémicos. Em cada etapa da jornada, os funcionários da Emirates em todo o mundo esforçaram-se para aprimorar o cuidado, a saúde e a segurança dos clientes e colegas que regressam aos céus.

B777 da Garuda Indonesia recebeu “máscara”

A Garuda Indonesia apresentou a sua quarta aeronave com a pintura especial de uma máscara na parte da frente.

Depois do A330neo, do B737-800NG, doA330-300, chega a vez de um B777-300ER da companhia receber a pintura especial.

O B777-300ER que recebeu a “máscara” foi o PK-GIJ

Esta iniciativa visa promover a utilização de máscara em todos os locais que são visitados pelos seus passageiros para uma Indonésia saudável, indica a companhia na sua mensagem.

Durante a apresentação da pintura especial do A330neo, a companhia lançou um desafio nas suas redes sociais para quem desejar usar a criatividade projetar uma máscara para outras 3 pinturas de aeronaves.

O design vencedor da 4ª fase do concurso foi da autoria de Johana Angelia Christian.

TAP tem estado a trabalhar para responder às necessidades de transporte de vacinas contra a Covid-19 para Portugal e eventualmente para o Brasil também

 

De acordo com o Jornal ECO a TAP, está a preparar-se para garantir uma resposta eficaz às necessidades de transporte de vacinas contra a Covid-19, numa altura em que estas estão cada vez mais perto de serem uma realidade.

Como é sabido a companhia tem duas aeronaves “convertidas” em cargueiros prontas para realizarem o transporte das vacinas para Portugal, mas também para outras geografias, como é o caso do Brasil.

De acordo com a mesma notícia, a TAP tem sentido maior procura pelo seu transporte de carga em resultado do aumento do e-commerce — com o confinamento, mais pessoas estão a comprar online –, mas continua a ser relevante o peso do transporte de produtos médicos, nomeadamente máscaras e viseiras, além de toalhetes embebidos em álcool, para a Covid-19.

Este negócio poderá, em breve, aumentar ainda mais com o transporte das tão esperadas vacinas contra o novo coronavírus, que exigem, entre outros cuidados, o cumprimento de requisitos específicos em termos do controlo de temperatura. “A TAP está a garantir que tem as parcerias e meios necessários, como sejam a contratação atempada e em quantidade adequada dos contentores de temperatura controlada e vai estar preparada para responder às necessidades de transporte de vacinas contra a Covid-19″, disse recentemente a companhia ao ECO.

Numa altura em que o trabalho de preparação logística para receber as vacinas ainda está a ser feito, a empresa quer apresentar-se como uma solução para que Portugal possa contar o mais rapidamente possível com alguma, ou algumas, das vacinas contra a Covid-19.

A ambição da companhia portuguesa é poder fazer o mesmo noutros mercados. O Brasil, país em que a TAP tem grande representação, tem estado a fazer contactos com as várias empresas de aviação no sentido de avançar com concursos para o transporte das vacinas para o país. E o ECO sabe que a empresa portuguesa está atenta a essa possibilidade. Enquanto em Portugal está em causa o fornecimento de 16 milhões de doses das vacinas, no caso do Brasil, país com mais de 200 milhões habitantes, o número será certamente muito superior.

A IATA divulgou orientações ao setor, definidas em colaboração com a Federação Internacional de Fabricantes e Associações Farmacêuticas (IFPMA), Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO) e a Organização Mundial do Comércio (OMC), entre outras entidades.

“A orientação inclui um repositório de normas e diretrizes internacionais relacionadas com o transporte de vacinas e será atualizada regularmente à medida que a informação for sendo disponibilizada à indústria”.

As diretrizes apontam a necessidade de “os governos restabelecerem a conectividade aérea para assegurar a disponibilidade de capacidade adequada para a distribuição de vacinas” e de assegurar “instalações ultracongeladas em toda a cadeia de abastecimento”, que terão de ser geridas por “pessoal treinado para lidar com vacinas sensíveis ao tempo e à temperatura” e que “as aprovações regulamentares atempadas e o armazenamento e desalfandegamento pelas autoridades aduaneiras e sanitárias serão essenciais”, bem como a adoção de “disposições para garantir que as remessas permanecem seguras contra adulterações e roubos”.

Airbus entregou último A320ceo

A Airbus entregou, no passado dia 27 de novembro de 2020, o último dos Airbus A320ceo, de primeira geração, produzidos.

O A320-214 está equipado com sharklets e tem número de série 9313.

Apesar de ter sido montado na fábrica da Airbus, em Toulouse, a aeronave seguiu para Hamburgo onde recebeu uma configuração de VIP antes de ser entregue à Força Aérea da Tailândia.


A título de curiosidade, apesar de ser o último A320ceo a ser produzido, tendo saído da linha de montagem em setembro deste ano, este não é o último modelo em número de série, já que existem dois A320 da Chengdu Airlines, com os números de série 9319 e 9329, mas que foram montados antes.

TAP agrava prejuízos em 590 ME para 701 ME até setembro

 

A companhia aérea TAP agravou os prejuízos nos primeiros nove meses do ano para 700,6 milhões de euros, depois do prejuízo de 110,8 milhões de euros no mesmo período de 2019, foi hoje comunicado ao mercado.

Segundo a informação disponível no comunicado enviado hoje à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), referente às contas da TAP S.A., parte integrante do Grupo TAP, o resultado líquido dos primeiros nove meses deste ano cifrou-se em -700,6 milhões de euros.

O resultado significa um agravamento dos prejuízos em 589,8 milhões de euros relativamente ao mesmo período do ano passado, para o qual contribuíram os 118,7 milhões de euros de resultados negativos no terceiro trimestre deste ano.

Em termos de EBITDA (rendimentos antes de juros, impostos, depreciações e amortizações), os prejuízos da TAP atingiram os 172,9 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, um agravamento face aos lucros de 388,7 milhões de euros registados em igual período de 2019.

Já os resultados operacionais da companhia registaram, nos primeiros três trimestres deste ano, um prejuízo de 610,2 milhões de euros, uma variação negativa de 653,8 milhões de euros face aos lucros de 43,6 milhões de euros registados em igual período de 2019.

“O terceiro trimestre de 2020 iniciou-se como uma recuperação na procura, mas essa tendência foi revertida em meados de agosto, na sequência das novas restrições à mobilidade impostas nos vários países e destinos em que a TAP opera”, pode ler-se no comunicado enviado hoje pela empresa liderada por Ramiro Sequeira.

