O primeiro A321LR para a companhia de baixo custo norte-americana JetBlue realizou hoje o seu primeiro voo de testes.
O voo teve uma duração de 2h34:
Este primeiro modelo significa que está também mais perto o inicio da operação da companhia de baixo custo norte americana para Londres.
the first #A321LR for @JetBlue on its first flight today, will be N4022J… note the new tail colors, called "Streamers" regarding to the jetstream, service to London is planned for this coming year… pic.twitter.com/FFoGnpWM5N
A Jetblue apresentou em abril de 2019 os seus planos para a abertura de rotas internacionais para a Europa.
O evento decorreu no aeroporto JFK, em Nova Iorque, onde Robin Hayes, CEO da Jetblue, anunciou que a companhia iria iniciar os voos transatlânticos a partir de 2021.
O primeiro destino será Londres, e com partidas dos dois principais hubs da Jetblue; Nova Iorque e Boston. Para realizar as novas rotas, a Jetblue vai converter o seu pedido de 13 A321neo para a versão de longo alcance do modelo, o A321LR.
Segundo a companhia e por forma a dar início às operações no continente europeu, a Jetblue criou uma equipa para trabalhar no processo de certificação do Extended-range Twin-engine Operational Performance Standards (ETOPS).
“Há vinte anos, os nossos fundadores tinham uma fórmula simples para escolher um novo mercado – ele tinha que ter tarifas altas, mal servido ou ambos”, disse Joanna Geraghty, presidente e directora de operações da JetBlue. “Londres é a maior área metropolitana que a JetBlue ainda não serve tanto de Boston quanto de Nova Iorque e não poderíamos estar mais empolgados em mudar isso nos próximos anos”, complementa a COO.
O Expresso está a avançar que o Grupo SATA entra em lay-off a partir de dezembro, uma medida que irá abranger “por enquanto cerca de três dezenas de trabalhadores”, segundo a empresa.
Esta situação ocorre “tendo em conta a redução da actividade operacional que se regista, o grupo SATA voltará a recorrer à figura de Lay-Off, a partir do próximo mês”.
Serão abrangidas, explica também, “as funções que são habitualmente mais afectadas pela sazonalidade da operação aérea, em particular, na companhia aérea Azores Airlines”. “Nestas circunstâncias e por enquanto, encontram-se cerca de três dezenas de trabalhadores”, acrescenta a empresa na resposta ao jornal.
De referir que em junho o Grupo SATA tinha mais de 1000 colaboradores lay-off.
O SITAVA – Sindicato dos Trabalhadores e Aviação emitiu mais um comunicado sobre a situação no Grupo TAP:
Como certamente todos se vão apercebendo, o novel Conselho de Administração e a sua Comissão Executiva, esta composta também por novíssimos membros, têm-nos surpreendido, com a divulgação quase diária, de notícias na comunicação social, qual delas a mais surpreendente. Poderá perguntar-se, então, o que pretende a empresa com esta chuva de intervenções na comunicação social, todas elas no mesmo sentido, ameaçando os trabalhadores em vésperas de ser conhecido o tal projeto de reestruturação que, dizem, tem que ser apresentado em Bruxelas. Será só isso que pretendem? Ameaçar?
Porque a responsabilidade que assumimos com os trabalhadores nos obriga a dizer sempre a verdade, e só a verdade, vamos então por partes: Começamos por reafirmar aquilo que há meses dizemos sobre a realidade do setor da aviação em geral e da TAP em particular.
A gravíssima crise sanitária que vivemos é a única responsável pela preocupante situação que as empresas do Grupo TAP atravessam não podendo, portanto, ser imputada aos trabalhadores qualquer responsabilidade. Não obstante esta constatação é, como se sabe, extremamente penosa a realidade que vivemos diariamente.
A primeira e a mais grave realidade é a pesadíssima perda salarial que caiu e está a cair sobre todos os trabalhadores da TAP – e de todo o Grupo – com a implementação do Lay-Off que se mantém, e que está a provocar um corte salarial mensal líquido da ordem dos 20% desde o passado mês de abril. Constatando esta realidade, são até insultuosas as ameaças plantadas na comunicação social de que vai haver cortes salariais. Estes já estão a ser aplicados e desde abril como dizemos atrás. Exige-se sim, é que sejam repostos os rendimentos dos trabalhadores.
Uma segunda ameaça profusamente difundida é a que vai haver diminuição da frota, coisa que só é novidade para os distraídos, ou para aqueles que não acompanham a realidade do transporteaéreo. Todos sabemos que as companhias não crescem permanentemente e até ao infinito. A renovação da frota que a TAP realizou nos anos de 2018 e 2019 tinha como pressuposto a saída de operação, durante o ano de 2021, das aeronaves mais antigas.
Com esta realidade presente, só por má fé se poderá plantar agora na comunicação social, que a reestruturação da TAP obriga à redução da frota. É falso. A frota da TAP – TAP mais Portugália – será diminuída das unidades mais antigas o que vai, obviamente, diminuir o número de aviões nas duas frotas. Claro que vai, tal como já estava previsto.
Apesar de tudo isto, é bom recordar aos que agora nos ameaçam, que o negócio da TAP baseado no Hub de Lisboa, deixaria de ser viável – inviabilizando também a própria companhia – se alguém a propósito da tal reestruturação tentasse agora mutilá-la retirando mais aviões do que os que estavam programados.
Para compor a trilogia, esgrimem também os que nos ameaçam com a redução da força de trabalho. Dizem eles em tom ameaçador que vai haver despedimentos. Mais uma vez, só temos que dizer a estes senhores, que se isto não for má fé, então continuam distraídos.
É do conhecimento de todos nós, que desde o início da crise pandémica, a TAP e as restantes empresas do Grupo decidiram, infelizmente para milhares de trabalhadores, pela não renovação dos contratos a termo, e pelo cancelamento dos contratos com as empresas de trabalho temporário. Talvez estes que nos ameaçam não tenham interesse em fazer contas porque se quisessem fazê-las saberiam que só nas quatro empresas do Grupo (incluindo a SPDH) já se perderam cerca de 3.000 postos de trabalho.
Mas isso não tem para eles qualquer interesse divulgar. Com esta atitude optaram antes por cortes cegos, contra os quais nos temos insurgido por variadíssimas vezes, e que estão a provocar graves prejuízos em alguns setores, o que já levou a empresa a ter que contratar à LGSP, (grupo Lufthansa), serviço de apoio a passageiros.
Resta agora e por acréscimo o outro pilar, o social, aquele que diferencia o trabalho sujeito à exploração desenfreada, do trabalho com direitos. Efetivamente aparecem cada vez com mais frequência por tudo o que é televisão, anunciando despedimentos e outros cortes a propósito de tudo e de nada. São habitualmente os arautos das “liberdades”, da “livre iniciativa” e da “livre opção de escolha” as mais das vezes entre um corte salarial e um despedimento. Todos os conhecemos muito bem.
A todos estes e a mais alguns, temos que continuar a lembrar que os trabalhadores da TAP conquistaram o seu primeiro contrato coletivo de trabalho há precisamente cinquenta anos. Foi, como reza a história, um enorme avanço civilizacional que não mais deixou de evoluir. Como sabemos, o mundo não anda para trás. É bom que todos tenham presente que o retrocesso histórico paga-se muito caro e, como é obvio, os trabalhadores da TAP jamais o permitirão.
Por muitas dificuldades que o mundo agora atravesse elas são, como bem sabemos, temporárias e não poderão nunca ser o pretexto para regressar ao passado. Que ninguém se iluda e tente acabar agora com conquistas sociais de há cinquenta anos. Que ninguém tente sequer beliscar a contratação coletiva. A contratação coletiva tem força de lei. Isso jamais o permitiremos.
Em comunicado, a Delta Air Lines anuncia que é a única companhia dos EUA a bloquear os lugares do meio até 30 de março de 2021.
Assim sendo, a companhia vai continuar a cumprir o seu compromisso líder no setor de oferecer mais espaço aos clientes. À medida que mais especialistas médicos concordam com a segurança das viagens aéreas graças às várias camadas de proteção fornecidas pelo Delta CareStandard, o bloqueio dos assentos do meio até à primavera de 2021 oferece mais confiança e segurança aos clientes que reservam os seus planos de viagens futuras.
A Delta sublinha que a saúde e a segurança de seus clientes e colaboradores continuam a ser a sua principal prioridade.
