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Delta Air Lines confirma o regresso do seu voo entre Lisboa e Boston no verão

 

Os clientes da Delta vão ter ainda mais opções de voo entre a Europa e os EUA no próximo ano, incluindo mais oportunidades para voar a partir de Lisboa. Sendo a maior companhia aérea a cruzar o Atlântico, a Delta oferece mais voos entre os EUA e a Europa do que qualquer outra companhia e pretende adicionar perto de 780.000 lugares adicionais em 2020, à medida que amplia as opções de voo a partir de três dos seus hubs para 10 populares destinos transatlânticos.

“Continuamos a ouvir os nossos clientes e a expandir a nossa rede que cruza o Atlântico, oferecendo mais tempos de voo para mais destinos”, afirmou Joe Esposito, Vice-Presidente Sénior de Planeamento de Rede. “Ao mesmo tempo que temos orgulho em ser a maior transportadora aérea através do Atlântico, temos entre os nossos objetivos sermos sempre os melhores e investimos significativamente nos nossos aviões, serviços e produtos para os clientes que viajam entre os EUA e a Europa”.

Mantendo o seu compromisso com Portugal, a Delta Air Lines confirma o regresso do seu serviço sem escalas entre Lisboa e Boston no Verão, efetivo a 22 de Maio de 2020, oferecendo aos clientes um voo diário para o coração da Nova Inglaterra e um dos hubs em mais rápido crescimento da Delta. No próximo ano, este serviço sazonal vai ser prolongado até 30 de Setembro, quase um mês a mais do que em 2019. Este vai ainda complementar o seu popular serviço diário nonstop ao longo de todo o ano entre Lisboa e Nova Iorque-JFK.

Foto: Delta

Ambos os serviços diários sem escalas Lisboa-Boston (Verão) e Lisboa-Nova Iorque-JFK (durante todo o ano) vão continuar a operar em conjunto com os parceiros joint-venture Air France, KLM e Alitalia, utilizando aparelhos Boeing 757-200 de 164 assentos. Ambos os voos apresentam a cabine da classe executiva Delta One, com 15 assentos totalmente rebatíveis (assentos-cama), 44 assentos Delta Comfort+ e 105 Main Cabin.

 Foto: Delta

A Delta continua a investir na experiência do cliente transatlântico

Além dos premiados serviço operacional e fiabilidade da Delta, todas as cabines nos voos entre a Europa e os EUA incluem refeições, lanches e bebidas de cortesia. Este Novembro, a Delta está a lançar a primeira do género experiência internacional de estilo bistrô na Main Cabin, com cocktails de boas-vindas, serviço de toalhas quentes e várias opções de combinações de aperitivos premium e entradas mais generosas.

Foto: Delta

Todos os lugares de todos os voos oferecem ainda sistemas pessoais de entretenimento com opções gratuitas, mensagens móveis gratuitas, compartimentos superiores de grande capacidade, Wi-Fi, kits de amenidades atualizados e muito mais. Em breve, serão introduzidas mais melhorias a bordo dos voos internacionais, como novos auscultadores, para sublinhar ainda mais o compromisso da companhia com a criação das experiências best-in-class que todos os clientes esperam.

Os voos transatlânticos da Delta são operados em conjunto com os parceiros joint-venture Virgin Atlantic, Air France e KLM. Recentemente, o Departamento de Transporte dos EUA (DOT) concedeu às quatro companhias uma aprovação preliminar para uma joint-venture agregada que vai oferecer aos clientes uma extensa rede de 300 voos diários.

IndiGo assina contrato para 300 aeronaves da família A320neo

O IndiGo fez um pedido firme de 300 aeronaves da família A320neo e de acordo com a Airbus este pedido é um dos maiores pedidos de aeronaves realizado por um único operador aéreo.

Este último pedido da IndiGo inclui uma mistura de aeronaves A320neo, A321neo e A321XLR. No total a companhia tem um pedido para a família A320neo de 730 unidades.

“Esta ordem é um marco importante, pois reitera a nossa missão de fortalecer a conectividade aérea na Índia, o que, por sua vez, impulsionará o crescimento económico e a mobilidade. Espera-se que a Índia continue com o seu forte crescimento da aviação e estamos no caminho de construir o melhor sistema de transporte aéreo do mundo, servir mais clientes e cumprir a nossa promessa de oferecer tarifas baixas e uma experiência única e sem complicações “, disse Ronojoy Dutta, CEO da IndiGo.

“Estamos felizes por a IndiGo, um dos nossos primeiros clientes de lançamento do A320neo, continuar a construir o seu futuro com a Airbus, tornando a Indigo o maior cliente do mundo para a Família A320neo”, disse Guillaume Faury, CEO da Airbus. “Somos gratos por este forte voto de confiança, pois este pedido confirma a família A320neo como a aeronave de escolha nos mercados de crescimento da aviação mais dinâmicos.”

Guillaume Faury disse ainda: “É com satisfação que vemos as nossas aeronaves a permitir que a IndiGo aproveite ao máximo o crescimento previsto nas viagens aéreas indianas “. “Acreditamos na IndiGo desde o primeiro dia e estamos entusiasmados em poder perpetuar esta parceria mais frutífera”.

“A IndiGo demonstrou brilhantemente a relevância do A320neo para os principais operadores de baixo custo e o A321neo – e agora o A321XLR – fornece aos nossos operadores o próximo passo lógico em eficiência de custos, conforto dos passageiros e cobertura do mercado. ”

A IndiGo está entre as transportadoras que mais crescem no mundo. Desde que a sua primeira aeronave A320neo foi entregue em março de 2016, a sua frota de aeronaves da família A320neo cresceu para a maior do mundo, com 97 aeronaves A320neo, operando ao lado de 128 A320ceos.

O A321XLR é o próximo passo evolutivo do A321LR, que responde às necessidades do mercado por ainda mais alcance e carga útil, criando mais valor para as companhias aéreas. A aeronave entregará um Xtra Long Range sem precedentes de até 4.700nm – com 30% menor de queima de combustível por assento, em comparação com os jatos concorrentes da geração anterior.

No final de setembro de 2019, a família A320neo já tinha recbido mais de 6.650 pedidos firmes de quase 110 clientes em todo o mundo.

TAP disse hoje adeus ao A340 e esta 3ª feira será o seu último voo

 

A TAP está prestes a concluir um ciclo de renovação da sua frota o que implicou dizer adeus ao Airbus A340. O modelo de avião utilizado pela companhia aérea ao longo dos últimos 25 anos dará lugar à geração Neo, mais confortável e moderna.

Esta terça-feira os A340-300 CS-TOB e CS-TOC farão o seu voo final, rumo ao desmantelamento.

05:55 CS-TOB – TAP9776
06:10 CS- TOC – TAP9777

De acordo com a TAP, a frota de longo curso estará completamente renovada até ao final deste ano. A despedida do A340 aconteceu durante uma cerimónia interna, que contou com a participação de centenas de trabalhadores da companhia, no hangar 6 da TAP.

Foto: Eduardo Fragoso

A companhia aérea lembra que, no anos 90, o modelo A340 era considerado um dos mais sofisticados e representava uma nova forma de viajar.

Adeus A340

A TAP Air Portugal disse adeus à sua frota Airbus A340!(Vídeo: TAP)

Publicado por Kiosque da Aviação em Segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Durante quase três décadas, os aviões A340 da TAP transportaram mais de 12 milhões de passageiros para mais de 55 destinos, nos cinco continentes. Fizeram mais de 63 mil voos e mais de 450 mil horas no ar.

Fotos do Spotter Eduardo Fragoso

 

Asiana Airlines já voa para Portugal

 

Faltavam 3 minutos para as 20h00 quando aterrava no aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, o primeiro voo da Asiana Airlines.

O primeiro voo OZ5175 foi realizado com o A350-900 HL7771.

Foto: Ground Force

O OZ5175 significa também a operação regular de um A350 no Aeroporto de Lisboa.

A companhia vai operar a sua rota nova rota duas vezes por semana em equipamento A350-900XWB (o tempo médio de voo ronda as 12h30)

Foto: Ground Force

Os voos partem do Aeroporto de Seul Incheon às segundas e quartas-feiras às 14h30 (hora local) e têm hora prevista de chegada a Lisboa às 18h50 (hora local).

