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SNPVAC acusa TAP de usar algoritmo ‘cego’ que despede “marido e mulher”

 

O Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) acusou hoje a TAP de utilizar um algoritmo ‘cego’ que despede “no mesmo dia marido e mulher”, no âmbito do despedimento coletivo que a companhia aérea iniciou segunda-feira.

“A cegueira do algoritmo é tanta que esta gestão sem qualquer sentido social coloca no desemprego no mesmo dia marido e mulher”, denunciou hoje o SNPVAC, em comunicado, referindo-se ao algoritmo utilizado para a seleção dos trabalhadores abrangidos pelo despedimento coletivo que a companhia está a levar a cabo, no âmbito do processo de reestruturação.

O despedimento coletivo iniciou-se na segunda-feira e abrange 124 trabalhadores do grupo, dos quais 28 são tripulantes de cabine.

O SNPVAC classificou o processo como o “momento laboral mais difícil dos 76 anos de história da TAP” e lamentou que não tenham dado fruto a “série de diligências” levadas a cabo junto da empresa, do Governo, dos grupos parlamentares e da própria União Europeia, “com o objetivo de demonstrar as incongruências de um processo muito pouco claro”, visto pela direção do sindicato como “ilegal, imoral e plenamente evitável”.

Os representantes dos tripulantes de cabine lembraram ainda que todas as alternativas que apresentaram tiveram como resposta um “mecânico ‘não’”.

“A nova gestão da TAP tornou-se também ela refém de um ‘Velho Algoritmo’ que a todos prejudica”, reiterou o sindicato, lamentando “veementemente” a decisão tomada pela companhia aérea e pelo Governo.

O processo de despedimento coletivo de 124 colaboradores iniciado pela TAP abrange 35 pilotos, 28 tripulantes de cabina, 38 trabalhadores da manutenção e engenharia e 23 funcionários da sede, segundo uma mensagem enviada pela administração aos trabalhadores.

Na mensagem interna enviada em 08 de julho, a que a agência Lusa teve acesso, a presidente executiva (CEO) da TAP, Christine Ourmières-Widener, destaca que este número fica abaixo do inicialmente previsto e exigido pelo plano de reestruturação da companhia, que ascendia a 2.000 trabalhadores, tendo essa redução sido conseguida através da adesão a medidas voluntárias, como acordos temporários de emergência com os sindicatos, rescisões por mútuo acordo e integrações na Portugália.

Air Austral torna-se a primeira companhia aérea francesa a operar o Airbus A220

A Air Austral recebeu hoje o seu primeiro de A220, no Centro Final de Linha de Montagem Final do Airbus A220 em Mirabel, Canadá.

De acordo com a Airbus, espera-se que a segunda e a terceira aeronaves entrem na frota da Air Austral nos próximos dias, sendo este o primeiro Airbus A220 a ser operado por uma companhia aérea francesa na região do Oceano Índico.

A Air Austral selecionou o Airbus A220-300 como parte do seu plano de modernização da frota de médio e curto curso para aumentar a sua eficiência operacional, oferecendo uma experiência aprimorada ao passageiro com um confortável layout de cabine de duas classes com 132 assentos: 12 na classe executiva e 120 na classe económica.

A companhia pretende fortalecer a sua rede regional com os três A220-300, voando em rotas entre a Ilha da Reunião e Maurícia, Mayotte, Seychelles, África do Sul, Madagascar e até a Índia.

Equipado com motores turbofan de última geração, Pratt & Whitney PurePower PW1500G, o A220 é a aeronave mais silenciosa e ecológica na sua categoria.

A aeronave apresenta uma pegada de ruído 50% reduzida em comparação com aeronaves da geração anterior, consumo de combustível 25% menor e emissões de CO2 por assento, bem como emissões de NOx 50% menores do que os padrões atuais da indústria.

Até o momento, mais de 160 A220 foram entregues, operando rotas na Ásia, América do Norte, Europa e África, provando a grande versatilidade do membro da família de corredor único da nova geração da Airbus.

Air France divulga imagens do seu primeiro A220 (com vídeo)

A Air France divulgou hoje imagens do seu primeiro Airbus A220, que a companhia deverá receber no final de setembro.

De acordo com as previsões, a companhia vai receber o primeiro dos 60 Airbus A220-300 que encomendou para substituir a sua frota dos modelos Airbus A318 e A319.

O primeiro Airbus A220 projetado para a Air France saiu recentemente da oficina de pintura da Airbus em Mirabel, perto de Montreal. Ele ostenta as novas cores da Air France e, principalmente, apresenta o cavalo-marinho alado, o símbolo histórico da companhia aérea que personifica a sua rica história, na parte frontal da fuselagem. Por ser feito com materiais compostos mais leves, o Airbus A220 usa 20% menos combustível do que as aeronaves da geração anterior e possui uma pegada de ruído 34% reduzida.

Este novo modelo irá sesempenhar um papel decisivo na consecução dos objetivos de desenvolvimento sustentável da Air France, incluindo uma redução de 50% nas emissões de CO2 em termos absolutos na rede doméstica de Paris-Orly e nas rotas inter-regionais até 2024, e uma redução de 50% em emissões de CO2 por passageiro/km até 2030.

Testes e treino da tripulação:

No seu comunicado, a Air France sublinha que a segurança de voo é fundamental na preparação da chegada do A220 e por conseguinte antes de chegar a Paris para transportar clientes da companhia, a aeronave passará por uma série de testes em solo e em voo.

Quando chegar, o A220 será operado durante um mês para treinar as tripulações da companhia aérea, algumas das quais iniciaram o chamado processo de “certificação do tipo” no verão passado. Como acontece com cada novo tipo de aeronave que entra na frota, a empresa criou dois grupos principais, um formado por pilotos e outro por tripulantes de cabine. Esses membros da tripulação já qualificados serão então responsáveis ​​por treinar os seus colegas dentro da estrutura de programas internos validados pelas autoridades.

Em setembro passado, oito pilotos instrutores participaram de um curso de treino teórico e prático de 8 semanas no centro de treino da Airbus em Montreal. Eles estão atualmente a treinar os seus colegas – incluindo outros 28 instrutores que completam a equipa.

  Cerca de 700 pilotos da Air France serão qualificados nesta aeronave. O mesmo sistema de grupo principal está a ser usado para as tripulações de cabine, com 14 comissários de bordo treinados em Zurique entre setembro e dezembro de 2020. Eles estão a finalizar os manuais de treino e o conteúdo que eles próprios serão responsáveis ​​por fornecer a partir de setembro de 2021.

O grupo principal seleccionou e treinou um grupo de 37 comissários de bordo para concluir o treino prático de voo das tripulações de cabine assim que o A220 entrar em serviço.

Os Airbus A220 da Air France poderão transportar até 148 passageiros numa configuração de cabine de 3-2. Cada assento será equipado com portas USB tipo A e C e todos os passageiros terão acesso Wi-Fi nos seus dispositivos pessoais.

Força Aérea Portuguesa organiza exercício avançado de busca e salvamento nos Açores

 

A Força Aérea Portuguesa, através do Comando da Zona Aérea dos Açores e em coordenação com o Comando da Zona Marítima dos Açores, organiza, de 26 a 30 de julho, o Exercício Avançado de Busca e Salvamento – ASAREX 21, a partir da Base Aérea N.º 4, nas Lajes, ilha Terceira.

O ASAREX 2021 junta militares da Força Aérea, da Marinha, da Força Aérea do Canadá, da Força Aérea e Guarda Costeira dos Estados Unidos da América, contando ainda com a participação da Polícia Marítima, da Guarda Nacional Republicana, do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, do Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores e da empresa ATLANTICOLINE.

O exercício tem como principal objetivo promover a cooperação e interoperabilidade entre os participantes, criando vários cenários o mais reais possível, no qual meios aéreos, navais, terrestres e humanos treinam em conjunto.

O exercício será realizado de acordo com as normas estabelecidas pela Autoridade de Saúde Regional e serão seguidas todas as medidas e protocolos de segurança de forma a mitigar a proliferação da COVID-19.

Emirates inaugura nova rota para Miami

 

A Emirates anunciou oficialmente o seu primeiro voo de passageiros entre o Dubai e Miami, que passará agora a ligar dois dos principais destinos mundiais de negócios e lazer. A companhia aérea comemorou o voo inaugural no passado dia 22 de julho, tendo aterrado em Miami às 11h00 no horário local – num voo que fará parte da operação com quatro rotações semanais entre as duas cidades.

O voo EK213 da Emirates foi recebido no Aeroporto Internacional de Miami com um “batismo” de jatos de água e atraiu uma vasta plateia de passageiros, fãs da aviação e outros convidados. Para o primeiro voo, a companhia aérea utilizou o seu popular Boeing 777 e, já em terra, foi possível conhecer o interior do avião – com a apresentação das populares suítes privadas da Primeira Classe. Com portas deslizantes do chão ao teto e apontamentos de design inspirados no Mercedes-Benz Class S, as suítes da primeira classe da Emirates no Boeing 777 oferecem perto de 40 cm2 de espaço pessoal e possuem uma apresentação ultramoderna.

