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Angola: voos de repatriamento para o Porto e Lisboa

 

Foram agendados um conjunto de voos para permitir o repatriamento de vários cidadão entre Angola e Portugal.

Inicialmente estavam programados seis voos charter entre Portugal e Angola entre o dia 6 e 17 de abril; cinco para Lisboa e um para à cidade do Porto.

No dia 6 de abril a euroAtlantic airways realizou o primeiro voo com o repatriamento de 260 cidadãos portugueses, numa operação contratada pela Alive Portugal, a mesma agência de viagens anunciou mais dois voos entre Luanda e Lisboa, para hoje, 9 de abril, e mais um para o dia 17 de Abril.

A Across, em parceria com a Kitanda das Viagens Angola e Mercado das Viagens Viseu, contratou voos à Hi Fly para os dias 8 (voo já realizado) e para o próximo dia 14 de abril.

No dia 16 de abril será a vez de um voo contratado à Air Europa para a cidade do Porto.

Hoje, foram anunciados mais dois voos entre Lisboa e Luanda programados para os dias 13 e 14 de abril, e um entre Porto e Luanda, no dia 16, com o intuito de trazer cidadãos de regresso a Portugal, devido à pandemia do novo coronavírus.

De recordar que Angola fechou as fronteiras aéreas, terrestres e marítimas à circulação de pessoas a 20 de março, para tentar conter a propagação da covid-19, mas tem autorizado voos especiais para cidadãos estrangeiros que desejam regressar aos seus países de origem.

JetBlue vai concentrar as suas operações em 5 cidades e parar 100 aviões

A JetBlue anunciou alterações às suas operações entre 15 de abril e 10 de junho.

De recordar que, durante o mês de abril a companhia tinha indicado a paragem de 100 dos seus aviões.

Assim sendo, a companhia indicou que vai consolidar as suas operações em Boston, Los Angeles, Nova Iorque, São Francisco e Washington D.C. com os voos a ser operados em um ou dois aeroportos em cada área metropolitana.

“Estamos a enfrentar novos desafios todos os dias e não podemos hesitar em tomar as medidas necessárias para reduzir os nossos custos no meio desta queda dramática de procura para que possamos emergir deste momento sem precedentes como uma empresa forte para os nossos clientes e tripulantes”, disse Scott Laurence, chefe de receita e planeamento da JetBlue.

A JetBlue pretende também apresentar um pedido de isenção ao Departamento de Transportes dos EUA (DOT) para suspender temporariamente os voos em outros aeroportos onde a companhia aérea normalmente opera, uma vez que não existe procura suficiente.

Chegou a Lisboa mais um avião fretado com material de proteção

 

Aterrou hoje, 9 de abril, às 6h49 no Aeroporto Humberto Delgado mais um avião de carga, fretado pela Câmara de Cascais.

“Este é o quarto avião que fretamos com material de proteção individual. O primeiro avião chegou no dia 26 de março, foi aliás o primeiro avião que chegou com material de proteção a Portugal”, avançou à Lusa Jorge Roquette Cardoso, adjunto do presidente da Câmara de Cascais (Carlos Carreiras, do PSD), que acompanhou o descarregamento da encomenda, debaixo de chuva, no aeroporto de Lisboa.

O avião em questão foi o A330-200F TC-MCZ:

Das 30 toneladas de material médico e de proteção individual contra a covid-19 que chegaram hoje, metade será para Cascais e a outra metade para os restantes municípios da Área Metropolitana de Lisboa (AML). Estes equipamentos integram o pacote de 100 toneladas encomendado para a AML, cuja entrega foi distribuída em três voos diferentes – um que chegou na segunda-feira, com 20 toneladas, o de hoje e outro que está previsto para a próxima terça-feira, este com 50 toneladas de carga.

Aeroporto de Wuhan reabre (com vídeo)

 

Às 7h15 (horas locais) aterrava no Wuhan Tianhe International Airport o B737-800 da Xiamen Airlines.

Este voo representou a abertura do aeroporto para voos regulares de passageiros depois de estar encerrado há quase dois meses e meio devido à pandemia de Covid-19.

O voo MF8095 foi recebido por canhões de água:

Nos próximos tempos e apesar da sua reabertura o aeroporto vai ter operações condicionadas, como de resto seria expectável.

O CryoSat-2, construído pela Airbus, monitoriza e recolhe dados de gelo e neve há já uma década

 

O CryoSat-2, o satélite da Agência Espacial Europeia que monitoriza gelo e neve, entrou em órbita no dia 8 de Abril de 2010, lançado do Cosmódromo de Baikonur. Originalmente foi projetado para uma missão de três anos e meio, mas o CryoSat-2 já está a operar há 10 anos, excedendo largamente o ciclo de missão previsto. Os dados recolhidos sobre o real estado do engenho espacial de 720 kgs, construído pela Airbus, permitiram acionar fundos programáticos para o manter em funcionamento até o final de 2021. Na última década, o satélite atingiu uma disponibilidade operacional de cerca de 99% e disponibilizou quase 350 terabytes de dados, o equivalente a uma extensão de 1400 kms em livros.

