Trata-se do futuro A321LR CS-TXI que faz parte de uma encomenda de 14 unidades.
Foto: Tobias Gudat
Foto: Catarina Madureira
O A321LR da TAP está configurado para transportar até 171 passageiros; 16 em Executiva, 48 em Económica Premium e 107 em Económica.
Foto: Catarina Madureira
Foto: Catarina Madureira
O Airbus A321 Long Range é o primeiro avião narrow body da TAP com capacidade para operar rotas transatlânticas, oferecendo o conforto premium de um avião do longo curso.
Apesar do plano de reestruturação da TAP contemplar uma redução do número de aviões na frota, essa redução na sua maioria passa por uma antecipação do phase-out de modelos mais antigos e menos rentáveis.
Chegou esta terça-feira, 1 de fevereiro, a Lisboa o A330neo da TAP que se encontrava no Brasil desde o passado dia 9 de janeiro, depois de ter realizado o voo TP11.
Trata-se do A330neo CS-TUH que estava parado no Aeroporto Internacional do Recife a aguardar a chegada de um novo motor.
Inicialmente a informação que existente era de que a TAP iria enviar um novo motor para o Recife através da Lufthansa Cargo.
O Airbus A330neo da TAP é equipado com motores Rolls-Royce Trent 7000, um motor fabricado exclusivamente para a linha A330neo da Airbus.
O spotter Eduardo Azevedo capturou o momento da descolagem rumo a Lisboa a operar o voo TP9730.
TAP acabou de confirmar que a sua conta no Twitter foi pirateada, tendo perdido o acesso.
A página oficial da companhia aérea começou a publicar mensagens estranhas esta terça-feira, por volta da hora de almoço: uma série de tweets com a palavra “awesome” (fantástico).
A conta da TAP no Twitter conta com mais de 80 mil seguidores e não apresenta o nome da companhia e não tem qualquer foto de perfil, apesar de manter o nome de utilizador original @tapairportugal.
A Reuters noticiou hoje a possibilidade da Qatar Airways estar a preparar-se para fazer um pedido provisório de até 50 jatos Boeing 737 MAX como parte de um pacote potencial de 100 aviões e mais de US$ 30 bilhões a ser assinado em Washington.
A encomenda inesperada de pelo menos 25 aeronaves, com opções para outras 25, ocorre dias depois que a Airbus revogou um pedido de 50 modelos A321neo como parte de uma disputa contratual e de segurança envolvendo um modelo diferente, o A321neo.
A Qatar Airways também deve fazer um pedido de lançamento de 34 cargueiros Boeing 777X, além de opções para outros 16, à margem de uma visita à Casa Branca pelo emir do estado do Golfo.
Também fará um pedido para dois cargueiros 777F da geração atual.
De acordo com a Reuters, a Boeing e Qatar Airways não quiseram comentar.
A Aena, empresa responsável pela administração do Aeroporto de Barcelona, informou a TAP Air Portugal pretende operar uma Ponte Aérea entre Lisboa e Barcelona, durante o próximo verão.
Além de Barcelona a companhia também deverá reforçar a sua operação para Madrid.
A Ponte Aérea entre Lisboa e Barcelona deverá contar inicialmente com seis voos diários, operados com equipamento da família A320 | A320neo e Embraer da Portugália.
A easyJet anunciou esta segunda-feira que vai volta a lançar o programa ‘Generation easyJet Pilot Training’ – pela primeira vez desde o início da pandemia -, sendo que o mesmo visa recrutar mais de 1.000 pilotos durante os próximos cinco anos.
Segundo o comunicado da companhia “recrutar 1.000 cadetes nos próximos cinco anos para treino de formação de pilotos, no sentido de se juntarem à companhia aérea já a partir de 2024”.
“A nova campanha de recrutamento faz parte dos esforços da easyJet para encontrar a próxima geração de pilotos easyJet, com um especial foco em incentivar mais mulheres a tornarem-se pilotos, de modo a resolver a desigualdade de género na indústria“.
Recentemente a companhia indicou que a flexibilização das regras para viagens internacionais no Reino Unido “fez disparar” as reservas de voos, prevendo um “verão forte” em destinos de praia e lazer, com níveis próximos do pré-pandemia.
Segundo o presidente executivo (CEO) da Easyjet, Johan Lundgren, a empresa prevê um aumento de 14% na sua capacidade nas rotas entre o Reino Unido e destinos de praia, o que tornará esta operação “a maior” dos seus 26 anos de história.
O gestor realçou que o Reino Unido está “a liderar em reservas, à frente da Europa, pela primeira vez desde a primavera de 2020” e que são “os tradicionais destinos de praia e lazer que estão a recuperar mais rapidamente”.
“A easyJet registou uma melhoria homóloga significativa no primeiro trimestre, apesar do impacto, no curto prazo, do Ómicron em dezembro”, referiu, acrescentando: “Prevemos um verão forte pela frente, com uma procura acumulada que fará a easyJet regressar a níveis de capacidade próximos dos de 2019 (pré-pandemia), com um desempenho particularmente bom nas rotas de praia e lazer”.
Apesar do incidente ter ocorrido no dia 18 de janeiro, só agora, veio a público os motivos da aterragem de emergência médica na Base da Lajes, na Ilha Terceira, Açores.
Segundo as informações o Comandante que estava a realizar o voo SS925, operado pelo A330nbeo F-HHUG, entre Fort-de-France (FDF) e Paris Orly (ORY) sentiu-se mal, tendo o First Officer assumido o controle e imediatamente declarado ‘mayday’.
A aterragem decorreu normalmente às 3h36, tendo sido assistida pelos serviços de emergência da Base Aérea Nº4, pelos serviços de handling da SATA, pelos bombeiros do destacamento americano 65th ABG, Bombeiros Praia da Vitória e SIV (Suporte Imediato de Vida).
O paciente foi transferido pelos bombeiros voluntários, para o hospital Santo Espírito em Angra do Heroísmo.
Este voo foi considerado um incidente grave pela autoridade investigadora francesa BEA.
