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A330neo da Air Senegal é atingido por contentor e HiFly opera voo com a segunda aeronave

A Air Senegal informou que o seu A330neo 6V-ANB, que iria operar o voo HC403 entre Paris e Dakar, foi atingindo por um contentor durante as operações no aeroporto Paris Aéroport-Charles de Gaulle (CDG).

A companhia informou em comunicado que a aeronave está a ser inspeccionada pelos serviços de manutenção.

Para a realização do voo foi enviado, de Beja para Paris, o segundo A330-900 9H-SZN.

A Air Senegal recebeu o seu primeiro A330neo em fevereiro de 2019 (9H-SZN) e a segunda unidade no final do mesmo ano.

De recordar que os dois A330-900 com as cores da Air Senegal são operados pela Hifly.

A Air Senegal foi a primeira companhia aérea africana a receber e operar o mais novo membro da família de fuselagem larga da Airbus.

O A330neo está equipado com uma cabine de três classes, compreendendo 32 assentos de Classe Executiva, 21 Premium Plus e 237 Classe Económica.

O A330neo é um verdadeiro avião de nova geração baseado no sucesso do A330 e inspirado na tecnologia A350 XWB. O modelo incorpora motores Rolls-Royce Trent 7000 de nova geração altamente eficientes e uma nova asa 3D optimizada de maior alcance com novos Sharklets. Juntos, estes avanços trazem uma redução significativa no consumo de combustível de 25% em comparação com aeronaves concorrentes de geração anterior de tamanho similar.

 

Operação do C-130H pela Esquadra 501

A Esquadra 501 – Bisontes, que opera o C-130H, é uma das esquadras com maior empenhamento em missões de apoio ao estrangeiro, tanto para transporte de pessoas como para transporte de material.

Ao longo de todo o ano, e em especial nesta quadra natalícia, é responsável por fazer a ponte para com os militares portugueses que se encontram em representação de Portugal em teatros de operações a decorrer em outros países.

Foto: FAP

O C-130H é um avião quadrimotor, turbo-hélice, de asa alta e trem retrátil.

A esquadra 501, através das excecionais capacidades da aeronave que opera, dá garantia ao Estado português para poder projetar a sua vontade em qualquer ponto do Mundo sob quaisquer condições.

Esta esquadra, com a atual designação, iniciou a sua atividade em 1977, ano da chegada do primeiro C-130H, aeronave que, depois de apurados estudos, se revelou a que melhor se adaptava às necessidades da Força Aérea Portuguesa.

Foto: FAP

Pode dizer-se que o transporte aéreo militar teve o seu início com o exercício Himba, realizado em 1959, que previa uma ponte aérea para as províncias ultramarinas. Com a crescente instabilidade em África e com os resultados do exercício anterior, surgiu a necessidade de remodelação dos transportes aéreos. Fruto dessa situação, surgiram dois agrupamentos: um a voar Skymaster e Dakota no AB1, Portela, e outro a voar DC6 no Montijo. Foi, posteriormente, com a saída do serviço efetivo do DC6 e com a transferência da aeronave Boeing 707 que se evidenciou a necessidade de se adquirir outra aeronave.

Em resultado, foi criada a esquadra 501, dando-se início à operação com o Hércules C-130H.

Fruto das suas valências, a esquadra está qualificada para executar missões nos mais diversificados, complexos e delicados cenários de empenhamento, independentemente da permissividade do teatro de operações. Casos disso temos: Angola, Moçambique, S. Tomé, Cabo Verde, Timor, Golfo Pérsico, Moscovo, Afeganistão, Ruanda e Balcãs, entre outros. Mais recentemente Haiti, Egito e Líbia com missões de apoio humanitário.

Com perto de 70000 horas voadas, os militares que, direta ou indiretamente, contribuíram para o sucesso das missões efetuadas sentem o orgulho do dever cumprido, fruto do seu esforço e empenho.

Foto: FAP

O acesso ao compartimento de carga na fuselagem é feito pela parte traseira do avião, que se abre em rampa, facilitando, desta forma, não só as operações de carga e descarga, mas também o transporte de cargas volumosas (viaturas pesadas), o lançamento de carga em paraquedas ou por extração a baixa altitude e ainda, o lançamento de paraquedistas.

Na configuração sanitária o C-130H pode transportar até 74 macas e, na versão C-130H-30, poderão ser evacuados até 97 feridos ou doentes.

Foto: FAP

A Força Aérea Portuguesa possui três C-130H-30, versão que resulta do alongamento do C-130H, pela introdução na fuselagem de dois anéis, que aumentam o comprimento total da aeronave em 4,572 m, o que lhe confere maior capacidade volumétrica sem lhe alterar significativamente a “perfomance” básica.

Brasil passa a exigir teste negativo à COVID-19 a partir de 30 de dezembro

 

O Brasil vai passar a exigir, a partir de 30 de dezembro, que todos os passageiros que cheguem ao país, sejam eles cidadãos brasileiros ou estrangeiros, possuam um teste PCR negativo para a COVID-19, realizado com um máximo de 72 horas antes da partida, informou a companhia aérea brasileira Azul.

De acordo com as informações, a obrigatoriedade resulta de uma portaria emitida pelo governo brasileiro no passado dia 17 de dezembro e que entra em vigor a 30 de dezembro.

Além do teste negativo à COVID-19, todos os passageiros que cheguem ao Brasil devem também apresentar a “Declaração de Saúde do Viajante (DSV), que pode ser preenchida online ou por via impressa”.

“O governo ainda não detalhou sobre o preenchimento online, entretanto, o formulário físico estará disponível para preenchimento antes da entrada no Brasil”, acrescenta a companhia aérea, que conta com voos diários entre Lisboa e São Paulo.

Também as autoridades sanitárias brasileiras começaram a controlar os passageiros que chegam do Reino Unido devido à nova estirpe do coronavírus descoberta naquele país, mas informaram que não planeiam suspender os voos.

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) do Brasil, todos os voos oriundos do Reino Unido passarão por uma avaliação de saúde antes que o desembarque seja permitido.

Da mesma forma, “será mantido contacto com todos os passageiros e tripulantes para acompanhamento das suas condições de saúde”, a fim de, se necessário, “adotar medidas de prevenção e controlo da covid-19”, diz uma nota divulgada pela Anvisa.

Apesar da situação no Reino Unido, o teste negativo para covid-19 só será exigido a partir do dia 30 de dezembro.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que não há evidências de que a nova variante do coronavírus identificada no Reino Unido cause uma infeção mais grave ou afecte a eficácia dos testes de diagnóstico e vacinas disponíveis, embora tenha admitido que parece ser uma mutação mais contagiosa.

Esta situação levou dezenas de países a suspender temporariamente as suas ligações aéreas com o Reino Unido, a fim de conter a propagação da nova estirpe do vírus.

Montenegro Airlines suspende operações (com vídeo)

 

Dia 25 de dezembro de 2020 fica marcado como mais um dia negro para o mundo da aviação.

A partir de amanhã, 26 de dezembro, a Montenegro Airlines suspende toda a sua operação depois de 26 anos em serviço.

O último voo da companhia com o número YM103 entre Belgrado e Podgorica já aterrou na capital montenegrina às 20h21 (hora local):

Numa mensagens enviadas aos passageiros a companhia indica:

“Devido às novas circunstâncias relacionadas com a decisão do governo de Montenegro de não apoiar a existência de uma companhia aérea nacional, que está extremamente afectada com a actual situação global vamos suspender toda a nossa operação programada a partir do dia 26 de dezembro.

Obrigado a todos os nossos viajantes pelos anos de confiança, viagens e amizade, e pedimos desculpas antecipadamente a todos os que terão de alterar as suas viagens nos próximos dias e semanas, sabendo que causará problemas na organização e planeamento nestes dias”

A Montenegro Airlines é uma empresa aérea de Montenegro, fundada a 24 de outubro de 1994. A companhia está licenciada para o transporte nacional e internacional de passageiros, assim como transporte de carga e correio.

A frota da companhia era composta actualmente por 4 aeronaves; 3 Embraer 190 e 1 Kokker 100.

Guarapari recebe primeiro voo comercial da Azul Conecta

 

Cidade capixaba terá voos especiais para Belo Horizonte ao longo do verão; Verão Azul Conecta quer incentivar viajantes a trocarem a terra pelo ar

Destino muito apreciado pelos mineiros, Guarapari, no litoral do Espírito Santo, começa a receber hoje voos partindo de Belo Horizonte, na capital de Minas Gerais. A rota inédita e exclusiva será operada pela Azul Conecta, a empresa sub-regional da Azul, com as aeronaves modelo Cessna Grand Caravan, com capacidade para nove Clientes.