Posteriormente, a companhia aérea passará a operar, para esta rota, o Boeing 777-300ER com três classes – compostas por oito suítes privativas na Primeira Classe, 42 poltronas totalmente reclináveis na Classe Executiva e 304 espaçosos assentos na Classe Económica.

Tal como para Orlando, o novo serviço para Miami oferece um ponto de acesso adicional de e para a Flórida e expande a rede da Emirates nos EUA para 12 destinos – num total de mais de 70 voos semanais, oferecendo mais opções de escolha para ligações à rede da Emirates para o sul da Flórida. Esta nova rota passará também a ligar passageiros de Miami e do sul da Flórida, América do Sul e Caraíbas a mais de 50 pontos no Médio Oriente, Oeste da Ásia, África, Extremo Oriente, incluindo ilhas do Oceano Índico – via Dubai.


“Estamos muito felizes por podermos dar as boas-vindas aos novos voos da Emirates com destino a Miam, que nos permitem expandir as opções de viagens de negócios e lazer para residentes e visitantes de Miami-Dade e ligá-los a novas culturas e economias em crescimento”, declarou a Mayor de Miami-Dade, Daniella Levine Cava. “Abrir as portas a novos visitantes do Dubai e continuar aumentar a nossa lista de destinos disponíveis permite reforçar o Aeroporto de Miami como um hub global para viagens.”

Essa Sulaiman Ahmed, Vice-Presidente Emirates e responsável pelas operações nos EUA e Canadá, afirmou: “Estamos ansiosos por dar início à tão esperada ligação entre o Dubai e Miami. Esperamos que se torne uma rota popular entre os nossos passageiros que procuram novas experiências, à medida que países como os Emirados Árabes Unidos e os EUA avançam nas suas campanhas de vacinação, e o mundo se volta a preparar, em segurança, para viagens internacionais. ”

“Esperamos que a nova rota para Miami registe uma alta procura e contribua positivamente para o tráfego de passageiros que viajam em negócios e em lazer, ao mesmo tempo que reforce mais laços económicos e turísticos entre as duas cidades – e não só. Assumimos o compromisso para com o crescimento das nossas operações nos EUA, de acordo com a crescente procura por mais voos, e gostaríamos de agradecer às autoridades e aos nossos parceiros em Miami pelo apoio e vontade para fornecer um serviço exclusivo e premiado aos passageiros”.

“É com orgulho que damos as boas-vindas à Emirates na Aeroporto de Miami e mal podemos esperar para poder receber os seus passageiros vindos do Dubai, do Médio Oriente e de outros tantos lugares do mundo”, declarou Ralph Cutié, Diretor Interno do Aeroporto Internacional de Miami. “A Emirates é, sem dúvida, uma das companhias aéreas líderes no setor, e o Dubai tornou-se uma das cidades mais populares do mundo para viagens de lazer e negócios. Vemos os nossos passageiros locais e em conexão a regressar cada vez mais em força ao tráfego aéreo, e por isso temos todo o prazer em lhes poder passar a oferecer o serviço de excelência da Emirates, com destino ao Dubai. ”


“O primeiro voo da Emirates do Dubai para Miami é uma verdadeira prova do nosso posicionamento como um portal global e destino de classe mundial. Numa altura em que reabrimos as portas a mais voos internacionais, estamos muito contentes por poder passar a dar as boas-vindas aos passageiros da Emirates, que certamente apreciarão a nossa diversificada metrópole cosmopolita, as nossas águas e praias limpas, bem como  um clima perfeito durante todo o ano”, afirmou William D. Talbert III, CDME, Presidente e CEO da Greater Miami Convention & Visitors Bureau.

Para celebrar a nova rota, a Emirates alargou o seu serviço exclusivo a bordo – que incluiu mocktails e cocktails especialmente pensados para a ocasião no menu de comidas e bebidas da companhia aérea. Além disso, os passageiros de todas as cabines desfrutaram de uma deliciosa torta de limão para terminar a refeição. Para transformar a experiência de bordo, a iluminação ambiente foi configurada com as típicas cores dos Estados Unidos da América – em vermelho, branco e azul -, durante o embarque e na chegada. Todos os passageiros desfrutaram ainda da seleção de 4.500 canais de entretenimento on-demand no ICE – incluindo uma lista de reprodução musical inspirada em Miami, bem como Wi-Fi e programas de TV em direto.

A nova rota servirá também para aumentar as ligações comerciais existentes fornecidas pela Emirates SkyCargo – a divisão de cargas da Emirates -,que opera serviços de cargueiros de passageiros para Miami desde outubro de 2020. A Emirates tem oferecido capacidade de carga dentro e fora de Miami, facilitando as exportações de produtos perecíveis, eletrónicos e outros componentes, bem como produtos de comércio eletrónico. A Emirates SkyCargo também operou no passado vários voos charter no seu avião de carga completa, o Boeing 777, para transportar cavalos de Miami para eventos equestres em todo o mundo. Desde 2019, a Emirates SkyCargo movimentou mais de 7.700 toneladas de carga para dentro e fora de Miami.

Com a adição de Miami, a Emirates assegura agora 12 destinos nos Estados Unidos, incluindo Boston, Chicago, Nova York (JFK e Newark), Houston, Dalas, Los Angeles, São Francisco, Seattle, Washington DC e Orlando.

Os voos de e para Miami serão operados quatro vezes por semana no Boeing 777-300ER com três classes da Emirates. O voo EK213 da Emirates tem partida do Dubai (DXB) às 03h10, e chegada em Miami (MIA) às 11h, enquanto o voo de retorno EK214 sai de Miami às 21h10, chegando ao Dubai às 19h25 do dia seguinte.

Voo charter da TAP entre St. Maarten e a cidade do Porto (com vídeo)

 

A TAP Air Portugal operou esta madrugada um voo charter entre St. Maarten e a cidade do Porto, Portugal.

Antes do seu destino final o A330-900 CS-TUF que esteve envolvido nesta operação teve de realizar uma escala para reabastecimento na ilha vizinha de San Juan, devido às limitações de pista de St. Maarten.

Às 11:07 aterrava no Aeroporto Francisco Sá Carneiro o tão desejado voo directo que permite a muitos portugueses passarem as suas férias junto das suas famílias.

Com este voo é possível encurtar para mais de metade, 8 horas, o número de horas necessárias para chegar a Portugal via cidade europeia.

De recordar que esta operação foi realizada no ano passado pela HiFly e muito se falou o porquê de não ser a TAP a realizar.

De barco até St. Maarten

Quase metade da população da ilha francesa de S. Bartolomeu são emigrantes portugueses.

Num curto espaço de 24 quilómetros quadrados vivem cerca de 2750 nortenhos e que, numa ilha sem aeroporto, tem de realizar a viagem de barco até à ilha vizinha de S. Martinho (Saint Maarten), pertencente à Holanda.

Os portugueses passaram a emigrar para as Caraíbas há pouco mais de 20 anos, trabalhando essencialmente nas áreas da construção civil e do turismo. Nos últimos anos, no entanto, começaram a emigrar para a ilha, território pertencente à França, jovens com formação superior em enfermagem e arquitetura. Nas contagens mais recentes, S. Bartolomeu tinha 9279 habitantes, sendo que a maioria são cidadãos franceses.

A título de curiosidade, o Aeroporto Internacional Princesa Juliana localiza-se na ilha tropical de São Martinho, nas Antilhas Neerlandesas e é o segundo aeroporto com maior movimento nas Caraíbas.

O aeroporto recebeu este nome em homenagem à então princesa herdeira Juliana dos Países Baixos.

É considerada uma das aproximações mais difíceis de todo o mundo, onde os aviões passam por cima da Praia Maho a 10 metros dos banhistas para o procedimento de aterragem. No momento das descolagens feitas pela cabeceira 10, os banhistas são “lançados” para o mar com muita força, especialmente pelos aviões de grande porte (Boeing 747 e Airbus A340).

Airbus A330neo da AirCalin em Lisboa

No passado dia 17 de julho o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, recebeu uma visita especial e o spotter airside_spotter capturou o momento:

Trata-se de um A330neo da AirCalin, o F-ONEO com o número de série 1937.

Para chegar a Lisboa a aeronave realizou um total de quase 23 horas repartidas por dois sectores:

A presença desta aeronave em Lisboa prende-se com a realização de uma manutenção geral pesada pelos serviços da TAP manutenção.

A Société Aircalin, também conhecida como Air Calédonie International, é a companhia aérea internacional da coletividade francesa da Nova Caledônia, com sede em Nouméa.

A frota da companhia é composta por 6 aeronaves incluindo 2 modelos A330neo e opera voos regulares da sua base principal no Aeroporto Internacional La Tontouta para destinos na Oceania e na Ásia, incluindo o Japão, e também opera serviços domésticos em Wallis e Futuna.

A companhia aérea é 99% detida pelo Governo da Nova Caledônia, com o restante 1% detido por proprietários minoritários, incluindo funcionários da companhia aérea.

TAP recebe hoje mais um A321LR – CS-TXH

 

A TAP Air Portugal recebeu hoje em Haburgo mais um A321LR para a sua frota.