Dados do RadarBox.com revelam que eram 05:05 UTC quando o A330-900 desviou para as Lajes (TER) e iniciou a descida para uma aterragem segura na pista 15, cerca de 30 minutos depois.
A aeronave permaneceu no solo cerca de 13 horas, tendo depois continuado o voo para Paris. O BEA francês classificou a ocorrência como um incidente grave e abriu uma investigação.
O Sindicato dos Pilotos de Aviação Civil (SPAC) confirmou à Lusa que há decisões do Tribunal da Relação “no sentido da reintegração” de pilotos na TAP, mas que estas “não foram cumpridas até ao momento”.
O Observador e a CNN Portugal noticiaram hoje que o Tribunal da Relação de Lisboa confirmou a suspensão do despedimento de vários pilotos da TAP por esta não ter cumprido todas as regras previstas para os despedimentos coletivos.
Contactado pela Lusa, “o SPAC confirma a existência de vários pilotos envolvidos no processo de despedimento coletivo da TAP, com decisões de providências cautelares no sentido da reintegração na empresa, resultado do recurso ao Tribunal da Relação, decisões essas que não foram cumpridas até ao momento”.
O sindicato garante que “está a acompanhar com preocupação e apreensão a situação e fará tudo o que estiver ao seu alcance para a reposição da legalidade, como se pretende num Estado de direito”.
Por respeito aos envolvidos e ao superior interesse processual, o SPAC indicou não pretender “para já acrescentar mais detalhes”.
De acordo com uma das decisões, citada pela TVI/CNN Portugal, a TAP tinha de ser clara nos motivos que apresentou a cada piloto no processo de despedimento coletivo: “É imperioso que se consiga estabelecer o necessário nexo entre a situação particular do trabalhador e os critérios definidos”.
Em 08 de junho de 2021, a TAP iniciou o processo de despedimento coletivo, abrangendo 124 colaboradores, dos quais 35 pilotos, 28 tripulantes de cabina, 38 trabalhadores da manutenção e engenharia e 23 funcionários da sede.
Questionada pela Lusa, fonte da companhia aérea disse apenas não comentar “publicamente processos judiciais”.
Em 21 de dezembro, a Comissão Europeia aprovou o plano de reestruturação da TAP e a ajuda estatal de 2.550 milhões de euros, mas exigiu condições, como a disponibilização de até 18 ‘slots’ por dia no aeroporto de Lisboa.
Bruxelas deu ainda ‘luz verde’ a uma ajuda estatal de Portugal de 107,1 milhões de euros à TAP, para compensar consequências negativas da pandemia da covid-19 no segundo semestre do ano passado.
O plano de reestruturação da companhia aérea portuguesa tinha sido entregue em 10 de dezembro de 2020, seis meses depois de ter sido aprovada a ajuda de 1.200 milhões de euros, para fazer face às dificuldades financeiras em que a TAP se encontra, agravadas pela pandemia de covid-19.
Ao que tudo indica a Portugália deverá aumentar a sua frota com mais aeronaves.
A chegada a Lisboa de um Embraer 190, que voa com a matrícula 4O-AOA ao serviço da Air Montenegro, levantou essa hipótese mas ao que tudo indica trata-se de uma manutenção check C contratada à Portugália.
A aeronave está desde o passado dia 18 de janeiro ao Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa.
De referir que a Portugália oferece um serviço de Manutenção de base, com experiência abrangente em todo o tipo de inspeção INT, Basic, CPCP e Estrutural para a frota Embraer E190/E195.
Com capacidade ainda de hangar com cabine de pintura e preparado para diversos serviços de manutenção como substituição de motores, trens, pylons, cumprimento de reparações e modificações estruturais, entre outros.
De referir que o ministro das Infraestruturas já tinha admitido, durante a apresentação do plano de reestruturação da TAP, que ia ser feita uma aposta na Portugália e que a frota iria duplicar, podendo chegar às 26 aeronaves Embraer em 2022.
Caso se confirme a companhia deverá receber este ano 13 aeronaves. “A TAP está constantemente a monitorizar as condições de mercado. A grande maioria dos aviões da TAP e da Portugália não são comprados, mas sim alugados em regime de leasing”.
A transportadora do grupo TAP tem na sua frota 13 aviões da fabricante brasileira: nove aeronaves Embraer 190, com capacidade para 106 passageiros, e quatro Embraer 195, com capacidade para 118 passageiros.
A forte tempestade de neve que se abateu desde a madrugada no nordeste dos Estados Unidos da América já obrigou ao cancelamento de mais de 3.500 voos foram cancelados.
De acordo com as informações, pelas 09:30 de Nova Iorque (hora local) 3.520 voos tinham sido cancelados, sendo que 886 voos tinham partida marcada do aeroporto JFK, em Nova Iorque, e mais 556 teriam como ponto de saída o aeroporto de La Guardia, além de 608 que foram suspensos em Newark, no estado de New Jersey.
A tempestade de neve estende-se desde o lado oriental do estado da Virgina até ao Maine, no extremo nordeste do país, e está previsto que a altura da neve chegue aos 30 centímetros, chegando a 60 centímetros em locais como a zona metropolitana de Boston, a capital do estado do Massachusetts.
A LATAM foi considerada a empresa aérea líder do mercado aéreo brasileiro em 2021, com 33,8% de participação de mercado (RPK*) segundo os dados consolidados da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) divulgados hoje (28/1). Contribuiu para o resultado anual da LATAM a liderança que a companhia acumulou nos últimos 5 meses de 2021, exatamente quando grande parte da capacidade da aviação brasileira foi retomada após os graves impactos da pandemia de Covid-19.
“Conquistar esse resultado em um ano desafiador e de retomada dos voos engrandece ainda mais o trabalho de todos os funcionários da LATAM. A liderança de mercado é consequência dos esforços de toda a companhia para recuperar e ampliar a malha aérea de forma consistente e eficiente no Brasil, para que mais pessoas possam voar”, explica Diogo Elias, diretor de Vendas e Marketing da LATAM Brasil.