A operação faz parte do projeto batizado de “Verão Azul Conecta”, que pretende atender a demanda de Clientes que querem chegar com conforto, agilidade e conveniência a alguns dos destinos mais procurados da alta estação. Partindo de capitais como Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza, o Cliente pode chegar rapidamente à Canela (RS), Torres (RS), Itanhaém (SP), Ubatuba (SP), Paraty (RJ), Angra dos Reis (RJ), Búzios (RJ) e Jericoacoara (CE).

“A entrada desses dois novos destinos, tão queridos pelos mineiros, tem o intuito de atender os passageiros que desejam retomar as viagens a lazer durante a alta temporada. Nossa ideia é manter as operações com a máxima segurança possível para que todos tenham a tranquilidade e confiança em voar e circular pelo terminal. Queremos sempre ampliar a conectividade de Minas Gerais com o Brasil”, avalia Clayton Begido, gestor de Conectividade e Aviação da BH Airport.

SATA Azores Airlines já voa com o seu novo A321LR

 

A SATA Azores Airlines iniciou ontem, 24 de dezembro, os voos comerciais com o seu novo A321LR CS-TSI.

O primeiro voo comercial foi realizado entre Lisboa e as Lajes com o número S4133. No mesmo dia foi realizado o voo S4132 entre as Lajes e Lisboa.

Já hoje a aeronave operou o voo S46845 entre Lisboa e a cidade da Praia, em Cabo Verde.

Foto: Clélio Garcia

De referir que a companhia recebeu o seu novo A321LR no dia 30 de outubro.

Nesse dia o CS-TSI realizou o voo S49721 entre Hamburgo e Norwich, onde recebeu as novas cores da companhia.

No dia 6 e novembro chegou a em Lisboa A321LR onde aguardou os procedimentos de certificação por parte das autoridades.

A título de curiosidade, ao contrário dos outros modelos neo a companhia recebeu este modelo totalmente branco, tendo sido posteriormente pintado, como referido acima.

Além deste modelo, os A321neo CS-TSF, CS-TSG e o A321LR CS-TSH vão passar por processos de rectificação de pintura no que respeita ao logotipo da empresa, por forma a uniformizar a marca.

Da frota da companhia apenas irá existir uma aeronave com a imagem antiga o CS-TKK uma vez que deverá sair da companhia dentro de um ano.

Este é o segundo dos três aviões A321LR que a Azores Airlines vai receber em regime de leasing à Air Lease Corporation, e conta com 190 lugares distribuídos por duas classes (16 em executiva e 174 em económica).

De recordar que inicialmente estava previsto a Azores Airlines receber 4 modelos A321LR, saindo da frota os actuais A321neo; CS-TSG e CS-TSF.

O aparelho está equipado com motores CFM LEAP-1A e, segundo o fabricante aeronáutico europeu, oferece “o conforto excecional de um widebody numa cabina e com os custos de operação de um aparelho de corredor único”.

O A321LR é o modelo de longo curso da família A320neo e permite realizar voos até 7.400 quilómetros, o que, segundo a Airbus, permite chegar a mercados “que até então estavam inacessíveis aos aparelhos de corredor único”, sendo também mais eficiente, menos ruidoso e mais amigo do ambiente.

Força Aérea Portuguesa realiza transporte de órgãos para transplante no Dia de Natal

 

A Força Aérea Portuguesa, através da Esquadra 504 – “Linces”, realizou durante a madrugada de dia 25 de dezembro, uma missão de transporte de órgãos para transplante em território nacional.

A aeronave Falcon 50, descolou do Aeródromo de Trânsito N.º 1, Figo Maduro, pelas 1h05, e aterrou no mesmo Aeródromo pelas 10h20.

easyJet já voa entre Faro e Amesterdão

 

A easyJet inaugurou no dia 19 de dezembro a sua nova rota entre Faro e Amesterdão, na Holanda.

“É com grande entusiasmo que juntamos à nossa oferta esta ligação entre as cidades de Faro e de Amesterdão. Portugal é, e continuará a ser, estratégico para a easyJet e é por isso que continuamos a apostar neste mercado, com uma oferta que vá́ ao encontro das necessidades dos portugueses e dos estrangeiros que nos visitam. Queremos dar a oportunidade a todos os nossos passageiros de desfrutarem de umas férias de verão diferentes, ao oferecermos novas rotas, sempre aos melhores preços”, sublinha José Lopes, diretor geral da easyJet em Portugal.

Os voos serão operados duas vezes por semana em equipamento A320, passando a três em julho e agosto de 2021.

A nova operação será realizada às quartas-feiras e sábados, enquanto durante os meses de julho e agosto passam a existir voos às segundas, quintas e sábados.

Qatar Airways oferece um ano completo de flexibilidade em 2021

 

A Qatar Airways anunciou que irá oferecer aos passageiros alterações ilimitadas de datas e reembolsos isentos de taxas para todos os bilhetes emitidos antes de 30 de abril de 2021, para viagens concluídas até 31 de dezembro de 2021*. Esta recente melhoria da companhia aérea à sua política de reservas flexíveis, líder na indústria, foi concebida para continuar a proporcionar aos clientes a tranquilidade de que podem mudar os seus planos com facilidade.

A opção de trocar bilhetes por um vale de viagem com 10% de valor adicional, passa também a ser uma opção permanente para todos os clientes que reservam viagens através do site qatarairways.com. Este processo de resgate de um voucher de viagem é rápido e fácil – os passageiros inscrevem-se online e recebem o voucher no prazo de 48 horas.

O Chefe Executivo do Grupo Qatar Airways, Sua Excelência o Sr. Akbar Al Baker, afirmou: “Durante 2020 proporcionámos aos clientes a possibilidade de modificar as viagens sem penalidades em resultado da perturbação das viagens globais causada pela COVID-19. Enquanto aguardamos com expectativa as possibilidades de voltar a viajar no próximo ano, a Qatar Airways continuará a estar ao lado dos nossos passageiros, oferecendo flexibilidade contínua ao longo de 2021, enquanto companhia aérea em que podem confiar”.

A transportadora nacional do Estado do Qatar continua a reconstruir a sua rede, voando atualmente para mais de 100 destinos e chegando aos 126 até março de 2021. Com voos mais frequentes a serem adicionados aos principais aeroportos centrais, a Qatar Airways oferece opções inigualáveis aos passageiros, facilitando a alteração das datas de viagem ou destino, se necessário. A Qatar Airways continua empenhada em honrar o reembolso de passageiros, tendo pago mais de 1,65 mil milhões de dólares desde março de 2020 em reembolsos.

Ao viajar com a Qatar Airways em 2021, os passageiros podem esperar os mais altos níveis de segurança durante toda a viagem. As medidas de segurança a bordo da companhia aérea envolvem o fornecimento de Equipamento de Proteção Individual (EPI) para a tripulação de cabine e um kit de proteção complementar (com máscara, luvas e álcool-gel) e escudos faciais descartáveis para os passageiros.

Os clientes da classe executiva em aviões equipados com Qsuite podem desfrutar da privacidade aprimorada que este assento proporciona, e que inclui divisórias de privacidade deslizantes e a opção de utilizar um indicador “Não Perturbar (DND)”. A Qsuite está disponível em voos para mais de 30 destinos, incluindo Frankfurt, Kuala Lumpur, Londres e Nova Iorque. Para mais informações sobre todas as medidas que foram implementadas a bordo e no HIA, por favor visite qatarairways.com/safety

TAP, Portugália e Cateringpor declaradas empresas “em situação económica difícil”

 

O Conselho de Ministros aprovou hoje uma resolução que declara a TAP, a Portugália e a Cateringpor, a empresa de ‘catering’ do grupo TAP, em “situação económica difícil”, lê-se no comunicado, hoje divulgado.

“A estas empresas são, assim, atribuídos os efeitos previstos na legislação, nomeadamente a alteração de condições de trabalho e a não aplicação ou a suspensão, total ou parcial, das cláusulas dos acordos de empresa ou dos instrumentos de regulamentação coletiva aplicáveis, com estabelecimento do respetivo regime sucedâneo”, adiantou o Governo.

