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Pilotos da TAP aprovam novo acordo de empresa que acaba com cortes salariais

 

Os pilotos da TAP aprovaram hoje o novo acordo de empresa (AE) da companhia aérea, que elimina os cortes salariais e “mantém a paz social”, disse à Lusa o presidente do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC).

Tiago Faria Lopes adiantou que, numa assembleia de empresa que hoje ocorreu, os pilotos aprovaram o novo AE, tendo 83,6% dos presentes votado favoravelmente.

Questionado sobre as principais alterações do AE, o presidente do SPAC defendeu que o mais importante é “a paz social”.

“Este acordo foi muito difícil, foi muito negociado”, referiu, destacando que “naturalmente os cortes [salariais] acabam por deixar de existir” e garantindo que “vai haver um aumento de produtividade”.

“O pagamento é de acordo com o aumento da produtividade, isso é natural”, indicou, salientando que “a TAP, a partir de setembro, vai deixar de ter contratações externas de companhias estrangeiras e nacionais, à exceção da Portugália, porque faz parte do grupo”.

Acabarão assim os contratos de prestação de serviços ACMI (‘aircraft crew maintenance insurance’) que tantas críticas mereceram dos sindicatos.

Com esta decisão, destacou Tiago Faria Lopes, há um “lado muito positivo da imagem, que não é quantificável”, visto que “os passageiros que compram o bilhete TAP voam na TAP, não há dúvidas sobre isso”, referiu.

O novo AE “aplica-se apenas aos pilotos sindicalizados e entra em vigor cinco dias após a sua publicação no Boletim do Trabalho e Emprego, até 31 de dezembro de 2026”, disse o SPAC, numa nota hoje divulgada.

À imagem do que aconteceu com os restantes trabalhadores da TAP, os pilotos sofreram cortes salariais, negociados devido ao impacto da pandemia na atividade da transportadora.

NAV Portugal diz que leilão de ‘slots’ da cabo-verdiana TACV em Lisboa é ilegal

 

A Navegação Aérea de Portugal (NAV Portugal) esclareceu à Lusa que o anúncio de penhora e leilão de ‘slots’ da cabo-verdiana TACV no aeroporto de Lisboa representa uma “ilegalidade” e que vai contestar judicialmente o processo.

Questionada pela Lusa sobre este caso, fonte oficial da NAV Portugal explicou que já tinha “prestado os devidos esclarecimentos no âmbito do processo judicial ao agente de execução com o processo”, tendo então “demonstrado a ilegalidade da penhora e a impenhorabilidade dos ‘slots’”.

“Não obstante, decidiu o Agente de Execução em causa avançar com a mesma de modo ilegítimo, pelo que não resta outra alternativa à NAV Portugal senão a de apresentar a competente reclamação para o Juiz competente no âmbito do processo de execução, arguindo a ilegalidade e a nulidade da mesma”, lê-se na mesma resposta oficial da empresa às questões colocadas pela Lusa.

O esclarecimento surge depois de a imprensa portuguesa e cabo-verdiana terem dado conta, esta semana, da penhora da faixa horária aeroportuária concedida à TACV em Lisboa, devido a uma dívida acumulada pela companhia cabo-verdiana, de cerca de 211.000 euros.

O leilão da faixa horária ou ‘slots’, que foi penhorada por ordem do Tribunal de Lisboa, teve início no dia 19 de junho e encerra no próximo dia 12 de julho.

À Lusa, a NAV Portugal acrescenta que “transferências de ‘slots’ entre companhias transportadoras aéreas, a ocorrerem, só são permitidas em conformidade” com o artigo 8.º-A do Regulamento UE 95/93, “na sua redação atual, e após devida validação pela coordenação de ‘slots’”, a cargo da NAV Portugal.

Essa coordenação de ‘slots’, recorda igualmente, “é responsável pela alocação de faixas horárias nos aeroportos coordenados de Lisboa Porto, Madeira e Faro”, neste último caso este apenas no “verão IATA”, e pela facilitação em Ponta Delgada e Faro, no “inverno IATA”.

“A missão da NAV Portugal, nos termos do Regulamento UE 95/93, de 18 de janeiro na sua redação atual, é prestar um serviço profissional, neutro, transparente e não discriminatório ao setor da aviação com a atribuição de faixas horárias, otimizando assim a utilização da capacidade dos aeroportos portugueses. A legislação nacional, decreto -ei 109/2008, de 26 de junho, não prevê a possibilidade de venda ou o leilão de ‘slots’ aeroportuários sob nenhuma circunstância”, enfatiza ainda.

“Sublinhamos, por fim, que a coordenação nacional de ‘slots’ cumpre e cumprirá, como sempre, de forma integral a legislação nacional e europeia aplicável nesta matéria”, lê-se na mesma resposta.

Questionada ainda pela Lusa sobre os motivos desta penhora dos ‘slots’ da TACV, a empresa estatal portuguesa referiu que “extravasam as competências da NAV Portugal e da Coordenação Nacional de Slots, pelo que o seu esclarecimento deve ser remetido às entidades competentes para o efeito”.

A Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV) esclareceu também no dia 21 de junho, em comunicado, que esse alegado leilão de faixas horárias no aeroporto de Lisboa não existe em Portugal, um ato que considera ilegal e que não afeta as operações neste país europeu.

“No âmbito da notícia veiculada na imprensa sobre leilão de faixas horárias da Cabo Verde Airlines, a companhia informa que este procedimento, leilão ou venda de ‘slots’, não existe em Portugal nem em qualquer outro país da União Europeia. Por outro lado, o ato concreto é ilegal e já está sendo tratado nas instâncias próprias”, esclareceu a Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV), em comunicado.

“A Cabo Verde Airlines  informa que o ato em si não põe em causa as operações da companhia de e para Portugal, pelo que não suscita preocupação a nível comercial e operacional”, completou.

Airbus Atlantic Portugal está a receber candidaturas para formação remunerada

 

A Airbus Atlantic, instalada em Santo Tirso, continua a recrutar para atingir o objetivo a médio prazo de acrescentar 250 postos de trabalho altamente qualificados aos atuais 170. Até ao final de 2023, irão abrir 5 novos cursos de formação, cada um com cerca de 20 formandos, e com uma duração de 4 meses. A formação é paga na totalidade pela Airbus Atlantic e os formandos recebem ainda uma bolsa de formação no valor de 720€ por mês.

Estes cursos de formação especializada decorrem em parceria com o CENFIM – Centro de Formação Profissional da Indústria Metalúrgica e Metalomecânica. Ao fim dos quatro meses de formação (três no CENFIM, seguidos de um mês na Airbus Atlantic), os formandos bem-sucedidos terão adquirido todas as competências necessárias para desempenharem as suas tarefas e ser-lhes-á proposto um contrato sem termo com a Airbus Atlantic. Através da qualificação dos seus recursos humanos, a Airbus Atlantic apoia o desenvolvimento de competências e know-how, fortalece o desenvolvimento pessoal e profissional das suas equipas e, consequentemente, promove a produtividade e melhoria organizacional.

Entre outros perfis – e para além dos que serão formados nos cursos abertos em parceria com o CENFIM, a Airbus Atlantic está atualmente a recrutar Operadores de Montagem, Inspetor/a e Técnico/a de Qualidade, Manager, entre outras funções. Os candidatos podem inscrever-se aqui.

