O Aeroporto de Viena está a retomar parcialmente as operações, depois de ter suspendido durante a manhã os voos devido ao gelo que cobria as pistas e as áreas circundantes, após a queda de neve das últimas horas.
O porta-voz do aeroporto, Peter Kleemann, tinha dito que em toda a área operacional, incluindo as pistas, plataformas e vias de serviço adjacentes, formou-se “uma espessa camada de gelo que, imediatamente após os trabalhos de descongelamento, volta a congelar”.
Os serviços do aeroporto estão a trabalhar desde a madrugada de hoje para restabelecer o tráfego aéreo o mais rapidamente possível.
O encerramento temporário obrigou a desviar voos para outros aeroportos, como os de Munique, Frankfurt, Colónia e Veneza e registaram-se atrasos nas partidas.
O aeroporto recomenda aos viajantes que consultem as suas companhias aéreas sobre o estado dos seus voos e, em caso de cancelamento, que não se desloquem às instalações para evitar problemas.
De referir que diariamente, têm sido cancelados centenas de voos em vários aeroportos da Europa devido à queda de neve.
A companhia aérea canadiana Air Inuit recebeu oficialmente o seu primeiro Boeing 737-800 Combi, tornando-se a primeira operadora mundial a colocar este modelo em serviço numa configuração mista de passageiros e carga.
A aeronave, recentemente certificada pela Transport Canada, resulta da conversão de um Boeing 737-800 Next Generation realizada pela KF Aerospace, que desenvolveu e obteve a certificação específica para este tipo de modificação. O avião deverá iniciar operações comerciais em janeiro de 2026, ligando Montreal a Kuujjuaq, no norte do Québec.
O 737-800 Combi da Air Inuit apresenta uma configuração inovadora, permitindo o transporte simultâneo de até 90 passageiros na parte traseira da cabine e cinco paletes de carga na secção dianteira. Esta solução foi pensada para responder às necessidades específicas das comunidades remotas do Ártico canadiano, onde o transporte aéreo é essencial tanto para passageiros como para bens de primeira necessidade.
A introdução deste avião faz parte do plano de modernização da frota da Air Inuit, que prevê a substituição gradual dos antigos Boeing 737-200 por aeronaves mais modernas, eficientes e fiáveis. Em comparação com os modelos anteriores, o 737-800 oferece menor consumo de combustível, redução de emissões, maior autonomia e melhores condições de conforto e segurança.
Detida pela Makivvik Corporation, a Air Inuit desempenha um papel fundamental na ligação das comunidades do Nunavik e de outras regiões do norte do Canadá. Com a chegada do 737-800 Combi, a companhia reforça a sua capacidade operacional e dá um passo significativo na adaptação da aviação comercial às exigências logísticas das regiões mais isoladas do planeta.
A Airbus anunciou, hoje, que entregou 793 aeronaves comerciais a 91 clientes em todo o mundo em 2025 e registou 1.000 novas encomendas brutas no negócio de Aeronaves Comerciais.
Registadas 1.000 encomendas brutas de 57 clientes (889 líquidas), incluindo 49 A220, 656 A320, 100 A330neo, dois A330 MRTT e 193 A350.
A carteira de encomendas no final de dezembro de 2025 aumentou para um novo recorde de fim de ano de 8.754 aeronaves, evidenciando a forte procura do mercado pelo portefólio de produtos da Airbus. Em 2025, a Airbus alcançou mais um rácio encomendas/entregas (book-to-bill) saudável, acima de um.
Num contexto operacional que se manteve complexo e dinâmico, as entregas em 2025 mantiveram uma trajetória de crescimento. O ano ficou marcado por várias entregas emblemáticas e pela entrada de novos operadores do A220, do A321XLR, do A330neo e do A350-1000 em todas as regiões.
A Airbus conquistou igualmente encomendas repetidas e novos clientes estratégicos tanto em campanhas de corredor único como de fuselagem larga. A carteira de encomendas de aeronaves de fuselagem larga atingiu um recorde de fim de ano de 1.124 aeronaves.
Entregas de aeronaves da Airbus em 2025, 2024 e 2023
2025
2024
2023
Família A220
93
75
68
Família A320
607
602
571
Família A330
36
32
32
Família A350
57
57
64
Total
793
766
735
Os resultados financeiros anuais completos da Airbus para 2025 serão divulgados em 19 de fevereiro de 2026.
A Etihad Airways anunciou o lançamento de uma nova ligação aérea direta entre Abu Dhabi e Luxemburgo, sendo a primeira companhia do Médio Oriente a operar voos regulares para o país.
A nova rota terá início a 29 de outubro de 2026, com três voos semanais às segundas, quintas e sábados.
Os voos entre o Aeroporto Internacional Zayed, em Abu Dhabi (AUH), e o Aeroporto de Luxemburgo (LUX) serão operados em equipamento Airbus A321LR.
A nova ligação vai oferecer uma experiência de viagem de alta qualidade, com uma configuração de três classes a bordo, e pretende responder à crescente procura de ligações diretas entre o Médio Oriente e a Europa para fins tanto de negócios como de turismo.
A Etihad destaca que a rota vai reforçar os laços económicos e culturais entre os Emirados Árabes Unidos e o Luxemburgo, facilitando o acesso direto entre dois importantes centros financeiros e alargando as opções de conectividade para passageiros de várias regiões da Europa.
A Air India recebeu oficialmente, no passado dia 9 de janeiro, o seu primeiro Boeing 787-9 Dreamliner, com a matrícula VT-AWA, assinalando mais um passo relevante no processo de modernização da frota da companhia.
A aeronave foi entregue nas instalações da Boeing, em Everett, nos Estados Unidos, tornando-se o primeiro 787-9 configurado de fábrica (“line-fit”) especificamente para a Air India desde a mudança de controlo acionista em 2022. Após a conclusão dos procedimentos técnicos e regulamentares, o avião realizou um voo ferry até Nova Deli.
O Boeing 787-9 Dreamliner integra um pedido mais amplo de 20 unidades deste modelo, destinado a reforçar a operação de longo curso da companhia aérea indiana. O avião apresenta uma configuração de três classes — Classe Executiva, Premium Economy e Económica — incorporando o novo produto de cabine da Air India, alinhado com a estratégia de reposicionamento da marca no mercado internacional.
