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NAV continua as obras na Torre do Porto para permitir a instalação do sistema TopSky ATC

Recentemente a NAV Portugal partilhou nas suas redes sociais os trabalhos de remodelação no Centro de Controlo de Tráfego Aéreo de Lisboa e na Torre do Porto para permitir a instalação do sistema TopSky ATC

As primeiras obras a terem início foram as do Porto, integradas na intervenção para as melhorias de operação do aeroporto Francisco Sá Carneiro (LPPR) para o aumento da capacidade por hora, a NAV Portugal procedeu também a alterações na Torre do Porto para permitir a instalação do sistema TopSky ATC e, no futuro, TopSky TWR, bem como para responder ao aumento da capacidade declarada.

Durante os trabalhos, o serviço de controlo de tráfego aéreo foi realizado a partir da sub-TWR, espaço onde foi replicado o ambiente da Torre, permitindo a manutenção da operação rigorosamente nas mesmas condições de segurança.

Hoje a NAV Portugal fez um novo ponto de situação às obras de renovação da Torre do Porto️. A empreitada procede a bom ritmo, tendo recentemente sido substituído um vidro danificado, removidas as antigas bancadas e colocadas as novas estruturas onde será instalado o sistema TopSky ATC e, no futuro, o TopSky TWR.

Esta remodelação promovida pela NAV Portugal, que inclui também melhorias de alguns sistemas de Comunicação, Navegação e Vigilância e de ATM, está integrada nas obras de melhoria da operação do aeroporto Francisco Sá Carneiro, para aumentar a capacidade por hora do aeroporto, e representou um esforço financeiro apreciável.

Governo de Cabo Verde reverte privatização de companhia aérea “em nome do interesse público”

 

O Governo cabo-verdiano anunciou hoje a reversão de 51% das ações da Cabo Verde Airlines (CVA) vendidas à Loftleidir Icelandic em 2019, justificando que em causa está o “interesse público estratégico” e a “segurança nacional”.

O anúncio foi feito em conferência de imprensa, na cidade da Praia, pela porta-voz do Conselho de Ministros, Filomena Gonçalves, que esteve reunido na quinta-feira para aprovar a reversão parcial das ações representativas do capital social dos Transportes Aéreos De Cabo Verde (TACV).

A ministra recordou que a privatização em 2019 foi “promissora”, mas, com a crise pandémica, o parceiro anunciou não estar em condições de assegurar a continuidade da companhia, o que levou o Governo a encetar negociações em busca de uma nova solução.

Foi nesse sentido que foi assinado um acordo entre o Estado e a Loftleidir em março de 2021 para viabilização da empresa, que previa a cedência de ambas a partes em diferentes setores, mas o executivo concluiu que a outra parte não tem cumprido o acordo.

Assim, o Governo “decidiu a via da reversão parcial da privatização efetuada e que corresponde aos 51% do capital vendido à Loftleidir”, afirmou a porta-voz, considerando que era necessário intervir “com a máxima urgência” para assegurar a existência e a retoma normal das atividades de transporte aéreo internacional de passageiros e cargas da companhia aérea de bandeira.

“O Estado só poderá fazer tal intervenção com a retoma do controlo societário da TACV S.A”, salientou Filomena Gonçalves, dizendo que a reaquisição parcial das ações pelo Estado pretende ser temporária, até que as condições do mercado internacional e nacional permitam a retoma do processo de privatização da TACV, agora em novo contexto criado pela pandemia da covid-19.

Em março de 2019, o Estado de Cabo Verde vendeu 51% da então empresa pública TACV por 1,3 milhões de euros à Lofleidir Cabo Verde, empresa detida em 70% pela Loftleidir Icelandic EHF (grupo Icelandair, que ficou com 36% da CVA) e em 30% por empresários islandeses com experiência no setor da aviação (que assumiram os restantes 15% da quota de 51% privatizada).

A CVA, em que o Estado cabo-verdiano mantém uma posição de 39%, concentrou então a atividade nos voos internacionais a partir do ‘hub’ do Sal, deixando os voos domésticos.

A companhia deveria ter retomado na sexta-feira passada os voos internacionais, com uma ligação entre o Sal e Lisboa, que acabou por não se realizar, após várias horas de espera no aeroporto, face à falta de autorização da empresa ASA, que gere o espaço aéreo e os aeroportos, num alegado diferendo, não esclarecido ainda por qualquer uma das partes, sobre pagamentos em atraso por parte da empresa.

A ministra da Presidência do Conselho de Ministros disse que o Governo está a agir “em nome dos superiores interesses de Cabo Verde”, para que o país tenha sempre a sua companhia de bandeira.

A mesma fonte referiu que o processo de reversão está em curso e que só depois da sua conclusão é que as operações serão retomadas, esperando ser “o mais breve possível”.

E para quem comprou bilhete para viajar nos próximos dias, a ministra disse que terá de se dirigir à companhia, garantindo que o Governo tudo fará para que os interesses dos clientes sejam garantidos.

Na segunda-feira, a administração da CVA, liderada ainda por investidores islandeses, admitiu ter sido surpreendida com a intenção anunciada pelo Governo de reverter a privatização da companhia, mas referiu que acredita numa “conclusão benéfica” para todos.

Já o presidente interino do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV, oposição), Rui Semedo, pediu uma investigação ao negócio da privatização da companhia aérea cabo-verdiana, que descreveu como um “conto de fadas” em que Cabo Verde perdeu “milhares de contos”.

No mesmo dia, o primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, disse que depois de reestruturar a companhia, o Governo avançará o processo para “procurar um novo parceiro estratégico”. Entretanto, garantiu, o Estado vai “assumir na totalidade a gestão” da CVA, para “salvaguardar o interesse nacional”.

O Governo cabo-verdiano anunciou no final de fevereiro deste ano um acordo com a administração da companhia para a retoma das operações, prevendo a renegociação com credores, o que envolve também o grupo Icelandair, que fornece (através da Loftleidir) as aeronaves da companhia.

Na sequência deste entendimento, o Governo cabo-verdiano autorizou em 06 de março o quinto aval do Estado a um pedido de empréstimo de emergência da administração da CVA, de 12 milhões de euros. Com este aval, os financiamentos pedidos pela companhia desde novembro, com garantia do Estado, elevam-se a quase 20 milhões de euros, segundo cálculos da Lusa.

O novo acordo com o Governo cabo-verdiano previa a redução de três para duas aeronaves e a retoma a curto prazo dos voos para Portugal e EUA, para servir a comunidade cabo-verdiana. Em contrapartida, o Estado deveria reforçar a posição no conselho de administração, passando a ter poder real de decisão.

Helvetic Airways recebeu o seu primeiro Embraer E195-E2

 

A companhia Suíça Helvetic Airways, recebeu a primeira de quatro novas aeronaves E195-E2, na sede da Embraer em São José dos Campos. A Helvetic vai receber mais três jatos E195-E2 até o final de julho deste ano.

Em 2018, a Helvetic encomendou 12 E-Jets E2 para iniciar a sua renovação de frota: oito aeronaves E190-E2 (já em serviço) e quatro E195-E2 (conversões do pedido original de E190-E2), além do direito de compra para mais 12 aeronaves adicionais.

A frota da companhia é composta ainda por quatro jatos E190 de primeira geração. Quando os três E195-E2 restantes forem entregues, a operadora terá 16 E-Jets.

Ao optar pelas aeronaves da Embraer, a companhia aérea desenvolveu uma frota altamente flexível para operar as suas rotas na Europa: os jatos E195-E2, de 134 assentos, os E190-E2, de 110 assentos, e os E190, de 112 assentos. Devido à compatibilidade entre os E-Jets, que garante a mesma certificação à tripulação, a Helvetic pode programar os três diferentes modelos para responder às variações de procura, maximizando a eficiência operacional.

“Com a entrega do primeiro de nossos quatro novos Embraer E195-E2, mantemos o planejamento de concluir a renovação da nossa frota até o final de julho”, disse Tobias Pogorevc, CEO da Helvetic Airways, em entrevista coletiva hoje. “As mudanças estruturais na demanda por viagens aéreas que surgiram nos últimos meses justificam as escolhas estratégicas que fizemos em 2018. Com a Embraer, temos os tipos certos de aeronaves e o parceiro ideal no setor. A Helvetic Airways agora opera uma combinação ideal de frota em termos de capacidade e sustentabilidade. E como uma das principais operadoras de E-Jets E2 no mundo, a Helvetic Airways será capaz de fortalecer ainda mais seu papel de companhia aérea de bandeira suíça nos céus da Europa.”

“Com o novo E195-E2, a Helvetic reforça sua reputação de ser uma das companhias aéreas mais comprometidas com o meio ambiente na Europa. Além de uma redução de 25% no consumo de combustível em relação a sua versão anterior, o E195-E2 possui um nível de ruído 65% menor, o que é uma excelente notícia para as comunidades próximas aos aeroportos,” disse Arjan Meijer, Presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial, durante evento de entrega da aeronave transmitido aos funcionários da Helvetic na Europa.

