Segundo várias notícias internacionais, a Hi Fly admite vir a operar mais “uns” Airbus A380, esta informação foi contida num email de resposta da companhia à agência de notícias Bloomberg.
Caso se venha a confirmar a introdução do segundo A380, na frota da companhia não será uma novidade uma vez que quando a Hifly apresentou o seu primeiro A380 já colocava no ar essa possibilidade.
Com o fim do programa A380, o interesse no avião não deixou de existir, mudou apenas de foco, para as companhias que operam charters e segundo a notícia, indica mesmo, que o Airbus A380 da Hifly atraiu significativo interesse comercial e que a companhia prevê vir a ter um verão cheio de trabalho.
Segundo a mesma notícia, a companhia só irá avançar com a incorporação de mais um A380 após um estudo de um ano financeiro completo.
Desde que incorporou o A380, no início do verão passado, a HiFly, que opera principalmente em ACMI, operou com o A380 para o Thomas Cook Group, para a Norwegian Air Shuttle e para a Air Austral.
A Hi Fly tornou-se a primeira companhia a incorporar um A380 em segunda mão, ao ficar com um dos aviões devolvidos pela Singapore Airlines ao lessor Dorice GmbH.
A Emirates anunciou hoje a abertura de uma nova rota para Portugal.
A próxima cidade a receber os voos da Emirates será a cidade do Porto a partir do dia 2 de julho, com 4 voos semanais.
A nova rota será operada em equipamento Boeing 777-300ER, com uma configuração de três classes, oito suites privadas na Primeira Classe, 42 lugares em Classe Executiva e 310 lugares em Classe Económica.
Em comunicado Tim Clark, presidente executivo da Emirates Airline, destaca: “O Porto está actualmente a desfrutar dos maiores níveis de turismo, o que também reflecte o crescimento do número de visitantes para Portugal como um todo. A introdução deste novo voo, juntamente com o nosso serviço de dois voos diários para Lisboa, irá ajudar a satisfazer esta crescente procura de viajantes em lazer e negócios, ao mesmo tempo que lhes proporciona uma maior escolha, flexibilidade e conectividade ao viajar para Portugal”.
O voo entre Dubai e o Porto (EK197) será realizado às terças, quintas, sábados e domingos. O voo está programado para descolar do Dubai às 9h15 e hora prevista de aterragem no Porto às 14h30. O voo de regresso, o EK198, partirá do Porto às 17h35 e aterrará no Dubai às 04h15 da manhã seguinte.
De salientar que a zona norte do país é rica na indústria do têxtil e calçado e o novo voo vai permitir à Emirates SkyCargo uma disponibilidade de 18 toneladas, por voo.
Aterra hoje, 18 de fevereiro, no Londres Heathrow o B747-400 (G-BYGC ) da British Airways com uma das pinturas comemorativas dos 100 anos da companhia. O voo de regresso da aeronave depois de passar pelo processo de pintura é o BA100
O avião irá manter esta pintura até 2023, ano em que será feito o seu phase-out.
A companhia aérea seleccionou algumas aeronaves para pintar com esquemas retro. O primeiro esquema gráfico escolhido foi o da BOAC
Esta é a primeira aeronave a receber uma pintura comemorativa, no período 1964-1974 da British Overseas Airways Corporation (BOAC).
A BOAC foi a antecessora directa da British Airways, tendo combinado com a British European Airways (BEA) para formar a marca British Airways em 1974.
O presidente do Governo Regional dos Açores, Vasco Cordeiro, admitiu que a SATA se encontra a viver uma situação financeira “muito delicada”, apesar de acreditar que a companhia vai ser capaz de continuar a oferecer o “melhor serviço” às comunidades açorianas.
De acordo com a Lusa, Vasco Cordeiro falou sobre a SATA durante uma visita oficial à Califórnia, EUA, onde deu uma aula sobre os Açores do século XXI, na qual foi questionado, durante o período de perguntas e respostas, sobre as rotas da SATA para aquele estado norte-americano e as dificuldades de açorianos e lusodescendentes chegarem aos Açores.
“Há uma diferença entre as possibilidades, a disponibilidade e o que pode ser feito. Não vou entrar em detalhes, mas acredite que se a questão fosse política, a SATA voaria de Fresno, Tulare” e de outras localidades californianas, asseverou o presidente do Governo Regional dos Açores.
Vasco Cordeiro explicou depois que a SATA tem “responsabilidades de voar para o continente” e manter outras operações, a exemplo de Boston ou Toronto, para onde a companhia internacional da SATA, a Azores Airlines, realiza operações.
O líder do executivo açoriano disse que fica “triste” quando sucedem episódios como cancelamentos que obriguem os passageiros a ficar retidos em aeroportos, mas garante que a companhia açoriana tem vindo a trabalhar para “providenciar um cada vez melhor serviço” às comunidades.
Acessibilidades aéreas aos Açores não se esgotam na SATA
O presidente do Governo dos Açores, Vasco Cordeiro, lembrou que as acessibilidades aéreas à região não se esgotam na SATA, valorizando o trabalho da companhia aérea na melhoria do seu serviço.