Já no regresso, os voos partem às 20h30 (hora local) para chegar a Seul no dia seguinte às 17h50 (hora local)

Primeiro voo da Asiana em Lisboa é esta 2ª feira

 

A companhia de aviação sul-coreana Asiana Airlines vai inaugurar esta segunda-feira, 28 de outubro, a sua rota entre Seul e Lisboa a 28 de outubro.

O OZ5175 significa também a operação regular de um A350 no Aeroporto de Lisboa.

A companhia vai operar a sua rota nova rota duas vezes por semana em equipamento A350-900XWB (o tempo médio de voo ronda as 12h30)

Os voos partem do Aeroporto de Seul Incheon às segundas e quartas-feiras às 14h30 (hora local) e têm hora prevista de chegada a Lisboa às 18h50 (hora local).

Já no regresso, os voos partem às 20h30 (hora local) para chegar a Seul no dia seguinte às 17h50 (hora local

Poderá seguir o voo AQUI

TAP já voa entre Lisboa e Banjul (Gâmbia)

 

A TAP Air Portugal iniciou este sábado, dia 26 de outubro, a sua nova rota entre Lisboa e Banjul, capital da Gâmbia.

O primeiro voo foi operado pelo Airbus A320neo CS-TVF.

A companhia aérea portuguesa vai operar da sua nova rota três vezes por semana: às terças, quintas e sábados, às 20h55 e chegada a Banjul às 00h10 do dia seguinte, de onde descolam às 01h05 (às quartas, sextas e domingos), para aterrar no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, às 06h05 (horas locais).

De acordo com a TAP, trata-se de mais um reforço da operação da companhia aérea nacional em África, mercado onde a TAP tem registado crescimento significativo.

Com o lançamento desta nova rota, a TAP volta a aumentar a sua operação para África, acrescentado mais um país e uma capital à sua rede de destinos no continente africano.

A TAP voa em África para Marrocos (Marraquexe, Casablanca, Tânger e Fez), Cabo Verde (Sal, Praia, S. Vicente e Boavista), Senegal (Dakar), Guiné Bissau (Bissau), Costa do Marfim (Abidjan), Togo (Lomé), Gana (Accra), S. Tomé e Príncipe (S. Tomé), Angola (Luanda) e Moçambique (Maputo), num total de 10 países e 16 cidades.

 

Oferta da Air France-KLM cresce 2,5% no inverno 2019-20

 

A Air France-KLM anuciou hoje a sua programação para o próximo Inverno IATA.

Assim sendo, o Grupo indica que aumenta a sua oferta em 2,5% no inverno de 2019-20 (27 de outubro de 2019 a 28 de março de 2020) face à época de Inverno precedente e propõe 32 novas rotas. Este crescimento distribui-se da seguinte forma:

  • +4% pela actividade na rede de passageiros de longo-curso;
  • -2% pela natividade nas redes de passageiros de médio e pequeno-curso, e
  • -1,9% pela actividade da Transavia.


De e para Portugal, o Grupo Air France-KLM apresenta uma oferta estável no Inverno 2019-20, face ao mesmo período do ano anterior, na sua capacidade em termos de frequências oferecidas.

Globalmente, com as suas companhias Air France, KLM e a low-cost Transavia, bem como o parceiro transatlântico joint-venture Delta Air Lines, o Grupo oferece este inverno 2019-20 mais de 290 voos semanais em 22 rotas de e para 4 aeroportos portugueses (Lisboa, Porto, Faro e Funchal).

A partir de Lisboa

  • Amesterdão-Schiphol: 14 voos semanais com a KLM e 8 com a Transavia
  • Paris-Charles de Gaulle: 4 voos diários com a Air France
  • Eindhoven: 4 voos semanais com a Transavia
  • Nova Iorque-JFK: 5 voos semanais com a Delta Air Lines
  • Lyon: 4 voos semanais com a Transavia
  • Nantes: 6 voos semanais com a Transavia
  • Paris-Orly: 20 voos semanais com a Transavia
  • Roterdão: 2 voos semanais com a Transavia

A partir de Porto

  • Amesterdão-Schiphol: 7 voos semanais com a KLM e 7 com a Transavia
  • Paris-Charles de Gaulle: 4 voos semanais com a Air France
  • Lyon: 3 voos semanais com a Transavia
  • Nantes: 4 voos semanais com a Transavia
  • Paris-Orly: 30 voos semanais com a Transavia

A partir de Faro

  • Amesterdão-Schiphol: 9 voos semanais com a Transavia
  • Eindhoven: 4 voos semanais com a Transavia
  • Nantes: 2 voos semanais com a Transavia
  • Paris-Orly: 5 voos semanais com a Transavia
  • Roterdão: 8 voos semanais com a Transavia

A partir do Funchal

  • Amesterdão-Schiphol: 4 voos semanais com a Transavia
  • Lyon: 1 voo semanal com a Transavia
  • Nantes: 1 voo semanal com a Transavia
  • Paris-Orly: 9 voos semanais com a Transavia

Fique a conhecer a restante operação do Grupo:

Longo-curso: + 4%

Na sua rede longo-curso, a oferta do Grupo Air France-KLM está a aumentar 4%, nomeadamente para as Américas e a Ásia com a Air France e para a Índia com a KLM.

O Grupo propõe 5 novas rotas e várias frequências adicionais face à época de inverno anterior:

  • 1 nova rota a partir de Paris-Charles de Gaulle com a Air France para Quito (Equador)
  • 4 novas rotas a partir de Amesterdão-Schiphol com a KLM: Boston (EUA), Las Vegas (EUA), Libéria (Costa Rica) e Bangalore (Índia).
  • América do Norte

    Nos Estados Unidos, a KLM propõe, pela primeira vez, voos durante o inverno: três voos semanais de Amesterdão para Boston em Airbus A330-300 (292 lugares) e três voos semanais para Las Vegas em Boeing 787-9 (294 lugares), em continuação da época de verão. A Air France vai ainda adicionar quatro voos semanais suplementares para Washington D.C. a partir de Paris-Charles de Gaulle (num total de 11 voos semanais).No Canadá, o Airbus A350-900 da Air France, que se juntou à frota em setembro passado, está a voar para Toronto durante todo o inverno. A companhia aumenta também o serviço para Montreal com um voo suplementar por semana, para um total de 14 voos semanais.

  • América Central e do Sul e Caraíbas No México, a Air France está aumenta o serviço para Cancun com dois voos adicionais a partir de Paris (até sete frequências semanais), operados em Boeing 777-300ER (468 lugares).Na Costa Rica, a KLM inicia o serviço para Guanacaste, Libéria, com quatro voos semanais operados em Boeing 787-9 (294 lugares). Este destino é oferecido em continuação do serviço para San José.

    No Equador, a Air France vai operar voos pela primeira vez no inverno para Quito com três voos semanais, em continuação do Verão de 2019. Esta rota é operada em Boeing 787-9 (276 lugares).

    Na Colômbia, a KLM aumenta o número de voos de Amesterdão para Bogotá e Cartagena com um voo adicional, para um total de seis frequências semanais.

    No Brasil, a KLM está a operar um voo adicional para Fortaleza, i.e., quatro voos semanais.

    No Peru, a Air France aumenta em +55% a capacidade de lugares para Lima, graças a dois voos adicionais, para um total de cinco voos semanais.

    No Chile, a Air France propõe três voos adicionais para Santiago do Chile, i.e., 10 vezes por semana.

    No Suriname, a KLM está a adicionar um voo ao seu programa, para oferecer aos seus clientes cinco frequências semanais para Paramaribo.

    Nas Caraíbas, a Air France aumenta o serviço para Saint Martin com um voo suplementar (agora, 6 por semana). Em complemento, a KLM retoma as operações de voos diretos para este destino com três voos semanais sem escalas. A oferta de lugares disponíveis para Curaçau também aumenta em 15%, graças a quatro voos adicionais propostos pela KLM (11 vezes por semana no total).

    Em Guadalupe, de 16 a 29 de dezembro, a Air France propõe quatro voos semanais adicionais para Pointe-à-Pitre, para um total de 5.616 lugares.

    Na Martinica, de 16 a 29 de dezembro, a Air France prossegue o aumento da sua oferta para as Antilhas Francesas, oferecendo seis voos adicionais para Fort-de-France, i.e., 17 voos semanais.

