Ontem, dia 10 de agosto, o Boeing 787-8 (LN-LND) da Norwegian Air que estava a realizar o voo DY7115 entre Roma, Fiumicino, Itália e Los Angeles, Estados Unidos teve de regressar ao aeroporto devido a problemas dum dos motores.
Durante a descolagem, a tripulação detectou uma falha no motor esquerdo e solicitou uma aterragem de emergência.
O Dreamliner aterrou passados 25 minutos em segurança depois de ter estando a realizar fuel dumping ao largo da costa.
O problema no motor trouxe outras consequências. Os detritos libertados atingiram 25 carros e 12 casas na área de Isola Sacra, de acordo com o presidente de câmara de Fiumicino.
A TAP recebeu hoje, 9 de agosto, mais um A330neo. Às 23:39 aterrou no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, o A330-900 CS-TUM.
A TAP tornou-se em dezembro de 2018 a primeira companhia aérea do mundo a oferecer aos seus clientes as características económicas imbatíveis, de maior alcance e eficiência, e a nova cabina Airspace. É um novo conceito ajustado à ambição da Companhia de oferecer o melhor produto da indústria aos seus Clientes, proporcionado pelo Airbus A330-900neo.
A Companhia é também pioneira ao oferecer neste avião mensagens de texto ilimitadas grátis, via wi-fi, em voos transatlânticos, sem qualquer custo e para todos os passageiros.
Além de um sistema de entretenimento a bordo e conectividade de última geração, com wifi disponível, o Airbus A330-900neo tem 298 assentos dispostos numa confortável configuração de cabina com três classes: 34 assentos em executiva, 96 em classe económica plus e 168 em classe económica. A nova cabina Airspace by Airbus, entre outras novidades, oferece mais espaço a cada Cliente, compartimentos de bagagem maiores e um inovador sistema de iluminação de cabina. O novo avião veio para reforçar e expandir a operação do longo curso da TAP.
O Blogue Cais do Pico partilhou o momento histórico vivido no Aeroporto da Ilha do Pico, nos Açores-
No dia 8 de agosto de 2019 foi realizada a primeira aterragem de um Airbus A320 após a hora do pôr-do-sol. De salientar que a Azores Airlines não opera normalmente para aquele aeroporto depois da hora do pôr-do-sol.
A situação “anormal” deveu-se aos atrasos provocados pelo intenso nevoeiro que afectou toda a operação do aeroporto de Lisboa, durante a manhã. Naturalmente todos os voos atrasaram-se, fazendo com que este voo fosse realizado com cerca de 4h30 de atraso.
O regresso do Airbus A320 CS-TKP a Lisboa já foi feito sem luz natural à saída da Ilha do Pico.
A companhia aérea venezuelana Aerolíneas Estelar iniciou no dia 8 de agosto, a sua nova rota entre Caracas e Lisboa.
De acordo com a companhia, este mês vão se realizar duas frequências e a partir de setembro os voos serão operados semanalmente. Já a partir de outubro os voos terão uma escala na ilha da Madeira e onde a companhia já abriu um escritório.
Os voos são operados com um A340-300 da Hifly com tripulação mista; tripulação da Hifly e tripulação da Aerolíneas Estelar.
A American Airlines divulgou os seus novos destinos internacionais para o próximo ano. A companhia vai iniciar voos para: Telavive (Israel), Cracóvia (Polônia), Budapeste (Hungria), Praga (República Tcheca) e Casablanca (Marrocos).
Com a abertura da rota para Casablanca, será a primeira vez na história que a American Airlines vai voar regularmente para o continente africano, ligando Casablanca à Filadélfia três vezes por semana com o Boeing 757. De acordo com o vice-presidente de rede e planeamento, Vasu Raja: “Nós estamos ansiosos para trabalhar juntamente com a Royal Air Maroc, que vai entrar para a OneWorld em Janeiro, permitindo ligações para outros destinos africanos como Lagos, Marrakech e Accra.”
O voos para Casablanca estão programados para terem inicio a 4 de junho de 2020.
A AirAsia recebeu o seu primeiro Airbus A330neo, e será operado pela sua afiliada de longa distância AirAsia X Thailand.
O A330neo foi entregue através do locador Avolon e é o primeiro de dois A330neos a juntar-se à frota da companhia até o final do ano.
Com a sua economia aprimorada, o A330neo trará uma mudança na eficiência de combustível para as operações de longa distância da AirAsia. A frota A330neo será baseada no Aeroporto Internacional de Don Mueang, em Bangkok, na Tailândia, apoiando o crescimento da companhia aérea e os planos de expansão da rede para os principais mercados, como Austrália, Japão e Coréia do Sul.
