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EasyJet com prejuízo anual de 1.202 milhões de euros, o primeiro da sua história

 

A EasyJet registou um prejuízo líquido anual de 1.079 milhões de libras (1.202 milhões de euros), o primeiro da sua história, depois de ter conseguido um lucro de 349 milhões libras (388 milhões de euros) no ano anterior.

Num comunicado enviado à Bolsa de Valores de Londres, a companhia aérea referiu que, nos 12 meses até 30 de setembro, sofreu prejuízos antes de impostos de 1.273 milhões de libras (1.418 milhões de euros), que compara com o lucro de 430 milhões de libras (479 milhões de euros) no mesmo período do ano anterior.

As receitas atingiram 3.009 milhões de libras (3.352 milhões de euros), metade das conseguidas no ano anterior, enquanto registou um prejuízo operacional de 899 milhões de libras (1.001 milhões de euros), que compara com 466 milhões de libras (519 milhões de euros) de lucro no mesmo período do ano anterior.

A dívida da empresa em 2020 é de 1.899 milhões de libras (2.115 milhões de euros).

O diretor executivo da EasyJet, Johan Lundgren, manifestou-se satisfeito com o desempenho da empresa em face dos desafios de 2020 da pandemia covid-19, pois respondeu “decisivamente”, minimizando as perdas.

Segundo o responsável, a empresa tem uma base sólida para sair forte da crise e está confiante de que os passageiros voltarão a escolher a easyJet quando a normalidade voltar.

Dadas as atuais restrições aéreas, a EasyJet indica que não espera usar mais do que 20% da sua capacidade para voar no primeiro trimestre do ano fiscal de 2021 e está confiante em minimizar as perdas.

Da mesma forma, a companhia aérea diz que está “bem preparada” para quando terminar o atual período de transição do Brexit, em 31 de dezembro.

Empresa de ‘leasing’ reclama 15 milhões de euros à SATA relativamente ao A330 (com vídeo)

 

A companhia de ‘leasing’ aéreo Aircfrat Engine Lease Finance Limited interpôs uma acção onde reclama 15 milhões de euros à Azores Airlines, do grupo SATA, segundo o documento apresentado ao tribunal.

O não cumprimento da cessação do contrato relativo ao A330 CS-TRY que esteve ao serviço  da SATA Azores Airlines levou a empresa leasing, com sede em Dublin, a avançar para Tribunal contra o Grupo SATA, reclamando o pagamento imediato de 15 milhões de euros.

No requerimento a execução fundamenta-se numa declaração unilateral de reconhecimento e confissão de dívida, assumida perante o notário, com data de 6 de abril deste ano.

As duas transportadoras aéreas do grupo SATA fecharam o primeiro semestre com prejuízos de cerca de 42 milhões de euros, que comparam com perdas de 33,5 milhões no período homólogo.

A operação da SATA no período foi fortemente condicionada pela pandemia de covid-19, tendo a empresa parado a operação durante a maior parte do segundo trimestre.

Todavia, em 2019, os prejuízos globais do grupo haviam já sido de 53 milhões de euros, valor em linha com a perda registada em 2018.

A SATA pediu recentemente um auxílio estatal de 133 milhões de euros, operação aprovada por Bruxelas.

Air France KLM Martinair Cargo pronta para distribuir vacinas Covid-19

 

A Air France KLM Martinair Cargo tem feito, desde a terceira semana de março de 2020, todos os esforços para manter a sua rede global de transporte aéreo de carga, ajudando a manter em funcionamento cadeias de abastecimento vitais. Isto tem sido sempre essencial, mas ainda mais desde o início da pandemia da Covid-19, garantindo assim que as unidades de saúde, bem como os cidadãos, têm acesso a medicamentos, equipamentos médicos, equipamentos de proteção individual (da sigla em inglês, PPE) e outros produtos essenciais. Foram realizados cerca de 6.000 voos de carga nos últimos meses. Atualmente, a  Cargo opera serviços para mais de 100 destinos de longo curso.

Um dos próximos desafios logísticos vai ser a distribuição global das vacinas Covid-19. No início da semana passada, a gigante farmacêutica americana Pfizer, juntamente com a sua parceira alemã BioNTech, anunciou um grande sucesso na primeira análise provisória do estudo da Fase III da sua vacina candidata Covid-19.

Em termos de volume, a distribuição destas vacinas vai ser uma operação logística sem precedentes. As expetativas iniciais são de que cerca de 15 mil milhões de vacinas venham a ser distribuídas em todo o mundo. Muitas destas precisam ainda de ser transportadas e distribuídas a temperaturas muito baixas. A vacina da Pfizer deve ser mantida ultracongelada (a -70 graus Celsius). Outras vão precisar de ser distribuídas a uma temperatura constante entre os +2 e +8 graus Celsius. Isso significa que as soluções logísticas vão ser essenciais para manter a qualidade em toda a cadeia de distribuição da vacina.

O Vice-Presidente Sénior de Vendas e Distribuição da Air France KLM Martinair Cargo, GertJan Roelands, afirmou:

A Air France KLM Martinair Cargo tem muitos anos de experiência no transporte de produtos farmacêuticos com temperatura controlada e foi o primeiro grupo de companhias aéreas a receber a certificação CEIV da IATA. A distribuição das vacinas Covid-19 apresenta desafios específicos em termos de volume, requisitos de transporte e segurança. Para estarmos totalmente preparados, criámos há quatro meses um grupo de trabalho dedicado às vacinas Covid-19. Essa taskforce inclui elementos de todos os departamentos relevantes da Air France KLM Martinair Cargo. As nossas equipas têm estado a trabalhar num plano de ação abrangente. Por exemplo, criámos há alguns meses no nosso Pharma Hub em Amesterdão-Schiphol uma unidade de armazenamento de 1.118 m3 com controlo climático e estamos a construir uma sala fria adicional com 2.061 m3. No nosso Pharma Hub em Paris-Charles de Gaulle está prestes a ser concluída uma nova área de armazenamento com controlo climático. E, além de toda a linha de Contentores Ativos existente, introduzimos Soluções Híbridas e Passivas Avançadas para o transporte das vacinas. Juntamente com muitas outras iniciativas, foram ainda implementados monitorização adicional e gestão de intervenção.

O vice-presidente executivo da Air France-KLM Cargo, Adriaan den Heijer, afirmou: “Acreditamos que a cooperação e a construção de comunidades em torno da futura distribuição global de vacinas são essenciais. Estabelecemos parcerias com muitas das partes na cadeia logística, incluindo despachantes, empresas de transportes, fornecedores de contentores, aeroportos, associados de carga/logísticos, empresas farmacêuticas e institutos e autoridades de saúde. Acreditamos que a forte cooperação entre os parceiros vai ser essencial para executar com sucesso este desafio logístico.

Juntamente com a Air Cargo Netherlands (ACN) e o Aeroporto Schiphol de Amesterdão e com a Aeroportos de Paris (dois Pharma Hubs já líderes na Europa), estabelecemos dois grupos de trabalho para preparar de forma cabal as comunidades em ambos os aeroportos para as operações de transporte de vacinas que se aproximam.

Adriaan den Heijer acrescentou: “Nas últimas semanas, despachámos com sucesso as primeiras vacinas Covid-19. A Air France KLM Martinair Cargo está pronta para este desafio logístico, pronta para entregar vacinas contra o coronavírus na Holanda, em França e em muitos outros países em todo o globo.

