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Estado de calamidade pública decretado: TAP suspende voos para Porto Alegre

 

A TAP anunciou que devido ao estado de calamidade pública decretado pelas autoridades do Rio Grande do Sul, foi cancelada a operação aérea no aeroporto de Porto Alegre (POA).

A companhia sublinha que lamenta e acompanha esta situação, está solidária com todos os envolvidos e retomará a operação assim que possível.

De recordar que a TAP retomou no dia 29 de março de 2022 os voos para Porto Alegre, a segunda mais longa rota da TAP, a seguir a S. Francisco.

Foto: TAP

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, declarou estado de calamidade pública devido aos mais de 100 municípios impactados pelo temporal no estado. O decreto foi publicado na noite de quarta-feira, no Diário Oficial e permanecerá em vigor por 180 dias.

O Aeroporto Internacional Salgado Filho, de Porto Alegre, foi encerrado, na noite desta sexta-feira, 3 de maio, “devido ao elevado volume de chuvas”. Ao longo do dia, 17 voos foram cancelados, entre chegadas e partidas.

Os temporais deixaram mais de 50 mortos no Rio Grande do Sul.

A Fraport, empresa que administra o terminal, afirmou que a suspensão das operações visa “garantir a segurança de funcionários e passageiros” e disse que a medida é por tempo indeterminado.

Porto Alegre regista cheias no Guaíba, com o nível ultrapassando 4,6 metros. Algumas ruas da Zona Norte, onde fica o aeroporto, estão alagadas. Além disso, os acessos rodoviários a Porto Alegre estão restritos.

Na quinta-feira, 2 de maio, o governador Eduardo Leite referiu-se à tragédia como “o maior desastre climático” da história do Rio Grande do Sul.

As chuvas fortes que caem no Rio Grande do Sul desde o fim de semana devem persistir por mais dias e há previsão de mais chuva ao longo do mês.

Iberia celebrou 85 anos de voos entre Madrid e Lisboa

 

A Iberia celebrou, no passado dia 1 de maio, 85 anos de voos ininterruptos entre Madrid e Lisboa e quis festejar com os seus clientes com surpresas a bordo. Os viajantes que se dirigiam para a capital portuguesa desfrutaram a bordo de deliciosas bolachas personalizadas para a ocasião e, para os que regressavam a Madrid, de um bolo de aniversário durante o embarque.

85 anos a voar para Lisboa

A inauguração dos voos para o país vizinho marcou a abertura da primeira rota internacional da Iberia. No dia 1 de maio de 1939, um avião Junkers Ju-52 descolou pela primeira vez de Madrid para Lisboa com 17 passageiros a bordo.

Desde então, a experiência de voar mudou muito. Para viajar para Lisboa, a companhia oferece até seis voos directos por dia, operados por aviões Airbus A320neo, com capacidade para 186 passageiros. 

É o modelo mais avançado em termos tecnológicos e de eficiência da frota de curto e médio curso da companhia aérea. Equipado com motores CFM Leap-1A, o A320neo é 50% mais silencioso do que os seus antecessores, consome entre 15 e 20% menos combustível e, por conseguinte, reduz as emissões de CO2 e também 50% menos NOx. 

Cinco destinos em Portugal

O Grupo Iberia voa para cinco cidades de Portugal, o segundo país europeu com mais destinos com voos directos a partir de Espanha: Lisboa, Porto, Faro, Funchal e Ponta Delgada. Concretamente, oferece até seis voos diários para Lisboa, quatro diários para o Porto, três frequências semanais para o Funchal e outras três para Ponta Delgada, nos Açores. Além disso, em junho, os voos directos para Faro, capital do Algarve, serão retomados para mais um verão, atingindo até quatro voos directos por semana em agosto.

Para esta época estival, a Iberia colocou à venda mais de 530.000 lugares entre os dois países.

TAAG assina acordo de gestão de frota e manutenção de motores com a Pratt & Whitney Canada

 

A TAAG Linhas Aéreas de Angola anunciou que assinou um acordo de manutenção de motores, válido por seis anos, com a Pratt & Whitney Canada para 13 motores PW150A e um sobressalente, mantido em inventário. Os motores equipam a frota de aeronaves turbo-hélices modelo Dash 8-400. O acordo consiste num Programa de Gestão de Frotas (FMP™) que permite à Pratt & Whitney personalizar a sua oferta para responder ao contexto operacional específico da TAAG.

A TAAG é uma companhia aérea que desempenha um papel-chave a nível nacional e internacional, servindo Angola e não só”, afirma Irene Makris, Vice-Presidente de Vendas e Marketing da Pratt & Whitney Canada. “As companhias aéreas que fornecem conetividade regional, como a TAAG, desempenham um papel vital ao facilitar a mobilidade de passageiros para os grandes centros urbanos e destinos internacionais. Consequentemente, a confiabilidade da frota de aeronaves Dash 8-400 da TAAG desempenha um papel crítico em manter todo o ecossistema a operar de forma eficiente e sustentável. Ter a manutenção dos motores da frota assegurada pelo fabricante/OEM ajuda a garantir os melhores índices de disponibilidade e gestão da performance do motor“.

“Com uma capacidade de cerca de 75 passageiros, elevada eficiência de combustível e confiabilidade geral, a aeronave Dash 8-400, equipada com o motor PW150A, adequa-se perfeitamente às necessidades”, refere Nelson de Oliveira, PCE da TAAG. “O programa FMP da Pratt & Whitney Canada é funcional para a TAAG, sendo que confiamos na experiência comprovada do fabricante/OEM do motor para garantir a máxima produtividade e eficiência dos nossos motores PW150A”.

Os FMPs são soluções flexíveis e que adicionam valor na gestão e planeamento da manutenção, assegurando que, globalmente, o programa reduz os custos operacionais e simplifica a gestão das operações da frota. Este programa tem a mais-valia de ser personalizado e adaptado para responder aos requisitos exclusivos das companhias aéreas. Os FMPs da Pratt & Whitney Canada permitem que os clientes se concentrem no seu negócio principal e eliminem despesas e desafios de logística relacionados com a manutenção.

O pacote FMP, adquirido pela TAAG, inclui a tecnologia de análise de combustível da Pratt & Whitney e a solução de diagnóstico e prognóstico FAST™, que regista, analisa e envia de forma wireless toda a inteligência de dados de voo, imediatamente após se desligar o motor.

Os motores PW100/PW150 alimentam 90% das aeronaves turbo-hélices de alcance regional de 30 a 90 passageiros, a operar atualmente. Estes motores turbo-hélice consomem 25% a 40% menos combustível e produzem 50% menos emissões de CO2 do que os jatos regionais de dimensões semelhantes. Os motores oferecem às companhias aéreas os melhores custos de ciclo de vida e ajudam a sustentar o valor de uma aeronave. Em 2024, os motores PW100/PW150 comemoram o 40.º aniversário da sua entrada em serviço.

Azores Airlines está a recrutar Técnicos de Manutenção de Aeronaves

 

O Grupo SATA anunciou que, a Azores Airlines pretende recrutar profissionais para Lisboa, para o desempenho da função de Técnico de Manutenção de Aeronaves, por forma a reforçar o quadro de profissionais no Serviço de Produção, Manutenção em Linha da Direção de Manutenção de Aeronaves.

Os profissionais têm como principais tarefas e responsabilidades, inspecionar, substituir e reparar todo o equipamento e sistema das aeronaves, de acordo com as regras estabelecidas nos manuais de manutenção.

Requisitos mínimos para a função:

· 9º Ano de escolaridade ou equivalente

. Licença Parte 66 de Manutenção de Aeronaves na categoria B1.1 ou B1.1/B2

. Conhecimento básico da língua inglesa, falado e escrito

· Conhecimentos de informática na ótica do utilizador

. Carta Condução de ligeiros

Condições preferenciais:

. Averbamento na licença AML P66 das aeronaves A320 FAM / LEAP

. Averbamento na licença AML P66 das aeronaves A320 FAM / CEO (CFM56)

Perfil comportamental requerido:

. Orientação para resultados

· Capacidade de resiliência e trabalho sob pressão

· Capacidade de relacionamento interpessoal e de trabalho em equipa

. Conhecimentos Técnicos

Documentos de apresentação obrigatória:

. CV atualizado e detalhado com fotografia

. Certificado de Habilitações reconhecido pelo Estado português

. Certificado da Licença Parte 66 de Manutenção de Aeronaves na categoria B

. Carta de condução

. Registo Criminal válido (para acesso a zonas reservadas)

. Cartão de Cidadão (frente e verso – facultativo)

. Fotografia Tipo Passe (formato ficheiro JPG)

Formalização da candidatura (2 ações obrigatórias):

1ª ação: Preenchimento obrigatório do formulário “Processo de Recrutamento e Seleção TMA’s S4 2024” – clique AQUI.

