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A330neo CS-TUI já está a caminho de Maputo para a realização de voo humanitário.

 

O A330-900 CS-TUI da TAP Air Portugal está neste momento a realizar o voo TP9607, entre Lisboa e Maputo, para operar o voo humanitário, anunciado ontem pelo ministro do Estado Negócios Estrangeiros Santos Silva.

De referir que o ministro tinha anunciado ontem numa conferência que Portugal recebeu das autoridades moçambicanas a autorização necessária para realização do voo humanitário com o apoio do Estado.

“O nosso foco está hoje em Moçambique, porque ainda está em estado de emergência, manteve fechado o seu espaço aéreo, e como havia muitos portugueses e outros europeus que tinham de regressar a Portugal, seja por motivos de trabalho, seja por motivos de saúde ou outro”, lembrou Augusto Santos Silva.

“O que fizemos anteontem [quarta-feira] foi pedir formalmente autorização para um voo com o apoio do Estado, e a resposta de Moçambique foi imediata”, explicou o ministro, acrescentando que perante a resposta positiva hoje de manhã já se estava “a organizar o voo”.

B747-400 BOAC poderá ter feito hoje o seu último voo comercial

 

A British Airways enviou hoje, 20 de junho, o seu B747-400 com a pintura comemorativa dos 100 anos – BOAC, para parqueamento.

G-BYGC voou entre o Aeroporto de Heathrow e o Aeroporto de Cardiff (CWL), no País de Gales, o que poderá ter sido o seu último voo comercial.

Foto: Peter HowlettBritish

Inicialmente a companhia tinha planeado realizar o seu phase-out em 2023 mas devido à situação actual da aviação muitas companhias estão a acelerar os processos de phase-out.

De recordar que a BA recebeu no dia 18 de fevereiro de 2019, em Heathrow, o B747-400 (G-BYGC) com uma das pinturas comemorativas dos 100 anos da companhia.

A companhia tinha seleccionado algumas aeronaves para pintar com esquemas retro. O primeiro esquema gráfico escolhido foi o da BOAC

Esta foi a primeira aeronave a receber uma pintura comemorativa, no período 1964-1974 da British Overseas Airways Corporation (BOAC).

A BOAC foi a antecessora directa da British Airways, tendo combinado com a British European Airways (BEA) para formar a marca British Airways em 1974.

A aeronave fez o seu primeiro voo em 11 de janeiro de 1999.

Manaus volta a ser conectada com Belém e Porto Velho no próximo mês

 

Artigo escrito em português do Brasil:

Capital amazonense retoma ligação direta com Pará e Rondônia com três voos semanais; em julho, Azul chegará a 240 voos diários e reabrirá seis bases de operação no país

Com a consolidação dos novos protocolos de higiene e oferecendo alternativas a quem precisa se locomover pelo país, a Azul volta a oferecer, a partir de 20 de julho, voos diretos de Manaus, no Amazonas, para Belém, no Pará, e Porto Velho, em Rondônia. As passagens para os novos voos já estão disponíveis em todos os canais oficiais da companhia.

As operações para as duas cidades a partir de Manaus serão realizadas às segundas, quartas e sextas, com as modernas aeronaves modelo Airbus A320neo, que podem transportar até 174 Clientes. Além da retomada dessas rotas, a Azul vai reabrir outras sete bases de operação em todo o país a partir do próximo mês. Ao todo, a aérea deve operar 242 voos diários em dia-pico em julho, um acréscimo de 42% frente à malha de junho, que reforçará um dos principais diferenciais da Azul: a conectividade.

“A malha que estamos construindo para julho fortalece a conectividade da Azul para todas as regiões do país, reconectando o Brasil por meio do modal aéreo. Sabemos que o transporte aéreo é essencial e fundamental para contribuir com a retomada da economia e estamos prontos para, junto com as novas medidas de higiene e protocolos sanitários, voar para cada região, garantindo a saúde de nossos Clientes e Tripulantes que precisam se deslocar entre as cidades”, afirma Abhi Shah, vice-presidente de Receitas da Azul. .

Em Belém, os Clientes amazonenses podem se conectar para destinos como Marabá, Macapá, Santarém, Altamira e Recife. Já em Porto Velho, os amazonenses terão mais uma opção de horário para se conectarem em voos com destino à Campinas, principal centro de distribuição da companhia no país.

Portugal está a preparar voo humanitário para Moçambique

 

O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Santos Silva, anunciou hoje que Portugal já recebeu das autoridades moçambicanas a autorização necessária para realização de um voo humanitário com o apoio do Estado, de Lisboa para Maputo.

De acordo com as informações ainda não existe uma data definida.

Em declarações à LUSA: “O nosso foco está hoje em Moçambique, porque ainda está em estado de emergência, manteve fechado o seu espaço aéreo, e como havia muitos portugueses e outros europeus que tinham de regressar a Portugal, seja por motivos de trabalho, seja por motivos de saúde ou outro”, lembrou Augusto Santos Silva.

“O que fizemos anteontem [quarta-feira] foi pedir formalmente autorização para um voo com o apoio do Estado, e a resposta de Moçambique foi imediata”, explicou o ministro, acrescentando que perante a resposta positiva hoje de manhã já se estava “a organizar o voo”.

Conheça as etapas que levaram à certificação do A320neo para operar no Santos Dumont e em Congonha

 

A Azul anunciou, em comunicado, que está a concluir com sucesso as primeiras semanas de operações com o A320neo em Congonhas, em São Paulo, e no Santos Dumont, no Rio de Janeiro.

Durante cerca de um ano a Azul juntamente com a ANAC Brasil tratou de todos os procedimentos legais.

Saiba quais foram essas etapas aqui.

Os primeiros A320neo, incorporados na frota da Azul, não eram equipados com o SHARP (Short Airfield Package), que conta com adaptações aerodinâmicas que permitem, com segurança, o aterragem e a descolagem em pistas curtas. No fim de 2017, a Azul adquiriu as primeiras aeronaves com esse pacote, visando essa operação.

SHARP- Short Airfield Package:

 

Este pacote  SHARP inclui uma modificação do painel composto Kevlar para o “Fairing Fillet Fairing” da asa, para permitir o melhor desempenho na aterragem e geradores de vórtices ligados ao plano vertical da cauda que melhoram o desempenho na descolagem.

O “Fairing Fillet Fairing” modifica o perfil da asa, permitindo uma maior sustentação em velocidades baixas.Além disso os A320neo estão também equipados com a tecnologia comprovada da ROPS com as funcionalidades aprimoradas da Vigilância de Aterragem. Este sistema oferece um conjunto abrangente de segurança de pista projetado para aumentar significativamente a segurança na aterragem.

Airbus and NAVBLUE : ROPS & Landing Surveillance

Airbus and NAVBLUE : ROPS & Landing SurveillanceCombinando a tecnologia comprovada da ROPS com as funcionalidades aprimoradas da Vigilância de Aterragem, a AIRBUS e a NAVBLUE oferecem um conjunto abrangente de segurança de pista projetado para aumentar significativamente a segurança na aterragem.

Publicado por Kiosque da Aviação em Sábado, 27 de abril de 2019

 

No vídeo abaixo é possível verificar o sistema a solicitar – “maximum brakes”

 

De referir que os A320neo também podem ser equipados com um pacote similar; o LIP.

O LIP inclui modificações como espessura mais larga próximo ao bordo de ataque dos slats, colocação de strake na parte externa do motor, extensão do bordo de fuga nas posições 1 e 2 do spoiler.