Trata-se do A321LR CS-TXH com o número de série 10311 e poderá seguir o voo AQUI

No passado dia 27 de maio partilhámos uma foto do Tobias Gudat quandoa nova aeronave saiu do hangar de pintura.

Foto: Tobias Gudat

De recordar que a companhia realizou uma encomenda de 14 unidades do modelo, estando em operação 7 unidades.

CS-TXA Airbus A321-251NX 8593 2 years
CS-TXB Airbus A321-251NX 8666 2 years
CS-TXC Airbus A321-251NX 8773 1 year
CS-TXD Airbus A321-251NX 9055 1 year
CS-TXE Airbus A321-251NX 9120 1 year
CS-TXF Airbus A321-251NX 9230 Brand new
CS-TXG Airbus A321-251NX 10157 Brand new

Foto: Catarina Madureira

O A321LR da TAP está configurado para transportar até 171 passageiros; 16 em Executiva, 48 em Económica Premium e 107 em Económica.

Foto: Catarina Madureira

Foto: Catarina Madureira

O Airbus A321 Long Range é o primeiro avião narrow body da TAP com capacidade para operar rotas transatlânticas, oferecendo o conforto premium de um avião do longo curso.

Apesar do plano de reestruturação da TAP contemplar uma redução do número de aviões na frota, essa redução na sua maioria passa por uma antecipação do phase-out de modelos mais antigos e menos rentáveis.

Luanda e Lisboa ligadas por seis voos diretos semanais

 

As capitais portuguesa e angolana, Lisboa e Luanda, estão agora ligadas por seis voos diretos por semana, nas companhias aéreas de bandeira, TAP e TAAG, segundo informação disponibilizada no site do Consulado de Portugal em Luanda.

Os voos da transportadora angolana com destino a Lisboa realizam-se às terças-feiras (13:00), quintas-feiras (23:55) e sábados (23:55), enquanto a TAP sai de Luanda para Lisboa às quartas-feiras (00:15), sextas-feiras (23:20) e sábados (22:30).

Angola mantém desde o início da pandemia fortes restrições à entrada de pessoas nas suas fronteiras, exigindo a realização de um teste PCR nas 72 horas que antecedem a viagem, um teste pós desembarque à chegada a Luanda e quarentena por um período mínimo de sete dias.

Atualmente, operam no aeroporto de Luanda nove companhias internacionais: a TAP, a angolana TAAG, a belga Brussels Airlines, a francesa Air France, a alemã Lufthansa, a Emirates dos Emirados Árabes Unidos, a sul-africana CemAir, a etíope Ethiopian Airlines e a Qatar Airways.

Força Aérea Portuguesa realiza voo humanitário para a Tunísia

A Força Aérea Portuguesa operou esta amanha um voo com um C-130H Hércules, da Esquadra 501 – “Bisontes”, com destino à Tunísia.

O voo descolou do Aeródromo de Trânsito de Figo Maduro Carregado com material médico e de enfermagem, para apoiar no combate à pandemia de Covid-19.

O voo humanitário, realizado ao abrigo do Mecanismo de Proteção Civil da UE, coordenado pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) em articulação com a Defesa Nacional e as Forças Armadas, contou ainda com o apoio do Ministério da Saúde, que reuniu o material e o dispensou e o Ministério dos Negócios Estrangeiros.

A aeronave já aterrou em Tunes, capital da Tunísia.

TAP opera voo charter entre St. Maarten e Portugal

 

A TAP Air Portugal foi contratada para uma operação charter entre St. Maarten e a cidade do Porto, Portugal.

A aeronave envolvida nesta operação foi o A330-900 CS-TUF.

De recordar que esta operação foi realizada no ano passado pela HiFly e muito se falou o porquê de não ser a TAP a realizar.

De barco até St. Maarten

Quase metade da população da ilha francesa de S. Bartolomeu são emigrantes portugueses.

Num curto espaço de 24 quilómetros quadrados vivem cerca de 2750 nortenhos e que, numa ilha sem aeroporto, tem de realizar a viagem de barco até à ilha vizinha de S. Martinho (Saint Maarten), pertencente à Holanda.

Os portugueses passaram a emigrar para as Caraíbas há pouco mais de 20 anos, trabalhando essencialmente nas áreas da construção civil e do turismo. Nos últimos anos, no entanto, começaram a emigrar para a ilha, território pertencente à França, jovens com formação superior em enfermagem e arquitetura. Nas contagens mais recentes, S. Bartolomeu tinha 9279 habitantes, sendo que a maioria são cidadãos franceses.

A título de curiosidade, o Aeroporto Internacional Princesa Juliana localiza-se na ilha tropical de São Martinho, nas Antilhas Neerlandesas e é o segundo aeroporto com maior movimento nas Caraíbas.

O aeroporto recebeu este nome em homenagem à então princesa herdeira Juliana dos Países Baixos.

É considerada uma das aproximações mais difíceis de todo o mundo, onde os aviões passam por cima da Praia Maho a 10 metros dos banhistas para o procedimento de aterragem. No momento das descolagens feitas pela cabeceira 10, os banhistas são “lançados” para o mar com muita força, especialmente pelos aviões de grande porte (Boeing 747 e Airbus A340).

euroAtlantic airways transporta 100 passageiros repatriados entre Cabul e Paris

 

A companhia aérea portuguesa euroAtlantic airways (EAA) realizou, no passado dia 17 de julho, um voo de repatriamento de cerca de 100 passageiros entre Cabul e Paris, tendo como objetivo o repatriamento de cidadãos franceses residentes no Afeganistão, bem como de afegãos trabalhadores na embaixada de França, devido ao atual contexto em Cabul.

O voo foi fretado pelo Governo francês, que confiou a missão à euroAtlantic airways, confirmando, assim, a capacidade da companhia aérea de para levar a cabo este tipo de operações.

Eugénio Fernandes, CEO da euroAtlantic airways destaca: “Os nossos aviões e as nossas tripulações estão preparados para realizar estes voos em total segurança. A companhia está equipada para efetuar este tipo de transporte e a confiança que nos tem sido depositada é já reconhecida a nível internacional para auxiliar nesta e noutras missões”.

No próximo dia 31 de agosto, as tropas estrangeiras irão partir definitivamente do país, o que conduziu a que no passado dia 9 de julho, os Talibãs, antecipando essa retirada, afirmassem o controlo de cerca de 85% do território, através do lançamento de grandes ofensivas em todo o Afeganistão com a ocupação e captura de vários distritos.

Perante esta situação, no dia 17 de julho, a embaixada de França no Afeganistão declarou que não teria mais capacidade para garantir a segurança de uma evacuação dos seus cidadãos, com o avançar dos Talibãs em direção ao aeroporto internacional de Cabul.

O Embaixador de França no Afeganistão, David Martinon, marcou presença no aeroporto no momento de partida do voo que seguiu em direção a Paris. A representação diplomática francesa em Cabul permanece em funcionamento.

STTAMP e STAMA mantêm pré-avisos de greve até trabalhadores da Groundforce receberem

 

O Sindicato dos Trabalhadores dos Transportes de Portugal (STTAMP) e o Sindicato dos Trabalhadores dos Aeroportos Manutenção e Aviação (STAMA) anunciaram hoje que mantêm os pré-avisos de greve em vigor até que os pagamentos aos trabalhadores da Groundforce sejam concretizados.

“O STTAMP e o STAMA manterão os avisos prévios de greve em vigor até à data em que os pagamentos forem efetivamente concretizados e na exata medida em que a proporcionalidade dos acontecimentos assim o exija”, informaram as estruturas sindicais, em comunicado.

Esta posição surge no seguimento de uma reunião com o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, na quarta-feira, na qual foi comunicado aos sindicatos que “a TAP vai proceder ao pagamento do valor correspondente ao subsídio de férias e às anuidades em atraso diretamente aos trabalhadores” da empresa de ‘handling’.

De acordo com o STTAMP e o STAMA, foi possível ainda alcançar o compromisso de “processamento por parte da TAP, com efeitos imediatos, dos subsídios de férias e seu pagamento a todos os trabalhadores, indo ao encontro do que havia ficado acordado na reunião anterior e que, por mera teimosia obtusa do senhor Alfredo Casimiro, não aconteceu antes”.

Ficou ainda acordada uma “garantia dada pela TAP da antecipação em alguns dias do pagamento à Groundforce da fatura sobre os serviços prestados em junho”, ainda que a fatura só vença em 31 de julho, comprometendo-se a companhia aérea a “transferir para a SPdH/Groundforce o valor da mesma, de modo a que fique assegurado o pagamento atempado da totalidade dos salários do mês de julho”.

Quanto ao futuro da empresa, a tutela transmitiu aos sindicatos que o Montepio é, neste momento, o detentor da participação da Groundforce que pertencia a Alfredo Casimiro e “está já a avaliar as propostas de potenciais interessados na aquisição do capital, tendo sido referido que, para a TAP, é condição imperativa que o parceiro seja uma empresa credível no ramo do ‘handling’, com licenças para a operação, válidas em território Europeu”.