2ª ação: Envio da documentação obrigatória para o correio eletrónico cv@sata.pt, até às 23:59 do dia 12 de maio de 2024, registando no campo “Assunto” o texto: “RE_TMAS4_2024”, acompanhado da documentação discriminada em “documentos de apresentação obrigatória”, em ficheiro único.

Korean Air vai voar entre Seul e Lisboa 3 vezes por semana

 

A companhia aérea sul-coreana Korean Air anunciou que vai iniciar uma nova rota entre o Aeroporto Internacional de Seul Incheon (ICN) e o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa (LIS).

A nova rota vai ter início a partir de setembro e será operada 3 vezes por semana em equipamento Boeing B787-9

De acordo com o site da companhia, os voos entre Seul e Lisboa têm uma duração aproximada de 13 horas enquanto os voos de regresso têm um tempo estimado de voo de 15 horas.

Conheça o interior da aeronave AQUI

Horários:

Seul (ICN) x Lisboa (LIS)
Dias de operação: quarta-feira, sexta-feira e domingos
Horário de saída: 13h10 (horário local)
Horário de chegada: 20h10 (horário de Lisboa)

Lisboa (LIS) x Seul (ICN)
Dias de operação: quarta-feira, sexta-feira e domingos
Horário de saída: 22h10 (horário local)
Horário de chegada: 19h10 (+1)

Ryanair inaugura nova rota entre Lisboa e Tânger e anuncia que transportou 17,3 milhões de passageiros em abril

 

A Ryanair anunciou que abriu esta quinta-feira, 2 de maio, uma nova rota entre Lisboa a Tânger, em Marrocos.

A nova rota será operada seis vezes por semana, até ao final do verão.

Em comunicado, a Ryanair explica que a rota entre Lisboa e Tânger é uma das cinco novas anunciadas para este verão na capital portuguesa, a par de Alicante, Madrid, Poznan e Roma.

“A Ryanair está encantada por lançar oficialmente o nosso primeiro voo de Lisboa para Tânger. Esta rota vai operar seis vezes por semana a partir de hoje, 2 de maio, oferecendo aos nossos clientes em Lisboa ainda mais opções com tarifas baixas”.

No mesmo dia a companhia indicou que transportou, em abril, um total de 17,3 milhões de passageiros, número que traduz um aumento de 8% face ao mesmo mês do ano passado, quando a companhia aérea tinha transportado 16 milhões de passageiros.

Em abril, a Ryanair operou um total de 98400 voos, tendo sido obrigada a cancelar cerca de 700 voos devido ao conflito armado entre Israel e Gaza, bem como outros 340 voos devido a uma greve de controladores aéreos em França, ocorrida a 25 de abril.

Nesse voos, a transportadora low cost registou um load factor de 92%, o que permite perceber uma quebra de dois pontos percentuais face ao apurado em abril de 2023, quando o load factor tinha sido de 94%.

No acumulado do ano, a Ryanair transportou já 185 milhões de passageiros, o que corresponde a um aumento de 9% face aos 170,3 milhões de passageiros transportados em igual período do ano passado.

 

Açores cancelam privatização da Azores Airlines e consórcio ameaça avançar para tribunal

 

O Governo dos Açores cancelou o concurso de privatização da companhia aérea Azores Airlines e vai lançar um novo, alegando que a companhia estava avaliada em seis milhões de euros no início do processo e vale agora 20 milhões.

“[O Conselho de Governo] deliberou não dar seguimento ao processo de privatização da Azores Airlines devido à alteração significativa das condições económicas e financeiras tidas em conta na avaliação inicial da companhia. Fica assim cancelado o atual processo de privatização da Azores Airlines”, anunciou o vice-presidente do Governo Regional dos Açores, Artur Lima.

O concurso público internacional para a privatização de entre 51% e 85% da Azores Airlines terminou com apenas um candidato viável, a Newtour/MS Aviation. A proposta do consórcio recebeu uma notação de 46,69 pontos em 100 do júri, uma avaliação de “suficiente”, tendo em conta que a nota positiva começa em 25.

O júri, liderado pelo economista Augusto Mateus, alertou na altura para a falta de “força financeira” do consórcio para garantir a execução do caderno de encargos e a sustentabilidade da companhia aérea.

Face a esta decisão, o consórcio candidato à privatização da companhia, Newtour/MS Aviation, ameaça “recorrer a todos os mecanismos legais que estiverem ao seu alcance”.

“O consórcio Newtour/MS Aviation tomou conhecimento, através da comunicação social, da decisão tomada pelo Governo Regional dos Açores de não dar seguimento ao processo de privatização da Azores Airlines devido a uma alegada alteração significativa das condições económicas e financeiras tidas em conta na avaliação inicial da companhia aérea”, começa por dizer, na nota.

A entidade realçou que ao longo do processo, “esteve sempre empenhado no sucesso da operação” e que se manteve “em silêncio a bem da independência, transparência e, sobretudo, em respeito institucional por todos os intervenientes”, nomeadamente “pela SATA Internacional e pelos seus trabalhadores”.

No entanto, referiu, face a esta decisão, “o silêncio deixa de fazer sentido”.

“A Newtour/MS Aviation não concorda com a decisão do Governo Regional dos Açores de não dar seguimento ao processo de privatização da Azores Airlines”, destacou, assegurando que “desconhece formalmente os fundamentos que estão na origem desta decisão”.

O consórcio considera que “a razão apresentada não tem fundamento, designadamente porque a fase de negociação prevista nas regras do concurso poderia acomodar uma eventual alteração das condições económicas e financeiras tidas em conta na avaliação inicial da companhia aérea”.

“A Newtour/MS Aviation encara com estranheza que lhe tenha sido negado o acesso a vários documentos do concurso, designadamente ao relatório final elaborado pelo júri, já que o solicitou por diversas vezes e através dos canais próprios”, indicando que “conhece apenas o que foi divulgado pela comunicação social”.

Por isso, “o consórcio vai analisar os fundamentos que venham a ser apresentados pelo Governo Regional dos Açores e recorrer a todos os mecanismos legais que estiverem ao seu alcance”, adiantando que “tudo fará para defender, por um lado, o futuro da SATA Internacional – Azores Airlines e dos seus trabalhadores e, por outro, a posição dos membros do consórcio cuja credibilidade e reputação foram colocadas em causa no decorrer do concurso”.

De recordar que também o Conselho de Administração do grupo SATA, liderado por Teresa Gonçalves, que, entretanto, se demitiu, manifestou “reservas sobre o consórcio Newtour/MS Aviation e sobre as limitações do concorrente” no parecer enviado ao Governo Regional.

Pilotos Emirates: companhia alarga as funções, os salários, os benefícios e os critérios de elegibilidade

 

A Emirates anunciou que deu destaque às funções dos pilotos, anunciando mudanças significativas no recrutamento, incluindo salários mais altos, novas funções e uma mudança radical na elegibilidade.

Primeiros Oficiais – non-type rated

A Emirates está a dar as boas-vindas aos Primeiros Oficiais non-type rated – aqueles que têm experiência apenas em turbo-hélices ou jatos. Estes pilotos terão agora a oportunidade de receber formação completa para pilotar a frota de aviões de longo curso da companhia aérea, composta por 144 aviões Boeing, numa rede que abrange mais de 140 destinos. Os Primeiros Oficiais também poderão pilotar 205 dos novos Boeing 777-X a partir de 2025, quando estes aviões entrarem na frota.

Programa Accelerated Command para os Boeing 777s

A Emirates alargou agora o seu Programa de Comando Acelerado (ACP) à sua frota de Boeing 777 – que até agora estava reservado ao seu popular A380. Esta é uma oportunidade incrível para os comandantes motivados que voam em aviões de médio curso passarem para aviões de longo curso através do programa de promoção acelerada da Emirates.

Comanadante de Entrada Direta – frota A350

A companhia aérea está agora a convocar Comandantes de Entrada Direta (DEC) para comandar a sua tão esperada frota A350 de 65 aeronaves. Como incentivo adicional, a Emirates também aumentou o salário base para os novos recrutas, tanto para os A350 como para os A380. As entregas dos A350 começarão em meados deste ano e servirão destinos novos e já existentes. A companhia aérea continua a acolher DECs para a sua frota de A380s.

Primeiros Oficiais

A Emirates está a oferecer pacotes salariais melhorados para Primeiros Oficiais com experiência de mais de 4.000 horas de voo em aviões modernos Airbus fly-by-wire ou Boeing.