No segundo semestre do ano passado, as Equipas de Operações e Aeronavegabilidade iniciaram os procedimentos junto à Anac para certificar o A320neo para operar nos dois aeroportos. No período, a Azul recebeu orientações, construiu os seus manuais de treino e operação nos aeroportos seguindo as regras estabelecidas e realizou diversos procedimentos de aterragem e descolagem nos aeroportos num simulador. Foram quatro fases até a finalização e aprovação da operação pela Agência reguladora.

Na primeira etapa, a Azul recebeu as orientações da Anac sobre os procedimentos que serviriam de base neste projeto. Depois, a companhia protocolou os seus manuais e aguardou a análise do material. Após alguns ajustes, a Azul alcançou a quarta etapa, que consiste no acompanhamento de um voo de simulador pelos inspetores da ANAC que geralmente acontece na UniAzul, em Campinas.

Porém, em virtude da pandemia, a equipa de Operações montou uma estrutura de câmaras e fez uma transmissão em directo para que os inspectores pudessem acompanhar remotamente a performance dos pilotos. Essas sessões de simulador contemplaram inúmeras manobras de rejeição de descolagem, operação com pista seca, molhada e perda de motor na aproximação para aterragens e “borregos”, avaliando as reacções e atitudes esperadas pelos pilotos.

Depois destes testes, a Azul recebeu, na última sexta, a aprovação completa da Anac, certificando o avião da empresa para operar nos dois aeroportos.

LATAM Airlines Argentina suspendeu as suas operações

 

O Grupo LATAM anunciou que a LATAM Airlines Argentina suspendeu as operações por tempo indeterminado devido às condições actuais do mercado, agravadas pela pandemia do Covid-19.

De acordo com as informações, a companhia vai suspender os voos de e para 12 destinos domésticos, mas as rotas internacionais para os EUA, Brasil, Chile e Peru continuarão a ser operadas pelas subsidiárias do Grupo LATAM assim que forem levantadas as restrições às viagens impostas devido à pandemia.

Os voos de transporte de carga também serão assegurados pelas outras companhias do grupo LATAM, de acordo com um comunicado da empresa.

A empresa vai informar os clientes afectados sobre as suas opções “brevemente”, através dos seus canais oficiais.

A LATAM Argentina transportou 3,1 milhões de passageiros no ano passado.

O comunicado salienta que a LATAM Argentina é a única companhia do Grupo a cessar operações.

Azul aguarda adequações em aeroportos para planear regresso de voos em cidades de Rondônia

 

Artigo escrito em português do Brasil:

A Azul anunciou em comunicado que, cumprindo todos os protocolos de higiene e oferecendo alternativas a quem precisa continuar se locomovendo, a Azul tem projetado o crescimento gradual de sua malha de voos em todo o país. A retomada nos aeroportos de Vilhena, Ji-Paraná e Cacoal, no entanto, depende de ajustes na infraestrutura aeroportuária.

Em Ji-Paraná, a Azul aguarda algumas desapropriações em um dos lados da pista do aeródromo, que impossibilitam a implementação de voos por instrumento IFR, fundamental para a aproximação de aeronaves no período noturno e em condições meteorológicas adversas.

Em Cacoal, o problema é semelhante, mas o IFR já instalado ainda aguarda pela validação da documentação, trâmite que se prologa há meses. Já em Vilhena, as violações da cerca patrimonial, que podem resultar na invasão de animais na pista, comprometem a operação segura de pousos e decolagens no aeródromo.

Embora as cidades rondonienses já contassem com as operações da companhia antes da pandemia da Covid-19, a falta de infraestrutura nesses aeroportos vinha trazendo dificuldades para as operações da Azul, resultando em atrasos e cancelamentos constantes.

“Estamos recuperando mês a mês a nossa malha, voltando a voar para diversas cidades e cumprindo todos os protocolos de higiene e medidas sanitárias. No interior de Rondônia, em particular, temos diversas deficiências de infraestrutura nos aeroportos regionais, especialmente no período de inverno, que comprometem o nosso retorno. Hoje, por mais que seja o nosso desejo, voltar a voar nas condições atuais resultaria em cancelamentos e atrasos, já que a Azul tem elevados padrões de operação. Esperamos que esses problemas possam ser resolvidos o mais breve possível enquanto não estamos voando nestes destinos”, afirma Marcelo Bento Ribeiro, diretor de Relações Institucionais da Azul.

Juntas, Vilhena, Cacoal e Ji-Paraná respondiam por, em média, três voos diários da Azul antes da pandemia, que movimentavam cerca de 13000 Clientes ao mês.

Sem as operações aéreas, os Clientes ficam dependentes de longas viagens para embarcar em seus voos.

Tripulantes de cabine da Ryanair em Ponta Delgada com contratos suspensos

 

Os tripulantes de cabine da base aérea de Ponta Delgada da ‘Crewlink’, empresa prestadora de serviços da Ryanair, terão os seus contratos suspensos a partir de 01 de julho, anunciou fonte sindical.

O Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) refere, segundo uma nota de imprensa, que os tripulantes de cabine notificados “foram exatamente os mesmos que não assinaram a proposta de contrato de trabalho ilegal enviada pela Ryanair nos últimos dias”.

A proposta pretendia que “abdicassem dos créditos laborais anteriores a 2018″ e “aceitassem uma redução do seu vencimento abaixo do vencimento mínimo nacional ilíquido”.

A proposta da operadora aérea irlandesa previa também uma “autorização prévia para que pudessem ser transferidos para qualquer outra base do mundo em que a companhia opera, sem qualquer compensação para o efeito”.

Na sequência deste cenário, o SNPVAC solicitou uma audiência, com “caráter de urgência”, ao Governo Regional dos Açores, “não só para denunciar esta situação, bem como tentar entender qual a posição da companhia aérea irlandesa no arquipélago, dado que a empresa recebeu, há relativamente pouco tempo, um milhão de euros do executivo açoriano para promover as ilhas no Reino Unido”.

“Após semanas de ameaças, a companhia aérea ‘low cost’ irlandesa, com quatro bases em Portugal, passa das palavras aos atos. Tememos que esta suspensão da prestação de serviços se alastre aos tripulantes de cabine nas mesmas condições nas outras bases em que a Ryanair opera em Portugal, provocando uma dispensa de centenas de trabalhadores”, declara Ricardo Penarroias, da direção do SNPVAC.

Para o sindicato, esta “é uma forma camuflada de despedir trabalhadores durante o período de ‘lay-off, apesar de, segundo a lei em vigor, não ser possível efetuar despedimentos durante, pelo menos, 60 dias após terminar este apoio do Governo português”.

De acordo com o SNPVAC, tal como aconteceu no início do ano na base de Faro, estes contratos com a ‘Crewlink’ “já não são válidos, pois, ao fim de dois anos, os trabalhadores em questão já deveriam estar integrados nos quadros da Ryanair”.

“Sendo a ‘Crewlink’ uma empresa de trabalho temporário, a grande maioria dos seus trabalhadores tem contratos há quase 10 anos, permanecendo com um vínculo precário”, frisa o sindicato.

A Ryanair assegura atualmente ligações aéreas dos Açores, de Ponta Delgada e da Terceira para Lisboa e Porto, bem como para Londres.

O último A380 a ser produzido

 

O fim do maior avião de passageiros do mundo está cada vez próximo. Enquanto algumas companhias aéreas estão a realizar o phase-out dos seus modelos A380, a Airbus já iniciou a produção da última unidade, que deverá ser entregue no próximo ano à Emirates.