“É nosso entendimento que o conjunto de soluções que nos foram apresentadas representam uma abordagem positiva dos vários aspetos da difícil situação em que a SPdH/Groundforce se encontra, com vista a que sejam resolvidos, pelo menos em parte, os problemas dos trabalhadores”, consideraram os representantes dos trabalhadores.

Sitava congratula-se por Alfredo Casimiro “finalmente” sair da Groundforce

O Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos (Sitava) congratulou-se hoje por a Pasogal, de Alfredo Casimiro, “finalmente” sair da estrutura acionista da Groundforce, o que permite ultrapassar o bloqueio que tem causado “angústia” aos trabalhadores.

“Finalmente a Pasogal está de saída e a empresa vai iniciar nova vida que se deseja longa, estável, próspera e mais amiga dos trabalhadores. Esta foi, quanto a nós, a determinante alteração qualitativa que abriu portas para que tudo aquilo que estava bloqueado, pudesse começar a realizar-se”, afirmou o Sitava, em comunicado.

Esta posição surge no seguimento de uma reunião com o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos.

“Embora seja nosso entendimento que não cabe aos sindicatos intervir ativamente naquilo que vulgarmente se designa por ‘quadro acionista’ das empresas, não podemos, neste caso, pela importância que tem na vida de todos nós, deixar de nos congratularmos por, finalmente, estar ultrapassado o bloqueio que tanto mal tem feito à SPDH/Groundforce, e tanta angústia e instabilidade tem induzido nos trabalhadores”, acrescentou a estrutura sindical.

De acordo com o Sitava, o ministro Pedro Nuno Santos comunicou-lhes que o subsídio de férias “irá ser pago de imediato” aos trabalhadores, e, ainda, “as evoluções nas carreiras devidas durante o ano de 2020 serão liquidadas logo que esteja concretizada a alteração da estrutura acionista da empresa”, o que o sindicato diz esperar que aconteça “ainda este mês”.

“A solução agora encontrada após a decisão dos tribunais que acabaram com as ‘manobras de diversão’ do ainda presidente do CA [Conselho de Administração, Alfredo Casimiro], vem demonstrar que a estratégia do Sitava – em apostar como única solução, na alteração da estrutura acionista, afastando da empresa o ‘capitalista sem capital’, como ele próprio se intitulava – estava certa e veio permitir que o futuro voltasse a abrir-se no horizonte”, acrescentaram os representantes dos trabalhadores.

Os trabalhadores da Groundforce cumpriram dois dias de greve no fim de semana, convocada pelo Sindicato dos Técnicos de Handling de Aeroportos (STHA), como protesto pela “situação de instabilidade insustentável, no que concerne ao pagamento pontual dos salários e outras componentes pecuniárias” que os trabalhadores da Groundforce enfrentam desde fevereiro de 2021.

A paralisação levou ao cancelamento de voos, sobretudo no aeroporto de Lisboa.

Os trabalhadores da Groundforce têm nova greve marcada para os dias 31 de julho, 01 e 02 de agosto.

Além desta greve, desde o dia 15 de julho que os trabalhadores da Groundforce estão também a cumprir uma greve às horas extraordinárias, que se prolonga até às 24:00 do dia 31 de outubro de 2021.

A Groundforce é detida em 50,1% pela Pasogal e em 49,9% pelo grupo TAP, que, em 2020, passou a ser detido em 72,5% pelo Estado português.

Airbus delivers first A350 from its widebody completion & delivery centre in China

 

Airbus has delivered the first A350 from its widebody completion & delivery centre in Tianjin (C&DC), China, taking additional steps in the expansion of its global footprint and long-term strategic partnership with China.

The A350-900 aircraft was delivered to China Eastern Airlines, the largest Airbus operator in Asia and second largest in the world. At the end of June 2021, China Eastern Airlines operated an Airbus fleet of 413 aircraft, including 349 A320 Family aircraft, 55 A330 Family aircraft and nine A350 aircraft.

“I’m proud that Airbus successfully extended the capability of the widebody C&DC in Tianjin to the A350, the latest new generation aircraft, at such a difficult time of global aviation,” said George Xu, Airbus Executive Vice President and Airbus China CEO. “This is a new milestone in the long-term cooperation between China and Airbus, which further demonstrates Airbus’ commitment to the country. Congratulations to China Eastern Airlines, our long-term strategic partner, for receiving the first A350 delivered from China, and I appreciate their trust in Airbus and in our products as always.”

Located at the same site as the Airbus Tianjin A320 Family Final Assembly Line and the Airbus Tianjin Delivery Centre, the widebody C&DC covers the aircraft completion activities, including cabin installation, aircraft painting and production flight test, as well as customer flight acceptance and aircraft delivery.

The centre was inaugurated in September 2017 with its capability on A330s. Then, during the visit of French President Emmanuel Macron to China in 2019, a Memorandum of Understanding on the Further Development of Industrial Cooperation was signed in Beijing by He Lifeng, Chairman of the National Development and Reform Commission (NDRC) of China, and Guillaume Faury, Airbus Chief Executive Officer, announcing the C&DC would extend its capability to A350 aircraft.

The A350 features the latest aerodynamic design, a carbon-fibre fuselage and wings, plus new fuel-efficient Rolls-Royce engines. Together, these features translate into unrivalled levels of operational efficiency with a 25 per cent reduction in fuel burn and CO2 emissions. The A350’s ‘Airspace by Airbus’ cabin is the quietest of any widebody aircraft and offers passengers and crews the most modern in-flight products for the most comfortable flying experience.

At the end of June 2021, the A350 Family had received 915 firm orders from 49 customers worldwide, making it one of the most successful widebody aircraft ever.

Boeing 747F da UPS teve de regressar ao aeroporto de Hong Kong devido a fogo num dos motores (com vídeo)

Um Boeing 747 da UPS – United Parcel Service foi forçado a regressar ao Aeroporto Internacional de Hong Kong após um dos motores apresentar problemas.

O Boeing 747-8, com a matrícula N624UP, descolou de Hong Kong às 12h16 (hora local), com o número de voo 5X3 com destino ao Aeroporto Internacional do Dubai.

Segundo as informações, os membros da tripulação receberam um alerta de incêndio depois que um dos motores excedeu os limites dos parâmetros durante a subida inicial. A aeronave estava a sair de Hong Kong quando a torre de controle recebeu um aviso de que o voo da UPS teria que fazer um regresso de emergência devido ao mau funcionamento de um dos motores.

Como é normal nestas situações o aeroporto emitiu um alerta de emergência tendo sido enviados vários meios de emergência para assistir a aterragem da aeronave.

A tripulação interrompeu a subida e regressou a Hong Kong para uma aterragem segura na pista norte cerca de 15 minutos após a saída da mesma pista:

SATA Azores Airlines transporta Santa Clara para a Macedónia

 

A SATA Azores Airlines transportou hoje o Santa Clara para a Macedónia onde a equipa irá disputar a segunda pré-eliminatória da Conference League.

A equipa Açoriana realizou o trajecto entre Ponta Delgada e Lisboa no voo regular da Azores Airlines, tendo posteriormente realizado o restante trajecto num voo charter.

O A320 CS-TKP “Dream” realizou o voo S46722.

O regresso aos Açores, novamente via Lisboa, será sexta-feira. Serão cerca de 9 mil quilómetros e sensivelmente 11 horas horas em viagens de avião (ida e volta) pela frente.

HiFly recebeu hoje mais um Airbus A330-300

 

Como tínhamos noticiado em junho, a Hifly incorporou mais um Airbus A330-300 na sua frota.

Trata-se do 9H-HFA, com matrícula de Malta, e voou anteriormente com as cores da South African Airways.

A aeronave com o numero de série 1779 foi recebida pela South African Airways directamente da Airbus em março de 2017.

O A330-300 está configurado transportar 46 passageiros em classe Executiva e 203 em classe económica.

A aeronave encontrava-se armazenada em Woensdrecht, na Holanda, tendo sido transferida para Malta no passado dia 21 de abril onde recebeu as cores da HiFly.

Esta quarta-feira o A330-300 realizou o voo HFM361P entre Luca e Faro e posteriormente seguiu para Beja, onde se encontra a base operacional da HiFly em Portugal.

 

euroAtlantic Airways transportou para Timor um lote de 12.000 vacinas AstraZeneca

A euroAtlantic Airways anunciou que transportou para Timor um lote de 12.000 vacinas AstraZeneca e suprimentos médicos oferecidos por Portugal.

A companhia refere que aterrou esta terça-feira em Dili, marcando o início do apoio bilateral português ao processo de vacinação contra o covid-19 em Timor-Leste. Além de vacinas, o embarque inclui suprimentos médicos, como seringas e agulhas, com novos embarques previstos para os próximos meses.

As vacinas chegaram a Díli a bordo de um Boeing 767-300 (CS-TKS), que desde o início da pandemia tem efetuado vários voos entre Lisboa e Díli, sendo uma das poucas alternativas para os portugueses viajarem entre o duas cidades.

Com esta ação, está concluído o primeiro ciclo de envio de vacinas para os PALOP e Timor-Leste.

