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“David Neeleman não tinha um euro para meter na TAP” – Pedro Nuno Santos

 

O ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, afirmou hoje no parlamento que o acionista David Neeleman “não tinha um euro para meter na TAP” e que o Governo quis ser “senhor” do plano de reestruturação.

“David Neeleman não tinha um euro para meter na TAP”, garantiu Pedro Nuno Santos, na Assembleia da República, perante os deputados da Comissão de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação.

Assim, prosseguiu, o Governo preferiu pagar 55 milhões de euros ao antigo acionista David Neeleman para sair da companhia e abdicar das prestações acessórias a que tinha direito, tornando-se, assim, “senhor do plano de reestruturação”, em vez de deixar essa responsabilidade a um privado que “mais cedo ou mais tarde” sairia da estrutura acionista.

“Tínhamos um sócio que não queria meter nem um cêntimo na companhia aérea. Os senhores [deputados] queriam que nós garantíssemos, que déssemos uma garantia pública para empréstimos à TAP, […] e eles continuariam a gerir a empresa de acordo com os seus interesses, […] que não estavam alinhados com os bons interesses do país e dos portugueses?” questionou o ministro das Infraestruturas e da Habitação.

Segundo avançou Pedro Nuno Santos, o outro acionista do consórcio Atlantic Gateway, Humberto Pedrosa (e que se mantém na estrutura acionista) “abdicou voluntariamente das prestações acessórias”, que podiam ser convertidas em ações, ao contrário de David Neeleman.

O ministro tinha já afirmado, na quinta-feira, em conferência de imprensa para apresentar publicamente o plano de reestruturação da TAP, que David Neeleman “tinha direito a prestações acessórias de 224 milhões de euros” ou seja, “no momento em que o Estado se tornasse maioritário, o privado ia pedir 224 milhões de euros”.

“O Estado não ia aceitar, ia disputar”, indicou, salientando que a solução mais aceitável foi pagar 55 milhões de euros ao acionista.

Ou seja, acrescentou, “David Neeleman aceitou perder 169 milhões de euros”.

Segundo o governante, o Estado pagou “ao sócio privado para ele ir embora”, que “não só foi poupado a injetar dinheiro na companhia”, como ainda recebeu 55 milhões de euros para sair.

O último voo do A380 da HiFly

 

A Hi Fly anunciou hoje nas suas redes sociais que no próximo dia 17 de dezembro o seu A380 irá descolar pela última vez do Aeroporto de Beja.

De referir que a Hi Fly anunciou o phase-out do seu único A380 no final do prazo de locação que acontece ainda este ano de 2020.

A companhia recorda que foram quase três anos de operações bem-sucedidas em todo o mundo.

A decisão de não estender o período inicial de arrendamento acordado veio como consequência da pandemia covid-19, que reduziu drasticamente a procura por aeronaves muito grandes.

Hi Fly pertence ao clube muito exclusivo de apenas 15 companhias aéreas que já operaram o A380, a maior e mais avançada aeronave de todos os tempos.

Esta aeronave foi um testemunho de quão longe o ser humano pode ir no desenvolvimento de algo tão extraordinário. Acima de tudo, o icónico 9H-MIP “Salve os Recifes de Coral” foi inspirador e levou essa mensagem responsável a centenas de milhões de pessoas nos quatro cantos do mundo.

O Airbus A380 será substituído na frota Hi Fly por Airbus A330 adicionais, uma aeronave menor e mais adequada para as actuais condições de mercado.

A HiFly transformou recentemente, por forma a dar resposta a maior procura por capacidade de transporte de carga, o seu A380 em avião “cargo”, através da retirada dos assentos da classe económica da aeronave.

Com esta alteração de configuração, o A380 oferece mais de 300m3 de capacidade de volume e quase 60 toneladas de carga.

Conheça o interior deste avião:

O A380 da Hi Fly está equipado motores Rolls Royce Trent 900 e tem uma capacidade para 471 passageiros distribuídos por três classes. O piso principal tem 12 lugares de primeira classe e 311 de classe económica enquanto que o piso superior tem 60 lugares de classe executiva e 88 de económica. Numa configuração de alta densidade este avião poderá transportar até 853 passageiros.

O A380 está equipado com tecnologia e acabamentos de última geração, contando cada assento com o seu próprio sistema de entretenimento individual da Panasonic eX2, proporcionando aos passageiros variadas possibilidades de entretenimento.

Adicionalmente, a performance deste avião vai ao encontro do compromisso de sustentabilidade da Hi Fly. Produzindo apenas 75 gramas de CO2 por passageiro por quilómetro, o A380 reduz emissões de gás nocivas transportando mais pessoas com um menor impacto para a atmosfera.

Marcos:

A 1 de fevereiro, o A380 da Hifly aterrava em Wuhan para realizar a evacuação de europeus daquela cidade.

A companhia aérea portuguesa foi contratada para fazer o resgate dos cidadãos europeus em território chinês, onde eclodiu o surto do coronavírus.

Em fevereiro, a Hi Fly foi distinguida com dois prestigiantes prémios da revista inglesa Global Transport Finance pela sua campanha de reintrodução do Airbus A380 no mercado.

Os prémios foram recebidos numa cerimónia que decorreu em Londres, no Merchant Taylor’s Hall, no coração do distrito financeiro da cidade.

O diretor financeiro do Grupo, Sérgio Bagorro, esteve presente na capital britânica para marcar presença na cerimónia de entrega de prémios e receber as distinções de: The Aircraft Remarketing Deal of the Year Award e The Daedalus Award, for Returning the A380 to the Skies.

A cerimónia foi apresentada pelo chefe de redação da Global Transport Finance, Jim Smith, que disse após o evento: “Os prémios atribuídos à Hi Fly foram o grande destaque da noite. A campanha de reintrodução do A380 foi pura e simplesmente notável.”

Voltando à sede da Hi Fly, em Lisboa, após regressar da cerimónia de entrega de prémios, Sérgio Bagorro comentou: “Foi uma grande honra para mim representar a Hi Fly e receber estas duas prestigiantes distinções. O crédito não é apenas meu, mas de toda a equipa da Hi Fly que contribuiu ativamente para o sucesso do projeto do A380.”

“Quando estamos dedicados ao negócio, podemo-nos por vezes esquecer que temos o mundo inteiro a observar os nossos passos e, neste caso, penso que podemos tomar este momento para nos orgulharmos de todos os esforços desenvolvidos no sentido da inclusão do A380 na nossa frota e relançamento do A380 no mercado.”

A introdução do A380 na frota da Hi Fly foi um marco importante para a empresa e para a indústria. A Hi Fly tornou-se a 4ª companhia aérea da europa a operar o avião, a 14ª a nível mundial e a 1ª dentro do seu modelo de negócio.

O avião foi apresentado à indústria com a participação da Hi Fly no Farnborough Airshow em julho de 2018 onde atraiu milhares de visitas tornando-se numa das principais atracões do evento.

Desde a sua introdução que o avião tem voado pelo mundo apresentando uma pintura única que apoia a campanha “Salve os recifes de Coral” da Fundação Mirpuri, exibindo um lado em azul escuro, com corais destruídos, que contrasta com um lado azul claro representando um oceano imaculado com vida marinha colorida e saudável.

O A380 da Hi Fly tem vindo a inaugurar rotas e visitar aeroportos em que nunca este modelo antes havia aterrado, tendo nomeadamente transportado passageiros entre as cidades de Londres e Nova Iorque. O modelo Airbus, em serviço há onze anos, nunca tinha feito este percurso, embora seja de longe a mais movimentada rota de longo curso do mundo.

EuroAtlantic realizou o seu terceiro voo para Díli este ano

 

Aterrou este domingo no Aeroporto Internacional Presidente Nicolau Lobato, em Díli mais um voo da euroAtlantic airways (EAA).

O voo YU671 operado pelo B767-300ER CS-TKR realizou uma escala técnica no Dubai.

As limitações impostas pela covid-19 às deslocações aéreas em todo o mundo – por exemplo, como sublinha Alvim, o aeroporto de Singapura, a principal placa giratória regional, está fechado – justificam a repetição desta operação, mas não apenas. O tamanho da pista do Aeroporto Internacional Nicolau Lobato, em Díli, “tem 1.500 ou 1.700 metros e não permite que os aparelhos de longo curso da TAP voem para lá”, explicou Mário Alvim.

Por isso, a EAA é a única companhia a voar para Díli e vê nessa circunstância uma oportunidade. “Gostaríamos de fazer um voo regular mensal para Díli”, acrescentou o administrador da operadora. “Para isso”, no entanto, a companhia precisaria do suporte de “ambos os governos”, português e timorense.