ITA – Italia Trasporto Aereo deverá começar a operar na próxima primavera

 

A Alitalia deverá voltar aos céus no próximo ano com uma nova identidade, isto porque o governo italiano já emitiu um decreto que estabelece a criação de uma nova companhia aérea para substituir a companhia.

A “nova” Alitalia será a ITA – Italia Trasporto Aereo, que deverá começar a operar na próxima primavera, contando com um capital social de 20 milhões de euros.

De acordo as informações, a nova companhia vai iniciar as suas operações com uma frota de 90 aviões e cerca de 6.500 funcionários, esperando-se agora que a direção da companhia aérea, que foi nomeada pelo governo italiano na semana passada, apresente um plano empresarial dentro de 30 dias.

A direção da ITA vai ser composta por nove membros, mas, por enquanto, apenas são conhecidos os nomes de Fabio Lazzerini, que transita da Alitalia, e Francesco Caio, que conta com uma larga experiência na banca e telecomunicações, e que estarão já a trabalhar no plano de negócios da ITA, que deverá realizar uma maior aposta na integração com o transporte ferroviários e nas rotas mais rentáveis dos EUA.

Este plano de negócios deverá ainda ser aprovado no parlamento italiano e pela Comissão Europeia, que terá depois 30 dias para se pronunciar sobre o documento. Caso o plano seja aprovado, o passo seguinte será a transferência dos bens da Alitalia, que se encontra em processo de insolvência, para a nova companhia.

Korean Airlines vai adquirir a Asiana Air, criando a décima maior companhia aérea do mundo

A Korean Air Lines Co., a maior companhia aérea da Coreia do Sul, anunciou hoje, 16 de novembro, que vai adquirir a Asiana Airlines Inc. num negócio avaliado em 1,8 trilhão de won (cerca de 1,6 bilhões de dólares) que criaria a décima maior companhia aérea do mundo em frota.

A Korean Air planeia levantar 2,5 trilhões de won por meio de ofertas de direitos no início do próximo ano. Do seu valor em caixa, a ompanhia indica que vai gastar 1,5 trilhão de won para comprar novas acções a serem vendidas pela Asiana e 300 bilhões de won em bónus perpétuos da Asiana, disse a companhia em comunicado.

“A empresa tomou a decisão de ajudar a indústria aérea do país a continuar a crescer (em meio de incertezas) e minimizar a injecção de fundos públicos (na Asiana)”, disse o presidente da companhia aérea coreana Cho Won-tae em comunicado. O presidente disse que a empresa colocará a segurança no emprego dos actuais funcionários das duas companhias aéreas antes de qualquer coisa no processo de aquisição. O banco estatal Korea Development Bank (KDB), principal credor da Asiana Airlines, vai injetar 800 bilhões de won na Hanjin KAL, empresa controladora da Korean Air Lines, através de uma oferta de direitos e títulos convertíveis. A Hanjin KAL  participará da venda de ações da Korean Air no valor de 2,5 trilhões de won.

A Korean Air, actualmente a 18ª maior companhia do mundo, vai tornar-se a maior acionista da Asiana com uma participação de 63,9 por cento se a aquisição for concluída.

O regulador do país vai analisar o acordo sobre a questão do monopólio. Se tudo correr bem, espera-se que o negócio seja concluído no ano que vem.

Força Aérea Portuguesa faz rotação de C-295M no Mali

 

A Força Aérea Portuguesa anunciou que a Força Nacional Destacada no Mali, recebeu ontem, dia 15 de novembro, no Aeroporto Internacional de Bamako, uma aeronave C-295M, vinda de Portugal, para efetuar a rotação de aeronaves.

O C-295M, agora chegado, está pronto para realizar as missões no âmbito da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização do Mali (MINUSMA).

O destacamento da Força Aérea, composto por 63 militares e um C-295M, encontra-se, deste 15 de julho, a participar nesta missão.

Azul recebe o seu quarto A330neo

 

A Azul recebeu hoje, 16 de novembro, o seu quarto Airbus A330-900neo. O modelo encontra-se, neste momento, em voo de entrega e faz parte de uma encomenda de cinco unidades que a Azul fez.

O A330neo com o número de série de fábrica 1924, recebeu a matrícula PR-ANX e tem hora prevista de aterragem no Aeroporto Internacional de Confins, na cidade de Belo Horizonte (Minas Gerais) pelas 15h40 (hora local).

Assim como o PR-ANW que ainda se encontra em Confins, o PR-ANX vai passar pelo mesmo processo legal por forma a entrar na frota da companhia.

A Azul deverá terminar o ano com dez Airbus A330 operacionais, cinco da versão 200, e outros cinco da versão 900neo.

Em dezembro a companhia deverá receber o seu último modelo A330neo, com a pintura especial do “Outubro Rosa”, PR-ANV.

 

Iberia converte A330 em cargueiro

 

A Iberia converteu um A330 em cargueiro, sendo este o primeiro modelo que a companhia pretende converter para dar resposta, nesta fase, à maior procura por espaço para transporte de carga.

A companhia programou para esta aeronave quatro voos semanais entre Madrid e Los Angeles.

Nos primeiros meses da pandemia Covid-19, as operações de voo da Iberia foram quase exclusivamente destinadas a voos de repatriação e voos com material médico de emergência. Esta experiência preparou a Ibérica para se adaptar à nova situação do mercado e aproveitar esta oportunidade.

A directora de vendas da Iberia, María Jesús López Solás, disse “Esperamos um aumento na procura de transporte aéreo nos próximos meses e isso seré uma oportunidade que devemos tentar aproveitar. Nas circunstâncias de hoje, devemos adaptar-nos melhor do que nunca às procuras do mercado, e esta operação ajudará a diversificar os nossos fluxos de receita, mantendo a nossa equipa activa. ”

A IAG Cargo, divisão de carga do International Airlines Group (IAG), irá operar esses voos. No início da pandemia, a IAG Cargo foi rápida em desenvolver soluções personalizadas para as necessidades de carga dos seus clientes, incluindo voos exclusivos de carga em aeronaves de passageiros e criação de uma nova equipa de fretamento.

Com uma ampla rede, a IAG Cargo oferece os seus serviços em mais de 500 aeronaves, para mais de 350 destinos.

Este primeiro Airbus A330-300 convertido em cargueiro já estava a passar por uma inspecção no hangar de manutenção da Iberia em Madrid em La Muñoza, onde todos os assentos da Economy, Premium Economy e aérea de descanso da tripulação foram retirados juntamente com os painéis de separação.

A carpete do pavimento foi reinstalada com luzes indicando as 33 posições de carga. A carga será mantida no local com uma rede presa aos trilhos do piso onde os assentos são normalmente  fixados.

Esta configuração produz capacidade de carga adicional de até 105 m3 ou 18.000 kg. de carga. Esta conversão da cabine foi realizada pela Iberia MRO, que possui uma longa experiência em operações de retrofit de aeronaves e alteração de configurações de cabine.

Neste trabalho foram seguidas todas as diretrizes da Airbus e a conversão da cabine foi aprovada pela Agência Espanhola de Segurança Aérea, AESA.

