O presidente francês, Emmanuel Macron, confirmou a morte do instrutor e do aluno piloto que estavam desaparecidos depois de uma colisão entre dois aviões militares. O piloto da outra aeronave ejetou-se antes da colisão, não tendo sofrido ferimentos.
O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea e Espacial Francesa apresentou, hoje, as condolências às famílias dos dois pilotos que morreram esta quarta-feira no acidente com um Rafale.
Trata-se do Capitão Sébastien Mabire e do Tenente Matthis Laurens, que morreram no cumprimento do dever.
A bordo de um Rafale de dois lugares, os pilotos participaram de um voo de instrução acompanhado por um segundo Rafale. Por volta das 12h30, as duas aeronaves do esquadrão de transformação Rafale 3/4 “Aquitaine” colidiram durante uma manobra de combate.
O capitão Sébastien Mabire, 36, era piloto de caça desde 2013. Ele começou a sua carreira operacional no regimento de caça 2/30 “Normandie-Niémen” antes de ser instrutor no esquadrão de transformação Rafale 3/4 “Aquitaine”, desde agosto de 2022. Qualificado como líder de patrulha, teve mais de 2000 horas de voo e 47 missões de combate, realizadas no âmbito da Operação Chammal.
O Tenente Matthis Laurens, 29, foi licenciado como piloto de caça em 2021. Ele havia sido designado para o Rafale no regimento de caça 2/30 “Normandie-Niémen” desde novembro de 2023 e continuou o seu treino no esquadrão de transformação Rafale 3/4 “Aquitaine”. Ele tinha mais de 800 horas de voo.
As causas do acidente não foram divulgadas, mas já foi aberta uma investigação. Um comunicado publicado pelo Ministério das Forças Armadas francês confirma apenas que os destroços foram encontrados na cidade de Harmonville, na região de Vosges.
Em setembro, a Edelweiss anunciou que iria operar com seis Airbus A350-900, para substituir os cinco Airbus A340-300.
Esta semana surgiu uma foto do primeiro modelo para a companhia. Trata-se do OE-LHF que se encontra no Aeroporto de Shannon, na Irlanda, desde 28 de julho, onde recebeu trabalhos de pintura.
Os A350 estão atualmente armazenadas em Victorville, Califórnia e fizeram parte da frota da LATAM Brasil até 2021, quando a companhia aérea sediada no Chile decidiu retirá-los de serviço.
“A modernização da frota de longo curso é um marco nos quase 30 anos de história da Edelweiss. A Edelweiss irá assim operar uma das frotas de longo curso mais jovens da Europa a partir de 2026”, disse Bernd Bauer, CEO da empresa.
Inicialmente estava programado que os A350-900 mantivessem a sua configuração de 339 assentos aplicada pela LATAM, 30 lugares na classe executiva, 63 na económica plus e 246 na económica.
Em sites da especialidade a aeronave já aparece com uma configuração de 30 lugares em Executiva e 309 em Económica.
À data a companhia tinha indicado: “Devido à escassez mundial de materiais e à redução das capacidades de manutenção e engenharia, as primeiras quatro aeronaves irão operar inicialmente na configuração original do operador com ligeiras modificações na cabine e no design da Edelweiss”, acrescentou o comunicado da transportadora.
A Edelweiss sublinhou que no futuro irá realizar um retrofit nas cabine, mas sem indicar datas.
A título de curiosidade a Edelweiss Air é uma companhia aérea suíça que opera voos principalmente para a região do Mediterrâneo, Ilhas Canárias, Caribe e Maldivas. Também opera voos charter.
A companhia foi fundada em 1995, pertence ao Grupo Lufthansa e o seu principal aeroporto base é Zurique
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) emitiu hoje um aviso de mau tempo e outro de vento forte para a orla marítima da Madeira, recomendando precauções em zonas junto ao mar e redobrada vigilância às embarcações no arquipélago
O aviso de mau tempo, divulgado com base nas previsões do IPMA, está classificado pela autoridade marítima regional como sendo de “sinal seis”, o que representa vento entre os 51 e os 62 quilómetros de qualquer direção.
A Airbus anunciou que a airBaltic fez um pedido adicional de mais 10 A220-300. Este novo e quarto pedido elevará o pedido firme total da companhia aérea para 90 aeronaves A220.
A companhia opera uma frota de cerca de 50 Airbus A220-300, sendo atualmente o maior cliente do A220 na Europa e a maior operadora do A220-300 no mundo.
De recordar que, a airBaltic foi o o cliente lançador do modelo em 2016 e desde 2020, a companhia opera uma frota exclusiva do A220.
“Pela primeira vez na história da empresa, a Air Baltic planeia operar uma frota de cerca de 100 aviões A220-300, e estas opções exercidas são o próximo passo na direção certa. Ao longo dos anos, este tipo de aeronave tem provado as suas capacidades operacionais e valor – tem sido a espinha dorsal das nossas operações e desempenhou um papel fundamental na história de sucesso internacional da Air Baltic. Ao exercer estas opções, estamos a reforçar o nosso apoio e confiança inabaláveis no Programa A220 e estamos ansiosos pela expansão da nossa frota nos próximos anos.” disse Martin Gauss, presidente e CEO da airBaltic
Seundo Benoît de Saint-Exupéry, vice-presidente executivo de vendas do negócio de aviões comerciais da Airbus: “Estamos honrados e gratos por a Air Baltic estar a fazer a sua quarta encomenda subsequente. Este último acordo da companhia aérea de bandeira da Letónia é um forte endosso do valor superior e das oportunidades operacionais oferecidas por esta aeronave de última geração. O A220 é simplesmente a aeronave mais eficiente na sua categoria de tamanho, com uma cabina espaçosa a gerar os melhores Net Promoter Scores com passageiros onde quer que seja operado e a capacidade de voar sem escalas para qualquer destino na rede atual da companhia aérea e mais além.”