Os pilotos interessados, que gostariam de saber mais sobre as várias funções no cockpit, podem obter mais informações sobre os requisitos de entrada aqui.

Atualmente, a Emirates tem mais de 4.400 pilotos. Em 2023, a companhia aérea recrutou mais de 420 pilotos com os seus programas de recrutamento – Direct Entry Captains, Accelerated Command e First Officers.

A vida na Emirates

A Emirates renova e atualiza regularmente a sua frota – quer através de encomendas dos mais recentes aviões de longo curso, quer através da modernização dos já existentes. Os pilotos da Emirates gostam de voar na frota mais moderna do mundo, com 260 aviões de longo curso, entre Airbus A380 e Boeing 777. Desde os picos das montanhas mais altas do mundo, passando por oceanos, vulcões, florestas, desertos e até pela Aurora Boreal, eles vêem tudo enquanto voam para diversos destinos através da rede da companhia aérea que abrange seis continentes e mais de 140 destinos.

Os pilotos da Emirates são submetidos a programas de formação baseados em provas e competências, com instrutores altamente qualificados, em ambientes especialmente concebidos para o efeito. As suas instalações de formação de ponta albergam 10 simuladores de voo completos para Boeing 777s e Airbus 380s.

No ano passado, a companhia aérea anunciou um investimento de 135 milhões de dólares para construir uma instalação de formação avançada para acomodar seis Full Flight Simulator Bays (FFS) para os seus aviões A350 e 777X. As novas instalações, com mais de 19 mil metros quadrados, deverão ser inauguradas ainda este ano.

Os pilotos da Emirates recebem um salário competitivo isento de impostos, são elegíveis para participação nos lucros e recebem moradias espaçosas em condomínios fechados, subsídio de educação e uma excelente cobertura de vida, médica e dentária. Têm também acesso a um fundo de previdência de classe mundial e recebem aconselhamento financeiro regular e gratuito.

Os pilotos usufruem de transporte com motorista de e para o trabalho, serviços de lavandaria, 42 dias de férias anuais e beneficiam de carga a preços reduzidos e de descontos em viagens para a sua família e amigos.

A comunidade de pilotos da Emirates está sediada no Dubai, uma das cidades mais seguras, vibrantes, multiculturais e tecnológicas do mundo. Grandes eventos desportivos anuais, uma gama completa de atividades, hospitalidade e restauração de primeira classe, atrações espetaculares, escolas e hospitais internacionais e excelentes infraestruturas, tudo isto se conjuga para fazer do Dubai uma cidade de eleição para milhões de expatriados.

Recrutamento

À medida que a Emirates prossegue a sua trajetória de crescimento e se prepara para começar a receber, a partir de meados do ano, os seus 65 A350 e a sua mistura de 205 777-9 e 777-8 em 2025, a companhia aérea está a acelerar a sua campanha de recrutamento de pilotos. Em 2024, a equipa de recrutamento da Emirates irá realizar roadshows em mais de 26 cidades e 18 países.

As alterações aos critérios de elegibilidade e aos pacotes salariais representam um passo em frente no seu compromisso de atrair os melhores talentos a nível global e garantir uma experiência perfeita para o passageiro em cada viagem.

Para consultar os critérios de elegibilidade e candidatar-se às funções piloto, consulte: https://www.emiratesgroupcareers.com/pilots/

Etihad adaptou B777 para transporte de crianças feridas e doentes entre Gaza e os Emirados para tratamentos

A Etihad adaptou algumas das suas aeronaves Boeing B777 para realizar o transporte de crianças feridas e doentes entre Gaza e os Emirados Árabes Unido para tratamentos. 

Este sábado, o 16º grupo de crianças palestinianas feridas e pacientes com cancro chegou aos EAU, seguindo a diretiva de Sua Alteza Xeque Mohamed bin Zayed Al Nahyan de fornecer tratamento médico a 1.000 crianças feridas e 1.000 pacientes com cancro da Faixa de Gaza.

 

O B777-300ER com a matrícula A6-ETH descolou do Aeroporto Internacional Al Arish, no Egito, com destino ao Aeroporto Internacional Zayed, em Abu Dhabi, transportando 25 pacientes em estado grave e os seus 51 familiares.

 

À chegada, as equipas médicas transferiram rapidamente os feridos para hospitais dos EAU para tratamento urgente, enquanto outros foram levados para a Cidade Humanitária dos Emirados.

Da equipe médica à engenharia aeronáutica, é um esforço de muitos para tornar possíveis os hospitais voadores. Até a tripulação de cabine da Etihad desempenha um papel crucial na sua operação.

De acordo com o responsável médico pela operação Joe Coughlan, os tripulantes da Etihad demonstram extraordinária força e compaixão, proporcionando conforto e apoio aos pacientes durante a viagem.

Durante uma entrevista ao The National, Coughlan disse que as pessoas que trabalham na indústria aérea têm uma “força sobre-humana” na capacidade de lidar com as pessoas diariamente. “Eles fazem isso tão bem e nem reconhecem o quão eficientes são nisso. É incrível ver.”

Durante os voos, as habilidades da tripulação desempenham um papel vital para acalmar os transportados. A tripulação da Etihad os aborda com um grande sorriso, tratando-os com “ternura, gentileza e interesse genuíno para ter certeza de que estão bem”, disse Coughlan ao The National.

“Eles dão abraços virtuais, e isso faz parte do processo psicológico quando os pacientes percebem que tudo está se tornando realidade”.

O chefe de cabine Kiran Sadasivan esteve a bordo em todos os voos, exceto dois, e disse ao The National que a tripulação sempre vai além das suas rotinas de serviço padrão para garantir o conforto dos passageiros. Eles oferecem cobertores, alimentos e bebidas, auxiliam em tarefas desconhecidas, como encontrar e usar os lavabos do avião, e fornecem lanches aos acompanhantes.

Um desses passageiros disse ao The National que o simples gesto da tripulação de lhe entregar uma banana teve um grande impacto no voo. “Não vejo uma banana desde o início da guerra”, comentou Alaa, mãe de dois filhos, enquanto um membro da tripulação de cabine lhe entregava uma.

Os gestos de gentileza e cuidado da tripulação da Etihad ajudam a aliviar o estresse e o desconforto vivenciados pelos passageiros, proporcionando uma sensação de alívio e segurança durante a viagem em busca de tratamento médico.

Morreu segundo ex-funcionário que fez acusações contra a qualidade da Boeing

 

Um ex-funcionário da Spirit AeroSystems, despedido há um ano, após acusar a empresa fornecedora da Boeing de ignorar defeitos na produção do Boeing 737 MAX, morreu esta terça-feira, 30 de abril.

De acordo com  Seattle Times, citando familiares, Joshua Dean, de 45 anos e conhecido por ter um estilo de vida saudável, foi infetado por uma bactéria altamente resistente a antibióticos, vindo a contrair uma pneumonia e um ACV – acidente vascular cerebral, tendo passado duas semanas hospitalizado.

Joshua Dean tinha prestado declarações numa ação judicial dos acionistas da Spirit e também apresentou uma queixa à Agência Federal da Aviação, alegando má conduta grave por parte dos gestores de qualidade da linha de produção do Boeing 737 MAX na empresa.

De recordar que em março, um ex-funcionário da Boeing foi encontrado morto dias após prestar um depoimento sobre falhas de qualidade nos processo de produção do Boeing 787.

John Barnett, de 62 anos, foi encontrado morto dentro do seu camião.

Recentemente noticias davam conta que a FAA – Agência Federal da Aviação está a investigar as denúncias feitas por um ex-engenheiro da Boeing sobre a fuselagem do B787 Dreamliner, alegadamente mal montada e em risco de falha estrutural em pleno voo.

O New York Times avançou que consultou documentos que o engenheiro em causa, Sam Salehpour, enviou para a Agência Federal da Aviação (FAA, na sigla em Inglês), em apoio da sua acusação.

A FAA confirmou que está a investigar as acusações de Salehpour, que atribui o risco de rutura dos 787 Dreamliner às mudanças que a Boeing fez no processo de união das diferentes partes da fuselagem.

De sublinhar que a Boeing está a passar para uma acentuada crise resultante de graves problemas de qualidade dos seus modelos Boeing 737 MAX, negou ao jornal que as mudanças de produção tenham tido impactos negativos na segurança do B787 Dreamliner.

Como já mencionado acima, outro ex-empregado da empresa, John Barnett, que tinha denunciado alegadas más práticas na fábrica onde se produz o 787 Dreamliner, suicidou-se.

As acusações de Salehpour e as novas investigações da FAA somam-se a outras que já estava a fazer sobre o processo de produção do B737 MAX.