O Delta CareStandard abrange mais de 100 medidas de proteção, como a higienização de todos os voos, um programa abrangente de testes COVID para colaboradores e o uso de filtros HEPA, que extraem mais de 99,99% das partículas, incluindo vírus.
Como tem sido hábito a SATA Azores Airlines tem estado a anunciar o reforço da sua operação no Natal e Passagem de Ano.
Para já o reforço centra-se nos voos inter-ilhas e num voo extra para o Porto.
Caso as necessidades assim o exigem a companhia poderá reforçar a sua operação através da realização de voos adicionais bem como da alteração do equipamento.
A Airbus anunciou hoje, em comunicado, que a ExxonMobil assinou um contrato para dois helicópteros Airbus H145 para apoiar o Projeto PNG LNG – gás natural liquefeito na Papua Nova Guiné (PNG).
O novo modelo H145 com um rotor principal sem rolamentos de cinco lâminas fornece um aumento de 150 kg na carga útil. A aeronave ficará baseada na Planta de Condicionamento de Gás Hides (HGCP), na Província de Hela, nas Terras Altas do PNG, e será usada para transportar pessoal e equipamento no apoio às operações do Projeto PNG LNG.
Além de sua confiabilidade e economia superior, o desempenho “quente e alto” do novo H145 foi fundamental para sua selecção para uso num ambiente que requer operações de rotina a uma altitude de 5.400 pés em temperaturas de até 35ºC.
A venda é a primeira da Airbus Helicopters para a ExxonMobil e a primeira encomenda no sector de petróleo e gás do novo H145 na região Ásia-Pacífico.
Ben Bridge, vice-presidente executivo de negócios globais da Airbus Helicopters disse: “É uma honra ganhar a confiança de um cliente focado na segurança e desempenho como a ExxonMobil para operações em ambiente operacional altamente exigente de PNG. O novo H145 teve um início forte no mercado e está claro que tem um grande futuro em vários segmentos de mercado. ”
Uma das principais cidades turísticas do Ceará terá dois voos por semana para Belo Horizonte, segundo maior centro de conexões da Azul no país; volta dos voos foi celebrada com batismo da aeronave
Jatos d’água do Corpo de Bombeiros marcaram o reinício das operações da Azul ontem no Aeroporto Regional Comandante Ariston Pessoa, em Jericoacoara (CE). O voo, proveniente de Belo Horizonte, pousou no início da tarde no destino turístico cearense, retornando, na sequência, para a capital mineira.
Essas operações acontecerão duas vezes por semana, às quintas e domingos, e serão cumpridas pela Azul com os jatos da Embraer, com capacidade para até 136 Clientes.
Foto: Azul
“Estamos felizes por voltar a operar em Jeri após quase oito meses. Preparamos nossas operações para que nossos Clientes e Tripulantes tenham a segurança e o bem-estar garantidos neste momento de retomada do turismo no país. Com Jeri, nossa malha aérea ganha mais uma opção de destino, oferecendo ainda mais comodidade e conveniência a nossos Clientes que quiserem aproveitar a alta temporada de verão e o período do home office em qualquer lugar, inclusive na praia”, destaca Abhi Shah, vice-presidente de receitas da Azul.
Com a inclusão de Jeri e o aumento no número de voos, o aeroporto de Belo Horizonte terá 57 voos diários para 29 destinos a partir de novembro. Dessa forma, Clientes de todo o Brasil poderão chegar e sair da cidade cearense com conexões em BH para cidades como Campinas, Congonhas e Guarulhos, em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Recife, Curitiba, Goiânia, Brasília, Belém, Cuiabá e interior mineiro.
De referir que, a British Airways iniciou no dia 19 de agosto o phase-out da sua frota Boeing 747-400, rtendo sido este o primeiro modelo a sair.
O G-CIVD, realizou o voo BA9170E, entre Londres e Castellon onde está localizado o Tarmac Aerosave, empresa especializada em manutenção, armazenamento e reciclagem de aeronaves.
O B747-400 G-CIVD entrou ao serviço com as cores British Airways em 1994, tendo recentemente completado 25 anos.
A TAP prevê operar cerca de 30% da sua capacidade em novembro e dezembro e reforçou as rotas com maior procura no Natal e Ano Novo, mas a operação fica “muito aquém” da anterior à pandemia, foi hoje divulgado.
“Reforçámos as rotas com maior procura nesta época [Natal e Ano Novo], ficando a operação, ainda assim, muito aquém da que se registava antes da pandemia”, referiu o presidente executivo da companhia, Ramiro Sequeira, numa mensagem enviada aos trabalhadores, a que a Lusa teve acesso, que dá conta da divulgação da segunda ‘factsheet’ operacional (documento com informação operacional), que a TAP começou a disponibilizar em outubro, com informação atualizada sobre a pandemia e projeções e estudos sobre a indústria a nível mundial, bem como o respetivo impacto na sua operação.
“É neste contexto que a TAP prevê operar, em novembro e dezembro deste ano, cerca de 30% da sua capacidade, face a igual período do ano passado”, acrescentou o responsável.
O presidente da transportadora adiantou, ainda, que a operação do período de Natal e Ano Novo “está preparada para corresponder às necessidades” dos clientes que queiram passar o seu Natal em casa, apesar das restrições impostas para conter a propagação do novo coronavírus.
De acordo com a comunicação aos trabalhadores, a TAP reduziu em 69% a sua capacidade (chamada ASK ‘available seat kilometer’) em outubro de 2020, face a outubro de 2019.
No mesmo período, a transportadora reduziu o número de voos em 67%.
“A evolução da redução do número de voos ao longo deste ano, com vista a ajustar a capacidade e a operação à diminuição da procura e ao aumento das restrições de mobilidade, exprime bem o esforço da TAP para minimizar o impacto da pandemia na nossa atividade”, apontou Ramiro Sequeira.
Nos dados divulgados na ‘factsheet’, a TAP referiu que, ainda assim, a taxa de ocupação (‘load factor’) média global entre maio e agosto, quando ponderada com o volume de voos realizados em cada mês, é de 60%, isto é, vinte pontos percentuais abaixo da taxa média global de 2019, “apesar da drástica redução na capacidade realizada, nomeadamente através da gestão dinâmica e sistemática do ajuste da operação”.
Ramiro Sequeira lembrou ainda as últimas projeções da Associação Internacional de Transportes Aéreos (IATA, na sigla inglesa), que apontam para uma recuperação “lenta e muito determinada pelo nível de confiança”, prevendo-se chegar ao número de passageiros transportados em 2019 entre 2023 e 2024, no cenário base, e, num cenário mais pessimista, a retoma de cerca de 78% do volume de passageiros de 2019 apenas em 2025.
“No curto prazo – a três meses, reportando a fevereiro de 2021 – a projeção da IATA, no que respeita à procura global, prevê uma recuperação de 34% do tráfego global, 58% do tráfego doméstico e 25% do tráfego internacional”, lê-se na missiva.
A TAP deu também conta de que decorreu, ente 16 e 20 de novembro, a auditoria IOSA, um sistema de certificação global reconhecido a nível mundial, destinado a avaliar a gestão operacional e os sistemas de controlo das companhias aéreas, com foco na segurança operacional.
“Estas atividades sublinham a tónica nas nossas prioridades: O bem estar físico e psicológico das nossas pessoas, sendo que devemos permanecer próximos e atentos entre nós, colegas, operar o nosso dia-a-dia com foco em ‘safety’ e na eficiência operacional, retomar progressivamente a nossa atividade com segurança e sustentabilidade, elaborar o plano de restruturação e recuperação que a TAP necessita e reduzir custos não essenciais”, concluiu Ramiro Sequeira.
Devido à actual procura pelo transporte de carga aérea, a TAP Air Portugal, acompanhando o crescimento do mercado, voltará a operar com uma aeronave exclusivamente cargueira.
Depois do lendário Boeing 707-373C com o registo CS-TBJ, um dos Airbus A330-200 que têm vindo a ser utilizado para o transporte de passageiros será convertido para cargueiro.
O A330-200 CS-TOP recebeu o sticker “Cargo”, pintado na fuselagem, como o seu antecessor.
De referir, como indica o Contato Radar, que a aeronave não será completamente convertida em cargueira, apenas adaptada, da mesma forma que foi adaptado recentemente um Embraer 195 da Azul, o Dash Q400 da SATA ou mesmo alguns modelos da frota da HiFly.
Mais recentemente, dada a situação mundial e uma vez que a frota da companhia estar parada, a TAP disponibilizou algumas de suas aeronaves para transporte de material médico. Foi o caso dos A330neo CS-TUQ e CS-TUS.
