O A380 A6-EEO da Emirates que estava na passada sexta-feira, 12 de jullo, a realizar o voo entre Auckland, na Nova Zelândia, e o Dubai passou por uma área com turbulência severa.
No vídeo partilhado em várias redes sociais é possível verificar como ficou o icônico lounge do andar superior, bem como a galley do mesmo andar.
Segundo as informações disponíveis não houve qualquer registo de feridos e o voo seguiu normalmente até ao seu destino.
An Emirates A380 performing Emirates EK449 from from Auckland, NZ to DXB, has encountered heavy turbulence while in-flight to Dubai. The on-board lounge was strongly affected as the glasses and catering was all shattered and scattered in the bar area. pic.twitter.com/KjlPuWhII7
Despediu-se hoje da frota da TAP Air Portugal o último A330-300 CS-TOX.
A aeronave está a realizar o voo TP9316 com destino ao Brasil, onde irá receber as cores da Air Canada, nas instalações da TAP Manutenção.
A companhia canadiana anunciou a aquisição de 4 unidades A330-300 que estavam na frota da TAP, por forma a reforçar a sua frota uma vez que irá iniciar o phase-out dos seus B767-300ER.
Os aviões integraram a frota da TAP em 2017 por forma a colmatar a falta de aviões até à chegada dos A330neo.
Como a configuração actual na classe Executiva é de 2-2-2, diferente da configuração da Air Canada em que todos os lugares da Executiva dão acesso ao corredor (1-2-1), a companhia vai comercializar estes lugares como Económica Premium até o retrofit destes modelos.
Sem dúvida que as saídas mais marcantes foram do CS-TOV, e do CS-TOW uma vez que tinham pinturas personalizadas.
Recordamos abaixo a saída das duas aeronaves:
Airbus A330-300 CS-TOW da TAP Air Portugal despediu-se hoje da frota da companhia.
O avião ficou conhecido internacionalmente com a sua pintura “Portugal Stopover” com vários icons que representam Portugal.
A imagem corporativa do programa da companhia portuguesa foi criada pelo Gianfranco Beting. A 24 de julho Gianfranco Beting, escrevia na sua conta de Facebook: “Depois de mais de 18 meses de trabalho, finalmente hoje tenho a satisfação de compartilhar com você as primeiras imagens oficiais do mais novo A330-300 da TAP, o CS-TOW. Ele traz uma imagem corporativa criada por este que vos escreve, que ajuda a promover o programa PORTUGAL STOPOVER da TAP. Nele, a empresa portuguesa oferece descontos e vantagens incríveis para quem quiser ficar de um a três dias em Portugal”.
O avião ficou conhecido internacionalmente com a sua pintura retro.
Ao longo destes 2 anos em que o avião esteve na frota da companhia, a TAP aproveitou para realizar várias campanhas de marketing através de “voos retro”.
O Boeing 737-300 da companhia Belavia – Belarusian Airlines com o registo EW-336PA, que estava a realizar o voo entre Minsk, na Bielorrúsia e Kiev, na Ucrânia, saiu da pista durante a aterragem.
O incidente aconteceu esta sexta-feira, dia 12 de julho, no Aeroporto Internacional Igor Sikorsky, em Kiev, na Ucrânia, tendo o avião ficado atolado na área de segurança, após a cabeceira da pista.
A bordo seguiam 139 passageiros e 5 membros da tripulação, tendo todos os ocupantes saído através de escadas móveis.
Segundo as informações disponibilizadas pelas autoridades ucranianas, não houve registo de feridos e já foi aberta uma comissão de inquérito para investigar o incidente.
A TAP garantiu que testes efectuados a bordo dos seus A330neo não detectaram“a bordo quaisquer substâncias que possam constituir um perigo para a saúde dos tripulantes e dos passageiros”, nem “registo de insuficiência de oxigénio”.
Numa carta enviada aos tripulantes a que a Lusa teve acesso, a companhia aérea informa que tem estado a monitorizar, em conjunto com a fabricante Airbus, as condições dos aparelhos, depois de nos últimos meses terem surgido queixas de tripulantes e passageiros por sentirem náuseas e um odor estranho a bordo.
Segundo a empresa, foi instalado “um equipamento ‘Aerotracer’, com vista à análise e identificação de ar contaminado por diferentes agentes na cabina do avião”.