“A euroAtlantic disponibilizou-se a realizar um voo mensal direto e pediu ajuda aos dois governos. É um voo muito longo, com custos elevados e era bom que os governos se pudessem envolver. Seria um voo mensal, infelizmente não há tráfego para maior frequência, mas depois logo se via”, disse Mário Alvim.

“Há muita gente, militares, polícias, professores, estudantes, médicos, funcionários de ambos os estados que andam de um lado para o outro. Se os governos pagassem, por exemplo, os bilhetes destes passageiros, estariam a ajudar, mas há outras formas de envolvimento”, disse o piloto. O custo deste ‘charter’, com risco assumido totalmente pela EAA, é de quase 2.000 euros.

Há muitas formas de reduzir o preço do voo, há custos que podem ser reduzidos, taxas mais baratas, incentivos, o preço do combustível, disse Alvim. “Tudo é negociável, mas tem de haver vontade política de fazer o voo. Atualmente, estamos a pagar tudo a preços normais”, explicou.

Foto: Mario Alvim

“A operação de cada voo como este custa cerca de meio milhão de dólares, é uma operação com um custo elevado, mas podemos fazê-la, desde que haja vontade política de ambos os lados, e também assumimos algum risco. Precisamos de 200 a 250 passageiros para garantir a sustentabilidade da operação, tudo depende do preço do bilhete, mas há ainda a carga, que é um fator também importante”, acrescentou o administrador da EAA.

Cabo Verde Connect inaugurou a sua rota entre Lisboa e o Sal (com vídeo)

 

Aterrou ontem, 14 de dezembro, o primeiro voo da Cabo Verde Connect entre Lisboa e a Ilha do Sal, Cabo Verde.

O voo S46803 operado pelo A320 CS-TKK da SATA Azores Airlines foi recebido com o tradicional canhão de água.

Este é o primeiro voo internacional desde o início da pandemia a aterrar naquela ilha.

A Cabo Verde Connect iniciou a sua operação no dia 2 de dezembro com o voo entre Lisboa e a cidade da Praia.

A empresa, liderada por Tiago Raiano, administrador do Grupo Newtour, e Mário Almeida, ex-director dos TACV em Portugal e actual membro da Comissão Executiva da Newtour, contratou a SATA Azores Airlines para operar as suas cinco rotas.

A empresa tem programados voos de Lisboa para Praia, Sal e São Vicente, bem como da Praia para Paris e para Boston, via Ponta Delgada.

A empresa pretende alcançar uma taxa de ocupação de 70% nesses voos, afirmou Mário Almeida, director-geral e administrador da Cabo Verde Connect Services, numa conferência de imprensa.

Tiago Raiano, também administrador da empresa, sublinhou por sua vez que a Cabo Verde Connect Services pretende melhorar a conectividade do arquipélago e que, em 2018, discutiu o projecto com a Cabo Verde Airlines (CVA, antigos TACV) numa altura em que a companhia não estava a voar para a Praia.

“Aquilo que nós esperamos e desejamos é que a CVA recupere rapidamente, que comece a voar rapidamente e nesse momento nós deixaremos de fazer voos regulares para o Sal e neste sentido ocuparemos um espaço que existe, que é necessário para o tal equilíbrio, para a inexistência de dependência e de monopólios que permitam estar ao serviço da competitividade de Cabo Verde e da economia cabo-verdiana”, frisou Tiago Raiano, citado pela Lusa.

Wizz Air iniciou hoje a sua operação entre Londres e a Madeira

 

Faltavam 3 minutos paras as 11 da manhã quando o A321 G-WUKI da Wizz Air a operar o voo W65155, proveniente de Londres, aterrou no Aeroporto Cristiano Ronaldo, na Madeira.

Como é habitual nestas situações, a aeronave foi recebida pelo tradicional baptismo com os canhões de água.

A Wizz Air vai operar duas vezes por semana a sua nova rota entre Londres-Luton e o Funchal.

Os voos serão realizados às terças-feiras e sábados.

Num comunicado a ANA Aeroportos referiu: “É com imensa satisfação que recebemos a Wizz Air, a maior low- cost da Europa central. Acreditamos que este este voo, proveniente do nosso maior mercado emissor, que é o Reino Unido, contribuirá para a retoma que ambicionamos e poderá levar a companhia a estudar a abertura de novos mercados, particularmente no mercado da Europa central”, sublinha Roberto Santa Clara, diretor do Aeroporto da Madeira, citada na informação divulgada.

Satisfeito com a nova ligação mostra-se também Owain Jones, diretor executivo da Wizz Air UK, que refere, citado no comunicado enviado à imprensa, que “a Wizz Air UK continua empenhada para fazer o Reino Unido voar novamente, com segurança”.

“Estamos muito satisfeitos em iniciar mais uma rota para nossos clientes do Reino Unido, que sabemos que desejam viajar, especialmente quando se aproximam os meses de inverno. É por isso que não perdemos tempo ao apresentar destinos de férias emocionantes à nossa rede do Reino Unido, com tarifas verdadeiramente acessíveis. Os passageiros têm agora outra oportunidade de visitar o destino dos seus sonhos e explorar a deslumbrante Ilha vulcânica da Madeira”, acrescenta.

Já Eduardo Jesus, secretário Regional de Turismo e Cultura da Madeira, destaca que a “nova operação da Wizz Air surge num momento muito importante para o destino Madeira, através de uma companhia que apostou nas ligações diretas do Reino Unido para a região”, mercado que é o mais importante para a Madeira.

“Todos temos estado empenhados para que esta realidade aconteça e assim vamos continuar a trabalhar no sentido de aumentar cada vez mais a oferta de ligações e de lugares para a Madeira com o intuito de consolidar a retoma que gradualmente está a acontecer na ilha. Em nome da Região Autónoma da Madeira desejo o maior sucesso para esta operação, pois, assim sendo, ganharemos todos”, refere ainda o governante regional.

18 horas ligaram Perth a Paris num voo da Qantas

 

Por forma a facilitar a chegada de vários australianos ao seu país, a Qantas irá realizar nos próximos dois meses voos especiais de repatriamento à partida de Londres, Paris e Frankfurt.

O primeiro voo aconteceu hoje e ligou Perth a Paris num total de 18 horas, tendo sido operado pelo Boeing 787-9 Emily Balarinji

De referir que, a companhia está a desenvolver o projecto Sunrise que neste momento encontra-se suspenso devido à situação que a pandemia provocou na indústria da aviação.

Dos voos de repatriação, o mais longo será o Londres – Sydney, que no teste do Projeto Sunrise durou cerca de 19 horas e 30 minutos, percorrendo 17.800 km, sendo até hoje o voo comercial com passageiros mais longo já realizado.

Este é o primeiro voo da companhia aérea australiana para Paris desde 2002.

Qatar Airways aterra pela primeira vez em Luanda, Angola

 

Os passageiros de Luanda podem desfrutar de opções de viagem mais flexíveis, através do melhor aeroporto do Médio Oriente, o Aeroporto Internacional de Hamad, com a companhia aérea a operar para mais de 85 destinos na Ásia-Pacífico, Europa, Médio Oriente e América do Norte.

Os passageiros da Qatar Airways de África podem usufruir de novas franquias de bagagem, que variam entre 46 Kg para a Classe Económica e 64 Kg na Classe Executiva.

A Qatar Airways aterrou hoje pela primeira vez no Aeroporto Internacional Quatro de Fevereiro (LAD) – Luanda, Angola. Este voo marca o lançamento da rota semanal da companhia aérea para o destino. O serviço será assegurado pelo moderno Boeing 787 Dreamliner, que conta com 22 lugares na Classe Executiva e 232 lugares na Classe Económica.

O spotter Tony Mangueira Fernandes capturou através da sua objectiva a chegada do primeiro voo:

O primeiro voo foi operado pelo B787-8 A7-BCI que aterrou na pista R05 pelas 9h11 (hora local).

O Vice-Presidente da Qatar Airways em África, o Sr. Hendrik Du Preez afirmou: “Estamos muito satisfeitos por iniciar as operações para a capital de Angola, a sexta expansão realizada desde o início da pandemia. Luanda é a mais recente contribuição para a nossa crescente rede Africana, que liga a capital de Angola aos principais mercados do Extremo Oriente, Sudeste Asiático e Europa. A nova rota para a cidade costeira de Luanda não só solidifica ainda mais as ligações entre o Estado do Qatar e Angola, como irá permitir que proporcionemos uma viagem direta de e para este fascinante país com uma das economias em maior crescimento no Mundo”.