O A220 é o avião comercial mais moderno da sua classe, transportando entre 120 e 150 passageiros em voos até 3.600 milhas náuticas (6.700 km). Possui a maior cabina, assentos e janelas da sua classe, garantindo um conforto superior.
O Grupo SATA anunciou que por forma a reforçar o quadro de profissionais da SATA Internacional-Azores Airlines está recrutar Oficiais Piloto para desempenho de funções na base de Ponta Delgada (São Miguel).
Missão da função:
Colaborar com o Piloto Comandante na operação técnica do equipamento e por ações de natureza administrativa e comercial inerentes ao serviço de voo.
Requisitos mínimos para a função:
Licença de Piloto Comercial de Avião, com qualificações de Multimotores e Instrumentos de Multimotores válidas
Teoria de Linha aérea emitida EASA FCL e válida, nos termos “EASA IR Part FCL.025”
Qualificação MCC
Qualificação válida em Airbus A320
Escolaridade mínima 12º ano ou equivalente (reconhecido pelo Ministério Português da Educação)
Fluência na língua portuguesa, falada e escrita
Nível de Inglês Aeronáutico ICAO igual ou superior a 4 (devidamente averbado na licença)
Conhecimentos de informática na ótica do utilizador
Licença médica válida
Idade mínima de 21 anos
Não ter sido excluído/a em contexto de avaliação psicológica, simulador ou entrevista individual, há menos de 1 ano, realizado na SATA Internacional – Azores Airlines
Não ter sido excluído/a há menos de 2 anos, em curso técnico para Piloto, realizado na SATA Internacional – Azores Airlines
Disponibilidade imediata
Requisitos preferenciais para a função:
Ter mais de 100 horas de voo em Airbus A320
Documentos de apresentação obrigatória:
Foto
CV atualizado com fotografia
Certificado de Habilitações Académicas
Licença de Piloto (válida)
Última folha da caderneta
Comprovativo da Qualificação em Airbus A320 ou em aviões a jato
Licença médica (válida)
Certificado de MCC
Certificado de Habilitações Aeronáuticas
Registo Criminal para acesso a zonas reservadas atual
Passaporte (válido)
Cartão de Cidadão (facultativo)
Formalização da candidatura (2 passos obrigatórios):
1º: Preenchimento obrigatório do formulário “Processo de Recrutamento e Seleção Oficial Piloto – Azores Airlines” – clique AQUI.
2º: Envio da documentação para o correio eletrónico oficiaispiloto@sata.pt, até às 23:59 do dia 25de agosto de 2024, registando no campo “Assunto” o texto: “RE_PNT_S4_2024”, acompanhado da documentação discriminada em “documentos de apresentação obrigatória”, em ficheiro único.
A LUSOFLY Academy anunciou que entre os dias 25 e 28 de agosto vai organizar mais uma sessão do Air Camp.
De acordo com a escola, o Air Camp visa dar oportunidade aos jovens para descobrirem melhor o mundo da aviação, em que durante 4 dias receberão formação em diversas cadeiras, sobre os temas ministrados no curso de pilotagem.
Esta atividade inclui a oportunidade da realização de um voo de contacto, com um dos Instrutores de Voo da Academia.
Os interessados poderão solicitar mais informações através do 917278661 ou fazer a inscrição diretamente em aircamp.lusoflyacademy.com
A TAP Air Portugal anunciou que foi eleita a Companhia Aérea Favorita na Europa, pelo sétimo ano consecutivo, pelos The Trazees, os prémios criados pela FXExpress Publications e pela revista Global Traveler.
A décima edição dos Trazee Awards decorreu esta segunda-feira, 12 de agosto, em Nashville, EUA e, além de companhias aéreas, distingue ainda hotéis, aeroportos, programas de fidelização, destinos, linhas de cruzeiros e rent-a-car. Com mais de 500 mil leitores, a Global Traveler liga marcas a viajantes frequentes baseados nos EUA.
Os organizadores dos Trazee Awards consideraram a TAP como uma Companhia “criadora de tendências na indústria e uma das preferidas pelos millenials, o grupo demográfico que mais procura viagens”.
“É uma honra e um prazer receber este prestigiado reconhecimento, especialmente pela sétima vez consecutiva, disse Carlos Antunes, Diretor da TAP para as Américas. “Aceitamos este prémio em nome de toda a equipa da TAP Air Portugal, que se dedica todos os dias a proporcionar uma excelente experiência de viagem.”
No início deste ano, a Companhia foi escolhida como a Melhor Companhia Aérea Europeia a voar para África e América do Sul nos World Travel Awards 2024, também pelo sétimo ano consecutivo, bem como a Melhor Companhia Aérea MICE da Europa nos MICE Awards, para Reuniões, Incentivos, Congressos e Exposições.
O Governo decretou hoje serviços mínimos para a greve de tripulantes de cabine da easyJet, entre quinta-feira e sábado, que asseguram ligações à Madeira, Genebra, Luxemburgo e Londres, após falta de acordo entre empresa e sindicato.
Em despacho conjunto dos ministérios das Infraestruturas e do Trabalho, publicado no site da Direção Geral do Emprego e das Relações do Trabalho (DGERT), refere-se que a determinação dos serviços mínimos contempla os serviços considerados “necessários para suprir as necessidades sociais impreteríveis referentes ao direito constitucional à deslocação”, atendendo-se ao número de dias da greve, à época abrangida, “em que, por razões sociais, se assiste à deslocação de um número significativo pessoas e ao facto de nos encontrarmos em pleno verão IATA (nomenclatura aeroportuária da International Air Transport Association), bem como a necessidade de salvaguarda da continuidade territorial das Regiões Autónomas”.
