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Falta de peças no mercado atrasa conclusão de manutenção de aeronaves do Grupo SATA


 

A falta de peças e aviões está afetar a indústria aeronáutica fortemente em todo o mundo. São diversas as companhias aéreas que estão a ser obrigadas a reajustar o número de voos e até mesmo proceder ao cancelamento dos voos devido às falhas na cadeia de fornecimento do setor.

O Grupo SATA não está imune ao mesmo problema e tem visto o processo de manutenção de algumas das suas aeronaves prolongar-se no tempo devido a este problema.

No que o Kiosque da Aviação conseguiu apurar, oficialmente, junto da companhia:

O Airbus A321LR com a matrícula CS-TSH, da Azores Airlines, encontra-se a cumprir o ciclo de manutenção previsto (Check-C), que é, por norma, prolongado. Neste momento a aeronave aguarda a disponibilidade de componentes que terão de ser substituídos antes da conclusão deste processo.

No caso do Dash Q400 da SATA Air Açores, com a matrícula CS- TRF, encontra-se a cumprir o ciclo de manutenção estrutural, um plano mais profundo do que o Check C e que tem vindo a evoluir à medida que vão sendo cumpridas as várias etapas que o compõem.

Entre os principais fatores que deram início às falhas na cadeia de fornecimento do setor, podemos destacar os seguintes:

Interrupções durante a pandemia: Redução na produção e perda de mão de obra qualificada.

Aumento da procura: Retomada das viagens aéreas e modernização das frotas.

Escassez de materiais: Dificuldades em obter alumínio, titânio e outros compostos essenciais.

Conflitos geopolíticos: Exemplo da guerra na Ucrânia, afetando o fornecimento de materiais.

Dependência de poucos fornecedores: Limitação de opções no setor altamente especializado

Numa forma mais drástica para encontrar soluções, algumas empresas estão a “canibalizar” aeronaves para ter peças para manter as respetivas frotas operacionais.

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