Segundo a empresa, “as reservas de bilhetes e o ‘load factor’ [relação entre uma carga específica e o peso total de aeronave] registados na primeira metade do terceiro trimestre, impulsionados pelo tráfego de lazer nas rotas europeias de médio curso e pelo segmento VFR (‘Visiting Friends & Relatives’) [visitas a amigos e família] no longo curso, foram encorajadores e contribuíram para manter os níveis de ocupação estáveis quando comparados com o segundo trimestre”.

No entanto, a recuperação “foi revertida pelas novas restrições às viagens e pela queda da procura associada ao aumento dos casos de covid-19”.

“Os indicadores do terceiro trimestre evidenciam que ajustamentos mais profundos terão de ser realizados para reduzir a diferença entre a queda das receitas operacionais e o corte de custos”, antecipa a empresa, que tem de apresentar um plano de reestruturação à Comissão Europeia até dia 10 de dezembro.

A TAP assinala “progressos importantes” no ajustamento de gestão que está a fazer, através de “medidas de proteção da sua posição de caixa, nomeadamente através do reforço de iniciativas para conversão de custos fixos em variáveis, renegociação de acordos comerciais e respetivos prazos de pagamento, suspensão de investimentos não essenciais e não renovação de contratos de trabalho a termo”.

“Os pagamentos associados ao ‘leasing’ operacional de aeronaves caíram 43%, quando comparados com igual período do ano passado, refletindo as negociações com ‘lessors’ para diferimento de pagamentos e reduções de rendas”, aponta a TAP, que espera uma poupança de 175 milhões de dólares (cerca de 146,4 milhões de euros) em 2020 relativa ao ‘leasing’ operacional de aviões.

A companhia calcula ainda que “no acumulado dos primeiros nove meses de 2020, o número de passageiros caiu 70% [menos 9,1 milhões de passageiros], a oferta (ASK) 64% e o ‘load factor’ 12,5 pontos percentuais, ficando nos 68,5%”.

Os custos operacionais reduziram-se em 41% no final de setembro face ao mesmo período do ano passado (queda de 2.446,4 milhões de euros para 1.451,4 milhões de euros), com o contributo da redução de 59% no terceiro trimestre, correspondente a uma descida de 912,6 milhões de euros em julho, agosto e setembro em 2019 para 377,8 milhões no mesmo período de 2020.

United começou a transportar vacinas contra a covid-19

 

O The Wall Street Journal indicou que a United Airlines começou esta sexta-feira, 27 de novembro, a operar voos fretados para transportar doses da vacina contra a covid-19 da Pfizer e da BioNTech para uma distribuição rápida, assim que os reguladores consigam aprovar o fármaco.

De acordo com a publicação norte-americana, a terceira maior companhia aérea dos Estados Unidos “começou na sexta-feira a operar voos fretados para posicionar doses da vacina covid-19 da Pfizer para distribuição rápida, se as injeções foram aprovadas pelos reguladores” do país, nomeadamente, a Food and Drug Administration (FDA).

A intenção da United Airlines é fazer voos entre Bruxelas, na Bélgica, e Chicago, nos Estados Unidos da América (EUA), para apoiar a distribuição deste fármaco, que está a ser produzida, em particular, em Kalamazoo, no Michigan, e na cidade belga de Puurs.

A farmacêutica norte-americana e a parceira alemã BioNTech solicitaram na última semana a autorização de emergência do regulador norte-americano, para poder começar a distribuição da vacina. Esta autorização de emergência permite ‘saltar’ vários passos no processo de aprovação, tendo em conta a pandemia mundial, que está a assolar, em particular, a população dos EUA.

De acordo com a Federação Internacional da Indústria Farmacêutica (IFPMA), a previsão é de que sejam produzidas entre 12 e 15 mil milhões de doses em todo o mundo.

Como será organizado o transporte aéreo?

“Será sempre necessário algum tipo de transporte aéreo”, disse o responsável pela frota da Associação Internacional de Transportes Aéreos (IATA), afirmando que o transporte de uma única dose para cada habitante do planeta encheria o equivalente a 8.000 aviões de carga de grande porte.

Fazendo as contas para a frota da Air France, por exemplo, os 99 aviões de passageiros de longo curso podem transportar, cada um, mais de 400 mil doses no porão e cada um dos dois Boeing 777 leva mais de um milhão de doses.

“Os voos de passageiros com capacidade de porão devem ser aumentados”, defende o diretor-executivo da IATA, Alexandre de Juniac, para quem “as fronteiras devem ser abertas para permitir a distribuição”.

A queda do tráfego aéreo internacional, devido à pandemia da covid-19, limitou a oferta, uma vez que 60% da carga é transportada nos porões dos aviões de passageiros e, por isso, a capacidade atual da frota aérea é insuficiente para responder à procura.

KLM – A inovação e a realidade virtual na aviação (com vídeo)

 

As indústrias estão a voltar-se cada vez mais para a inovação, à medida que se preparam para uma nova realidade num mundo pós-pandemia. O setor de aviação não é exceção.

No ano passado, a KLM apresentou o avião do futuro Flying-V na IATA AGM em Seul. Este ano, a companhia apresenta uma nova visão do futuro, levando a Realidade Virtual (RV) para o próximo nível.

Das equipas de limpeza e a bordo aos handlers de malas, condutores de rebocadores, técnicos e pilotos, a RV está a mudar a forma como os colaboradores da KLM são treinados.

Diferença entre RA e RV

A Realidade Aumentada (AR) acrescenta elementos digitais a uma exibição ao vivo, muitas vezes utilizando a câmera de um smartphone. Os exemplos de experiências de realidade aumentada incluem as lentes do Snapchat e o jogo Pokémon Go.

A Realidade Virtual (VR) implica uma experiência de imersão completa, que exclui o mundo físico. Usando dispositivos de RV, como os Oculus Quest, HTC Vive e Valve Index, os utilizadores podem ser transportados para uma série de ambientes imaginários ou reais, como o interior de um avião ou o cockpit.

Na RV, há três formas de captar conteúdo, as quais estão todas a ser usadas pela KLM:

  1. Imagens interativas geradas por computador
  2. Vídeos 360-graus POV (Point of View)
  3. Fotografias estáticas a 360-graus

Inovação e RV na KLM

O espírito pioneiro da KLM está profundamente enraizado no ADN da companhia. Permite-nos investir continuamente na melhoria de produtos, serviços e processos, tanto para clientes como para colaboradores.

A RV é uma das tecnologias que utilizamos para consegui-lo. É usada principalmente para a formação. Porque é que a RV é tão útil quando queremos ensinar algo aos colaboradores? A investigação mostra que as pessoas aprendem mais rápido quando usam a RV, sentem-se mais confiantes na aplicação do que lhes é ensinado, ficam emocionalmente mais ligadas ao conteúdo de RV, estão mais focadas e a aprendizagem através da RV pode ser mais económica em escala.