Ao longo dos últimos 10 anos, o CryoSat-2 tem fornecido uma grande quantidade de informação sobre as mudanças na área e espessura do gelo na Terra, demonstrando ser também uma fonte importante de dados para utilização em oceanografia, hidrologia e geodesia e superando todas as expectativas iniciais. O CryoSat-2 também contribui significativamente para o conhecimento acerca da criosfera e dos efeitos sobre o clima terrestre.

Um exemplo dos dados disponibilizados pelo CryoSat é a informação de que a diminuição da camada de gelo na Antártida se traduziu num aumento do nível global do mar em 7,6 mm desde 1992, sendo que 2/5 deste aumento (3,0 mm) aconteceu nos últimos cinco anos.

Airbus adapta produção e montagem de aviões comerciais no norte da Alemanha e no Alabama

 

A Airbus está a ajustar, temporariamente, as atividades de produção e montagem nas suas instalações alemãs em Bremen e Stade, e a produção na fábrica dos A220/A320 nos Estados Unidos, em Alabama foi interrompida. Estas medidas estão a ser tomadas em resposta a diversos fatores relacionados com a pandemia da COVID-19, incluindo níveis elevados de stock nas instalações e as várias recomendações e exigências governamentais que têm impacto nas diferentes fases da produção industrial. A Airbus continua comprometida em responder às necessidades dos seus clientes.

As atividades de produção e montagem de aeronaves comerciais em Bremen serão interrompidas entre 6 e27 de Abril, continuando a funcionar os principais serviços de apoio ao negócio que existem no local. Em Stade, a Airbus fará uma pausa na produção e montagem de 5 a 11 de Abril, com um prolongamento nas semanas seguintes em alguns departamentos de produção. Em Mobile, a interrupção da produção começa esta semana e espera-se que dure até ao dia 29 de Abril. Algumas atividades irão continuar no local, incluindo a manutenção e construção das instalações, bem como os serviços de manutenção de aeronaves.

Todo o trabalho neste momento em curso em Bremen, Stade e Mobile será feito em conformidade com as medidas de higiene e distanciamento social exigidas.

Sevenair suspende Linha Aérea Regional entre dia 9 e 13 de abril

 

A Sevenair anunciou que devido à renovação da declaração do estado de emergência, foram impostas limitações adicionais ao direito de circulação, sendo proibidas deslocações para fora do concelho de residência no período da Páscoa, entre as 0:00 do dia 09 até e 13 de abril, salvo por motivos de saúde ou por outros motivos de urgência imperiosa.

Por este motivo, a Linha Aérea Regional fará também um curta pausa no transporte de passageiros de norte a sul.

A companhia garante que dia 14 de abril, retomará com energia redobrada a ligação aérea entre Bragança, Viseu, Cascais e Portimão.

Governo de Cabo Verde contrata Azores Airlines para transporte de material médico.

 

O Governo de Cabo Verde através do seu Ministério da Saúde e de Segurança Social, em conjunto com a empresa estatal Emprofac, solicitou à Azores Airlines a realização de um voo carga para o transporte de material médico.

A bordo do A321neo CS-TSG seguem seis toneladas de medicamentos e equipamentos de proteção individual para o abastecimento das estruturas hospitalares e também das farmácias privadas.

No comunicado distribuído pelo governo cabo-verdiano é indicado: “Face à decisão do Governo português de encerrar o aeroporto de Lisboa a partir do dia 09 de abril, o Governo cabo-verdiano operacionalizou este voo sanitário, que vem com medicamentos e equipamentos de proteção individual importantes para o mercado cabo-verdiano”.

Acrescenta que além deste voo, está prevista a chegada a Cabo Verde de um outro carregamento, também por via aérea, neste caso proveniente da China, no dia 24 de abril, com mais de 20 toneladas de equipamentos de proteção individual.

Azul vai operar um voo por semana para Lisboa até 1 de junho

 

A companhia aérea Azul vai manter um voo semanal entre Lisboa e São Paulo-Campinas, no Brasil, até dia 1 de junho.

De acordo com Giuliano Ponzio, Regional Commercial Manager da Azul para a Europa, estes voos têm como objetivo o repatriamento dos clientes afetados pelas restrições de viagens na sequência da pandemia de COVID-19.

Em declarações ao Publituris o responsável disse: “O intuito principal desses voos é o repatriamento de clientes, entretanto, os voos encontram-se disponíveis para venda no GDS para aqueles clientes que não tenham bilhete e desejem adquiri-lo. É importante frisar que há que ter atenção às políticas de fronteiras vigentes para entrada no Brasil e na UE, devido a situação da Covid-19”.