Lufthansa vai realizar o phase-out dos seus A380

 

O Grupo Lufthansa anunciou recentemente que vai retirar da sua frota as 14 unidades do modelo A380, de forma definitiva, nos próximos meses.

De referir que os A380 da companhia encontram-se “armazenados” desde março, quando a maioria dos voos internacionais foram suspensos e viram a sua procura baixar drasticamente.

A Lufthansa já realizou o phase-out de seis dos seus A380, mas existia dúvidas qual seria o futuro dos restantes modelos.

Seis unidades estão em Teruel, enquanto outros estão no Aeroporto de Frankfurt, visto estavam disponíveis para o retomar das operações, no entanto, esses modelos deverão ser encaminhados para um cemitério de aeronaves.

Desde forma, a Lufthansa seguiu os passos da Air France, que também realizou o phase-out definitivo de 10 aviões Airbus A380 que operavam na sua frota, dando lugar a modelos mais pequenos e eficientes.

Para o futuro, a Lufthansa conta com os seus 16 novos Airbus A350 além dos Airbus A330-300 que totalizam 15 na frota. Além dos modelos da Airbus, a companhia tem encomendas para o Boeing 787-9 e para o Boeing 777-9X.

A Lufthansa anunciou a redução de pelo menos 100 aeronaves da sua frota, entre elas Airbus A340, Airbus A380 e Boeing 747-400, e o corte de 22 mil postos de trabalho para manter o equilíbrio dos custos operacionais.

 

Cargolux estuda a possibilidade de integrar na sua frota Boeing 777-300ERSF

A Cargolux, companhia de transporte de carga aérea, pondera no futuro vir a ter na sua frota o Boeing 777-300ER na versão cargueiro.

De acordo com o CEO da Cargolux, Richard Forson, a companhia tem duas opções neste momento: ou adquire novos aviões cargueiros, como o Boeing 777-300ER, ou converte aeronaves de passageiros, como o Boeing 747, para o transporte de carga aérea.

“Estamos a observar de perto a conversão do Boeing 777-300ER em cargueiro, protejo que tem vindo a ser realizado pela GECAS em parceria com a Israel Aerospace Industries (IAI)”, diz o executivo.

O 777-300ERSF é a versão de carga do Boeing 777-300ER, o maior bimotor do mundo em operação actualmente. O futuro 777-300ERSF  irá transportar praticamente a mesma quantidade de carga (em termos de peso) que o já existente 777F – baseado na versão mais pequena  B777-200LR, mas sendo a versão 300ER é mais comprida, poderá transportar um maior volume de carga.

Neste momento a frota da Cargolux é composta por 30 Boeing 747F, sendo 16 unidades do modelo -400 e 14 unidades do modelo -8.

Além da Cargolux, o Boeing 777-300ER cargueiro possui outra companhia interessada em operá-lo. A Kallita Air Cargo será a primeira operadora do modelo convertido, recebendo as três unidades encomendadas até 2023.

TAP deverá adiar regresso à Venezuela devido a interdição de voos

 

Apesar da TAP ainda não ter feito nenhum comunicado o regresso à Venezuela, para o próximo mês de dezembro, deverá ser adiado.

De acordo com um comunicado do Instituto de Aeronáutica Civil da Venezuela os aeroportos de Maiquetía, Maracaibo, Porlamar, Barcelona, Barquisimeto, Valencia, Punto Fijo, San Antonio del Táchira, Santo Domingo, Puerto Ordaz, Maturín e Caracas mantêm-se interditos a voos internacionais, a partir de 11 de novembro e até 11 de fevereiro.

Estas medidas, segundo o Instituto de Aeronáutica Civil da Venezuela, vão no cumprimento das normas do Executivo nacional de forma a conter a propagação da pandemia da covid-19.

De referir que a TAP Air Portugal tinha anunciado que iria retomar a sua operação entre Lisboa a Caracas, na Venezuela, a partir de 15 de dezembro, com dois voos semanais.

“A TAP vai retomar a operação para Caracas, na Venezuela, a partir de 15 de dezembro, com dois voos por semana. A ligação entre Lisboa e Caracas assegurada pela transportadora aérea nacional estava suspensa desde fevereiro deste ano”, pode ler-se no comunicado emitido hoje pela companhia aérea.

Os voos passam a ser operados com tripulação TAP, e equipamento A330-900, ao contrário do que sucedia até agora, com voos a serem operados pela euroAtlantic.

Os dois voos semanais entre as capitais de Portugal e da Venezuela, serão às terças e sextas, com partida de Lisboa às 10:00 e chegada a Caracas às 14:40.

Os voos de regresso partem de Caracas às 17:10, e chegam a Lisboa às 05:15 do dia seguinte (horas locais).

Na altura a companhia já indicava a possibilidade de poder existir alterações: “o plano de retoma de operações da TAP será ajustado sempre que as circunstâncias o exijam, face à dinâmica da evolução das imposições e restrições dos vários países, em virtude da evolução da pandemia, bem como da evolução da procura”.

Terceira aeronave da Garuda Indonésia com máscara

A Garuda Indonésia apresentou a sua terceira aeronave com a pintura especial de uma máscara na parte da frente.

Depois do A330neo, do B737-800NG chega a vez de um A330-300, com a matrícula PK-GHC, receber a pintura especial.

Esta iniciativa visa promover a utilização de máscara em todos os locais que são visitados pelos seus passageiros para uma Indonésia saudável, indica a companhia na sua mensagem.

Durante a apresentação da pintura especial do A330neo, a companhia lançou um desafio nas suas redes sociais para quem desejar usar a criatividade projetar uma máscara para outras 3 pinturas de aeronaves.

No dia 10 de novembro foi revelado o design vencedor da 3ª fase do concurso tendo sido ganho pelo Rainhard Budi Santos, com o projecto “Sekar Jagat Nusantara”.

O desenho de “Sekar Jagat Nusantara” consiste em 10 tipos de flores que representam a diversidade da flora da Indonésia.

Jet2.com vai voar de Bristol para Faro e Funchal

 

A Jet2.com anunciou recentemente que vai inaugurar no próximo ano uma nova base no aeroporto de Bristol.

A abertura da nova base está prevista para abril e será a décima no Reino Unido, com voos para Faro, no Algarve, e Funchal, na Madeira.

A Jet2.com tem programado voar entre Bristol e Faro até quatro vezes por semana durante o verão, às segundas, terças, sextas e sábados. No inverno de 2021/22, a companhia aérea prevê reduzir a frequência para dois voos por semana, às segundas e sextas.

Para a Madeira os voos deverão acontecer uma vez por semana, às segundas-feiras, no verão de 2021 e no inverno de 2021/22.

De acordo com as informações divulgadas, a Jet2.coma vai basear três aviões em Bristol para operar 56 voos por semana para 33 destinos durante o Verão. Além de Portugal, a Jet2.com vai voar para Espanha continental, Canárias, Baleares, Grécia, Turquia e Itália.

OFERTA de portes de envio. Fique em casa!

 

O Kiosque da Aviação, em parceria com alguns dos seus fornecedores e parceiro de envio das encomendas, vai ter no decorrer destes dois meses várias campanhas para que possa fazer compras em segurança, sem ter de se deslocar.

