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Conheça a nova cabine dos 14 B737-800 que a KLM está a renovar

 

A KLM anunciou que iniciou a renovação total das cabines de 14 aviões Boeing 737-800, tanto na Business Class como na Economy Class. As aeronaves renovadas, utilizadas principalmente em voos europeus, oferecem aos passageiros mais conforto e estilo e consomem menos combustível, já que uma cabine atualizada pesa menos 700 quilos.

O primeiro avião renovado já entrou em serviço e o interior do último desta série de 737-800 será completamente transformado em março de 2022.

Desenhados ergonomicamente, os novos assentos da Business e da Economy oferecem mais conforto e espaço extra para as pernas. O estofo é feito sobretudo de couro reciclado. Sendo 20% mais leves em média, os novos assentos ajudam a reduzir o peso total da cabine em 700 quilos. Isso permite economizar 58 toneladas de combustível e 184 toneladas em emissões de CO2 por avião anualmente.

No conjunto dos 14 aviões, isso representa uma economia anual de 812 toneladas de combustível e uma redução de 2.576 toneladas em emissões de CO2.

Todos os Boeing 737-800 renovados estão equipados com Wi-Fi. Para usar este serviço, os passageiros podem adquirir vouchers no portal de bordo gratuito da KLM. Os passageiros têm sempre 30 minutos de mensagens grátis. Cada assento tem a sua própria entrada USB, para poder carregar os seus dispositivos durante o voo, e os maiores compartimentos superiores oferecem mais espaço de armazenamento a
bordo. E, dependendo da hora do dia, a iluminação ambiente em LED cria uma atmosfera fresca ou relaxante.

“A KLM quer oferecer aos seus passageiros ainda mais conforto e estilo nos voos europeus, ao mesmo tempo que reduz as emissões de CO2 dos seus voos. É por isso que a KLM continua a investir no seu produto a bordo e na sustentabilidade, para que possamos continuar a responder às expetativas dos nossos clientes e emergirmos mais fortes da crise”. Boet Kreiken, vice-presidente executivo de experiência do cliente, KLM

Incidente com A330neo da TAP em Bissau provoca danos num dos sharklet

 

O Airbus A330-900neo da TAP Air Portugal, com matrícula CS-TUJ, que realizou hoje, 1 de maio, o voo TP1477, entre Lisboa e a Guiné-Bissau, sofreu um incidente no Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira.

De acordo com as informações, a aeronave embateu num poste de iluminação durante o percurso entre a pista e a placa, danificando o sharklet da asa esquerda da aeronave.

Neste momento é aguardada a chegada de uma equipa da TAP Manutenção para avaliar os danos e a possibilidade da aeronave descolar “posicionada” para receber os trabalhos de manutenção necessários.

TAP: o Retorno para a Economia Portuguesa

O Chairman Miguel Frasquilho e o CEO Ramiro Sequeira da TAP Air Portugal publicaram um estudo que mostra que salvar a TAP representa um retorno para a economia portuguesa, entre 2021 e 2030, um valor que se poderá situar entre EUR 10 e 12 mil milhões, devido quer ao turismo, quer à manutenção e criação de emprego (direto e indireto), ou à restante atividade económica em geral que será criada.

Este valor representa  entre 2.7 e 3.5 vezes o valor potencial total do auxílio até 2024.

Também para as finanças públicas representa um impacto positivo entre EUR 4.3 e 4.7 mil milhões, em resultado da receita fiscal gerada com a atividade da TAP (incluindo no turismo), de despesas em que se incorreria em caso de liquidação e que, deste modo, são evitadas.

Este valor representa entre 1.2 e 1.4 vezes o valor potencial total do auxílio até 2024 e, em adição a este valor, ainda se poderá considerar a potencial venda (parcial, por exemplo) da participação do Estado Português na TAP.

Conheça o estudo AQUI

Força Aérea Portuguesa organiza exercício NATO Tiger Meet 2021

 

A Força Aérea Portuguesa, através da Esquadra 301 – “Jaguares”, organiza, de 2 a 14 de maio, o exercício internacional NATO Tiger Meet (NTM2021), na Base Aérea N.º 11, em Beja.

O NTM2021 conta com a participação de oito esquadras Tiger de seis países (Portugal, Grécia, Holanda, Itália, Polónia e Suíça) e da NATO, bem como de três esquadras de voo da França e dos Estados Unidos da América, envolvendo 57 aeronaves.

O exercício anual, criado pela NATO Tiger Association, tem como objetivo promover a cooperação e interoperabilidade entre as Forças da NATO e Membros da Parceria para a Paz.

Esta é a quarta vez que a Força Aérea organiza o NTM depois das edições de 1987, 1996 e 2002. Através da Esquadra 301, no cômputo das edições, a Força Aérea foi distinguida com o troféu Silver Tiger em 1980, 1985, 2011 e na última edição, em 2019.

Face à pandemia COVID-19 foram estabelecidas áreas segregadas e implementadas medidas de prevenção sob recomendação da Direção-Geral da Saúde, incluindo a realização de testes antigénios semanais a todos os militares participantes, por forma a garantir um ambiente seguro para o desenvolvimento das operações aéreas.

Encontre mais informações em: www.ntm2021.pt.

Já aterrou em Nova Iorque o primeiro A321LR da JetBlue

Já aterrou em Nova Iorque o primeiro Airbus A321LR da JetBlue, com a matrícula N4022J, recebido hoje.

O primeiro voo entre os dois continentes teve uma duração de 7h57:

Esta é a primeira unidade do modelo de uma encomenda de 13.

O A321LR vem configurado com a nova cabine Airspace da Airbus e visam dar inicio ao projecto da companhia para a realização de voos transatlânticos, começando com voos diretos para Londres ainda este ano.

Além desses 13 novos A321LRs, a companhia aérea também encomendou outras 57 aeronaves Airbus, incluindo outras variantes do A321neo – que também contarão com cabines Airspace.

As cabines A321 da JetBlue serão as primeiras a apresentar a novo design de cabine premiada da Airbus e recursos de cabine que agradem ao passageiro – que são consistentes com as aeronaves A330neo e A350 Widebody da Airbus.

Robin Hayes, CEO da JetBlue Airways Corp. disse: “Na JetBlue, estamos ansiosos para apresentar a aeronave Airbus A321 de corredor único de longo alcance com o novo da Airbus para os nossos novos serviços transatlânticos. Estas aeronaves irao permitir oferecer aos nossos clientes um serviço atencioso e estilo boutique, ao mesmo tempo em que garantem amplo espaço pessoal, compartimentos superiores maiores, iluminação personalizada e um design que dá à cabine uma sensação de corpo amplo ”.

“Estamos entusiasmados por ter a JetBlue a criar mais uma tendência ao apresentar a nova cabine Airbus ‘Airspace no seu serviço de longo alcance“, disse Christian Scherer, Diretor Comercial da Airbus.

As cabines Airspace trazem para a Família A320 as seguintes melhorias na cabine que agradam aos passageiros: iluminação original de boas-vindas e personalizável (que ajuda a reduzir o jet lag); novos painéis laterais mais finos para espaço pessoal extra na altura dos ombros; melhores vistas através das janelas redesenhadas com  persianas completamente integradas; as mais recentes tecnologias de iluminação totalmente LED; o maior compartimento superior da classe; e novos lavabos com recursos higiénicos sem toque e superfícies anti-microbianas.


Além dos novos elementos de espaço, a ampla secção transversal da cabine da Família A320 também permite que a JetBlue ofereça aos seus passageiros um verdadeiro conforto de longa distância em todas as classes, com 24 assentos totalmente planos com colchão adaptável nas suítes privativas da classe premium Mint, enquanto 114 passageiros da classe económica apreciarão os assentos mais largos de 18,4 polegadas com encosto arredondado para espaço extra para os joelhos.

A maioria dos assentos da classe económica irá oferecer um total de 32 polegadas, enquanto quatro filas serão optimizadas para assentos “Even More Space” – oferecendo cerca de cinco polegadas adicionais.

