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Ryanair vai voar diariamente entre o Porto e Londres a partir de 22 de maio

A Ryanair anunciou hoje que acrescentou a rota entre a cidade do Porto e Londres (Stansted) à sua rede reduzida de voos programados.

Esta operação terá inicio a 22 de maio, com um voo diário.

Para além desta nova ligação, em Portugal a Ryanair está, actualmente, a voar entre Lisboa e as cidades de Londres (Stansted), em Inglaterra, e Dublin, na Irlanda.

Em comunicado, a Ryanair refere que “mais de 99%” dos seus aviões ficarão em terra durante as próximas semanas, devido às proibições de voo ou outras restrições impostas pela “maioria dos países da União Europeia”, mas diz estar “a trabalhar com os governos da UE para tentar manter abertas algumas ligações aéreas mínimas por razões de emergência, apesar da ocupação de passageiros ser muito baixa nestes voos”.

Garantindo que irá cumprir “a todo o momento” as restrições estabelecidas, a Ryanair adianta que a programação reduzida de voos da companhia foi prolongada até 28 de Maio e diz esperar que os voos regulares da companhia possam ser reativados em Julho.

“Apoiamos as medidas tomadas pelos governos da União Europeia para combater o vírus, e esperamos que se implemente um plano coordenado para levantar as restrições de viagem assim que a Europa estiver pronta para voltar a voar e a situação da covid-19 estiver controlada, o que esperamos que seja tão cedo quanto possível. Até lá, vamos cuidar de nós, dos outros, das nossas famílias e das nossas comunidades”, refere.

Qatar Airways regressa a Portugal a 1 de julho com 4 voos semanais

 

A Qatar Airways anunciou hoje em comunicado que, a companhia vai iniciar uma abordagem faseada para reconstruir a sua rede, em linha com a evolução da procura por parte dos passageiros e o expectável relaxamento das restrições de entrada em países à volta do mundo. Tendo mantido voos agendados, dentro do possível, para pelo menos 30 destinos durante esta crise e para todos os continentes, a Qatar Airways ajudou a levar mais de 1 milhão de pessoas de volta a casa. Desta forma, a companhia colocou-se numa posição única para monitorizar fluxos globais de passageiros, assim como padrões de reserva, para planear com confiança a reintrodução global de destinos e frequências adicionais à sua rede. Portugal regressa a esta mesma rede a 1 de julho*, com 4 voos semanais na rota Lisboa- Doha durante Julho e Agosto.

Em território Português, a Qatar Airways estabeleceu um contacto permanente com a Secção de Emergência Consular do Ministério dos Negócios Estrangeiros, de forma a assistir com informação relevante no regresso de cidadãos Portugueses a casa nos seus voos programados.

O Group Chief Executive do Qatar Airways Group, Sua Excelência Mr. Akbar Al Baker, disse: “Nesta crise, os nossos passageiros estiveram sempre no centro do nosso foco. A nossa companhia implementou práticas de higiene e políticas comerciais líderes na indústria da aviação, permitindo aos nossos clientes reservar e viajar com confiança. Mantivemos uma rede ágil e flexível para ajudar a levar mais de 1 milhão de pessoas através do nosso moderníssimo hub em Doha, e para transportar mais de 100,000 toneladas de material médico essencial para onde quer que fosse necessário.

“Enquanto seguimos diariamente os indicadores do mercado de viagens global, continuamos focados na nossa missão, em como podemos facilitar mobilidade para os nossos clientes e providenciar conexão ao seu destino final. Construímos uma forte base de confiança com os nossos passageiros, governos, trade e aeroportos na qualidade de parceiro confiável durante esta crise, e temos intenção de continuar esta missão enquanto reconstruímos gradualmente a nossa rede.”

Sendo esta uma situação bastante dinâmica, a Qatar Airways retirou algumas premissas com base na sua perspetiva única, tendo sido uma das poucas companhias a operar globalmente nos últimos meses. Com as restrições de entrada em constante evolução, prever de forma exata as viagens futuras é um desafio. Contudo, enquanto a expectativa é de que as viagens de curta distância vão ser retomadas primeiro, os negócios entre grandes cidades vão gradualmente acentuar-se e irá haver um fluxo maior de visita a amigos e familiares depois de meses de confinamento.

A Qatar Airways vai tirar partido da sua diversa e eficiente frota com a diversidade de tamanho de aeronaves apropriada para garantir o melhor ajuste à procura esperada em cada rota planeada. No final de junho, o objetivo é ter 80 destinos no programa, incluindo 23 na Europa, quatro na América, 20 no Médio Oriente/África e 33 na região Ásia-Pacífico. Muitas cidades serão servidas com um forte programa de frequências diárias ou superiores.

O foco da expansão gradual vai estar inicialmente em fortalecer as conexões entre o hub da companhia em Doha e os hubs globais das suas companhias parceiras à volta do mundo, incluindo Singapura, Banguecoque, Kuala Lumpur e Hong Kong, ao mesmo tempo que reabre muitos dos principais destinos de negócios e lazer, como Sydney, Mumbai, Tóquio, Bali e Shanghai.

Neste momento, a companhia continua a operar voos em mais de 30 destinos mundialmente. Até ao final de maio, planeia fazer crescer a sua rede para mais de 50 destinos*, reiniciando serviços para destinos como Manila, Amman e Nairobi. Um número ainda maior de destinos* serão adicionados até ao final de junho.

A partir de 1 de julho*, todos estes destinos estarão acessíveis a partir de Lisboa, com a reabertura da rota em Portugal.

A350ACJ para o Governo Alemão pronto para receber interiores personalizados

 

O primeiro A350ACJ (Airbus Corporate Jet) e também o primeiro A350 para o Governo Alemão, aterrou hoje, 7 de abril, no Aeroporto de Hamburgo para trabalhos de montagem do interior de cabine personalizada.

Os trabalhos serão realizados pela Lufthansa Technik.

A força aérea alemã, Luftwaffe, fez um encomenda para três Airbus ACJ350-900, por forma a substituir os seus antigos A310 e A340, que ultimamente tem tido recorrentes problemas técnicos.

Inicialmente este modelo seria para a Lufthansa, mas a companhia cedeu os slots de entrega para a força aérea do seu país, a Luftwaffe.

Os modelos ACJ têm interior totalmente VIP, além de modificações internas que aumentam o alcance da aeronave, como tanques extras, localizados no porão.

Os A350ACJ vão substituir os dois A340-300, de matrículas 16+01 e 16+02, com 19 anos de idade, além do A310 de matrícula 10+23 com 29 anos de idade.

A título de curiosidade os A340 pertenceram à Lufthansa e o A310 pertenceu à falida Interflug.

TAP vai ter este verão mais ligações em code-share com a Air China

 

De acordo com a PressTur, a TAP vai poder oferecer ao mercado ligações a Chengdu, China, via Londres Heathrow, em code-share com a Air China, sua parceira na Star Alliance.

O que está previsto é a TAP ter o seu código TP no voo CA424 da Air China de Londres Heathrow para Chengdu, capital da província de Sichuan, no Sudoeste da China.

O voo descola de Heathrow às 22h00 às terças, quintas e sábados e tem chegada a Chengdu prevista para as 15h30 do dia seguinte.

O início do code-share está previsto para 2 de junho.

Grupo SATA prolongou suspensão da operação até 31 de maio

 

O Grupo SATA anunciou que vai manter as suas operações suspensas até ao dia 31 de maio, estando com a operação suspensa desde 19 de março devido à pandemia de covid-19.