Foto: Tony Mangueira Fernandes

O Diretor Executivo da SGA – Sociedade Gestora De Aeroportos, Nataniel Domingues referiu “O Aeroporto Internacional Quatro de Fevereiro é o principal ponto de entrada e saída de pessoas estrangeiras em Angola. De notar que em 2019 mais de dois milhões de passageiros passaram pelo aeroporto, dos quais cerca de 10 por cento em voos de ou para o continente Asiático. Angola é um destino muito procurado devido às oportunidades de negócios e potencial turístico. Além disso tem a vantagem de ter uma localização estratégica na África Austral, o que torna o nosso aeroporto num importante  ponto de escala.”

Voos para Luanda:

Segunda-feira

Doha (DOH) para Luanda (LAD) QR1489 Partida 02:55, chegada 09:50

Terça-feira

Luanda (LAD) para Doha (DOH) QR1490 Partida 18:20, chegada 05:35 +1

Com voos para mais de 85 destinos na Ásia-Pacífico, Europa, Médio Oriente e América do Norte, os passageiros que desejem viajar de ou para a Angola, podem agora usufruir de uma conectividade sem interrupções através do Melhor Aeroporto do Médio Oriente, o Aeroporto Internacional Hamad. Em meados de dezembro, a Qatar Airways irá estar a operar mais de 70 voos semanais para 20 destinos em África, incluindo Abuja, Accra, Addis Ababa, Cidade do Cabo, Casablanca, Dar es Salaam, Djibouti, Durban, Entebbe, Joanesburgo, Kigali, Kilimanjaro, Lagos, Luanda, Maputo, Mogadíscio, Nairobi, Seychelles, Tunis e Zanzibar.

De acordo com a expansão das operações da companhia no continente Africano, os passageiros podem experienciar a hospitalidade africana a bordo, com a tripulação de cabine multicultural da transportadora, que inclui mais de 30 nacionalidades africanas. Além disso, podem também desfrutar de uma variedade de filmes africanos, programas de televisão e música no Oryx One, o sistema de entretenimento em voo da Qatar Airways.

Os viajantes africanos da Qatar Airways podem usufruir de novas franquias de bagagem que variam entre 46 Kg para a Classe Económica, divididos em duas peças, e 64 Kg divididos também em dois na Classe Executiva. Esta iniciativa foi concebida para oferecer mais flexibilidade e conforto aos passageiros quando viajam a bordo da Qatar Airways. Para mais informações, visite https://www.qatarairways.com/pt-pt/baggage/allowance.html

O investimento estratégico da Qatar Airways numa variedade de aviões bimotores eficientes em termos de combustível, incluindo a maior frota de aviões Airbus A350, permitiu à Qatar Airways continuar a voar durante esta crise e posicionar-se na liderança da recuperação sustentável das viagens internacionais. A companhia aérea recebeu recentemente três novos aviões Airbus A350-1000 de última geração, aumentando a sua frota total de A350 para 52 aviões, com uma idade média de apenas 2,6 anos. Devido ao impacto da COVID-19 na procura de viagens, a Qatar Airways imobilizou a sua frota de aviões Airbus A380, uma vez que não é ambientalmente justificável operar um avião tão grande no mercado atual. A Qatar Airways também lançou recentemente um novo programa que permite aos passageiros compensar voluntariamente as emissões de carbono associadas à sua viagem no ponto de reserva.

Galardoada com inúmeros prémios, a Qatar Airways foi nomeada “World’s Best Airline” pelos World Airline Awards em 2019, geridos pela Skytrax. Foi também designada “Melhor Companhia Aérea do Médio Oriente”, “Melhor Classe Executiva do Mundo”, e “Melhor Lugar de Classe Executiva”, em reconhecimento da sua experiência pioneira na Classe Executiva, Qsuite. Os assentos Qsuite têm uma configuração de 1-2-1, proporcionando aos passageiros mais espaço, privacidade, conforto e distanciamento social, produto exclusivo da Classe Executiva. É a única companhia aérea a ter recebido cinco vezes o cobiçado título “Skytrax Airline of the Year”, que é reconhecido como o auge da excelência na indústria aérea. O HIA foi recentemente classificado como “Terceiro Melhor Aeroporto do Mundo”, entre 550 aeroportos do mundo, pelos Skytrax World Airport Awards 2020.

 

Próximos voos da LAM entre Maputo e Lisboa serão operados com A330neo da HiFly

 

De acordo com a LAM– Linhas Aéreas de Moçambique os próximos voos entre Moçambique e Portugal serão operados com equipamento A330neo no lugar do habitual A330-300.

Este domingo, 13 de dezembro, a aeronave 9H-SZN realizou o voo HC703 para Maputo onde hoje irá realizar o voo TM7704 pelas 23h55 hora local).

O spotter Aaron Vancoillie capturou através da sua objectiva o momento da chegada do A330neo ao aeroporto Humberto Delgado no voo e posicionamento de Beja.

O A330neo CS-TKY também será afecto a esta operação.

Recentemente a companhia anunciou que tendo em consideração a pertinência e o índice de adesão aos voos da ligação entre Maputo e Lisboa decidiu-se pelo alargamento da vigência dos mesmos até janeiro de 2021.

A companhia indica que as frequências continuam nos horários já publicados, ou seja, às 20:00 horas locais, de Lisboa para Maputo, às terças-feiras e às 23:55 horas locais, de Maputo para Lisboa, às quartas-feiras.

De referir que existe a possibilidade de ajustes no horário e no número de frequências, de acordo com as necessidades de mercado.

“Estamos atentos às oportunidades na rota, para melhor servir com simpatia, cortesia, conforto e preços competitivos. Os resultados têm sido encorajadores; para além dos passageiros que voam ponto-a-ponto (Maputo-Lisboa vv), temos estado a transportar ainda os de e para diferentes origens, como Espanha, França, Brasil, Canadá, Estados Unidos da América, Japão, entre outros, que vão a Portugal. Estamos a trabalhar com outras companhias aéreas na Europa, com o objectivo de disponibilizar tarifas únicas para os destinos e origens além Lisboa”, disse o Director Geral da LAM, Eng.º João Carlos Pó Jorge.

A título de curiosidade, este A330-900 9H-SZN foi o primeiro A330neo recebido pela HiFly de uma encomenda de 10 unidades.

O A330neo está equipado com uma cabine de três classes, compreendendo 32 assentos de Classe Executiva, 21 Premium Plus e 237 Classe Económica.

O A330neo é um verdadeiro avião de nova geração baseado no sucesso do A330 e inspirado na tecnologia A350 XWB. O modelo incorpora motores Rolls-Royce Trent 7000 de nova geração altamente eficientes e uma nova asa 3D optimizada de maior alcance com novos Sharklets. Juntos, estes avanços trazem uma redução significativa no consumo de combustível de 25% em comparação com aeronaves concorrentes de geração anterior de tamanho similar.

Air Baltic recebeu mais dois A220-300

 

A Air Baltic, companhia aérea da Letónia, recebeu mais dois novos A220-300.

O YL-AAX e YL-AA sao respectivamente a 24ª e 25ª aeronaves A220-300 da companhia.

Com estes dois modelos a companhia encerra o ano no que respeita à entrega de novas aeronaves.

A Air Baltic tem um pedido para 50 aeronaves do modelo, mais 30 de opção, realizada ainda no tempo em que este avião tinha sido lançado pela Bombardier, com a denominação CSeries.

Desde maio de 2020, a Air Baltic opera todos os seus voos com um único tipo de aeronave, o Airbus A220-300, minimizando a complexidade e beneficiando da eficiência adicional proporcionada pela aeronave.

O Airbus A220-300 tem registado um desempenho para além das expectativas da empresa e com uma excelente experiência de voo com benefícios para os passageiros, como assentos mais largos, janelas maiores e mais espaço para bagagem de mão na cabina.

A nova aeronave também é consideravelmente mais silenciosa, com uma pegada de ruído quatro vezes menor. Além disso, atualmente é o avião comercial mais ecológico do mundo, já que é a primeira aeronave a ter uma declaração transparente do impacto ambiental do ciclo de vida.

UPS e FedEx juntas no transporte e distribuição da vacina contra o Covid 19 nos EUA

As primeiras remessas de vacinas contra o Covid 19 chegaram hoje aos EUA ao centro da UPS Worldport para distribuição.

De acordo com a CEO da UPS, Carol Tome:  “Este é um momento como nenhum outro e exige uma grande organização que a UPS tem vindo a desenvolver em Logística de Saúde.”

As primeiras vacinas foram transportadas através de um A300 da FedEx e de um Boeing 757 da UPS.

