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Reajuste na operação: SATA Air Açores vai operar alguns voos em A320

 

A SATA Air Açores anunciou que vai fazer “ajustes pontuais” na programação aérea entre 17 e 23 de julho, sendo alguns voos efetuados com aviões A320 da Azores Airlines.

Segundo uma nota de imprensa, a SATA os ajustes são “fruto do elevado aumento da procura” e de “dificuldades sentidas a nível global nas cadeias de abastecimento de materiais para a aeronáutica, o que tem adiado o regresso à operação de um equipamento Bombardier Q400 da companhia aérea” que faz as ligações entre as nove ilhas do arquipélago.

“Numa lógica de otimização dos recursos disponíveis no Grupo SATA, alguns voos nas datas suprarreferidas serão efetuados com recurso a aeronaves da família A320 da Azores Airlines”, lê-se.

A empresa adianta que os passageiros com reservas efetuadas em voos abrangidos por alterações de horários estão a ser notificados.

“As reacomodações dos passageiros foram previstas de forma a garantir que os mesmos efetuam a sua viagem no próprio dia, no mais curto espaço de tempo em relação ao horário inicialmente programado”, acrescenta.

A companhia aérea açoriana “lamenta qualquer transtorno” que a situação possa gerar nos planos de viagem dos clientes.

Ryanair condenada a pagar subsídio de férias e Natal aos tripulantes de cabine

 

De acordo com comunicado do SNPVAC – Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil, a Ryanair foi condenada pelo Tribunal da Relação do Porto ao pagamento do subsídio de férias e de Natal aos seus tripulantes.

De acordo com a informação: “o Tribunal da Relação afirma perentoriamente que a prática da Ryanair, ao dividir o mesmo valor anual por 14 meses em vez de 12, é uma ficção jurídica, que visava apenas não proporcionar o pagamento do 13.º e 14.º mês aos trabalhadores”.

Segundo o sindicato, a companhia aérea irlandesa foi condenada ainda no pagamento dos períodos não retribuídos durante as licenças sem vencimento.

O SNPVAC acredita que a companhia aérea vai recorrer da decisão para o Supremo Tribunal de Justiça, mas considerou que se trata de “um passo gigante no reconhecimento dos direitos” dos trabalhadores.

O sindicato acrescenta que esta decisão vai “influenciar a ação que se encontra pendente no Tribunal de Matosinhos, pois apesar de não condenar ao pagamento das diferenças salariais, reconhece que a Ryanair reduziu o vencimento mensal e obriga a que essa correção seja feita com o pagamento do subsídio de férias e de Natal”.

O primeiro Airbus A321neo para a KLM

O primeiro Airbus A321neo para a KLM já surgiu completamente montado, nas instalações da Airbus, em Hamburgo

Trata-se do futuro A321neo com a matrícula PH-AXA e o momento foi capturado pelo Spotter Tobias Gudat.

De recordar que a Air France-KLM encomendou 100 aeronaves da família Airbus A320neo – com direitos de compra para mais 60 aeronaves – para a KLM e Transavia.

Pedido firme de 100 aeronaves da família Airbus A320neo – com direito de compra de 60 aeronaves adicionais, para renovar as frotas da KLM e Transavia Netherlands, e para renovar e expandir a frota da Transavia France.

A renovação da frota é a primeira alavanca para reduzir as emissões de CO2, com efeito imediato. Ao lado do uso de combustíveis de aviação sustentáveis ​​e eco-pilotagem, é um dos pilares da trajetória de descarbonização do Grupo, que visa emissões líquidas zero até 2050 e -50% das emissões de CO2 por passageiro / km até 2030, ou seja -15% em termos absolutos.

Essas aeronaves operarão rotas de médio curso na Europa, principalmente a partir de Amsterdam-Schiphol – hub global da KLM e base principal da Transavia Netherlands, e de Paris-Orly, principal base da Transavia France.

Falcon 900B da Força Aérea Espanhola em Lisboa para transportar a Princesa Leonor (com vídeo)

 

A Princesa Leonor esteve em Portugal para a primeira visita oficial da herdeira da coroa espanhola. O convite foi feito por Marcelo Rebelo de Sousa, tendo a agenda como principal foco a proteção do ambiente e a conservação dos oceanos.

A chegada da aeronave oficial, o Dassault Falcon 900B, ao Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa foi capturada pelo Lisbon Airport Spotting:

Nesta viagem, a princesa das Astúrias viaja com o ministro dos Negócios Estrangeiros de Espanha, José Manuel Albares.

De acordo com um comunicado publicado no site da Presidência, “a escolha de Portugal como destino da primeira viagem oficial ao estrangeiro de Sua Alteza Real a Princesa das Astúrias reflete e fortalece os laços de fraternidade e proximidade que unem os dois países”.

Sukhoi SuperJet 100-95 caiu hoje perto de Moscovo durante voo de testes

Esta sexta-feira, 12 de julho, um Sukhoi SuperJet 100-95 (SSJ100), matrícula RA-89049, caiu numa área florestal perto da vila de Apraksino, no distrito de Kolomensky, perto de Moscovo, durante um voo de teste após uma manutenção programada.

De acordo com o Ministério de Situações de Emergência não houve vítimas entre a população local. Os serviços de emergência isolaram o local do acidente e iniciaram uma investigação para apurar as causas. 

A aeronave acidentada, pertencente à Gazpromavia, tinha concluído recentemente as reparações programadas e estava a ser submetida a um voo de teste de rotina para garantir que todos os sistemas estavam a funcionar corretamente.

O voo 4G9608 descolou de Lukhovitsy, um importante centro de aviação conhecido por testes e pesquisas aeronáuticas, e estava a caminho do Aeroporto Vnukovo de Moscovo.

A bordo do SSJ100 estavam três tripulantes, todos pilotos experientes afiliados à Sukhoi Civil Aircraft Company. Estes pilotos estavam responsáveis ​​por avaliar o desempenho e a segurança da aeronave pós-reparo. 

Conselho de Ministros autoriza a continuação das negociações para compra do Super Tucano

 

Foi publicada a resolução do Conselho de Ministros que autoriza a continuação das negociações iniciadas pelo anterior Governo para compra de A-29 Super Tucano para a Força Aérea Portuguesa.

A resolução do Conselho de Ministros que autoriza o “início das discussões técnicas e negociais” com a brasileira Embraer.

