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Air Canada Rouge vai suspender as suas operações

 

O Grupo Air Canada anunciou que vai suspender as operações da sua subsidiária Air Canada Rouge a partir do dia 8 de fevereiro por tempo indeterminado.

Esta decisão colocou cerca de 80 colaboradores em lay off e é tomada após as companhias aéreas canadianas terem suspendido os voos para o México e para as Caraíbas a pedido do Governo do Canadá.

A suspensão das operações da Air Canada Rouge deve-se ao facto do Grupo concentrar nesta subsidiária a maior parte das suas operações para estes destinos.

Além da suspensão dos voos para o México e para as Caraíbas, o primeiro-ministro canadiano, Justin Trudeau, anunciou mais restrições de viagens, incluindo apresentação de testes de covid-19 e cumprimento obrigatório de até três dias de quarentena em hotéis à chegada ao Canadá.

Esta medida deverá estar em vigor até ao dia 30 de abril, mas poderá sofrer alterações.

Acórdãos na TAP: Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil e Sindicatos de Trabalhadores de Terra

 

O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) anunciou ter chegado a um acordo de emergência com a TAP e o Governo, mas só divulgará detalhes no fim das negociações, que prevê ocorrerem no final do dia de hoje.

“Chegámos hoje [quinta-feira] ao final da tarde, em conjunto com a TAP e o Governo, a um acordo de emergência”, refere o sindicato numa nota enviada aos seus associados no final da noite de quinta-feira, a que a Lusa teve acesso.

O SPAC refere que, a pedido dos seus interlocutores, assumiu “o compromisso de só divulgar os detalhes do acordo após o final das negociações” entre a TAP e o Governo e as outras estruturas representativas dos trabalhadores, “o que se prevê que venha a acontecer amanhã [hoje, sexta-feira] ao fim do dia”.

“Assim que tal acontecer, enviaremos o acordo de emergência a todos os senhores associados, para que o possam analisar com toda a atenção e a devida antecedência em relação à Assembleia de Empresa, que será agendada pelo senhor presidente da Mesa da Assembleia-Geral”, acrescenta a nota da direção do SPAC.

Este sindicato faz parte do grupo de estruturas sindicais que prosseguiam as negociações, assim como o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), o Sindicato dos Técnicos de Manutenção de Aeronaves (SITEMA), o Sindicato dos Trabalhadores dos Transportes de Portugal (Sttamp) e o Sindicato dos Trabalhadores dos Transportes, Manutenção e Aviação (Stama).

O prazo apontado para fechar os acordos de emergência era domingo, dia 31 de janeiro, mas as negociações têm-se prolongado, tendo sido marcadas mais reuniões para quinta-feira,

Foto: TAP

Pessoal de terra chega a acordo com cortes salariais só acima de 1.330 euros:

Os sete sindicatos de trabalhadores de terra da TAP chegaram hoje a um acordo coletivo de emergência com a empresa, que prevê cortes só para salários acima de 1.330 euros, disse o secretário-geral do Sitava, José Sousa.

“Nós, Sitava e mais seis sindicatos concluímos hoje uma negociação de um acordo temporário de emergência”, avançou o dirigente sindical, que considerou o acordo alcançado uma “grande vitória do lado do sindicato”.

Segundo José Sousa, o acordo hoje alcançado prevê uma “redução salarial de, em 2021, 2022 e 2023, 25% e, em 2024, de 20%, mas esta redução só incide sobre a importância que exceder 1.330 euros, [equivalente a] dois salários mínimos nacionais”, acrescentou o secretário-geral do Sitava.

Assim, “os 25% [de redução salarial] nestas condições, a incidir sobre um salário bruto de 2.000 euros” correspondem a uma “redução são 178 euros”, ou seja “8,38% e não os 25%”, explicou José Sousa.

Em causa estão o Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos (SITAVA), Sindicato das Indústrias Metalúrgicas e Afins (SIMA), Sindicato Nacional Dos Trabalhadores Da Aviação Civil (SINTAC), Sindicato dos Técnicos de Handling de Aeroportos (STHA), Sindicato dos Quadros da Aviação Comercial (SQAC), Sindicato Nacional dos Engenheiros (SNEET) e o Sindicato dos Economistas.

José Sousa afirmou que as negociações tiveram como base uma proposta “drástica” por parte da empresa, “que suspendia praticamente todo o acordo de empresa e cortava 25% dos salários a cada um, suspendia carreiras profissionais e suspendia anuidades”.

Além dos cortes salariais nos moldes referidos, com esta acordo, o Sitava diz ter assegurado todas as cláusulas do acordo de empresa em vigor, “à exceção da suspensão da progressão nas carreiras profissionais e a suspensão de uma rubrica da remuneração ilíquida que são as anuidades”, que ficam também suspensas durante o período de vigência do contrato, até 31 de dezembro de 2024, “sendo recuperadas, no fim do contrato, aquelas que não se venceram agora, associadas aos resultados líquidos da empresa nos anos de 2025, 2026, 2027 e 2028”.

Segundo o Sitava, “a TAP comprometeu-se”, também, a colocar “medidas voluntárias à disposição das pessoas que queiram sair da empresa”.

O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) anunciou também hoje ter chegado a um acordo de emergência com a TAP e o Governo, mas só divulgará detalhes no fim das negociações, que prevê ocorrerem no final do dia de hoje.

Após declaração de empresa em situação económica difícil, que permite suspender cláusulas dos acordos de empresa em vigor ou dos instrumentos de regulamentação coletiva aplicáveis e tomar medidas para cortar nos custos com pessoal, a TAP entregou aos sindicatos propostas de acordos de emergência.

O plano de reestruturação da TAP, entregue em Bruxelas em 10 de dezembro, prevê a suspensão dos acordos de empresa, medida sem a qual, de acordo com o ministro Pedro Nuno Santos, não seria possível fazer a reestruturação da transportadora aérea.

O documento entregue à Comissão Europeia prevê o despedimento de 500 pilotos, 750 tripulantes de cabine, 450 trabalhadores da manutenção e engenharia e 250 das restantes áreas.

O plano prevê, ainda, a redução de 25% da massa salarial do grupo (30% no caso dos órgãos sociais) e do número de aviões que compõem a frota da companhia, de 108 para 88 aviões comerciais.

Esquadra 751 “Pumas”foi activada para o transporte urgente de dois doentes.

A Esquadra 751 “Pumas” da Força Aérea Portuguesa foi ativada durante o dia 3 de fevereiro e a madrugada de 4 de fevereiro para o transporte urgente de dois doentes.

De acordo com as informações, o primeiro transporte foi um doente com Covid-19 da ilha das Flores para o Hospital de Santo Espírito, na ilha Terceira, nos Açores.

O EH-101 descolou às 17h40, e aterrou na Base Aérea às 21h30, tendo a tripulação e a aeronave seguido para uma descontaminação imediata.

Foto: F. Silva

A equipa do centro de saúde da Base Aérea, ajudou na descontaminação individual da tripulação, e uma equipa especializada da Base procedeu à descontaminação do EH-101.

Foto: F. Silva

Esse transporte totalizou 3h50 de tempo de voo.
Às 00:00  a Esquadra 751 “Pumas”descolava para o transporte do segundo doente, de Santa Maria para São Miguel, aterrarando na Base Aérea às 4h05, totalizando 3h25 de tempo de voo.