Especificamente no mês de dezembro de 2021, quando retomou 95% da sua oferta doméstica de assentos (ASK**) no Brasil, a LATAM alcançou 36% de participação doméstica (RPK*) com uma taxa de ocupação de 83,1%.
Atualmente, a LATAM já voa para mais destinos no Brasil do que antes da pandemia (são 49 hoje contra 44 em 2019). Isso foi possível porque, em 2021, a empresa inaugurou operações inéditas em Comandatuba (BA), Juazeiro do Norte (CE), Petrolina (PE), Jericoacoara (CE) e Vitória da Conquista (BA).
Agora, em janeiro de 2022, a LATAM prevê recuperar até 107% da sua oferta doméstica de assentos (ASK**) no Brasil, mas esse percentual depende do avanço da variante Ômicron. Além disso, de fevereiro a março, a companhia vai retomar operações em Bauru (SP) e inaugurar operações inéditas em Presidente Prudente (SP), Juiz de Fora (MG), Cascavel (PR), Caxias do Sul (RS), Montes Verdes (MG) e Sinop (MT). Em paralelo, planeja iniciar em breve as vendas de passagens para Fernando de Noronha (PE) e estuda mais outros 10 destinos para inaugurar no Brasil.
O mês de janeiro de 2022 também foi importante porque a LATAM realizou o seu primeiro voo internacional do Boeing 787-9 com tripulação brasileira. A aeronave está operando regularmente a rota São Paulo/Guarulhos-Madri e a LATAM Brasil é a primeira companhia aérea nacional a operar voos com este modelo.
O Kiosque da Aviação participa este ano pela primeira vez na BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa com o mote “Eternize a sua Viagem”.
Entre 16 e 20 de Março poderá encontrar-nos no Pavilhão 4, junto às companhias aéreas, no Stand 4E48
A Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL) é a principal feira dedicada ao sector do turismo em Portugal. Realiza-se anualmente em Lisboa, em Portugal, na Feira Internacional de Lisboa (FIL).
Em 2018, o evento teve uma participação recorde de expositores e participantes, com um fluxo de 77 mil visitantes.
Em 2019, a exposição ocupou quatro pavilhões da FIL, mantendo o espaço BTL LAB, acrescentando a BTL CULTURAL, espaço desenvolvido em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian, com programação própria, e destinado às entidades culturais. Nesta edição, a exposição foi visitada por 70 mil pessoas, ex aequo entre profissionais e público em geral.
A Boeing fechou 2021 com um prejuízo de 4.290 milhões de dólares (3.800 milhões de euros), recuperando mais de 60% face a 2020, impulsionada pela retoma da operação dos 737 MAX e pela evolução do mercado.
A fabricante aeronáutica norte-americana acumula já três exercícios consecutivos de prejuízos, primeiro devido à crise do modelo 737 MAX, da qual começa agora a recuperar, e, depois, por causa da crise económica resultante da pandemia de covid-19, que ainda afeta todo o setor da aviação.
Em comunicado, a Boeing reportou um volume de negócios anual acumulado de 62.286 milhões de dólares (55.206 milhões de euros) em 2021, mais 7% do que em 2020, ano em que registou o maior prejuízo da sua história, de 11.941 milhões de dólares (10.584 milhões de euros).
O presidente executivo (CEO) da Boeing, Dave Calhoun, considerou que 2021 foi “um ano de reconstrução”, em que se aumentou a produção e as entregas do modelo 737 MAX, que foi autorizado a voar novamente em quase todo o mundo, após dois acidentes.
A fabricante aeronáutica entregou 340 aeronaves para uso comercial aos seus clientes, mais do dobro de 2020, e, segundo informações divulgadas antes dos resultados, a maioria (263) são do modelo 737.
Considerando apenas o quarto trimestre de 2021, a empresa teve perdas de 4.164 milhões de dólares (3.691 milhões de euros), menos de metade do período homólogo de 2020, quando a indústria aeronáutica estava numa das suas piores fases, em resultado das restrições impostas devido à pandemia.
As receitas entre outubro e dezembro ficaram 3% abaixo do período homólogo, nos 14.793 milhões de dólares (13.111 milhões de euros), mas a empresa registou, no trimestre, um ‘cash flow’ operacional positivo de 716 milhões de dólares (635 milhões de euros), o que já não acontecia há cerca de três anos.
A Boeing anunciou ainda ter registado uma provisão de 3.500 milhões de dólares (cerca de 3.103 milhões de euros) para cobrir custos relacionados com os problemas do seu modelo 787, que está parado por problemas de produção há mais de um ano, havendo várias companhias aéreas à espera de receber as aeronaves que encomendaram.
“Embora isto continue a afetar os nossos resultados de longo prazo, esta é a abordagem certa para criar estabilidade e previsibilidade à medida que a procura vai retomando”, explicou Calhoun.
Segundo a companhia, os problemas com o 787 resultarão num acréscimo de 2.000 milhões de dólares (cerca de 1.773 milhões de euros) em custos adicionais de produção, o dobro da previsão anterior.
As entregas de novos 787 foram interrompidas em maio de 2021 devido a falhas de produção, não tendo até agora a Boeing sido capaz de encontrar uma solução para os problemas detetados que satisfaça a Administração Federal de Aviação.
Esta manhã um B777 da Qatar que estava a realizar o voo QR731 entre o Qatar e Dallas, nos EUA, solicitou uma aterragem de emergência médica no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa.
O B777-200LR com a matrícula A7-BBB aterrou em Lisboa pelas 7h33, onde já aguardavam os serviços de emergência bem como a assistência da Portway.
Pelas 9h34 a aeronave voltou a descolar rumo ao seu destino final.
O spotter Luís Vieira captou através da sua objetiva a chegada da aeronave ao aeroporto.
A Icelandair apresentou hoje oficialmente a sua nova livery e de acordo com a companhia as novas cores são extraídas da natureza islandesa, incluindo as amadas luzes do norte.
Esta é a primeira vez que todo o design da pintura foi alterado desde 2006 e faz parte de uma atualização completa da marca Icelandair.
