A Cabo Verde Airlines, que esteve três dias sem realizar voos, não tem licença válida para operar ligações para a Europa, mas pode fazê-las com aviões de outras companhias, segundo a Agência Europeia para a Segurança da Aviação (AESA).
“Uma autorização de Operador de País Terceiro [TCO, na sigla em inglês] emitida pela EASA é um pré-requisito para realizar operações de transporte aéreo comercial para a União Europeia. A Cabo Verde Airlines não tem atualmente essa autorização e só poderá retomar os seus voos regulares para Portugal assim que a tiver”, afirmou fonte daquele organismo europeu, com sede em Colónia, Alemanha, em declarações à Lusa.
A companhia aérea de bandeira, renacionalizada há precisamente um ano devido à pandemia de covid-19, esteve sem realizar voos comerciais de 07 a 09 de julho, alegando “motivos operacionais”. Os voos cancelados, segundo a companhia, foram repostos desde domingo, 10 de julho, mas sem qualquer outra explicação oficial sobre o caso.
A Lusa contactou a administração da Cabo Verde Airlines, nome comercial adotado pela Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV), questionando sobre a situação da licença TCO da companhia, que remeteu qualquer esclarecimento para mais tarde.
“A EASA e o operador estão a trabalhar de forma construtiva para resolver o problema, mas neste momento não podemos prever quando a autorização será concedida”, descreveu, por usa vez, a mesma fonte do organismo europeu à Lusa.
Sem qualquer informação oficial sobre o caso, o Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV, oposição) já veio a público exigir explicações e responsabilidades sobre os prejuízos provocados aos passageiros que viram os voos cancelados.
“O amadorismo e a cultura da mediocridade que caracterizam a atual administração da TACV não se compatibilizam com a gestão de um setor tão especializado e complexo como é o da aviação civil”, acusou o secretário-geral do PAICV, Julião Varela.
Em causa está a necessidade de a Cabo Verde Airlines possuir uma licença TCO emitida pela EASA, o que segundo aquele organismo não acontece atualmente, numa altura em que desde a retoma da atividade comercial, em dezembro de 2021, após a pandemia de covid-19 – estava sem realizar voos desde março de 2020 -, a companhia só voa (da Praia, Sal e São Vicente) para Lisboa, Portugal, necessitando por isso daquela licença.
Entretanto, a TACV opera desde março um Boeing 737-700 da angolana TAAG, cedido em ‘wet leasing’, regime contratual em que uma companhia aérea disponibiliza o avião, a tripulação, garante a manutenção e suporta o seguro do avião, recebendo o pagamento pelas horas operadas por parte da companhia operadora, neste caso a TACV.
“Um operador que não seja titular de autorização TCO está autorizado a realizar serviços de ‘wet lease’ de uma transportadora da União Europeia ou de uma transportadora estrangeira que possua uma autorização de TCO, contratando esta companhia aérea para realizar serviços em seu nome”, explicou a mesma fonte da EASA, garantindo que desde 07 de julho não foi realizado nenhum voo tendo como operador a Cabo Verde Airlines, apesar de como operadora estar a realizar esses voos para Portugal.
A angolana TAAG integra a lista de 38 páginas com companhias de todo o mundo fora do espaço da União Europeia com licença TCO da EASA, conforme documentação consultada pela Lusa, o que explica a retoma dos voos da TACV, mesmo sem aquele certificado como operadora, por se tratar de um avião da companhia angolana contratado pela companhia cabo-verdiana.
A Edelweiss iniciou esta segunda-feira, 11 de julho, a sua nova rota entre Zurique e Ponta Delgada, em São Miguel.
A nova rota será operada uma vez por semana e estão previstas 12 frequências.
Na chegada deste voo inaugural, a Secretária Regional do Turismo realçou a importância das novas rotas para o crescimento dos Açores.
A companhia indica que a nova rota vai ser operada uma vez por semana e vai juntar-te à operação entre Genebra e Ponta Delgada, que a companhia aérea suíça começou a operar no verão do ano passado e que se mantém também este verão, com um voo por semana, entre junho e outubro.
O Jornal de Negócios noticiou que a TAP assume situação de “disrupção” e diz que tem 40% dos voos com atraso que provocam “consumo de recursos adicionais” e “cancelamentos”.
A noticia surge depois que o jornal teve acesso a uma carta interna, onde a companhia indica que os atrasos “têm origem no controlo de tráfego aéreo e no handling”, tal como acontece “noutros aeroportos europeus”.
Sem revelar o número de atrasos e de cancelamentos, para “mitigar os desafios” e tentar travar os atrasos e cancelamentos dos voos, a TAP lançou oito medidas para “rapidamente” melhorar a operação.
Segundo a carta a que o Negócios teve acesso, foi celebrado um contrato com a Hi Fly em regime de ACMI (aluguer de aviões, incluindo os pilotos, tripulação, manutenção e seguros) por um prazo de “um mês” para operar “nas rotas de Punta Cana (rota sazonal), Varsóvia e Viena (potencial adicional de carga)”. Desta forma, acredita a TAP, será “libertado avião para recuperar atrasos e cancelamentos”.
Além disso, a companhia está a reduzir o número de voos em alguns destinos, através de “um ajuste” da capacidade e está em curso um “bloqueio de vendas adicionais, por forma a ter espaço para reacomodar os passageiros com voos cancelados”, lê-se no documento.
Houve ainda, segundo a carta da comissão executiva, “um reforço da operação com 70 tripulantes de cabina até ao final do verão, para fazer face ao pico de absentismo e consumo de recursos pela disrupção atual”.
Para os funcionários “será lançado um programa para premiar o esforço” dos operacionais e a TAP diz que “está em discussão” a entrada em regime de ‘full time’ dos técnicos de manutenção e de engenharia, o que “permitirá reforçar a operação”.
No documento lê-se ainda que a NAV e a Força Aérea Portuguesa “implementaram um protocolo para a otimização do uso do espaço aéreo e consequente redução dos atrasos por controlo de tráfego aéreo”.
Por fim, a TAP salienta que a Groundforce – que está em processo de venda – “desencadeou um plano de contingência para reter e recrutar mais trabalhadores e equipamentos”.
Estas são algumas das medidas desenhadas por um grupo de trabalho interno e que a companhia diz já estarem no terreno para travar os atrasos nos voos e os cancelamentos.
A TAP aproveita ainda para dizer que não é a única companhia da Europa “com grandes índices de disrupção”, salientando que há outras companhias e aeroportos “ainda mais afetados”, que apresentam “cancelamentos duas ou três vezes superiores aos da TAP e aos do Aeroporto Humberto Delgado”.
O Aeroporto da Madeira tem tido durante o dia de hoje, 11 de julho, as suas operações condicionadas devido ao vento forte que se faz sentir, tendo já sido cancelados cinco voos e 14 foram obrigados a divergir, indica a entidade responsável pela infraestrutura aeroportuária.
Segundo a informação disponível no portal da ANA-Aeroportos, até às 12:30 de hoje, apenas um voo da TAP, proveniente de Lisboa, conseguiu aterrar, às 12:14.
Os restantes voos previstos para esta manhã não aterraram na pista do Aeroporto Internacional da Madeira – Cristiano Ronaldo.
De acordo com a ANA, cinco voos com destino à região foram cancelados e 14 divergiram.
A Portugália celebrou no passado dia 7 de julho 32 anos, com um voo entre Lisboa e a cidade do Porto.
Embora criada em 1988, a Companhia só começou a operar em 1990. O primeiro voo oficial parte de Lisboa em direção ao Porto a 7 de julho desse ano, operado por um Fokker 100.
Com a sua internacionalização em junho de 1992, e com a aquisição de novas aeronaves, a Portugália Airlines impôs-se no mercado europeu como uma transportadora aérea privada e inovadora, guiada por elevados padrões de serviço e reconhecida internacionalmente (Melhor Companhia Aérea Regional da Europa, 2001-2006, e Best Cabin Staff da Europa, da Skytrax, em 2005).