Este fim de semana poderá usufruir da oferta dos portes de envio na nossa loja online em www.kiosquedaaviacao.pt/loja

Fique  a conhecer todas as condições abaixo:

Campanha válida para os dias 14 e 15 de novembro;

Deverá escolher como método de pagamento transferência bancária;

Ao efectuar o pagamento deverá descontar o valor dos portes de envio.

Pagamento deverá ser efectuado até às 15h00 do dia 16 de novembro.

 

Todos juntos podemos contribuir para o bem estar geral!

Iberia vai operar até 27 voos por semana para Portugal até ao fim do ano

 

A Iberia anunciou, esta semana, a sua operação para os meses de novembro e dezembro que inclui voos de Madrid para Lisboa e Porto.

De acordo com a companhia os voos chegarão a um total de 27 por semana no último mês do ano.

Para o Porto, a companhia aérea espanhola vai voar todos os dias até ao fim do ano.

Para Lisboa, a Iberia tem programado voar 14 vezes por semana (dois voos por dia) até 15 de novembro e aumentar a frequência para 20 voos semanais de 15 de novembro a 31 de dezembro. As 20 frequências semanais entre Lisboa e Madrid cobrem todas as faixas horárias e permitem aos clientes ir e voltar durante o dia.

As companhias do Grupo Iberia (Iberia, Iberia Express e Iberia Regional Air Nostrum) vão voar para 75 destinos em 30 países este inverno, o que corresponde a 70% dos destinos que operam habitualmente.

“Estamos convencidos de que a recuperação é possível e vamos fazer a nossa parte”, comentou Javier Sánchez-Prieto, CEO da Iberia, acrescentando que “a aviação mostrou que a segurança, a nossa maior prioridade, pode ser combinada com conectividade e serviços que melhoram a experiência de voo e ajudam a impulsionar a economia”.

TAP e Binter estabelecem bilhete corrido nas ligações entre Porto Santo e continente

 

A TAP e a Binter estabeleceram um acordo de cooperação comercial que permite viagens corridas com bilhete único, apenas um ‘check-in’ e despacho da bagagem até ao destino final.

“A partir de agora, todos os passageiros com partida de Porto Santo e com destino a Lisboa ou Porto ou outros destinos finais da rede TAP, ou que pretendam viajar no sentido contrário, podem adquirir os seus bilhetes, realizar o ‘check-in’ e despachar a bagagem para a totalidade da viagem, que se torna assim mais cómoda e conveniente”, refere uma nota da TAP.

Os clientes podem adquirir um bilhete único válido para os voos Porto Santo – Funchal com a Binter e Funchal – Lisboa ou Porto com a TAP, ou no sentido inverso, sendo esse bilhete elegível para o reembolso do subsídio social de mobilidade nas mesmas condições e termos que os restantes bilhetes para voos entre a Madeira e o continente, desde que cumpridos os requisitos legalmente previstos.

Na presente data, os porto-santenses podem partir do Porto Santo no voo da Binter com destino ao Funchal que sai às 08h30 e chega à Madeira às 08h55, tendo depois uma ligação otimizada Madeira-Lisboa no voo TAP com partida da Madeira às 09h35 e chegada a Lisboa às 11h15.

No sentido contrário, está disponível o voo da TAP que parte do Aeroporto Humberto Delgado às 14h15 e chega à Madeira às 16h00, com os passageiros com destino final ao Porto Santo a poderem embarcar no voo da Binter com partida do Aeroporto da Madeira-Cristiano Ronaldo às 18h30 e chegada a Porto Santo às 18h55.

A Binter é a companhia que assegura ligações aéreas diárias entre o Porto Santo e a Madeira.

Aeromexico e LATAM Airlines assinam um acordo de code-share

 

A Aeromexico e a LATAM Airlines Brasil e Colômbia estabeleceram um acordo de code-share, que permite que os clientes da companhia aérea mexicana tenham acesso a 14 destinos na Colômbia e a 40 no Brasil.

Bogotá, Medellín, Cali e Cartagena são alguns dos destinos da LATAM Airlines Colômbia que passam a estar acessíveis aos clientes da Aeromexico, enquanto, no Brasil, passam a poder voar para destinos como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre, entre outros.

Paralelamente, o acordo permite também que os clientes da LATAM Airlines Colômbia e Brasil tenham acesso a 39 destinos da rede da Aeromexico em território mexicano, como a Cidade do México, Cancun, Monterrey, Guadalajara, Tijuana e Los Cabos.

“Este acordo é uma resposta direta às necessidades dos nossos clientes, oferecendo assim melhores opções de ligações e serviços. Com a LATAM, a Aeromexico pode contar com um parceiro com os mesmos valores, que prioriza a segurança e a saúde dos seus clientes e colaboradores”, considera Nicolás Ferri, CCO da Aeromexico, citado em comunicado.

O acordo aplica-se também aos benefícios dos programas de passageiros frequentes das três companhas aéreas, já que os membros LATAM Pass podem acumular e utilizar as suas milhas em todos os voos da Aeromexico, que possui uma rede de 70 destinos nacionais e internacionais, enquanto os associados do Club Premier podem usar seus Premier Points na rede LATAM.

“Neste contexto, os membros do Club Premier terão acesso à sala VIP LATAM no Aeroporto Internacional El Dorado em Bogotá e os Clientes LATAM Premium Business e membros LATAM Pass Black Signature, Black e Platinum poderão entrar nas salas VIP Aeroméxico Premier no Terminal 2 do Aeroporto Internacional da Cidade do México (AICM)”, lê-se num comunicado divulgado pelas companhias aéreas.

“Estes acordos são um sinal do compromisso a longo prazo da LATAM com as ligações à América Latina. Com a Aeromexico, partilhamos a mesma paixão pelo serviço e pela inovação. Estamos comprometidos em oferecer uma experiência líder aos nossos clientes em todo o continente”, refere ainda Marty St. George, CCO da LATAM Airlines Group.

A informação divulgada revela também que, no final deste ano, a LATAM passa a operar no terminal 2 do aeroporto da Cidade do México, “o que tornará mais ágeis as ligações com os voos da Aeromexico”.

Qatar Airways vai voar para Luanda a partir de 14 de dezembro

 

A Qatar Airways anunciou hoje o regresso das suas rotas para Argel, Phuket, Seychelles, Kiev, Miami, Tbilisi e Varsóvia, assim como o lançamento de nova rota para São Francisco a partir de 15 de dezembro.

A par destas notícias a companhia anunciou oficialmente a abertura da sua rota entre Doha e Luanda, a partir de 14 de dezembro.

O investimento estratégico da Qatar Airways em aviões bimotores e eficientes em termos de combustível permitiu-lhe continuar a voar durante a pandemia e posiciona-a na liderança na recuperação sustentável das viagens globais.

A frota da Qatar Airways de aviões modernos e eficientes em termos de combustível permitiu-lhe continuar a voar durante a pandemia e reconstruir de forma sustentável a sua rede, mantendo a posição de principal transportadora internacional a proporcionar uma conectividade global. A Qatar Airways retomará os voos e aumentará os serviços para vários destinos nas próximas semanas, incluindo:

» Argel (dois voos semanais a partir de 13 de novembro)

» Chicago (aumento para nove voos semanais a partir de 15 de novembro)

» Kiev (três voos semanais a partir de 18 de dezembro)

» Miami (dois voos semanais a partir de 14 de novembro)

» Nova Iorque (aumento para 14 voos semanais a partir de 14 de novembro)

» Phuket (dois voos semanais a partir de 4 de dezembro)

» Seychelles (três voos semanais a partir de 15 de dezembro)

» Tbilisi (um voo semanal que começou a 5 de novembro)

» Varsóvia (três voos semanais a partir de 16 de dezembro)

A juntar-se a Luanda na lista de novos destinos estará São Francisco, com quatro voos semanais a partir de 15 de dezembro de 2020.