“O nosso compromisso com Santo Tirso é total e, por isso, a nossa prioridade é recrutarmos nesta área geográfica, embora estejamos preparados para receber candidatos e formandos de qualquer local. O processo de recrutamento acontece de forma faseada, contando com a habitual formação no CENFIM, adaptada a cada cargo,” afirma Pedro Estrela, Head of Human Resources da Airbus Atlantic Portugal.

Além da formação paga na totalidade pela Airbus Atlantic, a empresa disponibiliza um autocarro gratuito desde a estação ferroviária da Trofa até à unidade de produção de Santo Tirso, entre outras vantagens, inerentes a cada função. Os horários do autocarro estão coordenados com os três turnos de trabalho na Airbus Atlantic, por forma a abranger o maior número possível de colaboradores. Este autocarro serve sobretudo os colaboradores que vêm das linhas ferroviárias oriundas do Porto e de Braga.

Inauguradas em setembro de 2022, as instalações da Airbus Atlantic Portugal estão localizadas em Santo Tirso e contam atualmente com 170 colaboradores, prevendo-se a criação de mais de 250 postos de trabalho altamente qualificados nos próximos anos, para responder ao potencial de desenvolvimento da sua atividade em Portugal.

A Airbus Atlantic Portugal produz peças para as famílias Airbus A320 e A350: seções da fuselagem frontal, painéis e molduras para a porta de carga da família A320, assim como painéis para a fuselagem frontal da família A350. O objetivo é passar a produzir todos os componentes das seções 11, 12 e 13/14 da família A320, à medida que as instalações se desenvolvem para a construção desta família de aeronaves, completando a pegada industrial global da Airbus Atlantic.

Transavia vai voar de Lyon e Marselha para o Dubai

 

A Transavia anunciou que vai voar à partida de Lyon e Marselha para o Dubai a partir de 29 de Outubro, com três frequências semanais em cada rota.

Os voos à partida de Lyon serão operados às segundas, sextas e sábados, já os voos a partir de Marselha serão operados às terças, quintas e domingos.

Os voos já estão disponíveis para venda no site da companhia:

Aeroporto de Santa Maria com novo ILS

 

A NAV Portugal anunciou que procedeu à substituição das antenas do Localizer e Glide Path do ILS da pista 18 do Aeroporto de Santa Maria.

Os trabalhos, que tiveram início a 29 de maio, incluíram a remoção das antenas e estruturas de suporte e cablagem antiga, procedendo-se à substituição das infraestruturas para a passagem de cabos e instalação de nova cablagem, das antenas e dos equipamentos.

A intervenção, devidamente aprovada pela ANAC, terminou no passado dia 15 de junho de 2023 com o voo de certificação, essencial para verificar a conformidade do equipamento com os requisitos operacionais.

A obra orçada em 250.000,00 euros insere-se no compromisso da NAV Portugal em manter o mais alto nível de operacionalidade do Aeroporto de Santa Maria.

Nesta circunstância o Administrador da NAV Portugal Pedro Ângelo afirma que: “Na NAV Portugal investimos em tecnologia e inovação para oferecer um serviço de navegação aérea seguro e eficiente.

Os aeroportos onde operamos contam com os mais modernos sistemas de navegação, como o novo ILS de Santa Maria que agora entra em operação.

De resto este investimento assenta numa estratégia de desenvolvimento contínuo que a NAV Portugal empreende desde há vários anos, como podemos constatar com a construção das novas salas de operação de Santa Maria e Lisboa, o novo sistema de gestão de tráfego aéreo TOPSKY em operação há poucos meses na Região de Informação de Voo de Lisboa, o início da substituição do RADAR de Montejunto no próximo mês de julho e a execução do projeto MADWINDS em breve na Madeira” – enfatizou ainda.

O Instrumental Landing System (ILS) ou Sistema de Aterragem por Instrumentos é um sistema de auxílio à navegação aérea que utiliza instrumentos de bordo e terrestres para guiar a aeronave durante a fase final da aterragem. Fornece informações precisas sobre a posição e trajetória da aeronave em relação à pista de aterragem, permitindo que seja mais seguro e preciso, mesmo em condições meteorológicas desfavoráveis.

Com o ILS os pilotos podem realizar aterragens em condições de operação com menor visibilidade, aumentando a capacidade de operação do aeroporto. Além disso, o sistema reduz a necessidade de complicadas manobras de aproximação, o que significa economia de combustível e redução do tempo de voo.

Controlo aéreo de Nova Iorque está a pedir aos pilotos que cruzam o Atlântico que fiquem atentos à área do submarino desaparecido

O controlo aéreo oceânico de Nova Iorque está a pedir aos pilotos que sobrevoam a área de busca do submarino desaparecido que fiquem atentos à área.

Neste momento existe uma corrida contra o tempo em alto mar, uma armada internacional em expansão de navios e aviões procuram um submersível que desapareceu no Atlântico Norte enquanto levava cinco pessoas para verem os destroços do Titanic.

O piloto de um Boeing 787 recebeu uma mensagem pedindo aos pilotos que ficassem atentos enquanto sobrevoavam a área de busca do submarino desaparecido. 

De acordo com as informações, três aviões de transporte C-17 dos EUA foram usados ​​para transportar submersíveis comerciais e equipamentos de apoio de Buffalo e Nova Iorque, para St. John’s, Newfoundland, para ajudar na busca, disse uma porta-voz do Comando de Mobilidade Aérea dos EUA.

Os militares canadianos disseram que forneceram uma aeronave de patrulha e dois navios de superfície, incluindo um especializado em medicina de mergulho.

IFA com novo simulador A320 FNPT II

 

A IFA e a SIMNEST assinaram um acordo através do qual a SIMNEST vende à IFA um novo simulador A320 FNPT II.

A escola indica que este novo simulador irá melhorar enormemente o currículo de formação MCC e Type Rating. Com este acordo, a IFA e a SIMNEST alargarão o acesso a uma formação de voo inovadora e de elevada qualidade para os estudantes de aviação comercial.

“Esta aquisição expande consideravelmente a nossa capacidade de formação de voo, introduzindo o curso de APS-MCC para melhor satisfazer as necessidades dos nossos alunos”, afirmou José Madeira, presidente e diretor executivo da IFA International Flight Academy. “A mudança no ambiente de formação é evidente e a indústria exige uma melhor abordagem aos procedimentos de cockpit utilizados no mundo real das companhias aéreas. Estes incluem os SOP das companhias, uma melhor seleção de cadetes e uma formação em linha mais fácil. Estamos certos de que, através de procedimentos operacionais reais e um melhor conhecimento dos sistemas, tópicos incluídos no nosso programa APS-MCC, daremos aos nossos alunos a vantagem que necessitam para serem bem-sucedidos quando entrarem no mercado de trabalho.

O APS-MCC é um curso que ensina os pilotos a interagir e a dividir as tarefas de voo entre os elementos da tripulação, seguindo as metodologias utilizadas nas companhias aéreas. É um curso reconhecido pela EASA, destinado a alunos em fase final do curso de ATPL ou CPL, preparando-os para fazer um curso de qualificação de tipo numa aeronave complexa como um Airbus A320. O curso APS-MCC surgiu porque algumas companhias aéreas se aperceberam das dificuldades que jovens pilotos têm quando colocados num simulador, quer nos processos de seleção das companhias, quer no curso de qualificação de tipo. Nos processos de recrutamento, o APS-MCC dá uma vantagem significativa aos pilotos que concluem este curso em relação a outros que não o façam.