O AirAsia X Thailand A330-900 possui 377 assentos numa configuração de duas classes, compreendendo 12 Premium Flatbeds e 365 assentos na classe económica.
A afiliada de longa distância da AirAsia, AirAsia X atualmente opera 36 aeronaves A330-300 e é o maior cliente do A330neo com 66 pedidos firmes.
O A330neo é a verdadeira aeronave de nova geração baseada nos recursos mais populares do A330 e aproveitando a tecnologia do A350 XWB. Alimentado pelos mais recentes motores Rolls-Royce Trent 7000, o A330neo oferece um nível de eficiência sem precedentes – com 25% menos queima de combustível por assento do que os concorrentes da geração anterior. Equipado com a cabine Airbus Airspace, o A330neo oferece uma experiência única aos passageiros, com mais espaço pessoal e sistema de entretenimento e conectividade a bordo de última geração.
Amélia Rey Colaço é desde esta quinta-feira o nome de um dos novos Airbus A320neo da TAP. O CS-TVE, que chegou a Lisboa no final do mês de Maio, foi baptizado com o nome da prestigiada actriz e encenadora portuguesa, nome incontornável do teatro nacional.
Uma mulher à frente do seu tempo, a sua longa carreira no teatro incluiu a gestão mais longa de sempre do Teatro Nacional D. Maria II, ao lado do seu marido e também actor Robles Monteiro.
A TAP volta assim a homenagear a cultura portuguesa ao gravar o nome de uma das suas maiores figuras num dos mais modernos aviões da sua frota, o Airbus A320neo. A partir deste momento histórico, Amélia Rey Colaço está ligada à Companhia e cruza os céus rumo aos mais de 70 destinos na Europa e em África.
A cerimónia de baptismo da aeronave aconteceu no Hangar 6 da TAP e contou com a presença de familiares da homenageada e de Tripulantes da Companhia que estão ligados ao mundo da representação, que tiveram oportunidade de assistir ao momento da pintura do nome e ainda de visitar o avião.
A TAP vive um momento de sólido crescimento, alicerçado num forte aumento e modernização da frota da Companhia, a única no mundo a voar actualmente toda a família de aviões da mais moderna geração da Airbus, os NEO.
A TAP Air Portugal é a companhia aérea Portuguesa líder de mercado, e membro da Star Alliance, a maior aliança global do mundo, desde 2005. A operar desde 1945, a TAP tem o seu Hub em Lisboa, plataforma privilegiada de acesso na Europa, na encruzilhada com África, América do Norte, Central e do Sul, sendo líder na operação entre a Europa e o Brasil.
A easyJet anunciou que vai operar uma nova rota à partida da cidade do Porto. A nova rota vai ligar a Invicta a Montpellier, sétima maior cidade francesa, no Sul do país, a partir do dia 14 de dezembro .
De acordo com o comunicado da companhia: “O primeiro avião rumo ao Aeroporto de Montpellier – Méditerranée partirá no dia 14 de Dezembro”, especifica a informação, que indica também que a low cost tem programado dois voos por semana nesta nova rota, às segundas e sábados até 28 de março de 2020, fim do chamado Inverno IATA.
Quanto a José Lopes, director da easyJet para Portugal: “irá agora operar 66 rotas em Portugal”, “A easyJet está muito bem preparada para reforçar a sua aposta nos aeroportos nacionais, e é aí que nos iremos continuar a focar. Orgulhamo-nos muito de contribuir para o ajustamento sazonal do turismo na região”.
No dia que veem a público notícias que dão conta da frágil situação financeira da Aigle Azur, sabe-se também que a companhia já não tem disponíveis para reservas os seus voos entre Paris Orly – Campinas/Viracopos, que iniciou a 5 de julho de 2018.
As primeira informações sobre a eventual cessação da rota surgiram com a indicação de que a Aigle Azur cessara as reservas para esses voos a partir de 10 de setembro, praticamente coincidindo com o fim do code-share com a Azul, inicialmente explicado como efeito de um ajustamento da parceria.
O site brasileiro especializado em aviação “Airway” noticiou que “Aigle Azur suspende venda de passagens entre Viracopos e Paris”, acrescentando: “Companhia aérea francesa, que passa por dificuldades financeiras, já não lista destino Brasil no seu site”.
De acordo com as informações que vigoravam, era de que, a Aigle Azur iria passar a operar cinco voos por semana na rota Paris Orly – Campinas/Viracopos, na sequência do aumento da frequência de três para cinco em abril, mas no site da companhia já não é possível fazer reservas.
Depois dos problemas com o pitch excessivo no A321neo, chega a vez do A320neo.