Com maior eficiência no consumo de combustível, maior alcance e níveis de conforto melhorados para passageiros e tripulação, o 787-9 deverá desempenhar um papel central na expansão das rotas intercontinentais da transportadora, ligando a Índia a destinos na Europa, América do Norte e Ásia-Pacífico.
A entrada ao serviço comercial do VT-AWA está prevista para as próximas semanas, sendo esta entrega a primeira de várias aeronaves de nova geração que a Air India espera receber ao longo de 2026, incluindo mais Boeing 787-9 e Airbus A350, no âmbito de um dos maiores programas de renovação de frota da sua história.
A Rolls-Royce anunciou avanços significativos no desenvolvimento do motor F130, que irá equipar a frota de bombardeiros estratégicos B-52H Stratofortress da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF), no âmbito do programa Commercial Engine Replacement Program (CERP).
O F130 foi selecionado para substituir os antigos motores Pratt & Whitney TF33, em serviço desde a década de 1960. A modernização permitirá manter o B-52 operacional até, pelo menos, às décadas de 2050 e 2060, reforçando o seu papel central na dissuasão estratégica norte-americana.
Baseado no motor comercial Rolls-Royce BR725, utilizado em aeronaves executivas de longo alcance como o Gulfstream G650, o F130 oferece melhorias substanciais em termos de eficiência de combustível, fiabilidade e custos de manutenção. Segundo a USAF, a nova motorização permitirá uma redução de cerca de 30% no consumo de combustível, além de menores emissões e níveis de ruído.
Cada B-52H continuará a operar com oito motores, mantendo a configuração original da aeronave, mas beneficiando de tecnologia moderna, incluindo controlo digital FADEC, maior produção de energia elétrica e maior tempo de operação entre manutenções.
Progresso do Programa:
Seleção: Em 2021, a USAF escolheu o F130 (BR725) no programa CERP (Commercial Engine Replacement Program).
Testes: Realizados em Indianápolis e no centro da NASA em Stennis, testando a configuração de duplo pod do B-52.
Marcos: Conclusão da Revisão Crítica de Projeto (CDR) em 2024 e testes de voo iniciados em 2025.
Redesign: Um problema no projeto da entrada do motor foi resolvido com um redesenho digital e será testado em túnel de vento em 2026
A Rolls-Royce irá produzir e testar os motores principalmente nos Estados Unidos, com uma cadeia de fornecimento maioritariamente norte-americana, em linha com os requisitos do Departamento de Defesa dos EUA.
O programa F130 é considerado um dos mais importantes projetos de propulsão militar da atualidade e constitui um passo fundamental para prolongar a vida útil de uma aeronave que poderá tornar-se o primeiro avião militar a servir durante mais de 100 anos.
Devido à suspensão dos voos da TAP Air Portugal entre Lisboa e Caracas, por causa do início das operações militares norte-americanas, que levaram à emissão de um NOTAM e, consequentemente, à suspensão dos voos de companhias aéreas estrangeiras para o país, a Conviasa, companhia aérea estatal venezuelana, tem estado a realizar alguns voos para transportar materiais médicos necessários.
No passado dia 9 de janeiro aterrou no Aeroporto de Guarulhos o A340-600 da Conviasa, com a matrícula YV3535, para recolher materiais médicos, especialmente destinados à diálise. Segundo as informações, o material foi doado pelo Brasil totalizando 100 toneladas, sendo que este voo transportaria a primeira remessa.
Contudo, este não é o primeiro voo recente de carga médica do Brasil para a Venezuela: no feriado de Natal, um voo partiu do Brasil para Caracas, transportando igualmente o mesmo tipo de material.
Vale recordar que a TAP Air Cargo era a contratada para transportar regularmente os materiais para a Venezuela, mas a rota foi descontinuada e o Brasil passou a funcionar como novo entreposto.
A Azul anunciou que alcançou o quarto lugar entre as companhias aéreas mais pontuais do mundo e da América Latina em 2025.
Segundo a companhia, o reconhecimento resulta do ranking da Cirium, uma referência global na análise de dados da aviação. Em 2024, a Azul tinha alcançado a sexta posição no ranking mundial e o sétimo lugar na classificação da América Latina.
Para atingir este resultado, a Azul registou um índice de pontualidade de 85,18% em mais de 300 mil voos monitorizados ao longo do ano. Com este desempenho, a companhia consolida-se entre as líderes do sector, ficando apenas atrás de empresas que operam no México, na Arábia Saudita e na Suécia (Europa).
A companhia sublinha ainda que este reconhecimento reflecte-se também no desempenho ao longo de 2025, ano em que a Azul permaneceu durante cinco meses consecutivos entre as três companhias aéreas mais pontuais do mundo.
«Este reconhecimento é o reflexo do trabalho em equipa dos profissionais que fazem da Azul uma referência no sector aéreo global e que, com segurança e paixão, trabalham de forma integrada para proporcionar a melhor experiência aos nossos clientes», afirma Bianca Penelas, directora do Centro de Controlo Operacional da Azul.
A SATA Air Açores passou a disponibilizar aos seus passageiros a possibilidade de aquisição antecipada de lugares a bordo, permitindo a escolha do assento antes do voo, mediante o pagamento de uma taxa adicional.
Com esta nova funcionalidade, os passageiros podem selecionar previamente o lugar da sua preferência — como janela ou corredor — desde o momento da compra do bilhete até 48 horas antes da partida. A medida aplica-se aos voos operados pela SATA Air Açores e também pela Azores Airlines.
Até agora, a atribuição de lugares era, na maioria dos casos, efetuada automaticamente apenas no momento do check-in, não garantindo aos passageiros a escolha antecipada do assento. A introdução deste serviço pretende aumentar o conforto e a previsibilidade da viagem, sobretudo para famílias, grupos ou passageiros com preferências específicas.
O custo do serviço varia consoante o tipo de lugar escolhido e a rota do voo. Mantém-se, no entanto, a atribuição gratuita de lugares no momento do check-in para os passageiros que optem por não adquirir o serviço antecipadamente.
Segundo a companhia aérea, esta iniciativa insere-se numa estratégia de melhoria contínua da experiência do cliente, alinhada com práticas já adotadas por outras transportadoras aéreas.