Depois de explorar as ofertas do mercado para esta nova formação, o Airbus A320 FNPT II da Simnest Aviation foi a escolha mais adequada. Para além da sua incrível facilidade de utilização e da disponibilidade imediata dos serviços de apoio, o facto de a Simnest fornecer um simulador FNPT II APS MCC com um ambiente Airbus 320 de alta-fidelidade equipado com peças OEM foi um argumento decisivo para a direção do IFA. Embora o simulador FNPT II APS MCC baseado no A320 da Simnest seja um dispositivo muito complexo, isso não significa que não possa ser simples de utilizar. O novo dispositivo de alta-fidelidade será instalado no próximo mês de julho na IFA.

Christine Ourmières-Widener vai trabalhar para Grupo da Air Caraibes e da French Bee

 

Depois de ter sido exonerada a 6 de março da presidência da TAP, Christine Oumières-Widener vai regressar a França para presidir às duas companhias do Grupo Dubreuil, que fazem parte as companhias aéreas Air Caraibes e da French Bee.

Christine Ourmières-Widener, despedida por “justa causa” na sequência do relatório da Inspeção Geral das Finanças ao acordo de saída de Alexandra Reis da TAP, vai substituir Marc Rochet na presidência executiva do Grupo.

A informação está a ser partilhadas por vários meios de comunicação especializados franceses. O atual CEO Marc Rochet, com 72 anos, é descrito como “uma figura incontornável da aviação”, e lembra que este assumiu a presidência da Air Caraíbes em 2004 e a da low cost French Bee em 2016.

Recorde-se que o contrato de Christine Ourmières-Widener previa que a TAP pudesse ter de pagar metade do seu salário mensal para evitar que a gestora fosse trabalhar para uma companhia aérea concorrente.

As 15 empresas concorrentes da TAP, que constam no contrato, são a Ryanair, Easyjet, Air France, KLM, Alitalia, Iberia, Lufthansa, Azul, Latam, Swiss, Turkish Airlines, British Airways, American Airlines, Delta Airlines e United Airlines. Ou seja, ao aceitar o novo desafio não está a incumprir o acordado.

O Grupo Dubreuil é um conglomerado francês que trabalha em áreas tão diversas como aéreo, automóvel, energias, maquinaria agrícola, hoteleiro e imobiliário. Teve receitas consolidadas de 2,7 mil milhões de euros e 5800 trabalhadores.

HiFly está a operar para a SATA Azores Airlines devido a imobilização de aeronave

 

A HiFly tem um Airbus A340-300 a operar para a SATA Azores Airlines. Trata-se do A340-300 com a matrícula 9H-TQY.

Este ACMI acontece pela saída de operação do Airbus A321neo CS-TSF devido a um incidente com uma viatura de catering.

No dia 15 de junho, após ter realizado o voo S4322 entre Toronto e Ponta Delgada e quando se estava a preparar a aeronave para seguir para Lisboa, a plataforma da viatura da empresa de catering chocou com uma parte da fuselagem da aeronave.

De referir quando há incidentes deste género, e por questões de segurança, os aviões têm que ser imobilizados para passarem por um processo de verificação por parte das equipas de manutenção e receber trabalhos de reparação, caso seja necessário.

Este incidente obrigou a companhia a reorganizar a operação, por forma, a dar resposta aos voos regulares programados e também para operação charter contratada.

 

Força Aérea Portuguesa acompanha navio russo

 

A Força Aérea Portuguesa anunciou que um avião monitorizou durante o dia de ontem, 19 de junho, a atividade de um navio da marinha da Federação Russa no trânsito por águas portuguesas, enquanto cruzava o Espaço Estratégico de Interesse Nacional Português.

A missão surgiu após ação de vigilância e controlo pesqueiro enquadrada num voo de patrulhamento e vigilância marítima da zona económica exclusiva do Arquipélago dos Açores.

Airbus vai testar APU alimentado por hidrogénio

A Airbus UpNext lançou um novo programa de demonstração para explorar, no solo e em voo, uma nova arquitetura para a geração de energia não propulsiva através da utilização de células de combustível de hidrogénio.

Nos aviões convencionais, a APU (Auxiliary Power Unit), um pequeno motor adicional que funciona com combustível de aviação tradicional, fornece junto com os motores a energia necessária para alimentar uma série de funções não propulsivas da aeronave, como ar condicionado, iluminação de bordo e energia elétrica para aviónicos.

Com este novo demonstrador de tecnologia, realizado nas instalações de Espanha, o Airbus UpNext substituirá a APU atual de um A330 por um sistema de célula de combustível de hidrogénio que gerará eletricidade.

Conhecido como HyPower, o demonstrador de célula de combustível de hidrogénio também visa reduzir as emissões de CO2, óxidos de nitrogênio (NOx) e os níveis de ruído associados a uma APU tradicional.

Os novos recursos de design e técnicas de integração também contribuirão para o amadurecimento da segurança e das operações de futuras aeronaves movidas a hidrogénio e demonstrarão a operação estável de uma célula de combustível em voo, incluindo a sua reinicialização. “Esses testes marcarão uma nova etapa na nossa jornada de descarbonização e programa ZEROe através de de uma ambiciosa demonstração de voo que levará ao ar até o final de 2025”, disse Michael Augello, CEO da Airbus UpNext.

“Queremos demonstrar a operacionalidade e a integração do sistema, incluindo o reabastecimento da aeronave com hidrogénio. Demonstraremos este sistema em condições realistas, subindo a 25.000 pés e voando por uma hora com 10kg de hidrogénio gasoso a bordo. No entanto, não podemos fazer isto sozinhos e a nossa cooperação com o governo espanhol e parceiros externos serão os principais facilitadores dessa série de testes.”

A campanha de teste de voo utilizará um Airbus A330 modificado e uma plataforma de teste de solo do sistema.

A Airbus UpNext adquirirá uma unidade de produção de hidrogênio renovável para atender toda a necessidade da campanha de testes.

Air India confirma pedido para 250 aeronaves Airbus e 290 aeronaves Boeing

 

Air India confirmou o seu pedido para 250 aeronaves Airbus e selecionou um pacote digital e de manutenção da Airbus para impulsionar a estratégia de transformação e crescimento da companhia aérea.

Para além do pedido à Airbus, a companhia realizou o maior pedido à Boeing para empresas do sul da Ásia.

O pedido à Airbus inclui aeronaves inclui 140 aeronaves A320neo e 70 A321neo de corredor único, bem como 34 jatos A350-1000 e seis A350-900 de fuselagem larga.

Já o pedido à Boeing inclui 190 unidades de B737 MAXs, 20 unidades B787 Dreamliners e 10 unidades B777X com opções para 50 B737 MAXs e 20 B787 Dreamliners.

De recordar que a companhia aérea assinou uma Carta de Intenções com  a Airbus para adquirir estas aeronaves em fevereiro de 2023.

A Air India também contará com a Airbus para ajudar a garantir o mais alto nível de disponibilidade da frota com as Soluções de Materiais Integrados (IMS) da Satair, uma empresa da Airbus.

A solução de manutenção alimentada pela Airbus garantirá que toda vez que a companhia aérea precisar de uma peça rotativa ou consumível, ela esteja prontamente disponível e os stocks sejam reabastecidos automaticamente.