A SWISS reduz temporariamente as suas operações de voo a 10%

 

A Swiss anunciou que tendo em vista as restrições de viagens mais severas anunciadas pelo Conselho Federal Suíço a 27 de janeiro e o declínio resultante na procura por viagens aéreas, a SWISS foi forçada a reduzir temporariamente as suas operações de voo ao mínimo absoluto no Aeroporto de Genebra até ao final de fevereiro.

A companhia indica que permanece totalmente comprometida com os seus negócios e operações em Genebra no longo prazo, e continuará a esforçar-se para manter a Suíça Ocidental o mais ligada possível com a sua rede global baseada em Zurique.

Além de Zurique a Swiss anunciou que está reduzir temporariamente as suas operações em Genebra a um mínimo absoluto até ao final de fevereiro.

Esta medida foi tomada porque os serviços da SWISS em Genebra são operações ponto a ponto que não geram negócios adicionais por meio de uma função alimentadora (como é o caso do hub da SWISS em Zurique).

O Aeroporto de Genebra também carece de instalações para testes de viajantes.

Os 13 voos semanais entre Genebra e o hub da SWISS em Zurique continuarão a operar, assim como as sete frequências semanais entre Genebra e o hub de Frankfurt da Lufthansa.

Assim, a SWISS continuará a manter a Suíça Ocidental ligada com a sua rede global de rotas nestes tempos ainda difíceis.

A SWISS permanece totalmente comprometida com sua estratégia de longo prazo de manter uma forte presença em Genebra e expandir ainda mais sua atual gama de serviços aéreos ponto a ponto. “Genebra é e continua a ser um local extremamente importante para nós”, confirma o CEO da SWISS, Dieter Vranckx.

Como resultado, a SWISS vai operar apenas cerca de 10 por cento dos serviços de fevereiro que operou em 2019.

Avião com ajuda médica da Alemanha já aterrou em Portugal

 

Perto das 14h00 aterrava no Aeroporto Militar de Figo Maduro, em Lisboa o Airbus A400 54+11 da Luftwaffe.

A bordo chegou uma comitiva médica militar, composta por 26 profissionais, que foi recebida pela ministra da Saúde, Marta Temido, e pelo ministro da Defesa, João Gomes Cravinho.

O spotter airside_spotter capturou através da sua objectiva a chegada à placa do Airbus A400.

Os meios alemães serão encaminhados para o Hospital da Luz porque era uma unidade já pronta a funcionar, mas que ainda não tinha aberto por não ter recursos humanos, explicou a ministra.

“O trabalho realizado na região de Lisboa e Vale do Tejo, permitiu encontrar disponibilidade do Grupo Luz Saúde para, realocando doentes, recursos e adaptando espaços, em tempo record, disponibilizar um núcleo de mais 8 camas de cuidados intensivos que permitirá à referida equipa trabalhar num espaço único, proporcionando-lhes condições de maior eficiência no tratamento de doentes graves provenientes de hospitais públicos da Região de Lisboa”, explicita o Ministério da Saúde em comunicado.

A tutela explica ainda que a “operacionalização desta colaboração será efetuada mediante acordo específico a celebrar entre a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo e o Grupo Luz Saúde, estando desde já assegurado que a gestão das 8 camas agora disponibilizadas funcionará num quadro de articulação com a Comissão de Acompanhamento da Resposta Nacional em Medicina Intensiva para a covid-19”.

TAP estaciona aviões em Beja

 

A TAP Air Portugal enviou hoje para o Aeroporto de Beja dois dos seus A330neo para parqueamento.

Tratou-se do A330-900 CS-TUM e do CS-TUP e nos próximos dias deverão juntar-se mais alguns modelos.

Além de Beja a companhia tem aeronaves parqueadas no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, no Aeroporto Internacional de Faro e no Aeroporto da Madeira.

De recordar que, a TAP anunciou a suspensão de 93% da sua operação em fevereiro, acima da redução de 73% anteriormente prevista, devido às novas restrições à mobilidade para combater a propagação de covid-19 e à queda adicional da procura.

Entre as novas medidas adotadas para combater a pandemia estão a exigência de apresentação de testes negativos no embarque, a imposição de quarentenas, a proibição de entrada de viajantes e cidadãos dos países mais afetados pela pandemia, a suspensão e proibição de voos e confinamentos obrigatórios.

À proibição e suspensão de voos nas ligações aéreas entre Portugal e países como o Reino Unido, Angola, Brasil e Alemanha, junta-se o novo quadro do estado de emergência português, que entrou hoje em vigor, o qual mantém o autoconfinamento e determina a proibição de deslocações de cidadãos nacionais para fora do território nacional, o que está em linha com a tendência europeia e mundial, de restrição temporária de todas as viagens não essenciais.

Desde o dia 1 de fevereiro, a TAP continua a assegurar as ligações dos portugueses entre Lisboa, Porto, Madeira e Açores., bem como às cidades com comunidades portuguesas significativas (Newark e Boston, nos Estados Unidos da América, Toronto, no Canadá, Madrid, Barcelona, Málaga, Valência, Amesterdão, Bruxelas, Genebra, Zurique, Luxemburgo, Paris, Nice, Toulouse, Marselha, Lyon, Milão e Roma, na Europa, e Bissau, Conacri, Dacar, Maputo, Praia, São Vicente e São Tomé e Príncipe, em África).

Iberojet pretende voar entre Lisboa e as Caraíbas a partir do final de março

 

A Iberojet anunciou que tem planeado iniciar os seus voos a partir de Lisboa para Punta Cana e Cancun a partir março, e que acrescentará ligações a Varadero, Montego Bay e Samaná, no verão.

De acordo com o planeamento, os voos de Lisboa para Punta Cana e Cancun serão operados duas vezes por semana “em época alta”.

A estas rotas, a Iberojet vai acrescentar “nos quatro meses de verão” um voo por semana para Varadero e um voo triangular para Montego Bay e Samaná.

A companhia aérea anunciou ainda a sua programação à saída de Madrid, que inclui um “mínimo” de quatro voos por semana para Havana, Cancun e Punta Cana a partir de maio, aumentando para um “mínimo” de cinco voos por semana em época alta.

A programação da Iberojet a partir de Madrid inclui ainda voos para Cozumel, no México, uma vez por semana no verão, San José, na Costa Rica, duas vezes por semana, e Maurícia, uma vez por semana, de junho a outubro.

A Iberojet nasce da fusão das companhias aéreas Evelop e Orbest, do Grupo Ávoris, passando a operar sob uma única marca em Portugal e Espanha.

“Concluímos que operar duas marcas no contexto de companhia aérea, com a nossa dimensão, não é eficaz, dado que denominações diferentes comprometem o nosso posicionamento, duplicam processos, recursos e dificultam a atribuição de identidade a cada uma delas”, diz o mesmo comunicado. O facto de ambas as marcas – Evelop e Orbest – fazerem parte do mesmo grupo e com intermediários comuns justificou esta decisão.

“Acreditamos que este é o momento ideal para unificar as marcas, visto estarmos prestes a diversificar o nosso segmento de mercado, com a introdução de voos em linha regular”, refere o comunicado. Assim sendo, esta”unificação” será o símbolo desta nova etapa, afirma o operador.