No final de março, o conselheiro-delegado da Boeing, Dave Calhoun, que tinha sido nomeado em 2020 para corrigir os problemas, anunciou que vai sair do cargo no final do ano, depois de uma série de incidentes com vários modelos, especialmente o B737 MAX.

O mais grave ocorreu em janeiro deste ano, quando um painel que substituía uma porta de emergência de um Boeing 737 Max-9 da Alaska Airlines soltou-se pouco depois de ter levantado voo.

O incidente iniciou uma série de novas investigações às operações da Boeing por parte da FAA que descobriram graves irregularidades e obrigaram por tempo determinado à suspensão das operações de modelos semelhantes, até novas inspeções.

TICV indica que decisão da Agência de Aviação Civil é ilegal e injusta

 

A TICV – Transportes Interilhas de Cabo Verde, SA emitiu, hoje, um comunicado a dar conta da decisão da AAC – Agência de Aviação Civil que considera uma decisão ilegal e violadora dos
direitos da companhia.

“A Agência de Aviação Civil (AAC) decidiu – e comunicou publicamente – a suspensão do Certificado do Operador Aéreo (COA) e da Licença de Explorador Aérea (LEA) da operadora TICV – Transportes Interilhas de Cabo Verde, SA, numa decisão que é ilegal, violadora dos direitos da TICV e injusta.

A AAC esquece que não cabe a esta entidade realizar opções, declarações nem afirmações políticas, mas sim a regulação do setor tendo em conta os princípios da legalidade e prossecução do interesse público (artigo 11.o dos Estatutos da AAC).

A decisão da AAC é ilegal porque ignora o pedido de suspensão do COA apresentado anteriormente pela TICV, porque foi precedida de audiência dos interessados e porque assenta em fundamentos de facto ilegais, que não são verdadeiros.

A decisão da AAC é violadora dos direitos da TICV porque esta sociedade tem o direito a manter o seu COA e LEA.

A decisão da AAC é injusta porque mais não é do que uma represália contra a TICV e um dos seus acionistas e porque prejudica ilegitimamente os direitos e interesses dos cabo-verdianos, em especial dos trabalhadores da TICV.

A TICV não deixará de reagir – e recomendar aos seus acionistas Bestfly e República de Cabo Verde que reajam – contra a decisão arbitrária da AAC. A TICV fá-lo-á nas entidades judiciais nacionais, requerendo designadamente a anulação do ato e a responsabilidade civil extracontratual da AAC, e dos titulares dos órgãos da AAC, e fá-lo-á junto das instituições internacionais competentes.”

Airbus A380 da Global Airlines operado pela HiFly chegou à Escócia (com vídeo)

 

Aterrou, esta tarde, no Aeroporto Internacional de Glasgow Prestwick o primeiro A380 para a Global Airlines operado pela HiFly

A aeronave passará agora por trabalhos manutenção adicional e retrofit de cabines antes de regressar aos céus.

Inicialmente levantou-se a possibilidade da aeronave fazer escala na Lajes, posteriormente na Ilha de Santa Maria, ambas nos Açores e depois falou-se em Beja, base da Hi Fly, companhia parceira da Global Airlines.

A Global Airlines divulgou também um vídeo da visita às instalações da Hi Fly durante os preparativos para o primeiro voo transatlântico doe 9H-GLOBL.

 

De recordar que no dia 15 de fevereiro o 9H-GLOBL realizou o seu primeiro voo de teste, com uma duração de 21 minutos.

O voo foi realizado pela equipa da HiFly que encontrava-se no Mojave Air & Space Port, na Califórnia, nos Estados Unidos, para preparar o primeiro Airbus A380 da companhia

Foto: jamesasquith

Antes do primeiro voo, a tripulação realizou testes na pista, como partilhou o fundador da companhia, James Asquith.

A Global Airlines anunciou que assinou um acordo com a Hi Fly para trabalharem juntas no desenvolvimento e manutenção das quatro aeronaves Airbus A380 da nova companhia.

A Hi Fly, que foi a primeira companhia a operar o A380 no mercado secundário, utilizará a sua vasta experiência na aeronave para trabalhar com a Global não apenas na preparação para o serviço, mas também para ajudar a nova transportadora a concretizar a sua ambição de fornecer aos clientes a melhor forma de voar em serviços comerciais, enquanto se prepara para as operações.

No entanto, ambas as empresas irão explorar novas formas de ampliar a sua colaboração, unidas pela paixão pela aeronave e pela crença partilhada no seu potencial e apelo duradouros. James Asquith, CEO e fundador da Global Airlines, disse: “Este anúncio demorou muito para ser feito e eu disse desde o início que nós da Global queremos trabalhar com os melhores e mais experientes parceiros, e a Hi Fly é exatamente isso. “A grande notícia para nós é que a equipa da Hi Fly conhece o A380 de dentro para fora e será inestimável para nos ajudar com o seu conhecimento da indústria em torno da manutenção e aceitação técnica necessária para a nossa primeira aeronave – todas etapas cruciais antes do início do trabalho de introdução, os nossos novos interiores e outros elementos vitais”.

“Estamos orgulhosos em trabalhar com a Hi Fly e não coloco limites ao potencial desta colaboração.”

Antonios Efthymiou, CEO e Accountable Manager da Hi Fly disse: “Assim que James e a sua equipa anunciaram a Global para o mundo, ficámos muito satisfeitos por fazer parte do renascimento contínuo do A380. “A sua paixão pelo A380 e a crença no seu potencial para transformar a experiência de voo dos passageiros são partilhadas por toda a nossa organização e está claro que existem enormes sinergias entre nós. “Estamos muito satisfeitos por poder compartilhar a nossa experiência com a Global, guiar a aeronave pelos próximos pontos técnicos importantes e, em última análise, devolvê-la ao céu ao qual pertence.”

O primeiro A380 da Global tem com o número de série 120, com cerca de 11 anos e foi entregue inicialmente à China Southern Airlines em fevereiro de 2013. A aeronave permaneceu na companhia até ser retirada de operação em novembro de 2022 e depois armazenada no deserto de Mojave em dezembro de 2022.

Segundo o planeamento a Global Airlines deverá iniciar as suas operações comerciais no final de 2024 .

Grupo Air France-KLM com prejuízos de 489 milhões de euros e disponível para posição minoritária na TAP

 

A Air France-KLM registou um prejuízo de 489 milhões de euros no primeiro trimestre, 2,62 vezes mais do que no mesmo período de 2023, apesar do aumento do volume de negócios e de passageiros transportados, foi hoje anunciado.

Também hoje, o CEO do Grupo, Ben Smitho, indicou que uma posição minoritária na TAP “poderia ser interessante”, se se alinhar com os seus objetivos, mas considerou especulativo avançar mais informações enquanto aguarda para perceber as condições do novo Governo.

“Se [uma posição minoritária] se alinhar com os nossos objetivos, se financeiramente fizer sentido, sim, poderia ser interessante”, afirmou o CEO, quando questionado sobre se a companhia aérea estaria interessada numa posição minoritária na TAP.

A questão veio na sequência do anúncio da Comissão Europeia de que considera que a proposta de aquisição de 40% da ITA pela Lufthansa pode prejudicar a concorrência “em algumas rotas” e levar a “preços mais elevados para os consumidores e uma diminuição da qualidade do serviço”.

No caso da reprivatização da TAP, questionado sobre se avançar para a compra de uma posição minoritária seria uma forma de evitar uma investigação da Comissão Europeia ao negócio, Ben Smith disse que o grupo quer perceber as condições do Governo português.

“Seria muito especulativo para nós dar uma posição hoje, quando não estamos certos do que o Governo procura”, respondeu o responsável, acrescentando também que caso o negócio acrescente risco aos objetivos do grupo, não avançam ou avançam “com cautela”.

O presidente executivo disse também que ainda não houve conversas com o novo Governo liderado por Luís Montenegro e que, “quando surgir oportunidade” e “se fizer sentido”, o farão.

No que respeita aos resultados, o Grupo informou que obteve um volume de negócios de 6.654 milhões de euros, entre janeiro e março, mais 5,1% do que no mesmo período do ano anterior.

A oferta de lugares aumentou 4,5%, com uma taxa de ocupação de 86,4%, e o número de passageiros aumentou 6,2%, para 20,871 milhões, enquanto as unidades de receita por passageiro aumentaram 1%, em termos anuais.

O resultado operacional bruto (Ebitda) foi de 176 milhões, mas a rentabilidade foi afetada por custos ligados a interrupções operacionais, em grande parte devido a tensões geopolíticas, e por uma redução nas receitas provenientes do transporte de carga.