O ministro da Defesa, Nuno Melo, será o responsável por conduzir as negociações, que já tinham sido iniciadas pelo anterior Governo. Em abril do ano passado, o então primeiro-ministro, António Costa, e o Presidente do Brasil, Lula da Silva, assinaram um memorando de entendimento que visava “o desenvolvimento de tecnologias relacionadas com o avião A-29 Super Tucano, na sua recém-lançada versão A-29N, voltada para responder às necessidades dos países membros da NATO”.

O seguimento dado pelo Governo de Luís Montenegro às negociações iniciadas pelo seu antecessor faz parte do objetivo de reforçar a indústria de Defesa, quer ao nível do investimento, como também nos recursos existentes, incluindo as empresas do setor.

De acordo com a resolução do Conselho de Ministros, aprovada na reunião de 4 de julho, a eventual aquisição de A-29 Super Tucano decorre do projeto “Aeronave de Apoio Próximo”, inscrito na Lei de Programação Militar, que visa o reforço das capacidades de apoio aéreo próximo em operações militares com forças nacionais destacadas, particularmente no continente africano.

O destaque em Lisboa com 58 anos (com fotos e vídeo)

O Aeroporto Humberto Delgado recebeu esta quinta-feira, 11 de julho, um Antonv An-12, com a matrícula UR-CBG.

Trata-se de uma aeronave com 58 anos operada pela Cavok Air.

Foto: LR

A aeronave operou o voo CVK7031 entre o Plovdiv International Airport, na Bulgária e Lisboa. No dia a seguir a aeronave realizou o voo CVK7032 entre Lisboa e o Aeroporto Internacional Monastir-Habib Bourguiba, na Tunísia.

O momento foi capturado por vários spotters:

 

A Cavok Air, também conhecida como Cavok Airlines, é uma companhia aérea cargueira ucraniana com sede em Kiev. Atualmente opera uma frota de 7 unidades de Antonov An-12.

Vídeo mostra tail strike do B777 da LATAM ao descolar de Milão

 

Surgiu nas redes sociais um vídeo que mostra o tail strike sofrido pelo Boeing B777-300 da LATAM, no passado dia 9 de julho, no Aeroporto de Milão durante a descolegem.

É possível ver que a aeronave arrastou a cauda na pista por vários metros até conseguir sair do chão.

De recordar que o Boeing 777-300 da LATAM Brasil, com a matrícula PT-MUG, que estava a realizar o voo LA8073 entre Milão Malpensa (Itália) e São Paulo Guarulhos bateu com a cauda na superfície da pista durante a rotação.

A aeronave subiu em segurança, parou a subida aos 5.000 pés e entrou em espera. Posteriormente subiu aos 6.000 pés, enquanto realizava dumping fuel, para libertar peso.

A aeronave regressou a Milão para uma aterragem segura na pista 35R cerca de 75 minutos após a descolagem.

Até o momento não está claro o que esteve na origem deste incidente.

O caso está a ser investigado pelas autoridades brasileiras e italianas.

Heli transporte de doentes do INEM pode passar para a Força Aérea Portuguesa

 

Os casos com os helicópteros de emergência levaram dois presidentes do INEM a apresentar demissão e o contrato por ajuste direto por 12 milhões de euros corre o risco de ser chumbado pelo Tribunal de Contas.

Esta semana, na comissão da saúde, a ministra Ana Paula Martins alertou que é preciso refundar o Instituto de Emergência médica.

No final de junho, o INEM adiantou que os serviços dos helicópteros continuariam a ser assegurados pela empresa Avincis por ajuste direto.

A ministra não compreendeu por que razão o INEM não abriu concurso público internacional e esta quarta-feira, na comissão de saúde, Ana Paula Martins, disse que era preciso refundar o instituto.

Uma das soluções para o INEM poderá envolver os helicópteros da Força Aérea Portuguesa. Para o novo plano aéreo que o país quer na emergência pré-hospitalar os novos Black Hawk são uma opção. O país já tem dois dos seis aparelhos comprados com fundos comunitários para o combate a incêndios. Mas, a versatilidade dos aparelhos permite à Força Aérea adaptar a missão, que além destes helicópteros, tem também os Koala, mais pequenos, e não descarta a utilização de aviões com asa fixa.

Recentemente o Estado-Maior da Força Aérea já começou a questionar os aeródromos e heliportos sobre as cartas de aproximação, a referência de obstáculos nas imediações e as condições da estrutura.

O trabalho de levantamento destes dados serve de base para as cartas militares com que os voos de Estado se realizam, porque, caso se confirme a entrada da Força Aérea para o apoio na emergência pré-hospitalar, as regras de voo deixam de ser civis e passam a ser militares.

O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea não escondeu nos últimos dias a abertura para uma nova missão, que na verdade não é desconhecida. De sublinhar que este é um trabalho que a FAP realiza nas Ilhas.

Lucro da Delta Air Lines cai 29% no segundo trimestre apesar dos bons resultados

 

A companhia aérea Delta Air Lines anunciou que o seu lucro baixou 29% no segundo trimestre, em termos homólogos, ficando em 1,31 mil milhões de dólares (cerca de 1,2 mil milhões de euros).

“Graças ao incrível trabalho dos nossos 100 mil funcionários, a Delta está a mostrar um desempenho operacional líder do setor e o melhor serviço da categoria para os nossos clientes. Apresentamos uma receita recorde no trimestre de junho e lucro antes de impostos de US$ 2 mil milhões com uma margem operacional de 15%. O nosso pessoal é o melhor do setor e temos o prazer de reconhecer os  seus esforços com mais de US$ 640 milhões acumulados no primeiro semestre para a participação nos lucros do próximo ano”, disse Ed Bastian, Diretor executivo da Delta.

“Para o trimestre de setembro, esperamos uma margem operacional de dois dígitos e um lucro antes de impostos de aproximadamente US$ 1,5 bilhão. Com fortes resultados no primeiro semestre e visibilidade no segundo semestre, continuamos confiantes em nossa orientação para o ano inteiro.”

A descida nos lucros foi registada apesar de vendas recorde nesse período, com o aumento no volume de negócios a ser apagado por custos de exploração, um aumento dos combustíveis e da massa salarial.

Como referido acima, o balanço mostra que a queda dos lucros está associada a uma redução do yield (receita por passageiros voado, que baixou 2% no trimestre e, associada a um decréscimo da taxa de ocupação em um ponto percentual, para 87%, levou a um decréscimo da receita unitária em 3%.

O principal factor foi, no entanto, a contabilização no primeiro trimestre de 2023 de um encargo de 864 milhões de dólares com um acordo com os pilotos, que não se repetiu em 2024.