  • Ásia e Médio Oriente Na Coreia do Sul, os clientes da Air France vão poder voar para Seul a partir de 9 de dezembro com o seu novo Airbus A350-900, a mais recente adição à frota da companhia aérea.No Japão, a Air France aumenta o número de serviços para Osaka e Tóquio-Haneda, com um voo adicional, i.e., respetivamente, seis e 14 voos semanais.

    Na China, a KLM está a operar 11 voos semanais para Xangai, graças a um voo adicional.

    Na Índia, a KLM voar para Bangalore pela primeira vez no inverno, três vezes por semana em Boeing 787-9. A KLM propõe ainda 2 voos adicionais para Bombaim/Mumbai (num total de 5 vezes por semana).

    Nos Emirados Árabes Unidos, a Air France aumenta o número de voos para o Dubai, com dois voos suplementares, para um total de 12 frequências semanais em Boeing 777-300ER (296 lugares).

  • África e Oceano Índico No Quénia, a Air France aumenta o serviço para Nairobi com dois voos adicionais (para um total de cinco voos semanais). Os clientes da KLM podem agora voar para esse destino em Boeing 787-10, em substituição do Boeing 747-400.Na Costa do Marfim, a Air France aumenta em +9% a capacidade de lugares para Abidjan, graças a cinco voos adicionais (para um total de 12 voos semanais). O destino é servido em Airbus A350-900, aparelho de última geração, até 8 de dezembro de 2019 e, subsequentemente, a partir de 10 de fevereiro de 2020, em continuação do serviço para Bamaco.

    No Chade, a Air France aumenta o serviço para N’Djamena com um voo adicional, i.e., 4 voos semanais.

    No Congo e na República Democrática do Congo, a Air France aumenta a frequência dos seus voos e oferece um voo diário para Brazzaville e um outro também diário para Kinshasa – respetivamente, com três e quatro voos adicionais.

    Na Reunião, de 28 de outubro a 12 de janeiro, a Air France está a aumentar em +13% a capacidade de lugares para Saint-Denis com dois voos adicionais, i.e., 13 voos semanais no pico da estação de inverno.

    Médio- e pequeno-curso: -2%
    Num mercado altamente competitivo, a oferta no médio e no curto-curso caiu 2%. Neste contexto, o Grupo Air France-KLM optou por lançar inúmeras iniciativas para melhorar a sua oferta, adaptar-se à procura dos seus clientes, aprimorar a sua oferta em serviço para novos destinos e facilitar as conexões com a abertura de 10 novas rotas3, face à estação de inverno precedente.

    Ao longo de toda a época de inverno 2019-2020, a Air France-KLM oferece cinco novas rotas3:

    – De Paris-Charles de Gaulle com a Air France: Belgrado (Sérvia), em continuação do verão de 2019

    – De Paris-Orly com a Air France: Genebra (Suíça)

    – De Amesterdão-Schiphol com a KLM: Nápoles (Itália) e Breslávia (Polónia), em continuação do verão de 2019.

    – Das regiões francesas com a Air France HOP:

    De Brest: Amesterdão-Schiphol (Holanda) em continuação do verão de 2019

    No pico da estação de inverno, a Air France-KLM oferece cinco novas rotas:

    – Das regiões francesas com a Air France HOP:

  • De Nice: Biarritz, Brest e Caen (França)
  • De Estrasburgo: Biarritz (França)
  • De Metz: Pau (França)

Transavia: – 1,9%

A Transavia, companhia aérea low-cost do Grupo, está a adaptar-se à procura dos clientes durante o inverno e a consolidar a sua rede a partir de todas as suas bases em França (Orly, Lyon e Nantes) e Países Baixos (Amesterdão-Schiphol, Roterdão e Eindhoven) com 17 novas rotas3 face à época de inverno anterior.

  • De Paris-Orly: Lanzarote (Espanha), Forteventura (Espanha) e Ouarzazate (Marrocos) pela primeira vez, além de Catânia (Sicília, Itália), Reiquejavique (Islândia), Nador (Marrocos), Palma de Maiorca (Espanha), Tessalonica (Grécia) e Tirana (Albânia), em continuação do verão de 2019.
  • De Lyon: Beirute (Líbano).
  • De Nantes: Genebra (Suíça) e Istambul (Turquia) pela primeira vez, além de Oran (Argélia) e Tunes (Tunísia) em continuação do verão de 2019.
  • De Amesterdão-Schiphol: Amã (Jordânia), Reiquejavique (Islândia).
  • De Roterdão: Tânger (Marrocos).

 

 

A hora do adeus aos A340 da TAP (vídeo de arquivo)

 

Aterrou hoje pela última vez ao serviço comercial da TAP Air Portugal um A340 com as suas cores.

Tratou-se do CS-TOB que realizou o voo TP16 entre Recife e Lisboa.

Amanhã a companhia aérea vai realizar a cerimónia oficial de despedida.

A TAP recebeu os seus primeiros dois A340-300 em dezembro de 1994, seguidos de mais dois em abril de 1995.

RTP Aquivo – A340 TAP

Uma resportagem de arquivo da RTP sobre a chegada de mais um Airbus A340-300 à TAP Air Portugal!

Publicado por Kiosque da Aviação em Domingo, 27 de outubro de 2019

Ao serviço da companhia estiveram:

CS-TOA (Fernão Mendes Pinto)
CS-TOB (D. João de Castro)
CS-TOC (Venceslau de Moraes)
CS-TOD (D. Francisco de Almeida)

 

A330neo CS-TKY da HiFly está a voar para a Royal Brunei Airlines

 

A Royal Brunei Airlines substituiu, recentemente, um contrato de um A330-200 da Wamos Air pelo A330neo CS-TKY da HiFly.

O novo modelo da frota da HiFly está a operar os voos da Royal Brunei Airlines entre o Brunei e o Dubai 4 vezes por semana.

A Royal Brunei Airlines tem sido obrigada a recorrer ao fretamento de aeronaves devido à paragem de um dos seus B787, desde 19 de agosto, devido a problemas com os motores Rolls-Royce Trent 1000.

A Royal Brunei tem na sua frota cinco B787, dois A320-200 e sete A320-200neo.

Conheça o interior do avião:

Business Class:

Economy Class:

De recordar que o CS-TKY é o segundo A330neo de 10 aviões que acabarão por renovar toda a frota da companhia no decorrer dos próximos anos.

Um investimento, que segundo a Hifly, reflecte as intenções da empresa em renovar os seus aviões no sentido de voar uma frota mais moderna, eficiente e com menor impacto ambiental.

O avião, equipado com motores Rolls-Royce Trent 7000, possui um alcance superior a 6.500 milhas náuticas e abarcará com um conforto único um total de 365 numa configuração a 3 classes – Classe Executiva, Classe Económica Premium e Económica Standard.

A pedido do cliente a configuração poderá ser alterada para uma versão de maior densidade com 415 lugares apenas de classe Económica. Cada assento encontra-se equipado com um sistema de entretenimento de bordo individual e completo proporcionando aos passageiros uma diversidade de opções e uma agradável experiência de voo.

 

Spirit Airlines assina memorando de entendimento para até 100 aeronaves da família A320neo

A Airbus e a Spirit Airlines assinaram um Memorando de Entendimento para que a companhia aérea com sede nos EUA adquira até 100 aeronaves da Família A320neo.

A Spirit anunciou asua intenção de fazer pedidos firmes de um mix de A319neo, A320neo e A321neo para responder aos futuros requisitos de frota. “Este novo pedido representa outro marco para a Spirit”, disse o presidente e CEO da Spirit Airlines, Ted Christie.

“As aeronaves adicionais serão usadas para apoiar o crescimento da Spirit à medida que adicionamos novos destinos e expandimos a nossa rede nos EUA, América Latina e Caribe. Estamos ansiosos para trabalhar com os nossos valiosos parceiros da Airbus para finalizar o nosso contrato. ”

“A família Airbus A320 tem sido uma forte plataforma para o notável sucesso da Spirit nos últimos anos”, disse Christian Scherer, diretor comercial da Airbus. “O espírito entusiasmado e contínuo que a companhia aérea demonstra na nossa família A320neo é muito gratificante, e estamos ansiosos para participar do crescimento contínuo da equipe Spirit por muitos e muitos anos.”