Desta forma, o resultado líquido foi negativo em 489 milhões de euros, pior do que o prejuízo de 183 milhões registado no primeiro trimestre do ano passado.

O presidente executivo, Benjamin Smith, salientou que, “apesar de um início de ano difícil, marcado por tensões geopolíticas persistentes, a Air France-KLM registou um novo aumento nas receitas neste trimestre, com uma procura de passageiros ‘estruturalmente robusta’”.

O responsável sublinhou que a empresa espera “uma temporada de verão promissora” devido aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Paris e mostrou-se confiante em alcançar os resultados esperados para a totalidade do ano.

Companhias do Grupo SATA apresentaram resultados do 1º trimestre pressionados com os custos operacionais

 

O Grupo SATA apresentou hoje os resultados do primeiro trimestre das suas companhias aéreas; SATA Air Açores e Azores Airlines indicando que foram pressionados fortemente com os custos operacionais.

O Grupo refere que a trajetória de crescimento sustentável e consistente da Azores Airlines mantém-se no primeiro trimestre de 2024, à semelhança do verificado em 2023. Apesar de, por regra, o primeiro trimestre nas companhias aéreas ser o pior do ano, as Receitas atingiram 47,1 milhões de euros no primeiro trimestre de 2024, o que representa um crescimento de 31,5% (+11,3 milhões de euros), em comparação com o período homólogo, e de 115,5% (+25,3 milhões de euros) quando comparado com o período pré-pandemia (2019), comprovando a tendência de forte crescimento da atividade da companhia, alicerçada no aumento de capacidade em rotas core, mais ligações e a introdução de novas rotas.

Este crescimento de receita é sustentado pela evolução muito positiva dos passageiros transportados que, no primeiro trimestre de 2024, cresceram 29,1% face ao primeiro trimestre de 2023, para 286 mil (+64 mil passageiros transportados), e pela melhoria da yield. O número de voos realizados ascendeu a 2.095 representando, igualmente, um incremento face a 2023 e 2019, de +18% e de +65%, respetivamente. O load factor (taxa de ocupação) melhorou 7,7 p.p. face a 2023, tendo ascendido a 78,5% no primeiro trimestre de 2024.

De notar que entraram ao serviço da Azores Airlines no primeiro trimestre de 2024 duas novas aeronaves A320neo, fazendo estas parte do plano de renovação da frota, com tecnologia de última geração, representando um salto significativo em termos de eficiência operacional e consequente redução do impacto ambiental.

Apesar do crescimento significativo das Receitas (+31,5%), assistiu-se a um crescimento dos custos operacionais de 24,6%, para 55,6 milhões de euros (+11 milhões de euros face ao período homólogo), fortemente impactados pelo crescimento dos gastos com irregularidades (+116,6%; +1,1 milhões de euros), de ACMIs (+112,3%; +0,4 milhões de euros), das comissões/GDS (+79%; 2,7 milhões de euros), do handling (+52,6%; 2,1 milhões de euros) e da manutenção (+45,2%; 1,2 milhões de euros).

O aumento de custos superior ao aumento das receitas impactou o EBITDA, que ascendeu a -8,5 milhões de euros e que compara com os -8,8 milhões de euros do primeiro trimestre de 2023.

O Resultado Antes de Juros e Impostos (“EBIT”) apresenta uma deterioração de 1,9 milhões de euros quando comparado com o primeiro trimestre de 2023, impactado não só pelo EBITDA, mas também pelo aumento das depreciações relacionadas com as aeronaves provocado pelo aumento de duas aeronaves quando comparado com 2023 e um incremento de gastos com manutenções estruturais.

Os resultados líquidos ascenderam a -25,6 milhões de euros no primeiro trimestre de 2024, o que representa uma deterioração de 2,9 milhões de euros face ao período homólogo refletindo, não só os impactos acima mencionados, como também um acréscimo das imparidades relacionadas com as reservas dos lessors das aeronaves, bem como de juros do empréstimo intragrupo suportados.

Os resultados da Azores Airlines continuam a não considerar qualquer remuneração pela realização das rotas ao abrigo das Obrigações de Serviço Público (“OSP’s”) entre a Região Autónoma dos Açores e o Continente e a Madeira, que têm apresentado historicamente défices de exploração, estando neste momento a decorrer um concurso público internacional para as referidas OSP’s e tendo a Azores Airlines assegurado a manutenção destas rotas até outubro de 2024, por forma a garantir a continuidade da operação e da mobilidade dos açorianos.

No que se refere à SATA Air Açores, a companhia apresenta no primeiro trimestre de 2024 uma melhoria da sua performance, mantendo a tendência de crescimento e de recuperação de resultados, não obstante ter uma forte pressão sobre os custos, nomeadamente com manutenção de aeronaves cujo reflexo nas contas se vai acentuar ao longo de 2024.

No primeiro trimestre de 2024 a SATA Air Açores realizou 3.210 voos (+67 voos; +2,1% face a 2023), tendo o número de passageiros transportados atingido 162 mil, representando um acréscimo de 8,9% face ao período homólogo, o que se traduz num aumento do load factor de 6 p.p. para 74,9%.

As Receitas totais da SATA Air Açores atingiram 21,7 milhões de euros, +10,5% face ao período homólogo (+2,1 milhões de euros), tendo o EBITDA atingido os -0,8 milhões de euros no primeiro trimestre do ano, o que representa uma melhoria de 0,4 milhões de euros face a igual período de 2023. O EBIT, apesar de negativo, apresentou igualmente uma melhoria de 0,5 milhões de euros, tento atingido os -3,4 milhões de euros.

No que diz respeito aos custos operacionais, e comparando com o mesmo período de 2023, assistiu-se a um acréscimo mais significativo dos custos comerciais (+27%), dos custos com manutenção (+9%) e dos custos com pessoal (+8%). De notar que a SATA Air Açores está a levar a cabo um conjunto de manutenções estruturais e de reparação de motores dos aviões da sua frota, num montante estimado de cerca de 25 milhões de euros em 2024, cujo impacto nas depreciações se acentuará ao longo de 2024 e anos seguintes, sendo, contudo, o impacto financeiro e de exigência de capital imediato. Até à data foram pagos cerca de 4,5 milhões de euros referentes a essas manutenções.

Ao nível do resultado líquido, assistiu-se a uma melhoria de 2,3 milhões de euros no primeiro trimestre de 2024 face ao período homólogo, impactado, sobretudo, pelos melhores resultados operacionais e pela redução dos encargos com financiamentos em resultado da liquidação antecipada do empréstimo obrigacionista de 60 milhões de euros em setembro de 2023.

Azul vai operar com Airbus A321F

A Azul Cargo, divisão de carga da Azul Linhas Aéreas, vai operar, a partir do 1º semestre de 2025, no próximo ano com duas unidades do Airbus A321F, versão cargueira do maior avião da família A320.

A vinda do A321F é uma opção mais rentável frente aos atuais Boeing 737-400F, permitindo um aumentando de capacidade para +14,6k toneladas por ano.

As atuais aeronaves deverão entrar em phase-out na frota da companhia e devolvidos aos respetivos lessors.


O A321F oferece um total de 14 posições de paletes e contêineres no convés principal e 10 no convés inferior, resultando numa carga útil de 28 toneladas por aeronave.

Comparado a modelos de cargueiros de classe semelhante, o A321F é considerado a melhor opção para o meio ambiente e reduz as emissões de Co2, com uma redução de 20% na queima de combustível e o seu desempenho aprimorado em alcance, carga útil e capacidade de volume. O tipo de aeronave também é reconhecido como um dos tipos de frota de fuselagem estreita mais avançados tecnologicamente na sua classe.

Exemplo de um Airbus A321F:

Suspeita de interferência Russa: Interferência GPS obriga Finnair a cancelar voos

 

A Finnair anunciou que vai suspender os seus voos de Helsínquia para Tartu, na Estónia, até o final de maio, devido a interferências de GPS.

O aeroporto de Tartu atualmente apenas opera com um procedimento de chegada baseado em GPS, portanto as aeronaves não podem aterrar durante o período de interferência do GPS. Espera-se que o serviço seja retomado depois que o aeroporto implementar um procedimento de abordagem não GPS.

Esta situação acontece depois que milhares de voos de companhias aéreas comerciais na Europa tiveram os seus dados de GPS bloqueados, com suspeitas apontadas para a Rússia devido às tensões contínuas sobre o conflito na Ucrânia.

A região do Mar Báltico, apelidada de “Lago NATO”, foi particularmente afetada, com dezenas de milhares de voos a enfrentarem problemas de navegação desde agosto, levantando preocupações com a segurança.