O processo de mudança, de acordo com o grupo, foi efetuado de uma “forma prática, económica e rápida”. Além disso, refere o comunicado, a Iberojet é uma “marca reconhecida, perceptível e de fácil pronúncia na maioria dos idiomas”, contando ainda com a vantagem de que o seu nome faz “referência aos principais mercados” em que operam “ibero” e onde se encontram, assim como à atividade a que se dedicam “jet”.

No logótipo foram mantidas as cores corporativas atuais, para fácil reconhecimento e para que a mudança da identidade corporativa nos aviões seja rápida. O grupo Ávoris deixará de utilizar a marca no operador online, já que esta será exclusiva da companhia aérea.

Espanha vai suspender ligações aéreas com o Brasil e África do Sul

 

Espanha anunciou que vai suspender as ligações aéreas com o Brasil e a África do Sul a patir do dia 3 de fevereiro, devido às novas variantes da covid-19.

De acordo com as informações divulgadas, nos aviões que aterrarem em Espanha, vindos do Brasil ou da África do Sul, só podem vir espanhóis ou estrangeiros com residência autorizada.

As exceções são para os passageiros que precisarem de fazer escala, para ir para fora do espaço Shengen, mas terão que permanecer no aeroporto menos de 24 horas.

Restrições obrigam Cabo Verde Connect a suspender voos entre Lisboa, Praia e Sal até março

A Cabo Verde Connect Services, que opera com aviões da SATA Azores Airlines, informou que vai suspender os seus voos entre Lisboa, Praia e a Ilha do Sal a partir do dia 10 de fevereiro e até 19 março.

Esta decisão é tomada devido às novas restrições às viagens impostas em Portugal.

Informamos que devido as restrições impostas pelo novo estado de emergência em vigor em Portugal que implica o fecho/controlo das fronteiras e apenas permitindo viagens classificadas de essenciais, motivado pelo aumento das infeções provocadas pela COVID-19, somos forçados a suspender os nossos voos LIS/SID/LIS e LIS/RAI/LIS”

Os voos entre Lisboa e Sal serão suspensos entre 13 de fevereiro e 14 de março.

Os voos entre Lisboa e a cidade da Praia (Ilha de Santiago) serão suspensos de 10 de fevereiro a 17 de março.

A empresa indica que todos os passageiros que forem afetados por esta suspensão podem solicitar o reembolso do bilhete sem qualquer penalização ou efetuar uma remarcação sem custo para um voo anterior a 10FEV ou posterior a 14MAR 2021. Para tal devem contactar a sua agência de viagem.

Azul Conecta finaliza operação de verão com perspectivas de retomada

 

Artigo escrito em português do Brasil:
Em pouco mais de um mês, empresa sub-regional da Azul realizou mais de mil operações para nove dos destinos mais procurados por turistas durante o verão.

Sucesso nos voos pode estimular regiões turísticas a buscar permanência das operações em períodos de baixa temporada

A proposta era ser um projeto piloto, mas os voos de verão da Azul Conecta superaram as expectativas e viraram uma das operações mais cativantes da aviação comercial brasileira nos últimos tempos. Com as últimas frequências operadas neste domingo, 31 de janeiro, a Azul Conecta, contabiliza 1.175 voos cumpridos, que foram responsáveis por transportar Clientes desde o dia 14 de dezembro.

Voando de Porto Alegre, Santos Dumont, Congonhas, Belo Horizonte e Fortaleza, os Clientes da Azul e da Conecta puderam chegar em voos comerciais à Canela (RS), Torres (RS), Itanhaém (SP), Ubatuba (SP), Paraty (RJ), Angra dos Reis (RJ), Búzios (RJ), Guarapari (ES) e Jericoacoara (CE). A ideia inicial de fazer com que os viajantes das capitais trocassem o carro ou o ônibus pelo avião extrapolou barreiras e atingiu viajantes de todas as partes do país, que, aproveitando a conectividade da malha da Azul e da Conecta, puderam curtir alguns dias em nove dos destinos mais procurados por turistas durante o verão. Nem mesmo as dificuldades operacionais causadas por condições meteorológicas adversas atrapalharam o sucesso da operação de verão da companhia.

“Foi uma iniciativa pioneira e extremamente inovadora da Azul que operou pela primeira vez em cidades turísticas e de enorme potencial. Os números mostram que o nosso projeto deu muito certo e estimulou uma demanda até então inexistente. Ficamos muito felizes por podermos apresentar a qualidade e o diferencial do produto da Conecta para Clientes que ainda não tinham a oportunidade de experimentar esse serviço a bordo dos aviões Caravan. O ‘Verão Azul Conecta’ nos deixou muito animados, mas mostrou que a deficiência na infraestrutura de alguns aeroportos ainda é uma barreira a ser vencida para garantirmos a regularidade de nossas operações”, aponta Vitor Silva, gerente de planejamento de malha.

Uganda Airlines recebeu o seu segundo Airbus A330-800 (com vídeo)

A Uganda Airlines, a companhia aérea de bandeira do país, recebeu o seu segundo A330neo, a versão mais recente do mais popular avião de passageiros widebody.

Esta é a segunda aeronave Airbus entregue à Uganda Airlines, fundada em 201:

Em linha com a estratégia da empresa de continuar a oferecer aos seus clientes economia imbatível, maior eficiência operacional e conforto superior para os passageiros, o A330-800 é a mais recente adição à linha de produtos de aeronaves comerciais da Airbus.

Graças à sua capacidade de médio porte sob medida e à sua excelente versatilidade de alcance, o A330neo é considerado a aeronave ideal para operar como parte da recuperação pós-COVID-19.

O A330neo permitirá à nova companhia aérea lançar as suas operações de longo curso com voos intercontinentais sem escalas para o Médio Oriente, Europa e Ásia.

Com a cabine Airbus ‘Airspace, os passageiros podem desfrutar de uma experiência única e explorar todo o seu conforto com 20 camas full flat, classe executiva, 28 assentos premium da classe económica e 210 assentos da classe económica, totalizando 258 assentos.

O A330neo é uma verdadeira aeronave de nova geração, baseada nas características do popular A330 e usando tecnologia desenvolvida para o A350.

Equipado com os mais recentes motores Rolls-Royce Trent 7000 e apresentando uma nova asa com envergadura aumentada e Sharklets inspirados no A350, o A330neo oferece um nível de eficiência sem precedentes.

A aeronave queima 25% menos combustível por assento do que os concorrentes da geração anterior. A cabine do A330neo oferece uma experiência única ao passageiro, com mais espaço pessoal e sistema de entretenimento e conectividade de última geração a bordo.

De recordar que, a companhia retomou as suas operações no 28 de agosto de 2019, depois de uma ausência de 18 anos.

A Uganda Airlines foi fundada em 1976 e operou até 2001, regressando com uma frota de quatro aviões Bombardier CRJ 900.

Thomas Cook Balearics pede dissolução por falta de liquidez

 

A companhia aérea Thomas Cook Balearics vai abandonar os planos de retoma da actividade e pedir a sua dissolução.

A companhia tinha iniciado em maio uma nova etapa com a entrada do grupo alemão PANAF na sua estrutura, mas parece não ter resultado.