De referir que, a UPS e FedEx, normalmente rivais, estão a trabalhar neste momento lado a lado para enviar/distribuir a vacina contra o coronavírus desenvolvida pela Pfizer e BioNTech, a primeira das vacinas a obter a aprovação do governo dos EUA.

Após meses de preparação, a UPS e FedEx começam hoje o transporte da vacina da Pfizer nos EUA.

Os aviões com as vacinas terão prioridade no tráfico sério e os camiões das transportadoras serão escoltados nas estradas, além de todas as caixas com vacinas terem dispositivos de rastreamento.

Emirates recebeu o seu 117º avião Airbus A380

A Emirates recebeu o seu 117º A380, este é o segundo superjumbo a sjuntar-se à frota da companhia este mês.

A companhia anuncia que em breve vai receber o seu A380 com a nova classe Premium Economy.

 

Foto: Emirates

O presidente executivo da Emirates Sir Tim Clark disse: “O A380 tem sido uma história de sucesso para a Emirates, e reflete-se no forte interesse por parte dos passageiros onde quer que voemos com este avião no decorrer dos últimos anos. O A380 ajudou-nos a responder eficientemente à procura dos passageiros em aeroportos com restrições de slots, apoiando as nossas operações centrais de longa distância. Com a amplitude e tecnologia deste avião, foi-nos possível introduzir novos conceitos que melhoraram a experiência a bordo. Estamos entusiasmados para apresentar a nossa nova Premium Economy. O A380 continuará a ser o nosso avião de bandeira durante a próxima década, e reimplantá-lo-emos em mais rotas à medida que a procura por viagens retomar.”

A Emirates indicou que voltou a disponibilizar os seus produtos icónicos, incluindo o A380 Onboard Lounge e Shower Spa.

A Emirates voa actualmente com o A380 à partida do Dubai para o Cairo, Amã, Paris, Londres, Guangzhou, Manchester e Moscovo.

SATA Azores Airlines realizou voo de Estado para os Governos da Guiné Bissau e de Cuba

 

A SATA Azores Airlines realizou recentemente mais uma missão de Estado para os Governos da Guiné Bissau e de Cuba.

A companhia tinha transportado há seis meses atrás profissionais de saúde vindos de Havana (Cuba) em auxílio à Guiné Bissau e  agora realizou o transporte de regresso.

Mais uma vez a aeronave envolvida nesta operação foi o A321LR CS-TSH “Magical”.

A forma calorosa como os passageiros e tripulação foram acolhidos deixará as melhores recordações em todos os que participaram ativamente na realização deste voo tão especial.

Foto: SATA Azores Airlines

Esta operação especial desenvolveu-se, tal como as anteriores em que a SATA Azores Airlines participou, em estreita colaboração com as entidades de saúde dos Países envolvidos; com o estreito acompanhamento do Ministério dos Negócios Estrangeiros e, neste caso em especifico, em cooperação com Governo da Guiné-Bissau.

Considerando que a situação de pandemia em que todos nos encontramos exige medidas excecionais, quer na preparação, quer no desenvolvimento das operações, a companhia aérea tem dedicado especial atenção às medidas de segurança e de prevenção adicionais que tem adotado em todos os seus voos, quer sejam em regime charter ou regulares, a fim de salvaguardar a segurança e o bem-estar dos passageiros.

“Primeiro” voo do TAP Cargo

 

Descolou hoje pela “primeira” vez o A330-200 da TAP Air Cargo. Na verdade e o primeiro voo de carga que a aeronave CS-TOP está a realizar já com os stickers da TAP CARGO.

As fotos da descolagem deste voo podem ser encontradas em vários Grupos de Spotting pela perspectiva do spotter Luís Miguel Rodrigues.

O voo TP9175 está neste momento em rota para Nova Iorque para transporte de carga.

A companhia apresentou ontem, 11 de dezembro, o vídeo sobre a conversão desta aeronave para cargo:

A título de curiosidade, de referir que a TAP Air Cargo está a preparar o plano de transporte para a vacina da Covid-19 para Portugal e a reunir todos os meios e parcerias necessários. Governo prevê a chegada da vacina ao país em janeiro de 2021.

Os preparativos da transportadora para responder às necessidades de transporte de vacinas contra a Covid-19 incluem: o desenho do plano de transporte e o diálogo com os parceiros da cadeia logística, para garantir a contratação de contentores de temperatura controlada (pharma) e o acesso a instalações que cumpram os requisitos necessários. A antecipação da operação logística de transporte e armazenamento da vacina é, aliás, uma das principais recomendações feitas a governos e privados pela International Air Transport Association, ou IATA (Associação Internacional de Transporte Aéreo), que recentemente divulgou os requisitos para manuseio, transporte e distribuição da vacina pela aviação.

As diretrizes da IATA foram fixadas em parceria com diversas organizações de saúde internacionais e alertam para a complexidade da operação, que inclui desafios como garantir espaço suficiente de armazenamento, aprovações regulatórias de transporte, gestão de fronteiras, segurança contra roubos e a movimentação de material ultracongelado. As vacinas que até agora apresentaram os melhores resultados nos testes necessitam de ser mantidas a temperaturas de -20ºC (vacina da farmacêutica Moderna) ou -70ºC (vacinas da Pfizer e da BioNTech).

A330 Beluga XL em manobras no Porto (com vídeo)

 

O Airbus A330-743L – F-WBXL – Beluga XL esteve hoje, 11 de dezembro, a realizar uma série de manobras no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, para formação de pilotos.

As manobras consistem na aproximação com ventos cruzados e touch and go.

O spotter Gonçalo Guimarães captou o momento da chegada:

Como era esperado o momento atraiu muitos spotters para junto do aeroporto apesar do mau tempo que se azia sentir.

O Airbus Beluga XL (Airbus A330-743L) foi concebido para o transporte de peças de outros aviões. O novo modelo foi baseado no avião comercial Airbus A330, para ser o sucessor do Airbus Beluga. O XL tem uma extensão no topo da fuselagem como o Beluga.

Os Belugas existentes não serão retirados de serviço com a progressiva entrada dos Belugas XL.

A Airbus irá ter uma frota mista e deverá operar por pelo menos cinco anos, já que o aumento da taxa de produção de aeronaves de corredor único requer uma maior capacidade para transportar mais peças.

A título de curiosidade, a actual frota Beluga voou mais de 9 mil horas em 2018, mas os cinco Belugas estão apenas na “meia-idade”.

A frota Beluga subirá para oito quando os três XL´s forem introduzidos, já que os cinco originais permanecerão em serviço antes de serem retirados de 2021.

A frota Beluga original está a chegar ao seu limite, voando cinco vezes ao dia e seis dias por semana: 10.000 horas em 2018. Um Beluga original leva o triplo do tempo para transportar as peças do A330 em comparação com as partes de um A320, subindo para nove vezes para as peças do A350.

O BelugaXL recebeu a sua certificação de tipo da Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA), abrindo caminho para a entrada ao serviço no início de 2020.

A aeronave é parte integrante do sistema industrial da Airbus e um facilitador essencial para os requisitos de aceleração da produção para além de 2019.

O BelugaXL permite um aumento de capacidade em 30%, sendo sete metros mais longo que o seu antecessor BelugaST.

Com o maior compartimento de carga do mundo, o BelugaXL pode transportar duas asas de A350 XWB em comparação com o BelugaST, que só pode transportar uma.

Com uma carga útil máxima de 51 toneladas, o BelugaXL tem um alcance de 4.000 km (2200 nm).

A aeronave recebeu o seu selo de aprovação após um teste de voo.

No total, seis aeronaves serão construídas entre 2019 e 2023, substituindo gradualmente a atual frota de transportadores BelugaST.

Lançado em novembro de 2014, o BelugaXL é baseado num A330-200 Freighter, com uma ampla gama de componentes e equipamentos existentes, o BelugaXL é alimentado por motores Rolls Royce Trent 700.

A cabine do piloto rebaixada, a estrutura do compartimento de carga e a cauda foram desenvolvidas em conjunto com os parceiros, dando à aeronave uma aparência distinta.

O BelugaXL é a mais recente adição ao portfólio de transporte da Airbus. Embora o transporte aéreo ainda seja o principal método de transporte de grandes componentes de aeronaves, a Airbus também usa transporte rodoviário, ferroviário e marítimo para transportar as peças entre os seus locais de produção.

Como o BelugaST, a aeronave irá operar em 11 destinos na Europa.

A380 da HiFly está a realizar transporte de carga entre Xangai e Hamburgo

 

Esta programado aterrar pelas 00:20 (hora local) em Hamburgo o voo 5K381 operado pelo A380 9H-MIP da HiFly.