Com o aproximar da disponibilização da vacina contra o Covid-19, as companhias aéreas estão a reunir todos os esforços para dar resposta aos novos desafios do mercado no que respeita ao transporte e distribuição das mesmas.
Recentemente a TAP anunciou que estava a preparar o plano de transporte em contentores de refrigeração que cumpram as regras internacionais, para realizar o transporte das vacinas contra o Covid-19.
A TAP diz que “vai estar preparada para responder às necessidades de transporte de vacinas contra o Covid-19”. A ministra da Saúde, Marta Temido, já disse que em dezembro serão conhecidos os grupos prioritários a serem vacinados contra a Covid-19, cuja vacina poderá chegar em janeiro.
“A TAP está a garantir que tem as parcerias e meios necessários, como sejam a contratação atempada e em quantidade adequada dos contentores de temperatura controlada e vai estar preparada para responder às necessidades de transporte de vacinas contra a Covid-19, de acordo com os requisitos publicados recentemente pela IATA“.
Acrescenta ainda a TAP que “transporta regularmente vacinas e outros produtos médicos em contentores pharma (temperatura controlada), cumprindo os mais rigorosos padrões de qualidade e garantindo a manutenção da temperatura interior dos mesmos”, pode ler-se, acrescentando que “o nicho farmacêutico constitui uma fatia importante do negócio regular da TAP Air Cargo”.
A IATA divulgou orientações ao setor, definidas em colaboração com a Federação Internacional de Fabricantes e Associações Farmacêuticas (IFPMA), Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO) e a Organização Mundial do Comércio (OMC), entre outras entidades.
“A orientação inclui um repositório de normas e diretrizes internacionais relacionadas com o transporte de vacinas e será atualizada regularmente à medida que a informação for sendo disponibilizada à indústria”.
As diretrizes apontam a necessidade de “os governos restabelecerem a conectividade aérea para assegurar a disponibilidade de capacidade adequada para a distribuição de vacinas” e de assegurar “instalações ultracongeladas em toda a cadeia de abastecimento”, que terão de ser geridas por “pessoal treinado para lidar com vacinas sensíveis ao tempo e à temperatura” e que “as aprovações regulamentares atempadas e o armazenamento e desalfandegamento pelas autoridades aduaneiras e sanitárias serão essenciais”, bem como a adoção de “disposições para garantir que as remessas permanecem seguras contra adulterações e roubos”.
Em homenagem ao Brasil, a Azul fez um voo em formação sobre os céus do interior paulista.
Na semana em que o país celebra o Dia da Proclamação da República e o Dia da Bandeira, a Azul reforça o seu DNA brasileiro e divulgou imagens de um voo muito especial sobre os céus do interior de São Paulo.
A ação reuniu um Embraer 195 e um Cessna Grand Caravan, ambos com a pintura da bandeira brasileira num ensaio fotográfico em voo.
Foto: Azul
A formação também contou com uma terceira aeronave, um Cessna Grand Caravan nas cores da campanha Outubro Rosa, causa que a companhia apoia há dez anos.
“Somos a empresa aérea que mais serve cidades neste país e a que mais investe no Brasil. O DNA da Azul é 100% brasileiro: nossa empresa é a única que compra aeronaves fabricadas aqui, contribuindo para a economia local e gerando milhares de empregos diretos e indiretos, e a que mais se preocupa em incentivar a aviação regional. Nossa paixão pelo Brasil é tão grande que temos o orgulho de contar com aviões ‘bandeirão’, que voam aqui e no exterior ostentando as cores da bandeira brasileira”, enfatiza John Rodgerson, presidente da Azul.
A Azul pretende servir 200 cidades no Brasil:
No mesmo comunicado a companhia indicou que, com a retomada do turismo de lazer e de negócios, a Azul tem operado, em novembro, cerca de 629 voos diários para 93 destinos.
Assim sendo, a Azul anunciou que espera terminar o ano com 80% da capacidade operada pré-pandemia, servindo 113 destinos, apenas três a menos do que antes da crise.
A Azul consolida-se como a maior empresa aérea do país em número de voos diários e cidades servidas, reforçando a capilaridade da companhia e o investimento da empresa na aviação regional, atingindo outras regiões que superam as principais capitais brasileiras.
Além da recuperação, a Azul espera atingir a marca inédita na história da aviação brasileira com 200 destinos servidos nos próximos anos.
Depois de ter retomado no dia 9 de novembro os voos para Nova Iorque, sendo o voo mais longo do mundo (por distância), a Singapore Airlines anunciou a retoma dos seus voos para São Francisco.
Assim sendo, no dia 17 de dezembro a companhia vai retomar os voos entre Singapura e o Aeroporto Internacional de São Francisco, nos EUA. Os voo serão operados três vezes por semana em equipamento Airbus A350-900ULR
Os voos terão uma duração de cerca de 14h50.
A título de curiosidade, actualmente o A350-900ULR é operado exclusivamente pela Singapore Airlines.
Apesar da existência deste modelo, algumas companhias aéreas procuram um modelo com ainda mais alcance do que as 9.500 milhas oferecidas pelo 900ULR. Segundo as informações disponíveis, a Qantas, quer lançar voos sem escala à partida de Melbourne e Sydney para Londres e Nova Iorque, mas descartem a compra do A350-900ULR devido ao número de lugares reduzido.
A Airbus já confirmou que estava a construir um avião capaz de servir às necessidades da Qantas. Apesar de não existirem muito mais informações vários blogues indicam que a Airbus deverá lançar brevemente o A350-1000ULR.
O A350-1000ULR deverá ter a capacidade de voar até 10.573 milhas com um número superior de passageiros em relação ao A350-900ULR
A Emirates anunciou que, a partir de 27 de novembro, vai realizar quatro voos diários em Airbus A380 para Londres-Heathrow, mais seis voos por semana para Manchester a partir de 2 de dezembro.
No comunicado, a companhia indica que para além de Heathrow e Mancheter vai um aumentar as suas operações para Birmingham e Glasgow.
Estes dois destinos vão passar dos actuais quatro voos por semana para voos diários, entre 27 de novembro e 1 de dezembro.
Já em Manchester, para onde a companhia voa actualmente oito vezes por semana, vão passar a existir 10 voos semanais, “dos quais seis serão servidos por um Emirates A380 e quatro por um Boeing 777-300ER”, acrescenta a informação divulgada. No caso de Londres Heathrow, o A380 passa a assegurar quatro voos diários, o dobro dos realizados actualmente neste avião.
“Isto representa um aumento significativo dos serviços da Emirates para o Reino Unido, após o recente estabelecimento do corredor de viagens aéreas Reino Unido-Emirados Árabes Unidos, que levou ao aumento da procura”, destaca a transportadora.
Paralelamente, a Emirates pretende também aumentar, a partir de 25 de novembro, os voos em A380 para Moscovo, na Rússia, para onde existem actualmente duas ligações por semana.
O site Routes Online indica que a Ryanair vai ficar com mais de 300 slots semanais que a easyJet vai deixar no aeroporto de Londres Stansted a partir de abril.
De acordo com as informações serão transferidos da easyJet para a Ryanair 312 slots semanais, o que equivale a cerca de 22 chegadas e partidas por dia.
“Com o encerramento da nossa base em Stansted, não precisamos desses slots e, portanto, podemos confirmar que concluímos uma transação com a Ryanair para transferir os slots. Não fornecemos mais pormenores sobre a negociação de slots”, indicou um porta-voz da easyJet.
A easyJet confirmou em agosto que planeava encerrar a sua base em Londres Stansted, justificando a decisão com o “impacto sem precedentes” da pandemia covid-19 e as medidas de quarentena impostas pelo governo britânico, frisando que continuaria a servir o aeroporto a partir de outras bases.
Antes da pandemia, a easyJet era a segunda maior companhia aérea em Londres Stansted, atrás da Ryanair. Os dados da consultora OAG indicam que a easyJet tinha 1,6 milhões de lugares em voos à saída de Stansted em 2019, o que fixava a sua quota de mercado em 10,2%. A Ryanair, com uma quota de 73,8%, colocava no mercado 11,7 milhões de lugares em voos à saída de Stansted em 2019.
Com o encerramento da base da easyJet, a companhia Jet2.com será a maior concorrente da Ryanair. Em 2019, a Jet2.com tinha 1,2 milhões de lugares em voos de Stansted, com uma quota de mercado de 7,3%.