De acordo com as informações, a notícia foi avançada pelo presidente do Conselho de Administração da empresa, Alvaro Middelmann, que já foi responsável da Air Berlin para os mercados de Espanha e Portugal, numa carta enviada aos 90 trabalhadores da companhia.

A pandemia de covid-19 “acabou com todos os planos de reactivação da TCAB [Thomas Cook Airlines Balearics]”, afirmou Alvaro Middelmann, sublinhando que “o investidor Roland Ehrsam e o Conselho de Administração não pouparam esforços para conseguir o objectivo de uma nova TCAB”.

“Infelizmente, os possíveis resultados positivos das negociações com novos investidores não são conversíveis no curto prazo”, frisou o executivo, acrescentando que “a situação de liquidez” e “as perspectivas muito negativas no sector da aviação” levaram à “decisão de solicitar a dissolução da empresa”.

A Thomas Cook Airlines Balearics S.L. é uma companhia aérea espanhola lançada em 2017, com sede em Palma de Maiorca, e anteriormente propriedade do Grupo Thomas Cook.

Após o colapso da sua empresa-mãe em 23 de setembro de 2019, a própria companhia aérea declarou insolvência em 26 de dezembro de 2019, embora ainda opere alguns voos em nome da Condor.

A frota da companhia é composta por dois aviões Airbus A320-200.

JetBlue apresenta cabine para o seu A321LR (com vídeo)

 

A JetBlue revelou uma versão reinventada da sua popular experiência Mint, que vai ser inaugurada no seu Airbus A321LR este verão.

A nova cabine possui 24 suítes privativas, todas com acesso ao corredor. Assentos reclináveis ​​e o novo Mint Studio ™ na primeira fila possui a maior cama e TV numa companhia aérea dos EUA – e um assento e espaço extra para trabalhar, relaxar divertir-se.

A primeira grande reforma do projeto da Mint – projetada em parceria com a Acumen Design Associates – será lançada nos voos da JetBlue para Londres este verão, e um layout de 16 lugares será lançado num número limitado de voos entre Nova Iorque e Los Angeles.

De referir que o primeiro A321LR para a companhia realizou o seu primeiro voo de testes no dia 24 de novembro.

O voo teve uma duração de 2h34:

Este primeiro modelo significa que está também mais perto o inicio da operação da companhia de baixo custo norte americana para Londres.

A Jetblue apresentou em abril de 2019 os seus planos para a abertura de rotas internacionais para a Europa.

O evento decorreu no aeroporto JFK, em Nova Iorque, onde Robin Hayes, CEO da Jetblue, anunciou que a companhia iria iniciar os voos transatlânticos a partir de 2021.

O primeiro destino será Londres, e com partidas dos dois principais hubs da Jetblue; Nova Iorque e Boston. Para realizar as novas rotas, a Jetblue vai converter o seu pedido de 13 A321neo para a versão de longo alcance do modelo, o A321LR.

Segundo a companhia e por forma a dar início às operações no continente europeu, a Jetblue criou uma equipa para trabalhar no processo de certificação do Extended-range Twin-engine Operational Performance Standards (ETOPS).

“Há vinte anos, os nossos fundadores tinham uma fórmula simples para escolher um novo mercado – ele tinha que ter tarifas altas, mal servido ou ambos”, disse Joanna Geraghty, presidente e directora de operações da JetBlue. “Londres é a maior área metropolitana que a JetBlue ainda não serve tanto de Boston quanto de Nova Iorque e não poderíamos estar mais empolgados em mudar isso nos próximos anos”, complementa a COO.

Problema de pressurização obriga Dash Q400 da SATA a descer a altitude de segurança

 

O Dash Q400 da SATA CS-TRE que estava a realizar o voo S4 160 entre Ponta Delgada e o Funchal, esta manhã 1 de fevereiro, teve de realizar uma descida controlada de emergência depois de ter sido detetado “um problema técnico associado à pressurização da aeronave”.

“A SATA Air Açores confirma que o voo S4 160 de Ponta Delgada (ilha de São Miguel) para a Madeira realizou uma descida de emergência no seguimento de um problema técnico associado à pressurização da aeronave”, informa a companhia aérea numa nota enviada às redações.

De acordo com a SATA, o voo partiu de Ponta Delgada às 08:35 (hora local, menos uma do que em Lisboa e na Madeira) e aterrou no aeroporto da Madeira às 11:40, tendo sido “acionados os procedimentos de emergência no aeroporto de destino”, como está previsto nestes casos.

A aterragem e o desembarque dos 14 passageiros decorreram “de forma normal”, refere a nota.

Neste momento a aeronave, que se encontra no Funchal, vai passar por uma avaliação técnica.

Indicação de fogo obriga a aterragem de emergência nas Lajes

 

Na madrugada do passado dia 31 de janeiro um B747-4F da Atlas Air solicitou uma aterragem de emergência nas Lajes, na Ilha Terceira, nos Açores com possível fogo a bordo, na zona de carga.

O N487MC aterrou pelas 4h25 hora local) quando estava a realizar o voo 5Y5421 entre Miami e Amesterdão.

A aeronave aterrou normalmente tendo sido assistida pelos bombeiros da 65ABG, pelo serviço da Handling da SATA, em coordenação com os serviços de emergência da BASE AÉREA Nº4 da Lajes.

TAP suspende 93% da operação em fevereiro devido às novas restrições

 

A TAP anunciou hoje a suspensão de 93% da sua operação em fevereiro, acima da redução de 73% anteriormente prevista, devido às novas restrições à mobilidade para combater a propagação de covid-19 e à queda adicional da procura.

Numa mensagem aos colaboradores, a que a Lusa teve acesso, assinada pelo presidente do Conselho de Administração, Miguel Frasquilho, e pelo presidente da Comissão Executiva, Ramiro Sequeira, a TAP informou que, face às novas restrições e a “uma queda adicional da procura”, decidiu “suspender 93% do total da sua operação – quando comparada com o mês de fevereiro do ano passado, pré-covid”.

“O anterior plano de voos, ajustado em baixa há cerca de dez dias, já muito condicionado por diversas restrições e fraca procura, apontava para uma redução da oferta de 73% em fevereiro”, apontou a empresa.

Entre as novas medidas adotadas para combater a pandemia estão a exigência de apresentação de testes negativos no embarque, a imposição de quarentenas, a proibição de entrada de viajantes e cidadãos dos países mais afetados pela pandemia, a suspensão e proibição de voos e confinamentos obrigatórios.

“À proibição e suspensão de voos nas ligações aéreas entre Portugal e países como o Reino Unido, Angola, Brasil e Alemanha, junta-se o novo quadro do estado de emergência português, que entrou hoje em vigor, o qual mantém o autoconfinamento e determina a proibição de deslocações de cidadãos nacionais para fora do território nacional, o que está em linha com a tendência europeia e mundial, de restrição temporária de todas as viagens não essenciais”, salientou a TAP.

“Estas restrições provocam elevados e acrescidos constrangimentos à nossa atividade, contrariando as projeções já de si pouco animadoras”, acrescentou.