Esta operação resulta de um esforço conjunto do Ministério dos Negócios Estrangeiros, nomeadamente através do Camões – Instituto de Cooperação e Línguas e da Embaixada de Portugal em Díli, e do Ministério da Saúde, através da Direcção-Geral da Saúde (DGS), o Autoridade Nacional de Medicamentos e Produtos de Saúde (Infarmed) e Grupo de Trabalho do Plano Nacional de Vacinação contra covid-19 em Portugal.

 

Força Aérea Portuguesa realiza transporte de órgãos para transplante

 

No dia em que se celebra o Dia Nacional da Doação de Órgãos e da Transplantação, a Força Aérea Portuguesa realizou mais uma missão de transporte de órgãos para transplante, em território nacional.

Na missão, que terminou pelas 09h30 desta manhã, esteve empenhada uma aeronave C-295M da Esquadra 502 – “Elefantes”.

Até à data, este é já o 17.º transporte de órgãos para transplante efetuado pela Força Aérea, em 2021.

Recorde-se que, em 2020, a Força Aérea esteve empenhada em 30 missões de transporte de órgãos para transplante.

A título de curiosidade, a origem da Esquadra 502 remonta ao ano de 1937, altura em que foi capacitada com os aviões JUNKER JU52 que realizavam um vasto leque de missões desde transporte aéreo-geral a bombardeamento noturno. Com a criação da Força Aérea Portuguesa como ramo independente das Forças Armadas surgiu a Esquadra 32. No ano de 1971 recebe os primeiros Nord “Noratlas”, continuando os Junkers a voar até 1972. Com o desenvolvimento do conflito nos territórios ultramarinos, a Esquadra 32 desempenhou um importante papel no apoio à missão da Força Aérea.

Em 1974, com a chegada dos C-212 Aviocar em substituição dos Noratlas, a Esquadra 32 sediada na Base Aérea n.º 3 (Tancos) passa então a ter a designação de Esquadra 502. Com o fim da guerra em África, a Esquadra 502, conhecida como “Elefantes”, passou a operar em destacamento permanente na ilha de Porto Santo em missões de apoio à população local. Em 1988 inicia-se o destacamento aéreo de São Tomé e Príncipe que operou durante 20 anos, efetuando um total de 5500 horas de voo e o transporte de 50 mil passageiros.

Com a reestruturação da Força Aérea, a Esquadra 502 transita para a Base Aérea n.º 1 (Sintra). Em 2007, a Esquadra 711, na Base Aérea n.º 4 (ilha Terceira, Lajes) cessa a atividade com o Aviocar, tendo então os “Elefantes” iniciado o Destacamento Aéreo dos Açores.

No início de 2007, uma nova página abre-se na história da Esquadra 502, aquando da assinatura de doze aeronaves EADS C-295M, para substituírem o C-212 Aviocar. Sete destas aeronaves estão configuradas para Transporte Aéreo Tático e as restantes cinco para Vigilância Marítima. Em 2009 dá-se a transferência da esquadra para a Base Aérea n.º 6 (Montijo), onde em fevereiro aterra o primeiro C-295M.

A Esquadra 502 na atualidade realiza missões de Transporte Aéreo-geral, Transporte Aéreo-tático, Apoio Logístico, Vigilância Marítima, Busca e Salvamento, Evacuações Aero-médicas, Lançamentos de Tropas Aerotransportadas, lançamento de carga aérea e Transporte de Altas Entidades.

ANA vai avançar com a revogação de licença de ocupação da Groundforce devido a divida de 13 milhões

 

A Groundforce acumula, desde março de 2020, uma dívida de 13 milhões de euros à ANA – Aeroportos de Portugal em taxas de ocupação em todos os aeroportos da rede nacional, disse à Lusa fonte oficial da gestora.

“A Groundforce ocupa espaços de domínio público aeroportuário pelos quais são devidas taxas conforme legislação em vigor”, explica a mesma fonte, recordando que “a ocupação destes espaços está sujeita a licença”.

“Devido ao não pagamento desde março de 2020, e após esgotadas todas as vias para recebimento dos valores em dívida em todos aeroportos da rede ANA, superiores a 13 milhões de euros, a ANA vê-se obrigada a tomar medidas legalmente previstas, com vista à regularização da situação”, indicou a mesma fonte.

“Neste sentido, atuando de forma progressiva, a ANA confirma que enviou no dia 07 de julho uma proposta de deliberação para revogação da licença de ocupação dos espaços, nos aeroportos de Faro e da Madeira, sobre a qual ainda aguarda resposta por parte da Groundforce”, referiu a mesma fonte.

A Lusa noticiou hoje que a ANA vai avançar com a revogação de uma licença de ocupação da Groundforce, alegando que a empresa de ‘handling’ deve 769,6 mil euros em taxas de ocupação, segundo um documento a que a agência teve acesso.

Neste projeto de deliberação da Comissão Executiva da ANA, o grupo explica que, enquanto concessionário do serviço público aeroportuário, está a seu cargo “o licenciamento da ocupação e do exercício de atividades e serviços em bens do domínio aeroportuário incluídos no âmbito da concessão”, assim como de todos os atos que dizem respeito “à execução, à modificação e extinção de licenças”.

A ANA recorda depois, no documento assinado pelos presidente e vogal da Comissão Executiva, Thierry Ligonnière e Francisco Vieira Pita, que lhe cabe cobrar as respetivas taxas neste âmbito, incluindo uma de ocupação.

Assim, diz a gestora, a SPdH (Groundforce) “encontra-se licenciada para o exercício de atividade de assistência em escala nos aeroportos da ANA S.A., nomeadamente no aeroporto de Faro”.

De acordo com a ANA, a licença em causa começou em 01 de janeiro de 2017 e termina em 31 de dezembro deste ano e por esta licença a Groundforce tem de pagar uma taxa de ocupação.

“À data [29 de junho], encontra-se em dívida, para com a ANA S.A., a título de taxa de ocupação, o valor total de 769.669,31 euros”, garante, apontando para faturas que “integram valores devidos no âmbito da presente ocupação e de outras ocupações da SPdH, nos aeroportos da rede ANA”.

A concessionária considera assim que “se verifica um incumprimento reiterado das obrigações a que a SPdH se encontra adstrita, enquanto titular da licença de ocupação” em causa.

Por isso, a Comissão Executiva da ANA deliberou “revogar a licença de ocupação 7460/2006/AM, com efeitos a partir da deliberação final a tomar no âmbito do procedimento administrativo”, devendo a Groundforce “proceder à entrega dos espaços afetos à referida licença livres e devolutos”, segundo o documento.

A Lusa contactou a Groundforce sobre este projeto de deliberação, mas a empresa não quis fazer comentários.

Em relação a uma nacionalização da Groundforce, o Governo não avançou para evitar “o risco de litigância” e dada a complexidade destes processos, disse hoje o ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos, no parlamento.

Durante uma audição regimental na Comissão da Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação, em resposta ao Bloco de Esquerda, que defendeu esta solução, o governante indicou que o executivo nunca adotou a nacionalização para evitar “o risco de litigância”, que poderia conduzir ao pagamento de uma indemnização.

“O processo de nacionalização é muito complexo e a Efacec está aí para o mostrar”, referiu, recordando que o Governo tem um “plano B” preparado caso a venda das ações do Montepio não se concretize.

“A solução [de nacionalizar] não foi adotada antes porque não podíamos no quadro da estratégia que tínhamos” e que o ministro acredita ser a que melhor defende os interesses do Estado.

O ministro não quis revelar qual o plano do Estado, mas garantiu que a “solução vai ser discutida amanhã [quarta-feira] com os sindicatos da Groundforce”, em reuniões marcadas com o Governo.

O ministro disse hoje que o Estado e a TAP irão assegurar uma solução para a Groundforce, mesmo que falhe o processo de venda das ações da empresa, a cargo do Montepio.

Durante a mesma audição, o governante confirmou que “há um processo de venda em curso e no fim, liderado pelo Montepio, que teve ontem [segunda-feira] uma decisão muito importante do tribunal que lhe reconhece o direito de vender as ações da Pasogal na Groundforce”.

“Estamos a acompanhar e temos a expectativa de que o processo de venda por quem tem o direito de vender seja concluído com sucesso e isso significaria a entrada de um sócio com capacidade financeira para podermos iniciar uma vida de estabilidade”, referiu.

No entanto, realçou o ministro, “se o Montepio não conseguir proceder à venda, o Estado ou a TAP encontrarão uma solução”.

“Temos estado a trabalhar nisso há um tempo”, adiantou, referindo que o Governo estava a aguardar pela conclusão deste processo.

“Se não se concluir, queremos que os trabalhadores saibam que o Estado ou a TAP resolverão o problema”, assegurou.

O jornal Eco avançou esta segunda-feira à noite que o Montepio tomou controlo da Groundforce, depois de um tribunal ter considerado “improcedente” um providência interposta por Alfredo Casimiro, da Pasogal, para impedir este controlo.