Desta forma, o Governo definiu que, na quinta-feira, a companhia aérea assegure como serviços mínimos três voos de ligação Lisboa – Funchal – Lisboa, um voo de ligação Lisboa – Genebra – Lisboa, uma ligação Lisboa – Luxemburgo – Lisboa, dois voos de ligação Porto – Funchal – Porto, uma ligação Porto – Genebra – Porto, uma ligação Porto – Luxemburgo – Porto, outra Porto-Porto Santo-Porto, um voo de ligação Faro-Genebra-Faro e outro Faro-Londres-Faro.
Já no dia 16 devem ser cumpridas duas ligações Lisboa – Funchal – Lisboa, uma Lisboa – Genebra – Lisboa, uma Lisboa – Luxemburgo – Lisboa, uma Lisboa -Porto Santo – Lisboa, duas Porto – Funchal – Porto, uma Porto – Genebra – Porto, uma Porto – Luxemburgo – Porto, uma Faro-Genebra-Faro e ainda uma Faro-Londres-Faro.
No último dos três dias de greve de 24 horas, a companhia aérea tem de assegurar dois voos de ligação Lisboa – Funchal – Lisboa, um voo de ligação Lisboa – Genebra – Lisboa, um voo de ligação Porto – Funchal – Porto, um Porto – Genebra – Porto, um Porto – Luxemburgo – Porto, um Faro-Genebra-Faro e ainda um voo de ligação Faro-Londres-Faro.
No pré-aviso de greve, o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) defendia que não deviam ser decretados serviços mínimos para esta greve, argumentando que o conceito de necessidades impreteríveis no setor do transporte aéreo apenas se confina às Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, por razões de coesão nacional e isolamento das populações para quem é essencial este meio de transporte, que são destinos assegurados por outras companhias aéreas.
A Direção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT) promoveu uma reunião entre o sindicato e a empresa para definição de serviços mínimos, como é habitual nos casos em que não há acordo entre as partes, tendo a companhia aérea apresentado uma proposta com a qual o SNPVAC não concordou.
“A EasyJet – Airline Company Limited – Sucursal em Portugal é uma empresa privada pelo que, não tendo existido acordo, a definição dos serviços mínimos e dos meios necessários para os assegurar, compete aos membros do Governo responsáveis pela área laboral e pelo setor de atividade em causa”, explica o Ministério, no mesmo documento.
Segundo o pré-aviso de greve enviado pelo sindicato ao Ministério do Trabalho e à companhia aérea, a que a Lusa teve acesso, a paralisação tem início às 00:01 do dia 15 de agosto e fim às 24:00 de dia 17, para “todos os voos realizados pela easyJet, bem como para os demais serviços a que os tripulantes de cabine estão adstritos”, em território nacional.
O sindicato diz que os trabalhadores estão insatisfeitos com o “contínuo e cada vez mais acentuado desrespeito pela sua dignidade profissional”, com os problemas de falta de estabilidade de escalas, com o tratamento discriminatório relativamente aos pilotos nas compensações dadas no âmbito da disrupção de verão, com a insuficiência de pessoal em todos os departamentos relevantes, ou com a pressão para fazer horas extraordinárias.
O antigo presidente do Grupo SATA, António Luís Teixeira faleceu de doença súbita ao final do dia deste domingo, tinha 58 anos.
António Luís Teixeira regressava de Santa Maria sozinho num veleiro; sentiu-se mal e foi evacuado pela Força Aérea para o Hospital CUF na Lagoa, mas não foi possível reverter a situação.
De recordar que, António Luís Teixeira apresentou a renúncia ao cargo de Presidente do Conselho de Administração do Grupo SATA a 4 de novembro 2019, devido a razões de ordem pessoal e devido ao atraso verificado na implementação de medidas de reestruturação, que considerou urgentes e necessárias, bem como a impossibilidade de reduzir, até ao final do ano 2019, os prejuízos do Grupo SATA, para metade do valor registado em 2018.
Esteve envolvido em vários projetos privados na sua vida profissional, o último sendo o Hotel Double Three by Hilton, em São Miguel.
Era licenciado em Organização e Gestão de Empresas, com uma especialização na área de Recursos Humanos.
A companhia aérea SATA Air Açores, responsável pelas ligações inter-ilhas no arquipélago dos Açores, anunciou que está a realizar um reajustamento à sua operação até dia 23 de agosto.
Esta situação prende-se com indisponibilidade temporária de um equipamento Bombardier Q400 que se encontra a realizar uma manutenção não programada.
Para dar resposta a esta situação, a companhia voltou a recorrer ao aluguer de uma aeronave em regime de ACMI. Trata-se de um ATR 72-500 contratado à Swiftair. A aeronave com a matrícula EC-KKQ pode transportar até 68 passageiros e está em operação desde o dia 6 de agosto.
A companhia refere que no contexto atual, e atendendo às dificuldades sentidas a nível global nas cadeias de materiais para a aeronáutica, que impede que o tempo de paragem desta aeronave seja otimizado, e considerando a necessidade de assegurar a manutenção do nível de serviço aos passageiros, a contratação deste ACMI afigura-se como a melhor opção.
A Embraer anunciou que obteve lucro líquido de 415,7 milhões de reais (67,5 milhões de euros) no segundo trimestre do ano.
A Embraer, na sua apresentação, destacou que as suas receitas totalizaram 7,8 mil milhões de reais (1,3 mil milhões de euros), um aumento de 23% face ao ano anterior e de 76% em relação ao trimestre anterior.
A totalidade da carteira de pedidos alcançou 21,1 mil milhões de dólares (19,3 mil milhões de euros) no segundo trimestre do ano, sendo que o maior aumento deu-se no segmento de Aviação Comercial, que cresceu 227 milhões de dólares (253,8 milhões de euros) no período.
Por outro lado, os pedidos no segmento de Defesa registaram uma queda de 251 milhões de dólares ou 230 milhões de euros.
O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) da Embraer totalizou 995,5 milhões de reais (162 milhões de euros), acima dos 724,1 milhões de reais (117,6 milhões de euros) registados no mesmo período do ano passado.