Na KLM, a base para o uso da RV é a solução de problemas de negócio. Neste caso, trata-se do como podemos formar os nossos colaboradores de forma mais eficaz, ágil e de acordo com as suas necessidades educacionais. O treino intenso, por exemplo para estacionar um avião ou acoplar uma ponte de embarque de passageiros, costumava exigir a presença física de uma aeronave. Mas, enquanto companhia aérea, é desejável que os aviões estejam no ar o máximo tempo possível. Agora, com a RV, pode usar de forma mais eficiente o tempo necessário no avião real (ou simulador), mantendo a qualidade da formação. Obviamente, a segurança é fundamental.

 Aplicações

A RV pode ser usada em quase todas as situações que exigem treino na KLM. Já mencionámos a acoplagem de uma ponte de embarque e o pushback do avião. Usamos a RV também para treinar as equipas de limpeza nas nossas estações, sempre que há um novo tipo de avião na rota. Ao mostrar à equipa de limpeza o nosso 787 em realidade virtual, isso permitiu-lhes limpar o avião em menos 15 minutos do que o previsto e sem erros. Mas a RV ajuda ainda a preparar a tripulação de cabine para os procedimentos de emergência, como a extinção de um incêndio a bordo.

Demo I: pushback

Quando um avião está pronto a descolar, o motorista do veículo pushback garante que o mesmo é empurrado para trás na placa em segurança. Isto requer muito treino. O motorista precisa ser capaz de manobrar o veículo, empurrar diferentes tipos de aeronaves em várias condições climatéricas e, claro, durante o dia e a noite. Pode registar-se, por exemplo, o mau funcionamento do equipamento ou outros eventos perigosos, para os quais o motorista precisa estar preparado. Esses eventos podem ser treinados em RV antes do treino no trabalho com o avião real.

Demo II: cockpit virtual

Os nossos pilotos dos Embraer 175 e 190 usam a RV como parte do seu Curso de Qualificação de Tipo (Type Rating Course). Durante o curso, o foco está em aprenderem os Procedimentos Operacionais Padrão (SOP) relacionados com o tipo específico de avião que vão voar.

Uma parte do treino SOP passa por explorar o cockpit através de ecrãs táteis com um instrutor em sala e usando posters para uma referência visual. Outros elementos deste treino são feitos num simulador de voo. Ambas as opções têm um custo e baseiam-se na localização. Além disso, a capacidade e o tempo do simulador são limitados e, para aprender os SOP, não precisa realmente de uma máquina tão sofisticada como o simulador de voo.

Esta forma de treino funciona há muitos anos e continua a funcionar, mas ainda há espaço para melhorias. É por isso que, na KLM Cityhopper, foi decidido facilitar o treino mais contextual, mais adequado aos pilotos e que pode até resultar numa redução de custos.

Os especialistas em RV da KLM desenvolveram uma versão virtual do cockpit dos Embraer E175/E190. Este cockpit virtual é uma cópia exata do avião, com todos os interruptores e botões selecionáveis. Os nossos pilotos precisam apenas dos seus auriculares RV e podem começar a carregar em botões e interruptores.

Com os manuais técnicos ao seu lado, o efeito das suas seleções e o sistema por trás da alavanca são explicados aos pilotos. E quando desejam aprender e treinar os seus SOP, podem escolher entre um total de 16 procedimentos diferentes, todos realizados com o avião ainda em terra. Isso inclui desde a inicialização ao desligamento e, até mesmo, a vários procedimentos de emergência, como incêndios no motor ou uma evacuação. Cabe aos pilotos decidir se desejam ser conduzidos pelo procedimento passo-a-passo ou preferem experimentar por conta própria com o manual ao lado.

Como o modelo RV assenta nas dimensões reais do avião, os pilotos podem, desde logo, criar memória muscular, o que é de grande importância. Ser capaz de encontrar com rapidez e precisão as alavancas necessárias para um determinado procedimento desde o dia 1 ajuda os pilotos no treino que se segue.

Próximos passos para a formação em RV

A KLM vai continuar a desenvolver os cursos existentes, adicionando, por exemplo, um modo multi-player ao treino do cockpit. Estamos ainda a explorar a possibilidade de obter a certificação EASA para esses cursos – os quais poderiam, eventualmente, vir a substituir algumas das componentes-padrão do treino, como a instrução em sala de aula, o poster do cockpit e a literatura. As nossas ideias para o futuro próximo passam, nomeadamente, por desenvolver um treino de aceleração de motores (Engine Run-up) para os colaboradores da Engenharia & Manutenção, para que estes consigam aprender a ligar os motores dos aviões em RV – como parte do procedimento de manutenção e treino pós-evacuação de avião (Airplane Post Evacuation) para os tripulantes de cabina, onde estes últimos aprendem os procedimentos para aterrar na água, por exemplo. Disponibilizaremos, finalmente, alguns dos cursos de VR para fins educacionais em instituições de ensino profissional intermédio e superior nos Países Baixos.

Força Aérea Portuguesa consegue manter os seus pilotos qualificados em reabastecimento aéreo através de uma parceria com a Airbus Defence and Space

A Flexibilidade e o Alcance são duas das caraterísticas diferenciadoras do Poder Aéreo e que assumem o seu expoente máximo na operação integrada de aeronaves de caça e aeronaves reabastecedoras.

Apesar de não dispor de aeronaves reabastecedoras, a Força Aérea Portuguesa, consegue manter os seus pilotos qualificados nesta modalidade de voo, através de uma parceria com a Airbus Defence and Space.

Simultaneamente, e como contrapartida desta mesma parceria, os pilotos nacionais participam ativamente no desenvolvimento de tecnologias de vanguarda, garantindo a execução dos voos de testes necessários aos vários programas da Airbus.

Plano de reestruturação da TAP prevê redução de 25% da massa salarial e mais despedimentos

 

O plano de reestruturação da TAP prevê uma redução de 25% da massa salarial e da frota para 88 aviões, segundo os sindicatos que se reuniram na sexta-feira com a administração do grupo.

Em comunicado aos associados, a que a Lusa teve acesso, a direção do Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) disse que saiu da reunião em que foram apresentadas as medidas laborais que integram o plano de reestruturação “com grande preocupação”, por serem “absolutamente dramáticas”, nomeadamente a “imposição de uma redução de 25% da massa salarial, medida transversal e imposta a todo o grupo TAP”.

Tendo em conta que a TAP pagava cerca de 750 milhões de euros em salários aos cerca de 10.600 trabalhadores, trata-se de uma redução em cerca de 187,5 milhões de euros.

No caso dos tripulantes, está previsto o “despedimento de 750 tripulantes efetivos, para além dos mais de 1.000 contratos a termo denunciados, o que perfaz uma extinção permanente de mais de 1800 postos de trabalho”, segundo o SNPVAC.