“O grupo SATA manterá a sua operação suspensa até 31 de maio de 2020. Excetuam-se os voos para Toronto, Boston, Praia (Cabo Verde) e Frankfurt, que continuarão suspensos até 06 de junho de 2020”, avançou companhia, em comunicado.

RTP Açores

A RTP Açores noticiou que o Grupo SATA vai manter o regime de layoff até ao final deste mês.A operação regular da SATA Air Açores e da Azores Airlines está suspensa, pelo menos, até 31 de maio – a data prevista para retoma poderá ser alterada.

Publicado por Kiosque da Aviação em Quarta-feira, 6 de maio de 2020

A SATA indica que os passageiros que viram o seu voo cancelado terão a “possibilidade de agendar a sua viagem” até 31 de dezembro de 2020 ou de solicitar um ‘voucher’ com validade de um ano para “planear viagens futuras”.

“Esta situação poderá ser reavaliada em virtude da evolução do surto de covid-19”, acrescenta a empresa.

De recordar que no dia 19 de março, o Governo Regional determinou a suspensão das ligações aéreas da transportadora entre todas as ilhas da região, operadas pela SATA Air Açores.

Também nesse dia, o líder do executivo açoriano, Vasco Cordeiro, anunciou que iriam ser suspensas todas as ligações aéreas do exterior para o arquipélago, da responsabilidade da Azores Airlines.

Em 30 de abril, o presidente do Governo Regional anunciou que a transportadora aérea, da qual a região é acionista único, continuaria sem operar, exceto em casos de força maior ou transporte de carga, mas sem indicar uma data.

A SATA e a Ryanair não estão a operar para os Açores, mas a TAP nunca deixou de voar para a região, mantendo ainda duas ligações semanais para São Miguel e uma para a Terceira.

Costa garante que só haverá apoio à TAP com mais controlo e alteração da “relação de poderes”

 

O primeiro-ministro, António Costa, assegurou hoje que só haverá apoio à TAP com “mais controlo e uma relação de poderes adequada”, mas assegurou que a transportadora aérea continuará a “voar com as cores de Portugal”.

“O Estado não meterá – nem sob a forma de forma de garantia, injeção de capital ou empréstimo – um cêntimo que seja na TAP sem que isso signifique mais controlo e uma relação de poderes adequada a esse apoio que vier a conceder”, assegurou o primeiro-ministro.

No debate quinzenal no parlamento, Costa foi desafiado pelo líder do PSD, Rui Rio, a explicar qual o modelo de apoio previsto para a TAP e se esta continuará a ser uma empresa nacional ou se preferirá concentrar grande parte da operação em Lisboa, ironizando que, se assim for, poderá mudar de nome para “Linhas Aéreas da Estremadura”.

Na resposta, António Costa concordou com o líder do PSD que a TAP tem feito um “subaproveitamento” do aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, e sobre o futuro da TAP deixou algumas garantias.

“Haja o que houver, a TAP continuará a voar com as cores de Portugal e continuará a cumprir missões absolutamente essenciais como assegurar a continuidade territorial, a relação com a nossa diáspora e os serviços de interesse público que presta no Continente e na ligação com as duas Regiões Autónomas”, assegurou.

“Apoio haverá, apoio sem controlo não haverá”, reforçou, dizendo que o Governo recusará passar qualquer “cheque em branco” à empresa.

Atualmente, devido à pandemia de covid-19, a TAP tem a sua operação suspensa quase na totalidade e recorreu ao ‘lay-off’ simplificado dos trabalhadores.

O líder do PSD apontou a TAP – tema único que trouxe ao debate quinzenal – como “uma empresa tecnicamente falida”, que tem vindo a acumular prejuízos nos últimos anos.

Rio questionou diretamente António Costa se, como foi noticiado, o Governo confirma e concorda que a TAP pretenda reabrir as operações com 71 rotas a partir de Lisboa e apenas três do Porto, quando “o setor exportador está no norte” e muitos familiares de emigrantes na Europa também.

“Não há serviço público na TAP? Gestão parece que também não há, porque acumula prejuízos”, lamentou.

O líder social-democrata criticou igualmente que a empresa esteja a pagar o diferencial entre o teto máximo dado pelo Estado no âmbito dos apoios aos trabalhadores em ‘lay-off’ e salários de “cinco, seis ou até dez mil euros”.

“É que se assim é e depois a TAP vem de mão estendida pedir dinheiro ao Estado, o Estado vai dar um privilégio aos trabalhadores da TAP que não dá a mais nenhuma empresa do país”, alertou, numa intervenção que foi sendo alvo de constantes apartes das bancadas mais à esquerda.

“O PC está nervoso, mas não é ao João Oliveira [líder parlamentar do PCP] que estou a perguntar”, disse o líder do PSD.

Sobre as futuras rotas da TAP, Costa disse não ter informação pessoal, mas citou um desmentido público sobre essa distribuição de rotas entre Lisboa e Porto.

“O que tenho sempre manifestado é que há subutilização da TAP do aeroporto Francisco Sá Caneiro, foi pena não ter sido mais utilizado esse ativo”, concordou.

Já sobre o diferencial pago pela TAP aos trabalhadores em ‘lay-off’, o primeiro-ministro disse “não achar estranho”, num setor em que a “competitividade é crítica”.

“Acho um pouco estranho que simultaneamente critique o modelo que adotámos, mas depois dê a entender que é pelo facto de sermos acionistas e não gestores que a TAP tem tido piores resultados. É um voto de confiança extraordinário que só posso agradecer em nome do Governo”, ironizou.

Rio quis também saber se o apoio à TAP vai estar dependente de um plano de negócios e se passará por um aumento de capital apenas por parte do Estado ou também dos acionistas privados.

“Se for só o Estado, passa o Estado a ter maioria, mas precisa do tal plano de negócios para não estar a deitar dinheiro ao lixo”, avisou o líder do PSD

“Pessoalmente. eu não sou favorável a que o Estado proceda à gestão do dia a dia da TAP, já o fez, e não vejo vantagens nisso, agora é imprescindível o Estado estar lá”, respondeu Costa, salientando, por exemplo, que é por “instruções do Governo” que as Regiões Autónomas não estão “isoladas do mundo” e se mantém um voo semanal.

O primeiro-ministro referiu que “é publico e notório” que a TAP pediu que o Estado “emitisse uma garantia para um empréstimo de curto prazo negociado internacionalmente”.

“O que estamos a ver com a administração da TAP é se o que requerem é um apoio de curto prazo ou uma recapitalização”, disse, confirmando que, “se se alterar a posição do Estado e dos privados, a relação de poderes na TAP tem de se alterar correspondentemente”.

Desde 2016 que o Estado (através da Parpública) detém 50% da TAP, resultado das negociações do Governo de António Costa com o consórcio Gateway (de Humberto Pedrosa e David Neeleman), que ficou com 45% do capital da transportadora.

Os restantes 5% da empresa estão nas mãos dos trabalhadores.

“Dream” chegou hoje a Ponta Delgada para a realização de voo de carga

 

Às 15:48 (hora local) aterrava no Aeroporto João Paulo II o A320 CS-TKP “Dream” da Azores Airlines.

A aeronave passou por trabalhos de manutenção Check C e pintura em Bergen op Zoom, na Holanda.