A Delta, com sede em Atlanta, disse que o seu lucro foi de 2,36 dólares por ação, ligeiramente abaixo do que era esperado pelos analistas (2,37 dólares) e também reviu em baixa as previsões de ganhos para o terceiro trimestre.

 

Sandro Raposo e Tiago Carvalho dos Santos integram administração do Grupo SATA

 

O Governo dos Açores anunciou a nova composição administrativa do Grupo SATA que foi aprovada em Conselho de Governo dos Açores.

Faz parte da nova administração, o atual diretor de Gestão de Receita, Sandro Raposo, e o economista Tiago Carvalho dos Santos, que será presidido por Rui Coutinho.

Tiago Carvalho dos Santos, economista, foi membro do conselho de administração e diretor financeiro da Metropolitano de Lisboa, Carris, Transtejo e Soflusa entre 2015 e 2016, funções que também ocupou na empresa Oitante, entre 2016 e 2018.

Carvalho dos Santos foi ainda assessor do ministro da Saúde Paulo Macedo (2011 a 2015) e do secretário de Estado do Tesouro e Finanças (2010 e 2011) e administrador da consultora COBA.

Já Sandro Raposo, formado em Matemática e Tecnologia, é funcionário da SATA há 28 anos e assumia desde 2013 a direção da Gestão de Receita.

A nova administração da SATA Holding, que vai ser presidida por Rui Coutinho, vai manter como administradores não executivos Bernardo Oliveira e João Crispim, adjuntos nas secretarias das Finanças e Infraestruturas do Governo Regional, respetivamente.

A 28 de junho, o Governo dos Açores anunciou a indicção de Rui Coutinho para a liderança da SATA, destacando que caberia ao novo presidente escolher o restante conselho de administração.

Hi Fly vai transportar a seleção brasileira entre o Brasil e França para os Jogos Olímpicos

 

A Hi Fly vai transportar a seleção brasileira entre o Brasil e França para os Jogos Olímpicos de Paris.

A Agência Nacional de Aviação Civil brasileira (ANAC) já concedeu a autorização para a operação do voo charter fretado pela CBF – Seleção Brasileira.

De acordo com as informações, a aeronave envolvida na operação é um Airbus A340-300 com capacidade para 291 passageiros.

A aeronave vai descolar no dia 16 de julho num voo de posição, HFM630P, entre o Aeroporto Humberto Delgado e o Galeão – Aeroporto Internacional Antônio Carlos (Tom) Jobim.

A Seleção Brasileira de Futebol deverá embarcar no dia 17 de julho no voo HFM631 com destino ao Aeroporto de Bordeaux-Mérignac, em França.

Transferência de F-16 para Ucrânia já começou

 

De acordo com o secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, os países da NATO iniciaram a transferência de aviões de combate F-16 para a Ucrânia, a fim de fortalecer a defesa deste país contra a Rússia.

“Tenho o prazer de anunciar que, neste momento, a transferência de aeronaves F-16 está em andamento, da Dinamarca e dos Países Baixos”, disse Blinken.

“Esses aviões voarão nos céus ucranianos neste verão para garantir que a Ucrânia possa continuar a defender-se eficazmente contra a agressão russa”, acrescentou, num fórum de discussão.

Num comunicado, a Casa Branca afirmou também que a Bélgica e a Noruega se comprometeram a fornecer aeronaves adicionais como parte de uma coligação de países que fornecem estes aviões à Ucrânia.

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse em maio que a Ucrânia precisava de cerca de 130 F-16 para ter paridade aérea com a Rússia, mas os países ocidentais prometeram menos de 100.

“Sou grato aos Estados Unidos, Dinamarca e Países Baixos por tomarem medidas práticas para atingir a meta de todos os ucranianos: fortalecer a força aérea ucraniana com F-16”, agradeceu Zelensky na rede social X.

O Presidente da Ucrânia agradeceu também à Bélgica e à Noruega pelo “seu comprometimento em fornecer os seus jatos F-16”, considerando este “um sinal claro de que a capacidade da Rússia de aterrorizar o povo, as cidades e as comunidades ucranianas continuará a diminuir”.

“Os F-16 também serão usados para reforçar a defesa aérea da Ucrânia. Estou confiante de que eles nos ajudarão a proteger melhor os ucranianos de ataques russos brutais, como o ataque desta semana ao hospital infantil Okhmatdyt em Kiev. (…) Os F-16 trazem uma paz justa e duradoura para mais perto, demonstrando que o terror deve falhar em todos os lugares e a qualquer momento”.

 

FAA ordena inspeção de 2.600 Boeing 737 por problemas nas máscaras de oxigénio

 

A FAA – Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos, anunciou na passada segunda-feira, 8 de julho, a inspeção em 2.600 aeronaves do modelo Boeing 737 devido a um problema envolvendo as máscaras de oxigénio.

De acordo com as informações, as máscaras de oxigénio dos passageiros podem falhar durante uma emergência devido a uma cinta de retenção, fazendo com que os geradores de oxigénio das máscaras saíssem de posição, comprometendo diretamente o fornecimento de oxigénio.

Devido a este novo problema a FAA ordenou a inspeção a aeronaves do modelo 737 MAX e o Next Generation.

A Boeing, por sua vez, anunciou que enviou para as companhias aéreas uma diretriz para a realização de inspeções visuais, com uma atualização no subconjunto das tiras de retenção com um novo adesivo.

A FAA refere que as inspeções corretivas têm um prazo entre 120 a 150 dias  para serem sanadas nos Boeing B 737 afetados, bem como, está proibida a instalação de peças potencialmente defeituosas.

Azores Airlines cancela aluguer de XLR por A320/A321neo mais baratos

 

De acordo com o site ch-aviation.com, a Azores Airlines cancelou o aluguer do Airbus A321XLR por A320/A321neo mais baratos.

A antiga presidente do Conselho de Administração do Grupo SATA, Teresa Gonçalves, tinha indicado que durante o ano de 2025 a Azores Airlines iria receber uma unidade do modelo A321XLR, depois de ter recebido dois novos A320neo.

Os planos da companhia passam agora por incorporar modelos A320neo ou A321neo, substancialmente mais baratos.

De referir que em termos de rotas, a única que se podia justificar a operação do A321XLR seria a rota sazonal entre a ilha Terceira e Oakland, na Califórnia, mas a qual a companhia opta sempre por uma operação em ACMI.