A Air India será o cliente de lançamento do Skywise Core X3 da Airbus, a mais recente e avançada plataforma de análise de aviação. Isso mais uma vez demonstra a cooperação de vanguarda entre a Airbus e a Air India. Os contratos de compra da aeronave, bem como as Cartas de Intenções para manutenção e serviços digitais foram assinados na presença de N. Chandrasekaran, presidente da Tata Sons e Air India, Campbell Wilson, CEO e MD da Air India, Guillaume Faury, Airbus CEO, Christian Scherer, diretor comercial e chefe internacional da Airbus, e Rémi Maillard, presidente e diretor administrativo da Airbus Índia e sul da Ásia no Paris Air Show 2023.

Campbell Wilson, CEO e MD da Air India, disse: “O nosso ambicioso programa de renovação e expansão da frota fará com que a Air India opere as aeronaves mais avançadas e com baixo consumo de combustível na nossa rede de rotas dentro de cinco anos. Estamos orgulhosos em trabalhar com todos os nossos parceiros, incluindo a Airbus, nesta jornada para reconstruir uma companhia aérea global que reflete a Índia assumindo uma postura mais confiante em todo o mundo”.

O pedido histórico da Air India, à Airbus, marca a entrada em serviço do A350 na Índia, o mercado de aviação que mais cresce no mundo. A novíssima aeronave de longo alcance ajudará a libertar o potencial reprimido do mercado de longa distância da Índia, a sua tecnologia, alcance e conforto incomparável, permitindo novas rotas e experiência de passageiros com melhor economia e maior sustentabilidade.

Juntamente com os A350, as frotas da Família A320 serão o ativo eficiente e versátil para continuar democratizando e descarbonizando as viagens aéreas na Índia – desde os níveis doméstico, regional e internacional.

As entregas estão programadas para começar com o primeiro A350-900 antes do final de 2023.

Aterragem de emergência médica nas Lajes de B787-10 da United

 

Esta segunda-feira, 19 de junho, um Boeing 787-10 Dreamliner com a matrícula N12003, da companhia aérea United, que estava a realizar o voo UA120 entre Nova Iorque e Barcelona solicitou uma aterragem de emergência médica nas Lajes, Ilha Terceira, Açores.

A aterragem decorreu normalmente às 6h20, tendo sendo assistida pelos serviços de emergência da Base Aérea Nº4, bombeiros do destacamento americano 65th ABG, pelos serviços de handling da SATA, SEF, Bombeiros da Praia da Vitória e SIV (Suporte Imediato de Vida).

De acordo com as informações, o paciente foi transferido para o hospital de Santo Espírito em Angra do Heroísmo pelos Bombeiros voluntários da Praia da Vitória.

A aeronave descolou às 9h07, rumo ao destino final.

Qatar Airways apresenta três aeronaves no Paris Air Show

 

A Qatar Airways anunciou que está a participar na 54.ª edição do Paris Air Show e que vai apresentar três aeronaves: o Airbus A350-1000, o Gulfstream G700 (G700) e o luxuoso Airbus 319 Corporate Jet.

A Qatar Airways refere que, por tradição, tem tido sempre uma forte presença no Paris Air Show, que se realiza de dois em dois anos. A companhia aérea sediada em Doha espera manter esta tradição, exibindo mais uma vez um alinhamento de aeronaves com os seus premiados produtos e serviços.

O CEO do Grupo Qatar Airways, Sua Excelência o Sr. Akbar Al Baker, afirmou: “Estamos entusiasmados por participar mais uma vez no Paris Air Show. O Airbus A350-1000 é um dos maiores da nossa frota, a estabelecer novos padrões de referência em termos de conforto e espaço. Na nossa divisão de jatos privados, o Airbus 319 Corporate Jet da Qatar Executive e o G700 demonstrarão o elevado padrão de luxo do nosso Grupo para os nossos clientes”.

O Airbus A350-100 conta com a cabine mais ampla de todas as classes, a criar um interior muito espaçoso, bem como os maiores assentos de todos os aviões a jato, a proporcionar aos passageiros um espaço generoso em todas as classes. Os passageiros podem contar com a cabine mais silenciosa de qualquer avião de corredor duplo, o que permite uma viagem muito mais tranquila.

O Airbus 319 Corporate Jet é um A319 comercial modificado de maior alcance que pode ser configurado para acomodar até 19 passageiros e oferece um conforto excecional aos clientes. A disposição inclui áreas de refeições e lugares em classe executiva para acomodar passageiros adicionais, bem como um quarto privado com casa de banho privativa.

O Gulfstream 700 é um jato luxuoso, capaz de voar a uma velocidade extremamente elevada e com uma eficiência ambiental excecional. Este jato está também a ser adicionado à frota da Qatar Executive, juntamente com o G650ER. O avião de última geração foi concebido para voos de ultralongo curso, com uma cabine extremamente espaçosa, e pode voar de forma rápida e eficiente.

Os visitantes do Paris Air Show podem encontrar a exposição da Qatar Airways localizada no Chalet 308.

Passageiro violento obriga B767 da Condor a aterrar em ponta Delgada (com vídeo)

Este domingo, 18 de junho, um Boeing 767-300ER da Condor aterrou de emergência no aeroporto João Paulo II, em Ponta Delgada.

A tripulação teve de solicitar a aterragem de emergência por forma a retirar da aeronave um passageiro violento e prestar assistência médica a uma família que foi agredida.

A aeronave com a matrícula estava a realizar o voo DE2208 entre  Frankfurt e Punta Cana.

O Spotter Rodrigues capturou através da sua objetiva o momento:

A aeronave foi recebida pelos serviços de emergência, tendo o passageiro sido detido pela PSP e a família recebido assistência médica.

Com o tempo envolvido nesta situação, a tripulação iria “queimar” o seu tempo de trabalho e não teria mais tempo para seguir viagem até ao destino final.

Assim sendo, a companhia decidiu levar a aeronave para um alternante comercial, por forma a dar assistência aos passageiros, tendo a aeronave sido reabastecida e seguido para Tenerife.

Os passageiros estão esta segunda-feira a realizar o voo para o seu destino final, Punta Cana.

TAAG reforça encomenda de A220 totalizando 10 unidades

 

O Paris Air Show já começou e começaram a ser anunciadas as últimas novidades no que respeita aos negócios de aeronaves.

A TAAG Linhas Aéreas de Angola anunciou que vai alugar mais quatro aviões Airbus A220-300 à empresa de leasing Aviation Capital Group (ACG), aparelhos que deverão entrar ao serviço da companhia aérea angolana em janeiro de 2025.

“A incorporação de quatro novas aeronaves A220 neste acordo é um sinal claro da nossa credibilidade internacional e um marco importante na renovação da frota da TAAG. Estamos profundamente empenhados em fazer crescer a empresa, tirando partido da nossa quota de mercado e do nosso portfólio de destinos”, afirmou o presidente executivo da TAAG, Eduardo Fairen.

Os Airbus A220-300 anunciados vão somar-se à encomenda das seis unidades iniciais contratadas à Air Lease Corporation.

De acordo com as informações, as entregas destas aeronaves estão programadas para começar em abril de 2024.

Etihad Airways iniciou operação para Lisboa

 

A Etihad Airways, companhia aérea nacional dos Emirados Árabes Unidos, aterrou pela primeira vez em Lisboa no domingo, marcando o início dos voos regulares entre Abu Dhabi e a capital portuguesa.

O voo inaugural, EY63, foi celebrado no Aeroporto de Abu Dhabi antes da descolagem, com Sua Excelência Fernando d’Orey de Brito e Cunha Figueirinhas, Embaixador da República de Portugal nos Emirados Árabes Unidos e Chris Hedlin, Vice-Presidente de Planejamento de Rede da Etihad.