Em 2007, integra o Grupo TAP e assume um novo modelo de negócio, passando a trabalhar dentro de uma lógica de Grupo.
Em 2016, a Companhia renovou a sua frota e passou a operar com 9 Embraer 190 e 4 Embraer 195, agora com uma nova imagem, mais capacidade e maior flexibilidade, com o mesmo rigor e qualidade no serviço. As aeronaves da Companhia voam hoje sob a marca TAP Express, concretizando a aposta do Grupo no mercado regional.
Atualmente a companhia conta com 842 Trabalhadores e uma frota composta por dez Embraer E190 e quatro Embraer E195, transportando mais de 755 mil Passageiros.
A Força Aérea abriu concurso em Regime de Contrato para a especialidade de Piloto, até 2 de setembro. Destina-se a licenciados ou mestres, com idade limite de 27 anos, que tenham concluído o Ensino Secundário com aproveitamento a Matemática A.
Informações sobre condições de admissão e candidatura podem ser obtidas junto do Centro de Recrutamento da Força Aérea (crfa.emfa.pt).
Os Pilotos Aviadores entre outras atividades de âmbito militar, executam tarefas ligadas à operação de meios aéreos em missões militares, como piloto operacional, piloto instrutor e piloto comandante em voo.
Numa fase mais avançada da sua carreira, desempenham também funções de planeamento e gestão de programas e projetos que envolvam a Força Aérea.
Adquiridas as competências adequadas, através da experiência e formação ao longo da carreira, exercem funções de direção e de comando e chefia de unidades, serviços ou órgãos da Força Aérea.
Podem, ainda, desempenhar cargos de natureza militar ou diplomática em organizações internacionais ou junto das embaixadas de Portugal no estrangeiro.
Desempenham, ainda, cargos na gestão de topo da Força Aérea.
Este curso vai de encontro aos requisitos da European Aviation Safety Agency (EASA).
A Emirates, a maior companhia aérea internacional, celebra hoje os seus 10 anos de operação em Portugal. Desde o voo inaugural em 2012, mais de 2.2 milhões de passageiros realizaram a rota Lisboa-Dubai, usufruindo a extensa rede da companhia.
A Emirates tem atualmente um voo diário a partir da capital portuguesa, oferecendo aos seus passageiros mais de 130 destinos a partir do Dubai. A partir de 1 de Agosto, a companhia aérea passará a um total de 11 voos semanais via Lisboa para responder ao aumento da procura no mercado, numa fase marcada pela retoma do turismo.
“Estamos muito satisfeitos por celebrar 10 anos de atividade em Lisboa. Ao longo da última década, os nossos passageiros tiveram a oportunidade de experimentar o que significa voar melhor (Fly Better) numa companhia aérea verdadeiramente global como a Emirates. Queremos aproveitar esta oportunidade para agradecer aos nossos passageiros, aos nossos parceiros, às equipas dos aeroportos e às nossas pessoas que proporcionam uma experiência única a todos aqueles que escolhem voar connosco” refere David Quito, Country Manager da Emirates em Portugal. “Portugal é um mercado chave em toda a nossa operação e continuamos empenhados em servir o país e todos os passageiros portugueses com produtos e serviços de uma qualidade inigualável no setor”.
“A Emirates tem desempenhado um papel decisivo como dinamizadora do turismo em Portugal e como impulsionadora da descoberta de inúmeros destinos no Médio Oriente, Ásia, Oceânia, e Oceano Índico pelos turistas portugueses. Em linha com a crescente procura do mercado pelas viagens internacionais e com a recuperação do turismo, é com enorme satisfação que iremos reforçar as nossas ligações Lisboa-Dubai a partir do próximo mês. Assim, passaremos a oferecer um total de 11 voos semanais de ida e volta ao Dubai a partir de Lisboa. Aproveitamos este momento para agradecer à ANA – Aeroportos de Portugal que tem sido um parceiro determinante para o sucesso da Emirates”, acrescenta ainda.
Francisco Pita, Chief Commercial Officer da ANA-Aeroportos de Portugal: “Tive o privilégio de acompanhar, desde o primeiro momento, o caminho de sucesso da Emirates em Portugal ao longo destes 10 anos. Em 2012, com a inauguração da rota Dubai-Lisboa, a Emirates abriu aquela que foi a primeira ligação direta de Lisboa ao Médio Oriente, vindo assim facilitar a conectividade, não só com ro Dubai, mas com um alargado conjunto de países da África Oriental, Oceânia e Ásia. Aliás, em 2019, mais de metade dos passageiros desta rota utilizavam o Dubai como plataforma de transferência, sendo que a rota assume também uma enorme importância para o turismo em Portugal: nesse mesmo ano, a maioria dos passageiros entre Dubai e Lisboa viajavam tendo como destino final Portugal. Logo nos primeiros meses de operação a rota demonstrou o seu elevado potencial quer no transporte de passageiros, quer de carga. Também na retoma da pandemia foi assinalável a forma rápida com que a Emirates retomou a operação em julho 2020, logo após o primeiro confinamento, operação que manteve e reforçou desde então. Neste dia de celebração estão de parabéns todos os que contribuíram para que esta rota tenha aberto, e todos aqueles que, todos os dias, trabalham para que esta ligação aérea continue a ser um sucesso”.
Para Luís Araújo, Presidente do Turismo de Portugal:“A diversificação de mercados emissores tem sido uma das orientações estratégicas do Turismo de Portugal para o crescimento do turismo recetivo no nosso país, conforme verificado na última década. Desde a primeira hora, com o início das suas operações em Portugal, a Emirates foi uma ‘porta aberta’ e um parceiro essencial para atingir esse objetivo, tendo desempenhado ao longo dos anos um papel fundamental no desenvolvimento de fluxos sobretudo de mercados da Ásia/Pacífico. A estreita cooperação que a Emirates teve com o Turismo de Portugal desde o início, muito contribuiu para a abertura de novos mercados emissores para Portugal como a China, Japão, Coreia do Sul, Austrália ou Índia, entre outros. É, por isso, com grande satisfação que recebemos a notícia do reforço das ligações a partir de agosto, esperando continuar a colaborar com a Emirates na retoma da procura desses mercados e dos níveis de capacidade anteriores à pandemia, desejando desde já o maior sucesso à Emirates em Portugal.”
A cerimónia de comemoração decorreu este sábado, no Aeroporto Humberto Delgado, e contou com a presença de Francisco Pita, da Administração da ANA Aeroportos de Portugal, Filipe Silva, da Administração do Turismo de Portugal, e de David Quito, Country Manager da Emirates em Portugal
Quando chegou a Portugal a 9 de julho de 2012, a Emirates iniciou o transporte de passageiros com apenas um Boeing 777-200. Desde então, a sua presença no país tem sido reforçada anualmente, com a companhia a procurar novas oportunidades no país sempre que possível, sendo que atualmente a Emirates serve esta rota com o seu Boeing 777-300ER.
A Emirates é atualmente a única transportadora aérea a oferecer voos regulares entre Portugal e os Emirados Árabes Unidos – proporcionando aos passageiros ligações eficientes de Lisboa para destinos populares no Médio Oriente, Ásia e Oceano Índico via Dubai. Através de uma parceria de codeshare com a TAP Air Portugal, a Emirates também oferece ligação a vários destinos através das redes de ambas as companhias aéreas.
Lisboa é também um importante destino de carga para a companhia aérea. Os voos dos Emirates para Portugal ajudam a facilitar o comércio e o transporte de mercadorias, bem como contribuem significativamente para o crescimento do negócio local. Nos últimos 10 anos, a Emirates SkyCargo, a divisão de carga aérea da companhia aérea, transportou cerca de 130.000 toneladas de e para o país, incluindo mercadorias de vestuário de moda, calçado, eletrónica, bem como cargas sensíveis ao tempo e de alto valor como produtos farmacêuticos.