O Chefe do Executivo do Grupo Qatar Airways, Sua Excelência o Sr. Akbar Al Baker, afirmou: “Estamos muito contentes por continuar a reconstruir a nossa rede, recuperando rotas e acrescentando novos destinos. Fizemos como nossa prioridade não só reiniciar a maioria dos nossos destinos existentes, o mais rapidamente possível, como também lançar novas rotas. A nossa frota de aviões tecnologicamente avançada e sustentável permitiu-nos liderar a indústria a operar com mais frequência, de forma a proporcionar aos nossos passageiros uma maior conectividade e flexibilidade para viajar quando quiserem. Com mais de 700 voos semanais atualmente para pouco mais de 100 destinos, e planos para aumentar a nossa rede para mais de 125 destinos até ao final da época de Inverno da IATA, os nossos passageiros desfrutarão de mais opções para viajar globalmente sempre que quiserem, de forma segura e fiável”.

O investimento estratégico da Qatar Airways numa variedade de aviões bimotores eficientes em termos de combustível, incluindo a maior frota de aviões Airbus A350, permitiu à Qatar Airways continuar a voar durante esta crise e posicionar-se na liderança da recuperação sustentável das viagens internacionais. A companhia aérea recebeu recentemente três novos aviões Airbus A350-1000 de última geração, aumentando a sua frota total de A350 para 52 aviões, com uma idade média de apenas 2,6 anos. Devido ao impacto da COVID-19 na procura de viagens, a Qatar Airways imobilizou a sua frota de aviões Airbus A380, uma vez que não é ambientalmente justificável operar um avião tão grande no mercado atual. A Qatar Airways também lançou recentemente um novo programa que permite aos passageiros compensar voluntariamente as emissões de carbono associadas à sua viagem no ponto de reserva.

Uma companhia aérea galardoada com inúmeros prémios, a Qatar Airways foi nomeada “World’s Best Airline” pelos prémios World Airline Awards em 2019, geridos pela Skytrax. Foi também designada “Melhor Companhia Aérea do Médio Oriente”, “Melhor Classe Executiva do Mundo”, e “Melhor Lugar na Classe Executiva”, em reconhecimento da sua experiência pioneira na Classe Executiva, Qsuite. Os assentos Qsuite têm uma configuração de 1-2-1, proporcionando aos passageiros mais espaço, privacidade, conforto e distanciamento social, produto exclusivo da Classe Executiva. É a única companhia aérea a ter recebido cinco vezes o cobiçado título “Skytrax Airline of the Year”, que é reconhecido como o auge da excelência na indústria aérea. A HIA foi recentemente classificada como “Terceiro Melhor Aeroporto do Mundo”, entre 550 aeroportos de todo o mundo, pelos Skytrax World Airport Awards 2020.

SATA Azores Airlines vai voar entre Ponta Delgada e Paris

 

A SATA Azores Airlines iniciou a venda dos bilhetes para a sua nova rota à partida de Ponta Delgada.

Entre 1 de junho a 29 de setembro de 2021 a companhia vai operar três voos semanais para Paris – Charles de Gaulle.

A operação será realizada às 3ª e 4ª feiras e sábados.

A companhia deixa nas suas redes sociais a sugestão: La Belle Paris, cidade da luz e do romance. Conhecida pelas suas avenidas, os fantásticos museus, os deliciosos bistrôs e as vanguardistas boutiques de moda. Quer seja para uma viagem de fim de semana ou de férias escolares, esta capital é a escolha perfeita para toda a família. Com uma série incomparável de atividades e de lugares icónicos a visitar, Paris consegue sempre surpreender.

Airbus assina contrato para 38 Eurofighters com a Alemanha

 

A Airbus assinou um contrato para a entrega de 38 aeronaves Eurofighter novas para a Força Aérea Alemã, o que torna a Alemanha o país com mais encomendas para o maior programa de defesa da Europa. Esta encomenda, também conhecido pelo nome de projeto Quadriga, cobre a entrega de 30 aeronaves Eurofighter de 1 lugar e 8 aeronaves Eurofighter de 2 lugares. Três dos aviões serão equipados com mecanismos adicionais para testes, como o Instrumented Test Aircraft, que irão contribuir para o desenvolvimento do programa Eurofighter.

“O novo Tranche 4 Eurofighter é neste momento o avião de combate mais moderno feito na Europa e com uma vida útil que irá para além de 2060. As suas capacidades técnicas irão permitir uma integração total no Sistema de Combate Aéreo do Futuro (FCAS) europeu”, diz Dirk Hoke, CEO da Airbus Defence and Space

A novo pedido da Alemanha assegura a produção até 2030 e chega numa altura de importância estratégica para o programa. Além de uma encomenda esperada de Eurofighters por parte de Espanha para substituir os seus F-18, São esperadas decisões da Suíça e da Finlândia para 2021.

A variante oferecida à Suíça corresponde à configuração do pedido Quadriga alemã. O equipamento inclui radares eletrónicos de última geração, hardware e software preparados para o futuro e capacidade polivalente ilimitada para abarcar alvos aéreos e terrestres.

O programa de defesa Eurofighter é o maior da Europa, envolvendo directamente o Reino Unido, Espanha, Itália e Alemanha. Além das capacidades tecnológicas, assegura mais de 100.000 empregos na Europa.

Acidente com AN-124

Um Volga-Dnjepr Antonov AN-124, com a matrícula RA-82042 que estava a realizar o voo de posicionamento VI-4066 entre Novosibirsk (Rússia) e Viena (Áustria) com 14 pessoas e nenhuma carga a bordo, partiu da pista 25 de Novosibirsk por volta das 12: 08L (05: 08Z) e estava na subida inicial a cerca de 1800 pés MSL quando o sinal do transponder e a comunicação de rádio foram perdidos.

A tripulação iniciou imediatamente os procedimentos de regresso à pista 25 de Novosibirsk, mas ultrapassou o final da pista na aterragem em cerca de 200 metros / 650 pés.

Felizmente não houve feridos. A aeronave sofreu danos substanciais nas asas e no trem de aterragem, motor nº2 (D-18T, lado esquerdo interno) está sem a entrada do motor após uma falha, as lâminas internas da asa esquerda, bem como a fuselagem esquerda foi penetrada por detritos em vários locais perto da raiz da asa.

Testemunhas de solo relataram que os motores 3 e 4 (ambos à direita, D-18T) estavam a deixar um rasto de fumo durante a descolagem (conforme é possível ver no vídeo abaixo), as comunicações com a aeronave foram perdidas, tendo o AN124 conseguido regressado ao aeroporto. colapsado.

Outras testemunhas em solo relataram que uma peça caiu da aeronave e perfurou o telhado de um armazém próximo ao aeroporto.