Air France testa IATA Travel Pass nos voos de Nova Iorque-JFK e Barcelona para Paris-Charles de Gaulle

 

A Air France anunciou que lançou um programa-teste IATA Travel Pass nos voos que partem de Nova Iorque-JFK e de Barcelona para o aeroporto Paris-Charles de Gaulle. Com esta experiência, a companhia pretende oferecer viagens mais tranquilas aos seus clientes, facilitando as operações de verificação dos resultados dos testes COVID.

Disponível para smartphone, a aplicação IATA Travel Pass permite aos viajantes:

» Verificar as últimas condições de entrada ligadas à COVID-19, impostas pelo país de destino;

» Receber os resultados do seu teste COVID de um laboratório parceiro diretamente na aplicação;

» Guardar esses documentos em segurança na aplicação, para poder provar às companhias aéreas e às autoridades que estão em conformidade com os requisitos de entrada no seu destino, sem ter que divulgar informações pessoais de saúde.

O uso do IATA Travel Pass deve também trazer mais velocidade e fluidez aos controlos no aeroporto.

Esta experiência é gratuita para os clientes e proposta de forma voluntária. Está aberta a passageiros que viajam para Paris (sem continuação) nos voos operados pela Air France com partidas de Nova Iorque-JFK até 8 de julho de 2021 e de Barcelona até 30 de junho de 2021.

O IATA Travel Pass responde às mais rigorosas exigências em termos de proteção de dados pessoais. Todos os dados relativos à saúde do utilizador ficam guardados na aplicação, sem qualquer transmissão ou centralização. Isso garante ao utilizador o controlo total das informações que lhe dizem respeito.

Este teste marca uma nova etapa na simplificação e fiabilidade das viagens. Ilustra o empenho da Air France em explorar as melhores opções disponíveis para oferecer o mais alto nível de segurança sanitária aos seus clientes.

Estes esforços foram premiados nomeadamente com a pontuação de 4 estrelas na classificação Skytrax Covid-19 Airline Safety e, mais recentemente, com um Diamond Award no ranking APEX Health Safety powered by SimpliFlying.

Alain-Hervé Bernard, Diretor-Geral Adjunto de Operações e Carga da Air France, declarou: “Depois de um ano pontuado por confinamentos e restrições de viagem, muitas pessoas desejam viajar e reunir-se aos seus entes queridos. Para proporcionar-lhes uma viagem fluida e segura, continuamos a apelar à coordenação e a uma harmonização das normas sanitárias a nível global, bem como a uma standardização dos documentos de viagem. A digitalização completa do percurso do cliente é uma condição essencial para a retoma das viagens internacionais. O IATA Travel Pass é um exemplo do que poderia ser o padrão na verificação de documentos de viagem e temos o prazer de testar essa solução.

Nick Careen, vice-presidente sénior (SVP) de Operações, Segurança e Proteção da IATA, afirmou: “Estamos satisfeitos por a Air France estar a testar o IATA Travel Pass. Para reabrir as suas fronteiras, os governos devem primeiro ter a garantia de que limitam o risco de importação da COVID-19. O controlo de testes ou os comprovativos de vacinação são a solução. O IATA Travel Pass vai atuar como um intermediário de confiança entre os governos, as companhias aéreas, os laboratórios e os viajantes, para verificar esses documentos de forma segura, garantindo assim a fiabilidade das informações sobre o estado sanitário dos viajantes.

SAF orders three H145s for EMS missions in France

 

SAF Group will be operating three more five-bladed H145s for emergency medical services (EMS) in France. These three aircraft will be based in Grenoble, Valence, and Montpellier. They will complement the three H145s already ordered by SAF in 2018 and 2020, the first of which was delivered recently and will be deployed for EMS missions in Belgium.

SAF CEO Tristan Serretta says: “Introducing six new H145s in France and Belgium in just twelve months is in line with our strategy to increase the capacity of the growing number of EMS services that place their trust in us.  This increase of our positioning is made possible by the level of performance and the versatility of this successful helicopter. SAF is determined to help demonstrate, together with the heads of emergency services, that having the right performance and at the right cost is key to saving lives”.

Airbus Helicopters CEO, Bruno Even declared: “We are delighted that SAF has once again renewed its trust in Airbus Helicopters. This new contract highlights the lasting partnership between our two companies that has spanned more than two decades. The H145 is an ideal platform for EMS with the largest cabin in its class and unbeatable payload, it is capable of undertaking the most demanding missions. We are happy that the five bladed H145 is gaining momentum in France and playing a key role in the modernization of the EMS fleet in the country.”

SAF is a key actor of EMS in France and Europe. This French company already operates 55 Airbus helicopters. SAF’s fleet includes a Super Puma, H135s and H125s. The H145 will bring increased capabilities for the EMS missions.

The new version of Airbus’ best-selling H145 light twin-engine helicopter was unveiled at Heli-Expo 2019 in Atlanta in March. This latest upgrade adds a new, innovative five-bladed rotor to the multi-mission H145, increasing the useful load of the helicopter by 150 kg. The simplicity of the new bearingless main rotor design will also ease maintenance operations, further improving the benchmark serviceability and reliability of the H145, while improving ride comfort for both passengers and crew. The helicopter’s high-mounted tail boom and wide opening clam-shell doors facilitate access to the H145’s spacious cabin.

Today, Airbus has more than 1,470 H145 Family helicopters in service around the world, logging a total of more than six million flight hours. For EMS alone, there are more than 470 helicopters of the H145 family conducting air rescue missions worldwide.

Conheça a mensagem da nova Presidente da TAP

 

A nova presidente da Comissão Executiva (CEO) da TAP, Christine Ourmières-Widener, que hoje inicia funções, disse estar “ciente” dos desafios e acreditar na importância de dar continuidade ao plano de reestruturação.

“É com enorme sentido de responsabilidade que hoje assumo a função de presidente do Conselho de Administração da TAP. Enquanto presidente do Conselho de Administração procurarei conciliar as aspirações de todas as partes interessadas: clientes, colaboradores, acionistas e parceiros”, afirmou Manuel Beja, numa carta enviada aos trabalhadores.

O novo presidente, que substitui Miguel Frasquilho, disse ainda que, “em conjunto com os administradores não executivos”, trabalhará “para criar as condições necessárias para que a Comissão Executiva, liderada por Christine Ourmières-Widener, se concentre no seu desígnio: conduzir a TAP rumo a um futuro sustentável”, mantendo a confiança dos clientes e o “orgulho e sentido de pertença” dos profissionais.

“Estou bem ciente de que a covid-19 tem sido e continuará a ser um desafio para a nossa indústria, que o último ano foi particularmente difícil para a TAP e para os seus trabalhadores, e que estamos a viver um momento crucial para a TAP, que vamos superar juntos, tal como outros desafios do passado. É por isso que acredito ser muito importante darmos continuidade à estratégia geral e à implementação do plano de reestruturação”, afirmou a responsável.

Christine Ourmières-Widener, engenheira aeronáutica de formação, assumiu-se como uma “apaixonada pela indústria da aviação”, na qual entrou há 30 anos.

No vídeo, Christine Ourmières-Widener garantiu que a Comissão Executiva ira “comunicar com mais pormenor, nos próximos meses, as diferentes etapas” do plano de reestruturação.

“Tenho consciência de que existem muitos desafios no plano de reestruturação. Existem dificuldades, mas também muitas oportunidades no nosso caminho, durante os próximos anos”, afirmou.

A nova CEO disse que, além da implementação do plano, que é a principal prioridade, assumirá também um “forte compromisso” com os clientes, parceiros, ‘stakeholders’ (interessados ou intervenientes), acionistas e trabalhadores.

“Iremos emergir mais fortes, com um fortíssimo foco nos nossos clientes, uma ânsia incisiva de abraçar desafios e de executar mudanças e inovações, um respeito e envolvimento de todos os ‘stakeholders’, com uma visão partilhada de um negócio renovado e de sucesso, o orgulho de Portugal, e, claro, uma vontade de tomar decisões arrojadas”, acrescentou.

Em comunicado divulgado na noite de quinta-feira, a TAP comunicou à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) que a eleição dos elementos dos órgãos e corpos sociais para o quadriénio 2021-2024 foi aprovada em assembleia-geral.

Assim, Manuel Beja, licenciado em Matemática Aplicada à Economia e à Gestão e com experiência na área de tecnologias de informação, sucede a Miguel Frasquilho como presidente do Conselho de Administração da transportadora aérea.

Também passaram a fazer parte deste órgão Christine Ourmieres-Widener, Ramiro Sequeira, Alexandra Reis, João Gameiro, José Manuel Silva Rodrigues, Silvia Mosquera González, Patrício Ramos Castro, Ana Teresa Lehmann, Gonçalo Monteiro Pires e João Pedro da Conceição Duarte.

A nova Comissão Executiva da TAP SGPS para o quadriénio 2021-2024 será liderada por Christine Ourmières-Widener.

Foi também designada na TAP Air Portugal a Comissão de Monitorização dos Auxílios de Estado para o quadriénio 2021-2024, presidida por Patrício Ramos Castro e tendo como vogais Christine Ourmières-Widener e João Weber Ramos dos Reis Gameiro.