O plano de reestruturação da TAP, entregue em Bruxelas este mês prevê a suspensão dos acordos de empresa, medida sem a qual, segundo o ministro das Infraestruturas Pedro Nuno Santos, não seria possível fazer a reestruturação da TAP.

“Para podermos suspender os acordos de empresa é necessário que o Conselho de Ministros declare a empresa em situação económica difícil”, explicou, apontando que este é, aliás, um regime ao abrigo do qual a TAP já tinha estado no passado, em 1977.

Foto: TAP

O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) acusou hoje o Governo de violar a Constituição por ter decidido “unilateralmente” suspender os acordos de empresa da TAP, que considera uma “iniciativa arriscada e socialmente irresponsável”.

“Após um simulacro de negociação antes da apresentação do plano de reestruturação do Grupo TAP a Bruxelas, o Governo toma agora uma decisão unilateral, sem consultar os representantes dos trabalhadores, em clara violação da Constituição”, afirmou o SPAC, numa comunicação aos associados, sublinhando que o Governo “prefere usar instrumentos de pressão sobre os pilotos do que realizar uma negociação efetiva de boa-fé”.

Assim, “antevendo esta posição”, a direção do SPAC deu conta de ter apresentado na terça-feira à TAP “uma proposta de acordo de emergência de suspensão parcial e alteração parcial do Acordo de Empresa (da TAP SA), com vista a dar início a um processo negocial que seja alternativa à iniciativa arriscada e socialmente irresponsável do Governo, materializada na referida Resolução do Conselho de Ministros”.

Na comunicados aos associados, a que a Lusa teve acesso, o SPAC considerou que a resolução do Conselho de Ministros “está ferida de variadas inconstitucionalidades e ilegalidades” e, neste sentido, garante que vai recorrer “a todos os meios judicias e extrajudiciais para defesa do Estado de Direito e da Lei Fundamental”.

Na opinião do sindicato que representa os pilotos da transportadora, “o Governo escolheu o caminho mais difícil para resolver os graves problemas do grupo TAP”, passando, assim, a pertencer-lhe “a responsabilidade pelas consequências dessa escolha”.

Ainda assim, o SPAC disse manter-se disponível para negociar soluções estruturais para a TAP, esperando “bom senso” para que isso seja possível.

“Até lá, iremos reagir por todos os meios ao nosso alcance contra este atentado aos direitos dos pilotos, em especial o de audição das suas estruturas representativas e de negociação e contratação colectiva”, reiterou.

Foto: TAP

Também hoje, o Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos (Sitava) acusou hoje o Governo de aplicar um “golpe baixo” e “traiçoeiro” aos trabalhadores da TAP, por ter declarado a empresa em “situação económica difícil”, para poder suspender os acordos de empresa.

“Caía a noite [de terça-feira] quando os trabalhadores foram violentamente agredidos com a notícia da resolução do Conselho de Ministros que, cobardemente, veio roubar aos trabalhadores uma das conquistas mais antigas e sofridas do seu já longo historial de lutas”, afirmou o sindicato, em comunicado, referindo-se à contratação coletiva, cujo primeiro acordo coletivo de trabalho foi assinado há 50 anos.

Para o sindicato, esta decisão é “um golpe baixo e, ainda mais, traiçoeiro”, levado a cabo por “um Governo do PS e por um ministro [das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos] que não se cansa de se autointitular de esquerda”.

O Sitava considerou que os trabalhadores foram iludidos pelo Governo ao longo de vários meses, por ter garantido “que todas as medidas necessárias seriam discutidas e negociadas com os seus representantes”, entendendo que tal não aconteceu.

A estrutura sindical exige ainda que o Governo “substitua de imediato” a atual administração da TAP e que esta “se abstenha de cometer qualquer ato lesivo para a empresa e para os trabalhadores”.

O Sitava atribui as culpas da situação difícil em que se encontra a companhia aérea aos “experimentalismos aventuristas” da antiga gestão privada, que se mantém na empresa, à exceção do antigo presidente executivo, Antonoaldo Neves, que foi substituído por Ramiro Sequeira, que já fazia parte da antiga administração.

“Mas será que este Governo e o seu Conselho de Administração, que são de facto os responsáveis por tudo o que se passou neste período, dá sinais de querer emendar a mão? Não, não dá! Não só, como dissemos, manteve a administração dos antigos acionistas privados (incluindo o financeiro) a governar a empresa nesta fase de grandes dificuldades, como parece continuar a manter-lhe a confiança para que sejam estes agora também os algozes dos trabalhadores que ao longo dos anos acreditaram nos seus atos de gestão”, apontou.

Na ótica do sindicato, deve ser empossada uma nova equipa de gestão, “alinhada com os interesses da TAP pública e ao serviço do país”, bem como devem ser “rapidamente” substituídas “todas as estruturas de todas as direções atuais, principescamente pagas, por quadros com provas dadas na empresa”.

O plano de reestruturação da TAP, entregue em Bruxelas este mês prevê a suspensão dos acordos de empresa, medida sem a qual, segundo o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, não seria possível fazer a reestruturação da TAP.

O plano de reestruturação da TAP à Comissão Europeia, entregue à Comissão Europeia, prevê o despedimento de 500 pilotos, 750 tripulantes de cabine, 450 trabalhadores da manutenção e engenharia e 250 das restantes áreas.

O plano prevê, ainda, a redução de 25% da massa salarial do grupo (30% no caso dos órgãos sociais) e do número de aviões que compõem a frota da companhia, de 108 para 88 aviões comerciais.

O plano de reestruturação da TAP à Comissão Europeia, entregue à Comissão Europeia, prevê o despedimento de 500 pilotos, 750 tripulantes de cabine, 450 trabalhadores da manutenção e engenharia e 250 das restantes áreas.

O plano prevê, ainda, a redução de 25% da massa salarial do grupo e do número de aviões que compõem a frota da companhia, de 108 para 88 aviões.

com lusa

Azul retoma operação em Parnaíba com ligações para Campinas e Teresina

 

Artigo escrito em português do Brasil:

Voos três vezes por semana permitirão aos Clientes planejar viagens de verão para diversos destinos por todo o país.

Atenta à demanda de lazer do verão brasileiro, a Azul retoma a partir de domingo (20) voos para Parnaíba, Piauí, com ligações para a capital, Teresina, e também Campinas, em São Paulo. As passagens para os voos, que seguirão os protocolos sanitários adotados pela empresa desde o início da pandemia, já estão disponíveis para compra em todos os canais oficiais da Azul.

Realizadas com as aeronaves modelo Embraer, para 118 Clientes, as operações vão atender Clientes que pretendem passar as datas comemorativas do fim de ano e aproveitar as regiões mais famosos do Brasil.

“Vivemos um período de retomada gradual e responsável do turismo em todas as partes do país. Respeitando as regras ouro deste momento, as pessoas já podem aproveitar o verão para curtir com suas famílias, amigos e parentes. Os nossos Clientes poderão contar com a Azul ao longo de toda a temporada para viajar com todas as medidas de higiene e segurança que adotamos desde o início da pandemia”, ressalta Abhi Shah, vice-presidente de Receitas da Azul.

Durante a alta temporada do verão, a Azul oferecerá partidas adicionais de diversos aeroportos do país para cidades turísticas mais procuradas neste período do ano. Ao todo, serão 113 destinos. A malha planejada para o verão reduz parte da oferta de assentos por viagens a negócios, que tradicionalmente diminuem neste período do ano, e amplia a capacidade de assentos destinados a voos em rotas de lazer.

Airbus entrega o primeiro A400M à Força Aérea Belga

 

A Força Aérea Belga recebeu a primeira de 7 aeronaves de transporte militar Airbus A400M encomendadas à Airbus. A aeronave foi entregue na fábrica de montagem em Sevilha, Espanha, de onde descolou para aquela que será a sua base, a 15th Wing Air Transport em Melsbroek, na Bélgica.

Este A400M, também conhecido como MSN106, vai operar numa unidade binacional composta por um total de 8 aeronaves, sendo 7 da Força Aérea Belga e 1 das Forças Armadas Luxemburguesas. O segundo A400M será entregue à Bélgica no início de 2021.

O Responsável pela área da aviação militar da Airbus Defense and Space, Alberto Gutierrez, diz que “mesmo com os desafios impostos pelo Covid-19, a nossa equipa conseguiu realizar as 10 entregas de aeronaves marcadas para este ano, fazendo o número das aeronaves operacionais subir para 98 aparelhos”.