“Dos 20 voos realizados com o ‘Aerotracer’ instalado, apenas em dois deles foram registados episódios pontuais de cheiros” identificados, mas “em níveis residuais” que estão muito abaixo dos valores limite de referência” em termos de qualidade do ar da cabine.
“Salientamos que, esta semana, na totalidade dos voos realizados, houve um decréscimo de eventos reportados relativamente à semana anterior, o que revela uma evolução muito positiva”, garantiu a TAP, anunciando que ainda esta semana iria instalar um ‘Aerotracer’ em outro avião “e obter um equipamento extra, no futuro próximo, com o objetivo de ter uma amostra mais abrangente e célere da qualidade do ar na frota A330-900neo”, lê-se na missiva.
Já no que diz respeito “aos episódios reportados de mal-estar na cabina temos vindo a seguir os casos reportados em conformidade com as práticas adotadas e de acordo com os padrões recomendados”, garantiu a companhia aérea.
“Registamos que, à data, não existem casos identificados que tenham necessitado de cuidados médicos de maior urgência, sendo que a totalidade dos casos assistidos na UCS [Unidade de Cuidados de Saúde] apresentou apenas sintomas transitórios e exames sem alterações. Dos reportes recebidos na empresa, 12 tripulantes deslocaram-se à UCS, o que representa 0,5% face ao total de tripulantes que já voaram nos A330-900neo”, destacou a empresa.
A TAP anunciou ainda que a Airbus vai montar sensores e outros equipamentos, para medir temperatura e CO2 “como reforço das análises em curso”.
“Apesar dos resultados obtidos, uma equipa multidisciplinar e especializada, constituída por elementos da Manutenção e Engenharia, UCS, ‘Safety’, Operação de Voo e Tripulantes de Cabina, continua a acompanhar, permanentemente e com a maior atenção esta situação em particular”, garantiu a empresa.
A TAP deu ainda conta de uma carta da Airbus, em que a empresa diz estar a acompanhar a situação e rejeita ligações entre as náuseas e os odores.
A Hifly continua a dar-nos conta nas suas redes sociais por onde anda o seu Airbus A380.
Antes de mais, referir que a companhia estuda a introdução de mais aeronaves do mesmo modelo nos próximos anos.
Actualmente o A380 está a voar entre Londres e Nova Iorque para a Norwegian.
No dia 10 de julho, o A380 esteve ao serviço da Corsair a realizar o voo entre Paris e Abidjan, na Costa do Marfim.
O primeiro A380 da Hi Fly está equipado motores Rolls Royce Trent 900 e tem uma capacidade para 471 passageiros distribuídos por três classes. O piso principal tem 12 lugares de primeira classe e 311 de classe económica enquanto que o piso superior tem 60 lugares de classe executiva e 88 de económica. Numa configuração de alta densidade este avião poderá transportar até 853 passageiros.
First Class
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O A380 está equipado com tecnologia e acabamentos de última geração, contando cada assento com o seu próprio sistema de entretenimento individual da Panasonic eX2, proporcionando aos passageiros variadas possibilidades de entretenimento.
Business Class
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Adicionalmente, a performance deste avião vai ao encontro do compromisso de sustentabilidade da Hi Fly. Produzindo apenas 75 gramas de CO2 por passageiro por quilómetro, o A380 reduz emissões de gás nocivas transportando mais pessoas com um menor impacto para a atmosfera.
A Delta encerrou um capítulo da sua história com a entrega do seu último 737-900ER, ou seja, com a entrega desta aeronave a Delta não possui mais encomendas junto da Boeing.
O B737-900ER foi recebido no passado dia 27 de junho, sendo a 130ª unidade de 737-900ER. A aeronave tem a matrícula N930DZ (MSN 63539/LN 7592).
A Delta fez pedidos para 100 aeronaves Boeing 737-900 (ER) em agosto de 2011, mais 20 em dezembro de 2015 e mais 10 em abril de 2017.
A partir de agora, e depois de ter sido uma das maiores clientes da Boeing, a Delta apenas agendou a entrega de aviões novos da Airbus ”.
Esta é a primeira vez que a Delta fechou momentaneamente as suas portas para a Boeing. Hoje, a companhia opera uma frota de 530 aviões da Boeing, com uma frota total de 930 aviões.