Num incidente ocorrido no passado dia 26 de abril, um voo da Finnair de Helsínquia para a Estónia não conseguiu aterrar no aeroporto de Tartu devido a interferências de GPS. O voo AY1045 teve de regressar ao aeroporto de origem, uma vez que não conseguiu fazer a aproximação e aterrar.

Os especialistas observam que o bloqueio de GPS aumentou nos últimos tempos, impactando os procedimentos de tráfego aéreo em toda a região.

Apesar das suspeitas apontarem para a Rússia, ainda não foram estabelecidas provas concretas.

TAAG celebra acordo com o Grupo Air France-KLM para manutenção da frota Boeing 777

 

A TAAG Linhas Aéreas de Angola anunciou a formalização uma parceria com a Air France Industries KLM Engineering & Maintenance (AFI KLM E&M).

Este acordo, com validade de cinco anos, inclui suporte para a pool e para componentes de reparação, bem como um MBK (Main Base Kit) para a sua frota de aeronaves de cinco Boeing 777-300 e três Boeing 777-200.

Este acordo de suporte para componentes tem o simbolismo de ser o primeiro celebrado entre a TAAG e a Air France Industries KLM Engineering & Maintenance, um reflexo de uma parceria de longo prazo que está a ser construída entre ambas as entidades.

É com satisfação que anunciamos a parceria com a Air France Industries KLM Engineering & Maintenance, um fornecedor confiável de serviços de MRO. Este acordo de 5 anos garantirá fiabilidade e eficiência da manutenção da nossa frota de Boeing 777 que é crucial para as nossas operações. Auguramos por um relacionamento forte e de longo prazo com o nosso parceiro”, afirma Nelson de Oliveira, Presidente do Conselho Executivo da TAAG.

Estamos entusiasmados por ver hoje a renovação desta parceria com a TAAG na sua frota de Boeing 777. Continuaremos a fornecer-lhes suporte para pool e componentes de reparação da mais alta qualidade. E através desta parceria estamos também entusiasmados por aprofundar a nossa presença em África e expandir o nosso alcance na região”, afirma Géry Mortreux, Executive Vice President da Air France Industries.

Administração da SATA contra privatização da Azores Airlines

 

Duarte Freitas, Secretário Regional das Finanças, Planeamento e Administração Pública, avançou que o Governo já tem na sua posse o parecer do Conselho de Administração da SATA, recebido na quarta-feira dia 24 de abril. No entanto, não quis adiantar mais sobre o assunto e sobre o conteúdo do documento.

Sabe-se apenas que no parecer o Conselho de Administração da SATA sugere não prosseguir com o atual concurso de privatização da companhia, defendendo a sua anulação.

Os sindicatos também se opuseram à venda da transportadora do grupo SATA à Newtour/MS Aviation. O Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos (SITAVA), que representa o pessoal de terra, considerou que a Newtour/MS Aviation “não apresenta as mínimas condições para garantir a continuidade da operação da companhia”, enquanto o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), que representa os tripulantes de cabine, pediu a abertura de um novo concurso público.

Os pilotos querem que SATA “chumbe” a venda da companhia aérea, mas ao governo regional caberá a decisão final sobre a privatização da Azores Airlines.

O concurso público internacional para a privatização de entre 51% e 85% da companhia aérea terminou com apenas um candidato viável, a MS Aviation GmbH e pela Newtour Azores, S.A. A proposta do consórcio recebeu uma notação de 46,69 pontos em 100 do júri, uma avaliação de “suficiente”, tendo em conta que a nota positiva começa em 25. O júri, encabeçado pelo economista Augusto Mateus, avisou na altura para a falta de “força financeira” do consórcio para garantir a execução do caderno de encargos e a sustentabilidade da companhia aérea.

O grupo Newtour é dono das agências de viagens Bestravel e Picos de Aventura, do operador Soltrópico e outras marcas ligadas ao turismo. Em junho, comprou a companhia de aviação austríaca MS Aviation, em conjunto com a angolana Bestfly. O consórcio ofereceu 6,6 euros para adquirir 76% da Azores Airlines, num valor total de 5,02 milhões de euros.

A privatização da maioria do capital é uma das exigências do plano de reestruturação acordado com a Comissão Europeia em junho de 2022, no âmbito da ajuda de 453,25 milhões de euros.
A venda terá de ser concretizada até ao final de 2025.

Boeing reduz prejuízo no 1º trimestre para quase 321 milhões de euros

 

A Boeing anunciou esta semana um prejuízo de quase 321 milhões de euros (343 milhões de dólares) no primeiro trimestre, abaixo das previsões de analistas e dos cerca de 387 milhões negativos registados no mesmo período de 2023.

“Os resultados financeiros refletem a redução nas entregas do 737 e o impacto da paralisação do 737-9”, informou a fabricante de aeronaves norte-americana, referindo-se ao incidente com um avião da Alaska Airlines, em 05 de janeiro, que perdeu uma porta enquanto voava com 117 pessoas a bordo a uma altitude de cerca de 4.876 metros.

Entre janeiro e março, o volume de negócios atingiu 16,57 mil milhões de dólares (-7,5% em termos homólogos), superando as previsões dos analistas (16,24 mil milhões), que também esperavam um prejuízo maior, de 709 milhões.

Esta perda trimestral não foi uma surpresa, tendo o diretor financeiro, Brian West, alertado, em 20 de março, que o incidente de 05 de janeiro iria pesar nos resultados trimestrais, em particular na margem operacional.

Deliveries

Three months ended
March 31

Commercial Airplanes

2024

2023

737

67

113

747

1

767

3

1

777

4

787

13

11

Total

83

130

 

A receita de aviões comerciais no primeiro trimestre de US$ 4,7 milhões de dólares e a margem operacional de (24,6) por cento refletem principalmente entregas mais baixas de 737 e considerações de clientes de aterramento de 737-9.

 

able 4. Commercial Airplanes

First Quarter

(Dollars in Millions)

2024

2023

Change

Deliveries

83

130

(36) %

Revenues

$4,653

$6,704

(31) %

Loss from operations

($1,143)

($615)

NM

Operating margins

(24.6)

%

(9.2)

%

NM

 

Durante o trimestre, o programa 737 reduziu a produção para menos de 38 unidades por mês para incorporar melhorias no seu sistema de gestão de qualidade e reduzir o trabalho deslocado na sua fábrica e cadeia de fornecimento.

Os reguladores identificaram problemas de “não conformidade” na Boeing e na subcontratada Spirit AeroSystems.

Além disso, o departamento de aviação aomercial está a implementar um plano de ação abrangente para abordar o feedback da auditoria da FAA sobre a produção do 737.

A Boeing registou 125 pedidos líquidos, incluindo 85 aviões 737-10 para a American Airlines e 28 aviões 777X para clientes, incluindo a Ethiopian Airlines.

Foram entregues 83 aviões durante o trimestre e a carteira de pedidos incluiu mais de 5.600 aviões avaliados em US$ 448 milhões de dólares.

A Boeing pretendia continuar o seu aumento até 50 unidades produzidas por mês em 2025/2026.

Numa mensagem enviada aos trabalhadores, o presidente executivo da fabricante, David Calhoun, reconheceu que a empresa está a passar por “um momento difícil” e garantiu que quase todo o ‘stock’ de 737 e 787 será entregue “até ao final do ano”.

Hi Fly realiza voos de base em Beja

 

A Hi Fly anunciou que está a realizar uma série de voos base para formar um grupo de novos pilotos.

Esta sexta-feira quatro novos pilotos realizaram o seu voo base no Aeroporto de Beja sob Comando de Carlos Mirpuri e Ruben Morais.

Os novos pilotos tiveram de completar 6 aterragens e descolagens aos comandos do Airbus A330-200 9H-TQP.

A companhia indica que este sábado um novo grupo de pilotos irá realizar o seu voo base.

A título de curiosidade, o treino base geralmente consiste num mínimo de seis descolagens e aterragens e é a primeira experiência de pilotar uma aeronave comercial. Um padrão de circuito é realizado para permitir que o piloto complete o número necessário de descolagens e aterragens com um padrão seguro e satisfatório. 

 

50 anos do 25 de abril: Sobrevoo da Força Aérea Portuguesa (com vídeo)

 

Portugal celebrou esta quinta-feira o 50.º aniversário do 25 de Abril com um programa de comemorações alargado, que incluiu a tradicional sessão solene no Parlamento e o desfile na Avenida da Liberdade, em Lisboa.

Durante a parada militar no Terreiro do Paço o Spotter Lisbon Airport Spotting capturou as imagens, abaixo, do sobrevoo de algumas aeronaves da Força Aérea Portuguesa:

Na madrugada de 25 Abril de 1974, forças militares ocuparam pontos estratégicos em Lisboa e derrubaram a ditadura do Estado Novo, implantada também por militares em 1926.