Os voos serão operados com equipamento A330neo à partida de São Paulo às quintas-feiras e de Lisboa às sextas-feiras.

De recordar e como já tínhamos noticiado a companhia tinha anunciado a suspensão das suas rotas para Portugal, estimando retomar os voos para Lisboa no final de abril, enquanto os voos com destino ao Porto em março de 2021.

Lufthansa retira seis A380, sete A340-600, cinco 747-400 e 11 A320 e encerra a Germanwings

Os seis A380 já estavam programados para venda à Airbus em 2022. A decisão de retirar gradualmente sete A340-600, três A340-300 e cinco Boeing 747-400 foi tomada com base nas desvantagens ambientais e económicas deste tipos de aeronaves.

Com essa decisão, a Lufthansa vai reduzir a sua capacidade nos seus hubs de Frankfurt e Munique e enquadram-se nas primeiras medidas de reestruturação devido à pandemia.

Com o setor da aviação a ser um dos mais afetados pela pandemia de covid-19, o grupo alemão Lufthansa anuncia medidas de reestruturação da empresa para enfrentar esta crise. Em comunicado, o grupo indica que “o downsizing inevitável das operações de voo será implementado de uma forma socialmente responsável”. A Lufthansa afirma que não espera que a indústria da aviação regresse aos níveis de antes da crise de coronavírus depressa. “De acordo com a avaliação, serão precisos meses até que as restrições de viagens globais sejam completamente levantadas e anos até que a procura por viagens aéreas regressem aos valores pré-crise”, indica a Lufthansa.

Assim, a empresa anuncia algumas medidas, que afetarão quase todas as operações de voo do grupo Lufthansa. O portefólio de companhias grupo alemão inclui a Lufthansa, as low-cost Germanwings e Eurowings, e as Austrian Airlines, Brussel Airlines e Swiss International Air Lines.
Uma das medidas anunciadas passa por descontinuar as operações da Germanwings, uma das companhias low-cost do grupo. De referir que já antes desta crise era objetivo da Lufhansa a junção da Germanwings com a Eurowings. Agora “o objetivo de implementação da Eurowings na junção das operações de voo numa única unidade, definido antes da crise, será acelerado”. A low-cost Eurowings passará ainda por outras mudanças, nomeadamente pela redução do número de aeronaves.
No segmento dos voos de curta duração, o grupo arrancará com o phase-out de dez aviões Airbus A320. Também o segmento de voos de longo curso da Eurowings será reduzido, indica a Lufthansa.
No caso da Austrian Airlines e da Brussel Airlines, o grupo de aviação indica que “os programas de reestruturação que já tinham sido iniciados foram intensificados devido à crise de coronavírus”. Algumas das medidas passam também pela redução da frota.
Na Swiss Airlines, também haverá um ajustamento da frota através do atraso da entrega de novas aeronaves.
A Lufthansa indica que estas medidas foram tomadas para “oferecer às pessoas a oportunidade de continuar empregadas no grupo Lufthansa”, avançando que já estão a ser feitos planos para reuniões com sindicatos e comissões de trabalhadores.

TAP vai voar de Lisboa para a Cidade do Cabo e Cancún e de Ponta Delgada para Toronto

 

A TAP Air Portugal carregou nos sistemas de reservas três novas rotas de longo curso que estão programadas para iniciar durante os próximos meses.

Duas das novas rotas são à partida de Lisboa para a Cidade do Cabo, na República da África do Sul; e Cancun, no México. A terceira rota será entre Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, Açores com destino a Toronto.

Os voos para a Cidade do Cabo serão operados três vezes por semana em equipamento A330neo, estando o primeiro voo marcado para o dia 11 de novembro.

O voo TP275 com destino à Cidade do Cabo será operado aos domingos, quartas e sextas-feiras.

A operação para Cancun está programada para iniciar a 27 de outubro com três voos semanais também.

O voo TP176 será operado às terças, quintas e sábados às 09h35, com chegada à cidade mexicana às 15h00 (hora local).

Nos últimos tempos parece que a TAP “descobriu” o mercado açoriano e depois de ter anunciado a abertura da sua rota entre Ponta Delgada e Boston, que está programada para ter início a 4 de junho (programada com cinco voos semanais mas que deverão ser reduzidos numa primeira fase), anuncia agora mais uma rota à partida daquela ilha com destino a Toronto

O primeiro voo para Toronto à partida de Ponta Delgada está agendado para o dia 25 de junho, com dois voos semanais.

Tanto os voos de Boston como os de Toronto serão operados com equipamento A321LR

Os voos para Toronto TP261 serão operados aos domingos e quintas-feiras, às 15h40.

 

A330neo da HiFly ao serviço da Air Senegal descola de Beja para voo de repatriamento

 

O A330neo 9H-SZN descolou ontem, 6 de abril, do Aeroporto de Beja com destino a Dakar para a realização de um voo de repatriamento.