A Spirit Airlines é uma companhia aérea norte-americana de baixo custo. Opera voos regulares em todas as Américas. Tem a sua sede em Miramar, na Flórida, possui hubs em Fort Lauderdale, também na Flórida, e Detroit.

A família A320neo tem a cabine de corredor único mais larga do mercado e é composta pelo A319neo, A320neo e A321neo. Oferece pelo menos 20% de queima de combustível e 50% menos ruído em comparação com aeronaves da geração anterior, graças à incorporação das mais recentes tecnologias, incluindo motores de nova geração e Sharklets.

Starlux recebeu a sua primeira aeronave


A Starlux recebeu ontem, 25 de outubro, a sua primeira aeronave.

Trata-se de um A321neo que a companhia recebeu diretamente da Airbus.

星宇航空首架A321neo 德國漢堡驗收試飛直擊影片

【 星宇航空首架A321neo 驗收試飛直擊影片 ! 】 來自德國漢堡特派小編偷泥,場邊捕捉星宇航空1號機的試起飛影片,這也是K董第一次登上 B-58201 機艙的珍貴經驗 ! 看看機窗找亮點,有人發現他了嗎🤣 想現場聆聽 CFM LEAP-1A 沉穩的引擎聲嗎 ? 快來看攝影師法呢 (Instagram @cityflaneurs) 親授飛機拍攝地點。10月28日準備迎接星宇航空首架 A321neo 新機抵台,與我們一起星宇照飛機 !  🌐活動詳情 >> http://bit.ly/2ME6sLr #STARLUXAirlines #STARLUX #A321neo #AIRBUS#星宇航空 #星宇忙什麼 #星宇照飛機

Publicado por 星宇航空 STARLUX Airlines em Quinta-feira, 24 de outubro de 2019

A Starlux está a preparar uma festa de recepção do seu primeiro membro da frota em Taiwan.

Não é todos os dias que se vê uma companhia aérea iniciar do zero e todo este acontecimento ganha outro destaque com as redes sociais.

星宇一號機出發|STARLUX Airlines

【 星宇航空首架A321neo飛渡航班 正式啟程!】 由K董親自駕駛飛渡航班,帶領著部分接機團成員飛往第一站 – 杜拜 若要追蹤星宇首架A321neo航班的粉絲們,記得使用flightradar24,並搜尋正式機身編號『B58201』喔! #STARLUXAirlines #STARLUX #A321neo #AIRBUS #B58201#SITAONAIR #FastWiFi #AreYouReady#星宇航空 #星宇忙什麼 #星宇照飛機

Publicado por 星宇航空 STARLUX Airlines em Sábado, 26 de outubro de 2019

A Starlux Airlines está a gerar burburinho enquanto se prepara para voar como uma nova grande companhia aérea, com sede em Taiwan, a partir de janeiro de 2020.

Recentemente a Starlux anunciou a data do seu voo inaugural e apresentou ao mundo a sua primeira turma de pilotos, que se formou num programa de treino de voo nos Estados Unidos.

Chang Kuo-wei, CEO da Starlux e ex-presidente da EVA Airlines, anunciou que o voo inaugural da Starlux será a 23 de janeiro de 2020.

A partir de 23 de janeiro, a companhia aérea vai oferecer pelo menos um voo por dia para um dos três destinos, incluindo Macau, Da Nang, Vietname e Penang, com mais destinos a serem adicionados ao longo do ano.

Para já ainda não foi revelado qual dos destinos será contemplado com o voo inaugural.

Para iniciar a sua operação, a Starlux vai receber três Airbus A321neo. O primeiro foi recebido agora, estando o segundo e o terceiro a programados para serem entregues em dezembro e janeiro, respectivamente.

Espera-se que outros sete sejam entregues até 2020, juntamente com uma frota de cinco A350-900s e 12 A350-1000s que devem ser entregues na íntegra no final de 2021.

Embratur quer mais voos para o Brasil e reuniu-se com a EuroAtlantic

 

O presidente da Embratur (Embratur ou Instituto Brasileiro de Turismo), Gilson Machado Neto e o presidente do conselho de administração da EuroAtlantic Airways, Tomaz Metello, reuniram-se esta semana em Lisboa para discutir as ligações entre o Brasil e Portugal.

De acordo com as informações, o responsável pela EuroAtlantic mostrou-se disponível para encontrar soluções por forma a aumentar as ligações para o Brasil mas, ainda assim, deixou algumas críticas aos entraves da parceria.  “O Brasil precisa de se desburocratizar para  atrair melhor empresas internacionais e, consequentemente, atrair mais visitantes e recursos para o país. É importante que sejam estabelecidas parcerias com outras companhias aéreas.

Já o responsável da Embratur admitiu que na sua lista de prioridades está o diálogo com representantes de empresas internacionais com o objectivo de aumentar o fluxo aéreo para o Brasil.

Tomaz Metello defendeu que a companhia portuguesa pode ajudar na melhoria do tráfego de aviões para o Brasil. “Basta que a agência reguladora responsável pela aviação civil autorize as empresas aéreas nacionais a recorrer a capacidade extra com a nossa companhia”.

Segundo A330neo para a Azul pronto para entrega

 

O spotter Eurospot “apanhou” o segundo A330neo para a companhia brasileira Azul.

O novo modelo da companhia vai ter a matrícula brasileira PR-ANY e já foi baptizado de “Azul sem Fim”.

No passado dia 23 de outubro, o A330neo realizou o seu voo de aceitação do cliente, estando assim pronto para ser entregue à Azul.

No total o avião realizou seis voos de testes, incluindo dois de aceitação do cliente, num total de 8,5 horas de voo.

De recordar que a Azul tem um total de cinco unidades encomendas à Airbus. O terceiro A330neo já foi pintado aguardando apenas a colocação dos motores para iniciar os voo de testes, o quarto modelo vai ter uma pintura cor-de-rosa do Outubro Rosa.

Os A330neo da Azul podem transportar até 298 passageiros, 34 na Classe Executiva, 108 na Economy Extra e 156 na Economy, além da AirSpace by Airbus.

B737MAX da Lion Air caiu por falhas no aparelho, manutenção e formação de pilotos

 

Uma investigação indonésia concluiu que a queda de um voo da Lion Air, que matou 189 pessoas há um ano, se deveu a uma combinação de falhas no projeto do aparelho, na formação dos pilotos e na manutenção.

O relatório divulgado, refere que o voo 610 da Lion Air, que ligava a capital da Indonésia à ilha de Sumatra, caiu porque os pilotos nunca foram informados sobre como responder rapidamente a falhas no sistema de controle automatizado do Boeing 737 Max 8.

O relatório indica ainda que a Boeing, actuou sem a supervisão adequada dos órgãos reguladores dos EUA, não conseguiu captar riscos no design do software de comando do seu avião 737 MAX, lançando as sementes do acidente da Lion Air, que também envolveu erros dos funcionários e tripulantes das companhias aéreas.

De recordar que o avião mergulhou no mar de Java apenas 13 minutos após levantar voo, em 29 de outubro de 2018.

Segundo o Comité Nacional de Segurança em Transportes da Indonésia, o sistema automatizado, conhecido como MCAS, contava com um único sensor de “ângulo de ataque” que fornecia informações erradas, empurrando automaticamente o nariz do avião para baixo.

O relatório também identificou falhas anteriores, como o facto de o avião – que tinha começado a ser usado há apenas dois meses – ter tido problemas nos últimos quatro voos, incluindo um no dia anterior ao acidente fatal.

O relatório da Indonésia surge depois de um outro, divulgado em setembro por investigadores dos Estados Unidos, que concluiu que a Boeing e a Administração Federal de Aviação subestimaram a forma como demasiados avisos visuais e auditivos retardaria a capacidade de resposta dos pilotos.

Cinco meses depois do acidente na Indonésia, o mesmo tipo de avaria causou a queda de um outro B737Max na Etiópia, matando as 157 pessoas que estavam a bordo.

Depois de mais um acidente grave, todos os modelos 737 Max foram suspensos, o que colocou a Boeing sob intensa pressão para explicar os problemas associados ao sistema MCAS.

Segundo informou a Reuters, que teve acesso antecipado ao relatório, um investigador indicou:

Os reguladores indonésios criticam o design do sistema de controle conhecido como MCAS, que automaticamente empurrou o nariz do avião para baixo, deixando os pilotos lutando pelo controle.

