Aterrou ontem, 27 de março, em Manaus um Airbus A310 da Luftwaffe, a Força Aérea da Alemanha, com 80 ventiladores para ajudar no tratamento da Covid-19 no Amazonas.
O 10+23 descolou da Alemanha e realizou uma escala técnica em Cabo Verde.
De acordo com as informações, a doação dos 80 ventiladores, que fazem parte das reservas do Ministério Federal da Saúde da Alemanha, responde ao pedido de ajuda do governo do Amazonas, que foi enviado à comunidade internacional.
Para o governo da Alemanha, a cooperação mundial para o combate à pandemia da Covid-19 tem a máxima prioridade, de modo que o país está disposto a prestar a sua ajuda humanitária.
“A pandemia apenas será vencida, quando for vencida em todas as partes do mundoˮ, refere o Embaixador da Alemanha no Brasil, Heiko Thoms. “Ninguém está seguro, até que todos estejam seguros. A Alemanha e o Brasil são parceiros muito importantes e nós acreditamos que somente através da união e da cooperação de maneira solidária entre os países poderemos vencer esta pandemia.ˮ
A título de curiosidade, a Luftwaffe opera com um Airbus A310 MedEvac, o 10+26, que esteve envolvido numa grande operação de transporte de doentes em Bergamo, a área do maior surto de COVID-19 da Europa, na primeira vaga.
O Airbus A310 MedEvac LUFTWAFFE representa uma “unidade de terapia intensiva” com asas.
O Airbus A310 MedEvac foi construído na plataforma de um MRTT (Air Role Tanker Transport) Airbus A310.
A TAP anunciou esta sexta-feira que está a retomar gradualmente a sua operação e planeia operar 879 voos por semana, num total de 100 rotas, em agosto.
De acordo com a companhia, o planeamento da Rede para o verão de 2021 é efetuado de acordo com as contingências da evolução da pandemia, oportunidades de procura detetadas e rentabilidade das rotas, tendo em vista a sustentabilidade da empresa no âmbito do processo de reestruturação em curso.
Assim, a TAP operará, em agosto, um total de 8 rotas nacionais, com 126 frequências semanais.
Para a Madeira, tendo em conta a evolução da procura, a TAP reforçará a sua operação nos próximos meses. Em agosto, passará a ter cinco voos diários de Lisboa para o Funchal e dois voos diários entre o Porto e o Funchal. Já para o Porto Santo, a Companhia retoma a sua operação a partir de junho com cinco voos semanais.
Para o arquipélago dos Açores, a TAP terá 22 frequências semanais, em agosto. Para Ponta Delgada, serão 12 frequências por semana com partida de Lisboa e três voos semanais com partida do Porto. A rota Lisboa-Terceira terá um voo diário.
Entre Lisboa e o Porto, a Companhia vai operar quatro voos diários. Entre Lisboa e Faro, operará três voos diários, em agosto.
Novos destinos na Europa e em África
Recorde-se que a TAP já anunciou oito novas rotas para este verão, para a Europa e África: Fuerteventura, Ibiza, Santiago de Compostela, Zagreb, Djerba, Agadir, Monastir e Oujda.
No total, a TAP vai operar 555 voos semanais para destinos europeus em agosto. E serão 83 voos semanais para destinos africanos. Destes são seis por semana para Luanda, três por semana para Maputo, três por semana para Bissau, quatro por semana para São Tomé, 10 por semana para Praia, três por semana para o Sal e sete por semana para São Vicente.
A TAP vai operar um total de 61 voos por semana entre Portugal e o Brasil. Já na América do Norte a Companhia aérea portuguesa operará 51 voos por semanais para Boston, Newark, Chicago, Washington, S. Francisco, Toronto e Montreal.
Como já anunciado, a TAP estreia-se também na América Central com três voos por semana entre Lisboa-Cancun, sendo o primeiro voo realizado hoje, 27 de março.
Ao longo dos próximos meses, a TAP vai repor gradualmente a sua operação, ainda que com uma recuperação lenta devido aos constrangimentos legais que existem atualmente à mobilidade das pessoas e aos tráfego aéreo.
Para os mais atentos, foi possível ver esta sexta-feira os movimentos de algumas aeronaves estacionados no Aeroporto Internacional de Faro a regressarem a Lisboa, por forma a serem preparadas para regressarem ao serviço.
A World2Fly, a nova companhia aérea da World2Meet, do Grupo Iberostar, pretende iniciar os seus voos à partida de Lisboa para Punta Cana, Cancun e Havana em julho, com um voo por semana para cada destino.
Inicialmente a companhia tinha planeado voar de Lisboa e Madrid para as Caraíbas na primavera, mas adiou o começo das suas operações para o início do verão.
As operações à partida de Madrid terão dois voos por semana para Punta Cana, Cancun e Havana.
A World2Fly apresentou esta semana as primeiras fotos do seu primeiro A350 e da equipa que está presente em Toulouse para preparar o Phase-in da nova aeronave.
Os voos à parida de Lisboa serão operados pelo A330 da companhia e os de Madrid com o novo A350.
A aeronave com o numero de série MSN10157 realizou no dia 4 de fevereiro o seu primeiro voo de testes.
O primeiro voo teve uma duração de 2h10:
O nosso amigo e spotter Tobias Gudat, capturou através da sua objectiva a nova aeronave para a TAP Air Portugal.
Foto: Tobias Gudat
Foto: Tobias Gudat
De recordar que a companhia realizou uma encomenda de 14 unidades do modelo.
Foto: Catarina Madureira
O A321LR da TAP está configurado para transportar até 171 passageiros; 16 em Executiva, 48 em Económica Premium e 107 em Económica.
Foto: Catarina Madureira
Foto: Catarina Madureira
O Airbus A321 Long Range é o primeiro avião narrow body da TAP com capacidade para operar rotas transatlânticas, oferecendo o conforto premium de um avião do longo curso.
Apesar do plano de reestruturação da TAP contemplar uma redução do número de aviões na frota, essa redução na sua maioria passa por uma antecipação do phase-out de modelos mais antigos e menos rentáveis.
A Qatar Airways anunciou uma parceria com a PressReader para oferecer aos passageiros acesso ilimitado a mais de 6.000 títulos de revistas e jornais digitais mundiais, numa experiência digital contínua, através da sua aplicação de entretenimento em voo Oryx One, a partir de março de 2021.
Os passageiros podem aceder aos títulos descarregando a aplicação Oryx One para os seus dispositivos eletrónicos pessoais (DEPs), inserindo o seu Número de Reserva (PNR) no separador ‘Newsstand’ da app e selecionando os títulos criteriosamente escolhidos que desejam guardar. O serviço estará disponível até três dias antes e sete dias após os voos agendados e o conteúdo descarregado permanecerá sempre na biblioteca digital do utilizador enquanto este mantiver a aplicação instalada, ajudando a reduzir o desperdício de jornais e revistas, tanto em terra como a bordo, em mais de 1.000 toneladas por ano. Além disso, ao contrário de ofertas digitais de outras companhias aéreas, os passageiros não precisarão de sair do Oryx One ou descarregar quaisquer aplicações adicionais para aceder ao conteúdo em qualquer altura.
O Chefe Executivo do Grupo Qatar Airways, Sua Excelência o Sr. Akbar Al Baker, afirmou: “A experiência a bordo da Qatar Airways continua a ser a pedra angular do mundialmente reconhecido serviço de cinco estrelas da companhia aérea.”
“Apesar dos muitos desafios enfrentados pela indústria como resultado da pandemia de COVID-19, continuamos empenhados em alcançar os mais elevados padrões de segurança e excelência em tudo o que fazemos”.
“A nossa parceria com a PressReader não só oferece uma opção de entretenimento sem contacto e segura, que aprimora ainda mais a experiência dos nossos passageiros a bordo, reforçando o nosso compromisso para com a sustentabilidade ambiental, que continua a ser um tema chave para a Qatar Airways”.