O A380 foi contratado para uma missão de transporte de material médico entre Xangai e Hamburgo. Nos voos entre Portugal e a China, vem como no voo de regresso entre a China e a Alemanha, o voo realiza uma escala técnica em Seul para descanso da tripulação.

De referir que no dia 3 de novembro a Hi Fly anunciou que vai realizar o phase-out do seu A380 no final do prazo de locação que acontece ainda este ano de 2020.

A companhia recordar que foram quase três anos de operações bem-sucedidas em todo o mundo.

A decisão de não estender o período inicial de arrendamento acordado veio como consequência da pandemia covid-19, que reduziu drasticamente a procura por aeronaves muito grandes.

Hi Fly pertence ao clube muito exclusivo de apenas 15 companhias aéreas que já operaram o A380, a maior e mais avançada aeronave de todos os tempos.

Esta aeronave foi um testemunho de quão longe o ser humano pode ir no desenvolvimento de algo tão extraordinário. Acima de tudo, o icónico 9H-MIP “Salve os Recifes de Coral” foi inspirador e levou essa mensagem responsável a centenas de milhões de pessoas nos quatro cantos do mundo.

O Airbus A380 será substituído na frota Hi Fly por Airbus A330 adicionais, uma aeronave menor e mais adequada para as actuais condições de mercado.

A HiFly transformou recentemente, por forma a dar resposta a maior procura por capacidade de transporte de carga, o seu A380 em avião “cargo”, através da retirada dos assentos da classe económica da aeronave.

Com esta alteração de configuração, o A380 oferece mais de 300m3 de capacidade de volume e quase 60 toneladas de carga.

Conheça o interior deste avião:

O A380 da Hi Fly está equipado motores Rolls Royce Trent 900 e tem uma capacidade para 471 passageiros distribuídos por três classes. O piso principal tem 12 lugares de primeira classe e 311 de classe económica enquanto que o piso superior tem 60 lugares de classe executiva e 88 de económica. Numa configuração de alta densidade este avião poderá transportar até 853 passageiros.

O A380 está equipado com tecnologia e acabamentos de última geração, contando cada assento com o seu próprio sistema de entretenimento individual da Panasonic eX2, proporcionando aos passageiros variadas possibilidades de entretenimento.

Adicionalmente, a performance deste avião vai ao encontro do compromisso de sustentabilidade da Hi Fly. Produzindo apenas 75 gramas de CO2 por passageiro por quilómetro, o A380 reduz emissões de gás nocivas transportando mais pessoas com um menor impacto para a atmosfera.

Bruxelas vai avaliar proposta inicial de plano de reestruturação da TAP e SPAC diz que ministro tem passado dados incorrectos

 

A Comissão Europeia vai avaliar a proposta inicial do plano de reestruturação TAP enviado pelo Governo, com vista à sua aprovação, disse à Lusa fonte do executivo comunitário.

“As autoridades portuguesas apresentaram à Comissão um projeto de plano de reestruturação da empresa. O plano será agora sujeito à avaliação e aprovação da Comissão”, segundo adiantou à Lusa uma porta-voz do executivo comunitário.

A mesma fonte salientou que Bruxelas não comenta o conteúdo do plano nem pode ainda prever o calendário ou o resultado da avaliação.

“A Comissão continua a manter contactos estreitos e construtivos com as autoridades portuguesas sobre esta matéria”, salientou também.

O Governo entregou à Comissão Europeia (CE) a proposta inicial do plano de restruturação da TAP, que prevê para o próximo ano um auxílio do Estado de 970 milhões de euros, anunciou o executivo.

De acordo com um comunicado conjunto dos ministérios das Infraestruturas e da Habitação e das Finanças, “foi entregue hoje [quinta-feira] à Comissão Europeia uma proposta inicial do plano de reestruturação da TAP, ao abrigo da Diretiva Europeia que regulamenta os auxílios de Estado”.

O Governo estima que a TAP tenha condições para começar a devolver os apoios do Estado em 2025, mas até lá poderá ter de receber um valor superior a 3,7 mil milhões de euros, segundo o ministro das Infraestruturas.

Também hoje, o presidente do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) afirmou que o ministro das Infraestruturas, Nuno Santos, tem passado dados incorretos, à semelhança de outros responsáveis, aconselhando-os a “afinar as suas bússolas”.

“Há várias pessoas, como o senhor ministro das Infraestruturas, que têm passado alguns dados que não estão corretos e nós temos como prová-lo”, lamentou Alfredo Mendonça, em conferência de imprensa, em Lisboa.

De acordo com o responsável, dados incorretos “causam muitos danos na classe e no seu futuro”.

Assim, “estas pessoas precisam de afinar as suas bússolas e reorientarem a navegação”, considerou.

O SPAC disse ainda desconhecer qual a origem dos dados que apontam que a TAP tem mais pilotos do que as congéneres, defendendo que estes não são verdadeiros.

O ministro das Infraestruturas disse hoje que a TAP tem mais 19% de pilotos por aeronave do que “praticamente todos os concorrentes”, sublinhando que a empresa tinha um conjunto de desvantagens competitivas face às congéneres, antes da covid-19.

“A TAP tem mais 19% de pilotos por aeronave do que praticamente todos os concorrentes. A TAP tem mais 28% de tripulantes por aeronave do que a maior parte dos concorrentes”, disse Pedro Nuno Santos.

“A TAP tinha e tem um conjunto de ineficiências que a tornam menos competitiva do que os seus concorrentes, que são as companhias de bandeira. Antes da covid-19 tinha já um conjunto de desvantagens competitivas face às congéneres”, acrescentou.

Segundo o governante, “para produzir o mesmo, a TAP precisa de mais pilotos”, uma diferença face aos concorrentes diretos que, disse, tem que ser corrigido com o plano de reestruturação.

A informação foi transmitida em conferência de imprensa conjunta do ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, e do secretário de Estado do Tesouro, Miguel Cruz, no Ministério das Infraestruturas, em Lisboa, depois de o Governo ter entregado o plano de reestruturação da companhia aérea à Comissão Europeia, na quinta-feira.

 

Manutenção e Engenharia da TAP com 30% da redução de trabalhadores – sindicato

 

O Sindicato dos Técnicos de Manutenção de Aeronaves (Sitema) disse hoje que 30% dos despedimentos previstos na TAP são na Manutenção e Engenharia, uma área com “resultados positivos”, lê-se num comunicado.

“Dos 750 despedimentos previstos nos trabalhadores de terra da TAP 450 são da TAP Manutenção e Engenharia (TAP ME), uma área da empresa que, desde há várias décadas, apresenta resultados positivos para o grupo TAP”, referiu a estrutura sindical.

Esta previsão representa “uma redução de mais de 30% de trabalhadores nesta estrutura”, referiu o Sitema, garantindo que “ainda não foi informado acerca dos despedimentos previstos especificamente na classe dos Técnicos de Manutenção de Aeronaves (TMA’s) que representa apenas cerca de 50% do total de trabalhadores da TAP ME”.

O sindicato considera “a reestruturação necessária, não só no que respeita a cortes de alguns custos, mas, sobretudo, no que concerne à modificação de processos, de medidas de produtividade e do desenho hierárquico da TAP”, mas Paulo Mando, presidente da entidade, defende que “quando é necessário fazer cortes” devem ser executados “nas gorduras e não no músculo”.

O sindicato recorda ainda que “desde 2001 que o número de TMA’s tem vindo a decrescer na TAP”, sendo que, nessa altura, para “uma frota de 36 aviões, a companhia aérea de bandeira portuguesa trabalhava com 1.409 profissionais desta classe”.

Atualmente a classe inclui cerca de 900 TMA´s “para uma frota de 87 aviões, o que revela um rácio de 1,44 técnicos por avião, número bastante inferior à média de TMA’s por aeronave praticada pelas companhias aéreas de referência, que se situa nos 3,5”, garante o Sitema.

Paulo Manso refere ainda que, no que diz respeito à redução de 25% na massa salarial dos trabalhadores, prevista no plano de reestruturação, “um técnico em início de carreira aufere, na TAP, cerca de 800 euros” e que “a média de vencimentos dos trabalhadores que efetivamente reparam os aviões para poderem voar em segurança está entre os 1.600 e os 1.700 euros”.

O responsável assegura que “este valor, ao contrário, do que tem sido anunciado, pelo menos no que respeita aos TMA´s, está muito abaixo do que é praticado em outras companhias onde colegas ganham numa semana o que quem trabalha na TAP ganha num mês”.

O Sitema indica ainda que, no ano passado, a TAP ME apresentou resultados positivos de 47 milhões de euros.

Em 18 de novembro, o Sitema disse que a “TAP não pode dispensar mais técnicos de manutenção de aeronaves”, alertando para as consequências da falta destes profissionais, segundo um comunicado.