“O projeto e a certificação do MCAS não consideraram adequadamente a probabilidade de perda de controle da aeronave”, afirma o relatório.

O relatório também diz que “deficiências” na comunicação da tripulação e nas acções de controle manual da aeronave contribuíam para o acidente, assim como alertas e distrações no cockpit.

O acidente foi causado por uma complexa cadeia de eventos, recusando-se repetidamente a definir uma única causa dominante.

“Pelo que avaliámos, há nove factores que contribuíram para este acidente”; “Se um dos nove não tivesse ocorrido, talvez o acidente não tivesse acontecido.”

Durante o voo, o co-piloto não conseguiu identificar rapidamente uma lista de verificação num manual ou executar tarefas que ele deveria ter memorizado. De acordo com os registo, as avalições do co-piloto durante os exercícios de treino foram baixas;

O comandante não informou adequadamente o co-piloto quando entregou o controle pouco antes do avião entrar em um mergulho fatal;

O relatório observou que, de acordo com o gravador de voz do cockipt, o co-piloto disse ao comandante que o voo não estava na sua escala inicial e que foi chamado às 4 da manhã para realizar o voo, já o comandante disse que estava com gripe.

O relatório também aponta que um sensor de ângulo de ataque crítico (AOA) que fornece dados ao sistema MCAS foi mal calibrado por uma empresa na Flórida, e que existiam fortes indícios de que ele não tenha sido testado durante a sua instalação pela equipa de manutenção da Lion Air.

A Lion Air deveria ter tirado o avião da sua operação após as falhas em voos anteriores, e 31 páginas estavam a faltar nos registos de manutenção da companhia aérea em outubro de 2018.

A320neo com “máscara” e A330neo CS-TUS pintado em Hamburgo

 

spotter Tobias Gudat, “apanhou” mais um modelo para a frota da TAP Air Portugal.

Trata-se do A330neo futuro CS-TUS que foi transferido de Toulouse, onde está sediado o centro de montagem dos A330, para Hamburgo onde será pintado.

Por vezes estas transferências ocorrem por forma a agilizar os processos de pintura e produção.

Recentemente o Spotter Andy Dann “apanhou” em Toulouse mais um A320neo para a TAP.

Seria mais um novo modelo não fosse a alteração na pintura. Parece que finalmente a TAP adoptou nos modelos A320neo a mesma pintura da “máscara preta” que utiliza nos A330neo.

Foto: Andy Dann

“Com uma nova capacidade de investimento, a TAP tem feito, desde 2015, uma aposta clara na modernização da frota. Atualmente, é a única Companhia do mundo a operar todos os aviões NEO de última geração da Airbus, estão previstos 71 novos aviões, dos quatro modelos da Airbus: A320neo, A321neo, A321LR e A330neo, até 2025.”

Cabo Verde Airlines prepara-se para receber mais um B757 e reforçar a sua rota de Paris

A companhia de aviação Cabo Verde Airlines (CAV) anunciou que vai introduzir um quarto voo semanal entre o Sal e Paris e que, “por razões comerciais”, adiou, para o verão de 2020, o início dos voos para Luanda.

A par deste reforço de operação, a companhia prepara-se para receber o seu terceiro B757 com as cores próprias.

Em dezembro a Cabo Verde Airlines vai iniciar as suas rotas para Washington, nos Estados Unidos, e Porto Alegre, no Brasil.

Em comunicado a companhia informou o adiamento para o verão de 2020 do início da ligação aérea entre a ilha cabo-verdiana do Sal e Luanda, alegando “razões comerciais”. No mesmo comunicado pode-se ler ainda que este adiamento “permitirá uma adequada implementação de todos os mecanismos de promoção, venda e parcerias” da futura ligação.

A imprensa francesa especializada em aviação avançou entretanto que a Cabo Verde Airlines vai ter um quarto voo semanal entre o Sal e Paris, a partir de 21 de dezembro.

Nova frota para a PGA – E195-E2 ou Airbus A220?

 

Desde a privatização da TAP muita coisa tem acontecida e uma dela é a renovação de frota.

A companhia aérea nacional prepara-se para estar a voar apenas com a família NEO da Airbus: A330neo, A321LR, A321neo e o A320neo.

De acordo com as últimas informações a TAP prepara-se para iniciar a renovação da frota da Portugália que actualmente voa sob a marca TAP Express. A companhia planeia substituir os seus Embraer E190s e E195s, que foram recebidos através da Azul.

De acordo com Valter Fernandes, CEO da Portugália, o consumo de combustível e as restrições de capacidade no hub de Lisboa são a razão para a retirada dos modelos.

A Portugália pretende aumentar a capacidade dos seus aviões, saindo de uma aeronave com 110 lugares e passar para aeronaves com capacidade para 130 para 140. Portanto, a escolha não é grande, indicou Fernandes ao CH Aviation. É uma corrida com “dois cavalos”. O Embraer E195-E2 ou o Airbus A220-300 são adequados para a TAP Express.

Valter Fernandes garante que a companhia irá brevemente anunciar e realizar o seu pedido.

Começa amanhã 2º período de Greve dos Tripulantes de Cabine da Azores Airlines

 

A Azores Airlines informou, hoje, que recebeu um pré-aviso de greve por parte do Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) para os tripulantes de cabine para os próximos dias 25, 26, 27 e 28 de outubro 2019.
Neste contexto, a companhia informa os seus passageiros que os voos previstas para o referido período poderão sofrer perturbações.

Mais uma vez o grupo SATA assegura que garantidas as ligações que se encontram abrangidas pelos serviços mínimos obrigatórios. São estas as ligações entre o Continente e as Ilhas do Faial, Pico e Santa Maria:


As outras ligações previstas para o período em apreço, poderão sofrer atrasos ou cancelamentos. Como tal, os passageiros que têm reservas efetuadas para as datas em questão, poderão solicitar a alteração da sua viagem para data posterior (sem custos adicionais) ou solicitar o reembolso da sua viagem.

Presidente da Thai Airways diz que companhia pode fechar

O presidente da Thai Airways International (THAI), Sumeth Damrongchaitham, disse esta terça-feira que os colaboradores da empresa deve cooperar com os seus esforços para a reabilitação da companhia aérea.

O presidente salientou que caso a companhia não consiga uma reabilitação poderá mesmo encerrar.

Numa mensagem enviada:: “Hoje, quero que os colaboradores unem-se para superar os obstáculos. Caso contrário, a companhia aérea nacional deve fechar. Ainda há tempo para uma solução, mas não há muito tempo ”, disse Sumeth.

Segundo o presidente da THAI, a companhia perdeu a sua liderança de mercado em várias rotas para concorrentes, entre elas, as rotas do norte que geravam um terço da receita da THAI, mas que agora são dominadas por companhias aéreas de baixo custo.

Delta Airlines vai deixar de voar para Ponta Delgada

 

A Delta Air Lines vai deixar de voar para Ponta Delgada no próximo verão.

A secretária do Turismo do Governo dos Açores, Marta Guerreiro, confirmou o fim da operação da Delta Airlines entre Nova Iorque a Ponta Delgada, sublinhando que a região “tudo” fez “no sentido de a decisão não ser esta”.

“Confirma-se, a Delta deu nota formal ontem [terça-feira] da descontinuação da operação no próximo verão entre Ponta Delgada e Nova Iorque, numa operação de maio a setembro. Apesar de taxas de ocupação acima dos 80%, a Delta alega que a rentabilidade da operação se encontra abaixo” do esperado, “não colocando de parte” uma eventual reanálise no futuro, disse Marta Guerreiro, em declarações aos jornalistas na Praia da Vitória, na ilha Terceira, à margem de uma visita de trabalho do executivo açoriano.

Para Marta Guerreiro, este “não é um problema de falta de investimento” na promoção turística dos Açores, até porque tem havido “aumento do interesse pelo destino”.

“Estamos já a reagir, interessa continuar a investir na notoriedade da região, neste mercado e noutros”, sublinhou ainda a governante com a tutela do Turismo no executivo açoriano.

Mas reconheceu: “Não é uma notícia que gostássemos de ter, mas temos de percebê-la no seu contexto global” e no contexto da Delta, empresa privada com uma “lógica empresarial muito própria”.