Em dezembro de 2017, a Delta fez um pedido para 100 Airbus A321neos com 100 opções.
“Esta é a decisão certa no momento certo para os nossos clientes, para os nossos funcionários e para os nossos acionistas”, disse o CEO da Delta, Ed Bastian.
A Delta já tinha discutido internamente se deveria ou não fazer um pedido para o Boeing 737 MAX ou o Airbus A321neo, e decidiu avançar com uma encomenda à Airbus.
O B777-200 C-FNNH da Air Canada que estava a realizar o voo AC33 entre Vancouver e Sydney, na Austrália, teve de solicitar uma aterragem de emergência no aeroporto de Honolulu depois de passar por uma área de turbulência severa.
Segundo as informações partilhadas pela companhia, cerca de 35 pessoas sofreram ferimentos ligeiros.
Quando o avião aterrou já estavam em prontidão todos os serviços de emergência, tendo as equipas médicas assistidos os vários passageiros no local.
A bordo do B777-200 seguiam 269 passageiros e 15 membros da tripulação.
De acordo com uma passageira: “Quando passámos pela turbulência e todos os passageiros bateram com a cabeça no tecto e depois caiu tudo… as pessoas voaram”, “Foi como um segundo, mas foi o suficiente para ver todo mundo a saltar.”
A maioria dos passageiros que apresentava ferimentos e segundo os serviços de emergência, eram os passageiros que não tinham o cintos de segurança apertados.
O episódio aconteceu a 10.973 metros (36.000 pés) a cerca de 966 quilômetros a sudoeste de Honolulu, nunca altura do voo que a tripulação estava a servir uma pequena refeição.
De acordo com notícias publicadas em vários jornais islandeses, dois ex-gerentes do WOW estão a trabalhar para constituírem uma nova companhia aérea com base na WOW Air (que foi declarada falida em março).
De acordo com as mesmas informações, um grupo de investidores, incluindo dois ex-executivos do WOW, procuraram apoio junto de alguns bancos islandeses.
O objetivo é lançar uma companhia aérea chamada “WAB air” no quarto trimestre de 2019, para competir com a Icelandair. WAB significa “estamos de volta”.
A nova companhia será apoiada pela Avianta Capital, um fundo de investimento irlandês de propriedade da Aislinn Whittley-Ryan, juntamente com a Neo, uma empresa de propriedade conjunta de Arnar Mar Magnusson, Sveinn Ingi Steinporsson (ambos ex-executivos da WOW).
A Avianta terá uma participação de 75% e a Neo terá a participação restante de 25%. Os planos iniciais são de operar seis aeronaves no primeiro ano, voando para 14 destinos na Europa e na América do Norte, transportando um milhão de passageiros para uma receita estimada em 158 milhões de dólares durante o primeiro ano.
O Governo português anunciou a compra à Embraer de cinco aviões KC-390, para substituir os Hércules C-130, por um total de 827 milhões de euros.
O negócio inclui também a aquisição de um simulador de voo e a manutenção das aeronaves nos primeiros 12 anos de vida, segundo o ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho.
O primeiro destes aviões de carga e transporte tem entrega prevista à Força Aérea Portuguesa em Fevereiro de 2023, seguindo-se mais um por cada ano até Fevereiro de 2027.
“É um momento de grande satisfação. Podemos anunciar a resolução de Conselho de Ministros que dá autorização de despesa para a aquisição de cinco aeronaves KC-390 e um simulador e os contratos de manutenção ao longo dos primeiros 12 anos de vida dessas aeronaves. Trata-se de um culminar de um longo processo de diálogo com a Embraer, de parceria e trabalho conjunto no desenvolvimento da aeronave e, por outro lado, um trabalho de negociação para definição do preço e especificações técnicas”, indicou ministro.
Segundo Gomes Cravinho, “o KC-390 vai substituir a frota de C-130, com já 40 anos de idade e que está no limite da sua utilizabilidade”, com “duplo uso – civil e militar, incluindo combate aos incêndios”.
“Vamos inaugurar uma aeronave que tem características inovadoras, porque é de alcance intercontinental. É um avião com dois motores, mas com capacidades que normalmente apenas os aviões de quatro motores conseguem atingir”, disse.