A TAP Air Portugal anunciou que escolheu as 55 referências que compõem a nova carta de vinhos portugueses a bordo dos seus aviões, depois de meses de provas e análises, num processo criterioso com a avaliação de enólogos e o feedback dos Clientes da companhia.
Ao longo do ano de 2026, a TAP refere que vai dar a conhecer a sua nova carta, com 43 referências diferentes para a classe Executiva e 12 para a classe Económica, contando em Executiva com um welcome drink de Vinho do Porto branco, 12 referências de vinho tinto, 12 de vinho branco, seis de espumante, seis de Vinho do Porto e seis de Moscatel de Setúbal.
A carta oferece vinhos de nove regiões distintas, garantindo uma experiência completa a bordo que reflete a diversidade vinícola do País e as novidades, organizadas em oito categorias, serão conhecidas a cada bimestre.
Com mais de 16 milhões de passageiros e mais de mil voos semanais, a Companhia serve anualmente meio milhão de garrafas de vinho aos seus Clientes e reforça a aposta na portugalidade ao escolher produtores e a variedade das regiões nacionais.
Uma experiência que voa ainda mais alto para quem tenha interesse no enoturismo. O sistema de entretenimento a bordo oferece agora uma funcionalidade totalmente inovadora e a TAP é a primeira companhia aérea a integrar um mapa interativo sobre o mundo do vinho português que dá aos seus Clientes a oportunidade de descobrir toda a oferta nacional.
Cada Cliente pode explorar a riqueza cultural e turística em Portugal, com opções para diversos perfis de viajantes. As experiências de enoturismo estão assinaladas no mapa e, ao digitalizar um QR Code, é possível aceder diretamente ao respetivo website, sem custos de internet a bordo, de forma a experimentar reservar tudo, também para Clientes no âmbito do programa Portugal Stopover.
O programa Portugal Stopover permite explorar dois destinos pelo preço de um, com uma paragem gratuita em Lisboa ou Porto até dez dias, na ida ou no regresso da viagem, e com descontos em mais de 150 parceiros em todo o país, incluindo enoturismo.
A nova carta de vinhos da TAP complementa o programa Local Stars, que pretende destacar os melhores produtos nacionais, através de uma região e um produto trabalhados por um chef nacional. A gastronomia a bordo dos voos TAP conta, na classe Executiva, com o talento dos chefes Ana Moura (Alentejo), Marco Almeida (Coimbra), Lídia Brás (Trás-os-Montes), Ricardo Luz (Algarve), Rita Magro (Porto) e António Galapito (Negrais).
O Boeing 777-200 da companhia aérea japonesa All Nippon Airways (ANA), com a matrícula JA743A, realizou o seu último voo comercial, assinalando o fim de uma das aeronaves mais emblemáticas da frota da transportadora.
Conhecido mundialmente pela sua pintura especial inspirada na saga Star Wars, o “C-3PO ANA JET” efetuou o voo final na rota doméstica entre Fukuoka e Tóquio Haneda, encerrando oficialmente a sua carreira ao serviço de passageiros.
A aeronave fazia parte de uma colaboração especial entre a ANA e a Lucasfilm, iniciada em 2015, e tornou-se rapidamente um ícone entre entusiastas da aviação e fãs da saga, sendo frequentemente alvo de atenção em aeroportos e plataformas de rastreamento de voos.
Após este último serviço comercial, o JA743A será retirado de operação regular, estando previsto que seja reencaminhado para processos de repintura e armazenamento, pondo fim à decoração temática que o tornou famoso.
A retirada do Boeing 777-200 insere-se no plano de modernização da frota da ANA, que tem vindo a substituir progressivamente aeronaves mais antigas por modelos mais recentes e eficientes, como o Boeing 787 Dreamliner.
O último voo do “C-3PO ANA JET” marca assim o encerramento de um capítulo especial na aviação comercial japonesa, deixando saudade entre passageiros, fotógrafos e fãs de Star Wars em todo o mundo.
Várias noticias já davam conta que a Aer Lingus UK poderia estar prestes a pôr fim a todos os seus voos de longo curso a partir do Aeroporto de Manchester.
Hoje a companhia indicou que “Para minimizar a perturbação dos clientes no caso de um eventual encerramento da base de Manchester, que opera voos transatlânticos de Manchester para Nova Iorque, Orlando e Barbados, a Aer Lingus deixou de vender voos transatlânticos de/para Manchester para viagens a partir de 31 de março de 2026. Não há qualquer impacto nos voos da Aer Lingus ou da Aer Lingus Regional entre Manchester e a Irlanda.”
A 17 de novembro de 2025, a administração da companhia aérea tinha iniciado um processo formal de consulta de 45 dias para avaliar o encerramento completo da sua base transatlântica no Reino Unido. Esta estrutura, inaugurada em 2021, opera atualmente voos com Airbus A330 para Nova Iorque (JFK), Orlando e Barbados.
De acordo com fontes internas, a operação tem registado prejuízos anuais desde o lançamento. A situação agravou-se recentemente devido a tensões laborais: os tripulantes de cabine baseados no Reino Unido recebem cerca de 30% menos do que os colegas irlandeses, situação que levou a greves nos meses de outubro e novembro de 2025. Além disso, a empresa considera que os seus aviões de longo curso seriam significativamente mais rentáveis a operar a partir de Dublin.
Se o encerramento for confirmado, mais de 200 postos de trabalho no Reino Unido estarão em risco e as rotas para os Estados Unidos e Caraíbas serão canceladas “da noite para o dia”. Os voos de curta distância para Dublin e Belfast, operados por aeronaves de menor dimensão, não serão afetados.
O salientar que o Aeroporto de Manchester tem enfrentado dificuldades na recuperação das suas ligações norte-americanas desde a pandemia de Covid-19. A saída de companhias como a Thomas Cook contribuiu para reduzir ainda mais a oferta para cidades dos EUA, tornando a presença da Aer Lingus particularmente relevante.
A Força Aérea Portuguesa foi autorizada a assumir um encargo plurianual, no valor máximo de 32 milhões de euros, destinado à aquisição de quatro helicópteros Black Hawk para evacuação e emergência médica.