No dia 20 de setembro de 2023, durante um dos voos de teste o A321XLR, com a matrícula F-WWAB, voou entre Madrid e Ponta Delgada, nos Açores, tendo realizado uma escala de cerca de três horas para que um grupo de trabalho da SATA pudesse visitar a aeronave.

O A321XLR terá um alcance máximo previsto para cerca de 4.000 milhas náuticas (7.400 km).

Recentemente, o novo presidente do Grupo SATA, Rui Coutinho, considerou que houve “muita má gestão” na companhia aérea durante “muitos anos” e não quer mais aviões como a aeronave “Cachalote”.

Para Rui Coutinho, “foram cometidos demasiados erros por diversos responsáveis, cujos efeitos influenciam a prestação atual” e “continuarão a condicionar todas as decisões e toda a gestão diária e estratégica do grupo”.

KC-390 pela primeira vez numa missão real de combate a incêndios (com vídeo)

 

A Embraer anunciou que pela primeira vez, o KC-390 este envolvido numa missão real de combate a incêndios. A aeronave, operada pela Força Aérea Brasileira – FAB, foi utilizada para combater incêndios na região do Pantanal, no Mato Grosso do Sul.

A aeronave multimissão pode ser equipada com o Sistema Modular Aerotransportável de Combate a Incêndios (MAFFS II, na sigla em inglês) que fornece à aeronave capacidade de descarregar até 3.000 galões de água (aproximadamente 11.300 litros), com ou sem retardante de fogo, de acordo com o critério de nível de cobertura padrão do solo e em diversos tipos de terrenos.

Com as suas qualidades de voo superiores provenientes da sua tecnologia de ponta e controles de voo fly-by-wire, este avião é extremamente eficaz durante as missões de combate a incêndios, com redução da carga de trabalho dos pilotos e aumento do desempenho.

Após cada descarga, a aeronave regressa para o reabastecimento, podendo descolar novamente em cerca de 40 minutos.

A Força Aérea Brasileira anunciou que até ao dia 5 de julho superou a marca de 200 mil litros de água lançados na região de Corumbá, em Mato Grosso Sul.

Bruxelas abre investigação a ajuda estatal alemã de 6 mil milhões de euros à Lufthansa na pandemia

 

A Comissão Europeia anunciou uma investigação à ajuda estatal alemã de seis mil milhões de euros para recapitalizar a Lufthansa no contexto da pandemia de covid-19, visando averiguar conformidade com as regras da União Europeia (UE).

“A Comissão Europeia deu início a uma investigação aprofundada para avaliar se uma medida de recapitalização alemã de seis mil milhões de euros a favor da Deutsche Lufthansa AG está em conformidade com as regras da UE em matéria de auxílios estatais”, divulga a instituição em comunicado.

Em causa estava um apoio público (dos mais elevados dados a companhias aéreas durante a pandemia) da Alemanha para “restabelecer a posição do balanço e a liquidez da Lufthansa na situação excecional causada pelo coronavírus”, medida que foi aprovada pelo executivo comunitário em 25 de junho de 2020 ao abrigo do quadro temporário relativo aos auxílios estatais.

Porém, esta ajuda estatal foi posteriormente anulada pelo Tribunal Geral da UE em 10 de maio de 2023, por se considerar que “a Comissão cometeu vários erros” aquando da aprovação e que não estava em conformidade com as regras da UE, tendo sido depois interposto um recurso.

Foi aliás devido ao acórdão que Bruxelas decidiu avançar com a investigação aprofundada agora anunciada, que visa “avaliar melhor a medida de recapitalização” no que toca à elegibilidade da Lufthansa para o auxílio, à necessidade de um mecanismo para saída do Estado do capital da empresa, ao preço das ações, à existência de um peso ainda significativo no mercado e ao cumprimento dos compromissos impostos à Lufthansa (em questões como a alienação de faixas horárias e à proibição de distribuição de dividendos).

Em meados de maio, o Tribunal Geral da UE, primeira instância, anulou então a decisão da Comissão Europeia que aprovou uma ajuda estatal de seis mil milhões de euros da Alemanha para recapitalização da Lufthansa durante a pandemia de covid-19.

O tribunal alegou que “a Comissão cometeu vários erros, nomeadamente quando considerou que não era possível à Lufthansa encontrar financiamento nos mercados para cobrir todas as suas necessidades”.

Ao mesmo, o executivo comunitário “não exigiu um mecanismo que incentivasse a Lufthansa a voltar a adquirir a participação da Alemanha o mais rapidamente possível, quando negou que existia um poder de mercado significativo da Lufthansa em certos aeroportos e quando aceitou determinados compromissos que não garantiam a preservação de uma concorrência efetiva no mercado”.

A decisão preliminar do tribunal, entretanto alvo de recurso, surgiu após uma ação interposta pela companhia aérea de baixo custo Ryanair, que contestou várias ajudas estatais dadas ao setor aéreo durante a pandemia, nomeadamente relativa à TAP.

Em junho de 2020, devido às consequências da covid-19 na aviação, a Alemanha pediu autorização a Bruxelas para avançar com um auxílio estatal sob a forma de uma recapitalização no montante de seis mil milhões de euros à Lufthansa AG, empresa mãe do grupo, medida que integrava um conjunto de apoios públicos para restabelecer a liquidez (de um total de nove mil milhões de euros).

Este auxílio consistia numa participação no capital de cerca de 306 milhões de euros, numa participação passiva não convertível em ações de cerca de 4,7 mil milhões de euros e numa participação passiva de mil milhões de euros como obrigação convertível.

Por norma, este tipo de apoios públicos são vedados pelas regras europeias para concorrência equitativa, mas tais normas foram aliviadas durante a pandemia para facilitar a recuperação de importantes empresas da UE, como as companhias aéreas comunitárias, que ficaram paradas durante algum tempo.

B777-300 da LATAM embate com a cauda durante a descolagem em Milão

 

Um Boeing 777-300 da LATAM Brasil, com a matrícula PT-MUG, que estava a realizar o voo LA8073 entre Milão Malpensa (Itália) e São Paulo Guarulhos bateu com a cauda na superfície da pista durante a rotação.

A aeronave subiu em segurança, parou a subida aos 5.000 pés e entrou em espera. Posteriormente subiu aos 6.000 pés, enquanto realizava dumping fuel, para libertar peso.

A aeronave regressou a Milão para uma aterragem segura na pista 35R cerca de 75 minutos após a descolagem.