Também o Sindicato Independente de Pilotos de Linhas Aéreas (SIPLA) refere que o plano apresentado pelo presidente executivo interino, Ramiro Sequeira, contempla “uma redução da retribuição em 25%, sendo que apesar da insistência da direção, nunca foi esclarecida de que forma será a sua aplicação”.

TAP Air Portugal

“Relativamente ao redimensionamento da frota, em 2021 será de 88 aeronaves [face aos atuais 105], estando previsto um ajuste até um máximo de 101 aeronaves até 2025”, acrescenta na nota aos seus associados.

O plano prevê o despedimento de 500 pilotos e a redução em 25% dos seus salários, segundo a informação divulgada hoje pelo Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) após reunião com a administração.

Numa comunicação aos seus associados, a que a agência Lusa teve acesso, a direção do SPAC diz que durante a reunião de sexta-feira com a administração da TAP foi apresentada a intenção de a empresa “reduzir vencimentos em 25% e de despedir 500 pilotos TAP”.

Para 2021, segundo a mesma fonte, a administração pretende contratar 15 pilotos para a Portugália.

“Questionados o PCA [presidente do conselho de administração] e o CEO [presidente executivo] sobre os fundamentos para tal anúncio, em especial os critérios para os despedimentos, a resposta não foi concretizada, com o argumento de que ainda é cedo para falar nisso”, lê-se no documento.

Quanto a reformas antecipadas e pré-reformas, refere o SPAC, foi dito pelos responsáveis “que até ao momento não há abertura do Governo para ponderar essa solução”.

“Depois de muitas semanas em que manifestamos a nossa disponibilidade para colaborar na definição dos pressupostos técnicos, económicos e financeiros para as medidas de reestruturação, a resposta surpreendente veio sob a forma de uma percentagem de cortes nos vencimentos e de um número de pilotos da TAP a dispensar sem qualquer justificação ou critério”, lamenta a direção do sindicato.

A TAP integra atualmente um total de 1.468 pilotos.

“Entendemos que este projeto de plano constitui uma flagrante violação dos princípios morais e éticos que devem nortear a atuação da administração e da gestão da TAP SA e enferma de graves ilegalidades face àquilo que a lei impõe como consulta aos representantes dos trabalhadores em situação de reestruturação”, sinaliza.

TAP perdeu 120 milhões em seis meses - Transportes & Negócios

Já o Sindicato dos Técnicos de Manutenção de Aeronaves (SITEMA) recusou transmitir aos associados “os números e cenários apresentados” na reunião: “São números que não acreditamos, e que não batem certo, mas que acima de tudo não podemos aceitar”.

“Gostaríamos de vos divulgar os números, mas voltamos a insistir que neste momento os que nos foram apresentados não nos parecem credíveis e servem para pintar o futuro de forma muito cinzenta”, acrescenta a estrutura sindical, na comunicação aos seus associados, a que a Lusa teve acesso.

O SITEMA adianta que na próxima quinta-feira se reúne com o ministro da tutela – Pedro Nuno Santos -, na qual, acredita, será discutido mais em detalhe o plano para a TAP.

Na nota aos trabalhadores, o SNPVAC considera ainda que os números que lhes foram apresentados “representam danos incalculáveis nas nossas famílias”, tendo transmitido à administração da TAP que “existem soluções alternativas que permitem salvaguardar postos de trabalho, minimizando assim o número total de despedimentos”.

O plano de reestruturação da TAP tem que ser apresentado à Comissão Europeia até 10 de dezembro, sendo uma exigência da Comissão Europeia pela concessão de um empréstimo do Estado de até 1.200 milhões de euros, para fazer face às dificuldades da companhia, decorrentes do impacto da pandemia de covid-19 no setor da aviação.

Segundo a estrutura sindical “o plano de reestruturação apresentado não é incompatível com a manutenção dos postos de trabalho e dos vencimentos dos tripulantes de cabine”, tendo a própria empresa previsto um resultado operacional positivo para 2023

Os números apresentados pela transportadora aérea, alega o sindicado “representam danos incalculáveis” para os funcionários, tendo o SNPVAC transmitido à administração soluções alternativas que permitem salvaguardar postos de trabalho, minimizando o número total de despedimentos.

“Não é com reduções salariais e com despedimentos que se vai salvar a TAP, mas sim com uma intervenção de cariz financeiro que capacite a Empresa para os anos vindouros”, lê-se no comunicado.

Entende o sindicato que “só com uma intervenção estatal firme, que garanta a passagem deste processo da alçada de Bruxelas para a responsabilidade do Governo se verá assegurada a viabilidade económica e financeira da TAP e a manutenção dos postos de trabalho”.

O Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil tem uma reunião agendada com o ministro das Infraestruturas e Obras públicas para a próxima quarta-feira.

O ministro Pedro Nuno Santos anunciou no parlamento, em 04 de novembro, que “a primeira fase” do plano de reestruturação da TAP estava concluída e que as negociações com os sindicatos iam arrancar.

“Temos uma companhia aérea que está sobredimensionada para a realidade atual e temos de conseguir um processo restruturação que garanta que a companhia aérea vai ser viável e sustentável”, defendeu numa audição no parlamento, no âmbito da apreciação na especialidade da proposta de Orçamento do Estado para 2021 (OE2021).

Em 15 de outubro, Pedro Nuno Santos anunciou no parlamento que iriam sair 1.600 trabalhadores do grupo TAP até ao final do ano, tendo já saído 1.200 colaboradores.

A321neo CS-TSG da Azores Airlines já recebeu trabalhos de rectificação de pintura

 

Depois de terem sido realizados trabalhos de rectificação de pintura no A321neo CS-TSF da Azores Airlines, chegou agora a vez do A321neo CS-TSG.

A aeronave aterrou ontem em Lisboa depois de ter passado por trabalhos de manutenção geral na Turquia, onde foi aproveitada a oportunidade para a realização de trabalhos de rectificação de pintura.

Depois dos A320 CS-TKQ e CS-TKP e dos A321neo / LR CS-TSF, CS-TSG e CS-TSI, fica a faltar apenas o CS-TSH receber os respectivos trabalhos.

Da frota da companhia apenas irá existir uma aeronave com a imagem antiga o CS-TKK uma vez que deverá sair da companhia dentro de um ano. Neste momenro a aeronave encontra-se já na Turquia para a manutenção de Check-C.

Grupo SATA estuda forma de transportar vacinas contra o Covid-19 para os Açores e apresenta operação para o inverno IATA

 

O Grupo SATA realizou um Webinar para a apresentação do Plano de Exploração.