O chief financial officer da easyJet, Andrew Findlay, frisou numa videoconferência que a companhia aérea não planeia ceder slots noutros aeroportos e irá defender a sua posição em locais que considera importantes para a sua estratégia global de rede.
O Kiosque da Aviação, em parceria com alguns dos seus fornecedores, vai ter no decorrer destes dois meses várias campanhas para que possa fazer compras em segurança, sem ter de se deslocar.
A Polícia de Segurança Pública anunciou que possuia uma aeronave Douglas DC-6, cedida pela Força Aérea Portuguesa em novembro de 1982, tendo sido utilizado para a formação das equipas da Unidade Especial de Polícia.
Devido à idade da aeronave, a PSP indicou que iniciou a operação de desmantelamento e entrega ao Museu do Ar da Força Aérea Portuguesa.
Foto: Tiago Sales
Foto: Tiago Sales
Foto: Tiago Sales
Foto: Tiago Sales
Foto: Tiago Sales
Foto: Tiago Sales
Reconhecendo o valor histórico associado à aeronave e conscientes da importância na preservação do património aeronáutico nacional, a Força Aérea vai agora restaurar a parte dianteira da estrutura do DC-6, incluindo cockpit, para futura exposição e divulgação dos Transportes Aéreos Militares.
O Douglas DC-6 esteve ao serviço da Força Aérea entre 1961 e 1978.
Também a SATA operou DC-6 cedidos pela Força Aérea Portuguesa.
Em 1976, são cedidos temporariamente, à SATA, a 7 de julho, e por um período de quatro meses, dois aviões DC-6B (CS-TAJ e CS-TAK) para fazer face ao incremento de tráfego conhecido no verão desse ano (tanto em número de passageiros, como em volume de carga e de correio transportado).
O primeiro destes aviões regressaria à SATA, em 1979, como CS-TAM, e o segundo em 1977 (e, novamente em 1978 e 1979), com a mesma matrícula civil inicial. O primeiro DC-6 A/B (CS-TAL) seria também recebido em 1977. Um segundo DC-6 A/B, convertido para transporte misto, de carga e passageiros (CS-TAN), foi cedido em 1979.
Estes aviões operaram nas rotas dos Açores até 1980. Foram tripulados, nesse período, quer por PNT pertencente aos quadros da SATA (mas oriundos da Força Aérea), quer por outros elementos técnicos, incluindo mecânicos de voo, que pertencia à FAP e que vieram com os aviões. Destaca-se, de entre estes, os M/V Caçote e Bernardo, que, cooperaram com os pilotos que constam do quadro seguinte na condução dos voos efectuados nestes equipamentos, durante o período da respectiva operação da SATA.
A cedência temporária dos aviões DC-6 à SATA, através do Ministério dos Transportes e Comunicações, só foi possível devido ao reconhecimento, por parte do Estado Português, de que a operação da SATA se destinava ao bem público e de que a Empresa não dispunha de condições financeiras para investir no aluguer de aviões no mercado civil. Além disso, esta solução não implicava saída de divisas do país e permitia que os trabalhos de manutenção e inspecção dos mesmos pudessem ser efectuados nas Lajes e em Alverca (OGMA), respectivamente.
O pedido de cedência, ou aluguer, através do Ministério dos Transportes, de equipamentos DC-6 existentes nos stocks excedentários da Força Aérea, permitiria melhorar a operação da SATA nos Açores em período de época alta, de modo a atenuar, temporariamente, as carências em material de voo então existentes. Dessa diligência resultaria, então, o acordo de cedência, por parte do estado-maior da Força Aérea, dos dois primeiros aviões daquela origem (CS-TAJ e CS-TAK) para operação civil nos Açores.
A presença destes aviões na SATA, no seu primeiro ano de operação, ficaria associada à inauguração das sessões plenárias do órgão máximo da Autonomia Regional. Com efeito, a 4 de Setembro de 1976, o DC-6B (CS-TAK) serviria de avião presidencial na circunstância da deslocação do presidente da República (PR), general Ramalho Eanes, à Horta, por ocasião da cerimónia de instalação da primeira Assembleia regional dos Açores – ainda nas cores da FAP, mas já com a matrícula civil. Este avião voltou ao Açores, em 1977, já nas cores da SATA.
(…) Em 1979, a SATA manteve a mesma frota dos anos anteriores, designadamente os dois HS-748-2A, já referidos, complementados por dois DC-6B/AB 8 (CS-TAK e CS-TAL), aos quais se juntaria, ainda em 1978, por um período de cinco meses, uma terceira unidade do tipo DC-6B (CS-TAM) vinda de Alverca, onde foi submetida a alterações, com vista a operar comercialmente nos Açores, após a respectiva entrega, para esse efeito, ao ministério dos Transportes e Comunicações, que cedeu à SATA. O quarto (e último) equipamento deste tipo (CS-TAN) entraria ao serviço da transportadora açoriana no referido ano de 1979.
A Qatar Airways, Parceiro Oficial e Companhia Aérea Oficial da FIFA apresentou o avião Boeing 777 pintado à mão com o logotipo do Campeonato Mundo de Futebol FIFA Qatar 2022™, de forma a assinalar dois anos até ao início da competição, a 21 de novembro de 2022.
Este avião personalizado, com o logotipo do Campeonato do Mundo FIFA Qatar 2022™, foi pintado à mão para comemorar a parceria da companhia aérea com a FIFA. Mais aviões da frota da Qatar Airways irão ser personalizados com este logotipo e irão voar para inúmeros destinos.
O Boeing 777-300ER fará os primeiros voos, nomeadamente QR095 e QR096, a 21 de novembro, entre Doha e Zurique. A rota inaugural deste avião reforça o sentido de compromisso de parceria da Qatar Airways com a FIFA, voando para a “casa mãe” na Suíça, nesta data tão importante.
O Chefe Executivo do Grupo Qatar Airways, Sua Excelência o Sr. Akbar Al Baker, afirmou: “Estamos extremamente entusiasmados por celebrar a nossa parceria com a FIFA e comemorar o estatuto do Qatar como anfitrião do Campeonato Mundial de Futebol Qatar 2022, acrescentando este singular avião à nossa frota. Como Parceiro Oficial e Companhia Aérea Oficial da FIFA, sentimos um entusiasmo crescente com apenas dois anos pela frente até recebermos o mundo no nosso belo país.”
“A prontidão do Qatar para acolher o Campeonato Mundial de Futebol FIFA Qatar 2022™ é notória em todo o país. Na Qatar Airways, a nossa rede expandiu-se recentemente para 100 destinos, e irá crescer para mais de 125 destinos até março de 2021. Este constante crescimento permite aos nossos passageiros viajar quando quiserem, e para onde quiserem, de forma segura e fiável. No Aeroporto Internacional de Hamad, Aeroporto Parceiro Oficial do Campeonato Mundial de Futebol Qatar 2022™, os preparativos para o tão esperado crescimento de tráfego já se encontram em curso. O projeto de expansão do aeroporto irá aumentar a capacidade para mais de 58 milhões de passageiros por ano, até 2022”.
A Vice-Presidente Sénior e Responsável de Marketing e Comunicação Corporativa da Qatar Airways, Salam Al Shawa, acrescentou: “A Qatar Airways orgulha-se de continuar a apoiar os campeonatos da FIFA e, com o Campeonato Mundial de Futebol FIFA Qatar 2022™ a apenas dois anos de distância, estamos especialmente entusiasmados com a revelação deste avião”.
Sua Excelência o Sr. Hassan Al Thawadi, Secretário-Geral do Comité Supremo para a Entrega e Legado da FIFA World Cup Qatar 2022™, acrescentou: “À medida que nos aproximamos dos dois anos até ao pontapé de saída a 21 de novembro, é ótimo ver outros parceiros-chave, tais como a Qatar Airways, atingir os seus próprios objetivos para o Qatar 2022. Ver o logótipo do Campeonato Mundial da FIFA Qatar 2022™ a cobrir um avião inteiro é um momento emocionante para todos os envolvidos na realização deste campeonato histórico e um importante passo promocional no nosso caminho até 2022. Esperamos que esta ação ajude a entusiasmar os adeptos na perspetiva de voarem num destes aviões, dentro de apenas dois anos, para assistirem ao primeiro Campeonato Mundial de Futebol da FIFA no Médio Oriente e no Mundo Árabe. Estamos ansiosos por dar as boas-vindas a todos os que chegarem ao Qatar”.