À semelhança do que acontece noutros países, os patrocínios são parte integrante da estratégia global da Emirates, desempenhando um papel fundamental no reconhecimento global da marca.
A Emirates tem sido o Patrocinador Oficial do Sport Lisboa e Benfica desde o início da época 2015-2016. No entanto, o portefólio de patrocínios em Portugal incluem ainda um dos principais eventos de golfe, o Portugal Masters, bem como o Estoril Open.
Mais de 103.500 portugueses e residentes em Portugal estão inscritos no Emirates Skywards, o premiado programa de fidelização da Emirates e da flydubai – permitindo aos membros desfrutar de benefícios e recompensas exclusivas, incluindo voos com companhias aéreas parceiras, estadias em hotéis, pontos de venda a retalho e experiências de estilo de vida apoiadas pela companhia aérea.
Com uma equipa verdadeiramente multicultural, a Emirates fornece serviços excecionais e produtos de classe mundial. Os passageiros podem desfrutar de uma experiência único a bordo, com refeições de inspiração regional desenvolvidas por uma equipa de chefes de cozinha premiados. Os passageiros podem sentar-se e relaxar com mais de 5.000 canais de conteúdos de entretenimento global cuidadosamente curados com filmes, programas de TV, música, podcasts, jogos, audiolivros e o premiado sistema de entretenimento de bordo da Emirates.
A Emirates oferece atualmente um voo diário de Lisboa. O voo EK 192 da Emirates parte de Lisboa às 14h15 e chega ao Dubai às 00h50 (hora local), no dia seguinte. O voo de regresso, EK 191 parte do Dubai às 7h25h e chega a Lisboa às 12h35 (hora local).
A ANAC anunciou que no âmbito da cooperação, no quadro do OCEA – Órgão Permanente para a Coordenação da Gestão e Uso do Espaço Aéreo, do qual fazem parte integrante a ANAC, a AAN, a NAV Portugal e a Força Aérea Portuguesa, foi estabelecida uma carta de operações para o período do Verão IATA 2022, que permite uma otimização da conciliação da atividade militar e a aviação civil, nos serviços de navegação aérea.
Esta nova carta de operações redesenha o espaço aéreo, com cedências de espaço em períodos temporais nas áreas militares de Monte Real e de Sintra, contribuindo positivamente para a redução de atrasos das aeronaves e na maior otimização da capacidade da área terminal e das aproximações ao aeroporto Humberto Delgado.
Esta iniciativa, fruto de um forte e franco espírito de cooperação entre as diversas entidades participantes, tem como objetivo potenciar mais tráfego, permitindo novas rotas de acesso ao espaço aéreo nas áreas circundantes ao aeroporto Humberto Delgado, potenciando maiores benefícios para os utilizadores desta infraestrutura.
A NAV Portugal sublinha que este é mais um contributo que reforça o compromisso continuado com uma gestão mais eficiente do espaço aéreo, que se possa traduzir num serviço de melhor qualidade para as companhias operadoras no espaço aéreo nacional.
A Qatar Airways e a Airlink assinaram um acordo de codeshare para oferecer aos passageiros mais opções, melhores serviços e mais ligações entre 45 destinos em 13 países do sul de África e do resto do mundo.
Este novo acordo de codeshare significa que os passageiros podem desfrutar da simplicidade na aquisição de voos de ligação em ambas as companhias aéreas, recorrendo a uma única reserva pautada por uma experiência tranquila ao nível da validação de bilhetes, do check-in, do embarque e do despacho de bagagens, durante toda a viagem.
A parceria possibilitará aos clientes reservar destinos atrativos desde o sul africano a destinos populares nos EUA, como Nova Iorque e Dallas, cidades na Europa como Londres, Copenhaga e Barcelona, e pontos por toda a Ásia como Manila, Jacarta e Cebu. O acordo também aumenta a abrangência da Qatar Airways no sul de África, com um melhor acesso a destinos como Gqeberha (Porto Elizabeth) Hoedspruit, Skukuza, George na África do Sul, para além de Botswana, Namíbia, Zâmbia, Zimbabué e Moçambique.
O CEO da Qatar Airways, Sua Excelência o Sr. Akbar al Baker disse: “Ampliar a nossa rede com a Airlink dá aos nossos clientes mais escolha de destinos e voos. Esperamos que contribua para a rápida recuperação das viagens, que desempenham um papel tão importante nas economias do sul de África”.
“Reforçámos a nossa presença no mercado africano ao acrescentar oito novos destinos desde o início da pandemia e ao promover parcerias como este acordo dinâmico com a Airlink, que irá aumentar consideravelmente a nossa oferta para os nossos clientes e apoiar as viagens e o comércio”.
A Qatar Airways foi a única companhia aérea a lançar novos serviços no sul de África após a pandemia, iniciando operações para Luanda, Harare e Lusaca no ano passado. Este mês, retoma as operações para Windhoek, proporcionando outra ligação à extensa rede regional da Airlink através de oito gateways na região.
O CEO da Airlink, Sr. Rodger Foster, afirmou: “Este desenvolvimento é um reforço da relevância da Airlink como provedora de acessos aéreos a toda a região através da nossa extensa rede de destinos, o que, quando considerado em conjunto com o alcance global da Qatar Airways, cria oportunidades de ligações sem paralelo. Enquanto principal companhia aérea do sul de África, a Airlink fornece serviços de transporte aéreo abrangentes, seguros e fiáveis, permitindo o desenvolvimento socioeconómico através da ligação de pessoas entre si e facilitando o comércio dentro e fora da região”.
Os novos voos de codeshare estão disponíveis para venda e vão começar a ser operados no dia 06 de julho de 2022, sujeitos à aprovação do governo.
A Qatar Airways oferece 21 voos semanais diretos de Doha para Joanesburgo, 10 voos semanais para a Cidade do Cabo e quatro voos semanais para Durban. A partir da África do Sul, os passageiros podem ligarse facilmente a destinos em seis continentes através do Melhor Aeroporto do Mundo, o Aeroporto Internacional de Hamad.
Os passageiros podem reservar as suas viagens com as duas companhias aéreas, através de agências de viagens online, bem como com agentes de viagens locais.
A Qatar Airways sublinha que foi a única companhia aérea a continuar as operações para o sul de África durante a pandemia, permitindo a circulação de mercadorias, medicamentos e viagens essenciais entre a região e o resto do mundo. Isto permitiu que as pessoas regressassem a casa para as suas famílias, para os seus empregos e ajudou na recuperação pós-pandémica dos parceiros comerciais da Qatar Airways no sul de África, bem como da comunidade empresarial.
O presidente executivo da ANA disse hoje que os cancelamentos de voos que têm acontecido nos últimos dias são sobretudo da responsabilidade das companhias aéreas, exceto casos pontuais.
“Os cancelamentos que temos visto agora, a resposta é mais do lado das companhias aéreas, porque os cancelamentos são decididos pelas companhias”, disse o responsável, que está a ser ouvido na Assembleia da República.
Segundo o responsável, “uma parte dos cancelamentos que vimos na semana passada foi relacionada com o incidente com um avião pequeno na pista”, que levou ao encerramento da pista durante cerca de uma hora e meia.
Este tipo de problemas, acrescentou, pode “levar pontualmente a cancelamentos”.
“Mas há cancelamentos estruturais que têm a ver com outras razões”, como, por exemplo, a “organização de recursos das companhias aéreas”, apontou, defendendo que, nestes casos, “caberia mais às companhias aéreas detalharem” aos deputados.
O presidente do Conselho de Administração e o presidente executivo da ANA são hoje ouvidos no parlamento, por requerimento do PSD, para esclarecimentos sobre os problemas nos aeroportos de Lisboa e do Porto.
