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Airbus anunciou que está a desenvolver um motor zero-emissões alimentado a hidrogénio

 

A Airbus revelou que está a desenvolver um motor de células de combustível alimentadas a hidrogénio. O sistema de propulsão está a ser considerado como uma das potenciais soluções para equipar as aeronaves Airbus de emissões zero, que entrarão ao serviço até 2035.

A Airbus começará a testar em terra e em voo a arquitetura deste motor, integrado no seu avião de testes ZEROe, até 2025. O avião de testes A380 MSN1 para novas tecnologias de hidrogénio está atualmente a ser modificado para transportar tanques de hidrogénio líquido e os seus sistemas de distribuição associados.

A Airbus identificou o hidrogénio como uma das alternativas mais promissoras para alimentar aeronaves com emissões zero, porque não emite dióxido de carbono quando gerado a partir de energia renovável, sendo a água o seu subproduto mais significativo.

Há duas formas de utilizar o hidrogénio como fonte de energia para a propulsão de aeronaves. A primeira, através da combustão de hidrogénio numa turbina a gás, podendo também ser utilizadas células de combustível para converter hidrogénio em eletricidade, a fim de alimentar um motor a hélice. Uma turbina a gás de hidrogénio também pode ser acoplada, utilizando células de combustível em vez de baterias, numa arquitetura híbrido-elétrica.

As células de combustível de hidrogénio montadas em conjunto vêem a sua potência aumentada, permitindo a escalabilidade. Além disso, um motor alimentado por células de combustível de hidrogénio não produz rastos de condensação nem óxidos de nitrogénio, oferecendo assim benefícios adicionais de descarbonização.

A Airbus tem vindo a explorar as possibilidades dos sistemas de propulsão de células de combustível para a aviação há já algum tempo. Em Outubro de 2020, a Airbus criou a Aerostack, uma joint venture com a ElringKlinger, uma empresa com mais de 20 anos de experiência como fornecedor de sistemas de células de combustível e de componentes. Em Dezembro de 2020, a Airbus apresentou o seu conceito de pod-concept que incluía seis sistemas de propulsão de células de combustível amovíveis.

“As células de combustível são uma solução potencial para nos ajudar a alcançar a nossa ambição de emissões zero, e estamos concentrados em desenvolver e testar esta tecnologia para compreender se é viável a entrada ao serviço em 2035 de uma aeronave com emissões zero”, disse Glenn Llewellyn, VP Zero-Emission Aircraft, Airbus. “À escala, e se os objetivos tecnológicos forem alcançados, os motores de células de combustível poderão ser capazes de alimentar aviões com capacidade para uma centena de passageiros, com um alcance de aproximadamente 1.000 milhas náuticas. Ao continuarmos a investir nesta tecnologia, estamos a dotar-nos com opções adicionais que acrescentarão informação às nossas decisões sobre a arquitetura das nossas futuras aeronaves ZEROe, cujo desenvolvimento pretendemos lançar no horizonte temporal de 2027-2028”.

Para saber mais sobre o motor de célula de combustível e demonstrador da Airbus, clique aqui.

SATA Azores Airlines realiza mais um voo da operação charter entre Portugal e o Qatar

 

A SATA Azores Airlines foi contratada para a realização de uma operação charter entre Lisboa e Doha.

No passado dia 26 de novembro a companhia realizou o primeiro voo entre o Aeroporto Humberto Delgado e Doha, hoje a companhia realiza o segundo.

O voo S46902 descolou do Aeroporto Humberto Delgado pelas 10h00, devendo aterrar em Doha pelas 20h50 (hora local).

A aeronave que está a operar este segundo voo é o A321LR CS-TSI “Inspire”.

Portugal joga com a Coreia do Sul na próxima sexta-feira.

Ryanair pretende voar para o Egipto e Líbia

 

De acordo com a Reuters, a Ryanair está em conversações com as autoridades do Egipto e da Líbia para operar voos para estes países, afirmou o CEO do grupo, Michael O’Leary.

“Estamos a conversar com os egípcios, os líbios”, disse O’Leary num evento do Eurocontrol, sem dar mais detalhes, informou a Reuters.

