A Iberia, anunciou através de um comunicado, que fez o seu primeiro voo com um avião A350 para a Costa Rica, tornando-se a primeira companhia a voar para o país com este modelo de aeronaves da Airbus.
A aeronave foi recebida com o tradicional canhão de água, danças típicas da Costa Rica ao ritmo da marimba e surpresas para os passageiros, foram feitas assim as boas-vindas oficiais da Costa Rica ao novo avião Iberia: o moderno Airbus A350.
Esta aeronave fará a rota entre San José e Madrid até 28 de março de 2020 e, para a companhia aérea, esta mudança constitui um novo compromisso com a Costa Rica.
A Iberia realiza voos directos diários para o nosso país desde outubro de 2004 e sem interrupções. O ato oficial de recepção contou com a presença do Presidente do Governo, Carlos Alvarado Quesada; a Ministra do Turismo da Costa Rica, María Amalia Revelo, representantes da Iberia, Aeris e convidados do sector de turismo da Costa Rica.
O A350, segundo um comunicado da transportadora, tem um “alcance máximo de 14.800 quilómetros, consome menos 25% de combustível [que outros modelos semelhantes], o que representa 25% das emissões de CO2”.
O avião tem capacidade para 348 passageiros, incluindo 293 em económica, 24 em turista premium e 31 em executiva.
A Costa Rica, segundo a mesma nota de imprensa, recebeu 57.759 visitantes espanhóis entre janeiro e novembro, o que coloca Espanha na quarta posição entre os maiores emissores de turistas parao país.
A Cabo Verde Airlines (CVA) anunciou que recebeu o seu terceiro avião Boeing B757-200, com matrícula D4-CCH.
O novo avião apresenta a nova imagem da companhia aérea cabo-verdiana, tendo sido baptizado como “Fontainhas”.
A aeronave, que tem 16 lugares em executiva e 180 lugares em económica, chegou ao Aeroporto Internacional Amílcar Cabral, na ilha do Sal, no dia 17 de Dezembro, pelas 8h09, “começando de imediato a voar pela CVA”, segundo um comunicado.
De acordo com a companhia, “as cores do novo avião foram inspiradas nas paisagens naturais da ilha de Santo Antão” e “pretendem ser uma mistura suave das pessoas, das casas e da cultura cabo-verdiana”.
Todos os aviões da Cabo Verde Airlines vão seguir o mesmo “modelo de inspiração de cada ilha com um estilo tricolor”, numa nova palete de cores que pretende mostrar “que as mudanças vêm de dentro, na busca de melhor servir os clientes da companhia aérea e levar Cabo Verde para o mundo e o mundo até Cabo Verde”.
Já o nome atribuído ao novo avião partiu “de uma votação pública no Facebook, onde os seguidores da CVA escolheram entre três belezas naturais da ilha de Santo Antão, tendo a aldeia de Fontainhas recebido o maior número de votos”, refere ainda a transportadora, explicando que este processo já tinha dado origem ao nome dos dois aviões que a companhia recebeu anteriormente, o “Praia de Santa Maria” e o “Baía de Tarrafal”.
“Com estas votações públicas nas redes sociais, a companhia aérea pretende aproximar-se do povo cabo-verdiano e envolvê-lo no processo de boas-vindas do novo avião ao país”, diz ainda a Cabo Verde Airlines, garantindo que “haverá mais votações abertas no Facebook dedicadas a outras ilhas e suas belezas naturais”.
A Cabo Verde Airlines opera, actualmente, cinco Boeing 757-200, três em dry lease e dois em wet lease, e planeia receber mais um até final de janeiro para substituir um dos aviões em wet lease.
A American Airlines retomou ontem, dia 19 de dezembro, a sua operação entre Nova Iorque (JFK) e o Rio de Janeiro (GIG).
A operação diária é operada com equipamento Boeing 777-200, com capacidade para até 272 passageiros.
Os voos diretos entre os dois destinos será realizado de forma sazonal, até o dia 29 de março.
Alexandre Cavalcanti, director regional de vendas a American Airlines para o Brasil, indicou: “Estamos orgulhosos por operar no Brasil ininterruptamente há quase 30 anos e sermos a companhia com maior oferta de voos para os EUA. O Rio tem um significado especial para a nossa empresa, pois foi onde iniciamos a nossa história no Brasil, em 1990. Portanto, voltar a ligar directamente a cidade com Nova Iorque, um dos principais destinos turísticos e corporativos do mundo, tem um sabor especial para nós.”
O Grupo SATA informou, através de um comunicado, que já foram decretados serviços mínimos obrigatórios, sendo já conhecidas as ligações aéreas a assegurar nos próximos dias 21,22 e 23 de dezembro, não obstante a manutenção do pré-aviso de greve por parte dos Sindicatos SINTAC e SITEMA, para os Técnicos de Manutenção da SATA Air Açores.