O novo presidente do Conselho de Administração da TAP, Manuel Beja, disse aos trabalhadores que vai procurar “conciliar as aspirações de todas as partes interessadas” e criar condições para a Comissão Executiva levar a TAP a um “futuro sustentável”.

Já o Ministério das Infraestruturas e da Habitação destacou hoje que a gestão da TAP entrou numa “nova fase”.

“Com a realização da assembleia-geral da TAP SGPS, a companhia aérea deu mais um passo decisivo no caminho que todos esperamos que seja o da sua recuperação”, lê-se numa nota do gabinete do Ministério das Infraestruturas e da Habitação.

Swiss iniciou a sua operação entre Genebra e Ponta Delgada (com vídeo)

 

Conforme anunciado, a Swiss iniciou hoje, 25 de junho, os seus voos  entre Genebra e Ponta Delgada, uma rota que estava inicialmente programada para julho de 2020 mas foi adiada devido ao Covid-19.

Esta operação sazonal irá contar com 10 rotações e será operada com equipamento A220.

O primeiro voo foi operado pelo Airbus A220 HB-JCN e, como é normal nesta situações, foi recebida pelos tradicionais canhões de água.

Em comunicado Patrick Borg Hedley, director de Vendas do Grupo Lufthansa para Portugal disse: “Acreditamos que os Açores se tornarão um destino turístico ainda mais popular”.

Esta é a segunda rota do grupo para os Açores, depois de inaugurados os voos da Lufthansa entre Frankfurt e Ponta Delgada.

A rota entre Genebra e Ponta Delgada faz parte de um ‘pacote’ de novas ligações sazonais que a Swiss programou para operar com os seus Airbus A220-300 tais como: Antalya, na Turquia, Djerba, na Tunísia, Dubrovnik, na Croácia, Mahon, em Espanha, e Rhodes, na Grécia.

Operação da KLM na Ásia e no Médio Oriente recupera totalmente este verão

 

A KLM indicou que à medida que mais países reabrem as suas fronteiras, a companhia prevê um ressurgimento cauteloso da procura dos clientes por destinos na Ásia e no Médio Oriente.

Este verão, a rede da KLM vai ser praticamente idêntica à operada em 2019. Contudo, devido à pandemia COVID-19, vão ser oferecidos menos voos para os destinos e/ou voos em combinações diferentes. A KLM oferece Riade (Arábia Saudita) como um novo destino este verão, enquanto os voos para Phuket (Tailândia) serão introduzidos no inverno. Estes destinos e regiões podem ser alcançados a partir de Lisboa ou do Porto via hub da companhia em Amesterdão-Schiphol.

A rede de destinos cumpre um papel central na estratégia da KLM. Desde o início da pandemia, a KLM continuou a operar esta rede na medida do possível, a fim de preservar a capacidade de viajar dos clientes e garantir a continuidade do transporte de carga. Esta estratégia provou ser não apenas bem-sucedida durante o curso da crise sanitária, mas facilita agora, uma vez mais, a expansão das operações.

 

Mudanças mais significativas face a 2019:

Ásia

Há 17 destinos programados para este verão, face aos 19 em 2019. Xiamen (China) mantém-se temporariamente fechado devido à pandemia COVID-19 (embora a parceira da KLM, Xiamen Airlines, esteja a voar para este destino). O serviço para Denpasar (Indonésia) vai ser oferecido assim que Bali for reaberta, o que esperamos que aconteça no final deste verão.

Phuket vai ser adicionado como destino no inverno de 2021. Os voos para a ilha tailandesa serão oferecidos quatro vezes por semana.

Por enquanto, os voos para Hangzhou e Xangai (China) vão manter a escala atual em Seul (Coreia do Sul). Assim que as regras forem alteradas, a KLM fará novos ajustes ao programa.

A KLM voa para Chengdu uma vez por semana com passageiros e carga, sendo que o voo prossegue depois para Pequim através de uma escala em Seul. Daí, a KLM transporta passageiros e carga de volta para Amesterdão.

O serviço para Bengalûru (Índia) foi suspenso.

 

Restrições específicas de viagens e requisitos de quarentena permanecem em vigor em muitos países asiáticos. À medida que a situação for mudando, também a programação na rede vai precisar de ser atualizada frequentemente ao longo do inverno.

 

Médio Oriente

No verão de 2021, a KLM vai voar para sete destinos – o mesmo número que em 2019.

KLM oferece Riade (Arábia Saudita) como novo destino, com voos a partir duas vezes por semana no verão e, a partir deste inverno, três vezes por semana.

O serviço para Abu Dhabi foi suspenso, embora a KLM ofereça este destino em codeshare com a Etihad Airways. A expetativa é que Abu Dhabi seja reintroduzido como destino no inverno de 2021, aumentando assim para oito o número de destinos.

 

É um sinal positivo que o número de destinos no Médio Oriente e no Extremo Oriente esteja praticamente a voltar ao nível anterior. Em resultado disso, os clientes podem uma vez mais contar com a extensa rede da KLM, à semelhança do que estavam acostumados a fazer. Embora este seja um passo na direção certa, ainda não chegámos lá. A vacinação é a chave para a recuperação do setor de aviação. Depois disso, um passaporte de vacinação válido internacionalmente vai ter um papel crucial na restauração da mobilidade dos nossos clientes.

Pieter Elbers, Presidente e CEO da KLM

Força Aérea Portuguesa realiza transporte de órgãos para transplante

 

A Força Aérea Portuguesa anunciou que realizou hoje, 24 de junho, uma missão de transporte de órgãos para transplante.

A FAP indica que na missão, que teve início pelas 05H20, esteve empenhada uma aeronave C-295M da Esquadra 502 – “Elefantes”.

A título de curiosidade, a origem da Esquadra 502 remonta ao ano de 1937, altura em que foi capacitada com os aviões JUNKER JU52 que realizavam um vasto leque de missões desde transporte aéreo-geral a bombardeamento noturno. Com a criação da Força Aérea Portuguesa como ramo independente das Forças Armadas surgiu a Esquadra 32. No ano de 1971 recebe os primeiros Nord “Noratlas”, continuando os Junkers a voar até 1972. Com o desenvolvimento do conflito nos territórios ultramarinos, a Esquadra 32 desempenhou um importante papel no apoio à missão da Força Aérea.

Em 1974, com a chegada dos C-212 Aviocar em substituição dos Noratlas, a Esquadra 32 sediada na Base Aérea n.º 3 (Tancos) passa então a ter a designação de Esquadra 502. Com o fim da guerra em África, a Esquadra 502, conhecida como “Elefantes”, passou a operar em destacamento permanente na ilha de Porto Santo em missões de apoio à população local. Em 1988 inicia-se o destacamento aéreo de São Tomé e Príncipe que operou durante 20 anos, efetuando um total de 5500 horas de voo e o transporte de 50 mil passageiros.

Com a reestruturação da Força Aérea, a Esquadra 502 transita para a Base Aérea n.º 1 (Sintra). Em 2007, a Esquadra 711, na Base Aérea n.º 4 (ilha Terceira, Lajes) cessa a atividade com o Aviocar, tendo então os “Elefantes” iniciado o Destacamento Aéreo dos Açores.

No início de 2007, uma nova página abre-se na história da Esquadra 502, aquando da assinatura de doze aeronaves EADS C-295M, para substituírem o C-212 Aviocar. Sete destas aeronaves estão configuradas para Transporte Aéreo Tático e as restantes cinco para Vigilância Marítima. Em 2009 dá-se a transferência da esquadra para a Base Aérea n.º 6 (Montijo), onde em fevereiro aterra o primeiro C-295M.

A Esquadra 502 na atualidade realiza missões de Transporte Aéreo-geral, Transporte Aéreo-tático, Apoio Logístico, Vigilância Marítima, Busca e Salvamento, Evacuações Aero-médicas, Lançamentos de Tropas Aerotransportadas, lançamento de carga aérea e Transporte de Altas Entidades.

Rotas que a SATA Internacional operou entre Lisboa, Salvador da Bahia e Recife foram revogadas com “efeitos imediatos”

 

As rotas aéreas que a SATA Internacional operou no passado entre Lisboa e Salvador da Bahia e entre a capital portuguesa e o Recife, no Brasil foram hoje revogadas com “efeitos imediatos”.

A decisão foi emitida pela Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) e publicada hoje em Diário da República.

Nas publicações lê-se que as autorizações de “exploração de serviços aéreos regulares extra-União Europeia” nas rotas Lisboa/Recife/Lisboa e Lisboa/Salvador/Lisboa/ foram revogadas “com efeitos imediatos”.

Segundo o despacho que autorizou aquelas ligações, de abril de 2012, a companhia aérea teria de “assegurar um mínimo de 52 frequências anuais” entre os destinos.

De referir que, há muito que a companhia não opera tais rotas, tendo sido do tempo da administração de António Gomes de Menezes.

Hoje, também foi autorizada a “exploração de serviços aéreos regulares na rota Ponta Delgada/Londres/Ponta Delgada”, operadas pela SATA, lê-se em Diário da República.

A rota irá ligar o aeroporto João Paulo II, em Ponta Delgada, à capital inglesa, Londres.