As únicas operações da companhia fora da Europa são para Marrocos, Israel e Jordânia.

De referir que a Wizz, com sede na Hungria, que voa para o Egito e Marrocos, também se expandiu agressivamente no Médio Oriente, voando 36 rotas de Abu Dhabi com a sua joint venture Wizz Air Abu Dhabi.

O’Leary acrescentou que a Ryanair será a primeira companhia aérea a retornar à Ucrânia quando for seguro fazê-lo.

A empresa era uma das maiores companhias aéreas estrangeiras da Ucrânia antes de suspender todos os seus voos após a invasão da Rússia em fevereiro.

ANA diz que abertura noturna do aeroporto de Santa Maria implica prejuízo de 180 mil euros

 

O presidente executivo da ANA Aeroportos alertou hoje que os voos noturnos no aeroporto de Santa Maria, nos Açores, “só produzem custos” e um prejuízo adicional de 180 mil euros, realçando que aquela infraestrutura já é deficitária.

“Para a natureza da regulação económica aplicada à nossa empresa, esses voos não produzem receitas e só produzem custos”, afirmou Thierry Ligonnière.

O gestor falava na comissão de Economia, Obras Públicas, Planeamento e Habitação da Assembleia da República devido ao encerramento do aeroporto de Santa Maria entre as 00:00 e as 06:00.

Thierry Ligonnière realçou que a margem operacional do aeroporto de Santa Maria para 2022 é negativa em cerca de 1,5 milhões de euros, alegando que os voos noturnos têm um impacto “irrelevante” na economia da ilha.

“As operações realizadas em 2019, entre as 21:30 da noite e as 06:30 da manhã, criaram nos nossos cálculos um prejuízo adicional de quase 180 mil euros para um aeroporto que já perde 1,5 milhões de euros”, destacou.

O presidente da ANA lembrou que os operadores têm a “alternativa” do aeroporto das Lajes, na ilha Terceira, que está aberto durante a noite, mas admitiu que a alteração nas taxas daquele tipo de voos noturnos poderá permitir à empresa “avaliar” a decisão.

“Os voos que pedem reabertura durante a noite têm um motivo que é o reabastecimento. Não embarca, nem desembarca nenhum passageiro”, vincou.

O presidente da ANA reforçou que o serviço noturno foi assegurado até ao verão com recurso a horas extraordinárias dos funcionários do aeroporto, o que “causou um grande desgaste” nas equipas.

O gestor afirmou que o encerramento durante o período noturno é permitido pelo contrato de concessão e que o aeroporto continua “sempre disponível” para reabrir em situações de emergência.

Thierry Ligonnière recordou que em 2006 foi acordado que a ANA (à altura uma empresa pública) iria receber uma “compensação” por parte do Governo dos Açores devido ao período adicional de abertura do aeroporto, um apoio que “não chegou a ser operacionalizado”.

 “Houve faturas que foram emitidas, mas não foram pagas”, assinalou.

O deputado do PS Francisco César evocou os 303 milhões de euros de lucro que a ANA Aeroportos registou em 2019 para apelar à “responsabilidade social” da empresa, lembrando a “importância” do aeroporto para a economia de Santa Maria.

César alertou que a decisão de encerrar o aeroporto durante a noite pode levar a despedimentos, advogando que em 2016 foram realizados 335 pedidos de reabertura durante a noite, com uma receita acima dos dois milhões de euros.

“Estamos disponíveis para analisar os documentos que o senhor deputado tem em termos de impacto sobre a economia da ilha porque o nosso entendimento é diferente”, retorquiu o presidente da ANA.

Paulo Moniz, do PSD, também alertou para os impactos da decisão na economia da ilha, realçando que não se “trata de uma análise de contabilidade analítica restrita”, reforçando a importância história de Santa Maria na aviação.

O deputado do Chega, Filipe Melo, defendeu que “não se pode pedir a uma empresa privada que assuma prejuízos por causa do desenvolvimento de uma ilha”, defendendo que tal deveria ter sido assegurado aquando da concessão.