A última unidade em produção na fábrica da Airbus, em Toulouse, de A380 já teve início. Na última semana, foi a vez de partes da fuselagem serem enviadas para a montagem final.

O transporte da fuselagem entre as cidades de Saint-Nazaire e Toulouse, distantes a cerca de 500 quilómetros, foi feita entre camiões adaptados e barco.

Para o transporte, a fuselagem é dividida em diversas partes. A previsão é que a produção do último A380 termine somente no próximo ano.

Como se pode ver no filme, acima, as últimas partes da fuselagem tiveram nas “janelas” as fotografias dos funcionários da Airbus afectos ao projecto!

De referir que este modelo teve uma vida curta no que respeita, entre o início e o fim da sua produção; 15 anos: o primeiro voo de teste foi em 2005, e o primeiro voo comercial em 2007.

O fim da produção do A380 foi anunciado em fevereiro devido à falta de encomendas e numa altura em que Emirates substituiu o pedido de 39 A380 por 40 A330neo e 30 A350.

O investimento no projecto A380 está estimado em cerca de 20 bilhões de dólares e recebeu apenas encomendas para 251 unidades.

Devido à situação actual na aviação muitas companhias que tinham nos seus planos a retirada da frota do modelo, anteciparam o seu phase-out; como foi o caso da Air France.

A Air France tinha na sua frota 10 unidades e anunciou recentemente a retirada de todos os modelos.

Também a maior companhia a operar A380 do mundo, a Emirates, com 115 unidades na fruta retirou o seu primeiro modelo:

Segundo a Airbus, das 251 unidades encomendadas, 242 já foram entregues e duas já estão totalmente fora de operação.

Os últimos dados foram atualizados em maio.

LEVEL Áustria suspende todas as suas operações devido a falência

O Grupo IAG – International Airlines Group anunciou hoje que sua subsidiária LEVEL Europe (VK, Viena) suspendeu todas as suas operações, tendo entrado com um pedido de insolvência.

A companhia de baixo custo, anteriormente conhecida como Anisec Luftfahrt, operou voos comerciais pela última vez em março, quando a sua frota de dois A320-200 e quatro A321-200 foi parqueada como resultado da crise do COVID-19.

“A LEVEL Europe foi afectada por esta crise sem precedentes causada pela pandemia do COVID-19”, afirmou em comunicado.

Uma vez apresentado e aceite o processo de insolvência, um tribunal austríaco nomeará um administrador que fica responsável por supervisionar os pagamentos aos credores.

A frota das companhia tem como lessors: Bocomm Leasing com três A321-200s, a DAE Capital tem um A320-200, a Fortress Ireland Leasing tem um A321-200 e a Nomura Babcock & Brown tem um A321-200.

As outras marcas LEVEL do IAG – tanto em Espanha como na França continuam a operar normalmente.

Air Transat deverá retomar voos para Lisboa e Porto a partir de julho

 

De acordo com a ATR, que representa a Air Transat em Portugal, a companhia deverá retomar a sua operação a partir de 23 de julho 2020.

Em Portugal a operação inicia-se a 24 de julho com a rota entre Lisboa e Montreal e a 26 de julho a rota entre a cidade do Porto e Toronto.

Além de Portugal, a companhia tem em sistema voos para 23 destinos internacionais, incluindo, na Europa; Atenas, Bordéus, Lyon, Marselha, Nantes, Paris Charles de Gaulle, Toulouse, de Montreal, e Atenas, Glasgow, Londres Gatwick, Manchester e Roma, de Toronto.

A Air Transat vai retomar a operação de forma gradual também para os Estados Unidos e para algumas rotas domésticas entre as maiores cidades canadianas.

De recordar que a Air Transat está em processo de aquisição pela Air Canada, entretanto interrompido pela pandemia do Covid-19.

 

Governo britânico gasta 1 milhão para pintar avião para transportar Boris

 

O Governo britânico vai gastar um milhão de libras para pintar um avião com as cores do Reino Unido que vai transportar o primeiro-ministro, Boris Johnson, nas viagens ao estrangeiro.

BatizadaRAF Voyager’, a aeronave atualmente cinzenta usada pelo chefe do Governo e pela família real está atualmente a ser pintada, disse hoje o porta-voz de Boris Johnson.

Segundo a Sky News: “Boris não gosta que a aeronave seja cinza.”

“Isto vai permitir que o primeiro-ministro represente melhor o Reino Unido”, explicou.

O custo total da operação, incluindo ‘design’ e pintura, vai rondar as 900.000 libras (cerca de um milhão de euros), mas o projeto vai manter o Airbus A330 funcional para continuar prestar apoio militar, como acontece atualmente.

Quando foi ministro dos Negócios Estrangeiros no Governo de Theresa May, Boris Johnson expressou o desejo de ter o seu próprio “avião Brexit” para promover o país nas viagens pelo mundo devido ao facto de ter de partilhar a aeronave com outros membros do governo e da realeza.

A Sky News indica ainda que um porta-voz da Royal Air Force disse: “O RAF Voyager está atualmente em Cambridgeshire para trabalhos programados”

euroAtlantic ao serviço da STP AIRWAYS realiza novo Voo Sanitário direto para São Tomé

 

A euroAtlantic airways (EAA) anunciou, em comunicado, que o seu Boeing B767-300ER, CS-TKR, vai realizar no próximo sábado 20 de junho um Voo Sanitário direto para São Tomé e Príncipe.

O voo STP-8F501 deixa o Aeroporto Humberto Delgado (LIS), pelas 23:05 (horas UTC), 00:05 horas locais. O check-in abre sexta-feira 19 de junho pelas 20:05 horário de Lisboa.

Os passageiros do voo da STP AIRWAYS são obrigados ao uso de máscara cirúrgica na aerogare e durante o voo, como à apresentação de um teste ao COVID-19 realizado nos três dias anteriores.

As autoridades de saúde são-tomenses determinaram aos passageiros da sua companhia nacional, uma quarentena domiciliária de 14 dias que visa a blindagem do arquipélago à pandemia.

A chegada ao Aeroporto de São Tomé (TMS) está prevista para 05:20 (horas UTC). O regresso a Portugal é feito também em voo direto, à semelhança de todos os operados pela STP AIRWAYS entre os dois países, prevendo o voo STP-8F502 estimar o Aeroporto de Lisboa (LIS) pelas 13:05 (horas UTC) 14:05 horas locais do mesmo dia.

A companhia indica que os passageiros podem obter mais informações site da STP ARWAYS www.stpairways.st pelo E-mail reservationslis@stpairways.st pelos telefones em Portugal 707 10 25 35 do estrangeiro (+351) 218 437 040 ou na rede de São Tomé e Príncipe, chamando o número +239 222 11 60

Cabo Verde Airlines deverá retomar a sua operação a partir de 1 de julho. Primeiro voo é para Paris.

 

A Cabo Verde Airlines (CVA) prevê retomar as ligações aéreas em 01 de julho, com um voo para Paris, após mais de 100 dias de paralisação total devido à pandemia de covid-19, disse à Lusa o diretor da companhia.

De acordo com Erlendur Svavarsson, presidente do conselho de administração e diretor executivo da CVA, a companhia “está a trabalhar no sentido de retomar os voos no dia 01 de julho”, mas recorda que atualmente “todas as garantias na aviação e turismo estão sujeitas à aprovação do governo nos dois extremos de cada voo”.