A Embraer terminou o segundo trimestre com uma dívida (sem a Eve) de 7,3 mil milhões de dólares (6,7 mil milhões de euros), montante que indica uma subida de 4% na comparação com mesmo período de 2023.
A empresa indicou que mantém as suas projeções de entrega de 72 a 80 aeronaves na aviação comercial e entre 125 e 135 jatos no segmento executivo no ano e a perspetiva de que atingirá uma receita total em 2024 de 6 mil milhões de dólares (5,5 mil milhões de euros) a 6,4 mil milhões de dólares (5,8 mil milhões de euros), margem EBIT (lucro antes de juros e impostos) ajustada entre 6,5% e 7,5% e um fluxo de caixa livre de pelo menos 220 milhões de dólares (201 milhões de euros).
A Força Aérea portuguesa anunciou que recebeu esta sexta-feira, 9 de agosto, em Beja, o quarto avião P-3C adquirido ao Governo da República Federal da Alemanha.
A FAP refere que esta é a última aeronave a requerer trabalhos de aprontamento prévios.
O P3-C realizou o seu voo de transferência entre a Base Aérea Naval de Nordholz e a Base Aérea N.° 11, em Beja, onde irá integrar a Esquadra 601 “Lobos”.
O aprontamento desta aeronave foi garantido por equipas de manutenção da Força Aérea destacadas na Alemanha entre os meses de junho e agosto, resultado do extraordinário desempenho dos seus elementos e da estreita colaboração entre todas as partes envolvidas, tanto de Portugal como da Alemanha.
A FAP sublinha que esta é mais uma aquisição fundamental para as operações da Esquadra 601, que incluem missões de patrulhamento marítimo, Vigilância e Reconhecimento.
Um ATR 72 que estava a realizar o voo 2Z-2283 de Cascavel, no Paraná, para o Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, caiu esta sexta-feira.
Inicialmente a companhia tinha confirmado que seguiam a bordo 58 passageiros e 4 tripulantes.
Este sábado chegou a confirmação do número final das vítimas. Seguiam na aeronave 59 passageiros e 4 membros da tripulação.
O aeronave caiu no bairro Capela, na cidade de Vinhedo, durante a descida para Guarulhos.
Estão a circular vários vídeos na redes sociais onde é possível ver aeronave a cair em espiral, antes de atingir o solo e incendiar-se.
Marcelo acabei de receber esse video, me falaram que foi em vinhedo, é o mesmo? pic.twitter.com/zGZ3joZSUi
De acordo com as informações, a aeronave envolvida foi o ATR 72-500 com a matrícula PS-VPB da Voepass, antiga Passaredo.
Algumas casas foram atingida pela queda da aeronave, mas não há registo de feridos ou mortes.
Atualizado 10/08/2024
Este sábado sabe-se que há uma portuguesa entre as vítimas mortais.
De acordo com a Secretaria de Estado e das Comunidades trata-se de uma mulher de 48 anos, com dupla nacionalidade, que residia no Brasil.
“O Ministério dos Negócios Estrangeiros já está em contacto com a família e lamenta profundamente a morte desta portuguesa, bem como das restantes vítimas, transmitindo sentidas condolências a todos os familiares”, pode ler-se numa nota do ministério.
No dia seguinte à queda do avião da Voepass, um piloto pediu respeito à empresa, afirmou que o modelo ATR-72 é ultrasseguro e lamentou a tragédia. O acidente ocorreu no início da tarde desta sexta (9) em Vinhedo (SP), a 79 km da capital paulista, e matou todos os 62 passageiros e… pic.twitter.com/pRaIFEvThG
O Grupo SATA anunciou que a companhia aérea Azores Airlines ultrapassou o marco de 1 milhão de passageiros transportados num só ano, uma marca simbólica alcançada este ano, cerca de um mês mais cedo do que no ano anterior.
O Grupo refere que este marco significativo vem confirmar a trajetória de crescimento que a companhia aérea tem apresentado nos últimos anos. A evolução assinalada em 2024, representa um aumento de 21% no número de passageiros transportados, entre janeiro e agosto, face ao mesmo período de 2023.
Ao longo dos últimos anos, o acréscimo de procura tem sido consistente, fruto de um conjunto de iniciativas operacionais, que proporcionaram a oferta de viagens mais confortáveis aos passageiros que escolheram a Azores Airlines. Para além da renovação gradual da frota, a companhia aérea trabalhou, simultaneamente, na fidelização e consolidação de mercados, mas também na procura de mercados com potencial identificado, com o intuito de alcançar uma maior visibilidade da sua oferta, quer através da maior aposta nas plataformas de distribuição global, quer por via de acordos de interline com parceiros aéreos e de iniciativas junto dos operadores que atuam nos principais mercados onde opera.
Terá, igualmente, contribuído para o consistente aumento da procura, o reforço da oferta para o verão IATA 2024, que representa um acréscimo de 20% nos lugares oferecidos nas rotas domésticas liberalizadas ( Lisboa, Porto, Faro); de 44% nos lugares oferecidos à partida dos EUA (Boston, Nova Iorque, Oakland e Bermuda); de 42% à partida do Canadá (Toronto, Montreal) e um acréscimo de 71% nos lugares oferecidos à partida da Europa e África.
O Grupo SATA sublinha que tendo em conta o comportamento até à data, é esperado que o verão IATA de 2024 volte a confirmar a atratividade das rotas servidas pela Azores Airlines, em particular, o interesse que desperta o Arquipélago dos Açores, destino natural da companhia aérea, para o qual opera, ininterruptamente, ao longo de todo o ano.
A Força Aérea Portuguesa anunciou que no passado dia 1 de agosto passou a contar com a sua frota de quatro C-130H totalmente pronta, situação que já não ocorria há vários anos.