A Vice-Presidente Sénior da Qatar Airways, Marketing & Comunicação Empresarial, Salam Al Shawa, afirmou: “Estamos entusiasmados por poder oferecer aos passageiros da Qatar Airways a comodidade de aceder a milhares de títulos de revistas e jornais de topo a nível mundial, através de uma experiência segura, sem contacto e sem inconvenientes, sem nunca sair da aplicação Oryx One.
“Além disso, ao trabalharmos em conjunto com a PressReader, encontrámos a solução digital perfeita para eliminar o desperdício de jornais e revistas em terra e a bordo em mais de 1.000 toneladas por ano”.
O Diretor Executivo do Grupo de Empresas da PressReader, Sr. Alex Kroogman, afirmou: “Estamos honrados por termos sido escolhidos pela Qatar Airways para levar jornalismo de qualidade e uma experiência de leitura superior aos seus clientes, de uma forma 100% sem contacto – antes, durante e após o voo”.
A PressReader é a fornecedora líder de conteúdos de publicações digitais a bordo para a indústria da aviação comercial e oferece, atualmente, milhares de títulos de revistas e jornais de 120 países, em mais de 60 línguas, para cada tipo de viajante.
O premiado sistema de entretenimento a bordo Oryx One da Qatar Airways oferece aos passageiros até 4.000 opções de entretenimento, desde os mais recentes filmes de sucesso de bilheteira, êxitos de televisão, música, jogos e muito mais. Os passageiros podem também manter-se em contacto com os seus amigos e familiares em todo o mundo, utilizando o premiado serviço Wi-Fi e GSM a bordo da companhia aérea. A aplicação Oryx One está disponível para download nas lojas Google Play e Apple App, oferecendo acesso a listas de entretenimento e conteúdo digital disponíveis para download 24 horas por dia, 7 dias por semana.
A Qatar Airways tornou-se recentemente na primeira companhia aérea do mundo a alcançar a prestigiada classificação de segurança de 5-Estrelas COVID-19 Airline Safety Rating pela organização internacional de classificação do transporte aéreo, Skytrax. Isto segue-se ao recente sucesso do HIA como o primeiro aeroporto do Médio Oriente e da Ásia a receber a classificação de segurança do aeroporto Skytrax COVID-19 de 5 Estrelas. Estes reconhecimentos garantem aos passageiros em todo o mundo que as normas de saúde e segurança das companhias aéreas estão sujeitas aos mais elevados padrões de escrutínio e avaliação profissional e independente. Para mais pormenores sobre todas as medidas que foram implementadas a bordo e no HIA, visite qatarairways.com/safety.
A Qatar Airways continua a reconstruir a sua rede, que atualmente se situa em mais de 120 destinos,tendo planos para aumentar para mais de 130 até ao final de março de 2021. Com mais frequências a serem acrescentadas aos principais centros de correspondência, a Qatar Airways oferece uma conectividade inigualável aos passageiros, facilitando-lhes a alteração das suas datas de viagem ou destino, se necessário.
Galardoada com inúmeros prémios, a Qatar Airways foi nomeada “World’s Best Airline” pelos World Airline Awards em 2019, geridos pela Skytrax. Foi também distinguida como “Melhor Companhia Aérea do Médio Oriente”, “Melhor Classe Executiva do Mundo”, e “Melhor Lugar na Classe Executiva”, em reconhecimento da sua experiência pioneira na Classe Executiva, Qsuite. A disposição dos lugares Qsuite tem uma configuração 1-2-1, proporcionando aos passageiros mais espaço, privacidade total, conforto e distanciamento social. O Qsuite está disponível em voos para mais de 45 destinos, incluindo Dubai, Joanesburgo, Kuala Lumpur, e Singapura. É a única companhia aérea a ter recebido cinco vezes o cobiçado título “Skytrax Airline of the Year”, que é reconhecido como o auge da excelência na indústria aérea.
A TAP Air Portugal anunciou que vai iniciar a sua nova rota entre Lisboa e Cancun este sábado, 27 de março, e vai contar com três ligações por semana, operadas com equipamento A330neo.
As partidas de Lisboa serão às quintas, sextas e sábados, pelas 23h45 (horas locais) e com chegada a Cancun às 4h00 do dia seguinte, com exceção do voo inaugural que sairá do Aeroporto Humberto Delgado às 22h45 e terá chegada às 04h10. No sentido inverso, os voos partem de Cancun às 19h30 (horas locais), às sextas, sábados e domingos, com chegada à capital portuguesa às 10h30 do dia seguinte.
A abertura da nova rota permite fortalecer a competitividade da TAP no seu hub, em Lisboa, sobretudo em contexto geográfico, uma vez que confere acesso privilegiado da América Central para a Europa e o mesmo no sentido inverso, da Europa para a América Central. Cancun é também um dos destinos oferecidos pela Companhia mais apreciados pelos europeus neste continente.
A nova rota da Companhia aérea portuguesa tinha já sido anunciada em 2020, mas viu o seu início adiado devido ao contexto pandémico, passando a inauguração da nova ligação para Março deste ano. A TAP continuará a acompanhar constantemente a evolução dinâmica da pandemia e os seus impactos operacionais, sendo a lista de rotas e voos ajustada sempre que as circunstâncias o exijam.
A Groundforce vai pagar 461.762 euros mensais à TAP pela utilização (aluguer) dos equipamentos que a companhia lhe comprou por cerca de sete milhões de euros, de acordo com o contrato assinado entre a TAP e a Groundforce.
“Durante o prazo de locação serão devidos alugueres pelo locatário ao locador […] no montante mensal de 461.762 euros, a que acrescenta IVA à taxa em vigor”, lê-se no contrato que foi assinado na passada sexta-feira a que a Lusa teve acesso.
Tendo em conta que os equipamentos foram adquiridos por um valor total de 6,97 milhões de euros (acrescido de IVA), em cerca de 15 meses de contrato, a TAP recuperou quase na totalidade o montante pago pelos ativos da Groundforce, segundo contas feitas pela Lusa.
Conforme a agência Lusa noticiou, os salários em atraso relativos a fevereiro dos cerca de 2.400 trabalhadores da Groundforce já foram pagos, com recurso às verbas recebidas da TAP no âmbito do acordo celebrado com a companhia, que detém 49,9% do capital da empresa de ‘handling’ (assistência nos aeroportos).
Segundo o documento, a que a Lusa teve acesso, a SPdH (Serviços Portugueses de Handling, comercialmente designada Groundforce Portugal) tem opção de compra dos equipamentos até 30 de maio de 2021, “mediante o envio de notificação para o efeito” pela Groundforce à TAP até essa data.
Essa opção de compra pode acontecer desde que “a Groundforce não se encontre comprovadamente em situação de mora no cumprimento ou em situação de incumprimento definitivo relativamente a quaisquer impostos ou outras obrigações fiscais, obrigações perante a Segurança Social e obrigações perante os seus trabalhadores à data da notificação para o exercício da opção de compra e à data da compra e vendo dos equipamentos”.
Nesse caso, para voltar a ser dona dos equipamentos – tratores, escadas, autocarros – a Groundforce terá de pagar 6,57 milhões de euros.
O acordo que permitiu desbloquear provisoriamente a falta de liquidez da empresa vigora até 22 de julho de 2022, altura em que também termina o contrato de prestação de serviços entre a Groundforce e a TAP, que é a principal cliente da empresa de ‘handling’.
Entretanto, continuam as negociações para uma solução de longo prazo para fazer face aos prejuízos causados pela pandemia.
O ministro das Infraestruturas e da Habitação garantiu hoje que o Governo não quer que a Groundforce “caia”, mas admitiu que a solução para os problemas que a empresa de assistência em aeroportos enfrenta devido à pandemia “não é fácil”.