Os passageiros da JetBlue nos A321LRs também poderão ficar conectados durante todo o voo com o Wi-Fi de alta velocidade gratuito e ilimitado da companhia aérea.

Além disso, os passageiros terão acesso a uma selecção de canais de TV em directo com foco em notícias e desporto, e uma extensa biblioteca de entretenimento no assento – permitindo uma experiência de “tela múltipla” a bordo.

Os assentos também terão alimentação fácil de alcançar, com portas AC e USB-C para manter os seus dispositivos portáteis totalmente carregados.

Além de oferecer um rico portfólio de opções de entretenimento e conectividade para cada passageiro, o equipamento no assento dessas aeronaves também colocará o cliente no controle de suas escolhas alimentares, permitindo que eles personalizem suas próprias refeições diretamente na tela do encosto do banco.

Em 2017, na APEX Expo em Long Beach, a JetBlue foi anunciada como o cliente lançador da cabine Airbus Airspace para a Família A320.

Após o anúncio, a Airbus e a JetBlue trabalharam juntas para trazer à realidade um novo nível de experiência do passageiro para os passageiros da JetBlue nos seus A321LRs com a nova cabine Airspace.

A parceria de longa data entre a Airbus e a JetBlue começou em 1999, quando a JetBlue foi lançada e recebeu o seu primeiro A320. Dois anos depois, a companhia aérea fez um pedido de 48 aviões Airbus. Após anos de crescimento extraordinário, a JetBlue opera actualmente uma frota de mais de 200 aeronaves A320 e A321 e tem cerca de 70 encomendadas – incluindo A321LRs, bem como outras variantes do A321neo – todos com interiores Airspace.

Além disso, a companhia aérea também fez pedidos para o menor membro da família de corredor único da Airbus, o avião comercial A220, o primeiro dos quais entrará em serviço brevemente.

Beluga Nº 1 saiu hoje de operação

 

A Airbus começou a retirar hoje de operação a sua frota BelugaST, o primeiro a sair foi mesmo o Nº1

O F-GSTA, conta com 26 de idade, número de série 655 e realizou o pequeno voo de 26 minutos entre Toulouse e Bordéus.

O Airbus A300-600ST (Super Transporter) ou Beluga é um avião cargueiro, desenvolvido a partir do projecto Airbus A300, capaz de transportar grandes cargas e partes de outros aviões.

A capacidade de carga traduz-se mais no volume do que propriamente no peso, uma vez que sua capacidade máxima de carga é de apenas 47 toneladas.

A versão cargueira com grande capacidade volumétrica do Airbus A300-600 foi projetada para substituir os antigos Super Guppy da Aero Spacelines. Estes aviões foram, até a entrada em operação dos “Beluga” utilizados pela Airbus para transportar asas e fuselagens das suas aeronaves entre as fábricas situadas na Alemanha, França, Reino Unido e Espanha.

O desenvolvimento do A300-600ST foi iniciado em agosto de 1991 e apenas três anos depois o primeiro protótipo fazia o seu roll-out em Toulouse. O primeiro voo, em setembro de 1994, deu início ao processo de homologação, recebida em meados de 1995 após 400 voos de teste.

A primeira unidade, o antigo protótipo, entrou em operação na Airbus em janeiro de 1996. A entrega da quarta unidade ocorreu em junho de 1998, quando finalmente os Super Guppy foram retirados de operação.

Essencialmente baseado no A300-600, possui a mesma asa, motores, a fuselagem inferior, trem de aterragem principal e cabine de comando. A principal mudança é a enorme fuselagem, equipada com uma porta na frente, que obrigou um reposicionamento do cockpit. A cauda também foi modificada, com a utilização de pequenos estabilizadores verticais instalados nos horizontais. Entretanto, o estabilizador vertical original foi mantido. O leme ficou apenas no estabilizador vertical principal.

O controle e gestao da frota de Belugas é feito pela SATIC, uma empresa formada em parceria entre a Aérospatiale e a DASA. Além de realizar o transporte de partes para a Airbus, a SATIC também oferece a grande capacidade volumétrica do avião (1400m3) para o transporte de cargas volumosas, o que acabou por justificar a introdução em serviço de uma quinta aeronave, incorporada à frota em 2000.

Com a entrada em operação do BelugaXL, a Airbus tinha indicado que ambas as aeronaves seriam operadas paralelamente com a frota de cinco aeronaves A300-600ST, até à sua saída progressiva até 2025.

Mesmo com os BelugaXL, os Beluga STs continuam a desempenhar as suas funções de transporte aéreo. “Eles forneceram a capacidade necessária e, em alguns meses, voamos quase 1.000 horas com a frota”, disse Philippe Sabo, chefe da subsidiária da Airbus Transport International que opera a frota de cinco aeronaves.

A Airbus anunciou a construção da sexta unidade do A330XL, que segundo a mesma, o aumento do número de unidades do avião irá garantir que a capacidade oferecida pelos BelugaXLs – aviões A330 altamente modificados, adaptados para transportar grandes componentes de fuselagem dentro da rede de produção de aeronaves da Airbus – possa acomodar uma série de possíveis cenários futuros.

“Daqui a alguns anos, poderíamos ver situações como aumentos adicionais da tarifa para nossos aviões ou mesmo a necessidade de parar um dos modelos, o que tornaria essa sexta aeronave ‘extra’ uma parte essencial de nossa rede de transporte”, explicou Bertrand George, chefe do programa BelugaXL na Airbus.

Faro e Lisboa incluídas no lançamento antecipado de 500 rotas da Ryanair para o verão 2022

 

A Ryanair anunciou ontem, 27 de abril, o lançamento antecipado de 500 rotas para o verão de 2022, totalizando cerca de 10 mil voos semanais.

De acordo com o comunicado da companhia, Lisboa e Faro fazem parte deste grande lançamento, que inclui uma promoção no site da empresa.

“A Ryanair espera oferecer aos consumidores uma ampla programação de verão 2022 que inclua férias na praia, escapadinhas na cidade, destinos de aventura e fantásticas experiências culturais. A programação de verão 2022 inclui destinos populares como Barcelona, Ibiza, Lanzarote, Lisboa, Malta, Nápoles ou as Ilhas Gregas, entre muitos outros destinos”

A companhia acrescenta que “novas rotas serão anunciadas nos próximos meses”.

Além de Lisboa, a programação da Ryanair para o verão de 2022 deverá também incluir Faro, adianta Jason McGuinness, diretor comercial da Ryanair, que revela que a Ryanair vai também contar com oferta para Málaga, Malta, Palermo, Veneza, Faro, Tenerife ou as Ilhas Gregas.

“Temos o prazer de anunciar 500 rotas da nossa programação de verão 2022, conectando fantásticos destinos na Europa. Com mais de 10.000 voos semanais e outros destinos a serem lançados nos próximos meses, os clientes podem agora fazer planos de viagem para o verão 2022. A programação de verão 2022 inclui destinos populares como Málaga, Malta, Palermo, Veneza, Faro, Tenerife ou as Ilhas Gregas”, congratula-se o responsável

De acordo com a companhia aérea, todas as 500 rotas já anunciadas para o verão de 2022 vão estar disponíveis para reserva até outubro de 2022.

SATA Azores Airlines vai voar para as Maldivas?

O Blogue Maldivas News está a noticiar que a SATA Azores Airlines foi contratada para uma operação charter entre Portugal e as Maldivas.

De acordo com o mesmo site os voos terão inicio em julho.

O Kiosque da Aviação já solicitou junto do Departamento de Comunicação da SATA uma reacção à noticia.

Dada a distância e a frota actual da companhia, mesmo com A321LR, o voo teria de ter uma escala técnica para reabastecimento, porque o total de horas de voo chega perto das 12h.

No passado já se falou de possibilidade quando a companhia pretendia rentabilizar o famoso “Cachalote” A330-200 CS-TRY.

Actualmente parece uma operação difícil.

Continuando com os dados da noticia, que podem ler na sua versão original através do link acima, os voos charter serão organizados pelo Inner Maldives e têm apoio do Governo do país.

Na sequência do início dos voos vão realizar-se eventos especiais para aumentar o número de chegadas de turistas de Portugal e promover o Turismo das Maldivas no país.

