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CEO da TAP disse que privatização não estraga planos para transformar a companhia numa das mais atrativas

 

O CEO da TAP, Luís Rodrigues, afirmou que a privatização da companhia não “estraga os planos” de a tentar transformar numa das mais atrativas da indústria da aviação, acrescentando que vão trabalhar como se a venda não existisse.

“A privatização não estraga os nossos planos de tentar transformar esta companhia numa das mais atrativas da indústria. Vamos fazer o caminho com as equipas, vamos tentar baixar o tom, porque, de facto, a nossa sorte é que 75% dos nossos passageiros não são portugueses, não viram a CPI [comissão parlamentar de inquérito]”, afirmou o ‘chairman’ e presidente executivo da TAP, na sua intervenção no almoço promovido pela Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), em Lisboa, com o tema “TAP, e agora?”.

O responsável garantiu ainda que a companhia vai trabalhar “como se não fosse haver privatização”.

“Posso garantir que quem vier vai dizer ‘esta malta é boa, estão-se a mexer, deixa estar, não toques, não estragues’”, acrescentou Luís Rodrigues.

Transavia: primeiro A321neo e Portugal é o principal mercado da companhia em França

 

O spotter Tobias Gudat capturou através da sua objetiva o primeiro Airbus A321neo para a Transavia.

De referir que o futuro PH-YHZ, com o número de série 11702, faz parte de uma encomenda feita pela Air France-KLM de 100 aeronaves da família Airbus A320neo – com direitos de compra para mais 60 aeronaves – para a KLM e Transavia.

Em comunicado o Grupo indica que  o Conselho de Administração tomou a decisão de seguir em frente com a meta do Grupo de melhorar o seu desempenho económico e ambiental por meio da introdução de aeronaves da próxima geração. Ao fazer isso, o Grupo também demonstrou a sua capacidade de alavancar as sinergias de compra.

Para além do surgimento do A321neo na fábrica da Airbus, em Hamburfo, a companhia anunciou que Portugal voltou a ser o principal mercado da Transavia em França no pico do verão 2023 (julho ejgosto), com um total de 425 mil passageiros transportados de/para Portugal, um aumento de 19% face a idêntico período do ano passado – respetivamente, 247 mil assentos e um aumento de 16% de/para os Países Baixos e Bélgica (Bruxelas) – sendo este último destino um dos principais impulsionadores do crescimento no tráfego de/para Portugal. No total, foram transportados 672 mil passageiros no período entre Portugal e os dois mercados de origem da companhia low cost do Grupo Air France-KLM.

“O mercado português continua a ser um mercado estratégico e um contínuo sucesso comercial para a nossa operação, e os resultados deste verão são mais uma prova desta importância. As rotas históricos entre o Porto e Lisboa e Paris-Orly continuam no topo das preferências dos nossos clientes. Continuamos totalmente comprometidos com este mercado dinâmico e aprimorado, uma parte importante do desenvolvimento da Transavia France desde a sua fundação, e esperamos continuar a servi-lo por muito tempo.”, afirmou Nicolas Hénin, Chief Commercial Officer da Transavia France.

Em França, com uma taxa de ocupação média (load factor) de quase 90% (88%), as três rotas mais populares no verão de 2023 foram Porto-Paris Orly, com 69.000 passageiros transportados, seguidas de Lisboa-Paris Orly e Faro-Paris Orly, com um total de 56.300 e 31.400 passageiros, respectivamente; com um load factor de quase 95% (94%), as rotas top3 de/para os Países Baixos foram Faro – Amesterdão (55.000), Faro – Roterdão (36.000) e Lisboa – Amesterdão (31.000).

Para responder a uma procura crescente e mais sustentável de viagens, a Transavia continua a apostar na renovação da frota. Atualmente, a subsidiária low-cost do grupo Air France-KLM tem 115 aviões, mas aguarda a chegada dos primeiros A320 para a Transavia France e dos novos A321 para a Transavia Holland, o que deve acontecer até ao final do ano.

LATAM recebeu o seu primeiro A321neo e adicionou mais 13 à carteira de pedidos

A Airbus anunciou que a LATAM Airlines recebeu o seu primeiro A321neo, através de um leasing à AerCap, e fez um pedido de 13 aeronaves A321neo adicionais para expandir ainda mais a sua rede de rotas e impulsionar o seu crescimento regional.

Esta é a primeira entrega de uma carteira comprometida de 76 aeronaves A321neo. No total, a LATAM tem 111 aeronaves da Família A320 a serem entregues.

O recém entregue A321neo para a LATAM pode transportar até 224 passageiros e conta com compartimentos Airspace XL da Airbus na cabine. Os compartimentos maiores proporcionam um aumento de 40% no espaço de armazenamento e facilitam 60% mais bagagem de mão, permitindo uma experiência de embarque mais descontraída para passageiros e tripulantes de cabine. O recém-entregue A321neo voou até seu destino com 49% de Combustível de Aviação Sustentável (SAF).

“A nossa estratégia de renovação e modernização da frota está totalmente alinhada com o nosso compromisso de sustentabilidade e nos aproxima da meta de tornarmo-nos um grupo neutro em carbono até 2050”, disse Ramiro Alfonsín, Diretor Financeiro do Grupo LATAM Airlines.

“Continuaremos a trabalhar para melhorar a frota atual com aeronaves de próxima geração para melhorar ainda mais a nossa conectividade e, ao mesmo tempo, cuidar do meio ambiente.”

“Agradecemos à LATAM pela contínua confiança em nossas aeronaves, selecionando novamente o A321neo por seu contínuo crescimento de rede. Este movimento estratégico também acelera a trajetória de descarbonização da LATAM, já que os A321neos são pelo menos 20% mais eficientes em termos de combustível, emitindo 20% menos CO2 e 50% menos ruído em comparação com aeronaves da geração anterior”, disse Christian Scherer, Diretor Comercial e Chefe da Airbus International.

 

O A321neo é o maior membro da família A320 de corredor único mais vendida da Airbus. O A321neo permite que as operadoras cubram todo o mercado, ao mesmo tempo que oferece o menor custo por assento-milha de qualquer corredor único disponível. Até o momento, mais de 5.200 A321neos foram encomendados por clientes em todo o mundo.

O Grupo LATAM Airlines e as suas afiliadas são o principal grupo de companhias aéreas da América Latina, com presença em cinco mercados domésticos da região: Brasil, Chile, Colômbia, Equador e Peru, além de operações internacionais em toda a Europa, Oceania, Estados Unidos e o caribenho.

Hoje, a LATAM opera 240 aeronaves Airbus e é a maior operadora Airbus da América Latina. Em julho deste ano, a LATAM recebeu um novo Airbus A320neo, a primeira entrega com 30% de SAF.

LAM: retoma dos voos para Lisboa e desejo de duplicar aeronaves e chegar a 22 até 2027

 

A LAM – Linhas Aéreas de Moçambique prevê retomar, a 20 de novembro, os voos entre Maputo e Lisboa, anunciou anteriormente o administrador da empresa sul-africana que o Governo de Moçambique colocou desde abril a gerir a companhia de bandeira. “Estamos a prever retomar essa rota a 20 de novembro. É vital e vai mudar o rosto da companhia”, afirmou o diretor-executivo da sul-africana Fly Modern Ark (FMA), Theunis Crous.

Já o diretor de operações da LAM indicou que a retoma dos voos de Maputo para Lisboa vai aumentar o número de rotas da companhia,, considerando os laços históricos “muito fortes” entre os dois países.

“Fazendo voos para Lisboa estaremos a aumentar os nossos tentáculos de rotas, pois a partir de Maputo e Lisboa nós poderemos servir os nossos passageiros para outras capitais mundiais”, disse Hilário Tembe.