Depois de aterrar em Ponta Delgada o A320 realizou o voo cargueiro RZO028F com destino a Lisboa

Recentemente tínhamos dado conta que finalmente o Grupo SATA começava a ganhar um fio condutor da sua imagem e da sua mensagem para os Açores e para Mundo.

A companhia, neste período que se pede a união de todos, começa a unificar a sua imagem com um dos maiores símbolos da sua história recente, o  BIA – Blue Islands Azores.

A nova pintura para os A320 seguem a linha das palavras chaves daquilo que os Açores despertam em nós, deixando cair o QR code.

Depois do CS-TKP, o CS-TKQ já seguiu esta semana para trabalhos de pintura, para receber a nova imagem, numa altura em que se apresenta numa versão “frigorífico”.

Para já falta saber qual o “título” que vai receber e a respectiva cor.

Falta saber quando o A320 CS-TKK irá receber as novas cores, uma vez que se encontra parqueado em Tarbes.

Este símbolo é um Açor reinventado, rectilíneo, inspirado no futurismo dos protótipos, construído a partir de nove pedaços assimétricos, distintos e coloridos, que simbolizam as nove ilhas do Arquipélago.

Em outubro de 2015 ocorreu uma mudança no nome da companhia, passando a designar-se Azores Airlines, tendo igualmente o esquema de cores mudado de azul para verde, de forma a distinguir-se da companhia-mãe SATA Air Açores.

De referir que o verde nunca colheu uma boa receptividade, tendo havido sempre uma pressão mediática para retomar os tons azuis.

Já em 2017 a marca Azores Airlines vê alterada a sua cor novamente para o azul com umas pequenas alterações no seu logotipo.

SATA | Azores Airlines

Brevemente o céu voltará a ser azul!SATA | Azores Airlines

Publicado por Kiosque da Aviação em Quarta-feira, 1 de abril de 2020

 

Com a uniformização do logotipo continuam a existir as duas marcas SATA e Azores Airlines mas agora mais unidades do que nunca.

A empresa começou a uniformizar os seus logotipos nas últimas publicações e certamente irá nos próximos tempos uniformizar no resto da sua actividade, uma vez que não implica grandes alterações.

CEO da Emirates disse que chegou ao fim a era do A380 e do B747

 

Os comentários foram feitos pelo CEO do maior cliente do Airbus A380 do mundo, enquanto o sector passa pela pior crise da história.

Time Clark afirmou que “Sabemos que chegou ao fim a era do A380 e do B747 ”

A pandemia do Coronavírus atingiu fortemente o mundo da aviação, levando às companhia aéreas a estacionar muitos dos seus aviões ou mesmo a totalidade da sua frota.

Sem dúvidas que um dos modelos mais atingidos foi o A380 devido à sua grande capacidade. Muitas companhia tinha programada a sua saída das respectivas frotas e o Coronavírus veio acelerar o processo.

A Airbus cancelou o programa A380 e no primeiro trimestre de 2020, a Boeing não entregou nenhum B747.

Em todo o sector, vimos uma mudança geral de aeronaves de quatro motores maiores e menos eficientes para modelos bimotores.  Segundo Time Clark , as aeronaves mais pequenas, são mais fáceis de encher e queimam menos combustível do que os seus antecessores maiores:

“O A350 e o 787 sempre terão um lugar. Estes modelos podem não ser encomendados em breve, podem ter pedidos adiados e adiados, mas eventualmente eles voltarão e serão mais adequados provavelmente para a procura global nos anos após a pandemia. ”

De recordar que, a Emirates assinou durante o Dubai Airshow um contrato para 50 aeronaves Airbus A350 e separadamente para 30 Boeing 787-9.

Voos para Itália continuam suspensos até 19 de maio

 

O Governo prolongou, pela quarta vez, a suspensão de voos para Itália por mais 14 dias, até 19 de maio, justificada por “cuidados excepcionais” a ter com a situação pandémica no país.

A suspensão de voos para Itália aconteceu pela primeira vez em 10 março, por 14 dias, e foi prorrogada por iguais períodos em 23 de Março, 8 e 21 Abril, e 6 de Maio, com efeitos a partir da meia-noite, de acordo com o despacho assinado na terça-feira pelos ministros da Defesa Nacional, da Administração Interna, da Saúde e pelo secretário de Estado Adjunto e das Comunicações.

“Atendendo a que a situação pandémica em Itália ainda continua a merecer cuidados excepcionais, verifica-se que persistem os motivos subjacentes à suspensão em apreço, pelo que se impõe uma nova prorrogação”, justificam os governantes no despacho publicado em Diário da República.

Esta prorrogação da suspensão de voos, diz o Governo no despacho, inclui a garantia excepcional, conferida por um despacho de 8 de Abril, também prorrogada no dia 21 desse mês, de não se aplicar aos voos das aeronaves que integram ou venham a integrar o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR), “e bem assim aos demais voos já anteriormente excluídos da sua aplicação”.

Alguns dos aeroportos quase sem actividade nos últimos dois meses, devido à redução do tráfego aéreo, começaram a reabrir esta segunda-feira para voos comerciais, como os de Ciampino e Peretola.

No caso de Ciampino, o segundo aeroporto de Roma depois do de Fiumicino, não chegou a encerrar na totalidade, e acolhe principalmente voos de companhias aéreas de baixo custo, nomeadamente a Ryanair, já Peretola, o pequeno aeroporto que serve Florença, é o segundo aeroporto mais importante da Toscana, depois do de Pisa.

American Airlines vai estacionar a totalidade da sua frota A330

A American Airlines reconhece o fato de que as viagens internacionais vão demorar a retornar após a pandemia de coronavírus.

Esta situação leva que a America Airlines tenha tomado a decisão de estacionar os seus 15 A330-200s até pelo menos 2022, disse o vice-presidente sénior de operações de vôo Kimball Stone aos pilotos através mensagem interna, esta quarta-feira.

Com esta decisão a companhia vai fechar as suas bases A330, em Charlotte (CLT) e Filadélfia (PHL), e irá formar e certificar os pilotos para outras aeronaves.

“Dada a actual previsão para a procura internacional em baixo e não havendo nenhuma oportunidade de utilizar a frota de forma lucrativa no mercado interno, tomamos a difícil decisão de colocar todas as nossas aeronaves A330-200 em armazenamento de longo prazo”, escreveu Stone.

A companhia já retirou quatro tipos principais de aeronaves – A330-300, Boeing 757 e 767 e Embraer E190 – para um total de 80 aviões. A decisão de estacionar o A330-200 aumenta o número total para 95 aviões.

“O objetivo de simplificar as frotas é levar a estrutura de custos [para baixo] para onde ela precisa estar”, disse o diretor financeiro americano Derek Kerr.

euroAtlantic airways voa para Portugal com toneladas de material sanitário provenientes da Índia

 

A euroAtlantic airways (EAA) indicou, em comunicado, que um dos seus Boeing B767-300ER em plena crise do novo Coronavirus, aterrou ontem na Índia no Aeroporto Internacional de Kempegowda (BLR) de Bangalore, capital do estado de Kamataka, um centro tecnológico localizado do sul da Índia, para carregar 15 toneladas de Material Sanitário com destino a Portugal.

O voo da EAA (MMZ-YU655) fez escala técnica no Aeroporto Internacional de Tbilisi (TBS) na Geórgia, tendo aterrado já hoje no Aeroporto Humberto Delgado em Lisboa, às 12h:4a.