Ao longo do último ano, a companhia indica que analisou a sua marca como um todo e descubriu maneiras novas e refrescantes de trazer o espírito da Islândia para o mundo.
A nova pintura chega com o TF-ICE, um Boeing 737 MAX 8 chamado Jökulsárlón (em homenagem à famosa lagoa glaciar da Islândia), é o primeiro da frota da Icelandair a ser pintado com a nova pintura, em meados de janeiro de 2022.
A Icelandair conta ter um total de 5 aeronaves MAX com a nova pintura até o final de fevereiro. A repintura da restante frota continuará de acordo com o cronograma de manutenção de cada avião. Com a nova pintura, a aeronave da Icelandair terá 5 cores de cauda diferentes (azul boreal, magenta, azul celeste, amarelo e verde), representando diferentes fenómenos da natureza islandesa.
O primeiro B737 MAX a chegar tem a cauda azul-celeste, inspiramos no azul do céu. Aurora boreal brilha sobre a Lagoa Azul
Icelandair – as nossas novas cores:
O azul meia-noite é a nossa cor de herança e o pano de fundo para as auroras dançantes.
A neve branca representa os nossos glaciares
O azul boreal é uma representação das luzes do norte.
O magenta significa o poder criativo coletivo da Islândia, com apenas um toque do nascer do sol.
O azul nítido é o céu de verão islandês que está cheio de luz.
O amarelo dourado é o sol refletido em cascatas, glaciares e até magma fervente.
O verde representa a vida que pode ser encontrada mesmo após os eventos mais difíceis.
Os ministérios das Infraestruturas e Finanças recusaram hoje que seja intenção do Governo da República deixar de assegurar a viabilização financeira das ligações aéreas da SATA entre o Pico, Horta e Santa Maria, nos Açores, e o continente.
“Não está – nem nunca esteve em causa – que o Governo da República deixe de assegurar as soluções necessárias para viabilizar financeiramente as rotas em causa, compensando a companhia aérea incumbida de assegurar as futuras obrigações de serviço público e assegurando as ligações de Pico, Horta e Santa Maria ao Continente”, asseguram os ministérios das Infraestruturas e Habitação e o das Finanças, num comunicado conjunto.
As tutelas esclarecem que, “uma vez que não existe Orçamento do Estado para 2022 [OE2022], apenas podem ser transferidas verbas correspondentes ao duodécimo de valor 2021, sendo que qualquer novo compromisso de verba apenas pode ser assumido com a sua inscrição no OE2022”.
“Desta forma, e sem prejuízo da avaliação sobre as obrigações de serviço público, em qualquer circunstância o Governo da República em nada reduziu ou limitou a sua parcela de comparticipação em relação aos últimos anos”, afirmam.
Os ministérios dizem ainda não se antecipar que “o Governo da Região Autónoma dos Açores queira diminuir a sua contribuição para as obrigações de serviço público”, negando “fundamento” à notícia hoje divulgada pelo jornal Expresso de que estão “em risco” os voos “para Pico, Horta e Santa Maria”.
O semanário escreve que o ministro das Finanças está “indisponível para avançar com indemnizações compensatórias que poderão ultrapassar os 10 milhões de euros” e dá conta da preocupação do Governo Regional açoriano, citando declarações do secretário regional dos Transportes, Mário Mota Borges.
O Expresso adianta que, desde 2015, “os voos têm estado a ser assegurados pela SATA, que já perdeu com eles 40 milhões de euros, um custo significativo já identificado pela Comissão Europeia e considerado como insustentável”.
De acordo com o jornal, a SATA “está impedida de fazer voos deficitários” e deve deixar de os operar quando tiver o plano de reestruturação aprovado, algo que deve acontecer “em breve”.
O plano de reestruturação da SATA, apresentado em fevereiro de 2021, foi enviado para Bruxelas em abril e prevê que a companhia volte a ter lucros em 2023, com poupanças na casa dos 68 milhões de euros até 2025.
A Comissão Europeia autorizou, em 2020, um auxílio de emergência de 133 milhões de euros, tendo autorizado mais tarde um novo apoio no valor de 122,5 milhões de euros.
Em novembro, no parlamento açoriano, o secretário regional das Finanças dos Açores revelou que estava a ser elaborada uma terceira versão do plano de reestruturação da SATA, prevendo uma alteração societária e a substituição de injeções de capital por absorção de dívida.
A informação foi adiantada no parlamento açoriano por Joaquim Bastos e Silva, antes de se discutir, na especialidade, a proposta de alteração ao Plano Regional Anual para 2022, feita pelos partidos da coligação de Governo Regional (PSD/CDS-PP/PPM) com vista a reduzir o endividamento em 18 milhões de euros na rubrica da “reestruturação e concessão de transporte aéreo de passageiros, carga e correio interilhas” do orçamento regional açoriano.
A Air France lançou o Ready To Fly em julho de 2021, um serviço gratuito e opcional que permite aos clientes obter a confirmação de que possuem todos os documentos e justificativos sanitários indispensáveis para as suas viagens antes de se deslocarem para o aeroporto. Ponto essencial: uma viagem mais serena e um percurso mais fluido, evitando múltiplos controlos no dia da partida.
Hoje, a Air France anunciou que o Ready To Fly está a ser implementado gradualmente em toda a rede da Air France. Encontra-se atualmente disponível em mais de 140 rotas com partida de 80 aeroportos, o que representa mais de 600 voos diários, incluindo:
Os voos domésticos de/para a Córsega e os Territórios Ultramarinos,
Os voos de/para os Estados Unidos, Argentina, Brasil e Chile,
Os voos de França para a Alemanha, Espanha, Grécia, Itália, Portugal, Gabão e Senegal,
Os voos para França da Europa e do Canadá.
Desde o seu lançamento, o Ready To Fly foi já utilizado por mais de 600.000 clientes.
Um serviço automatizado para os voos domésticos
O passe vacinal é obrigatório nos voos domésticos em França desde 24 de janeiro de 2022, para todos os passageiros a partir dos 16 anos (exceto de/para a Córsega e os Territórios Ultramarinos).