Assim, o banco pode avançar com a venda da empresa de ‘handling’, sendo que o Montepio, diz o Eco, tinha tomado posse das ações da Groundforce nas mãos de Alfredo Casimiro através de uma execução extrajudicial por incumprimento no pagamento de uma dívida de sete milhões de euros, mas o empresário tinha apresentado uma providência cautelar para travar a decisão do banco.

Ainda de acordo com o jornal ‘online’, o Montepio contratou o Bison Bank para organizar um leilão das ações da Groundforce detidas por empresário Alfredo Casimiro que estão penhoradas, uma participação de 50,1%.

A Lusa questionou o Montepio sobre este tema, mas o banco não fez comentários.

A Groundforce é detida em 50,1% pela Pasogal e em 49,9% pelo grupo TAP, que, em 2020, passou a ser detido em 72,5% pelo Estado português.

A TAP garantiu no sábado que não tem quaisquer pagamentos em atraso à Groundforce, depois de a empresa de ‘handling’ ter acusado a companhia aérea de ter uma dívida de 12 milhões de euros por serviços já prestados.

Reestruturação da Cabo Verde Airlines prevê a saída de 207 dos cerca de 300 trabalhadores

 

A reestruturação da Cabo Verde Airlines prevê a saída de 207 dos cerca de 300 trabalhadores, conforme um acordo de financiamento de quase 8,5 milhões de euros entre o Governo e o Banco Mundial.

O acordo, celebrado em 03 de julho último entre Cabo Verde e a Associação Internacional para o Desenvolvimento (AID), do grupo Banco Mundial, ao qual a Lusa teve hoje acesso, prevê um “financiamento adicional” ao projeto de gestão do Setor Empresarial do Estado (SEE) cabo-verdiano, no valor de sete milhões de SDR (Direitos de Saque Especiais, equivalente a 8,43 milhões de euros).

“O objetivo do projeto é reforçar a gestão fiscal relacionada com o SEE”, refere o acordo, que prevê financiar quatro componentes, como a assistência técnica à Unidade de Acompanhamento do Setor Empresarial do Estado (UASE), a gestão de projetos e a reforma do setor da habitação.

Contudo, na sua primeira componente de apoio, o acordo refere o “financiamento baseado em resultados”, nomeadamente através de um “programa de despesas elegíveis para apoiar” Cabo Verde a desenvolver as capacidades da UASE e assim “melhorar o seu acompanhamento da carteira de SEE”, bem como o “apoio às reformas críticas nos TACV”, companhia aérea que este mês voltou a ser liderada pelo Estado, “para diminuir as suas necessidades de financiamento público futuro”.

O acordo prevê financiar o “reforço da gestão financeira” da companhia, “através da implementação de reformas estratégicas”, incluindo, entre outras, uma “reconfiguração dos recursos humanos e preparação da redução de cerca de 207 funcionários”, do “financiamento público reduzido para as operações dos TACV resultantes de outras reformas estratégicas” e pelo “pagamento de indemnizações a cerca de 207 funcionários” da companhia.

O Estado cabo-verdiano assumiu em 06 de julho a posição de 51% da TACV detida desde 2019 por investidores islandeses, alegando vários incumprimentos na gestão e dissolvendo de imediato os corpos sociais.

A reversão de privatização da Cabo Verde Airlines (CVA – nome comercial adotado desde 2019 para a TACV), feita por decreto-lei, foi justificada no mesmo documento com “sérias preocupações” face o “cumprimento dos princípios, termos, pressupostos e fins” definidos no processo de privatização.

Entre as preocupações do Governo constam o “cumprimento com os procedimentos acordados de pagamento de despesas, registo contabilístico e contratação”, a “salvaguarda dos interesses da empresa e objetivos da parceria em consequência de envolvimento em atos e contratos que revelam substâncias e sérios conflitos de interesse”, a “contribuição para o reforço da capacidade económico-financeira e da estrutura de capital” da companhia ou sobre a “concretização integral da venda direta em prazo, condições de pagamento e demais termos”.

Em março de 2019, o Estado de Cabo Verde vendeu 51% da então empresa pública TACV por 1,3 milhões de euros à Lofleidir Cabo Verde, empresa detida em 70% pela Loftleidir Icelandic EHF (grupo Icelandair, que ficou com 36% da CVA) e em 30% por empresários islandeses com experiência no setor da aviação (que assumiram os restantes 15% da quota de 51% privatizada).

A CVA, em que o Estado cabo-verdiano mantinha uma posição de 39% (restantes 10% vendidos a emigrantes cabo-verdianos e trabalhadores da companhia), concentrou então a atividade nos voos internacionais a partir do ‘hub’ do Sal, deixando os voos domésticos.

Até à nomeação dos novos titulares dos órgãos sociais, o mesmo decreto-lei estabelece que a companhia será representada e administrada por um gestor designado por despacho conjunto dos ministros das Finanças e do Turismo e dos Transportes.

Devido aos efeitos da pandemia de covid-19 – desde março de 2020 que a companhia não realiza voos comerciais com a maioria dos cerca de 300 trabalhadores em regime de ‘lay-off’ -, foi assinado um novo acordo entre o Estado e a Loftleidir em março de 2021, para viabilizar a empresa (envolvendo desde novembro a emissão de avales do Estado a cerca de 20 milhões de euros de empréstimos para pagamentos de salários e outras despesas urgentes), o qual previa também a cedência de ambas as partes em diferentes matérias.

“Nesse acordo, o Estado e a Loftleidir Cabo Verde deveriam providenciar financiamento aos TACV, tendo o Governo cumprido com a sua parte (…) No entanto, e posteriormente ao acordo de resolução, foram identificados factos na governança dos TACV e no relacionamento da Loftleidir Cabo Verde e partes interessadas com os TACV que podem contribuir para a insustentabilidade da continuidade do acordo, pois que existe um risco sério, real e significativo de a Loftleidir Cabo Verde não cumprir com a sua proposta de investimento de capital nos TACV”, acrescenta.

O texto refere ainda que “têm-se verificado várias e sérias questões relativas ao financiamento, operações e governança dos TACV, que ameaçam a sua sustentabilidade, põe em causa de forma grave o interesse público e impõe um acentuado agravamento do risco ao Estado”.

Essa situação, admite o Governo, faz “crescer em larga escala as suas responsabilidades como acionistas, como garante de pagamentos de avultadas dívidas e como autoridade que deve assegurar uma política de transportes aéreos internacionais que corresponda às necessidades do desenvolvimento económico de Cabo Verde e dos cabo-verdianos”.

A administração da CVA anunciou em 27 de junho a suspensão do plano de retoma de voos face à então intenção anunciada de renacionalização da companhia pelo Governo e pedido de arresto de um Boeing da companhia – fornecido em regime de ‘leasing’ pela Loftleidir Icelandic EHF – por parte do Estado, face a alegadas dívidas.

Força Aérea Portuguesa resgata vítima em Arouca (com vídeo)

A Força Aérea Portuguesa anunciou que efetuou o salvamento de uma vítima politraumatizada, após incidente no Rio de Frades, Arouca, Aveiro, durante a tarde de ontem, 17 de julho.

A vítima foi resgatada por um helicóptero da Força Aérea e estabilizada pelos Bombeiros Voluntários de Arouca.

Após o resgate, foi transportada até ao Estádio Municipal de Arouca e posteriormente reencaminhada para uma unidade hospitalar.

Nesta missão, que teve a duração de 01H35, foi empenhado o helicóptero AW 119 Koala, da Esquadra 552 – “Zangões”, que se encontra em destacamento permanente no Aeródromo de Manobra N.° 1, em Ovar.

Foto: FAP

O AW119MKII é um helicóptero monomotor, desenvolvido a partir do helicóptero bimotor AW109, do qual herdou as dimensões exteriores e interiores assim como a redundância dos sistemas hidráulico, elétrico e do combustível.

Trata-se de um helicóptero extremamente versátil, capaz de operar em ambiente noturno com a utilização de óculos de visão noturna e cumprindo um leque bastante alargado de missões como sejam: instrução básica e avançada de voo, busca e salvamento, evacuação sanitária, patrulhamento e observação e apoio ao combate aos incêndios rurais.

Está equipado com um trem de aterragem do tipo “patins”, com capacidade de instalação de flutuadores para a missão de busca e salvamento sobre ambiente marítimo. Para esta missão em particular, pode ainda ser equipado com guincho e farol de busca.

Tem a capacidade de transportar até sete passageiros (além do piloto), ou uma maca e cinco passageiros, ou ainda 1400Kg em carga suspensa, onde se inclui um balde para o combate aos incêndios rurais.

Emirates retoma voos para Ilhas Maurícias em A380

 

A Emirates anunciou que reiniciará os voos de passageiros para as Ilhas Maurícias neste verão, com dois voos semanais a partir de 15 de julho, à medida que o país reabre gradualmente as suas fronteiras para turistas internacionais.

Por forma a responder ao aumento da procura no mercado, a companhia aérea também anunciou que irá operar com o seu icónico A380 para as Ilhas Maurícias, a partir de 1 de agosto. Os passageiros totalmente vacinados podem desfrutar de uma estadia tranquila e segura numa lista de resorts com medidas de segurança COVID-19 pré-aprovados em toda a ilha.