Vasco Cordeiro falava à agência Lusa, RTP e Antena 1 no final de cinco dias de visita oficial à Califórnia, tendo a transportadora aérea açoriana sido tema recorrente nos contactos com a diáspora daquele estado norte-americano.
“A SATA mantém, é um objetivo estratégico, a ligação com a diáspora”, mas “não se pode pedir” à empresa aquilo que não se exige a mais nenhuma companhia neste mundo”, prosseguiu Vasco Cordeiro, lembrando os “desafios” da transportadora aérea e as suas “circunstâncias próprias”, desde logo a reduzida frota para voos de e para fora do arquipélago.
“O trabalho de acessibilidades à região conta com a SATA, mas não se esgota apenas na SATA”, declarou ainda o governante, lembrando a ligação aérea da Delta que existe entre Nova Iorque e Ponta Delgada.
A TAP Air Portugal enviou um comunicado interno aos seus colaboradores a esclarecer a notícia publicada pelo Jornal SOL, este fim de semana.
De salientar que a companhia tem ao serviço três aviões A330neo, estando previsto receber brevemente mais dois modelos.
No total a companhia vai ter 21 A330neo na sua frota, estando a entrega completa por parte da Airbus até ao final segundo semestre do próximo ano.
Na sequência da notícia hoje publicada na edição do Jornal SOL, enviamos para esclarecimento de todos o seguinte Comunicado Interno:
Não existe qualquer limitação de passageiros e as novas aeronaves A330 NEO já ao serviço da Companhia têm tido uma eficiência operacional maior do que a média da frota da TAP e acima da expectativa do fabricante. As novas aeronaves estão aptas a fazer voos com lotação máxima. Em qualquer voo, de qualquer aeronave, o payload de carga é ajustado aos passageiros e ao volume de combustível abastecido.
A TAP pode assegurar que os primeiros três meses de operação destas aeronaves foram um absoluto sucesso, avaliado e comprovado pela Airbus.
Os novos aviões A330 NEO já estão certificados para os Estados Unidos.
“O Airbus A330neo tem tido uma ótima performance desde a sua entrada ao serviço da TAP. Os novos A330neo já têm certificação da EASA para ETOPS 300 minutos, o que comprova a fiabilidade dos motores Rolls-Royce Trent 7000”, afirma François Caudron, Vice Presidente da Airbus.
A TAP repudia de forma veemente todas as acusações falsas e infundadas divulgadas hoje na edição do jornal SOL, acerca das novas aeronaves NEO.
A TAP está sempre disponível para esclarecer as perguntas de todos os jornalistas. O Jornal SOL optou por ignorar os diversos contactos da Direção de Comunicação da TAP com vista ao esclarecimento das informações que originaram a notícia hoje divulgada.
A TAP reserva-se o direito de acionar os meios que lhe assistem ao abrigo da lei para que, de uma vez por todas, termine a forma desrespeitosa com que este jornal trata os trabalhadores e fornecedores da TAP, ignorando ainda a ética e deontologia jornalística.
O Blogue Pássaro de Ferro partilhou as fotografias da chegada dos dois primeiros helicópteros Leonardo AW119 Koala para a Força Aérea Portuguesa.
Com a chegada dos primeiros aparelhos começa a chamada capacidade operacional inicial (IOC, sigla em inglês) dos Koala, na base aérea de Beja.
Foto: Pássaro de Ferro
Os Koala AW119 operam de noite e estão equipados para apoiar as operações de combate aos fogos. Mas, em termos militares, estes helicópteros ligeiros podem cumprir as missões até agora desempenhadas pelos Alouette: instrução básica e avançada de voo, busca e salvamento, evacuação sanitária, patrulhamento e observação.
Foto: Pássaro de Ferro
Capaz de transportar até sete passageiros ou uma maca e cinco passageiros, os Koala podem deslocar ainda 1400 quilos de carga suspensa.
A companhia paquistanesa Shaheen Air International (SAI), a segunda maior do país, anunciou recentemente, o fim das suas operações devido a problemas financeiros.
Nos últimos temos a indústria da aviação tem sido assolada por vários encerramentos de companhias aéreas.
Os problemas financeiros da Shaheen já tinham provocado o cancelamento de alguns voos internos da companhia.
Com o fim da companhia vão também para o desemprego perto de 4.000 funcionários. Todos os funcionários foram informados da decisão da administração da companhia que comunicou-lhes ainda que o processo de insolvência está a decorrer de acordo com a legislação em vigor no país.
A Shaheen Air Internationa teve na sua frota 16 aviões. Presentemente a companhia apenas tinha oito aviões que foram transferidas do Paquistão pela empresa de leasing irlandesa AeroCap.
Na carta de despedida enviada aos colaboradores, Aziz e Javed Sehbai, os dois irmãos paquistaneses que controlavam a companhia aérea, agradeceram aos colaboradores o empenho que sempre demonstraram na recuperação da companhia pedindo-lhes desculpa pelo facto de não terem conseguido pagar os salários nos últimos oito meses. “Agora todos os trabalhadores estão livres para mudar de emprego e, estejam certos de que a família Sehbai não está mais ligada à Shaheen Air”.