O Ministério Público dos Transportes da Sibéria Ocidental abriu uma investigação sobre o acidente. De acordo com os dados do Modo-S e ADS-B, a aeronave partiu da pista 25, subiu, começou a virar à direita, atingiu 1825 pés MSL antes que o sinal desaparecesse cerca de 3,5 nm após o final da pista.

As últimas fotos partilhadas mostram a presença de restos de aves no motor 3 e 4, podendo estar na origem do acidente um bird strike:

OGMA é o novo Centro de Manutenção de Motores Pratt & Whitney para manutenção dos motores GTF

 

A OGMA é o novo Centro de Manutenção Autorizado para motores Pratt & Whitney, um dos maiores fabricantes mundiais de motores de aeronaves. Este é o culminar de um projeto desenvolvido pela OGMA, com o suporte da Embraer, ao longo dos últimos 12 meses, que permite alargar o seu âmbito de atuação na área de manutenção de motores, marcando a entrada da área de manutenção, reparação e revisão da Pratt & Whitney em Portugal.

O contrato que estabelece a ligação entre a Pratt & Whitney e a OGMA foi formalizado recentemente. O projeto de industrialização e capacitação para efetuar a manutenção do motor Pratt & Whitney GTF™ (Geared Turbofan) PW1100G-JM tem início agendado para 2021 e está previsto ser desenvolvido nas próximas duas décadas. Ao longo do projeto, com maior incidência entre 2022 e 2023, prevê-se a criação de cerca de 300 postos de trabalho diretos altamente qualificados.

A OGMA vai investir 74 milhões de euros, maioritariamente nos quatro primeiros anos do projeto, num passo estratégico que lhe permite alargar o seu âmbito de atuação na área de manutenção de motores e captar novos negócios ao longo das próximas décadas, que permitirão triplicar o volume de negócios da empresa e chegar ao patamar dos 600 milhões de euros anuais.

Para Alexandre Solis, CEO da OGMA, “este é um marco histórico para a OGMA, uma empresa com mais de 100 anos de existência. Ao merecermos a confiança da Pratt & Whitney, estamos a dar provas da competência e experiência das nossas equipas, mas estamos também a dar condições para a OGMA continuar com uma operação duradoura nas próximas décadas. Estamos motivados e cheios de vontade de começar esta parceria com a Pratt & Whitney”.

“É com entusiasmo que damos as boas-vindas à OGMA na rede GTF MRO”, afirma Dave Emmerling, vice-presidente de Commercial Aftermarket da Pratt & Whitney. “Com a OGMA, adicionamos um fornecedor de manutenção altamente capaz, com um longo histórico de experiência na manutenção, reparação e revisão de motores. À medida que a frota GTF continua a crescer, a rede de manutenção estará pronta para oferecer suporte à nossa base de clientes global em expansão”.

“Este contrato é uma demonstração do alto nível de experiência e competência da OGMA na manutenção de motores de aeronaves e representa uma oportunidade para o grupo Embraer expandir os seus negócios na prestação de serviços a outros fabricantes no mercado internacional. Em linha com a nova estratégia da Embraer, é a diversificação dos negócios que resultará no crescimento da área de Serviços e Suporte nos próximos”, afirma Johann Bordais, Presidente e CEO da Embraer Serviços & Suporte.

A família de motores GTF da Pratt & Whitney é usada na nova geração de aeronaves comerciais, nomeadamente a família Airbus A320neo, Airbus A220 e Embraer E190-E2 e E195-E2.

Os motores GTF da Pratt & Whitney constituem uma nova geração de motores turbofan de alto bypass, que começaram a operar em 2016, permitindo operações com redução de até 16% no consumo de combustível, até 75% nas emissões de ruído e entre 50 a 75% das emissões de CO2 e NOx em comparação com a geração anterior de motores.

Azul transporta gratuitamente 100 mil copos de água para o Amapá, no Brasil, para ajudar a população

 

A carga transportada gratuitamente pela Azul Cargo Express já está na capital Macapá e irá ajudar a população do estado que sofre com a falta de energia eléctrica;

A Azul Linhas Aéreas, em parceria com a Sabesp, transportou gratuitamente 100 mil copos de água para ajudar a população afectada pela falta de energia eléctrica e abastecimento de água no Amapá, no Norte do Brasil.

A acção solidária visa diminuir o impacto que os amapaenses têm enfrentado há uma semana com a falta de energia no estado.

Uma das aeronaves cargueiras da Azul Cargo Express, modelo Boeing 737-400F, descolou ontem do Aeroporto de Viracopos, em Campinas, no interior de São Paulo, para Macapá, levando os donativos, que foram entregues ao Exército e à Cáritas Diocesana de Macapá. As 2.100 caixas transportadas com 100.800 copos individuais representam 20 toneladas de carga.

“A Azul é uma empresa de pessoas e tem a Consideração como um de seus valores. Por isso, nos unimos em uma grande rede de solidariedade em parceria com a Sabesp, que doou a carga, a transportadora Rodoxico, que fez a coleta da água doada, e a DNATA, que nos ajudou na logística de carregamento das aeronaves, realizando mais essa operação humanitária e enviando suprimentos essenciais para o Amapá que vive um momento crítico”, ressalta Izabel Reis, diretora da Azul Cargo Express.

“A falta de água é um transtorno grande e, em tempos de pandemia pelo coronavírus, a situação se torna ainda mais dramática. É uma ação de solidariedade institucional da Sabesp, porque cuida do saneamento e distribui água de qualidade, como também é um ato de cidadania de todos nós, colaboradores da empresa”, afirma o diretor-presidente da Sabesp, Benedito Braga.

No último fim de semana, voluntários da Azul que trabalham no aeroporto de Belém também iniciaram, por conta própria, uma campanha nas redes sociais para recolher água e alimentos não perecíveis para a população do Amapá.

A iniciativa já alcançou 22 toneladas de mantimentos doados, que também foram transportados gratuitamente pela Azul Cargo no último domingo, dia 8 de novembro.

Azul começa a voar para Serra Talhada e Caruaru, em Pernambuco

 

Artigo escrito em português do Brasil:

Cidades do Sertão e Agreste Pernambucano ganham dois voos diários cada para o Recife

O Sertão e o Agreste de Pernambuco agora estão conectados com todos os destinos nacionais e internacionais servidos pela Azul. Nesta quarta (11), os aviões da companhia pousaram pela primeira vez em Serra Talhada (PE) e Caruaru (PE), os dois novos destinos domésticos da empresa no Brasil.

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara, representantes do município e do estado e executivos da Azul participaram dos voos inaugurais, que foram recebidos em Serra e Caruaru com o tradicional batismo feito com jatos d´água, para marcar o início das operações. A imprensa e a população local também acompanharam a chegada dos aviões Cessna Gran Caravan da Azul Conecta, a empresa sub-regional da Azul, com capacidade para nove Clientes, que serão responsáveis por cumprir as ligações com a capital pernambucana.

“Inaugurar dois novos destinos domésticos em meio a um ano desafiador como esse é um feito para poucas empresas aéreas no mundo. A Azul, com a diversidade de sua frota e a flexibilidade de sua malha, pode concretizar o sonho de iniciar as operações regulares em Serra Talhada e Caruaru depois de esses aeroportos ganharem a certificação de operação da Anac. Agora, temos mais duas cidades pernambucanas em nossa malha, deixando nosso centro de conexões do Recife ainda mais conectado e com mais opções de ligações. Esse é um dia muito especial e marcante para a história dessa região e da aviação regional brasileira”, diz Marcelo Bento Ribeiro, diretor de relações institucionais da Azul.