Às primeiras horas da manhã, militares de vários ramos, ocuparam pontos estratégicos na capital portuguesa, com o objetivo de derrubar o regime do Estado Novo. Os sinais de código para dar o arranque das operações – canções de Paulo de Carvalho e Zeca Afonso – foram transmitidos através da rádio nas horas anteriores.

A zona dos ministérios, órgãos de comunicação e outros locais considerados sensíveis foram subjugados pelos militares sublevados.

A reação do regime foi lenta e ineficaz. O presidente do Conselho de Ministros, Marcello Caetano, refugiou-se no Quartel do Carmo, de onde saiu sob escolta militar do capitão Salgueiro Maia, em direção ao exílio. Nas horas seguintes foi criada a Junta de Salvação Nacional.

Azul anuncia nova rota entre Recife e a cidade do Porto

 

A companhia área brasileira Azul, vai operar uma nova rota entre o Aeroporto Internacional do Recife e o Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Port.

A nova operação está programada para ter início no 4º trimestre de 2024.

O anúncio foi feito pelo ministro de Portos e Aeroportos (Mpor), Silvio Costa Filho, o prefeito de Recife, João Campos, e representantes da Azul Linhas Aéreas.cife e o Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, está programada para ter início no 4º trimestre de 2024.

O novo voo, segundo Silvio Costa Filho, é resultado de intensa articulação de esforços realizado junto ao Ministério do Turismo, com participação da Embratur, além do Governo do Estado de Pernambuco e da Prefeitura de Recife.

O governante acrescenta ainda que o presidente Lula reforçou o compromisso com o desenvolvimento da aviação internacional e regional, destacando que “esse voo vai estimular o turismo do Nordeste“, referindo-se à opção dos brasileiros em escolher a capital pernambucana como rumo para a cidade do Porto.

De recordar que antes da Covid-19, a Azul operava um voo entre Campinas e o Porto cinco vezes por semana.

Transavia anuncia aumento de capacidade em 5% entre Portugal e França

 

A Transavia, subsidiária low-cost do grupo Air France-KLM anunciou que vai manter a sua capacidade em voos de/para Portugal, um dos mercados mais importantes da sua rede, no próximo horário de inverno.

Com 39 voos por semana semana a partir do Porto e 32 voos por semana a partir de Lisboa, Paris-Orly vai ser o principal destino este inverno.

No total, a companhia vai operar 16 rotas de Portugal para França, Países Baixos e Bélgica. No que respeita aos voos entre Portugal e França, a Transavia vai aumentar a sua capacidade em 5% entre Portugal e França, face ao inverno passado.

Sempre atentos às expetativas dos nossos clientes de lazer e de negócios, especialmente os que voam de/para Portugal, um dos nossos mercados mais estratégicos, temos o prazer de propor diversas opções para que estes possam planear com antecedência as suas viagens de inverno. No total, vamos oferecer opções adicionais de viagem neste inverno através das nossas 16 rotas entre Portugal, França, Países Baixos e Bélgica.” afirmou Nicolas Hénin, vice-presidente executivo de vendas e marketing da Transavia France.

Os clientes portugueses podem agora escolher entre 6 destinos; em França (Paris e Nantes), nos Países Baixos (Amesterdão, Eindhoven e Roterdão) e na Bélgica (Bruxelas).

Com mais 7 voos que no inverno passado, a rota Porto – Paris será a mais beneficiada, com até 39 voos semanais, seguida de Lisboa – Paris, com 32 voos semanais.

Programa de voos da Transavia no Inverno 2024-25

Amesterdão

Faro : até 2 voos/dia

Funchal : até 5 voos/semana (segunda, quarta, quinta, sábado e domingo)

Lisboa : até 2 voos/dia

Porto : até 1 voo/dia

Eindhoven

Faro : até 1 voo/dia

Lisboa : até 5 voos/semana (à segunda, terça, quinta, sexta e domingo)

Nantes

Lisboa : até 4 voos/semana (à segunda, quarta, sexta e domingo)

Porto : até 2 voos/semana (à quinta e domingo)

Funchal : até 1 voo/semana (ao sábado)

Paris-Orly

Faro : até 1 voo/dia (todos os dias da semana)

Funchal : até 2 voos/semana (à sexta e sábado)

Lisboa : até 32 voos/semana (todos os dias da semana)

Porto : até 39 voos/semana (quase 6 voos todos os dias da semana)

Roterdão

Faro : até 1 voo/dia

Lisboa : até 3 voos/semana (à terça, quinta e domingo)

Bruxelas

Faro : até 6 voos/semana (à segunda, terça, quinta, sexta, sábado e domingo)

HiFly vai recrutar Tripulantes de Cabine no dia 14 de maio

A HiFly vai realizar um Open Day para recrutar Tripulantes de Cabine no próximo dia 14 de maio.

O Open Day vai decorrer em Lisboa, Hotel Olissipo Marquês de Sá (Av. Miguel Bombarda 130, 1050-167 Lisboa), a partir das 9h00.

A companhia sublinha que os interessados devem seguir os seguintes critérios:

Idade mínima: 21 anos;

Altura: superior a 1,60m (Senhoras) e 1,70m (Homens);

Fluência em Inglês e de preferência em outro(s) idioma(s);

12º Ano completo (formação superior factor preferencial);

Saber nadar;

Boa apresentação e postura, simpatia e educação;

Excelente estado de saúde (preferência por candidatos não fumadores e que não usem lentes de contacto ou óculos de correcção);

Disponibilidade para longos períodos de ausência no estrangeiro;

Responsabilidade, flexibilidade e capacidade para trabalhar em equipa;

Facilidade de comunicação, gosto em lidar com o público;

A companhia sublinha que para o Open Day:

» os candidatos devem-se apresentar de forma formal e semelhante ao de um comissário de bordo / tripulante de cabine:

Homens com fato e gravata, barba totalmente raspada.

Senhoras com saia, collants (não coloridos), cabelo amarrado e maquiagem.

» os candidatos devem levar consigo, o cartão do cidadão, CV, fotografia e, se aplicável, Atestado de Tripulação de Cabine e Relatório Médico. 

Dash Q200 CS-TRB de regresso com nova pintura

 

Esta terça-feira está de regresso a Ponta Delgada o Dash Q200 da SATA Air Açores que recebeu recentemente trabalhos de pintura.

A aeronave em questão é o CS-TRB com o número de série 476 que estava a realizar o voo SP9001.

A aeronave realizou uma escala técnica no Porto para reabastecimento na sua viagem desde Norwich, no Reino Unido, onde recebeu a nova livery para Ponta Delgada.

No dia 9 de abril tínhamos dado conta do movimento invulgar no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, com a visita daquela aeronave.

O momento da passagem foi assinalado pelo Spotter Carlos Seabra e é possível ver que a aeronave recebeu o mesmo esquema gráfico do Dash Q400 CS-TSE.

A título de curiosidade, recentemente o Grupo SATA, indicou que está a ser estudada na SATA Air Açores a substituição da frota mais antiga.

As aeronaves mais antigas na companhia são os dois Dash Q200, o CS-TRB ‘Graciosa’ (com o número de série 476) e o CS-TRC ‘Faial’ (com o número de série 480).

As duas aeronaves têm cerca de 27 anos e voaram anteriormente pela Horizon Air, chegaram aos Açores em maio de 2009.

A 27 de julho de 2009, realizava-se o voo inaugural entre a ilha de São Miguel e a Ilha do Corvo, com o Dash Q200, dois meses depois das aeronaves terem chegado aos Açores devido ao processo de certificação pelo então Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC).

Os dois aviões podem transportar até 37 passageiros e chegaram para substituir o Dornier que transportava apenas 18 passageiros.

A aquisição dos dois Q200, representou à data um investimento de 11 milhões de euros, e estava integrada na renovação da frota da SATA Air Açores, que contava também com a integração dos quatro novos Q400 Next Gen.

Resta saber qual a aeronave mais atual que pode responder tanto à capacidade de carga, transporte de passageiros e operacionalidade em pistas curtas.

easyJet abre candidaturas para formação de 200 pilotos

 

A easyJet anunciou que as candidaturas para o seu Programa de Formação de Pilotos já estão a decorrer, sendo objetivo da companhia recrutar 200 destes profissionais.

A easyJet indica que este recrutamento é parte do seu esforço para que 1000 novos profissionais se juntem à companhia aérea até 2027.

“Mais de 1000 novos pilotos deverão ingressar na easyJet até 2027, como parte de uma campanha de recrutamento de cinco anos, com cerca de 200 vagas agora disponíveis para candidatura, ainda este ano”.