A SATA Air Açores indica que se encontra em condições de garantir a realização de 16 ligações no dia 21 de dezembro; 18 ligações no dia 22 de dezembro e de 22 ligações no dia 23 de dezembro, o que significa que será possível assegurar, pelo menos, um toque em cada ilha, por dia, tendo em conta a operação aérea planeada para os dias em apreço.
Conheça os voos garantidos:
Os passageiros com reserva efetuada nos dias em apreço, poderão conferir se o número do voo constante na sua reserva, se encontra por entre os voos abrangidos pelos Serviços Mínimos Obrigatórios. Para tal, é sugerido que consultem o site da transportadora (www.sata.pt e www.azoresairlines.pt) ou que estabeleçam contacto através da rede de lojas ou do Contact Center da companhia aérea.
Os clientes com reservas efetuada em voos que se encontram em risco de cancelamento devido à greve, poderão solicitar alteração da data de reserva (sem custos adicionais) ou solicitar o reembolso do seu bilhete.
No mesmo comunicado, o Grupo SATA informa que os Técnicos de Manutenção de Aeronaves da SATA Air Açores, encontram-se em greve à realização do trabalho noturno a efetuar das 24H00 até às 08H00 da manhã, bem como à prestação de trabalho extraordinário, desde o passado dia 28 de outubro 2019.
No decurso deste tempo, têm ocorrido reuniões de negociação no sentido de aproximar as partes. Não obstante, as reivindicações apresentadas continuam a ser consideradas incomportáveis pelo Conselho de Administração do Grupo SATA, tendo em conta o difícil contexto que atravessam as empresas que constituem o grupo empresarial.
Perante a ausência de entendimento sobre as diversas matérias, os Sindicatos SITEMA (Sindicato dos Técnicos de Manutenção de Aeronaves) e SINTAC (Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Aviação Civil) mantiveram o pré-aviso de greve, que abrange as vinte e quatro horas dos dias 21, 22 e 23 de dezembro 2019.
A Air Caraïbes (companhia aérea membro do Groupe Dubreuil) recebeu o seu primeiro A350-1000, o maior membro da nova família A350 XWB da Airbus, tornando-o o primeiro operador francês do tipo.
A companhia aérea planeia operar os seus A350-1000s juntamente com os seus três A350-900s e seis A330s em rotas de Paris ao Caribe francês.
A nova aeronave vai integrar-se perfeitamente à frota existente da Air Caraïbes, graças à semelhança exclusiva da frota da Airbus e fornecerá à companhia aérea uma flexibilidade adicional.
No total, o Groupe Dubreuil possui uma encomenda para três A350-1000s.
O A350-1000 da Air Caraïbes está configurado com um layout de três classes com 429 assentos (24 Business “Madras”, 45 em económica premium “Caraïbes” e 360 na económia “Soleil”).
Todos os A350 XWBs estão equipados com uma cabine silenciosa e confortável, com um novo sistema de iluminação, que fortalece a sensação de bem-estar e relaxamento dos passageiros em voos de longo curso.
O A350 XWB apresenta o mais recente design aerodinâmico, uma fuselagem e asas de fibra de carbono, além de novos motores Rolls-Royce com baixo consumo de combustível. Juntos, estes recursos traduzem-se em níveis incomparáveis de eficiência operacional, com uma redução de 25% na queima de combustível e nas emissões.
A cabine Airspace do A350 XWB é a mais silenciosa de qualquer widebody e oferece aos passageiros e tripulações os produtos de bordo mais modernos para a experiência de voo mais confortável.
No final de novembro de 2019, a família A350 XWB tinha recebido 959 pedidos firmes de 51 clientes em todo o mundo, tornando-a uma das aeronaves widebody de maior sucesso de todos os tempos.
O mau tempo provocado pela depressão Elsa obrigou hoje ao cancelamento de oito voos da companhia aérea açoriana SATA, sendo quatro ligações inter-ilhas e quatro do arquipélago com o exterior, afetando cerca de 1000 passageiros, avançou à Lusa o porta-voz da companhia.
A depressão Elsa obrigou hoje ao cancelamento de oito voos da companhia aérea açoriana SATA, sendo quatro ligações inter-ilhas e quatro do arquipélago com o exterior, afetando cerca de 1000 passageiros, avançou à Lusa o porta-voz da companhia.
Da Azores Airlines, que opera de e para fora do arquipélago, foram canceladas as ligações Boston/Terceira (divergiu para o Porto), Terceira/Porto, Lisboa/Horta, Lisboa/Santa Maria/Ponta Delgada.