O responsável considerou histórica a ligação entre Moçambique e Portugal, referindo que naquele país africano encontra-se grande parte da comunidade portuguesa, assim como a moçambicana no país europeu. “[Com a retoma] teremos capacidade de oferecer bilhetes corridos aos nossos passageiros até ao destino final”, referiu Tembe, fazendo menção ao facto de partirem de Lisboa muitos voos para todas as capitais europeias, entre outros destinos.

A LAM já tinha assumido anteriormente que está empenhada em obter as devidas autorizações para utilizar o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, e horários de gestão de ‘slot’, para onde deixou de voar desde 2012, tendo então perdido essas licenças.

Theunis Crous acrescentou que a companhia já negociou também o aluguer de um Boeing 737 cargueiro, apenas para tratar do transporte de carga dentro do país e para o exterior, nomeadamente para a África do Sul, esperando colocar ao serviço um segundo seis meses depois. “É uma oportunidade que pode tornar a companhia rentável. O transporte de carga é um negócio muito rentável”, insistiu.

Theunis Crous referiu igualmente que a FMA já mobilizou 15 milhões de dólares (14 milhões de euros) de financiamentos para a operação atual da LAM, que está a ser alargada, com novas rotas e aeronaves, o que se traduz num aumento de passageiros, 57 mil atualmente, face à média anterior de 46 mil mensais.

A LAM pretende duplicar a frota de aeronaves, passando a contar com pelo menos 22 aviões até 2027. “Nos próximos anos a entrada de aviões vai ser muito massiva”, disse Hilário Tembe.

Segundo o diretor de operações da LAM, a companhia aérea moçambicana conta com um total de nove aeronaves e pretende-se adquirir mais três este ano para responder à retoma de ligações com países vizinhos e à introdução de novas rotas. “Este ano, provavelmente, somos capazes de terminar com 12 aviões (…) e depois o projeto é até final de 2027 metermos mais 10 aviões”, declarou Tembe.

A estratégia em curso, de revitalização da empresa, segue-se a anos de problemas operacionais relacionados com uma frota reduzida e falta de investimentos, com registo de alguns incidentes, não fatais, associados por especialistas à ineficiente manutenção das aeronaves.

Ryanair vai cancelar voos devido a atrasos na entrega de novos aviões

 

A Ryanair anunciou que vai ser forçada a cancelar voos a partir do final de outubro devido a atrasos na entrega de novos aviões pela Boeing.

Num comunicado, o CEO da companhia, Michael O’Leary, precisa que “os cancelamentos entrarão em vigor no final de outubro e serão comunicados a todos os passageiros afetados por e-mail nos próximos dias”.

Aos passageiros afetados será oferecido reacomodação em voos alternativos ou um reembolso total, se assim o desejarem.

O’Leary disse ainda que a situação não deverá afetar o objetivo de tráfego para o ano inteiro de 183,5 milhões por agora, embora tenha reconhecido que se os atrasos se agravarem ou se prolongarem mais no período de janeiro a março de 2024, esse número poderá ter de ser “revisto e ajustado ligeiramente para baixo”.

No mesmo comunicado, a Ryanair afirma que esperava receber 27 aviões entre setembro e dezembro, mas devido a atrasos na produção nas instalações da Spirit Fuselage em Wichita, juntamente com atrasos nas reparações e entregas da Boeing em Seattle, espera agora receber apenas 14 aviões entre outubro e dezembro.

A Ryanair afirma que está a trabalhar com a Boeing para tentar acelerar as entregas no período de janeiro a maio de 2024, de modo a iniciar a época alta de viagens de verão de 2024 com as 57 novas entregas previstas.

De acordo com as informações disponibilizadas a companhia vai iniciar esta semana os ajustes à sua operação implicando uma redução de três aviões em Charleroi (Bélgica), de dois aviões em Dublin e de cinco aviões em quatro bases italianas, incluindo Bérgamo, Nápoles e Pisa.

Sem especificar o número, a Ryanair afirma que haverá também reduções de aeronaves em East Midlands (Reino Unido), no Porto (Portugal) e Colónia (Alemanha).

A Ryanair pede desculpa por estes cortes “inevitáveis”, uma vez que não dispõe de aviões de reserva para o inverno, porque é necessária uma manutenção programada em toda a sua frota de mais de 550 aviões, a fim de os ter disponíveis para “o programa de verão mais vasto” que a transportadora está a planear para o verão.

Global Airlines contrata Hi Fly para acelerar programa de entrada ao serviço do A380

 

A Global Airlines anunciou que assinou um acordo com a Hi Fly para trabalharem juntas no desenvolvimento e manutenção das quatro aeronaves Airbus A380 da nova companhia.

A Hi Fly, que foi a primeira companhia a operar o A380 no mercado secundário, utilizará a sua vasta experiência na aeronave para trabalhar com a Global não apenas na preparação para o serviço, mas também para ajudar a nova transportadora a concretizar a sua ambição de fornecer aos clientes a melhor forma de voar em serviços comerciais, enquanto se prepara para as operações.

No entanto, ambas as empresas irão explorar novas formas de ampliar a sua colaboração, unidas pela paixão pela aeronave e pela crença partilhada no seu potencial e apelo duradouros. James Asquith, CEO e fundador da Global Airlines, disse: “Este anúncio demorou muito para ser feito e eu disse desde o início que nós da Global queremos trabalhar com os melhores e mais experientes parceiros, e a Hi Fly é exatamente isso. “A grande notícia para nós é que a equipa da Hi Fly conhece o A380 de dentro para fora e será inestimável para nos ajudar com o seu conhecimento da indústria em torno da manutenção e aceitação técnica necessária para a nossa primeira aeronave – todas etapas cruciais antes do início do trabalho de introdução, os nossos novos interiores e outros elementos vitais”.

“Estamos orgulhosos em trabalhar com a Hi Fly e não coloco limites ao potencial desta colaboração.”

Antonios Efthymiou, CEO e Accountable Manager da Hi Fly disse: “Assim que James e a sua equipe anunciaram a Global para o mundo, ficámos muito satisfeitos por fazer parte do renascimento contínuo do A380. “A sua paixão pelo A380 e a crença no seu potencial para transformar a experiência de voo dos passageiros são partilhadas por toda a nossa organização e está claro que existem enormes sinergias entre nós. “Estamos muito satisfeitos por poder compartilhar a nossa experiência com a Global, guiar a aeronave pelos próximos pontos técnicos importantes e, em última análise, devolvê-la ao céu ao qual pertence.”

A título de curiosidade a  Global Airlines comprou recentemente mais 3 unidades, sendo agora dona de quatro Airbus A380 e contar com uma frota suficiente para iniciar os seus voos a partir de abril de 2024.

O primeiro modelo comprado pela Global Airlines, foi negociado com Doric, uma empresa de investimentos com sede na Alemanha, que possui uma subdivisão de aviação.

Um dos modelos adquiridos, o A380 com o número de série 006, pertenceu à Singapore Airlines e voou também com as cores da HiFly.

A Global Airlines, uma startup com sede no Reino Unido, ainda aguarda o COA – Certificado de Operador Aéreo e a atribuição de slots para a sua operação.

De acordo com os planos da companhia, a primeira rota será entre Londre e Nova Iorque.

 

O fundador e executivo-chefe da Global Airlines, James Asquith, disse: “A aquisição das nossas aeronaves em vez de um leasing mostra o nosso compromisso com a segurança financeira e a resiliência desde o primeiro dia.”