A decisão, formalizada através de Portaria publicada em Diário da República no passado dia 5 de janeiro, enquadra‑se no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no investimento dedicado ao reforço da capacidade aeromédica nacional.
De acordo com a Portaria n.º 10/2026/2:
1 – Autorizar a Força Aérea a assumir o encargo plurianual e a realizar, no ano 2026, a respetiva despesa, com a aquisição de quatro Helicópteros Médios de Evacuação e Emergência Médica, até ao montante máximo de 32 000 000,00 EUR (trinta e dois milhões de euros), ao qual acresce o imposto sobre o valor acrescentado à taxa legal em vigor, quando legalmente devido, a financiar por verbas do Plano de Recuperação e Resiliência, «Componente C01. Serviço Nacional de Saúde», Investimento «C01-i04.02 – Aquisição de helicópteros para assistência médica».
2 – Delegar, com faculdade de subdelegação, no Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General João Guilherme Rosado Cartaxo Alves, os poderes para a prática de todos os atos a realizar no âmbito dos procedimentos pré-contratuais para a aquisição suprarreferida, até à sua conclusão com a outorga dos respetivos instrumentos contratuais, também incluída nesta delegação de poderes, bem como todos os atos a realizar no âmbito da execução contratual até à sua completa execução, incluindo o exercício dos poderes de conformação da relação contratual, autorização de pagamentos e cumprimento de obrigações fiscais.
3 – Reforçar que o exercício dos poderes conferidos pela presente delegação deve observar o cumprimento das regras da contratação pública aplicáveis, e as respetivas decisões, que devem ser devidamente fundamentadas, ser sujeitas, quando aplicável, a fiscalização do Tribunal de Contas.
4 – Estabelecer que a presente Portaria entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação e produz efeitos desde a data da sua assinatura.
Na justificação da autorização está o relatório elaborado pelo Grupo de Trabalho para os Meios Aéreos empregues em Missões de Interesse Público de 2015, que preconizou o princípio da concentração dos meios aéreos na Força Aérea, como único operador das diferentes funções dos dispositivos permanentes, assegurando deste modo uma exploração mais flexível e intensiva dos meios disponíveis.
O financiamento da aquisição é assegurado por verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), na «Componente C01. Serviço Nacional de Saúde», Investimento «C01-i04.02 – Aquisição de helicópteros para assistência médica», com contrato de financiamento celebrado, em 11 de dezembro de 2025, entre a Estrutura de Missão “Recuperar Portugal” e o Ministério da Defesa Nacional – Força Aérea, esta última, beneficiária direta e entidade responsável pela implementação e execução física e financeira do investimento inscrito no PRR.
No dia em que a Alaska Airlines apresentou oficialmente o seu Boeing B787-9 com a nova pintura anunciou uma mega encomenda à Boeing.
A nova aeronave com a matrícula N784HA, faz parte da expansão para mercados internacionais de longa distância, com a nova “Pintura Global” apresenta uma ousada evolução visual, projetada para despertar admiração e encanto em todo o mundo.
O design destaca a maravilha natural da aurora boreal, um fenômeno deslumbrante que cativa pessoas ao redor do globo. A companhia afirma que a aeronave representa mais do que um visual elegante: “É um reflexo de onde viemos e um passo ousado em direção ao nosso futuro. Enquanto alçamos voo ao redor do mundo, esta aeronave carrega nossa história e nossos convidados mais longe do que nunca.”
Como referido acima, a Boeing e a Alaska Airlines anunciaram a maior encomenda de aviões de sempre da companhia aérea, no âmbito do seu plano de longo prazo para expandir a sua rede de rotas domésticas e internacionais, incluindo:
105 aviões 737-10 e opções para mais 35 unidades da maior variante do 737 MAX, para servir rotas de elevada densidade e renovar a frota existente
Cinco aeronaves Boeing 787, para expandir o serviço de longo curso da companhia aérea de e para a Europa e a Ásia
“Este investimento na frota baseia-se nos sólidos alicerces que a Alaska construiu para apoiar um crescimento constante, escalável e sustentável, e é mais um elemento fundamental na execução do nosso plano estratégico Alaska Accelerate”, afirmou Ben Minicucci, CEO e presidente do Alaska Air Group. “Estas aeronaves vão impulsionar a nossa expansão para mais destinos em todo o mundo e garantir que os nossos passageiros viajem a bordo dos aviões mais recentes, mais eficientes em termos de consumo de combustível e tecnologicamente mais avançados. Temos um enorme orgulho em estabelecer parceria com a Boeing, uma vizinha do Noroeste do Pacífico e uma empresa que é um símbolo da inovação e da indústria transformadora americanas.”
Esta encomenda assinala o início do 60.º ano de parceria entre as duas empresas, que começou quando a Boeing entregou um 727 à Alaska Airlines. Atualmente, a companhia aérea opera 248 aviões 737 e passa agora a ter 174 aeronaves 737 MAX encomendadas. O 737-10 trará maior flexibilidade à rede e à frota, mantendo a comunalidade — complementando a frota da Alaska Airlines de 737 Next-Generation e 737 MAX.
A transportadora sediada em Seattle tem cinco 787 Dreamliner em serviço, e esta compra eleva a sua carteira de encomendas para 12 aeronaves desta família de fuselagem larga, à medida que a Alaska Airlines expande a sua rede global para servir pelo menos 12 destinos internacionais nos próximos anos.
O Aeroclube de Coimbra (ACC) irá comemorar os seus 50 anos de existência, dia 17 de Janeiro, com um evento que decorrerá entre as 10h00 e as 17h00, no Aeródromo Municipal Bissaya Barreto
A organização pretende que esta seja uma oportunidade para reunir os entusiastas da aviação e tornar o dia memorável.
Durante do dia poderá:
Visitar o Aeródromo Municipal Bissaya Barreto e conhecer as atividades desenvolvidas pelo Aero Clube de Coimbra, como conhecer a oferta formativa;
Apresentações das aeronaves do ACC;
Voos de iniciação;
Voo acrobático;
Largada de paraquedistas;
Várias iniciativas (expositores) a ter lugar nas instalações do Aeródromo.
Durante o “Dia Aberto” poderá encontrar alguns dos produtos do Kiosque da Aviação à venda no local.