A companhia aérea “já procedeu à dispensa de uma parte destes nossos colegas que se encontram agora numa situação de desemprego”, sendo que “alguns já foram entretanto contratados por empresas concorrentes da TAP”, referiu o sindicato.

A estrutura sindical referiu que a transportadora “está a desperdiçar mais de 980.000 euros investidos só na sua formação teórica base, além do tempo e dinheiro já investido na sua formação prática, que agora se estava a iniciar e que era preciso manter por forma a atingir a sua maturidade profissional”, lembrando que demora em média 10 anos até um profissional destes estar totalmente autónomo.

“A dispensa destes nossos colegas não só não soluciona, como vem acentuar um problema grave já existente: a falta de mão-de-obra na nossa classe profissional devido à elevada saída destes profissionais para outras companhias aéreas”, lê-se no comunicado.

O prazo para a entrega do plano de reestruturação da TAP à Comissão Europeia, condição dada por Bruxelas para aprovar o auxílio estatal de até 1.200 milhões de euros à companhia aérea, termina hoje.

Segundo fonte oficial do Ministério das Infraestruturas, o Governo entrega hoje o plano de reestruturação exigido por Bruxelas, no âmbito do apoio estatal de até 1.200 milhões de euros, aprovado pela Comissão Europeia, em 10 de junho.

A partir daquela data, a companhia tinha seis meses para apresentar um plano de reestruturação que demonstre que a empresa tem viabilidade futura, uma vez que a Comissão Europeia entendeu que a companhia já se encontrava numa situação financeira difícil antes da pandemia de covid-19, não sendo, assim, elegível para apoios específicos para empresas que estejam a sofrer os impactos da crise sanitária.

A elaboração do plano ficou a cargo da consultora Boston Consulting Group (BCG), escolhida pela companhia aérea.

O plano prevê o despedimento de 500 pilotos, 750 tripulantes de cabine e 750 trabalhadores de terra, a redução de 25% da massa salarial do grupo e do número de aviões que compõem a frota da companhia, divulgaram os sindicatos que os representam.

Com o fim da Cathay Dragon surge o primeiro A321neo com as cores da Cathay Pacific

 

Devido à atual situação que está a afetar o sector aéreo, a companhia aérea de Hong Kong, Cathay Pacific, anunciou uma reestruturação que inclui a eliminação de 8.500 postos de trabalho e o encerramento da sua subsidiária Cathay Dragon.

A Cathay Dragon, que operava voos regionais, encerrou no passado dia 21 de outubro as suas operações.

Foto: Tobias Gudat

Com o encerramento e desaparecimento da marca há necessidade de alterar todas as cores da frota que continuará a operar na Cathay Pacific.

Foi isso mesmo que aconteceu ao A321neo B-HPB que chegou no passado dia 15 de novembro a Hong Kong.

O modelo já recebeu as novas cores:

O primeiro modelo chegou a Hong Kong a 15 de novembro

“Aproximadamente 8.500 postos de trabalho em todo o Grupo Cathay Pacific (incluindo a Cathay Dragon) serão eliminados, o que representa cerca de 24% do Grupo, que tem cerca de 35 mil funcionários, pode ler-se no comunicado enviado à bolsa de valores de Hong Kong.

Da reestruturação também faz parte um possível adiamento para a entrega dos modelos Boeing 777X, por parte da Boeing. A Cathay deveria receber os primeiros 777-9 em 2021, mas devido aos atrasos no desenvolvimento da aeronave, todos os planos ficaram alterados. Neste momento a companhia pretende receber os seus modelos a partir de 2025.

Nova ligação da euroAtlantic Lisboa-Díli/Díli-Lisboa proporciona Natal em família

 

A companhia aérea portuguesa euroAtlantic airways (EAA) vai realizar o terceiro voo de ligação a Díli operado este ano. Depois de em abril ter realizado um voo de repatriamento e em setembro a EAA ter levado de volta à capital da República Democrática de Timor-Leste cerca de 80 professores portugueses, um Boeing 767-300 da euroAtlantic airways vai agora voltar a aterrar em Díli.

A operação natalícia da EAA irá permitir que centenas de timorenses passem o Natal junto dos seus familiares; que vários professores portugueses a lecionar em Timor-Leste venham passar a quadra natalícia a Portugal e que seja realizada pelo Ministério da Defesa a rendição de alguns militares da guarnição militar portuguesa em Timor Leste.

Mas este será também um voo de cariz humanitário, uma vez que serão transportados para Díli muitos medicamentos necessários em Timor-Leste.

Na noite de dia 12 para 13 de dezembro levanta voo em direção à capital de Timor-Leste o avião da EAA que transportará centenas de timorenses que assim têm a possibilidade de passar o Natal no seu país e junto dos seus familiares.

«Mais uma vez a euroAtlantic airways cumpre os desejos dos timorenses e volta a ser a única companhia aérea portuguesa a voar neste momento para Díli, permitindo assim que centenas de cidadãos de Timor-Leste a viver em Portugal possam juntar-se aos seus familiares nesta quadra natalícia e permitirá que muitos portugueses que estão em Timor, como professores e militares, venham passar o Natal em Portugal”, afirma Eugénio Fernandes, CEO da euroAtlantic airways.

O Boeing 767-300 sairá de Lisboa na noite do dia 12 para 13 de dezembro fará escala técnica no Dubai e aterrará no aeroporto de Díli às 21h15 (hora de Lisboa). O Voo de regresso está marcado para o dia 14 de dezembro, às 23h00 (hora de Lisboa), fará escala técnica em Kuala Lumpur e Dubai e deverá transportar vários portugueses a viver em Timor-Leste e que virão passar o Natal a Portugal.

Esta nova operação entre o Aeroporto Humberto Delgado (Lisboa) e o Aeroporto Internacional Nicolau Lobato (Díli) e vice-versa, é comercializada pela Sonhando, operador turístico da euroAtlantic airways. Um voo que está também está a ser comercializado para passageiros de Inglaterra, Escócia, Estados Unidos, Brasil, Cuba e Chile, com uma tarifa de 1980 euros, com taxas incluídas.

O voo obedece a todas as regras de segurança em vigor devido ao atual momento de pandemia e os passageiros devem apresentar-se no check-in com um teste negativo de Covid-19, realizado 72 horas antes.

Esta operação da EAA visa também o transporte de várias toneladas de carga, de que se destaca, para além de bagagens de passageiros em porão e outras cargas, muitos kilos de bacalhau encomendados em Portugal por várias empresas e particulares timorenses. Nesta época natalícia, também em Timor-Leste o bacalhau faz parte da ementa tradicional de Natal e assim não faltará à mesa de muitos timorenses, graças ao seu transporte no voo da EAA.

Por outro lado, o voo da EAA para Díli irá transportar também vários medicamentos necessários em Timor-Leste.

Boeing retomou entrega de B737 MAX

 

A Boeing retomou ontem, 9 de dezembro, a entrega de um modelo Boeing B737MAX. A primeira companhia a voltar a receber o modelo MAX foi a United Airlines.

De referir que, a companhia realizou uma encomenda em 2012 para o B737 MAX 9 e em 2017 optou por aumentar o pedido com mais aviões, agora da variante MAX 10, totalizando 185 unidades encomendadas.

O N27519 é o décimo quinto modelo da família MAX que a United recebe, sendo um MAX 9, assim como os anteriores.

Desapareceu equipamento ultra-secreto do “Avião do Juízo Final”

 

De acordo com agência Reuters, a polícia Russa montou uma operação de caça ao homem depois que um grupo de assaltantes roubou equipamento técnico de uma aeronave militar de perfil ultra-secreto, conhecida como “Avião do Juízo Final”, e que está desenhada para ser usada numa guerra nuclear.

Segundo as informações conhecidas, o roubo aconteceu quando uma equipa realizava trabalhos de manutenção no avião Ilyushin Il-80.

A aeronave foi modificada a partir de um avião a jato da União Soviética, durante o final da Guerra Fria, para servir como posto de comando aéreo para altos oficiais controlarem as suas tropas, durante uma possível guerra nuclear.

O assalto foi descoberto apenas no início desta semana, quando foram encontrados sinais de invasão através da escotilha de carga. Faltavam 39 unidades eletrónicas.

Este incidente veio levantar sérias questões sobre a segurança das instalações militares e numa altura que o presidente russo, Vladimir Putin, tem investido muito dinheiro para reformar o exército russo.

A polícia da região de Rostov adiantou, num comunicado, que a operação de busca estava a decorrer, mas que ainda não foi detido nenhum suspeito.