É aguardada no arquipélago um comitiva portuguesa, sendo composta por empresários, investidores, governantes e pessoal da comunicação, que chegam às Maldivas no dia 20 de Maio para assinalar o início dos voos.

Assim que tivermos novidades iremos partilhar. Até pode ser verdade mas…

Aero Mongolia recebe A319 para voar para três cidades japonesas

A Aero Mongolia LLC, anunciou recentemente voos para três cidades do Japão; Tóquio, Osaka e Fukuoka, no Japão.

Para a abertura das novas rotas a companhia vai contar com o seu primeiro Airbus A319 na frota, que neste momento encontra-se no Reino Unido, para receber trabalhos de pintura.

O A319 tem 12 anos e o número de série 3895, tendo estado ao serviço das companhias:

A companhia tem programado receber a sua nova aeronave no dia 10 de maio em Ulaanbaatar, sua capital.

 

Actualmente a frota da companhia é composta por três aeronaves: dois Embraer ERJ-145LR e um Fokker 50.

Iberia vai voar entre Madrid e Malé (Maldivas)

 

A Iberia anunciou, hoje, que disponibilizou para venda a sua nova operação para as Maldivas.

O voos entre Madrid e Malé serão operados duas vezes por semana entre 2 de julho e 30 de agosto, equipamento Airbus A330-200, com capacidade para um total de 288 passageiros, sendo 19 em Business e 269 em Economy.

“A rota das Maldivas representa o primeiro destino da Iberia no Oceano Índico, que passa a ser um dos mais seguros para a COVID-19”, destaca Maria Jesús López Solás, diretora de vendas da companhia aérea, citada num comunicado enviado à imprensa.

De acordo com a Ibéria, a nova rota vai contar com partidas de Madrid às segundas e sextas-feiras, enquanto os voos de regresso decorrem às quartas-feiras e sábados.

From To Departs Arrives Days
Madrid Malé 21:20 11:25 next day Mon., Fri.
Malé Madrid 22:00 06:10 next day Wed., Sun.

 

Na informação divulgada, a Iberia destaca a conveniência dos horários dos voos, que permitem ligação à restante rede da companhia aérea, uma vez que as partidas de Madrid decorrem pelas 21h20, chegando a Malé, nas Maldivas, pelas 11h25 do dia seguinte, enquanto as partidas da capital das Maldivas decorrem às 22h00, chegando a Madrid pelas 06h10 do dia seguinte.

“A rota das Maldivas representa o primeiro destino da Península Ibérica no Oceano Índico, que passa a ser um dos mais seguros do COVID-19”, indicou a gerente de vendas da Península Ibérica, Maria Jesús López Solás. “Além disso, nos últimos anos, a Iberia segmentou a sua oferta para conquistar clientes com orçamentos diferentes”, acrescentou

Agência Espacial Portuguesa quer implementar vaivém europeu na ilha de Santa Maria, Açores

 

A Agência Espacial Portuguesa quer levar para a ilha de Santa Maria o Space Rider, um vaivém europeu que faz experiências com microgravidade, aproveitando o aeroporto daquela ilha.

“O Space Rider é um laboratório de microgravidade”, que permite “desenvolver novos produtos e sistemas”, adiantou segunda-feira à Lusa o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Manuel Heitor visitou a ilha de Santa Maria, acompanhado pelo presidente do Governo Regional dos Açores e por uma comitiva da agência espacial europeia.

As experiências feitas com este vaivém vão, por exemplo, “transformar completamente a indústria farmacêutica”, já que permitem “fazer novos produtos de uma forma mais rápida”, referiu o ministro.

“Isso exige que, onde o Space Rider aterra, tem de haver laboratórios das empresas farmacêuticas”, acrescenta o responsável pela tutela.

Manuel Heitor considera, por isso, que “trazer o Space Rider não é apenas usar um aeroporto magnífico e uma localização magnífica, é também trazer novas pessoas e criar empregos aqui em Santa Maria”.

Na página na internet da Portugal Space, esclarece-se que se trata de um veículo que permite “o acesso e retorno de cargas úteis para e do Espaço, possibilitando a investigação e desenvolvimento de novos produtos em ambiente de microgravidade”.

Este é, por isso, um projeto que “depende, em grande medida, da capacidade de ligar os setores espaciais e não espaciais”.

Santa Maria surge como um local de desembarque para este sistema da Agência Espacial Europeia, “que permitirá à Europa ter um transporte viável para operações espaciais para e do Espaço, garantido à indústria europeia a capacidade de abrir novos mercados”, lê-se no ‘site’ da agência espacial portuguesa.

Durante o dia foi assinado um protocolo de extensão entre a República Portuguesa e a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla inglesa) e foi dado a conhecer o novo projeto e Portugal Space pretende implementar na ilha.

Este é “um grande investimento público europeu, onde Portugal decidiu investir, juntamente com Itália e com todos os países europeus, através da Agência Espacial”, adianta.

“A infraestrutura irá dispor de um centro de controlo de aterragem, além de uma plataforma de processamento e análise de cargas úteis com instalações e competências altamente especializadas”, especifica a descrição do projeto.

Essa empreitada irá a concurso ainda este ano, para que a obra possa ser iniciada em 2022, estando o voo inaugural previsto para 2023, disse à Lusa o presidente da Portugal Space, Ricardo Conde.

“O Space Rider surge no contexto de um “ecossistema” que está a ser criado em Santa Maria, que conta já com estruturas como o teleporto, que inaugurou hoje uma antena de 15 metros dedicada à recolha de dados científicos que vão permitir perceber as alterações climáticas.

Estão também previstas a criação de um Porto Espacial e de uma instalação de teste de motores para foguetões.

Inicialmente estava previsto que o contrato para a instalação e funcionamento do Porto Espacial de Santa Maria fosse assinado em junho de 2019, para que os primeiros lançamentos de pequenos satélites ocorressem no verão de 2021, mas o concurso público acabou com a exclusão dos dois concorrentes.

O Governo da República aprovou em março de 2019 a criação da agência espacial portuguesa Portugal Space, com sede na ilha de Santa Maria.

TAP celebra parceria aereo-ferroviária na Europa

 

A TAP Air Portugal anunciou, hoje, um acordo com AccesRail que oferece aos passageiros opções de viagem combinadas, avião mais comboio, em vários países europeus permitindo melhorar e alargar a rede da Companhia.

O acordo oferece mais destinos e maior flexibilidade aos seus clientes através da combinação, num único bilhete, de viagens de avião e de comboio de alta velocidade na Europa.

O acordo celebrado com a AccesRail permite à TAP expandir e complementar a sua rede de destinos trazendo mais benefícios aos seus passageiros, uma vez que abrange mais cidades de sete países europeus – Alemanha, Itália, Reino Unido, Suíça, Áustria, Holanda e Bélgica – do que as que oferece atualmente. E permite que os clientes reservem bilhetes em comboios de alta velocidade nas companhias ferroviárias incluídas na parceria, aquando da compra da sua viagem aérea no site da TAP, www.flytap.com, ou através dos GDS’s (sistemas de distribuição) nas agências de viagens por todo o mundo.

As ligações ferroviárias disponíveis facilitam o acesso ao centro de várias cidades europeias, uma vez que são operadas, de e para estações de comboio centrais, por grandes operadores de transporte ferroviários locais, tais como Deutsche Bahn, na Alemanha; Trenitalia, em Itália; Transpennine/GWR, no Reino Unido; SBB, na Suíça; OBB, na Áustria; e SNBC na Holanda e na Bélgica. Assim, a Companhia passa a oferecer cobertura de um maior número de cidades, incluindo cidades não servidas por aeroportos, conferindo aos passageiros maior flexibilidade, comodidade e simplicidade na escolha das suas viagens.

Esta nova parceria permite também reforçar as potencialidades do hub da TAP, em Lisboa, aumentando a sua conetividade e rentabilidade. No contexto atual que o sector de turismo atravessa é essencial que as companhias se reinventem e procurem novas oportunidades e novas sinergias, investindo no seu crescimento e assegurando a sua sustentabilidade a longo prazo.