Desta forma, a partir de 01 de fevereiro, a TAP vai continuar a assegurar as ligações dos portugueses entre Lisboa, Porto, Madeira e Açores., bem como às cidades com comunidades portuguesas significativas (Newark e Boston, nos Estados Unidos da América, Toronto, no Canadá, Madrid, Barcelona, Málaga, Valência, Amesterdão, Bruxelas, Genebra, Zurique, Luxemburgo, Paris, Nice, Toulouse, Marselha, Lyon, Milão e Roma, na Europa, e Bissau, Conacri, Dacar, Maputo, Praia, São Vicente e São Tomé e Príncipe, em África).

“Asseguraremos os voos em todas as rotas em que os mesmos sejam possíveis, de modo a dar resposta à missão de transportar os nossos clientes de volta a casa, e procuraremos viabilizar, em conjunto com as autoridades portuguesas e estrangeiras, a realização de voos humanitários e de repatriamento, sempre que estes se mostrem necessários”, garantiu a companhia aérea.

A transportadora informou, ainda, que todas as reservas efetuadas podem ser alteradas de forma gratuita.

Já está no ar o voo especial da Lufthansa entre Hamburgo e as Ilhas Falklands/Malvinas

 

Já descolou o voo LH2574 da Lufthansa entre Hamburgo e as Ilhas Falklands/Malvinas.

A bordo do A350 D-AIXP estão 16 tripulante e 92 passageiros.

Este voo foi fretado pelo Instituto Alfred Wegener e pelo Centro Helmholtz para a Pesquisa Polar e Marinha (AWI), com sede em Bremerhaven.

Nos últimos 14 dias a tripulação escolhida para o voo esteve de quarentena.

O voo deverá demorar cerca de 15 horas e poderá seguir o voo AQUI

O A350 foi abastecido com 106 toneladas de combustível, sendo o consumo estimado de 84 toneladas.

O voo de regresso LH2575 está programado para o próximo dia 3 de fevereiro. A chegada a Munique está prevista para quinta-feira, 4 de fevereiro, às 14h (hora local).

A bordo deste voo estarão tripulantes do Polarstern, que deixou a Alemanha no dia 20 de dezembro.

A321LR CS-TSH Magical já voa com a “nova” pintura

 

Depois de terem sido realizados trabalhos de rectificação de pintura nos A321neo CS-TSF e CS-TSG da Azores Airlines, chegou agora a vez do A321LH CS-TSH.

A aeronave voou no dia 10 de dezembro para Chateauroux onde recebeu trabalhos de rectificação de pintura, tendo chegado no passado dia 29 de janeiro a Lisboa.

Já hoje, 31 de janeiro, o A321LR CS-TSH está a realizar o voo circular S44021 entre Lisboa – Santa Maria – Ponta Delgada – Lisboa.

No Aeroporto de Santa Maria o Spotter Nelson Rodrigues teve a oportunidade de fotografado o “Magical” com as suas novas cores.

Neste momento já se encontram com as pinturas rectificadas os A320 CS-TKQ e CS-TKP e os A321neo / LR CS-TSF, CS-TSG, CS-TSI e CS-TSH.

Da frota da companhia apenas irá existir uma aeronave com a imagem antiga o CS-TKK uma vez que deverá sair da companhia dentro de um ano.

Força Aérea Brasileira poderá operar com Airbus A330

 

Durante uma conferência o Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, falou sobre a negociação para uma possível aquisição de duas aeronaves Airbus A330.

Para já não é conhecido se as aeronaves serão comerciais adaptadas, ou na versão MRTT – Multi Role Tanker Transport.

Neste momento, a Força Aérea Brasileira não tem uma aeronave de grande porte e de longo alcance para servir as missões de transporte, existindo neste momento muitas dificuldades para responder às necessidades nesta pandemia em termos de transporte.

De acordo com as informações do presidente, as aeronaves serão adquiridas através de verbas provenientes de operações de combate à corrupção.

No passado, a Força Aérea Brasileira chegou a operar um Boeing 767-300, tendo a aeronave saído em 2019 e consequentemente deixado uma lacuna na capacidade da FAB.

Sabia que existe um segundo AN225?

 

A Antonov é sem dúvidas conhecida pela seu An-225 Mriya, o maior e mais pesado avião de transporte de carga do mundo.

Talvez poucos saibam, existe um AN225 por terminar.

De acordo com Oleksandr Donets, chefe da Antonov Company, a conclusão do segundo modelo AN225 é economicamente inviável, mas há quem deseje avançar para a conclusão da segunda unidade.

Segundo Oleksandr Donets, para terminar o segundo AN225 a aeronave teria de ser completamente redesenhada completamente, e caso o fosse, com componentes mais modernos, o preço seria ainda mais alto.

Ao mesmo tempo, a popularidade de Mriya no transporte é limitada. A aeronave Antonov An-124 Ruslan, uma família anterior de jatos projetados especificamente para o transporte de carga, é muito mais popular entre os clientes da Antonov.

“O Mriya não é contratada com a mesma frequência que os Ruslans”, disse Donets, “porque o Mriya foi projetado especificamente para o transporte da Buran, e não de cargas humanitárias. Basicamente, por espaço. Isso era algo que a União Soviética podia pagar. Mais importante, quase 35% dos aeroportos (do mundo) não têm espaço para a operação do AN225, devido às suas dimensões e envergadura, o Mriya não se encaixa nas faixas da pista … Não recuperaremos os custos.”

Mudança de propósito

O primeiro An-225 Mriya foi construído em 1988, tendo como objetivo o transporte de veículos espaciais e os seus componentes para o programa espacial soviético.

O programa Mriya previa a construção de duas unidades, no entanto, a construção do segundo Mriya foi interrompida em 1994 devido à falta de financiamento.

Primeiro voo do An-225 Mriya em 21 de dezembro de 1988.

Ao longo dos anos, a empresa Antonov afirmou estar pronta para concluir a construção caso recebesse um grande investimento.

Em 2016, a Corporação da Indústria do Espaço Aéreo da China estava supostamente pronta para participar no projeto, mas posteriormente perdeu o interesse devido ao custo extremamente alto.

 

Air Transat suspende voos à partida de Toronto e Montreal

 

A Air Transat anunciou que vai suspender todos os voos à partida de Toronto, incluindo para Lisboa e Porto, até 30 de abril.

De acordo com as informações, esta medida é tomada devido às novas restrições de viagens impostas pelo governo canadiano para conter a pandemia de covid-19.

Segundo Debbie Cabana, porta-voz da companhia, a suspensão de voos também vai abranger algumas rotas de Montreal.

“As contínuas restrições de viagens e as inúmeras medidas impostas pelo governo federal, incluindo a exigência de apresentar um teste covid-19 negativo e quarentena ao regressar ao Canadá, tiveram um impacto significativo nas nossas reservas”, disse Debbie Cabana.

Além de Lisboa e Porto, a companhia cancelou à partuda de Toronto os voos para Cancún, no México, Holguin e Vardero, em Cuba, e Punta Cana, na República Dominicana.

A Air Transat também suspendeu os seus voos à partida de Montreal para Puerto Vallarta, no México, e para Varadero, em Cuba.

Força Aérea Portuguesa realiza o transporte de doentes covid-19 para a Madeira

 

A Força Aérea Portuguesa realizou hoje o transporte de três doentes entre Lisboa e a Madeira.