Actualmente o Paquistão tem uma companhia aérea comercial, propriedade do Estado, a PIA – Pakistan International, e mais duas companhias privadas.
A companhia aérea de baixo custo argentina Flybondi, recebeu da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a autorização para iniciar a sua operação para o Brasil.
A autorização permite à Flybondi oferecer serviço de transporte aéreo internacional regular de passageiro, carga e correio.
Neste momento a companhia aguarda apenas a autorização operacional para dar inicio aos voos.
A Flybondi pretende operar ainda este ano voos para os dois principais destinos procurados por turistas argentinos no Brasil: Florianópolis e Rio de Janeiro. Os voos tem como aeroporto de partida: Buenos Aires e Córdoba.
A Flybondi é uma companhia aérea de baixo custo com sede em Buenos Aires na Argentina fundada a 26 de janeiro de 2018, a companhia opera com aviões Boeing 737.
A Ryanair anunciou que vai começar a voar este verão com os seus novos aviões Boeing B737 Max 200 “Gamechanger” em 42 ligações de e para Londres Stansted.
As ligações à partida de Stansted incluem como destino Lisboa e Faro, a partir de Junho e Julho, respectivamente.
O novo modelo da Boeing, permite reduzir o consumo de combustível até 16% e as emissões de ruído até 40%, oferecendo mais 4% de lugares por voo que o modelo anterior, passando de 189 para 197 lugares.
Na rota entre Lisboa e Londres Stansted, a Ryanair tem previsto começar a operar com o B737 Max 200 a partir de 3 de junho, duas vezes por semana, subindo para três vezes por semana a partir de 3 de Julho.
Para Faro, a Ryanair irá operar os seus voos para Stansted com o “Gamechanger” a partir de 2 de Julho, uma vez por semana.
Um Boeing 737-800 (PK-LPS) da companhia Lion Air saiu da pista na manhã deste sábado, dia 16 de fevereiro, durante uma aterragem no Aeroporto de Pontianak Supadio, na ilha de Bornéu.
Segundo informações de agentes aeroportuárias, as condições meteorológicas eram más, com chuva torrencial e fraca visibilidade.
No voo JT714 proveniente do Aeroporto Internacional Soekarno-Hatta, em Jacarta, seguiam 182 passageiros e sete membros da tripulantes.
Apesar do incidente não houve feridos a registar, tendo os passageiros desembarcados com o auxílio da tripulação de cabine e dos bombeiros.
Como é possível verificar pela foto, o B737A B737 ficou com os trens de aterragem motores atolados na lama.
A Lion Air é uma das maiores companhias de aviação da Indonésia liderando o mercado regional. De referir que recentemente a companhia sofreu um acidente grave com a queda de um B737Max8, vitimando os 189 ocupantes.
Desde 2002 a Lion Air registou 11 incidentes graves de seguran
A companhia aérea britânica Flybmi cancelou todos os seus voos e está a solicitar uma administração de insolvência.
A Flybmi está sediada no Aeroporto de East Midlands, no Reino Unido, com bases operacionais adicionais na Grã-Bretanha e na Europa continental, incluindo Bruxelas e Munique. A companhia operava uma rota de 17 aviões regionais.
A companhia voava para Oslo, Paris, Frankfurt, Dusseldorf, Hamburgo, Dublin, Birmingham, Bristol, Edimburgo, Glasgow, Londres Heathrow, Londres Stansted, Manchester, Milão, Newcastle, Veneza e Verona.
No site da companhia é possível ler-se:
“É com o coração pesado que fizemos este anúncio inevitável hoje. A companhia aérea enfrentou várias dificuldades, incluindo os recentes aumentos nos custos de combustível e carbono, o último decorrente da recente decisão da UE de excluir as companhias aéreas do Reino Unido da participação total no Esquema de Comércio de Emissões. Essas questões prejudicaram os esforços para levar a companhia aérea ao lucro. As negociações actuais e as perspectivas futuras também foram seriamente afectadas pela incerteza criada pelo processo Brexit, que levou à nossa incapacidade de garantir valiosos contratos de voo na Europa e falta de confiança em torno da capacidade da bmi de continuar a voar entre destinos na Europa. Além disso, a nossa situação reflecte dificuldades mais amplas no sector de aviação regional que foram bem documentadas.
“Neste contexto, tornou-se impossível para os accionistas da companhia continuar seu extenso programa de financiamento para o negócio, apesar do investimento ter totalizado mais de 40 milhões de libras nos últimos seis anos. Nós sinceramente lamentamos que este curso de acção tenha-se tornado a única opção à nossa disposição, mas os desafios, particularmente aqueles criados pelo Brexit, provaram ser intransponíveis.
“Os nossos funcionários trabalharam arduamente nos últimos anos e gostaríamos de agradece-los pela sua dedicação à empresa, bem como a todos os nossos clientes fiéis que voaram connosco nos últimos seis anos”.
A Bmi Regional empregou um total de 376 funcionários baseados no Reino Unido, Alemanha, Suécia e Bélgica.