Para reduzir o tempo de tratamento dos documentos submetidos, a Air France está a substituir a validação manual do passe vacinal por uma verificação automatizada. Isso permite que os clientes que viajam para França tenham uma confirmação instantânea.
Esta funcionalidade está acessível alguns dias antes da partida, seguindo o processo clássico Ready To Fly: os clientes recebem um e-mail no qual são convidados a enviar à Air France o seu passe vacinal através de uma plataforma online segura.
Os clientes que não tenham utilizado este serviço com antecedência também podem digitalizar (scan) o código QR dos seus passes vacinais ao fazerem o check-in num terminal de self-service no aeroporto no dia da partida. Este serviço está atualmente disponível em Paris-Charles de Gaulle, Paris-Orly, Bordéus, Lyon, Marselha, Montpellier, Mulhouse, Nantes, Nice, Estrasburgo e Toulouse.
Esta funcionalidade vai ser integrada diretamente no processo de check-in online nos próximos meses.
A validação antecipada do passe vacinal permite limitar o número de verificações manuais requerida na porta do embarque, melhorando a pontualidade dos voos.
A Força Aérea Portuguesa anunciou que resgatou, ontem, dia 26 de janeiro, um homem, de nacionalidade portuguesa, que seguia a bordo de um navio pesqueiro, a navegar a 332km a oeste do Montijo.
O alerta foi recebido pela manhã, dando conta da necessidade de resgatar com urgência o tripulante da embarcação. Para tal, foram ativados um P-3C CUP+ Orion, da Esquadra 601 – “Lobos”, de forma a identificar o pesqueiro, e um EH-101 Merlin, da Esquadra 751 – “Pumas”, para resgatar o passageiro.
Após ser resgatado, o doente foi transportado para o Aeródromo de Trânsito N.º 1, Figo Maduro, onde se encontrava uma ambulância que o encaminhou para uma unidade hospitalar.
A missão foi coordenada pelo Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (MRCC Lisboa) e pelo Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Aéreo de Lisboa (RCC Lisboa).
O primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, disse hoje no parlamento que a parceria em negociação com Angola e companhia angolana TAAG deverá envolver aeronaves Boeing 737, para melhorar a performance da companhia cabo-verdiana TACV.
Questionado esta tarde pela oposição no habitual debate mensal no parlamento, subordinado ao tema “O papel dos transportes na economia e na integração regional”, o chefe do Governo admitiu que a retoma da operação da TACV em dezembro, após 21 meses sem voos devido à pandemia de covid-19, foi feita com um Boeing 757 em regime de leasing.
“Tem de facto problemas de performance”, admitiu Ulisses Correia e Silva, quando questionado pelos deputados da oposição, justificando o recurso àquela aeronave, que está a garantir ligações semanais entre a Praia e Lisboa, por ter sido a mesma que já operou em 2016 e para a qual já havia licenciamento para operação.
“Vai ser substituído por Boeing 737, nomeadamente na parceria que estamos a trabalhar com Angola, para garantir aviões com mais ‘performance’”, disse ainda Ulisses Correia e Silva.
O chefe do Governo acrescentou que essa aeronave visa “essencialmente” servir os voos para os países da Europa, dado o alcance limitado, e prevê a aquisição de uma aeronave no segundo semestre deste ano para as ligações para Boston (Estados Unidos da América).
De acordo com informação da TAAG, a companhia angolana opera vários Boeing 737 com capacidade para 120 passageiros, essencialmente nas rotas domésticas, que está a substituir por seis Dash 8-400 turbo hélice.
Durante a manhã, no mesmo debate, o primeiro-ministro cabo-verdiano já tinha afirmado que os governos de Cabo Verde e Angola estão a procurar uma solução para efetivar uma parceria entre a TACV e a TAAG, companhias aéreas de bandeira dos respetivos países.
“Relativamente à parceria com Angola, nos transportes aéreos, é um processo que o Governo de Cabo Verde está a trabalhar com o Governo de Angola desde 2018. Iniciámos esse processo de conversações e esperamos que possamos encontrar as melhores soluções”, afirmou Ulisses Correia e Silva.
O chefe do Governo também adiantou que a taxa de ocupação no avião com que a TACV opera ronda atualmente os 45%.
A Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV) foi privatizada pelo Governo em 2019, com a venda de 51% do capital social a investidores islandeses, e renacionalizada em 2021 por decisão do Governo, na sequência da pandemia de covid-19.
Durante o debate, os deputados do PAICV desafiaram o Governo a fazer a companhia, que desde 2019 apenas se dedica aos voos internacionais, voltar aos voos domésticos, entre ilhas, que deixou de realizar em 2017, transporte garantido desde então por uma única empresa.
A Cabo Verde Airlines (CVA), nome comercial da TACV, anunciou em 17 de janeiro que vai reiniciar as ligações internacionais da ilha do Sal a partir de 11 de fevereiro, com voos para Lisboa, a terceira ilha cabo-verdiana a retomar a ligação aérea a Portugal.
Em comunicado, a TACV – CVA refere que a ligação Sal – Lisboa – Sal será a próxima rota a ser operada pela companhia, que voltou a voar no final de dezembro, após 21 meses sem atividade comercial devido à pandemia de covid-19.
“Conforme plano de retoma, a companhia está a introduzir, de forma gradual, mais voos com base na evolução da pandemia da covid-19 e a recuperação dos mercados emissores”, recorda-se no comunicado.
A TACV retomou as operações na rota Lisboa – Praia em 27 de dezembro, coincidindo com o 63.º aniversário da companhia aérea cabo-verdiana, depois de um interregno iniciado em março de 2020, na sequência das limitações internacionais impostas para conter a pandemia.
Entretanto, a companhia anunciou que vai reiniciar as operações semanais na rota Lisboa – Mindelo, ilha de São Vicente, em 03 de fevereiro.
No final de dezembro, após assembleia-geral extraordinária, a presidente da companhia, Sara Pires, previu também o regresso dos voos entre Praia e Boston (Estados Unidos da América), no segundo trimestre.