Em causa está a classificação do ‘site’ alemão AirHelp, que se dedica à defesa dos passageiros aéreos, e divulga anualmente um ‘ranking’ mundial dos aeroportos, no qual o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, surge na 132.ª posição, com uma avaliação geral de 5.76 em 10 pontos, entre os 132 aeroportos avaliados, ou seja, em último lugar.
Já o Aeroporto Sá Carneiro, no Porto, aparece como o oitavo pior, com uma pontuação geral de 6.46.
Como parâmetros avaliados estão, entre outros, os atrasos nas partidas e chegadas, a qualidade do serviço e os espaços comerciais e de alimentação.
“Para um país que depende muito significativamente das receitas do turismo e da sua imagem, este tipo de notícias é causador de danos reputacionais com reflexos na atividade turística”, lê-se no requerimento apresentado pelo grupo parlamentar do PSD, que entende ser “relevante conhecer a razão de tais classificações e o que está a ser feito em relação às mesmas”.
A audição acontece numa altura em que estão a ser cancelados vários voos, diariamente, nos aeroportos europeus, devido à falta de pessoal, greves e outros fatores externos agravantes, nomeadamente climáticos, relacionados com a covid-19 ou com imprevistos.
O presidente executivo da ANA rejeitou um cenário de redução de capacidade no aeroporto de Lisboa, ao contrário do que está a ser adotado por outros aeroportos europeus, argumentando que “não é necessário” porque a Portela tem uma melhor capacidade de resposta do que outras infraestruturas.
A TAP Cargo anunciou que entre os dias 5 de julho e 28 de agosto irá fazer novo upgrade para Wide-Body em alguns voos de destinos intra-europeus: Copenhaga, Frankfurt, Genebra, Milão, Oslo, Roma, Viena e Zurique.
Os voos serão operados com equipamento A330neo da TAP, uma vez que devido ao aumento da procura por viagens, a companhia está a aumentar a capacidade da sua operação.
A TAP Cargo indica que tem como Missão, diariamente e em tempo útil, prestar um serviço personalizado e de confiança na recolha, no transporte e na entrega de mercadorias nos aviões da TAP Air Portugal e aviões parceiros.
Tendo como principais Valores o foco no Cliente, nas suas necessidades e na sua total satisfação, providencia o transporte de todo o tipo de mercadoria — das mais frágeis às mais complexas, sejam bens materiais ou animais vivos —, oferecendo qualidade e segurança aos preços mais competitivos.
A TAP Cargo realiza o transporte nos nossos aviões de passageiros e nos aviões cargueiro TAP, dispondo de vários serviços personalizados que o cliente pode escolher consoante a sua preferência.
A Air Franace anunciou qua acabou de atingir um marco simbólico com a chegada do seu 10º Airbus A220-300, a mais recente coqueluche na sua frota de médio curso. Com a matrícula F-HZUJ, saiu das linhas de montagem da Airbus em Mirabel (Quebeque) e voou para Paris-Charles de Gaulle, de onde vai operar os voos de curto e médio curso da companhia. O seu 1º voo comercial foi realizado ontem, 5 de julho, rumo a Veneza (voo AF1126).
Na parte dianteira da fuselagem, a aeronave ostenta o seu nome de batismo, “Auvers-sur-Oise”, em referência à cidade a norte de Paris conhecida internacionalmente pelas obras dos pintores paisagistas e impressionistas Paul Cézanne, Camille Corot e Vicente Van Gogh. O pintor neerlandês passou os seus últimos dias em Auvers-sur-Oise, um período de intensa criatividade.
Desde 2019 e após a entrega do seu primeiro Airbus A350, a Air France recuperou a tradição de batizar os seus aviões com nomes de cidades francesas. Auvers-sur-Oise é a 96ª cidade a ser celebrada nos aparelhos da companhia.
Até ao final de 2025, 60 A220-300 vão substituir gradualmente alguns dos aviões no médio curso da Air France. Com até 15 entregas esperadas por ano, esta é a integração mais rápida na história da companhia.
Um avião mais económico e ambientalmente eficiente
Sendo o avião de corredor único mais inovador e eficiente na sua categoria, o Airbus A220-300 adequa-se perfeitamente à rede de curto e médio curso da Air France. Oferece uma redução de 10% no custo dos assentos face ao Airbus A318 e A319 e destaca-se pelo seu desempenho energético: consome 20% menos combustível do que a aeronave que substitui e as suas emissões de CO2 também são reduzidas em 20%. A sua pegada de ruído também é 34% menor.
Estas características vão desempenhar um papel fundamental na redução da pegada ambiental da Air France e no alcance das suas metas de sustentabilidade.
No âmbito do programa ‘Air France ACT’, a companhia pretende reduzir em 30% as emissões de CO2 por passageiro-km até 2030 face a 2019. Este objetivo exclui as chamadas ações de “compensação”, de modo a ter apenas em conta as medidas estritas diretas e indiretas de redução de emissões.
Um conforto ideal a bordo
Este aparelho tem 148 assentos, numa configuração 3-2, permitindo que 80% dos clientes desfrutem de um assento à janela ou no corredor. O assento é o mais largo do mercado entre os aviões de corredor único. Reclinável e equipado com um apoio de cabeça ajustável, é revestido em couro e possui espuma ergonómica para maior conforto. Um largo tabuleiro monobloco, porta-copos, bolsa para livros e revistas, entradas USB A e C individuais e apoio para tablet ou smartphone integrado no encosto completam o pacote.
A cabine, a mais espaçosa e luminosa da sua categoria, está disponível nas cores identitárias da Air France: tons de azul, forte presença do branco que aporta luz e contraste, toques de vermelho que encarnam a excelência e o savoir-faire. O corredor central, particularmente largo, facilita a circulação. O tapete no chão revisita o tradicional padrão ornamental em espiga, que simboliza o emblemático universo “haussmanniano” dos apartamentos parisienses. As grandes janelas panorâmicas proporcionam uma luz natural durante toda a viagem. Finalmente, os espaçosos compartimentos de bagagem permitem um acesso mais fácil às malas.
Rumo à Europa
Este verão, o Airbus A220-300 da Air France voa para Berlim, Hamburgo e Munique (Alemanha), Milão-Linate, Milão-Malpensa, Bolonha, Roma, Nápoles e Veneza (Itália), Barcelona, Valência e Madrid (Espanha), Lisboa (Portugal), Copenhaga (Dinamarca), Atenas (Grécia), Helsínquia (Finlândia), Viena (Áustria), Varsóvia (Polónia) e Estocolmo (Suécia) à partida do hub da Air France em Paris-CDG.
A LATAM acaba de inaugurar nesta terça-feira (5/7) suas operações diárias em Montes Claros (MG), que conta agora com voos diretos a partir de São Paulo/Guarulhos. A nova rota estreou oficialmente o terceiro destino da LATAM em Minas Gerais depois de Belo Horizonte e Uberlândia. Ainda neste mês de julho, a LATAM também estreará operações no Aeroporto da Zona da Mata, em Juiz de Fora (MG), além de Caxias do Sul (RS) e Cascavel (PR).
Para Aline Mafra, diretora de Vendas e Marketing da LATAM Brasil, a inauguração responde ao crescimento da demanda por viagens aéreas no Brasil e também reflete o recente ganho de eficiência operacional da LATAM, que tem viabilizado a abertura de novos voos. “Quando atendemos mais aeroportos no Brasil, abrimos possibilidades para que mais pessoas possam considerar o avião em suas viagens. Mais do que um simples voo de 95 minutos de duração, o cliente da LATAM que chega ou parte de Montes Claros agora pode visitar com mais praticidade outros 50 destinos nacionais e outros 19 internacionais da nossa malha aérea no Brasil, em conexões rápidas no nosso hub (centro de conexão) de Guarulhos”, explica.
Com a inauguração das operações em Montes Claros, a LATAM Brasil chega oficialmente a 51 destinos domésticos no Brasil (antes da pandemia de Covid-19 eram 44). A primeira estreia do ano foi em Sinop (MT), em maio, também com voos diários a partir de Brasília (DF).