Voos
O voo desta tarde entre Bristol e Munique foi cancelado, e os aviões da Flybmi, com base em Bruxelas, foram posicionados de volta a Bristol na noite de sexta-feira e sábado de manhã.
Além disso, duas aeronaves com sede em Munique e uma em Karlstad foram posicionadas em Newcastle – sede de uma instalação de armazenamento de aeronaves. Outros dois aviões da Embraer baseados em Munique foram posicionados no Reino Unido esta tarde.
A tripulação da Flybmi, que foi escalada no fim de semana com “night-stops”, foi levada de volta para o Reino Unido, tendo os seus voos sido substituídos por “home standby”.
A Flybmi já fazia parte da icónica marca britânica British Midland International (BMI). Em novembro de 2009, a Lufthansa tornou-se a única accionista da British Midland Airlines Ltd através de uma holding britânica. A companhia aérea de bandeira alemã realizou uma extensa reestruturação na tentativa de trazer a Flybmi à lucratividade – mas isso nunca foi alcançado. Em 2012, a transportadora foi vendida para a Setor Aviation Holdings e opera de forma independente desde outubro de 2012.
A companhia aérea agora faz parte de uma empresa holding mais ampla, chamada Airline Investments Limited (AIL). O grupo é formado por duas marcas aéreas britânicas: Flybmi e Loganair. Os dois proprietários-empreendedores – Stephen e Peter Bond – têm uma longa história na aviação, tendo anteriormente possuído a Bond Aviation no Reino Unido, e sendo os investidores originais da “Alliance Airlines” na Austrália.
A companhia aérea tem várias parcerias com companhias internacionais. A Flybmi possui acordos de codeshare com a Lufthansa, a Brussels Airlines, a Air Dolomiti, a Loganair e a Air France.
Além das suas operações regulares, a Flybmi opera uma série de serviços de transporte fretados, inclusive em nome da Airbus, usando os seus aviões Embraer 145. Os voos da Airbus transportam funcionários entre os locais de fabricação da Airbus em Broughton, Bristol e Toulouse. No início deste mês, a Airbus perdeu a sua operadora de linhas aéreas de serviço de transporte de funcionários de Toulouse-Hamburgo Finkenwerder, “Germania”, após o colapso imediato da Germânia. Como resultado, a Airbus está actualmente a alugar um avião da Titan Airways.
Há duas semanas, a flybmi anunciou que anunciaria um novo voo entre Derry e Manchester “nas próximas semanas”. A companhia também informou que pode estender um voo Flybmi subsidiado pelo governo britânico entre Derry e London Stansted, mas destacou que uma decisão só será tomada “a partir de meados de fevereiro”.
A Flybmi era uma das preferidas dos viajantes de negócios devido aos horários de partida convenientes da companhia e à capacidade de voar para cidades secundárias com uma procura de viagens de negócios que, de outra forma, não seria servida.
Há apenas quatro meses, a companhia assinou uma nova parceria de codeshare com a Turkish Airlines. A parceria deu aos passageiros a possibilidade de reservar via flybmi.com e viajar de Manchester, Londres, Heathrow e Dublin para os voos da Turkish Airlines.
O excesso de capacidade no sector de aviação europeu resultou no desaparecimento das operadoras de linhas aéreas, como a Monarch Airlines, que estava presente tanto no mercado de companhias aéreas de baixo custo quanto no mercado de linhas aéreas de lazer – embora não fosse líder de mercado em nenhuma delas. A companhia aérea enfrentou uma concorrência acirrada de ambos os lados e entrou em colapso em meio a sua estratégia falha. Além disso, tanto as incertezas que cercam o Brexit quanto o preço do petróleo mais alto em 2018 eliminaram os lucros ou as tentativas de se tornar lucrativo, mesmo nas companhias aéreas mais estáveis do ponto de vista financeiro. No ano passado, o CEO da Flybmi revelou que a companhia aérea estava a considerar uma nova subsidiária da UE para garantir operações depois do Brexit, dadas as complexidades que uma saída “sem acordo” poderia oferecer às companhias aéreas britânicas que voam da UE para o estado da UE, após o Brexit.
Um aumento acentuado nas greves de Controlo de Tráfego Aéreo em toda a Europa também causaram grandes danos nas contas da companhia.
Todos os clientes com voo programados na companhia deverão aceder ao site e verificar todas as informações disponibilizadas pela companhia: SITE
O CEO da Qatar, Al Baker em entrevista ao analista de aviação, Alex Macheras, afirmou que a companhia tem nos seus planos retirar da frota os seus A380 nos próximos anos. “Os A380, no seu 10º aniversário, serão retirados da nossa frota”.
A companhia recebeu o seu primeiro Airbus A380 com aa matrícula A7-APA em setembro de 2014, tendo na sua frota 10 unidades que normalmente operam as rotas entre o Qatar e Heathrow, Guangzhou, Melbourne e Sydney.
Na mesma entrevista Al Baker acrescentou: “Uma vez que tenhamos pago as nossas obrigações financeiras, eles irão”.