De acordo com a Diretriz de Aeronavegabilidade 2019-0189 da EASA, “Análise e testes laboratoriais do comportamento das leis de controle de voo do A320neo identificaram uma eficiência reduzida da proteção do ângulo de ataque quando o avião é ajustado em configurações e em combinação com manobras específicas comandadas pela tripulação de voo”.
Em declarações ao Simple Flying, a Airbus indicou que o problema do ângulo de ataque do A320neo requer a combinação de quatro condições.
Em primeiro lugar, a aeronave precisa estar com um centro de gravidade deslocado para trás. Em segundo lugar, a aeronave deve estar a ser submetida a uma desaceleração contínua. Em terceiro lugar, a aeronave deve estar em configuração de aproximação ou aterragem. E em quarto lugar, a tripulação deve estar a realizar uma manobra dinâmica de pitch-up (nariz para cima).
Sob essas condições, a aeronave pode entrar numa situação indesejável de pitch-up fora dos parâmetros regulares de ângulo de ataque.
A Airbus garante que em nenhuma circunstância os controles de voo automatizados assumirão os comandos manuais no A320neo.
A Ryanair comunicou que vai encerrar a sua base do aeroporto de Faro em janeiro de 2020, e despedir cerca de 100 trabalhadores.
Os voos continuarão a ser assegurados por tripulações de outras bases de outros países.
A presidente do Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), Luciana Passo, disse que uma diretora de recursos humanos da Ryanair esteve hoje, 6 de agosto, em Faro para anunciar o encerramento.
“Foi-nos dito na DGERT que não seria bem encerrar [a operação] , ou seja, a base fecha, mas os voos continuam a ser feitos”, salientou Luciana Passo, lembrando que a Ryanair tinha já “avisado que ia reduzir o número de pilotos e tripulantes”.
A presidente do SNPVAC alertou que este anúncio “vem num ‘timing’ que parece de tentativa de coação para que as pessoas tenham medo de fazer greve”.
Luciana Passo garantiu que “a decisão estava tomada há muito tempo, não foi por causa de greve” e revelou ainda que, a partir de quarta-feira a companhia aérea deverá anunciar o encerramento de mais bases na Europa.
Contactada pela Lusa, a Ryanair recordou o comunicado de 16 de julho, em que indicava que “algumas das bases da empresa serão reduzidas ou fechadas este inverno”.
Estas conversações, de acordo com a Ryanair, estão a realizar-se nas bases afectadas e não irão implicar corte ou redução de rotas.
A presidente do SNPVAC defendeu que “importa agora saber quais os contratos que Ryanair fez com o Governo, que benefícios teve e se valeu a pena” e lamentou que a greve possa ser usada para justificar este encerramento.
“Há sempre um bode expiatório, que são os tripulantes”, criticou.
No dia 1 de agosto, a Ryanair admitiu que poderá despedir até 500 pilotos e 400 tripulantes de cabine, devido ao impacto do “Brexit” (saída do Reino Unido da União Europeia), ao aumento do preço dos combustíveis e ao atraso na entrega dos aviões Boeing 737 Max.
A companhia de aviação avançou detalhes em relação a este assunto, depois de o seu presidente executivo, Michael O’Leary, ter exposto os planos de reestruturação num vídeo enviado aos trabalhadores, em que pede “desculpa” pelas “más notícias”.
Na segunda-feira, Michael O’Leary informou que o lucro da transportadora aérea caiu 21% no primeiro semestre do exercício fiscal, para 243 milhões de euros, face a idêntico período do ano fiscal anterior.
Hoje, terça-feira 6 de agosto, o B757-200 da United N14120 que estava a realizar o voo UA145 entre a cidade do Porto e Nova Iorque teve de regressar ao aeroporto depois de sofrer um bird strike durante a descolagem.
Segundo fontes ligadas ao setor da aviação, o Boeing 757-200 (752) da companhia aérea norte-americana “reportou um ‘Bird Strike’ durante a descolagem com falha de motor” e “declarou emergência”. A aeronave regressou ao Aeroporto do Porto, no qual aterrou em segurança, estando todos os passageiros bem.
A Autoridade da Proteção Civil do Porto confirmou à Lusa que foi ativado às 12:44 o “alerta de nível número 1” – que obriga 11 corporações da zona do aeroporto a colocarem em prevenção no quartel um veículo cada -, devido a um “problema numa aeronave” no Aeroporto de Sá Carneiro.
“Os bombeiros ficaram de prevenção, mas não chegaram a sair para o terreno. A ocorrência foi fechada às 13:19”, disse a mesma fonte da Autoridade da Proteção Civil do Porto.