Publicado por Claudio Alves em Quinta-feira, 19 de dezembro de 2019
Da SATA Air Açores, que opera entre as ilhas do arquipélago, foram afetadas as ligações entre Graciosa/Terceira (divergiu para Ponta Delgada) Horta/Flores/Horta, Terceira/Flores/Terceira e Terceira/Graciosa.
No total, foram afetados cerca de 1000 passageiros e cancelados oito voos, apesar da ligação entre Terceira e Porto “ainda ter alguma possibilidade de se realizar” durante a noite de hoje, segundo o porta-voz da SATA, António Portugal, que assinalou que a companhia fará “todos os possíveis” para que os voos se realizem nos próximos dias.
“As previsões são ligeiramente melhores amanhã, embora não esteja ainda garantido que consigamos proteger todos os passageiros”, apontou.
O mau tempo já tinha levado ao cancelamento das ligações entre o Faial e Lisboa e a Horta/Flores/Horta da SATA, agendadas para quarta-feira.
A easyJet inaugurou no dia 14 de dezembro a rota sua nova rota entre a cidade do Porto e Montpellier, em França.
Os voos serão operados duas vezes por semana; às segundas-feiras e sábados, até 28 de março de 2020.
“A easyJet opera, agora, 66 rotas em Portugal, e isso deve-se à contínua aposta dos portugueses e na sua confiança no nosso serviço. É por isso que iremos continuar a pintar de laranja o nosso belo país. Estamos muito satisfeitos por inaugurar esta nova rota e por ver reforçado o compromisso da easyJet com a cidade do Porto. A easyJet está muito bem preparada para reforçar a sua aposta nos aeroportos nacionais, e é aí que nos iremos continuar a focar”, afirma José Lopes, diretor da easyJet para Portugal.
O Governo Português assumiu como objetivo para 2020 o início da construção do aeroporto do Montijo, dando continuidade “a este importante” projecto e entrando “em definitivo na sua fase de implementação”.
“Após os avanços decisivos ocorridos em 2019 no projecto de expansão da capacidade aeroportuária da região de Lisboa, designadamente a celebração do acordo financeiro com a concessionária ANA – Aeroportos de Portugal, S.A., em Janeiro de 2019, a avaliação ambiental do Aeroporto do Montijo e Acessibilidades e o arranque da reorganização do dispositivo militar, no ano de 2020 será dada continuidade a este importante projecto e entrar-se-á em definitivo na sua fase de implementação”, lê-se no Relatório que acompanha a Proposta de Orçamento do Estado para 2020 (OE2020).
Para o efeito, o executivo diz assumir “como objectivo para 2020 o início da construção” do aeroporto do Montijo.
O Governo lembra que este se trata de “um investimento estruturante e estratégico para os desígnios nacionais”, que vai permitir aumentar a capacidade aeroportuária de Lisboa para até 50 milhões de passageiros e possibilitar que o crescimento que se tem verificado nos últimos anos possa continuar a ocorrer, “de acordo com a procura que Lisboa e Portugal têm tido em termos turísticos”.
O projecto vai ainda “potenciar o hub [base] da TAP de interligação entre a Ásia e Médio Oriente e a América do Norte e Brasil, bem como a proximidade aos países da diáspora portuguesa, essenciais para o contínuo crescimento da economia portuguesa”, refere o Relatório.
O Governo refere ainda no documento que, simultaneamente, vai ser dada continuidade à execução de investimentos na rede de aeroportos nacionais, com vista à “progressiva melhoria e adaptação à evolução da procura, essenciais para manter a sua competitividade no espectro internacional”.
No domínio aeronáutico, destacam ainda a implementação do novo Sistema de Gestão de Tráfego Aéreo (sistema ATM), que “recebeu um importante impulso em 2019, com a formalização da libertação do espaço aéreo de Sintra, antes dedicado à operação militar”.
Sobre este, acrescenta o Governo, que “em 2020 será concretizada a primeira fase do processo, com a entrada em operação de novos procedimentos que corporizam uma nova reorganização da navegação aérea (o modelo ‘point merge’)”.
A ANA e o Estado assinaram em 8 de Janeiro o acordo para a expansão da capacidade aeroportuária de Lisboa, que prevê um investimento de 1,15 mil milhões de euros até 2028 e inclui a extensão da atual estrutura, Aeroporto Humberto Delgado (em Lisboa), e a transformação da base aérea do Montijo.
A Hifly Malta empresa do grupo Hifly integrou na sua frota mais um Airbus A330-300.
O modelo chegou recentemente a aeroporto de Beja, tendo no passado dia 13 de dezembro realizado um voo de teste entre os aeroportos de Beja e Faro.
O spotter Luís Rosa capturou através da sua objetiva a chega do avião ao aeroporto de Faro
O A330 esteve ao serviço da Singapore Airlines com o registo 9V-STY e recebeu a matrícula maltesa 9H-STY.