Ambas as variantes do 777X, 777-8 e o 777-9 possuem capacidades de alcance similares às de 8.000 milhas náuticas do A380, tornando o modelo uma óbvia substituição do A380, especialmente quando se considera a grande capacidade de passageiros a bordo.
O 777X irá substituir o A380 em rotas, inclusive para a Austrália. A Qatar é a companhia lançadora do novo modelo da Boeing mas não será a primeira a operar.
Segundo o CEO da companhia, a Qatar pretende que outras companhias possam operar primeiro, por forma a corrigir as normais anomalias iniciais: “Vamos deixar algumas companhias aéreas opera-los e limpar todos os erros. Isso significa que seremos um dos operadores de lançamento, mas não o primeiro a operar”.
Al Baker fez questão de destacar que o 777X não será a única aeronave substituta nas rotas do A380. “Uma vez que a Airbus aumente o peso máximo de descolagem (MTOW) do A350-1000 XWB, este avião poderá fazer, com menor capacidade, as mesmas rotas que o 777X”.
Actualmente, a companhia opera o A350-900 em apenas uma rota australiana, Adelaide, mas o lançamento dos voos para Sydney e Melbourne operados pelo A350-1000 exige que a Airbus certifique o modelo para um MTOW superior.
A Iberia e a Inflight VR, empresa especializada na aplicação da realidade virtual para a indústria do turismo, uniram forças para incorporar esta tecnologia nos voos da Iberia.
Após um período de testes, os óculos de realidade virtual estarão disponíveis nos dois voos diários da companhia aérea para Nova Ioque, operados pelo A350-900, e na rota entre Madrid e Telavive, que é operada diariamente por um A330-200.
Os óculos de realidade virtual Pico de segunda geração podem ser alugados como parte da oferta de produtos “duty-free” a bordo dos voos acima mencionados. Entre os conteúdos que podem ser vistos estão jogos, filmes, guias turísticos da cidade ou documentários que permitem que o passageiro mergulhe no Mar Vermelho.
Nikolas Jaeger, fundador e CEO da Inflight VR, disse: “Acreditamos que a realidade virtual tem um grande potencial e que pode mudar a experiência de passageiros a bordo de um avião e fazer parte do programa de entretenimento, não apenas como um mero observador”.
O director de Transformação Digital da Ibéria, Ignacio Tovar, acrescenta: “Conhecemos o Inflight VR através do Hangar 51, o programa de aceleração de start-ups lançado pelo IAG. Desde 2017, trabalhamos juntos para encontrar uma solução de realidade virtual que pudéssemos adoptar nas nossas aeronaves, oferecer uma nova experiência aos nossos clientes. Uma parte importante da transformação digital da Iberia inclui incorporar novas tecnologias e inovação digital durante toda a viagem com a Iberia, a partir do momento em que o cliente pretende comprar um bilhete até chegar ao seu destino. ”
A Iberia e a Inflight VR assinaram um contrato de colaboração por um período de seis meses. Uma vez que os resultados desta fase tenham sido avaliados, a extensão do serviço para outras rotas de longo e médio curso da companhia aérea será decidida.
A Azul continua o seu plano de renovação da frota, levando a que alguns modelos sejam devolvidos.
Ontem a companhia brasileira devolveu o Embraer 195 que prestava homenagem ao piloto Ayrton Senna.
Este modelo com o registo PR-AYU (SN 434), foi entregue à Azul em junho de 2011, e foi baptizado “AzulTec”. Já em 2014, e por forma a lembrar o legado e os 20 anos da morte do piloto Ayrton Senna, a companhia pintou a secção frontal do avião com as cores do capacete sendo e rebaptizado com o nome “#sennasempre”.
A Azul irá devolver este ano 15 Embraer 195 e receber os primeiros 6 modelos do Embraer 195 E2.
Um Airbus A350-900 (B-LRX) da companhia Cathay Pacific, esteve envolvido num incidente, esta sexta-feira.
O incidente foi provocado pelo aluimento de uma parte da pista do Aeroporto Internacional Ben Gurion, na cidade de Telavive, Israel, provocando o “afundamento” do trem dianteiro esquerdo do avião, durante o processo de push-back.
O avião iria realizar o voo CX676 entre Telavive e Hong Kong.
Segundo as informações disponíveis, o trem não sofreu grandes danos, estando já as equipas de manutenção a fazer as respectivas inspecções. O bombeamento do combustível também deverá ser realizado, por forma a aliviar o peso do A350 por forma a ser rebocado mais facilmente.
O incidente poderá ter ocorrido pela não preparação do pavimento para suportar o peso do A350.
Não houve registo de quaisquer feridos tendo os passageiros desembarcados novamente para o terminal do aeroporto.
O primeiro Airbus BelugaXL aterrou, hoje dia 14 de fevereiro, em solo britânico pela primeira vez. Às 15h35 aterrava no Aeroporto de Hawarden em Broughton, Flintshire.
O novo modelo da Airbus está equipado com motores Rolls-Royce Trent 700 e irá passar por uma série de testes em solo no Aeroporto de Hawarden até à sua partida, sábado, como parte do programa de testes que irá decorrer durante um ano.