O ministro da Defesa referiu que os actuais C-130 “têm poucos anos de vida útil pela frente”, com “elevado grau de obsolescência tecnológica”, mas vão poder manter-se activos nos próximos “seis a sete anos”, já que “estão a passar por uma pequena modernização necessária para terem autorização para continuar a voar”.
A Lufthansa anunciou que vai aumentar o número de aeronaves baseadas no seu Hub de Munique, com a intrdução de mais dois Airbus A380 no próximo horário de verão IATA.
Com este aumento, a companhia passa a contar com sete A380 baseados em Munique, enquanto os sete jatos remanescentes do modelo permanecerão em Frankfurt. A maior aeronave comercial do mundo será utilizada em cinco destinos a partir de Munique, dois deles adicionados no próximo verão.
Pela primeira vez, a Lufthansa vai operar o A380 para Boston e operar a rota de São Francisco durante todo o ano. Para além ada rota de Boston e São Francisco, a companhia vai voar com o A380 para Los Angeles, Pequim e Xangai.
A Boeing anunciou, hoje 9 de julho, uma queda de 37% no número de aeronaves entregues no primeiro semestre do ano em relação ao mesmo período do ano passado.
Esta situação é motiva pelos problemas que envolvem o B737 MAX, principal produto da fabricante, estando neste momento muitas unidades B737MAX por entregar.
A Boeing encerrou o primeiro semestre com 239 aeronaves comerciais entregues.
Nos últimos três meses não foi feita nenhuma encomenda para a família 737 MAX, pelo contrário, existiram alguns cancelamentos.
A carteira de encomendas do 737 MAX conta com 4.675 unidades, tendo em abril a Boeing reduzido a produção do modelo de 52 para 42 aeronaves por mês.
Enquanto a Boeing prepara as actualizações do software e correcções no MAX, a construtora deverá perder o lugar de maior fabricante de aviões do mundo depois de oito anos.
A Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) solicitou uma inspecção às asas de 25 aviões A380, por risco de fissura, problema que foi detectado nas asas dos aparelhos mais antigos deste modelo.
De acordo com um comunicado da EASA, caso o problema não seja detectado e corrigido, pode “reduzir a integridade estrutural das asas”, não estando, no entanto, previsto que os aviões deixem de voar.
A EASA pede que seja realizada uma inspecção com ultra-som a 25 dos 234 aviões A380 que se encontram em operação, já que o problema terá sido detestado apenas nos aviões mais antigos, construídos há mais de 15 anos.
O Boeing 747-400ERF (cargueiro) da KLM com o registo PH-CKA perdeu uma parte dos seus flaps, durante a aproximação ao Aeroporto Internacional de Hahare, capital do Zimbábue
De acordo com as informações da KLM, o icidente aconteceu ontem dia 9 de julho.
A aeronave pertence à KLM Cargo e é utilizado pela subsidiária Martinair e estava a realizar o voo entre Joanesburgo para Harare.
“É verdade que uma aeronave da KLM Cargo perdeu hoje uma parte da sua asa quando aterrou em Harare, no Zimbábue”, indicou a KLM em comunicado. A parte solta foi encontrada fora de Harare e, até onde sabemos, não causou nenhum dano.”
A KLM indicou que está a fazer todos os esforços para descobrir/investigar este incidente.
A Azores Airlines, companhia aérea sedeada nos Açores, recebeu o primeiro dos três A321LR que lhe serão entregues (em regime de leasing à Air Lease Corporation “ALC”; NYSE: AL), tornando-se na mais recente operadora deste modelo de avião que é de longo curso e de corredor único.
Equipado com motores CFM LEAP-1A, o A321LR da Azores Airlines tem 190 lugares distribuidos por duas classes (16 em executiva e 174 em económica), oferecendo o conforto excecional de um widebody numa cabina e com os custos de operação de um aparelho de de corredor único. Com este novo A321LR a companhia açoriana pretende continuar com a sua estratégia de crescimento e de expansão da rede para destinos europeus, mas também em rotas transatlânticas entre os Açores e o norte do continente americano.
O A321LR é a versão de longo curso (LR – Long Range) do sucesso de vendas da família A320neo e permite às companhias aéreas vôos de longo curso até 4,000nm (7,400km), chegando a novos mercados que até então estavam inacessíveis aos aparelhos de corredor único.