Na mesma apresentação, a responsável pelo Departamento de Carga e Correio da companhia aproveitou para indicar que o Grupo está a analisar a forma de transportar vacinas contra a Covid-19 para a Região e inter-ilhas.

A RTP Açores indica que a SATA vai manter o mesmo número de voos nas ligações inter-ilhas no próximo horário IATA.

No que respeita à Azores Airlines, a companhia vai reduzir o número de frequências semanais para Boston e Toronto.

De referir que as equipas do Departamento de Engenharia e Manutenção da SATA Air Açores converteram um dos seus Dash Q200 para versão “Combi”, para o transporte de carga durante a fase em que a companhia não voou.

Semanalmente um Dash Q400 é “convertido” em versão cargueiro para realizar a operação de carga entre Ponta Delgada e Lisboa.

Delta introduz programa-piloto de testagem para voos internacionais Covid-free

 

A Delta Air Lines, o Aeroporti di Roma e o Aeroporto Internacional Hartsfield-Jackson em Atlanta juntaram-se num programa transatlântico inédito de testagem à COVID-19, que vai permitir a entrada em Itália sem a necessidade de quarentena.

“Os protocolos de testagem à COVID-19 cuidadosamente desenhados são a melhor forma de retomar as viagens internacionais em segurança e sem quarentena até as vacinações estarem amplamente disseminadas”, afirmou Steve Sear, Presidente de Vendas internacionais e Vice-Presidente Executivo de Vendas Globais da Delta. “A segurança é a nossa principal promessa. Está no centro deste esforço pioneiro de testagem e é a base dos nossos padrões de limpeza e higiene, que permite ajudar os clientes a sentirem-se confiantes quando voam Delta.”

A Delta envolveu consultores especializados da Mayo Clinic, líder global em cuidados de saúde graves e complexos, para rever e avaliar os necessários protocolos de testagem a clientes, por forma a que a Delta possa levar a cabo um programa de voos COVID-testados.

“Com base no modelo que conduzimos, sempre que os protocolos de testagem são combinados com várias camadas de proteção, incluindo os requisitos máscara, distanciamento social adequado e limpeza do meio ambiente, prevemos que o risco de infeção por COVID-19 – num voo ocupado a 60 por cento – seja de perto de um em um milhão”, assegurou Henry Ting, MD, MBA, Chief Value Officer da Mayo Clinic.

A Delta trabalhou ainda em estreita colaboração com o Departamento de Saúde Pública da Geórgia (Estado dos EUA onde está sedeada a companhia aérea), para desenvolver um plano que permite aos governos retomarem importantes mercados internacionais de viagens.

“O Estado da Geórgia e o governo italiano demonstraram liderança em protocolos de testagem e práticas que permitem retomar as viagens internacionais em segurança e sem obrigação de quarentena”, acrescentou Sear.

A partir de 19 de dezembro de 2020, o controlo dedicado da Delta vai testar clientes e tripulantes nos recém-retomados voos entre o Aeroporto Internacional Hartsfield-Jackson Atlanta (ATL) e o Aeroporto Internacional Roma-Fiumicino (FCO). Estes testes vão dispensar da quarentena os cidadãos dos EUA que viajam em trabalho, saúde, educação, bem como todos os cidadãos da União Europeia e italianos à chegada a Itália.

Para voar nos voos da Delta testados à COVID entre Atlanta e Roma, os clientes vão precisar de testar negativo à COVID-19 até:

» Um teste PCR (Polymerase Chain Reaction) feito até 72 horas antes da partida;

» Um teste rápido administrado no aeroporto em Atlanta;

» Um teste à chegada a Roma-Fiumicino ou até 48 horas após a chegada; e

» Um teste rápido até 48 horas antes do regresso aos Estados Unidos.

Após a entrada nos EUA, os clientes terão também de fornecer informações de apoio aos protocolos de rastreamento de contactos da autoridade local de Saúde, a CDC (Centers for Disease Control and Prevention).

Qatar Airways prevê crescimento nas viagens de lazer, aumentando a quantidade de voos e a capacidade das rotas para os principais destinos de férias de Inverno

 

A Qatar Airways anuncia novos voos e upgrade dos aviões nas suas principais rotas, mesmo a tempo das férias de Inverno. A frota da Qatar Airways de composta por aviões modernos e eficientes em combustível permitiu-lhe continuar a voar durante a pandemia, mantendo a posição de principal transportadora internacional com mais de 700 voos semanais para mais de 100 destinos. A companhia aérea vai aumentar  a oferta para vários destinos:

– Cidade do Cabo (aumento da capacidade da época alta com voos diários, a partir de 16 de dezembro)

– Durban (aumento da capacidade da época alta até três voos semanais, a partir de 18 de dezembro)

– Maldivas (aumento para o triplo dos voos diários, entre 17 de dezembro e 10 de janeiro)

– Maputo (aumento da capacidade em época alta até três voos semanais, via Durban, a partir de 18 de dezembro)

– Phuket (voos a partir de 4 de dezembro, com aumento para três semanais, a partir de 18 de dezembro)

– Seychelles (três voos semanais, a partir de 15 de dezembro)

– Zanzibar (aumento  da capacidade em época alta, operada com o A350-900, a partir de 1 de dezembro)

O Chefe Executivo do Grupo Qatar Airways, Sua Excelência o Sr. Akbar Al Baker, afirma: “À medida que as restrições de viajar diminuem, estamos a começar a sentir os primeiros sinais de recuperação das viagens internacionais de lazer. Foi nossa prioridade continuar a voar durante os primeiros meses deste ano, de forma a ajudar quem precisasse no regresso a casa. Neste momento, é igualmente importante fornecer opções mais flexíveis aos passageiros e agentes para planearem as viagens das próximas férias de Inverno. É por isso que estamos a aumentar a capacidade para muitos destinos que consideramos importantes, tais como Cidade do Cabo, Maldivas, Seychelles e Zanzibar. Com mais de 700 voos semanais para mais de 100 destinos em todo o mundo e centenas de ligações com os nossos parceiros, os passageiros podem confiar na Qatar Airways para viajarem para onde quiserem, sempre que quiserem com as opções mais flexíveis “.

O investimento estratégico da Qatar Airways numa vasta frota de aviões bimotores eficientes em combustível, incluindo a maior frota de aviões Airbus A350, permitiu à Qatar Airways continuar a voar durante esta crise e posicionar-se na liderança da recuperação sustentável das viagens internacionais. A companhia aérea recebeu recentemente três novos aviões Airbus A350-1000 de última geração, aumentando a sua frota total de A350 para 52 aviões, com uma idade média de 2,6 anos. Devido ao impacto da COVID-19 na procura de viagens, a Qatar Airways imobilizou a sua frota de aviões Airbus A380, uma vez que não é ambientalmente justificável operar um avião tão grande no mercado atual. A Qatar Airways lançou recentemente um novo programa que permite aos passageiros compensar voluntariamente as emissões de carbono associadas à sua viagem no ponto de reserva.