O último modelo BelugaXL, o sucessor do A300-600ST, é seis metros mais longo e um metro mais largo que o actual BelugaST.
O BelugaXL será operado paralelamente com a frota actual de cinco aeronaves A300-600ST, que serão progressivamente desactivadas até 2025.
A Emirates anunciou uma encomenda de 40 Airbus A330neo e 30 Airbus A350-900 num encomenda com um valor de 21.4 bilhões de dólares, preço de tabela.
Após uma revisão das suas operações e à luz dos desenvolvimentos em tecnologias de aeronaves e motores, a Emirates está a reduzir o seu A380 de 162 para 123 aeronaves. A Emirates irá receber mais 14 A380 nos próximos dois anos. Como consequência e dada a falta de pedidos em carteira com outras companhias aéreas, a Airbus irá cessar as entregas do A380 em 2021.
A Emirates também decidiu continuar a crescer com a nova geração de aeronaves widebody flexíveis da Airbus, encomendando 40 aeronaves A330-900 e 30 A350-900.
Em comunicado o diretor executivo da Airbus, Tom Enders disse: “Como resultado desta decisão, não temos uma carteira de pedidos substancial do A380 e, portanto, nenhuma base para sustentar a produção, apesar de todos os nossos esforços de vendas com outras companhias aéreas nos últimos anos. Isso leva ao fim das entregas do A380 em 2021 ”, “As consequências desta decisão estão amplamente incorporadas nos nossos resultados do ano de 2018”.
“O A380 não é apenas uma conquista industrial e de engenharia excepcional. Os passageiros de todo o mundo adoram voar nesta grande aeronave. Por isso, o anúncio de hoje é doloroso para nós e para as comunidades do A380 em todo o mundo. Mas, lembrem-se de que os A380 ainda voarão pelos céus por muitos anos e a Airbus, é claro, continuará a apoiar totalmente as companhias operadoras do A380 ”, acrescentou Tom Enders.
“O A380 é o carro-chefe da Emirates e contribuiu para o sucesso da companhia aérea por mais de dez anos. Por mais que lamentemos a posição da companhia aérea, seleccionar o A330neo e o A350 para seu crescimento futuro é um grande endosso da nossa muito competitiva família de aeronaves widebody ”, disse Guillaume Faury, presidente da Airbus Commercial Aircraft e futuro CEO da Airbus. “No futuro, estamos totalmente comprometidos em cumprir a confiança que a Emirates está a depositar na Airbus”.
A Airbus irá iniciar discussões com os seus parceiros sociais nas próximas semanas sobre os 3.000 a 3.500 postos de trabalho afectados. No entanto, o aumento contínuo do A320 e o novo pedido da Emirates irão oferecer um número significativo de oportunidades de mobilidade interna.
Esta quarta-feira foi marcada por dois incidentes entre aviões em dois aeroportos europeus.
Depois do acontecimento no Aeroporto de Amesterdão, houve outra colisão desta vez no Aeroporto de Paris/Charles de Gaulle.
Um Airbus A350-900 da Air Mauritius, com o registo 3B-NBP terá colidido com o Boeing 777-300ER da Air France, com o registo F-GSQH, durante o processo de taxi.
Para já não existe qualquer confirmação do que verdadeiramente aconteceu, sendo notória as más condições meteorológicas que se faziam sentir.
Não houve registo de feridos tendo sido já aberta uma investigação pela autoridade francesa de aviação civil.
Os aviões estão agora a ser inspeccionados pelas respectivas áreas de manutenção.
A SATA Azores Airlines informou que irá recorrer à contratação temporária de uma operação ACMI (Aircraft, Crew, Maintenance and Insurance) para assegurar a realização de algumas das rotas domésticas entre o Continente Português e os Açores, no período compreendido entre 15 de fevereiro e 31 de março.
A companhia aérea fretada será a EuroAtlantic Airways, transportadora nacional, que irá operar em equipamento Boeing 737-800NG, de cabine mista, com capacidade para 160 passageiros.
Classe Executiva
Classe Económica
Segundo a companhia, a principal razão da contratação deste ACMI prende-se com a necessidade de imobilização simultânea de duas aeronaves Airbus A320, que deverão ser sujeitas a trabalhos de manutenção periódica obrigatória.
De salientar que recentemente o A320 CS-TKK esteve em Inglaterra para proceder à nova pintura e posteriormente seguiu para a Holanda para a realização da manutenção check-C.
No mesmo comunicado a SATA Azores Airlines menciona: “Embora este período corresponda a operações de manutenção planeadas, o tempo de imobilização das duas aeronaves, será aproveitado para dar seguimento ao processo de formação de Pessoal Navegante Técnico, pilotos a afetar à terceira unidade Airbus A321, aeronave que integrará a frota da SATA Internacional – Azores Airlines, no decurso do mês de abril.”
Dois aviões da KLM colidiram, esta manhã, no Aeroporto de Schiphol, na Holanda.
Segundo as informações disponíveis o incidente ocorreu entre o B747-400 e um B787-9, quando o winglet do B747 rasgou o B787 na zona da cauda.