O avião pode transportar 285 passageiros, 30 na classe Executiva e 255 em Económica.
A Singapore Airlines recebeu o modelo diretamente de fábrica tendo cerca de 6 anos.
Airframe Details
Manufacturer Serial Number (MSN)
1453
Aircraft Type
Airbus A330-300
Age
6.2 Years
Test registration
F-WWYE
Production Site
Toulouse (TLS)
A HiFly gere as suas duas unidades em Portugal e Malta como uma única transportadora. A criação de uma subsidiária em Malta foi motivada principalmente pela intenção de “derisk”.
A Swiss, companhia de aviação do grupo Lufthansa, vai voar no próximo verão entre Genebra e Ponta Delgada, nos Açores.
De acordo com as informações estão programados 11 voos entre as duas cidades com equipamento Airbus A220-300.
Os voos irão decorrer entre 22 de junho e 31 de agosto, com um voo por semana.
A introdução desta rota faz parte de um ‘pacote’ de novas ligações sazonais que a Swiss programou para a próxima época alta do turismo, todas em A220-300, em que inclui também Antalya, na Turquia, Djerba, na Tunísia, Dubrovnik, na Croácia, Mahon, em Espanha, e Rhodes, na Grécia.
O Grupo Air France-KLM fez uma encomenda firme para mais 60 aeronaves Airbus A220-300 para modernisar a sua frota de corredor único. Os aviões serão operados pela Air France, que atualmente tem uma frota com 159 aviões Airbus.
O A220 é o único avião construído para o segmento de 100-150 lugares e garante uma eficiência significativa ao nível do consumo de combustível e o conforto de uma cabine widebody, apesar de se tratar de um avião de corredor único.
O A220 tem aerodinâmica de última geração, materiais avançados e os motores turbofan com engrenagens PW1500G também de última geração da Pratt & Whitney, que garantem uma redução de pelo menos 20% no consumo de combustível por passageiro, em comparação com os aviões de geração anterior. O A220 oferece uma performance das aeronaves de corredor único maiores.
Com 530 unidades encomendadas até ao final de novembro de 2019, o A220 reúne todos pressupostos para dominar o segmento de aeronaves de 100 a 150 lugares, que será de cerca de 7.000 aeronaves nos próximos 20 anos.
A Azul inaugurou ontem, 16 de dezembro, a sua nova rota entre Belo Horizonte e Fort Lauderdale.
A companhia aérea brasileira passa a oferecer três voos semanais, às segundas, quartas e sextas, inicialmente com o Airbus A330-200, com capacidade para 271 passageiros.
Antes do embarque do primeiro voo, houve tempo para um pequeno cocktail com comidas típicas da culinária mineira e norte-americana.
O voo AD8732 foi operado pelo A330-200 PR-AIX, baptizado de “I ♥ Azul“.
Foto: Azul
Foto: Azul
Foto: Azul
Foto: Azul
Foto: Azul
A título de curiosidade, esta é a segunda vez que este modelo está na frota da Azul. O modelo foi inicialmente recebido em dezembro de 2014, tendo depois voado com as cores da TAP como CS-TOT. Em junho de 2017 regressou à frota da Azul.
Faltam poucas horas para o último voo do Project Sunrise da Qantas, com um tempo estimado em rota de 19 horas e 10 minutos.
O voo QF7879 está a ser operado pelo B787-9 VH-ZNK e é o último voo do programa de testes.
Em relação ao primeiro voo, o QF7879 teve de realizar uma rota mais ao norte pelos EUA devido a uma linha de tempestades de Nova Iorque a Nova Orleães.
De recordar que este já não é o voo mais longo do mundo, já que o recorde foi batido pelo segundo voo do projecto entre Londres e Sidney.
Recentemente a Qantas já anunciou que escolheu o Airbus A350-1000 com um tanque de combustível modificado, como a aeronave ideal para as suas rotas de ultra longo curso, caso o projecto avance.
A TAAG Linhas Aéreas de Angola inaugurou esta segunda-feira, 16 de Dezembro, a sua nova rota entre Luanda e Lagos, na Nigéria, uma das cidades mais populosas de África e capital de um país com uma das economias em maior expansão neste continente.
O voo foi operado com equipamento Boeing 777- 200ER, com 244 passageiros a bordo.
A bordo do voo inaugural seguiu também uma delegação da TAAG liderada pelo Presidente do Conselho de Administração, Hélder Presa, que inaugurou as instalações da Companhia no Aeroporto Mohamed Mortala, em Lagos
Como parte integrante do seu compromisso para a sustentabilidade empresarial, a Hi Fly iniciou recentemente uma série de workshops de sustentabilidade para a sua tripulação de cabine.