 

Novos modelos snap-fit da PPC Models

 

Novos modelos snap-fit da PPC Models:

Airbus A380-800 Emirates A6-EOG (NEW COLORS) – 289363

 

Airbus A350-1000 British Airways – 223243

 

Boeing 757-300 Delta N590NW – 223083

 

Boeing 767-300ER Malev Hungarian Airlines HA-LHC – 223052

 

Airbus A350-1000 Virgin Atlantic G-VLUX – 222291

 

TAP: Lufthansa manifestou interesse em comprar parte do capital e Governo anunciou intenção de alienar pelo menos 51%

 

O Governo anunciou hoje a intenção de alienar pelo menos 51% do capital da TAP, reservando até 5% aos trabalhadores, adiantou o ministro das Finanças, Fernando Medina, no final do Conselho de Ministros.

“Esta é a percentagem mínima” da alienação, destacou.

O governante, que deu conta da aprovação de um diploma neste sentido, indicou que o executivo procura um “investidor de escala” no setor aéreo no contexto da reprivatização da TAP, que voltou à esfera do Estado durante a pandemia.

Também hoje, a Lufthansa manifestou interesse em comprar parte do capital da companhia:  “O plano de venda de uma participação na portuguesa TAP é interessante para nós”, defendeu a Lufthansa, numa nota enviada à Agência France Presse (AFP).

A empresa garantiu que as duas companhias podem complementar-se “muito bem, nomeadamente graças à rede de rotas da TAP de e para a América do Sul”.

No que diz respeito à posição do Presidente da República disse que ver se as condições que salvaguardam o interesse nacional na reprivatização da TAP constam do diploma que irá receber do Governo, ou se são remetidas para o caderno de encargos.

“Uma coisa é constar da lei, ter valor de lei, é mais duradouro, é mais forte. Outra coisa é constar de um conjunto de regras administrativas. Portanto, olhando para isso tudo, que significa que não é possível separar uma parte das outras, eu em consciência depois tomarei a decisão”, declarou Marcelo Rebelo de Sousa, em resposta a perguntas dos jornalistas, em Oeiras, no distrito de Lisboa.

O chefe de Estado reiterou que quer “ver o que é que na lei fica dito de condições legais de salvaguarda da posição do Estado” em relação à TAP, frisando que aquilo que fica “na lei é mais duradouro e tem outra força”, enquanto “no caderno de encargos tem uma força administrativa, mas não uma força legal”.

Medina garantiu que o vencedor da privatização da TAP não será “simplesmente” o que apresentar a proposta de maior valor, mas sim a melhor a servir o país e a economia nacional.

Hard landing danifica Boeing B767 da DHL

Um Boeing B767-300 da DHL International Aviation, com a matrícula A9C-DHAB, que estava a realizar o voo ES160 entre Bahrein (Bahrein) e Beirute (Líbano), sofreu um hard landing ao aterrar em Beirute por volta das 19h15 (hora local).

O Aeroporto de Beirute informou que a aeronave sofreu uma hard landing no dia 18 de setembro de 2023, causando danos substanciais à estrutura da aeronave e causando ferimentos ligeiros à tripulação.

De acordo com as informações, a aeronave rolou e taxiou até à placa de estacionamento.

Uma comissão de investigação de acidentes foi formada para determinar as causas do acidente.

Para já não se sabe o destino da aeronave se será reparada ou desmantelada.

Emirates sem interesse na privatização da TAP mas prevê “guerra de licitações” dos grandes grupos

 

O presidente da companhia aérea Emirates, Tim Clark, descartou hoje interesse na compra da TAP, cujas condições devem ser conhecidas na quinta-feira, e previu uma “guerra de licitações” dos grandes grupos europeus de aviação.

“Claro que [os grandes grupos europeus de aviação] vão querer a TAP como o diabo [‘like hell’]. Como o diabo! […] A guerra de licitações vai começar. É um ótimo ‘hub’ no sudoeste para estes grandes ‘players’, tem acesso a rotas internacionais muito interessantes e tem uma rede europeia muito boa”, defendeu Tim Clark, em entrevista à Lusa, Expresso e Eco, à margem do Festival Mundial de Aviação, em Lisboa, onde descartou o interesse da companhia aérea dos Emirados Árabes Unidos na compra da transportadora portuguesa.

Tim Clark apontou ainda que é do interesse dos grandes grupos como o IAG, Air France KLM e Lufthansa que as companhias de baixo custo não cresçam, por considerarem que destroem valor às transportadoras tradicionais.

O responsável da Emirates considerou também que Portugal irá beneficiar da venda da TAP e que o Governo deverá avaliar qual o comprador que poderá acrescentar mais valor ao país.

“Tem a ver com quem está a gerir, que intervenção é que o Estado tem ou não na companhia, se se permite que o modelo de negócio se desenvolva num ambiente verdadeiramente comercial, sem outras forças envolvidas”, considerou.

Na semana passada, o primeiro-ministro colocou a hipótese, entre diferentes cenários, de privatizar a totalidade do capital da TAP, apesar de indicar que o montante ainda não foi definido e irá depender do parceiro escolhido.

Segundo António Costa, o Governo vai aprovar no Conselho de Ministros de quinta-feira o diploma que irá estabelecer o enquadramento do processo de privatização da TAP.

O presidente executivo do International Airlines Group (IAG), Luis Gallego, expressou hoje o interesse da ‘holding’ nas condições da privatização da TAP, considerando que “seria algo interessante” para o grupo.

“Estamos sempre abertos a ter grandes empresas, grandes marcas no nosso portefólio e, para ser honesto, queremos ver as condições da privatização da TAP, porque penso que seria algo interessante para nós”, disse Gallego durante uma intervenção no Festival Mundial de Aviação.

Aterragem de emergência médica de A330neo da Condor nas Lajes

 

No dia 24 de setembro, um Airbus A330-900, com a matrícula D-ANRB, da Condor Airlines solicitou uma aterragem de emergência médica, na Base das Lajes (Base Aérea Nº4) Ilha Terceira, Açores.

A aeronave estava a realizar o voo DE2208 entre Frankfurt – Alemanha e Punta Cana – República Dominicana.

O momento foi capturado pelo Spotter Clélio Garcia:

A aeronave aterrou pelas 18h21, sendo assistida pelos serviços de emergência da Base Aérea Nº4, bombeiros do destacamento americano 65th ABG, pelos serviços de handling da SATA, SEF, SIV e Bombeiros da Praia da Vitória.

De acordo com as informações, o paciente foi transferido para o hospital Santo Espírito em Angra do Heroísmo.

Às 19h55 a aeronave descolou rumo ao seu destino final.

Níger interdita espaço aéreo à aviação francesa

 

Segundo informação na página oficial da Agência para a Segurança da Navegação Aérea em África e Madagáscar (Asecna), a junta militar do Níger interditou a entrada no espaço aéreo de aviões franceses ou fretados por França,

A informação, partilhada no sábado à noite às tripulações no ‘site’ da Asecna, indica que o espaço aéreo do Níger “está aberto a todos os voos comerciais nacionais e internacionais, à exceção de aviões franceses ou fretados por França, incluindo os da Air France”.

Em declarações à agência France-Presse, fonte da Air France referiu apenas que “não sobrevoa o espaço aéreo do Níger”.

A mensagem na Asecna esclarece ainda que o espaço aéreo do Níger continua interdito a “todos os voos militares operacionais e voos especiais”, salvo os que têm autorização especial.

A junta militar do Níger anunciou, a 4 de setembro, a reabertura do espaço aéreo aos voos civis e comerciais, encerrado em agosto devido a uma alegada “ameaça de invasão” na sequência do golpe de Estado perpetrado no final de julho, que destituiu o Presidente e suspendeu a Constituição.

Desde então, as relações diplomáticas entre o Níger e França esfriaram, nomeadamente com a ordem dada pela junta militar para que o embaixador francês, Sylvain Itté, abandonasse o território, chegando mesmo a retirar-lhe a imunidade e a ameaçar expulsá-lo pela força, o que foi rejeitado pela França.

