Já saiu da oficina de pintura da Airbus, em Hamburgo, o futuro A321neo CS-TJR da TAP Air Portugal com a pintura RETRO.
Mais uma vez o nosso amigo e spotter Tobias Gudat a capturar através da sua obejctiva “grandes momentos”.
Foto: Tobias Gudat
Foto: Tobias Gudat
Foto: Tobias Gudat
Foto: Tobias Gudat
De acordo com a programação, a TAP deverá receber a aeronave no final do mês de outubro, existindo sempre a possibilidade de alteração devido a vários factores.
De recordar que a TAP pintou o seu Airbus A330-300 CS-TOV com as mesmas cores, tendo a companhia realizado várias campanhas de marketing através de “voos retro”.
No dia 10 de março de 2019, e depois de 2 anos, o modelo saiu da frota da TAP para a Air Canadá.
A Azores Airlines vai realizar o transporte da equipa do Benfica que vai jogar a Final UEFA Youth League 2020.
O voo será operado quarta-feira, 26 de agosto, entre o Aeroporto Internacional de Genebra e o Aeroporti Humberto Delgado, em Lisboa
A final está agendada para esta terça-feira, às 17h00, em Nyon. Será o 4.º jogo entre Benfica e Real Madrid na competição, sendo que os encarnados venceram dois dos três encontros anteriores.
O Real Madrid garantiu a presença na final da Youth League e vai defrontar o Benfica no duelo decisivo, depois de ter vencido os austríacos do Salzburgo na segunda meia-final.
A Força Aérea Portuguesa divulgou, em comunicado, que através da Esquadra 502 – “Elefantes”, realizou hoje, dia 24 de agosto, uma missão de transporte de órgãos para transplante em território nacional.
Foi empenhada uma aeronave C-295M, que descolou da Base Aérea N.º 6, no Montijo, pelas 06H50, e aterrou no mesmo local pelas 11H50.
A missão teve a duração de uma hora e trinta e cinco minutos de voo.
A Azores Airlines foi mais uma vez contratada pelo Governo de Cabo Verde para a realização de um voo de repatriamento.
O voo irá levar estudantes cabo-verdianos retidos no Brasil à partida de Fortaleza para a Cabo Verde.
A aeronave afecta a esta operação é o A321LR CS-TSH que está a realizar o voo de posicionamento S49851 entre Ponta Delgada e Fortaleza.
Posteriormente a aeronave irá realizar o voo entre Fortaleza e o Aeroporto Internacional Nelson Mandela em Cabo Verde, seguindo depois novamente posicionado para Lisboa.
Hoje o aeroporto de Lisboa recebeu uma vista especial, tratou-se do A350 da Lufthansa, com a matrícula D-AIXO, para realizar o transporte da equipa do Bayern de Munique.
A assistência ao voo, em Lisboa, foi dada pela Groundforce que partilhou fotos do momento:
Foto: @groundforceportugal
Foto: @groundforceportugal
Foto: @groundforceportugal
Foto: @groundforceportugal
Foto: @groundforceportugal
Foto: @groundforceportugal
Foto: @groundforceportugal
Foto: @groundforceportugal
De recordar que o Bayern de Munique conquistou, este domingo, a Liga dos Campeões, ao vencer o Paris Saint-Germain, por 1-0, num jogo disputado no Estádio da Luz, em Lisboa.
Um golo de Kingsley Coman, aos 59 minutos, foi suficiente para o Bayern Munique se superiorizar ao PSG, no Estádio da Luz.
Com este triunfo, os bávaros conseguiram um feito inédito na história da competição: ser campeão depois de vencer todos os jogos disputados. Foram 11 vitórias, seis na fase de grupos (Olympiacos, Tottenham e Estrela vermelha) e cinco na fase a eliminar.
A Delta informou hoje, em comunicado, que irá prolongar um dos seus principais protocolos de saúde e segurança para a época de férias de inverno, estendendo a selecção de lugares do meio e limitando o número de clientes por voo até pelo menos 6 de janeiro de 2021.
Em abril, a Delta desenvolveu uma maneira de criar mais espaço livre a bordo, bloqueando a venda de assentos seleccionados junto aos corredores e janelas além de limitar os assentos a 50% na Primeira Classe e 60% na Main Cabin, Delta Comfort + e Delta Premium Select, o que leva à redução do número total de clientes em todas as cabines da frota.
Enquanto os assentos do meio, em todos os voos, não estão a ser vendidos desde abril, a Delta também bloqueia assentos seleccionados junto às janelas e aos corredores em todas as cabines de aeronaves configuradas com assentos 1×2, 2×2 e 2×3.
Os clientes que preferem sentar-se ao lado dos seus acompanhantes durante a viagem ou que precisam de assistência adicional são incentivados a solicitar ajuda de um agente ao chegar à porta de embarque.
A Cargolux voltou surpreender com mais uma pintura especial. Desta vez não podia estar mais no tema dos nossos novos dias; a máscara.
O Boeing 747-8F, com a matrícula LX-VCF, passou por trabalhos de pintura no Taoyuan International Airport, em Taipei e recebeu a sua máscara com todos os detalhes.
Esta pintura especial visa promover uma campanha para incentivar o uso de máscara como prevenção contra a disseminação do novo coronavírus.
Para além da máscara, foi colocada uma mensagem de cada lado do B747F “Not Without My Mask” o que significa “Não, Sem a Minha Máscara”.
Uma aeronave ligeira, Socata MS.890A Commodore, com a matrícula CS-AJB aterrou de emergência num campo agrícola este sábado na localidade de Benfarras, em Boliqueime, Loulé.
O alerta para o acidente foi dado pelas 16h44.
De acordo com as informações o piloto e único ocupante da aeronave, saiu ileso da aeronave.
No local estão 12 operacionais, apoiados por quatro meios terrestres.
A TAP Air Portugal iniciou no passado dia 19 de agosto voos com o seu novo A321LR CS-TXE.
O primeiro voo comercial da aeronave foi entre Lisboa e Toronto com o número de voo TP2426, já ontem, 21 de agosto, o A321LR realizou o mesmo número de voo.
De referir que a companhia aérea portuguesa recebeu este modelo no passado dia 20 de julho.
Foto: Tobias Gudat
Os novos aviões tem como objectivo principal a renovação da frota que permita maiores poupanças; comerciais e ambientais.
Foto: Tobias Gudat
A TAP realizou uma encomenda de 14 unidades do modelo, tendo já recebido quatro.
Foto: Catarina Madureira
O A321LR da TAP está configurado para transportar até 171 passageiros; 16 em Executiva, 48 em Económica Premium e 107 em Económica.
Foto: Catarina Madureira
Foto: Catarina Madureira
O Airbus A321 Long Range é o primeiro avião narrow body da TAP com capacidade para operar rotas transatlânticas, oferecendo o conforto premium de um avião do longo curso.
Um avião Antonov AN-26 da South West Aviation, com a matrícula YI-AZR, ficou completamente destruído ao cair este sábado, 22 de agosto, pouco depois de descolar do Juba Airport, no sul do Sudão.
De acordo com as primeiras informações, o Antonov perdeu altitude logo após a descolagem de Juba, às 08h30 (hora local) e o seu impacto com o solo ocorreu numa quinta nos arredores de Juba, cerca de 3 milhas náuticas (5,5 quilómetros) ao lado da pista do aeroporto. A aeronave transportava um carregamento de dinheiro, conforme se pode verificar pelo vídeo abaixo.:
Pelo menos 17 pessoas morreram, uma pessoa escapou dos destroços e está em estado crítico. Não se sabe se todas as vítimas estavam realmente a bordo da aeronave.
A Força Aérea Portuguesa, anunciou em comunicado, através da Esquadra 502 – “Elefantes”, destacada na Base Aérea N.º 4, Lajes, realizou ontem, dia 21 de agosto, o transporte médico urgente, no C-295M, de um recém-nascido, do Faial, Açores, para o Continente.
À chegada a Lisboa, pelas 16h50, o bebé foi imediatamente transferido para uma equipa de transporte do INEM, que o encaminhou para uma Unidade Hospitalar.
A missão contabilizou oito horas e cinquenta minutos de voo.
No mesmo dia, foi ativado o Falcon 50, da Esquadra 504 – “Linces”, para realizar um transporte de órgãos para transplante em território nacional.
O A310 CS-TGU da Azores Airlines que estava estacionado há dois anos na placa do Terminal Civil Aeronáutico de Beja, já foi totalmente desmantelado.
De acordo com as informações divulgadas pelo JN, o A310 foi adquirido ao Grupo SATA por uma empresa que lhe retirou os dois reatores – e abandonou a carcaça na placa do TCB. Em abril de 2019, o A310 chegou a ser mudado para as placas da BA11, mas, voltou ao TCB, onde ainda se encontra.
Para trás terá ficado a intenção de um grupo empresarial do Alentejo, com interesses no turismo, em adquirir a aeronave para a transformar em alojamentos personalizados em turismo rural, mas o custo do parqueamento em dívida e o preço de aquisição, a que se juntou a covid-19, tornaram a operação proibitiva.
O desmantelamento de uma aeronave é um processo tido como “muito complexo”. A operação esteve a cargo da Unidade de Beja da AmbiGroup Resíduos e começou coma retirada dos fluidos hidráulicos e o combustível que aeronave tinha nos depósitos. Depois foi a desmontagem das partes móveis e interiores, como “flaps”, “ailerons”, assentos, bagageiras, tapeçaria, vidros e “cockpit”.
Após alguns dias de interrupção, face a problemas burocráticos entre ANA-Aeroportos e o proprietário da aeronave, a fase de corte começou na passada terça-feira e foi dada como concluída três dias depois.