Também o ministro das Infraestruturas disse hoje que a TAP paga acima do preço de mercado à Groundforce pelo serviço assistência em aeroportos, o que tem consequências nas contas da companhia aérea e, por isso, o contrato tem de ser revisto.
“É óbvio que a TAP tem de rever o contrato que tem com a Groundforce”, afirmou o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, que está a ser ouvido pela comissão parlamentar de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação.
Segundo o governante, a companhia aérea que voltou ao controlo do Estado em 2020 paga “acima do [preço de] mercado ao serviço de ‘handling’” e que isso tem “consequências nas contas da empresa”, que está a sofrer um processo de reestruturação.
Pedro Nuno Santos considerou que, cobrando ao seu principal cliente “um preço que não existe no mercado”, “é fácil” para a Groundforce ter lucros, como os que vinha a apresentar até à crise provocada pela pandemia de covid-19.
O ministro das Infraestruturas explicou ainda que não é objetivo da TAP avançar para uma opção de ‘self handling’ (em que a própria companhia aérea assegura os serviços de assistência nos aeroportos, sem recorrer a prestações de serviço por terceiros).
Na quinta-feira pela comissão parlamentar de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação, o dono da Pasogal e acionista maioritário da Groundforce, com 50,1% das ações, Alfredo Casimiro, disse que esta solução da venda de ativos à TAP era um “balão de oxigénio” de dois meses, mas, se não forem disponibilizados mais fundos, a empresa “vai definitivamente para a falência”.
Em cima da mesa continua a estar um aumento de capital de 6,97 milhões de euros, que Alfredo Casimiro disse ter “capacidade financeira” para aceitar, mas antes tem de perceber qual será o futuro da TAP na empresa de ‘handling’, uma vez que o contrato de prestação de serviços entre as duas empresas termina em 2022.
Para ir ao aumento de capital, Alfredo Casimiro pretende obter por parte da TAP garantias de que o contrato de prestação de serviços será renovado por cinco anos e, posteriormente, por mais cinco.
Quanto ao empréstimo com aval do Estado de 30 milhões de euros das linhas covid, a solução que a Pasogal prefere, tem de ser encontrada uma solução para as garantias pedidas pelo Governo (as ações de Casimiro na Groundforce, que já estão empenhadas).
Entretanto, notícias divulgadas os últimos dias dão conta que o Governo terá na sua posse uma lista com nomes de vários interessados na posição de Alfredo Casimiro e estará a avaliar a escolha de um novo parceiro privado na Groundforce, ao que o empresário respondeu afirmando que “não está vendedor da sua participação na Groundforce e continua empenhado em contribuir para uma solução de médio-longo prazo que garanta a viabilidade da empresa e a preservação dos postos de trabalho”.
A Groundforce é detida em 50,1% pela Pasogal e em 49,9% pelo grupo TAP, que, em 2020, passou a ser detido em 72,5% pelo Estado português e que é acionista minoritário e principal cliente da empresa que presta assistência nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro, Funchal e Porto Santo.
O Governo Britânico recebeu mais uma aeronave para a sua frota, trata-se de um Airbus A321LR com as mesmas cores do A330, pintado recentemente.
A aeronave com a matrícula G-XATW foi contratada à Titan Airways e trata-se uma aeronave com tanques de combustível auxiliares, como é característica de todos A321LR.
De acordo com as primeiras informações, a aeronave ficará baseada no Aeroporto de Stansted, em Londres e deverá ser operada pela própria Titan Airways, incluindo pilotos, tripulação de cabine e manutenção.
A título de curiosidade, o A321LR foi pintado inicialmente de preto, uma vez que estaria ao serviço da TCS World Travel, agência de viagens de luxo. Porém, com a pandemia o negócio teve que esperar um pouco e a aeronave ficou parada.
A NAV Portugal partilhou nas suas redes sociais os trabalhos de remodelação no Centro de Controlo de Tráfego Aéreo de Lisboa e na Torre do Porto para permitir a instalação do sistema TopSky ATC
As primeiras obras a terem início foram as do Porto, integradas na intervenção para as melhorias de operação do aeroporto Francisco Sá Carneiro (LPPR) para o aumento da capacidade por hora, a NAV Portugal procedeu também a alterações na Torre do Porto para permitir a instalação do sistema TopSky ATC e, no futuro, TopSky TWR, bem como para responder ao aumento da capacidade declarada.
Durante os trabalhos, o serviço de controlo de tráfego aéreo foi realizado a partir da sub-TWR, espaço onde foi replicado o ambiente da Torre, permitindo a manutenção da operação rigorosamente nas mesmas condições de segurança.
Foto: NAV Portugal
Hoje a NAV partilhou os trabalhos que estão a ser realizado no Centro de Controlo de Tráfego Aéreo em Lisboa, envolvendo mais de 140 trabalhadores, mas sempre com menos de 45 em simultâneo.
Foto: @tiagofigueiredo
As obras de remodelação visam dotar esta sala dos mais recentes avanços na gestão do tráfego aéreo incluindo a instalação do sistema TopSky ATC.
Ao todo, e entre instalações elétricas, de telecomunicações ou ar condicionado, estão a ser colocados perto de 50 kms de cabos que irão servir para instalar mais de 70 postos de trabalho no CCTAL, incluindo 52 posições para o controlo de tráfego aéreo, contando com a Esquadra Independente de Tráfego Aéreo da Força Aérea Portuguesa.
A Força Aérea Portuguesa anunciou que uma aeronave Falcon 50, da Esquadra 504 – “Linces”, descolou hoje de manhã para efetuar o transporte médico urgente de um bebé, do Funchal, Madeira, para o Continente.
A bordo do avião, que saiu da Portela pelas 12H00, seguiu um enfermeiro do Núcleo de Evacuações Aeromédicas da Força Aérea e uma equipa médica civil. Tendo aterrado pelas 13H20 no Funchal, após embarcar o bebé, a aeronave regressou ao Continente.
À chegada a Lisboa, o bebé foi imediatamente transferido de ambulância para uma Unidade Hospitalar.
Apesar de já circularem várias fotografias nas redes sociais, a Força Aérea dos EUA confirmou na sua conta oficial a presença dos bombardeiros B-2 na base da Lajes, na Ilha Terceira, nos Açores.
A presença destas aeronaves visa o apoio às próximas missões da frota de bombardeiros.
Foto: Clélio Garcia
Na publicação é referida que estas missões demonstram o compromisso dos EUA com a defesa colectiva da NATO e são uma demonstração visível da capacidade dos EUA de dissuasão.
O artigo 5º do Tratado do Atlântico Norte requer que os Estados-membros auxiliem qualquer membro que esteja sujeito a um ataque armado, compromisso que foi convocado pela primeira e única vez após os ataques de 11 de setembro de 2001 contra os Estados Unidos, quando tropas foram mobilizadas para o Afeganistão sob a Força Internacional de Assistência para Segurança (ISAF), liderada pela OTAN | NATO.
A organização tem operado uma série de funções adicionais desde então, incluindo o envio de instrutores ao Iraque, auxílio em operações contra pirataria e a imposição de uma zona de exclusão aérea sobre a Líbia de acordo com a resolução 1973 do Conselho de Segurança da ONU em 2011.
A Força Aérea Portuguesa tem abertos concursos de admissão ao Curso de Formação de Oficiais e ao Curso de Formação de Praças, do Regime de Contrato, para efetuar uma incorporação em junho do corrente ano.
O curso de Formação de Oficiais destina-se aos jovens entre os 18 e os 27 anos, que tenham concluído uma licenciatura ou mestrado.