Grupo Air France-KLM fazem encomenda conjunta de 50 novos Airbus A350

 

O Grupo Air France-KLM anunciou hoje que vai realizar um pedido significativo de aeronaves para renovar a sua frota de longo curso, visando melhorar o desempenho ambiental e económico do Grupo.

O novo pedido contempla 50 aeronaves Airbus A350-900 e A350-1000, com opções de compra para mais 40 aeronaves. As primeiras entregas estão previstas para começaram a ser realizadas em 2026, e seguirem até 2030.

Este pedido será flexível, proporcionando ao Grupo alocar as aeronaves entre as companhias aéreas de acordo com a dinâmica de mercado e as condições regulatórias locais.

O CEO da Air France-KLM, Benjamin Smith, afirmou: “Este novo pedido será um passo importante na renovação da frota do Grupo. O Airbus A350 é uma aeronave de última geração com um excelente histórico na Air France, onde tornou-se rapidamente um favorito entre passageiros e tripulantes desde a sua entrada em serviço em 2019. É a solução perfeita para as necessidades da rede do Grupo e apresenta desempenhos excepcionais: é uma aeronave mais silenciosa, mais eficiente em termos de combustível e mais económica em comparação com gerações anteriores. Será fundamental para ajudar o Grupo a atingir as nossas ambiciosas metas de sustentabilidade, incluindo -30% de emissões de CO2 por passageiro-quilómetro até 2030”.

As novas aeronaves substituirão os modelos de gerações anteriores: os Airbus A330-200, A330-300 e os Boeing 777-200ER. Este novo pedido soma-se assim ao pedido existente de 41 Airbus A350-900 para a Air France, sendo que 22 já foram entregues até o momento.

Com estes pedidos combinados, totalizando até 99 novas aeronaves, a Air France-KLM torna-se assim a maior operadora de aeronaves da família A350 do mundo com uma frota de até 141 aeronaves.

De recordar que a Air France-KLM será também uma das primeiras clientes do Airbus A350F, tendo encomendado 8 aeronaves para renovar e expandir a sua frota de carga.

Até 2028, aeronaves de nova geração na frota da Air France-KLM representam 64%, em comparação com 5% em 2019. Em 25 de setembro de 2023, a Air France-KLM operava uma frota de 533 aeronaves para mais de 300 destinos em todo o mundo.

Assim que este pedido for feito, o Grupo terá mais de 220 aeronaves encomendadas, incluindo 100 aeronaves da família Airbus A320neo, com as primeiras entregas previstas para o final de 2023. Este pedido permanece sujeito às aprovações padrão da empresa.

Emirates contrata comandantes experientes para pilotar a futura frota da companhia aérea

 

A Emirates está a preparar-se para dar as boas-vindas a comandantes experientes de Airbus, uma vez que a companhia aérea continua a expandir a sua frota de aviões de longo curso, enquanto regista uma procura excecional em toda a rede. A companhia aérea está agora a convidar os comandantes experientes a candidatarem-se ao seu programa Direct Entry Captains, para a sua frota de Airbus A380.

Assim sendo, a Emirates lançou uma campanha de recrutamento a nível mundial e os pilotos interessados e as suas famílias podem participar numa sessão de informação online no dia 4 de outubro, às 13h00, hora do Dubai, participar em Open Days em destinos selecionados e manter-se atentos a oportunidades interessantes aqui: https://www.emiratesgroupcareers.com/pilots/

O programa Direct Entry Captains destina-se a comandantes tecnicamente qualificados, com um mínimo de 3 mil horas de comando recente em aviões Airbus de longo curso, tais como o A330, A340, A350 e A380. Os candidatos devem ter um mínimo de 7 mil horas de voo total em aviões com tripulação múltipla e multi-motores, para além de cumprirem outros critérios de elegibilidade.

A vida no ar

Os pilotos da Emirates consideram que pilotar a frota da companhia aérea é profissionalmente gratificante e emocionante. Os novos membros serão integrados numa comunidade de 4.200 tripulantes de voo, incluindo 1.515 pilotos de A380, que se orgulham de pilotar a frota global de 260 aviões da companhia aérea. A frota de aviões de longo curso da companhia aérea é uma das mais recentes e mais avançadas do mundo, e inclui os icónicos Airbus A380 e Boeing 777. A Emirates começará a receber a sua frota de A350s em meados de 2024 e de 777-9s em 2025.

Os pilotos da companhia aérea também apreciam a emoção e a experiência de voar numa das redes de rotas globais mais abrangentes, que se estende por seis continentes. Operam tudo, desde rotas regionais no Médio Oriente a destinos de longo curso e voos transpolares, o que permite ter uma oferta de voos variada e interessante.

Formação contínua

A companhia aérea continua a investir solidamente numa formação inovadora de pilotos, com as suas atuais instalações a albergarem 10 simuladores de voo completos. Os programas de formação interna da Emirates, baseados em provas, são conduzidos por instrutores altamente experientes e incluem ambientes operacionais criados especialmente para o efeito. A mais recente instalação tecnológica de formação de pilotos da companhia aérea, no valor de 135 milhões de dólares, deverá ser inaugurada em março de 2024. As instalações de 5880 metros quadrados aumentarão a capacidade de formação de pilotos em 54%, e albergarão mais 6 simuladores de voo completos, incluindo para o A350 e o Boeing 777-9.

Os pilotos também têm acesso a uma série de programas de formação não técnica no Emirates Aviation College e na Emirates Aviation University.

Delta retoma Lisboa – Boston em Maio de 2024 e oferece maior operação transatlântica de sempre

 

A Delta anunciou que após um verão recorde nos voos transatlânticos, a companhia vai retomar o serviço sem escalas entre Lisboa e Boston em maio de 2024, rota que virá complementar o popular serviço direto ao longo do ano entre Lisboa e Nova Iorque-JFK – ambos a ser operados diariamente.

No total, a Delta vai oferecer, no Verão de 2024, até 14 voos/semana entre Portugal e os EUA (dos 13 em Janeiro e Fevereiro do próximo ano, uma vez que o presente serviço estival Lisboa – Boston foi estendido até ao final de fevereiro de 2024), oferecendo até 430 lugares diários, incluindo nas cabines Delta Premium Select e Delta One. Ambos os serviços oferecem aos clientes mais opções de destinos nos EUA, graças a conexões convenientes através dos hubs da Delta em Nova Iorque-JFK e Boston.

“Nunca houve um melhor momento para explorar a Europa com a Delta, e os clientes que aguardam aventuras de verão no exterior vão encontrar muitas opções inspiradoras, conjugadas com os serviços e comodidades premium que sabemos que os clientes da Delta desejam e apreciam.”, afirmou Joe Esposito, Vice-presidente Sénior de Planeamento de Rede da Delta Air Lines.

À semelhança da presente época estival, os voos da Delta durante todo o ano para Nova Iorque-JFK e o serviço de verão para Boston vão ser operados em aviões Boeing 767-300 em conjunto com os parceiros da joint venture transatlântica Air France, KLM e Virgin Atlantic.

A partir de Nova Iorque-JFK

A Delta é a maior companhia aérea a voar para a Europa, África e Médio Oriente a partir do seu hub em Nova Iorque-JFK e vai operar cerca de 260 voos semanais no próximo verão para 18 países e 29 destinos em toda a região.

Pela primeira vez, a Delta vai conectar os seus clientes com um serviço direto a partir de Nova Iorque-JFK para a antiga cidade de Nápoles, Itália, a porta de entrada para a Costa Amalfitana e locais populares como o Monte Vesúvio. O novo serviço diário da Delta para Nápoles, que começa a 23 de maio de 2024, vai complementar o serviço existente da companhia para Milão, Veneza e Roma.