Recorde-se que desde abril de 2020 até abril de 2024, a Esquadra 501 – “Bisontes” possuía apenas duas aeronaves disponíveis, em virtude da imobilização das outras duas aeronaves para cumprimento da complexa e profunda modernização de aviónicos Flight 2, em curso na frota.
Nesse período a Força Aérea, por quatro anos consecutivos, deteve a nível mundial os C-130H que mais horas de voo realizaram anualmente por cada aeronave, no universo de todos os operadores desta plataforma, tendo atingido aproximadamente as 900 horas de voo, por ano, por aeronave.
Nos dias 24 de abril e 28 de junho foram entregues, à Força Aérea, os primeiros dois C-130H modernizados e, volvido cerca de um mês, foi possível alcançar o aprontamento simultâneo de todas as aeronaves que compõem a frota.
Presentemente todos os tripulantes da Esquadra 501 – “Bisontes” estão já qualificados para operar o C-130H modernizado.
Durante o corrente ano a esquadra já realizou mais de 700 horas de voo, para as quais concorreram a realização, por parte da manutenção, de duas inspeções de fase (um Check B e um Check A) e de mais de 20 inspeções quinzenais, entre outras, totalizando mais de 15.000 horas de manutenção.
A FAP sublinha que independentemente das dificuldades vividas, a missão dos “Bisontes” tem sido cumprida com tenacidade e espírito de missão, contando para tal com a abnegação, espírito de sacrifício e espírito de equipa existente no seio dos Bisontes e Gestão do Sistema de Armas C-130H.
O Grupo LATAM Cargo anunciou o fortalecimento da sua rede entre a Europa e a América do Sul com o aumento de frequências dos aviões de carga B767-300F. A partir de 1 de outubro, a companhia adicionará dois voos semanais, melhorando a conetividade entre ambos os mercados e aumentando o total de frequências de 10 para 12, liderando assim a capacidade oferecida entre os continentes.
Esta expansão totaliza uma oferta semanal de mais de 600 toneladas de carga entre a Europa e a América do Sul. A partir da Europa, complementará as 1.100 toneladas disponíveis nos aviões de passageiros do Grupo LATAM. No total, a LATAM oferecerá mais de 1.700 toneladas distribuídas entre 8 pontos na América do Sul e 10 na Europa.
“Como a principal operadora de carga na América do Sul, nosso foco é oferecer aos nossos clientes maior e melhor conetividade. Com este novo crescimento, ofereceremos 140% mais capacidade de e para a Europa e dobramos os destinos de carga na América do Sul em relação a 2019. Este aumento significativo de capacidade também se aplica às nossas ofertas de flores equatorianas”, afirma Matías Cortina, vice-presidente comercial para a Europa do Grupo LATAM Cargo.
A operação com origem na Europa está prevista provisoriamente a partir de Bruxelas com duas novas frequências semanais, permitindo à companhia reforçar a capacidade para destinos como Viracopos, no Brasil, e Santiago, no Chile, conectando principalmente carga geral e produtos farmacêuticos. Adicionalmente, a partir da América do Sul, estas duas frequências adicionais proporcionarão mais capacidade aos clientes de carga perecível de países como o Peru, Chile, Equador e Colômbia, entre outros, ligando-os à Europa.
“O fortalecimento da nossa rede de carga, permitiu que a LATAM expandisse significativamente a capacidade para a Europa. Atualmente, operamos 10 frequências semanais de carga para a Europa e, a partir de outubro, aumentaremos para 12 frequências. Esse aumento de capacidade não expandirá apenas os nossos pontos de origem na América do Sul, mas também oferecerá aos nossos clientes de cargas perecíveis mais opções e maior flexibilidade no transporte de seus produtos”, comentou Claudio Torres, vice-presidente comercial para a América do Sul do Grupo LATAM Cargo.
As autoridades egípcias foram avisadas pelo Irão de que as suas companhias aéreas devem evitar sobrevoar o espaço aéreo iraniano na madrugada de quinta-feira, durante um período de três horas, devido a “manobras militares”.
O Ministério da Aviação Civil egípcio anunciou que as autoridades iranianas advertiram todas as companhias aéreas civis que sobrevoam o espaço aéreo iraniano de que irão realizar “manobras militares” na quinta-feira, 08 de agosto, “em Teerão, das 04:30 às 07:30 locais (das 02:00 às 05:00 de Lisboa)”.
“Para garantir a segurança dos passageiros dos aviões egípcios e aplicar as normas internacionais em vigor, as autoridades da Aviação Civil egípcia emitiram um aviso a todas as companhias aéreas egípcias para não entrarem no espaço aéreo iraniano durante os horários mencionados, para evitar qualquer perigo que possa afetar a segurança dos voos”, refere o comunicado do ministério.
O Egito emitiu um NOTAM – um alerta à navegação aeronáutica sobre qualquer perigo numa rota – para evitar o espaço aéreo iraniano entre a 01:00 e as 04:00 TMG (02:00 e 05:00 de Lisboa) de quinta-feira, sem fornecer mais pormenores.
O aviso surge num momento em que Israel aguarda uma retaliação do Irão, depois de um ataque atribuído ao Estado judaico ter matado o líder do gabinete político do movimento islamita palestiniano Hamas, Ismail Haniyeh, em Teerão, na semana passada.
O primeiro Boeing 777 da Emirates, completamente renovado com um novo design de cabine, iniciou operações com o voo para Genebra sob a designação EK83. A renovação da aeronave levou 37 dias, e o voo inaugural foi realizado no passado dia 7 de agosto, quatro dias antes da data prevista no calendário oficial de implementação.
Sir Tim Clark, Presidente da Emirates Airline, afirma: “A Emirates mantém o seu compromisso de oferecer uma experiência a bordo incomparável com a introdução do nosso mais recente Boeing 777, que apresenta interiores exclusivos e eleva o padrão da indústria em viagens premium. A nova cabine de Classe Executiva proporciona aos passageiros uma sensação de exclusividade e privacidade, complementada pela nossa seleção de produtos a bordo de alta qualidade.”