A CVA, liderada por investidores islandeses após a privatização em 2019, está totalmente parada desde 19 de março, quando o Governo cabo-verdiano suspendeu todos as ligações internacionais para conter a pandemia de covid-19, tendo desde então realizado apenas alguns voos de repatriamento.

“Sujeito a restrições e a concessão de permissões, o primeiro voo será para Paris no dia 01 de julho”, avançou Erlendur Svavarsson.

Além do voo inicial para França (com duas ligações semanais), o diretor executivo da companhia garante que outras principais rotas para o período inicial, de julho a agosto, serão Lisboa, com quatro voos por semana a partir do arquipélago, e Boston, nos Estados Unidos, com duas ligações semanais.

Também está prevista a retoma dos voos para Milão, uma vez por semana, para o Brasil, nomeadamente Fortaleza (duas vezes por semana) e Recife (uma vez por semana), e para o Senegal, com três voos semanais para Dacar.

Contudo, alerta o responsável, todas estas rotas “estão sujeitas a aprovações governamentais na origem e no destino” e a frequência dos voos “também estará sujeita à procura”.

O Ministério do Turismo e Transportes de Cabo Verde anunciou no final de maio que o arquipélago vai reabrir em julho como “destino turístico”, voltando a receber visitantes estrangeiros e com todos os operadores do circuito obrigados a um selo de segurança sanitária, devido à pandemia de covid-19.

Erlendur Svavarsson esclareceu, no entanto, que a CVA “não recebeu nenhuma confirmação do Governo de Cabo Verde sobre quando os voos internacionais serão permitidos novamente”, acrescentando que a companhia “também está a aguardar que alguns mercados importantes anunciem oficialmente a abertura das suas fronteiras para voos internacionais”.

“Toda a preparação operacional interna está feita para a retoma dia 01 de julho”, garantiu.

Em março de 2019, o Estado de Cabo Verde vendeu 51% da então empresa pública TACV (Transportes Aéreos de Cabo Verde) por 1,3 milhões de euros à Loftleidir Cabo Verde, uma empresa detida em 70% pela Loftleidir Icelandic EHF (que ficou com 36% da CVA) e em 30% por empresários islandeses com experiência no setor da aviação (que assumiram os restantes 15% da quota de 51% privatizada). Outra parcela, de 10%, foi vendida em 2019 a trabalhadores e emigrantes cabo-verdianos.

Além da paragem total da atividade devido à pandemia, a companhia já procurava desde 2019 um financiamento para as suas operações, o qual continua por fechar, como admitiu Erlendur Svavarsson: “O financiamento a longo prazo da companhia aérea ainda está sujeito a discussões entre os principais acionistas”.

O vice-primeiro-ministro cabo-verdiano afirmou em 14 de junho que uma nacionalização da CVA “está fora dos planos” do Governo, apesar de “todo o interesse em manter” a companhia aérea.

Transavia abre nova rota Porto – Montpellier

 

A Transavia anunciou que após retomar as suas operações de/para Nantes e Lyon esta segunda-feira, 15 de junho, e tendo Portugal como único país de operações até 26 de junho próximo, a Transavia France vai abrir uma rota totalmente nova entre a cidade do Porto e Montpellier, cidade com história, extraordinária localização, estilo moderno e belas praias.

Desde o início de julho e até ao final de agosto, a companhia low-cost do Grupo Air France-KLM vai operar 2 voos por semana entre a Invicta e a vibrante cidade gaulesa.

Nathalie Stubler, CEO da Transavia France, afirmou: “Este é um dos anúncios que nos deixa mais orgulhosos nestes tempos desafiantes: a abertura de uma rota totalmente nova entre o Porto e Montpellier, onde iniciaremos as nossas operações pela primeira vez no início de julho. Montpellier é uma cidade particularmente cosmopolita e dinâmica e o Porto é origem/destino histórico e estratégico para a Transavia. Além disso, com o levantamento gradual das restrições, também esperamos inaugurar finalmente as rotas anteriormente anunciadas de Montpellier para Lisboa e Faro.”

A Transavia France é a única companhia low-cost com uma base em Montpellier. Graças aos seus 2 aviões, oferecerá aos habitantes da região muitos destinos exclusivos. O desenvolvimento da mesma base assenta no dinamismo económico e demográfico da região. Mais de 2 milhões de habitantes vivem a menos de 60 minutos do aeroporto e todos os anos esta metrópole ganha mais de 5000 novos habitantes. Montpellier atrai ainda muitas empresas jovens e start-ups, sendo o primeiro território em termos de emprego nesse setor.

A título de curiosidade, MONTPELLIER:  No centro histórico, praticamente todo pedonal, divirta-se na Place de la Comédie com os artistas e músicos de rua. Nas ruas mais estreitas, encontram-se elegantes edifícios e majestosas casas senhoriais e também praças verdejantes com antigos monumentos. A famosa Igreja de Notre Dame é um deles. E, através dos quatro elétricos que o transportam do centro para as outras zonas da cidade, pode ainda conhecer pequenas localidades limítrofes como Palavas-les-Flots ou Carnon, onde encontra magníficas praias. Um pouco afastadas da costa, encontram-se praias mais um pouco mais pacatas, como Maguelone e Espiquette, a praia mais comprida da Europa.

 

Azul e LATAM Brasil anunciaram codeshare nas rotas no Brasil e fusão com a Azul não está descartada, diz presidente da Latam

 

A Azul e a LATAM Airlines Brasil anunciaram um acordo de codeshare para algumas das suas rotas internas.

As duas companhias assinaram também um acordo para os seus programas de fidelidade, possibilitando que 12 milhões de associados do TudoAzul e 37 milhões de membros do LATAM Pass possam acumular pontos no programa da sua escolha.

O acordo de codeshare vai incluir inicialmente 50 rotas domésticas não sobrepostas de/para Brasília (BSB), Belo Horizonte (CNF), Recife (REC), Porto Alegre (POA), Campinas (VCP), Curitiba (CWB) e São Paulo (GRU), oferecendo aos clientes no Brasil várias opções de ligações novas e mais convenientes.

Os codeshares também vão permitir uma experiência de viagem mais tranquila entre os voos da Azul e LATAM, com bilhetes partilhados para check-in e despacho de bagagem.

Segundo John Rodgerson, CEO da Azul: “Esses acordos trarão benefícios incomparáveis para os clientes. Com a malha aérea altamente conectada da Azul que atende a muitos destinos no Brasil e com os hubs da LATAM, nossa complementariedade de frota e de malha oferecerão aos clientes a mais ampla variedade de opções de viagem. Além disso, ambas as companhias aéreas têm uma história e paixão pelo atendimento ao cliente, e estamos ansiosos para mostrar isso juntos”.

Já o CEO da LATAM, Jerome Cadier: “Como sinal do compromisso de longo prazo da LATAM com o mercado brasileiro, esse acordo de codeshare oferecerá aos clientes o acesso à maior malha de voos na história do país. Entendemos que a crise da COVID-19 exige respostas inovadoras para ajudar a impulsionar a economia da região e o anúncio de hoje faz parte de nossa contribuição para esse esforço. Com os valores compartilhados de atendimento ao cliente tanto da Azul quanto da LATAM e rotas complementares esperamos oferecer uma experiência líder do setor para clientes no Brasil”.

A previsão é que este acordo esteja operacional a partir de agosto.

Já depois do anúncio, numa entrevista à CNN Brasil o CEO da LATAM disse: “Se me perguntassem em janeiro se teríamos um codeshare com a Azul, eu certamente diria que não. Este acordo foi feito em função desta crise”.