A Delta também vai regressar a Shannon, na Irlanda, a 23 de maio de 2024, a partir de Nova Iorque-JFK. Operado pela última vez em 2019, este serviço direto junta-se aos voos da Delta para Dublin, incluindo o serviço recentemente anunciado para a capital irlandesa a partir de Minneapolis-Saint Paul.

Para completar as novas ofertas transatlânticas da Delta a partir de Nova Iorque-JFK no próximo verão, vai haver um voo direto para Munique, três vezes por semana, a partir de 9 de abril de 2024.

Outro facto interessante? A Delta é a única companhia aérea a oferecer uma partida matinal de Nova Iorque-JFK para Paris.

A partir de Atlanta

Para os clientes da Delta que desejam conhecer a Suíça, a Delta vai oferecer novamente um voo sem escalas entre Atlanta e Zurique, quatro vezes por semana, a partir de 31 de maio de 2024, que se junta aos quase 180 voos semanais para 21 destinos na Europa, África e Médio Oriente a partir do hub da cidade natal da companhia aérea.

Os clientes da Delta também podem esperar ainda mais voos de Atlanta para Paris e Veneza este verão, já que a companhia aérea aumentou os seus voos semanais para os dois importantes destinos.

A partir de Los Angeles

Ao mesmo tempo, na costa oeste dos EUA, o voo diário e direto da Delta de LAX para Auckland, Nova Zelândia, que começa a 28 de outubro de 2023, será estendido para um serviço anual, operando diariamente de novembro a março e três vezes por semana de abril a outubro. A Delta também vai ampliar o serviço de LAX para Sydney, Austrália, para dois voos/dia a partir de dezembro deste ano.

Após o serviço de inverno para Xangai a partir de Seattle e Detroit, a Delta também vai retomar um serviço quatro vezes por semana, durante todo o ano, para o Aeroporto Internacional de Xangai-Pudong a partir do seu hub de Los Angeles a partir de 31 de março de 2024. Esta rota operada anteriormente permitirá que os clientes da Delta se conectem convenientemente a muitas outras cidades na China através da parceria da companhia aérea com a China Eastern Airlines.

A Delta serve 13 cidades internacionais a partir do LAX, incluindo Paris, Londres, Tóquio-Haneda e Sydney.

Airbus A321XLR passa pelos Açores em voo de testes/demonstração

 

A Airbus iniciou no passado dia 13 de setembro os primeiros voos de teste internacionais do Airbus A321XLR, a versão de ultra longo alcance da família A320.

Os chamados “testes funcionais e de confiabilidade (FnR)” têm como objetivo demonstrar a maturidade dos sistemas do A321XLR bem antes da entrada em serviço, com uma meta de aproximadamente 100 horas de voo ao longo de dez dias sem o desligamento dos sistemas.

No dia 20 de setembro, durante um desses voos o A321XLR, com a matrícula F-WWAB, voou entre Madrid e Ponta Delgada, nos Açores, tendo antes efetuado uma aproximação ao Aeroporto de Santa Maria, também nos Açores.

A aeronave realizou uma escala durante cerca de três horas no Aeroporto João Paulo II em Ponta Delgada, para que um grupo de trabalho da SATA pudesse visitar a aeronave.

O momento foi capturado pelo Spotter Diogo Costa 

 

De referir que a Azores Airlines foi a primeira companhia aérea em Portugal a operar o A321neo.

Os cerca de 15 voos neste período são intencionalmente típicos do que as companhias aéreas podem voar quando a aeronave entrar em operação comercial.

Segundo a Airbus, os testes foram definidos para representar uma mistura de perfis de operadores, condições climáticas, tempos de voo e tempos de resposta do aeroporto. Nesta fase tripulantes de companhias aéreas estarão a bordo da aeronave pela primeira vez para adquirirem experiência prática.

Jim Fawcett, engenheiro líder de testes de voo da Airbus disse que vários pilotos estão envolvidos no processo e que o foco inicial é a obtenção da certificação pela EASA – Agência Europeia para a Segurança da Aviação (Easa).

Primeiro A320neo para a Azores Airlines realizou voo de testes

 

O primeiro A320neo para a SATA Azores Airlines realizou esta quinta-feira, 21 de setembro, o seu primeiro voo de testes.

A aeronave irá realizar os voos de teste com a matrícula F-WWIA, tendo o primeiro voo durado cerca de 4h15.

O futuro CS-TSK, batizado de “Pure” estava inicialmente programado para ser entregue em 2024 mas a companhia deverá receber o primeiro de dois Airbus A320neo antes do final do ano.

De referir que todos os 3 modelos A320 ceo da companhia vão entrar em processo de phase-out, para ser iniciado o processo de phase-in dos dois A320neo, para servir as rotas para o Pico e Faial.

Este é um processo normal de qualquer companhia aérea por forma a ter a frota mais eficiente e económica possível:

CS-TKP – 20 anos

CS-TKK – 18 anos

CS-TKQ – 18 anos

Na totalidade a companhia, a partir de 2024, ficará com uma frota composta por 7 modelos da família A320neo: 2 A320neo, 2 A321neo (CS-TSG, CS-TSF) e 3 A321LR (CS-TSI, CS-TSH, CS-TSJ).

Com a saída dos modelos A320ceo a companhia vai ficar com uma da frota com média de idade de 3,9 anos.

O A320neo e os modelos derivados fazem parte da família de aviões de corredor único mais vendida no mundo. A variante A320neo foi a primeira a voar e entrar em serviço. Com um peso máximo de decolagem de 79 toneladas, possui capacidade para 165 passageiros numa configuração comum de duas classes, com um alcance de 6 850 quilómetros.

Segundo a Airbus, esta variante possui uma economia de combustível de 16% por assento e um custo operacional 25% menor, em comparação com as versões anteriores.

Conheça os novos modelos no mercado

 

Novos modelos no mercado à escala 1:200:

American Airlines Boeing 777-200 – IF772AA0922P

 

Airbus A321-271NX Lufthansa D-AIEM – JF-A321-037

 

Airbus A321neo United Airlines N44501 – IF321UA0823

 

Boeing 747-200 Transamerica Airlines N742TV – IF742TV0823

 

Boeing 747-132(SF) Evergreen International Airlines N481EV – B-741-EZ-481

 

Boeing 777-219ER Air New Zealand ZK-OKH – IF772NZ1122

 

Airbus A321neo Wizz Air / Abu Dhabi A6-WZD – IF321W60823

 

Airbus A321-271NX Lufthansa “Lufthansa 600th Airbus” D-AIEQ – JF-A321-036

 

Boeing 747-100 Pan Am “Clipper Dashing Wave” N749PA POLISHED – IF741PA0823P

 

Airbus A321neo Uzbekistan Airways UK32102 – IF321HY0923

 

Boeing 747-291B Virgin Atlantic Airways “Morning Glory” G-VZZZ – JF-747-2-035

 

Boeing 747-121 Eastern Air Lines N737PA Polished – IF741EA0823P

 

Boeing 747-122 Pan Am “Clipper Sea Lark” N4710U Polished – IF741PA1023P

 

 

Áustria vai adquirir quatro unidades Embraer KC-390

A Áustria anunciou que vai adquirir quatro aeronaves de transporte KC-390, com um valor estimado de cerca de 600 milhões de euros, destinadas a substituir o Lockheed C-130K Hercules atualmente em operação pela Força Aérea Austríaca.

O anúncio foi oficialmente feito pela ministra da defesa, Klaudia Tanner, que afirmou que “após extensos testes, o Embraer C-390 é a única aeronave da classe de vinte toneladas a atender a todos os requisitos”.