Ainda durante este ano, Sara Pires avançou que a transportadora de bandeira cabo-verdiana pretende retomar ligações a Paris e ao marcado brasileiro.
A companhia retomou as operações com um avião, com duas ligações semanais Praia–Lisboa, mas segundo a presidente deverá introduzir um novo aparelho no segundo trimestre deste ano e até final de 2023 ter três aviões a voar com as suas cores.
A Sevenair anunciou hoje que está a realizar uma operação wet-lease na Estónia, para a companhia Transaviabaltika, com dois voos diários ligando Tallinn e Kardla.
Segundo a empresa, a operação iniciou na passada 2ª feira e estima-se que tenha a duração de 2 semanas.
A aeronave envolvida nesta operação é Bae Jetstream 32, com a matrícula CS-DVQ, e com capacidade para 19 passageiros.
A Smartwings anunciou a realização de um voo especial, tratou-se da aterragem pela primeira vez de um Boeing B737 MAX na Antártida.
O voo foi operado pelo B737 MAX com a matrícula OK-SWB e de acordo com a companhia o voo correu sem problemas, mas com muitos meses de preparativos.
O voo foi reservado pela Aircontact para transportar membros do Instituto Ártico Norueguês para a sua base. A Estação de Investigação Troll operada pelo Instituto Polar Norueguês está localizada a 235 quilómetros do mar na costa oriental da Princesa Martha na terra da Rainha Maud e dedica-se à monitorização ambiental e climática.
O Aeródromo de Troll tem uma pista com 3.000 metros de comprimento e 60 metros de largura construída sobre uma placa de gelo a uma altitude de 1232 metros.
A Smartwings refere que aterrar neste tipo de pista requer uma equipa altamente especializada, formada por três Comandantes experientes que tiveram que passar por um treino específico para se familiarizarem com a área de tráfego e o aeroporto.
A companhia sublinha que todos os membros da tripulação também passaram por um treino de sobrevivência em condições árticas. A aeronave estava equipada com kits de sobrevivência polares, e também transportava peças sobressalentes importantes a bordo.
A tripulação da aeronave recebeu relatórios de capacidade meteorológica e aeroportuária através de comunicações datalink e telefone via satélite durante o voo. Durante o voo, a condição técnica da aeronave também foi avaliada no departamento técnico em Praga através de uma ligação automatizada de Datalink.
O tempo foi cuidadosamente monitorizado cinco dias antes da partida com base nas previsões dos institutos meteorológicos alemães DWD e AWI, que têm fontes de informação na Antártida. Para este tipo de operação, pelo menos um despachante também é atribuído ao nosso despacho, que constantemente monitoriza e avalia a condição do aeroporto, o clima e em caso de mudanças, está em contacto com a tripulação.
Uma vez que não existe aeroportos alternantes, o local dispõe de todo o equipamento necessário: serviços de combate a incêndios, cartas de aproximação e pessoal experiente responsável liderado por Sven Lidström, do Instituto Polar Norueguês.
A Smartwings indica que deverá realizar outro voo para a Antártida no final de fevereiro.
Pela segunda vez em sua história, a LATAM Brasil firmou parceria com o Rock in Rio Brasil, que acontecerá entre 2 e 4 de setembro e de 8 a 11 de setembro deste ano, na Cidade do Rock (Rio de Janeiro). Ao longo dos sete dias de evento, estimam-se que 700 mil pessoas devem prestigiar o maior festival de música e entretenimento do mundo, que contará com a LATAM Brasil como sua Companhia Aérea Oficial.
O evento, que já possui 20 edições realizadas desde a sua estreia em 1985, também já contou com edições em cidades como Lisboa, em Portugal, Las Vegas, nos Estados Unidos, e Madrid, na Espanha.
“Renovar o apoio da LATAM Brasil com o Rock in Rio nos torna ainda mais próximos do consumidor final, gerando engajamento e identificação com a marca. Estamos felizes e confiantes em fazer parte de um evento tão grandioso e aguardado pelo público, que depois de um longo e necessário período de espera, poderá celebrar e prestigiar o maior festival de música e entretenimento do mundo em grande estilo”, explica Diogo Elias, diretor de Vendas e Marketing da LATAM Brasil.
Em 2019, o Rock in Rio também contou com a participação da LATAM Brasil, que está atenta à retomada das viagens aéreas e irá anunciar em breve uma série de ações especiais e ativações da marca relacionadas ao Rock in Rio. Na edição de 2019, a companhia criou 76 voos extras para o Rio de Janeiro no período do festival e distribuiu 5 milhões de pontos LATAM Pass em um espaço próprio na Cidade do Rock.
A Força Aérea Portuguesa anunciou que resgatou um homem de 57 anos, de nacionalidade chinesa, que se encontrava a bordo do navio “KANG MAY”, com bandeira da Libéria, que navegava a 422 km a sudoeste da Ilha do Faial, nos Açores.
O resgate foi realizado por um helicóptero EH-101 Merlin, da Esquadra 751– “Pumas”, destacado na Base Aérea N.º 4, nos Açores.
A FAP indica que após ter sido retirado da embarcação, o tripulante foi encaminhado para o aeroporto da Horta, onde o esperava uma ambulância que o transferiu para uma unidade hospitalar.
A título de curiosidade, a Esquadra 751 – “Pumas” foi criada em 28 de abril de 1978. Após o período de descolonização, os SA-330 PUMA sofreram ligeiras modificações e foram aplicados na execução de missões de Busca e Salvamento nas áreas de responsabilidade atribuídas a Portugal no âmbito dos seus compromissos internacionais. De salientar que as regiões de responsabilidade de salvamento atribuídas a Portugal, coincidentes com a Região de Informação de Voo (FIR) de Lisboa e Sta. Maria, representam a maior área de responsabilidade da Europa. Além de Busca e Salvamento (SAR) a Esquadra 751executa outras missões, no âmbito estritamente militar, o apoio tático e outras missões de interesse público, como é o caso das missões de vigilância marítima.