A totalidade da frota da euroAtlantic registada na Autoridade Aérea nacional, ostentando a flâmula portuguesa, na pandemia do Covid-19, têm estado disponível para servir as capacidades estratégicas de Portugal, em necessidades de voos de repatriamentos, como no caso mais visível na opinião pública de Dili, Timor-Leste, ou no transporte de Carga aérea.

O ativo da euroAtlantic airways (CS-TKS) que estava estacionado no Aeroporto Internacional Soekarno-Hatta (CGK), na região metropolitana de Jakarta, após efetuar um segundo voo de repatriamento de Staff da Carnival Cruise Lines, no regresso a Portugal pode fazer uma escala na Índia que os profissionais de saúde muito vão agradecer. Os méritos da EAA ficam a dever-se ás autoridades portuguesas, Ministério dos Negócios Estrangeiros, Embaixada de Portugal na Índia, AICEP e Autoridade Aérea indiana, que em poucas horas e uma  diferença horária (+04:30), desbloquearam todas as licenças de sobrevoo e aterragem.

A companhia refere ainda que as suas Tripulações continuam a voar por 84,5% dos países do globo, para que nenhum falante de português fique pata trás, tem neste momento outro Boeing B767-300ER da sua frota, estacionado no Aeroporto Internacional de São Paulo (GRU) Guarulhos, aguardando Carga destinada a um terceiro país da CPLP.

Voos na Europa 50% mais caros com obrigação de deixar lugares livres – IATA

 

A Associação Internacional de Transportes Aéreos (IATA) alertou hoje para o “aumento drástico” dos preços dos voos se as companhias forem obrigadas a operar com lugares livres entre passageiros para garantir distanciamento, falando numa subida de 49% na Europa.

“A IATA não apoia a imposição de medidas de distanciamento social que deixariam os assentos do meio vazios”, defende em comunicado a associação internacional, que representa cerca de 290 companhias aéreas de 120 países e 82% do tráfego aéreo mundial.

Alertando para o impacto deste tipo de medidas na viabilidade económica das operações, aquando da sua retoma após o levantamento das medidas restritivas relacionadas com a pandemia de covid-19, a IATA argumenta que, “com menos lugares para vender, os custos unitários [cobrados a cada passageiro] aumentariam drasticamente”.

E, segundo as contas da associação internacional, para poder cobrir os custos das operações e torná-las viáveis, as tarifas cobradas por lugar na Europa poderiam mesmo subir 49%, passando de um valor médio de 135 dólares (124 euros) para 201 dólares (184 euros).

De acordo com a IATA, para estas contas foi considerado um fator de ponderação de 79%, que contrabalança com taxas de ocupação mais baixas do que o habitual, dadas as grandes dificuldades financeiras das companhias aéreas resultantes da crise gerada pela covid-19.

Numa altura em que a Comissão Europeia se prepara para divulgar recomendações sobre a retoma das ligações aéreas, a IATA manifesta a sua oposição a estas medidas de distanciamento social a bordo, frisando desde logo que “as evidências sugerem que o risco de transmissão a bordo das aeronaves é baixo”.

Para esta entidade, é necessário antes assegurar que, temporariamente, tanto os passageiros como a tripulação das companhias aéreas utilizam equipamentos de proteção como máscaras faciais.

“O uso de máscaras por parte passageiros e tripulação reduzirá o já baixo risco, ao mesmo tempo em que evitará o aumento dramático dos custos das viagens aéreas que as medidas de distanciamento social a bordo trariam”, argumenta a IATA.

De acordo com a associação internacional, mesmo que os países instituíssem temporariamente a medida de deixar o lugar do meio livre, “não era possível assegurar a separação recomendada para que o distanciamento social seja eficaz”, uma vez que “a maioria das autoridades recomenda um a dois metros e a largura média dos assentos é inferior a 50 centímetros”.

Além das máscaras, a IATA recomenda que as transportadores meçam a temperatura de passageiros e trabalhadores, adotem processos de embarque e desembarque com menos contacto, limitem os movimentos dentro das aeronaves durante os voos, façam limpezas mais frequentes e profundas dos aviões e ainda simplifiquem os serviços de alimentação.

Esta posição do setor é semelhante à já manifestada pela Comissão Europeia.

Numa entrevista à agência Lusa publicada no passado domingo, a comissária europeia dos Transportes, Adina Vălean, recomendou que, quando os voos forem retomados, os passageiros utilizem equipamentos de proteção como máscaras, considerando esta medida “o mínimo que se pode fazer”.

Já questionada pela Lusa sobre a eventual colocação de assentos vazios entre passageiros para garantir o distanciamento social, Adina Vălean afastou esta medida como regra.

“Não recomendo, como norma, manter espaços livres [entre passageiros]”, disse.

Posição diferente manifestou o Governo português que, numa portaria publicada em Diário da República no passado fim de semana, determinou que o transporte aéreo de passageiros deve ser limitado a dois terços da lotação normalmente prevista para cada aeronave.

Entretanto, o ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, já veio assegurar que Portugal vai adaptar-se às regras europeias no restabelecimento das ligações aéreas entre os países.

Lufthansa Technik anunciou que está a converter um Airbus A380 para versão cargueira

 

A Lufthansa Technik, a divisão de manutenção de aeronaves da Lufthansa, anunciou que está a converter o maior avião de passageiros do mundo em cargueiro.

Esta conversão não irá envolver nenhuma instalação de porta de cargas, ou modificações mais pesadas, apenas uma adaptação de cabine para o transporte de carga.

Para já não é conhecido o cliente que solicitou a alteração de cabine.

“Nos últimos dias, recebemos um grande interesse de diferentes companhias aéreas em relação aos nossos serviços para a conversão de versão de passageiros para carga”, explicou Henning Jochmann, diretor sénior de manutenção de base de modificação de aeronaves da Lufthansa Technik.

A Airbus anunciou recentemente, também, que está a desenvolver uma modificação de cabine que permitirá às companhias aéreas instalar paletes de carga diretamente nos trilhos dos assentos da cabine, após a remoção dos assentos da classe económica.

Esta solução ajudará na continuidade dos negócios das próprias companhias aéreas e também irá aliviar a escassez global de capacidade de carga aérea de porão devido à paragem generalizada de aeronaves de longo curso no contexto da pandemia de COVID-19.

Esta solução, visa ajudar o setor a dar resposta à grande procura de voos humanitários para transportar grandes quantidades de equipamentos médicos e outros materiais rapidamente por grandes distâncias para onde são necessários.

Comparada com o carregamento de carga nos assentos, esta solução da Airbus facilita as operações de carregamento e descarregamento mais fáceis e rápidas, além de reduzir o uso e desgaste dos próprios assentos.

Outros benefícios importantes incluem a segurança adicional de proteção robusta contra incêndio e a capacidade de restrição de carga de 9g para impedir que qualquer objeto possa deslocar-se durante o voo.

A modificação é fornecida para os operadores como um Boletim de Serviço da Airbus (SB). Sob este acordo, a Airbus define o objetivo de trabalho de engenharia e também coordena o processo para obter a certificação única da Agência de Segurança da Aviação da União Europeia (EASA).

Esta modificação inclui a remoção de assentos e IFE (entretenimento a bordo), instalação de paletes de carga e equipamentos de segurança associados – e também a reinstalação dos elementos originais da cabine de passageiros para voltar às operações dos passageiros.