De referir que a Áustria é um tradicional operador do C-130 Hercules e procurava um novo avião que pudesse operar tanto em missões táticas tradicionais, quanto numa série de novos requisitos multimissão.

O KC-390 supera o concorrente mais próximo, o C-130J-30 Super Hercules da Lockheed Martin, em vários indicadores importantes, incluindo carga útil, velocidade de cruzeiro mais rápida e teto de serviço mais alto. A aeronave oferece descolagens aterragens em pistas curtas e de com baixas condições.

A entrega da primeira aeronave está prevista para acontecer dentro de dois a três anos após a assinatura do contrato.

Base Aérea de Porto Santo aberta ao público no dia 30 de setembro

 

A Força Aérea Portuguesa anunciou que o Aeródromo de Manobra N.º 3, na Ilha do Porto Santo, vai estar de portas abertas à população no dia 30 de setembro.

A entrada é livre e gratuita e serão proporcionadas aos visitantes diversas atividades para todas as idades por forma a conhecerem de perto o mundo da aeronáutica militar, incluindo a oportunidade de realizar um batismo de voo por método de sorteio.

A atividade do Aeródromo de Manobra N.º 3 decorre entre as 10 e as 17 horas e engloba demonstração de aeronaves, exposição temática de várias entidades da Ilha do Porto Santo, visitas a aeronaves da Força Aérea, demonstrações de capacidades, entre muitas outras atrações.

Estes eventos estão inseridos nas comemorações do 71.º Aniversário da Força Aérea.

Poderá consultar todas as informações AQUI

A título de curiosidade fique a conhecer um pouco da história: custódio de um vasto e valioso património histórico, o atual Aeródromo de Manobra N.º 3 sucedeu à antiga infraestrutura NATO, a qual, embora tenha sido iniciada em 1974, apenas começou a dispor dos seus quadros próprios a partir de 1 de julho de 1977, ficando, a partir dessa data, a ser a fiel depositária do conjunto de infraestruturas aeronáuticas entretanto erigidas no âmbito de projetos eleitos pela NATO.

Para uma contextualização fidedigna importa referir que a génese ocorreu em 1959, quando o, à altura, “Allied Command Atlantic”, estabeleceu os requisitos para as operações aéreas de patrulhamento marítimo na região sul da área ibero-atlântica (“Iberlant”) e elegeu o Arquipélago da Madeira – devido à sua situação estratégica – como o local ideal para a localização de um aeródromo de apoio a este tipo de operações aéreas – assim, para cumprimento desse desiderato, a pista existente no Porto Santo foi disponibilizada à NATO para esse efeito.

Em 1968 iniciaram-se um conjunto de trabalhos com vista ao prolongamento, reparação e recarga da pista existente, à respetiva iluminação e ao aumento da capacidade de fornecimento de energia elétrica, armazenamento de munições, construção do edifício do comando e administração, construção da área de combustíveis e correspondentes oleodutos.

Na mesma época procedeu-se à instalação de emissores e recetores para apoio às comunicações com aeronaves.

Os trabalhos enumerados foram concluídos em 1974.

Em novembro de 1977 verifica-se o início do apoio ao Destacamento Aéreo da Madeira (DAM), o qual se veio a constituir de forma permanente, com o estacionamento no aeroporto de Santa Catarina de um CASA 212 AVIOCAR – aquela aeronave manteve-se estacionada naquele aeroporto até finais de 1989, altura em que foi definitivamente transferida para Porto Santo, onde, em 31 de dezembro de 1990, se lhe juntou um helicóptero SA-330 Puma.

Dando continuidade aos vários planos de investimento previstos para esta infraestrutura NATO, no início de 1982 procedeu-se, entre outros trabalhos, à ampliação da pista e à construção, na zona norte, de dez placas de dispersão para estacionamento de aeronaves, constituindo-se assim a chamada área militar do Porto Santo.

A partir de 1994, em virtude da conjuntura internacional e das alterações entretanto verificadas ao nível da NATO, a sustentação e manutenção dos recursos humanos e logísticos existentes passou a ser responsabilidade nacional tendo-se nessa altura constituído o destacamento da Força Aérea no Porto Santo.

Em março de 2006 o SA-330 PUMA estacionado no Aeródromo do Porto Santo foi substituído pelo EH-101 Merlin passando o Destacamento Aéreo da Madeira a dispor desta aeronave e do C-212 AVIOCAR.

Decorrente do despacho N.º 62/2009, de 20 de novembro, do Chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), foi ativado, em 25 de novembro de 2009, o Aeródromo de Manobra N.º 3 e, através da portaria N.º 93/2010 foi atribuído o Estandarte Nacional ao Aeródromo de Manobra N.º 3.

Em 05 de novembro de 2010, o C-212 Aviocar foi substituído pelo C-295 passando o Destacamento Aéreo da Madeira (DAM) a ser constituído por esta aeronave e pelo EH-101 Merlin.

A missão do Aeródromo de Manobra N.º 3 é apoiar logisticamente o DAM, assim como outras aeronaves militares que operem ou transitem no aeródromo.

Compete-lhe também garantir a manutenção das infraestruturas, a segurança interna da unidade e ainda a receção, armazenamento e distribuição por oleodutos de todo o combustível a consumir na Ilha do Porto Santo.

Azul anuncia voo direto entre Brasília e Natal

 

A Azul anunciou que por forma a aumentar a sua presença e aumentar a conexão dos brasileiros entre os destinos nacionais vai abrir uma nova rota entre o Distrito Federal a Natal. A partir de 16 de dezembro, os Clientes terão à disposição um voo semanal, partindo da capital brasiliense para Natal, no Rio Grande do Norte.

A descolagem de Brasília acontecerá aos sábados, às 23h35 e o regresso acontecerá aos domingos, às 3h. O novo voo será operado Embraer E2, com capacidade para transportar até 136 passageiros. 

“Nosso objetivo sempre foi conectar os brasileiros com o Brasil e oferecer um novo mercado que liga a região central do país ao nordeste é muito importante para a companhia, pois aumentamos a conectividade e oferecemos mais opções de voos diretos. A ampliação da nossa malha é fundamental para que possamos levar ainda mais Clientes a todos os destinos possíveis”, diz Beatriz Barbi, gerente de Planejamento de Malha da Azul. 

Brasília (BSB) – Natal (NAT)
*A partir de 16/12*  

Origem  

Saída  

Destino  

Chegada  

Frequência  

Brasília

23h35  

Natal

2h20  

Sábados  

Natal

3h 

Brasil

5h45  

Domingos

 

Aterragem de emergência médica nas Lajes de A350 da Iberojet

 

Esta quarta-feira, 20 de setembro, um Airbus A350-941, com a matrícula EC-NBO, da companhia aérea Iberojet, que estava a realizar o voo E9802 entre Punta Cana – República Dominicana e Madrid – Espanha, solicitou uma aterragem de emergência médica na Lajes, Ilha Terceira, Açores.

A aterragem decorreu normalmente às 6h50, sendo assistida pelos serviços de emergência da Base Aérea Nº4, bombeiros do destacamento americano 65th ABG, pelos serviços da SATA Handling, SEF, SIV e Bombeiros da Praia da Vitória.

De acordo com as informações, o passageiro foi transferido para o hospital Santo Espírito em Angra do Heroísmo pelos Bombeiros voluntários.

Às 8h27 a aeronave descolou rumo ao destino final.

SATA Air Açores amortizou 60 milhões de euros de dívida

 

A SATA Air Açores – Sociedade Açoriana de Transportes Aéreos, S.A. (“SATA Air Açores”) anunciou que executou hoje com sucesso o reembolso antecipado da totalidade do empréstimo obrigacionista de 60 milhões de euros, emitido em dezembro de 2022.