O B747-400, com o registo PH-BFV, estava a realizar o push-back para iniciar o voo KL601 com destino a Los Angeles, já o B787, com o registo PH-BHA, iria realizar o voo KL623 com destino a Atlanta.
A Airbus e Evelop partilharam hoje imagens do primeiro Airbus A350 da companhia charter espanhola.
O A350 (MSN293) vai agora iniciar testes em pista e depois os primeiros voos testes antes da sua entrega.
A Evelop Airlines pretende colocar o novo avião nas rotas que ligam Madrid a Havana, Punta Cana e Cancun.
Na sequência deste novo modelo, a companhia contratou a Lufthansa Technik para fornecer o Total Component Support (TCS®).
O contrato de dez anos cobre os dois A350-900 que irão entrar na frota da Evelop em março de 2019 e 2020, respectivamente. “Com a Lufthansa Technik, estamos a colocar o fornecimento de material para os nossos novos A350 nas mãos de um parceiro comprovado e confiável com presença global”, disse Bruno Claeys, diretor geral da Evelop. “Para nós, esta é a garantia da maior disponibilidade de aeronaves desde o primeiro dia.” “O nosso suporte Total Component suporta optimamente as companhias aéreas em crescimento e expansão, como a Evelop, disponibilizando um fornecimento de material altamente confiável.
O novo contrato para outro cliente em Espanha é uma prova de que a Lufthansa Technik é a melhor escolha para fornecimento de componentes A350 na Europa.
A TAP foi distinguida em Phoenix nos MicroStrategy Customer Awards 2019, em reconhecimento pelos dashbords desenvolvidos para a companhia, que permitem acompanhar em tempo real a evolução dos principais indicadores de desempenho operacional.
Numa nota enviada à imprensa, a TAP explica que “os dashboards são visualizáveis nos dispositivos móveis dos gestores” e “nos ecrãs instalados na sala do IOCC — Integrated Operations Control Center”, que concentra as principais áreas operacionais da companhia, como o Centro de Controlo de Operações (CCO), o Centro de Controlo de Manutenção (CCM), o Centro de Coordenação de Passageiros (CCP), Escalas de Tripulações, Despacho Operacional e a Portugália, o que facilita “a interacção e comunicação entre os colaboradores da área, criando maior sinergia e possibilidade de resolução de problemas de forma mais rápida e eficaz”.
A TAP foi a única empresa europeia galardoada nesta edição da MicroStrategy Awards, surgindo na lista de distinguidos a par das gigantes norte-americanas The Coca-Cola Company, Hilton e American Express Global Business Travel, além da indiana OLA.
Os rumores dos últimos dias poderão-se confirmar na próxima quinta-feira, 14 de fevereiro.
Depois de uma sequência de anúncios de cancelamentos de encomendas a Airbus está a preparar-se para anunciar oficialmente, durante a apresentação dos resultados anuais, o fim da produção do A380.
O programa A380 sofreu desde o início vários atrasos, tendo os últimos anos sido mais difíceis devido aos problemas com os motores Rolls-Royce, falta de encomendas e à saída de linha do primeiro modelo a ser produzido.
Durante as últimas semanas também demos conta de notícias que certamente iriam ajudar a Airbus nesta tomada de decisão difícil, que se avizinha.
A Air France anunciou recentemente que iria reduzir a sua frota de A380, a Emirates tem em cima da mesa um estudo para trocar algumas das suas encomendas de A380 pelos A350 e recentemente o CEO da British Airways disse que a Airbus precisaria de baixar o preço do modelo, para o mesmo, ser competitivo.
A última notícia foi o cancelamento por parte da Qantas das suas unidades de A380.
Actualmente o programa A380 conta apenas com as encomendas da Emirates e dois modelos que faltam entregar à ANA.
Caso o anúncio do fim do programa, se confirme, não será o fim imediato da linha de produção. A Airbus não irá investir mais no desenvolvimento do modelo, mantendo apenas a linha de produção até a última entrega.
Esta semana foi notícia os dois prémios recebidos pela Hifly pela reintrodução do A380 no mercado para voos comerciais.
A companhia de aviação norte-americana United Airlines, membro da Star Alliance, vai reforçar a sua capacidade na rota entre Newark (Nova Iorque) e Lisboa.
O reforço traduz-se através da utilização de um avião com maior capacidade, ou seja, a United vai passar a operar a rota com um B767-300ER no lugar do actual B757.
Tenha na sua colecção um dos exemplares do A320 CS-TKP da Azores Airlines.
Apesar da cor da fuselagem “fugir” dos restantes membros da frota no tom branco, a verdade é que o “cinza” é a cor original do A320 CS-TKP “São Jorge”.
O avião está na frota da companhia desde 2015:
27/05/2003
Iberworld
EC-INZ
lsd from Boullioun
01/05/2011
Orbest Orizonia Airlines
EC-INZ
Ceased operations 18 feb. 2013 as D-ALAC
21/05/2013
SATA International
CS-TKP
Lsd From Boullioun
Named S. Jorge
04/04/2014
Thomas Cook Airlines
CS-TKP
lsd from SATA International
07/11/2014
SATA International
CS-TKP
Named S. Jorge
Lsd From Acg
01/01/2016
Azores Airlines
CS-TKP
O modelo foi criado pela Inflight models à escala 1:200:
Com o aproximar das entregas dos modelos A330neo e depois de alguns atrasos, a AZUL Linhas Aéreas Brasileiras voltou a reprogramar os seus voos internacionais operados pelo novo equipamento.