A título de curiosidade, após a extinção do Centro de Aeronáutica da Associação Académica de Coimbra (CAAAC) que por sua vez tinha sido fundado em 1954, ocorrida depois do 25 de Abril de 1974 por decisão unilateral da Associação Académica de Coimbra (AAC) derivada do “facto da prática aeronáutica não ser compatível com a nova orientação social das atividades da AAC”, foi possível retomar o processo que tinha já norteado em 16 de Julho de 1957, pela “Comissão Provisória Organizadora do ACC”.
Já nessa data, essa Comissão Provisória tinha convidado autoridades, coletividades desportivas e amigos da aviação desportiva para uma reunião, tendo até entregue na Direcção Geral da Aeronáutica Civil (DGAC) em 22 de Agosto de 1957 para aprovação, os Estatutos do futuro ACC.
Todavia, o processo terá sido longo e moroso pois existem referências a esses Estatutos em 25 de Março de 1960 e do seu reenvio à DGAC em 1 de Abril seguinte, pelo que a pretensão de se fundar o ACC foi definitivamente preterida pela implantação definitiva do CAAAC.
Entretanto, pode assim afirmar-se que o Aero Clube de Coimbra (ACC) “nasceu” da extinção do CAAAC com a constituição formal em 14 de Janeiro de 1976 de uma “Associação Cultural Desportiva e Recreativa” sendo denominada em escritura daquela data por “Aero Clube de Coimbra – ACC”, muito embora as diligências para a sua constituição tivessem tido início em Fevereiro de 1975.
O LATAM Airlines Group anunciou a incorporação do seu primeiro Boeing 787-9 Dreamliner equipado com motores GEnx da GE Aerospace, tornando-se o primeiro grupo de companhias aéreas a contar com este modelo na América do Sul.
O avião com a matrícula CC-BMB será integrado nos próximos dias à operação de longo curso do grupo.
Segundo informações fornecidas pelo fabricante, os motores GEnx (General Electric next-generation) permitem uma redução no consumo de combustível de até 15% em comparação com a geração anterior, além de menores emissões de CO₂ e NOx, redução de ruído e maiores níveis de confiabilidade e durabilidade.
“A combinação do Boeing 787-9 com os motores GEnx permite-nos dar um passo relevante rumo a uma operação mais eficiente e sustentável, reduzindo o consumo de combustível e as emissões, além de ganhar flexibilidade para continuar a crescer e a adaptarmo-nos a diferentes mercados e rotas. Esta incorporação é fundamental para fortalecer a nossa rede aérea de longo curso e acompanhar o crescimento internacional do grupo nos próximos anos”, afirma Sebastián Acuto, Diretor de Frota e Projetos do LATAM Airlines Group.
Esta integração está inserida no plano de crescimento e modernização da frota do grupo, que permitiu encerrar 2025 com 371 aviões, após a incorporação de 26 novos aviões ao longo do ano, todos modelos de última geração. Para 2026, o Grupo LATAM projeta a chegada de 41 novos aviões – incluindo os primeiros Embraer da frota – e mais 27 aviões adicionais em 2027 – incluindo seu primeiro Airbus XLR.
Até 20230, a LATAM refere que prevê incorporar mais de 130 novos aviões de diferentes fabricantes, o que permitirá ampliar a sua rede e melhorar a eficiência em rotas de média e longa distância. Com este investimento, a LATAM projeta que mais de 50% de sua frota será composta por modelos de última geração até o final desta década.
A Força Aérea Portuguesa anunciou que recebeu na Base Aérea N.º 6, no Montijo, a quarta aeronave C-130H modernizada no âmbito do processo de atualização de aviónicos, reforçando as capacidades operacionais da Esquadra 501 – “Bisontes”.
A intervenção, realizada nas instalações da OGMA – indústria Aeronáutica de Portugal, S.A., em Alverca, abrangeu quatro aeronaves da frota C-130H. O processo contemplou alterações estruturais e uma profunda modificação nos sistemas aviónicos da aeronave, integrando um conjunto significativo de novos equipamentos, sistemas de navegação e comunicação, que resultaram na transformação do cockpit da aeronave, equiparando-o ao que de mais moderno existe na aviação militar mundial.
A FAP refere que a entrega da quarta aeronave encerra assim o programa de modernização da frota C-130H, o qual contou com o contributo essencial dos militares da Esquadra 501, da Esquadra de Manutenção C-130H, da Gestão do Sistema de Armas C-130H e da Autoridade Aeronáutica Nacional.
A modernização dos C-130H insere-se no programa europeu SESAR – Single European Sky ATM Research–, que visa adaptar as aeronaves às atuais exigências do espaço aéreo europeu. O objetivo passa por incrementar a segurança na circulação aérea, aumentar o volume de tráfego aéreo, reduzir custos através de uma gestão mais eficiente de rotas de voo e minimizar o impacto ambiental das operações aéreas.
Esta otimização, cofinanciada por fundos europeus, permite à Força Aérea continuar a cumprir a sua missão em teatros nacionais e internacionais, sendo que os aviões C-130H garantem o transporte aéreo quer em operações de natureza militar quer de interesse público, além de missões de patrulhamento marítimo e de busca e salvamento.
A ANA | VINCI Airports concluiu as obras de ampliação e modernização da área de embarque Schengen do Terminal 2 do Aeroporto Humberto Delgado.
A empresa refere que com estas obras reforça assim o compromisso com a qualidade de serviço e com a eficiência operacional.
A VINCI Airports indica que a intervenção, corresponde a um investimento de 12 milhões de euros, marca mais uma etapa do plano UPGRADE de Melhoria das Infraestruturas e dos Serviços no aeroporto de Lisboa, que conta com mais de 300 milhões de euros de investimentos em curso, dos quais se destacam a criação de uma nova área de embarque – Pier Sul – ampliando o Terminal 1 em mais 33.000m2, com mais 10 novas portas de embarque e a reformulação total do núcleo central do terminal.
O Terminal 2 do Aeroporto Humberto Delgado dispõe agora de mais espaço, mais luz natural, mais conforto, mais lugares sentados, maior oferta de serviços para os passageiros e novas funcionalidades tecnológicas. As melhorias incluem ainda a implementação da tecnologia Biometrics by VINCI Airports em todas as portas, permitindo embarques mais rápidos e sem utilização de papel.