Até agora, os especialistas em modificação de cabine da empresa receberam consultas de mais de 40 companhias aéreas. Mais de 15 projetos para diferentes tipos de aeronaves já estão em fase de implementação. Atualmente, a Lufthansa Technik está trabalhando arduamente para obter STCs para todos os tipos de aeronaves usuais em operação mundial, para que as companhias aéreas de todo o mundo possam converter rapidamente suas aeronaves de passageiros em cargueiros auxiliares.

Conheça a operação prevista da TAP até 31 de maio

 

A TAP anunciou no seu site que a companhia deu inicio a um novo plano de operação, no dia 23 de março, e que deverá vigorar até ao dia 11 de maio.

A companhia acrescenta, sempre que for possível e sempre que as circunstâncias assim o exijam será feito um ajuste a este plano. Este ajuste respeita o atual quadro de imposição de restrições à mobilidade das pessoas, como principal medida de contenção e erradicação do coronavírus COVID-19, com fecho de fronteiras e declarações de estados de emergência pelas autoridades governamentais, onde a Companhia opera.

A TAP , entre 18 e 31 de maio, irá operar 17 voos por semana, entre os quais três para o Brasil, quatro internacionais intra-europeus e dez domésticos.

Rota
 Frequências
05 maio – 17 maio
 Frequências
18 Maio – 31 maio
América do Sul
 Lisboa – São Paulo (GRU)  Sem operação 2 voos por semana
 Lisboa – Rio de Janeiro (GIG)  Sem operação 1 voo por semana
 
América do Norte
Lisboa – Newark (EWR)  Sem operação  Sem operação
Lisboa – Boston (BOS)  Sem operação  Sem operação
Lisboa – Toronto (YYZ)  Sem operação  Sem operação
Lisboa – Miami (MIA)  Sem operação  Sem operação
 Europa
 Lisboa – Bruxelas (BRU)  Sem operação  Sem operação
 Lisboa – Genebra (GVA)  Sem operação  Sem operação
 Lisboa – Frankfurt (FRA)  Sem operação  Sem operação
 Lisboa – Londres (LHR)  2 voos por semana  2 voos por semana
 Lisboa – Paris  2 voos por semana  2 voos por semana
 Lisboa – Amsterdão (AMS)  Sem operação  Sem operação
Portugal
 Lisboa – Porto (OPO)  Sem operação  3 voos por semana
 Lisboa – Funchal (FNC)  2 voos por semana  3 voos por semana
 Lisboa – Ponta Delgada (PDL)  3 voos por semana  2 voos por semana
 Lisboa – Terceira (TER)  1 voo por semana  2 voo por semana

Todos os voos anunciados são à partida do hub da companhia, no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, com dois voos semanais par; Londres Heathrow, Paris e Funchal, três voos semanais para Ponta Delgada e um para a Terceira.

A partir do dia 18 de maio a companhia prevê recomeçar a sua operação para o Brasil com dois voos semanais para São Paulo Guarulhos e um para o Rio de Janeiro Galeão, que serão as únicas rotas para o continente americano, já que a TAP não prevê nessa fase retomar Estados Unidos e Venezuela, nem avançar com a planeada estreia no México, com Cancun.

Também a 18 de maio a TAP prevê realizar três voos semanais entre a cidade de Lisboa e a cidade do Porto.

KLM inicia retoma gradual e cuidadosa da sua rede europeia

 

A KLM Royal Dutch Airlines, indicou hoje em comunicado que, a companhia iniciou esta segunda-feira, o restabelecimento gradual da sua rede europeia. A companhia aérea retomou o serviço diário para oito destinos adicionais, suspensos em conformidade com as restrições de viagem relacionadas com o Covid-19. A partir de 11 de maio, o uso de máscaras faciais passa a ser obrigatório em todos os voos da rede da KLM.

A fortemente reduzida rede europeia está configurada para conectar-se com o maior número possível de voos na rede intercontinental. As rotas serão reabertas gradualmente, mas poderão ser alteradas semanalmente, dependendo das medidas adotadas pelas autoridades nos destinos.

O objetivo da KLM para maio é a retoma de 15% dos seus voos, face ao período anterior ao surto de Covid-19. Atualmente, um número considerável de voos intercontinentais está a ser operado apenas com carga.

No início desta semana, a KLM retomou o serviço – um voo diário, sete dias por semana – para os seguintes destinos: Barcelona, Madrid, Roma, Milão, Budapeste, Praga, Varsóvia e Helsínquia. Estes voos são operados em aviões Embraer.

Em Portugal, sublinha-se ainda que tem estado a ser operado, desde 28 de março, 1 voo diário entre Lisboa e Amesterdão-Schiphol, em Boeing B737 (138 lugares), serviço que se mantém igualmente diário ao longo do mês de maio. Em simultâneo, a Air France, a companhia francesa do Grupo Air France-KLM, mantém também em operação 3 voos semanais entre Lisboa e Paris-Charles de Gaulle, em avião da família Airbus A320.

Uso obrigatório de máscaras faciais a bordo

Desde o início do surto do Covid-19, a KLM introduziu muitas medidas em torno da triagem e da higiene para proteger os clientes e as equipas da KLM, a bordo e nos aeroportos. A política da KLM assenta em diretivas nacionais (RIVM) e internacionais (OMS, IATA) e está em conformidade com as leis e os regulamentos internacionais. Nas situações em que o distanciamento social não pode ser garantido, o uso de máscaras vai ser recomendado ou tornado obrigatório. Alguns destinos exigem já que as máscaras sejam usadas a bordo dos voos.

A partir de 11 de maio, e em simultâneo com o restabelecimento da rede da KLM, as máscaras serão obrigatórias a bordo e durante o embarque. Os passageiros são responsáveis por providenciar as suas próprias máscaras.

Tendo em conta a contínua evolução dos regulamentos e legislação, as máscaras faciais permanecerão, até novo aviso, obrigatórias até 31 de agosto de 2020.

Virgin Atlantic vai cortar a sua operação em Gatwick e despedir mais de 3 mil funcionários

A Virgin Atlantic anunciou que vai cortar mais de 3.000 empregos no Reino Unido e vai encerrar a sua operação no aeroporto de Gatwick.

O anúncio ocorre depois que a British Airways disse que não poderia descartar o encerramento da sua operação em Gatwick.

O sindicato de pilotos Balpa descreveu este anúncio como “devastador”.

Actualmente, a Virgin Atlantic emprega um total de cerca de 10.000 pessoas.

A Virgin Atlantic, que está num processo de solicitação de empréstimos de emergência do governo, diz que os empregos serão perdidos em todos os aspectos. “Este é outro golpe terrível para a indústria e é uma evidência da terrível situação que a aviação britânica enfrenta”, disse Balpa.

O secretário geral do sindicato, Brian Strutton, disse: “Os nossos membros e todos os funcionários da Virgin Atlantic ficarão chocados com a escala desta bomba. Vamos desafiar a Virgin com muita força para justificar isso”.

A Virgin Atlantic também planeia reduzir o tamanho da sua frota de aeronaves de 45 para 35 até o verão de 2022.

A companhia espera restaurar cerca de 60% da sua capacidade de voo pré-pandémica até o final de 2020.

TAP sem plano de retoma mas admite “várias simulações”

 

A TAP esclareceu hoje que não tem um plano para retomar a sua atividade, que foi impactada pela pandemia de covid-19, sublinhando que “há várias simulações que acomodam diversas avaliações da situação”.