Trata-se de um voo da Air Senegal, à qual o avião está ao serviço, Dakar – Banjul – Londres

De referir que o avião encontra-se deste o dia 18 de março estacionado em Beja.

A título de curiosidade o 9H-SZN é o primeiro A330-900 de uma encomenda de 10 unidades.

Os dois A330-900 com as cores da Air Senegal pertencem e são operados pela Hifly.

Governo dos Açores solicita voo de carga da Azores Airlines à China

 

O Governo Regional do Açores solicitou ao Grupo SATA a realização de um voo de carga para o transporte de material médico para a ajuda do Covid-19.

Seria mais um voo de “rotina” de carga destes últimos dias não fosse o destino.

Trata-se de um voo entre Lisboa – Xangai – Lisboa – Ponta Delgada e visa a recolha do material encomenda pelo Governo Regional num investimento de cerca de 9,3 milhões de euros.

Neste momento estão-se a ultimar os preparativos da aeronave bem como a aguardar todos as autorizações necessárias e os respectivos planos de voo.

Ontem, 6 de abril, descolou de Ponta Delgada rumo a Lisboa o A320 CS-TKQ com uma equipa de profissionais que vai integrar a missão.

Recentemente demos conta de como a Azores Airlines “transformou” o seu A321 CS-TSF para transportar um maior número de carga, através da utilização da cabine de passageiros.

De recordar que para proteção do Arquipélago dos Açores, para mitigação dos riscos, para zelar pelo bem-estar de todos os Açorianos foi decidido pelo Governo Regional a suspensão de todos os voos de passageiros da SATA | Azores Airlines apenas sendo operados voos de carga para transporte de bens de primeira necessidade, transporte de material hospitalar, transporte de casos de força maior, transporte de medicamentos, carga especial.

 

Swiss coloca 3 Airbus A340-300 em operação de carga contra o Covid-19

 

A Swiss está utilizar três dos seus modelos A340-300 para o transporte de material médico para ajuda do Covit-19.

Os aviões têm realizado vários voos entre Zurique e Xangai.

Como na maioria das companhias aéreas, esta é a primeira vez que a Swiss transporte carga tanto no porão como na cabine de passageiros.

Voo entre Zurique – Pequim – Zurique:

Guarda Costeira Japonesa encomenda mais dois helicópteros H225

 

A Airbus indicou em comunicado que a Guarda Costeira Japonesa (JCG) efetuou uma nova encomenda de dois helicópteros H225. Esta encomenda aumenta a frota Super Puma da JCG para 15 aparelhos, incluíndo dois AS332s e 13 H225s. Os novos helicópteros serão utilizados para vigilância costeira, missões de segurança e para missões de socorro em caso de catástrofes no Japão.

O H225 é considerado uma referência para operações de busca e salvamento, bem como em missões de segurança.

O H225, na categoria de 11 toneladas e 2 motores, é o elemento mais recente de helicópteros da família Airbus Super Puma. Equipado com instrumentos eletrónicos de última geração e com uma precisão de piloto automático excecional, o H225 é capaz operar com as condições meteorológicas mais adversas e oferece uma excelente resistência e velocidade de cruzeiro elevada. Pode ainda ser personalizado com vários equipamentos para se adaptar perfeitamente a qualquer função.

Só no Japão já operam um total de 28 helicópteros da família Super Puma por entidades civis, parapúblicas e pelo Ministério da Defesa do Japão para várias missões de busca e salvamento, operações offshore, VIP, combate a incêndios e transporte de passageiros e mercadorias.

ANA rejeita pedido da Hi Fly operar A380 no aeroporto de Lisboa para transportar equipamento de proteção contra coronavírus

 

A Hi Fly pediu autorização à ANA para operar na Portela o Airbus A380, o maior avião comercial do mundo, que pode usar para transportar equipamento médico e de proteção, mas não tem autorização, disse à Lusa a companhia aérea.

Segundo explicou à agência Lusa o diretor de frotas da Hi Fly, Ricardo Bahia, o A380, que pertence a uma categoria de aviões especiais devido às suas dimensões, requer que o aeroporto esteja certificado para receber aquele tipo de aeronaves, mas, “quando não está, tal não significa que não o possa receber”.

Nesses casos, disse, é feito um pedido à gestora do aeroporto, que no de Lisboa é a ANA — Aeroportos de Portugal, para que seja autorizada a operação do avião naquela infraestrutura, garantindo as condições de segurança e, caso necessário, medidas de mitigação, como por exemplo supervisão humana na pista no momento da operação no chão.

“O que é preciso fazer é analisar se a operação se justifica”, como, por exemplo, para fazer “dois ou três voos por semana ou operações humanitárias”, defendeu Ricardo Bahia.

“As autoridades aeronáuticas dedicam-se a fazer um estudo e a emitir pareceres com, por vezes, algumas medidas de mitigação, por forma a que o avião possa operar em segurança, cumprindo com todos os requisitos”, acrescentou o responsável.