O Director de Marketing da FIFA, Jean-François Pathy, afirmou: “O lançamento deste impressionante e icónico avião com o logotipo do Campeonato do Mundo de Futebol Qatar 2022™, por parte do nosso Parceiro Oficial Qatar Airways, é um marco muito importante. Estamos ansiosos por receber fãs de todo o mundo para experimentar este FIFA World Cup™ e descobrir o Qatar, dentro de dois anos”.
A Qatar Airways, em parceria com a Qatar Airways Holidays, lançará em breve pacotes de viagem personalizados para visitar o Qatar durante o Campeonato Mundial de Futebol do Qatar 2022™.
O Grupo SATA confirmou hoje e como de resto o Kiosque da Aviação já tinha noticiado, a sua nova rota para o próximo verão à partida de Ponta Delgada, nos Açores.
A SATA Azores Airlines vai voar entre Ponta Delgada – Paris – Ponta Delgada, ligação esta que já se encontra disponível nos sistemas de reserva da companhia aérea e que tem início previsto para 1 de junho 2021.
A nova rota será operada de 1 de junho a 29 de setembro de 2021, em equipamento Airbus A321neo, três vezes por semana, com partidas às 3ª, 4ª feiras e ao sábado.
De referir também que, a partir do dia 19 de dezembro a SATA Azores Airlines através da Cabo Verde Connect vai iniciar os seus voos à partida da Praia, Cabo Verde, para Paris via Ponta Delgada.
Como já tínhamos referido anteriormente, a Conviasa, companhia aérea nacional venezuelana, prepara-se para expandir as suas operações internacionais de longo curso com novas rotas para a Rússia e Irão.
Hoje, 19 de novembro, o Presidente Nicolás Maduro confirmou que os voos entre Caracas e La Paz, na Bolívia, bem como, os voos entre Caracas e Teerão serão inaugurados nas próximas semanas.
Hoje também ficou-se a saber que a rota entre Caracas e Istambul foi autorizada.
No início deste mês o vice-ministro de Transporte Aéreo do Ministério do Poder Popular e presidente da Conviasa, Ramón Velásquez Araguayán tinha dito: “Prevemos para a primeira semana de dezembro a abertura formal de voos para Moscovo e Teerão, estando também a planear voos para Itália, Portugal e China, além dos países de língua espanhola”, disse.
Para dar resposta às novas rotas o vice-ministro informou que a companhia vai operar com o seu avião Airbus A340-300, recém-adquirido da também venezuelana Avior, além do Airbus A340-200 que já pertencia à frota.
“Conseguimos comprar um avião Airbus A340-300, que já pagamos. Este segundo avião, se Deus quiser, deve estar pronto para voar na terceira ou quarta semana de novembro”.
Nas mesmas declarações, Velásquez indicou que a Conviasa também pretende adquirir três modelos Airbus A340-500, que darão resposta ao aumento da operação da companhia.
De referir que, actualmente a Conviasa está na lista de empresas sancionadas pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, que limitou consideravelmente a capacidade dos seus voos, tendo sido em fevereiro incluídos 40 aviões da companhia na lista de sanções.
A título de curiosidade, a Conviasa chegou a voar para o Irão e Síria, mas as passagens nunca estiveram à venda. Antes da pandemia iniciar, a Conviasa tinha planos de voar para Teerão e Damasco a partir de março de 2020 e as passagens chegaram a ser colocadas à venda, mas foram removidas dias depois.
A companhia aérea brasileira Azul anunciou que registou um prejuízo de 1,2 mil milhões de reais (cerca de 190 milhões de euros) no terceiro trimestre de 2020.
O resultado, severamente influenciado pelas perdas do setor aéreo na pandemia de covid-19, indicou um aumento de 122,7% no prejuízo contabilístico face ao resultado negativo de 550 milhões de reais (85,8 milhões de euros) alcançado em igual trimestre de 2019.
Entre janeiro e setembro, a Azul acumulou prejuízo de 10,7 mil milhões de reais (cerca de 1,6 mil milhões de euros).
Em nota, o presidente da Azul, John Rodgerson, destacou que ao longo da pandemia a empresa foi a única no continente que manteve a sua liquidez “sem usar dinheiro” facto que lhe permitiu acompanhar a “recuperação da procura doméstico no Brasil, que tem sido um dos mais rápidos do mundo.”
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (da sigla em inglês Ebitda) da Azul ficou em 198,3 milhões de reais (30,9 milhões de euros) no terceiro trimestre do ano, resultado que indicou uma queda de 78,4% face ao montante obtido no mesmo período do ano passado, de 920 milhões de reais (143,6 milhões de euros).
A Azul informou que nos três primeiros trimestres de 2020 seu Ebitda somou 309,8 milhões de reais (cerca de 48,4 milhões de euros), uma redução de 87% face o mesmo período de 2019 quando a geração de caixa da empresa superou 2,3 mil milhões de reais (cerca de 360 milhões de euros).
Nos nove primeiros meses do ano, os investimentos líquidos da companhia aérea brasileira somaram 263 milhões de reais (41 milhões de euros), montante 71,7% menor do que os 928,1 milhões de reais (145 milhões de euros) investidos em igual período de 2019.
No quadro do consórcio Gateway, formado pelo empresário português Humberto Pedrosa e o empresário brasileiro David Neeleman, a Azul tinha uma participação de 45% na companhia area portuguesa TAP.
Em seu balanço financeiro, a áerea brasileira informou que no dia 2 de outubro “concluiu com sucesso a venda da sua participação acionária na TAP como parte do esforço de reestruturação da companhia aérea portuguesa liderado pelo governo local, captando cerca de 70 milhões de reais [10,9 milhões de euros]”.
A Azul também destacou que em 30 de setembro sua dívida estava em 18 mil milhões de reais (cerca de 2,8 mil milhões de euros), valor 4,8% menor em relação ao final do segundo trimestre.
Em 12 de novembro, a Azul concluiu com sucesso uma oferta pública de debêntures (títulos de dívida) conversíveis no Brasil de mais de 1,7 mil milhões de reais (270 milhões de euros), com juros de 6% e prémio de conversão de 27,5%.
A companhia frisou, no balanço financeiro sobre o terceiro trimestre, “que espera utilizar tais recursos para capital de giro, expansão de suas atividades de logística e outras oportunidades estratégicas que possam vir a surgir”.
Os passageiros que viajarem para os Açores estão obrigados, a partir de sexta-feira, a apresentar antes do embarque um comprovativo de realização de teste de despiste do novo coronavírus com resultado negativo, segundo um diploma hoje publicado.
De acordo com o Decreto Regulamentar Regional, publicado hoje em Diário da República, a partir de sexta-feira, os passageiros que pretendam viajar para os Açores por via aérea, e que sejam provenientes de zonas consideradas, pela Organização Mundial de Saúde, como sendo zonas de transmissão comunitária ativa ou com cadeias de transmissão ativas do vírus SARS-CoV-2, estão obrigados a apresentar, previamente ao embarque, comprovativo, em suporte digital ou de papel, de documento emitido por laboratório, nacional ou internacional, de realização de teste de diagnóstico ao SARS-CoV-2 com resultado negativo.
O diploma tinha sido aprovado no Conselho do Governo realizado no dia 12, no âmbito do estado de emergência, e a medida anunciada pelo secretário regional Adjunto da Presidência para os Assuntos Parlamentares, Berto Messias, no dia seguinte, sem ser conhecida, na altura, a data de entrada em vigor.
Os testes de diagnóstico de SARS-CoV-2 devem ser realizados pela metodologia RT-PCR nas 72 horas antes da partida de viagem com destino final ao território da Região Autónoma dos Açores.
Segundo o Decreto Regulamentar Regional, “não estão obrigados à realização prévia dos testes os passageiros com idade igual ou inferior a 12 anos, assim como as situações excecionais de cariz humanitário devidamente autorizadas pela Autoridade de Saúde Regional”.
Neste sentido, as companhias que operem ligações para os Açores estão obrigadas a exigir aos passageiros, em momento prévio ao embarque, a definir pelas próprias companhias, a apresentação do documento comprovativo da realização do teste de diagnóstico de SARS-CoV-2 com resultado negativo.
O Decreto prevê ainda que seja suspenso o “Voucher Destino Seguro” no período de vigência do diploma, uma medida implementada pelo Governo Regional desde outubro para incentivar a realização de testes de despiste à covid-19 prévios ao embarque para o arquipélago.