A companhia norte-americana Delta Airlines iniciou os seus voos para São Miguel em maio de 2018, o Aeroporto John F. Kennedy, em Nova Iorque, ao Aeroporto João Paulo II, em Ponta Delgada.

Air France vai voar entre Paris e Faro

 

A Air France anunciou, hoje, que vai operar 2 novos destinos no verão de 2020 a partir de 4 de abril de 2020: Faro em Portugal e Alicante em Espanha. Estas duas aberturas vêm juntar-se à nova rota diária Sevilha-Paris-CDG, anunciada recentemente e efetiva a 1 de junho seguinte.

De acordo com as informações da companhia o voo para Faro será operado em equipamento Airbus A320 de 174 lugares (16 na Business e 150 em Economy).

Horários de voos (em hora local)

AF9418: parte de Paris-Charles de Gaulle às 6h50, chega a Faro às 8h35;

AF9419: parte de Faro às 9h25 e chega a Paris-Charles de Gaulle às 13h15.

Voos operados aos sábados, a partir de 4 de abril de 2020.

A nova rota da Air France Faro-Paris(-CDG) vem complementar os voos já operados pela Transavia, companhia low-cost do Grupo Air France-KLM, e que incluem 15 voos semanais para Paris-Orly, 3 voos semanais para Nantes e 2 voos semanais para Lyon.

A par com a inauguração de Faro, a Air France também vai inaugurar a sua rota para Alicante. A sua será igualmente operada aos sábados com equipmaneto Embraer 190, Airbus A319 e Airbus A318.

Além deste reforço em complemento com a oferta em conjunto com o parceiro Air Europa, a companhia francesa inaugura igualmente a rota Sevilha-Paris-CDG, num voo diário operado em Airbus A320.

Foto: Donal Morrissey

Air France inaugura Faro no Verão de 2020 

    • Faro e Alicante, os novos destinos para o verão de 2020 a partir de 4 de abril próximo;
    • Operados pela Air France aos sábados, os 2 novos destinos vêm complementar o novo e recentemente anunciado serviço diário Sevilha-Paris CDG, a partir de 1 de Junho;
    • Novos voos de Málaga e Valência para Paris-CDG vêm ainda juntar-se à oferta atual da companhia nestas cidades, operada em code-share com o parceiro Air Europa;
    • Voos operados entre Paris-Charles de Gaulle e as cidades portuguesa e espanholas.

Primeiro A321neo da Starlux vai iniciar voos teste! Conheça mais sobre esta empresa

O primeiro A321neo, para a Starlux, vai iniciar brevemente os seus voos teste e deverá ser entregue no próximo mês.

Não é todos os dias que se vê uma companhia aérea iniciar do zero e todo este acontecimento ganha outro destaque com as redes sociais.

A Starlux Airlines está a gerar burburinho enquanto se prepara para voar como uma nova grande companhia aérea, com sede em Taiwan, a partir de janeiro de 2020.

Recentemente a Starlux anunciou a data do seu voo inaugural e apresentou ao mundo a sua primeira turma de pilotos, que se formou num programa de treino de voo nos Estados Unidos.

Chang Kuo-wei, CEO da Starlux e ex-presidente da EVA Airlines, anunciou que o voo inaugural da Starlux será a 23 de janeiro de 2020.

A partir de 23 de janeiro, a companhia aérea vai oferecer pelo menos um voo por dia para um dos três destinos, incluindo Macau, Da Nang, Vietname e Penang, com mais destinos a serem adicionados ao longo do ano.

Para já ainda não foi revelado qual dos destinos será contemplado com o voo inaugural.

Para iniciar a sua operação, a Starlux vai receber três Airbus A321neo. O primeiro deverá ser entregue em novembro, com o segundo e o terceiro a chegar em dezembro e janeiro, respectivamente.

Espera-se que outros sete sejam entregues até 2020, juntamente com uma frota de cinco A350-900s e 12 A350-1000s que devem ser entregues na íntegra no final de 2021.

Como referimos acima, recentemente a Starlux Airlines anunciou que 14 pilotos concluíram um programa de treino de um ano nos Estados Unidos.

CS-TOF despediu-se hoje da frota da TAP

 

Hoje, 22 de outubro, a TAP despediu-se do seu Airbus A330-223 com o registo CS-TOF.

O avião realizou o seu último voo TP9775 entre Lisboa e St. Athan onde será desmantelado nas próximas semanas.

Esta aeronave iniciou os seus voos em novembro de 1999, ao serviço da Swissair.

Delivery date Airline Registration Remark
19/11/1999 Swissair HB-IQM
31/03/2002 Swiss International Air Lines HB-IQM
15/10/2002 Lufthansa D-AIMB ret to Airbus 11/2004 – At Zurich 01/2006, for TAP
10/03/2006 TAP Air Portugal CS-TOF Named Infante D. Henrique

 

Depois de 20 anos de voos e 13 anos ao serviço da TAP chegou a vez de dar lugar aos novos A330neo.

 

 

Airbus ACJ lança site iflyACJ: Organize as suas viagens com apenas um clique

 

A Airbus Corporate Jets (ACJ) lançou o site iflyACJ.com, na NBAA1, permitindo aos passageiros VIP planearem facilmente as suas viagens com operadores charter da ACJ. Este novo site é apelativo para os passageiros VIP e reúne num único sitio informações acerca de ofertas de jatos corporativos Airbus de 12 operadores diferentes, como detalhes acerca das cabines espaçosas, características e serviços personalizados a bordo.

A sua facilidade de utilização permite que os utilizadores tenham acesso a detalhes acerca de cada uma das ofertas charter VIP da ACJ num único clique. Os passageiros podem seleccionar o operador ACJ que desejam e são direccionados directamente para o site do fornecedor escolhido, permitindo uma reserva segura e de confiança, sem qualquer custo extra. O novo site foi desenvolvido com o apoio do operadores ACJ.

As frotas de operadores da ACJ incluem os ACJ318, ACJ319, ACJ320 e ACJ340, oferecendo combinações impressionantes de conforto, autonomia e segurança.

Visite o site em: https://www.iflyACJ.com/

A320neo da Azul bate com a cauda na pista durante aterragem

 

Um Airbus A320neo da Azul, com a matrícula PR-YRQ, sofreu um tailstrike, durante a sua aterragem na pista 15 no aeroporto de São Paulo – Viracopos, no passado dia 17 de outubro.

A título de curiosidade o A320neo “Azul é 10” envolvido no incidente foi fabricado no final de 2017 e entregue diretamente de à Azul Linhas Aéreas em fevereiro de 2018.

Foto: Twitter.com/havarenamedya

O A320neo estava a realizar o voo AD6970 entre Recife e Campinas.

Foto: Twitter.com/havarenamedya

Um “tailstrike” ocorre quando a cauda da aeronave atinge o solo durante a aterragem ou descolagem. Também tem a mesma designação quando a cauda da aeronave embate num objeto fixo.

Os incidentes de “tailstrike” normalmente são ligeiros e não apresentam perigo, mas a estrutura da aeronave pode ser afetada e deve ser minuciosamente inspecionada e reparada.

TAP obriga pilotos a pagar 30 mil euros por curso de formação

 

De acordo com o Jornal ECO, a TAP está a cobrar 30 mil euros aos pilotos a quem deu formação antes de serem contratados pela companhia. Os profissionais dizem-se surpreendidos com a exigência, já que na altura do anúncio não havia referência a qualquer pagamento.

O Sindicato dos Pilotos de Aviação Civil (SPAC) já avançou com uma queixa à Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT).

O anúncio para o recrutamento de pilotos foi publicado em agosto do ano passado e estabelecia que os candidatos compensassem a TAP pelos encargos financeiros inerentes à formação mantendo-se na empresa “por um período nunca inferior a três anos”, mas sem nunca se fazer referência a qualquer pagamento.

De acordo com as informações disponíveis, no momento da assinatura do contrato e já com as aulas em curso, foi exigido aos pilotos o pagamento de um valor em prestações mensais no valor de 833 euros, reduzindo para menos de dois mil euros o salário-base mensal dos profissionais.

Após tomar conhecimento deta situação, o SPAC contestou a cobrança, uma vez que considera não ser possível “exigir o pagamento de 30 mil euros devidos pela formação de acordo com o Acordo de Empresa (AE) e, por isso, avançou com uma queixa à ACT.