Além de oferecer mais possibilidades para o transporte de pessoas, a inauguração do novo destino também implementa o transporte de cargas por meio das operações da LATAM Cargo, empresa de logística do Grupo LATAM, que utiliza os porões das aeronaves de passageiros para este fim.
Programação do novo voo Guarulhos-Montes Claros
Ao todo, a LATAM já prevê 75% de ocupação nos primeiros voos da nova rota São Paulo/Guarulhos-Montes Claros. Os voos diários partem de Guarulhos às 13h40* e de Montes Claros às 15h45*. São operados com aeronaves Airbus A320, com capacidade para até 176 passageiros (8 em classe Premium Economy e 168 em Economy). As passagens aéreas estão disponíveis em latam.com e demais canais de venda.
Atualmente, a LATAM opera em Minas Gerais voos a partir de Belo Horizonte/Confins para Brasília (18 voos semanais), São Paulo/Congonhas (55 voos semanais), Curitiba (9 voos semanais), Fortaleza (7 voos semanais), São Paulo/Guarulhos (40 voos semanais), Rio de Janeiro/Santos Dumont (14 voos semanais) e Vitória (7 voos semanais), e a partir de Uberlândia para São Paulo/Congonhas (7 voos semanais) e São Paulo/Guarulhos (14 voos semanais).
A Emirates está a tornar o Dubai num destino de férias de verão mais desejado do que nunca, oferecendo aos passageiros entrada gratuita em algumas das atrações mais populares dos Emirados Árabes Unidos, além de muitas outras ofertas emocionantes, enquanto o evento de destaque da cidade – The Dubai Summer Surprises – regressa com um calendário completo de entretenimento, cultura e atividades para a família.
Seja de regresso ao Dubai ou em visita pela primeira vez, os passageiros da Emirates podem desfrutar de entrada gratuita para várias atrações nos Emirados Árabes Unidos:
O icónico Burj Khalifa At The Top: Admire as vistas de cortar a respiração a partir do edifício mais alto do mundo. Localizado nos andares 124 e 125 do icónico Burj Khalifa, maravilhe-se com as vistas deslumbrantes da cidade no deck de observação exterior a 555 metros acima do nível do mar. Os bilhetes gratuitos são para admissão de 30 de junho a 30 de setembro de 2022.
Dubai Fountains Boardwalk Experience: Assista a um espetáculo de água, música e luz a partir de uma plataforma flutuante a apenas nove metros das maiores fontes coreografadas do mundo, localizadas em torno do Burj Khalifa.
Louvre Abu Dhabi: Mergulhe nas histórias ligadas às centenas de peças antigas que datam de centenas de anos e desfrute de uma coleção de 167 obras de artistas de renome internacional numa das atrações culturais mais emblemáticas dos Emirados Árabes Unidos.
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Viva mais o Dubai com a Emirates
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Visita ao Dubai
O Dubai é o lugar para estar nesta temporada de verão. Além de um calendário empolgante de cultura, compras e restaurantes de classe mundial, o Dubai Summer Surprises, um dos principais eventos de compras e entretenimento da cidade, também será realizado com uma programação repleta de eventos e atividades familiares, ofertas exclusivas em compras, concursos divertidos, promoções e ofertas. À medida que as restrições de viagem diminuem, a Emirates oferece agora aos viajantes de mais de 130 destinos serviços de voo convenientes para o Dubai.
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Mantendo a saúde e o bem-estar dos seus passageiros como prioridade máxima, a Emirates introduziu um conjunto abrangente de medidas de segurança em todas as etapas da jornada do cliente. A companhia aérea também está a desenvolver a sua oferta de tecnologia contactless para fornecer opções ainda mais convenientes para acelerar as formalidades do aeroporto.
Os clientes são recomendados a verificar as últimas diretrizes governamentais de viagem e garantir que atendem os requisitos de viagem do seu destino final. Para obter mais informações sobre os requisitos de entrada para visitantes internacionais e residentes que regressam do Dubai, visite: https://www.emirates.com/english/help/covid-19/dubai-travel-requirements/
A companhia aérea escandinava SAS, em dificuldades financeiras, anunciou hoje ter dado início a um pedido de falência nos Estados Unidos, no quadro de um plano económico em curso.
A medida foi anunciada pela empresa um dia após o começo de uma greve por tempo indeterminado decretada pelo principal sindicato de pilotos da Escandinávia.
“Além dos efeitos da greve, as atividades e os planos de voo da SAS não vão ser afetados por esta medida [pedido de falência nos Estados Unidos] e a SAS vai continuar a servir normalmente os clientes”, disse a empresa detida maioritariamente pelos Estados sueco, norueguês e dinamarquês.
Nos Estados Unidos, o recurso ao “capítulo 11” é dispositivo legal que permite que uma empresa deixe de pagar a dívida incentivando um processo de reestruturação “protegido” dos credores e mantendo as operações em curso.
A SAS conta utilizar o procedimento durante um período de “nove a 12 meses”, disse hoje o diretor-geral da empresa, Anko van der Werff, durante uma conferência de imprensa.
Uma das vantagens na escolha de proteção nos Estados Unidos, ao contrário do que ocorre em outros países como a Suécia [onde se encontra a sede da empresa] é a manutenção da propriedade dos aviões, explicou o diretor-geral da SAS.
De acordo com a empresa, o “capítulo 11” norte-americano “visa acelerar a transformação da SAS, implementando os ‘elementos chave’ do plano de economia contínuo (SAS Forward)”.
“Nós temos que fazer muito mais e mais depressa”, disse o presidente do conselho de administração da SAS, Carsten Dilling, acrescentando que se trata de uma decisão “bem ponderada” face a uma “estrutura de custos” muito elevada da empresa.
Fragilizada pelos efeitos da pandemia de covid-19 e pelas perdas recorrentes, a SAS anunciou em fevereiro o plano de poupança de cerca de 750 milhões de euros por ano, reforçado em junho por um plano de aumento capital de mil milhões de euros.
A Dinamarca, que como a Suécia detém 21,8% do capital da companhia, disse estar pronta para assumir uma participação.
A Suécia e a Noruega concordaram transformar os créditos em capital.
O diretor de operações da easyJet, Peter Bellew, demitiu-se do cargo para procurar “outras oportunidades de negócio”, segundo foi divulgado hoje, em plena vaga de cancelamentos e de conflitos laborais na companhia aérea.
Após a demissão de Bellew, a companhia nomeou David Morgan, funcionário da empresa desde 2016, como chefe de operações interino.
O presidente executivo da companhia aérea ‘low cost’, Johan Lundgren, agradeceu em comunicado a Bellew o “trabalho duro” e desejou-lhe “o melhor” para o futuro.
“Todos na easyJet continuamos absolutamente centrados em levar a cabo uma operação segura e de confiança neste verão”, afirmou Lundgren, num momento em que a companhia aérea enfrenta uma pressão crescente para reduzir as atuais alterações no calendário de voos.
O setor da aviação está a atravessar problemas para gerir o aumento da procura de viagens aéreas, ao mesmo tempo que sofre com a escassez de pessoal e tem dificuldades em obter as autorizações de segurança requeridas para efetuar novas contratações.
Até agora, neste verão, a easyJet foi forçada a cancelar milhares de voos devido á falta de trabalhadores.
Na semana passada foram anunciados cancelamentos de última hora no Reino Unido, principalmente no aeroporto de Gatwick, o que indignou os passageiros.
Em junho, o sindicato britânico United lamentou a “falta de liderança” na companhia aérea e disse que Bellew deveria “assumir o controlo da situação”.
“A easyJet continua absolutamente focada nas nossas operações diárias e continua a supervisionar a situação de perto, tendo adotado medidas preventivas para ter maior resiliência durante o verão devido à atual situação operacional”, disse a companhia aérea, acrescentando que continua a operar até 1.700 voos por dia, transportando 250.000 passageiros.