Um estudo da fabricante de aviões Airbus, a que a Lusa teve acesso, dá o A380 como compatível no aeroporto de Lisboa.

“Temos documentação factual representativa, em que, para além dos aspetos de mitigação, temos também esse parecer e estudo que aponta que o avião apenas terá que ser supervisionado em determinados ‘stands’ de estacionamento e, mais importante, a segurança absolutamente nunca é posta em causa”, sublinhou Ricardo Bahia.

No entanto, de acordo com a companhia aérea que se dedica ao fornecimento de aviões com tripulação, manutenção e seguros (‘wet lease’), a ANA avaliou o seu pedido “durante bastante tempo”, mas acabou por alegar que, para autorizar a operação do A380 na Portela, teria de fazer “obras avultadas”.

“Nós, a Airbus e todas as entidades aeroportuárias e autoridades para quem já operámos este avião, até aeroportos mais pequenos, não somos dessa opinião”, reiterou o gestor de frotas da Hi Fly.

Ricardo Bahia ressalvou compreender que a aeronave em questão pode criar o que chamou de “rugosidade operacional” em Lisboa, tendo em conta o tráfego habitual do Aeroporto Humberto Delgado.

“O problema é que Lisboa tem muito tráfego e o tráfego típico de Lisboa não é o A380. […] Operacionalmente, de facto, o avião, para os ‘standards’ de Lisboa, com uma operação normal do dia-a-dia, cria algumas rugosidades”, admitiu.

No entanto, na sua opinião, “agora era a altura de se colocar essa questão de parte”, uma vez que a aviação comercial está praticamente parada, e emitir uma autorização para o modelo A380, que pode ser temporária, ou de caráter regular.

“Este avião pesa tanto como um comboio. Nós conseguimos transportar o que for preciso, o quão longe for preciso. Numa altura destas, parece-me que é o avião que todos procuramos”, considerou.

A Hi Fly passou a incluir na sua frota o modelo A380 da fabricante Airbus em 2018.

Atualmente, o único aeroporto nacional com autorização para receber o A380 é o de Beja.

A Lusa contactou a ANA, não tendo ainda obtido resposta às questões colocadas.

LUSA

Mais um voo da HiFly com material médico para Portugal

O A340-300 da HiFly com a matrícula chegou a Lisboa, novamente diretamente de Xangai transportando 27,5 toneladas de material médico para combater a covid-19 em Portugal.

Foi a sexta vez em uma semana que uma aeronave Hi Fly aterrou na China, para transportar equipamentos médicos e de proteção para países europeus.

Além de Portugal a companhia está com uma forte operação na França.

Já chegou a Lisboa A330neo da TAP com 20 toneladas de equipamento médico

 

O Airbus A330-900 CS-TUS, fretado à TAP, transportou um total de 20 toneladas e 160 metros cúbicos de carga médica, que inclui ainda viseiras e fatos de proteção, entre doações e compras do Estado português que se destinam a equipar os hospitais para o combate contra a epidemia do novo coronavírus.

O avião partiu de Pequim esta madrugada, depois de um “exercício diplomático intenso”, que envolveu “diligências junto das autoridades e entidades doadoras para garantir todas as autorização necessárias”, revelou à agência Lusa a embaixada.

A carga inclui equipamento médico doado pela EDP e o seu acionista chinês, a estatal China Three Gorges, pelos gigantes chineses da Internet Tencent e Alibaba, mas também por privados, como o treinador português Vitor Pereira, para além de aquisições feitas pelo Estado português.

Foto: TAP

A embaixada ressalvou que há mais carga para ser enviada, e que ultrapassa “largamente” a capacidade de um só avião, pelo que “serão precisos mais voos”.

Esta semana, o embaixador português em Pequim, José Augusto Duarte, garantiu à agência Lusa que a encomenda de 500 ventiladores feita pelo Estado português a uma empresa chinesa “está a decorrer com segurança”, e previu que a entrega será feita em 15 de abril.

“Temos feito um grande esforço relativamente aos ventiladores, que vão ser necessários, mas felizmente, por enquanto, ainda não estamos numa posição dramática. Temos ventiladores em Portugal suficientes para assistir na situação atual“, disse.

No entanto, o diplomata lembrou que “há uma imensa procura de material que cria disfunções no mercado”, numa altura em que a crise de saúde pública, que começou em Wuhan, no centro da China, se alastrou à Europa e aos Estados Unidos, resultando numa escassez global de ventiladores ou máscaras cirúrgicas.

Tripulação da TAP envolvida na operação:

A entrada em vigor, na quarta-feira passada, de um novo regime de certificação de exportações de material médico na China, depois de Holanda, Espanha ou França terem denunciado a importação de material defeituoso oriundo do país, arrisca tornar ainda mais difícil o abastecimento.