“Estamos muito entusiasmados por podermos expandir o reconhecimento da marca TAP na Europa. Esta parceria intermodal é um marco de extrema relevância, que passa a permitir que uma boa parte dos cidadãos europeus possa agora adquirir um produto integrado e mais sustentável para visitar Portugal. Combinar o transporte ferroviário e aéreo é fundamental para um futuro sustentável e, a nossa parceria com a AccesRail permite-nos construir uma plataforma nesse sentido”, afirma Arik De, Chief Revenue & Network Officer da TAP.

Mais informações sobre este novo serviço podem ser consultadas em: https://www.flytap.com/pt-pt/outras-reservas/viajar-pela-europa-de-aviao-e-comboio

A AccesRail, que opera há mais de 20 anos no mercado, é a maior empresa dentro do sector de viagens intermodais, tendo como parceiras várias companhias aéreas e companhias operadoras de comboios de alta velocidade em diferentes países.

Air Cairo recebeu o seu primeiro Airbus A320neo

A Air Cairo, companhia aérea de baixa custo do Egipto, recebeu a sua primeira aeronave A320neo., que se vai juntar à frota de sete aeronaves da companhia.

A aeronave foi contratada através da empresa de leasing ICBC Leasing e está equipada com motores CFM LEAP-1A. Com melhores níveis de eficiência, a nova aeronave será implantada na rede regional e internacional da Air Cairo para servir países na Europa, África e Oriente Médio – demonstrando a flexibilidade operacional do A320neo.

A estratégia de expansão e modernização da frota da Air Cairo coincide com a decisão da companhia aérea de abrir mais rotas, promovendo laços mais estreitos com países em todos os continentes.

Oferecendo à companhia aérea um desempenho técnico, económico e ambiental excepcional, o A320neo da Air Cairo está configurado com 186 assentos numa cabine totalmente na classe económica.

Os passageiros a bordo da aeronave vão beneficiar da cabine mais ampla de qualquer aeronave de corredor único e do sistema de entretenimento a bordo de última geração. A família A320neo incorpora as tecnologias mais recentes, incluindo motores de nova geração, Sharklets e aerodinâmica, que juntos fornecem 20% de economia de combustível e redução de CO2 em comparação com aeronaves Airbus da geração anterior. A família A320neo conquistou mais de 7.450 pedidos de mais de 120 clientes.

Airbus vai testar recursos autónomos avançados no helicóptero Flightlab

A Airbus está a introduzir recursos autónomos no seu helicóptero Flightlab através de um projecto chamado Vertex.

As novas tecnologias visam simplificar a preparação e o gestão da missão, reduzir a carga de trabalho do piloto de helicóptero e aumentar ainda mais a segurança.

Os blocos de tecnologia autónoma configurados para integrar o Flightlab são: sensores baseados em visão e algoritmos capaz de terem a “percepção” do voo e detectar obstáculos; fly-by-wire para piloto automático aprimorado; e uma interface homem-máquina avançada – na forma de uma tela sensível ao toque e visor usado na cabeça para monitorar e controle a bordo.

A combinação destas tecnologias possibilitará um sistema capaz de gerir a navegação e a preparação de rotas, descolagem e aterragens automáticas, bem como seguir um plano de voo predefinido.

A integração incremental dessas tecnologias no helicóptero Flightlab começa antes de uma demonstração completa em 2023.

A Mobilidade Aérea Urbana da Airbus também irá beneficiar desta tecnologia como um trampolim essencial para o voo autónomo. “Estamos entusiasmados com o potencial que o projeto do demonstrador Vertex tem a oferecer”, disse Grazia Vittadini, diretora de tecnologia da Airbus.

“Ao usar o nosso laboratório de voo independente de plataforma para amadurecer essas tecnologias, temos uma bancada de teste ágil e eficiente que apoiará o desenvolvimento de sistemas autónomos futuros que poderão equipar mais tarde o atual alcance de helicópteros da Airbus e (e) plataformas VTOL.”

A missão da Airbus não é seguir em frente tendo a autonomia como um alvo em si, mas explorar tecnologias autónomas ao lado de outras inovações tecnológicas. Ao fazer isso, a Airbus é capaz de analisar o potencial para aprimorar as operações futuras e, ao mesmo tempo, aproveitar essas oportunidades para melhorar ainda mais a segurança da aeronave.

A Vertex é gerida pela Airbus UpNext, uma subsidiária da Airbus criada para dar às tecnologias do futuro um rápido desenvolvimento, construindo demonstradores em velocidade e escala, avaliando, amadurecendo e validando novos produtos e serviços que abrangem avanços tecnológicos radicais.

LATAM despede-se do seu primeiro Airbus A350

 

A LATAM Brasil despediu-se ontem, 25 de abril, do seu primeiro dos onze aviões Airbus A350 da frota.

Às 13h35 (hora local) aterrava no aeroporto de Tarbes o PR-XTH, onde deverá ficará armazenado por um longo período,  que descolou do Aeroporto Internacional de São Paulo.

 

O PR-XTH foi recebido pela LATAM em abril de 2018 e foi o oitavo modelo a ser recebido pela companhia aérea.

A frota de longo curso da LATAM passa agora a contar apenas com aeronaves da Boeing; Boeing 767, 777 e 787.

O Airbus A350 inicialmente foi encomendado pela TAM Linhas Aéreas em 2008, tendo o primeiro sido entregue em 2016, de uma encomenda inicial de 22 unidades.

A frota acabaria por ser composta apenas por 13 unidades A350.

Os primeiros modelos A350 foram pintados com as cores da TAM tendo depois recebido as novas cores da LATAM.

Devido à crise económica de 2015, algum modelos foram transferidos para a Qatar Airways, tendo mantidos as cores da LATAM apenas recebido a matrícula do país:  A7-AMA | A7-AMB | A7-AMC | A7-AMD.

Foto: Luc Verkoyen

Em 2019, com o acordo de compra de ações da LATAM pela Delta Airlines, foi acordado que alguns modelos fossem transferidos para a a frota da Delta, mas com a crise do Coronavírus, o acordo ficou suspenso.

A entrada do Grupo LATAM em Recuperação Judicial alguns modelos tiveram de ser devolvidos aos seus lessors.

Qatar Airways lança três voos semanais para a Costa do Marfim e apresenta a mais recente tecnologia de desinfeção de cabine ultravioleta

 

A Qatar Airways anunciou que vai  voar entre Doha, no Qatar, e Abidjan, na Costa do Marfim, a partir de 16 de junho, com três voos semanais, via Accra, no Gana,.

De acordo com a companhia aérea, Abidjan torna-se no quarto novo destino da Qatar Airways em África desde o início da pandemia e vem juntar-se aos sete destinos que a transportadora do Qatar passou a servir ao longo do último ano e onde se incluem destinos como São Francisco e Seattle, nos EUA; Accra, Abuja e Luanda, em África; ou Brisbane e Cebu, na Ásia Pacífico.

“A rota de Abidjan vai ser operada pelo avião mais inovador da companhia aérea, o Boeing 787 Dreamliner, com uma configuração de 22 lugares em Business Class e 232 assentos em Economy Class”, avança ainda a Qatar Airways na informação divulgada esta segunda-feira, 26 de abril.

Para Akbar Al Baker, CEO da Qatar Airways, a abertura dos voos para Abidjan vem reforçar o compromisso da companhia aérea  com o mercado africano, com o qual a transportadora diz querer trabalhar “para fazer crescer esta rota de forma constante e apoiar a recuperação do turismo e do comércio na região”.

Os voos para Abidjan serão operados às segundas, quartas e sextas-feiras, com partida de Doha pelas 02h20 e chegada pelas 09h10, enquanto em sentido contrário os voos partem pelas 17h20, chegando à capital do Qatar pelas 06h10+1.

Além destes novos voos a companhia anunciou recentemente que vai retomar a sua operação para Cartum, no Sudão, com quatro voos semanais, a partir do dia 11 de maio.