A fotografia mostra o A400M no seu voo inaugural para a base Belga em Melsbroek.

Azul disponibilizou-se para transportar gratuitamente vacinas contra o Covid-19

 

Azul anunciou que disponibilizou toda a sua rede de rotas domésticas para transportar gratuitamente as vacinas contra o Covid19.

Com 113 cidades servidas no Brasil, a Azul e a Azul Cargo Express estão prontas para ajudar na logística de distribuição da vacina pelo Brasil.

Em comunicado a companhia que orgulhosamente leva o mapa do Brasil no seu logotipo, colocou à disposição das autoridades brasileiras o transporte gratuito das vacinas contra a Covid-19 pelo país utilizando a sua rede de voos existente.

Com uma ampla cobertura de 113 cidades em todo o território nacional e uma diversificada frota de aeronaves, que conta com modelos da Embraer, Airbus, ATR e Cessna, a Azul e Azul Cargo Express estão prontas para auxiliar o Brasil na logística de distribuição das vacinas contra a doença que causou a pior crise de saúde dos últimos anos.

“A Azul tem servido o Brasil com muita dedicação nos últimos 12 anos, trazendo serviços aéreos essenciais para mais de 100 cidades. Agora, estamos prontos para fazer a nossa parte e apoiar o país na desafiadora e complexa missão de distribuir vacinas em todo o território nacional. Por meio das operações da Azul Cargo Express, temos a capacidade única de transportar vacinas com segurança e eficiência para cidades e comunidades em todo o país. Estamos colocando à disposição espaços de carga gratuitos em nossa malha de rotas regulares para qualquer autoridade governamental no Brasil”, disse John Rodgerson, presidente da Azul. “Sabemos da importância dessa missão e queremos incentivar todas as empresas de logística e transporte do Brasil a fazerem o mesmo. Agora é a hora de todos trabalharmos juntos e apoiarmos o Brasil”, completou Rodgerson.

TAAG retomou ligação semanal Lisboa – Maputo, via Luanda

 

A TAAG – Linhas Aéreas de Angola retomou os voos entre Lisboa e Maputo, via Luanda, com uma ligação por semana.

A operação é realizada em equipamento B777-300 entre Portugal e Angola e em B737 entre Luanda e Maputo.

De acordo com as informações disponiveis, os voos são operados às quartas-feiras pelas 23h de Lisboa para chegar a Luanda às 7h30 do dia seguinte, de onde partem às 9h para chegar a Maputo às 14h (horas locais).

Incidente com B787-9 da Air Canada

 

O Boeing 787-9 da Air Canada com a matrícula matrícula C-FVLU ficou com o trens de aterragem atolados na lateral do taxiway durante um processo de reboque.

O incidente ocorreu este domingo, 20 de dezembro, no Aeroporto Internacional de Vancouver, no Canadá.

De acordo com as informações, a aeronave estava a ser rebocada para uma posição de embarque de passageiros para a realização do voo AC304 com destino a Montreal.

Como e possível ver no vídeo acima, a aeronave já foi rebocada e encontra sobre observação dos técnicos de manutenção da Air Canada.

Uganda Airlines recebeu o seu primeiro A330-800 (com vídeo)

A Uganda Airlines, a companhia aérea de bandeira do país, recebeu o seu primeiro A330neo, a versão mais recente do mais popular avião de passageiros widebody.

Esta é a primeira aeronave Airbus entregue à Uganda Airlines, fundada em 2019.

Em linha com a estratégia da empresa de continuar a oferecer aos seus clientes economia imbatível, maior eficiência operacional e conforto superior para os passageiros, o A330-800 é a mais recente adição à linha de produtos de aeronaves comerciais da Airbus.

Graças à sua capacidade de médio porte sob medida e à sua excelente versatilidade de alcance, o A330neo é considerado a aeronave ideal para operar como parte da recuperação pós-COVID-19.

O A330neo permitirá à nova companhia aérea lançar as suas operações de longo curso com voos intercontinentais sem escalas para o Médio Oriente, Europa e Ásia.

Com a cabine Airbus ‘Airspace, os passageiros podem desfrutar de uma experiência única e explorar todo o seu conforto com 20 camas full flat, classe executiva, 28 assentos premium da classe económica e 210 assentos da classe económica, totalizando 258 assentos.

O A330neo é uma verdadeira aeronave de nova geração, baseada nas características do popular A330 e usando tecnologia desenvolvida para o A350.

Equipado com os mais recentes motores Rolls-Royce Trent 7000 e apresentando uma nova asa com envergadura aumentada e Sharklets inspirados no A350, o A330neo oferece um nível de eficiência sem precedentes.

A aeronave queima 25% menos combustível por assento do que os concorrentes da geração anterior. A cabine do A330neo oferece uma experiência única ao passageiro, com mais espaço pessoal e sistema de entretenimento e conectividade de última geração a bordo.

De recordar que, a companhia retomou as suas operações no 28 de agosto de 2019, depois de uma ausência de 18 anos.

A Uganda Airlines foi fundada em 1976 e operou até 2001, regressando com uma frota de quatro aviões Bombardier CRJ 900.

Vários países entre eles Portugal aplicam restrições de passageiros oriundos do Reino Unido

 

O Governo decretou restrições à entrada em Portugal de passageiros de voos provenientes do Reino Unido, que passa a ser permitida apenas a cidadãos nacionais ou legalmente residentes em Portugal, anunciaram hoje os ministérios da Administração Interna e da Saúde.

A restrição, com efeito a partir das 00:00 de segunda-feira, foi decretada na sequência da evolução epidemiológica no Reino Unido, onde foi identificada uma variante mais contagiosa do novo coronavírus que provoca a doença covid-19.

À chegada a Portugal, os passageiros que cumpram esses requisitos de entrada, têm ainda de apresentar um teste laboratorial de rastreio negativo ao SARS-Cov-2.

Segundo comunicados divulgados pelo MAI e pelo Ministério da Saúde, em caso de não serem portadores do comprovativo do teste negativo, os cidadãos serão “encaminhados pelas autoridades competentes” para “a realização do referido teste no interior do aeroporto, através de profissionais de saúde habilitados para o efeito”, ficando em isolamento.

Em Portugal não se confirma a circulação desta nova variante vírus detetada no Reino Unido, avançam os dois ministérios, que citam dados obtidos pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, que “já englobam análise de amostras do mês de novembro e da segunda vaga”.

A medida de restrição à entrada de passageiros oriundos do Reino Unido “será atualizada de acordo com a evolução da situação”, adiantam ainda os comunicados dos ministérios.

O Governo irlandês vai impor também restrições aos voos e ligações de ‘ferry’ do Reino Unido, na sequência das medidas adotadas pelo executivo britânico devido à nova variante da covid-19.

As regras que Dublin conta aplicar serão revistas na reunião de Governo da próxima terça-feira, após outros países europeus, como a Bélgica, Itália e os Países Baixos, terem decidido suspender os voos provenientes do Reino Unido, após o aparecimento de uma nova variante do coronavírus.

Israel proibiu também a entrada no país de cidadãos estrangeiros oriundos do Reino Unido, como forma de impedir da propagação da nova estirpe da covid-19 detetada no sul de Inglaterra, tal como já fizeram vários países europeus.

A medida, tomada pela Comissão de Coronavírus israelita, terá, de resto, pouco impacto, uma vez que está proibida a entrada de turistas no país desde praticamente o início da pandemia.

Ryanair faz despedimento coletivo na base de Lisboa depois do Porto

 

O Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) acusou hoje a Ryanair de iniciar um novo processo de despedimento coletivo, agora na base de Lisboa, depois de o ter feito no Porto.

“A Ryanair resolveu, de forma incompreensível e sem qualquer critério de gestão, iniciar um novo processo de despedimento coletivo, agora na Base de Lisboa, envolvendo seis tripulantes, que curiosamente recusaram assinar, apesar da pressão da Ryanair, uma adenda que como o sindicato alertou na altura, é ilegal”, refere o SNPVAC em comunicado.

O sindicato realça também que tomou conhecimento que a Ryanair retomou, no dia 01 de dezembro deste ano, o processo do despedimento coletivo dos tripulantes de cabine na base do Porto, que atingiu 23 pessoas.

No comunicado, menciona que este processo “não passa de uma represália” aos tripulantes envolvidos e “refuta completamente” o argumento de que “haja um excesso” de tripulantes nas bases em Portugal.