O Governo chinês passou a exigir documentação adicional às empresas do país para lhes permitir exportem equipamento médico, incluindo testes de deteção do novo coronavírus, máscaras, fatos de proteção ou termómetros de infravermelhos.

Numa declaração conjunta, o ministério chinês do Comércio e a Administração Geral das Alfândegas e a Administração Nacional de Produtos Médicos informaram que as empresas chinesas que exportam equipamento médico devem fornecer evidências de que os produtos são licenciados pelas autoridades do país e atendem aos padrões de qualidade dos países de destino.

As alfândegas chinesas só permitirão a saída de produtos com licença atribuída pelas autoridades da saúde.

LUSA

British Airways envia 5 Boeing B747-400 para Teruel (com vídeo)

O aeroporto de Teruel passou por um dia de intensa actividade esta sexta-feira, 3 de abril, com a chegada de sete grandes aviões para estacionar após ficarem inativos devido à desaceleração da actividade aérea devido ao coronavírus.

Cinco Boeing 747 pertencentes à British Airways, do Reino Unido, enquanto os outros dois, Boeing 777, pertencem à Ukraine International, Ucrânia.

Estes foram os primeiros aviões a chegar ao aeroporto de Teruel para estacionar, como consequência da drástica redução de voos impostos em todo o mundo para interromper a expansão do Covid-19.

Em 19 de março, uma aeronave Iberia Airbus 340 também chegou, destinada, neste caso, ao desmantelamento. O diretor da Tarmac-Aragón, Pedro Sáez, explica que, embora os sete aviões que chegaram estejam estacionados no aeroporto de Teruel para a sua conservação e manutenção para um novo uso, há também a possibilidade, se não houver grandes alterações nos próximos tempos, as companhias aéreas possam optar pelos desmantelamento.

O aeroporto recebeu mais duas aeronaves durante o dia, embora tenham descolado minutos depois da aterragem. A missão desta aeronaves limitava-se a realizar o transporte das tripulações que trouxeram as aeronaves para estacionar.

A Tarmac mantém contactos com várias companhias aéreas para estacionarem os seus aviões em Teruel, mas Sáez esclarece que não há certeza se essas operações irão acontencer ou não. Ele explicou que, no início da actual crise de saúde, a Tarmac – especializada em estacionamento e manutenção de aviões – permitiu espaço para estacionar 25 unidades no campo de longa permanência, antecipando uma chegada significativa de aviões para estacionar, mas as chegadas ocorrem em “conta-gotas”.

Alemanha prepara-se para nacionalizar Condor

 

A Condor Flugdienst, simplesmente conhecida como Condor, é uma companhia aérea sediada na Alemanha, sendo administrada pela LOT Polish Airlines, depois da compra após a falência do Thomas Cook Group.

Agora o Governo alemão prepara-se para nacionalizar a companhia aérea Condor depois que a LOT anunciou a sua intenção de renunciar a compra devido às dificuldades financeiras que atravessa, atitude que o governo alemão considera inadmissível, quando já poderia ter nacionalizado a companhia e evitar o seu encerramento.

Depois de ter recebido 380 milhões de euros de ajudas estatais e da LOT ter oferecido 300 milhões de euros pela companhia aérea, na semana passada, a Condor pediu recentemente outros 200 milhões de euros adicionais para continuar aberta.

À debilidade financeira da companhia aérea, juntou-se a incerteza provocada pela COVID-19, que obrigou o governo da Polónia a suspender todos os voos internacionais entre 13 de março e 11 de abril, fazendo com que a LOT não tenha liquidez financeira para avançar com a operação de aquisição da Condor.

A companhia tem uma frota de 53 aeronaves:

A320 – 12 unidades

A321 – 10 unidades

B753 – 15 unidades

B763 – 16 unidades

 

A350-1000 de teste em voo para a China para transportar material médico

 

A Airbus não tem poupado esforços e colocou toda a sua frota de testes ao serviço da saúde de vários países europeus.

O A350-1000, aeronave de testes, com a matrícula F-WMIL está em voo com destino a Tianjin, China, para recolher material médico para posteriormente ser distribuídos por vários países europeus.

Siga o voo AQUI

De referir que a maioria das instalações da Airbus em Espanha estão a produzir viseiras impressas em 3Dpara entrega aos profissionais de saúde deste equipamento de proteção individual, no âmbito do combate ao Covid-19. Mais de vinte impressoras 3D estão a trabalhar dia e noite e centenas de viseiras já foram produzidas e distribuídas pelos hospitais perto das fábricas da Airbus em Espanha.

A Airbus utiliza um desenho patenteado para fabricar as armações das viseiras e usa plásticos PLA. Apesar da pausa temporária da maioria das instalações de produção da Airbus em Espanha, na sequência do Decreto Real de 29 de Março, os colaboradores da Airbus estão autorizados a continuarem com esta atividade essencial nas instalações da Airbus.