Foto: Teixeira Correia | JN
Foto: Teixeira Correia | JN
Foto: Teixeira Correia | JN
Foto: Teixeira Correia | JN
Foto: Teixeira Correia | JN
Foto: Teixeira Correia | JN
Foto: Teixeira Correia | JN
Foto: Teixeira Correia | JN
Foto: Teixeira Correia | JN
Foto: Teixeira Correia | JN
Foto: Teixeira Correia | JN
“A operação correu dentro do esperado, tendo existido cuidados redobrados uma vez que a aeronave estava junto às instalações Terminal, e foi importante minimizar todos os possíveis danos no pavimento”, disse ao JN fonte da AmbiGroup. “Já tínhamos desmantelado mais aviões anteriormente, inclusive outro A310 da SATA, nas instalações da TAP, em Lisboa”, acrescentou.
A história do CS-TGU começou a escrever-se em 11 de março de 2018, quando aterrou nas pistas da Base Área (BA) e estacionou na placa do TCB, de onde nunca mais levantou voo já que o objetivo era ser desmantelado.
Em abril de 2019, o A310 chegou a ser mudado para as placas da BA11, mas, voltou ao Terminal, onde ainda se encontrava quando foi desmantelado.
No final do mês de março, a dívida acumulada à ANA pelo “estacionamento” da aeronave rondava os 320 mil euros, tendo a empresa ponderado tomar a posse administrativa do aparelho, caso não conseguisse resolver o problema.
Pelo caminho ficou a intenção de um grupo empresarial do Alentejo, com interesses no setor do turismo, em adquirir a aeronave, para a transformar em alojamentos personalizados em turismo rural, mas o custo do parqueamento em dívida à ANA e o preço de aquisição, a que se juntou a pandemia do covid-19, tornaram a operação proibitiva.
A título de curiosidade o A310 CS-TGU foi o único dos A310 que recebeu um interior novo na sua última grande manutenção, Check C.
Foi crescente o número de voos especiais realizados pelo Grupo SATA, tanto para efectuar o transporte de equipas desportivas (designadamente, o Benfica) ao estrangeiro, no âmbito de jogos integrados nas competições europeias, ou para transportar o Presidente da República, e comitiva, durante as respectivas visitas de estado a países estrangeiros.
Este facto atesta a qualidade do serviço que a SATA Internacional presta a bordo dos seus aviões, confirmados padrões de segurança por que se rege a respectiva operação e enquadra-se na aposta estratégica da própria companhia de realizar operações de transporte de comitivas para o estrangeiro, actividade que tem permitido levar a marca dos Açores e da SATA a todo mundo.
Assim, a SATA transportaria as equipas do Benfica, do Sporting Clube de Portugal e do Futebol Clube do Porto a três destinos diferentes, no âmbito das competições europeias de 2012 em que participaram. A primeira partiu, a 13 de Fevereiro, para São Petersburgo (S4 9790), a fim de disputar mais um jogo da Liga dos Campeões; a segunda seguiu, um dia depois (S4 9770), com destino a Varsóvia, a fim de realizar o jogo da primeira mão dos 16-avos-de-final da Liga Europa contra o Légia local; por fim, o voo que transportou a turma nortenha a Manchester, igualmente no âmbito da Liga Europa, teve origem no Porto, a 21 de Fevereiro (S4 9740). Neste último caso esteve em causa o encontro disputado com o Manchester City.
Voando sempre em equipamentos pesados da SATA (A10-300), as equipas mencionadas deslocaram-se, pela ordem anteriormente mencionada: no CS-TKN (Cte Sérgio Oliveira; OP Sandra Coelho; CC Maria Delgado), CS-TGU (Cte Carlos Oliveira; OP Tiago Pissara; Carla Nascimento) e CS-TGV (Cte Raúl Falcão; OP Luís Granja; CC Margarida Sousa
). Os voos de regresso, que se realizaram a 15, 16 e 22 de Fevereiro com origem em São Petersburgo (S4 9791), Varsóvia (S4 9771) e Manchester (S4 9741), respectivamente, estiveram a cargo as mesmas tripulações, trazendo também, a bordo adeptos de cada uma das equipas contratantes.
Em anos anteriores, destaca-se o transporte da equipa e adeptos do Sporting de Braga a Dubim, cidade onde decorreu (a 18-5-2011), no Estádio Arena, a final da Liga Europa de Futebol (S4 9746, CT-TKJ: Cte Alexandre Rodrigues, OP Luís Santos; S4 9742, CS-TKM: Cte António Vieira; OP Rui Santos), bem como, no âmbito daquela mesma competição europeia, o transporte das equipas portuguesas que se deslocaram a Sevilha [F. C. Porto (CS-TGV); S4 9700 (Cte Alípio Barbosa; OP Nuno Bragança)] e a Pozan (Sporting de Braga (CS-TGU); S4 9700 (Cte Gilberto Baptista; OP Luís Martins)]. O encontro entre o Porto e o Sevilha teve lugar a 17 de Fevereiro de 2011 no Estádio Ramón Sánchez Pizjuán, cabendo, no mesmo dia, à equipa do Sporting de Braga defrontar os polacos do Lech Poznan, referindo-se ambos os jogos à primeira mão dos 16-avos-de-final da Liga Europa.
Bastante consistente no tempo tem sido a preferência do Benfica pela transportadora SATA nas suas deslocações à Europa. Foi o caso da deslocação da sua equipa principal de futebol a Estugarda (S4 9760), igualmente no âmbito da liga Europa (23-2-2011), efectuada, como habitualmente, em voo de transporte não regular (CS-TKM). A equipa portuguesa defrontou (no dia seguinte) o VFB Stuttgart na Mercedes-Benz Arena, a contar também, para os 16-avos-de-final daquela competição europeia (Cte José Birrento; OP José Faúlha).
Estas deslocações foram procedidas de várias outras da equipa do Benfica, canso concretamente das efectuadas a Dusseldorf (S4 9760/ S4 9761) (Cte Abel Coelho; OP Sandra Coelho) e a Liverpool [equipa: S4 970 / S4 9741 (Cte Miguel Sancho; OP José faria); adeptos: S4 9742 / S4 9743 (Cte José Birrento; OP Sérgio Marques)], para defrontar respectivamente, o Shalke04 (deslocação efectuada a 28-9-2010) e o F.C. Liverpool (jogo efectuado a 8-4-2010). Todos estes voos foram realizados em A310-300 (CS-TKM, CS-TGV e CS-TGU), com regresso a Lisboa após os jogos realizados.
A SATA assegurou, também, em A310-300, a deslocação do Benfica a Marselha, a 17 de Março de 2010 (S4 9710), com regresso a 18 (S4 977), no âmbito de mais um jogo da Liga Europa (Cte Miguel Sancho; OP Pedro Gonçalves). Na circunstância, a equipa lisboeta defrontou o Olympique local, no Estádio Velódromo. Esta deslocação fora antecipada, a 17 de Fevereiro, do voo fretado que transportou a comitiva do S.L. Benfica a Berlim (Schoenefeld). Este voo realizou-se, uma vez mais, em A310 (S4 9880), tendo o regresso da equipa a Lisboa ocorrido no dia 18 de Fevereiro (S4 9881), após o encontro com o Hertha local (Cte Jorge Ramalho; OP Carlos Batalha).
Igualmente efectuado em equipamento A310 foi o voo S4 9880, que partiu de Lisboa, a 30 de Novembro de 2009, com destino a Minsk, na Bielorrúsia, transportando a equipa principal do Sport Lisboa e Benfica (Cte Otília Machado; OP Sérgio marques). Nessa altura, o adversário foi o BATE Borisov, campeão bielorrusso à época, também a contar para a Liga Europa. O regresso da equipa Benfica, e respectiva comitiva, à capital portuguesa teve lugar no dia 2 de Dezembro (S4 9881).
No que se refere à selecção nacional, destacamos, de entre os vários voos realizados para diferentes destinos, a deslocação à Noruega (Oslo), no âmbito dos jogos da fase de qualificação do Grupo H para o Campeonato Europeu de Futebol de 2012. A viagem em causa foi efectuada pelo CS-TKM (A310-300), no dia 5 de Setembro de 210 (S4 9780), com partida de Lisboa e escala no Porto (Cte António Vieira, OP João Caiano). A comitiva chefiada pelo vice-presidente da Federação de Futebol, sendo ainda de realçar a particularidade de os jogadores Beto e Miguel Veloso terem tido o privilégio de assistir às operações dos pilotos no interior do cockpit, num gesto de simpatia do PNT da SATA, que foi muito apreciado.
O voo de regresso da Noruega (S4 9781), efectuado após a realização do encontro de futebol entre as duas selecções, teve lugar no dia 7 de Setembro (com partida de Oslo pelas 23:10). Num percurso realizado em rota directa a Lisboa, tendo a viagem sido completada num equipamento de médio curso (A320-200, CS-TKJ). Este voo seria efectuado pelo Cte Timóteo Costa, um histórico da SATA, de origem madeirense, que averbou um longo currículo (de mais de 40 anos) como piloto comercial no ex-ultramar português (DETA e TAAG) e em Portugal (LAR e Air Columbus), antes de ingressar na frota B737 da ainda SATA Air Açores, em Novembro de 1995. Foi coadjuvado, na circunstância pelo OP Mário Mesquita.
Estes voos, realizados em regime charter ad-hoc, com periocidade anual razoavelmente consistente, têm contribuído para mitigar os efeitos da sazonalidade que caracterizam as operações regulares da Empresa. Para este desiderato concorreu a deslocação da Selecção Nacional a Genebra, onde defrontou (a 9-2-2011), em encontro de carácter particular, a selecção nacional da Argentina (voo efectuado a 7-2-2010, com partida de Lisboa: Cte José Sarmento; OP Luís Granja). O regresso da equipa nacional ocorreu a 10 de Fevereiro de 2011 (CS-TGU). (…)
Outros voos de transporte não regular têm levado os aviões da SATA Internacional, em diferentes circunstâncias, às mais diversas partes do Mundo. Entre os mais distantes realçamos o voo presidencial efectuado pelo A310-300 (CS-TGU) a Melbourne (Austrália), em maio de 2002, cuja aterragem no aeroporto daquela cidade foi fotografada com dois equipamentos pesados da Malaysia e da Qantas em fundo (Ctes José Gonçalves e Francisco Rodrigues). (…)
Através da SATA, torna-se possível anunciar ao mundo que existimos, mesmo sem referências geográficas concretas para muitos dos que contemplavam os símbolos dos Açores, pela primeira vez, nessas paragens mais longínquas.