A 09 de agosto, a autarquia de Vila de Porto, a única de Santa Maria, questionou a ANA Aeroportos para “perceber qual é o horário do aeroporto” de Santa Maria, lembrando a importância da ilha no acolhimento de escalas técnicas.

Modelos de dezembro da Phoenix Models

 

A Phoenix Models anunciou os modelos da sua coleção de dezembro.

Em destaque o Airbus A350 e A320 da Azul.

Poderá conhecer os modelos abaixo e fazer a sua reserva.

Thai Airways International Airbus a340-600 “HS-TNA” 11767

 

Saudi Arabian Airlines Boeing 787-10 Dreamliner “NEOM – HZ-AR26” 11778

 

Qatar Airways Boeing 777-300ER “25 years – A7-BEE” 11777

 

MIAT – Mongolian Airlines Boeing 787-9 Dreamliner “JU-1789” 11765

 

Lufthansa Airbus a350-900 “CleanTechFlyer – D-AIVD” 4487

 

Lufthansa Airbus a340-600 “D-AIHF” 4484

 

Kuwait Airways Airbus a330-800neo “9K-APG” 11774

 

JAL Boeing 777-300ER “Sky Eco – JA731J” 4491

 

Federal Express McDonnell Douglas MD-11F “N614FE” 4481

 

China Airlines Airbus a321neo “Pikachu Jet – B-18101” 4489

 

Azul Airbus a350-900 “PR-AOY” 11775

 

Azul Airbus A320neo “Daisy Duck – PR-YSK” 4494

 

ANA Boeing 787-8 Dreamliner “Future Promise – JA874A” 4493

 

ANA Boeing 777-200ER “JA745A” 4490

 

ANA Airbus a380 “Star Alliance – JA384A” 4468

 

Air Greenland Airbus a330-800neo “OY-GKN” 11773

 

Aerolineas Argentinas Airbus a330-200 “Worldcup 2022 – LV-FVH” 4492

 

Azores Airlines transporta, pela primeira vez, mais de 1 milhão de passageiros num ano

 

A marca de 1 milhão de passageiros transportados num único ano, nunca havia sido alcançada na história da Azores Airlines. Para assinalar o momento, a companhia aérea preparou uma ação surpresa junto do balcão de check-in e surpreendeu o passageiro 1 milhão que fez check-in no voo S4 172 com partida de Ponta Delgada e destino ao Porto, na manhã de 29 de novembro.

Um “boarding pass” redimensionado em honra da ocasião e um certificado de presença neste voo especial, foi entregue pela mão do Presidente do Grupo SATA ao passageiro, poucos minutos antes de embarcar com destino ao Porto. Na ocasião, Luís Rodrigues, explicou tratar-se de uma iniciativa de carater simbólico, de proximidade, descontraída e que é ilustrativa da recuperação da Azores Airlines.


“Trata-se de um dia simbólico para todos os que trabalham para tornar possível o crescimento da operação aérea da Azores Airlines. E nada pareceu fazer mais sentido do que partilhar o nosso entusiasmo e o sucesso alcançado com os passageiros que escolhem viajar connosco. Afinal, sem a confiança que os nossos passageiros depositam em nós, não teríamos alcançado esta marca histórica na companhia aérea, de mais de 1 milhão de passageiros transportados num só ano” refere o presidente do Grupo SATA.

Recorde-se, que a 3 de agosto de 2022, o grupo SATA atingiu a marca de 1 milhão de passageiros transportados no cômputo da atividade das duas companhias aéreas, SATA Air Açores e Azores Airlines. O registo foi alcançado antes do que se previa para o setor, tendo as companhias aéreas SATA superado as expectativas no que respeita à recuperação do tráfego no período pós-pandémico. No verão de 2022, as duas companhias aéreas transportaram mais passageiros do que no ano pré-pandémico de 2019. O resultado agora alcançado pela Azores Airlines vem reforçar a tendência crescente da procura pelos serviços proporcionados pela companhia aérea.