Ao curso de Formação de Praças podem candidatar-se, jovens entre os 18 e 24 anos de idade que possuam, no mínimo, o 9.º ano de escolaridade – dependendo da especialidade a que pretendem candidatar-se.
As candidaturas têm de ser feitas, impreterivelmente, até ao dia 30 de abril, de uma das seguintes formas:
» online, no site do Centro de Recrutamento da Força Aérea (CRFA);
» por correio, com aviso de receção, ou;
» presencialmente, no CRFA, em Lisboa ou no Porto.
Em qualquer dos concursos, serão realizadas provas de aptidão física (extensões de braços, abdominais e corrida de 2400 metros), provas de avaliação psicológica e inspeções médicas, para verificar as capacidades para o exercício das funções inerentes às especialidades a que estão a concorrer.
A Força Aérea tem implementadas todas as medidas necessárias para garantir a segurança dos candidatos, durante o período das provas.
Para mais informações pode consultar o “Site” do Centro de Recrutamento da Força Aérea na internet, em: www.crfa.emfa.pt
Para todos os jovens que queiram abraçar uma carreira militar aliciante e desafiadora, devem aderir ao mote, “concorre e mostra a Força que há em ti”.
A LATAM Airlines vai realizar, nos dias 23, 25 e 27 de março, três voos extraordinários entre Lisboa e São Paulo, com o objetivo de realizar o repatriamento de cidadãos retidos em Portugal.
Os três voos extraordinários da companhia brasileira já se encontram publicados nos GDS, informou a companhia aérea brasileira numa nota informativa.
Os voos já publicados nos GDS decorrem a 21, 23 e 26 de março, com partida do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, Brasil, pelas 17h35 e chegada a Lisboa às 06h35, enquanto as saídas de Lisboa ocorrem nos dias 23, 25 e 28 de março, pelas 08h50, chegando a São Paulo às 16h30.
“Para atender à demanda [procura] de nacionais brasileiros impossibilitados de retornar ao país devido à suspensão temporária da rota aérea entre Brasil e Portugal, foi autorizada a realização de mais três voos comerciais extraordinários entre Lisboa e Guarulhos (São Paulo), a serem operados pela empresa aérea Latam, nos dias 23, 25 e 27 de março de 2021”, lê-se no comunicado divulgado pelas autoridades brasileiras.
O Ministério das Relações Exteriores sublinha que, tal como nos voos anteriores realizados pela companhia aérea portuguesa TAP, as viagens operadas pela Latam “têm caráter privado” e os interessados devem contactar diretamente a companhia aérea para efetuarem a marcação ou o eventual reaproveitamento de bilhetes.
Devido à situação pandémica a TAP cortou a sua operação prevista para este mês, estando a voar cerca de 15% face ao mesmo período em 2020.
Este ajustamento da operação resultam de uma queda de reservas no quadro de incerteza persistente, num quadro da terceira vaga da pandemia, associada à descoberta de uma nova variante no Brasil, bem como o novo confinamento geral em Portugal e em outros países.
Abaixo conheça a operação actual da companhia.
Portugal:
Rota
Frequências
01 março – 31 março
Lisboa – Porto (OPO)
14 voos por semana
Lisboa – Funchal (FNC)
11 voos por semana
Porto – Funchal (FNC)
3 voos por semana
Lisboa – Ponta Delgada (PDL)
3 voos por semana
Lisboa – Terceira (TER)
3 voos por semana
Europa:
Rota
Frequências
01 março – 31 março
Lisboa – Bruxelas (BRU)
4 voos por semana
Lisboa – Genebra (GVA)
3 voos por semana
Lisboa – Zurique (ZRH)
3 voos por semana
Lisboa – Paris (ORY)
9 voos por semana
Lisboa – Nice (NCE)
4 voos por semana
Lisboa – Toulouse (TLS)
4 voos por semana
Lisboa – Marselha (MRS)
4 voos por semana
Lisboa – Lyon (LYS)
4 voos por semana
Porto – Paris (ORY)
3 voos por semana
Lisboa – Amesterdão (AMS)
4 voos por semana
Lisboa – Madrid (MAD)
16 voos por semana
Lisboa – Barcelona (BCN)
4 voos por semana
Lisboa – Málaga (AGP)
4 voos por semana
Lisboa – Valência (VLC)
4 voos por semana
Lisboa – Luxemburgo (LUX)
2 voos por semana
Lisboa – Milão (MXP)
5 voos por semana
Lisboa – Roma (FCO)
5 voos por semana
Lisboa – Dublin (DUB)
5 voos por semana
América do Norte:
Rota
Frequências
01 março – 31 março
Lisboa – Newark (EWR)
3 voos por semana
Lisboa – Boston (BOS)
2 voos por semana
Lisboa – Toronto (YYZ)
2 voos por semana
África:
Rota
Frequências
01 março – 31 março
Lisboa – Maputo (MPM)
1 voos por semana
Lisboa – Conakry (CKY)
2 voos por semana
Lisboa – Dakar (DSS)
4 voos por semana
Lisboa – Praia (RAI)
7 voos por semana
Lisboa – São Vicente (VXE)
3 voos por semana
Lisboa – Bissau (OXB)
2 voos por semana
Lisboa – São Tomé (TMS)
1 voo por semana
Lisboa – Casablanca (CMN)
4 voos por semana
Lisboa – Luanda (LAD)
3 voos por semana
Além dos voos comerciais que estão a ser operados durante este mês, a companhia continua a operar muito das suas rotas tanto para a América do Norte como para a América do Sul com voos cargueiros.
Também muitos aeroportos europeus estão a receber os aviões A330neo da companhia com voos de carga.
A TAP Air Cargo assegura também o transporte das vacinas para o Funchal, Ponta Delgada e Terceira.
Os preparativos da transportadora para responder às necessidades de transporte de vacinas contra a Covid-19 incluem: o desenho do plano de transporte e o diálogo com os parceiros da cadeia logística, para garantir a contratação de contentores de temperatura controlada (pharma) e o acesso a instalações que cumpram os requisitos necessários.
A antecipação da operação logística de transporte e armazenamento da vacina é, aliás, uma das principais recomendações feitas a governos e privados pela International Air Transport Association, ou IATA (Associação Internacional de Transporte Aéreo), que recentemente divulgou os requisitos para manuseio, transporte e distribuição da vacina pela aviação.
Uma equipa de especialistas do setor aeroespacial lançou o primeiro estudo de emissões em voo do mundo utilizando combustível de aviação 100% de sustentável (Sustainable Aviation Fuel, SAF) num avião comercial de passageiros de grande porte.
A Airbus, o centro de pesquisa alemão DLR, a Rolls-Royce e a Neste, que produz o combustível sustentável, uniram-se para pôr em marcha o projeto pioneiro “Emission and Climate Impact of Alternative Fuels” (ECLIF3), que estuda os efeitos nas emissões e no desempenho das aeronaves da utilização 100% SAF.
As conclusões do estudo – a realizar em terra e no ar, utilizando um Airbus A350-900 equipado com motores Rolls-Royce Trent XWB – apoiarão os esforços atualmente em curso na Airbus e na Rolls-Royce para garantir que o sector da aviação está preparado para a utilização em larga escala de SAF como parte de uma iniciativa mais ampla de descarbonização da indústria aeronáutica.
Esta semana começaram nas instalações da Airbus em Toulouse (França) os testes de motores e combustível, incluindo um primeiro voo para verificar a compatibilidade operacional do uso de 100% de SAF com os sistemas da aeronave. Seguir-se-ão os testes de emissões em voo, que começarão em abril e serão retomados no outono, usando o avião Falcon 20-E da DLR para realizar medições que analisem o impacto do uso de SAF nas emissões. Entretanto, estão previstos mais ensaios no solo para medir as emissões de partículas, a fim de indicar o impacto ambiental da utilização do combustível sustentável nas operações aeroportuárias.