À chegada a Lisboa, os pilotos da Etihad mostraram, no cockpit, as bandeiras dos Emirados Árabes Unidos e de Portugal para celebrar a nova ligação aérea.

O novo serviço será operado às terças, quartas e domingos num avião Boeing 787-9 Dreamliner de última geração, oferecendo 28 assentos na Executiva e 262 assentos na Económica, sistema de entretenimento a bordo, outlets para carregar dispositivos móveis e ligação Wi-Fi durante o voo.

Antonoaldo Neves, CEO da Etihad Airways, disse: “À medida que continuamos a expandir a nossa rede global, estamos entusiasmados por voar pela primeira vez para Lisboa. Estamos ansiosos por receber os hóspedes que visitam a cidade histórica de Lisboa, ao mesmo tempo em que ligamos as pessoas de Portugal com os Emirados Árabes Unidos e destinos no Oriente Médio, Ásia e Austrália”.

Anunciado inicialmente apenas como uma rota sazonal, a Etihad Airways estendeu o serviço até o inverno para torná-lo uma operação durante todo o ano, como resultado da forte demanda de viagens.

Para comemorar o primeiro voo, os convidados a bordo receberam itens especiais do menu, incluindo pastéis de nata, uma iguaria tradicional portuguesa. Todos os convidados receberam presentes, incluindo chocolates de luxo da marca Mirzam dos Emirados Árabes Unidos, na classe executiva, e uma etiqueta de bagagem comemorativa exclusiva para os passageiros da económica.

Este domingo F-16 da FAP e os Red Arrows da Royal Air Force vão sobrevoar juntos Lisboa

 

Este domingo, 18 de junho, F-16M da Força Aérea Portuguesa e os Red Arrows da Royal Air Force vão sobrevoar juntos Lisboa, assinalando os 650 anos da assinatura do Tratado de Paz, Amizade e Aliança.

Inserida nas comemorações Portugal-UK 650 organizadas entre Portugal e o Reino Unido, a passagem aérea está prevista para as 12H00 sobrevoando o Parque Eduardo VII e o Marquês de Pombal.

O Tratado de Paz, Amizade e Aliança foi selado na Catedral de São Paulo em Londres, em 16 de junho de 1373, pelo Rei Eduardo III da Inglaterra e o Rei D. Fernando e a Rainha D. Leonor de Portugal.

Trata-se do segundo de diversos tratados celebrados entre os dois países que formalizam a aliança Luso-Britânica, baseada na paz e amizade perpétua entre os dois países.

Após a passagem por Lisboa, os F-16M portugueses e os Red Arrows rumam até à Base Aérea N.º 11, em Beja, para o festival aéreo da Força Aérea “Beja AirShow 2023” onde a patrulha acrobática da Royal Air Force é cabeça cartaz do evento.

Espaço aéreo do Porto fechado para o lançamento de balões entre as 21:45 de 23 de junho e 01:00 de 24

 

O lançamento de balões de São João só será permitido entre as 21:45 de 23 de junho e 01:00 de dia 24, adiantou hoje a Câmara do Porto, acrescentando que nesse período o espaço aéreo será fechado.

Numa nota publicada na sua página oficial, a Câmara Municipal do Porto esclarece que, à semelhança de anos anteriores, a Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC) vai “fechar o espaço aéreo do Porto durante o período previsto de maior intensidade de lançamento” dos balões de São João.

A zona de controlo do Porto vai estar interdita entre as 21:45, do dia 23 de junho e as 01:00 do dia 24, pelo que “os balões devem ser lançados apenas durante este período de tempo”.

A autarquia destaca que o lançamento dos balões de São João pode “originar situações de perigo para a navegação aérea”, nomeadamente, o risco de colisão e interferência na operação das aeronaves.

De acordo com a ANAC, os balões de ar quente podem “percorrer uma distância horizontal considerável” face ao ponto de largada e “atingir alturas imprevisíveis em função dos ventos predominantes”, o que “aumenta a possibilidade de serem sugadas pelos motores das aeronaves, podendo causar incidentes graves ou acidentes”.

Emirates e a Kenya Airways estabelecem uma parceria para aumentar as rotas entre África e o Médio Oriente

 

A Emirates e a Kenya Airways (KQ) anunciaram uma parceria interline que irá permitir aos passageiros de ambas as companhias aéreas voar para novos destinos de ambas companhias num único itinerário. O acordo proporcionará aos passageiros mais opções de viagem, bem como um check-in de bagagem fácil até ao seu destino final.

Os passageiros da Emirates poderão agora voar para 28 destinos na rede da Kenya Airways, utilizando Nairobi como porta de entrada para destinos como Nampula, Bangui, Bujumbura, Kigali, Dzaoudzi, Lubumbashi, Kinshasa, Kilimanjaro, Juba, Zanzibar, entre muitos outros pontos regionais em África. Além disso, como parte de um acordo bilateral entre companhias aéreas, os passageiros da Emirates que viajam através do Dubai podem também reservar um itinerário com bilhete único de ou para Mombaça, um dos destinos de lazer mais populares no Quénia.

Do mesmo modo, os passageiros da Kenya Airways que viajem a partir de Nairobi e Mombaça poderão agora aceder à rede da Emirates e ligar-se sem problemas através do Dubai a 23 destinos na Ásia Ocidental e do Sul, no Extremo Oriente, no Oceano Índico e no Médio Oriente, tais como Singapura, Tóquio, Banguecoque, Ahmedabad, Beirute, Hong Kong, Jacarta, Seul, entre outros.

Adnan KazimChief Commercial Officer da Emirates, afirmou: “Temos o prazer de estabelecer a nossa primeira parceria com a companhia aérea de bandeira do Quénia. O Quénia é uma porta de entrada estratégica na nossa rede africana e este novo acordo interline irá melhorar a conetividade para os passageiros da Emirates e proporcionar mais opções de viagem em todo o continente. Estamos ansiosos por aprofundar a nossa relação com a Kenya Airways, oferecendo maiores oportunidades de rede e melhorando as ligações para ambos os nossos clientes.”

Ainda sobre o acordo, Julius ThairuChief Commercial and Customer Officer da Kenya Airways, afirmou: “Esta parceria irá proporcionar a porta de entrada ideal para os nossos clientes, uma vez que procuramos aumentar a nossa conetividade entre África e o Médio Oriente através do hub da Emirates no Dubai. Parcerias como esta são fundamentais no sector da aviação, uma vez que tiram partido da escala e da eficiência mútuas para oferecer aos clientes opções de viagem mais simples”.

A Emirates iniciou as suas operações para o Quénia com o lançamento de voos entre Nairobi e o Dubai em 1995 e, desde então, tem vindo a aumentar a rota para 14 voos semanais, tendo transportado mais de 5 milhões de passageiros ao longo dos anos. A Emirates é também a única companhia aérea que serve o Quénia com cabines de Primeira Classe privadas e fechadas, oferecendo aos clientes uma experiência premium em todos os pontos de contacto da sua viagem.

A Kenya Airways lançou recentemente voos diretos entre Mombaça e o Dubai, oferecendo aos clientes 4 voos semanais. O voo do Aeroporto Internacional Moi, em Mombaça, marcou o segundo hub, para além do Aeroporto Internacional Jomo Kenyatta, em que a transportadora liga os passageiros diretamente aos Emirados Árabes Unidos. A KQ opera atualmente dez voos semanais para o Dubai a partir de Nairobi, utilizando uma combinação de B737-800 e o Dreamliner B787-800.