Os Airbus A330-900neo vão entrar ao serviço da companhia no final do primeiro semestre deste ano.
Segundo a nova programação, o voo internacional inaugural será na rota entre Viracopos e Lisboa no dia 1 de junho. Os voos serão realizados quatro vezes por semana até 9 de junho, quando passarão depois para três voos semanais, mudando para oito voos semanais a partir de 1 de julho. A partir de 4 de outubro a rota será operada seis vezes por semana.
Já a cidade do Porto, com nova rota a começar no dia 3 de junho, irá receber o A330neo a partir do dia 1 de julho, com um voo semanal.
Programação dos A330-900neo:
Viracopos/Campinas – Lisboa | 1 de junho
Viracopos/Campinas – Ft. Lauderdale | 10 de junho
Viracopos/Campinas – Porto | 1 de julho
De salientar que até ao início dos voos para Lisboa o A330neo irá realizar vários voos domésticos, no Brasil, para homologação e treino das tripulações.
A companhia indiana Jet Airways foi obrigada a parar quatro dos seus aviões por falta de pagamento aos seus lessors.
A Jet Airways é a segunda maior companhia aérea da Índia mas tem passado por dificuldades financeiras nos últimos tempos, sendo reflexo e consequência da situação financeira, também complicada, da Etihad Airways, uma das grandes accionistas da companhia.
Outros problemas que atingiram também a companhia foi o aumento do preço do combustível, a desvalorização da rúpia e principalmente a forte concorrência da IndiGo e da GoAir.
Segundo as últimas informações, a companhia tem uma dívida de $1,14 bilhões de dólares.
A Jet Airways parou quatro dos seus aviões após os lessors reclamarem a posse dos aviões.
Em declarações à Reuters uma pessoa próxima da companhia: “A paciência está a acabar para alguns lessors não estando convencidos sobre um plano viável de recuperação da Jet Airways. Ninguém quer ser o último a retomar as aeronaves”.
O medo dos lessors neste momento não é infundado, uma vez, que em pouco mais de dois anos diversas companhias encerraram a sua actividade: Air Berlin, Vim Airlines, Primera Air, Monarch, NIKI e recentemente a Germania.
A Jet Airways na sua carteira de lessors tem: a AerCap Holdings NV, BOC Aviation Ltd, Avolon, GE Capital Aviation Services, Aircastle Ltd, DAE Aerospace, SBMC Aviation Capital e Jackson Square.
A companhia recentemente emitiu um comunicado a indicar: “a companhia está a fazer todos os esforços necessários para minimizar o impacto na sua rede devido à paragem de 4 aeronaves, estando activamente a informar e a reacomodar os passageiros afectados”
A frota da Jet Airways é composta por: ATR 72, Airbus A330, Boeings 737 NG, 737 MAX e 777-300ER.
A Ethiopian Airlines está a realizar ajustes nas suas operações para a América do Sul. Os voos para São Paulo e Buenos Aires irão sofrer uma redução nas frequências, deixando de ser diário.
A partir do dia 9 de março, os voos entre Addis Abeba e São Paulo deixam de ser diários e passam a ser realizados cinco vezes por semana. A continuação do voo para Buenos Aires será realizada três vezes por semana, às segundas, quartas e sextas-feiras.
Todos os voos na rota Addis Abeba – Sao Paulo – Buenos Aires serão operados com o Boeing 777-200LR, ao contrário do dois tipos de equipamento actualmente utilizados entre o 777 e 787.
Nos voos operados apenas para São Paulo, às terças e quintas-feiras será utilizado o Boeing 787.
No dia 7 de fevereiro o Airbus A220-100 da Delta realizou o primeiro voo comercial. O primeiro voo DL744 ligou o aeroporto de LaGuardia, em Nova Iorque a Boston.
O A220 é o mais recente investimento da Delta e faz parte de um programa de modernização da frota, que visa substituir 20% das aeronaves mais antigas e menos eficientes até 2020.
A Delta configurou os seus A220-100 para 109 passageiros em três classes.
Os A220 contam com um interior de última geração, monitores individuais e entradas USB em todos os lugaress, Wi-Fi, e assentos mais largos, quando comparado à outras aeronaves de corredor único.
A distribuição de lugares por classes foi feita: 12 lugares em Primeira Classe (layout 2-2), 15 na Delta Comfort+ (layout 3-2) e 82 na Classe económica (layout 3-2).
ADelta Airlines é a primeira companhia nos Estados Unidos a operar o A22o e possui uma encomenda para 90 unidades da família A220 (40 A220-100 e 50 A220-300).
Seis unidades da versão -100 já foram entregues à companhia enquanto a primeira entrega do A220-300 deve ocorrer em 2020.
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