A inclusão da nossa popular Classe Premium Economy, uma das melhores do setor, adiciona sofisticação moderna à experiência de voo e foi meticulosamente projetada para oferecer maior conforto. Com a renovação de mais Boeing 777 e A380 para incorporar os nossos produtos de última geração, os passageiros poderão desfrutar das melhores experiências em ambos os tipos de aeronave”, conclui o Presidente da Emirates Airline.
O Boeing 777 da Emirates entrou em renovação no início de julho, com uma reconfiguração projetada para incluir uma nova cabine de Classe Premium Economy, composta por 24 assentos dispostos em três filas na configuração 2-4-2. Os assentos em couro creme, acentuados com acabamentos em painéis de madeira por toda a cabine, oferecem maior conforto com um espaço entre assentos de 38 polegadas, assentos de 19,5 polegadas de largura que reclinam até 8 polegadas, proporcionando mais espaço para esticar as pernas e relaxar, além de apoios de cabeça ajustáveis em 6 direções.
A nova Classe Executiva do Boeing 777 da Emirates apresenta uma cabine acolhedora e sofisticada, com características pensadas para oferecer maior privacidade aos passageiros. Os assentos e a palete de cores foram aprimorados para refletir o design leve e arejado da icónica experiência do A380 da Emirates. Os assentos em couro creme suave são realçados com detalhes em champanhe, painéis de madeira mais claros e toques de tecnologia moderna, combinando funcionalidade e luxo.
A nova Classe Executiva dispõe de 38 assentos dispostos numa configuração 1-2-1. Cada assento ergonómico, com 20,7 polegadas de largura, converte-se numa cama plana espaçosa que reclina até 78,6 polegadas. Além disso, o assento inclui um apoio de cabeça acolchoado para maior conforto. Na cabine, os assentos estão organizados em quatro fileiras, garantindo a cada passageiro acesso direto ao corredor.
Cada assento está equipado com um mini bar pessoal, uma mesa para refeições ou trabalho, várias tomadas de carregamento para dispositivos pessoais e outros recursos. O controlador de assento com ecrã tátil permite o ajuste do entretenimento a bordo e do próprio assento, enquanto um ecrã HD de 23 polegadas — um dos maiores disponíveis — garante que cada passageiro possa desfrutar do ice, o premiado sistema de entretenimento a bordo da Emirates.
A cabine de Classe Executiva do Boeing 777 da Emirates incluirá ainda um pequeno bar, onde os passageiros poderão servir-se de snacks e bebidas de forma rápida, durante o voo.
A nova cabine de Classe Económica conta com 256 assentos em tons suaves de cinza e azul. Com um design ergonómico, os assentos incluem apoios de cabeça em couro completo e painéis laterais flexíveis, que podem ser ajustados verticalmente.
Investimento de mais de 3 mil milhões de dólares na renovação de 80 Boeing 777
A Emirates irá renovar mais 80 aviões Boeing 777, como parte de um investimento superior a 3 mil milhões de dólares, com o objetivo de oferecer produtos de excelência que elevem a experiência dos passageiros. Além de Genebra, a companhia aérea irá colocar em operação os seus Boeing 777 atualizados com novas cabines em Tóquio Haneda e Bruxelas nas próximas semanas. Outros destinos que serão servidos por estas aeronaves serão anunciados em breve.
O trabalho de renovação do Boeing 777 foi concebido, projetado e executado internamente por uma equipa de 175 engenheiros e técnicos da Emirates Engineering no Dubai, com foco rigoroso nos mais elevados padrões de qualidade e segurança. O impacto significativo do projeto no ecossistema da aviação local é evidente pelos mais de 10 parceiros principais envolvidos, que contrataram centenas de trabalhadores qualificados e estabeleceram oficinas tanto nas instalações de Engenharia quanto em locais externos, para apoiar as diversas etapas do programa de renovação.
A companhia aérea destinou 191 aeronaves Boeing 777 e Airbus A380 para uma renovação completa, como parte do maior programa de modernização já conhecido na indústria, em termos de escala e dimensão. Uma vez concluído o projeto, a Emirates terá instalado 8.104 assentos de Classe Premium Economy de nova geração, 1.894 suítes de Primeira Classe renovadas, 11.182 novos assentos de Classe Executiva e 21.814 assentos de Classe Económica.
Atualmente, a Emirates opera com os seus aviões renovados para destinos como Nova Iorque JFK, Los Angeles, São Francisco, Houston, Londres Heathrow, Sydney, Auckland, Christchurch, Melbourne, Singapura, Mumbai, Bangalore, São Paulo, Tóquio Narita, Osaka, Genebra e Dubai.
A Azul Conecta, completa em agosto quatro anos de operação como a companhia que responde pelas operações regionais da Azul. E, com uma frota atual de 27 aeronaves Cessna Grand Caravan, e mais de 50 destinos servidos, não para de crescer e apresentar soluções inéditas aos Clientes e ao setor.
A novidade mais recente acaba de ser apresentada na Labace, o maior evento de negócios da Aviação na América Latina, e deve ampliar ainda mais o rol de serviços oferecidos e gerar receitas para a companhia.
A partir de agora, os Clientes poderão adquirir cotas de uma aeronave da Azul Conecta pelo modelo de propriedade compartilhada. O slogan “Compre Uma Cota e Voe Uma Frota” traduz e resume a nova unidade de negócio. Os interessados poderão voar e ter seu avião à disposição, sem se preocupar com a contratação e escolha de piloto, as manutenções necessárias, o aluguer de hangar, entre outras burocracias – que serão de responsabilidade da Azul Conecta.
Ainda envolvendo o serviço de fretamento, a Azul Conecta será a primeira companhia a oferecer uma aeronave fretada com a troca de pontos do programa Azul Fidelidade. A partir de setembro, Clientes já poderão direcionar a sua pontuação para fretar um Cessna Grand Caravan.