A presidente executiva (CEO) da TAP, Christine Ourmières-Widener, reconheceu que a companhia aérea não “está a oferecer o serviço de excelência” que planeou, depois de um fim de semana com vários cancelamentos.
Numa mensagem hoje publicada, dirigida aos clientes, a gestora deu conta das dificuldades sentidas pela transportadora nos últimos tempos, avisando que os constrangimentos irão manter-se, mas que fará “melhor para voltar a proporcionar” qualidade, pontualidade e confiança.
“Neste momento, reconhecemos que não estamos a oferecer o serviço de excelência que planeámos e que queremos que experiencie connosco, face à crise que o transporte aéreo atravessa e que, de acordo com as previsões mais recentes, não deverá melhorar nas próximas semanas, fruto do aumento regular das viagens de lazer e de negócios”, escreveu a CEO, apresentando as “mais sinceras desculpas” da companhia aérea.
“Os últimos dois anos foram muito difíceis para todos nós, sobretudo para o setor da aviação comercial, extremamente penalizado devido à pandemia”, indicou, garantindo que “todos os colaboradores da TAP Air Portugal têm trabalhado resiliente e consistentemente na reconstrução da companhia e em ganhar novamente” a confiança dos passageiros.
“Este fim de semana não foi fácil para a TAP devido a constrangimentos vários”, lamentou, acrescentando que “só com o empenho e esforço das equipas, tanto de terra como do ar, foi possível prestar o melhor serviço possível aos nossos passageiros, levá-los ao destino e normalizar a operação”.
“Não há nada que todos queiramos mais do que levar Portugal ao mundo e trazer o mundo a Portugal já este verão. Esta é a nossa razão de existir e é para cumprir esse objetivo que todos temos trabalhado nos últimos meses”, realçou Christine Ourmières-Widener.
A CEO ressalvou, no entanto, que “ainda que as restrições à mobilidade de passageiros tenham sido levantadas na sua maioria, o transporte aéreo, bem como a respetiva estrutura e serviços complementares, enfrenta uma séria limitação de recursos a nível global, num momento em que as operações de voo passaram praticamente do zero para cerca de 90% dos níveis pré-pandemia”.
“Garantimos que a TAP e todas as nossas equipas estão empenhadas, neste momento, em minimizar ao máximo todo e qualquer inconveniente que possa surgir durante a sua jornada connosco, esperando contar com um transporte aéreo mais robusto, funcional e articulado no verão de 2023”, disse a CEO.
“Agradecemos, como sempre, a sua fidelidade e esperamos contar também com a sua compreensão, caso a sua viagem não tenha ido ainda ao encontro das suas expectativas. Estamos a fazer o nosso melhor para voltar a proporcionar-lhe a qualidade, a pontualidade e a confiança que merece e que certamente terá da TAP Air Portugal, o mais rapidamente possível”, rematou a CEO da transportadora.
Este fim de semana, a companhia cancelou vários voos tendo em conta os constrangimentos que estão a afetar a operação um pouco por todo o mundo, dada a recuperação rápida do tráfego depois de uma paralisação quase total devido à pandemia.
A British Airways iniciou este sábado a sua a ligação entre o aeroporto de Heathrow, em Londres, e o aeroporto de Ponta Delgada, nos Açores.
Os voos da British Airways para o aeroporto de Ponta Delgada (PDL) a partir de London Heathrow (LHR) serão operados uma vez por semana de 2 de julho a 3 de setembro de 2022.
Já os voos para o Aeroporto Internacional das Lajes (TER) a partir de London Heathrow (LHR) serão operados uma vez por semana de 10 de julho de a 28 de agosto de 2022.
De acordo com a ATA, serão 10 as ligações neste verão, resultado de um trabalho em parceria com o Turismo de Portugal, ANA Aeroportos – Grupo Vinci, NAV Portugal e o Governo dos Açores para o “desenvolvimento e consolidação das acessibilidades aéreas ao arquipélago, sem as quais a retoma turística não seria possível para o destino Açores”.
A British Airways colocou nesta operação um Airbus A320neo com capacidade para 180 passageiros, que se traduz numa capacidade de transportar 1.800 passageiros para Ponta Delgada nesta operação sazonal de verão.
Carlos Morais, presidente da ATA, citado em nota de imprensa, considera que esta é “uma grande oportunidade para o setor do turismo dos Açores”.
“O Reino Unido é um importante mercado internacional emissor de turistas nos Açores e a British Airways uma das mais importantes companhias aéreas mundiais, com potencial para estimular novos segmentos de mercado”, afirmou.
A ATA está a desenvolver, entretanto, “um conjunto de ações promocionais em parceria com os operadores turísticos do mercado do Reino Unido, bem como organização de viagens com vista ao necessário aumento da notoriedade do destino Açores naquele mercado”.
A Binter iniciou este sábado a sua nova rota entre Las Palmas e Ponta Delgada
De referir que recentemente a companhia tinha anunciado um grande reforço nas suas ligações com a Madeira à partida de várias ilhas espanholas e com a África Ocidental, bem como, uma ligação aos Açores.
Os voos para Ponta Delgada (PDL) serão realizados aos sábados e operados com equipamento Embraer 195-E2.
Os voos estão programados para descolagem de Las Palmas às 08h30 e aterrarem em Ponta Delgada às 10h30.
Os aeroportos de Fuerteventura, Lanzarote e Tenerife Sur vão passar a contar com voos diretos com a Madeira e reforçando as conexões da Gran Canaria com Marraquexe e Agadir.
Além de Ponta Delgada, a Binter iniciou voos semanais para destinos em Itália e Marrocos.
A Hi Fly anunciou que vai expor um Airbus A340 durante o 70º aniversário da Força Aérea Portuguesa em Beja.
A companhia refere que estão previstos dois voos, um no dia 2 e outro no dia 3 de julho, ambos às 12h15, hora local. O avião será pilotado pelo Comandante Carlos Mirpuri.
Ao que tudo indica trata-se do A340 com a matrícula 9H-TQZ e com um adesivo especial na cauda, capturada através da objetiva do Spotter Hugo Guerra.
Foto: Hugo Guerra
De referir que a Força Aérea celebrou o seu 70.º Aniversário no dia 1 de julho. A cidade escolhida para as comemorações oficiais deste ano é Beja.
A data está a ser assinalada com um conjunto de eventos, com destaque para a cerimónia militar, no dia 1 de julho, na Avenida Tenente Coronel Salgueiro Maia, e para o Festival Aéreo, no dia 3 de julho, na Base Aérea N.º 11.
As comemorações tiveram início, no dia 26 de junho, com o Içar da Bandeira Nacional, do Município e da Força Aérea, na Praça da República, e com a abertura ao público de uma Exposição Estática de Meios e Atividades da Força Aérea, na Casa da Cultura, em Beja. Neste local, os visitantes poderão experimentar os óculos de realidade virtual, que permitem simular um voo 360.º de F-16, Alloutte III ou Alpha-Jet, e ficar a conhecer a exposição fotográfica da Força Aérea e do concurso “Cria e Voa Connosco”, com trabalhos de escolas da região.
No dia 2 de julho, realiza-se o Concerto Oficial da Banda de Música da Força Aérea, no Teatro Municipal PAX Julia.
No dia 3 de julho, de manhã, celebra-se uma missa, na Sé de Beja, pelas 11H00, e pelas 14H00 horas terão início as exibições aéreas do Festival Aéreo na Base Aérea N.º 11. A Unidade abrirá ao público às 8H00 da manhã, havendo demonstrações aéreas a partir das 10H00.
Em conjunto com a Câmara Municipal de Beja foram criados parques de estacionamento na Cidade e percursos de autocarro entre a Cidade e a Unidade.