The cost-reducing benefits of robotised aircraft cleaning

 

Over the past several years, robots have taken over many of the mundane tasks performed by humans. From complex industrial assembly lines to vacuum or floor-cleaning robots in the home, the robotisation of daily life is already part of modern living. While robots are now commonplace, many airport services companies still choose to perform tasks manually rather than with the assistance of machines. With more and more companies entering the robotised aircraft cleaning market the question arises: what are the benefits of these machines?

Time saved is money saved

One of the specialist companies in semi-automatic aircraft exterior cleaning, Nordic Dino, says that the use of machines to perform cleaning tasks can vastly reduce downtime and result in money saved.

“Most of the time maintenance work is performed on clean aircraft to reveal any scratches or dents hidden under layers of dirt and grime. Thus, a contaminated fuselage has to be thoroughly washed at the MRO facility, costing extra time and money for the aircraft operator. Additionally, if not cleaned regularly the aircraft’s fuselage is at risk of developing rust spots or corrosion, resulting in more downtime to repair the affected material and avoid further damage. From our experience – in many cases – Nordic Dino managed to cut aircraft exterior cleaning times by as much as 80%. As a result, 80% fewer man-hours spent per aircraft equals more savings on employee costs, making robotised cleaning a cost-efficient way of maintaining the pristine look of an aircraft,” says Jan Brunstedt, CEO of Aviator Robotics AB, the manufacturers of the semi-automatic Nordic Dino aircraft exterior cleaning robot.

Greater workplace safety

The average widebody aircraft is approximately 18.6 m tall, which means that in the case of a fall, an employee performing cleaning duties on an aircraft could suffer a serious and disabling injury. As an industry with a high instance of work-related injuries, aviation maintenance, aircraft repair, and aircraft cleaning companies are placing an elevated level of importance on safety in the working environment.

By employing aircraft cleaning robots, the need for cleaning crews working at hazardous heights is eliminated, this increases workplace safety and significantly reduces costs through the need for less specialist training and safety equipment. Some aircraft cleaning machines available on the market are designed with a washing height exceeding 11m, thus cleaning can be performed on all surfaces including vertical and horizontal stabilisers located at the rear of the fuselage.

Consistent quality results

Aircraft exterior cleaning is a tedious and resource-heavy task. Even without considering the need for cleaning solutions and water, the washing of an aircraft fuselage requires a team of physically strong workers. While cleaning one or two aircraft per month is not a challenge, performing two or even three washes a day can be detrimental to an employee’s health, and decidedly reduce the quality of the final result.

“Semi-automatic aircraft exterior cleaning solutions enable companies to relieve workers from physical activity tied to aircraft cleaning, and ensure consistent results and efficient operation across the whole fuselage of the aircraft. Built with the latest technology available, robots from leading manufacturers can perform several aircraft exterior washes per day, making them a superior choice to cleaning operations performed by humans,” adds the creator of Nordic Dino, Jan Brunstedt.

LATAM é a companhia aérea mais pontual do Brasil e do mundo em 2021

 

A LATAM Brasil anunciou, hoje, que com quase 97% dos voos no horário é a companhia aérea mais pontual do Brasil nos cinco primeiros meses de 2021, de acordo com os dados fornecidos pela Cirium, uma empresa de análise de dados de aviação. Para chegar a este resultado, a Cirium analisa os voos comerciais de todo o mundo que chegaram ao seu destino dentro do horário previsto (até 15 minutos após o programado).

Estamos orgulhosos porque alcançamos no Brasil um nível de excelência operacional muito alto, que é exemplo para toda a indústria. Esse resultado agora, em meio a um processo de retomada das viagens aéreas, é mais uma clara demonstração de que continuamos totalmente focados na eficiência de nossas operações e em seguir competindo de forma agressiva para conquistar a preferência dos brasileiros”, afirma Jerome Cadier, CEO da LATAM Brasil.

Recentemente, a LATAM investiu em mais 10 novas rotas no Brasil e no lançamento de novos destinos domésticos e internacionais como Comandatuba (Bahia) e Cancún (México).

Grupo LATAM é líder mundial

Em maio de 2021, a Cirium retomou os seus relatórios mensais de On-Time Performance, que classificam as companhias aéreas e aeroportos de todo o mundo. Neste relatório, o Grupo LATAM foi classificado em primeiro lugar na América Latina, com uma pontualidade de 94,6%. Além disso, o Grupo LATAM acaba de ser apontado como o mais pontual do mundo de janeiro a maio de 2021 pela consultoria OAG, que também mede os voos comerciais de todo o mundo que chegaram ao seu destino dentro do horário previsto (até 15 minutos após o programado).

Temos o compromisso de cuidar do tempo dos nossos clientes e fazemos todos os esforços para garantir que cada um de nossos voos decole e pouse no horário. Continuaremos trabalhando com as nossas equipes para manter este compromisso e, assim, permanecermos como a melhor opção de viagem na América Latina”, afirma Roberto Alvo, CEO do grupo LATAM.

Atualmente, quase metade (45%) dos voos do Grupo LATAM são operados pela LATAM Brasil, o que reforça a importância e a relevância da operação brasileira para esses resultados, que comprovam que a companhia mantém firme o seu foco na eficiência operacional, supervisionando e procurando a melhoria contínua dos seus indicadores.

Ryanair realizou primeiro voo comercial com o seu B737MAX

Recebido no passado dia 16 de junho, a Ryanair realizou hoje, 23 de junho, o primeiro voo comercial com o seu também primeiro Boeing B737MAX.

A aeronave com a matrícula EI-HEN realizou o voo FR272 entre Dublin e Londres,

De referir que a Ryanair é o maior cliente europeu do MAX, com 210 unidades B737 MAX encomendadas, 135 firmes e 75 em opções e já indicou que espera que a Boeing “cubra a quebra de lucros” pelo atraso da entrada em operação do novo avião.

O para já conhecido B737 8-200 foi desenvolvido a pedido da companhia, não apresentando nenhuma alteração no que diz respeito às dimensões externas em relação ao 737 MAX 8, mas sim, apresenta alterações de cabine que permitem transportar mais passageiros em segurança.

O B737 8-200 foi configurado com portas de saída a mais para garantir a evacuação segura de um maior número de passageiros em caso de acidentes e incidentes, graças ao espaço reduzido para 28 polegadas (71 cm) entre eles.

A Ryanair é o cliente de lançamento da variante 737-8 de alta capacidade, tendo feito o seu primeiro pedido de 100 aviões e 100 opções no final de 2014, seguido por pedidos firmes de 10 aviões em 2017 e 25 em 2018.

O 737 8-200 permite que a Ryanair personalize a sua aeronave com 197 assentos, aumentando o potencial de receita e reduzindo o consumo de combustível em 16 por cento em comparação com os aviões anteriores da companhia aérea. “A Ryanair continuará a desempenhar um papel de liderança na nossa indústria quando a Europa recuperar-se da pandemia COVID-19 e o tráfego aéreo voltar a crescer em todo o continente. Estamos gratos que a Ryanair está mais uma vez depositando a sua confiança na família Boeing 737 e construindo sua frota futura com este pedido firme ampliado “, disse Dave Calhoun, presidente e CEO da The Boeing Company. “A Boeing continua focada em devolver com segurança toda a frota 737 em serviço e entregar a carteira de aviões à Ryanair e aos nossos outros clientes. Acreditamos firmemente neste avião e continuaremos a trabalhar para reconquistar a confiança de todos os nossos clientes “, disse Calhoun.

Delta deverá regressar a Lisboa a 1 de agosto

 

A Delta Air Lines anunciou hoje que os seus voos entre os EUA e Portugal vão ser retomados a 1 de agosto próximo, na sequência do levantamento pelo governo português das restrições à entrada, permitindo assim que os viajantes de lazer norte-americanos visitem o país pela primeira vez em mais de um ano*.

Para os clientes que desejam voltar a juntar-se a amigos e família ou explorar as cidades vibrantes e litorais deslumbrantes que Portugal tem para oferecer, a Delta vai operar 4 voos semanais diretos entre Nova Iorque-JFK e Lisboa. Os serviços da Delta entre os EUA e Portugal são operados em conjunto com os parceiros Air France, KLM e Virgin Atlantic, Como parte desta parceria, os clientes também podem chegar a Portugal por via dos hubs europeus da Delta em Amesterdão e Paris.

Portugal tem sido um dos destinos mais populares da Delta para os viajantes de lazer e saudamos a decisão do governo português de reabrir as fronteiras aos turistas dos EUA, apoiando ainda mais a recuperação económica da pandemia global”, afirmou Amy Martin, Diretora Geral de Planeamento da Rede Internacional da Delta. “Os clientes da Delta dos Estados Unidos podem conectar-se convenientemente a Lisboa através do hub da Delta em Nova Iorque-JFK, tornando-se assim mais fácil juntarem-se aos seus entes queridos e desfrutarem de novas experiências de viagem.