Além disso, relembra, “mais uma vez”, que a companhia aérea, “poderia optar” por medidas previstas na lei, tal como o fez em abril e maio, e que “atenuariam os seus custos, sem ter que recorrer ao despedimento”.

Esta última decisão da Ryanair é vista como “um desrespeito” por parte da direção do SNPVAC, que se “sente enganada”, uma vez que nas últimas semanas, demonstrou “total disponibilidade para conversar, dialogar, negociar”, mesmo que para tal, tivesse de “ultrapassar determinados estatutos”, uma vez que acreditava que as duas instituições “estariam verdadeiramente empenhadas” em encontrar uma soluçarão “seria e credível para não haver despedimentos”, lê-se na nota divulgada.

O sindicato realça que este novo despedimento coletivo surge no seguimento do anúncio público por parte da Ryanair de aumentar os voos para o Porto em dezembro e janeiro, devido ao aumento da procura neste Natal.

O despedimento ocorre ainda após o anúncio da aquisição de 75 Boeing 737 Max, o que “demonstra a perspetiva de crescimento já no próximo ano”, uma vez que o presidente executivo, Michael O’Leary, esperava receber 50 aviões deste modelo já em 2021, salienta o SNPVAC.

Alega também que o despedimento surge aquando do recurso a tripulantes de outras bases em ‘lay-off’, para colmatar a escassez de trabalhadores nas bases em Portugal, provocada pelo aumento do número de voos, quando a companhia está a realizar cursos de formação para novos tripulantes e quando as últimas previsões apontam para uma retoma efetiva já a partir de 2021, muito influenciado pelo surgimento da vacina que originou um forte aumento na procura e nas reservas.

A direção do SNPVAC questiona como foi possível à Ryanair “chegar a acordo com outras classes profissionais” da empresa e pergunta “o que mais deveriam os tripulantes de cabine abdicar?! Dos seus direitos consagrados na lei portuguesa?”, lê-se no comunicado.

Além do mais, o SNPVAC, acusa a companhia aérea irlandesa de baixo custo de “continuar a brindar-nos com as suas afirmações de desrespeito ao país e as suas leis”.

Em 05 de dezembro, numa resposta por escrito à Lusa a Ryanair lamentou que o SNPVAC não tenha reunido consenso em torno de um acordo com a companhia, referindo que, por esse motivo, teve de avançar para um despedimento coletivo.

“Em 13 de novembro, após intensas negociações, a Ryanair assinou um acordo com o SNPVAC”, refere a companhia aérea ‘low-cost’ nessa resposta, adiantando, que “lamentavelmente, o acordo assinado não foi aceite pelos associados do sindicato” pelo que, “como resultado”, tem “de lidar com o atual excesso de tripulantes de cabine, avançando com um despedimento coletivo”.

Entretanto, o SNPVAC aguarda a marcação de uma audiência solicitada ao ministro das Infra-Estruturas, Pedro Nuno Santos, para denunciar o que classifica de “autêntico ataque a uma classe”, bem como “a total conivência das instituições regionais e nacionais deste país, que permitem que uma empresa que atropela constantemente a lei, seja premiada com incentivos, subsídios, prejudicando assim as companhias nacionais que cumprem com a lei”.

Iberia compra Air Europa por 500 milhões mas só paga em 2026

 

A Iberia vai comprar a Air Europa por 500 milhões de euros, mas o montante só será pago em 2026. O acordo, que tinha sido já anunciado, previa que o negócio ascendesse a 1.000 milhões de euros.

A companhia aérea espanhola chegou a acordo com o Grupo International Airlines (IAG), que a detém, alcançando novas condições de preço e formas de pagamento.

Há um ano, as partes tinham chegado a entendimento para fechar este negócio por 1.000 milhões de euros. Contudo, após várias discussões, este valor caiu para cerca de metade. Isto depois de a Iberia se ter reunido com o Conselho de Administração do IAG esta quarta-feira, onde foi avaliado o impacto que o Brexit terá nas operações da Air Europa.

Por enquanto, a operação está apenas pendente da Empresa Estatal de Participação Industrial (SEPI), que tem de aceitar renunciar à nomeação dos dois administradores que a representam no empréstimo concedido à Globalia, dona da Air Europa.

É exatamente devido a esse empréstimo que o pagamento só acontecerá em 2026. Isto porque a SEPI emprestou 475 milhões de euros à Air Europa em novembro e só daqui a cinco anos é que a companhia aérea deverá ter este montante liquidado.

Luis Gallego, presidente executivo do Grupo IAG desde setembro, quando deixou iguais funções na Iberia, e Javier Hidalgo, filho do fundador da Globalia e responsável pela gestão da Air Europa, lideraram pessoalmente as negociações.

Cabo Verde Connect inaugurou a sua rota entre a Praia e Paris

 

Passavam 19 minutos das 8 horas (hora local) quando descolava do Aeroporto Internacional da Praia – Nelson Mandela o A320 da SATA Azores Airlines a operar o voo S46877 com destino a Paris-Charles de Gaulle.

O voo de regresso S46873 será operado este domingo.

A Cabo Verde Connect iniciou a sua operação no dia 2 de dezembro com o voo entre Lisboa e a cidade da Praia.

Foto: Carlos Freitas

Esta sexta-feira encontravam-se no Aeroporto da Praia três aeronaves portuguesas:

A321neo – SATA Azores Airlines | Ponta Delgada – Praia – Ponta Delgada – Boston

A320 – SATA Azores Airlines | Lisboa – Praia

A321neo – TAP | Lisboa – Praia – Lisboa

A empresa, liderada por Tiago Raiano, administrador do Grupo Newtour, e Mário Almeida, ex-director dos TACV em Portugal e actual membro da Comissão Executiva da Newtour, contratou a SATA Azores Airlines para operar as suas cinco rotas.

A empresa tem programados voos de Lisboa para Praia, Sal e São Vicente, bem como da Praia para Paris e para Boston, via Ponta Delgada.

A empresa pretende alcançar uma taxa de ocupação de 70% nesses voos, afirmou Mário Almeida, director-geral e administrador da Cabo Verde Connect Services, numa conferência de imprensa.

Tiago Raiano, também administrador da empresa, sublinhou por sua vez que a Cabo Verde Connect Services pretende melhorar a conectividade do arquipélago e que, em 2018, discutiu o projecto com a Cabo Verde Airlines (CVA, antigos TACV) numa altura em que a companhia não estava a voar para a Praia.

“Aquilo que nós esperamos e desejamos é que a CVA recupere rapidamente, que comece a voar rapidamente e nesse momento nós deixaremos de fazer voos regulares para o Sal e neste sentido ocuparemos um espaço que existe, que é necessário para o tal equilíbrio, para a inexistência de dependência e de monopólios que permitam estar ao serviço da competitividade de Cabo Verde e da economia cabo-verdiana”, frisou Tiago Raiano, citado pela Lusa.

TAP reforçou liderança de passageiros de/para Portugal com mais cem mil que a Ryanair

 

De acordo com a Presstur, a TAP, que entre abril e agosto transportou menos passageiros de/para Portugal que a Lufthansa, primeiro, e que a Ryanair, seguidamente, ampliou em novembro a liderança reconquistada em setembro, com mais 105 mil passageiros que a low cost e mais 231 mil que a alemã.

Segundo os dados publicados pela ANAC – Autoridade Nacional da Aviação Civil, indicam que a TAP transportou de/para aeroportos portugueses no mês de novembro 247.896 passageiros, enquanto a Ryanair teve 142.773.

Os dados publicados pela ANAC permitem calcular que a TAP foi a transportadora aérea em que viajaram 37,8% dos passageiros embarcados e desembarcados em aeroportos portugueses, enquanto a Ryanair teve uma quota de 21,8%.

A terceira maior companhia em passageiros transportados de/para aeroportos portugueses em novembro foi a easyJet, com 39.852 (6,1% do total do mês), com 27.035 pela easyJet Europe (4,1% do total) e 12.817 pela easyJet Switzerland (2% do total).

Seguiram-se a Transavia France, subsidiária francesa do grupo Air France KLM, com 26.697 (4,1% do total do mês), e a SATA Air Açores, com 21.483 (3,3% do total).

A Lufthansa, que foi a companhia com mais passageiros nos aeroportos portugueses em junho, no mês de novembro manteve-se a maior companhia de rede estrangeira, com 16.219, mas menos 231.677 que a TAP.