As autoridades não adiantaram detalhes sobre a natureza do material roubado, contudo, revelou que valia cerca de um milhão de rublos, cerca de 11 mil euros.

Especialistas russos acreditam que o equipamento foi roubado porque algumas unidades tinham sido montadas com recurso a metais preciosos, tais como ouro e platina.

SATA Azores Airlines realizou mais um voo entre as Bermudas e Ponta Delgada

 

Mais uma vez a SATA Azores Airlines foi contratada para a realização de uma operação charter entre as Bermudas e Ponta Delgada.

O voo à partida das Bermudas aconteceu ontem, 9 de dezembro, e o voo de regresso esta programado para o dia 9 de janeiro.

Este voo permitiu que vários Açorianos a morar naquela ilha possam passar as datas festivas do Natal no arquipélago dos Açores.

Este voo foi operado pelo A321neo CS-TSF.

Há quem diga que as Bermudas são a décima ilha Açoriana. As Bermudas são um território insular britânico no Atlântico Norte conhecido pelas suas praias de areias rosas, como Elbow Beach e Horseshoe Bay.

A ilha tem uma mistura única das culturas britânica e norte-americana, que pode ser encontrada na capital, Hamilton.

De referir que há muito existe vontade de esta ser uma rota regular ou sazonal da companhia. Todos os passageiros que desejam voar para os Açores têm de fazer escala em Boston ou Toronto

Siza Vieira diz que encargos salariais na TAP são superiores aos das congéneres europeias

 

O ministro da Economia afirmou hoje que as remunerações pagas a “muitos” dos trabalhadores da TAP são superiores às suportadas por congéneres europeias e que “é preciso um esforço muito significativo” para assegurar a viabilidade futura da companhia aérea.

O ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, falava aos jornalistas no final de uma reunião da Concertação Social, tendo sido questionado sobre o plano de reestruturação da TAP, que prevê o despedimento de 500 pilotos, 750 tripulantes de cabine e 750 trabalhadores de terra, assim como a redução em 25% da massa salarial do grupo.

“No caso da TAP, acresce também que os encargos salariais que [a TAP] tem, em comparação, e as remunerações que são pagas a muitos dos seus trabalhadores, em comparação com as suas congéneres europeias, são também superiores àquelas que as suas concorrentes e congéneres suportam”, disse o governante.

“Portante, é preciso fazer um esforço muito significativo para assegurar que a TAP não se mantém [só] em 2021, ou 2022, mas tem a possibilidade de se aguentar mais tarde”, acrescentou.

De acordo com o ministro da Economia, o que está em causa é a criação de condições para que a TAP possa “sobreviver a longo prazo” e, para isso, é preciso fazer “um ajustamento de dimensão”.

“A decisão que o Conselho de Ministros tomou ontem [terça-feira] foi a de assegurar que há um plano que permite manter a TAP como uma empresa com viabilidade futura”, frisou.

Siza Vieira lembrou, ainda, que a “injeção de dinheiros públicos”, autorizada pela Comissão Europeia, tem como condição, imposta por Bruxelas, a demonstração de que a TAP tem viabilidade a longo prazo.

“Todas as companhias aéreas têm de fazer este esforço [de reestruturação], porque, pura e simplesmente, neste momento, não há passageiros”, apontou o governante, dando o exemplo da transportadora aérea alemã Lufthansa, que, disse, vai aplicar cortes de 45% nos salários dos pilotos, bem como reduzir a frota e os postos de trabalho.

O número dois do Governo sublinhou a importância que a transportadora aérea tem na economia nacional, enquanto grande exportadora, mas também como compradora a várias empresas portuguesas, justificando-se, assim, a intervenção em seu auxílio.

O Governo esteve reunido em Conselho de Ministros extraordinário na noite de terça-feira, para apreciar o plano de reestruturação da TAP, disse à agência Lusa fonte do executivo, que será entregue a Bruxelas na quinta-feira.

A apresentação do plano de reestruturação da TAP à Comissão Europeia é exigida pela concessão de um empréstimo do Estado de até 1.200 milhões de euros, para fazer face às dificuldades da companhia, decorrentes do impacto da pandemia de covid-19 no setor da aviação.

O plano prevê o despedimento de 500 pilotos, 750 tripulantes de cabine e 750 trabalhadores de terra, a redução de 25% da massa salarial do grupo e do número de aviões que compõem a frota da companhia, divulgaram os sindicatos.

O Sindicato dos Pilotos de Aviação Civil (SPAC) e o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) apelaram ao Governo que negoceie com Bruxelas o adiamento da apresentação do plano de reestruturação da TAP, denunciando que este está baseado em previsões de mercado “completamente desatualizadas”.

O grupo parlamentar do PSD informou segunda-feira que foi informado pelo Governo da intenção do executivo de levar o plano de reestruturação da TAP a debate na Assembleia da República.

GOL retoma voos comerciais com B737 MAX

 

A GOL Linhas Aéreas retomou hoje, 9 de dezembro, os seus voos comerciais operados com equipamento B737 MAX, tornando-se a primeira companhia aérea do mundo a retomar os voos comerciais com MAX.

O primeiro voo, o G3 4104, foi operado com o B737MAX PR-XMB que descolou do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, com destino a Porto Alegre.

Segundo o planeamento, outra unidade MAX, o PR-XMA, devera operar o voo G3 1212 entre Guarulhos e Curitiba.

Os dois aviões estavam em Congonhas e foram transladados para Guarulhos nesta manhã, onde ficarão baseados e devem fazer voos ainda hoje para Belo Horizonte e Florianópolis. Até o dia 18 a empresa espera ter inserido na sua malha todos os sete aviões que estavam preservados.

euroAtlantic airways muda sede para Figo Maduro

 

A companhia aérea portuguesa euroAtlantic airways mudou a sua sede da Beloura para Lisboa, concentrando agora todos os seus serviços e colaboradores em Figo Maduro, onde já tinha também instalações.

Esta é uma mudança que já vínhamos equacionando há algum tempo, que agora se concretiza e que nos faz todo o sentido, já que centralizando a sede e todos os serviços da euroAtlantic airways no nosso edifício em Figo Maduro, ficamos mais próximo da operação, dos nossos aviões, da nossa manutenção, dos nossos fornecedores e clientes”, explica Eugénio Fernandes, CEO da euroAtlantic airways.

A nova sede da euroAtlantic airways situa-se agora na seguinte morada: Rua Salgueiro Maia, 18 – 2685-374 Prior-Velho – Loures – Lisboa, mantendo os mesmos números de telefone:  +351 219247300; +351 219 499 000.

De referir que,  a euroAtlantic airways foi fundada em 1993, como sendo uma empresa de aviação comercial internacional regular e não-regular, registada em Portugal e que opera em 84,5% dos países do mundo nas mais diversas rotas no Atlântico Norte (EUA e Canadá), Caraíbas, Américas Central e do Sul, África, Médio Oriente, Pacífico, Austrália e Oceânia. Opera com equipamentos Boeing B777-200ER, Boeing B767-300ER e Boeing B737-800.

Governo dos Açores quer implementar Tarifa Açores, com preço máximo de até 60 euros, para uma viagem de ida e volta

 

O Programa do XIII Governo dos Açores, foi entregue no parlamento regional, reconhece “graves problemas” na transportadora aérea SATA e promete uma atuação política “com determinação e firmeza” na tentativa de superá-los.

“O Governo Regional afirma que a SATA é de superior interesse regional. O nosso compromisso é promover a sua solvência e, em articulação com as autoridades europeias que aprovarão o seu plano de reestruturação, manter a empresa financeiramente resgatada e os seus serviços públicos essenciais”, considera o Governo dos Açores, no capítulo do Programa destinado aos transportes na região.

O executivo, formado por PSD, CDS e PPM, compromete-se “a manter uma gestão profissionalizada” da empresa, “nunca confundindo o exercício de tutela com a ingerência política na sua gestão diária”.

Uma das medidas de bandeira passa pelo “objetivo estratégico” de reduzir o preço das passagens aéreas interilhas para residentes, “com a implementação da Tarifa Açores, que apresenta um preço máximo de até 60 euros, para uma viagem de ida e volta entre todas as ilhas da região”.

A Tarifa Açores, medida que já constava do programa com que o PSD se apresentou a eleições, “será incluída na revisão do caderno de encargos do próximo concurso público de concessão do serviço público de transporte aéreo de passageiros e carga interilhas”.

A medida, “verdadeiramente estruturante, será um dos aceleradores para o mercado interno, para a mobilidade dos açorianos e para um melhor conhecimento dos Açores pelos açorianos”.

“Isto é a verdadeira coesão regional”, advoga o executivo regional.