Os três doentes estavam nos cuidados intensivos de hospitais de Lisboa e foram transferidos para o hospital Nélio Mendonça, no Funchal, na sequência da disponibilidade manifestada pelo Governo da Madeira para receber doentes de covid-19 do continente.

Esta transferência de doentes decorreu na sequência da disponibilidade manifestada pela Região Autónoma da Madeira para receber doentes críticos do Serviço Nacional de Saúde do continente.

O transporte aéreo foi assegurado pelo Ministério da Defesa Nacional, através do avião C130 da FAP, C-130 16803, sendo “garantidas todas as condições de segurança, quer durante os transportes terrestres quer durante a evacuação aeromédica”, nomeadamente no que se refere às equipas médicas altamente diferenciadas das entidades envolvidas (hospitais, INEM, FAP e SESARAM.

Força Aérea Portuguesa transporta de urgência recém-nascido dos Açores para o Continente

 

Um bebé recém-nascido, que precisava de cuidados médicos disponíveis no Continente, foi transportado ontem de urgência pela Força Aérea Portugusa. Para tal, duas aeronaves, um C-295M da Esquadra 502 – “Elefantes”, de alerta na Base Aérea N.º 4 (BA4), Lajes, e um Falcon 50, da Esquadra 504 – “Linces”, de alerta no Aeródromo de Manobra N.º 1 (AT1), Lisboa, foram empenhados nesta missão.


Pelas 16h21, a tripulação de alerta do avião C-295M presente nos Açores descolou da ilha Terceira para a Horta para realizar o transporte médico de três doentes com destino às Lajes, um dos quais o bebé recém-nascido, de apenas um dia. Os outros dois doentes, um ficou na ilha Terceira, enquanto o outro seria transportado pelo C-295M para Ponta Delgada, em São Miguel.


Para agilizar a missão de transporte do bebé recém-nascido para o Continente, ao mesmo tempo, o Falcon 50, da Esquadra 504 – “Linces”, levantava voo do AT1, com destino às Lajes.

Assim que aterrou nas Lajes, pelas 20h30, o bebé recém-nascido e um outro doente embarcaram no Falcon 50 com destino a Lisboa.

A bordo com os “Linces”, e de modo a garantir todos os cuidados médicos durante a viagem, seguiu uma equipa médica militar da Força Aérea.

À chegada a Lisboa, o bebé foi imediatamente transferido por uma equipa de transporte inter-hospitalar pediátrico do INEM.

A aeronave aterrou em Lisboa às 22h30, numa missão que contou com quatro horas e trinta minutos de voo.

Boeing teve prejuízos de 9.835 ME em 2020

 

A Boeing anunciou hoje que teve um prejuízo de 11.873 milhões de dólares (9.835 milhões de euros) no exercício de 2020, muito acima dos 636 milhões de dólares que perdeu no ano anterior.

As perdas foram justificadas com os efeitos da pandemia e os problemas com os aparelhos 737 MAX, que já se arrastavam desde o ano anterior.

A faturação do construtor de aviões norte-americano caiu 24% para 58.158 milhões de dólares e registou um fluxo de caixa operacional negativo de 18.400 milhões, que refletem o pior volume de entregas de aviões em anos e vários cancelamentos nos últimos meses.

O ano de 2020 “limitou significativamente a nossa indústria. O profundo impacto da pandemia nas viagens aéreas comerciais e a paralisação dos 737 MAX dificultaram os nossos resultados”, refere uma nota do líder da Boeing, David Calhoun.

No quarto trimestre, o mais seguido pelos analistas em Wall Street, a Boeing perdeu 8.420 milhões de dólares (6.968 milhões de euros), um resultado que pressionou as contas anuais e que foi oito vezes superior aos 1.010 milhões de euros de prejuízo no mesmo período de 2019, enquanto as receitas diminuíram 15% para 15.304 milhões de dólares.

Em relação aos aviões 737 MAX, que voltaram a operar nos Estados Unidos e em mais países após um longo período de alterações e atualizações na sequência de dois acidentes aéreos, a empresa disse que já entregou 40 unidades a clientes e destacou que cinco companhias aéreas já os incluem nas suas frotas.

Os resultados da Boeing, publicados antes da abertura de Wall Street, foram piores do que o esperado pelos analistas e as suas ações perdiam 2,39% uma hora após o início da sessão.

Eurowings Discover substitui Ocean, companhia de lazer e longo curso da Lufthansa

 

A Lufthansa vai lançar, este verão, uma nova companhia aérea para o segmento de lazer, denominada Eurowings Discover e que vai operar vários dos destinos de longo curso que eram oferecidos pela Eurowings, segmento que a transportadora de bandeira alemã considera que vai recuperar mais rapidamente que as viagens de negócios.

O porta-voz da Lufthansa, Helmut Tolksdorf, confirmou os planos da companhia aérea para lançar a nova marca e avançou que o objetivo é arrancar com os voos para “rotas turísticas de longo curso a partir do verão de 2021”, apesar da incerteza ditada pela pandemia.

Os planos da Lufthansa para o lançamento de uma nova companhia dedicada a destinos de lazer já eram conhecidos desde o ano passado, quando a transportadora foi apresentada internamente sob a designação de Ocean.

A Eurowings Discover vai funcionar sob o formato de uma start-up para criar novos produtos e serviços capazes de dar resposta às novas exigências dos consumidores e que se adequem ao difícil contexto atual, simplificando processo e operando com menores custos.

A nova companhia foi criada para juntar o negócio de voos turísticos de longo curso da Lufthansa, que até agora tem sido operado pela própria Lufthansa, pela Lufthansa City Line, Brussels Airlines e Sun Express Deutschland.

A Eurowings Discover deverá começar a voar a partir de junho, com três aviões Airbus A330, para destinos como Punta Cana e Zanzibar e deverá operar com o seu próprio certificado de operador aéreo (AOC) e com o código IATA 4Y.

A nova companhia do Grupo Lufthansa vai competir com a companhia aérea alemã de voos turísticos Condor, com a qual a Lufthansa rescindiu o Special Prorate Agreement (SPA), que assegurava protecção aos passageiros da Condor face a eventuais atrasos de voos de ligação (‘feeder’) da Lufthansa.

Agência europeia da aviação dá ‘luz verde’ ao regresso do Boeing 737 MAX

 

A Agência Europeia para Segurança da Aviação (EASA) aprovou hoje o regresso da aeronave Boeing 737 MAX aos céus da União Europeia (UE), que esteve proibida devido a graves acidentes, desde que cumpridos requisitos técnicos e de pilotagem.

“A EASA deu o seu selo de aprovação para o regresso ao serviço de uma versão modificada do Boeing 737 MAX, impondo um pacote de atualizações de ‘software’, trabalho elétrico, verificações de manutenção, atualizações do manual de operações e formação da tripulação, permitindo à aeronave voar em segurança nos céus europeus após quase dois anos em terra”, informa a agência em comunicado de imprensa.

Depois de, em meados de novembro de 2020, os Estados Unidos terem dado ‘luz verde’ ao regresso da aeronave, que esteve fora do mercado devido a dois acidentes que mataram 346 pessoas em seis meses, é agora a vez de a UE o autorizar, estipulando condições para tal.