Provavelmente a primeira do mundo, na indústria da aviação, a Hi Fly uniu-se, pela sustentabilidade, à Fundação Mirpuri, para garantir que os homens e as mulheres que vestem a farda da Hi Fly estejam totalmente actualizados com o importante trabalho que a companhia aérea e a Fundação têm vindo a realizar na área da sustentabilidade.
Sobre os Workshops de Sustentabilidade, Paulo Mirpuri, Presidente da Hi Fly e da Fundação Mirpuri, disse: “O primeiro objectivo do programa é formar as melhores equipas que conseguirmos para tornar o mais positivo possível a experiência dos passageiros a bordo da Hi Fly. Sendo o programa mais do que isso. É também um objectivo ajudar os membros da tripulação a tornarem-se melhores cidadãos. Sempre acreditamos que se inspiramos um determinado grupo, eles, por sua vez, vão inspirar outros. À medida que progredimos rapidamente em direcção à meta da Hi Fly voar com toda a sua frota sem plástico até ao final deste ano, é importante que nossas equipas compreendam não apenas o que estamos a fazer, mas porque o estamos a fazer. Eles vão ver, acreditamos, que estamos a fazer estes esforços por um planeta melhor e para benefício dos seus filhos e dos filhos de seus filhos. Se conseguirmos transmitir esta simples mensagem, a nossa equipa ficará mais motivada no seu trabalho e mais capaz de explicar a nossa intenção e mensagem para os passageiros e clientes da Hi Fly.”
Ana Agostinho, chefe de relações públicas da Fundação Mirpuri, acrescentou: “Embora tenhamos conversado com as tripulações da Hi Fly sobre a Fundação Mirpuri e o que fazemos, também procuramos, num nível mais amplo, explicar o valor de ter um parceiro de sustentabilidade; o que esta ligação pode fazer pelo negócio e o que significa trabalhar numa empresa que assumiu compromissos de sustentabilidade claros e definidos. Com voos sem plástico ao virar da esquina, e sendo este o primeiro no mundo da aviação civil, esperamos que algumas das equipas da Hi Fly sejam questionadas sobre a política – e com toda a probabilidade – sobre alguns dos produtos de substituição que projectamos e adquirimos. Portanto, é importante para a Hi Fly enquanto companhia aérea, e para as tripulações de cabine que são os rostos da empresa e os principais pontos de contacto da maioria de nossos passageiros, que possamos explicar, não apenas a política, mas as razões para isso e poder fornecer informações precisas sobre a substituição dos itens que usávamos.”
Além da formação relacionada directamente às práticas de sustentabilidade da Hi Fly, os membros da equipa também aprendem sobre outras histórias da Fundação Mirpuri.
A Boeing anunciou esta segunda-feira que em janeiro vai suspender a produção do seu modelo B737MAX.
Este anúncio resulta da proibição dos voos comerciais operados por este tipo de equipamento.
De acordo com a Boeing os trabalhadores serão realocados em outras instalações da construtora.
A Boeing não indica, para já, uma data para o reinício da produção deixando a decisão para a FAA.
Abaixo, o comunicado de imprensa oficial da Boeing:
“Devolver com segurança o 737 MAX ao serviço é a nossa principal prioridade. Sabemos que o processo de aprovação do regresso ao serviço do 737 MAX e da determinação de requisitos de treino apropriados deve ser extraordinariamente completo e robusto, para garantir que os nossos reguladores, clientes e o público voador confiem nas atualizações do 737 MAX. Como dissemos anteriormente, a FAA e as autoridades reguladoras globais determinam o cronograma para a certificação e o regresso ao serviço. Continuamos totalmente comprometidos em apoiar esse processo. É nosso dever garantir que todos os requisitos sejam cumpridos e que todas as perguntas dos nossos reguladores sejam respondidas.
Durante a paragem do 737 MAX, a Boeing continuou a construir novos aviões e agora existem aproximadamente 400 aviões armazenados. Anunciámos anteriormente que iríamos avaliar continuamente os nossos planos de produção caso a paragem do MAX continuasse mais do que esperávamos. Como resultado desta avaliação contínua, decidimos dar prioridade à entrega de aeronaves armazenadas e suspender temporariamente a produção no programa 737 a partir do próximo mês. Acreditamos que esta decisão é menos perturbadora para a manutenção da saúde do sistema de produção e da cadeia de complementos a longo prazo.
Esta decisão é motivada por vários factores, incluindo a extensão da certificação até 2020, a incerteza sobre o momento e as condições do regresso ao serviço e as aprovações globais de treino e a importância de garantir que possamos dar prioridade à entrega das aeronaves armazenadas. Continuaremos a avaliar o nosso progresso em direção ao regresso ao serviço e a tomar decisões sobre o reinício da produção e entregas em conformidade.