Lista de novos modelos no mercado

1:400

Boeing 787-9 Dreamliner Virgin Atlantic G-VSPY detachable gear – AV4196

 

Boeing 787-9 Dreamliner Juneyao Airlines B-20D1 detachable gear – AV4195

 

Boeing 787-9 Dreamliner Xiamen Airlines B-1566 detachable gear – AV4189

 

1:200

Boeing 757-300 Continental Airlines N57857 – IF753CO1023

 

Airbus A321-200 Lufthansa D-AISK – JF-A321-044

 

Lockheed L1649A Starliner Alaska Airlines N7316C – 573023

 

Boeing 747-233BM Air Canada C-GAGA – B-742-AC-GAGA

 

Airbus A340-313 Surinam Airways PZ-TCR – IF343PY0224

 

L1649A Constellation Starliner Lufthansa Super Star D-ALUB – 573030

 

L1649A Constellation Starliner TWA Trans World Airlines N8083H – 558372-001

 

1:500

Airbus A220-300 Air France “Bayeux” F-HZUM – 535991-001

 

Airbus A220-300 Swiss International Air Lines HB-JCU – 532877-001

 

Boeing 747-8 BBJ Turkey Government TC-TRK – 537520

 

Airbus A330-743L Airbus Beluga XL 6 F-GXLO – 534284-002

 

Boeing 727-200 JAT Jugoslav Airlines YU-AKJ – 537599

 

Boeing 747-8 BBJ South Korea Government 22001 – 537513

 

Boeing 747-8F Kuehne + Nagel / Atlas Air N862GT – 537506

 

Hi Fly vai operar voo charter entre o Porto e Natal no final do ano

 

Três operadores turísticos contrataram à Hi Fly uma quarta operação charter para o réveillon no Brasil.

De acordo com as informações trata-se de um voo à partida do Porto com destino a Natal, entre 26 de dezembro, com regresso a 2 de janeiro.

As operações do Porto para Natal (26 de Dezembro) e para Maceió (27 de Dezembro) serão efetuadas em equipamento A340 da Hi Fly com 12 lugares em Primeira Classe, 42 lugares em Executiva e 213 em Económica.

De Lisboa para Maceió (26 de dezembro) e para Salvador (27 de dezembro), os voos serão efetuados em equipamento A340 da Hi Fly com 24 lugares em Executiva e 267 em Económica.

A nova operação Porto – Natal visa substituir a operação charter Porto – Salvador realizado no ano passado.

Boeing B757 da United perde roda após descolagem (com vídeo)

 

Esta segunda-feira, 8 de julho, a United Airlines voltou a ter mais uma das suas aeronaves envolvidas num incidente.

Pela segunda vez em quatro meses, uma aeronave da companhia a descolar de um aeroporto da Califórnia teve a roda do trem de aterragem desconectada imediatamente após a descolagem.

Este último incidente reavivou as preocupações dos reguladores após uma série de incidentes ao longo de 2024 envolvendo aeronaves operadas pela transportadora com sede em Chicago.

A aeronave envolvida foi um Boeing 757-200 com a matrícula 14407, a operar o voo UA1001 entre o Aeroporto Internacional de Los Angeles (LAX) e o Aeroporto Internacional de Denver (DEN).

O voo tinha acabado de descolar de Los Angeles às 07h16 (hora local), para um voo de duas horas para Denver, quando ocorreu o incidente. Apesar da tripulação ter sido avisada pelos controladores de tráfego aéreo de que a aeronave tinha perdido uma roda na decolagem, optaram por continuar o voo para Denver.

A aeronave aterrou em segurança, sem maiores incidentes. A bordo seguiam 174 passageiros e sete tripulantes.

De acordo com um comunicado da companhia, a roda foi recuperada e foi aberta uma investigação.

De recordar que, este incidente é quase uma cópia de um semelhante que a companhia aérea sofreu no dia 7 de março de 2024, quando um dos seus Boeing 777-200 perdeu a roda do trem de aterragem principal durante a descolagem no Aeroporto Internacional de São Francisco com destino ao Aeroporto Internacional de Kansai, em Osaka, Japão.

Airbus entregou em junho 67 aeronaves e recebeu 73 novos pedidos

A Airbus SE anunciou que entregou 67 aeronaves comerciais para 40 clientes em junho.

Além das aeronaves entregues, a Airbus recebeu 73 novos pedidos.

Poderá saber mais AQUI

No total desde o inicio do ano a Airbus entregou 323 aeronaves para 65 clientes.

Primeiro Airbus A220 para a TAAG

 

O spotter Mark Brandon Aviation capturou, através da sua objetiva, o primeiro Airbus A220-300 para a TAAG, que já saiu da oficina de pintura da Airbus.

A nova aeronave vai voar como D2-TAA e durante os testes voará como C-FTWV. A TAAG vai tornar-se assim a 5ª operadora do modelo no continente Africano.

De recordar que, durante o Paris AirShow a companhia aérea angolana anunciou o alugar de mais quatro aviões Airbus A220-300 à empresa de leasing Aviation Capital Group (ACG), aparelhos que deverão entrar ao serviço da companhia aérea angolana em janeiro de 2025.

Os Airbus A220-300 anunciados vão somar-se à encomenda das seis unidades iniciais contratadas à Air Lease Corporation.

“A incorporação de quatro novas aeronaves A220 neste acordo é um sinal claro da nossa credibilidade internacional e um marco importante na renovação da frota da TAAG. Estamos profundamente empenhados em fazer crescer a empresa, tirando partido da nossa quota de mercado e do nosso portfólio de destinos”, afirmou o presidente executivo da TAAG, Eduardo Fairen

A TAAG e a Air Lease Corporation (ALC) celebraram um acordo de leasing para seis aeronaves modelo Airbus A220-300 com entregas faseadas, inicialmente programadas, a partir de 2023 e durante 2024.

“A TAAG continua a assim a executar o seu plano de crescimento da frota e, pela primeira vez, aposta numa estratégia ‘multimarca’ ao incorporar aparelhos Airbus na sua operação, através de um modelo de investimento ágil e financeiramente sustentável para o contexto da companhia, como é o formato de lease agreement”.

“A ALC tem o prazer de anunciar esta significativa colocação de arrendamento para seis novos Airbus A220 com a TAAG e ser a primeira a apresentar aeronaves Airbus para a companhia aérea”, disse Steven Udvar-Házy, presidente executivo da Air Lease Corporation.

“As capacidades do A220-300 aumentarão muito a eficiência operacional da TAAG e a expansão da rede de rotas com as aeronaves mais modernas e económicas.”