Fonte da ANA — Aeroportos de Portugal descreveu à Lusa que um avião da United Airlines, que se deslocava do Porto para os Estados Unidos, “voltou para trás devido a problemas técnicos”, mas “aterrou sem problemas”.
A Airbus começou hoje oficialmente a fabricar o A220 nos EUA. A primeira equipa de trabalhadores da produção do A220 começou a trabalhar na fábrica da Airbus, situada em Alabama, após ter finalizado a formação em Mirabel, Quebec, Canadá, onde o programa A220 e a linha de montagem final estão localizados.
Em Outubro de 2017 a Airbus anunciou os planos para a fabricação do A220 em Mobile. A Airbus está a produzir os primeiros aviões em infra-estruturas da família do A320 e em hangares de apoio que foram recentemente contruídos. A data de entrega para o primeiro A220 fabricado nos EUA, um A220-300 destinado à Delta Air Lines, está prevista para o terceiro trimestre de 2020 e é expetável que em meados da próxima década a instalação já consiga produzir entre 40 a 50 aviões por ano.
O A220 é o único avião construído propositadamente para o mercado de 100-150 lugares, oferecendo uma excelente eficiência na redução do consumo de combustível e um nível imbatível de conforto para o passageiro num avião de corredor único. O A220 junta uma aerodinâmica excecional com materiais avançados e a última geração de motores turbofan PW1500G da Pratt & Whitney, o que permite reduzir o consumo de combustível em 20%, comparativamente com os aviões da geração anterior. Até fim de junho, o A220 tinha já recebido 551 encomendas, tendo todas as credenciais necessárias para ganhar a “Lion Share” do mercado de 100-150 lugares. Estima-se que este mercado chegue aos 7000 aviões nos próximos 20 anos.
Airbus 1st A220 at FAL Mobile, Alabama, USA
A Airbus possui ligações fortes e duradouras com os Estados Unidos e vários aviões Airbus são já operados pelas maiores companhias aéreas dos Estados Unidos. Para além disso, a Airbus comprou componentes e materiais no valor de 42,8 mil milhões a fornecedores Americanos nos últimos três anos, apoiando assim mais de 275.000 empregos e reforçando a sua posição como um parceiro bastante importante dos Estados Unidos. Entre as suas instalações nos EUA, a Airbus possui centros de engenharia no Kansas e no Alabama; instalações para formações na Flórida e no Colorado; suporte de materiais e sede na Virgínia; um think tank inovador (A3) na Califórnia; unidades de análise de dados de drones (Airbus Aerial) em Atlanta e na Geórgia; instalações de fabrico e montagem de helicópteros no Texas e no Mississippi e uma instalação de fabrico de satélites (OneWeb) na Flórida.
“A expansão da nossa produção de aviões comerciais em Mobile, com a criação de uma segunda linha de produtos e que consequentemente provocou a criação de 400 postos de trabalho para a suportar, reforça ainda mais a posição da Airbus como um fabricante de aviões verdadeiramente global e confirma que a Airbus é uma parte importante do panorama industrial americano,” disse o presidente e diretor executivo da Airbus Américas, C. Jeffrey Knittel. “Com a Mobile e a nossa rede de produção na Ásia, Canadá e Europa, criamos estrategicamente uma base industrial mundial para conseguirmos servir melhor os nossos clientes”.
A Air Seychelles, companhia aérea nacional da República das Seychelles, recebeu o seu primeiro A320neo da África, tornando-se a primeira companhia aérea africana a operar a aeronave A320neo.
A nova aeronave vai permitir à Air Seychelles aumentar a capacidade da sua rede, ao mesmo tempo que proporciona economias significativas de combustível e reduz os custos operacionais da companhia aérea.
O novo A320neo da Air Seychelles está equipado com um novo produto de bordo que reflete as últimas tendências da indústria de viagens aéreas, oferecendo aos passageiros maior nível de conforto e uma experiência de viagem aprimorada. Com a sua cabine de corredor único mais ampla, o A320neo permite que a Air Seychelles ofereça um conforto inigualável em todas as classes e assentos de 18 polegadas de largura.
O A320neo da Air Seychelles é alimetado pelo motor LEAP-1A de nova geração da CFM International.
A Aircalin, da Nova Caledônia, recebeu o seu primeiro A330-900 de uma encomenda de duas unidades.
A cerimónia de entrega aconteceu em Toulouse, na França, com a segunda aeronave programada para se juntar à frota no final de 2019, substituindo os dois A330 que operam na companhia.
A Aircalin também é cliente do A320neo e irá substituir os seus dois A320 existentes para se tornar um operador de dois A330-900 e dois A320neos.
Os A330neos da Aircalin estão configurados com um layout confortável de três classes com 291 lugares; 26 em Business, 244 em económica e pela primeira vez, económica premium com 21 lugares.