Destaques do Terminal 2 renovado:
Ampliação da área de embarque com mais espaço e luz natural
Mais lugares sentados e pontos de carregamento para dispositivos eletrónicos
Mais serviços para os passageiros com maior oferta de restauração e comércio
Instalação da tecnologia biométrica em todas as portas de embarque
Maior conforto e melhor organização dos fluxos de passageiros
“A conclusão desta fase de modernização do Terminal 2 demonstra o empenho das nossas equipas, que têm sabido planear e executar intervenções complexas num aeroporto em plena operação. Este investimento reforça a capacidade do Aeroporto de Lisboa para acolher os passageiros com mais conforto e eficiência, melhorando a experiência de viagem dos portugueses e de quem nos visita.” Afirmou Thierry Ligonnière, CEO da ANA|VINCI Airports.
Esta terça-feira, 6 de janeiro, um Boeing 767-300ER, com a matrícula CC-CXF, da LATAM Airlines sofreu um hard landing durante a aterragem no no Aeroporto Internacional Hartsfield-Jackson, em Atlanta.
De acordo com as informações a “aterragem dura” causou danos significativos no trem de aterragem principal, levando ao rebentamento dos oito pneus ao tocar na pista.
O incidente ocorreu quando o voo LA2482, proveniente de Lima, aterrou na pista 26R, tendo a aeronave acabado por imobilizar-se na pista, onde permaneceu até ser rebocado.
As equipas operacionais do aeroporto confirmaram que a aterragem foi suficientemente severa para provocar o rebentamento de todos os pneus do trem de aterragem principal.
HARD LANDING INCIDENT AT ATLANTA — LATAM 767 BLOWS ALL MAIN GEAR TIRES
Overnight, LATAM Flight LA2482, a Boeing 767-316(ER) operating from Lima, Peru, suffered a severe hard landing at Atlanta (ATL), resulting in the blowout of all 8 main landing gear wheels.
Os meios de emergência foram ativados como é normal nestas situações. Felizmente não há registo de feridos.
As autoridades competentes já iniciaram as investigações para apurar as causas da aterragem dura, enquanto a companhia avalia a extensão dos danos no trem de aterragem.
Em comunicado, a LATAM indicou que “durante a chegada do voo LA2482 (Lima–Atlanta) foi registado um evento técnico que se encontra em processo de investigação. Todos os passageiros e tripulantes desembarcaram sem intercorrências, de acordo com os protocolos de segurança estabelecidos. A LATAM Airlines Peru lamenta os transtornos que esta situação possa ter causado e reforça que a segurança é um valor inegociável em todas as suas operações.”
Este domingo, 4 de janeiro, um avião da Emirates que estava a operar o voo EK929 entre o Aeroporto do Dubai e o Aeroporto Internacional do Cairo, no Egipto, teve problemas com o sistema de pressurização da cabine durante o voo cruzeiro.
A aeronave envolvida no incidente foi o Boeing 777-200LR com matrícula A6-EWB que estava a cerca de 36 000 pés (aproximadamente 11 000 metros) de altitude sobre território saudita quando o sistema de pressurização deixou de funcionar corretamente, levando à ativação automática das máscaras de oxigénio dentro da cabine.
De acordo com as informações disponíveis, a tripulação seguiu os procedimentos de emergência, efetuando uma descida controlada para cerca de 9 000 pés, altitude em que a pressão da cabine é segura sem necessidade de sistemas artificiais. Posteriormente o piloto decidiu reverter o percurso e regressar ao Aeroporto Internacional do Dubai, onde o avião aterrou em segurança cerca de duas horas após o início do problema.
A Emirates confirmou que o incidente foi causado por uma avaria num componente do sistema de ar condicionado/pressurização, sem que tenham sido registados feridos entre os passageiros ou tripulantes.
Um Boeing 777-300 de substituição, com a matrícula A6-ECE, chegou ao Cairo com um atraso de cerca de 8 horas.
A Cathay Pacific deu esta terça-feira, 6 de janeiro, início às celebrações do seu 80º aniversário com uma série de eventos especiais e uma pintura comemorativa.
O primeiro evento foi o voo entre o Aeroporto Internacional de Hong Kong e o Aeroporto de São Francisco com o seu Airbus A350-900, matrícula B-LRJ, com a pintura comemorativa.
A pintura comemorativa surge com uma interpretação moderna da clássica pintura verde e branca utilizada pela companhia entre as décadas de 1970 e 1990. O esquema inclui ainda um logótipo comemorativo dos 80 anos da companhia aérea de Hong Kong.
Para além do A350-900, a Cathay Pacific confirmou que a mesma pintura será aplicada a mais duas aeronaves: um Boeing 777-300ER, de matrícula B-HNJ, e um Boeing 747-8F cargueiro, com a matrícula B-LJE, alargando assim a celebração tanto à frota de passageiros como à de carga.
O Diretor Executivo do Grupo Cathay, Ronald Lam, afirmou: “Hoje assinala não apenas um marco importante para a Cathay, mas uma celebração dos nossos ‘80 Anos Juntos’ com Hong Kong. Orientadas pelo nosso propósito de ajudar as pessoas a avançar na vida, a Cathay e Hong Kong cresceram juntos ao longo das últimas oito décadas, apoiando-se mutuamente nos bons e maus momentos.
A Cathay Pacific anunciou também que centenas de tripulantes de cabine e funcionários de terra irão usar uniformes vintage ao longo do ano, recriando diferentes épocas da história da empresa e prestando homenagem às gerações de colaboradores que contribuíram para a sua reputação de excelência no serviço.
A companhia prepara ainda o lançamento de uma linha de produtos comemorativos, incluindo artigos de viagem e lifestyle inspirados no legado visual e cultural da marca. Estão também previstas várias experiências temáticas para passageiros e iniciativas especiais dirigidas a clientes frequentes.
As celebrações terão momentos de destaque ao longo de todo o ano, culminando no dia 25 de setembro de 2026, data oficial do 80.º aniversário da Cathay Pacific, que deverá ser assinalada com eventos adicionais.
Com este programa, a Cathay Pacific pretende não só recordar o seu percurso histórico, mas também reforçar a ligação com passageiros, colaboradores e parceiros, olhando para o futuro da aviação com a mesma ambição que marcou a sua fundação.