“O A220-300 com a sua eficiência de combustível, alcance e economia operacional melhorada irá substituir progressivamente a frota de Boeing 737-700 da TAAG e permitir que a companhia aérea otimize e amplie a sua cobertura de horários de voos e destinos a partir de Luanda”, disse Kishore Korde, Vice-Presidente Executivo de Corporação de Arrendamento Aéreo.

Os novos aviões estarão configurados com uma cabina para acomodar 142 passageiros (12 em Classe Executiva e 130 em Classe Económica), oferecem uma autonomia de voo entre sete a oito horas e permitem transportar um volume de carga utilizável de 28 metros cúbicos.

TAP voa para a Madeira há 60 anos

 

A TAP celebra sessenta anos de voos regulares a ligar Lisboa e o continente à Madeira.

O voo inaugural aconteceu a 8 de julho de 1964. Segundo as crónicas da época, o relógio marcava 11h24 quando o Super Constellation da TAP aterrou no aeroporto da Madeira, inaugurando também, em simultâneo, a infraestrutura aeroportuária localizada em Santa Catarina, concretizando um sonho antigo dos madeirenses.

A partir desse dia, o navio ou hidroavião deixaram de ser as únicas formas de partir e chegar à ilha e nunca mais a TAP deixou de servir a Madeira e os madeirenses e de garantir a continuidade territorial, mesmo durante o período da pandemia, em que a TAP foi a única companhia aérea que continuou a voar para a Região Autónoma.

Hoje, a TAP realiza sete voos por dia entre Lisboa e o Aeroporto Cristiano Ronaldo e dois voos por dia que ligam o Porto e a Madeira, reforçando o impulso decisivo que deu desde o início à afirmação e consolidação da Madeira como destino turístico com forte reputação e procura nacional e internacional.

Para celebrar os 60 anos da rota da Madeira, a TAP tem em vigor até ao dia 16 de julho uma campanha promocional.

Problemas de pressurização obrigam voo da TAP a regressar a Lisboa

 

O A320neo da TAP com a matrícula CS-TVB que estava a realizar o voo TP752 entre Lisboa e Copenhaga declarou emergência devido a problemas de pressurização quando se aproximava do golfo da Biscaia.

Inicialmente a aeronave iria divergir para um aeroporto na Corunha, mas devido às condições de segurança acabou por regressar a Lisboa.

Como é normal nestas situações a aeronave desceu para os 10 mil pés, cerca de 3 mil metros, onde é possível respirar sem que para isso esteja pressurizada.

“O voo TP752, que fazia a ligação Lisboa-Copenhaga, devido a questões técnicas e por precaução regressou a Lisboa, onde aterrou em total segurança com passageiros e tripulantes a bordo em perfeita tranquilidade”, adiantou a transportadora aérea numa nota.

“Os passageiros serão transportados para o destino logo que possível”, indicou ainda a TAP.

A321F da Lufthansa pela primeira em Lisboa (com vídeo)

 

O Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, recebeu pela primeira vez um Airbus A321F da Lufthansa.

Tratou-se do A321F com a matricula D-AEUA e número de série 01988 que operou os voos LH8330 e LH83301.

O momento foi capturado pelo Lisbon Airport Spotting, esta sexta-feira 6 de junho.

Atualmente a companhia opera uma fota de quatro aeronaves deste tipo, sendo: D-AEUA, D-AEUC, D-AEUI e o D-AEUJ.

De recordar que a Lufthansa Cargo iniciou no dia 6 de março de 2022 os voos com o seu primeiro A321F, tendo o primeiro voo ligado Munique a Bratislava, na Eslováquia

A companhia referiu que, a introdução deste modelo na frota visou a responder ao crescimento contínuo pelo setor de comércio eletrónico e pode oferecer aos clientes ainda mais capacidade e ligações rápidas adicionais.


A conversão da primeira aeronave ocorreu no D-AEUC, tendo o piso sido reforçado em conformidade, foi instalado um sistema para movimentação de carga e uma grande porta de carga.

Um total de 14 posições de paletes e contentores no convés principal e 10 no convés inferior estão disponíveis por aeronave, resultando numa carga útil de 28 toneladas por aeronave.

“Com os cargueiros de médio curso adicionados, estamos a abrir um novo segmento de negócios estratégicos. O A321F oferece soluções atraentes para o mesmo dia e comércio eletrónico na Europa e para destinos selecionados de médio curso, e a nova rede representa um passo importante para o segmento de comércio eletrónico em rápido crescimento”, explica Ashwin Bhat, diretor comercial da Lufthansa. Carga.

“Por um lado, a capacidade disponível no mercado global de carga aérea continua escassa e, ao mesmo tempo, os consumidores finais esperam prazos de entrega curtos para as suas mercadorias encomendadas. Com o cargueiro de médio curso, podemos fechar essa lacuna e continuar a fornecer de forma confiável e rápida aos nossos clientes a capacidade de que precisam com a mesma qualidade e experiência pela qual a Lufthansa Cargo é conhecida.”

O A321F da companhia são operados pela Lufthansa CityLine, cada um sob os números de voo da Lufthansa Cargo. 

Conheça o trabalho feito numa outra aeronave:

O bimotor Airbus A321 é uma das aeronaves mais versáteis de sua classe: capaz de transportar contêineres no convés principal, oferece carga e descarga rápidas e, portanto, permite operações de voo muito eficientes.

Grupo Qatar Airways celebra um lucro líquido recorde de 1,7 mil milhões de dólares

 

O Grupo Qatar Airways apresentou o seu desempenho financeiro mais sólido dos seus 27 anos de história, anunciando um lucro recorde de 6,1 mil milhões de QAR (1,7 mil milhões de dólares) no seu Relatório Anual relativo ao exercício financeiro de 2023/24.

O grupo de aviação registou um lucro líquido histórico de 6,1 mil milhões de QAR (1,7 mil milhões de dólares) durante o exercício fiscal de 2023/24, com uma receita total de 81 mil milhões de QAR (22,2 mil milhões de dólares), o que representa um aumento de 4,7 mil milhões de QAR (1,3 mil milhões de dólares) – mais 6% em comparação com o ano passado.

O Grupo gerou uma forte margem EBITDA de 24%, com 19,1 mil milhões de QAR (5,2 mil milhões de dólares), cerca de 1,2 mil milhões de QAR (300 milhões de dólares) acima do ano anterior, refletindo o foco contínuo do negócio na experiência do cliente, inovação, digitalização e sustentabilidade, a resultar em operações simplificadas, ágeis e adequadas aos seus objetivos em todas as áreas.