Na prática, o “Voucher Destino Seguro Açores” traduz-se num incentivo financeiro de 35 euros, utilizável exclusivamente na aquisição de bens ou serviços na região, em estabelecimentos da rede de aderentes que desenvolvam a sua atividade no âmbito do setor do turismo.
Segundo uma nota do Governo dos Açores, o decreto “foi alvo de articulação prévia com o representante da República para os Açores e prevê que esta obrigatoriedade de realização de testes de despiste do novo coronavírus antes do embarque vigorará enquanto vigorar o estado de emergência”.
Até ao momento, foram detetados no arquipélago 679 casos de infeção pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, que causa a doença covid-19.
Há atualmente 360 casos recuperados e 226 casos positivos ativos, dos quais 185 na ilha de São Miguel, 31 na ilha Terceira, seis na ilha de São Jorge, um na ilha do Pico, dois na ilha do Faial e um na ilha de Santa Maria.
Desde o começo da pandemia morreram 16 pessoas na região com covid-19, todas em São Miguel.
O sindicato Sitema diz que a “TAP não pode dispensar mais técnicos de manutenção de aeronaves”, alertando para as consequências da falta destes profissionais, segundo um comunicado.
A companhia aérea “já procedeu à dispensa de uma parte destes nossos colegas que se encontram agora numa situação de desemprego”, sendo que “alguns já foram entretanto contratados por empresas concorrentes da TAP”, referiu o Sitema – Sindicato dos Técnicos de Manutenção de Aeronaves, na mesma nota.
A estrutura sindical referiu que a transportadora “está a desperdiçar mais de 980.000 euros investidos só na sua formação teórica base, além do tempo e dinheiro já investido na sua formação prática, que agora se estava a iniciar e que era preciso manter por forma a atingir a sua maturidade profissional”, lembrando que leva em média 10 anos até um profissional destes estar totalmente autónomo.
“A dispensa destes nossos colegas não só não soluciona, como vem acentuar um problema grave já existente: a falta de mão-de-obra na nossa classe profissional devido à elevada saída destes profissionais para outras companhias aéreas”, lê-se no comunicado.
A estrutura adianta que em 2001, “a TAP tinha cerca de 36 aeronaves e contava com 1.450” técnicos e que em 2020, “para 86 aviões, mantendo o rácio” deveria ter 3.505, mas que “neste momento tem menos de 900”.
“Não trabalhamos numa qualquer linha de montagem, trabalhamos numa área muito importante para a TAP e para a segurança da sua operação, que é a manutenção de aviões, motores e componentes. A falta de recursos humanos nesta área pode ser catastrófica e vem juntar-se à falta de outros meios, colocando em causa a própria segurança da operação e, por conseguinte, dos nossos clientes”, alerta o sindicato.
Além disso, “devido à falta de meios humanos, a TAP tem atrasado entregas de aviões em manutenção, recusado cliente externos e o cenário só não é mais grave porque a frota TAP está neste momento a operar a 30%/40%”, de acordo com o Sitema.
“A TAP não pode dispensar mais técnicos de manutenção de aeronaves sob pena de comprometer a sua operação e o seu futuro”, lê-se na mesma nota.
O sindicato “continua a aguardar mais informações relativamente às implicações que o plano de reestruturação irá ter” nos seus associados, sendo que, para tal conta ser chamado “para nova reunião já que na reunião da passada sexta-feira nada foi dito quanto a esta importante matéria”, rematou.
A TAP tem realizado reuniões com os sindicatos que representam os seus trabalhadores por causa do plano de reestruturação da empresa, necessário para aceder aos fundos de apoio à transportadora, que sofreu com o impacto da covid-19.
A Qatar Airways vai operar três voos semanais para Abuja, Nigéria, via Lagos, a partir de 27 de novembro de 2020. Abuja torna-se, assim, o sexto novo destino anunciado pela transportadora nacional do Estado do Qatar desde o início da pandemia. Esta rota será operada pelo Boeing 787 Dreamliner de última geração da companhia, com 22 lugares na Classe Executiva e 232 lugares na Classe Económica.
O Chefe Executivo do Grupo Qatar Airways, Sua Excelência o Sr. Akbar Al Baker, afirmou: “Estamos muito satisfeitos por estarmos a inaugurar voos para a capital da Nigéria. Com a forte diáspora nigeriana presente na Europa, EUA e Reino Unido, estamos entusiasmados por começar a voar para Abuja, para além dos nossos atuais voos para Lagos, que começaram em 2007. Estamos ansiosos por trabalhar em colaboração com os nossos parceiros na Nigéria, para que esta rota apresente um crescimento constante e apoie a recuperação do turismo e do comércio na região”.
Com voos para mais de 85 destinos na Ásia-Pacífico, Europa, Médio Oriente e América do Norte, os passageiros que desejem viajar de ou para a Nigéria, podem agora usufruir de uma conectividade sem interrupções através do Melhor Aeroporto do Médio Oriente, o Aeroporto Internacional Hamad. Em meados de dezembro, a Qatar Airways irá estar a operar mais de 65 voos semanais para 20 destinos em África, incluindo Accra, Addis Ababa, Cidade do Cabo, Casablanca, Dar es Salaam, Djibouti, Durban, Entebbe, Joanesburgo, Kigali, Kilimanjaro, Lagos, Luanda, Maputo, Mogadíscio, Nairobi, Seychelles, Tunis e Zanzibar.
Em consonância com a expansão das operações da companhia no continente Africano, os passageiros podem experienciar a tão reconhecida hospitalidade africana a bordo, com a tripulação de cabina multicultural da transportadora, que inclui mais de 30 nacionalidades africanas. Além disso, podem também desfrutar de uma variedade de filmes africanos, programas de televisão e música no Oryx One, o sistema de entretenimento em voo da Qatar Airways.
O investimento estratégico da Qatar Airways numa variedade de aviões bimotores eficientes em termos de combustível, incluindo a maior frota de aviões Airbus A350, permitiu à companhia aérea continuar a voar durante esta crise e posicionar-se na liderança da recuperação sustentável das viagens internacionais. A Qatar Airways recebeu recentemente três novos aviões Airbus A350-1000 de última geração, aumentando a sua frota total de A350 para 52 aviões, com uma idade média de apenas 2,6 anos. Devido ao impacto da COVID-19 na procura de viagens, a transportadora imobilizou a sua frota de aviões Airbus A380, uma vez que não é ambientalmente justificável operar um avião tão grande no mercado atual. A Qatar Airways também lançou recentemente um novo programa que permite aos passageiros compensar voluntariamente as emissões de carbono associadas à sua viagem no ponto de reserva.
Galardoada com inúmeros prémios, a Qatar Airways foi nomeada “World’s Best Airline” pelos prémios World Airline Awards em 2019, geridos pela Skytrax. Foi também designada “Melhor Companhia Aérea do Médio Oriente”, “Melhor Classe Executiva do Mundo”, e “Melhor Lugar de Classe Executiva”, em reconhecimento da sua experiência pioneira na Classe Executiva, Qsuite. Os assentos Qsuite têm uma configuração de 1-2-1, proporcionando aos passageiros mais espaço, privacidade, conforto e distanciamento social, produto exclusivo da Classe Executiva. É a única companhia aérea a ter recebido cinco vezes o cobiçado título “Skytrax Airline of the Year”, que é reconhecido como o auge da excelência na indústria aérea. O HIA foi recentemente classificado como “Terceiro Melhor Aeroporto do Mundo”, entre 550 aeroportos de todo o mundo, pelos Skytrax World Airport Awards 2020.
Os viajantes africanos da Qatar Airways podem usufruir de novas franquias de bagagem que variam entre 46 Kg para a Classe Económica, divididos em duas peças, e 64 Kg divididos também em dois na Classe Executiva. Esta iniciativa foi concebida para oferecer mais flexibilidade e conforto aos passageiros quando viajam a bordo da Qatar Airways. Para mais informações, visite https://www.qatarairways.com/pt-pt/baggage/allowance.html
Horário de voo de Abuja: Quarta-feira, Sexta-feira e Domingo
Doha (DOH) para Abuja (ABV) QR1419 parte: 01:10 chega: 11:35
A Força Aérea Portuguesa anunciou que através da Esquadra 504 – “Linces”, realizou esta madrugada, dia 19 de novembro, uma missão de transporte de órgãos para transplante em território nacional.
A aeronave Falcon 50, descolou do Aeródromo de Trânsito N.º 1, Figo Maduro, pelas 17h50, e aterrou no mesmo Aeródromo pelas 03h15.