A rota de Lisboa da Delta é um importante marco para a recuperação do setor do turismo português. No período pré-pandemia, a América foi um dos mercados em crescimento do turismo em Portugal, com os visitantes a crescerem mais de 20% em 2019 face ao ano anterior, segundo dados do Turismo de Portugal. A indústria do turismo é um dos maiores contribuidores económicos da economia portuguesa, tendo gerado proveitos globais no total de 4,28 mil milhões de euros em 2019 ou cerca de 8,6% do PIB do país. Os visitantes de lazer dos EUA gastaram uma média de 150 euros por dia no país.

A Delta vai operar aviões 767-300 nos voos entre Nova Iorque e Lisboa, oferecendo as classes executiva Delta One, com assentos totalmente reclináveis e acesso ao corredor a todos, bem como a Delta Comfort+ e a Main Cabin.

A Delta também está também a introduzir novas opções de refeição e entretenimento a bordo este verão. Isto inclui mais de 200 filmes, com 21 novos lançamentos, como os vencedores dos óscares Nomadland, The Father and Judas e Black Messiah. E, durante o serviço de refeição, todos os clientes recebem uma opção de entrada juntamente com o seu aperitivo e sobremesa, além de uma seleção completa de bar ou refrigerante. Os passageiros Delta One podem ainda encomendar antecipadamente a sua escolha de refeição nos voos entre os EUA e Portugal.

A Delta prioriza a saúde e segurança dos seus clientes e funcionários e das comunidades que serve. Além de viagens mais seguras como parte integrante do Delta CareStandard, todos os clientes que voam entre os EUA e Portugal vão poder desfrutar de centenas de novas opções de entretenimento a bordo em ecrãs individuais nos encostos dos assentos. A experiência do cliente premiada da Delta também inclui tecnologia sem toque através da app Fly Delta e a bordo e planeia oferecer um novo Wi-Fi de alta velocidade a bordo este ano.

Os clientes que viajam para Portugal deverão ter um teste PCR ou NAAT negativo ou um teste de antigénio negativo, respetivamente nas 72 horas ou nas 24 horas prévias à viagem. Não haverá quarentena para os passageiros que viajam dos Estados Unidos. A quarentena vai aplicar-se a viajantes originários da África do Sul, Brasil, Índia ou Nepal.

* NOTA: A entrada nos EUA para os viajantes provenientes de Portugal, ou que tenham estado no espaço Schengen, nos 14 dias prévios à viagem, mantém-se restrita. O Centro de Planeamento de Viagens da Delta contém informações detalhadas sobre as viagens internacionais, sendo os clientes incentivados a verificar os requisitos de entrada antes da partida.

Sevenair Academy e Atlântica – Instituto Universitário assinam protocolo de cooperação institucional

 

O Grupo Sevenair  anunciou hoje, 23 de junho, que foi assinado um protocolo entre a Sevenair Academy e a Atlântica – Instituto Universitário com vista a desenvolver as formações no âmbito do sector aeronáutico.

Com esta parceria, é oferecido ao mercado um programa que combina uma licenciatura (em Ciências de Engenharia Aeronáutica ou Gestão do Transporte Aéreo) e um curso de piloto de linha aérea (ATPL Modular), permitindo aos alunos fazer em 3 anos e em simultâneo estas 2 formações, com um valor atractivo, mais apelativo do que adquirindo os 2 programas em separado.

Esta oferta, que une duas instituições de referência, vem colmatar uma pretensão de muitos alunos e pais que, para além do curso de piloto, ambicionam também que haja uma formação de nível superior como parte integrante do percurso profissional, formação na área aeronáutica e que reforça as capacidades dos formandos.

As inscrições encontram-se abertas para o ano lectivo 2021/2022. Os interessados devem contactar através do info@sevenair.com ou 932 956 511 (whatsapp)

easyJet anuncia nova rota Porto-Palma de Maiorca e reforça ligações ao Funchal

 

A easyJet anunciou hoje uma nova ligação de verão entre as cidades do Porto e de Palma de Maiorca, e um reforço dos seus voos a partir de Lisboa e do Porto para o Funchal.

Os voos entre o Porto e Palma de Maiorca serão operados às segundas e quartas-feiras, oferecendo uma capacidade de 10.000 lugares.

No que diz respeito ao reforço dos voos para o Funchal à partida do Porto e Lisboa, a companhia vai adicionar mais um voo diário, significando que as ligações Porto – Funchal serão operadas duas vezes por dia e as ligações Lisboa – Funchal serão operadas quatro vezes por dia nos dias úteis e sábados e cinco vezes por dia aos domingos.

Depois da inauguração da nova base em Faro, a easyJet abriu esta terça-feira, 22 de junho, as vendas para as cinco novas rotas que vai passar a realizar à partida da capital algarvia, concretamente Lille, Luxemburgo, Munique, Toulouse e Zurique, às quais se junta ainda a nova rota entre o Porto e Palma de Maiorca, cujas vendas arrancaram também esta terça-feira.

“Lille, Luxemburgo, Munique, Toulouse e Zurique, são os novos destinos para os quais a easyJet irá voar a partir da região do Algarve. Estas ligações, a partir de hoje disponíveis para compra, serão operadas a título sazonal, entre os meses de julho e outubro de 2021”, refere a easyJet, na informação divulgada.

Para Lille, Toulousse e Zurique, a easyJet vai disponibilizar três frequências por semana, enquanto as ligações para o Luxemburgo e Munique serão realizadas duas vezes a cada semana, tal como acontece na rota entre o Porto e Palma de Maiorca, que vai ter voos às segundas e quartas-feiras.

A easyJet tem ainda planos para aumentar a capacidade para outros destinos à partida de Faro, a exemplo de Paris Charlles de Gaulle, Lyon, Genebra e Amesterdão.

Beijing Capital Airlines retomou voo entre Portugal e China

 

A ligação aérea entre Portugal e a China foi retomada, este fim de semana, após ter estado suspensa por duas semanas, por terem sido detetados sete casos de covid-19, em maio, num voo oriundo de Lisboa.

Fonte da companhia aérea Beijing Capital Airlines confirmou à agência Lusa que o voo foi retomado, após ter cumprido o período de suspensão, imposto pela Administração de Aviação Civil da China.

O voo entre Lisboa e a cidade de Xi’an, no centro da China, esteve suspenso entre 31 de maio e 19 de junho. A operação foi retomada com a frequência de um voo por semana, revelou a mesma fonte.

O país asiático, onde a covid-19 surgiu em dezembro de 2019, foi o primeiro a conter o surto, pelo que passou a temer uma ressurgência devido aos casos oriundos do exterior, sobretudo chineses que tentam regressar ao país.

As autoridades chinesas reduziram as ligações aéreas com o exterior, no final de março do ano passado, à medida que o novo coronavírus se alastrou pelo mundo.

A Beijing Capital Airlines retomou, no final de agosto passado, o voo entre Portugal e a China.

SATA Azores Airlines vai reforçar a sua operação entre os Açores e Paris, chegando a 3 voos semanais

 

A SATA Azores Airlines indicou que devido as reservas estarem a superar as expectativas, a companhia vai reforçar a sua operação para Paris através do prolongamento da operação até novembro.

A companhia sublinha que o mercado francês reagiu positivamente à oferta de uma rota direta entre Ponta Delgada e a cidade de Paris e como tal, a companhia aérea vai reforçar esta operação aérea.

Com uma expetativa moderada em relação à retoma de voos para o Continente Europeu, a companhia aérea tinha previsto a oferta de duas ligações semanais, à terça e ao sábado, até ao início de setembro.

Mas face às reservas registadas e à tendência que a procura demonstra, a Azores Airlines vai reforçar a oferta de voos entre o período de 04 a 11 de agosto, com a introdução de uma ligação suplementar à quarta-feira, e depois, mantendo a oferta de duas ligações semanais até outubro e, finalmente, terminará a operação com a oferta de uma ligação semanal, ao sábado, até ao final do mês de novembro.

Recordamos com a companhia aérea vai dar início a esta operação a partir de 3 de julho e prevê manter a oferta até 27 de novembro 2021. O voo direto entre Paris (Aeroporto Charles de Gaulle) e Ponta Delgada (Aeroporto João Paulo II, Ponta Delgada, Açores) terá uma duração aproximada de 4 horas e será operado em equipamento A321LR / A321neo.

As reservas podem ser efetuadas através de qualquer ponto de venda da SATA Azores Airlines e através de agências de viagens.

Air Transat retoma voos para Portugal em novembro

 

A Air Transat anunciou hoje que pretende retomar gradualmente as suas rotas para Portugal.

Assim sendo, a partir de 1 novembro a Air Transat pretende voar desde Toronto para Lisboa, Porto e Faro, assim como de Montreal para Lisboa.

Além das rotas para Portugal, a Air Transat conta também retomar os voos entre Toronto e o Reino Unido a partir de 1 de novembro, enquanto as ligações para Dublin, Roma e Amesterdão só devem voltar a partir de abril de 2022.

A partir de Montreal, além de Lisboa, a companhia vai retomar também os voos para Málaga e Paris, enquanto as ligações a Barcelona, Madrid, Marselha e Roma regressam a partir de abril de 2022.