 

Na mesma altura que anuncia uma nova rota, a Qatar Airways indica que tornou-se na primeira transportadora global a operar a versão 2.0 do Sistema de Cabine Ultravioleta (UV) da Honeywell, avançando ainda mais nas suas medidas de higiene a bordo.

A última versão do Sistema de Cabine UV da Honeywell, que é propriedade e operado pela Qatar Aviation Services (QAS), foi introduzida para acrescentar flexibilidade, melhorar a fiabilidade, mobilidade e facilidade de utilização em comparação com a sua antecessora, com asas UV alargadas que alcançam tanto áreas estreitas como amplas a bordo, reduzindo o tempo global de desinfeção. Esta versão inclui também uma varinha que desinfeta áreas como o cockpit e outros espaços mais pequenos e é não motorizada, levando a um menor consumo de bateria. Em testes clínicos, a luz UV demonstrou ser capaz de inativar vários vírus e bactérias quando corretamente aplicada.

Após receber 17 unidades da última versão do Sistema de Cabine V2 UV da Honeywell, os dispositivos foram todos submetidos a testes exaustivos a bordo dos aviões da Qatar Airways. A companhia aérea pretende operá-los a bordo de todas as aeronaves, entre o processo de aterragem e antes de descolar, no Aeroporto Internacional Hamad (HIA).

O Chefe Executivo do Grupo Qatar Airways, Sua Excelência o Sr. Akbar Al Baker, afirmou: “Sendo a primeira companhia aérea global a operar a última versão do Sistema de Cabine UV da Honeywell V2 a bordo dos nossos aviões, é um passo significativamente mais fácil de utilizar e tecnologicamente mais avançado. A Qatar Aviation Services tem continuado a manter o nosso serviço impecável durante o surto de COVID-19, apoiando especificamente os voos de repatriação e o aumento de voos de carga.

“Na qualidade de primeira companhia aérea mundial a alcançar o prestigiado 5-Star COVID-19 Airline Safety Rating da Skytrax, de primeira companhia aérea do Médio Oriente a iniciar os ensaios da inovadora aplicação móvel IATA Travel Pass ‘Digital Passport’, e mais recentemente, de primeira companhia aérea do mundo a operar um voo com tripulação e passageiros totalmente vacinados – faz parte do nosso ADN estar continuamente na vanguarda da inovação e continuar a implementar as mais recentes medidas de segurança e higiene, a bordo e em terra”.

A Qatar Aviation Services continua a manter os seus padrões de serviço de classe mundial e relações de longa data com todas as companhias aéreas, e, juntamente, com o HIA, assegura uma viagem segura e sem problemas a todos os passageiros. As aeronaves da Qatar Airways continuarão a ser regularmente desinfetadas, utilizando produtos de limpeza recomendados pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) e pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A última versão do Sistema de Cabine UV V2 da Honeywell será utilizada como um passo adicional após a desinfeção manual, para assegurar os mais elevados padrões de limpeza.

As roupas e cobertores de bordo da companhia aérea continuarão a ser lavados, secos e prensados a temperaturas microbianas letais, enquanto os seus auscultadores são rigorosamente higienizados após cada voo. Estes artigos são depois selados em embalagens individuais pelo staff que usa luvas higiénicas descartáveis.

As aeronaves da Qatar Airways também dispõem dos mais avançados sistemas de filtragem de ar, equipados com filtros HEPA de tamanho industrial que removem 99,97% dos contaminantes virais e bacterianos do ar recirculado, proporcionando a proteção mais eficaz contra infeções.

A bordo, é disponibilizado a todos os passageiros da Qatar Airways um kit de proteção complementar. Dentro de uma bolsa com fecho, são oferecidas uma máscara facial de uso único, luvas grandes descartáveis e um gel desinfetante para as mãos à base de álcool. Os clientes da Classe Executiva também recebem um tubo de gel desinfetante adicional de 75ml. Além disso, para aeronaves equipadas com o Qsuite, o premiado lugar executivo da Qatar Airways, é oferecida aos clientes ainda mais privacidade com divisórias deslizantes e portas que se podem fechar totalmente e uma opção para exibir um indicador “Não Perturbar (DND)” se desejarem limitar as suas interações com a tripulação de cabine.

O moderníssimo hub da Qatar Airways, o Aeroporto Internacional de Hamad (HIA), introduziu também robots desinfetantes UV-C, que são dispositivos móveis totalmente autónomos que emitem luz UV-C concentrada, e que são utilizados em áreas de elevado fluxo de passageiros, para reduzir a propagação de agentes patogénicos. Além disso, o HIA implementou procedimentos de limpeza rigorosos e aplicou medidas de distanciamento social em todos os seus terminais. Todos os pontos de contacto dos passageiros são higienizados a cada 10-15 minutos e cada balcão de porta de embarque e de paragem de autocarros é limpo após cada voo. Os higienizadores de mãos são fornecidos nos pontos de controlo de imigração e segurança.

A Qatar Airways tornou-se a primeira companhia aérea do mundo a alcançar a prestigiada classificação de segurança de 5 Estrelas COVID-19 Airline Safety Rating pela organização internacional de classificação de transporte aéreo, Skytrax. Isto segue-se ao recente sucesso do HIA como o primeiro aeroporto do Médio Oriente e da Ásia a receber a classificação 5 Estrelas COVID-19 Airport Safety Rating. Estes reconhecimentos garantem aos passageiros em todo o mundo que as normas de saúde e segurança das companhias aéreas estão sujeitas aos mais elevados padrões de escrutínio e avaliação profissional e independente. Para mais pormenores sobre todas as medidas que foram implementadas a bordo e no HIA, visite qatarairways.com/safety.

A companhia aérea tem vindo a  reconstruir a sua rede de destinos, que foi fortemente afetada pela pandemia da COVID-19, e conta atualmente com voos para 130 destinos, estimando aumentar a rede para 140 destinos e mais de 1.200 voos por semana até final de julho de 2021.

Abílio Martins, Chief Marketing & Sales Officer da TAP, sai da companhia

 

Abílio Martins, Chief Marketing & Sales Officer da TAP,  despediu-se dos trabalhadores da companhia, com uma carta intitulada, “A TAP não passa, fica connosco, ficará comigo”, onde passou em revista os projectos em que a companhia e o próprio estiveram envolvido nos últimos anos.

Segundo Abílio Martins, o Marketing & Sales assumiu por inteiro a responsabilidade que lhe foi confiada no processo de transformação e recuperação da companhia. Foi, portanto, com satisfação que viu a família consolidar-se e crescer ao longo dos anos, passando a integrar a Comunicação e Marketing, a que juntámos o Customer Care, Digital, Vendas, Loyalty (Miles & Go)e a Cateringpor e mais tarde passámos também a ter a Direção dos Tripulantes Cabina, áreas que tem o cliente como o centro de toda a atuação.

Foi vice-presidente para as áreas de marketing, vendas, comunicação e tripulantes de cabine, áreas chave da companhia, situadas num nível de responsabilidade logo abaixo da administração.

De acordo com as informações, a saída Abílio Martins prende-se com o plano de reestruturação em curso, não se sabendo, para já, quem irá ocupar o seu lugar.

Abílio Martins chegou à direção da TAP quando a companhia foi privatizada, tendo a confiança de David Neeleman e trabalhava muito próximo do anterior presidente executivo, Antonoaldo Neves.

Quando chegou trazia na bagagem uma longa experiência na Portugal Telecom, onde liderou a comunicação e foi administrador de empresas do grupo, com uma passagem pelo Brasil, na Oi.

SATA Azores Airlines pode voltar a ter uma base na Madeira

 

O Secretário Regional do Turismo da Madeira, Eduardo Jesus, em entrevista à Antena 1 Madeira, falou sobre a possibilidade da SATA Azores Airlines voltar a ter a sua base operacional na ilha.

O responsável acredita que neste momento o Grupo SATA tem novos planos e que os Açores podem ser uma porta de entrada para a Madeira, através de rotas que não existem directas para a ilha.

De referir que, antes da pandemia do Covid-19 a Azores Airlines chegou a operar aos sábados para a Madeira com equipamento A320 e A321neo devido à grande procura por parte dos passageiros vindos dos EUA e do Canadá.