O jornal indica que a TAP já foi contactada e indicou que a situação: “foi já objeto de esclarecimento fundamentado aos interessados“, acrescentando, que “está formalmente regulada em acordos escritos, livre e responsavelmente assinados por todos os candidatos, quer na fase de formação quer no momento da admissão“.

O SPAC  está a ponderar avançar com uma ação em tribunal.

Kiosque da Aviação é inspiração para projecto Air Tango, na Argentina

 

O Kiosque da Aviação orgulha-se de ter sido o ponto de partida do projecto de investidores argentinos para o projecto Air Tango.

O Air Tango vai contar com uma loja online e site de notícias de aviação, é claro, com grande destaque para o que se passa na Argentina e na América do Sul, não esquecendo tudo o que se passa no resto do mundo geral da aviação.

A Air Tango é o distribuidor oficial e exclusivo da Geminijets para a Argentina e dentro de alguns dias irão representar outras matracas conhecidas.

É objectivo dentro de alguns meses ser aberta a loja física – Air Tango Hobbie Shop

Poderão acompanhar os primeiros passos na página de instagram – www.instagram.com/airtangohobbieshop e fiquem a conhecer todas as novidades deste projecto.

Qantas realizou o primeiro voo do seu programado Project Sunrise. Conheça os detalhes da viagem através de um testemunho

 

A Qantas realizou o primeiro voo do seu programado Project Sunrise entre Nova Iorque, nos EUA, e Sidney, na Austrália.

O primeiro voo teste durou cerca de 19 horas e 16 minutos tendo sido voados 16.200 quilómetros.

O bordo do Boeing 787-9, seguiam 49 pessoas, entre elas o CEO da Qantas, e o objectivo do voo era analisar de que forma esta viagem longa pode afetar os pilotos, a tripulação de cabine e os passageiros.

Já no próximo mês a companhia aérea tem planeado a realização de mais um voo testes, desta vez entre Londres, em Inglaterra, para Sidney.

Após a realização dos dois voos e analisados todos os dados, a Qantas vai decidir se irá avançar com as referidas rotas.

Neste momento a Boeing e Airbus lutam para apresentar um modelo de aeronave capaz de realizar esta rota de forma regular/comercail.

Para garantir ao avião autonomia de combustível suficiente para evitar o reabastecimento, o voo da Qantas descolou com o máximo de combustível, carga de bagagem restrita e sem carga extra.

Os testes variaram desde a monitorização das ondas cerebrais dos pilotos, níveis de melatonina e atenção, até aulas de exercícios para passageiros. A iluminação da cabine e as refeições a bordo também foram escolhidas por forma a tentar reduzir o jetlag, de acordo com os pesquisadores e cientistas médicos que fizeram parte do voo.

Já quanto aos passageiros que completaram esta viagem, seis horas depois do embarque tiveram oportunidade de desfrutar de uma refeição rica em hidratos de carbono e as luzes foram diminuindo de intensidade de forma progressiva.

Os passageiros realizaram vários exercícios durante a viagem

“Os voos noturnos geralmente começam com o jantar e depois apagam-se as luzes. Neste voo, começamos com o almoço e as luzes mantiveram-se acesas pelas primeiras seis horas, para coincidir com a hora do dia no nosso destino. Isso significa que você começa a reduzir o jetlag imediatamente.”

“Esta é uma novidade realmente significativa para a aviação. Espero que seja uma antevisão de um serviço regular que acelere a forma como as pessoas viajam de um lado para o outro do mundo”, disse Alan Joyce, CEO da Qantas Group, citada pela BBC.

A concorrência no mercado da aviação tem-se revelado feroz e, no ano passado, a Singapore Airlines lançou uma viagem de quase 19 horas entre Singapura e Nova Iorque, que é actualmente o voo comercial mais longo do mundo.

Também no ano passado, a Qantas iniciou um serviço sem escalas de 17 horas de Perth, na Austrália, para Londres, enquanto a Qatar Airways opera um serviço de 17,5 horas entre Auckland, Nova Zelândia, e Doha, capital do Qatar.

Vídeo da preparação do primeiro voo:

Deixamos o relato de um jornalista convidado para o voo:

O jornalista Angus Whitley foi convidado pela Bloomberg  para participar no voo da Qantas.

Fora do chão

O nosso avião acabou de sair do Aeroporto Internacional JFK e já se tornou um laboratório voador. Como o objetivo é preparar os passageiros para o fuso horário do nosso destino o mais rápido possível, escolhemos “Sydney” no relógio logo de caras. Isto significa não dormir.

As luzes ficam acesas e temos instruções para ficar acordados durante, pelo menos, seis horas – até ser noite na Austrália.

Isto causa imediatamente problemas a alguns passageiros.

Num lado da seção de classe executiva, seis passageiros frequentes seguem um cronograma pré-planeado para comer e beber (incluindo limitação de álcool), exercício e sono. Usam leitores de movimento e luz nos pulsos e foi-lhes solicitado que registassem as suas atividades; eles já estiveram sob observação durante alguns dias e serão monitorados durante 21 dias no total. A maioria dos passageiros é viciada em filmes ou em livros, mas um deles adormece em minutos. Para ser justo, sinto a dor dele. Pode ser meio-dia em Sydney, mas o meu corpo está dizer-me que está a chegar a meia-noite em Nova Iorque.

Passadas duas horas

É hora da alimentação e um momento chave para a experiência. É suposto que os pratos especialmente pensados confortem-me, e uma porção saborosa de camarão escalfado com pimenta e limão é como uma bofetada culinária suave na cara. Bacalhau picante de estilo chinês com arroz de jasmim e sementes de gergelim repete a ação explosiva. Eu estou momentaneamente acordado.

Os 40 passageiros do avião, incluindo os jornalistas, estão todos em classe executiva: com tão poucos passageiros, ninguém precisa viajar em económica. Numa entrevista, o CEO Alan Joyce diz-me que os voos reais do Project Sunrise – se seguirem em frente – terão mais espaço para as pernas na económica do que os aviões padrão, e haverá algum espaço na parte traseira da aeronave para alongamentos.

As seis cobaias humanas no centro da pesquisa estão sentadas num lado da cabine. Eu quero fazer o meu próprio conjunto de testes para ver como o meu corpo está a aguentar. Depois de falar com um médico de viagem em Sydney antes, estou munido de equipamento para monitorizar a minha pressão arterial, frequência cardíaca e níveis de saturação de oxigênio. Eu também tenho um teste memória e um questionário de humor. Eu quero ver se um voo muito longo prejudica o meu cérebro ou escurece o meu espírito.

Os testes de três horas que faço durante a primeira metade do voo refletem o objetivo desta viagem. A minha pressão arterial está elevada, embora não alta, e a minha frequência cardíaca está a acelerar. O meu humor é leve, embora a diminuir muito gradualmente.

Três horas depois

A pressão física desta experiência é clara. Nesta altura eu e os passageiros estão de pé apenas para ficarmos acordados. A equipa tem ordens para manter horários para o sono e a usar iPads para classificar fadiga, tempos de reação, carga de trabalho e stress. O sonolento passageiro frequente da Qantas, que vai à frente no avião, está novamente a dormir.

Embora ache este regime bastante desafiador – e nem estou num difícil assento da classe económica – tento manter as coisas em perspetiva. Depois de ter escrito sobre este voo pela última vez na semana passada um leitor enviou-me um e-mail para insistir numa mentalidade mais robusta.

Durante a Guerra da Coreia, no início dos anos 50, disse o leitor, ele regularmente voou em missões de reconhecimento durante 40 horas com rotações de tripulação a cada seis horas. “Força,” disse-me o homem de 83 anos. Mensagem recebida.

Após quatro horas

Marie Carroll, professora da Universidade de Sydney que está a supervisionar a observação dos passageiros no voo, reúne as suas tropas na parte de trás do avião. “Este é o momento, pessoal, é quando realmente precisamos de resolver isto “, diz-lhes.

Momentos depois, a sua equipa está encostada aos carrinhos de comida da cozinha, esticando-se. Em seguida, fazem flexões verticais entre a classe económica vazia. Finalmente, tentam sincronizar movimentos de dança nos corredores. Tudo em nome da ciência. Parece um cabaré, mas vencer o jet lag é uma missão difícil. Além das noites sem dormir e do cansaço diurno, especialistas dizem que há processos críticos, incluindo a função cardíaca e o metabolismo, que ficam perturbados quando o relógio biológico é interrompido.