O novo modelo vai aumentar a capacidade e a conectividade ininterrupta entre o território da ilha do Pacífico francesa e os mercados das nações do Japão, Austrália e Ilhas do Pacífico, reduzindo o consumo de combustível em 25% por assento (comparando com os concorrentes da geração anterior) e fornecendo aos passageiros os mais recentes padrões no conforto da cabine. As rotas mencionadas fornecem ligações essenciais para o turismo, bem como o tráfego de negócios, que são essenciais para a economia da Nova Caledônia.
O A330neo é a verdadeira aeronave de nova geração baseada nos recursos mais populares do A330 e aproveitando a tecnologia do A350 XWB. Alimentado pelos mais recentes motores Rolls-Royce Trent 7000, o A330neo oferece um nível de eficiência sem precedentes – com 25% menos queima de combustível por assento do que os concorrentes da geração anterior. Equipado com a cabine Airbus Airspace, o A330neo oferece uma experiência única de passageiros, com mais espaço pessoal e sistema de entretenimento e conectividade a bordo de última geração.
A Nova Caledônia é um território francês que abrange dezenas de ilhas no sul do Oceano Pacífico. O arquipélago é conhecido pelas suas praias com palmeiras e por ter uma das maiores lagoas do mundo, com 24.000 km² e uma vida marinha diversificada. Uma imensa barreira de corais cerca a ilha principal, Grande Terre, destino conhecido para a prática de mergulho. A capital, Nouméa, tem restaurantes de inspiração francesa e lojas de luxo que vendem as mais recentes tendências de Paris.
A Azul recebeu o seu o seu oitavo Airbus A330-200. A aeronave pertenceu anteriormente à Avianca Brasil com a matrícula PR-OCJ.
O A330 esteve em San Bernadino no Sul da Califórnia onde passou por reconfiguração interna e de pintura para os padrões da Azul, tendo agora a matrícula PR-AIS.
A companhia baptizou o seu novo modelo de “Voa Brasil” e conta fechar o ano de 2019 com 10 unidades do Airbus A330, sendo 8 da versão A330-200 e mais 2 unidades da versão A330-900neo.
Michael O’Leary, CEO da Ryanair, disse numa mensagem aos trabalhadores que está a planear cortar 900 postos de trabalho, devido ao abrandamento da expansão da low cost provocado pela paralisação dos aviões B737 Max e pela queda de 21% nos lucros do primeiro trimestre de 2019.
Quinhentos pilotos e 400 tripulantes de cabine estão a mais na Ryanair, estando os despedimentos programados para começar no fim do verão e prolongar-se até depois do Natal.
Isto deve-se “fundamentalmente a tarifas mais baixas, especialmente no Reino Unido e na Alemanha, preços mais elevados do petróleo e mais custos com pessoal”, alega o gestor, citando o “grande aumento no salário de pilotos e pessoal de cabine negociado no ano passado”. A empresa contratou 2200 pessoas no último ano, contabilizando 16.840 trabalhadores. O relatório e contas da empresa refere que os custos unitários (custo por passageiro) são os mais baixos do mercado, mas mostram um aumento de 16% no custo total, com a factura de combustível a subir 28% para 500 milhões de euros e a factura salarial a subir 28% para 200 milhões.
O’Leary mostra-se preocupado com o impacto de um “Brexit” sem acordo, “em particular sobre o negócio no Reino Unido e na Irlanda”, e revela também que irá prescindir da contratação de 600 pessoas, entre pilotos e tripulantes devido ao atraso na entrega dos Boeing 787 Max 8. Estes aviões seriam “críticos” para a eficiência financeira dos próximos cinco anos, porque permitiriam mais 4% de assentos com 16% menos de consumo de combustível, diz a empresa, no relatório anual.
Além disso, Michael O’Leary acrescentou que a companhia aérea necessita de menos 600 pessoas para desempenhar estes cargos no próximo Verão do que planeava antes da paralisação dos B737 Max.
A Cabo Verde Airlines recebeu o seu primeiro avião ATR-420 que vai garantir ligações aéreas diárias entre as ilhas do Sal e as ilhas de Santiago e São Vicente.
O CS-DVO chegou na terça-feira, dia 30 de julho, à cidade Praia.
O modelo foi contratado em regime de locação à empresa portuguesa Leasefly.
O modelo tem capacidade para transportar 48 passageiros.
“A permissão para operação [da aeronave ATR4-320] está em processo de licenciamento da Autoridade de Aviação Civil de Cabo Verde (…) Vamos começar com uma aeronave, é possível que mais aeronaves sejam adicionadas posteriormente”, afirmou Jens Bjarnason.