Jerome Cadier também admitiu a possibilidade que uma fusão com a Azul até pode ocorrer no futuro. Ele explicou que as negociações para uma eventual união das duas companhias são complexas e inviáveis neste momento por causa da crise, enquanto o “codeshare” é bem mais simples.

A CNN avança através de uma fonte do setor aéreo ouvida pela reportagem na condição de anonimato, o acordo de “codeshare” é como se as duas companhias estivessem “a conhecer-se”, mas é um passo relevante que se pode transformar num “casamento”.

A Latam, Azul e Gol negociam com o BNDES e com bancos privados um pacote de ajuda desde o início da pandemia em março. No final de maio, a Latam pediu recuperação judicial nos Estados Unidos, excluindo a unidade brasileira d processo.

 

A321LR CS-TXE para a TAP realizou voo de aceitação

 

O nosso amigo e spotter Tobias Gudat, continua sempre atento aos movimentos em Hamburgo.

O futuro CS-TXE, quinto Airbus A321neoLR para a TAP Air Portugal, realizou o voo de aceitação.

Foto: Tobias Gudat

Neste momento falta saber quando a aeronave chegará a Portugal devido a toda a situação que se vive.

De recordar ainda, que a TAP está a preparar um plano de reestruturação que pode significar a diminuição da sua frota, mas também não significa que não vai receber todos os seus aviões encomendados.

Os novos aviões tem como objectivo principal a renovação da frota que permita maiores poupanças; comerciais e ambientais.

Foto: Tobias Gudat

A TAP realizou uma encomenda de 14 unidades do modelo, tendo já recebido quatro.

Foto: Catarina Madureira

O A321LR da TAP está configurado para transportar até 171 passageiros; 16 em Executiva, 48 em Económica Premium e 107 em Económica.

Foto: Catarina Madureira

Foto: Catarina Madureira

O Airbus A321 Long Range é o primeiro avião narrow body da TAP com capacidade para operar rotas transatlânticas, oferecendo o conforto premium de um avião do longo curso.

O adeus aos Alouete III

 

Hoje João Gomes Cravinho, Ministro da Defesa, presidiu à despedida dos voos do helicóptero na BA11, cujo primeiro voo ocorreu há 57 anos, no dia 18 de junho de 1963, em Luanda, local onde foi entregue às tropas portuguesas.

O titular da pasta da Defesa justificou que os velhinhos Aloutte III “cumpriram os objetivos militares para que foram comprados, combater em África, superando-os depois com a busca e salvamento e no apoio ao combate aos incêndios rurais”, rematou. “Despedimos os Aloutte e damos as boas vindas aos Koala. Que estes cumpram a sua missão, tão bem como os seus antecessores”, desejou Cravinho.

“Este último dos ALIII ainda com capacidade de voo esgota amanhã [quarta-feira] o seu prazo de utilidade e é um momento histórico. Ao fim de 57 anos ao serviço da FAP, retiram-se agora” estes helicópteros “para dar lugar a uma nova geração, o ‘Koala’”, os quais “já começaram a operar”, frisou.

Foto: FAP

João Gomes Cravinho garantiu que a possível instalação em Beja, de uma Escola Internacional de Pilotos, poderá ser uma realidade em 2022, depois de ultrapassada a pandemia e dos “parceiros militares com interesse na formação, assumam essa posição”, rematou.

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Escoltado pelo novo Koala e acompanhado do General Joaquim Borrego, chefe do Estado-Maior da Força Aérea e do Coronel Paulo Costa, comandante da BA11, o Ministro da Defesa “apadrinhou” o último voo dos Alouete III, aeronave que vai passar a fazer parte dos espólio do Museu do Ar.

No âmbito da reorganização das unidades da Força Aérea Portuguesa, face à construção do novo aeroporto de Lisboa, a BA11 recebe esta quarta-feira a Esquadra 101-“Roncos”, de instrução que atua com os Epsilon-T30 de instrução, que procede de Sintra, com 16 aeronaves ligeiras e 70 militares.

Governo Regional dos Açores abandona negócio de privatização da Azores Airlines

 

O Governo dos Açores disse hoje que vai acatar uma resolução do parlamento regional e abandonar a intenção de privatizar parte do capital da Azores Airlines, empresa do grupo SATA.

“Naturalmente que o Governo Regional vai acatar a resolução desta casa”, declarou hoje a secretária com a tutela dos Transportes, Ana Cunha, numa sessão plenária que decorreu na cidade da Horta.

A governante havia sido questionada pelo deputado único do PPM, Paulo Estêvão, a propósito de uma resolução do PPM aprovada em maio e que pedia o abandono da privatização de parte do capital social da Azores Airlines, empresa pública regional, devido à incerteza provocada pela covid-19.

O projeto foi então aprovado com os votos a favor do PS, do Bloco de Esquerda (BE), do Partido Comunista (PCP) e do Partido Popular Monárquico (PPM) e as abstenções do PSD, do CDS e da deputada independente Graça Silveira.

Um primeiro concurso para a privatização de 49% da Azores Airlines – ramo da SATA que opera de e para fora do arquipélago – foi anulado em novembro de 2018.

O grupo SATA fechou o ano de 2019 com prejuízos de 53 milhões de euros, valor semelhante ao registado em 2018, mas com melhorias em ambas as transportadoras aéreas, a Azores Airlines e a SATA Air Açores (que opera dentro do arquipélago).

O monárquico Paulo Estêvão questionou hoje também o Governo sobre a “hibernação” do novo plano de negócios da empresa, lembrando que “daqui a quatro meses” há eleições regionais e temendo que não sejam conhecidas até lá eventuais medidas como o despedimento de trabalhadores da empresa.

O plano de negócios da operadora SATA deverá estar pronto ainda este mês, declarou a secretária regional Ana Cunha.

LATAM vai reiniciar os seus voos para Lisboa a 18 de julho

 

De acordo com um comunicado da LATAM, a companhia vai reiniciar a sua operação para Lisboa a partir do dia 18 de julho.

Os voos estão programados para descolar de Lisboa às 14h50 e aterrarem em São Paulo às 20h50.

De recordar que, a LATAM começou a voar entre São Paulo Guarulhos e Lisboa a 3 de setembro de 2019.

Antes mesmo de Lisboa, a LATAM vai retomar a sua operação entre São Paulo e Frankfurt, com dois voos por semana, e para Londres, também com dois voos semanais.

Em julho, além dos voos para Lisboa, a companhia vai reiniciar a sua operação para Madrid

Azores Airlines retomou hoje os seus voos comerciais, no dia que se comemoram 73 anos do primeiro voo da SATA

 

Hoje, 15 de junho, foi sem dúvidas um dia marcante para o Grupo SATA.

A Azores Airlines retomou os seus voos comerciais e assinalou-se os 73 anos que a aeronave Beechcraft UC-45B Expeditor abriu asas e voou entre as ilhas de São Miguel e Santa Maria.

O Governo Regional indicou enquanto acionista do Grupo SATA, que são retomadas “as ligações aéreas de transporte de passageiros com o território continental português, de forma progressiva e gradual”, tendo sido fixado 15 de julho como a “data limite para a normalização” da operação para as ilhas de Santa Maria, Pico e Faial, que recebem também voos de Lisboa, ao abrigo das obrigações de serviço público.

Apesar do aumento esperado de viagens para os próximos tempos, o executivo açoriano vai manter a exigência de teste à covid-19 à chegada ao arquipélago, até 01 de julho, mas nas ilhas de São Miguel e Terceira o resultado passará a ser conhecido em 12 horas.