Além do voo especial anteriormente referido (à Tailândia, Austrália e Timor, entre 17 e 27 de maio de 2002), avultam, ainda, outros voos de Estado, nesta mesma área de negócios, destinado ao transporte de comitivas oficiais. Um dos mais mediáticos seria aquele que transportou o Presidente da República, Prof cavaco Silva, à República Checa (Praga), por ocasião da sua visita oficial àquele país, que teve inicio a 14 de abril de 2010 (A310-300, CS-TGU). Assim sucedeu porque a interdição do espaço aéreo europeu provocado pelas cinzas vulcânicas vindas da Islândia, a partir de 15 de abril, impediu o Presidente da república voltasse a Portugal no equipamento da SATA Internacional que o transportou, constituindo caso único na história desses voos. Foi atribuído a este voo, à semelhança, aliás, dos demais voos presidenciais efectuados em aviões da SATA, o cal-sign S4 1E (Cte José Gonçalves, Cte Raul Falcão; OP David Nunes)
Ente as viagens presidenciais efectuadas por aeronaves da SATA, destacam-se, ainda, pela sua duração e distâncias percorridas, as realizadas, por este mesmo avião (CS-TGU), ao Canadá, em Maio de 2001, transportando o então Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio e comitiva, até Vancouver, British Columbia (CVR/YVR), e, também à Índia (VIDP/DEL), em Janeiro de 2007, já durante a presidência do Prof. Cavaco Silva, cuja visita a Goa, onde lhe foi outorgado o doutoramento honoris pela universidade local, constitui o ensejo para o regresso de uma aeronave com marcas de matrícula português ao aeroporto de Dabolim (Cte José Gonçalves; Cte Francisco Rodrigues; OP Jorge Estevez). (…)
Outras viagens presidenciais, efectuadas, curiosamente, sempre neste mesmo avião: Novembro de 1999 – PR Jorge Sampaio (México: Ctes José Gonçalves e Francisco Rodrigues), Outubro de 2005 – PR Jorge Sampaio (Bélgica: Ctes José Gonçalves e Francisco Rodrigues); Setembro de 2006 – PR Cavaco Silva (Espanha: Cte José Gonçalves; Cte Francisco Rodrigues; OP Pedro Teixeira); Março de 2009 – PR Cavaco Silva (Alemanha: Cte José Gonçalves; Cte Sérgio Oliveira; OP Duarte Mequelino) e Maio de 2009 – PR Cavaco Silva (Turquia; Cte José Gonçalves; Cte Sérgio Oliveira; Cte António Vieira). Registe.se que as tripulações de cabine (PNC) destes voos são, também reforçadas, embarcando normalmente (no A310), três chefes de cabine e sete comissários/assistentes de bordo em cada uma destas missões.
Entre os chefes de cabine, mais utilizados nestas ocasiões figuram Maria Carreira e Célia Rosa, tendo estado também, ao serviço destes voos, entre outros profissionais no desempenho de idênticas funções: Miguel Henriques, José Lopes, José Humberto, Rosa Lopes, Cristina Santos, Francisco Teixeira e Márcia Teixeira. No que se refere a comissários/assistentes de bordo, as escolhas parecem obedecer à escala normal de serviço para o mês em que os voos são programados, pelo que o pessoal utilizado varia em função daquela (sendo, por isso, raras as vezes em que um mesmo tripulante aparece em dois voos especiais). Deixamos aqui, aleatoriamente, os nomes de alguns dos comissários/assistentes que participaram nestes voos: Sheila Passos, Nelma Mendes, José Paulo, Kathryne Moreira e Márcia Caires, na impossibilidade de os mencionar a todos.
(…)
A opção pela utilização sistemática do A310-300 (CS-TGU) da SATA nas viagens presidenciais não teria, contudo, continuidade na visita de Estado a Cabo Verde, iniciada a 4 de Julho de 2010. Tendo a companhia área açoriana sido escolhida, uma vez mais, para transportar o Presidente da República a este país africano, as características desse voo, no que se refere, designadamente às dimensões das pistas de aterragem dos aeroportos visitados, determinariam que a preferência pela aeronave a utilizar recaísse, desta vez, no A320-214 CS-TKO (Diáspora), que viajou para a Cidade da Praia com uma tripulação técnica adequada à circunstância (Ctes Nuno Campo, Timóteo Costa; OP Nuno Ferreira).
Importa realçar que o A320-214 da SATA que transportou o Presidente da República a Cabo verde foi o primeiro avião da Airbus a demandar o aeroporto de São Vicente, efeméride que passou a constar do registo de pista daquela infraestrutura aeronáutica. (…)
O A320 da SATA que transportou o PR completaria ainda, um segundo percurso entre as ilhas de Cabo verde, desta vez entre São Vicente e Sal, de onde partiu no voo de regresso a Lisboa, com nova tripulação técnica (Ctes Pedro Pereira e Rui Alves; OP José Cordeiro). Os voos internos, efectuados no arquipélago de Cabo verde, foram, ambos, da responsabilidade da tripulação inicial. Durante as principais pernas dos voos efectuados, o Prof. Cavaco Silva fez questão de cumprimentar o PNT no cockpit do avião.
A utilização de outra aeronave que não o A310 nas visitas presidenciais ao estrangeiro aparentemente não se resumiu à visita de Estado a Cabo verde. Consta que na viagem do presidente Jorge Sampaio a Inglaterra (realizada a Fevereiro de 2002) foi utilizado um B737-300 da SATA Internacional, que viajou, na altura, com uma tripulação técnica constituída pelo Cte Alípio Barbosa, cte Timóteo Costa e OP Nuno Jardim.
(…)
Outras particularidades respeitantes aos voos que transportam o presidente da República são a composição das respectivas tripulações técnicas (dois comandantes e um co-piloto) bem como um catering providenciado a bordo, que costuma ser preparado em Ponta Delgada para esse fim e constituído por refeições especiais, geralmente confeccionadas á base de produtos açorianos.
O diretor de Recursos Humanos da Ryanair disse, em entrevista à Lusa, que há “uma perspetiva real de cortes selvagens em Portugal” na temporada de inverno em termos de capacidade e aviões, devido à pandemia de covid-19.
“Estamos a enfrentar tempos muito incertos, e há uma perspetiva bem real de cortes selvagens em Portugal este inverno em todas as nossas bases, em termos de capacidade e em termos de aviões”, disse à Lusa Darrell Hughes, diretor de Recursos Humanos da Ryanair, numa entrevista por telefone.
Instado a concretizar e a dar números, o responsável da companhia aérea irlandesa de baixo custo referiu que “há a possibilidade de cortes selvagens em qualquer lado” na operação da empresa na Europa, remetendo para o anúncio feito na segunda-feira de que a empresa iria cortar 20% do seu horário planeado para setembro e outubro.
“Quaisquer previsões de agora para o inverno estarão provavelmente erradas. Estamos a manter tudo debaixo de um grande escrutínio, mas teremos muito menos voos do que tivemos no último inverno, isso é certo”, referiu o responsável, considerando que seria “especulação” estar a tentar prever números quanto às reduções.
“O número que ainda temos que apurar é precisamente onde é que os cortes cairão, mas certamente esperamos que alguns desses cortes sejam em Portugal”, referiu, o responsável.
Darrell Hughes lembrou que a empresa tem um acordo com os pilotos “para manter as pessoas empregadas, o que pelo menos lhes dá alguma proteção”, mas afirmou que a empresa “não está em modo de recrutamento”, mas sim “em modo de sobrevivência e reconstrução”.
O diretor da Ryanair disse ainda que, tal como a empresa já tinha adiantado à Lusa, não planeia “usar nenhum pessoal da Crewlink no inverno”, numa referência à empresa de trabalho temporário que opera há mais de 10 anos em Portugal e tem como único cliente a Ryanair.
A companhia aérea irlandesa Ryanair anunciou na segunda-feira uma redução de 20% do número de voos em setembro e outubro, apontando uma baixa nas reservas devido a um aumento de casos de covid-19 na Europa.
A Ryanair, que até agora tinha previsto voltar a 70% da sua capacidade em setembro, explica em comunicado ter de reduzir os voos previstos, nomeadamente para França e para Espanha, dois países incluídos na quarentena imposta pelo Governo britânico.
Em comunicado, a companhia explicou que as reduções passam, sobretudo, por uma menor frequência de voos e não por interrupções do serviço.
“A queda na capacidade e frequência dos voos nos meses de setembro e outubro são inevitáveis tendo em conta a recente redução das reservas na sequência das restrições adotadas em alguns países europeus”, referiu um porta-voz da Ryanair citado no comunicado.
Ryanair pagará salário mínimo de base fora do contrato se tiver de ser
O diretor de recursos humanos da Ryanair, Darrell Hughes, disse em entrevista à Lusa que a empresa pagará o salário mínimo de base se a lei o impuser, mesmo que isso não esteja contratualizado com os trabalhadores à partida.
Questionado acerca de um caso hipotético em que um trabalhador, por doença, não possa trabalhar um mês inteiro e fique sem ser pago pelo número de horas de voo e possíveis bónus, o diretor da Ryanair afirmou que “se não fizerem horas num mês em particular, compensam-nas muito rapidamente depois”.
“Noutras palavras, teriam um mês muito ‘maior’ no mês seguinte”, explicou, garantindo que se “ganharem abaixo do salário mínimo, são passados para cima do salário mínimo”, assegurando que “ninguém, na Ryanair, em Portugal ou noutro país, está a ganhar abaixo do salário mínimo”.
Mais de 30 trabalhadores da Crewlink, que tripulam os aviões da Ryanair, foram convidados para os quadros da companhia com remunerações base abaixo do salário mínimo, tendo como alternativa a relocalização no estrangeiro já em setembro.