Em concreto, e como as investigações da EASA mostram que a principal causa dos acidentes foi relativa a um ‘software’ que se destinava a tornar a aeronave mais fácil de manusear, a agência europeia exige que este programa operacional seja revisto e que passem a ser emitidos alertas em caso de mau funcionamento, para evitar uma “total perda de controlo da aeronave”.

A agência conclui também que muitos pilotos não sabiam trabalhar com este ‘software’, pelo que passou a exigir formação obrigatória para todos os pilotos do 737 MAX, bem como atualizações nos manuais de voos.

A EASA obriga, ainda, a testes dos sistemas e a um primeiro voo de teste sem passageiros antes da utilização comercial de cada aeronave desta gama.

Para chegar a estas conclusões, a EASA teve 20 peritos envolvidos numa investigação à aeronave que durou 20 meses.

Citado pelo comunicado, o diretor executivo da EASA, Patrick Ky, sublinha que “a aeronave é segura”, tendo sido esta uma “condição prévia” para a autorização.

Ainda assim, “continuaremos a acompanhar de perto as operações do 737 MAX à medida que a aeronave retomar o serviço e, em paralelo, por nossa insistência, a Boeing também se comprometeu a trabalhar para melhorar ainda mais a aeronave a médio prazo a fim de alcançar um nível de segurança ainda mais elevado”, adianta Patrick Ky.

Tal como a EASA, a administração federal de aviação dos Estados Unidos exigiu algumas modificações nos aviões antes de estes poderem voltar operar, bem como formação necessária para pilotos e trabalhos de manutenção e de verificação nos aparelhos.

O Boeing 737 MAX fará o seu regresso num setor duramente atingido pela pandemia de covid-19.

Portugal vai suspender voos de e para o Brasil a partir de sexta-feira

No comunicado do Ministério da Administração Interna pode-se ler: “O Governo decidiu suspender os voos de e para o Brasil, a partir das 00h00 do dia 29 de janeiro, tendo em conta a evolução da situação epidemiológica a nível mundial, o aumento dos casos de infeção por SARS-CoV-2 em Portugal e a deteção de novas estirpes do vírus”, lê-se no comunicado do Ministério da Administração Interna.

Para já o Governo Português vai suspender os voos de e para o Brasil entre o dia 29 de janeiro e 14 de fevereiro.

A informação foi divulgada esta quarta-feira e prevê-se que as regras seja as mesmas que as aplicadas ao Reino Unido. Ou seja, apenas são permitidas deslocações entres os dois países se forem de natureza humanitária, repatriamento e de cidadãos com autorização de residência em Portugal.

Caso alguém viaje de um aeroporto português para o Brasil terá de ter igualmente um teste negativo, caso contrário poderá “ser recusado o embarque” “Ao chegar aos aeroportos nacionais têm ainda, obrigatoriamente, de aguardar pelo voo de ligação aos respetivos países em local próprio no interior do aeroporto”, conclui o Ministério da Administração Interna.

Os testes PCR à covid-19 com resultado negativo serão igualmente exigidos à entrada em território nacional, pelo que deverão ser feitos 72 horas antes do embarque. Na chegada à Portugal, os viajantes terão de cumprir uma quarentena de 14 dias “no domicílio ou em local indicado pelas autoridades de saúde”.

Esta medida vai obrigar à suspensão dos voos regulares da TAP Air Portugal e da Azul.

Qatar Airways pretende tornar-se na primeira Companhia Aérea no Médio Oriente a testar a aplicação móvel Travel Pass COVID-19 ‘Passaporte Digital’ da IATA

 

A Qatar Airways pretende tornar-se a primeira companhia aérea do Médio Oriente a experimentar a nova e inovadora aplicação móvel IATA Travel Pass ‘Digital Passport’, em parceria com a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), a partir de março de 2021. Este ensaio vai desempenhar um papel importante na visão da companhia aérea relativamente à experiência das viagens sem contactos, mais seguras e protegidas para os passageiros.

A primeira fase de testes do “Passaporte Digital” será lançada na rota da Qatar Airways de Doha para Istambul, permitindo aos passageiros receber os resultados do teste COVID-19 e verificar se são elegíveis para viajar. Também irá permitir que os passageiros partilhem com segurança o seu estatuto “OK to Travel” verificado com a companhia aérea e outros interessados, mesmo antes da sua chegada ao aeroporto.

O Travel Pass da IATA irá também fornecer informação atualizada sobre os regulamentos de saúde da COVID-19, ajudando os viajantes a garantir que cumprem os mais recentes requisitos governamentais de entrada no seu país de destino.

O Chefe Executivo do Grupo Qatar Airways, Sua Excelência o Sr. Akbar Al Baker, afirmou: “Com o mais rigoroso e robusto programa de segurança COVID-19 existente na comunidade global da aviação, estamos concentrados em assegurar que a Qatar Airways se torne a primeira companhia aérea do Médio Oriente a começar a testar a tecnologia inovadora Travel Pass da IATA e estamos empenhados em apoiar a indústria aérea como um todo através do Painel Consultivo da Indústria da IATA.

“Como líder da indústria e única companhia aérea global com 5 estrelas recentemente anunciada no Skytrax COVID-19 Airline Safety Rating, estamos empenhados em salvaguardar a segurança, saúde e bem-estar dos nossos passageiros, e em assegurar uma experiência integrada e sem falhas ao cliente, em cada ponto da sua viagem connosco.”

“O Travel Pass da IATA funciona efetivamente como um ‘passaporte digital’ para viajantes e é a mais recente ferramenta na nossa luta contra a propagação da COVID-19, permitindo aos passageiros planear de forma segura cada viagem, com a certeza de que a sua credencial verificada se baseia nas últimas informações da COVID-19, nos regulamentos mais rigorosos de privacidade de dados e nas regras de entrada para o destino para o qual viajarão.

“Esperamos que ao investir nesta tecnologia sejamos capazes de encorajar ainda mais os passageiros em todo o mundo a terem maior confiança na segurança das viagens aéreas e a começarem a fazer planos de viagem futuros, ao longo dos próximos meses”.

Alexandre de Juniac, Director Geral e CEO da IATA, afirmou: “A Qatar Airways está a mostrar a sua liderança na indústria. O Travel Pass da IATA irá verificar as credenciais de testes ou vacinação dos viajantes, a chave para desbloquear as viagens sem medidas de quarentena. O ensaio do passaporte digital da Qatar Airways irá ajudar-nos a criar confiança entre governos e viajantes de que o Travel Pass da IATA pode ligar de forma segura e conveniente as identidades dos viajantes com as suas credenciais de viagem digitais. Também nos irá ajudar a provar que as normas globais da ICAO para passaportes digitais funcionam. E a realçar a necessidade de os governos acelerarem o seu trabalho com a indústria para desenvolver normas globais para os certificados de saúde – um potenciador crítico para reconectar o mundo em segurança”.

A Qatar Airways tornou-se a primeira companhia aérea do mundo a alcançar a prestigiada classificação 5-Star COVID-19 Airline Safety Rating, pela organização internacional de classificação do transporte aéreo, Skytrax. Isto segue-se ao recente sucesso do HIA como o primeiro aeroporto no Médio Oriente e na Ásia a receber a classificação de segurança do aeroporto Skytrax 5-Star COVID-19. Estes reconhecimentos garantem aos passageiros de todo o mundo que as normas de saúde e segurança das companhias aéreas estão sujeitas aos mais elevados padrões de escrutínio e avaliação profissional e independente. Para mais pormenores sobre todas as medidas que foram implementadas a bordo e no HIA, visite qatarairways.com/safety.