Os voos da Emirates para as Ilhas Maurícias realizar-se-ão às quintas e sábados. A partir de 15 de julho, a rota será realizada no Boeing 777-300ER e, a partir de 1 de agosto, no A380 da Emirates. O voo EK 701 da Emirates partirá do Dubai às 2h35 e chegará às Ilhas Maurícias às 9h10, horário local. O voo de regresso será às sextas e domingos. O voo EK 704 da Emirates partirá às 23h10 e chegará ao Dubai às 17h45, horário local, no dia seguinte.

Os voos da Emirates para as Ilhas Maurícias podem ser reservados no site emirates.com, através de agentes de viagens ou no Emirates Sales Office.

A experiência no A380 da Emirates continua a ser a preferida entre os passageiros devido às suas cabines espaçosas e confortáveis, e a companhia aérea continuará a aumentar a operação deste avião – de acordo com o retorno gradual da procura. Atualmente, a Emirates opera o A380 para Nova York JFK, Los Angeles, Washington D.C, Toronto, Paris, Munique, Viena, Frankfurt, Moscovo, Amã, Cairo e Guangzhou.

Praias de areia branca, águas cristalinas e paisagens exuberantes – as ilhas Maurícias  continuam a ser um dos destinos de férias mais populares do mundo, atraindo turistas vindos das Américas, Europa e Médio Oriente. Os passageiros da Emirates também podem desfrutar de outros destinos no Oceano Índico, uma vez que a companhia aérea oferece 28 voos semanais para as Maldivas e sete voos semanais para as Seychelles.

À medida que as fronteiras internacionais são reabertas e as restrições de viagens são reduzidas, a Emirates continua a expandir a sua rede de tráfego aéreo de forma segura e sustentável. A companhia aérea retomou os serviços de passageiros para mais de 120 destinos e, até o final de julho, terá recuperado cerca de 90% da sua atividade pré-pandemia. Os passageiros podem desfrutar de ligações mais convenientes para as Américas, Europa, África, Médio Oriente e Ásia-Pacífico via Dubai.

Groundforce diz que greve cancelou 300 voos e desafia TAP a pagar “o que é devido”

 

A Groundforce avançou que a greve de hoje dos seus trabalhadores levou ao cancelamento de mais de 300 voos e desafiou a TAP a pagar à empresa “o que lhe é devido pelos serviços prestados”.

“A Groundforce não é indiferente aos transtornos causados por esta greve e reitera que bastaria que a TAP pagasse o valor em dívida pelos serviços já prestados pela Groundforce para que os salários fossem regularizados”, adiantou a empresa de ‘handling’ em comunicado.

“Quem está na condição de devedor é a TAP, que, no total, deve já 12 milhões de euros de faturação emitida”, adiantou ainda a Groundforce, que garantiu que, na manhã de hoje, enviou uma carta à transportadora aérea “dando o seu acordo para que a transferência de cinco milhões de euros fosse feita, a título de adiantamento, e a greve suspensa”.

“A Groundforce aceitou todas as condições impostas pela TAP, exceto reconhecer o valor como um “crédito”, razão pela qual a TAP rejeitou a proposta”, referiu a companhia que presta apoio em terra à aviação em vários aeroportos nacionais.

Antecipando que os aeroportos portugueses vão voltar a sofrer domingo constrangimentos devido à greve, a Groundforce apelou à TAP para que “coloque os interesses do país à frente dos seus e que pague” pelos serviços prestados nos aeroportos nacionais.

De acordo com a Groundforce, até às 18:30 de hoje, a greve levou ao cancelamento de mais de 300 de voos, com a operação em Lisboa, onde 79,3% dos trabalhadores aderiram à paralisação, a ser a mais afetada, com o cancelamento de 226 voos.

O aeroporto do Porto registou uma adesão de 45% e um total de 68 voos cancelados, de acordo com os dados divulgados pela empresa, enquanto, em Faro, a adesão foi de 11,5%, com o cancelamento de sete voos.

No Funchal foram cancelados três voos, em resultado da adesão de 15,8% dos trabalhadores, adiantou a Groundforce.

Hoje foi o primeiro dia da greve convocada pelo Sindicato dos Técnicos de Handling de Aeroportos (STHA), como protesto pela “situação de instabilidade insustentável, no que concerne ao pagamento pontual dos salários e outras componentes pecuniárias” que os trabalhadores da Groundforce enfrentam desde fevereiro de 2021.

A paralisação vai prolongar-se pelos dias 18 e 31 de julho, 01 e 02 de agosto, o que levou a ANA a alertar para constrangimentos nos aeroportos nacionais, cancelamentos e atrasos nos voos assistidos pela Groundforce, nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro, Funchal e Porto Santo.

Além desta greve, desde o dia 15 de julho que os trabalhadores da Groundforce estão também a cumprir uma greve às horas extraordinárias, que se prolonga até às 24:00 do dia 31 de outubro de 2021.

A Groundforce é detida em 50,1% pela Pasogal e em 49,9% pelo grupo TAP, que, em 2020, passou a ser detido em 72,5% pelo Estado português.

Pilotos da TAP aprovam proposta sindical de não aceitar voos em folgas e férias

 

Os pilotos da TAP decidiram hoje em assembleia convocada pelo Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) não aceitar voos em folgas e em férias, votando esmagadoramente a proposta sindical nesse sentido.

Fonte do SPAC disse à agência Lusa que 96% votaram a favor da proposta, dois por cento contra e dois por cento abstiveram-se.

A assembleia de empresa convocada pelo SPAC destinou-se a debater o despedimento coletivo anunciado de 35 profissionais e decidir a aceitação ou não de realizar voos em férias e folgas.

Numa convocatória enviada esta semana aos associados, a que a Lusa teve acesso, o sindicato explicava que “a pedido expresso e urgente da direção do SPAC e tendo em conta a especial gravidade do momento laboral” que se atravessa, o presidente da mesa da assembleia-geral convocou a assembleia de empresa dos pilotos da TAP Air Portugal.

Esta segunda-feira, o SPAC apelou para que os associados não realizem voos em folga e férias e não “aceitem qualquer atividade que não esteja planeada”, para combater o despedimento coletivo na TAP.

Numa carta, a que a Lusa teve acesso, os pilotos voltaram a contestar este processo, que envolve 35 profissionais, referindo que os “fundamentos são ilegais, incompreensíveis e sem justificação”.

“Apelamos a todos os pilotos que, enquanto pairar esta ameaça de despedimento coletivo, não realizem voos em folga e férias e não aceitem qualquer atividade que não esteja planeada. Não contribuam para despedir os vossos colegas”, salienta o SPAC.

“A TAP entende que não precisa desses 35 pilotos para realizar a operação. Porém, o que se verifica é que a TAP, apesar de ter um número de pilotos que considera excessivo, recorre ao trabalho em férias e folgas para resolver os problemas de planeamento”, disse o sindicato.

O processo de despedimento coletivo de 124 colaboradores iniciado em 07 de julho pela TAP abrange 35 pilotos, 28 tripulantes de cabina, 38 trabalhadores da manutenção e engenharia e 23 funcionários da sede, segundo uma mensagem enviada pela administração aos trabalhadores.

A Lusa não conseguiu saber o nível de participação na assembleia de hoje, realizada online.

Passageiro abre porta armada de avião da TAP

 

Esta manhã no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, um passageiro abriu uma das portas da aeronave que já se encontrava armada (pronta para insuflação da manga de emergência), supostamente por estar farto de aguardar pela saída da aeronave com destino ao Gana.

O passageiro terá armado a manga de evacuação do avião após uma espera de duas horas dentro do avião, contudo, o passageiro não saltou para fora da aeronave.
A aeronave com a matrícula CS-TXF devia ter partido às 10 horas de hoje para Accra, a capital do Gana na África ocidental, mas não descolou.

A TAP confirmou que esta “manhã no voo TP1523 Lisboa-Accra, quando o aparelho se encontrava ainda no chão, um passageiro fez insuflar a manga de emergência. Não houve qualquer saída de passageiros por essa via”.

Mas este incidente “levou a que o avião, um A321LR, tivesse de ficar imobilizado, uma vez que terá de ser intervencionado pela manutenção. Os passageiros foram desembarcados e a TAP está a trabalhar para solucionar as suas viagens”.

Foto: JE

A greve dos trabalhadores da Groundforce levou hoje ao cancelamento de pelo menos 166 voos no aeroporto de Lisboa, de acordo com a última atualizada feita pela ANA – Aeroportos de Portugal, que está a ser o mais afetado pela ação de protesto.

Hoje é o primeiro dia da greve convocada pelo Sindicato dos Técnicos de Handling de Aeroportos (STHA), como protesto pela “situação de instabilidade insustentável, no que concerne ao pagamento pontual dos salários e outras componentes pecuniárias” que os trabalhadores da Groundforce enfrentam desde fevereiro de 2021.

A paralisação vai prolongar-se pelos dias 18 e 31 de julho, 01 e 02 de agosto, o que levou a ANA a alertar para constrangimentos nos aeroportos nacionais, cancelamentos e atrasos nos voos assistidos pela Groundforce, nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro, Funchal e Porto Santo.