Segundo uma troca de documentação entre um trabalhador e a empresa a que a Lusa teve acesso, perante a recusa do trabalhador em assinar um contrato com a Ryanair que propunha uma remuneração base de 588 euros brutos, abaixo dos 635 euros consagrados na lei como salário mínimo nacional, a empresa sugeriu a relocalização para o Reino Unido (East Midlands ou Southend) em 01 de setembro.
Confrontado com o facto da Ryanair propor uma remuneração base abaixo do salário mínimo e de isso poder acontecer num mês devido à falta de ‘extras’, o responsável frisou que “isso não aconteceu e não está a acontecer”, e que caso acontecesse a um trabalhador, este “ficaria com 635 [euros, valor do salário mínimo nacional]” no final do mês.
Questionado se a Ryanair poderia garantir esse pagamento, mesmo tendo em conta que não está explanado nos contratos, o responsável respondeu que “sim, absolutamente”.
“Porque se a lei diz que se tem de pagar às pessoas, então nós pagamos às pessoas”, asseverou, acrescentando que “há muitas coisas que aparecem nas leis do trabalho que não estão escritas em contratos”.
Além da remuneração base, de acordo com os contratos a que a Lusa teve acesso, o trabalhador tem “direito a receber o ‘Flight Pay’ [pagamento de voo]”, que “não será devido quando não se encontra disponível para voar, independentemente dos motivos que indicar à empresa”, e que segundo a empresa inclui subsídio para refeições, bebidas e conservação da farda.
Os trabalhadores são ainda elegíveis para um bónus de venda arbitrário, que “possui estatuto extracontratual”, podendo a Ryanair, “em qualquer momento, mudar, alterar ou retirar o prémio”, avisando com um mês de antecedência.
No total a Ryanair estima um salário acima dos 18.000 euros anuais para os seus trabalhadores de acordo com estes contratos, incluindo horas de voo e bónus.
Foto: Ryanair
Já relativamente às alterações específicas às escalas dos trabalhadores que rejeitaram os cortes feitos devido à pandemia de covid-19, a Lusa questionou Darrell Hughes se se tratava de comportamento apropriado para uma empresa como a Ryanair, tendo o responsável respondido afirmativamente.
“Sim. Claro que vemos isso como comportamento apropriado. Há uma pequena minoria de pessoas que não assinaram os acordos de poupança de custos, e estão a ser empregados conforme os seus contratos de trabalho, o que significa que estão a ser pagos de acordo com os contratos existentes e escalados de acordo com os contratos existentes”, respondeu o diretor de recursos humanos da Ryanair.
O responsável afirmou ainda que a empresa vai defender “vigorosamente” a sua posição face aos processos judiciais que serão interpostos pelo Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), dos quais ainda não foi notificada, dizendo que o faz em nome dos trabalhadores que aceitaram os cortes e dos passageiros.
“Só lemos as notícias na imprensa, o que é típico do SNPVAC. Mas iremos defender o nosso caso e defendê-lo-emos vigorosamente, e em nome da vasta maioria de trabalhadores que assinou as poupanças de custos sensatas e em nome dos nossos passageiros”, assinalou Darrell Hughes.
O SNPVAC vai processar a Ryanair por assédio laboral e discriminação, exigindo a restituição de créditos laborais, após a resolução de contratos por justa causa, disse à Lusa um dirigente sindical.
Segundo o dirigente sindical Diogo Dias, os trabalhadores “a sofrer uma discriminação gravíssima, onde lhes retiraram o padrão do ‘roster’ [escala]”, estando “a voar menos de 10 horas, quando o normal seria entre 70 a 80”, não acontecendo o mesmo com quem assinou os cortes.
Na entrevista à Lusa, o diretor da Ryanair, Darrell Hughes, afirmou também que a empresa paga os subsídios de Natal e férias em Portugal desde janeiro de 2019 mensalmente, e que se não faz o pagamento do salário anual em 14 meses é por escolha dos trabalhadores.
“O SNPVAC parece pensar que com a transição para a legislação laboral portuguesa se tem de pagar às pessoas mais dois salários. Não é assim, é o salário anual pago em 14 meses em vez de dividido por 12”, disse Darrell Hughes à Lusa.
O sindicato acusa a empresa de “nunca” ter pago subsídios de Natal e férias desde que está em Portugal, juntamente com a Crewlink, empresa de trabalho temporário que emprega alguns dos tripulantes da companhia aérea irlandesa.
De acordo com o site The Aviation Herald, na passada segunda-feira, 17 de agosto, ocorreu um incidente com um A319 da Air France durante a sua operação no Aeroporto de Lisboa.
A aeronave em questão foi o Airbus A319 Air France, com a matrícula F-GRHO, que estava a realizar o voo AF1624 entre o aeroporto Charles de Gaulle, Paris, e o aeroporto de Lisboa.
A aeronave aterrou às 14h32 na pista 21 do aeroporto de destino, desacelerou e saiu da pista para a esquerda cerca de 1600 metros após a cabeceira deslocada da pista, ou cerca de 300 metros antes da saída de alta velocidade denominada HS.
De acordo com uma consulta realizada pelo AvHerald à AIP Portugal – Publicação de Informação Aeronáutica, ainda não indica qualquer taxiway pronta ou em construção nesse ponto. O Suplemento 11/202 apenas informa sobre a construção de uma nova saída rápida no intervalo de datas entre 2 de janeiro de 2020 e o final de agosto de 2020.
De salientar que cerca de 3h15min após a aterragem, o Aeroporto de Lisboa lançou um NOTAM indicando que a nova taxiway de saída rápida da pista 21, localizada a 1600 metros da cabeceira, ainda não está disponível para operação, sendo a primeira saída rápida localizada a 1910 metros.
Descrição da situação na SUP 11/2020 referenciada pelo NOTAM (Gráficos: AIP Portugal):
A2480/20 NOTAMN
Q) LPPC/QMYXX/IV/NBO/A /000/999/3846N00908W005
A) LPPT B) 2008171649 C) 2008312359 EST
E) RWY 21 NEW RAPID EXIT TAXIWAY 1600 METERS FROM THR NOT AVAILABLE
YET. FIRST RAPID EXIT TAXIWAY AVAILABLE IS HS, 1910 METERS FROM THR.
REF AIP SUP 011/2020.
As informações meteorológicas (METAR) indicam boas condições visuais, com visibilidade maior do que 10 quilómetros para o momento:
A Delta Air Lines indicou hoje, em comunicado, que firmou uma parceria com a CVS Health para acelerar os testes COVID-19 aos seus colaboradores, incluindo uma opção de resposta rápida para as tripulações de voo, medida que aumentará a confiança em viajar com a Delta entre o nosso pessoal e os clientes.
O teste CVS Health Return Ready SM será supervisionado por um médico CVS Health nos lounges para a tripulação dos hubs Delta e leva menos de 15 minutos a diagnosticar se o vírus COVID-19 ativo foi detetado.
“Assim como não existe um método único para reduzir a transmissão do vírus, não existe uma solução para testar a nossa força de trabalho global, que está sempre em movimento”, afirmou Joanne Smith, vice-presidente executiva e diretora de pessoal da Delta. “É por isso que estamos entusiasmados com esta parceria com a CVS Health e os seus médicos, para oferecer aos nossos colaboradores uma opção adicional conveniente e fiável.”
O teste nasal de resposta rápida é a mais nova opção de teste que a Delta está a oferecer aos funcionários, para que uma compreensão básica da infeção possa ser estabelecida em toda a Delta.
Lanches distribuídos a bordo das aeronaves serão entregues a profissionais de saúde que atuam na unidade de referência contra a doença
O Hospital do Câncer de Mato Grosso receberá a doação de 80 mil pacotes de snacks de amendoim da Azul. Os tradicionais lanchinhos de bordo da companhia, chamados snacks, serão distribuídos entre os profissionais de saúde e da limpeza que atuam na unidade.
“Essa é mais uma importante doação de snacks que a Azul está realizando desde o início desta crise. É motivo de alegria para nós poder fazer chegar esses alimentos a profissionais de saúde que estão dedicando suas vidas e doando seu conhecimento e habilidade para ajudar a salvar vidas. Estamos sempre preocupados em servir e atender nossos Clientes com a excelência da Experiência Azul e queremos também levar esse carinho e atenção a essas pessoas”, afirma Camila Almeida, Diretora de Pessoas da Azul.
Desde o início da pandemia, a Azul já distribuiu mais de 500 mil pacotes de snacks, 204 papinhas infantis, 880 latas de refrigerantes e 257 peças de roupa de cama de bordo para hospitais e instituições em todo o Brasil.
A Boeing anunciou, em comunicado que a Enter Air, companhia aérea polaca, assumiu um novo compromisso com a família 737 com um novo pedido de dois aviões 737-8 e opções para mais dois modelos.
A companhia opera uma frota totalmente Boeing e é a maior companhia aérea charter da Polónia, a Enter Air iniciou suas operações em 2010 com um único avião 737.
Actualmente, a frota da companhia aérea é composta por 22 aviões 737 Next-Generation e dois aviões 737 MAX. Quando o novo contrato de compra for totalmente exercido, a frota 737 MAX da Enter Air aumentará para 10 aeronaves.
“Apesar da crise atual, é importante pensar no futuro. Para esse fim, concordamos em solicitar aeronaves 737-8 adicionais. Após as verificações rigorosas pelas quais o 737 MAX está a passar, estou convencido de que será a melhor aeronave do mundo por muitos anos ”, disse Grzegorz Polaniecki, diretor geral e membro do conselho da Enter Air.
A Enter Air e a Boeing também concluíram um acordo para dar resposta aos impactos comerciais decorrentes da proibição da operação da frota do 737 MAX. Embora os detalhes do acordo sejam confidenciais, a compensação será fornecida em várias formas e escalonada ao longo de um período de tempo.