De acordo com o presidente da Cabo Verde Airlines, este primeiro ATR será utilizado “na ligação diária com o ‘hub’”, que quando estiver em pleno funcionamento traduzirá-se em quatro voos ao início da manhã: entre o Sal e a cidade da Praia (capital, ilha de Santiago) e regresso, e ainda entre o hub e São Vicente, com regresso ao Sal.
Jens Bjarnason acrescentou que a companhia está nesta altura “concentrada” na implementação do conceito de hub internacional no Sal, explicando que a operação doméstica está a cargo de uma “parceria do consórcio que inclui a CVA, Leasefly e uma empresa de distribuição”.
Como já tínhamos noticiado anteriormente, hoje confirmou-se, o Grupo Air France-KLM assinou um Memorando de Entendimento (MoU) para 60 aeronaves A220-300 para modernizar a sua frota.
Ao adquirir a aeronave de corredor único mais eficiente e tecnologicamente avançada do sector, a companhia aérea vai beneficiar de uma redução significativa na queima de combustível e nas emissões de CO2.
Estes A220s são destinados a serem operados pela Air France. “A aquisição desses novíssimos A220-300s está perfeitamente alinhada com a estratégia geral de modernização e harmonização da frota da Air France-KLM”, disse Benjamin Smith, CEO do Air France-KLM Group. “Esta aeronave demonstra uma óptima eficiência operacional e económica e permite-nos melhorar ainda mais a nossa pegada ambiental, graças ao baixo consumo de combustível e emissões reduzidas do A220.
O A220 está também perfeitamente adaptado à nossa rede doméstica e europeia e permitirá à Air France operar de forma mais eficiente nas suas rotas de curto e médio curso. ” “É uma honra para a Airbus que a Air France, um cliente valioso de longa data, tenha endossado o nosso mais novo membro da família, o A220, por seus planos de renovação da frota”, disse Guillaume Faury, diretor executivo da Airbus. “Estamos comprometidos em apoiar a Air France com o nosso A220, trazendo as mais recentes tecnologias, níveis de eficiência e benefícios ambientais. Estamos muito satisfeitos em embarcar nesta parceria e estamos ansiosos para ver a A220 voando nas cores da Air France. ”
O A220 é a única aeronave projectada para o mercado de 100-150 lugares; proporciona eficiência de combustível imbatível e conforto de passageiro de corpo largo numa aeronave de corredor único. O A220 reúne a aerodinâmica de última geração, materiais avançados e os motores turbofan de última geração da PW1500G da Pratt & Whitney para oferecer pelo menos 20% menos queima de combustível por assento em comparação à aeronave da geração anterior.
A Air France opera actualmente uma frota de 144 aeronaves Airbus. Com uma carteira de encomendas de 551 aeronaves a partir do final de junho de 2019, o A220 tem todas as credenciais para ganhar a parte do mercado de aeronaves de 100 a 150 passageiros, estimado em 7.000 aeronaves nos próximos 20 anos.
Hoje, 30 de julho, a TAP despediu-se do seu Airbus A330-223 com o registo CS-TOI.
O avião realizou o seu último voo TP9757 entre Lisboa e Enschede onde será desmantelado nas próximas semanas.
Esta aeronave iniciou os seus voo em 1997, ao serviço da Airbus, tendo sido utilizado como segundo avião de testes daquele que viria a ser um dos melhores widebodies de sempre.
O CS-TOI realizou o seu último voo comercial , ontem 29 de julho, entre Luanda e Lisboa.
Recentemente a empresa holandesa AELS – Aircraft End-of-Life Solutions anunciou que chegou a acordo para a compra do Airbus A330-200, CS-TOI, ainda ao serviço da TAP.
O A330 esteve ao serviço da companhia portuguesa desde 2007, depois de ter estado oito anos ao serviço da Austrian Airlines.
O primeiro voo da aeronave foi realizado em dezembro de 1997, tendo sido o segundo protótipo da gama A330-200 e realizado os voos de testes e de ensaio ao serviço da Airbus durante cerca de 18 meses.
A AELS já anunciou no seu site a aquisição do modelo e o inicio da comercialização de peças. Poderá visitar o site em: (www.A330stock.com).
A empresa indica que conta começar a desmontagem em agosto e iniciar posteriormente a venda das peças.
A AELS está no mercado desde há 22 anos e está certificada pela AFRA (Aircraft Fleet Recycling Association) para o desmantelamento e comercialização de peças usadas de aviões.
A conta de twitter Paine Airport partilhou na sua conta as primeiras fotos do primeiro B777X da Emirates.