Passadas sete horas

Chega uma segunda refeição. Para mim, ser alimentado duas vezes numa sucessão relativamente rápida ajudou mesmo a passar o tempo mais depressa durante a primeira parte do voo. Esta parte do menu também deve significar as próximas horas: é rica em hidratos e desenhado para nos pôr a dormir. A sopa de batata doce com creme fraiche é espessa e luxuosa, a torrada de queijo menos. O chef do avião diz-me que esteve a preparar as nossas refeições durante três dias.

Finalmente, as luzes estão enfraquecidas e parece que estou liberado. Durmo seis horas seguidas. Isto é mais do que eu me lembro de dormir sem acordar em qualquer outro voo, mesmo com o privilégio de classe executiva de uma cama.

Após 14 horas

De uma forma geral, os meus próprios exames médicos sugerem que estou a lidar bem com a situação. A minha pressão arterial, que o médico em Sydney disse que seria um bom medidor de stress e fadiga, está de volta ao normal. O meu coração está a bombear mais devagar, acerto no meu teste de memória e o meu questionário mostra que o meu humor está mais brilhante.

A observação dos passageiros e tripulação contribuirá para o plano da Qantas avançar com o Projeto Sunrise, e dar início a voos comerciais diretos que ligam Sydney a Nova Iorque e Londres. Outros voos longos da costa leste da Austrália para a América do Sul e África podem seguir-se, admite a Qantas.

A bordo, Joyce diz-me que “obviamente” lançará este regime de voos noutras rotas longas – se a ciência mostrar que isto ajuda. O truque é acomodar aqueles que querem beber e adormecer à vontade, diz Joyce.

Mas ainda não reserve os seus voos para dar a volta ao mundo.

A Qantas precisa de novos aviões da Boeing ou da Airbus SE que possam fazer o trabalho com uma carga completa de passageiros e um novo acordo com a tripulação para trabalhar mais de 20 horas. “É precisa de tudo aconteça ao mesmo tempo”, afirmou Joyce. O responsável sonhava inicialmente em transformar estes voos de longa duração em hotéis voadores, com camas para dormir ou uma zona de exercício. Esta visão deu lugar à realidade quando as margens de lucro revelaram-se muito apertadas para desperdiçar espaço em tais luxos.

O nosso avião não tem capacidade para transportar uma carga completa de passageiros mais bagagem para Sydney. Descolou com os tanques de combustível no máximo – cerca de 101 toneladas. Para manter o peso baixo, não há carga, nem comida e as bebidas são limitadas. Em Nova Iorque, o capitão parecia confiante que chegaríamos a Sydney com gasolina de sobra. Ele planeou pousar com seis toneladas de combustível, o suficiente para ficar no ar por mais 90 minutos.

17 horas depois

É hora do pequeno-almoço e não há salsichas. Em vez disso, há uma tigela de grãos, puré de abacate, queijo quente haloumi e uma salada de ervas. Este voo está a virar tudo de cabeça para baixo.

Um dos passageiros frequentes, o investidor de Sydney, Nick Mole, diz que dormiu quase oito horas e sente-se bem. E que tal um dia inteiro de trabalho após o desembarque? “Eu provavelmente poderia fazer isso “, diz. Nick Mole acha que o teste maior será como ele é que vai lidar com esta viagem dentro de alguns dias.

Preparação para aterrar

Sinto-me melhor agora do que depois de voar para Nova Iorque de Sydney há alguns dias com uma escala. As dezenas de horas que demorou para chegar a Los Angeles foram seguidas por uma hora e uma grade fila na imigração com centenas de outros viajantes “zombies”.

Numa altura em que o avião se aproxima do seu destino, Joyce aborda todos a bordo. Ele diz-nos que o voo lhe deu confiança de que o Project Sunrise pode funcionar. E chega domingo, à hora de almoço em Sydney, estou sentindo-me cansado, mas longe de debilitado.

Eu participo numa festa de aniversário infantil, certamente um teste ácido aos nervos de alguém. Pessoalmente, escolheria um voo direto entre Sydney e Nova Iorque em vez de um com escala. Mas não isto não servirá a todos: foi preciso disciplina e trabalho para manter a rotina de não dormir na primeira metade do voo. Pode haver benefícios em mudar para o horário do destino imediatamente, mas tem um preço. Eu senti como se tivesse de merecer.

LAM vai investir 120 milhões de dólares em novos aviões e quer ligar África do Sul a Lisboa

 

O diretor-geral das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), anunciou que a LAM – Linhas Aéreas de Moçambique vai investir até 120 milhões de dólares (109 milhões de euros) em novos aviões e intensificar presença nas rotas africanas, querendo ligar África do Sul a Lisboa.

“Em África, queremos penetrar mais no mercado sul-africano e também oferecermos a Portugal o mercado sul-africano”, afirmou João Carlos Po Jorge, em declarações à Lusa, à margem de um evento em Lisboa.

Segundo o responsável, a companhia quer ainda intensificar a frequência para Dar Al Salam (Tanzânia), Harare (Zimbabué), Lusaka (Zâmbia), Gaborone (Botsuana). através de uma parceria com as companhias desses países, por forma a oferecer uma maior oferta para o seu mercado regional e também para alimentar os seus voos para Lisboa.

Para crescer em rotas e assegurar qualidade de serviço, a LAM vai também investir em novos aviões: “Estamos a pensar adquirir novos aviões cofinanciados por leasing ou financiados por bancos e pensamos que isso representa 100 a 120 milhões de dólares, em três anos, porque a frota é pequena ainda”, adiantou o diretor-geral da companhia aérea.

O objectivo agora, depois de o grupo ter atravessado uma situação financeira difícil, é centrar a sua actividade no seu negócio principal e desinvestir noutras áreas: “A nossa intenção nos próximos anos é centrar a actividade no nosso ‘core business’ , linha aérea, e desinvestir nalgumas áreas que temos de hotéis, etc”, exemplificou.

João Carlos Po Jorge admitiu, porém, que o grupo LAM quer ter também um posicionamento nos negócios do ‘catering’ e do ‘handling’.

“O grupo LAM tem neste momento cerca de 14 empresas participadas. Já estamos a sair de quatro ou cinco e as outras é uma questão de tempo para sair”, acrescentou o gestor, indicando que o desinvestimento planeado, permitirá arrecadar cerca de 14 a 16 milhões de dólares (12,6 a 14,3 milhões de euros), pode ajudar a compensar algumas das perdas, “mas não cobre de maneira nenhuma o investimento”, admitiu.


Neste momento, a empresa tem em curso um plano de reestruturação e a companhia já anunciou o seu regresso a Lisboa através de uma parceria com a HiFly para operar o voo entre Maputo e Lisboa.

 

TAP descarta voos diretos para a China “num futuro imediato”

 

Em declarações durante uma conferência empresarial, em Macau, o presidente do conselho de administração da TAP, Miguel Fraquilho, descartou a abertura de voos diretos entre Portugal e a China “num futuro imediato”.

“O número de visitantes chineses tem vindo a subir a uma taxa de dois dígitos, já há cerca de dez anos. Tudo isto vem criando uma massa crítica muito interessante que nós esperamos que, num futuro não muito longínquo, mas também não num futuro imediato, seja concretizada”, disse Miguel Frasquilho.

Para já a TAP vai abrir novas rotas para África e América do Sul e reforçar os voos para o Brasil e Estados Unidos.

“Vamos intensificar a operação no Brasil, que já é muito intensa, e uma vez que a TAP é o maior operador entre o Brasil e a Europa (…). Vamos ter mais voos para as mesmas dez cidades brasileiras e no futuro podemos estender a outras cidades”, afirmou Miguel Frasquilho.

“Vamos introduzir os aviões novos de longo curso, já introduzimos para Angola e vai ser introduzido no final deste mês para Moçambique. Isso melhora imenso as condições em que os nossos passageiros podem ser servidos a bordo”, explicou.

Miguel Frasquilho salientou que foram abertas “com grande sucesso três novas rotas para os Estados Unidos”, uma “expansão para o mercado norte-americano que não vai ficar por aqui, já que está prevista uma intensificação para o próximo ano”.

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