Seguiram-se a SATA Internacional, com 15.289 passageiros, a KLM, com 12.883, a Transavia Holanda, com 11.916, a Iberia, com 11.867, e a Air France, com 10.832.

De acordo com os dados da ANAC, os aeroportos e aeródromos portugueses tiveram 655,9 mil passageiros em novembro deste ano,-83% ou menos 3,19 milhões que no mês homólogo de 2019.

SATA Azores Airlines vai realizar voo charter entre Lisboa e Bogotá

A SATA Azores Airlines foi contratada por um grupo empresarial português de distribuição alimentar e retalho especializado para a realização de um voo charter.

O voo RZO6865 vai ligar o Aeroporto Humberto Delgado em Lisboa ao Aeroporto Internacional El Dorado em Bogotá, na Colômbia.

Esta operação será realizada nos dias 19 e 20 de dezembro pelo A321LR CS-TSH “Magical” uma vez que o “Inspire” ainda não se encontra certificado pela ANAC.

O voo de regresso será o RZO 684.

De referir que uma das grandes apostas nos últimos tempos da nova administração do Grupo SATA é em rentabilizar a sua frota e tripulações com operações charter.

Héli-Union compra dois helicópteros Airbus H160

 

A Airbus Helicopters e a Héli-Union, companhias com parcerias de longa data, assinaram um contrato para a compra de dois H160S multi-missão para tratar de uma vasta gama de operações.

Com 68 patentes, o H160 integra as mais recentes inovações tecnológicas da Airbus Helicopters com o objetivo de aumentar a segurança e o conforto. As lâminas Blue Edge e o rotor traseiro Fenestron maior encoberto asseguram a redução dos níveis de barulho ao mesmo tempo que oferecem uma maior performance. O tamanho compacto do helicóptero é uma vantagem adicional para a aterragem em plataformas de petróleo. Projetado como um helicóptero multi-missão destinado a responder às principais missões de transporte offshore, serviços médicos de emergência, busca e salvamento, bem como a outras missões de serviço público, a flexibilidade inerente ao H160 faz com que esteja pronto para todo o tipo de operações em todo o Mundo.

A Héli-Union opera atualmente uma frota de aproximadamente 20 helicópteros Airbus das famílias Dauphin, H225 e H145 e faz a manutenção de uma ampla gama de produtos Airbus Helicopters para outras entidades, como operadores civis ou de defesa.

A Héli-Union é uma empresa operadora e prestadora de serviços francesa com 60 anos de experiência em suporte técnico e logístico para várias organizações civis e militares em todo o mundo. Atuam em vários mercados, desde o apoio a atividades de aeronaves civis e estatais em França e no estrangeiro, operação de helicópteros em vários países, além de treino de pilotos e técnicos.

Air Greenland faz encomenda natalícia de um A330neo

 

A Air Greenland, companhia de bandeira da Gronelândia, acaba de encomendar um Airbus A330neo widebody de última geração. O novo A330-800 vai substituir o A330-200ceo da companhia e assegurar as ligações da ilha ártica com a Dinamarca a partir do final de 2022.

O CEO da Air Greenland, Jacob Nitter Sørensen diz que “o A330neo é fundamental para a estratégia da frota da Air Greenland. A nova aeronave vai dar aos passageiros, de e para a Gronelândia, uma experiência única de voo ao mesmo tempo que é reduzida a pegada ambiental. O A330neo é perfeito para a missão difícil que é proporcionar segurança e eficiência para o transporte de passageiros e carga de e para a Gronelândia”.

“Estamos contentes por ver a Air Greenland renovar a sua confiança na família A330 e juntar-se ao número crescente de operadores que estão a selecionar o A330neo como um substituto lógico para suas frotas envelhecidas”, disse Christian Scherer, Diretor Comercial da Airbus. “Imaginar a característica pintura vermelha da companhia aérea no ambiente do Ártico proporciona alguma alegria de Natal no final de um ano que tem sido duro para toda a nossa indústria.”

O Airbus A330neo é um verdadeiramente um avião de nova geração, construído com as características populares do A330ceo e desenvolvido com a tecnologia de última geração do A350. Equipado com uma cabine Airspace, o A330neo oferece uma experiência única aos passageiros com a última geração de sistemas de entretenimento e conectividade. Motorizado com os mais recentes motores Rolls-Royce Trent 7000, e com uma nova asa de maior envergadura com sharklets inspiradas no A350, o A330neo também apresenta um desempenho sem precedentes quanto à eficiência energética com um consumo de combustível por passageiro 25% menor do que os seus concorrentes da geração anterior. Graças à sua capacidade de médio porte deita à medida e à sua excelente versatilidade de alcance, o A330neo é considerado a aeronave ideal para apoiar os operadores aéreos na fase de recuperação das operações pós-COVID-19.

Passageiros de São Miguel e Terceira obrigados a fazer teste antes de ir para outra ilha dos Açores

 

Os passageiros que se desloquem das ilhas Terceira e São Miguel para as outras sete ilhas dos Açores serão obrigados a realizar teste de despiste de infeção pelo novo coronavírus antes da viagem, a partir deste sábado.

“O Conselho de Governo tomou mais uma medida na sua reunião de ontem à noite para determinar a obrigatoriedade da realização de testes nas deslocações aéreas com partida de São Miguel e Terceira para qualquer uma das outras sete ilhas dos Açores”, avançou hoje o secretário regional da Saúde e Desporto, Clélio Meneses, numa conferência de imprensa, em Angra do Heroísmo.

O anterior executivo regional chegou a anunciar esta medida em novembro, mas no dia em que foi publicada em Diário da República o atual Governo Regional decidiu suspendê-la, alegando que não existiam ainda condições para a sua implementação.

Desde 20 de novembro que já é obrigatória a apresentação de um comprovativo de teste de despiste do novo coronavírus, que provoca a doença covid-19, com resultado negativo no embarque para os Açores, a partir de destinos considerados como zonas de transmissão comunitária ativa ou com cadeias de transmissão ativas do vírus SARS-CoV-2 pela Organização Mundial de Saúde.

Segundo Clélio Meneses, o decreto regulamentar será publicado esta sexta-feira e a medida entrará em vigor às 00:00 de sábado.

“[O Governo Regional] faz agora tendo em conta desde logo e em primeiro lugar a análise da situação epidemiológica nos Açores, mas também a existência neste momento das condições necessárias e adequadas para implementar esta medida. Um governo responsável não pode fazer sair uma lei, um decreto regulamentar, como é o caso, sem existirem condições para que ele seja eficaz e praticável”, salientou.

Os custos da medida serão assegurados pelo Governo Regional, que, segundo o secretário da Saúde, já assinou convenções com laboratórios privados para assegurar a realização de 530 testes por dia em São Miguel e 277 na ilha Terceira, “com respostas no prazo máximo de 24 horas”.

Questionado sobre os laboratórios convencionados, Clélio Meneses disse que essa lista será publicada e que “ainda hoje” as agências de viagem teriam conhecimento de todos os laboratórios convencionados.

“Estamos aqui a tentar correr contra o tempo, de forma a informar as pessoas. Ontem à noite, após a aprovação do Conselho de Governo, o secretário regional acionou as convenções destes laboratórios. Neste momento, estamos a contactar os laboratórios a dizer que está a ser implementada esta medida, de forma a que ela possam ocorrer sem quaisquer percalços”, avançou.

Os passageiros que se desloquem entre as ilhas de São Miguel e Terceira não terão de realizar teste, apenas os que se desloquem dessas duas ilhas para as restantes sete do arquipélago, onde não está ainda identificada a transmissão comunitária do novo coronavírus.

Segundo o secretário regional da Saúde, o diploma prevê várias exceções, por exemplo, para passageiros em trânsito, passageiros com voos que tenham sido cancelados ou atrasados, ou passageiros que se desloquem às ilhas Terceira e São Miguel em menos de 48 horas, sendo que nalgumas situações poderá ser exigida realização de um teste à chegada.

“Os passageiros que tenham teste negativo apresentam-se no check-in com o comprovativo do teste negativo. Viajam normalmente. Todos aqueles que são objeto destas exceções poderão ter de realizar o teste à chegada e aí a SATA comunica às unidades de saúde de ilha de chegada para terem uma equipa disponível”, explicou Clélio Meneses.

