De acordo com as informações disponíveis a entrega deverão ser retomadas em 2024.

A par desta negociação, a Azul está também a reduzir os custos e despesas em cerca de 50%, tendo em conta o mesmo período no ano passado.

“A Azul entrou nessa crise como uma das companhias aéreas mais rentáveis do mundo. Não há precedentes para o tamanho do impacto da pandemia na economia brasileira e global, e o momento de recuperação ainda permanece incerto. Com a contribuição de todos os nossos stakeholders, acreditamos que iremos sair dessa crise como uma empresa ainda mais forte”, disse John Rodgerson, CEO da Azul.

John Rodgerson referiu ainda que o acordo com a Embraer para adiar as próximas entregas de aeronaves para 2024 é uma componente importante do plano de recuperação da companhia, o que irá permitir a criação de um caminho com liquidez para percorrer esta crise. “Com esse suporte, somos capazes de garantir os recursos necessários para otimizar a companhia aérea que seremos no futuro”.