No final da temporada de Inverno da IATA, a Qatar Airways planeia reconstruir a sua rede para 126 destinos, incluindo 20 em África, 11 nas Américas, 42 na Ásia-Pacífico, 38 na Europa e 15 no Médio Oriente. Muitos destinos vão ter melhores horários e mais frequências de voos.

Galardoada com inúmeros prémios, a Qatar Airways foi nomeada “World’s Best Airline” pelos prémios World Airline Awards em 2019, geridos pela Skytrax. Foi também designada “Melhor Companhia Aérea do Médio Oriente”, “Melhor Classe Executiva do Mundo”, e “Melhor Lugar de Classe Executiva”, em reconhecimento da sua experiência pioneira na Classe Executiva, Qsuite. Os assentos Qsuite têm uma configuração de 1-2-1, proporcionando aos passageiros mais espaço, privacidade, conforto e distanciamento social, produto exclusivo da Classe Executiva. É a única companhia aérea a ter recebido cinco vezes o cobiçado título “Skytrax Airline of the Year”, que é reconhecido como o auge da excelência na indústria aérea.

Força Aérea Francesa recebe primeiro A330 ex Avianca

 

A Armée de l’Air et de l’Espace – Força Aérea e Espaço Francesa, recebeu ontem, 26 de novembro, em Roissy Charles-de-Gaulle o seu primeiro A330-200 com as cores da República Francesa.

Em dezembro irá juntar-se mais um A330-200 com o registo N204SA (ex-PR-OCX), ficando os dois modelos baseados na base principal de operações em Roissy.

Este primeiro A330-200, enquanto esteve na frota da Avianca Brasil, teve a matrícula PR-OCG. De referir que a aeronave esteve “armazenada” em Tarbes, já que a encomenda original da Avianca previa a entrega em 2015, mas devido à crise económica no Brasil naquela época, a sua entrega foi adiada para 2017.

Após o fim das operações da empresa, em 2019, a aeronave foi enviada para Bordeaux para “armazenamento”.

A introdução destes dois novos modelos visa a substituição dos actuais Airbus A340-200 que estão no final da sua vida útil na Armée de L’Air.

A esquadra A330 Fénix MRTT (Multi Role Tanker Transport) está em fase de expansão opericional e visa substituir várias aeronaves antigas, na aérea de reabastecimento de voo e do transporte estratégico.

KLM reduz capacidade na Europa em resposta à segunda vaga da Covid-19

 

A KLM informou hoje, em comunicado, que a segunda vaga do coronavírus na Europa resultou em novos confinamentos, levando a companhia a fazer ajustes à sua rede para o período que se aproxima. A KLM vai continuar a servir o maior número de destinos possível, mas reduzirá a capacidade em lugares e frequência de voos.

Em Portugal, a KLM vai reduzir a sua oferta 15% em dezembro face a período homólogo. A companhia dos Países Baixos vai oferecer até 2 voos diários na rota Lisboa – Amesterdão-Schiphol e até 1 voo diário na ligação Porto – Amesterdão-Schiphol no último mês de 2020. Quanto à parceira francesa do Grupo, a Air France manterá presença em 2 aeroportos nacionais (Lisboa e Porto) em dezembro, propondo até 18 voos semanais na rota Lisboa-Paris-CDG e até 5 voos semanais na Porto-Paris-CDG. Sublinha-se, naturalmente, que o programa agora anunciado mantém-se sujeito à evolução da situação sanitária.

Nos próximos meses, a KLM vai servir cerca de 90-95% dos destinos europeus que operava antes da crise. O serviço será suspenso para vários destinos, principalmente no Reino Unido. A capacidade total a bordo dos voos europeus será reduzida de cerca de 50% para 40% face aos valores pré-pandemia.

Em termos de serviço intercontinental, o número de voos de passageiros será de aproximadamente 50-60% dos níveis pré-coronavírus. Se incluirmos os nossos serviços exclusivamente de carga, estaremos a operar cerca de 65% dos nossos voos.

Estratégia de rede

Durante o curso da pandemia, a KLM optou estrategicamente por retomar o serviço para o maior número de possível destinos da sua rede. Em resposta às circunstâncias prevalecentes, estamos a fazê-lo com menos voos e aviões menores. Isso significa que os nossos clientes têm a mais ampla escolha de destinos possível, permitindo-nos manter a nossa rede por via do nosso hub de Amesterdão. Estamos também a servir muitos dos nossos destinos intercontinentais apenas com carga, em conformidade com as restrições de viagens atuais.

Esta estratégia foi bem-sucedida nos últimos meses e permitiu-nos não reduzir a nossa rede com o mesmo rigor de algumas outras companhias aéreas. Agosto e setembro mostraram sinais claros de recuperação.

Lamentavelmente, a segunda vaga levou a novos confinamentos em toda a Europa, não apenas nos Países Baixos. A capacidade será, por isso, reduzida novamente no período que se aproxima. A KLM manterá a sua estratégia de rede existente, inclusivamente adicionando vários novos destinos. Dependendo da evolução, ajustes adicionais poderão ser feitos no período que se aproxima.

Novos destinos

A pandemia do coronavírus confirma que é muito importante manter uma rede flexível. Ao abrir novas rotas, podemos compensar a queda na procura em outras rotas. A KLM fortalece ainda a sua posição no mercado sempre que adiciona um novo destino à sua rede. Os seguintes serviços foram adicionados recentemente ou vão ser adicionados nos próximos meses:

» A partir de 4 de janeiro, a KLM vai operar quatro voos semanais para Ríade (Arábia Saudita);

» A partir de 10 de dezembro, a KLM vai operar um serviço duas vezes por semana para Zanzibar, com uma escala em Dar es Salaam (Tanzânia) no trajeto de regresso a Amesterdão;

» Desde 8 de novembro, estamos a operar um serviço três vezes por dia para o novo aeroporto de Berlim-Brandenburg (Alemanha);

» A 29 de outubro, a KLM retomou o seu voo circular Amesterdão-Calgary-Edmonton-Amesterdão, restaurando assim o serviço para Edmonton;

» Desde 25 de outubro, a KLM opera voos diários para Poznam (Polónia);

» A 24 de outubro, a KLM retomou o serviço semanal de Amesterdão para Chengdu e de Pequim para Amesterdão

Ryanair contra nova taxa de dois euros a ser cobrada aos passageiros

 

A Ryanair opôs-se hoje à taxa de carbono sobre os passageiros de viagens aéreas, cuja proposta foi aprovada na quarta-feira, instando o Governo a trabalhar com as companhias com baixas emissões, em vez de “desperdiçar” dinheiro na TAP.