Além desta greve, desde o dia 15 de julho que os trabalhadores da Groundforce estão também a cumprir uma greve às horas extraordinárias, que se prolonga até às 24:00 do dia 31 de outubro de 2021.

Várias companhias já foram obrigadas a cancelar os seus voos e outras a divergir para aeroportos na Europa, a fim de aguardar posições de estacionamento.

No caso da TAP, a companhia já a anunciou nas suas Redes Sociais os significativos constrangimentos em toda a sua operação prevista para o dia de hoje e de amanhã, devido à greve de dois dias no serviço de assistência em terra da Groundforce, que se iniciou às 00:00 de 17 de julho. A companhia sublinha que são expectáveis cancelamentos e atrasos nos voos assistidos pela Groundforce, sobretudo no aeroporto de Lisboa.

A Groundforce é detida em 50,1% pela Pasogal e em 49,9% pelo grupo TAP, que, em 2020, passou a ser detido em 72,5% pelo Estado português

Finnair anuncia dois voos por semana para o Porto entre agosto e outubro

 

A Finnair anunciou hoje que vai aumentar para dois voos diretos por semana a operação entre o Porto e Helsínquia no pico do verão, duplicando a operação atual entre 3 de agosto e 2 de outubro.

A companhia passa a oferecer voos às terças e sextas-feiras entre Helsínquia e a cidade do Porto, , num aumento que duplica a atual oferta que conta atualmente com um voo por semana, às terças-feiras.

De referir que a Finnair iniciou a sua operação Porto em junho de 2019, com dois voos semanais que decorreram até meados de agosto. No ano passado, a companhia tinha previsto retomar a operação dois meses mais cedo, o que acabou por não acontecer devido à pandemia da COVID-19.

Além da cidade do Porto, a Finnair disponibiliza também três voos diretos por semana, às terças, quintas e sábados, entre Helsínquia e Lisboa.

Azores Airlines anuncia redução de consumo de combustível ao passar manuais de voo para formato digital

 

A Azores Airlines, companhia do Grupo SATA, anunciou hoje um salto tecnológico que a companhia deu, mas que não será percebido pelos passageiros.

A companhia refere que no final de cada ano terá removido cerca de 51kg de manuais físicos dos seus aviões; obtido uma redução de consumo de combustível na ordem das 50 toneladas por ano; terá diminuído as emissões de CO2 para a atmosfera em 165.500kg e terá deixado de imprimir cerca de 500 mil folhas de papel A4.

Esta evolução representa um passo decisivo para a melhoria da operação aérea e para a redução do seu impacto ambiental e ecológico, sendo uma iniciativa totalmente alinhada com a estratégia da companhia.

Chama-se Electronic Flight Bag (EFB) e, de uma forma muito resumida, significa dizer que se trata de solução tecnológica FlySmart +, que se apresenta sob a forma física de um IPAD, e que vem para substituir um conjunto relevante de informação contida em manuais e outros suportes em papel, pela utilização de um equipamento digital.

Esta transformação tecnológica, promove a otimização da performance de voo e a diminuição significativa de consumos.

O processo pode parecer simples mas como se trata da aviação, está muito longe disso.

Foi necessário um aturado trabalho com a NavBlue (uma empresa Airbus), e um processo de acreditação igualmente longo, para se chegar finalmente à fase de teste em que se encontra a companhia aérea e que se prolongará durante os próximos seis meses.

O Electronic Flight Bag (EFB) é um recurso tecnológico que passa a ser utilizado pelas tripulações técnicas no cockpit, mas que tem impacto global em toda a operação de voo.

Trata-se, também por isso, de um projeto que assume grande relevância na operação aérea da companhia, pois representa um salto tecnológico na gestão e otimização do voo, com ganhos reais nos cálculos de performance da operação da frota, em que se evidencia a redução de consumos e consequente redução de emissões de CO2, o que resulta, igualmente, no aumento de níveis de segurança, através da ergonomia do acesso dos Pilotos à informação operacional, especialmente em fases críticas do voo.

A Azores Airlines será a primeira companhia aérea em Portugal a utilizar o Electronic Quick Reference Handbook (Airbus eQRH), uma aplicação recentemente adicionada ao EFB que vem substituir os checklists (lista de procedimentos obrigatórios) tradicionais, até aqui em suporte de papel, apresentando-os de uma forma dinâmica e sequencial, de acordo com a fase do voo.

A este respeito, será de recordar que a SATA Air Açores foi uma pioneira na Europa, quando procedeu à implementação do EFB na sua operação aérea, processo este que se encontra totalmente consolidado na transportadora regional, com provas dadas da sua eficácia.

O alcance do projeto do EFB não se esgotará no trabalho de cockpit, pois integra um espaço tecnológico a bordo dos aviões em que cada vez mais a gestão da informação, associada a comunicações ativas e em tempo real, permitem fazer escolhas que fazem a diferença num cenário dinâmico e concorrencial, onde pequenas otimizações, por menores que sejam, podem traduzir-se em relevantes ganhos.

AN-28 encontrado após aterragem forçada na Sibéria, todos os passageiros sobreviveram

 

O avião de passageiros que tinha desaparecido esta manhã dos radares quando sobrevoava a Sibéria foi encontrado.

Foi obrigado a fazer uma aterragem de emergência e todas as 18 pessoas a bordo sobreviveram, afirma a agência aérea russa citada pela agência France-Presse.

O ministro das Emergências já tinha avançado que havia sobreviventes, não tendo no entanto avançando com números.

De recordar que um avião de passageiros russo Antonov AN-28 tinha desaparecido esta manhã dos radares na Sibéria ocidental.

As primeiras informações indicam que o aparelho tinha entre 13 a 17 pessoas a bordo. Os controladores aéreos perderam-lhe o rasto quando sobrevoava a cidade de Tomsk, na Sibéria.

“O aparelho desapareceu do radar no distrito de Bakcharsky. O farol de localização de emergência foi acionado. Há 17 pessoas a bordo, incluindo quatro crianças e três elementos da tripulação”, disse uma fonte dos serviços de emergência à agência TASS.

A aeronave, que pertence à companhia aérea Siberian Light Aviation, partiu da cidade de Kedrovy para Tomsk. Um helicóptero Mil Mi-8 foi enviado para ajudar nas buscas.

A Rússia melhorou significativamente a segurança da sua aviação desde os anos 2000, quando as principais companhias aéreas do país mudaram de antigas aeronaves soviéticas para aviões mais modernos.

Problemas de manutenção e, às vezes, falta de conformidade com as regras de segurança ainda são um problema, nomeadamente em áreas remotas do país, onde aviões ou helicópteros são veículos preferenciais para ligar localidades remotas.

Na semana passada, um avião da era soviética An-26 caiu na remota península de Kamchatka, matando todos os seus 28 passageiros e tripulantes.

 

 

Bruxelas aprova auxílio de emergência à TAP mas investiga apoio à reestruturação

 

A Comissão Europeia reaprovou hoje o auxílio de emergência de 1.200 milhões de euros à TAP, mas decidiu também lançar uma investigação para avaliar se o auxílio de 3.200 milhões à reestruturação da companhia aérea respeita a legislação comunitária.

Em duas decisões separadas hoje adotadas, o executivo comunitário, por um lado, ‘confirmou’ a validade do empréstimo de emergência de 1.200 milhões de euros, que já aprovara em 2020, mas que havia sido colocado em causa por um recente acórdão do Tribunal Geral, que – na sequência de uma queixa da Ryanair – anulou a decisão inicial da Comissão, pelo que este auxílio já pago à TAP “não terá de ser reembolsado”, apontou a vice-presidente executiva Margrethe Vestager, responsável pela política de concorrência.

Citada num comunicado divulgado pela Comissão, Vestager salienta, por outro lado, que “prosseguem os esforços para desenvolver um plano de reestruturação sólido que garanta a viabilidade da TAP a longo prazo sem necessidade de apoio estatal continuado”, pelo que, nesse contexto, Bruxelas deu “igualmente início a uma investigação sobre o auxílio à reestruturação notificado por Portugal”.

Em 10 de junho de 2021, Portugal notificou formalmente à Comissão Europeia um auxílio à reestruturação no valor de 3.200 milhões de euros, com o objetivo de financiar um plano de reestruturação do grupo através da TAP Air Portugal.

Bruxelas lançou hoje uma investigação aprofundada “para avaliar melhor a conformidade do plano de reestruturação proposto e dos auxílios conexos com as condições previstas nas orientações relativas aos auxílios de emergência e à reestruturação, propondo-se designadamente analisar “se a TAP ou os operadores de mercado contribuem suficientemente para os custos de reestruturação, assegurando assim que o plano de reestruturação não depende em excesso do financiamento público e que, por conseguinte, o auxílio é proporcionado”.

A Comissão quer também determinar “se o plano de reestruturação está acompanhado de medidas adequadas para limitar as distorções da concorrência criadas pelos auxílios”.

“Vamos manter um diálogo construtivo com as autoridades portuguesas sobre esta questão”, declarou Vestager.

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