Durante este período, é nosso objetivo que os funcionários afectados continuem o trabalho relacionado ao 737 ou sejam temporariamente designados para outras equipas em Puget Sound.“
A partir de 5 de junho a TAP Air Portugal vai voar entre Lisboa e Santiago Compostela.
Os voos serão operados duas vezes por dia com equipamento ATR 72 com capacidade para 70 passageiros.
Os voos descolam de Lisboa às 8h30 e às 14h05, com chegada prevista a Santiago de Compostela às 11h05 e às 16h40 (horas locais), já os voos de regresso partem de Santiago de Compostela às 11h45 e 17h20, chegando ao aeroporto Humberto Delgado às 12h10 e 17h45, respectivamente.
Além de aproximar as capitais de Portugal e da Galiza, a TAP sublinha que os novos voos possibilitam “melhores ligações entre cidades do Sul de Espanha e Santiago de Compostela, via Lisboa, bem como oferece aos galegos as mais convenientes conexões para os destinos da companhia na América do Norte, Brasil, África e restantes países europeus para onde a transportadora voa”.
Santiago de Compostela, segundo o comunicado da TAP, “é famosa pelas peregrinações dedicadas a S. Tiago, apóstolo de Jesus Cristo, cujos restos mortais foram alegadamente sepultados no local onde hoje se ergue a catedral da cidade”.
Depois de duas reuniões ficou-se a saber que, para já, a TAP não vai voltar a voar para o aeroporto da Horta.
David Marcos, presidente da câmara de comércio da Horta, espera que pelo menos a Azores Airlines dispense maior atenção com as gateways do Pico e Faial na sua programação de 2020.
De recordar que a TAP deixou de voar para o Faial e o Pico, nos Açores, no final de março de 2015, tendo as ligações sido asseguradas pela Azores Airlines.
A operação para o Pico, abrangida por obrigações de serviço público, que era de um voo semanal, passou a “dois ou mais voos por semana assegurados pela SATA”, enquanto, no caso da Horta (Faial), “havia quatro voos assegurados pela TAP e passou a haver cinco ou mais assegurados pela SATA”, indicava na altura Sérgio Monteiro, secretário de Estado dos Transportes.
O governante dizia que “a SATA e a TAP olharam para os meios que tinham disponíveis face ao crescimento que a TAP tem tido em outras rotas e assumiram o compromisso de fazer uma optimização de meios aéreos, o que não tem nenhum impacto para as populações, porque o preço das ligações para os residentes e estudantes está fixado por lei”.
O A330 VH-EBC da Qantas que estava a realizar o voo QF575 entre Sidney e Perth, esta manhã, teve de regressar ao aeroporto de origem devido a fumo na cabine.
De acordo com as informações o fumo foi provocado por problemas hidráulicos.
A aterragem decorreu de forma normal, tendo o comandante decidido proceder a uma evacuação de emergência; “De volta à placa de estacionamento, o comandante tomou a decisão de evacuar a aeronave por precaução e foram accionados três slides de emergência”, indicou a companhia em comunicado.
A Força Aérea Brasileira recebeu, esta sexta-feira, o seu segundo Embraer KC-390 Millenium.
O KC-390 com a matrícula FAB 2854 foi recebido pelo comandante do 1º Grupo de Transporte de Tropa (1º GTT), Tenente-Coronel Aviador Luiz Fernando Rezende Ferraz, além de outros militares do próprio esquadrão e do Grupo Logístico de Anápolis.
“Hoje, recebemos a segunda aeronave KC-390, FAB 2854. Com duas aeronaves, seremos capazes de agilizar a formação dos nossos pilotos e dos nossos mantenedores na operação do novo vetor. Cabe destacar o incremento da capacidade logística que teremos na Força Aérea com a ativação e operação das aeronaves KC-390 Millennium recebidas”, disse o comandante do 1º GTT.
O KC-390 foi entregue na sede da Embraer em Gavião Peixoto, tendo depois descolado para Anápolis tripulada por militares da Força Aérea Brasileira e por representantes da Embraer.
A Cabo Verde Airlines inaugurou, esta quinta-feira, os seus voos entre a Ilha do Sal e Porto Alegre.
O avião escolhido para o primeiro voo foi o Boeing 757-200 D4-CCG “Baía de Tarrafal”, tendo sido recebido com o tradição canhão de água.
Inicialmente a companhia irá operar três voos por semana entre a Ilha do Sal e Porto Alegre; terças, quintas e sábados.
A título de curiosidade o primeiro voo transportou 28 passageiros, já o voo de regresso 105 passageiros.
De acordo com as informações partilhadas, a Cabo Verde Airlines deverá iniciar em 2020 os seus voos para Luanda, e possivelmente para o Porto e Toronto.