Careto AirShow – Festival aéreo em Bragança

 

No ano em que o Aero Clube de Bragança (ACB) assinala 60 anos de existência, o Careto AirShow vai ter uma edição especial, garantindo o melhor cartaz de sempre.

Careto AirShow23 vai ter 15 exibições aéreas, com destaque para a demonstração de um Jato histórico, dos anos 60, e a performance acrobática em formação, a cargo de Ramon Alonso, com títulos de Campeão do Mundo e Campeão da Europa, e Jorge Macias, com participação nas maiores competições acrobáticas internacionais.

O evento decorre nos dias 23, 24 e 25 de junho, tendo como dia principal (quando acontece o Festival Aéreo), o dia 24 de junho, sábado.

Os interessados poderão fazer as suas inscrições seguindo as ligações abaixo:

Inscrição PILOTOS

Inscrição SPOTTER´S

Inscrição ROAD IN  

São 15 as exibições aéreas previstas, com destaque para a performance acrobática de Ramon Alonso, com títulos de Campeão do Mundo e Campeão da Europa, e Jorge Macias, com título de Campeão de Espanha, representando este país em inúmeras competições internacionais, nomeadamente, o FAI – World Formation Aerobatic Championship, onde competem as melhores equipas do mundo da FAI (Federação Internacional de Aeronáutica).

 

Os dois conceituados pilotos vão também garantir uma atuação interativa com crianças, um espetáculo que se adivinha, arrebatador.

As exibições aéreas arrancam após a passagem sobre o Aeródromo de Bragança de uma patrulha de F16 da Força Aérea Portuguesa, marcada para as 14h45. Segue-se a sempre espetacular demonstração de performance da Patrulha Fantasma, composta por duas aeronaves completamente distintas e exóticas. A sua atuação consiste num voo de formação com cruzamentos, ruturas, com alguma acrobacia à mistura, mas sobretudo é um voo de exibição de aviões experimentais.

A Patrulha Fantasma surgiu no ano de 2006 e foi inicialmente constituída pelas aeronaves RV6, agora substituído pelo ACRO200 e VariEze, esta última única em Portugal. Não podiam faltar os Salto dos Paraquedistas caretos, que já se tornaram numa das imagens identificativas deste festival.

A demonstração do Jato histórico, acontece antes de arrancarem as acrobacias. Depois da demonstração o piloto abre a possibilidade de realizar visitas ao cockpit e falar sobre fantástica esta aeronave.
Segue-se o espetáculo acrobático com as piruetas, loops, voos invertidos, 8 cubano e muito mais, arrancando com Luis Garção e o seu novíssimo EXTRA 330 LT, segue Pedro Cunha Pereira com famoso avião CITABRIA e continua José Luís Lickfold, com o Pitts S2A.

A equipa DoubleAce, que junta Ramon Alonso e Jorge Macias atua em formação, para depois, individualmente, cada um fazer a sua exibição.

A patrulha acrobática YAKSTARS, alinha-se em formação para a sua fantástica exibição dos YAK52 e, por fim, uma demonstração das capacidades de voo do EADS C-295M (Elefantes) da Força Aérea Portuguesa, um avião de construção metálica, de asa alta, com um grupo propulsor constituído por dois turbo-prop, fuselagem e cabine de voo pressurizadas, e que tanto fazem pela sociedade civil, com busca e salvamento, vigilância marítima, transporte aero-médico, missões humanitárias. Uma oportunidade de ver esta valente aeronave de perto.

Três dias de Festa, com diversão, humor e muito mais Na vertente social o programa do Careto AirShow23 está cheio de novidades, a começar pelo espetáculo de humor a realizar na noite de 23 de junho, com “Quim Roscas e Zeca Estacionâncio”, a conceituada dupla de stand-up comedy. Alias, “Quim Roscas”, que é o comunicador da RTP, João Paulo Rodrigues, é também piloto e um fervoroso amante da aeronáutica civil, aceitou o convite para apadrinhar o evento e surge, assim, como o padrinho do Careto AirShow23, envolvendo-se em toda a organização e promoção do evento.

Na noite de 23 de junho, noite de São João, a festa começa pelas 19h30 com uma sardinhada, às 22h00 atuam os referidos comediantes e, a partir das 23h30, acontece um arraial popular.

No sábado, dia 24, a noite é dedicada à festa “Oitentamente”. Em permanência há animação dos tradicionais Caretos, bem como Tasquinhas
com serviço de refeições tipicamente transmontanas e bares.

Há uma área dedicada às crianças e exposições diversas abertas a todos os visitantes.

Como habitual o ACB garante batismos de voo solidários, este ano oferece voos aos cuidadores informais, pessoas com vidas limitadas por doença de familiares, que cuidam e poucas vezes são cuidados.

Este ano, pela primeira vez, o Careto AirShow recebe a Associação Portuguesa de Hipertensão Pulmonar que, com o lema “Perder o fôlego”, vai desenvolver durante o evento ações de informação sobre uma doença rara, de difícil diagnóstico, que causa grandes transtornos na qualidade de vida dos doentes. Um diagnóstico precoce ajuda os portadores no controle da doença,
aumenta a longevidade e, acima de tudo, permite o aumento da qualidade de vida.

Durante o Careto AirShow poderá ainda visitar o Stand do Kiosque da Aviação.

Sevenair Academy conclui aquisição da Global Flight School (GFS)

 

Durante o último Portugal Air Summit já circulavam rumores de uma possível aquisição.

Hoje, a Sevenair Academy confirmou a aquisição da Global Flight School (GFS). A empresa indica que com esta medida estratégica reforça a sua posição como escola de voo de excelência e aprimora as suas capacidades de manutenção, oferecendo uma experiência de abrangente de formação em aviação. Esta aquisição combina conhecimento, recursos e um compromisso conjunto com a excelência na educação em aviação.

A aquisição da GFS pela Sevenair Academy sublinha o seu empenho em impulsionar o setor da aviação, proporcionando os mais elevados padrões de formação e serviços de manutenção.

“Estamos entusiasmados por anunciar a conclusão da aquisição da Global Flight School”, afirmou CarlosAmaro, CEO da Sevenair Academy. “Esta aquisição
representa um marco significativo para nós, na medida em que expandimos a nossa presença e reforçamos o nosso compromisso em oferecer uma formação em aviação sem paralelo. A sinergia entre a Sevenair Academy e a GFS permitir-nos-á proporcionar maior valor aos nossos estudantes, colaboradores e parceiros do setor.”

Esta aquisição fortalece as capacidades de manutenção da Sevenair Academy e permite à Academia manter uma frota robusta de aeronaves de treino, assegurando os mais elevados níveis de
segurança para estudantes e instrutores. “Estamos entusiasmados com as novas oportunidades trazidas por esta aquisição”, acrescentou Carlos Amaro. “Ao integrar as capacidades de manutenção da GFS, podemos garantir a impecável condição da nossa frota de aeronaves, proporcionando um ambiente de treino seguro e confiável para os nossos estudantes.

Esta medida estratégica está alinhada com a nossa visão de longo prazo de estabelecer a Sevenair Academy como a escolha preferencial para aspirantes a pilotos em todo o mundo.”

SATA duplica número de lugares nos voos para o Pico

 

A secretária regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral anunciou que a companhia aérea SATA vai oferecer 67.700 lugares nos voos para a ilha do Pico no verão de 2023, o “dobro” do que disponibilizou em 2022.