Em 2005 a Esquadra 751 passou a contar com o moderno AgustaWestland EH-101 Merlin que veio substituir o consagrado SA-330 PUMA. Este foi um marco extremamente significativo pois permitiu à Esquadra ficar dotada de tecnologia de ponta e também aumentar a sua capacidade de operação. Este aumento de capacidades foi já traduzido em centenas de vidas salvas. Após a introdução do EH-101 “Merlin” existiu uma reestruturação do dispositivo SAR (busca e salvamento) nacional e assim os cerca de 100 militares que compõem a Esquadra 751 trabalham para que a mesma tenha, 24 horas por dia, 365 dias por ano, uma tripulação de alerta permanente na Base Aérea N.º 6, Montijo, uma tripulação e aeronave no AM3 Porto Santo e duas tripulações e duas aeronaves na Base Aérea N.º 4, Lajes.
A Esquadra 751, desde que foi equipada com o helicóptero EH-101 Merlin, já salvou mais de 4470 vidas, nas mais de 30 mil horas voadas (cerca de 64 mil horas no total da esquadra), continuando dia a dia a honrar o lema “Para que outros vivam”!
Como anunciamos anteriormente e numa altura em que a Air Belgium procurava tripulações para operar uma frota cargueira Boeing 747-8, hoje finalmente ficou-se a conhecer o primeiro B747-8F com as cores da companhia.
Na verdade a aeronave surgiu com personalizada com as cores do Grupo Hongyuan na fuselagem e as cores da Air Belgium na cauda.
O Hongyuan Group, tem sede na área económica do aeroporto do Aeroporto Internacional de Pequim Capital, assumiu 7,7% das ações da Air Belgium pertencentes à Aviation Investment Holding, com sede em Hong Kong.
O Hongyuan Group é um fornecedor chinês de serviços integrados de comércio transfronteiriço e, em 2020, escolheu o Aeroporto de Bruxelas como localização estratégica para a sua nova sede europeia, onde construiu um armazém de 8.000 m².
Em outubro de 2021, Hongyuan e o Aeroporto de Bruxelas assinaram um Memorando de Entendimento como parceiros estratégicos para desenvolver ainda mais o Aeroporto de Bruxelas como principal porta de entrada de Hongyuan para carga geral e desenvolver fluxos de comércio eletrónico entre a China e a Europa por um lado, e entre a Europa, Américas e África, por outro.
A Hongyuan já opera voos da China para Bruxelas, bem como para Liège, onde possui um armazém de 14.000 m².
Duas aeronaves ex-Saudia B747-8F (HZ-AI3 e HZ-AI4) arrendadas da Aircraft Finance Germany (AFG) sob os registos provisórios M-ABOV e M-ABOW estão agora integradas à frota da Air Belgium para voar para o Hongyuan Group.
O primeiro B747-F já obteve o registo belga OO-ABI, estando os outros dois modelos a aguardar para integrar a frota de carga da companhia e juntarem-se aos 4 Airbus A330-200Fs que a Air Belgium opera para a CMA CGM Air Cargo.
A Airbus anunciou hoje oficialmente o lançamento de um novo serviço de carga aérea utilizando a sua frota exclusiva BelugaST para oferecer às empresas de carga e outros clientes em potencial uma solução para suas as necessidades de transporte de carga desproporcionais.
O novo serviço – Airbus Beluga Transport – fornecerá aos clientes contratados comercialmente em diversos setores, incluindo os setores espacial, energético, militar, aeronáutico, marítimo e humanitário, uma solução para as suas grandes necessidades de transporte de cargas.
Como o Kiosque da Aviação noticiou na altura, a primeira missão ocorreu no final de 2021 com uma entrega da fábrica da Airbus Helicopters em Marignane, na França, para Kobe no Japão.
Foto: Airbus
O Beluga Nº3 parou para reabastecer em Varsóvia (Polônia), Novosibirsk (Rússia) e Seul (Coreia). Phillippe Sabo, chefe da ATI e Air Oversize Transport da Airbus, disse: “A seção transversal mais ampla do Beluga abrirá novos mercados e novas possibilidades logísticas para os clientes. No caso de carregamento de helicópteros – não ter que desmontá-los primeiro – realmente é uma vantagem. Da mesma forma, os maiores motores de aeronaves comerciais podem ser acomodados numa configuração totalmente equipada”.
Com base no projeto do A300-600, a frota BelugaST composta por cinco aeronaves, que até agora tem sido a espinha dorsal do transporte entre locais da Airbus de grandes seções de aeronaves, está a ser substituída por seis BelugaXLs de nova geração para apoiar o ramp-up da Airbus na sua produção de aviões.
O novo serviço Airbus Beluga Transport pode servir a uma infinidade de aplicações de mercado possíveis, uma vez que os aviões possuem a maior seção transversal interna do mundo de qualquer aeronave de transporte, acomodando cargas de até 7,1 m de largura e 6,7 m de altura.
Num futuro próximo, uma vez que a Airbus tenha comissionado todos os seis novos BelugaXLs, a frota BelugaST totalmente lançada será entregue a uma companhia aérea subsidiária recém-criada com o seu próprio Certificado de Operador Aéreo (AOC) e equipa. Philippe Sabo acrescentou: “A nova companhia aérea será flexível e ágil para servir às necessidades dos mercados externos em todo o mundo”.
A Airbus sublinha que para maximizar a capacidade de retorno do BelugaST para a sua base de clientes internacionais, novas técnicas e equipamentos de carregamento estão a ser desenvolvidos para a operação. Essas soluções incluem um On-Board Cargo Loader (OBCL) automatizado para missões onde uma plataforma de carga/descarga não está disponível no aeroporto de origem ou destino.
A 20 de Janeiro de 2022, a Qatar Airways, através do processo judicial contra a Airbus na divisão de Tecnologia e Construção do High Court em Inglaterra, procurou uma audiência preliminar para abordar as nossas sérias e legítimas preocupações de segurança relativamente à condição de degradação da superfície com impacto negativo na nossa frota de Airbus A350, que resultou até agora na imobilização de 21 aeronaves Airbus A350. Como este vídeo mostra, com clareza*, estes defeitos não são superficiais e provocam a exposição e danificação do sistema de proteção contra raios da aeronave. Outro defeito é que deixa a estrutura composta subjacente exposta à humidade e à luz ultravioleta, e outros problemas incluem fissuras e danos em torno de uma elevada percentagem de rebites na fuselagem da aeronave. Saudamos a decisão do tribunal de acelerar esta questão e ordenar uma audiência em Abril, num esforço para que rapidamente se resolva esta disputa.