O spotter Nelson Rodrigues teve a oportunidade de capturar através da sua objectiva o novo modelo, e último, da TAAG, o “Dande” D2-TFF, sexto Dash Q400, durante a escala técnica para pernoita no Aeroporto de Santa Maria, nos Açores.
De referir que a TAAG anunciou a aquisição de seis aviões Dash 8-400 ao construtor aeronáutico canadiano De Havilland Aircraft, durante o 53.º Salão Internacional de Paris.
A companhia configurou os seus modelos com 10 lugares em classe executiva e 64 em económica, e contam com a nova imagem da companhia.
Estes aviões foram encomendados para optimizar a frota da TAAG e realizarem rotas domésticas. Em comunicado, a TAAG afirma que são “aeronaves adaptadas para curtas distâncias, aptas para operar em pistas curtas e em aeroportos de altitude elevada”.
O DAsh Q400 tem uma envergadura de 28,4 metros e 32,8 metros de comprimento, capacidade de carga máxima de 8.489 quilogramas, velocidade de cruzeiro máxima de 667 quilómetros por hora com os seus dois motores PW150, e um alcance de 2.040 quilómetros.
O ATR 72-500 da CanaryFly, com a matrícula EC-KRY entrou hoje ao serviço da SATA Air Açores.
O primeiro voo aconteceu em Ponta Delgada e Santa Maria:
De recordar que o Grupo SATA vai reforçar a sua operação este mês com esta aeronave, com capacidade para 72 lugares, através do regime ACMI (aluguer de aeronave e tripulação).
O ATR 72-500 visa dar resposta ao atraso da entrega de Dash Q400, “inicialmente agendada para estar disponível em meados de maio, foi adiada para meados de julho”, por “motivos alheios à companhia aérea, que se prendem com atrasos nas cadeias de abastecimento a nível global”.
Segundo a companhia aérea açoriana, o plano de exploração para o verão 2022 já previa, no final do ano passado, a “necessidade de um reforço pontual de uma aeronave, que seria alocada a determinados percursos interilhas, não só para fazer face ao crescimento estimado do tráfego, como também para atender à necessidade de reforços pontuais em alguns trajetos”.
Por isso, foi acordada a entrega de uma aeronave de substituição, por forma a “garantir o programa de voos previsto e a manutenção da regularidade do serviço aéreo”, tendo-se optado pelo avião ATR 72-500, com configuração de 72 lugares, que voará para a companhia aérea açoriana, em regime de ACMI (aluguer de aeronave e tripulação), durante o mês de julho.
A bordo da aeronove, a companhia aérea parceira “contará com a presença de elementos de cabine da SATA Air Açores, por forma manter o acolhimento e acompanhamento dos passageiros, nos moldes habituais”.
De cordo com as previsões, a SATA Açores prevê transportar cerca de 345 mil passageiros este verão, “um novo recorde por larga margem”, o que “corresponde a um incremento de cerca de 21%, quando comparado com o ano pré-pandémico de 2019”.
Na época alta de verão, a SATA tem previsto operar 432 voos interilhas por semana, chegando aos 74 voos por dia.
Em entrevista ao blog do Sam Chui, a CEO da TAP Air Portugal, Christine Ourmières-Widenero elogiou as aeronaves da construtora brasileira Embraer, e anunciou que a companhia portuguesa vai aumentar a sua frota em mais seis aviões E1.
Aos atuais 9 aviões do modelo E190-E1 e quatro E195-E1, que levam respectivamente 106 e 118 passageiros, serão adicionadas mais 6 aeronaves da mesma construtura, isto porque, segundo a CEO informou em recente avião brasileiro é ideal para alimentar o hub em Lisboa e mais deles chegarão.
A TAP conta actualmente com 13 aeronaves Embraer de modelos E190-E1 e E195-E1, com capacidades respectivas de 106 e 118 passageiros, que de acordo com a publicação especializada em aviação Aeroin foram transferidas a partir da Azul Linhas Aéreas, quando esta esta accionista da TAP.
A publicação cita a CEO da companhia de bandeira portuguesa afirmando que “os jactos E1 são do tamanho ideal. A nossa única limitação neste ano é a nossa frota, estamos a voar muito com estas aeronaves”. A CEO afirmou ainda que a companhia vai acrescentar mais seis destes aviões.
De acordo com a Página ASAS dos Açores o Dash8 Q400 que incorporará a frota da SATA Air Açores durante este verão, realizou hoje o seu primeiro voo de testes.
Com as cores da SATA Air Açores a aeronave deverá receber a matrícula CS-TSE.
O Presidente do Conselho de Administração da companhia anunciou recentemente que esta aeronave deveria começar a operar este mês, para reforçar a frota da companhia durante o verão, mas só deverá chegar aos Açores, em julho.
O atraso é motivo pela falta de algumas peças para a aeronave que se encontra em manutenção na Alemanha.
De referir que recentemente, Berta Cabral, secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas anunciou que a SATA vai converter uma das aeronaves mais antigas em cargueiro e que em 2023.
Para dar resposta ao atraso desta nova aeronave, o Grupo SATA vai reforçar a operação durante o mês de julho com um avião ATR 72-500, com capacidade para 72 lugares, através do regime ACMI (aluguer de aeronave e tripulação).
O ATR 72-500 em operação para a SATA pertence à companhia CanaryFly e visa dar resposta ao atraso da entrega de Dash Q400, “inicialmente agendada para estar disponível em meados de maio, foi adiada para meados de julho”, por “motivos alheios à companhia aérea, que se prendem com atrasos nas cadeias de abastecimento a nível global”.
Segundo a companhia aérea açoriana, o plano de exploração para o verão 2022 já previa, no final do ano passado, a “necessidade de um reforço pontual de uma aeronave, que seria alocada a determinados percursos interilhas, não só para fazer face ao crescimento estimado do tráfego, como também para atender à necessidade de reforços pontuais em alguns trajetos”.
Por isso, foi acordada a entrega de uma aeronave de substituição, por forma a “garantir o programa de voos previsto e a manutenção da regularidade do serviço aéreo”, tendo-se optado pelo avião ATR 72-500, com configuração de 72 lugares, que voará para a companhia aérea açoriana, em regime de ACMI (aluguer de aeronave e tripulação), durante o mês de julho.
A bordo da aeronove, a companhia aérea parceira “contará com a presença de elementos de cabine da SATA Air Açores, por forma manter o acolhimento e acompanhamento dos passageiros, nos moldes habituais”.
De cordo com as previsões, a SATA Açores prevê transportar cerca de 345 mil passageiros este verão, “um novo recorde por larga margem”, o que “corresponde a um incremento de cerca de 21%, quando comparado com o ano pré-pandémico de 2019”.
Na época alta de verão, a SATA tem previsto operar 432 voos interilhas por semana, chegando aos 74 voos por dia.
A TAP confirmou que vai enviar quatro aviões A320 para manutenção na companhia aérea eslovena Adria Airways e acrescentou que se trata de uma prática que “sempre fez” e continuará a fazer.
“A TAP executa tarefas de manutenção nas aeronaves da sua frota em outras organizações de manutenção certificadas que não a TAP Manutenção & Engenharia, sempre o fez e continuará a fazê-lo”, afirmou a transportadora, em resposta escrita à Lusa.
Em causa está o envio quatro aviões A320 da TAP para manutenção na companhia aérea eslovena Adria Airways, entre a próxima semana e o final de julho, conforme explicou à Lusa o Sindicato dos Técnicos de Manutenção de Aeronaves (Sitema).
“Acaba por se perceber que o número de pessoas que nós temos não é suficiente para fazer face ao trabalho que existe e, portanto, essa será uma das razões pela qual isto está a acontecer”, disse à Lusa Paulo Manso, do Sitema.
O dirigente sindical lembrou que durante o período de reestruturação e os despedimentos que se seguiram saíram cerca de 100 técnicos de manutenção da TAP.