Com este reembolso antecipado, a SATA Air Açores irá poupar cerca de 1,2 milhões de euros já em 2023 e reduzirá os encargos anuais com financiamentos ao longo dos próximos 3 anos, o que totaliza cerca de 17 milhões de euros de poupança nesse período.

No seguimento do plano de reestruturação aprovado pela Comissão Europeia a 7 de junho de 2022, e de acordo com as obrigações por este definidas, sem aval do Governo Regional dos Açores, em dezembro de 2022 a SATA Air Açores necessitou de contratar um financiamento de 60 milhões de euros junto da J.P. Morgan Societas Europaea (“J.P.Morgan”), através da emissão de 600 obrigações com o valor nominal de cem mil euros cada, com  maturidade a 20 de dezembro de 2026.

Essa emissão teve como finalidade a amortização antecipada de dívida financeira antiga, processo que ficou concluído no final de 2022, com a liquidação de financiamentos no valor total aproximado de 40,8 milhões de euros.

A CEO do Grupo SATA, Teresa Gonçalves, frisa que “este é um momento histórico para a SATA e para todos os colaboradores que, diariamente, têm contribuído para a evolução positiva do negócio. É um sinal claro de que estamos a fazer todos os esforços para recuperar a SATA e criar as melhores condições para garantir a sua continuidade de forma sustentada”.

“Poderíamos ter optado por não amortizar já esta dívida, mas isso implicaria continuarmos a ter custos financeiros muito significativos com este financiamento o que, a prazo, seria muito penalizador. E se esta decisão revela o esforço que tem sido feito, é também importante que haja a consciência da responsabilidade e importância que a mesma tem, exigindo de cada um de nós um rigor cada vez maior em tudo aquilo que fazemos na companhia, com o objetivo de continuar a crescer receita com a máxima otimização de custos”, conclui Teresa Gonçalves.

A empresa sublinha que este é mais um passo dado pela SATA Air Açores no caminho da consolidação das suas contas e redução do nível de endividamento.

Força Aérea Portuguesa: UH-60 Black Hawk com modernização 360º

 

A Força Aérea Portuguesa divulgou um vídeo dos helicópteros UH-60 Black Hawk adquiridos que estão neste momento a passar por um processo de modernização extremamente significativo, que os transforma num helicóptero completamente atual.

A operação de requalificação inclui novos sistemas aviónicos, rádio e comunicações por satélite, além de toda a parte mecânica ter sido recondicionada. Por questões de segurança foram ainda incorporados sistema “data” e “voice recorder”.

O recondicionamento inclui ainda uma nova pintura ajustada às cores associadas à missão que terá ao serviço da Força Aérea.

Quase concluído o processo de modernização, prevê-se que o primeiro helicóptero aterre em Portugal até final do ano de 2023.

Estes helicópteros distinguem-se pela capacidade de transportar até 12 bombeiros e respetivos equipamentos, além da capacidade de carregar consigo perto de três mil litros de água, pelo que são recursos valiosos para o combate a incêndios florestais.

Além daquelas, estas aeronaves estarão aptas a cumprir outras missões militares, conferindo à Força Aérea uma maior flexibilidade nas suas operações.

O contrato com a Arista prevê a entrega gradual das seis aeronaves nos próximos três anos, garantindo que a Força Aérea esteja pronta para enfrentar futuros desafios. Além disso, o contrato prevê ainda a formação de seis pilotos e 27 mecânicos, garantindo o início da operação da aeronave pela Força Aérea Portuguesa.

Com quatro anos de manutenção no local e apoio logístico incluídos, a Força Aérea estará preparada para manter e operar os UH-60 Black Hawk de maneira eficiente.

Esse investimento, que advém do Plano de Recuperação e Resiliência do Governo português com o objetivo de dotar o Estado Português de meios próprios de combate a incêndios rurais, reflete o compromisso contínuo da Força Aérea em proteger o território nacional.

Governo aprova no próximo dia 28 enquadramento do processo de privatização da TAP

 

O primeiro-ministro anunciou hoje, na Assembleia da República, que o Governo vai aprovar no Conselho de Ministros do próximo dia 28 o diploma que irá estabelecer o enquadramento do processo de privatização da TAP.

Este passo do executivo em relação ao processo de privatização da TAP foi transmitido por António Costa no discurso inicial que proferiu no debate parlamentar da moção de censura do Chega ao Governo.

Na parte final da sua intervenção, o primeiro-ministro referiu-se à atual situação económico-financeira da transportadora aérea nacional.

“Como reconhece a Comissão Europeia, estamos a implementar o plano de reestruturação com sucesso e posso confirmar que, na próxima semana, aprovaremos o diploma que estabelece o enquadramento da privatização da TAP, defendendo a companhia e os interesses de Portugal e dos portugueses”, declarou António Costa.

Antes, neste ponto da sua intervenção, o líder do executivo procurou salientar que, no ano passado, “a TAP não só não deu prejuízo, como apresentou lucros”.

“Este ano, já foram transportados 7,6 milhões de passageiros no primeiro semestre, atingindo já o valor de 96% dos passageiros transportados no período pré pandemia” da covid-19, acrescentou.

Air Belgium vai deixar a operação regular de passageiros e vai dedicar-se apenas aos ACMI´s e Carga

O Conselho de Administração da Air Belgium anunciou que decidiu concentrar o seu desenvolvimento exclusivamente em carga e ACMI e pediu recuperação judicial através de um acordo amigável para garantir a sua viabilidade e crescimento a longo prazo.

Na sequência de uma série de acontecimentos externos que enfraqueceram a empresa nos últimos anos (COVID, a guerra na Ucrânia, o aumento dos preços dos combustíveis, a inflação e a queda do poder de compra dos consumidores), e tendo em conta a atual instabilidade do ambiente socioeconómico e geopolítico, O Conselho de Administração da Air Belgium – que se reuniu hoje – decidiu rever a estratégia de desenvolvimento da empresa. Pretende concentrar-se doravante nas suas duas actividades B-to-B geradoras de crescimento, nomeadamente carga e ACMI (leasing entre companhias aéreas) para voos de passageiros e de carga, e descontinuar o seu próprio negócio de passageiros (voos para as Maurícias e a África do Sul), que face ao aumento da concorrência está a revelar-se cronicamente não rentável até à data.

Para fazer face à sua dívida atual e regressar à rentabilidade, o Conselho de Administração da Air Belgium entrou com pedido de recuperação judicial através de um acordo amigável

O setor da aviação passou por inúmeras perturbações nos últimos três anos que afetaram gravemente a rentabilidade das operações de passageiros das companhias aéreas, e a Air Belgium, infelizmente, não é exceção.

Em 2020, a companhia foi forçada a imobilizar a sua frota devido à COVID-19, o que resultou numa queda repentina e drástica das receitas, enquanto as suas despesas fixas permaneceram inalteradas. Este primeiro episódio levou a um enfraquecimento da situação financeira da empresa.

Em 2022, no momento em que a recuperação pós-COVID estava em curso, a guerra na Ucrânia levou a um aumento vertiginoso dos preços dos combustíveis, juntamente com uma tendência negativa na taxa de câmbio euro/dólar. Além disso, a inflação que se seguiu ao aumento drástico dos custos da energia reduziu o poder de compra dos consumidores. Dada a impossibilidade de transferir o aumento dos custos fixos para as tarifas dos passageiros, a Air Belgium decidiu, em março, cancelar voos para destinos não rentáveis ​​e altamente sensíveis aos preços, como as Caraíbas e as Antilhas Francesas. Todos estes fatores tiveram um impacto muito grave na rentabilidade da atividade e no fluxo de caixa da Air Belgium.