Normalmente os voos são operados com equipamento Dash Q400.

Em março de 2014 o Grupo SATA encerrou a sua base operacional no Funchal, que operado há 14 anos, com a respectiva retirada do aparelho Airbus A320.

TAP recebeu hoje mais um Airbus A320neo

 

A TAP recebeu hoje mais um A320neo. Trata-se do CS-TVJ.

Este é o segundo modelo A320 que a companhia recebe este mês. No passado dia 17 de abril a companhia recebeu o CS-TVI.

A aeronave  com o numero de série MSN10741 aterrou no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, quando passava 3 minuto das 17h.

Neste momento a TAP tem na sua frota 10 unidades A320neo, podendo cada um deles transportar até 174 passageiros em duas classes.

Apesar do plano de reestruturação da TAP contemplar uma redução do número de aviões na frota, essa redução na sua maioria passa por uma antecipação do phase-out de modelos mais antigos e menos rentáveis.

Avião Solidário da LATAM transporta espécies vegetais raras para o Jardim Botânico do Rio de Janeiro

 

A LATAM Brasil informou que no passado dia 18 de abril, o programa Avião Solidário da LATAM transportou de forma gratuita para o Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ), 28 filodendron, da espécie Philodendron spiritus-sancti.

As espécies vegetais raras da Mata Atlântica foram resgatadas na semana passada numa operação de combate ao tráfico internacional de espécies ameaçadas de extinção do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

O Avião Solidário da LATAM conta com a estrutura, conectividade e capacidade de transporte do negócio de passageiros e cargas da companhia para apoio de diversas iniciativas na América do Sul, como a preservação da flora e fauna.

Aeroporto da Praia, em Cabo verde, foi evacuado devido a ameaça de bomba (com vídeo)

O Aeroporto Internacional Nelson Mandela, na Cidade da Praia, foi esta manhã evacuado, devido a uma ameaça de bomba.

De acordo com as informações, durante os procedimentos de embarque do voo HC 208, da Air Senegal, com destino a Dakar, um cidadão de nacionalidade senegalesa, fez uma ameaça falsa de bomba.

O incidente provocou de imediato a suspensão e atraso de a operação:

A Policia Nacional de Cabo Verde já garantiu que o Aeroporto da Praia, está seguro e a operar voos dentro dos parâmetros normais.

O cidadão em causa teria passado por todos os procedimentos de segurança de despiste de material perigoso e explosivos, que não teria sido detetado nenhum artefacto ou elemento que causasse suspeitas.

A Polícia esclarece ainda que o cidadão já teria passado pelo controlo de fronteira e depois de já estar na Sala de embarque, no momento que iria sair da mesma para ir ao avião teria declarado em voz alta que teria uma bomba.

“A PN, actuou de imediato, aplicando todos os procedimentos de segurança para o efeito, analisando o individuo, bem como todas as bagagens e pertences, através de uma equipa anti explosivos (RNBQ) devidamente equipada e treinada para o efeito e não se constatou a existência de nenhum artefacto ou elemento explosivo, nem no detido, nem nos seus pertences e nem nas instalações do aeroporto”, lê-se.

O cidadão detido será presente às autoridades judiciárias competentes para os efeitos processuais.

Segundo o jornal regional Expresso das Ilhas os passageiros foram retirados do aeroporto sem fazer o habitual controlo da COVID-19 e sem as malas devido a situação. O mesmo aconteceu aos passageiros da TAP.

Airbus A350 da Wolrd2Fly descolou pela primeira vez

 

Depois de ter iniciado os primeiros testes no 20 de abril, que consistiram no arranque dos motores, hoje foi a vez do dia tão aguardado.

O A350 com a futura matrícula espanhola EC-NOI (matrícula de testes F-WZHI) e numero de série 448 realizou o seu primeiro voo.

O primeiro voo teve uma duração de 3h35.

De recordar que o primeiro Airbus A350 da World2Fly saiu no dia 2 de abril das oficinas de pintura da Airbus, em Toulouse.

Este modelo trata-se do primeiro de uma encomenda de duas unidades, com capacidade para transportar 432 passageiros.

A World2Fly, que vai iniciar as suas operações à partida de Lisboa para as Caraíbas em julho com um A330-300, tem encomendados dois aviões A350, um deles para basear em Lisboa a partir de maio do próximo ano, altura em que conta ter já as suas operações à venda como voos regulares, revelou hoje o CEO da W2M, Gabriel Subías.

As operações da World2Fly à saída de Lisboa este ano serão operadas com o A330-300, com a matrícula EC-LXR, com capacidade para 388 passageiros, com um voo por semana para Cancun a partir de 11 de julho, um voo semanal para Varadero a partir 17 de julho e outro para Punta Cana a partir de 19 de julho.

Além do A330-300 baseado em Lisboa, a companhia tem previsto receber um A350 com 432 lugares no próximo mês para voar de Madrid para as Caraíbas.

Em 2022, a World2Fly prevê receber o seu terceiro avião, também um A350, que “vai basear-se em Lisboa a partir de maio”, afirmou o CEO da W2M.

A expectativa de Gabriel Subías para este ano, que diz ser “um ano muito peculiar”, é “encher os voos desde Portugal”, reconhecendo porém a imprevisibilidade das restrições de viagens.

“A nossa expectativa é difícil porque cada mês as coisas mudam, estamos mais dependentes da regulação sanitária do que da procura”, sublinhou Gabriel Subías.

 

Bruxelas aprova auxílio intercalar de 462 Milhões de euros a TAP

 

A Comissão Europeia aprovou hoje um auxílio estatal intercalar de Portugal à TAP, no valor de 462 milhões de euros, para compensar prejuízos devido à pandemia de covid-19, mas ainda não concluiu a avaliação do plano de reestruturação.

“A Comissão Europeia considera que a medida de apoio portuguesa a favor TAP, no valor de 462 milhões de euros, está em conformidade com as regras da UE em matéria de auxílios estatais, [já que] a medida visa compensar a companhia aérea pelos danos sofridos devido ao surto de coronavírus entre 19 de março e 30 de junho de 2020”, informa a instituição em nota de imprensa.

O executivo comunitário contextualiza que, segundo a notificação de Portugal, este apoio estatal servirá para fazer face aos prejuízos resultantes das “medidas de contenção e das restrições às viagens que Portugal e outros países de destino tiveram de introduzir para limitar a propagação do coronavírus”.

Ainda assim, “a fim de garantir que não haverá sobrecompensação, a medida prevê que, até setembro de 2021, Portugal reveja e informe a Comissão sobre o montante dos danos efetivamente sofridos, após verificação independente com base nas contas auditadas da empresa”, refere a nota.

Por isso, “qualquer apoio público recebido pela TAP que exceda os danos efetivamente sofridos terá de ser devolvido a Portugal”, salienta a Comissão Europeia.

Em meados de março, Portugal submeteu a Bruxelas uma notificação para avançar com este apoio à TAP, ao abrigo do artigo 107 do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia, que possibilita aos Estados-membros conceder apoios estatais para compensar empresas específicas por danos causados diretamente por acontecimentos excecionais, tais como as medidas restritivas adotadas para conter a pandemia de covid-19.

“A Comissão verificou, em particular, que a medida portuguesa compensará danos que são diretamente ligados” à pandemia, tendo também verificado que este apoio “é proporcional, uma vez que a compensação não excede o que é necessário para reparar os danos”, adianta a instituição.

Assumindo a forma de empréstimo de 462 milhões de euros, que poderá ser convertido em capital e desembolsado à TAP em uma ou várias prestações, este apoio sucede a um outro aprovado em junho passado, no valor de 1.200 milhões de euros. Após o aval de hoje, o montante deste último deverá ser reajustado.

Referindo-se a essa ajuda estatal, que obrigou o Governo a entregar em Bruxelas um plano de reestruturação, a vice-presidente executiva da Comissão Europeia com a pasta da Concorrência, Margrethe Vestager, assinala que a avaliação desse documento ainda “está em curso”.

“Continuamos a manter contactos estreitos e construtivos com as autoridades portuguesas sobre esta questão”, diz ainda Margrethe Vestager.