Um incidente com um Airbus A320 da Jetstar com 140 passageiros e tripulantes a bordo, obrigou ao encerramento da pista 13-31 do Aeroporto Internacional Ninoy Aquino (NAIA), depois do avião ter saído da pista quando se posiciona para descolar.
De acordo com as informações todos os 140 passageiros e os membros da tripulação desembarcaram em segurança e foram levados de volta ao terminal do aeroporto.
O avião iria realizar o voo da Jetstar Asia entre Manila e Narita, Japão.
Ao posicionar-se para a descolagem, e numa área com curva, os trens dianteiros da aeronave saíram da pista, tendo ficado subterrados na área de relva paralela à pista.
Este incidente provocou constrangimentos na operação do aeroporto tendo obrigado ao desvio de três voos para o Aeroporto Internacional Clark em Pampang.
Disable Airbus 320 plane of Jetstar bound to japan stuck in a grassy portion of runway 13-31 early Saturday morning lifted , Runway 13-31 being cleared of Debris DWIZ 882 NAIA PRESS CORPS INC. 777 News Forum pic.twitter.com/GoZhDEqepO
A SATA Air Açores informou, que na sequência do pré-aviso de greve enviado pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Aviação Civil (SINTAC) e pelo Sindicato dos Técnicos de Manutenção de Aeronaves (SITEMA) para os Técnicos de Manutenção de Aeronaves da SATA Air Açores, nos próximos dias 21,22 e 23 de dezembro, ativou o plano de contingência previsto para situações desta natureza.
A companhia indicou que os Técnicos de Manutenção de Aeronaves da SATA Air Açores, encontram-se em greve à realização do trabalho noturno a efetuar das 24H00 até às 08H00 da manhã, bem como à prestação de trabalho extraordinário, desde o passado dia 28 de outubro 2019.
No decurso deste tempo, têm ocorrido reuniões de negociação no sentido de aproximar as partes. Contudo, perante a ausência de acordo no que respeita às várias reivindicações apresentadas, os Sindicatos SITEMA e SINTAC, entregaram este segundo pré-aviso de greve, que abrange as vinte e quatro horas dos dias 21, 22 e 23 de dezembro 2019.
Perante o exposto, e sendo expectável que esta paralisação possa vir a afetar as ligações inter-ilhas operadas pela SATA Air Açores, a companhia aérea sugere aos clientes que tenham reservas efetuadas nos dias em apreço, que procedam à alteração da data da viagem, para os dias anteriores ou posteriores ao período de greve previsto.
Poderão fazê-lo em qualquer altura, sem custos adicionais, utilizando os meios de contato habituais, ou seja, via Contact Center (707 22 72 82 ou + 351 209 720) ou através da rede de lojas da companhia aérea.
Uma vez que não são ainda conhecidas as ligações de serviço mínimo obrigatório, a transportadora procedeu ao fecho antecipado dos voos nos referidos dias, de forma a poder reacomodar os clientes em voos alternativos, mal sejam conhecidas as ligações inter-ilhas que estejam, à partida, garantidas.
Considerando os dias em que ocorre a greve, bem como a sua extensão, a companhia aérea procurou antecipar a tomada de ações junto dos seus Clientes e Passageiros, de forma a facilitar a reacomodação que venha a ser necessária e assim minorar os transtornos que possam vir a ocorrer.
A Qantas indicou que o Airbus A350 foi selecionado como a aeronave preferida, mas sem fechar para já qualquer pedido.
A companhia anunciou vários desenvolvimentos importantes para o Project Sunrise antes de uma decisão final que deverá acontecer em março de 2020.
SELEÇÃO DE AERONAVES
Após uma avaliação minuciosa do Boeing 777X e do Airbus A350, a Qantas selecionou o A350-1000 como a aeronave preferida se o Sunrise prosseguir. O A350 está equipado com motores Rolls Royce Trent XWB, que possui um forte histórico de confiabilidade depois de estar em serviço nas companhias aéreas há mais de dois anos.
A Airbus irá adicionar um tanque de combustível adicional e aumentar ligeiramente o peso máximo de decolagem para oferecer o desempenho necessário para as rotas Sunrise.
Segundo a Qantas não foi feito para já nenhum pedido mas a companhia irá trabalhar em estreita colaboração com a Airbus para preparar os termos do contrato para até 12 aeronaves, antes de uma decisão final do Conselho da Qantas.
A Airbus concordou em prolongar o prazo para a confirmação das encomendas de fevereiro de 2020 para março de 2020, sem afetar a data de início planeada dos voos do Project Sunrise na primeira metade de 2023.
REGULAMENTAÇÃO
O último dos três voos de pesquisa do Project Sunrise (Nova Iorque para Sydney) será realizado a 17 de dezembro. Depois de concluído, a Qantas terá quase 60 horas de experiência no ‘Sunrise flying’ e milhares de dados sobre o bem-estar da tripulação e dos passageiros.