Além dos voos para a Europa, a Air Transat conta também retomar a operação nas Caraíbas, México, América Central e do Sul, assim como nos EUA, voando para perto de 50 destinos em três continentes, incluindo novos voos desde Montreal para Miami e Fort Myers, na Florida, EUA.

“A partir de dezembro de 2021, a Air transat voará para Miami quatro vezes por semana e para Fort Myers duas vezes por semana”, indica a companhia aérea, que, no próximo inverno, vai contar com voos à partida de oito cidades canadianas, concretamente Toronto, Ottawa, Hamilton, London, Halifax, Moncton Montreal e Quebec City.

Além dos voos internacionais, a companhia vai ainda retomar os seus voos domésticos Montreal – Vancouver, Montreal – Toronto, Montreal – Quebec City (a partir de abril de 2022 ) e Toronto – Vancouver.

No comunicado a companhioa sublinha que em caso de alterações nos horários dos voos “os clientes afectados serão reembolsados”.

Cabo Verde Airlines vai reduzir trabalhadores e Governo quer reverter privatização

 

O Governo cabo-verdiano inicia esta semana negociações para reverter a privatização da Cabo Verde Airlines (CVA), decisão que o primeiro-ministro justifica com a indisponibilidade dos investidores islandeses que lideram a companhia para a injeção de capital.

De referir que em março de 2019, o Estado de Cabo Verde vendeu 51% da então empresa pública TACV (Transportes Aéreos de Cabo Verde) por 1,3 milhões de euros à Lofleidir Cabo Verde, empresa detida em 70% pela Loftleidir Icelandic EHF (grupo Icelandair, que ficou com 36% da CVA) e em 30% por empresários islandeses com experiência no setor da aviação (que assumiram os restantes 15% da quota de 51% privatizada).

A CVA, em que o Estado cabo-verdiano mantém uma posição de 39%, concentrou então a actividade nos voos internacionais a partir do hub do Sal, deixando os voos domésticos.

“O Governo vai encetar um processo de reverter a privatização dos 51% do capital que está na posse, hoje, da Loftleidir Icelandic, tendo em conta que nós não estamos a perspectivar que num futuro próximo, primeiro, haja injeção de capital por parte do parceiro estratégico de forma a garantir a perenização e a continuidade das operações da companhia”, disse o primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, em declarações no domingo à noite, a partir do Sal, à televisão pública cabo-verdiana.

Como segundo motivo, Ulisses Correia e Silva apontou o “incumprimento de alguns acordos estabelecidos em março”, entre o Governo e a administração da CVA, para permitir a retoma das operações da companhia após 15 meses de suspensão da actividade devido à pandemia de covid-19.

Hoje ficou-se a saber que a Cabo Verde Airlines vai reduzir o número de trabalhadores, superior a 300 antes da pandemia, devido à quebra da atividade.

“A redução da atividade imposta à companhia devido aos bloqueios, fecho de fronteiras e outras restrições face à pandemia de covid-19, inevitavelmente levará a uma redução no número de trabalhadores”, afirmou o diretor-executivo da CVA, em declarações à Lusa, a propósito do plano da companhia cabo-verdiana para retomar a atividade, ao fim de 15 meses de suspensão devido à pandemia.

“A companhia cumprirá todos os requisitos legais relevantes nos contactos com os sindicatos sobre a melhor forma de abordar essas questões tão delicadas e importantes”, garantiu apenas Erlendur Svavarsson, sem avançar números sobre a redução de trabalhadores da companhia.

O Sindicato Nacional de Pilotos da Aviação Civil de Cabo Verde revelou publicamente nos últimos dias que a CVA pretende reduzir em 40% o total de pilotos da companhia, nomeadamente através de reformas antecipadas e não renovação de contratos.

A CVA previa ter retomado as operações na sexta-feira, com um voo da ilha do Sal para Lisboa e regresso, mas que acabou por ser cancelado após um diferendo com a empresa estatal ASA, que gere os aeroportos e o espaço aéreo cabo-verdiano, que não autorizou a partida. Contudo, até agora, a ASA, a CVA e o Governo cabo-verdiano não prestaram qualquer esclarecimento sobre o assunto.

Ryanair desiste dos recursos sobre despedimento de tripulantes de Lisboa e Porto

 

A Ryanair desistiu das ações e dos recursos interpostos às decisões dos tribunais do trabalho de Lisboa e da Maia, relativamente ao despedimento de tripulantes em Lisboa e Porto, anunciou hoje o sindicato do pessoal de voo.

“Fomos notificados de que a Ryanair assumiu, perante os tribunais portugueses, que os despedimentos coletivos que promoveu, quer na base de Lisboa, quer na do Porto, eram ilegais, tendo desistido das ações em curso e dos recursos relativamente a esta matéria”, anunciou o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), em comunicado.

Cabe, agora, aos tripulantes decidir “se pretendem ser reintegrados na empresa ou indemnizados”, acrescentou o SNPVAC.

No entanto, “os processos irão prosseguir para julgamento para que os tribunais se pronunciem relativamente aos créditos laborais que foram igualmente peticionados” pelos tripulantes.

O sindicato congratulou a “resiliência” dos seus associados, “que muito tiveram de lutar para que fosse feita justiça”, e aplaudiu a sua “capacidade de sacrifício ao longo dos últimos meses”.

“Apesar de ter sido um processo moroso e difícil, a justiça acabou por ser feita e a verdade reposta. Ainda existe um longo caminho a percorrer na defesa dos direitos dos nossos associados, mas o SNPVAC não baixará os braços e fará tudo o que estiver ao seu alcance para a sua salvaguarda”, conclui o sindicato.

Em janeiro, o Tribunal do Trabalho da Maia declarou ilícito o despedimento de nove tripulantes da Ryanair, no âmbito de uma providência cautelar, obrigando a companhia aérea irlandesa a reintegrá-los.

De acordo com a sentença proferida em 25 de janeiro, a que a Lusa teve acesso, o tribunal julgou procedente a providência cautelar requerida por nove tripulantes afetos à base do Porto, no âmbito de um despedimento coletivo realizado em dezembro que abrangeu 23 trabalhadores, e declarou “a ilicitude do despedimento de que os requerentes foram alvos”.

Menos de um mês depois, em 16 de fevereiro, o Tribunal do Trabalho de Lisboa teve decisão idêntica relativamente ao despedimento de seis tripulantes da base de Lisboa, que “foi considerado ilícito”, de acordo com Ricardo Penarroias, da direção do SNPVAC.

“O processo iniciou-se em princípios de janeiro, em que se deram todos os passos jurídicos”, tendo sido ainda criada uma comissão com a mediação da Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT), “que não chegou a uma conclusão, acabando a companhia por decidir, uma vez mais, avançar com o processo de despedimento”, disse, na altura, o sindicalista à agência Lusa.

Ambas as decisões dos tribunais do trabalho eram, ainda, passíveis de recurso por parte da Ryanair, de acordo com o dirigente sindical, mas a companhia aérea acabou, agora, por desistir do recurso e restantes ações.

Primeiro voo da Cabo Verde Airlines em 15 meses cancelado após horas de espera no Sal

 

O primeiro voo da Cabo Verde Airlines (CVA) em 15 meses, que deveria partir hoje de manhã do Sal para Lisboa, foi cancelado durante a tarde, alegadamente devido à falta da autorização da empresa pública que gere os aeroportos.

A companhia aérea tinha programado a retoma dos voos internacionais a partir de hoje, inicialmente com uma ligação entre a ilha do Sal e Lisboa, com partida prevista para as 09:15 locais (11:15 de Lisboa), e regresso de Portugal, mas ao fim de várias horas de espera e informações contraditórias, o voo acabou por ser cancelado já durante a tarde.

Pelas 18:20 de Lisboa (16:20 em Cabo Verde), o voo VR 602 (Sal – Lisboa) que era esperado no terminal 1 do aeroporto de Lisboa, estava oficialmente dado como “cancelado”, segundo informação disponibilizada na página da empresa ANA.

A Lusa contactou a administração da CVA – que estava desde abril a preparar a retoma dos voos após a suspensão dos voos em março de 2020 – e a empresa pública ASA, que gere os aeroportos de Cabo Verde, para tentar obter uma explicação sobre o cancelamento, mas sem sucesso até ao momento. Fonte oficial do Governo cabo-verdiano disse à Lusa que será emitido um comunicado sobre este assunto nas próximas horas.

Ao início da tarde, em declarações no Aeroporto Internacional Amílcar Cabral, na ilha do Sal, o diretor executivo da CVA, Erlendur Svavarsson, rejeitou que a falta de autorização da ASA para a descolagem do Boeing 757 estivesse relacionada com alegadas dívidas da companhia à empresa pública, apontando antes uma “falta de coordenação” entre as duas entidades, garantindo que as despesas com o voo VR 602 estão em conformidade e esperando a autorização para a partida para as horas seguintes, o que não aconteceu.

Antes deste desfecho, o diretor executivo da CVA tinha anunciado à Lusa que o segundo Boeing com que a companhia quer retomar os voos internacionais chega ao arquipélago em julho.