“No acordo com a Boeing, concordamos em rever o cronograma de entrega dos aviões encomendados anteriormente em resposta às actuais condições de mercado. Os termos específicos do acordo são estritamente confidenciais, mas estamos satisfeitos com a forma como a Boeing tratou-nos como seus clientes ”, acrescentou Polaniecki. “Estamos muito satisfeitos com o compromisso da Enter Air com a família Boeing 737.
O seu pedido de 737-8s adicionais ressalta a sua confiança no avião e nos homens e mulheres da Boeing ”, disse Ihssane Mounir, vice-presidente sênior de Vendas Comerciais e Marketing da The Boeing Company. “Esperamos construir nossa parceria de uma década com a Enter Air e trabalhar com a companhia aérea para retornar com segurança sua frota 737 completa ao serviço comercial”.
A Luftwaffe recebeu hoje, em Hamburgo, o seu primeiro A350 ACJ, de uma encomenda de 3 unidades.
O processo de adaptação de cabine foi realizado pela Lufthansa Technik.
O modelo está configurado 30 lugares em executiva, 80 em económica, 1 lounge, 2 mini suites e uma aérea de trabalho.
Foto: Andreas Spaeth
Foto: Andreas Spaeth
Foto: Andreas Spaeth
Foto: Andreas Spaeth
O modelo chegou a Hamburgo no dia 7 de abril para realizar os trabalhos de montagem do interior de cabine personalizada.
Foto: Hamburg Airport
Foto: Hamburg Airport
Foto: Hamburg Airport
Foto: Hamburg Airport
A força aérea alemã, Luftwaffe, fez um encomenda para três Airbus ACJ350-900, por forma a substituir os seus antigos A310 e A340, que ultimamente tem tido recorrentes problemas técnicos.
Inicialmente este modelo seria para a Lufthansa, mas a companhia cedeu os slots de entrega para a força aérea do seu país, a Luftwaffe.
Os modelos ACJ têm interior totalmente VIP, além de modificações internas que aumentam o alcance da aeronave, como tanques extras, localizados no porão.
Os A350ACJ vão substituir os dois A340-300, de matrículas 16+01 e 16+02, com 19 anos de idade, além do A310 de matrícula 10+23 com 29 anos de idade.
A título de curiosidade os A340 pertenceram à Lufthansa e o A310 pertenceu à falida Interflug.
Um Boeing 767-300F da FedEx com a matrícula N146FE que estava a realizar o voo entre Nova Iorque e Los Angeles, sofreu problemas técnicos no seu trem de aterragem.
O problema obrigou a aeronave aterrar apoiada sobre o seu motor esquerdo.
De acordo com as informações, um dos pilotos sofreu ferimentos ligeiros durante a evacuação da aeronave.
A bordo seguiam apenas dois tripulantes.
Como é normal nesta situações e sempre que há possibilidade as tripulações tentam fazer uma passagem sobre o aeroporto por forma a existir uma ajuda visual por parte do pessoal de terra.
O B767 da FedEx realizou uma passagem sobre a pista a uma altitude de 1200 pés (365 metros), posteriomente mais duas aproximações com passagens baixas a 800 pés (243 metros) e a menos de 400 pés (122 metros).
A Antena 1 Açores está a noticiar que a companhia de baixo custo Ryanair está a cancelar vários voos para o arquipélago, especialmente para a ilha Terceira.
Numa busca na secção de reservas da Ryanair, é impossível marcar voos em setembro e outubro entre os aeroportos açorianos e Londres, e também entre as Lajes da Terceira e a cidade do Porto.
A Ryanair anunciou uma redução de 20% dos voos entre vários países, nos meses de setembro e outubro, devido às baixas reservas e ao previsível aumento do número de casos de Covid-19 na Europa. Numa busca na secção de reservas da Ryanair, é impossível marcar voos em setembro e outubro entre os aeroportos açorianos e Londres, e também entre as Lajes da Terceira e a cidade do Porto.#ryanair #vooscancelados #covid19
Publicado por Antena 1 Açores em Quarta-feira, 19 de agosto de 2020
De referir que a Ryanair anunciou uma redução de 20% do número de voos em setembro e outubro, apontando uma baixa nas reservas devido a um aumento de casos de covid-19 na Europa.
A Ryanair, que até agora tinha previsto voltar a 70% da sua capacidade em setembro, explica em comunicado ter de reduzir os voos previstos, nomeadamente para França e para Espanha, dois países incluídos na quarentena imposta pelo Governo britânico.
Em comunicado, a companhia explicou que as reduções passam, sobretudo, por uma menor frequência de voos e não por interrupções do serviço.
“A queda na capacidade e frequência dos voos nos meses de setembro e outubro são inevitáveis tendo em conta a recente redução das reservas na sequência das restrições adotadas em alguns países europeus”, referiu um porta-voz da Ryanair citado no comunicado.
Os passageiros afetados pela anulação dos seus voos em setembro foram advertidos e os que têm voos para outubro, menos numerosos, vão ser avisados durante o dia.
Para enfrentar a crise causada pela pandemia e a diminuição da procura, a Ryanair já anunciou um plano de reestruturação que passa pela eliminação de 3.000 empregos, o que representa 15% do seu pessoal.
Depois de iniciar voos de longo curso lowcost, a SpiceJet anunciou que irá contratar um Airbus A340 cargueiro, em regime de wet-lease.
Será o primeiro avião cargueiro widebody na frota da companhia, que só opera Boeings 737 e Bombardier Q400 no seu ramo de carga.
“A introdução do nosso primeiro avião widebody irá tornar-nos como o maior operador de carga do país”, disse o presidente da SpiceJet, Ajay Singh.
A companhia irá operar com o A340-300 em rotas da Índia para a África, Europa e Comunidade dos Estados Independentes (Armênia, Azerbaijão, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão, Moldávia, Rússia, Tajiquistão, Turcomenistão, Ucrânia e Uzbequistão)
“Nós estamos confiantes que os voos cargueiros de longo curso irão ajudar a impulsionar o negócio dos produtos agrícolas, empresários e companhias farmacêuticas da Índia, dando um acesso nunca visto a novos mercados”, sublinhou Ajay.
Este contrato poderá pertencer à HiFly depois da companhia aérea portuguesa ter alugado o seu A330neo para voos de longo curso da companhia, tendo a SpiceJet (SG) tornado-se a primeira companhia de baixo custo na Índia a operar uma aeronave wide-body Airbus A330-900neo, para voos de médio e longo curso.
O Airbus A330-900neo pode transportar até 371 passageiros em duas classes; 18 business e 353 em económica:
A SpiceJet em declarações à data disse que: “Este A330-900 pode operar na Índia e nos EUA sem escalas. Planeamos utilizá-lo inicialmente para fretamentos, onde quer que seja a procura. ”
A companhia aérea também disse que pode operar a aeronave para voos programados sob as bolhas de viagem que a Índia está formando com alguns países, mas afirmou que “isso é apenas uma opinião”.
A Azores Airlines foi contratada para a realização de uma operação charter entre as Bermudas e Ponta Delgada.
O voo à partida das Bermudas irá acontecer no dia 10 de dezembro já o voo de regresso será no dia 9 de janeiro.
De acordo com as últimas informações, o voo encontra-se esgotado e existe a possibilidade de uma segunda operação.
Há quem diga que as Bermudas são a décima ilha Açoriana. As Bermudas são um território insular britânico no Atlântico Norte conhecido pelas suas praias de areias rosas, como Elbow Beach e Horseshoe Bay.
A ilha tem uma mistura única das culturas britânica e norte-americana, que pode ser encontrada na capital, Hamilton.
De referir que há muito existe vontade de esta ser uma rota regular ou sazonal da companhia. Todos os passageiros que desejam voar para os Açores têm de fazer escala em Boston ou Toronto
O SITAVA – Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos considerou hoje “deplorável” e “insultuoso” do ponto de vista ético que a TAP tenha escolhido a Boston Consulting Group (BCG) para assessorar o plano de reestruturação da companhia aérea.
Em causa está o anúncio, na semana passada, da BCG como a consultora escolhida para apoiar na elaboração do plano de reestruturação a apresentar à Comissão Europeia, no âmbito do auxílio financeiro do Estado à TAP, no montante máximo de 1.200 milhões de euros.
“O anúncio por parte do Conselho de Administração de que a “escolha” da consultora para assessorar o plano de recuperação da TAP tinha recaído sobre BCG (Boston Consulting Group), trouxe-nos imediatamente à memória tempos passados, mas não muito, quando esta mesma consultora foi também contratada para elaborar um outro estudo que acabou por ficar famoso. Falamos obviamente do célebre projeto RISE que primeiro não era para aplicar, mas depois foi sendo paulatinamente aplicado e a TAP foi sendo descaracterizada.
Mas há mais. Esta mesma consultora, tinha também à época uma outra grande “particularidade”. A esse propósito, remetemos para o comunicado nº 10 que o SITAVA publicou em 2016, e que reproduzimos abaixo deste, e que está em www.sitava.pt.
Mas a nebulosa não acaba por aqui. Por várias vezes, temos aqui denunciado os experimentalismos aventureiristas do responsável pela direção de “Revenue & Network” que, de entre outras coisas, desmantelou as equipas todas e colocou os trabalhadores a desempenhar tarefas de responsabilidade sem qualquer formação ou experiência, cujos resultados hão-de ver-se mais tarde. Nessa altura, alguém terá que prestar as devidas contas.
Mas além disso, este Senhor empolgado com a chefia da “quintarola” desatou a contratar trabalhadores por sua conta e risco à revelia da DRH. Sim, um grupo de 18 trabalhadores foi contratado pelo Senhor Arik De através das redes sociais. Agora, como a cobertura do Sr. Antonoaldo acabou, (?) 15 destes a quem foram dadas falsas esperanças, lamentavelmente, não viram os seus contratos renovados. Os outros três já passaram a efetivos.