Os dados da tripulações serão usados como parte das discussões finais com a Autoridade de Segurança da Aviação Civil para aprovar uma extensão aos limites operacionais atuais exigidos para estes serviços de longo curso. Com base nas informações detalhadas já fornecidas pela Qantas no seu sistema de gestão de risco de fadiga, a Autoridade de Aviação Civil Australiana indicou que provisoriamente não vê obstáculos regulatórios para os voos da Sunrise.
NEGOCIAÇÕES PILOTO
As negociações com os representantes dos pilotos da Qantas, AIPA, continuam. As discussões visam fechar a última lacuna restante no caso dos negócios do Project Sunrise.
A Qantas apresentou uma série de sugestões para a AIPA sobre como a lacuna pode ser preenchida, ao mesmo tempo que oferece aumentos salariais anuais de três por cento e oportunidades promocionais para os seus pilotos de longo curso.
As discussões concentram-se em ganhos de produtividade e eficiência, incluindo a capacidade de usar os mesmos pilotos nas suas aeronaves A350 Sunrise e na frota existente da companhia aérea de aviões Airbus A330.
EXPERIÊNCIA DO CLIENTE
O projeto da experiência do cliente para voos de até 21 horas continua, incluindo novas cabines para Primeira Classe, Executive, Premium Economy e Economy. Os voos de pesquisa enfatizaram a importância do espaço dedicado ao alongamento e movimento dos passageiros da Economy em particular, bem como os benefícios de potencial de redesenhar o serviço a bordo para mudar ativamente as pessoas para o fuso horário de destino.
COMENTÁRIOS DO CEO
O CEO do Grupo Qantas, Alan Joyce, disse que o apoio da transportadora nacional ao Project Sunrise foi mais forte do que nunca, principalmente após o sucesso dos recentes voos de pesquisa.
“Desde o início, deixamos claro que o Project Sunrise depende de um caso de negócios que funcione. Só comprometemo-nos com este investimento se soubermos à partida que possa gerar o retorno certo para os nossos acionistas”
“A Airbus deu-nos um mês extra para bloquear um pedido de aeronave sem afetar a nossa data de início planeada, o que significa que podemos gastar mais tempo na esperança de chegar a um acordo com os nossos pilotos. Posso agradecer à Airbus e à Boeing pelo tremendo esforço que fizeram no Project Sunrise. Foi uma escolha difícil entre duas aeronaves muito capazes. ”
Como tínhamos noticiado anteriormente, no dia 23 de novembro, chegou a a Malta o primeiro A380 da Air France que foi retirado da frota da companhia aérea francesa.
Trata-se do A380 F-HPJB que recebeu uma pintura totalmente branca, para ser entregue ao seu lessor Dr. Peters Group.
Foto: Mario Caruana
Os trabalhos de pintura decorreram nas instalações da Aviation Cosmetics Malta
Foto: Mario Caruana
Numa primeira fase a Air France vai retirar 5 dos seus A380, sendo os planos da companhia retirar todas as 10 unidade, nos próximos anos.
Por forma a agradecer aos funcionários pelo seu esforço e dedicação e coincidindo com o 30º aniversário da empresa, a Binter convidou os seus funcionários para testarem o seu novo avião.
A primeira viagem comercial aconteceu esta sexta-feira entre a Gran Canaria e a Ilha do Sal.
Um total de 132 funcionários da Binter foram os passageiros do voo inaugural da primeira aeronave Embraer E195-E2 em operação na Europa, realizada entre a Gran Canária e Tenerife.
A companhia aérea queria agradecer à sua equipa pelo seu esforço e dedicação, coincidindo com os eventos comemorativos que a empresa organizou ao longo de 2019 para comemorar o seu 30º aniversário.
Durante o voo, os funcionários puderam verificar todas as vantagens oferecidas pelo novo modelo da fabricante Embraer.
A aeronave encomendada pela Binter tem uma configuração especial de 132 assentos, para que os seus passageiros possam desfrutar do conforto de um espaço maior entre filas. A aeronave incorpora as mais recentes tecnologias, com motores mais eficientes e ecológicos, que reduzem as emissões poluentes, o consumo de combustível e o ruído.
Foto: Binter
Primeiros voos comerciais
A aeronave, que leva o nome das Ilhas Canárias, começou esta sexta-feira a sua operação de voos comerciais.
O Embraer E195-E2 descolou da Gran Canaria às 11:35 horas hora local) com destino à ilha do Sal, em Cabo Verde.
Este modelo é o primeiro de seis encomendados pela Binter deste novo modelo, que chegou à Gran Canaria na madrugada de quarta-feira, 4 de dezembro.
O segundo, com o nome de Tenerife, também já está no arquipélago das Canárias.
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