Mais que ofertar voos entre as cidades, o início das operações regulares da empresa em Serra Talhada e Caruaru estimula o progresso da região, impulsionando a economia local com o surgimento de novas oportunidades de turismo e de negócios. As novas bases também ampliam a malha de destinos da Azul, que passa a ter 93 destinos atendidos no Brasil e no exterior. As novas operações seguem os rígidos protocolos sanitários adotados pela empresa desde o início da pandemia.

Emirates apresentou um prejuízo de 3,4 bilhões de dólares

 

A Emirates anunciou hoje, 12 de novembro, que pela primeira vez em 30 anos registou prejuízos no primeiro semestre uma perda de 3.400 milhões de dólares (2.883,9 milhões de euros).

No comunicado, a companhia indicou que estas perdas líquidas representam uma queda significativa em relação ao lucro de 235 milhões de dólares (199,4 milhões de euros) obtido no mesmo período do ano passado.

O comunicado também observa que as receitas da empresa, que foram sustentadas principalmente pelo negócio da carga, caíram 75% para cerca de 3.200 milhões de dólares (2.715,1 milhões de euros).

“Começámos o nosso atual ano fiscal no meio de um bloqueio global, quando o tráfego aéreo de passageiros estava literalmente paralisado. Nesta situação sem precedentes para a indústria aeronáutica e as viagens, o Emirates Group registou uma perda semestral pela primeira vez em mais de 30 anos”, disse no comunicado o CEO (Chief Executive Officer) do Emirates Group, Ahmed bin Said Al Maktum.

A Emirates transportou 1,5 milhões de passageiros entre o dia 1 de abril e 30 de setembro de 2020, o que representa uma queda de 95% no tráfego em comparação com o mesmo período do ano passado.

Entretanto, os custos operacionais da Emirados caíram 52%, em parte devido a uma redução de 83% dos custos de combustível, que a empresa atribuiu aos preços mais baixos do petróleo, que foram 49% inferiores àqueles do mesmo período do ano passado.

No entanto, o EBITDA (resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da Emirates manteve-se positivo em cerca de 79 milhões de dólares (67 milhões de euros), contra 3.600 milhões de dólares (3.054 milhões de euros) no mesmo período do ano passado.

A empresa registou estes resultados apesar de o seu maior acionista, o Governo do Dubai, ter injetado dois mil milhões de dólares (1.696,2 milhões de euros) durante o primeiro semestre do ano para amortecer o impacto da pandemia.

Uganda Airlines dá a conhecer o interior do seu A330-800

 

Recentemente a Uganda Airlines diculgou imagens do seu primeiro A330-800neo, após sair das oficinas de pintura da Airbus

A companhia fez uma encomenda de duas unidades da versão mais pequena do A330neo.

Hoje, a Uganda Airlines revela imagens das cabines de seu futuro membro que deverá ser entregue em breve.

A cabine Airspace pode transportar até 261 passageiros, 20 passageiros na classe Executiva e 28 na Premium.

Na classe económica pode viajara até 213 passageiros.

De recordar que, a companhia retomou as suas operações no 28 de agosto de 2019, depois de uma ausência de 18 anos.

A Uganda Airlines foi fundada em 1976 e operou até 2001, regressando com uma frota de quatro aviões Bombardier CRJ 900.

TAP: Reuniões com sindicatos sobre reestruturação da companhia arrancam hoje

 

A administração da TAP mantém hoje e sexta-feira um conjunto de reuniões técnicas com a Comissão de Trabalhadores e os sindicatos, sobre o plano de reestruturação da companhia aérea a apresentar a Bruxelas até 10 de dezembro.

As reuniões com os representantes dos trabalhadores decorrem no âmbito do processo de reestruturação da companhia, cuja primeira fase do plano está já concluída, segundo o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos.

Hoje decorrem as reuniões com o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC), o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) e a Comissão de Trabalhadores, conforme confirmaram as entidades à Lusa.

Já na sexta-feira, será a vez dos sindicatos dos trabalhadores de terra conhecerem o que está previsto no plano de reestruturação, que tem que ser apresentado à Comissão Europeia até 10 de dezembro.

Do outro lado da mesa estarão o representante da administração e coordenador do plano de reestruturação, Miguel Malaquias, bem como Carlos Elavai, da consultora Boston Consulting Group (BCG), que está a elaborar o plano, e o diretor de Recursos Humanos da TAP, Pedro Ramos.

Na terça-feira, o Expresso noticiou que a Cunha Vaz e Associados tinha sido escolhida, no âmbito de uma consulta pública, para assessorar a TAP, tendo como missão principal neste momento o dossiê de reestruturação da companhia.

Contactado pela Lusa, António Cunha Vaz confirmou a escolha, mas adiantou que ainda não começaram a trabalhar com a companhia aérea, estando neste momento a aguardar um contacto por parte da TAP para se reunirem, o que acredita que aconteça “um destes dias”.

A Lusa contactou o Ministério das Infraestruturas sobre as razões que motivaram a contratação de uma empresa para fazer a assessoria da TAP, que tem gabinete de comunicação próprio, tendo a tutela respondido que “esse tipo de contratação faz parte da gestão executiva da TAP, não cabendo ao Governo pronunciar-se”.

Na semana passada, o ministro das Infraestruturas disse no parlamento que “a primeira fase” do plano de reestruturação da TAP “está feita” e que as negociações com os sindicatos iam arrancar “desde já”.

Pedro Nuno Santos, que era ouvido no parlamento, no âmbito da apreciação na especialidade da proposta de Orçamento do Estado para 2021 (OE2021), sublinhou que o plano de reestruturação “vai ser exigente” e “muito difícil”, porque de outra maneira os portugueses não iriam entender a injeção de dinheiros públicos que está a ser feita.

“Temos uma companhia aérea que está sobredimensionada para a realidade atual e temos de conseguir um processo restruturação que garanta que a companhia aérea vai ser viável e sustentável”, defendeu Pedro Nuno Santos.

“Não podemos manter artificialmente uma dimensão que não tem neste momento procura prevista”, acrescentou o ministro.

Perante os deputados, o ministro reafirmou ainda que a TAP vai necessitar de utilizar a totalidade dos 1.200 milhões de euros do empréstimo do Estado até ao final do ano.

Em 15 de outubro, Pedro Nuno Santos anunciou no parlamento que iriam sair 1.600 trabalhadores do grupo TAP até ao final do ano, tendo já saído 1.200 colaboradores.

Antes, o ministro das Infraestruturas e da Habitação já tinha afirmado que a TAP está a abandonar encomendas que já estavam feitas e a “negociar a devolução de alguns aviões”.

Qatar Airways cria tipos de tarifas simplificadas e flexíveis para passageiros

 

A Qatar Airways, anunciou hoje, que lançou novos tipos de tarifa simplificadas, em todas as classes, que oferecem melhores escolhas e flexibilidade aos passageiros. A partir de hoje, a companhia aérea irá oferecer um total de seis famílias de tarifas. Por classe, estas são:

» Classe Executiva: Clássico, Conforto, Elite

» Classe Económica: Clássico, Conveniência, Conforto

Cada uma das novas opções oferece aos passageiros um conjunto claro e distinto de produtos e serviços concebidos para satisfazer todas as suas necessidades. Por exemplo, os passageiros que reservarem bilhetes em Classe Económica podem transportar cinco quilos extra de bagagem registada, por cada tarifa incremental da mesma família de tarifa.