“O Pico não só está bem servido em número de lugares oferecidos, como também poderá ter voos extraordinários, caso haja necessidade”, destacou a governante, em declarações feitas no parlamento açoriano.

A titular da pasta dos transportes na região entende que este aumento da oferta de lugares nos voos da companhia aérea regional representa “uma oferta robusta”, e que resulta também do crescimento turístico que se tem verificado na ilha montanha.

A deputada socialista Marta Matos, eleita pelo Pico, entende que o Governo Regional não tem cumprido as suas promessas para com a ilha, nomeadamente, em matéria de acessibilidades, dando como exemplo a prometida ampliação da pista do Aeroporto do Pico, que considerou não passar de “propaganda” política.

Rui Martins, deputado do CDS, acusa os socialistas, que estiveram no Governo até 2020, de terem “inviabilizado” o projeto de ampliação da pista do Aeroporto do Pico, ao autorizarem projetos de revitalização da cultura da vinha do Pico, comparticipadas por fundos comunitários, através do programa VITIS, junto a uma das cabeceiras da pista, que agora a região pretende ampliar.

“Esses projetos, aprovados em 2020, inviabilizam, na prática, a ampliação da pista do Aeroporto do Pico até 2035”, lamentou o deputado centrista, adiantando que os socialistas dizem agora uma coisa, mas fizeram o seu contrário no passado.

Maior exercício alguma vez feito pela NATO, decorre na Alemanha, “Air Defender 2023”

 

Desde esta segunda-feira, 12 de junho, 25 membros da Aliança estão a simular uma resposta aérea caso seja ativado o artigo 5.º – que estabelece que um ataque a um membro da NATO é um ataque a todos.

Mais de dez mil militares e 220 aeronaves estão a voar nos céus da Alemanha para simular a resposta a um ataque de “uma aliança militar de leste”. Os especialistas alertam que este é o reflexo de um mundo que está a mudar e que devemos esperar mais e maiores exercícios destes no futuro.

O comando da NATO indica que: trata-se de um exercício que envolve uma suposta invasão da Alemanha por parte de uma fictícia aliança militar de leste chamada “OCCASUS”, havendo ainda a infiltração de membros do “Organização Bruckner”, apoiados pela força aérea. Os adversários da Aliança Atlântica têm como objetivo cortar o acesso da Alemanha ao mar e controlar o porto de Rostock. Em resposta, a NATO aciona o artigo 5.º da Aliança – que estabelece que um ataque a um membro da NATO é um ataque a todos.

O cenário descrito no documento que estabelece a base para o exercício não deixa grandes espaços para a imaginação sobre quem é o principal adversário. Na descrição feita na página oficial das forças armadas alemãs, a aliança “OCCASUS” tenta aproveitar-se de uma Alemanha que está a ser afetada por uma crise energética e uma inflação galopante. Ao mesmo tempo, simpatizantes da “OCCASUS” tentam influenciar a opinião pública.

“Como responder quando uma aliança militar inimiga ocupa partes da Alemanha? Este é o ponto de partida geopolítico para o exercício Air Defender 23”, escreve o documento da NATO.

A solução, acreditam as chefias militares, passa por um gigantesco contra-ataque aéreo. São mais de dez mil participantes e 250 aviões de 25 países. Desde 1949, ano em que a NATO foi criada para fazer frente ao poderio militar soviético no continente europeu, nunca foi feito um exercício desta dimensão. Entre os dias 12 e 23 de junho, o exercício vai estender-se do norte do país, perto da fronteira com a Dinamarca, até ao sul, já perto da Suíça e da Áustria, com operações planeadas em seis aeroportos, um deles nos países baixos e outro na Chéquia.

Será a própria Luftwaffe, a Força Aérea alemã, a tratar de coordenar todos os meios das 25 nações que participam na simulação. Bélgica, Bulgária, Croácia, Dinamarca, Eslovénia, Estados Unidos, Estónia, Espanha, Finlândia, França, Hungria, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Noruega, Países Baixos, Polónia, República Checa, Reino Unido, Roménia e Turquia são alguns dos países que participam neste exercício. Este ano até há espaço para a participação de dois parceiros fora da Aliança: a Suécia (que está em vias de entrar) e o Japão.

De fora fica Portugal, membro fundador da Aliança, que tem uma das suas esquadras de F-16 ocupadas na missão de patrulhamento do espaço aéreo da NATO na região do Báltico. Atualmente, segundo o Ministério da Defesa, estão empenhados 82 militares portugueses e 4 F-16AM na Lituânia para esse propósito.

O exercício conta com algumas das máquinas tecnologicamente mais evoluídas, particularmente o norte-americano F-35, da Lockheed Martin. É um avião de combate furtivo de quinta geração, considerado pelos especialistas um dos mais avançados equipamentos militares disponíveis no mercado. Além dos Estados Unidos, vários países da Aliança Atlântica operam esta aeronave, incluindo Dinamarca, Países Baixos, Noruega, Reino Unido. Outras nações da NATO já encomendaram várias unidades do F-35.

Além do F-35 estão presentes outros caças, como o Gripen, o Eurofighter, o F-18, o F-16 e o F-16, operados por vários países. Mas também vão estar presentes outro tipo de aeronaves, como o A10, um avião de suporte de combate para as tropas no terreno, conhecido pela sua potente metralhadora, capaz de destruir os mais sofisticados blindados. Todos estes meios estão a ser apoiados por uma frota de aviões de abastecimento e aviões de transporte.

JetBlue apresenta primeiro A321 com a nova pintura (com vídeo)

 

A JetBlue apresentou hoje a primeira aeronave a receber a nova pintura da companhia.

Trata-se do Airbus A321 com a matrícula N982JB, batizado de “Defining MoMint”, que vai realizar o voo de apresentação esta quinta-feira 15 de junho.

A JetBlue indica que está a realizar uma grande atualização com uma fuselagem totalmente azul, cores de destaque atualizadas (e refrescantes), padrões de cauda energizados que se estendem pelo corpo e barriga, e muito mais.

Emirates está à procura de pilotos em Portugal e realiza roadshows em Junho

 

A Emirates anunciou que vai realizar dois roadshows de pilotos em Portugal. A companhia aérea estará a recrutar pilotos em Lisboa, no Hotel SANA Malhoa Hotel, nos dias 21 e 22 de Junho. No dia 21, a Emirates terá duas apresentações, às 10h e às 13h. No dia 22 de Junho a apresentação será às 10h.

Os pilotos interessados podem saber mais sobre os três programas de recrutamento da Emirates para Direct Entry CaptainsAccelerated Command e First Officers. Para mais informações sobre estas funções e requisitos de entrada, consulte https://www.emiratesgroupcareers.com/pilots/.

Os pilotos que participarem no evento não precisam de se registar antecipadamente.

A Emirates sublinha que conta com 1.380 pilotos que trabalham na companhia aérea há 10-19 anos, 173 que estão ao serviço entre 20-29 anos e 5 que completaram 30 anos. Os dois pilotos mais antigos da Emirates, com mais de 34 anos de serviço, juntaram-se à companhia aérea no mesmo dia, em 1989.

Com investimentos contínuos, os pilotos da Emirates voam numa das frotas aéreas mais modernas do mundo, com mais de 260 aviões de longo curso, entre Airbus A380 e Boeing 777. Os pilotos da companhia aérea voam para seis continentes e 140 destinos diferentes – de São Francisco a Auckland – e sobre todo o tipo de terrenos – glaciares, desertos, florestas, desfiladeiros, pântanos e montanhas, até ao Pólo Norte.