A STARLUX Airlines, companhia aérea de Taiwan, recebeu o primeiro de 18 modelos A350-1000, tornando-se a 11ª companhia mundial a operar a maior versão do A350.
O novo A350-1000, com a matrícula B-58551, junta-se a uma frota de 10 A350-900 já em serviço na companhia, utilizados em rotas de longo curso premium a partir de Taipé para a Europa e a América do Norte, bem como para destinos selecionados na região da Ásia-Pacífico.
Para assinalar a chegada do mais recente membro da sua frota, a STARLUX apresentou uma pintura marcante que reflete simultaneamente inovação e identidade. O design integra os elementos visuais característicos da companhia aérea com um motivo em fibra de carbono, representando os avançados materiais compósitos fundamentais na construção da aeronave. O destacado “1000” pintado na fuselagem realça a designação do avião como o maior modelo Airbus atualmente em produção, que passa agora a ser o novo porta-estandarte da companhia.
Atualmente, a STARLUX opera uma frota totalmente Airbus, composta pelos modelos A321neo, A330-900 e A350-900.
Além disso, a companhia encomendou 10 cargueiros A350F para desenvolver a sua futura rede de carga.
O A350 é o avião de fuselagem larga mais moderno do mundo e estabeleceu novos padrões para as viagens intercontinentais. O seu design totalmente novo incorpora tecnologias e soluções aerodinâmicas de última geração, proporcionando níveis incomparáveis de eficiência operacional e conforto para os passageiros. Os motores de nova geração e a utilização de materiais leves permitem uma vantagem de 25% no consumo de combustível, nos custos operacionais e nas emissões de dióxido de carbono (CO₂), em comparação com aeronaves concorrentes da geração anterior. O A350 está equipado com a confortável e espaçosa cabine Airspace, com assentos largos, tetos altos e uma iluminação ambiente apelativa.
A Avion Express Brasil, companhia aérea brasileira de ACMI (Aeronave, Tripulação, Manutenção e Seguro), anunciou hoje que adicionou mais um Airbus A320 à sua frota. A empresa refere que a segunda aeronave foi registada no Brasil em dezembro de 2025.
A Avion Express indica que este crescimento reforça a sua capacidade operacional e assinala um marco importante, ao iniciar a operação do seu primeiro projeto ACMI de longo prazo.
“Expandir a nossa frota fez parte do nosso plano desde o início do ano, e tenho muito orgulho em partilhar que adicionámos uma segunda aeronave até ao final do nosso primeiro ano no mercado. O nosso objetivo é aumentar a frota para cinco aeronaves em 2026. Uma frota em crescimento demonstra a nossa credibilidade e o compromisso sério com o mercado brasileiro”, afirma Esteban Jauregui Lorda, CEO da Avion Express Brasil. “O setor da aviação no Brasil continua a registar um crescimento robusto, impulsionado pelo aumento da procura de passageiros e pela necessidade de soluções de capacidade flexíveis, e estamos totalmente preparados para responder a essa procura.”
A aeronave agora adicionada foi transferida dos AOC europeus da Avion Express e encontra-se totalmente registada ao abrigo do AOC brasileiro, reforçando ainda mais o compromisso da Avion Express Brasil com o mercado local. A empresa assinou também o seu primeiro contrato ACMI de longo prazo com a companhia aérea argentina Flybondi, garantindo um forte arranque das suas operações ACMI na América Latina.
“Desde a obtenção do nosso AOC brasileiro, em fevereiro de 2025, a Avion Express Brasil tem vindo a desenvolver de forma consistente as suas operações locais, constituindo tripulações totalmente brasileiras e estabelecendo a infraestrutura necessária para apoiar serviços ACMI e de charter. Esta expansão reflete o crescente reconhecimento do ACMI no Brasil e na América Latina como uma solução flexível e eficiente em termos de custos para companhias aéreas que gerem a procura sazonal e o planeamento de frota”, acrescenta Lorda.
A título de curiosidade, a Avion Express Brasil é uma subsidiária da Avion Express, um dos principais fornecedores globais de ACMI, operando uma frota de mais de 50 aeronaves da família Airbus A320. A Avion Express integra o Avia Solutions Group, o maior fornecedor mundial de ACMI, que opera uma frota de 145 aeronaves em todo o mundo e oferece uma vasta gama de soluções de aviação, incluindo ACMI, MRO (Manutenção, Reparação e Revisão), formação de tripulações, assistência em escala e outros serviços adicionais. Apoiado por mais de 14.000 profissionais da aviação, o grupo opera globalmente, disponibilizando soluções de capacidade flexíveis e fiáveis para companhias aéreas em todo o mundo.
O mau tempo está a provocar grandes perturbações no tráfego aéreo em Amesterdão, com centenas de voos cancelados ou atrasados no Aeroporto de Schiphol, um dos mais movimentados da Europa.
A situação deve-se à queda intensa de neve, formação de gelo e ventos fortes, que obrigaram as autoridades aeroportuárias a reduzir significativamente o número de descolagens e aterragens por razões de segurança. As equipas no terreno têm estado a trabalhar continuamente na limpeza das pistas e no De-icing das aeronaves, mas as condições meteorológicas adversas continuam a limitar a operação normal do aeroporto.
Segundo as autoridades, milhares de passageiros foram afetados nos últimos dias, enfrentando longas esperas, reencaminhamentos e cancelamentos de última hora. Além do tráfego aéreo, os comboios e o transporte rodoviário na região também registam constrangimentos, dificultando o acesso ao aeroporto.
As companhias aéreas aconselham os passageiros com viagens marcadas para ou a partir de Amesterdão a confirmarem o estado dos voos antes de se deslocarem para o aeroporto e a acompanharem as comunicações oficiais. As autoridades alertam ainda que as perturbações poderão prolongar-se enquanto se mantiverem as atuais condições meteorológicas.
A TAP Air Portugal não é exceção e informou nas suas redes sociais que a sua operação está a ser afetada por condições meteorológicas adversas. A companhia pede aos passageiros que ates de se dirigirem ao aeroporto, verifique o estado do voo em: https://www.flytap.com/pt-pt/informacao-voo .