Quem optar por comprar um bilhete na Classe Económica Comfort pode desfrutar de lugares preferenciais, cortesia da transportadora aérea. Os clientes que comprarem bilhetes em Classe Económica Comfort ou Business Elite, podem fazer alterações ilimitadas à sua viagem ou solicitar um reembolso, sem que lhe sejam cobradas taxas. Em todas as classes, os membros do Qatar Airways Privilege Club podem ganhar mais Qmiles, de acordo com a família de tarifa que adquirirem.

O Chefe Executivo do Grupo Qatar Airways, Sua Excelência o Sr. Akbar Al Baker, refere: “As nossas novas tipologias de tarifa estão desenhadas para oferecer mais simplicidade, escolha e flexibilidade aos nossos passageiros e fazem parte da nossa ambição para oferecer a melhor experiência em cada classe. Com estas novas categorizações, é muito claro para o cliente o que está a comprar – não há taxas ocultas ou encargos adicionais. Estamos também a dar aos membros do Privilege Club a oportunidade de ganhar mais Qmiles e desbloquear benefícios adicionais ou upgrade de escalão”.

A Qatar Airways reservou uma série de produtos e serviços em cada tipo de tarifa para passageiros que optem por efetuar reserva direta com a companhia. Algumas das regalias são a opção de trocar os bilhetes por um voucher de viagem futura, descontos até 40% no Qatar Duty Free (QDF) e em restaurantes do Aeroporto Internacional de Hamad (HIA).

A Qatar Airways foi nomeada ‘World’s Best Airline’ pelos prémios World Airline Awards de 2019, geridos pela organização internacional Skytrax. Foi também designada “Melhor Companhia Aérea do Médio Oriente”, “Melhor Classe Executiva Mundial”, e “Melhor Lugar na Classe Executiva”, em reconhecimento da sua experiência pioneira na Classe Executiva, Qsuite. É a única companhia aérea galardoada cinco vezes com o almejado título de ‘Skytrax Airline of the Year’, o auge da excelência na indústria aérea. O hub da Qatar Airways, o Aeroporto Internacional de Hamad, foi recentemente classificado como “Melhor Aeroporto do Médio Oriente” e “Terceiro Melhor Aeroporto do Mundo”, pelos Skytrax World Airport Awards 2020.

Sindicato acusa Portway de querer avançar com cortes “ilegais” em subsídios

 

O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Aviação Civil (Sintac) acusa a Portway de querer fazer cortes “ilegais” nos subsídios de transporte e alimentação de alguns trabalhadores, disse Fernando Simões, dirigente da entidade, à Lusa.

O mesmo responsável recordou que a empresa de ‘handling’ (assistência em terra nos aeroportos) está a levar a cabo um processo de rescisões amigáveis e que, neste âmbito “começou a confrontar os trabalhadores com uma declaração a dizer que quando não houvesse tarefas atribuídas por causa da redução da operação, iria dispensá-los”.

O dirigente do Sintac garante que o sindicato compreende esta medida, porque “se não há tarefas é escusado estarem trabalhadores todos juntos no mesmo espaço, reduzindo até as hipóteses de contágio e os surtos”.

“O problema é que [estes trabalhadores] terão cortes no subsídio de transporte e alimentação o que não é legal, porque isto é uma dispensa de assiduidade”, lamentou Fernando Simões, questionando a validade do documento enviado aos colaboradores da empresa.

Contactada pela Lusa, a Portway recordou que “a atividade da aviação europeia e mundial tem tido uma evolução ao longo do ano mais negativa do que se acreditava antes do verão, sendo que se espera um inverno particularmente penalizador para a atividade aeroportuária”.

A empresa contabilizou que, na sua atividade, “no aeroporto de Faro a média de voos por dia é de sete, enquanto no Funchal é de cinco, existindo dias em que é apenas um ou nenhum”, valores muito inferiores aos de 2019.

“Não existindo atividade que justifique a presença dos trabalhadores nos aeroportos, a empresa tem optado por dispensá-los de comparecerem no aeroporto, não existindo faltas ou necessidade de outro tipo de justificações por parte dos trabalhadores, que mantêm ainda assim a sua remuneração”, garantiu a empresa, sem se referir diretamente aos subsídios de transporte e alimentação.

O Sintac, por sua vez, denuncia ainda que “tendo em conta que os trabalhadores não estão a concordar e a assinar” a empresa alegadamente levaria a cabo mudanças “no portal onde aparecem os horários controlados por registos biométricos”, acusando a Portway de alterar os horários sem informar os trabalhadores e indicando que vai equacionar enviar esta questão à Comissão Nacional de Proteção de Dados.

A empresa diz que estas alegações “são obviamente falsas e infundadas, dado a empresa proceder em todas as ocasiões em absoluto cumprimento da lei, e não proceder a manipulação de registos, sejam biométricos ou outros”.

Quanto às rescisões, Fernando Simões adianta que, numa primeira fase, a Portway obteve menos de 40 acordos, encontrando-se agora a decorrer uma segunda parte deste processo, da qual ainda não há números conhecidos.

A empresa, por sua vez, diz ainda que “está a avaliar todas as possibilidades de redução de custos e a desenvolver preferencialmente as iniciativas com menor impacto para os trabalhadores”, recordando que “conforme foi oportunamente informado aos trabalhadores e estruturas sindicais que os representam, a empresa deu início a um processo de rescisões voluntárias por mútuo acordo, com o propósito de ajustar a sua estrutura de pessoal à enorme queda de atividade que se verifica”, mas sem confirmar quantos acordos já obteve.

“A empresa solicitou aos Ministérios do Trabalho e da Economia o estatuto de ‘empresa em reestruturação’, pedido esse ainda em apreciação, no âmbito da al. d) do n.º 2 e n.º 3 do art.º 10.º do RJPD, por forma a alargar a sua quota de subsídios de desemprego, para assim poder desenvolver um programa de rescisões de mútuo acordo com um âmbito alargado, dependendo a necessidade de outras medidas de reestruturação, do sucesso deste programa”, explicou ainda o grupo, questionado pela Lusa sobre este aspeto.

Emirates está a operar A380 “cargueiro”

A Emirates SkyCargo está a utilizar o Airbus A380 em operações de fretamento para transportar cargas necessárias com urgência, como material médico para ajudar no combate ao COVID-19 em regiões que estão a passar por uma segunda onda da pandemia.

A companhia indicou que o primeiro ‘mini cargueiro’ Emirates A380 transportou com sucesso material médico entre Seul e Amesterdão via Dubai.

Ao mesmo tempo em que demonstra agilidade e inovação na resposta comercial à pandemia, a Emirates SkyCargo está a trabalhar para optimizar ainda mais a capacidade dos A380s através de medidas como o carregamento de assentos com carga e planeou mais voos de carga A380 dedicados em novembro.

A título de curiosidade, a HiFly foi a primeira companhia a “converter” o seu A380 em avião cargueiro, através da retirada de alguns assentos como demonstra o vídeo abaixo:

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