Mas se pensam qua esta novela acaba aqui desenganem-se porque ainda há mais. Quatro destes trabalhadores foram agora contratados pela BCG e já apresentados aos ex-colegas para fazerem a reestruturação na “quintarola do Sr. Arik”. Mas como é tudo isto possível?
Conselho de Administração, e acionistas públicos e privados, têm conhecimento disto? E ninguém se importa? Acham que tudo isto é normal?
Que credibilidade vai ter o trabalho desta espécie de consultora? Isto até pode ser tudo legal, mas do ponto de vista ético é, no mínimo, deplorável e até insultuoso. A TAP tem obrigação de impor credibilidade e transparência em tudo o que faz ou manda fazer. Se isto for para a frente alguém vai ter que explicar aos trabalhadores todo este embuste.
O que a TAP precisa é de uma nova direção que reorganize e coloque os aviões a voar. É completamente incompreensível que as companhias estrageiras tenham uma presença mais forte nos aeroportos nacionais que a própria TAP. A continuar assim teremos que pôr nomes às coisas, e alguém vai ficar muito mal na fotografia.”
Comunicado 10/2016
“AFINAL, A QUEM SERVE O ESTUDO DA BCG ?
Não fora o alerta do SITAVA, com o seu comunicado no 9, e o tal estudo da BCG (Boston Consulting Group) de que tanto agora se fala, permaneceria na penumbra e iria, sorrateiramente, sendo implementado sem a oposição e resistência dos trabalhadores.
Como nota prévia para melhor compreensão do que está em jogo deve ter-se presente uma das, certamente muitas, qualidades desta consultora. Para tal, socorremo-nos do caso, reportado pelo Jornal de Negócios a 7/8/2008, em que a BCG foi contratada e produziu dois estudos sobre o Aeroporto Sá Carneiro, com conclusões diametralmente opostas, com a particularidade de ambos se ajustarem na perfeição aos desejos de quem os encomendou, (a ANA Aeroportos, por um lado, e um grupo de empresas do norte liderado pela SONAE, por outro).
Mas parece que os trabalhadores podem estar descansados. A TAP anda a encomendar e a pagar milhões por estudos, para depois vir dizer aos trabalhadores que não façam caso, que aquilo afinal não é para valer, que foi só para reinar com a malta.
Daí que, se o tal estudo, nem é para aplicar, também nós não iremos perder muito tempo com ele. Mas se fosse para aplicar, o que ressalta desde logo e muito claramente, é a intenção de proceder a uma profunda e total reconfiguração da TAP – que deixaria de ser o que é e sempre foi, uma FSC (companhia aérea de serviço completo) para se tornar numa LCC, (companhia aérea de baixo custo) – que serviria, certamente, muito bem os interesses dos acionistas minoritários que encomendaram o estudo, mandando às urtigas o futuro da TAP, a economia nacional, os postos de trabalho e os direitos dos trabalhadores.
Nunca é demais lembrar que o SITAVA sempre se bateu contra a privatização da TAP e que os vendilhões, à época, apregoavam que, ou era privatizada ou teria que ser convertida numa TAPzinha.
Não foram necessários mais que alguns meses para confirmar que mentiam descaradamente. Uma TAPzinha resultaria sim, mas da aplicação deste estudo com tudo o que isso comportava, desde a diminuição de salários e direitos dos trabalhadores até uma redução drástica dos postos de trabalho, desde logo pela externalização das operações de manutenção em Lisboa. Sim, só a de Lisboa, porque a do Brasil parece que é muito mais eficiente!!!
Com o conhecimento destes factos, torna-se cada vez mais estranho e incompreensível que o Governo, que assumiu compromissos com o país em relação à privatização da TAP, se coloque numa posição de assobiar para o lado, alienando a responsabilidade de acionista maioritário, podendo comprometer irremediavelmente, o futuro da empresa e o interesse nacional. Os trabalhadores da TAP e o povo português, estamos seguros, exigem que o Governo assuma sem mais demoras as suas responsabilidades de acionista maioritário e trave, enquanto é tempo, mais este plano de destruição da TAP.”
A Comissão Europeia deu hoje ‘luz verde’ a um auxílio estatal português de 133 milhões de euros à transportadora aérea açoriana SATA e abriu uma investigação para avaliar o cumprimento das normas comunitárias noutros apoios públicos à companhia.
“A Comissão Europeia aprovou, ao abrigo das regras de auxílio estatal da União Europeia [UE], uma verba de 133 milhões de euros em apoio à liquidez da SATA”, ajuda esta que “permitirá à empresa cumprir as suas obrigações de serviço público, prestar serviços essenciais e assegurar a conectividade da região ultraperiférica dos Açores”, anunciou o executivo comunitário em comunicado.
Porém, também hoje, a instituição “abriu uma investigação para avaliar se certas medidas de apoio público de Portugal a favor da empresa estão em conformidade com as regras da UE sobre auxílios estatais a empresas em dificuldade”, indicou a nota de imprensa.
Relativamente ao apoio estatal aprovado, Bruxelas revelou que está em causa uma garantia pública de Portugal até cerca de 133 milhões de euros sobre um empréstimo temporário para solucionar necessidades urgentes de liquidez, dada a crise gerada pela pandemia de covid-19, visando assegurar a prestação pela SATA de serviços essenciais como rotas relativas a obrigações de serviço público e serviços de interesse económico geral nos aeroportos locais.
O objetivo é “dotar a empresa de recursos suficientes para fazer face às suas necessidades urgentes e imediatas de liquidez até ao final de janeiro de 2021”, acrescentou.
E, uma vez que a SATA já estava em dificuldades financeiras anteriores à crise da covid-19, o executivo comunitário explicou que avaliou esta ajuda estatal ao abrigo de outras regras europeias que não as mais flexíveis adotadas devido à pandemia, nomeadamente as orientações anteriores, de 2014, e relativas aos auxílios de emergência e à reestruturação.
Foi também neste âmbito que foi aprovada a ajuda estatal à companhia aérea de bandeira TAP.
“As autoridades portuguesas estimaram que as necessidades de liquidez da SATA para os próximos seis meses em relação às obrigações de serviço público e serviços essenciais da SATA ascendem a aproximadamente 133 milhões de euros”, adiantou a Comissão Europeia.
As dificuldades financeiras da SATA perduram desde, pelo menos, 2014, altura em que a companhia aérea detida na totalidade pelo Governo Regional dos Açores começou a registar prejuízos, entretanto agravados pelos efeitos do surto de coronavírus, que teve um enorme impacto no setor da aviação.
E foi devido a tais dificuldades que a Região Autónoma dos Açores aprovou, desde 2017, três aumentos de capital na companhia aérea, para colmatar as carências de liquidez.
“As autoridades portuguesas afirmam que os aumentos de capital em questão não constituem auxílios estatais ao abrigo das regras da UE, uma vez que o Governo Regional dos Açores, como único acionista da SATA, atuou como um investidor privado a operar em condições de mercado”, referiu a Comissão Europeia.
São estes apoios públicos que Bruxelas vai agora “investigar mais aprofundadamente”, visando perceber “se os aumentos de capital constituíram auxílios estatais que deveriam ter sido notificados à Comissão e, em caso afirmativo, se as medidas de apoio anteriores satisfazem as condições das orientações de 2014 relativas aos auxílios estatais de emergência e à reestruturação”, concluiu a instituição.
A companhia aérea irlandesa Ryanair anunciou hoje uma redução de 20% do número de voos em setembro e outubro, apontando uma baixa nas reservas devido a um aumento de casos de covid-19 na Europa.
A Ryanair, que até agora tinha previsto voltar a 70% da sua capacidade em setembro, explica em comunicado ter de reduzir os voos previstos, nomeadamente para França e para Espanha, dois países incluídos na quarentena imposta pelo Governo britânico.
Contactada pela Lusa, fonte oficial da Ryanair confirmou que a redução de voos vai abranger toda a rede da transportadora, mas não adiantou de que forma vai afetar a operação em Portugal, uma vez que não vão revelar números por país.
Em comunicado, a companhia explicou que as reduções passam, sobretudo, por uma menor frequência de voos e não por interrupções do serviço.
“A queda na capacidade e frequência dos voos nos meses de setembro e outubro são inevitáveis tendo em conta a recente redução das reservas na sequência das restrições adotadas em alguns países europeus”, referiu um porta-voz da Ryanair citado no comunicado.
Os passageiros afetados pela anulação dos seus voos em setembro foram advertidos e os que têm voos para outubro, menos numerosos, vão ser avisados durante o dia.
Além das reduções para Espanha e França, a diminuição de voos vai afetar principalmente a Suécia e a Irlanda, que impõe uma quarentena aos passageiros provenientes do Reino Unido.
A Ryanair pediu ao Governo irlandês que altere a lista de países aos quais impõe quarentena, excluindo por exemplo a Alemanha, onde os casos são inferiores aos da Irlanda.
O anúncio feito pela companhia aérea “low cost” confirma que a esperada recuperação do tráfego aéreo, após meses de paragem devido ao confinamento, é mais difícil do que o previsto, numa altura em que o vírus ainda continua muito ativo na Europa.
O setor aéreo britânico, um mercado incontornável para a Ryanair, não esconde a preocupação após a decisão do Reino Unido de impor quarentena aos passageiros provenientes de França, pouco tempo depois de ter feito o mesmo em relação a Espanha.
Para enfrentar a crise causada pela pandemia e a diminuição da procura, a Ryanair já anunciou um plano de reestruturação que passa pela eliminação de 3.000 empregos, o que representa 15% do seu pessoal.
A pandemia levou a perdas de 185 milhões de euros entre abril e junho e a companhia previa até agora prejuízos mais baixos entre julho e setembro com a recuperação do movimento aéreo.
A partir desta semana, a Azul, eleita a melhor companhia aérea do mundo no ranking de 2020 do Tripadvisor, retoma suas operações em Juiz de Fora, Joinville e Ilhéus. Em agosto, companhia pretende chegar a 303 voos diários, um crescimento de 290% no comparativo com a malha de abril.