À semelhança do que acontece com os passageiros que chegam de fora do arquipélago, também nestes casos será exigido um segundo teste seis dias após a realização do primeiro.

“Quando a pessoa faz o check-in identifica se vai estar mais de seis dias ou menos de seis dias da ilha de destino. Se estiver mais de seis dias, a SATA informa a Unidade de Saúde de Ilha para convocar a pessoa para a realização do teste do sexto dia”, avançou o secretário regional.

Os Açores têm atualmente 372 casos positivos ativos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2, que causa a doença covid-19, dos quais 272 em São Miguel, 99 na ilha Terceira e um no Faial.

Desde o início do surto foram detetados na região 1.614 casos de infeção pelo novo coronavírus, tendo-se registado 21 óbitos e 1.136 recuperações.

TAAG anunciou voos de Lisboa e do Porto para Luanda este Natal e Ano Novo

 

Por forma a dar resposta à habitual procura por viagens nesta altura do ano, a TAAG anunciou que vai operar 15 voos de Lisboa e cinco voos do Porto para Luanda entre o dia de hoje e 10 de janeiro.

A companhia indica que “mesmo durante esta diferente época festiva, pode continuar a contar com a TAAG Linhas Aéreas de Angola para voar para junto daqueles que lhe são mais queridos”.

Entre a cidade do Porto e Luanda a companhia vai voar nos dias 17 e 19 de dezembro e nos dias 4, 6 e 9 de janeiro.

Já para Lisboa a TAAG tem programado voar nos dias 17, 18, 20, 21, 23, 27, 28 e 30 de dezembro e 1, 3, 4, 6, 7, 8 e 10 de janeiro.

 

A380 da HiFly já esta no seu destino final e despediu-se de Portugal com um coração nos céus!

 

A Hi Fly despediu-se hoje do seu A380 9H-MIP. Faltavam 19 minutos para as 11h00 quando descolava pela última vez, do Aeroporto de Beja, o gigante dos céus com destino a Toulouse.

Antes de seguir para o seu destino final a Hi Fly brindou-nos com um coração de despedida desenhado nos céus de Portugal:

 

Ao longo destes dois anos o A380 da Hi Fly ficou na história da aviação:

Foi o primeiro A380 a aterrar:

  • Beja (23/07/2018)
    • Oslo (2/08/2018)
    • Reunion (25/08/2018)
    • Diass (14/04/2019)
    • Antananarivo (30/06/2019)
    • Cairo (7/07/2019)
    • Caracas (14/07/2019)
    • Buenos Aires (23/07/2019)
    • Dalaman (23/09/2019)
    • Enfidha (24/09/2019)
    • Las Palmas (27/09/2019)
    • Santo Domingo (16/05/2020)

Ao serviço da Hi Fly, a aeronave aterrou em 53 aeroportos diferentes, em 33 países e 4 continentes:

  1. Abidjan
    2. Abu Dhabi
    3. Antananarivo
    4. Athens
    5. Baku
    6. Bangkok
    7. Beja
    8. Boston
    9. Buenos Aires
    10. Cairo
    11. Cancún
    12. Caracas
    13. Châteauroux
    14. Copenhagen
    15. Dalaman
    16. Diass
    17. Dresden
    18. Enfidha-Hammamet
    19. Farnborough
    20. Glasgow
    21. Hamburg
    22. Hanoi
    23. Istanbul
    24. Istres
    25. Jeddah
    26. Kuala Lumpur
    27. Larnaca
    28. Las Palmas
    29. London Gatwick
    30. London Stansted
    31. Madrid
    32. Malta
    33. Manchester
    34. Montréal
    35. New York
    36. Nice
    37. Orlando
    38. Oslo
    39. Palma de Mallorca
    40. Paris-Châlons Vatry
    41. Paris-Charles de Gaulle
    42. Paris-Le Bourget
    43. Reunion Island
    44. Rome
    45. Santo Domingo
    46. Seoul
    47. Shangai
    48. Singapore
    49. Stockholm
    50. Tarbes
    51. Tianjin
    52. Toulouse
    53. Wuhan

O spotter Clément Alloing capturou o momento de chegada do A380 ao aeroporto de Toulouse.

De referir que, a Hi Fly anunciou o phase-out do seu único A380 no final do prazo de locação que acontece ainda este ano de 2020.

A decisão de não estender o período inicial de arrendamento acordado veio como consequência da pandemia covid-19, que reduziu drasticamente a procura por aeronaves muito grandes.

Hi Fly pertence ao clube muito exclusivo de apenas 15 companhias aéreas que já operaram o A380, a maior e mais avançada aeronave de todos os tempos.

Esta aeronave foi um testemunho de quão longe o ser humano pode ir no desenvolvimento de algo tão extraordinário. Acima de tudo, o icónico 9H-MIP “Salve os Recifes de Coral” foi inspirador e levou essa mensagem responsável a centenas de milhões de pessoas nos quatro cantos do mundo.

O Airbus A380 será substituído na frota Hi Fly por Airbus A330 adicionais, uma aeronave menor e mais adequada para as actuais condições de mercado.

A HiFly transformou recentemente, por forma a dar resposta a maior procura por capacidade de transporte de carga, o seu A380 em avião “cargo”, através da retirada dos assentos da classe económica da aeronave.

Com esta alteração de configuração, o A380 oferece mais de 300m3 de capacidade de volume e quase 60 toneladas de carga.

Conheça o interior deste avião:

O A380 da Hi Fly está equipado motores Rolls Royce Trent 900 e tem uma capacidade para 471 passageiros distribuídos por três classes. O piso principal tem 12 lugares de primeira classe e 311 de classe económica enquanto que o piso superior tem 60 lugares de classe executiva e 88 de económica. Numa configuração de alta densidade este avião poderá transportar até 853 passageiros.

O A380 está equipado com tecnologia e acabamentos de última geração, contando cada assento com o seu próprio sistema de entretenimento individual da Panasonic eX2, proporcionando aos passageiros variadas possibilidades de entretenimento.

Adicionalmente, a performance deste avião vai ao encontro do compromisso de sustentabilidade da Hi Fly. Produzindo apenas 75 gramas de CO2 por passageiro por quilómetro, o A380 reduz emissões de gás nocivas transportando mais pessoas com um menor impacto para a atmosfera.

Marcos:

A 1 de fevereiro, o A380 da Hifly aterrava em Wuhan para realizar a evacuação de europeus daquela cidade.

A companhia aérea portuguesa foi contratada para fazer o resgate dos cidadãos europeus em território chinês, onde eclodiu o surto do coronavírus.

Em fevereiro, a Hi Fly foi distinguida com dois prestigiantes prémios da revista inglesa Global Transport Finance pela sua campanha de reintrodução do Airbus A380 no mercado.

Os prémios foram recebidos numa cerimónia que decorreu em Londres, no Merchant Taylor’s Hall, no coração do distrito financeiro da cidade.

O diretor financeiro do Grupo, Sérgio Bagorro, esteve presente na capital britânica para marcar presença na cerimónia de entrega de prémios e receber as distinções de: The Aircraft Remarketing Deal of the Year Award e The Daedalus Award, for Returning the A380 to the Skies.

A cerimónia foi apresentada pelo chefe de redação da Global Transport Finance, Jim Smith, que disse após o evento: “Os prémios atribuídos à Hi Fly foram o grande destaque da noite. A campanha de reintrodução do A380 foi pura e simplesmente notável.”

Voltando à sede da Hi Fly, em Lisboa, após regressar da cerimónia de entrega de prémios, Sérgio Bagorro comentou: “Foi uma grande honra para mim representar a Hi Fly e receber estas duas prestigiantes distinções. O crédito não é apenas meu, mas de toda a equipa da Hi Fly que contribuiu ativamente para o sucesso do projeto do A380.”

“Quando estamos dedicados ao negócio, podemo-nos por vezes esquecer que temos o mundo inteiro a observar os nossos passos e, neste caso, penso que podemos tomar este momento para nos orgulharmos de todos os esforços desenvolvidos no sentido da inclusão do A380 na nossa frota e relançamento do A380 no mercado.”

A introdução do A380 na frota da Hi Fly foi um marco importante para a empresa e para a indústria. A Hi Fly tornou-se a 4ª companhia aérea da europa a operar o avião, a 14ª a nível mundial e a 1ª dentro do seu modelo de negócio.