Passageiros com bilhetes de/para Amesterdão emitidos até 6 de janeiro, para voos entre 6 e 9 de janeiro, podem alterar as suas datas de viagem para voos entre 10 e 17 de janeiro de 2026, na mesma cabina, sem qualquer penalização, em https://www.flytap.com/pt-pt/gestao-da-reservaou junto dos agentes de viagens.
O episódio de mau tempo tem causado impacto não só nos Países Baixos, mas também em várias ligações aéreas internacionais, afetando aeroportos e passageiros em diferentes pontos da Europa.
A companhia aérea alemã Lufthansa celebra hoje, 6 de janeiro de 2026, 100 anos desde a sua fundação, assinalando um século de contributo para o desenvolvimento da aviação civil mundial. A primeira Deutsche Luft Hansa AG foi criada em 1926, tornando-se rapidamente uma referência no transporte aéreo europeu e internacional.
As comemorações do centenário estendem-se ao longo de todo o ano de 2026, sob o lema “We Are the Journey” (“Nós somos a viagem”), e incluem uma série de iniciativas destinadas a homenagear o passado, celebrar o presente e olhar para o futuro do setor aeronáutico.
Entre as ações previstas destaca-se a introdução de uma frota comemorativa, composta por seis aeronaves de diferentes modelos, que exibem uma pintura especial alusiva aos 100 anos da companhia. Estas aeronaves irão operar rotas internacionais, funcionando como embaixadoras da marca Lufthansa em todo o mundo. Um dos primeiros aviões com esta decoração especial é um Boeing 787-9, já integrado na frota operacional.
Apesar da interrupção das atividades após a Segunda Guerra Mundial, a atual Deutsche Lufthansa AG, restabelecida em 1953 e operacional desde 1955, mantém uma ligação histórica às suas origens, assumindo o legado iniciado em 1926.
Atualmente, o Grupo Lufthansa é um dos maiores grupos de aviação da Europa, integrando várias companhias aéreas e empregando dezenas de milhares de trabalhadores. O centenário surge num momento em que a empresa reforça o seu compromisso com a inovação, a sustentabilidade e a neutralidade carbónica, desafios centrais para o futuro da aviação.
Com cem anos de história, a Lufthansa reafirma-se como um dos nomes mais emblemáticos do transporte aéreo mundial.
A Comissão Europeia prolongou esta segunda-feira, 5 de dezembro, os prazos para que as companhias aéreas SATA e TAP concluam a alienação de ativos, condição para as ajudas à reestruturação concedidas pelo Governo.
De acordo com um comunicado, a Comissão aceitou o pedido de Portugal de prolongamento até 31 de dezembro de 2026 o prazo para a Sociedade Açoriana de Transportes Aéreos (SATA) alienar uma participação maioritária (51%) da Azores Airlines, bem como para a autonomização (‘carve-out’) e venda da sua unidade de assistência em escala (‘ground handling’).
Estas alienações são condições para a aprovação do auxílio à reestruturação concedido por Portugal à SATA em junho de 2022, no valor de 453,25 milhões de euros.
No caso da TAP, a Comissão prolongou o prazo para a alienação das suas participações na SPdH (ex-Groundforce) e na Cateringpor até 30 de junho de 2026.
Esta alienação é uma condição para a aprovação do auxílio à reestruturação concedido por Portugal à TAP em dezembro de 2021.
Para limitar os efeitos negativos do prolongamento destes prazos na concorrência, de acordo com o comunicado, Portugal propôs reduzir correspondentemente o montante da ajuda e prolongar as medidas destinadas a assegurar a concorrência até à alienação total dos ativos.
Em 02 de janeiro, a TAP anunciou que lançou um concurso público para a venda de 51% da Cateringpor, com um preço-base de 9,57 milhões de euros, no âmbito destas obrigações previstas no plano de reestruturação acordado com a Comissão Europeia.
O processo de privatização da TAP continua em paralelo, prevendo-se a venda de até 44,9% da companhia, com 5% do capital reservado aos trabalhadores.
A American Airlines vai celebrar o seu 100.º aniversário em 2026 e já deu início às comemorações com a apresentação de uma pintura especial comemorativa, que vai ser apresentada este mês num Boeing 737 da companhia.
Segundo a companhia norte-americana, o design é inspirado nas origens da empresa, fundadas em 1926, e combina elementos históricos com uma abordagem moderna. A nova pintura destaca-se por anéis de infinito prateados, aplicados em três tons de cinzento, simbolizando a continuidade e a evolução da marca ao longo de um século de operações.
A aeronave apresenta ainda um acabamento em mica, que confere um efeito visual metálico distinto, enquanto elementos gráficos comemorativos deverão ser aplicados de forma progressiva em cerca de 1.500 aviões da frota, no âmbito das celebrações do centenário.
A American Airlines refere que esta iniciativa marca apenas o início de um conjunto mais alargado de ações previstas para 2026, ano em que a companhia pretende homenagear a sua história, os seus colaboradores e o papel desempenhado na aviação comercial mundial.
A Iberojet está ao serviço também da espanhola Privilege Style para realizar a operação charter no transporte do Futebol Clube do Porto, entre a Cidade do Porto e Ponta Delgada., na Ilha de São Miguel, nos Açores.
Algumas centenas de adeptos marcaram presença no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, na partida da equipa, que este domingo defronta o Santa Clara, às 18 horas, para o campeonato.
A operar o voo PVG1893 está o Airbus A320-200 com a matrícula EC-LZD.
Esta sexta-feira, 2 de janeiro, o Airbus A330-200 da TAP Air Portugal, com matrícula CS-TON, sofreu um compressor stall, quando se preparava para descolar.
A aeronave iria realizar o voo TP225 entre o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa e o Aeroporto de Miami.
O compressor stall (estol do compressor) é uma avaria técnica do motor causada por uma perturbação do fluxo de ar nas fases do compressor. Este fenómeno pode provocar fortes estrondos oscilações do motor ou uma perda momentânea de potência.
O momento foi capturado pelo Lisbon Airport Spotting:
Como é normal nestas situações, a tripulação abortou a descolagem tendo os passageiros regressado ao terminal do aeroporto.
O voo foi realizado umas horas mais tarde com o Airbus A330-900 matrícula CS-TUC.
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