A Airbus na Alemanha também se juntou a este projeto. O Airbus Protospace Alemanha e o Airbus Composite Technology Centre (CTC), em conjunto com a network de impressão 3D “Mobility goes Additive”, estão também a trabalhar para este projeto, fazendo chegar o material produzido à região de Madrid.

Sabe qual é a companhia aérea que mais voa nos céus europeus durante esta fase?

A Eurocontrol divulgou uma tabela que mostra quais são as maiores operadoras a voar em céus europeus durante esta fase de pandemia.

Na mesma tabela pode-se comprar os voos realizados em 2019.

A DHL, FlyWideroe, SAS, Lufthansa e Qatar Airways são as companhias com maior número de voos atualmente.

A Eurocontrol indica ainda que a principal operadora do ano passado foi a Ryanair, com 2.431 voos.

Saiba mais:

Eurocontrol, é uma organização internacional cujo principal objectivo é o desenvolvimento de um sistema pan-europeu de ATM. A Eurocontrol foi fundada em 1960, pela Bélgica, França, República Federal da Alemanha, Luxemburgo, Países Baixos e Reino Unido.

A FlyWideroe  é uma companhia aérea norueguesa e é a maior companhia aérea regional que opera nos países nórdicos. A sua frota é composta por 43 aviões Bombardier Dash 8 e 4 avião Embraer 190E-2 serve 41 destinos domésticos e 6 destinos internacionais.

CS-TUS já está a caminho da China

 

A TAP Air Portugal está neste momento a realizar o seu segundo voo com destino à China para o transporte de material médico.

Poderá seguir o voo AQUI

Nesta operação está envolvido novamente o A330-900 CS-TUS uma vez que o seu interior está preparado/protegido para o transporte de mais carga:

No passado dia 30 a companhia operou um voo desde Xangai, estando neste momento a voar com destino a Pequim.

A330MRTT da Força Aérea Francesa transporta doentes de franceses com Covid-19

A pedido das autoridades francesas, o Corpo Grão-Ducal de Incêndio e Resgate, por decisão da unidade de crise do governo e em estreita colaboração com Luxairport, LuxairGroup e Polícia Grão-Ducal, coordenou o transporte e acompanhamento de 6 doentes em cuidados intensivos do Grande Leste na França.

O objetivo da missão é aliviar os serviços dos cuidados intensivos do Grande Leste francês, sobrecarregados de pacientes seriamente afectados pelo “coronavírus” e interná-los em hospitais de outras regiões francesas.

Os 6 pacientes transportados por ambulâncias de reanimação do SAMU de Mosela e ambulâncias médicas particulares foram recebidos na fronteira em Zoufftgen por um oficial de ligação e pelo director de assistência médica do CGDIS, depois escoltados para o aeroporto de Findel pela Polícia Grão-Ducal.

Graças ao apoio da equipa do LuxairGroup e das equipas da CIS Aéroport, os pacientes puderam ser transportados, instalados e apoiados pelas equipas médicas de um Airbus A330MRTT da Força Aérea Francesa equipado para o transporte de doentes em tratamento intensivo (“A330 Phoenix na configuração Morphée”) que aterrou às 11h20 (horas locais) na pista do aeroporto Findel.

Depois de recebidos a bordo de todos os doentes, o avião descolou às 13h30, rumo a Toulouse.

Este tipo de aeronave é  destinado ao uso militar e para feridos pela guerra, mas também para evacuar as vítimas de terrorismo.

Agora, são utilizado para o transporte de doentes com coronavírus e pela primeira vez este dispositivo está a ser utilizado em território francês, nesta configuração médica.

euroAtlantic vai operar voo de repatriamento de portugueses em Timor-Leste

 

Este sábado vão ser repatriado de Timor-Leste mais de 200 portugueses a trabalhar no país, a maioria professores.

A operação de repatriamento está a cargo da euroAtlantic airways (EAA) com o seu Boeing B767-300ER  CS-TKR.

De acordo com as informações disponibilizadas, a bordo vão viajar cerca de 220 portugueses, devendo os restantes lugares no avião, até cerca de 240, ser ocupados por outros europeus que pretendam aproveitar a viagem.

Em comunicado enviado à Lusa, a companhia explica que o avião que vai ser usado – e que partiu do Aeroporto Internacional Humberto Delgado às 16:30 de quinta-feira – deve chegar nas próximas horas ao Aeroporto Internacional de U-Tapao-Rayong-Pattaya, na Tailândia.

Comandado pelo piloto-chefe Mário Alvim, o avião parte cerca de 12 horas depois num voo direto entre este aeroporto civil e militar – que serve as cidades de Rayong e Pattaya e é um ‘hub’ para voos ‘charter’ – e o Aeroporto Internacional Nicolau Lobato, onde é esperado ao início da manhã de sábado, madrugada em Lisboa.