Tanto os testes de voo quanto os de solo compararão as emissões do uso de 100% de SAF produzido com a tecnologia HEFA (ésteres e ácidos gordos hidroprocessados) com as advindas do querosene fóssil e querosene fóssil de baixo teor de enxofre.
O combustível sustentável (SAF) será fornecido pela Neste, um fornecedor líder mundial de combustível sustentável para aviação. A medição e a análise adicionais para a caracterização das emissões de partículas durante os ensaios em terra serão asseguradas pela Universidade de Manchester (Reino Unido) e pelo Conselho Nacional de Investigação do Canadá.
“O SAF é uma parte vital da ambição da Airbus de descarbonizar o setor da aviação e estamos a trabalhar em estreita colaboração com vários parceiros para garantir um futuro sustentável para o transporte aéreo”, disse Steven Le Moing, Manager do Programa de Novas Energias da Airbus. “Atualmente, os aviões só podem operar utilizando uma mistura máxima de 50% de SAF e querosene fóssil. Esta parceria empolgante não só fornecerá informações sobre como funcionam os motores de turbina a gás utilizando 100% de SAF, com vista à certificação, mas ajudará também a identificar as potenciais reduções de emissões e os benefícios ambientais da utilização desses combustíveis em voo também em aviões comerciais.”
Patrick Le Clercq, Gestor de Projeto da ECLIF na DLR, disse: “Ao investigar a utilização de 100% de SAF, estamos a levar a nossa pesquisa sobre produção de combustível e impacto climático da aviação a um novo nível. Em campanhas de investigação anteriores, já pudemos demonstrar o potencial de redução de fuligem de 30 a 50% das misturas com combustíveis alternativos, e esperamos que esta nova campanha de pesquisa demonstre que este potencial é agora ainda maior”. “A DLR já realizou uma extensa pesquisa em análise e desenvolvimento, além de realizar testes no solo e em voo utilizando combustíveis alternativos com a aeronave de testes Airbus A320 ATRA em 2015 e em 2018, em parceria com a NASA.”
Simon Burr, diretor de desenvolvimento e tecnologia de produtos da Rolls-Royce Civil Aerospace, acrescentou: “No mundo pós-COVID-19, as pessoas vão querer ligar-se novamente, mas fazê-lo de forma sustentável. Para viagens de longa distância, sabemos que isso envolverá o uso de turbinas a gás nas próximas décadas. A SAF é essencial para a descarbonização dessa viagem e apoiamos ativamente o aumento da sua disponibilidade para a indústria da aviação. Esta pesquisa é essencial para apoiar o nosso compromisso de compreender e permitir o uso de 100% de SAF como uma solução de baixas emissões.”
Jonathan Wood, vice-presidente europeu da Neste, Renewable Aviation, acrescentou: “Estamos muito satisfeitos em contribuir para este projeto para avaliar os extensos benefícios do SAF em comparação com o combustível para aviação fóssil e fornecer os dados para apoiar o uso de SAF em concentrações mais elevadas do que 50%. Uma análise verificada de forma independente mostrou que o Neste MY Sustainable Aviation Fuel proporciona uma redução de até 80% nas emissões de gases com efeito de estufa em comparação com o uso de combustíveis fósseis de aviação, quando todas as emissões do ciclo de vida são tidas em conta; este estudo esclarecerá os benefícios adicionais do uso de SAF.”
A Delta anunciou, hoje, que vai propor voos sem quarentena entre Nova Iorque-JFK e o aeroporto de Milão-Malpensa a partir de 2 de abril de 2021, um dia após o lançamento para Roma-Fiumicino.
Os serviços vão permitir aos clientes elegíveis para viajar para Itália evitar a quarentena obrigatória de 14 dias à chegada, seguindo um protocolo rigoroso de teste antes e depois da viagem.
“Os voos pioneiros COVID-testados da Delta tiveram início em dezembro com a introdução dos serviços de Atlanta para Roma e Amesterdão, em conjunto com os nossos respetivos parceiros locais Alitalia e KLM. O programa oferece aos clientes a garantia de voar com mais segurança e é um caminho claro para apoiar a recuperação económica global, à medida que os esforços de vacinação contra a COVID-19 vão sendo implementados em todo o mundo”, explica a Delta Air Lines.
Os voos sem quarentena para Milão terão inicio no dia 2 de abril e vão, numa fase inicial, ser operados quatro vezes por semana, passando a ligações diárias a partir de 2 de maio, enquanto os voos para Roma, que começam no dia anterior, 1 de abril, vão ser operados três vezes por semana, aumentando para quatro em maio e para ligações diárias em junho.
Recorde-se que os voos da Delta Air Lines com testes à COVID-19 a todos os passageiros e tripulantes antes do embarque tiveram início a 15 de dezembro, entre o aeroporto de Atlanta, EUA, e Amesterdão, na Holanda, à qual se seguiu a rota entre Atlanta e Roma, a 19 de dezembro.
Com este programa de testes antes da partida, a Delta Air Lines tornou-se na primeira companhia aérea a oferecer voos livres de COVID-19 e sem necessidade de quarentena à chegada, entre os EUA e a Europa.
A TAAG – Linhas Aéreas de Angola cancelou os voos com destino a São Paulo, Brasil, que tinha previsto retomar esta sexta-feira, devido ao aparecimento de novas estirpes do vírus SARS-CoV-2, causador da covid-19.
“A TAAG – Linhas Aéreas de Angola vem por este meio informar que, devido à evolução recente da situação epidemiológica e deteção de novas variantes do coronavírus SARS-CoV-2, na República Federativa do Brasil, foram cancelados os voos regulares com destino a Guarulhos, São Paulo, com base em novas orientações das autoridades angolanas, tendo em conta as medidas de prevenção e controlo da propagação do vírus SARS-CoV-2 e da COVID-19”, justifica a transportadora.
Fica assim cancelado o voo previsto para sexta-feira, 19 de março de 2021 e seguintes, “até novas orientações”.
Angola anunciou o levantamento da suspensão de voos diretos para Portugal, Brasil e África do Sul, que estavam interrompidos desde 16 de janeiro, devido ao surgimento de novas estirpes da pandemia de Covid-19.
A TAAG tinha anunciado entretanto a retoma dos voos regulares com estes países, iniciando com Lisboa, seguindo-se São Paulo (Brasil), no dia 19, e Joanesburgo (África do Sul), no dia 20 de março.
Um A320 da VivaAerobus, com a matrícula XA-VAZ, sofreu hoje um incidente no aeroporto Aeroporto de Puerto Vallart quando se preparava para alinhar na pista.
De acordo com as informações o trem de aterragem frontal terá colapsado.
Foto: JACDEC
Foto: JACDEC
Foto: JACDEC
A aeronave iria realizar o voo VIV4343 entre Jalisco e Monterrey, com 127 passageiros mais a tripulação.
A TAP vai comprar equipamentos da SPdH/Groundforce por 7,5 milhões de euros, o que permitirá desbloquear o pagamento dos salários e impostos em atraso, passando a empresa de ‘handling’ a pagar à companhia aérea pelo aluguer deste material.
“Estivemos reunidos com o ministro [das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos] esta manhã, que nos transmitiu que iria haver uma proposta por parte da TAP de compra de material por 7,5 milhões [de euros], que seria posteriormente alugado à Groundforce”, disse à agência Lusa João Alves, da Comissão de Trabalhadores (CT) da empresa de ‘handling’ (assistência de aeroportos).
Segundo referiu, trata-se de “uma prática muito usual no mundo da aviação”.
De acordo com João Alves, os representantes dos trabalhadores reuniram-se depois com o presidente executivo da Serviços Portugueses de Handling (SPdH, comercialmente designada Groundforce Portugal), Paulo Leite, que lhes “confirmou esta proposta” da TAP e adiantou que irá votá-la favoravelmente, o que assegura a sua viabilização.