O novo A321LR vai juntar-se à frota da Azores Airlines, que inclui cinco aviões de corredor único que entraram ao serviço no último ano, 3 A320ceo e 2 A321neo. Este novo membro da frota da Azores Airlines vai permitir à companhia maior flexibilidade operacional e uma optimização da comunalidade entre aeronaves.
O A320neo e os modelos derivados fazem parte da família de aviões de corredor único mais vendida no mundo, que conta já com mais de 6 500 encomendas vindas de mais de 100 clientes desde o seu lançamento em 2010. Pioneiro, este modelo integra as tecnologias mais recentes, incluindo motores de nova geração e uma cabine com um design de referência na indústria aeronáutica, o que proporciona uma poupança de 20% em combustível por passageiro. O A320neo também tem outros benefícios a nível ambiental como uma diminuição na pegada sonora de cerca de 50% comparavelmente aos aviões concorrentes de gerações anteriores.
A companhia aérea de baixo custo saudita Flyadeal cancelou o seu acordo com Boeing para a aquisição de 50 737 MAX.
Em dezembro do ano passado, a companhia comprometeu-se a encomendar 30 unidades do B737 MAX com opções de mais 20, estando o negócio avaliado em 5,9 biliões de dólares.
Recentemente a Flyadeal comunicou a aquisição de 30 unidades A320neo e 20 de opção. Esta encomenda à Airbus resulta dos vários problemas envolvendo o B737 MAX, e de uma reavaliação elaborada pela companhia. Assim sendo, a Flyadeal cancelou os modelos de corredor único da fabricante norte-americana em prol dos A320neo.
As aeronaves serão inseridas num acordo firmado pela Saudi Arabian Airlines Corporation (SAUDIA) e a Airbus envolvendo 100 aeronaves, “fechado” durante o Paris Air Show em junho deste ano.
Com este pedido a frota da Flyadeal será formada exclusivamente por modelos da família A320.
A Flyadeal, é uma subsidiária da Saudi Arabian Airlines, e oferece voos acessíveis dentro da Arábia Saudita.
A Norwegian anunciou que vai passar a voar para o Aeroporto Internacional de São Francisco (SFO), nos EUA, deixando assim o aeroporto de Oakland (OAK).
Numa nota enviada à imprensa, a Norwegian explica que a mudança acontece a partir de 28 de outubro e abrange as rotas com origem em Barcelona, mas também em Paris – CDG, uma vez que a rota que a companhia tem à partida de Gatwick, no Reino Unido, já passou a ter o Aeroporto Internacional de São Francisco como destino desde 31 de março.
“Deste modo, o Aeroporto Internacional de São Francisco (SFO) substituirá o de Oakland (OAK) como porta de entrada na cidade”, destaca a Norwegian, no comunicado enviado esta segunda-feira, 8 de julho, à imprensa, onde se explica que a decisão de mudar de aeroporto reflete a “procura dos clientes e o aumento da capacidade de carga que o Aeroporto Internacional de São Francisco oferece à Norwegian Cargo”.
Durante a temporada de inverno, a Norwegian vai realizar dois voos por semana entre Barcelona e São Francisco. Os voos serão operados às quartas-feiras e domingos, enquanto as partidas de São Francisco são às segundas e sextas-feiras.
A Transavia France fretou o A319 9H-TLS da Hifly, estando ao serviço da companhia de baixo custo, desde o dia 1 de julho depois de ter estado ao serviço da Azores Airlines.
A aeronave está configurada apenas com uma classe e pode transportar até 144 passageiros.
De recordar que a Hi Fly integrou na sua frota, recentemente, três aviões Airbus A319 e de acordo com o seu presidente, Paulo Mirpuri, a companhia passou a disponibilizar aos seus clientes “uma frota completa da Airbus, desde o A319 até ao A380”.
A companhia, apresenta-se como líder “do mercado global de wet lease em renting de aviões, bem como os serviços de ACMI (fornecimento de aviões com tripulação, manutenção e seguros) em contratos de curto, médio e longo prazo”e “o A319, membro da família A320 da Airbus, é uma aeronave altamente versátil e tem a mesma cabine transversal optimizada do A320, tornando-o mais leve que qualquer dos seus antecessores”.
Poderá descobrir todas as características dos modelos no site da companhia AQUI
A Hifly anunciou hoje nas suas redes sociais, que o seu Airbus A380 estava a fazer novamente história.