Lufthansa Group está a recrutar 20 000 funcionários

 

O Lufthansa Group está a recrutar novos funcionários, prevendo contratar 20 mil pessoas para 45 áreas diferentes.

aS vagas estão concentradas nas áreas relacionadas a produtos e orientadas a serviços em Frankfurt, Munique, Zurique, Viena e Bruxelas, bem como na base de tecnologia em Hamburgo e nas bases da subsidiária Eurowings. O foco é particularmente em técnicos, especialistas em TI, advogados, pilotos e comissários de bordo.

A Lufthansa afirmou que o processo de candidatura foi adaptado às necessidades dos interessados, por exemplo, com os dias de candidatura que já decorrem nos hubs da Lufthansa em Frankfurt (FRA) e Munique (MUC). Nestes casos, o emprego pode ser garantido no mesmo dia.

Segundo o Diretor de Recursos Humanos e de Trabalho, Michael Niggemann: “Para estar no topo do setor, precisamos de funcionários comprometidos e motivados para uma ampla gama de tarefas e desafios. As empresas do Lufthansa Group oferecem perspectivas para o futuro com ofertas de emprego interessantes. Unir pessoas, culturas e economias de forma sustentável é o que nos move. Precisamos de reforços para isso”,

As inscrições podem ser feitas no site oficial da Lufthansa AQUI

De referir que em 2020 devido à Crise provovada pela Covid-19, a companhia aérea chegou a prever a dispensa de 22 mil trabalhadores e a redução de 150 aeronaves.

Aprovado aumento de verba para Açores e Madeira para assegurar ligações aéreas nas rotas não liberalizadas

 

Os deputados da Assembleia da República aprovaram o reforço das verbas, de 3,5 para 9 milhões de euros para a entidade que vier a assegurar os serviços aéreos regulares, nas rotas não liberalizadas, entre o continente e a Região Autónoma dos Açores, e entre esta e a Região Autónoma da Madeira.

Em causa está uma proposta de alteração ao Orçamento do Estado para 2023 (OE2023), apresentada pelo PS que prevê que a verba seja de nove milhões de euros, em vez dos 3,5 milhões de euros previstos na proposta orçamental inicialmente entregue pelo Governo no parlamento.

Desta forma, a proposta determina a “transferência de verbas inscritas no capítulo 60, gerido pela DGTF, para a entidade que vier a ser designada para assegurar os serviços aéreos regulares, nas rotas não liberalizadas entre o continente e a Região Autónoma dos Açores, e entre esta e a Região Autónoma da Madeira, até ao montante de € 9.000.000”.

O objetivo desta proposta de alteração foi a adequação da transferência daquelas verbas “ao valor mínimo necessário para materializar a respetiva operação com o atual nível de frequências, lugares disponíveis e serviço”.

SATA Azores Airlines realiza operação charter entre Portugal e o Qatar

 

A SATA Azores Airlines foi contratada para a realização de uma operação charter entre Lisboa e Doha.

O voo S46902 descolou do Aeroporto Humberto Delgado pelas 10h00, tendo aterrado em Doha pelas 20h52 (hora local).

A aeronave envolvida nesta operação foi o A321LR CS-TSJ “Peaceful”.

Boeing B737-800 da Flair Airlines saiu da pista durante aterragem

Um avião da Flair Airlines saiu da pista em Kitchener-Waterloo, a sudoeste de Toronto, na manhã desta sexta-feira, 25 de novembro.

O Boeing 737-800, com a matrícula C-FFLC, estava a realizar o voo FLE501 entre Vancouver e Waterloo, com 134 pessoas a bordo, tendo saído da pista durante a aterragem no Aeroporto Kitchener-Waterloo (CYKF)

De acordo com as informações, no momento da aterragem (06:25L), na pista 26, a METAR consistia em chuva e rajadas de vento de até 25 nós.

Felizmente não há registo de feridos, tendo os passageiros desembarcado através de umas escadas móveis e posteriormente conduzidos até ao terminal.

LUSOFLY Academy vai realizar um Open Day no dia 3 de dezembro

 

A LUSOFLY Academy anunciou que vai realizar no próximo dia 3 de dezembro um Open Day e convida todos os interessados a estarem presentes.