Em resposta à Lusa, a transportadora portuguesa esclareceu que “não tem plano de retoma”, acrescentando que “há várias simulações que acomodam diversas avaliações da situação”, sem avançar mais informação.

Na sexta-feira, o Jornal de Notícias avançou que a TAP ia retomar a atividade com 71 rotas a partir do aeroporto de Lisboa e três com partida do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto.

Hoje, o presidente do PSD manifestou-se contra uma eventual reativação da operação da TAP com apenas três destinos a partir do Norte, considerando que tal plano transformaria a transportadora numa empresa regional, o que, defendeu, dispensaria apoios do Estado.

Também hoje, o Turismo do Porto e Norte manifestou-se “frontalmente contra” a hipótese de TAP ter apenas três voos a partir do aeroporto do Porto no pós-estado de emergência e o Sindicato dos Trabalhadores dos Transportes da Área Metropolitana do Porto (STTAMP) repudiou esta alegada intenção da companhia, considerando que tal põe em causa o relançamento da economia regional.

Em 22 de abril, a companhia aérea pediu garantias ao Estado para duas possíveis operações de financiamento, por parte do Haitong e do ICBC Spain, para um total de 350 milhões de euros.

Na missiva, a que a Lusa teve acesso, endereçada à Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) e assinada pela Comissão Executiva da transportadora, a TAP faz vários pedidos, tendo em conta a situação resultante da pandemia de covid-19.

O grupo estimava, no dia 20 de março, que precisava de 350 milhões de euros até junho para fazer face às necessidades geradas pela crise, que reduziu a atividade a poucos voos essenciais.

Já na quarta-feira passada, o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, reafirmou no parlamento que o Governo está a avaliar todas as propostas de solução para o problema da TAP, não excluindo qualquer uma delas, incluindo uma nacionalização.

O Grupo TAP registou prejuízos de 105,6 milhões de euros em 2019, uma melhoria de 12,4 milhões de euros face às perdas de 118 milhões registadas em 2018.

A TAP é detida pelo Estado (50%), pela Atlantic Gateway (45%) e pelos trabalhadores (5%).

UE autoriza França a ajudar financeiramente a Air France

 

A Comissão Europeia autorizou a França a apoiar com 7 mil milhões de euros a companhia aérea Air France, sob a forma de empréstimo, para fazer face às consequências da pandemia de covid-19.

“Esta garantia e os empréstimos adicionais concedidos pela França, no valor de sete mil milhões de euros, vão dar à Air France a liquidez necessária para resistir urgentemente aos efeitos da pandemia”, refere a comissária europeia da Concorrência, Margareth Vestager, em comunicado.

A Comissão Europeia que regula a concorrência na União Europeia relaxou em março as regras sobre as ajudas dos Estados às companhias afetadas pelas consequências da pandemia de covid-19.

Para a Air France, a ajuda francesa vai desdobra-se em quatro mil milhões de euros de empréstimos bancários (garantidos em 90% pelo Estado) e três mil milhões de empréstimo direto, tendo como contrapartida o compromisso na melhoria da rentabilidade na redução das emissões de monóxido de carbono (CO2).

“A França tinha demonstrado que outras possibilidade na obtenção de liquidez nos mercados já tinham sido exploradas e esgotadas”, explica a Comissão Europeia considerando que a ausência de apoio público poderia expor a Air France ao risco de falência, devido à queda das atividades operacionais.

“A situação poderia provavelmente prejudicar de forma grave a economia francesa”, acrescenta o comunicado.

A Air France reduziu de forma drástica as atividades na sequência das restrições impostas em todo o mundo sobre viagens como medida de contenção da propagação do novo coronavírus.

Os Estados francês e holandês detêm cada um 14% do grupo Air France que integra a transportadora KLM.

O governo da Holanda prevê ajudar a KLM com um empréstimo entre dois a quatro mil milhões de euros.

Avião da African Express foi atingido por míssil

 

Um avião bimotor turboélice Embraer 120 da companhia aérea queniana African Express, com a matrícula 5Y-AXO, caiu quando se preparava para aterrar no aeroporto de Bardaale, no sudoeste da Somália.

De acordo com as primeiras informações, o acidente ocorreu às 15h45 (hora local), quando a aeronave terá sido atingida por um míssil.

Segundo algumas publicações no Twitter o avião terá sido atingido pelas forças do exército da Etiópia que formam a força militar internacional de interposição a grupos armados que se confrontam naquele região da Somália, tendo os militares confundido a aeronave com um aparelho inimigo.

Todas as seis pessoas a bordo perderam a vida.

O Embraer 120 foi fretado por uma ONG para o transporte de material médico e redes mosquiteiras para Bardale.

Segundo as autoridades já foi aberto um inquérito para investigar as causas do acidente.

 

euroAtlantic voo até aos Barbados para repatriar marinheiros da Carnival Cruise Line

 

A euroAtlatic através de comunicado informou que: um avião da companhia Boeing B767-300ER na atual crise do novo Coronavirus, aterrou em Barbados no Aeroporto Internacional Sir Grantley Adams (BGY), (voo MMZ-YU653), que serve a capital Bridgetown.

A escala da euroAtlantic na antiga colónia britânica, não fosse o motivo de realizar mais um voo repatriamento de paquetes da Carnival Cruise Lines, permitiria ao pessoal navegante português, conhecer um pouco da história da antiga colónia britânica, um cartão postal com praias de areias brancas, voltadas para o mar das Caraíbas, descoberta em 1511 por espanhóis e que a partir de 1536 tripulantes das naus portuguesas em rota para o Brasil, passaram a visitar.

A euroAtlantic airways renova mostrar o seu logotipo junto à Carnival Cruise Line, que integra a Carnival Corporation & pic, uma multinacional anglo-americana de cruzeiros, formada por 10 companhias, como a Holland America Line, Princess Cruises nos Estados Unidos a P&O Cruises e Cunard Line no Reino Unido, AIDA Cruises na Alemanha, Costa Crociere na Itália, estendendo ainda a sua rede de companhias a Espanha e Austrália.

A totalidade da frota da euroAtlantic está registada na Autoridade Aérea nacional e na atual pandemia da Covid-19, tem estado disponível para servir as capacidades estratégicas de Portugal, em necessidades de repatriamentos ou transporte de Carga aérea, evitando recursos a dependências externas.

Foto: Mario Alvim

O voo da euroAtlantic airways (MMZ-YU654) sai de Barbados dia 2 de maio pelas 14:00 (horas UTC) em direção ao Aeroporto Humberto Delgado (LIS) de Lisboa, onde deverá aterrar pelas 21:05 (horas UTC). Após rotação em Portugal, vai fazer uma escala técnica no Aeroporto Internacional de Tbilisi (TBS) na Geórgia, pelas 03:50 (horas UTC dia 3 de maio) e prevê estimar o destino final na Indonésia no Aeroporto Internacional Soekarno-Hatta (CGK) que serve a região metropolitana de Jakarta, também destino do anterior voo repatriamento de Staff da Carnival Cruise Lines efetuado pela EAA a partir de Los Angeles, Estados Unidos.

Foto: Mario Alvim

A euroAtlantic airways recebeu da Carnival Cruise (Fleet Medical Operations) que opera 27 embarcações, com cerca de 40.000 tripulantes, garantias que todo o pessoal alvo de repatriamento, não estão infetados com o Covid-19, tendo já cumprido quarentenas superior a 14 dias. Para a EAA este o quinto repatriamento de navios atracados em portos do Japão, Tailândia, Estados Unidos e Portugal (MSC Fantasia).

