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Desde outubro em manutenção CS-TRF regressa aos Açores


 

Regressou esta quinta-feira, 31 de julho, ao Aeroporto João Paulo II, em Ponta Delgada, o Dash Q400 da SATA Air Açores com a matrícula CS-TRF.

A aeronave encontrava-se em manutenção no Aeroporto de Saarbrücken, na Alemanha, desde outubro de 2024.

Durante a viagem, a aeronave realizou uma escala técnica, no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, como é possível ver na foto de abertura.

Apesar do tempo que a aeronave esteve parada não recebeu o novo esquema gráfico, como as outras aeronaves Dash que passaram pelo mesmo processo de manutenção.

De recordar que em junho o Kiosque da Aviação questionou a companhia em relação à demora para a retoma desta aeronave, bem como, do A321LR. CS-TSH.

À data foi apontada a falta de peças que está afetar a indústria aeronáutica fortemente em todo o mundo.

O Grupo SATA não está imune ao mesmo problema e tem visto o processo de manutenção de algumas das suas aeronaves prolongar-se no tempo devido a este problema.

O Airbus A321LR com a matrícula CS-TSH, da Azores Airlines, encontra-se a cumprir o ciclo de manutenção previsto (Check-C), que é, por norma, prolongado. Neste momento a aeronave aguarda a disponibilidade de componentes que terão de ser substituídos antes da conclusão deste processo.

No caso do Dash Q400 da SATA Air Açores, com a matrícula CS- TRF, encontra-se a cumprir o ciclo de manutenção estrutural, um plano mais profundo do que o Check C e que tem vindo a evoluir à medida que vão sendo cumpridas as várias etapas que o compõem.

Vale recordar que, muitas companhias aéreas que estão a ser obrigadas a reajustar o número de voos e até mesmo proceder ao cancelamento dos voos devido às falhas na cadeia de fornecimento do setor.

Entre os principais fatores que deram início às falhas na cadeia de fornecimento do setor, podemos destacar os seguintes:

Interrupções durante a pandemia: Redução na produção e perda de mão de obra qualificada.

Aumento da procura: Retomada das viagens aéreas e modernização das frotas.

Escassez de materiais: Dificuldades em obter alumínio, titânio e outros compostos essenciais.

Conflitos geopolíticos: Exemplo da guerra na Ucrânia, afetando o fornecimento de materiais.

Dependência de poucos fornecedores: Limitação de opções no setor altamente especializado

Numa forma mais drástica para encontrar soluções, algumas empresas estão a “canibalizar” aeronaves para ter peças para manter as respetivas frotas operacionais.

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