A partir de abril de 2023, a empresa concentrou as suas atividades em 2 destinos principais: África do Sul e Maurícias. A capacidade das aeronaves não utilizadas foi alocada para atividades de Charter e ACMI.. Embora as previsões orçamentais da Air Belgium previssem um regresso à rentabilidade até janeiro de 2024, as dificuldades financeiras do passado, juntamente com o atual ambiente incerto e desafiante, estão a forçar a Air Belgium a mudar a sua estratégia.

A título de curiosidade, no verão de 2016, a empresa foi fundada com o CEO Niky Terzakis, que trabalhou anteriormente para ASL Airlines Belgium. A intenção era ligar a Bélgica a destinos em Hong Kong, Pequim, Xangai, Xiam, Wuhan, Zhengzhou e Taiuã a partir de sua base no Aeroporto de Bruxelas Sul Charleroi.

O primeiro voo de Bruxelas para Hong Kong estava planeado em outubro de 2017, no entanto, foi adiado porque a companhia aérea não tinha um Certificado de Operador Aéreo (AOC).  Em dezembro de 2017, a Air Belgium anunciou que o primeiro voo ocorrerá em março de 2018 do Aeroporto de Bruxelas Sul Charleroi em vez do Aeroporto de Bruxelas devido às taxas aeroportuárias mais baixas e fácil acessibilidade.

Em 14 de março de 2018, foi anunciado que a companhia aérea tinha recebido seu o Certificado de Operador Aéreo da autoridade de aviação civil belga e planeava começar a operar voos regulares a partir de abril.

Em 29 de março de 2018, a companhia aérea voou o seu primeiro serviço de receita operando seu Airbus A340-300 com as cores da Air Belgium em nome da Surinam Airways de Amsterdão para Paramaribo.

Em 25 de abril de 2018, a companhia aérea anunciou um atraso no seu voo inaugural para Hong Kong de 30 de abril a 3 de junho de 2018 por não ter o direito de operar no espaço aéreo russo.

Em 30 de janeiro de 2021, a Air Belgium anunciou que os voos de carga começariam com quatro Airbus A330-200F com base no Aeroporto de Liège, em nome da CMA CGM, que está adquirindo as fuselagens e contratando a Air Belgium para operá-las.

Em 1 de julho de 2021, a Air Belgium anunciou que acrescentaria duas aeronaves Airbus A330-900 à sua frota e operaria serviços entre o aeroporto de Bruxelas e Maurícia a partir de 15 de outubro de 2021.

Smartwings vai voar entre Praga e Ponta Delgada

A Smartwings anunciou recentemente que vai voar entre Praga e Ponta Delgada, a partir de 26 de abril de 2024.

Os nova rota será operada duas vezes por semana, às terças e sextas-feiras, em equipamento Boeing B737MAX.

O voo QS1172 partirá do Aeroporto Václav Havel de Praga pelas 12h00 (hora local) com hora prevista de aterragem em Ponta Delgada pelas 15h30 (hora local)

Já o voo QS1173 de regresso está programado para descolar de Ponta Delgada pelas 16h15 (hora local) para aterrar em Praga pelas 22h50 (hora local).

Novos modelos Phoenix Models disponíveis no mercado

 

Descubra os novos modelos Phoenix Models disponíveis no mercado:

Airbus A340-300 Egypt Air A40-LE – 11811

 

Boeing 767-300ER Etihad A6-EYZ – 11815

 

Airbus A330-200 BoA Boliviana de Aviación CP-3209 – 11810

 

Boeing 787-9 Dreamliner ANA Pokemon JA894A – 04542

 

Boeing 747-200 Lufthansa D-ABZD (Polish) – 04549

 

Boeing 737 MAX 8 Qatar A7-BSC – 11814

 

Boeing 777-300ER United N2749U – 04550

 

Airbus A340-300 Lufthansa D-AIGU – 04547

 

Boeing 777-200LR Qatar A7-BBH – 04548

 

Boeing 777-200F China Postal Airlines / EMS B-221X – 11816

 

Boeing 767-300ER Air Seychelles S7-AHM – 11817

 

Ilyushin IL96-300 Aeroflot CCCP-96000 – 11819

 

Airbus A340-300 Swiss HB-JMI – 11808

 

Airbus A330-900 Delta N421DX – 04546

 

Boeing 747-200 CAAC B-2440 – 11818

 

 

Edelweiss vai substituir os Airbus A340-300 pelos A350-900

 

A Edelweiss anunciou esta segunda-feira, 18 de setembro, que vai operar com seis Airbus A350-900 para renovar a sua frota de longo curso.

De acordo com as informações, as aeronaves deverão entrar ao serviço a partir de meados de 2025 e substituir os cinco Airbus A340-300 até o final de 2026.

Os A350 estão atualmente armazenadas em Victorville, Califórnia e fizeram parte da frota da LATAM Brasil até 2021, quando a companhia aérea sediada no Chile decidiu retirá-los de serviço.

“A modernização da frota de longo curso é um marco nos quase 30 anos de história da Edelweiss. A Edelweiss irá assim operar uma das frotas de longo curso mais jovens da Europa a partir de 2026”, disse Bernd Bauer, CEO da empresa.

Inicialmente, os A350-900 vão manter a sua configuração de 339 assentos aplicada pela LATAM, 30 lugares na classe executiva, 63 na económica plus e 246 na económica.

“Devido à escassez mundial de materiais e à redução das capacidades de manutenção e engenharia, as primeiras quatro aeronaves irão operar inicialmente na configuração original do operador com ligeiras modificações na cabine e no design da Edelweiss”, acrescentou o comunicado da transportadora.

A Edelweiss sublinhou que no futuro irá realizar um retrofit nas cabine, mas sem indicar datas.

A título de curiosidade a Edelweiss Air é uma companhia aérea suíça que opera voos principalmente para a região do Mediterrâneo, Ilhas Canárias, Caribe e Maldivas. Também opera voos charter.

A companhia foi fundada em 1995, pertence ao Grupo Lufthansa e o seu principal aeroporto base é Zurique

Emirates vai aumentar frequências para Hong Kong com um terceiro voo diário

 

A Emirates anunciou que vai aumentar as frequências para Hong Kong com um terceiro voo diário, a partir de 1 de Novembro. O voo adicional, operado por um Boeing 777-300ER, proporcionará ligações diretas entre o Dubai e Hong Kong e satisfará a crescente procura de viagens nesta rota.

A Emirates está a aumentar os voos para 21 por semana para responder à procura do mercado e oferecer aos passageiros maior flexibilidade, opções e conetividade. Com o terceiro voo regular, a Emirates irá agora operar dois voos diários diretos para a cidade, para além de um terceiro voo diário via Bangkok, permitindo que os passageiros tenham mais opções de horários.

O voo diário adicional entre Hong Kong e o Dubai será operado como EK382/383 numa configuração de 3 classes, oferecendo lugares em Primeira Classe, Classe Executiva e Classe Económica.

Datas Voo Partida Chegada
1 Novembro 2023 – 30 Março 2024 EK382 (DXB/HKG) 03:15 14:30
EK383 (HKG/DXB) 18:00 23:05

 

A Emirates sublinha que espera-se que o aumento dos serviços para Hong Kong facilite a conetividade dos passageiros que viajam entre Hong Kong e outros destinos populares da rede da Emirates, incluindo o Reino Unido, os Emirados Árabes Unidos, a Turquia e uma série de destinos europeus. Além disso, os principais mercados de entrada para Hong Kong incluem o Reino Unido, Emirados Árabes Unidos, Brasil, África do Sul e destinos europeus, incluindo Alemanha, Itália, Portugal, entre outros.

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