O 9H-MIP aterrou no Cairo, Egito, com 471 passageiros a bordo (ou seja capacidade total). Este é um marco que merece ser analisado, uma vez que não existem outros voos comerciais operados com um A380 neste aeroporto.
A Hifly tem operado com o seu A380 para a Air Madagascar.
A Air Madagascar tem recorrido a vários fretamentos uma vez que alguns dos seus A340 estão a passar por revisões/manutenção periódicas.
O primeiro A380 da Hi Fly está equipado motores Rolls Royce Trent 900 e tem uma capacidade para 471 passageiros distribuídos por três classes. O piso principal tem 12 lugares de primeira classe e 311 de classe económica enquanto que o piso superior tem 60 lugares de classe executiva e 88 de económica. Numa configuração de alta densidade este avião poderá transportar até 853 passageiros.
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O A380 está equipado com tecnologia e acabamentos de última geração, contando cada assento com o seu próprio sistema de entretenimento individual da Panasonic eX2, proporcionando aos passageiros variadas possibilidades de entretenimento.
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Adicionalmente, a performance deste avião vai ao encontro do compromisso de sustentabilidade da Hi Fly. Produzindo apenas 75 gramas de CO2 por passageiro por quilómetro, o A380 reduz emissões de gás nocivas transportando mais pessoas com um menor impacto para a atmosfera.
Esta semana foi “apanhado” mais um A330neo da Azul. A Airbus concluiu recentemente a pintura de mais um modelo A330neo para a companhia brasileira.
O futuro PR-ANX, aguarda agora a instalação dos motores para iniciar posteriormente os primeiros testes de táxi e RTO (Rejected Takeoff).
De acordo com o planeamento actual, a Azul deverá ter apenas na sua frota duas unidades do A330neo, isto motivado pelos sucessivos atrasos na entrega. No total a companhia tem uma encomenda de 5 unidades.
A Azul foi a primeira companhia aérea das Américas a operar o A330neo. A aeronave está configurada para 298 passageiros: 34 em Business, 108 na Económica Extra e 156 na Económica.
A partir do dia 29 de outubro a TAP vai introduzir na sua rota entre Lisboa e Belém o seu Airbus A321LR. Actualmente Belém é servida duas vezes por semana com voos directos para Lisboa com o A330, sendo a única cidade do Norte do Brasil ligada directamente com a Europa.
Com a introdução deste novo equipamento na rota também haverá um ajuste nas frequências. A rota Lisboa – Belém passa das actuais duas frequências para três frequências semanais: por semana: terças, sextas e sábados.
Segundo algumas informações no verão IATA, a rota poderá ser operada quatro vezes por semana.
Os voos estão programados para descolarem de Lisboa às 13h25 (hora local) e aterrarem em Belém às 21h55 (hora local) já os voos de regresso devem partirem de Belém às 23h25 (hora local) e aterrem em Lisboa às 07h15 (hora local)
Foto: Catarina Madureira
O A321LR da TAP está configurado para transportar até 171 passageiros; 16 em Executiva, 48 em Económica Premium e 107 em Económica.
Foto: Catarina Madureira
Foto: Catarina Madureira
A TAP conta introduzir o A321LR em outras outras entre Portugal e o Brasil.
A TAP Air Portugal iniciou no dia 3 de julho, a sua nova rota africana, entre Lisboa e Conacri, capital da República da Guiné, ampliando assim a sua rede em África para 17 cidades em 11 países.
O primeiro voo foi operado pelo A321neo CS-TJI.
Os os voos partem de Lisboa às quartas, sextas e Domingos às 19h15 (hora local), com chegada a Conacri às 22h55 (hora local) e, no sentido inverso, partem da capital da Guiné Conacri às 23h45 (hora local) dos mesmos dias da semana, com chegada à capital portuguesa às 05h10 do dia seguinte.
“Conacri é um dos grandes centros urbanos da África Ocidental, onde o ideal é deixar-se levar pelo espírito algo caótico da cidade”, diz a TAP sobre o seu novo destino africano, acrescentando que “não muito longe, é fácil encontrar verdadeiros paraísos”.
A Aerolineas Estelar anunciou que a partir de 7 de agosto irá voar entre Caracas e Lisboa.