Em entrevista a propósito do que seria a retoma dos voos pela companhia aérea cabo-verdiana, cerca de 15 meses após a suspensão das operações devido à pandemia de covid-19, Erlendur Svavarsson reconheceu a “ótima resposta” dos clientes aos horários dos voos que hoje deveriam ter sido retomados, “mesmo com pouca antecedência”.

Para já, a companhia vai operar com um Boeing 757, que já está no arquipélago desde abril passado, após um ano em situação de armazenamento nos Estados Unidos da América, devido à pandemia.

“A chegada da segunda aeronave está prevista para complementar a frota do nosso ‘hub’ na ilha do Sal no início de julho, aumentando ainda mais a confiabilidade e a eficiência da CVA”, acrescentou.

Em março de 2019, o Estado de Cabo Verde vendeu 51% da então empresa pública TACV (Transportes Aéreos de Cabo Verde) por 1,3 milhões de euros à Lofleidir Cabo Verde, empresa detida em 70% pela Loftleidir Icelandic EHF (grupo Icelandair, que ficou com 36% da CVA) e em 30% por empresários islandeses com experiência no setor da aviação (que assumiram os restantes 15% da quota de 51% privatizada).

A CVA concentrou então a atividade nos voos internacionais a partir do ‘hub’ do Sal, deixando os voos domésticos.

De acordo com informação da companhia consultada pela Lusa, no alargamento do plano de voos a CVA disponibiliza bilhetes para o voo de 03 de julho entre São Vicente e Paris (aeroporto Charles de Gaulle) e regresso no dia seguinte, que marcará a retoma, pela companhia, dos voos internacionais a partir da segunda ilha mais populosa de Cabo Verde.

Trata-se de um voo semanal (partida ao sábado com regresso ao domingo) com escala no aeroporto internacional do Sal, de onde parte e onde termina.

O mesmo regime de escala será aplicado de 28 de junho até 28 de março de 2022 pela CVA, com partidas do aeroporto da Praia, escala no Sal, com destino a Lisboa (sexta e segunda-feira), e semanalmente do Sal, com escala na Praia, com destino a Boston (Estados Unidos da América).

“A retoma dos voos é agora apenas o primeiro passo para a reconstrução da rede da CVA com base na ilha do Sal. O conceito de ‘hub’ foi amplamente comprovado durante a fase de construção de 2019-2020, antes de a pandemia atingir o setor, com mais de 150% de crescimento ano a ano”, afirmou Erlendur Svavarsson, questionado pela Lusa sobre a possibilidade de a companhia também operar voos para Lisboa a partir de São Vicente, uma reivindicação local de há alguns anos.

“A pandemia ainda domina as indústrias do turismo e da aviação, mas assim que as vacinações permitirem o regresso às viagens, a Cabo Verde Airlines terá uma excelente posição para ligar quatro continentes através do ‘hub’ na ilha do Sal”, disse ainda.

O diretor executivo insiste que a aposta da CVA é no ‘hub’ do Sal, mas acrescenta que a companhia “estará numa ótima posição para adicionar novas rotas conforme as condições da pandemia permitam”.

“A programação atual é publicada até à primavera de 2022 e acompanharemos de perto a procura de cada destino. A visão da nossa companhia aérea é ligar quatro continentes através do nosso ‘hub’ na ilha do Sal, de forma eficiente e fiável”, afirmou.

As companhias aéreas portuguesas SATA e TAP são as únicas que mantinham, até agora, ligações regulares das ilhas cabo-verdianas de São Vicente, Sal e Santiago à Europa e aos Estados Unidos, mas ambas estão sob intervenção do Estado português, devido às consequências da pandemia de covid-19.

Boeing concluiu o primeiro voo do 737-10 com sucesso

 

Em comunicado, a Boeing anunciou que o 737-10, o maior avião da família 737 MAX, completou um primeiro voo com sucesso. O avião descolou de Renton Field em Renton, Washington, às 10h07 e aterrou às 12h38 no Boeing Field em Seattle.

“O avião teve um desempenho maravilhoso”, disse o piloto chefe do 737, comandante Jennifer Henderson. “O perfil do voo permitiu testar os sistemas do avião, o controle de voo e qualidades de manuseio, todos verificados exatamente como esperávamos.”

O voo de hoje foi o início de um programa de testes abrangente para o 737-10. A Boeing trabalhará em estreita colaboração com os reguladores para certificar o avião antes de sua entrada em serviço programada em 2023.

“O 737-10 é uma parte importante dos planos de frota dos nossos clientes, dando-lhes mais capacidade, maior eficiência de combustível e a melhor economia por assento de qualquer avião de corredor único”, disse Stan Deal, presidente e CEO da Boeing Commercial Airplanes . “Nossa equipa está comprometida em entregar um avião com a mais alta qualidade e confiabilidade.”

O 737-10 pode transportar até 230 passageiros. Ele também incorpora melhorias ambientais, cortando as emissões de carbono em 14% e reduzindo o ruído em 50% em comparação com os atuais 737s Next-Generation.

Boeing Completes 737-10 First Flight Successful

 

Boeing in a statement announced that the 737-10, the largest airplane in the 737 MAX family, completed a successful first flight. The airplane took off from Renton Field in Renton, Washington, at 10:07 a.m. and landed at 12:38 p.m. at Boeing Field in Seattle.

“The airplane performed beautifully,” said 737 Chief Pilot Capt. Jennifer Henderson. “The profile we flew allowed us to test the airplane’s systems, flight controls and handling qualities, all of which checked out exactly as we expected.”

Today’s flight was the start of a comprehensive test program for the 737-10. Boeing will work closely with regulators to certify the airplane prior to its scheduled entry into service in 2023.

“The 737-10 is an important part of our customers’ fleet plans, giving them more capacity, greater fuel efficiency and the best per-seat economics of any single-aisle airplane,” said Stan Deal, president and CEO of Boeing Commercial Airplanes. “Our team is committed to delivering an airplane with the highest quality and reliability.”

The 737-10 can carry up to 230 passengers. It also incorporates environmental improvements, cutting carbon emissions by 14 percent and reducing noise by 50 percent compared to today’s Next-Generation 737s.

Parceria entre LATAM Cargo Brasil e Grand Cru reduzirá pela metade tempo de entrega de vinhos em algumas localidades

 

Artigo escrito em português do Brasil:

A LATAM Cargo Brasil e a Grand Cru firmaram uma parceria para o transporte de vinhos da distribuidora que deve reduzir o tempo de entrega pela metade em algumas localidades. Antes, a carga que seguia pelo modal rodoviário com prazo mais longo, agora poderá chegar ainda mais rápido ao seu destino final com um ganho entre 3 e 4 dias após a emissão do pedido de transporte do produto de ponta a ponta.

Otavio Meneguetti, diretor da LATAM Cargo, explica que esse ganho no tempo da entrega está associado à consolidada operação logística da unidade, que hoje detém 40% do mercado. “Nesta parceria, colocamos a serviço do cliente Grand Cru toda nossa expertise, garantindo um transporte ágil e eficiente, com toda nossa malha aérea para fazer os vinhos chegarem ao destinatário mais rápido, gerando um diferencial para o cliente”, destaca.

“Tendo em vista o modelo de negócio multicanal, essa parceria chega para reforçar nosso compromisso em aprimorar a cada dia a experiência de nossos clientes. A redução de tempo é fator estratégico para o nosso negócio”, destaca Gustavo Baldini, COO da Grand Cru.

A logística para entrega acontece de forma coordenada entre as empresas. São realizadas coletas diárias no Centro de Distribuição da Grand Cru, em Santa Catarina, de onde os produtos são enviados para o terminal de cargas da LATAM, em Florianópolis, e são alocados nos voos da companhia.

De acordo com Meneguette, os principais destinos dos vinhos têm sido Brasília, Recife, Fortaleza e Salvador. “Temos uma expectativa futura de atender todas as cidades nas quais temos entrega direta, em especial as rotas mais distantes, buscando reduzir o tempo total para o cliente final”, complementa.

Além da agilidade no processo, a conservação do produto é fundamental. Por isso, as empresas desenvolveram conjuntamente uma nova versão de embalagem especificamente para o avião, trazendo mais segurança ao transporte e manuseio.

Emirates recebeu mais um Airbus A380

 

A Emirates recebeu esta sexta-feira, 18 de junho, mais um A380 para a sua frota. Trata-se do Airbus A380 com o número de série 268 e matrícula A6-EVO.

Este é o 120º modelo recebido pela companhia mas que neste momento apenas conta com 115 unidades na sua frota, uma vez que  já realizou o phase-out de outras cinco unidades, um no ano passado e outros quatro recentemente.

O spotter Tobias Gudat capturou o momento da descolagem:

Com esta entrega, ficam a faltar apenas três exemplares: A6-EVQ, A6-EVR e o A6-EVS que a companhia deverá receber até 2022 que marca também o fim da linha de montagem da Airbus.

O novo modelo está configurado com a nova cabine de Premium Economy, juntamente com aprimoramentos e uma aparência renovada em todas as cabines dos novos A380.

Com uma excelente inclinação, o assento económico premium da Emirates reclina a uma posição confortável e com amplo espaço para se esticar.