O WH007 linha 1611 foi retirado da linha de montagem da fábrica de Everett para a área descoberta.
A Emirates fez um pedido para 150 Boeing 777Xs no valor de 76 biliões de dólares em 2013, incluindo 35 Boeing 777-8 e 115 Boeing 777-9.
A companhia aérea vai lançar neste novo modelo, o que descreve como, “cabines sob medida de última geração”. O B777X terá suites de 3,7m² totalmente inovadoras e com “janelas virtuais” para os passageiros no meio do avião.
A Aer Lingus, recebeu o seu primeiro de A321LR de uma encomenda de 8 unidades, tornando-se assim, a primeira companhia aérea do International Airlines Group (IAG) a operar a aeronave do tipo.
O novo modelo foi arrendado através da Air Lease Corporation (ALC: NYSE: AL) sendo alimentado por motores CFM International LEAP-1A e configurado com um layout de duas classes com 16 lugares em Executiva e 168 em Económica.
A companhia aérea com sede em Dublin vai operar com o A321LR nas suas rotas transatlânticas para a costa leste dos EUA.
A Aer Lingus opera actualmente um total de 50 aeronaves Airbus, incluindo 13 aeronaves A330 e 37 aeronaves da Família A320.
O A321LR e o A330, combinados dentro da mesma frota, são uma alavanca poderosa para servir as necessidades dos mercados de médio a longo prazo.
O A321LR é um membro da família A320neo, com mais de 6.600 pedidos de mais de 100 clientes. Este novo modelo oferece 30% de economia de combustível e quase 50% de redução na pegada de ruído em comparação com as aeronaves concorrentes da geração anterior. Com um alcance de até 4.000 nm (7.400 km), o A321LR permite abrir rotas de longo alcance de forma incomparável.
A TAAG – Linhas Aéreas de Angola anunciou que vai suspender a sua rota, a partir do dia 28 de outubro, entre Luanda – Rio de Janeiro (Galeão) – Luanda.
Atualmente, o voo é operado duas vezes por semana (às quintas e domingos), com Boeing 777-300ER.
A companhia indicou que todos os passageiros com reservas para voos com datas posteriores à suspensão serão protegidos através dos quatro voos semanais entre Luanda – São Paulo – Luanda.
A TAAG indicou que assumirá os custos dos voos de ligação entre o Rio de Janeiro e São Paulo.
A Air France deverá anunciar um pedido firme de cerca de 60 aeronaves do tipo A220 com opções.
Desde 2011 que a Air France não faz uma grande encomenda de aeronaves. Segundo o planeamento da companhia até 2020 deverão sair da frota os modelos A340 e ATRs.
Também três dos A380 alugados deverão sair da frota em 2020, sendo devolvidos aos seus lessors.
Espera-se que na próxima terça-feira, o conselho de administração da Air France confirme um pedido firme da Airbus entre 50 a 70 modelos A220 e uma opção de compra para outras aeronaves do mesmo tipo.
Posteriormente o CEO, Ben Smith, deverá apresentar a estratégia da companhia para a sua frota atual de 289 aeronaves.
A Ryanair anunciou a abertura de uma nova rota à partida de Lisboa.
A partir de outubro a companhia vai ligar a capital portuguesa a Saragoça, duas vezes por semana.
“A Ryanair está encantada por anunciar a nova rota de Lisboa para Saragoça, com um serviço duas vezes por semana, a começar em outubro, como parte do nosso reforçado horário de inverno de 2019 em Lisboa”, sublinha Alejandra Ruiz, da Ryanair.
A British Airways recebeu este sábado, dia 27 de julho, o seu primeiro Airbus A350-1000, com a matrícula G-XWBA (MSN 326).
O novo modelo da companhia descolou de Tolouse com destino a Londres Heathrow (LHR), tendo feito uma escala em Chateauroux (CHR) onde a tripulação realizou durante cerca de 22 minutos um voo de treino.
A British Airways deverá receber até 2022 mais 17 unidades do modelo A350-1000, de um total de 36 encomendadas, sendo 18 firmes e 18 opções.
Watch the moment as G-XWBA, the first of eighteen A350-1000s we have on order, touches down at her new Heathrow Airport home. Welcome to the fleet!Find out more about our newest aircraft, including where it will operate to, here: http://ba.uk/zI0sN2
Publicado por British Airways em Sábado, 27 de julho de 2019
O A350-1000 vai realizar alguns voos de médio curso entre Londres e Madrid por forma às tripulações da companhia aperfeiçoem a prestação de serviços ao cliente e familiarizem com o novo layout de cabine. O novo modelo pode transportar até 331 passageiros, em três classes, contando com um novo produto na classe executiva, a ‘Club Suite’.