Actualmente apenas a TAP Air Portugal opera a rota, com equipamento da EuroAtlantic.
Os voos serão operados pelo A340-300 9H-JAI da Hifly Malta, ao serviço da companhia com capacidade para 267 passageiros; 12 em Primeira, 42 em Business e 213 em Económica.
O A340-300 ainda mantém os interiores da Emirates.
A Estelar Latinoamérica é uma companhia aérea venezuelana com sede em Caracas, que opera no Aeroporto Internacional Simón Bolívar.
A companhia aérea foi fundada em 2009 e os seus primeiros voos foram para Porlamar e posterioemente para Maracaibo.
Em dezembro de 2017, a Estelar Latinoamerica anunciou a sua primeira rota intercontinental de Caracas para Madrid, através do aluguer de um Airbus A340-300 à Hi Fly Malta.
A Soltour anunciou que vai voltar a ter este Inverno voos próprios para Punta Cana, em avião da Azores Airlines, aos sábados entre 16 de novembro e 21 de março.
O operador, do grupo Piñero, que também tem os hotéis e resorts Bahia Príncipe, tem mantido nos últimos anos os voos para a Dominicana em avião Orbest, que este Inverno voltou de novo a suspender a operação até à Páscoa, depois de em 2017 ter mantido voos todo o ano.
Os voos serão operados no novo A321LR da Azores Airlines e segundo as informações disponiveis deverão descolar de Lisboa (S49301) às 12h45 (hora local) e terão uma “paragem técnica” na ilha de São Miguel, tendo a chegada prevista a Punta Cana às 17h45 (hora local).
Os voos de regresso entre Punta Cana e Lisboa (S49311) são directos, com partida às 21h35 (hora local) e chegada às 8h15 (hora local) do dia seguinte.
O grupo formado pelas transportadoras Azores Airlines e SATA Air Açores registou prejuízos de 20,84 milhões de euros nos primeiros três meses do ano, indicam documentos oficiais.
De acordo com informações enviadas pelo Governo Regional à Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores (ALRAA), e às quais a agência Lusa teve acesso, a Azores Airlines, que engloba as operações da companhia aérea para fora dos Açores, teve um prejuízo de 16,85 milhões de euros entre janeiro e março, ao passo que a SATA Air Açores, que opera na região, teve 3,99 milhões de euros de prejuízo.
Ambos os resultados indicam um maior prejuízo na comparação com período homólogo: na Azores Airlines as perdas reportadas no primeiro trimestre de 2018 foram de 14,5 milhões de euros, e na SATA Air Açores – que voa nas nove ilhas do arquipélago – o resultado líquido negativo foi então de 708 mil euros.
O Airbus A340-300 9H-SUN da HiFly ao serviço da Norwegian que estava a realizar o voo DI7058 entre Orlando e Londres, no dia 29 de junho, teve de regressar ao aeroporto de partida, devido a um problema hidráulico.
O pedido de regresso foi desencadeado devido aos avisos de uma falha da bomba hidráulica, quando o avião já voava a cerca de duas horas.
Quando se realizar uma aterragem de emergência programada é possível realizar vários procedimentos que diminuam risco associados.
Um dos procedimentos padrões nestes casos, é a libertação de combustível por forma a diminuir o peso da aeronave na aterragem e foi o que a tripulação técnica decidiu fazer.
Seria tudo “normal” se durante a aterragem a aeronave não estivesse a fazer esse procedimento. Nestas situações o procedimento deverá ser realizado preferencialmente sobre a água, ou numa área rural.
Foto: @JacdecNew
Para já não se sabe o que esteve na origem deste acontecimento.
Segundo as informações partilhadas, a aterragem foi acompanhada por veículos de emergência e os passageiros saíram normalmente da aeronave.
A pista onde o A340-300 aterrou teve de ser encerrada para que as equipas pudessem remover todo o combustível libertado em solo.
Em comunicado, a Federal Aviation Administration (FAA), já confirmou que abriu um inquérito vai investigar o caso.
Quanto aos responsáveis do Aeroporto de Orlando disseram que a quantidade de combustível despejado “ainda está a ser determinada, mas que era um volume significativo e que nunca tinham assistido a uma situação do género no aeroporto.
A empresa holandesa AELS – Aircraft End-of-Life Solutions anunciou que chegou a acordo para a compra do Airbus A330-200, CS-TOI, ainda ao serviço da TAP.