“Estamos nós a preparar uma reestruturação que, na prática, neste momento, está a acabar por contribuir para que haja um desenvolvimento de outras companhias aéreas que não a nossa, precisamente pela fuga de trabalho para o exterior, o que não nos parece nada acertado”, realçou Paulo Manso.
Durante as negociações no âmbito do plano de reestruturação, o Sitema defendeu que não havia necessidade de reduzir o número de técnicos de manutenção de aviões, tendo em conta o número de profissionais face ao número de aviões.
“Isso não foi levado em linha de conta e nós agora estamos a viver aquilo que são as consequências precisamente dessa situação, ou seja, de não termos acautelado devidamente o número dos técnicos necessários para a operação da companhia e, como resultado disto, temos agora esta questão de mandar trabalho para o exterior, com os custos inerentes a tudo isso”, apontou o dirigente sindical.
Paulo Manso referiu ainda que a TAP chegou a fazer manutenção para outras companhias aéreas, um serviço que, atualmente, não consegue prestar.
“De há muito tempo a esta parte, basicamente, fazíamos [manutenção] para a SATA, e, neste momento, até para essa companhia aérea, que é nacional também, está difícil de fazer, porque se não conseguimos fazer para a nossa frota, muito menos conseguimos fazer para a frota de terceiros”, acrescentou Paulo Manso, considerando que se trata de uma “perda de receita para a TAP e até para o próprio país”.
A Transavia France anunciou que operou pela primeira vez, um voo com 30% de combustível de aviação sustentável (SAF) por ocasião dos Connecting Europe Days, que se realizam na cidade francesa de Lyon. Este voo Lyon – Porto faz parte das ações do Grupo Air France KLM para reduzir as suas emissões de gases com efeito de estufa.
O Grupo Air France KLM está comprometido, há vários anos, com a redução da sua pegada de carbono. A sua vontade passa, hoje, por acelerar a sua transição ambiental, ativando todas as alavancas à sua disposição e favorecendo o surgimento de soluções inovadoras. O Grupo definiu uma trajetória para atingir zero emissões líquidas até 2050.
O Grupo Air France, incluindo a Transavia France, comprometeu-se a reduzir, no curto prazo, as suas emissões de CO2 por passageiro-quilómetro em 30% até 2030 face a 2019. Estas metas estão sujeitas à iniciativa Science Based Targets (SBTI).
Uma das alavancas para a redução da pegada ambiental é o uso de combustíveis de aviação sustentável (ou SAF, da sigla em inglês), combustíveis de origem não fóssil produzidos a partir de resíduos industriais ou domésticos e que não competem com a alimentação humana. Estes podem reduzir as emissões de CO2 numa média de 80% ao longo de todo o ciclo de vida e desempenhar um papel essencial na descarbonização do transporte aéreo. Em 2022, a regulamentação francesa exige que os fornecedores de combustíveis incluam 1% de SAF nas suas vendas de carburantes.
“Estamos entusiasmados por operar este voo que incorpora 30% de combustível de aviação sustentável. É uma importante iniciativa que desejávamos para estes dias de reflexão sobre a mobilidade, os Connecting Europe Days, que se realizam em Lyon. Estamos a mobilizar todas as alavancas para reduzir as nossas emissões de CO2: os SAF, a ecopilotagem que permite reduzir as nossas emissões em 3 a 5% por voo, e vamos chegar a -15% de emissões graças à próxima renovação de nossa frota», adiantou Sébastien Mir, Diretor de Qualidade, Segurança e Ambiente da Transavia France.
A SATA Azores Airlines contratou a euroAtlantic para a realização da sua operação sazonal entre a Ilha Terceira e Oakland, na Califórnia.
Esta operação teve início no dia 21 de junho e tem sido realizada com o Boeing B767-300ER com a matrícula CS-TSU.
Os voos S4237 descolam da Terceira às 3ª feiras pelas 14h00 aterrando em Oakland pelas 18h00, cerca de 11 horas de voo.
Já o voo de regresso S4236 descola de Oakland pelas 16h00 (hora local) de quarta-feira aterrando no dia seguinte pelas 8h30 na Terceira, cerca de 9 horas de voo.
Depois que a frota Airbus A310 começou a dar problemas operacionais a companhia optou por operar a rota em regime de Acmi.
Em 2018 a Azores Airlines chegou a operar a rota com o seu Airbus A330 e em 2021 a companhia operou, os poucos voos possíveis, com os seus A321LR e escala em Toronto, no voo entre a Terceira e Oakland.
A INDRA anunciou que o aeroporto de Budapeste está a um passo de se tornar o primeiro de uma capital europeia a ser gerido remotamente. Em outubro de 2021, a Indra foi contratada pelo prestador de serviços de navegação aérea, a HungaroControl, para fornecer um sistema de torres totalmente integrado ─ com ecrãs para a visualização do tráfego aéreo e aeroportuário, sistema de planos de voo com etiquetas e listagem de voos, lógica de segurança alargada e funções avançadas de definição de rotas ─ complementado com câmaras e sistemas de torres remotas digitais.
A Indra está a avançar neste projeto de acordo com a planificação e está prestes a iniciar a instalação do sistema na sua localização final. A empresa vai entregar um posto de controlo de torre de última geração, totalmente integrado com os restantes sistemas e com funcionalidade táctil. O sistema de torres InNOVA, já em uso no Centro de Torre Remota da Avinor na Noruega, integra todas as informações relevantes e funcionalidades de controlo de tráfego aéreo e segurança num único ecrã. A solução ótica IRTOS proporcionará aos controladores a visão das pistas mais avançada do mercado, com qualidade 4K, continuidade na visão 360 graus graças ao software proprietário da Indra e funcionalidades avançadas, tais como visão noturna a cores e camadas de realidade aumentada na visualização, tais como etiquetagem de aeronaves, sobreposição de informação no ecrã ou deteção automática de objetos no local.
Além do sistema de torre remota operacional, a Indra também fornecerá uma torre remota de contingência com um simulador e sistema de treino. A transição operacional para a nova solução de torre remota em Budapeste será feita no decorrer de 2024.
O projeto é fundamental para a modernização da gestão do tráfego aéreo, servindo como referência para o controlo remoto digital em grandes aeroportos. A HungaroControl irá apresentar e demonstrar a solução no Congresso Mundial ATM no seu stand número 1227.
A Iberia anunciou que continua a contratar novos pilotos para integrar o seu quadro de colaboradores.
A companhia aérea espanhola indicou que os primeiros vinte pilotos do seu programa Iberia Cadets vão juntar-se aos seus quadros em julho, e lança agora uma campanha de recrutamento de novos pilotos, sem data de encerramento. Qualquer candidato que preencha os requisitos pode se inscrever.
Esta é a primeira vez que a companhia aérea contrata pilotos desde o início da pandemia. Os candidatos devem submeter a sua candidatura AQUI
A companhia sublinha que caso tenham previamente enviado o seu currículo à Iberia Employment, devem voltar a carregá-lo na nova plataforma.
As provas de seleção serão realizadas em grupos e de forma escalonada, dependendo das necessidades da companhia aérea.
A Iberia sublinha que é fundamental que os candidatos cumpram todos os requisitos antes de serem chamados para a primeira prova de seleção.
Recruitment information:
Destination: Madrid
Start date: 23 June, 2022
End date: no closing date
Basic requirements:
Minimum academic requirements: candidates must have passed their university entrance exam or have completed training providing access to university.
Minimum qualifications: ATPL(A) frozen EASA, part-FCL and MCC.
Valid Class 1 medical certificate.
Certificate of linguistic competence in English, at least at level 4, and Spanish level 5.
Right to work in the European Union and passport without restrictions.
Criminal record certificate.
Additional advantages:
Unrestricted ATPL(A)
Licences
University studies, professional training, aeronautical experience depending on the candidate’s age, knowledge of other languages, and previous work experience within the aeronautical field or outside it.
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