A missão teve a duração de uma hora e quarenta minutos de voo.
De acordo com o ECO, a TAP está a preparar o plano de transporte em contentores de refrigeração que cumpram as regras internacionais, para realizar o transporte das vacinas contra o Covid-19.
A TAP diz que “vai estar preparada para responder às necessidades de transporte de vacinas contra o Covid-19”. A ministra da Saúde, Marta Temido, já disse que em dezembro serão conhecidos os grupos prioritários a serem vacinados contra a Covid-19, cuja vacina poderá chegar em janeiro.
“A TAP está a garantir que tem as parcerias e meios necessários, como sejam a contratação atempada e em quantidade adequada dos contentores de temperatura controlada e vai estar preparada para responder às necessidades de transporte de vacinas contra a Covid-19, de acordo com os requisitos publicados recentemente pela IATA“.
Acrescenta ainda a TAP que “transporta regularmente vacinas e outros produtos médicos em contentores pharma (temperatura controlada), cumprindo os mais rigorosos padrões de qualidade e garantindo a manutenção da temperatura interior dos mesmos”, pode ler-se, acrescentando que “o nicho farmacêutico constitui uma fatia importante do negócio regular da TAP Air Cargo”.
A IATA divulgou orientações ao setor, definidas em colaboração com a Federação Internacional de Fabricantes e Associações Farmacêuticas (IFPMA), Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO) e a Organização Mundial do Comércio (OMC), entre outras entidades.
“A orientação inclui um repositório de normas e diretrizes internacionais relacionadas com o transporte de vacinas e será atualizada regularmente à medida que a informação for sendo disponibilizada à indústria”.
As diretrizes apontam a necessidade de “os governos restabelecerem a conectividade aérea para assegurar a disponibilidade de capacidade adequada para a distribuição de vacinas” e de assegurar “instalações ultracongeladas em toda a cadeia de abastecimento”, que terão de ser geridas por “pessoal treinado para lidar com vacinas sensíveis ao tempo e à temperatura” e que “as aprovações regulamentares atempadas e o armazenamento e desalfandegamento pelas autoridades aduaneiras e sanitárias serão essenciais”, bem como a adoção de “disposições para garantir que as remessas permanecem seguras contra adulterações e roubos”.
Marta Temido referiu que na estratégia de vacinação é necessário fazer a identificação das populações alvo, os grupos prioritários, bem como definir a logística, o registo informático da administração da vacina e a comunicação. Este ‘plano’ deverá ser conhecido em dezembro.
A TAP recebeu hoje mais um A320neo. Trata-se do CS-TVH.
Neste momento a aeronave está em voo de entrega. Poderá seguir AQUI
Os A320neo da companhia podem transportar até 174 passageiros em duas classes.
De referir que o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, afirmou recentemente, no parlamento, que a TAP está a abandonar encomendas que já estavam feitas e a “negociar a devolução de alguns aviões”.
“Não estamos a receber nenhum avião novo, antes pelo contrário, nós abandonámos as encomendas que já estavam feitas e estamos a negociar a devolução de alguns aviões”, afirmou o governante no parlamento, quando questionado pelo deputado do PSD Cristóvão Norte sobre a TAP continuava a receber aviões.
Como já tínhamos anunciado, a Cabo Verde Connect, vai iniciar os seus voos no dia 2 de dezembro entre a cidade da Praia e Lisboa, programou ainda este ano começar a voar entre Lisboa e as ilhas do Sal e São Vicente, e à partida da Praia para Paris e Boston, via Ponta Delgada.
Os voos entre a cidade da Praia e Lisboa serão operados às quartas.
A empresa, liderada por Tiago Raiano, administrador do Grupo Newtour, e Mário Almeida, ex-director dos TACV em Portugal e actual membro da Comissão Executiva da Newtour, contratou a SATA Azores Airlines para operar as suas cinco rotas.
Os voos serão operados com equipamento A320 ou A321neo / LR da SATA Azores Airlines.
A segunda ligação da Cabo Verde Connect será entre a cidade da Praia e Boston, via Ponta Delgada, a partir de 3 de dezembro, com uma frequência semanal, às sextas-feiras.
No dia 19 de dezembro começam os voos Lisboa – Sal e os voos Praia – Paris, ambos com uma frequência semanal, aos sábados.
As ligações entre Lisboa e São Vicente decorrem apenas entre 22 de dezembro e 5 de janeiro, também uma vez por semana, às terças-feiras, em A320.
Em comunicado, a Cabo Verde Connect sublinha que a sua oferta já está disponível nos sistemas globais de reservas (GDS), para comercialização pelas agências de viagens e operadores turísticos.
A FAA – Federal Aviation Administration autorizou hoje, 18 de novembro, o Boeing B737MAX regressar aos céus
Este dia certamente é certamente um marco importante para a Boeing e para a aviação mundial.
Para já ainda não existe uma data certa para o regresso da aeronave aos voos comerciais, uma vez, que as companhias terão de seguir as novas recomendações e preparar as suas aernaves para o retomar dos voos comerciais depois de tanto tempo estacionadas.
RESCISÃO DE ORDEM DE PROIBIÇÃO DE EMERGÊNCIA
A Ordem de Proibição de Emergência da Federal Aviation Administration (FAA) emitida a 13 de março de 2019, aplicável aos aviões da Boeing modelo 737-8 e 737-9, é rescindida com os efeitos descritos abaixo. Esta rescisão permite a operação dos aviões Boeing modelos 737-8 e 737-9 apenas após a satisfação dos requisitos aplicáveis para regresso ao serviço.
Quando o Administrador determina que existe uma emergência relacionada à segurança no comércio aéreo e requer uma acção imediata, o Administrador pode emitir ordens efetivas para dar respost à emergência.
A 13 de março de 2019, ao receber informação indicando a possibilidade de uma causa compartilhada para acidentes envolvendo aviões Boeing 737-8 operados pela Lion Air (voo 610) a 29 de outubro de 2018 e Ethiopian Airlines (voo 302) a 10 de março de 2019, a FAA determinou que existia uma emergência e emitiu uma Ordem de Proibição de Emergência que restringiu a operação dos aviões Boeing 737-8 e 737-9. Após a emissão dessa ordem, a FAA inicia imediatamente um procedimento de investigação da emergência.
Base para a rescisão
A FAA determinou que os acidentes da Lion Air e da Ethiopian Airlines envolveram uma causa comum, identificou uma condição insegura que existia no produto e era provável de existir ou se desenvolver em outros produtos do mesmo tipo, e iniciou procedimentos para tratar da condição insegura.
A 6 de agosto de 2020, a FAA emitiu um aviso de proposta de regulamentação (NPRM) propondo uma Diretriz de Aeronavegabilidade que se aplicaria aos aviões Boeing Company Modelo 737-8 e 737-9 registados nos EUA e exigiria que os proprietários e operadores concluíssem certas acções correctivas necessárias para resolver a condição insegura.
Em 18 de novembro de 2020, depois de considerar os comentários públicos sobre o NPRM, a FAA emitiu a Directriz de Aeronavegabilidade 2020-24-02 como uma regra final que requer certas acções correctivas para resolver a condição insegura antes de reiniciar os voos, em conformidade com as alterações de projecto de tipo dos modelos 737-8 e 737-9, aprovados pela FAA em 17 de novembro de 2020. A Diretriz de Aeronavegabilidade entrará em vigor a partir de sua publicação no Federal Register.
Juntas, a Diretriz de Aeronavegabilidade e a aprovação do protejo abordam a condição insegura quanto à frota existente registada nos EUA de aviões Boeing 737-8 e 737-9, e também para quaisquer aviões 737-8 e 737-9 para os quais a Boeing busca certificados de aeronavegabilidade e certificados de exportação de aeronavegabilidade.
Em primeiro lugar, a Ordem de Proibição de Emergência não é mais necessária para qualquer avião da Boeing modelos 737-8 e 737-9 que, doravante, recebam certificados de aeronavegabilidade originais da FAA e certificados de exportação de aeronavegabilidade com base nos projectos de tipo alterados.
Com relação aos aviões da Boeing Company Modelos 737-8 e 737-9 registados no exterior, a FAA aplicará o Artigo 33 e o Anexo 8 da Convenção sobre Aviação Civil Internacional (a Convenção de Chicago) para tomar as medidas adequadas para restringir acesso ao espaço aéreo dos EUA e tratar de qualquer não conformidade com as leis dos EUA em que a autoridade de aviação civil estrangeira do estado de registro não exija conformidade com o projeto de tipo recentemente alterado ou uma alternativa que alcance pelo menos um nível equivalente de segurança.