“As taxas ambientais não têm qualquer efeito na redução das emissões de CO2 [dióxido de carbono], são regressivas e prejudicam a concorrência. A Ryanair opõe-se a qualquer taxa adicional, uma vez que paga anualmente centenas de milhões de euros (630 milhões de euros no ano fiscal 2020) em impostos ambientais”, vincou, em comunicado, a companhia aérea, instando o Governo a rejeitar a proposta.

Para a Ryanair a imposição de novas taxas sobre a aviação será “extremamente prejudicial para Portugal”, classificando como “absurdo” a imposição de “mais barreiras” por parte do Governo à recuperação do setor perante o impacto da pandemia de covid-19.

A empresa defendeu ainda que o executivo, em vez de “desperdiçar 1,2 mil milhões de euros dos contribuintes portugueses na TAP”, deveria proteger o emprego e os consumidores, trabalhando com “as companhias aéreas que de facto fornecem baixas emissões, tarifas baixas e conectividade para apoiar o emprego no setor do turismo em Portugal”.

A proposta do PAN para a criação de uma taxa de carbono de dois euros a ser cobrada aos passageiros de viagens aéreas, marítimas ou fluviais foi aprovada, na quarta-feira, no parlamento, durante a votação na especialidade do Orçamento do Estado para 2021 (OE2021).

A medida prevê que durante o próximo ano seja introduzida uma taxa de carbono sobre o “consumidor de viagens aéreas, marítimas e fluviais”, no valor de dois euros por passageiro, cujas receitas revertem para o Fundo Ambiental.

O PAN propõe que estas receitas sejam aplicadas no financiamento da ferrovia “e na redução de emissões do setor rodoviário, designadamente, na melhoria e aumento de disponibilidade dos transportes coletivos e em métodos de transporte com menores emissões de CO2”.

A taxa incide sobre “a emissão de títulos de transporte aéreo comercial de passageiros com partida dos aeroportos e aeródromos situados em território português e sobre a atracagem dos navios de passageiros nos terminais portuários localizados em território de Portugal continental para abastecimento, reparação, embarque ou desembarque de passageiros, respetivamente”.

EASA avança na recertificação do 737 MAX e Brasil autoriza operações do modelo

 

A EASA – Agência Europeia para a Segurança da Aviação deu um novo passo para o regresso aos céus dos Boeing B737 Max.

A Boeing viu o valor das suas acções subirem 4%, assim que a  EASA afirmou que está com o “rascunho” pronto para a certificação do modelo.

A agência vai abrir durante os próximos 28 dias uma consulta para receber feedback de comunidade aeronáutica sobre as possíveis mudanças que ainda possam ser realizadas.

De referir que existem poucas diferenças entre as directrizes da FAA e a EASA, sendo uma delas “alguns tipos de aterragens de precisão”.

Outro ponto é que os modelos B737 Max da União Europeia terão que contar com um botão que “permita a intervenção na vibração do manche, de maneira que a vibração pare após ser activada de maneira errada pelo sistema, a fim de evitar distracções da tripulação”.

A vibração do manche é um recurso utilizado em praticamente todos os aviões modernos, e é normalmente activada quando a aeronave está próxima do stall.

 

A ANAC Brasil – Agência Nacional de Aviação Civil Brasileira juntou-se hoje à autoridade de aviação civil norte-americana ao autorizar a retoma das operações do modelo B737 Max no país, assim que as companhias aéreas tenham cumprido os novos requisitos definidos pela ANAC.

“Todos os dias lembramo-nos, reflectimos e dedicamo-nos em garantir que acidentes como os que levaram à decisão de suspender as operações nunca mais aconteçam”, disse David Calhoun, CEO da Boeing. “A Boeing trabalhou em estreita colaboração com a FAA e a ANAC para dar resposta às suas expectativas de retomar as operações do Boeing B737 Max com segurança no Brasil.”

Ao longo dos últimos 20 meses, a Boeing realizou mais de 4.400 horas de testes, incluindo mais de 1.350 voos. Equipas de mecânicos e engenheiros da Boeing estabeleceram processos de manutenção adequados durante o armazenamento e já estão a trabalhar para dar apoio às actividades de preparação das aeronaves para voarem novamente no Brasil.

A segurança é a principal prioridade da Boeing e a empresa continuará a trabalhar com as agências reguladoras e os nossos clientes para a retomada das operações das aeronaves globalmente.

A aprovação do novo projeto do Boeing 737 MAX 8 reuniu apenas as quatro autoridades de aviação que compõem o fórum Certification Management Team (CMT): a autoridade da União Europeia European Union Aviation Safety Agency (EASA), a canadiana Transport Canada Civil Aviation (TCCA) e a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), que discutiram em conjunto com a FAA quais seriam as exigências para o regresso do modelo às operações.

 

Após a ANAC Brasil informar que o Boeing 737 MAX está autorizado a voar no Brasil, a GOL Linhas Aéreas, informou que vai iniciar todos os procedimentos necessários para retomar os seus voos.

De referir que, a companhia tem actualmente sete unidades Boeing B737 Max na sua frota, estando armazenadas no  Aeroporto de Confins.

A GOL informou que “a decisão da ANAC, confirmando a adoção da Diretriz de Aeronavegabilidade da FAA, é um marco muito importante para a GOL em sua retomada de operações com o Boeing 737 MAX. A Companhia agradece e reconhece o incansável trabalho da ANAC em todo este período, principalmente dos 20 profissionais que participaram do processo de recertificação da aeronave por meio da Junta de Reguladores.”

A empresa também informou que participou em todas as etapas de validação das modificações do projecto, e agora está focada nas etapas de preparação das aeronaves “com toda a Segurança, que é e sempre será o valor número 1 da companhia.”

Ainda segundo a GOL, nos próximos dias, como um dos requisitos exigidos antes do regresso ao serviço do Boeing 737 MAX, serão realizados voos técnicos sem passageiros com cada uma das 7 aeronaves da GOL, que serão acompanhados pela ANAC e pela fabricante.

Grupo Volga-Dnepr suspende voos dos seus oito AN124

O site theloadstar.com está a avançar que o Grupo Volga-Dnepr “colocou a segurança em primeiro lugar” e tomou o que chamou de decisão “responsável” em aterrar todos os seus AN-124s, após um recente incidente em Novosibirsk, quando uma das suas aeronaves realizou uma de emergência após uma falha de motor.

A transportadora enviou hoje uma carta às autoridades russas de aviação para notificá-las sobre a decisão de suspender imediatamente as suas oito aeronaves operacionais.