E prossegue o Programa de Governo: “Através do reforço das compensações do serviço público e com ganhos de eficiência operacional, é possível reduzir a tarifa, sem agravar a situação económica da SATA, conciliando este objetivo com a inevitável reestruturação financeira da nossa companhia aérea”.

As duas transportadoras aéreas do grupo SATA fecharam o primeiro semestre com prejuízos de cerca de 42 milhões de euros, que comparam com perdas de 33,5 milhões no período homólogo.

De acordo com as demonstrações financeiras das empresas públicas regionais, é referido que a Azores Airlines (que opera de e para fora do arquipélago) teve prejuízos de 34,5 milhões de euros entre janeiro e junho, ao passo que a SATA Air Açores, que voa no arquipélago, teve perdas de 7,6 milhões de euros.

Todavia, em 2019, os prejuízos globais do grupo haviam já sido de 53 milhões de euros, valor em linha com a perda registada em 2018.

easyJet reforça voos no Natal e Ano Novo entre Portugal, França, Luxemburgo e Suíça

 

A easyJet anunciou um reforço de 21 voos em dezembro e janeiro entre Portugal, França, Luxemburgo e Suíça.

No Luxemburgo, a easyJet sublinha que tem voos para Lisboa e Porto. Na Suíça, a companhia destaca que opera rotas de Zurique e Basileia para o Porto e de Genebra para Lisboa.

No caso de França, a companhia aérea vai contar com novos voos para Bordéus, Nice, Lyon e Paris.

“O reforço da oferta em mercados como França, Luxemburgo ou Suíça é coerente com aquele que tem vindo a ser o trabalho da easyJet em Portugal ao longo de todos estes anos, assumindo-se cada vez mais como a companhia dos emigrantes. A companhia que, mesmo nas alturas de maior procura, consegue uma oferta competitiva que permita aos portugueses que estudam e trabalham fora do nosso país, estar junto dos seus. Em 2020, pelas razões que todos conhecemos, dar resposta a esta necessidade era algo absolutamente imperativo”, sublinha José Lopes, diretor geral da easyJet em Portugal.

Sem indicar em que rotas serão feitos os aumentos de voos, a easyJet diz apenas que “antecipa o natural aumento da procura entre dezembro e janeiro, com um reforço de 21 voos junto de três das maiores comunidades portuguesas em todo o mundo”.

 

Pessoal de voo quer suspensão imediata do plano de reestruturação da TAP

 

O Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) considerou hoje que o plano de reestruturação da TAP deve ser imediatamente suspenso para ser discutido e reavaliado antes de ser enviado para Bruxelas.

Em comunicado, o SNPVAC defende que a TAP é estratégica para Portugal e para a economia portuguesa e por isso quer que o processo seja imediatamente suspenso para que o plano de reestruturação seja discutido e reavaliado.

No entendimento do SNPVAC, a reestruturação da TAP não deve ser realizada no enquadramento das orientações sobre auxílios de Estado a empresas em dificuldade.

De acordo com o sindicato, a pandemia de covid-19 foi considerada pela Comissão Europeia como um evento excecional e, portanto, compatível com as ajudas públicas.

“É nesse âmbito que a TAP deveria ser enquadrada tal como estão enquadradas a esmagadora maioria das companhias aéreas europeias.

A atual aplicação de auxílios de Estado a empresas em dificuldades serve apenas para mitigar o extraordinário impacto da pandemia na procura por serviços de transporte aéreo de passageiros”, é referido na nota.

O SNPVAC diz que o que lhes foi apresentado pelo Conselho de Administração da TAP, no âmbito do seu projeto de restruturação, reduz a companhia para a dimensão dos anos de 2006-2007.

“Defendemos por isso que a reestruturação da TAP não deve ser feita tendo como referência a dimensão nos anos de 2006-2007. A TAP ficará com essa dimensão semelhante em 2021-22, mas de forma conjuntural, porque ainda estará sob o efeito da pandemia”, é destacado.

Na opinião do SNPVAC, a empresa “rapidamente vai recuperar para níveis de receita estrutural 50% acima tal como foi apresentado no plano de reestruturação.

“Logo, o ajustamento não deve ser feito tendo por base uma realidade transitória, mais reduzida em resultado dos efeitos da pandemia, mas sim numa perspetiva pré-covid onde o setor mundial operava”, é referido.

Para o sindicato, o principal problema da TAP “é o seu desequilíbrio financeiro provocado pela renovação e expansão da frota nos últimos anos e, sobretudo, pela necessidade de compensar o impacto negativo da Pandemia nas receitas da companhia”.

Segundo o SNPVAC, a reestruturação da TAP deve enfrentar esta situação, através de uma capitalização que permita que a empresa possa atuar no mercado de forma autónoma, sem ajuda pública.

“Não existe nenhuma possibilidade de resolver o desequilíbrio financeiro da TAP com cortes de custos com pessoal”, é sublinhado.

O sindicato lembra que desde que se começou a falar de um plano de reestruturação que tem alertado para a questão do enquadramento, assim como para a necessidade de uma injeção de capital.

“Ao longo das últimas semanas temos afirmado e reafirmado estes argumentos que têm passado à margem da discussão. Sabemos bem que números estão envolvidos e que estes devem ser do conhecimento dos portugueses antes de serem remetidos a Bruxelas. Também não é com processos em tribunal e atitudes avulsas que se consegue reverter este dramático plano de reestruturação”, é ainda referido.

O sindicato considera que o Governo e Bruxelas preparam-se para “desenhar” uma TAP que no fim do processo será novamente vendida a preço de saldo.

Também o Sindicato dos Pilotos de Aviação Civil (SPAC) escreveu ao Governo apelando para que se negoceie com Bruxelas o adiamento da apresentação do Plano de Reestruturação da TAP, denunciando que este está baseado em previsões de mercado “completamente desatualizadas”.

Na quarta-feira, centenas de trabalhadores da TAP concentraram-se em frente à Assembleia da República, em Lisboa, a pedir diálogo e transparência, no âmbito do processo de reestruturação do grupo.

A iniciativa foi promovida pelo movimento “os números da TAP têm rosto”, sem qualquer ligação aos sindicatos que representam os trabalhadores da companhia aérea, na sequência de notícias sobre despedimentos e cortes salariais que têm sido anunciados.

O plano de reestruturação da TAP tem que ser apresentado à Comissão Europeia até 10 de dezembro, sendo uma exigência da Comissão Europeia pela concessão de um empréstimo do Estado de até 1.200 milhões de euros, para fazer face às dificuldades da companhia, decorrentes do impacto da pandemia de covid-19 no setor da aviação.

Transavia anuncia Lisboa e Funchal e o regresso de Porto – Montpellier

 

A Transavia anunciou hoje em comunicado que na sequência dos anúncios sobre viagens pelo governo francês a semana passada, a companhia apresenta o seu programa de voos entre Portugal, França e os Países Baixos no Natal de 2020 – incluindo uma nova rota doméstica entre Lisboa e Funchal e o regresso de Porto – Montpellier.

A companhia acrescenta que graças às medidas introduzidas em colaboração com os aeroportos, mas ainda sujeita à evolução da situação atual, a companhia low cost do Grupo Air France-KLM está empenhada em assegurar que os seus clientes se encontram com os seus entes queridos ou visitam os seus destinos especiais na Europa em total segurança e com maior flexibilidade este Natal e Ano Novo.

A Transavia opera 20 rotas este Natal (e inverno) em Portugal, incluindo:

Funchal – Amesterdão

Funchal – Nantes

Lisboa – Lyon

Lisboa – Montpellier

Porto – Montpellier

Porto – Amesterdão

Porto – Paris-Orly

Lisboa – Funchal (NOVO! entre 18 de dezembro de 2020 e 4 de janeiro de 2021)

Boeing B777 da Japan Airlines aterra de emergência devido a problema em motor

O Boeing 777 da Japan Airlines  com a matrícula JA8978, que estava a realizar o voo JL-904 entre Okinawa para Tóquio Haneda teve de regressar ao aeroporto de origem devido a um problema.

De acordo com as informações, a aeronave sofreu uma falha no motor esquerdo causando grande ruído, tendo a tripulação decidido interromper a subida a 19.000 pés e regressar ao aeroporto de Naha.

Das imagens divulgadas nas redes sociais e possível ver a tampa do motor esquerdo aberta e danificada:

A aeronave aterrou normalmente 35 minutos após a descolagem, tendo o B777 parado na pista e posteriormente rebocado até ao seu estacionamento.

O Ministério dos Transportes do Japão abriu uma investigação e o incidente está a ser investigado.

A bordo seguiam 178 passageiros e 11 tripulantes.

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