Continuamos a acreditar firmemente que a Airbus deve levar a cabo uma investigação exaustiva para estabelecer de forma conclusiva a sua principal causa, a fim de determinar se qualquer solução de reparação proposta retificará a condição subjacente e garantirá que não haverá qualquer risco para a aeronavegabilidade contínua do avião.
A prioridade número um da Qatar Airways continua a ser a segurança dos seus passageiros e da sua tripulação. Por esta razão, todas as aeronaves afetadas permanecem imobilizadas e não vamos aceitar a entrega de outras aeronaves fornecidas pela Airbus. A Airbus respondeu procurando cancelar um contrato totalmente separado para a entrega de 50 aeronaves A321 Neo. Confirmamos que estamos a cumprir todas as nossas obrigações ao abrigo de todos os contratos aplicáveis. Por conseguinte, é motivo de frustração e de lamentar que a Airbus tenha tomado a aparente decisão de expandir e agravar esta disputa. Continuamos a apelar à Airbus a proceder a uma análise da causa dos defeitos, tal como lhe é exigido. A Qatar Airways, continua preparada da forma que for possível, a apoiar a análise da causa original. Entretanto, continuaremos a defender vigorosamente a nossa posição no processo judicial.
A sala de embarque internacional do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, foi evacuada esta manhã devido ao “desembarque irregular de um voo de origem internacional”, avançou à agência Lusa fonte oficial da ANA Aeroportos de Portugal.
“Devido ao desembarque irregular de um voo de origem internacional, houve necessidade de evacuar a sala de embarque internacional nos termos do protocolo de segurança, de forma a rastrear novamente os passageiros”, refere a ANA numa nota enviada à Lusa.
De acordo com a concessionária, a situação de desembarque ocorreu por volta das 10:40, tendo o processo de rastreio sido concluído às 12:30.
Tratou-se do voo THY9AS da Turkish Airlines operado pelo A321neo TC-LSV.
Fonte da PSP de Lisboa disse à Lusa que a polícia foi chamada para uma ocorrência no aeroporto pelas 10:30 por causa da chegada de um voo proveniente da Turquia, uma zona fora do espaço Schengen, cujos passageiros deveriam ter sido desembarcados na zona internacional e não o foram.
À PSP coube “isolar e encaminhar de modo correto todos os passageiros e funcionários que estavam naquela área e submeter o espaço a novos procedimentos de segurança para que aquela zona voltasse a ser considerada como área limpa e segura”, acrescentou a mesma fonte.
Pelas 11:45, a PSP deu como terminada a sua intervenção na operação, que “decorreu sem problemas no que diz respeito à ordem pública”, disse.
A Venezuela voltou a restringir as ligações aéreas comerciais de passageiros, até 18 de fevereiro, com as autoridades a apelarem às companhias aéreas e agências de viagens para que não vendam bilhetes para rotas não autorizadas.
Em comunicado divulgado em Caracas, o Instituto Nacional de Aeronáutica Civil (INAC) refere que as restrições têm lugar em cumprimento das diretrizes do Governo venezuelano “a fim de garantir a saúde dos cidadãos que residem no país, através de políticas que permitam mitigar os efeitos ocasionados pela pandemia gerada pela covid-19”.
“De maneira excecional, unicamente estão autorizadas as operações comerciais aéreas para o transporte de passageiros entre a República Bolivariana da Venezuela e os países irmãos da Turquia, México, Panamá, República Dominicana, Bolívia, Rússia e Cuba”, explica o INAC.
No comunicado, o INAC pede às companhias aéreas e agências de viagens que não vendam bilhetes para rotas não autorizadas e aos cidadãos que não os comprem.
Em 12 de dezembro, o embaixador de Portugal em Caracas, Carlos de Sousa Amaro, queixou-se que a Venezuela não tem respondido aos pedidos de autorização para que a TAP realize voos humanitários entre Caracas e Lisboa, apesar de ter autorizado outras companhias.
“Nós, a TAP e a nossa embaixada em nome da TAP, fizemos um pedido para dois voos humanitários em dezembro e dois voos humanitários em janeiro. O primeiro voo do mês de dezembro teria saído hoje [12 de dezembro]. Infelizmente não se realizou porque as autoridades venezuelanas ainda não nos deram resposta, não obstante as insistências e os pedidos que temos feito para que permitam esses voos”, disse Carlos de Sousa Amaro à Agência Lusa.
Agências de viagem consultadas pela agência Lusa explicaram que a comunidade portuguesa local tem perguntado frequentemente pela retoma dos voos diretos a Portugal e que não entendem o motivo por que a TAP não recebe autorização, se várias companhias aéreas foram autorizadas a fazer voos, entre dezembro de 2021 e janeiro de 2022, nomeadamente entre Caracas e Madrid.
Em 2020, Portugal repatriou mais de 1.200 portugueses, em cinco voos, três deles realizados pela TAP.
A Venezuela está desde 13 de março de 2020 em estado de alerta, o que permite ao executivo decretar “decisões drásticas” para combater a pandemia.
As Lajes, na Ilha Terceira, nos Açores, recebeu este sábado uma visita surpresa.
Tratou-se do A320, com a matrícula A7-AAG, da Qatar Amiri Flight que realizou uma paragem técnica para reabastecimento no voo entre Marrakesh e Nova Iorque.
A Qatar Amiri Flight é uma companhia aérea VIP de propriedade e operada pelo governo do Qatar. A companhia opera charters em todo o mundo e serve exclusivamente à família real do Qatar e outros funcionários VIP do governo.
A grande maioria da sua frota está pintada com a pintura padrão da companhia aérea de bandeira comercial do Qatar, a Qatar Airways.
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