De acordo com o pograma da actividade, destaca-se o seu início às 10h30 no Brigantia Ecopark, em Bragança, seguindo-se um almoço e posterior visita ao Aeródromo Municipal da cidade, onde decorrerá a visita às instalações, entretanto construídas pela Academia.

Durante a tarde, irão realizar-se sorteios para voos de contacto destinados aos participantes inscritos.

A LUSOFLY Academy sublinha que esta será uma excelente oportunidade dos participantes poderem conhecer não só as
instalações, mas também os aviões Sonaca 201, e suas excelentes características para instrução de voo.

Saiba mais na página oficial AQUI

Air Cairo vai operar 3 rotas entre o Egipto e Portugal

 

A companhia egípcia low cost Air Cairo anunciou a abertura de três rotas entre o Egipto e Portugal.

A companhia vai operar a partir de 30 de Dezembro voos entre Lisboa e Assuão, e entre Lisboa e Hurghada a partir de 28 de março de 2023.

A  rota entre Lisboa e Assuão, e de Lisboa para o Cairo via Assuão, com saída de Lisboa às 16h20 e chegada a Assuão à 1h05 e ao Cairo às 3h25.

Já o voo de regresso tem partida da capital egípcia às 10h25 e chegada a Portugal às 14h55.

Os voos serão operados à sexta-feira até 24 de março no caso dos voos à saída de Lisboa, e até 27 de janeiro no caso do voo a partir do Cairo.

A partir de 28 de março, a companhia vai realizar voos diretos entre Lisboa e Hurghada, à terça-feira, com saída de Lisboa às 17h50 e chegada à 00h30, e regresso marcado para as 11h40 e chegada a Portugal prevista para as 16h50. Esta operação vai decorrer até 24 de Outubro.

A Air Cairo tem uma frota composta por 18 aeronaves; 15 da família A320 / neo e 3 ATR72, realizando mais de 200 voos semanais para 25 destinos internacionais e domésticos.

Faleceu Pedro Viana, fundador do site de notícias de aviação Aeroflap

 

Hoje o dia começou com uma triste notícia partilhada pelo Aeroflap.

O Pedro Viana, fundador do Aeroflap, um site de notícias de aviação brasileira e mundial há mais de uma década, sentiu-se mal durante a noite tendo falecido na noite de quarta-feira, 23 de novembro.

Desde já os nossos sentimentos a toda a família e amigos do Pedro e à grande família Aeroflap.

TAP anuncia cancelamento de 360 voos para os dias 8 e 9 de dezembro com impacto de 8 milhões de euros

 

Numa conferência de impressa marcada para esta tarde, a TAP anunciou que vai cancelar 360 voos em 08 e 09 de dezembro, dias da greve de tripulantes de cabine, afetando cerca de 50.000 passageiros e uma perda de oito milhões de euros em receitas.

O anunciou foi feito pela Presidente Executiva, Christine Ourmières-Widener: “O sindicato decidiu manter a assembleia no dia 06 de dezembro, dois dias antes da greve. […] Qualquer que seja a decisão do sindicato, e por causa da dimensão da TAP, será tarde para fazer algo devidamente organizado. Por isso tomámos a decisão de cancelar 360 voos, nos dias 08 e 09 de dezembro”.

A responsável disse que a decisão não tinha sido “fácil”, mas permitirá à companhia trabalhar com parceiros para encontrar alternativas para os clientes que tinham voos marcados para os dias de greve.

Questionada se acredita que o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) cancele a greve, depois da assembleia-geral de dia 06, a responsável disse que “neste momento” pensa que não.

A companhia aérea adiantou ainda que a greve terá um impacto de cerca de oito milhões de euros de receitas perdidas.

Royal Air Maroc volta a voar para o Porto a 9 de dezembro

 

O CEO da Royal Air Maroc, Abdelhamid Addou, anunciou que a companhia vai voltar a voar para o Porto a partir de 9 de dezembro.

A partir desta data é retomada a rota que liga Casablanca, em Marrocos, à cidade do Porto, uma operação que será realizada duas vezes por semana; segundas e sextas-feiras.

De referir que, a Royal Air Maroc suspendeu esta rota na sequência da pandemia da COVID-19.