Para José Sousa Ramos, diretor da Azul Conecta, a inovação e o ineditismo sempre acompanharam a história da empresa, que tem servido de referência para a própria Azul e para o setor. “Mais do que servir o Brasil regionalmente e permitir o trânsito das pessoas e cargas nos lugares mais remotos ou onde só a Azul opera e consegue chegar, temos trabalhado para testar e lançar soluções e serviços técnicos-operacionais que possam servir de modelo em todo o tipo de operação. E que, de quebra, têm proporcionado reconhecimento dos Clientes e receita para a companhia”, comemora.
A Airbus anunciou hoje que o Grupo Cathay de Hong Kong fez um pedido firme de 30 aeronaves widebody A330-900. O pedido segue uma avaliação minuciosa feita pela companhia aérea no âmbito do seu programa de renovação de frota de fuselagem larga de médio porte.
A aeronave recém-encomendada permitirá à Cathay modernizar a sua frota A330-300 de geração anterior e expandir as suas operações em rotas regionais de alta capacidade. A aeronave também oferecerá flexibilidade para operar destinos de longo alcance. Tal como acontece com todas as aeronaves A330neo, a frota será equipada com motores Rolls-Royce Trent 7000 de última geração.
Ronald Lam, CEO do Grupo Cathay, disse: “À medida que a Cathay conclui a reta final da sua jornada de reconstrução, estamos a virar a página para a modernização e o crescimento, tanto em termos de escopo quanto de qualidade. Temos o prazer de anunciar este novo pedido de aeronaves A330neo de última geração. Este investimento substancial reflecte não só a nossa imensa confiança no estatuto de principal centro de aviação internacional de Hong Kong, mas também representa o nosso compromisso em promover o desenvolvimento contínuo da nossa cidade natal.”
“O A330 é um tipo de aeronave que serve bem a Cathay Pacific há quase 30 anos. Estas novas aeronaves servirão principalmente os nossos destinos regionais na Ásia, ao mesmo tempo que proporcionam flexibilidade para servir destinos de longo curso, conforme necessário. A maior eficiência de combustível destes A330neos, juntamente com os seus elevados padrões de conforto, permitir-nos-ão elevar ainda mais a experiência que oferecemos aos nossos clientes, ao mesmo tempo que contribuiremos para o nosso objetivo de emissões líquidas zero de carbono até 2050.”
Christian Scherer, CEO da Airbus para Aeronaves Comerciais, disse: “Este último pedido da Cathay, uma das operadoras de A330 mais experientes do mundo, é um grande endosso à última geração do A330neo. Os mais altos níveis de uniformidade técnica e operacional e reduções significativas no consumo de combustível e nas emissões de carbono. Além disso, a premiada cabine Airspace oferece uma experiência de voo totalmente nova.”
A indicação de um possível incêndio no porão de carga obrigou a tripulação do voo TB2252 da TUI a solicitar uma aterragem de emergência no aeroporto de Bruxelas.
O Boeing 737-800, com a matrícula OO-TUK) estava a realizar o voo à partida do Aeroporto Internacional de Heraklion International, na Grécia.
A aeronave aterrou na pista 25L, tendo sido acompanhado pelos serviços de emergência.
Todos os 174 passageiros foram evacuados através dos slides de emergência.
Segundo um porta-voz da TUI foi acionado um alarme de incêndio no porão de carga. No entanto, e após a inspeção, não foi detetado nenhum incêndio ou fumo visível.
Esta terça-feira foi divulgada a decisão do Tribunal de Contas a conceder visto ao contrato do INEM – Instituto Nacional de Emergência Médica com a empresa Avincis para o fornecimento de helicópteros de emergência.
A decisão foi tomada mas com indicações à tutela para atribuir as verbas necessárias para os concursos.
Segundo a decisão, o contrato de 12 milhões de euros estabelecido por ajuste direto e com a validade de um ano, mereceu o aval do TdC, que ilibou o INEM de responsabilidades neste processo, visando o Ministério da Saúde para assegurar no futuro as condições financeiras necessárias ao INEM para abrir um concurso com o preço em linha com os valores que são praticados no mercado.
“Adverte-se a tutela que, se não o fizer, está, de forma indireta, a violar, ilegalmente, o princípio da concorrência, princípio esse que é estruturante da contratação pública e da tutela do interesse financeiro do Estado”.
“A entidade desenvolveu os esforços necessários ao lançamento de um novo concurso, o que fez, e informou repetidamente, insistentemente – conforme decorre dos autos -, a tutela para a necessidade de lhe serem concedidos meios para que se pudesse lançar um novo concurso ou que a necessidade pudesse ser satisfeita de outra forma”.
O Tribunal sublinha que os serviços de emergência “não podem ser interrompidos”.
O tribunal destacou que não houve falta de diligência do INEM nesta matéria e que se trata de “uma necessidade permanente que tem de ser satisfeita”. A decisão indica que a tutela deve decidir o caminho a seguir, seja pelo recurso interno a meios da Força Aérea ou pela contratualização externa com as verbas adequadas no mercado.
“A determinação e a disponibilização dos meios, materiais humanos e/ou financeiros cabe à tutela. Logo, é a tutela que tem de fazer as opções que, ou por via da internalização, ou da atribuição de meios financeiros ao INEM – que permitam, face aos valores do mercado, concluir-se com sucesso um procedimento concursal -, assegurem o serviço. Simplesmente, a ilegalidade não é do INEM, mas da tutela”.
A decisão lembra que as duas propostas apresentadas no concurso foram excluídas por ficarem acima do preço base de 60 milhões de euros e que não houve um reforço do orçamento para que se pudesse realizar um novo concurso, realçando que essas circunstâncias não podem ser imputadas ao INEM.