O resultado é uma base sólida para o futuro da atividade aérea do Grupo, que transportou mais de 40 milhões de passageiros durante o exercício de 2023/24, um aumento de 26% em relação ao ano anterior.

Consequentemente, as receitas de passageiros aumentaram 19%, com um incremento da capacidade de 21%, impulsionado pela taxa de ocupação mais elevada de sempre da companhia aérea, de 83%, o que proporcionou um aumento sustentável da quota de mercado.

Ministro de Estado para a Energia e Presidente do Grupo Qatar Airways, Sua Excelência o Engº Saad Bin Sharida Al-Kaabi, afirmou: “Este último e notável desempenho anual demonstra a flexibilidade e resiliência do Grupo Qatar Airways em navegar com sucesso numa indústria de viagens global em constante evolução, e indica uma recuperação forte e sustentada dos desafios enfrentados pelo setor nos últimos anos.”

CEO do Grupo Qatar Airways, Engº Badr Mohammed Al-Meer, salientou: “Os sólidos resultados financeiros são um testemunho da ambição e da clara direção que tem orientado o progresso do Grupo Qatar Airways ao longo do ano financeiro de 2023/24.”

“O nosso foco contínuo na rentabilidade, eficiência e experiência do cliente foi sustentado por um programa estratégico de crescimento da rede e expansão da frota, resultando nas maiores receitas e margens de lucro da história da companhia aérea. Também cimentámos o nosso papel indiscutível como líderes do setor, mantendo a nossa posição como a companhia aérea preferida para milhões de passageiros em todo o mundo”, acrescenta o responsável.

“Este feito incrível deve-se, em grande parte, ao esforço coletivo de toda a família do Grupo Qatar Airways, que trabalhou incansavelmente para alcançar estes resultados notáveis. Temos agora de usar isto como uma base para construir o nosso sucesso contínuo”, conclui.

Ao celebrar o seu 20º ano de operação em 2024, a Qatar Airways Cargo manteve a sua posição como a principal transportadora de carga aérea do mundo, avançando com um foco estratégico na digitalização, sustentabilidade e crescimento. Isso contribuiu para um aumento da quota de mercado da Cargo para 7,1 por cento em 2023/24, um aumento de 0,04 por cento em comparação com o ano financeiro anterior.

A Qatar Executive (QE) continuou a apresentar um sólido desempenho comercial num mercado altamente competitivo, operando como a única marca de jatos executivos detida e totalmente integrada numa companhia aérea comercial. Com um crescimento consistente ao longo do ano fiscal de 2023/24, a QE registou um aumento de mais de 17% nas receitas de charter comercial, com um aumento de mais de 21% nas horas de voo, o que ilustra o forte crescimento dos seus clientes, particularmente na Europa, nos EUA e na Ásia.

O investimento no programa de fidelização Privilege Club da Qatar Airways produziu resultados significativos durante 2023/24, com o número de membros a aumentar em mais de 26%. O envolvimento dos membros também atingiu níveis recorde, com a recolha de Avios a crescer mais de 50%, enquanto os gastos com Avios cresceram 75%, num ano que testemunhou o lançamento de grandes parcerias na Índia, Arábia Saudita e Kuwait, para além dos novos e empolgantes produtos no mercado doméstico.

A rede da Qatar Airways cresceu para mais de 170 destinos em 2023/24, acrescentando Al Ula, Neom e Tabuk, na Arábia Saudita; Lyon e Toulouse, em França; Medan, na Indonésia; e Trabzon, na Turquia, ao longo do ano.

Para além disso, foram retomadas as operações para 14 destinos, incluindo Bahrein, Bahrein; Birmingham, Reino Unido; Pequim, Chengdu e Chongqing, China; Davao, Filipinas; Tóquio Haneda e Osaka, Japão; Marraquexe, Marrocos; Nice, França; Penang, Malásia; Phnom Penh, Camboja, Ras Al Khaimah, EAU; e Yanbu, Arábia Saudita.

A equipa comercial do Grupo desempenhou um papel fundamental no reforço da nossa posição competitiva, inovando para exceder a procura dos clientes, aumentando as receitas e a quota de mercado, e assegurando que o nome do Grupo Qatar Airways é sinónimo de excelência – o que é evidente na atribuição à transportadora do prémio de “Melhor Companhia Aérea do Médio Oriente” nos 2023 World Airline Awards da Skytrax.

Como parte da abordagem estratégica contínua do Grupo para construir relacionamentos mais profundos e significativos com públicos globais, a marca também solidificou a sua posição de liderança nas redes sociais durante 2023/24. Como resultado, é a companhia aérea líder, a nível mundial, nestes canais – com mais de 47 milhões de seguidores combinados e a primeira posição no número de seguidores no Facebook, YouTube e TikTok.

O Grupo Qatar Airways sublinha que também deu passos significativos na expansão do seu portfólio global de patrocínios durante 2023/24. Os principais destaques incluem a parceria inaugural do Grupo como Global Airline Partner da Fórmula 1®; tornar-se Companhia Aérea Oficial da equipa de futebol italiana de primeira linha, FC Internazionale Milano (Inter); renovar a sua parceria existente com a FIFA até 2030; estabelecer parceria com a equipa de críquete Royal Challengers Bangalore (RCB) na Indian Premier League (IPL); bem como o papel do Grupo enquanto Parceiro Estratégico Oficial da Expo 2023 Doha, que elevou significativamente o perfil global deste evento marcante no palco global.

Novo presidente do Grupo SATA quer acabar com “má gestão” e rejeita mais aviões como o “Cachalote”

 

O novo presidente do Grupo SATA, Rui Coutinho, considerou que houve “muita má gestão” na companhia aérea durante “muitos anos” e não quer mais aviões como a aeronave “Cachalote”.

Para Rui Coutinho, “foram cometidos demasiados erros por diversos responsáveis, cujos efeitos influenciam a prestação atual” e “continuarão a condicionar todas as decisões e toda a gestão diária e estratégica do grupo”.

“Houve muita má gestão durante muitos anos na SATA”, frisou, acrescentando que quer “salvar a SATA”.

Rui Coutinho admitiu que “o caminho será difícil, por vezes tortuoso”, pois “todas as empresas do grupo estão tecnicamente falidas há muitos anos” – o grupo, acrescentou, “apresenta uma situação económica e de tesouraria extremamente delicada, com dificuldades imediatas e a prazo”.