A EAA prevê que em Díli o Boeing 767 permaneça cerca de 90 minutos antes de partir para Portugal, fazendo escalas na Tailândia e no Aeroporto Internacional de Tbilissi antes de chegar a Lisboa, onde é esperado às 21:30 de sábado.

É a terceira vez que a EAA opera voos entre Lisboa e Díli, depois de em 2008 e 2012 ter transportado militares portugueses para a capital timorense.

 

Portugal encerra todos aeroportos ao tráfego de passageiros no período da Páscoa

 

O primeiro-ministro anunciou hoje que Portugal vai encerrar ao tráfego de passageiros todos os aeroportos no período da Páscoa, entre os dias 9 e 13 deste mês, exceção feita aos voos de Estado, de carga ou humanitários.

“É uma medida de caráter extraordinário, tendo em vista evitar que também haja circulações do exterior para Portugal, ou de Portugal para o exterior”, declarou António Costa em conferência de imprensa, a meio da reunião do Conselho de Ministros que vai aprovar o diploma de execução do decreto presidencial que prorrogará por 15 dias o estado de emergência no país, até 17 de abril.

Esta medida, segundo o primeiro-ministro, não abrangerá “os voos de carga ou de natureza humanitária, assim como voos necessários para repatriamento de portugueses deslocados no estrangeiro, ou, ainda, voos de Estado ou de natureza militar”.

LUSA

Patriots disponibiliza avião para transporte de material médico

O governador de Massachusetts fechou um acordo para material médico, necessário ao combate do Covid-19, mas precisava de uma maneira para os transportar.

A resolução para o problema chegou através de Robert Kraft que utilizou o B767 da sua equipa New England Patriots para transportar um milhão de máscaras N95 da China diretamente para os hospitais de Massachusetts.

O avião chegou a Boston cheio de equipamentos de proteção individual esta tarde.

De referir que a família Kraft suportou metade dos custos de aquisição dos materiais, em cerca de 2 milhões de dólares.

Emirates vai retomar alguns voos a partir de segunda-feira

 

A companhia aérea Emirates anunciou que recebeu autorização para retomar um número limitado de voos a partir do dia 6 de Abril.

“A partir de 6 de Abril estes voos vão transportar inicialmente passageiros à saída dos Emirados Árabes Unidos”, disse o director executivo da Emirates, Sheikh Ahmed bin Saeed Al Maktoum, no Twitter.

Pode-se ler no Twitter que brevemente serão dados mais detalhes.

O responsável da Emirates sublinha que a aprovação da retoma de um número limitado de voos foi concedida pelas autoridades dos Emirados Árabes Unidos, que há cerca de uma semana, no dia 24 de março, suspenderam por duas semanas todos os voos de passageiros, incluindo em trânsito, devido à pandemia da covid-19

Tripulantes de Cabine da SAS vão trabalhar em hospitais

Os tripulantes da companhia aérea escandinava SAS, afectada pela crise, estão a fazer um curso de três dias para funções básicas hospitalares para ajudar a preencher lacunas no sistema de saúde sueco, afectado por milhares de casos de coronavírus.

A companhia aérea, de propriedade dos governos da Suécia e da Dinamarca, suspendeu temporariamente os seus 10.000 funcionários, 90% da sua força de trabalho.

Com o sistema de saúde de Estocolmo a precisar de reforço à medida que os casos aumentam, o Hospital Universitário Sophiahemmet está a dar formação a ex-tripulantes de cabine, tais como: esterilização de equipamentos, fazer leitos hospitalares (como colocar roupa de cama correctamente numa cama de hospital) e fornecer informações aos pacientes e seus familiares.

A Suécia tem cerca de 4.500 casos confirmados do vírus e 180 mortes, com a capital especialmente atingida. As autoridades de saúde de Estocolmo esforçam-se para a rápida montagem de um hospital de campanha no centro de convenções.

As suas Milhas do Grupo SATA podem-se converter em equipamento médico para o combate do Covid-19

O Grupo SATA lançou uma campanha de doação de milhas do seu programa de passageiro frequente SATA Imagine.

Quem tiver milhas SATA IMAGINE que não utiliza, ou não pretende utilizar tão cedo, pode aplicar essas milhas no combate à pandemia de Covid-19 nos Açores.

As milhas doadas serão convertidas em dinheiro com o propósito de ajudar a Autoridade de Saúde Regional a adquirir os equipamentos médicos necessários.

Como pode ajudar?
Pode fazer transferências de blocos de 1000 milhas de cada vez, sem limite de doação.
Para efetuar a doação de milhas deverá enviar email para  sata.imagine@sata.pt com o seu número SATA IMAGINE e com o número de milhas que pretende doar.
Campanha válida até 30 de abril de 2020.

Esta campanha solidária é válida para todos os membros SATA IMAGINE com milhas suficientes para fazer o donativo

– Não é possível reembolso de milhas doadas ao abrigo desta campanha.

– As doações de milhas não são válidas para efeitos de dedução fiscal.

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