Para além do regresso à cidade do Porto, a companhia anunciou também o lançamento de uma nova rota entre Sevilha-Tânger-Casablanca, assim como o regresso das ligações entre Tenerife e Casablanca, que também tinha sido suspensa com a pandemia.

Emirates inicia a renovação e reequipamento das cabines do A380

 

A Emirates já iniciou o seu programa intensivo de reequipamento com o arranque dos trabalhos no primeiro de 120 aviões destinados a uma renovação completa do interior da cabine e a instalação dos mais recentes assentos Premium Economy. Este programa terá a duração de 2 anos.

Este projeto ambicioso representa um investimento multibilionário para assegurar que os passageiros voem melhor nos próximos anos.

Depois de completar o último voo EK928 do Cairo para o Dubai, o avião de matrícula A6-EVM foi encaminhado para o Centro de Engenharia da Emirates, onde uma equipa de engenheiros especializados começou a preparar a aeronave para a sua transformação.

Além de recrutar 190 funcionários adicionais para o projeto, a Emirates também está envolvida com 62 parceiros e fornecedores-chave que contrataram centenas de mãos mais qualificadas para o programa de reequipamento dos aviões mais conhecidos na aviação comercial moderna.

Após vários meses de um planeamento minucioso e de testes exaustivos num avião A380, os engenheiros fizeram um balanço e solicitaram 2.200 exemplares de peças. Por sua vez, a equipa de compras da Emirates levantou 12.600 pedidos de compra para a fase inicial do programa. No Centro de Engenharia da Emirates, foram criadas oficinas para o efeito, abastecidas com peças e equipamento para o projeto.

Visão geral do processo

Durante os próximos dias e 24 horas por dia, equipas de engenheiros e técnicos desmontarão todo o interior da cabina do A380 e voltarão a montá-lo numa sequência cuidadosamente planeada e testada.

Milhares de peças serão removidas, substituídas, ou tratadas. Até mesmo as famosas Shower Spa da Emirates apresentarão novos tons de cor com um motivo de uma árvore de Ghaf feito à mão.

Equipas treinadas irão implementar um processo contínuo para cada aeronave – uma equipa de engenheiros irá primeiro remover os assentos das janelas na classe Económica, libertando espaço para outra equipa remover os painéis laterais dos interiores da cabine. Estes painéis irão diretamente para uma de três oficinas especialmente construídas para esta reestruturação, para serem laminados com os mais recentes tons da Emirates. Para criar espaço para os 56 assentos da classe Premium Economy, 88 assentos Economy serão retirados da frente do avião.

No andar superior, os assentos da Classe Executiva e da Primeira Classe serão desmontados e transportados para oficinas que fazem as alterações à medida. Os assentos de Classe Executiva serão novamente pintados e renovados com couro novo na Emirates Engineering, enquanto os assentos de Primeira Classe serão enviados para um especialista na Dubai World Central (DWC) para remodelação.

Todos as alcatifas e pavimentos das cabines dos aviões serão substituídos antes da reinstalação dos novos assentos.

Higiene e segurança

Todos os processos foram concebidos de acordo com os mais elevados padrões de higiene e segurança e planeados ao mais pequeno detalhe. Por exemplo, a Emirates decidiu investir no mais recente equipamento para proteger os trabalhadores dos vapores nocivos na cabina, enquanto o Shower Spa da Primeira Classe recebe uma remodelação feita à mão.

Uma vez concluído o trabalho de reequipamento, o avião será inspecionado e certificado pelas autoridades aeronáuticas antes de voltar ao serviço.

Ritmo do programa

A segunda aeronave prevista para remodelação, a A6-EUW, chegará ao Centro de Engenharia da Emirates a 1 de Dezembro.

À medida que o programa entra em pleno andamento, os engenheiros trabalharão simultaneamente em dois aviões. Isto significa que, a cada oito dias, um avião será imobilizado e transportado para a Emirates Engineering para reequipamento. Até 23 de Maio de 2024, todos os 67 A380 destinados ao programa de reequipamento estarão de volta ao serviço e a Emirates começará a trabalhar em 53 dos seus Boeing 777. Até Março de 2025, todos os 120 aviões reequipados estarão de volta ao serviço.