Finalmente, após a publicação da Diretriz de Aeronavegabilidade 2020-24-02 no Federal
Register, a força legal dessa Directriz de Aeronavegabilidade substituirá qualquer necessidade de aplicar a Ordem de Proibição de Emergência quanto à frota existente registrada nos EUA da Boeing, modelos 737-8 e 737-9, certificados previamente pela FAA.
Com relação a esses aviões, a Directriz de Aeronavegabilidade 2020-24-02 exige acção correctiva antes de novos voos.
É importante ressalvar que nos cenários identificados acima, antes do regresso dos aviões ao serviço, os operadores também devem responder a todos os outros requisitos aplicáveis, como concluir um novo treino para pilotos e conduzir actividades de manutenção.
Rescisão
Pelas razões anteriores, a Ordem de Proibição de Emergência de 13 de março de 2020 é rescindida da seguinte forma:
(1) com efeito imediato para qualquer avião da Boeing modelos 737-8 e 737-9 que daqui em diante receba certificados de aeronavegabilidade da FAA e certificados de exportação de aeronavegabilidade;
(2) com efeito imediato para qualquer avião Boeing ,odelos 737-8 e 737-9 registado no exterior operando no espaço aéreo dos Estados Unidos; e
(3) entra em vigor após a publicação no Federal Register of Airworthiness Directive 2020-
24-02 para todos os aviões Boeing Company Modelos 737-8 e 737-9 registados nos EUA.
OFICIAL DE CONTATO DE RESCISÃO
Encaminhe quaisquer questões relativas a esta rescisão para Ian Won, Federal Aviation
Administration, Aircraft Certification Service, Seattle ACO Branch, 2200 South 216th Street, Des Moines, WA 98198 (e-mail: 9-FAA-SACO-AD-Inquiry@faa.gov; Tel: 206-231-3500).
18 de novembro de 2020
Steve Dickson
Administrator
Federal Aviation Administration
A Agência Espacial Europeia (ESA) selecionou a Airbus Defence and Space como a empresa principal para a missão de monitorização da temperatura da superfície do solo (LSTM). A LSTM integra o Copernicus, o programa europeu de observação para a monotorização global. É uma de 6 missões, aumentando as capacidades do atual componente espacial da Copernicus. O contrato está avaliado em 380 milhões de euros e inclui o desenvolvimento de um satélite LSTM, com a opção de ter mais 2 satélites.
O objetivo principal do LSTM é enviar medições espácio-temporais de temperatura da superfície do solo noturnas e diurnas. As análises dos dados do satélite servirão para mapear, monitorizar e projetar os recursos naturais da Terra de modo a compreender o quê, quando e como é que as alterações se dão. Em particular, a missão responderá às necessidades de os agricultores europeus tornarem as suas culturas mais sustentáveis, dada a falta de água crescente e as alterações climáticas registadas. Os especialistas serão capazes de calcular em tempo real quanta água diferentes plantas em diferentes áreas necessitam, bem como a frequência com que têm de ser regadas.
LSTM e derivados da evapotranspiração – o vapor de água emitido pelas plantas à medida que crescem – são parâmetros chave para compreender e responder às mudanças climáticas, gerir os recursos de água para a agricultura e saber quando ocorrerão secas. As observações com infravermelhos apoiam uma variedade de serviços adicionais para combater a degradação do solo, desastres naturais como fogos e atividade vulcânica, gerir a costa, rios, lagos e lagoas, assim como o efeito ilha de calor urbano.
O LSTM vai operar numa orbita polar baixa em redor da Terra para mapear a temperatura da superfície do solo terrestre e os níveis de evapotranspiração com um nível de detalhe sem precedentes. Vai ser capaz de identificar temperaturas de campos individuais e imagens da terra a cada 3 dias com uma resolução de 50m, que é cerca de 400 vezes mais detalhado que a imagem obtida atualmente. As suas observações vão cobrir uma grande variedade de temperaturas, entre os -20ºC e os +30ºC, com uma grande precisão (0.3ºC).
A Airbus tem a responsabilidade integral do LSTM. Vai desenhar e construir o satélite LSTM em Madrid, enquanto desenvolve e produz instrumentos de tecnologia avançada que serão carregados pela Airbus em Toulouse.
No geral, a Airbus é responsável pela nave espacial ou carga útil em 3 das 6 missões de observação da geração Copernicus Environment and Earth: LSTM, CRISTAL e Rose-L e irá proporcionar equipamento crítico para as 6 missões.
A Qatar Airways lançou um programa exclusivo para estudantes de todo o mundo. O Student Club é patrocinado pelo programa de fidelidade da companhia aérea, Qatar Airways Privilege Club, e oferece uma gama de benefícios personalizados que apoiam os estudantes ao longo do seu percurso académico.
Os membros do Student Club vão poder desfrutar de poupanças muito significativas e de benefícios personalizados, tais como tarifas especiais nos voos, franquias de bagagem extra, flexibilidade para alterar as datas dos voos, Super Wi-Fi gratuito a bordo, e muito mais. Vão também ficar automaticamente inscritos no Qatar Airways Privilege Club – com possibilidade de aceder a recompensas ainda maiores – e receberão um upgrade de nível como recompensa na altura da graduação, bem como a oportunidade de ganhar 5.000 Qmiles se indicarem um amigo ao Student Club.
O Chefe Executivo do Grupo Qatar Airways, Sua Excelência o Sr. Akbar Al Baker, afirmou: “O nosso mais recente Student Club foi concebido tendo em conta especificamente as necessidades dos estudantes. As viagens são uma parte importante das suas vidas, com muitos a optarem por estudar no estrangeiro durante a carreira universitária ou durante um semestre. Sabemos também que as longas férias universitárias são uma oportunidade excelente para os estudantes visitarem a família, amigos ou simplesmente para explorarem o mundo. Tendo ouvido as necessidades dos nossos atuais passageiros estudantes, temos o prazer de tornar o céu o único limite para os membros do nosso Student Club”.
O novo programa da companhia aérea para estudantes faz parte de uma transformação mais abrangente por parte do Qatar Airways Privilege Club, que está a ser redefinido para assegurar que os passageiros sejam recompensados pela sua fidelidade e tenham acesso às melhores ofertas e benefícios.
Como membros do Privilege Club, os estudantes ganharão Qmiles quando viajarem com a Qatar Airways, a oneworld® airlines, ou com qualquer um dos parceiros. Os estudantes podem, também, adquirir Qmiles utilizando cartões de crédito da Qatar Airways e ao fazerem compras com parceiros do Privilege Club e em parceiros de experiências. Os Qmiles podem ser trocados por uma série de interessantes vantagens, incluindo voos, upgrades ou bagagem extra, compras no Qatar Duty Free, bem como voos e estadias em hotéis com parceiros.
Os membros do Student Club receberão um cartão digital, que pode ser guardado numa carteira digital ou na App da Qatar Airways, indicando a sua tipologia de membro. Todos os estudantes com idades compreendidas entre os 18 e os 30 anos, a tempo inteiro ou parcial, são elegíveis para aderir ao programa. Para conhecer o Student Club, visite qatarairways.com/StudentClub.
Galardoada com inúmeros prémios, a Qatar Airways foi nomeada “World’s Best Airline” pelos World Airline Awards em 2019, geridos pela Skytrax. Foi também designada “Melhor Companhia Aérea do Médio Oriente”, “Melhor Classe Executiva do Mundo”, e “Melhor Lugar na Classe Executiva”, em reconhecimento da sua experiência pioneira na Classe Executiva, Qsuite. É a única companhia aérea a ter recebido cinco vezes o cobiçado título “Skytrax Airline of the Year”, que é reconhecido como o auge da excelência na indústria aérea.
Para além de oferecer um excelente serviço aos passageiros, a Qatar Airways está, também, concentrada na sustentabilidade das suas operações. A variedade de aviões modernos e eficientes em termos de combustível da companhia aérea – particularmente a frota de 52 Airbus A350 e 30 Boeing 787 – reduz as emissões de dióxido de carbono. Devido ao impacto da COVID-19 na procura de viagens, a Qatar Airways imobilizou a sua frota de Airbus A380s, uma vez que não é ambientalmente justificável operar um avião tão grande no mercado atual. A Qatar Airways, também, lançou recentemente um novo programa que permite aos passageiros compensar voluntariamente as emissões de carbono associadas à sua viagem no momento de reserva.
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