Saindo de Campinas, os voos com destino a Juiz de Fora e Joinville acontecerão de segunda à sexta com aeronaves modelo ATR 72-600, que podem transportar até 70 Clientes;
Ilhéus receberá voos com frequências às terças, quintas, sextas e sábados, que serão cumpridos com aeronaves modelo Embraer E1, com capacidade para até 118 Clientes, com destino à Belo Horizonte.
Todos os novos voos seguirão os protocolos e medidas de higiene estabelecidos pela Azul desde o início da pandemia.
A Boeing anunciou em comunicado que o Grupo Volga-Dnepr recebeu, hoje, um Boeing 777 Cargueiro.
Este modelo vai integrar uma frota de mais 24 Boeings e descolou hoje de Paine Field no Everett, em Washington.
O cargueiro bimotor com baixo consumo de combustível vai começar a operar com a AirBridgeCargo, uma subsidiária da Volga-Dnepr.
A AirBridgeCargo irá operar o avião através de um acordo de venda e leaseback com a Dubai Aerospace Enterprise (DAE). “Estamos muito satisfeitos em dar as boas-vindas ao Grupo Volga-Dnepr como o nosso mais novo cliente, com o 777F na sua frota”, disse Firoz Tarapore, CEO da DAE.
“A DAE Capital é a maior empresa de leasing do mundo do lucrativo e eficiente 777 Freighter. Esperamos ter um relacionamento longo e gratificante com o Grupo Volga-Dnepr, à medida que eles continuam a expandir as suas operações de sucesso. ” O Grupo Volga-Dnepr está entre os maiores operadores de cargueiros Boeing do mundo, voando 17 cargueiros 747 e cinco cargueiros 737, incluindo 13 747-8F, quatro 747-400ERF, dois 737-800BCF e três 737-400SF.
O 777F pode voar 4.970 milhas náuticas (9.200 quilómetros), pode carregar uma carga útil de 224.900 libras. (102.010 kg), mais capacidade de carga do que qualquer outro cargueiro bimotor.
De todos os cargueiros produzidos, apenas o 747F e o 777F são capazes de transportar cargas altas e descomunais em paletes de 3 metros (10 pés) de altura. Esta capacidade comum de altura de palete do convés principal permite paletes intercambiáveis para ambos os modelos.
Além disso, a porta de carga lateral do convés principal do 777F é extraordinariamente larga, com 3,72 metros (146,5 polegadas), dando àquele avião uma capacidade de transporte descomunal além de cargas úteis altas.
“Estamos honrados com a parceria com a Dubai Aerospace Enterprise e o Volga-Dnepr Group para apresentar o 777 Cargueiro aos clientes do Volga”, disse Ihssane Mounir, vice-presidente sénior de Vendas Comerciais e Marketing da The Boeing Company.
“Estamos ansiosos para apresentar o insuperável eficiência e capacidade do 777F para complementar a frota existente do Volga. ”
A Boeing fornece mais de 90% da capacidade mundial de cargueiros dedicados. Os clientes encomendaram 231 777 cargueiros desde o início do programa em 2005.
A Volga-Dnepr torna-se o 19º operador até o momento a usar o cargueiro bimotor de grande capacidade.
A British Airways vai iniciar esta terça-feira, 18 de agosto, o phase-out da sua frota B747, depois de ter anunciado no mês passado que todos os seus 31 B747 tinham realizado infelizmente os seus últimos voos comerciais.
O primeiro modelo a ser retirado será o Boeing 747-400, com matrícula G-CIVD, que irá descolar de Londres Heathrow, às 9h00, (hora local) com o número de voo BA9170E, após mais de 25 anos a voar.
Todos os processos de alteração de frotas está a ser aclarado devido ao impacto da pandemia de Covid-19 nas companhias aéreas.
O A310 CS-TGU da Azores Airlines que estava estacionado há dois anos na placa do Terminal Civil Aeronáutico de Beja, começou a ser desmantelado recentemente e prepara-se agora para o “golpe” final.
O A310 foi adquirido ao Grupo SATA por uma empresa que lhe retirou os dois reatores – e abandonou a carcaça na placa do TCB. Em abril de 2019, o A310 chegou a ser mudado para as placas da BA11, mas, voltou ao TCB, onde ainda se encontra.
Para trás terá ficado a intenção de um grupo empresarial do Alentejo, com interesses no turismo, em adquirir a aeronave para a transformar em alojamentos personalizados em turismo rural, mas o custo do parqueamento em dívida e o preço de aquisição, a que se juntou a covid-19, tornaram a operação proibitiva.
O desmantelamento, a cargo da Unidade de Beja da AmbiGroup Resíduos, teve início no passado dia 9 de julho. Os primeiros trabalhos consistiram na retirada dos bancos e as forras laterais e posteriormente foi realizada a descontaminação dos óleos hidráulicos e do jet fuel dos depósitos.
Foto: Teixeira Correia
Agora será realizado o corte do aparelho, de que resultará o aproveitamento de equipamentos para outras aeronaves, o tratamento de alguns componentes em Beja e a reciclagem de outros materiais.
A história do fim do CS-TGU “Terceira” começou a escrever-se a 11 de março de 2018, quando aterrou nas pistas da Base Área e estacionou na placa do TCB, de onde nunca mais levantou voo.
Foi crescente o número de voos especiais realizados pelo Grupo SATA, tanto para efectuar o transporte de equipas desportivas (designadamente, o Benfica) ao estrangeiro, no âmbito de jogos integrados nas competições europeias, ou para transportar o Presidente da República, e comitiva, durante as respectivas visitas de estado a países estrangeiros.
Este facto atesta a qualidade do serviço que a SATA Internacional presta a bordo dos seus aviões, confirmados padrões de segurança por que se rege a respectiva operação e enquadra-se na aposta estratégica da própria companhia de realizar operações de transporte de comitivas para o estrangeiro, actividade que tem permitido levar a marca dos Açores e da SATA a todo mundo.
Assim, a SATA transportaria as equipas do Benfica, do Sporting Clube de Portugal e do Futebol Clube do Porto a três destinos diferentes, no âmbito das competições europeias de 2012 em que participaram. A primeira partiu, a 13 de Fevereiro, para São Petersburgo (S4 9790), a fim de disputar mais um jogo da Liga dos Campeões; a segunda seguiu, um dia depois (S4 9770), com destino a Varsóvia, a fim de realizar o jogo da primeira mão dos 16-avos-de-final da Liga Europa contra o Légia local; por fim, o voo que transportou a turma nortenha a Manchester, igualmente no âmbito da Liga Europa, teve origem no Porto, a 21 de Fevereiro (S4 9740). Neste último caso esteve em causa o encontro disputado com o Manchester City.
Voando sempre em equipamentos pesados da SATA (A10-300), as equipas mencionadas deslocaram-se, pela ordem anteriormente mencionada: no CS-TKN (Cte Sérgio Oliveira; OP Sandra Coelho; CC Maria Delgado), CS-TGU (Cte Carlos Oliveira; OP Tiago Pissara; Carla Nascimento) e CS-TGV (Cte Raúl Falcão; OP Luís Granja; CC Margarida Sousa
). Os voos de regresso, que se realizaram a 15, 16 e 22 de Fevereiro com origem em São Petersburgo (S4 9791), Varsóvia (S4 9771) e Manchester (S4 9741), respectivamente, estiveram a cargo as mesmas tripulações, trazendo também, a bordo adeptos de cada uma das equipas contratantes.
Em anos anteriores, destaca-se o transporte da equipa e adeptos do Sporting de Braga a Dubim, cidade onde decorreu (a 18-5-2011), no Estádio Arena, a final da Liga Europa de Futebol (S4 9746, CT-TKJ: Cte Alexandre Rodrigues, OP Luís Santos; S4 9742, CS-TKM: Cte António Vieira; OP Rui Santos), bem como, no âmbito daquela mesma competição europeia, o transporte das equipas portuguesas que se deslocaram a Sevilha [F. C. Porto (CS-TGV); S4 9700 (Cte Alípio Barbosa; OP Nuno Bragança)] e a Pozan (Sporting de Braga (CS-TGU); S4 9700 (Cte Gilberto Baptista; OP Luís Martins)]. O encontro entre o Porto e o Sevilha teve lugar a 17 de Fevereiro de 2011 no Estádio Ramón Sánchez Pizjuán, cabendo, no mesmo dia, à equipa do Sporting de Braga defrontar os polacos do Lech Poznan, referindo-se ambos os jogos à primeira mão dos 16-avos-de-final da Liga Europa.
Bastante consistente no tempo tem sido a preferência do Benfica pela transportadora SATA nas suas deslocações à Europa. Foi o caso da deslocação da sua equipa principal de futebol a Estugarda (S4 9760), igualmente no âmbito da liga Europa (23-2-2011), efectuada, como habitualmente, em voo de transporte não regular (CS-TKM). A equipa portuguesa defrontou (no dia seguinte) o VFB Stuttgart na Mercedes-Benz Arena, a contar também, para os 16-avos-de-final daquela competição europeia (Cte José Birrento; OP José Faúlha).
Estas deslocações foram procedidas de várias outras da equipa do Benfica, canso concretamente das efectuadas a Dusseldorf (S4 9760/ S4 9761) (Cte Abel Coelho; OP Sandra Coelho) e a Liverpool [equipa: S4 970 / S4 9741 (Cte Miguel Sancho; OP José faria); adeptos: S4 9742 / S4 9743 (Cte José Birrento; OP Sérgio Marques)], para defrontar respectivamente, o Shalke04 (deslocação efectuada a 28-9-2010) e o F.C. Liverpool (jogo efectuado a 8-4-2010). Todos estes voos foram realizados em A310-300 (CS-TKM, CS-TGV e CS-TGU), com regresso a Lisboa após os jogos realizados.