Airbus desenvolve solução para as companhias aéreas utilizarem os seus A350 e A330 para transportarem carga na cabine

A Airbus está a desenvolver uma modificação para as aeronaves da família A330 e A350, que permitirá às companhias aéreas instalar paletes de carga diretamente nos trilhos dos assentos da cabine, após a remoção dos assentos da classe económica.

Esta solução ajudará na continuidade dos negócios das próprias companhias aéreas e também irá aliviar a escassez global de capacidade de carga aérea de porão devido à paragem generalizada de aeronaves de longo curso no contexto da pandemia de COVID-19.

Esta solução, visa ajudar o setor a dar resposta à grande procura de voos humanitários para transportar grandes quantidades de equipamentos médicos e outros materiais rapidamente por grandes distâncias para onde são necessários.

Comparada com o carregamento de carga nos assentos, esta solução da Airbus facilita as operações de carregamento e descarregamento mais fáceis e rápidas, além de reduzir o uso e desgaste dos próprios assentos.

Outros benefícios importantes incluem a segurança adicional de proteção robusta contra incêndio e a capacidade de restrição de carga de 9g para impedir que qualquer objeto possa deslocar-se durante o voo.

A modificação é fornecida para os operadores como um Boletim de Serviço da Airbus (SB). Sob este acordo, a Airbus define o objetivo de trabalho de engenharia e também coordena o processo para obter a certificação única da Agência de Segurança da Aviação da União Europeia (EASA).

Esta modificação inclui a remoção de assentos e IFE (entretenimento a bordo), instalação de paletes de carga e equipamentos de segurança associados – e também a reinstalação dos elementos originais da cabine de passageiros para voltar às operações dos passageiros.

A abordagem SB também será válida depois da pandemia do COVID-19.

Depois do CS-TKP chega a vez do CS-TKQ receber as cores e logotipo da Azores Airlines

 

Recentemente tínhamos dado conta que finalmente o Grupo SATA começava a ganhar um fio condutor da sua imagem e da sua mensagem para os Açores e para Mundo.

A companhia, neste período que se pede a união de todos, começa a unificar a sua imagem com um dos maiores símbolos da sua história recente, o  BIA – Blue Islands Azores.

De referir que o A320 CS-TKP encontrava-se a realizar o em Check C e precisava de trabalhos de pintura.

A nova pintura para os A320 seguem a linha das palavras chaves daquilo que os Açores despertam em nós, deixando cair o QR code.

Segundo algumas informações, o A320 CS-TKP está previsto regressar de Woensdrecht Airport (WOE), na Holanda no dia 6 de maio, voando directamente para Ponta Delgada, Açores.

Depois do CS-TKP, chega vez do CS-TKQ receber a nova imagem, numa altura em que se apresenta numa versão “frigorífico”.

Para já falta saber qual o “título” que vai receber e a respectiva cor.

O CS-TKQ deverá descolar amanhã, 4 de maio, com destino a Woensdrecht Airport (WOE) para receber a sua nova imagem.

A título de curiosidade, o CS-TKQ chegou a ter um “cachalote” na sua fuselagem mas devido às pressões na altura devido à imagem do A330 CS-TRY foi mandado retirar.

De referir que o então conhecido “cachalote” foi considerado um dos 10 aviões mais bonitos do mundo, segundo a CNN.

Depois do CS-TKP e do CS-TKQ falta saber quando o A320 CS-TKK irá recber as novas cores, uma vez que se encontra parqueado em Tarbes.

Este símbolo é um Açor reinventado, rectilíneo, inspirado no futurismo dos protótipos, construído a partir de nove pedaços assimétricos, distintos e coloridos, que simbolizam as nove ilhas do Arquipélago.

Em outubro de 2015 ocorreu uma mudança no nome da companhia, passando a designar-se Azores Airlines, tendo igualmente o esquema de cores mudado de azul para verde, de forma a distinguir-se da companhia-mãe SATA Air Açores.

De referir que o verde nunca colheu uma boa receptividade, tendo havido sempre uma pressão mediática para retomar os tons azuis.

Já em 2017 a marca Azores Airlines vê alterada a sua cor novamente para o azul com umas pequenas alterações no seu logotipo.

SATA | Azores Airlines

Brevemente o céu voltará a ser azul!SATA | Azores Airlines

Publicado por Kiosque da Aviação em Quarta-feira, 1 de abril de 2020

 

Com a uniformização do logotipo continuam a existir as duas marcas SATA e Azores Airlines mas agora mais unidades do que nunca.

A empresa começou a uniformizar os seus logotipos nas últimas publicações e certamente irá nos próximos tempos uniformizar no resto da sua actividade, uma vez que não implica grandes alterações.

A TAP realizou o seu voo mais longo de sempre

 

Como referimos anteriormente, a TAP Air Portugal esteve envolvida em mais uma operação de transporte de material de médico para a ajudar ao combate da pandemia do Covit-19.

Seria mais um voo igual aos últimos que a companhia tem operado não fosse o destino final, o Brasil.

O Airbus A330-900 CS-TUS ligou o aeroporto de Guangzhou na China ao aeroporto de Confins no Brasil com uma escala técnica em Lisboa.

O voo entre a cidade chinesa de Guangzhou e Lisboa durou 15h03, tendo a companhia anunciado na sua conta Twitter, que realizou o seu voo mais longo de sempre.

Já o voo entre Lisboa e Confins durou cerca de 9 horas.

Foto: TAP

“Uma operação exigente, realizada graças ao verdadeiro esforço das equipas da companhia e da TAP Air Cargo”, pode-se ler na mesma publicação no Twitter.

Beijing Capital Airlines pretende retomar voos entre Pequim e Lisboa a 22 de maio

 

Depois de inicialmente ter previsto retomar os voos para Lisboa a 24 de abril, a Beijing Capital Airlines, única companhia de aviação chinesa a fazer voos para Portugal, indicou o dia 22 maio, para retomar a sua operação entre Pequim – Xi’an – Lisboa.

A companhia tem programado um voo semanal em equipamento Airbus A330-200, com partidas da China às sextas e de Lisboa aos sábados.

Aviões vão ter de limite de passageiros a dois terços da lotação

 

O transporte aéreo de passageiros vai ser limitado a dois terços da lotação normalmente prevista para cada aeronave, definiu hoje o Governo, em portaria publicada em Diário da República, no âmbito das medidas contra a pandemia de covid-19.

A portaria n.º 106/2020 “estabelece para o transporte aéreo um limite máximo de passageiros, bem como as exceções a esse limite e respetivos requisitos, por forma a garantir a distância conveniente entre os passageiros e a garantir a sua segurança”, prevendo igualmente as exceções à regra geral de 2/3 da capacidade das aeronaves, que entra em vigor já este domingo.

Entre as exceções estão voos específicos para repatriamento de cidadãos; voos comerciais de transportadoras aéreas, nacionais ou estrangeiras, que “sejam aproveitados para efetuar ações de repatriamento ou que sirvam justificadamente esse propósito”; aeronaves com lotação máxima disponível de 19 lugares, em operações de transporte aéreo comercial não regular; e voos comerciais não regulares contratados por empresas para transportar trabalhadores ao seu serviço para países com os quais Portugal mantenha os voos abertos.