Isto porque a proposta de venda dos ativos precisa de ser aprovada por maioria no Conselho de Administração (CA) da Groundforce, que é constituído por cinco administradores: três nomeados pela Pasogal, de Alfredo Casimiro, que detém 50,1% da empresa de ‘handling’ – e dois pela TAP.
Assim, juntando o voto de Paulo Leite, nomeado pela Pasogal, aos dois votos da TAP, a proposta é viabilizada.
Embora não seja ainda conhecida a data em que o Conselho de Administração da Groundforce irá reunir-se, João Alves disse haver “a possibilidade de desbloquear os pagamentos já hoje ou, no máximo, até segunda-feira”.
Fonte oficial da Pasogal, acionista maioritário da Groundforce, anunciou hoje que a Groundfore e a TAP chegaram hoje a um entendimento que desbloqueia provisoriamente o impasse na empresa e permite pagar os salários aos 2.400 trabalhadores.
“O acordo alcançado agrada à Groundforce, até porque é muito semelhante ao que a empresa propôs desde o início. A Groundforce está, naturalmente, satisfeita por ter sido possível encontrar uma solução que permita pagar os salários aos trabalhadores e pôr fim à angústia de 2.400 famílias”, lê-se num comunicado enviado pela empresa de Alfredo Casimiro, acionista maioritário da Groundforce.
A Pasogal, acionista maioritária da empresa de ‘handling’ disse ainda que “resolvida a urgência”, “continuará a empenhar os seus melhores esforços, certamente com o apoio dos acionistas Pasogal e TAP, no sentido de resolver a questão de fundo”.
Os trabalhadores da Groundforce ficaram a saber no final de fevereiro que, devido ao impacto da pandemia, a empresa não tinha dinheiro para o pagamento de salários e iniciaram uma série de manifestações a pedir a intervenção do Governo.
Depois de vários dias de negociações entre a TAP, que detém 49,9% da SPdH (conhecida pelo seu nome comercial, Groundforce), e a Pasogal, o ministro das Infraestruturas e da Habitação informou os representantes dos trabalhadores que as ações da Pasogal já se encontravam penhoradas, não podendo ser dadas como garantia para um adiantamento da TAP de 2,05 milhões de euros para pagamento de salários de fevereiro, nem para um empréstimo bancário com aval do Estado de 30 milhões de euros das linhas Covid.
No domingo, a TAP propôs à Pasogal disponibilizar 6,97 milhões de euros, através de um aumento de capital e não de um adiantamento, proposta que a empresa de Alfredo Casimiro disse, na terça-feira, estar disponível para considerar.
O diretor de operações de voos (DOV) da TAP, Carlos Damásio, vai cessar funções até à próxima sexta-feira, depois de, em fevereiro, ter manifestado “elevada preocupação” com a reestruturação da companhia, segundo uma mensagem interna.
Na missiva, a que a Lusa teve acesso, enviada pelo presidente executivo (CEO) e Chief Operating Officer (COO) da transportadora, Ramiro Sequeira, o responsável informou que “o Comandante Carlos Damásio irá cessar as suas funções como Diretor de Operações de Voo (DOV)”.
“Estimamos que o processo de mudança esteja concluído até à próxima sexta-feira, altura em que será emitido um novo Certificado de Operador Aéreo (COA), atestando a aceitação por parte do Regulador Nacional (ANAC)”, lê-se na mesma mensagem.
“O Comandante Nuno Duque, atual Piloto-Chefe, irá assumir a função de Diretor de Operações de Voo de forma interina”, diz a nota, acrescentando que, “neste período, a administração irá iniciar um processo de seleção de um novo responsável”, que espera “concluir de maneira célere num prazo máximo de 60 dias”.
A administração da TAP agradece ainda “ao Comandante Carlos Damásio o trabalho, a dedicação e o empenho que empregou no desempenho das suas funções”.
“Ao Comandante Nuno Duque queremos deixar uma palavra de apreço e de reconhecimento pela disponibilidade que manifestou para assegurar o desempenho da função nesta fase”, remata a nota.
Em 12 de fevereiro, Carlos Damásio manifestou, numa mensagem interna, a sua “elevada preocupação” face ao plano de reestruturação da companhia e disse que os profissionais “têm sido alheados do conhecimento da estratégia” da empresa.
Na comunicação, a que a Lusa teve acesso, Carlos Damásio deu conta de várias preocupações quanto à forma como tem sido conduzido o processo.
“Não escondo a minha elevada preocupação, na medida em que temos sido alheados do conhecimento da estratégia adotada desde o início do processo de restruturação, das medidas planeadas, dos acordos firmados, dos critérios que poderão vir a ser utilizados para eventuais despedimentos, enfim, de toda a vasta informação que nos é endereçada dos mais diversos quadrantes”, lê-se na missiva.
“Independentemente, temos sempre demonstrado total disponibilidade, presente, passada e futura, para colaborar onde e sempre que necessário, com o intuito de encontrar as melhores soluções face à complexidade do momento que atravessamos”, referiu, indicando que não têm sido convocados a participar, “os pilotos em geral e a DOV em particular, exceto na complexa gestão diária da operação e da crescente irregularidade que a caracteriza”, explicou.
“Não me afasto do dever de comunicar convosco na plenitude do exercício das funções e responsabilidades que me assistem na qualidade de Nominated Person for Flight Operations, designado pela TAP e reconhecido pela Autoridade Nacional [de Aviação Civil]”, começa por dizer o DOV, dirigindo-se aos pilotos.
“Não é lugar-comum afirmar que a segurança da operação é a nossa maior preocupação”, salientou, recordando que para que tal aconteça “concorrem numerosos fatores que constituem os alicerces de base para que diariamente os nossos aviões, tripulados pelos nossos pilotos, possam transportar os passageiros em segurança, com elevados padrões de qualidade e rigorosa pontualidade”.
“Acreditamos que todos somos chamados a avaliar, individual e coletivamente, as condições essenciais à normalidade das operações de voo”, salientou, alertando que “o clima atual de enorme instabilidade e incerteza em nada contribui para o exercício tranquilo, focado e seguro da atividade de voo”.
Carlos Damásio realçou ainda que, “muito para além dos nefastos efeitos da pandemia, transversais a toda a indústria da aviação e com efeito colaterais inimagináveis, avoluma-se a preocupação resultante do modelo de gestão do processo de restruturação em curso e das medidas gravíssimas, anunciadas a uma cadência assinalável”.
O DOV avisou ainda que as medidas conhecidas são “fator de enorme instabilidade e justificam um esforço superior de interpretação e eventual aceitação das mesmas”, voltando a assinalar que os profissionais são “mantidos à margem de um processo cujas consequências impactam diretamente na gestão da operação”.
“De forma proativa, em tempo útil elencámos um conjunto de ‘hazards’ [perigos] que julgamos de extrema importância e que devem ser evitados, não podendo nunca ser negligenciados”, indicou, salientando “que a sua monitorização tem sido constante”, mas alertando que se encontram “desvios que não se coadunam com as boas práticas operacionais há muito adotadas” na empresa.
Carlos Damásio alertou ainda para “o espectro dos avultados cortes salariais, assimétricos e sem igual, do desemprego, da rescisão contratual, da perda de um conjunto alargado de regalias e a sua abrangência” condicionantes “geradoras de elevada instabilidade e ansiedade numa população que se quer distante de problemas dessa índole”.
“Importa encontrar um modelo substancialmente diferente do que tem vindo a ser praticado e que garanta, mesmo reconhecendo a complexidade das medidas a implementar, a dignidade e respeito pelos pilotos e pela classe”, referiu, rematando que a DOV continuará a trabalhar, partilhando das “legítimas preocupações” dos profissionais, “com total disponibilidade e incondicional apoio”.