O avião foi apresentado à indústria com a participação da Hi Fly no Farnborough Airshow em julho de 2018 onde atraiu milhares de visitas tornando-se numa das principais atracões do evento.

Desde a sua introdução que o avião tem voado pelo mundo apresentando uma pintura única que apoia a campanha “Salve os recifes de Coral” da Fundação Mirpuri, exibindo um lado em azul escuro, com corais destruídos, que contrasta com um lado azul claro representando um oceano imaculado com vida marinha colorida e saudável.

O A380 da Hi Fly tem vindo a inaugurar rotas e visitar aeroportos em que nunca este modelo antes havia aterrado, tendo nomeadamente transportado passageiros entre as cidades de Londres e Nova Iorque. O modelo Airbus, em serviço há onze anos, nunca tinha feito este percurso, embora seja de longe a mais movimentada rota de longo curso do mundo.

Governo diz que aeroporto do Porto pode crescer e frota da Portugália vai passar para 26 aeronaves

 

O ministro das Infraestruturas disse que o Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, tem potencial para crescer e que quer aumentar a sua viabilidade com aposta na Portugália.

“O Aeroporto Sá Carneiro é o principal aeroporto do noroeste peninsular e tem potencial para crescer. A TAP tem um papel importante no aeroporto, nunca vai perder e nós vamos tentar, através desta aposta na Portugália, aumentar também a viabilidade, fazermos outro tipo de voos a partir do Porto”, afirmou o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, numa audição parlamentar que durou cerca de três horas, sobre o plano de reestruturação da TAP.

“Agora, nós não temos como única obsessão, quando a empresa é publica, que ela dê lucro a todo o custo, mas nós também não podemos transformar a TAP num peso permanente para o aeroporto e é este equilíbrio que nós temos de procurar, a bem do país, a bem das contas públicas, mas obviamente também a bem do território e da coesão territorial”, acrescentou o governante.

Segundo o plano de reestruturação da TAP, entregue à Comissão Europeia em 10 de dezembro, não está prevista a redução de pessoal da Portugália, que pertence ao grupo TAP.

“A Portugália nunca atingirá o custo unitário de uma ‘low cost’, mas nós sabemos que entre as ‘low cost’ e as companhias de bandeira há um segmento de mercado que pode ser explorado”, avançou o ministro na conferência de imprensa para apresentar publicamente o plano, em 11 de dezembro, referindo-se à operação de voos de curto e médio curso da TAP Express.

“Nós vamos reforçar a frota dos aviões [da Portugália] para o dobro. Temos ATR [bimotores de médio porte] que vão acabar por ser descontinuados, ficaremos com 13 [aeronaves da fabricante] Embraer, ou seja, duplicaremos a frota de Embraer da Portugália, portanto, para 26”, explicou então Pedro Nuno Santos.

Quanto à operação no aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, o governante disse não haver qualquer intenção de a “reduzir ou penalizar”.

“A aposta na TAP Express vai, pelo menos, permitir, ou tornar viável, um conjunto de operações que não são, se forem feitas pelas TAP. […] Vamos aumentar a capacidade de servir a região norte a partir do [aeroporto] Sá Carneiro, mas, mais uma vez, é um trabalho da gestão e que depende da procura”, acrescentou.

O Governo entregou na quinta-feira o plano de reestruturação da TAP à Comissão Europeia, que, segundo detalhou hoje o ministro, prevê o despedimento de 500 pilotos, 750 tripulantes de cabine, 450 trabalhadores da manutenção e engenharia e 250 das restantes áreas.

O plano prevê, ainda, a redução de 25% da massa salarial do grupo e do número de aviões que compõem a frota da companhia, de 108 para 88.

Ligações a Lisboa e Boston prioritárias na retoma da Cabo Verde Airlines

 

O primeiro-ministro cabo-verdiano afirmou hoje que em breve haverá “boas notícias” sobre a retoma da atividade da Cabo Verde Airlines (CVA), estabelecendo como prioritárias as ligações a Lisboa e Boston, para servir a comunidade emigrante.

A posição foi transmitida por Ulisses Correia e Silva ao ser questionado sobre o futuro da companhia aérea de bandeira durante o debate mensal no parlamento, subordinado ao tema “diáspora e desenvolvimento”, em que fez um balanço das políticas governativas para a comunidade emigrante da atual legislatura, iniciada em 2016.

“Sobre a Cabo Verde Airlines, é um processo que brevemente será encerrado”, afirmou o primeiro-ministro, numa altura em que a companhia mantém a atividade suspensa, apesar da reabertura das fronteiras cabo-verdianas desde 12 de outubro, encerradas em 19 de março para conter a pandemia de covid-19.

Desde maio que é conhecida a negociação entre o Governo e os investidores islandeses que desde março de 2019 lideram a CVA para um empréstimo de longo prazo, para permitir viabilizar a companhia, mas até agora sem qualquer desfecho conhecido.

Ulisses Correia e Silva admitiu que as “condições de mercado atuais” não vão permitir continuar a desenvolver o conceito de ‘hub’ que a Cabo Verde Airlines estava a implementar na ilha do Sal, ligando voos entre os continentes africano, europeu e americano.

Contudo, traçou as duas ligações prioritárias na retoma da atividade da CVA, centradas nas principais comunidades cabo-verdianas no exterior: “Saída de Cabo Verde para Lisboa e saída de Cabo Verde para Boston [Estados Unidos] estão dentro das prioridades e brevemente vamos ter boas notícias”, garantiu Ulisses Correia e Silva.

Essas duas ligações têm vindo a ser assumidas essencialmente pelas portuguesas TAP e SATA, que estão a reforçar os voos para o arquipélago de Cabo Verde e à Europa e Estados Unidos da América.

Em março de 2019, o Estado de Cabo Verde vendeu 51% da então empresa pública TACV (Transportes Aéreos de Cabo Verde) por 1,3 milhões de euros à Lofleidir Cabo Verde, empresa detida em 70% pela Loftleidir Icelandic EHF (grupo Icelandair, que ficou com 36% da CVA) e em 30% por empresários islandeses com experiência no setor da aviação (que assumiram os restantes 15% da quota de 51% privatizada).

O ministro dos Transportes cabo-verdiano, Carlos Santos, afirmou em 15 de outubro, no parlamento, que a intervenção do Estado na CVA é “inevitável” e será anunciada “muito brevemente”, envolvendo a restruturação da companhia, que não realiza voos comerciais desde março.

Ao intervir na Assembleia Nacional, na Praia, num debate sobre os transportes e os seus impactos no desenvolvimento do país, agendado pela oposição e visando especialmente a CVA – que resultou da venda de 51% do capital social da TACV -, o governante garantiu que a “companhia vai continuar”.

“Nós vamos continuar a apostar na TACV, que esta companhia deve recentrar os seus objetivos no curto prazo, olhar para a diáspora e para o turismo, que deve redimensionar a empresa, sim”, afirmou, depois de várias críticas e perguntas da oposição sobre o negócio envolvendo a CVA.

A CVA não realiza voos comerciais desde março, quando o arquipélago encerrou a ligações internacionais, para conter a pandemia de covid-19, por decisão do Governo.

Esses voos foram retomados em 12 de outubro, com a reabertura de fronteiras, mas a administração da CVA não tem ainda planos para retomar a operação, sendo conhecidas desde maio negociações com o Governo, para um apoio financeiro, ainda sem conclusão.

Força Aérea Portuguesa realiza transporte de recém-nascido e de órgãos para transplante

 

A Força Aérea Portuguesa, anunciou que, através da Esquadra 504 – “Linces”, realizou ontem, dia 15 de dezembro, o transporte médico urgente de um recém-nascido, de Ponta Delgada, Açores, para o Continente.

A bordo da aeronave Falcon 50 esteve uma enfermeira militar, do Núcleo de Evacuações Aeromédicas (NEA) da Força Aérea, e uma enfermeira civil, de neonatologia, que garantiram todos os cuidados de saúde necessários durante a viagem.

À chegada a Lisboa, o bebé foi encaminhado de ambulância para uma Unidade Hospitalar.

No período homólogo, e em simultâneo, descolou uma outra aeronave Falcon 50 para efetuar uma missão de transporte de órgãos para transplante, em território nacional, que contou com a colaboração do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

Para o cumprimento destas duas missões estiveram empenhadas duas aeronaves Falcon 50, e duas tripulações da Esquadra 504 – “Linces”, sediadas na Base Aérea N.º 6, no Montijo.

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