A ‘Club Suite’ conta com 56 lugares, 56 lugares na World Traveler Plus (Económica Premium) e 219 lugares na classe económica, a World Traveler.
A British Airways conta operar com o A350-1000 numa rota de longo curso a 2 de setembro entre Londres e o Dubai. Posteriormente e após a entrada de mais unidades do modelo, serão alocadas às rotas, à partida de Londres, para Bangalore, Telavive e Toronto.
Fique a conhecer mais do A350-1000 no site da British Airways AQUI
A companhia norte-coreana Air Koryo vai começar a voar entre Pyongyang e Macau, a partir do dia 2 de agosto.
Com este destino, Macau vai tornar-se o quarto destino internacional da companhia aérea de um dos países mais fechados do mundo.
Atualmente a Air Koryo voa para Pequim e Shenyang, na China, e Vladivostok, na Rússia. Todas as três cidades são muito mais próximas da realidade da Coreia do Norte do que que Macau, que está localizada perto de Hong Kong, no sul da China.
O voo será realizado duas vezes por semana, mas ainda não é conhecido o modelo do avião que vai operar a rota.
De recordar que a companhia não tem muitas opções, uma vez que a frota é composta por 16 tipos de modelos de aviões ucranianos e russos, sendo a maioria bastante antigos e já não voarem por falta de manutenção.
O A330-200 CS-TOQ da TAP Air Portugal que estava a realizar o voo entre Lisboa e Washington, nos Estados Unidos da América (EUA), teve de regressar esta sexta-feira à tarde ao Aeroporto Humberto Delgado “devido a questões técnicas”, de acordo com informações da companhia aérea.
“A aterragem decorreu em total segurança e os passageiros do Airbus A330-200 já desembarcaram”, acrescentou, já esta noite, a mesma fonte.
A aterragem de emergência obrigou ao encerramento temporário da pista do aeroporto de Lisboa, tendo a situação ficada normalizada a partir das 20:30.
De acordo com o jornal Correio dos Açores, já são conhecidos os termos do acordo que levou ao cancelamento por parte do SNPVAC – Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil da greve anunciada para a Azores Airlines.
O jornal destaca que o documento contém várias cláusulas, entre as quais se destacam algumas que fazem parte deste novo acordo:
– Nos voos com um TSV superior a 10 horas a empresa reservará a bordo cadeiras reclináveis, e confortáveis, separadas da cabine de pilotagem e isoladas dos passageiros, para descanso e tomada de refeição. Esta norma também é aplicável, quando o TSV/Tempo de Voo seja igual a 4 horas;
– O tripulante de cabine depois de perfazer 6 meses de trabalho, pode usufruir de facilidades de passagem, num benefício anual de 12 viagens sem reserva e sujeito à disponibilidade de lugares;
– É concedido ao tripulante de cabine o benefício de designarem até ao máximo de quatro vezes por ano uma pessoa para os acompanhar;
– O tripulante tem direito ao “Per diem/Serviço de Voo”, incluindo um serviço de voo, os dias de período de estada e de formação isoladamente ou em complemento da ajuda de custo de for devida;
– O subsídio de aterragem passa dos actuais 3,5 €, no médio curso, para 9 € em 2021, 5.5 € no longo curso para 17 € em 2021, para o pessoal de cabine, e para as chefes de cabine esta relação será de 5 € para 13 euros e de 8 € para 26 euros respectivamente.
– As ajudas de custo serão ajustadas em 1,5 % em 2020 e 1,8% em 2021;
– O pagamento de irregularidades será igual aos pilotos, ou seja, quando o serviço de voo planeado não constar qualquer estadia e por irregularidade operacional a mesma venha a acontecer, os tripulantes de cabine terão direito a receber adicionalmente as seguintes quantias para despesas de primeira necessidade:
. Até 11 horas e 50 minutos – 0 €
. De 12 horas a 23 horas e 59 minutos – 100 €
. De 24 horas a 47 horas e 59 minutos + 100 euros
Mais de 48 horas + 200 €
– No trabalho prestado em dias de férias ou folgas, sempre que o tripulante seja convidado a executar serviço em dia de folga constante da escala, o tempo de serviço de voo será sempre pago como trabalho extraordinário com uma majoração de 100%;
Existem também ajustamentos nas tabelas salariais, sendo recomendado a integração no quadros de três tripulantes de cabine, e ainda a recomendação de exercício do direito de opção de seis tripulantes permanecerem na base de Lisboa.
De acordo com fontes de informação ligadas ao sector da aviação, estas novas condições acordadas com a administração da empresa, poderão representar um aumento de cerca de 2 milhões de euros a juntar à massa salarial actual da companhia.
LGP
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