Contactada hoje pela Lusa, a TAP disse que “não comenta questões internas de estrutura”.
O Airbus A380 MSN272 realizou hoje o seu primeiro voo hoje em Toulouse, depois de ter realizado um teste de RTO (descolagem abortada).
Além de ser o primeiro voo da aeronave, este voo funcionou como voo de posição entre Toulouse e Hamburgo onde o A380 vai receber os trabalhos finais de pintura.
Depois que a aeronave esteja totalmente pronta, deverá ficar estacionada em Hamburgo ou em outro aeroporto para esse efeito, uma vez que a Emirates tem planeado receber o modelo em maio de 2022.
Uma aeronave Falcon 50, da Força Aérea Portuguesa, descolou na noite de ontem, dia 16 de março, para realizar o transporte de um bebé, nascido há menos de 24 horas, e que necessitava de assistência médica urgente, dos Açores para o Continente.
A bordo com a Esquadra 504 – “Linces” – para garantir todos os cuidados durante a viagem – seguiu uma equipa médica militar, do Núcleo de Evacuações Aeromédicas da Força Aérea, composta por um médico e um enfermeiro.
A aeronave aterrou no Aeródromo de Trânsito N.º 1, Figo Maduro, às 01h55, do dia 17 de março, tendo o recém-nascido sido de imediato transportado de ambulância para uma unidade hospitalar.
A missão contou com quatro horas e dez minutos de voo.
A Ryanair anunciou a sua nova rota entre a cidade do Porto e a cidade alemã de Bremen, na sua programação para o verão de 2021.
A nova operação vai contar com duas frequências semanais, a partir de 2 de julho.
“Somos conscientes de que as restrições de viagens mudam regularmente, por isso, os clientes da Ryanair podem reservar voos para uma pausa merecida, sabendo que se precisarem de adiar ou alterar as suas datas de viagem, podem fazê-lo até duas vezes e para qualquer data até final de outubro de 2021, usufruindo da isenção da taxa de alteração de voo“, afirmou Susana Brito, da Ryanair,
A título de curiosidade, Bremen é uma cidade que se estende pelo rio Weser, no noroeste da Alemanha. É conhecida pelo seu papel no comércio marítimo, representado por edifícios hanseáticos na Praça do Mercado. A Câmara Municipal, ornamentada e de estilo gótico, tem uma fachada renascentista e grandes maquetas de navios na sala superior. Nas proximidades, encontra-se a estátua de Roland, uma gigantesca figura de pedra que simboliza a liberdade de comércio. A Catedral de São Pedro tem criptas medievais e coruchéus gémeos.
A Delta está numa posição única para distribuir a vacina COVID-19 à escala global graças à sua extensa rede global, a parcerias aéreas internacionais inigualáveis e à capacidade comprovada para transportar vacinas COVID-19 de forma segura e eficaz. A companhia aérea global está também a usar a sua exclusiva Vaccine Watch Tower para prioritizar cada expedição reservada com o código de entrega especial COV.
“Temos estado a expedir vacinas diariamente em todos os Estados Unidos com uma fiabilidade de 100 por cento e, à medida que acelerámos o esforço global, temos sido capazes de alavancar a nossa rede internacional e competência farmacêutica para estender a nossa distribuição de vacinas a vários mercados internacionais”, afirmou Rob Walpole, Vice-Presidente da Delta Cargo. “A nossa exclusiva Vaccine Watch Tower tem sido fundamental para fornecer aos nossos clientes paz de espírito durante todo o processo de envio, em algo que costuma ser uma complexa cadeia logística.”
A ampla e ágil rede de distribuição global da Delta é aprimorada através da estreita coordenação com as companhias aéreas parceiras, incluindo as Air France KLM Martinair Cargo, Virgin Atlantic Cargo, Korean Air Cargo e Aeromexico Cargo, bem como os parceiros SkyTeam Cargo. Em conjunto, oferecem o alcance mundial com uma fiabilidade imediata e uma maior capacidade de armazenagem e envio de vacinas a partir de mais hubs globais.
A Delta concluiu já com sucesso expedições críticas entre os EUA e a Europa, incluindo de Madrid para Nova Iorque-JFK e de Detroit para Bruxelas. Os seus recursos farmacêuticos full-service incluem armazéns com temperatura controlada, e todas as remessas COVID-19 são transportadas com a maior prioridade e monitorizadas ao longo de toda a viagem pela exclusiva Vaccine Watch Tower da Delta.
A experiência no transporte de vacinas envolve muitos anos na edificação de uma operação validada pelos padrões da indústria farmacêutica. Na Delta, isto também significa ser a primeira companhia aérea de passageiros dos EUA a receber a Certificação de Logística Farmacêutica do Centro de Excelência para Validadores Independentes da IATA no seu hub e sede em Atlanta. Ainda antes da pandemia COVID-19, a Delta oferecia já opções de expedição farmacêutica à medida, para responder aos requisitos específicos de temperatura das vacinas e garantir a sua integridade durante toda a viagem.
A TAP Air Portugal e a Emirates anunciaram o reforço do acordo de code-share, possibilitando à companhia aérea portuguesa chegar a mais destinos na Ásia Oriental, e à Emirados chegar a mais destinos em Portugal, nas Américas e em África.
De acordo com o comunicado, a TAP vai colocar o seu código nos voos operados pela Emirates para destinos como Taipé, Tóquio, Osaka, Bombaim, Deli, Dhaka, Malé, Jacarta, Denpasar, Manila, Hanói, bem como Barcelona e Cidade do México.
A Emirates, por sua vez, colocará o seu código nos voos operados pela TAP para mais destinos em Portugal e para cidades nos EUA, Canadá, México, Brasil, Senegal, Guiné-Bissau, Guiné-Conakry, Marrocos, Tunísia, Gâmbia e Cabo Verde.
A TAP sublinha que as duas empresas “planeiam apoiar os programas de Stopover uma da outra no Dubai e em Lisboa, com a Emirates também a apoiar a TAP Air Portugal enquanto ela analisa as oportunidades de expansão nos Emirados Árabes Unidos”.
O acordo de code-share, que facilita as reservas, emissão de bilhetes e acumulação de milhas nos programas de fidelização das duas companhias, está ainda sujeito a aprovações regulamentares e deverá entrar em vigor a 1 de Maio.
A Força Aérea Portuguesa, através do Comando Aéreo, realiza o exercício multidisciplinar Real Thaw 2021 (RT21), entre os dias 15 e 26 de março, na Base Aérea N.º 11, em Beja.
O RT21 permite avaliar e certificar as capacidades operacionais da Força Aérea, num ambiente de treino conjunto e segregado com militares da Marinha e do Exército, enquanto mantém os protocolos de segurança de atenuação da COVID-19.
O Comandante Aéreo, Tenente-General Eurico Craveiro, explica a importância da realização do exercício Real Thaw 2021 para o treino e certificação da capacidade operacional da Força Aérea:
Além de continuar a cumprir com as missões de interesse público que lhe são atribuídas, a Força Aérea tem de continuar a garantir o desenvolvimento e preparação das forças nacionais destacadas ao serviço das Nações Unidas e da NATO.
As missões do RT21 vão ter lugar em locais específicos, de dia e noite, tendo sido planeadas de modo a terem o mínimo impacto no meio ambiente e na população.
Carga do Instituto Cultural Floresta (ICF) foi levada gratuitamente no porão de uma aeronave da companhia na noite de ontem.
A Azul transportou no dia 10, em um voo comercial partindo de Viracopos, em Campinas, 31 respiradores para Porto Alegre. Adquiridos pelo Instituto Cultural Floresta, instituição sem fins lucrativos, através de recursos doados, os respiradores vão reforçar o combate a covid-19 nos hospitais da capital gaúcha.