Até hoje, as ligações aéreas de Lisboa para as ilhas de São Miguel e Terceira eram asseguradas apenas pela TAP, que nunca deixou de operar para a região mesmo no pico da covid-19.

A Ryanair deve retomar a sua operação para os Açores também este mês.

Também o Presidente do Grupo SATA, Luís Rodrigues, partilhou uma mensagem:

“A aviação esteve em modo pausa, mas não foi tempo de cruzar os braços. Nos últimos três meses, vivemos uma realidade que não conhecíamos. Nem sete décadas de experiência na aviação civil nos prepararam para o cenário que todos vivemos e ao qual tivemos de nos adaptar. O mundo da aviação quase parou; os nossos hábitos alteraram-se e, agora, há que encontrar, pelo menos temporariamente, uma nova forma de estar e de viajar.

Ao longo dos últimos meses, transformámos a nossa operação por forma a garantir o transporte diário de bens essenciais para o Arquipélago dos Açores e entre as suas nove ilhas: alimentos, material de uso hospitalar e assegurámos o transporte de casos de força maior. Em troca, recebemos o inestimável reconforto de quem nos faz sentir que cumprimos bem aquela que é a nossa principal missão.

A 29 de maio, demos início às ligações entre as Ilhas do Arquipélago dos Açores. Desde esse dia já transportámos 5096 passageiros satisfeitos. Agora, a 15 de junho, no dia em que celebramos 73 anos de voos comerciais, dá-se o reinício da operação aérea comercial para além das fronteiras do nosso Arquipélago. É uma data importante, em muitos sentidos e um momento histórico que não queremos deixar de partilhar consigo, que nos tem acompanhado ao longo deste nosso percurso.

Apesar da pausa necessária, não deixámos parada a nossa frota. Em terra, ao longo dos últimos meses, procedemos ao cumprimento do plano de manutenções profundas que havíamos traçado. Demos particular atenção à revisão de todos os interiores, aproveitando o momento para substituir ou higienizar em profundidade, acompanhamos a informação produzida pelos reguladores do sector, implementamos todas as recomendações. Foi feita uma cuidada revisão, incluindo a todos os sistemas de ar condicionado. De igual modo, foram desinfetados todos os elementos que servem ao uso do passageiro. Já o fazíamos antes, mas este novo momento que vivemos exigiu o desenho de novas medidas e reforço de procedimentos operacionais. E antes de dar por concluída a implementação de medidas de segurança adicionais, procuramos recolher a opinião e o sentimento dos passageiros frequentes das nossas companhias aéreas.

Há quem diga que o mundo das viagens jamais será o mesmo. Na SATA acreditamos que o mundo das viagens poderá vir a ser ainda melhor. Viajar é mais do que uma experiência agradável, é mais do que conhecer sítios diferentes, viajar é uma forma de estar no mundo. Façamos com que os resultados das ações de cada um de nós seja sustentável, responsável e dê origem, sempre, a momentos felizes.

Apesar dos redobrados cuidados, sabemos que a retoma dos voos será gradual. Ir com mais calma é também zelar pelo bem-estar de todos. E é esta a nossa principal preocupação. Assegurar-nos que o seu regresso a bordo é um momento tranquilo, confortável, quase como um regresso a casa.
Venha connosco realizar sonhos, fazer negócios, visitar quem ama. Faça-o de forma consciente, cuidada, sustentável. Faremos o mesmo, aqui do nosso lado, com todo o cuidado, ansioso por voltar a recebê-los em terra e a bordo.”

Sindicatos divulgam comunicado relativamente à reunião desta segunda-feira com o Conselho de Administração da TAP

 

Os Sindicatos SITAVA – SITEMA – SNEET – SNPVAC divulgaram hoje um comunicado conjunto depois da reunião agendada com o Conselho de Administração da TAP SGPS, que segundo as informações, decorreu num ambiente de franqueza e cordialidade.

Os Sindicatos questionaram o CA sobre a continuação do regime de layoff, medida que está a penalizar fortemente os trabalhadores. Os signatários manifestaram também a sua grande preocupação com a continuação deste regime que iria agravar ainda mais a situação financeira de largas franjas dos trabalhadores das empresas do Grupo TAP, que viram os seus rendimentos mitigados bem acima de um terço que o regime de layoff previa.

Não podemos ignorar que, enquanto as empresas foram dispensadas do pagamento dos impostos, aos trabalhadores nada foi perdoado. Foi também colocado pelos Sindicatos a necessidade de esclarecimento sobre os termos em que a chamada ajuda à TAP será concretizada e o seu efeito na empresa no futuro imediato.

Da parte do CA foi comunicado que tudo será feito para a viabilização da empresa e a manutenção dos postos de trabalho. Foi ainda abordada a atual dimensão do mercado resultante da crise pandémica, tendo o CA garantido que o aumento da operação irá começar a verificar-se de imediato, reforçando-se significativamente nos meses de julho e agosto. Os signatários fizeram saber ao CA que esperam que da parte do acionista maioritário tudo seja feito no sentido de garantir a continuidade de todas as empresas do Grupo TAP, mantendo a sua capacidade de modo a poder continuar a servir o país e a diáspora, alimentando o importante setor do turismo e assim cumprir o seu desígnio nacional de contribuir para a melhoria das condições económicas do país.

Os Sindicatos manifestaram também ao CA que apesar da crise pandémica os Acordos de Empresa mantêm-se em vigor e têm que ser respeitados. Por último, esperamos que a razoabilidade e o bom senso imperem e que muito rapidamente sejam aceites as condições propostas pelo Governo, para que se possa concretizar de imediato o financiamento que o Grupo TAP tanto precisa para a retoma da operação.

Virgin retira da frota B747 com pintura especial

 

O B747-400 com a matrícula G-VLIP voou hoje entre Manchester e a Ciudad Real, no que poderá ser o seu último voo.

Para já não se sabe qual será o futuro da aeronave, havendo a possibilidade de ser convertido para avião cargueiro.

PLANESPOTTNG LIVE

Farewell Virgin 747 The Falcon 'G-VLIP' – Live from Manchester Airport#itsbetterlivewww.bigjet.tv

Publicado por Big Jet TV em Segunda-feira, 15 de junho de 2020

 

Depois do B777-300ER, com a matrícula PT-MUA, da LATAM, a Virgin Atlantic pintou o seu B747 com uma pintura especial dedicada ao Star Wars Galaxy’s Edge.

A pintura é o resultado de uma parceria entre a Virgin Atlantic e a Disney, para a divulgação de uma nova área do parque Disney’s Hollywood Studios no Walt Disney World Resort, o Star Wars Galaxy’s Edge.

 

 

F15 da Força Aérea dos EUA caiu no Mar do Norte

 

Um F-15C pertencente ao 493º Esquadrão de Caça da 48ª Ala de Caças, com sede em RAF Lakenheath, Reino Unido, com o indicativo “CHOSEN 4”, despenhou-se no Mar do Norte

Neste momento, está em curso uma operação de busca para encontrar o piloto do aparelho, não se sabendo para já as causas para a queda.

No momento do acidente, o aparelho estaria numa atividade de rotina com apenas uma pessoa a bordo.

“A causa da queda bem como o estado do piloto são desconhecidas no momento. Uma equipa de resgate e salvamento britânico foi ativada para ajudar”, fez saber fonte da Força Aérea.