Em comunicado divulgado em meados de março, o Governo justificou que este auxílio intercalar à TAP visa permitir à companhia aérea “garantir liquidez até à aprovação do plano de reestruturação”.

“Apesar de a TAP se encontrar em assistência ao abrigo do auxílio de emergência e reestruturação”, no âmbito da negociação do plano entre Portugal e a Comissão Europeia, “foi aceite que pudesse ser notificado um auxílio num montante máximo de 463 milhões de euros”, informaram os ministérios das Finanças e o das Infraestruturas e Habitação na nota divulgada nessa altura.

E acrescentaram que “este montante reduzirá as necessidades de tesouraria para 2021 que constavam do plano de reestruturação”.

Como consequência, adiantaram, o montante de necessidades de tesouraria da companhia constante do plano de reestruturação deverá ser ajustado, dos atuais 1.200 milhões de euros.

Em 2020, a TAP voltou ao controlo do Estado, que passou a deter 72,5% do seu capital, depois de a companhia ter sido severamente afetada pela pandemia de covid-19 e de a Comissão Europeia ter autorizado um auxílio estatal de até 1.200 milhões de euros à transportadora aérea de bandeira portuguesa.

Incidente com Boeing B777 da KLM

 

Ontem, 22 de abril, durante o processo de pushback ocorreu um incidente com um Boeing 777-300ER da KLM quando este atingiu uma manga de embarque.

De acordo com as informações a manga não terá sido colocada na posição correcta para a normal manobra da aeronave.

“No dia 22 de abril, uma aeronave Boeing 777 atingiu uma manga de embarque durante o pushback, que estava numa posição muito baixa devido a um defeito. Este incidente causou pequenos danos na asa da aeronave.” Disse um porta-voz da KLM.

O incidente ocorreu no Aeroporto Internacional de Schiphol, em Amsterdão com o B777-300ER com a matrícula PH-BVV, recebido directamente da Boeing no mês passado.

Foto: aangeleverd

SATA Azores Airlines vai retomar os seus voos entre a Terceira e o Porto

 

A SATA Azores Airlines anunciou hoje que vai retomar a sua operação sazonal entre a Ilha Terceira e a cidade do Porto.

Os voos serão realizados entre 6 de maio e 30 de setembro, às quintas-feiras.

O voo S45174 descola da Terceira às 16h00 e aterra no Porto às 19h25.

Já o voo de regresso S45175 tem a hora programada de descolar da cidade do Porto às 20h20 e hora de chegada às 22h00.

A operação está prevista ser realizada com equipamento A320.

SATA | A Revolução dos Cravos

 

Por altura do 25 de Abril, o PNT da SATA era constituído por cinco comandantes (Eduardo Carpinteiro, Jorge Tércio Freire, Francisco Afonso, António Galhardo e Adelino Rego Sousa) e quatro oficiais pilotos (Eduardo Pavão, Filipe Mendes, Rogério Lopes e Tito Viegas). Por sua vez, o Cte. José Rego Sousa, que era piloto dos quadros da DGAC, esteve, também, temporariamente ao serviço da SATA neste período (cedido por aquele organismo estatal), para fazer face à maior necessidade de tripulações navegantes em época alta.

Em dezembro de 1974 eram administradores da Empresa os Drs. A. P. Santos (Presidente) e José Laranjeiro. Subsequentemente, o Dr. Albano Ribeiro seria nomeado para o cargo de administrador (a 17-12-1974), tendo assumido o cargo de presidente do conselho fiscal o Dr. José Alexandre Vidal da Silva Fraga (a 05-5-1975).

Nesta altura (a 05-07-1975), assistia-se à inauguração do aeroporto das Flores, sem que a SATA iniciasse, a partir de então, voos regulares para aquela ilha.

Os anos que se seguiram à Revolução de Abril viriam, no entanto, a ditar um considerável crescimento do PNT ao serviço da companhia (mais cinco em janeiro de 1977), justificado, em boa parte, pelo aumento e diversificação da respetiva frota a partir da segunda metade da década de 1970.

Da geração de pilotos que entrou na SATA nesta altura faziam parte os elementos constantes do quadro seguinte, já, entretanto, retirados ou reformados da transportadora açoriana. Oriundo da Academia militar, Arnaldo Medeiros, natural dos Açores, havia sido piloto de DC-6 na Força Aérea, sendo o restante pessoal originário da DTA e da DETA.

Porém, no período que se seguiu à revolução de abril, as transformações politicas e sociais ditaram novas regras de convivência e de relacionamento no trabalho. Essa nova realidade  levou à reivindicação de melhores condições laborais que, somada às dificuldades de operação da Empresa, num frágil contexto insular, contribuiu para descapitalizar a companhia,  conduzindo a uma fase de grande instabilidade e incerteza quanto ao seu futuro.

A falta de liquidez de tesouraria e os continuados défices do exercício agravaram-se após o 25 de Abril, num cenário caracterizado pela diminuição do tráfego aéreo em 1975. Se antes do 25 de abril, apesar da baixa produtividade, os resultados de exploração da SATA eram, ainda assim, aceitáveis, os mesmos agravar-se-iam consideravelmente após a revolução.

Essa situação de crise resultou da conjugação de um conjunto de fatores, entre os quais sobressaem: o aumento dos custos operacionais diretos, a não atualização das tarifas aéreas (entretanto revistas em 1975), o incremento exponencial dos salários e das regalias sociais dos trabalhadores e a circunstância de existirem já então três gateways nos Açores, que dispersavam os fluxos de tráfego da SATA e  retiravam passageiros e carga das suas rotas mais rentáveis.

Excertos do texto de Ermelindo Peixoto (SATA 1947|2012)

Delta Air Lines faz pedido extra para mais 25 Airbus A321neos

A Airbus anunciou que a Delta Air Lines realizou um pedido firme para 25 aeronaves A321neo (Nova Opção de Motor).

Este pedido é um acréscimo ao pedido de 2017 da Delta de 100 aeronaves A321neo.

Os modelos serão equipados com motores Pratt & Whitney PW1100G-JM. Além disso, a Delta acelerou a entrega de duas aeronaves A350-900, bem como de duas aeronaves A330-900neo.

“Com os nossos clientes prontos para recuperar a alegria da viagem, este acordo posiciona a Delta para o crescimento, ao mesmo tempo em que considera os phase-outs de aeronaves narrowbody mais antigas na nossa frota, reduzindo a nossa pegada de carbono, aumentando a eficiência e elevando a experiência do cliente”, disse Mahendra Nair, Vice-presidente sênior da Delta – Estratégia de frota.

“Agradecemos à Airbus pela sua parceria constante durante a pandemia e estamos ansiosos para trabalhar com eles enquanto recebemos o A321neo, bem como as nossas entregas aceleradas de A350 e A330-900neo.”

“Gerenciamos os desafios do ano passado junto com nossos clientes e é gratificante tomar medidas como esta para o crescimento de nossa indústria com o nosso parceiro de longa data, a Delta”, disse Christian Scherer, Diretor Comercial da Airbus.

No geral, as aeronaves da família A320neo oferecem melhorias de combustível por assento de 20%, junto com alcance adicional de até 500 milhas náuticas ou duas toneladas métricas de carga útil extra. Entregue pela primeira vez em abril de 2017, o A321neo compartilha 95% da fuselagem com a família Airbus A320, facilitando a integração perfeita com as frotas existentes de corredor único.

O A321neo também compartilha uma classificação de tipo comum com o resto da Família A320, permitindo que os pilotos da Família A320 voem no A321neo sem treino adicional. Este último pedido da Delta Air Lines traz o pedido total do A321neo desde o lançamento para quase 3.500, com mais de 500 aeronaves já em frotas ao redor do mundo.

KLM recebeu o seu terceiro Embraer E195-E2

Dois meses após ter recebido a primeira unidade de um modelo Embraer E195-E2, a KLM recebeu o seu terceiro modelo.

O PH-NXC aterrou ontem em Amesterdão depois realizado escalas técnicas em Recife e Tenerife no seu voo de entrega desde São José dos Campos, no interior de São Paulo.