Caso não seja necessária a otimização da lotação da aeronave para os voos previstos nas exceções, o regime estipula ainda que os passageiros devem “ser distribuídos por lugares que maximizem as possibilidades de afastamento entre si, em função da capacidade da aeronave e do número de passageiros a transportar.

Contudo, as isenções à regra geral de ocupação máxima de 2/3 do avião estão condicionadas à ausência de passageiros com sintomas da covid-19 e que o país de destino não condicione os voos de chegada por restrição de capacidade e que, por isso, possa recusar voos ou repatriamento de cidadãos.

Simultaneamente, os trabalhadores têm de possuir autorização de residência como trabalhadores imigrantes no país de destino, o seu regresso a Portugal só ocorra pelo menos ao fim de dois meses, e devem aceitar as regras sanitárias exigidas na chegada ao país de destino, como, por exemplo, a aplicação de quarentenas ou rastreio visual e de temperatura através das câmaras térmicas de infravermelhos.

Ventos fortes provocam colisão de dois aviões estacionados (com vídeo)


Um Boeing 787 da Qatar Airways colidiu com um Airbus A350, também da Qatar, devido a uma forte tempestade que se abateu sobre o Aeroporto Internacional de Hamad.

Os ventos fortes, como se pode ver no vídeo, levaram o Boeing  B787 A7-BCT  a sair da sua posição de estacionamento e embater no A350.

A Qatar já emitiu um comunicado oficial onde indica que, o Boeing 787 estava correctamente estacionado e fixado (com calços) na sua posição conforme as recomendações do manual de manutenção da Boeing, não existindo passageiros ou tripulantes a bordo, tendo o avião sofrido pequenos danos.

Azores Airlines atinge recorde histórico no transporte de carga em Airbus 321neo

 

A Azores Airlines, indicou em comunicado, que atingiu um recorde histórico no transporte de carga e correio, desde que opera com equipamento Airbus A321 Neo.

Transportou, numa só ligação entre Ponta Delgada e Lisboa, mais de 11 toneladas de carga e correio, entreas quais destacam-se 7 toneladas de pescado fresco e 2,5 toneladas de ananás, o que correspondeu aproximadamente, a 10 toneladas de bens alimentares destinados ao Continente Português.

É um sinal de que tudo se tem feito para que a retoma da atividade económica no Arquipélago dos Açores ressurja, de forma gradual. É um motivo de orgulho para a companhia aérea do Grupo SATA que tem procurado ajustar a sua operação aérea às necessidades sentidas no Arquipélago, em estreita colaboração com a Associação dos Comerciantes do Pescado dos Açores, os transitários e com os seus clientes.

Se, desde o início da pandemia, a companhia aérea tem assegurado um voo diário para transporte de carga entre o Continente (Lisboa e Porto) e os Açores, posteriormente, ajustou a operação a fim de assegurar o transporte de pescado fresco e outros bens alimentares, no sentido Ponta Delgada / Lisboa, por forma a fazer chegar ao Continente Português os produtos mais frescos dos Açores.

No balanço feito ao último mês, no período compreendido entre 30 de março a 30 de abril, a Azores Airlines contabilizou 33 voos cargueiros para o Arquipélago, tendo transportado cerca de 286 toneladas de carga e correio, sendo que 254 toneladas transportadas corresponderam a bens de primeira necessidade e material de uso hospitalar.

De referir que desde o passado dia 18 de março, as companhias aéreas do Grupo SATA, SATA Air Açores e Azores Airlines têm assegurado o transporte de bens de primeira necessidade e de equipamento para uso hospitalar entre o Lisboa / Porto e os Açores e entre as nove ilhas do Arquipélago.

A operação cargueiro realiza-se diariamente e para tal foram efetuadas alterações na frota da SATA Air Açores e adaptações na frota da Azores Airlines, com o objetivo de atender da melhor forma possível, às necessidade de que se apresentam a cada momento.

A título de curiosidade e como já referimos anteriormente, por forma a aumentar a sua capacidade de carga, a Azores Airlines adotou as medidas necessárias para permitir o transporte de carga na cabine ,onde normalmente viajam passageiros, dos seus A321neo.

De recordar que para proteção do Arquipélago dos Açores, para mitigação dos riscos, para zelar pelo bem-estar de todos os Açorianos foi decidido pelo Governo Regional a suspensão de todos os voos de passageiros da SATA | Azores Airlines apenas sendo operados voos de carga para transporte de bens de primeira necessidade, transporte de material hospitalar, transporte de casos de força maior, transporte de medicamentos, carga especial.

 

Antigo “Cachalote” prepara-se para voar

 

O A330 CS-TRY da HiFly iniciou trabalhos de manutenção para repor a sua aeronavegabilidade, depois de ter estado um grande período parqueado no Aeroporto de Tarbes, em Lourdes.

Neste momento o A3330 está a passar por trabalhos de manutenção/ testes no trem de aterragem.

De recordar, que esta aeronave ficou conhecida como o “Cachalote” depois de ter estado ao serviço da Azores Airlines, tendo sido também, considerado um dos 10 aviões com a pintura mais bonita do mundo.

A aeronave deverá receber uma nova pintura:

A Hifly tem disponível para contratação ACMI o A330 CS-TRY desde 2019.

 

Segundo B777X de testes voou pela primeira vez

O segundo Boeing B777X – WH002 descolou hoje pela primeira vez, para continuar o programa de testes para a certificação do modelo.

O primeiro voo de teste descolou às 11h10 (hora local) entre Seattle e Spokane.

Pouco tempo depois, juntou-se em voo o primeiro 777X (WH001, N779XW). 

A certificação do mais novo avião da Boeing como parte da família 777, com um certificado de tipo alterado, é esperada para 2021.

De recordar que o primeiro 777X (WH001, N779XW) realizou o seu primeiro voo no dia 25 de janeiro após o mau tempo ter obrigado a adiar as duas tentativas anteriores.

No final do segundo trimestre, quatro Boeing 777Xs devem estar a voar (WH001, WH002, WH003, WH004), por forma a continuar o programa de voos de teste durante a campanha de certificação.

A380 da HiFly regressou a Beja depois de processo de manutenção Check B

 

Como tínhamos anunciado anteriormente, chegou hoje a Beja o A380 da HiFly 9H-MIP, depois de ter passado por um processo de manutenção em Tarbes.

O 9H-MIP chegou ao Aeroporto de Tarbes no dia 29 de fevereiro para realizar o Check B, a cargo da TARMAC Aerosave.

Foto: TARMAC Aerosave

A manutenção denominada Check B é realizada aproximadamente a cada 6/8 meses.

TARMAC Aerosave

Conheça o interior deste avião:

O A380 da Hi Fly está equipado motores Rolls Royce Trent 900 e tem uma capacidade para 471 passageiros distribuídos por três classes. O piso principal tem 12 lugares de primeira classe e 311 de classe económica enquanto que o piso superior tem 60 lugares de classe executiva e 88 de económica. Numa configuração de alta densidade este avião poderá transportar até 853 passageiros.

O A380 está equipado com tecnologia e acabamentos de última geração, contando cada assento com o seu próprio sistema de entretenimento individual da Panasonic eX2, proporcionando aos passageiros variadas possibilidades de entretenimento.

Adicionalmente, a performance deste avião vai ao encontro do compromisso de sustentabilidade da Hi Fly. Produzindo apenas 75 gramas de CO2 por passageiro por quilómetro, o A380 reduz emissões de gás nocivas transportando mais pessoas com um menor impacto para a atmosfera.

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