Durante a apresentação dos resultados trimestrais, o presidente-executivo Grupo Lufthansa, Carsten Spohr, indicou que o Grupo está a avaliar opções de renovação de frota para a Discover Airlines para permitir-lhe competir de forma mais eficiente com a rival Condor.
“Estamos no processo de decidir se aeronaves de nova geração também irão para o Discover. Podem ser B787 ou A350”.
O grupo anunciou recentemente um amplo plano de reestruturação para fazer face às crescentes dificuldades financeiras. Como o Grupo Lufthansa pretende tornar a linha principal da Lufthansa “preparada para o futuro”, aumentará o número de rotas sazonais e orientadas para o lazer servidas principalmente pela Discover Airlines.
“Estamos a esforçar-nos para aproveitar todo o potencial da nossa transportadora de lazer Discover Airlines e da nova transportador, a Lufthansa City Airlines. Estas companhias expandirão ainda mais os seus serviços no nosso hub em Munique com uma base de custos mais competitiva”, destacou Spohr.
O módulo de frotas de aviação mostra que a Discover Airlines opera atualmente três A330-200 (19,7 anos em média) e dez A330-300 (17,9 anos). Todos os widebodies foram transferidos para a transportadora de outras unidades do grupo: os -200 da extinta SunExpress Deutschland e os -300 da Lufthansa (seis), Brussels Airlines e Edelweiss Air (dois cada). A Discover também opera quatorze A320-200.
A Lufthansa tem pedidos para vinte e oito A350-900 (dos quais cinco são atribuídos à Swiss) e trinta e quatro B787-9. A Edelweiss Air, também do Grupo, opera atualmente uma frota widebody de cinco A340-300, mas pretende substituí-los por seis A350-900 usados.
A Condor, a maior transportadora de lazer da Alemanha e, portanto, principal rival da Discover Airlines, está no meio do seu programa de renovação de frota. A sua frota de fuselagem larga compreende atualmente dezessete A330-900, com mais seis previstos.
Apesar da rivalidade, a Lufthansa continua a alimentar os passageiros da Condor em rotas domésticas ao abrigo de um acordo proporcional especial (SPA) de longa data. O acordo deveria ser cancelado em 2020, mas, devido a uma longa batalha judicial, terminará agora em outubro de 2024.
A Emirates anunciou que está a organizar Open Days para tripulantes de cabine em três cidades portuguesas, em julho. Os candidatos terão a oportunidade de trabalhar na maior companhia aérea internacional do mundo, que emprega atualmente mais de 20.000 tripulantes de cabine, incluindo portugueses.
Os Open Days serão os seguintes:
Lisboa – 15 de agosto, às 9h00, no Ramada by Wyndham Lisbon
Porto – 24 de agosto, às 9h00, no NH Collection Porto
Os dois Open Days são eventos de entrada livre e não é necessário registo prévio. No entanto, recomenda-se que os candidatos leiam os requisitos antes de chegarem, que podem ser consultados aqui: https://www.emiratesgroupcareers.com/cabin-crew/.
A Emirates oferece aos seus candidatos excelentes oportunidades de carreira, com excelentes instalações de formação e uma vasta gama de programas de desenvolvimento para os seus funcionários. Todos os candidatos selecionados que iniciem a sua carreira de tripulante de cabine serão submetidos a uma intensa formação de oito semanas nos mais elevados padrões de hospitalidade, segurança e prestação de serviços, nas modernas instalações da Emirates no Dubai.
A tripulação da Emirates está sediada na cosmopolita cidade do Dubai e beneficia de um pacote salarial distinto no mercado que inclui uma variedade de benefícios, tais como um salário isento de impostos, alojamento gratuito fornecido pela empresa, transporte gratuito de e para o trabalho, excelente cobertura médica, bem como descontos exclusivos em compras e atividades de lazer no Dubai.
A Emirates voa para Portugal há 12 anos e oferece atualmente 14 voos semanais a partir de Lisboa. A companhia aérea é o maior operador mundial de aviões Boeing 777 e Airbus A380.
A rede global da Emirates, em constante crescimento, oferece muitas oportunidades de viagem para mais de 140 destinos em seis continentes. A tripulação de cabine da Emirates usufrui de benefícios de viagem para si e para os seus familiares e amigos para todos os destinos para onde a companhia aérea voa.
A Plus Ultra anunciou recentemente que vai incorporar cinco Airbus A330, depois de ter chegado a um acordo de princípio para adquirir estes aviões (“A Plus Ultra está a cumprir os seus compromissos com a SEPI”).
Se tudo correr como planeado, a companhia vai receber os modelos durante 2025. A intenção da administração é utilizá-los para uma expansão significativa nas rotas entre Espanha e a América Latina, onde se centra a sua atividade.
Atualmente, a Plus Ultra possui cinco A330 e um A340. O A340-300 com a matrícula EC-MQM, número de série 0399, será devolvido em março de 2025.
Hugo Castaño, acionista, diretor e comandante da Plus Ultra, explica que o seu A340 “é o último quadrimotor que opera em Espanha, um avião de grande porte, e que ainda está em empresas como a Lufthansa, mas que consome mais 25% de combustível do que o A330.” “Na sua despedida está prevista uma homenagem, na qual convidaremos todas as empresas espanholas”, acrescenta.
A Plus Ultra conta com 96 pilotos no seu quadro de funcionários para as seis aeronaves que possui na sua frota, embora planeie incorporar mais 50 pilotos em 2025 devido à expansão da frota.
Atualmente opera voos regulares para quatro países (Peru, Colômbia, Guiné Equatorial e Venezuela), com um total de 32 ligações semanais. Da mesma forma, possui uma poderosa linha de negócio ACMI/charter que representa 25% do seu facturamento.
Em Portugal a companhia pode ser vista a operar voos para a Azores Airlines à partida das Lajes, Ilha Terceira, para Nova Iorque, Boston e Toronto.
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