Durante este ano mais cinco aeronaves do modelo irão integrar a frota da KLM Cityhopper.

A KLM tem um pedido total de 35 jatos E2, sendo 25 pedidos firmes com opção para 10 adicionais, será disponibilizado à KLM pela ‘ICBC Aviation Leasing’ (10) e pela ‘Aircastle’ (15).

A companhia exerceu recentemente opções para mais quatro aeronaves, ampliando assim o pedido firme de 21 para 25 jatos, com as aeronaves adicionais sendo provenientes da carteira de pedidos da ‘Aircastle’.

A KLM é líder global em sustentabilidade entre companhias áreas, tomando medidas para tornar as operações ainda mais sustentáveis. A renovação da frota é uma estratégia para reduzir a pegada ambiental da KLM. O E195-E2, aeronave de nova geração da Embraer, está projetado especificamente para reduzir emissões e poluição sonora. As credenciais ambientais do E2 impressionam: oferece uma redução de 31% nas emissões de carbono por assento em relação aos jatos E190 de primeira geração da KLM Cityhopper.

A poluição sonora também é reduzida drasticamente: a pegada de ruído é 60% menor – uma medida considerada essencial para o Aeroporto de Schiphol/Amesterdão, que possui estritas regras de redução de ruído. O baixo nível de ruído externo do E2 já está bem abaixo dos futuros limites planeados pela Organização da Aviação Civil Internacional (OACI). As emissões de carbono são quase 10% mais baixas por viagem e 31% menores por assento. Num ano normal, cada E195-E2 irá emitir 1.500 toneladas a menos de poluentes de carbono.

“O novo E2 realmente fará a diferença,” disse Warner Rootliep, diretor da KLM Cityhopper. “A adição do E195-E2 à nossa frota é parte vital do nosso plano de reduzir a pegada de carbono em pelo menos 50% por pessoa/km até 2030. O E195-E2 não é apenas uma aeronave economicamente atraente, mas também se encaixa perfeitamente em nossa iniciativa de sustentabilidade ‘Fly Responsibly’. Estamos agora, mais do que nunca, comprometidos em reduzir o impacto de nossa pegada ambiental e ecológica. A renovação da frota é atualmente o maior contribuinte para a redução de CO2.”

GOL é a primeira aérea na América Latina a comprometer-se com balanço zero de carbono em 2050

 

Artigo escrito em português do Brasil:

Na data em que se comemora o Dia da Terra, a GOL Linhas Aéreas, maior Companhia doméstica nacional, com 20 anos de história completados em janeiro de 2021, anuncia um importante compromisso com o Brasil e o mundo: o de atingir emissões líquidas zero de carbono em 2050. Esta iniciativa a coloca como a primeira aérea da América Latina comprometida com um plano ousado, regido pela transparência com seu público interno e externo, que reforça seu propósito de ser líder regional na indústria da aviação sustentável.

Com esse pacto de longo prazo, a GOL tem por objetivo mitigar seu impacto ambiental como um todo, especialmente nos espaços aéreo e terrestre das localidades onde possui operações, e zerar o impacto nas mudanças climáticas globais. Uma vez que podem ocasionar condições meteorológicas extremas e desastres naturais, as mudanças climáticas têm o poder de afetar o segmento da aviação e a vida no planeta. Dessa forma, a Companhia reitera sua preocupação com a Segurança – seu valor número 1 – de Colaboradores, Clientes e sociedade.

Para o estabelecimento dessa meta desafiadora, a Companhia já vem trabalhando há mais de uma década em inúmeras questões relativas à sustentabilidade nos âmbitos Ambiental, Social e de Governança (ASG), versão em português da sigla ESG (Environmental, Social, Governance). Essa atitude envolve pesquisas, ações, campanhas, conscientização pública, capacitação de profissionais e, sobretudo, a legitimação de uma cultura organizacional que exprima um jeito de ser e fazer sustentável.

No ano passado, a empresa obteve o certificado IEnvA – IATA Environmental Assessment, ou Avaliação Ambiental IATA. Atualmente, se encontra no Estágio 1, a comprovação de que desenvolveu uma política ambiental sólida e estabeleceu responsabilidades ambientais, inclusive de sua liderança. Neste ano, a GOL buscará a certificação completa, conhecida como Estágio 2, equivalente à ISO 14.000.

No contexto das aspirações do setor como um todo, a redução das emissões de carbono em 2050 para a metade do que era emitido em 2005 é meta da ICAO (Organização da Aviação Civil Internacional) e, hoje, aceita pela indústria da aviação como uma contribuição aos intentos de descarbonização da economia emanadas da COP21 – 21ª Conferência do Clima, realizada em 2015, em Paris.

Essa redução é parte de três objetivos centrais da aviação civil: ganho médio de 2% de eficiência no uso dos combustíveis entre 2010 e 2020 (já atingido); crescimento neutro das emissões do setor a partir de 2020, implementado pelo instrumento CORSIA (Carbon Offsetting and Reduction Scheme for International Aviation); e redução de 50% das emissões do setor com referência ao ano base de 2005, cujos mecanismos de atingimento ainda não estão definidos.

A meta global concreta, hoje, são os limites previstos no CORSIA, primeiro mecanismo global de mercado voltado à compensação de emissões setoriais, e que prevê a limitação e a compensação de qualquer aumento anual das emissões totais de carbono da aviação civil internacional acima dos níveis de 2020, válido até 2035.

GOL 2050

A GOL é a primeira Companhia da América Latina a se comprometer com balanço zero de carbono até 2050. Com vista a este desafiador objetivo, a GOL apoia-se em 4 pilares: desenvolvimento de novas tecnologias para aeronaves e motores (incluindo a produção de combustíveis sustentáveis de aviação e bioquerosene); melhorias operacionais contínuas (otimização do espaço aéreo, por exemplo); melhor uso da infraestrutura e da logística; e medidas baseadas no mercado. Estes pilares foram definidos pela ICAO e ratificados pela IATA (Associação Internacional de Transportes Aéreos).

“A estratégia da GOL para alcançar emissões líquidas de carbono zero até 2050 está focada na condução de melhorias operacionais e técnicas que reduzam as emissões de GEE (gases de efeito estufa), aperfeiçoando a eficiência do combustível e substituindo os combustíveis derivados do petróleo por alternativas com menor teor de carbono. Esperamos contar com mecanismos baseados no mercado, incluindo compensações de carbono a curto, médio e longo prazos, além da simplificação da infraestrutura e dos avanços tecnológicos necessários para permitir a transição para a aviação de baixo carbono”, diz Celso Ferrer, vice-presidente de Operações da GOL.

“Sabendo da capacidade e tradição que o Brasil tem na produção de biocombustíveis, a GOL entende que temos uma condição privilegiada para produção em território nacional também de combustíveis sustentáveis de aviação, o que contribui para o atingimento da meta”, afirma Pedro Scorza, comandante e assessor de projetos ambientais da GOL.

Segundo Scorza, em breve os Clientes da Companhia também poderão participar desse desafio e dar a sua contribuição à vida na Terra: “A neutralização voluntária de emissões dos Clientes é um projeto em andamento da GOL para oferecer, a cada um deles, a possibilidade de se optar pela neutralização das emissões de gases de efeito estufa associadas ao seu voo, personalizando a sua experiência de voar”.

Delta Air Lines fechou um acordo para combustível de aviação sustentável

 

No Dia da Terra, a Delta Air Lines anunciou que fechou um acordo para combustível de aviação sustentável (SAF) com a Takeda Pharmaceutical Company Limited (“Takeda”), para lidar com as emissões de carbono relacionadas com as viagens de negócios da empresa na Delta.

A companhia indica que com este acordo, a Takeda junta-se à lista crescente de clientes empresariais que têm firmado acordos SAF facilitados pela Delta, refletindo o compromisso partilhado de ambas reduzirem as emissões.

Estas parcerias impulsionam o investimento no mercado SAF, gerando procura pela indústria e ampliando o mercado com o objetivo de diminuir a dependência da indústria de aviação do combustível de aviação convencional.

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