A nova cabine Premium Economy da Emirates, que oferece lugares luxuosos, mais espaço para as pernas, e um serviço que rivaliza com a oferta de muitas companhias aéreas de Classe Executiva, está atualmente disponível para passageiros que viajam nas populares rotas A380 para Londres, Paris e Sydney. Mais passageiros poderão experimentar as cabines Premium Economy da Emirates, à medida que o programa de reequipamento acelera.

A companhia aérea anunciou planos para introduzir o serviço Premium Economy nas suas rotas para Nova Iorque JFK, São Francisco, Melbourne, Auckland e Singapura, até ao final de Março de 2023.

Regulador cabo-verdiano diz que TICV suspendeu integração do novo Embraer 190

 

A Agência de Aviação Civil (AAC) cabo-verdiana afirmou hoje que a companhia TICV, detida pela angolana BestFly, pediu em setembro a suspensão da integração do novo Embraer 190, numa reação às críticas da companhia à burocracia do regulador.

Em comunicado enviado hoje às redações, a AAC refere que recebeu da Transportes Interilhas de Cabo Verde (TICV) o pedido de certificação daquela aeronave – que chegaria ao aeroporto da Praia em 04 de junho último – em 11 de abril de 2022 e que a 03 de junho “concluiu” o processo de certificação, “antes do período estipulado pelos regulamentos”.

Na altura, refere a AAC, foram emitidos os Certificado de Matrícula, Certificado de Aeronavegabilidade, Certificado de Ruído, e Licença de Estação de Rádio, “ficando o aparelho apto a ser operado”.

“Quanto à introdução do aparelho nas especificações de operações (OPSPECS) da TICV, facto que permitiria a operação comercial em pleno, o pedido para alteração do AOC da TICV foi feito no dia 7 de março de 2022, apenas com a entrega do formulário sem o acompanhamento e devida entrega da documentação requerida”, lê-se no comunicado divulgado hoje.

“É de se destacar que este processo envolvia vários sub-processos, como a certificação de organização de formação para pilotos, para técnicos de manutenção e para oficiais de operações, a certificação da organização de manutenção para a aeronave, a alteração da licença de explorador aéreo [AOC] da TICV (…)”, acrescenta.

O presidente do conselho de administração da companhia angolana BestFly pediu em 31 de outubro a atualização dos regulamentos do setor de aviação civil cabo-verdiana, lamentando a burocracia que há cinco meses dizia impedir a certificação do novo jato Embraer 190.

“Não terminamos de certificação, porque o quadro jurídico-legal é um quadro muito burocrático. Precisamos catalisar e de fazer com que Cabo Verde possa ganhar dinheiro com a aviação e não gastar dinheiro com aviação, como tem acontecido até agora”, lamentou Nuno Pereira, ao ser ouvido pelos deputados da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) à privatização, em 2019, dos Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV) – vendida então a investidores islandeses e renacionalizada em julho de 2021 devido à pandemia -, incluído a liquidação da operação da companhia nos voos domésticos.

Contudo, sublinha o comunicado da AAC, a TICV – detida também, em 30%, pelo Estado cabo-verdiano – solicitou em 01 de setembro “a suspensão/cancelamento do pedido de alteração do AOC e consequente incorporação da aeronave nas especificações de operações (OPSPECS) por razões que apenas à TICV cabe clarificar junto da opinião pública”, sublinhando que até à “notificação formal” sobre o “cancelamento da integração da aeronave”, a companhia “ainda não havia entregue toda a documentação requerida e feito a correção de todas as discrepâncias apontadas ao longo do processo”.

No comunicado, em que a AAC considera que as notícias sobre este processo “não abonam a favor do setor da aviação civil em Cabo Verde”, o regulador também sublinha que tem “acompanhado as normas e práticas” internacionais, “estando ciente das dinâmicas e desafios deste setor dinâmico, cujas mudanças procura acompanhar sem descurar da garantia da segurança”.