A Emirates tem estado na vanguarda da formação de pilotos com uma instalação que alberga atualmente 10 simuladores de voo  para A380 e Boeing 777, investindo em programas de formação rigorosos e baseados em provas, com instrutores altamente experientes em ambientes especialmente concebidos para o efeito.

A companhia aérea está, neste momento, a investir 135 milhões de dólares na construção de uma nova e avançada infraestrutura de formação de pilotos, com uma área de 63.318 metros quadrados, que deverá ser inaugurada em março de 2024. As instalações albergarão mais 6 simuladores de voo completos para a sua futura frota, incluindo os aviões A350 e Boeing 777-9.

Os pilotos também têm acesso a uma série de programas de formação não técnica na Emirates Aviation College e na Emirates Aviation University. Na Emirates, os pilotos têm percursos de carreira bem definidos e podem avançar para funções de gestão, formação e recrutamento.

A Emirates oferece aos seus candidatos ótimas oportunidades de carreira, com excelentes instalações de formação e uma vasta gama de programas de desenvolvimento para os seus colaboradores. Todos os pilotos da Emirates estão baseados na cidade cosmopolita do Dubai e usufruem de um pacote salarial  distintivo no mercado que inclui uma variedade de benefícios tais como um salário isento de impostos, alojamento gratuito oferecido pela companhia, transporte gratuito de e para o trabalho, excelente cobertura médica, bem como descontos exclusivos em compras e atividades de lazer no Dubai. A crescente rede global da Emirates oferece muitas oportunidades de viagem através dos seis continentes. Os pilotos da Emirates desfrutam de benefícios de viagem para si e para as suas famílias e amigos, para todos os destinos para os quais a companhia aérea voa.

A Emirates voa para Portugal há 10 anos e oferece atualmente 14 voos semanais a partir de Lisboa, utilizando o seu avião de longo curso Boeing 777-300ER.

Turkish Airlines vai operar voo para transportar Bombeiros portugueses e espanhóis para o Canadá

 

Os 140 operacionais que constituem a Força Nacional Conjunta que vai ajudar a combater os fogos no Canadá partiu hoje do aeródromo militar de Figo Maduro, em Lisboa, num voo comercial que vai fazer escala em Espanha.

Em Espanha ao grupo português será integrado o contingente espanhol de 97 operacionais.

O voo entre o Aeroporto de Madrid-Barajas e o Aeroporto Internacional Jean Lesage  será operado pela Turkish Airlines com o Airbus A330-200, matrícula TC-JNE, com o número de voo TK3303.

O Canadá está a ser afetado por uma vaga de grandes incêndios florestais, sendo que os 140 operacionais portugueses vão intervir na província do Quebeque.

A FOCON e a força espanhola vão estar presente no combate aos incêndios no Canadá ao abrigo do Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia.

 A força portuguesa integra elementos da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, da Força Especial de Proteção Civil (FEPC) da ANEPC, da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS) da GNR, do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), elementos das corporações de bombeiros da Região Centro e da Região Autónoma da Madeira, e do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

Reposição de modelo em loja

 

Boeing 787-10 Dreamliner Eva Air B-17801 222161

 

Boeing 787-10 Dreamliner Etihad Airways Greenliner A6-BMH – PPC 222260

 

Boeing 787-9 Egyptair SU-GER – PPC 222710

 

ATR72-600 Tarom Romanian Air Transport YR-ATK – PPC 222796

 

Airbus A320 Condor “Sea” – PPC A320SEA

 

A321LR Azores Airlines – Peaceful CS-TSJ

Thai Airways International Boeing 787-8 Dreamliner “HS-TQE” 59012

 

Boeing 737-800 Transavia Airlines PH-HXA – 58128

 

Air New Zealand Airbus a321neo “ZK-NNA” 13057

Boeing 737-800 Ryanair EI-DLF – 58172

 

Boeing 787-9 Dreamliner Air Tahiti Nui “Fakarava” F-OMUA – 55102

 

Boeing 737 MAX 9 Icelandair TF-ICC – 89007

 

A321neo CS-TJR TAP Air Portugal – Retro (Herpa Wings 613316)

 

Azul avança com o seu plano de restruturação financeira e lança oferta de troca de títulos sénior

 

 A Azul S.A. anunciou o lançamento de uma oferta de troca (exchange offer) dos seus títulos com vencimento em 2024 e 2026 (senior notes), para títulos de longo prazo com vencimento em 2029 e 2030, respetivamente.

A companhia anunciou que esta oferta faz parte do plano de restruturação financeira abrangente para o futuro anunciado pela empresa em março. A primeira etapa deste plano foi um acordo com empresas de leasing e fabricantes de aeronaves, anunciado também em março, que trouxe uma melhora significativa na gestão de caixa da empresa. Esta nova etapa do plano fortalece ainda mais a sua posição financeira.

Os novos títulos serão mais vantajosos do que as taxas encontradas atualmente em transações financeiras de empresas de perfil similares, e um pacote de garantia compartilhada de natureza secundária, que permitirá que a Azul utilize este mesmo pacote para celebrar novos acordos de natureza financeira no futuro. A companhia informa que mais de 65% dos detentores dos títulos existentes já concordaram com a troca ofercida.

“Durante o desafiador período dos últimos anos, a Azul foi uma das únicas companhias aéreas do mundo que não recebeu aporte governamental nem buscou o caminho da recuperação judicial para sanar suas dívidas em detrimento de seus parceiros comerciais e investidores. O caminho que escolhemos foi de negociar amigavelmente acordos com todos os nossos stakeholders, garantindo o contínuo sucesso da nossa empresa e gerando resultados benéficos para todos. Assim continuaremos sendo uma das empresas mais rentáveis e das que mais crescem na aviação mundial”, explica o CFO da Azul, Alex Malfitani.

Hangar utilizado pela TAP dá lugar ao centro de manutenção da United no Brasil

 

O hangar, antes utilizado pela Varig e pela TAP voltou a receber aeronaves depois de quase um ano em que a TAP Manutenção Brasil encerrou as suas atividades.

A United Airlines colocou em funcionamento no passado dia 8 de junho, o seu novo hangar de manutenção de aviões no aeroporto internacional do Rio de Janeiro.

O hangar com 60 mil m² será de uso exclusivo da companhia aérea, ao contrário da TAP que fazia trabalhos para terceiros.

De recordar que a TAP Air Portugal encerrou as atividades da subsidiária em 14 de janeiro de 2022.

O negócio de manutenção e engenharia da TAP no Brasil (TAP M&E Brasil), que contava com 385 trabalhadores, foi fechado de forma definitiva em maio. O encerramento aconteceu após a empresa ter acumulado prejuízos de quase 600 milhões em 13 anos.

O relatório e contas da TAP mostra que, em 2021, a TAP M&E Brasil registou prejuízos no valor de 84,3 milhões de euros. Isso significa que, desde 2008 – primeiro ano completo em que a TAP deteve a totalidade do capital da empresa –, as perdas acumuladas chegaram aos 593 milhões de euros.

A decisão da TAP em acabar com a unidade de manutenção no Brasil terá sido comunicada no plano de reestruturação aprovado por Bruxelas.

Foto: Jean Paul Prates

Para assinalar de uma forma simbólica a reativação do espaço um Boeing 767-300 (N644UA) da companhia aérea foi rebocado para o seu interior.

 

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