A SATA assegurou, também, em A310-300, a deslocação do Benfica a Marselha, a 17 de Março de 2010 (S4 9710), com regresso a 18 (S4 977), no âmbito de mais um jogo da Liga Europa (Cte Miguel Sancho; OP Pedro Gonçalves). Na circunstância, a equipa lisboeta defrontou o Olympique local, no Estádio Velódromo. Esta deslocação fora antecipada, a 17 de Fevereiro, do voo fretado que transportou a comitiva do S.L. Benfica a Berlim (Schoenefeld). Este voo realizou-se, uma vez mais, em A310 (S4 9880), tendo o regresso da equipa a Lisboa ocorrido no dia 18 de Fevereiro (S4 9881), após o encontro com o Hertha local (Cte Jorge Ramalho; OP Carlos Batalha).
Igualmente efectuado em equipamento A310 foi o voo S4 9880, que partiu de Lisboa, a 30 de Novembro de 2009, com destino a Minsk, na Bielorrúsia, transportando a equipa principal do Sport Lisboa e Benfica (Cte Otília Machado; OP Sérgio marques). Nessa altura, o adversário foi o BATE Borisov, campeão bielorrusso à época, também a contar para a Liga Europa. O regresso da equipa Benfica, e respectiva comitiva, à capital portuguesa teve lugar no dia 2 de Dezembro (S4 9881).
No que se refere à selecção nacional, destacamos, de entre os vários voos realizados para diferentes destinos, a deslocação à Noruega (Oslo), no âmbito dos jogos da fase de qualificação do Grupo H para o Campeonato Europeu de Futebol de 2012. A viagem em causa foi efectuada pelo CS-TKM (A310-300), no dia 5 de Setembro de 210 (S4 9780), com partida de Lisboa e escala no Porto (Cte António Vieira, OP João Caiano). A comitiva chefiada pelo vice-presidente da Federação de Futebol, sendo ainda de realçar a particularidade de os jogadores Beto e Miguel Veloso terem tido o privilégio de assistir às operações dos pilotos no interior do cockpit, num gesto de simpatia do PNT da SATA, que foi muito apreciado.
O voo de regresso da Noruega (S4 9781), efectuado após a realização do encontro de futebol entre as duas selecções, teve lugar no dia 7 de Setembro (com partida de Oslo pelas 23:10). Num percurso realizado em rota directa a Lisboa, tendo a viagem sido completada num equipamento de médio curso (A320-200, CS-TKJ). Este voo seria efectuado pelo Cte Timóteo Costa, um histórico da SATA, de origem madeirense, que averbou um longo currículo (de mais de 40 anos) como piloto comercial no ex-ultramar português (DETA e TAAG) e em Portugal (LAR e Air Columbus), antes de ingressar na frota B737 da ainda SATA Air Açores, em Novembro de 1995. Foi coadjuvado, na circunstância pelo OP Mário Mesquita.
Estes voos, realizados em regime charter ad-hoc, com periocidade anual razoavelmente consistente, têm contribuído para mitigar os efeitos da sazonalidade que caracterizam as operações regulares da Empresa. Para este desiderato concorreu a deslocação da Selecção Nacional a Genebra, onde defrontou (a 9-2-2011), em encontro de carácter particular, a selecção nacional da Argentina (voo efectuado a 7-2-2010, com partida de Lisboa: Cte José Sarmento; OP Luís Granja). O regresso da equipa nacional ocorreu a 10 de Fevereiro de 2011 (CS-TGU). (…)
Outros voos de transporte não regular têm levado os aviões da SATA Internacional, em diferentes circunstâncias, às mais diversas partes do Mundo. Entre os mais distantes realçamos o voo presidencial efectuado pelo A310-300 (CS-TGU) a Melbourne (Austrália), em maio de 2002, cuja aterragem no aeroporto daquela cidade foi fotografada com dois equipamentos pesados da Malaysia e da Qantas em fundo (Ctes José Gonçalves e Francisco Rodrigues). (…)
Através da SATA, torna-se possível anunciar ao mundo que existimos, mesmo sem referências geográficas concretas para muitos dos que contemplavam os símbolos dos Açores, pela primeira vez, nessas paragens mais longínquas.
Além do voo especial anteriormente referido (à Tailândia, Austrália e Timor, entre 17 e 27 de maio de 2002), avultam, ainda, outros voos de Estado, nesta mesma área de negócios, destinado ao transporte de comitivas oficiais. Um dos mais mediáticos seria aquele que transportou o Presidente da República, Prof cavaco Silva, à República Checa (Praga), por ocasião da sua visita oficial àquele país, que teve inicio a 14 de abril de 2010 (A310-300, CS-TGU). Assim sucedeu porque a interdição do espaço aéreo europeu provocado pelas cinzas vulcânicas vindas da Islândia, a partir de 15 de abril, impediu o Presidente da república voltasse a Portugal no equipamento da SATA Internacional que o transportou, constituindo caso único na história desses voos. Foi atribuído a este voo, à semelhança, aliás, dos demais voos presidenciais efectuados em aviões da SATA, o cal-sign S4 1E (Cte José Gonçalves, Cte Raul Falcão; OP David Nunes)
Ente as viagens presidenciais efectuadas por aeronaves da SATA, destacam-se, ainda, pela sua duração e distâncias percorridas, as realizadas, por este mesmo avião (CS-TGU), ao Canadá, em Maio de 2001, transportando o então Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio e comitiva, até Vancouver, British Columbia (CVR/YVR), e, também à Índia (VIDP/DEL), em Janeiro de 2007, já durante a presidência do Prof. Cavaco Silva, cuja visita a Goa, onde lhe foi outorgado o doutoramento honoris pela universidade local, constitui o ensejo para o regresso de uma aeronave com marcas de matrícula português ao aeroporto de Dabolim (Cte José Gonçalves; Cte Francisco Rodrigues; OP Jorge Estevez). (…)
Outras viagens presidenciais, efectuadas, curiosamente, sempre neste mesmo avião: Novembro de 1999 – PR Jorge Sampaio (México: Ctes José Gonçalves e Francisco Rodrigues), Outubro de 2005 – PR Jorge Sampaio (Bélgica: Ctes José Gonçalves e Francisco Rodrigues); Setembro de 2006 – PR Cavaco Silva (Espanha: Cte José Gonçalves; Cte Francisco Rodrigues; OP Pedro Teixeira); Março de 2009 – PR Cavaco Silva (Alemanha: Cte José Gonçalves; Cte Sérgio Oliveira; OP Duarte Mequelino) e Maio de 2009 – PR Cavaco Silva (Turquia; Cte José Gonçalves; Cte Sérgio Oliveira; Cte António Vieira). Registe.se que as tripulações de cabine (PNC) destes voos são, também reforçadas, embarcando normalmente (no A310), três chefes de cabine e sete comissários/assistentes de bordo em cada uma destas missões.
Entre os chefes de cabine, mais utilizados nestas ocasiões figuram Maria Carreira e Célia Rosa, tendo estado também, ao serviço destes voos, entre outros profissionais no desempenho de idênticas funções: Miguel Henriques, José Lopes, José Humberto, Rosa Lopes, Cristina Santos, Francisco Teixeira e Márcia Teixeira. No que se refere a comissários/assistentes de bordo, as escolhas parecem obedecer à escala normal de serviço para o mês em que os voos são programados, pelo que o pessoal utilizado varia em função daquela (sendo, por isso, raras as vezes em que um mesmo tripulante aparece em dois voos especiais). Deixamos aqui, aleatoriamente, os nomes de alguns dos comissários/assistentes que participaram nestes voos: Sheila Passos, Nelma Mendes, José Paulo, Kathryne Moreira e Márcia Caires, na impossibilidade de os mencionar a todos.
(…)
A opção pela utilização sistemática do A310-300 (CS-TGU) da SATA nas viagens presidenciais não teria, contudo, continuidade na visita de Estado a Cabo Verde, iniciada a 4 de Julho de 2010. Tendo a companhia área açoriana sido escolhida, uma vez mais, para transportar o Presidente da República a este país africano, as características desse voo, no que se refere, designadamente às dimensões das pistas de aterragem dos aeroportos visitados, determinariam que a preferência pela aeronave a utilizar recaísse, desta vez, no A320-214 CS-TKO (Diáspora), que viajou para a Cidade da Praia com uma tripulação técnica adequada à circunstância (Ctes Nuno Campo, Timóteo Costa; OP Nuno Ferreira).
Importa realçar que o A320-214 da SATA que transportou o Presidente da República a Cabo verde foi o primeiro avião da Airbus a demandar o aeroporto de São Vicente, efeméride que passou a constar do registo de pista daquela infraestrutura aeronáutica. (…)
O A320 da SATA que transportou o PR completaria ainda, um segundo percurso entre as ilhas de Cabo verde, desta vez entre São Vicente e Sal, de onde partiu no voo de regresso a Lisboa, com nova tripulação técnica (Ctes Pedro Pereira e Rui Alves; OP José Cordeiro). Os voos internos, efectuados no arquipélago de Cabo verde, foram, ambos, da responsabilidade da tripulação inicial. Durante as principais pernas dos voos efectuados, o Prof. Cavaco Silva fez questão de cumprimentar o PNT no cockpit do avião.
A utilização de outra aeronave que não o A310 nas visitas presidenciais ao estrangeiro aparentemente não se resumiu à visita de Estado a Cabo verde. Consta que na viagem do presidente Jorge Sampaio a Inglaterra (realizada a Fevereiro de 2002) foi utilizado um B737-300 da SATA Internacional, que viajou, na altura, com uma tripulação técnica constituída pelo Cte Alípio Barbosa, cte Timóteo Costa e OP Nuno Jardim.
(…)
Outras particularidades respeitantes aos voos que transportam o presidente da República são a composição das respectivas tripulações técnicas (dois comandantes e um co-piloto) bem como um catering providenciado a bordo, que costuma ser preparado em Ponta Delgada para esse fim e constituído por refeições especiais, geralmente confeccionadas á base de produtos açorianos.
Alias existe sempre um protocolo associado à preparação deste voos como um conjunto de procedimentos inerentes à sua realização em que a SATA tem vindo a acumular experiência devido á sua realização periódica.
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