A formação e treino destes pilotos vai decorrer em Gatwick, Milão, Bruxelas ou Madrid, estando ainda previsto que algumas fases de treino de voo decorram nos EUA, em conjunto com OS Centros de Formação CAE.

“Após a boa conclusão do curso, os graduados iniciam as suas carreiras a voar como copiloto na easyJet”, garante a transportadora low cost britânica.

Para se candidatarem, os candidatos devem ter 18 anos ou mais no momento em que iniciam a formação e possuir o Ensino Secundário terminado, sendo ainda obrigatório apresentar o certificado de língua inglesa com o nível mínimo B2.

As candidaturas podem ser feitas AQUI

BestFly – TICV suspende operação em Cabo Verde

 

A TICV – Transportes Interilhas de Cabo Verde emitiu um comunicado hoje a dar conta que foi surpreendida com a receção, no dia 19 de abril de 2024, de uma carta da Agência de Aviação Civil (AAC) de Cabo Verde dando conta de que, após aprovação inicial, tomou a decisão de revogar a aprovação que tinha concedido para o contrato de wet lease de uma aeronave mobilizada para regularizar a conectividade interilhas em Cabo Verde e que já se encontrava no país.

Como anunciado anteriormente pela TICV, a entrada desta aeronave em Cabo Verde tinha como objetivo assegurar a manutenção do serviço prestado pela transportadora, suprindo a ausência de duas aeronaves que se encontram imobilizadas por motivo de manutenção. Todos os esforços foram encetados para garantir a maior rapidez possível no processo de mobilização dessa aeronave, estando a TICV ciente de que a ligação interilhas em Cabo Verde desempenha um papel fundamental na coesão territorial, social e económica do país.

A TICV refere que ficou ainda mais surpreendida com a justificação da revogação da aprovação do contrato de wet lease tenha decorrido do facto de a AAC considerar que “não é plausível” o enquadramento do pedido da TICV. No que a wet leases diz respeito, a regulamentação cabo-verdiana é clara: este mecanismo pode ser utilizado como reforço da frota ou devido à indisponibilidade da mesma em casos como trabalhos de manutenção. O enquadramento apresentado pela TICV para o pedido de aprovação do contrato de wet lease está ao abrigo e em total conformidade com a regulamentação local.

A TICV recorda que o pedido de aprovação do contrato de wet lease, da maior importância para assegurar o bom funcionamento da ligação interilhas, deu entrada na AAC no dia 1 de abril de 2024, tendo sido tratado com uma morosidade que não se coaduna com a premência do pedido em análise.

A TICV agiu e procedeu em absoluta conformidade com a regulamentação da aviação civil cabo-verdiana. Do lado da AAC, o pedido de aprovação de um contrato para a entrada temporária de uma aeronave em operação, com vista a regularizar a ligação interilhas, foi recebido no que consideramos ser um clima de desconfiança, lentidão e hostilidade, ainda que o procedimento, por parte da TICV, tenha sido levado a cabo com toda a regularidade”, refere Nuno Pereira, CEO da BestFly World Wide, acionista maioritário da TICV.

Temos cumprido o compromisso que assumimos para com Cabo Verde e para com os cabo-verdianos. Sabemos da importância que a ligação interilhas tem num país que dela depende para a deslocação dos seus cidadãos e para o apoio à sua atividade económica. E, também por isso, procurámos nortear a nossa ação pelo dever de fomentar uma relação de confiança e estabilidade com os clientes da TICV. No entanto, temos operado num ambiente de negócios tóxico e punitivo, que condiciona severamente a nossa capacidade de ação, apesar do investimento contínuo que temos feito na conectividade doméstica. Este contexto, longe de ser o ideal, tem sido marcado por situações de franca anormalidade, que impedem uma resposta rápida aos desafios com que qualquer operação aérea se depara e que em nada contribuem para o desenvolvimento económico de Cabo Verde. Sugiro que as autoridades cabo-verdianas façam a devida análise de quantas companhias já operaram em Cabo Verde nos últimos 10 anos. Acredito que o resultado dessa análise deve justificar uma profunda reflexão sobre o ambiente de negócios vivido no país”, acrescenta Nuno Pereira, CEO da BestFly World Wide, acionista maioritário da TICV.

A empresa sublinha que pelos motivos suprarreferidos, acredit não estarem reunidas as condições para prosseguir com o trabalho que tem vindo a desenvolver, a BestFly World Wide, acionista maioritária da TICV, tomou a difícil decisão de deixar de operar definitivamente em Cabo Verde e suspender a operação da companhia TICV no país, tendo esse pedido de suspensão já sido apresentado junto da AAC.

CEO da Royal Air Maroc confirma lançamento de concurso para 200 aeronaves

A Royal Air Maroc (RAM) confirmou o lançamento de um concurso para aquisição de até 200 novas aeronaves.

Os ambiciosos planos de crescimento da companhia aérea marroquina não são uma surpresa. Já no verão de 2023, soube-se que a Royal Air Maroc pretendia quadruplicar a sua frota (em abril de 2024 opera 52 aeronaves) até ao final da década.

O CEO da companhia aérea, Abdelhamid Addou, anunciou no passado dia 18 de abril que tinha sido lançada oficialmente uma solicitação de propostas (RFP) para expansão da frota.

Os termos desta iniciativa não foram tornados públicos, mas presume-se que englobem tanto aeronaves de longo e médio curso.

O crescimento da Royal Air Maroc é estratégico para Marrocos, que espera apoiar, desta forma, o crescimento contínuo da sua indústria turística.

Em 2023, Marrocos recebeu um recorde de 14,5 milhões de visitantes, número que deverá aumentar para 17,5 milhões em 2026 e para 26 milhões em 2030, ano em que organizará o Campeonato do Mundo FIFA juntamente com Espanha e Portugal.

Novos modelos no mercado 1:400 e 1:200

 

Descubra os novos modelos no mercado à escala 1:400 e 1:200

1:400

Airbus A380 Emirates Rugby World Cup France 2023 A6-EOE – XB0002

 

Airbus A380 Hi Fly 9H-MIP detachable gear – AV4187

 

1:200

Airbus A321-231 American Airlines / Allegheny N579UW – IF321AA579

 

Lockheed C130E Iran Air Force 5-114 – ART02114IIH

 

Airbus A319-111 Iberia Retro Scheme EC-KKS – IF319EC0124

 

Airbus A321-231 American Airlines / Piedmont N581UW – IF321AA581

 

Airbus A321-231 American Airlines / PSA N582UW – IF321AA582

 

Airbus A319-133/CJ Brazilian Air Force FAB2101 – IF319BRZAF

 

Airbus A321-231 American Airlines / US Airways N578US – IF321AA578

 

Airbus A319-112 Lufthansa City D-ABGH – JF-A319-021

 

Airbus A319 Etihad A6-EIE – IF319EY0923

 

Airbus A321-200 American Airlines “Stand Up To Cancer” N162AA – IF321AA0124

 

Airbus A321neo Transavia PH-YHZ – IFLHS007

 

Airbus A319-112 Finnair OH-LVE Retro Scheme – IF319AY1123

 

Airbus A321-231 American Airlines / America West N580UW – IF321AA580

 

Boeing 767-300ER Qantas VH-ZXA – IF763QF1223

 

 

Air India despede-se da sua frota de Boeing B747-400 (com vídeo)

Descolou ontem rumo ao seu destino final um dos quatro Boeing B747-400 da Air India. Tratou-se da aeronave com a matrícula VT-EVA e número de série 28094.

A aeronave descolou do aeroporto de Mumbai com destino ao “cemitério” de aviões em Roswell, cidade do estado do Novo México, Estados Unidos.

A descolagem ficou marcada pelo tradicional “adeus” realizado pelos pilotos ao balançar a aeronave de um lado para o outro, como é possível ver no vídeo abaixo:

De acordo com as informações os quatro B747-400 foram adquiridos pela AerSale (Estados Unidos da América. A aquisição encerra uma longa campanha de marketing para vender a aeronave, que operou voos lucrativos pela última vez para a companhia aérea em 2021.

A empresa de remarketing Skytech-AIC, sediada no Reino Unido, foi responsável pela venda do: VT-ESO construído em 1993 (msn 27165), o VT-ESP construído em 1994 (msn 27214, o VT-EVA construído em 1996 ( msn 28094) e VT-EVB (msn 28095).

Sabe-se para já que duas das aeronaves serão convertidas em cargueiros e outras duas serão desmanteladas. 

Entre 1971 e 2001, a Air India operou um total de vinte e cinco tipos de B747, incluindo nove B747-200B, dois B747-300M, treze B747-400 e um B747-400M. 

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