O transporte foi doado pela companhia aérea e os equipamentos foram levados no porão da aeronave, que pousou no Aeroporto Salgado Filho na madrugada de hoje.
Desde o início da pandemia, a Azul, por meio da Azul Cargo Express, sua unidade de cargas, já transportou gratuitamente respiradores para diversos estados do Brasil, além de insumos médicos e profissionais de saúde da linha de frente do combate à pandemia.
Portugal vai adquirir 14 meios aéreos próprios para combate a incêndios até 2026.
Trata-se de seis helicópteros ligeiros, seis helicópteros bombardeiros médios e dois aviões bombardeiros anfíbios pesados.
O anuncio foi feito no final do conselho de ministros dedicado às florestas, Eduardo Cabrita precisou que os meios aéreos próprios a adquirir são seis helicópteros ligeiros, seis helicópteros bombardeiros médios e dois aviões bombardeiros anfíbios pesados.
O ministro frisou que este plano de aquisição decorre até 2026 e tem como objetivo criar “um sistema mais eficaz de resposta aérea a incêndios rurais, articulando meios próprios do Estado com meios alocados”.
Falta saber agora qual o tipo de modelos que serão comprados e se serão as tripulações da Força Aérea Portugal a operar os meios.
Em dia do seu 76º aniversário a TAP preparou uma simbólica homenagem a todas “as gerações que levaram as suas fardas e as cores de Portugal pelo mundo” ao longo destes 76 anos.
Foto: TAP
Foto: TAP
Foto: TAP
Foto: TAP
Foto: TAP
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Algumas das peças que fizeram parte da história da companhia foram vestidas pela tripulação de cabine dos voos TP436 e TP433 que voaram Lisboa – Paris – Lisboa, voo operado pelo A321neo “Retro”
Os Transportes Aéreos Portugueses são fundados a 14 de março de 1945 por Ordem de Serviço de Humberto Delgado, então diretor do Secretariado da Aeronáutica Civil, sendo comprados os primeiros aviões ainda nesse ano, dois DC-3 Dakota.
Foto: TAP
A 19 de setembro de 1946, é aberta a primeira linha comercial, entre Lisboa e Madrid e, a 31 de dezembro desse ano, é inaugurada a Linha Aérea Imperial, entre Lisboa, Luanda e Lourenço Marques, anterior designação da cidade de Maputo, com doze escalas e duração de 15 dias (ida e volta), sendo a mais extensa linha a nível mundial operada com os aviões bimotores.
A primeira linha doméstica, entre Lisboa e Porto, é aberta em 1947, no ano em que foram adquiridos aparelhos Douglas C-54 Skymaster. Em 1948, a TAP torna-se membro efetivo da IATA e ocorre a abertura de voos para Paris, em França, e Sevilha, em Espanha.
A ligação aérea para Londres inicia-se em 1949; e para Casablanca e Tânger, em Marrocos, em 1953.
Em 1953 a TAP passa de serviço público a Sociedade Anónima de Responsabilidade Limitada (SARL), de maioria estatal. Dois anos mais tarde são adquiridos dois Super-Constellation, os primeiros aparelhos quadrimotores de longo curso da companhia, que permitem a redução da duração da viagem entre Lisboa e Lourenço Marques.
Em 1961, a TAP inaugura o “Voo da Amizade” entre Lisboa e o Rio de Janeiro, um serviço especial entre Portugal e Brasil, com escala no Sal e em Recife. no mesmo ano, realiza-se o voo inaugural que liga Lisboa a Goa, na Índia, com uma duração total de 19 horas e cinco escalas intermédias.
Em 1962, entra ao serviço da TAP o primeiro avião a jato, um Caravelle, que faz a ligação entre Lisboa e Madrid, em Espanha. Nesse mesmo ano, são iniciadas as ligações para Las Palmas, nas Canárias, e para a ilha de Santa Maria, nos Açores; e, no ano seguinte, para Genebra, na Suíça, e para Munique e Frankfurt, na Alemanha.
Em 1964, são inauguradas as rotas para o Funchal, na Madeira, e para Bissau, na Guiné-Bissau.
Em 1965, chega à TAP o primeiro Boeing: o B707. Dois anos mais tarde, chega o B727.
A partir de 1967, a TAP passa a ser a primeira companhia aérea europeia a operar exclusivamente com aviões a jato.
Na década de 1970, são iniciadas novas linhas comerciais, como a linha de Montreal, no Canadá, e Ponta Delgada e ilha Terceira, nos Açores, em 1971.
Em 1975, a companhia aérea é nacionalizada, passando a ser uma empresa pública. Quatro anos mais tarde, a companhia passa a chamar-se TAP Air Portugal, a 3 de setembro é feita Membro-Honorário da Ordem do Infante D. Henrique e, no ano seguinte, em 1980, é adotada uma nova imagem, resultando num novo logótipo, novas decorações dos aviões e novas fardas.
Durante as décadas de 1980 e 1990, são prolongadas e criadas novas linhas comerciais: o prolongamento da linha de Milão para Roma, em Itália, e a criação da linha para Barcelona, em Espanha, em 1980; a criação da linha Porto-Caracas, em 1985; e a criação das linhas do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, para Barcelona e para Basileia, na Suíça, em 1981.
A década de 1980 inicia-se de forma conturbada não só para a TAP, que regista prejuízos avultados, como para várias outras companhias aéreas, devido à concorrência desregulada dos charters e do aumento constante do custo do petróleo. Contudo, a TAP destaca-se na manutenção de aviões de outras companhias internacionais, sendo uma das mais conceituadas do mundo nessa matéria.
Em 1984, constitui a operadora turística Air Portugal Tours e em 1985 inaugura o Museu TAP. Ainda nesse ano, cria a Air Atlantis, empresa subsidiária para operações charter, e a Linhas Aéreas Regionais (LAR).
Em 1991, a TAP é transformada em Sociedade Anónima de Capitais Maioritariamente Públicos. Em 1994, é lançado o “Plano Estratégico e de Saneamento Económico-Financeiro” para recuperação da empresa. Cinco anos mais tarde, é lançado o conjunto de orientações estratégicas para a TAP do futuro designado de “Modernização e Recuperação da TAP”.
A década de 90 é também marcada pela renovação da frota da TAP. A TAP, que já operava o A310 da Airbus desde 1988, vê chegar os A320-200 em 1993 e, nos anos seguintes, os A340 e os A319.
Em 2003, surge o Grupo TAP, tendo como holding a TAP SGPS, S.A. A recuperação económico-financeira iniciada na década anterior começa a apresentar resultados e a empresa apresenta pela primeira vez lucros em muitos anos.
Em 2005, ano da comemoração dos 60 anos da companhia, é alterada a imagem da empresa, sendo criado um novo logótipo e alterada a denominação para ‘TAP Portugal’, passando também a fazer parte da Star Alliance, a maior associação de companhias de aviação. No mesmo ano, nasce também o novo programa de passageiro frequente da companhia, o Programa Victoria.
Em 2006, a TAP assume o controlo da Varig Engenharia e Manutenção, o maior centro de manutenção da América do Sul e, em 2007, a integração operacional da TAP e da PGA é concretizada. No ano seguinte, nasce a revista de bordo UP.
Logo após a formalização da privatização em 2015, a TAP anunciou uma encomenda à Airbus de 53 aviões e assinou um acordo com a Airbus que garante que a TAP será a primeira companhia do mundo a operar os novos A330neo.
A 14 de janeiro de 2016 foi anunciada a mudança e consequente extinção comercial da marca PGA – Portugália Airlines, passando apenas a existir operacionalmente, ostentando a denominação comercial de TAP Express. Para além da Portugália, através dos aviões Embraer 190 e Embraer 195, a TAP Express é ainda operada pela White Airways, com aviões ATR-72.
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