Programa de voos Air France em julho e agosto inclui nova rota entre Faro e Paris

A Air France anunciou hoje em comunicado que está a retomar e a aumentar o seu programa de voos para o verão de 2020.

Até ao final de junho, este programa vai representar 20% da capacidade implementada habitualmente no período. Sujeito ao levantamento das restrições de viagem, prosseguirá o aumento progressivo do número de frequências e destinos, para atingir cerca de 35% do programa inicialmente previsto em julho e 40% em agosto.

A Air France prevê oferecer cerca de 150 destinos, 80% da sua rede habitual, dando prioridade à consolidação da oferta na sua rede de voos domésticos. Vão ser retomadas diversas ligações entre Paris e as regiões francesas, e de região a região, nomeadamente de/para a Córsega. A oferta vai ser igualmente alargada aos Departamentos Ultramarinos franceses e à Europa, em especial a Espanha, Grécia, Itália e Portugal.

Com a atualização agora apresentada e em curso, o programa de voos em Portugal inclui:

» Lisboa – Paris-CDG: após voltar a ser diário a 6 de junho, serviço aumenta, progressivamente, para 3 voos diários a 2 de julho e 4 voos diários a 13 de julho; 

» Porto – Paris-CDG: após retomar a 6 de Junho, com 3 voos semanais, serviço volta a ser diário esta quinta-feira, 18 de junho, e evolui até aos 2 voos diários a 13 de julho; 

» Faro – Paris-CDG: lançamento da nova rota a 4 de julho (inicialmente previsto para 4 de abril de 2020) com 1 voo semanal ao sábado, vai evoluir para 4 voos semanais (segunda, quarta, sexta e sábado) a partir de 13 de julho. 

A oferta da Air France é complementada com a da sua parceira KLM, companhia que opera 1 voo diário entre Lisboa e Amesterdão-Schiphol desde 28 de março, serviço que passa a 2 voos diários a 3 de julho, e que acaba de anunciar a retoma da rota Porto-Amesterdão, com 4 voos/semana. No total, o grupo Air France-KLM vai oferecer 128 voos semanais em julho e agosto de/para 3 aeroportos portugueses (Lisboa, Porto e Faro).

O presente programa está naturalmente sujeito à evolução da presente situação.

Ao mesmo tempo, os voos de longo-curso retomam gradualmente numa grande parte da rede, tanto para o transporte de passageiros como a atividade de carga, que é particularmente dinâmica.

Este programa de voos será operado por 106 aviões dos 224 que constituem a frota da Air France.

“Estamos a assistir a um desejo de viajar novamente e, gradualmente, vamos reabrir a nossa rede este verão para 150 destinos em França, Europa e todo o mundo. Após esse período difícil, estamos muito satisfeitos por receber os nossos clientes a bordo dos nossos aviões, para permitir que possam sair este verão e estar com os seus entes queridos. As equipas de terra e de bordo da Air France estão totalmente mobilizadas para garantir a cada um dos nossos clientes o mais alto nível de segurança sanitária”, declarou Anne Rigail, Diretora-geral da Air France.

Programa de voos nos meses de julho e agosto de 2020 de/para Paris-Charles de Gaulle (CDG)

França continental Ajaccio, Bastia, Biarritz, Bordéus, Brest, Calvi, Clermont-Ferrand, Figari, Lyon, Marselha, Montpellier, Nantes, Nice, Pau, Perpignan, Rennes, Toulon, Toulouse
Departamentos Ultramarinos

e Caraíbas

Antananarivo, Cayenne, Fort-de-France, Havana, Maurícia, Papeete, Pointe-à-Pitre, Saint-Denis da Reunião, Santo Domingo, Saint-Martin
Europa Alicante, Amesterdão, Atenas, Barcelona, ​​Bari, Belgrado, Bergen, Berlim, Bilbau, Billund, Birmingham, Bolonha, Bucareste, Budapeste, Cagliari, Catânia, Copenhaga, Cork, Cracóvia, Dublin, Dubrovnik, Düsseldorf, Edimburgo, Faro, Florença, Frankfurt, Genebra, Gotemburgo, Hamburgo, Hanover, Heráklion, Ibiza, Lisboa, Ljubljana, Londres, Madrid, Málaga, Manchester, Milão, Munique, Mykonos, Nápoles, Newcastle, Nuremberga, Olbia, Oslo, Palermo, Palma de Maiorca, Porto, Praga, Roma, Santorini, Sevilha, Sofia, Split, Estocolmo, Estugarda, Tbilisi, Telavive, Salónica, Turim, Valência, Varsóvia, Veneza, Viena, Zagreb, Zurique
Próximo e Oriente Médio Beirute, Dubai, Cairo
África Conacri, Cotonou, Djerba, Douala, Nouakchott, Tunes, Yaoundé

+ outros destinos previstos sujeitos à obtenção das autorizações governamentais necessárias.

América do Norte Atlanta, Boston, Chicago, Los Angeles, México, Montreal, Nova Iorque, San Francisco, Toronto
América do Sul Cidade do Panamá, Rio de Janeiro, Santiago, São Paulo
Ásia Bangalore, Banguecoque, Bombaim (Mumbai), Deli, Hong Kong, Osaka, Seul, Singapura, Tóquio

 

Programa de voos nos meses de julho e agosto de 2020 de/para Paris-Orly

França continental Ajaccio, Bastia, Calvi, Figari

TAP solicitou autorização de rota entre Lisboa e Orlando

 

De acordo com o despacho 6234/2020 publicado em Diário da República, foi concedida autorização de exploração de serviços aéreos regulares extra-União Europeia, na rota Lisboa-Orlando-Lisboa à TAP Air Portugal.

A TAP – Transportes Aéreos Portugueses, S. A., requereu autorização de exploração de serviços aéreos regulares na referida rota.

Uma vez que a companhia cumpria os requisitos exigíveis para o efeito, a ANAC concedeu a respectiva autorização.

Apesar desta autorização, não significa que a companhia possa abrir no imediato a rota e de relembrar que a TAP prepara-se para apresentar um plano de reestruturação que pode significar a suspensão de algumas rotas bem como a diminuição da sua frota.

A título de curiosidade, Orlando é uma cidade no centro da Flórida que abriga mais de uma dezena de parques temáticos. O mais conhecido é o Walt Disney World, composto por parques como o Magic Kingdom e o Epcot, além de parques aquáticos. Outra das atracções importantes é o Universal Orlando, com o Universal Studios e o Islands of Adventure, sendo que o Wizarding World of Harry Potter abrange áreas dos dois.

TAP Air Portugal prepara plano de restruturação

 

De acordo com o Jornal Expresso, a TAP está a preparar um plano que deverá passar por uma redução nas rotas, nos aviões e no pessoal.

O plano de reestruturação que terá de pôr em prática para receber os 946 milhões de euros inscritos no Orçamento Suplementar.

O semanário avança ainda que o Estado vai reforçar o poder público na companhia aérea através do Conselho de Administração, dando-lhe mais poder de decisão.

Os executivo nomeia doze dos seis elementos do Conselho, um dos quais é o próprio presidente, que tem voto de qualidade, o que, na prática, dá ao Estado a maioria.

De referir também que o Conselho de Administração da TAP vai-se reunir na próxima segunda-feira, 15 de junho, com quatro sindicatos representativos dos trabalhadores da empresa.

Em declarações à Lusa, o secretário-geral do Sitava (Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos), José Sousa, adiantou que além desta estrutura estarão presentes no encontro o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), o Sindicato dos Técnicos de Manutenção da Aeronaves (Sitema) e o Sindicato Nacional dos Engenheiros e Engenheiros Técnicos (SNEET).