Esta é uma decisão bem pensada. Queremos ser preventivos e demonstrar que somos uma companhia aérea responsável, onde a segurança vem em primeiro lugar ”, disse Konstantin Vekshin, diretor comercial. “Ainda não recebemos notificações oficiais ou diretrizes de serviço e não há conclusões preliminares, portanto, temos que suspender toda a frota de AN-124 com efeito imediato.

“Cumprimos rigorosamente a nossa política de segurança, regulamentos externos e interesse público.” O Volga-Dnepr está a conversar com as autoridades russas da aviação, além de iniciar uma investigação interna e independente sobre o recente incidente. Vekshin disse: “Queremos continuar a ser o operador mais seguro do mundo; parar a frota é do melhor interesse da sociedade. ”

Neste momento a Volga-Dnepr está a negociar com os seus clientes a forma de reorganizar os seus voos, uma vez que toda as aeronaves encontravam-se com operações de voos programadas.

O transporte de carga será feito através dos seus Boeings 747 cargueiros. “Não nos importamos com quanta receita perderemos – nem é relevante agora. A segurança é mais importante do que quaisquer benefícios potenciais da alta temporada.”

Foto: Gleb Osokin

De referir que a tripulação realizou uma aterragem de emergência, tendo conseguido levar o gigante em segurança de volta ao aeroporto de Novosibirsk, na Rússia, mas os danos causados pelas peças ejectadas pelo motor, que ultrapassaram a fuselagem, deixando o o AN124 sem reverse, spoilers e travões.

Ao aterrar a aeronave acabou por ultrapassar 300 metros após o final da pista, tendo apenas existido danos materiais.

República Dominicana implementa formulário eletrónico de entrada e saída

 

A partir de 29 de novembro, o Estado Dominicano vai implementar um novo formulário digital de entrada e saída que deverá ser preenchido pelos passageiros que visitam a República Dominicana. Através do acordo de colaboração assinado esta quinta-feira pelos Ministérios do Turismo, Saúde Pública e as Direções de Alfândega e Imigração.

“A implantação de um formulário único de cadastro digital para entrada e saída do país é fruto da colaboração entre diferentes entidades governamentais para facilitar o processo de imigração, condensando três formulários em um apenas e utilizando tecnologia sem contato. Também permite que as autoridades dominicanas tenham informações em tempo real sobre as chegadas e partidas de passageiros ao nosso país”, disse o ministro do Turismo, David Collado.

O formulário eletrónico é uma iniciativa moderna, com o objetivo de aumentar a eficiência dos processos de imigração, alfândega e saúde pública. Da mesma forma, a implementação deste novo processo vai melhorar a experiência dos passageiros estrangeiros e dominicanos que entram e saem do país.

O acordo, realizado num hotel da capital, foi assinado por David Collado, Ministro do Turismo, Plutarco Arias, Ministro da Saúde Pública e os diretores da Alfândega, Eduardo Sanz Lovatón e da Imigração, Enrique García.

Através do acordo, a Direção das Alfândegas compromete-se a:

» Realizar o desenvolvimento tecnológico do formulário digital e processamento de dados, em cooperação com a Direção Geral de Imigração de forma que contenha toda a informação contida nos formulários:

» Cartão de embarque e desembarque internacional.

» Formulário de declaração aduaneira.

» Declaração de saúde do viajante.

Além de cooperar com a Direção-Geral das Alfândegas, a Direção-Geral da Imigração assume o compromisso de:

» Implemente o formulário digital como parte de sua operação.

» Manter a dupla implementação – física e virtual – do formulário até o dia 1 de janeiro de 2021, data após a qual apenas o formulário digital será utilizado como meio de recolha de informações.

» Fornecer os meios para partilhar as informações recolhidas em formato digital com as instituições do Estado Dominicano envolvidas neste acordo.

O formulário pode ser acedido através do seguinte link: https://eticket.migracion.gob.do/ e deve ser preenchido antes da passagem pela imigração. Depois de preenchido, fornece um código QR que será lido pelas autoridades no porto de entrada ou pelas companhias aéreas no check-in. O formulário pode ser preenchido a qualquer momento, desde a compra da passagem aérea antes de passar pela Imigração. Os aeroportos dominicanos vão disponibilizar internet gratuita para que os passageiros que não preencham o formulário antes de voar o possam fazer na chegada ao país.

Por sua vez, o Ministério do Turismo compromete-se a comunicar às entidades públicas e privadas correspondentes dentro e fora da República Dominicana com base neste novo meio e colocou à disposição dos viajantes uma página com um vídeo tutorial com instruções para preencher o formulário, bem como uma lista de perguntas frequentes: https://viajerodigital.mitur.gob.do/.

Entre 29 de novembro de 2020 e 1 de janeiro de 2021, as autoridades dominicanas vão aceitar as duas formas de inscrição para entrada no país: a atual por meio físico e a nova por meio digital. A partir de janeiro de 2021, o formulário digital será de uso exclusivo e obrigatório.

Observando os oceanos: lançamento com sucesso do Satélite da Airbus “Sentinel-6 Michael Freilich”

 

O satélite oceânico construído pela Airbus “Copernicus Sentinel-6 Michael Freilich” começou com sucesso a sua missão “Seeing-The-Seas”. A 21 de Novembro o satélite descolou do Space Launch Complex 4E na base da força aérea americana de Vanderberg, EUA. Aproximadamente 1 hora e meia depois do lançamento chegaram os primeiros sinais do espaço a uma estação terrestre no Alasca.

O Copernicus Sentinel-6 Michael Freilich vai proceder a medidas de alta precisão da topografia da superfície oceânica, com um desvio de apenas poucos centímetros, e usar estes dados para a mapear, repetindo o ciclo a cada 10 dias. Espera-se que a missão dure 7 anos. Além de medir a subida do nível da água do mar e da circulação oceânica, o satélite tomará nota do perfil vertical e da temperatura e humidade da atmosfera.

Phillippe Pham, Head of Earth Observation, Navigation and Science da Airbus diz que “os resultados das pesquisas desta missão vão dar aos governos e instituições formas de criar um programa eficaz de proteção de zonas costeiras”. Diz também que “ajudará as organizações de assistência em catástrofes, mas também as autoridades envolvidas no planeamento urbano e na segurança de infraestruturas como edifícios ou barragens” e que “os dados irão ajudar cientistas a melhorarem as previsões atmosféricas e a preverem furacões de forma mais eficaz”.

A missão do Sentinel-6 é parte integrante do programa da União Europeia Copernicus para o ambiente. A missão inclui dois satélites e foi desenvolvida com a supervisão e liderança industrial da Airbus.

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