A Qatar Airways opera atualmente mais de 800 voos semanais para mais de 120 destinos em todo o mundo. Até ao final de março, a Qatar Airways planeia reconstruir a sua rede para 130 destinos. Com mais frequências a serem acrescentadas aos principais centros de correspondência, a Qatar Airways oferece uma conectividade inigualável aos passageiros, facilitando-lhes a alteração das suas datas de viagem ou destino, se necessário.

Os passageiros podem reservar voos com tranquilidade, sabendo que a Qatar Airways oferece alterações ilimitadas de datas e reembolsos sem taxas para todos os bilhetes emitidos antes de 30 de abril de 2021, para viagens concluídas até 31 de dezembro de 2021. A política de reservas flexível da transportadora aérea, líder na indústria, também oferece a característica permanente de trocar bilhetes por um vale de viagem com 10% de valor adicional para todos os clientes que reservam viagens através do site qatarairways.com. Para termos e condições completas, visite qatarairways.com/Flexibilidade.

Galardoada com inúmeros prémios, a Qatar Airways foi nomeada “World’s Best Airline” pelos World Airline Awards em 2019, geridos pela Skytrax. Foi também designada “Melhor Companhia Aérea do Médio Oriente”, “Melhor Classe Executiva do Mundo”, e “Melhor Lugar na Classe Executiva”, em reconhecimento da sua experiência pioneira na Classe Executiva, Qsuite. Qsuite está disponível em voos para mais de 45 destinos, incluindo Joanesburgo, Kuala Lumpur, Londres e Nova Iorque.

A Qatar Airways é a única companhia aérea a ter recebido o cobiçado título de ‘Skytrax Airline of the Year’, reconhecido como o auge da excelência na indústria aérea, cinco vezes. Para além disso, o Aeroporto Internacional Hamad (HIA), casa e hub da Qatar Airways, foi classificado como “Melhor Aeroporto do Médio Oriente” e “Terceiro Melhor Aeroporto do Mundo” pelos prémios SKYTRAX World Airport Awards 2020.

DB Schenker estabelece novas rotas aéreas que conectam três continentes de forma simultânea

 

A DB Schenke anunciou que, no contexto atual, marcado pela pandemia do coronavírus, a DB Schenker, empresa líder em gestão e logística da cadeia de abastecimento, decidiu expandir a sua rede global de voos. Pela primeira vez na sua história, controlará diretamente os serviços aéreos conectados simultaneamente com a América, Ásia e Europa. Neste sentido, a primeira de duas novas rotas, que servirão três continentes diferentes, foi lançada esta semana em Munique. A oferta vem juntar-se aos principais acordos comerciais que a DB Schenker mantém com as suas principais linhas aéreas, como reação à atual falta de capacidade de carga nos voos de passageiros. Todas as semanas, 43 serviços de voo poderão transportar tanta carga como 135 aviões comerciais de fuselagem larga.

A empresa irá operar 43 voos de carga por semana através do Aeroporto de Munique, garantindo aos seus clientes a capacidade de carga de que necessitam num momento de escassez e de grande procura

Thorsten Meincke, membro do Conselho de Administração de Carga Aérea e Marítima da DB Schenker, afirmou que “tendo em conta que os voos de passageiros ainda estão longe de recuperar devido ao momento atual de crise, decidimos criar alternativas novas e fiáveis de frete aéreo para os nossos clientes. Estou particularmente entusiasmado com a criação destas novas rotas através do Aeroporto de Munique, de forma a que a nossa sólida rede de voos se torne ainda mais global”.

A partir desta semana, uma das novas rotas viajará via Munique de Chicago (RFD) para Tóquio (NRT) e Seul (ICN), antes de voar de volta para a Alemanha e de lá de volta para os EUA. Será operado pela National Airlines e oferecerá uma capacidade combinada de transporte semanal de até 400 toneladas. A segunda conexão será lançada no final de fevereiro e alternará, via Munique, entre Chennai (MAA) e Chicago (RFD), com uma capacidade de carga combinada semanal de até 300 toneladas. Ambas as rotas funcionarão durante um ano para proporcionar estabilidade no atual ambiente desafiante e complexo.

Jost Lammers, diretor executivo e presidente do Conselho de Administração do Aeroporto de Munique, sublinhou que “estamos muito satisfeitos por a DB Schenker, um dos principais fornecedores de serviços logísticos do mundo, ter escolhido o Aeroporto de Munique como plataforma para os seus voos intercontinentais de carga entre os Estados Unidos e o Extremo Oriente”.

O responsável indicou também que “infelizmente, durante a pandemia da COVID-19, tem faltado uma grande capacidade de carga devido à redução dos voos de passageiros, uma situação que ajuda a tornar este tipo de tráfego ainda mais importante para o Aeroporto de Munique. Por este motivo, e como primeiro e único aeroporto 5 estrelas da Europa, não só ofereceremos aos passageiros uma excelente gama de serviços, mas também o mais alto nível de manuseamento de carga”.

No total, a DB Schenker controla uma rede global de voos que cobre quase todos os continentes. Ao proporcionar partidas tardias nas principais portas de ligação para numerosos mercados, possibilita realizar cortes posteriores para a entrega dos envios. Todas as conexões são operadas com aviões de carga completos Boeing 747 e Boeing 777.

Em 2020, o número de voos controlados e comercializados pela DB Schenker aumentou para um número recorde. Muitas das novas ligações foram inicialmente estabelecidas para substituir os voos de passageiros, que irão continuar em 2021. Além disso, os produtos ligados a fornecimentos médicos continuarão a ser um fator condicionante da procura de capacidade aérea, num momento em que os volumes gerais de carga aérea para equipamento automóvel e bens de consumo estão a aumentar enquanto prevalece a escassez de capacidade. Ao expandir a sua carteira de voos, a DB Schenker também cria oportunidades adicionais para a potencial procura do transporte da vacina para a COVID-19.

EuroAtlantic transporta uma vez mais militares portugueses

A EuroAtlantic realizou mais um voo para transportar militares portugueses.

O B767-300ER CS-TKR descolou esta madrugada da Base Militar de Figo Maduro para o Afeganistão, com os restantes militares da 6.ª Força Nacional Destacada (6FND) naquele país (tendo os primeiros já partido no passado dia 14 de janeiro), no âmbito da missão da NATO “Resolute Support”, que assumirá a missão de garantir a segurança do Aeroporto Internacional de Hamid Karzai, em Cabul.

Antes de chegar ao seu destino final o B767-300ER realizou uma escala técnica no Dubai, tendo posteriormente seguido para Kabul, onde aterrou às 22h20 (hora local).

O momento da despedida foi presidido pelo Comandante das Forças Terrestres, Tenente-General Martins Pereira.

A 6FND é constituída pela Força de Reação Rápida Força (Quick Reaction Force – QRF) e pelo Elemento Nacional de Apoio (National Support Element – NSE), integrando militares oriundos da Brigada Mecanizada, da Zona Militar dos Açores e da Zona Militar da Madeira.

 

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