Os trabalhadores irão debater a situação da companhia, que está parada desde o início da pandemia de covid-19, estando a acompanhar as negociações para a injeção de 1,2 mil milhões de euros na transportadora aérea, que já foi aprovada pela Comissão Europeia.

Questionado sobre uma possível redução de dimensão da TAP no âmbito do processo, José Sousa disse que “o que parece é que a haver redimensionamento, vai resultar mais de ajustamento de mercado devido à crise de covid-19 do que de qualquer tentativa de reduzir o tamanho da companhia” por obrigação de Bruxelas.

Segundo o dirigente sindical, mesmo com a aquisição de frota, a empresa fica com a dimensão adequada porque “alguns dos [aviões] antigos seriam abatidos”.

Quando à mão-de-obra, o Sitava acredita que “qualquer dimensionamento da empresa se fará através do controlo da contratação a termo e não por despedimentos”, admitindo num entanto que estes trabalhadores, numa situação mais precária, sejam chamados à medida que o negócio volta a crescer.

“Esperamos que o Governo assuma e cumpra o compromisso para manter a TAP na atual dimensão”, apelou José Sousa.

Emirates retira da frota o seu primeiro A380

 

A Emirates retirou da sua frota o seu primeiro A380 que será desmantelado para fornecimento de peças.

O primeiro A380 foi entregue em outubro de 2008 e voou com a matrícula A6-EDB, tendo o número de série MSN13.

A aeronave estava configurada com 14 lugares em Primeira Classe, 76 na Classe Executiva e 427 na Classe Económica.

De recordar que a Emirates anunciou no ano passado que iria realizar o phase-out de dois dos seus modelos A380.

Esta semana a aeronave foi vista no Aeroporto Internacional do Dubai em versão “frigorífico”.

O A6-EDB realizou o seu último voo comercial no dia 23 de fevereiro entre Muscat e o Dubai.

No passado dia 14 de maio realizou um voo de teste depois de ter passado por uma manutenção para os procedimentos de phase-out.

A Emirates tem programado mais um phase-out de um A380 para este ano, podendo o plano ser alterado devido à situação actual.

Em 2021 a companhia deverá receber mais 8 A380.

Conheça a operação da Azores Airlines e a promoção Crianças não pagam em território nacional

 

A SATA Air Açores retomou no passado dia 29 de maio, as suas ligações inter-ilhas no Arquipélago dos Açores.

Neste momento a operação é reduzida, contando com a realização de um voo diário para todas as Ilhas do Arquipélago dos Açores, com exceção da Ilha do Corvo, que terá ligações aéreas à segunda, quarta e sexta.

Em relação à Azores Airlines, a companhia vai retomar a sua operação segunda-feira, dia 15 de junho:

15 DE JUNHO

Reinício das ligações aéreas da Azores Airlines entre Lisboa e Ponta Delgada e Lisboa e Terceira, assim como as ligações aéreas entre o Funchal e Ponta Delgada.

22 DE JUNHO

Retoma das ligações aéreas entre Lisboa e os aeroportos da Horta e Pico.

1 DE JULHO

As ligações aéreas entre o Porto e Ponta Delgada, bem como as ligações internacionais a BostonTorontoPraia (Cabo Verde) e Frankfurt serão reiniciadas a partir desta data.

A retoma das ligações internacionais ficará condicionada ao levantamento das restrições à entrada de cidadãos estrangeiros em Portugal e nos diversos Países, bem como à evolução da pandemia de Covid-19 nos Países de origem.

Para o reinicio das suas operações o Grupo SATA preparou uma promoção para os mais novos.

Assim para quem reside nos Açores, em Portugal Continental ou na Madeira, poderá reservar a sua viagem com a SATA Azores Airlines e levar consigo uma criança de forma gratuita.

Condições da campanha:

» Vendas de 10 a 24 de junho de 2020;

» Viagem de 15 de junho a 15 de dezembro de 2020;

» 1 bebé (até aos 23 meses) e 1 Criança (dos 24 meses aos 11 anos) grátis, por adulto;

» Taxas aeroportuárias do bebé e/ou criança não incluídas;

» Válido em voos inter-ilhas e entre Lisboa/Porto/Madeira e os Açores;

» Campanha disponível para venda através de qualquer canal SATA Azores Airlines ou na sua Agência de Viagens;

» Número limitado de lugares;

» Campanha não acumulável com outra oferta, desconto ou promoção;

» Campanha disponível apenas em voos operados pela SATA Azores Airlines (SATA Air Açores e Azores Airlines).

Proibição de voos extra União Europeia prolongada até final do mês

 

O Governo Português prolongou até ao final do mês a proibição de voos de e para países fora da União Europeia, no âmbito das medidas de contenção de propagação da covid-19, segundo um despacho publicado em Diário da República.

O diploma, assinado pelos ministros dos Negócios Estrangeiros, da Defesa Nacional, da Administração Interna, da Saúde, e pelo secretário de Estado-Ajunto e das Comunicações, produz efeitos a partir de segunda-feira e até ao último dia de junho.

A “prorrogação da interdição do tráfego aéreo com destino e a partir de Portugal de todos os voos de e para países que não integram a União Europeia” (UE), admite exceções, como é o caso dos países associados ao Espaço Schengen (Liechtenstein, Noruega, Islândia e Suíça), os países de expressão oficial portuguesa, bem como o Reino Unido, os Estados Unidos da América, a Venezuela, o Canadá e a África do Sul, dada a presença de importantes comunidades portuguesas.

Relativamente aos países de expressão portuguesa, o diploma salvaguarda que no caso do Brasil apenas serão admitidos os voos provenientes de e com destino a São Paulo e Rio de Janeiro.

As normas constantes neste despacho também não se aplicam a voos que visem a entrada e saída de cidadãos nacionais da União Europeia, de Estados associados ao Espaço Schengen e de países terceiros com residência legal num Estado-membro da União Europeia, assim como a pessoas de países terceiros que viajem por motivos de estudo.

Este diploma aplica-se a voos comerciais, estando excluídas aeronaves de Estado e Forças Armadas, aeronaves integradas no Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais, bem como voos para transporte exclusivo de carga e correio, ou de caráter humanitário e de emergência médica.

Fica também definido que, através de despacho conjunto, os ministros da Administração Interna e da Saúde podem adotar medidas específicas de controlo sanitário necessárias, em função da origem dos voos e atentas as orientações da Comissão Europeia e a avaliação da situação epidemiológica pelo European Centre for Disease Prevention and Control (ECDC).

No contexto da situação epidemiológica provocada pelo vírus SARS-CoV-2 e das medidas excecionais adotadas para fazer face à pandemia de covid-19, em março foi determinada a interdição, até 17 de abril de 2020, do tráfego aéreo com destino e a partir de Portugal de todos os voos de e para países que não integram a União Europeia, prorrogada sucessivamente até às 00:00 de 15 de junho, atendendo à avaliação da situação epidemiológica em Portugal e na União Europeia e às medidas propostas pela Comissão Europeia.

Apesar dos progressos registados, o Governo mantém a prorrogação das medidas restritivas do tráfego aéreo, “tendo em conta as orientações da Comissão Europeia de 11 de junho de 2020 relativas à aplicação de restrições temporárias a viagens não essenciais para a UE, numa abordagem comum coordenada de abertura das fronteiras externas da UE e em função da evolução da situação epidemiológica”.

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