O responsável acrescentou que a companhia pública açoriana “tem uma estrutura muito pesada”, de acordo com o seu organigrama, com “diretores para muita coisa”, e propôs-se a “ver quais as rotas que são deficitárias e eliminar, para redução de custos”.

“Não há tempo para gastar dinheiro com rotas deficitárias”, declarou, indicando que pretende também reduzir os voos no designado regime ACMI (aluguer de aviões e tripulações) “ao mínimo indispensável”.

O novo representante quer “ganhar eficiências e maximizar os recursos humanos e materiais na companhia”, o que “neste momento não é feito”, bem como promover vendas a bordo, cobrar por bagagem adicional e encerrar lojas, transitando o pessoal para os aeroportos, para apoiar os passageiros.

O gestor não quer “mais ‘Cachalotes’ ou aviões daquela dimensão”, recusando ’leasings’ de aeronaves “extremamente caras”.

O contrato de ‘leasing’ custou à SATA mais de 40 milhões de euros, tendo o aparelho ficado parado durante dois anos, devido aos elevados custos de manutenção, segundo um ofício do Governo dos Açores revelado em março de 2021.

Rui Coutinho afirmou que as novas rotas “têm que ser muito bem fundamentadas” e quer aumentar os voos ‘charters’ no período de inverno, “como forma de reduzir e diluir os custos fixos que a empresa tem”.

No quadro da salvaguarda da empresa, o gestor defende um aumento do tarifário “em função da inflação, como consta das obrigações de serviço público”.

“Não se pode estar com valores de 2015”, sublinhou.

No âmbito de privatização da Azores Airlines (responsável pelas ligações de e para fora do arquipélago, integrada no Grupo SATA), há que “melhorar os rácios e indicadores”, que “estão bastante desfasados do que era o plano de reestruturação aprovado por Bruxelas”.

De recordar que a Azores Airlines obteve um prejuízo de 25,6 milhões de euros no primeiro trimestre deste ano, face a 22,7 milhões negativos do período homólogo, enquanto a SATA Air Açores (responsável pelas ligações entre as ilhas) melhorou as perdas para 4,7 milhões de euros.

Vale ressalvar que esta grande vontade de “cortar/reestruturar” não seja mais um plano como aconteceu em 2015, com Parreirão, onde o plano de cortar rotas e tripulações sazonáveis traduziu-se num dos piores anos de operação da companhia.

Primeiro A321XLR da Iberia realizou voo de testes

 

A Iberia vai ser a primeira companhia aérea a voar com o Airbus A321XLR, de recordar que inicialmente estava programado que fosse a Aer Lingus.

O primeiro A321XLR da Iberia, com o número de série 11348 e matricula de testes D-AZXY realizou o seu primeiro voo de testes esta quinta-feira, 4 de julho, com uma duração de cerca de 3:30.

Em junho de 2019, a Airbus lançou formalmente o Airbus A321XLR, que será a aeronave de fuselagem estreita de maior alcance do mundo.

Esta aeronave é baseada na família de aeronaves Airbus A321, mas apresenta melhorias de alcance ainda mais incrementais em relação ao A321neo e A321LR (que já têm mais alcance que o A321ceo).

As companhias aéreas encomendaram centenas destas aeronaves, na procura de aeronaves de longo alcance e baixa capacidade, que possam abrir todos os tipos de novos mercados.

Espera-se que o primeiro A321XLR seja entregue às companhias aéreas no terceiro trimestre de 2024.

O cliente lançador do avião é o International Airlines Group (IAG), controladora da British Airways, Iberia, Aer Lingus, etc. A empresa encomendou 14 unidades, sendo oito destinados à Iberia e seis destinados à Aer Lingus. 

Se os prazos se mantiverem, a Iberia deverá ter em operação o A321XLR  antes do final de 2024, com as primeiras rotas já anunciadas. Presumivelmente, após alguns voos de familiarização da tripulação, a aeronave irá realizar o seu voo de longo curso à partida de Madrid (MAD) e Boston (BOS) e Washington (IAD). 

Como referido acima, a Aer Lingus deveria ser a primeira companhia aérea a começar a voar com o Airbus A321XLR, então o que aconteceu?

A Aer Lingus tem tido uma disputa salarial com os seus pilotos, uma vez que a administração e o sindicato não conseguiram chegar a um acordo sobre novas taxas salariais.

Os pilotos da Aer Lingus procuram aumentos salariais de mais de 20%, para refletir a inflação ao longo dos anos, além dos salários das companhias aéreas concorrentes. Enquanto isso, a administração não está disposta a ir além de um aumento de 8,5%.

A administração ameaçou que se os pilotos não concordassem com um acordo, a companhia aérea adiaria as entregas do Airbus A321XLR para a companhia (e, por sua vez, reduziria as oportunidades de voo para os pilotos). As duas partes tinham até 29 de abril de 2024 para chegar a um acordo, mas não o conseguiram.

O IAG há muito adota uma abordagem implacável nas negociações com os funcionários e como explica um porta-voz:

“Infelizmente, a Aer Lingus não foi capaz de dar ao IAG as garantias de estrutura de custos necessárias para este investimento e, portanto, o A321 XLR inaugural – originalmente planeado para a Aer Lingus – será alocado em outra parte do grupo.”

De relembrar que, a Aer Lingus já opera na sua frota com oito Airbus A321LR.

TAAG vai retomar os voos para a cidade de Brazaville

 

A TAAG Linhas Aéreas de Angola anunciou que vai retomar os voos para a cidade de Brazaville a partir de 2 de agosto, ligando Luanda à capital da República do Congo, com duas frequências semanais com saídas à sexta-feira e domingo.

O serviço será operado por uma aeronave modelo Dash-8 400, com capacidade para 74 passageiros, sendo 10 em Classe Executiva e 64 em Classe Económica.

Brazaville é a maior cidade da República do Congo, com uma forte concentração de atividade económica, industrial e serviços, que tornam o destino atrativo tanto para o segmento corporativo como para o particular.

No âmbito do planeamento e gestão da rede TAAG, a ligação Angola – República do Congo, através de Brazaville, vai permitir, à companhia, uma maior conectividade e tráfego com a região da África Austral.

A TAAG refere que reforça assim, o seu posicionamento estratégico como elo de ligação entre as nações e economias do continente, reforçando as dinâmicas de intercâmbio e trocas comerciais a nível internacional.

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