Revestidos em couro creme anti-manchas com detalhes de costuras e acabamento em painel de madeira semelhante ao Business Class, cada assento é projectado para oferecer conforto e apoio ideal com encosto de cabeça ajustável ​​em 6 posições, apoios para pernas e pés.

Cada assento tem uma tela de 13,3 “, uma das maiores na sua classe, para desfrutar da variedade incomparável de música, filmes, TV, notícias e outros conteúdos.

Os clientes também encontrarão  pontos de recarga nos assentos de fácil acesso, uma ampla mesa para refeições e mesa lateral para bebidas. A Emirates Premium Economy está localizada na cabine frontal, com lavabos exclusivos dos passageiros.


Primeira classe: mais privacidade e luxo, 14 suites privativas de primeira classe, neste último A380 da Emirates, foram aprimoradas e agora são um pouco mais largas, tendo mais privacidade e conforto.

Os detalhes e acabamentos da cabine também foram renovados com novos motivos e cores, desde as escadas arrebatadoras que vão do convés principal ao convés superior, até as modernas instalações do SPA.


Classe Executiva: novos acabamentos de luxo. A Emirates manteve os assentos da Classe Executiva A380, que oferecem acesso direto ao corredor para todos os passageiros, reclinam para uma posição totalmente plana e oferecem mini-bares pessoais, amplo armazenamento pessoal e um alto grau de privacidade.

Todos os 76 assentos foram renovados para apresentar capas de couro cor de champanhe e acabamento em madeira, inspirados em jatos executivos, semelhante à Classe Executiva da aeronave Boeing 777 Gamechanger da Emirates.

O mesmo esquema de cores clássico também foi aplicado ao Lounge de bordo na parte de trás  da cabine superior, para uso exclusivo dos passageiros da Primeira Classe e da Classe Executiva.

Classe económica: assentos Gamechanger A Emirates substituiu todos os 338 assentos da Economy a bordo de seu mais novo A380 por assentos ergonomicamente projetados que vêm com encosto de cabeça totalmente em couro e painéis laterais flexíveis que podem ser ajustados verticalmente para melhor suporte.

Este último modelo de assento é um avanço em relação à versão atualmente instalada na aeronave Boeing 777 Gamechanger da Emirates.

É mais leve, sem comprometer o conforto ou a função. Cada assento apresenta um acabamento de textura de madeira, bem como uma tela pessoal de 13,3 “para desfrutar do sistema de entretenimento a bordo “ICE”, premiado da Emirates.

Interior renovado da cabine; Em todo o interior do Emirates A380, os clientes verão novos acabamentos e design renovado.

Todas as classes de cabine são equipadas com a última geração do premiado sistema de entretenimento “ICE” a bordo da Emirates, oferecendo qualidade de imagem superior e aprimorada. Cada tela no assento terá ângulos de visão ultra-amplos, uma tela de toque capacitiva, luz de fundo LED e tela full HD.

Os assentos de classe económica premium da Emirates também serão instalados em alguns de seus Boeing 777X que deve se juntar à frota em 2023. A Emirates está considerando planos para reformar sua frota de A380 existente.

O A380 da Emirates Airbus já é uma das experiências de viagem mais procuradas no céu, e agora o tornaram ainda melhor. Enquanto outros cortam, a Emirates está a trabalhar para restaurar os produtos e serviços que tiveram que suspender ou ajustar devido a precauções de pandemia e introduzir novas ofertas e aprimoramentos. Fiel à nossa promessa de voar melhor, a Emirates continua investindo para oferecer a nossos clientes a melhor experiência possível.

Trem de aterragem dianteiro de Boeing 787-8 da British Airways colapsou

 

O trem dianteiro de um Boeing 787-8 Dreamliner da British Airways colapsou esta sexta-feira, dia 18 de junho, no Aeroporto de Heathrow, em Londres,

Trata-se do B787-800 com a matrícula G-ZBJB que se encontrava parqueado numa posição remota do Terminal C5 e a ser preparado para um voo cargueiro, BA906F, entre entre Londres e Frankfurt.

De acordo com os registo, o último voo da aeronave foi entre Moscovo e Londres, BA881.

Segundo as informações estavam a bordo cinco tripulantes, dos quais dois pilotos e dois mecânicos, que não sofreram quaisquer ferimentos.

Durante a tarde as equipas de Manutenção e Engenharia da British Airways conseguiram içar e apoiar a aeronave através de  num sistema de pneumáticos.

Já arrancou a operação charter da SATA Azores Airlines entre Lisboa e o Sal

 

A SATA Azores Airlines já deu inicio à sua operação charter entre Lisboa e a ilha do Sal, em Cabo verde.

A companhia foi contratada por um operador turístico para uma operação charter para destinos como Porto Santo, Saïdia e Ilha do Sal, com voos à partida de Lisboa e do Porto.

Os voos para o Sal são operados às sextas-feiras a partir de Lisboa. No dia 25 de junho terão inicio os voos a partir do Porto.

A título de curiosidade, o voo desta sexta-feira foi operado pelo A321LR CS-TSI “Inspire”.

Foto: Nuno Ferreira

Recentemente a SATA Azores Airlines anunciou que vai assegurar mais de duas centenas de voos charter, até outubro 2021, para os destinos acima referidos e também para a Ilha de Creta.

A companhia sublinha que, esta operação comercial não regular, é particularmente importante para a companhia aérea Azores Airlines, sobretudo numa altura em que, apesar da expetativa para o verão de 2021 ser mais positiva no que respeita à atividade regular das transportadoras SATA, não alcançará ainda níveis de atividade comparáveis aos de 2019.

Está no ar o B737MAX 10 (com vídeo)

Está no ar o maior avião da família Boeing 737, trata-se do primeiro protótipo B737MAX 10, com a matrícula N27751.

A aeronave descolou do aeroporto de Renton, onde fica uma das fábricas da Boeing, com destino a Moses Lake. Poderá segui o voo AQUI

O B737MAX 10 conta com 43,8 metros de comprimento, sendo quatro metros maior do que o MAX 8, que tem 39,52 metros. Todas as aeronaves da família MAX têm a mesma envergadura – 35,56 metros.

De referir que a Boeing apresentou em novembro de 2019 a versão -10 do seu B737 Max.

Devido à crise originada pelo B737Max, a Boeing realizou uma cerimónia simples, discreta e restrita aos seus funcionários.

Foto: Jim Klug

Durante a cerimónia e visivelmente emocionado, Mark Jenks, vice presidente e director geral do programa 737, disse:

“Não é sobre uma nova aeronave. É sobre as pessoas que a desenham, constroem e dão o suporte. A dedicação e foco desta equipa na segurança e qualidade mostra o nosso compromisso com os nossos clientes e todos os que voam em aviões da Boeing”.

A maior versão do B737 pode transportar até 230 passageiros, com 43 metros de comprimento, além de poder ser equipado com um tanque de combustível adicional, por forma a aumentar o alcance.

Foto: Paul Lewis

De recordar que a Boeing tem 550 unidades encomendas, de mais de 20 clientes,  para o 737 MAX 10.

O 737 MAX 10 está equipado com os mais recentes motores CFM International LEAP-1B, conta com “winglets” de tecnologia avançada e um novo sistema de trem de aterragem. Por dentro, será equipado com o Boeing Sky Interior e outros recursos projetados para oferecer a melhor experiência de voo possível.

Delivered second B737MAX OR B737 8-200 to Ryanair

 

After receiving, on June 16, its first Boeing B737MAX, with registration EI-HEN, today Ryanair received its second unit.

This is the EI-HEZ with serial number 62312 that took off from Seattle, with flight number FR82Z, bound for Dublin.

As is known, this delivery happens much later than planned due to re-certification problems and more recently with detected electrical problems.

Ryanair is MAX’s largest European customer, with 210 B737 MAX units on order, 135 firm and 75 in options. He has already indicated that he expects Boeing to “cover the loss of profits” due to the delay in the entry into operation of the new plane.

The previously known B737 8-200, with a capacity to transport up to 197 passenger seats, was developed at the request of the company, not presenting any changes regarding the external dimensions in relation to the 737 MAX 8, but it does present cabin changes that allow you to carry more passengers safely.

The B737 8-200 has been configured with extra exit doors to ensure the safe evacuation of more passengers in the event of accidents and incidents, thanks to the reduced space to 28 inches (71 cm) between them.

Ryanair is the launch customer for the high-capacity 737-8 variant, having placed its first order of 100 planes and 100 options in late 2014, followed by firm orders of 10 planes in 2017 and 25 in 2018.

The 737 8-200 allows Ryanair to customize its aircraft with 197 seats, increasing revenue potential and reducing fuel consumption by 16 percent compared to the airline’s previous aircraft. “Ryanair will continue to play a leading role in our industry when Europe recovers from the COVID-19 pandemic and air traffic continues to grow across the continent. We are grateful that Ryanair is once again placing its trust in the Boeing 737 family and building its future fleet with this firm expanded order,” said Dave Calhoun, President and CEO of The Boeing Company. “Boeing remains focused on safely returning the entire 737 fleet in service and delivering the portfolio of aircraft to Ryanair and our other customers. We firmly believe in this aircraft and will continue to work to regain the trust of all our customers,” said Calhoun.

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