O A330 está ao serviço da companhia portuguesa desde 2007, depois de ter estado oito anos ao serviço da Austrian Airlines.
O primeiro voo da aeronave foi realizado em dezembro de 1997, tendo sido o segundo protótipo da gama A330-200 e realizado os voos de testes e de ensaio ao serviço da Airbus durante cerca de 18 meses.
A AELS já anunciou no seu site a aquisição do modelo e o inicio da comercialização de peças. Poderá visitar o site em: (www.A330stock.com).
A empresa indica que conta começar a desmontagem em agosto e iniciar posteriormente a venda das peças.
O A330-200 está a realizar os seus últimos voos ao serviço da TAP, estando o seu phase out programado para o final deste mês, de julho, seguindo depois para o Aeroporto de Twente, na Holanda, onde será desmantelado.
A AELS está no mercado desde há 22 anos e está certificada pela AFRA (Aircraft Fleet Recycling Association) para o desmantelamento e comercialização de peças usadas de aviões.
A Air France e a KLM estão a otimizar as respetivas frotas de longo-curso. As companhias vão, efetivamente, trocar as encomendas firmes remanescentes de Boeing 787 e Airbus A350, o que lhes permitirá obter ganhos de eficiência através da harmonização e crescimento de frotas com aviões semelhantes.
A implementação desta permuta significa que, ao longo do período entre 2021 e 2023, os 6 restantes Boeing 787 encomendados pela Air France serão transferidos para a KLM, enquanto que os 7 Airbus A350-900 encomendados pela KLM serão transferidos para a Air France.
Assim, a Air France, que opera atualmente 9 Boeing 787-9 e vai receber um avião adicional em maio de 2020, fica com uma frota de 10 Boeing 787-9 no próximo ano. Além disso, a companha francesa recebe o seu primeiro Airbus A350-900 em setembro de 2019. Existem ainda encomendas firmes para mais 20 aviões, a que serão acrescentados os 7 A350-900 inicialmente destinados à KLM, totalizando 28 aeronaves.
Hoje, a KLM opera 13 aviões Boeing 787-9 e acaba de receber o seu primeiro Boeing 787-10 no domingo passado, 30 junho. Esta frota vai aumentar para um total de 21 Boeings 787 até o final de 2020, a que serão adicionadas os 6 Boeing 787 inicialmente destinados à Air France – para um total final de 27 aeronaves.
Em simultâneo, estão ainda em estudo todas as opções quanto ao desenvolvimento da frota da Air France no grupo Air France-KLM, em coordenação com todas as partes interessadas (stakeholders).
“Este é o primeiro passo para harmonizar e simplificar a frota do Grupo Air France-KLM, dentro de suas duas principais companhias aéreas“, afirmou Benjamin Smith, Presidente e CEO da Air France-KLM.
Depois da privatização parece que a Cabo Verde Airlines retomou novamente os céus.
Ontem, dia 1 de julho, a Cabo Verde Airlines inaugurou a seu voo directo entre a ilha do Sal e Malpensa (Milão), já hoje, dia 2 de julho, a companhia começou a voar para Fiumicino, em Roma.
A nova rota da Cabo Verde Airlines com partida do Aeroporto Internacional Amílcar Cabral, na ilha do Sal, ligará Cabo Verde sete vezes por semana às cidades de Milão e Roma, entre os dias 24 de junho a 26 de outubro.
Foto: CVA
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A rota Sal-Milão/Malpensa terá voos às segundas, quintas, sextas e domingos, com partidas às 08:00 e chegadas à cidade do norte de Itália pelas 16:55 locais. No regresso o avião parte de Malpensa às 17:55 e tem chegada prevista na ilha do Sal pelas 21:00 locais.
Já a rota Sal-Roma/Fiumicino será efectuada três vezes por semana, às terças, quartas e sábados, com partida do Sal pelas 08:15 e chegada à capital italiana pelas 17:00 locais. O regresso a Cabo Verde está programado para as 18:00 com aterragem no Aeroporto do Sal pelas 21:00 locais.
Após Itália, a rede de voos da Cabo Verde Airlines irá crescer com a entrada para breve nas rotas para Washigtnon (EUA), Lagos (Nigéria), Luanda (Angola).
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