“Importa salientar a missão da AAC, que tem sido a de regular e promover o desenvolvimento seguro, regular, eficiente e sustentável da atividade da Aviação Civil em Cabo Verde, contribuindo com isso fortemente para o crescente prestígio de Cabo Verde a nível da aviação civil internacional”, lê-se ainda.

Em Cabo Verde, os voos interilhas estão concentrados numa única companhia privada, até maio de 2021 operada pela espanhola Binter e desde então pelo grupo de origem angolana BestFly, presente além de Angola e Cabo Verde também em Portugal, entre outros países.

“Há várias jurisdições que usam a sua aviação civil sem que para tal sacrifiquem aquilo que são os princípios basilares da aviação, que é a segurança operacional, a excelência operacional. Mas que ganham dinheiro. Não é possível, não é sustentável, demorar seis, sete ou oito meses para certificar um avião e noutras jurisdições, o mesmo processo leva um mês, um mês e meio. Na pior das hipóteses dois meses”, acrescentou o presidente do conselho de administração da BestFly, ouvido por videoconferência pelos deputados, na cidade da Praia.

A administração da BestFly anunciou em 04 de junho que previa uma frota de seis aeronaves para a operação em Cabo Verde, incluindo um segundo jato Embraer 190 – o primeiro chegou nesse dia ao aeroporto da Praia -, e ligações do arquipélago com África ocidental e Portugal.

Contudo, praticamente cinco meses após a chegada do primeiro do primeiro jato Embraer 190 (E-190) da companhia e o primeiro a ser certificado pela AAC de Cabo Verde, continua sem iniciar operação, que chegou inicialmente a ser anunciada para julho passado para ligar a costa ocidental africana, nomeadamente Bissau, à Praia e a Portugal (Ponta Delgada e Lisboa), mas também Angola, Nigéria e Senegal.

Concurso para privatização da Azores Airlines arranca em janeiro de 2023

 

A reestruturação societária da SATA vai ficar concluída no início de dezembro e o concurso público para a privatização da Azores Airlines vai arrancar em 01 de janeiro de 2023, anunciou hoje o Governo dos Açores.

“Posso anunciar que logo a partir do dia 01 de janeiro de 2023 iniciaremos o processo de concurso público para alienar a Azores Airlines”, afirmou o secretário regional das Finanças, Planeamento e Administração Pública, Duarte Freitas.

O governante falava hoje na sede da Assembleia Regional, na Horta, na abertura da discussão do Plano e do Orçamento da região para 2023.

A privatização da maioria do capital da Azores Airlines/SATA Internacional (empresa do grupo SATA responsável pelas ligações entre o arquipélago e o exterior) está prevista na proposta de Orçamento dos Açores para 2023.

Duarte Freitas realçou que a proposta de Orçamento para 2023 “não prevê mais entradas de capital” na SATA.

“Posso aqui anunciar que a reestruturação societária do Grupo SATA ficará concluída no início de dezembro, criando um holding que permitirá separar as várias empresas, isolando a SATA Air Açores de contágios perniciosos e viabilizando a alienação da Azores Airlines”, acrescentou.

O secretário regional reforçou que as verbas inscritas nos Planos e Orçamentos de 2021 (82,5 milhões) e de 2022 (62 milhões) se destinaram a “salvar a SATA”.

“Estes foram dispêndios irrepetíveis, pelo que os 641 milhões previstos no Plano para 2023 estão expurgados destas quantias que, em conjunto com avales, serviram para salvar a SATA do desastre a que a conduziram no passado”, realçou.

A proposta de decreto legislativo regional do Orçamento da Região Autónoma dos Açores para 2023 autoriza a “alienação da maioria da participação social indireta” da região na SATA Internacional – Azores Airlines.

O “desinvestimento de uma participação de controlo (51%) na Azores Airlines” está previsto no plano de restruturação da companhia aérea açoriana aprovado em junho pela Comissão Europeia.

O Orçamento Regional para 2023 estipula que, no âmbito da alienação da SATA Internacional, deve ser “constituída uma comissão especial para acompanhamento do respetivo processo, que se extinguirá com o seu termo”, e deve ser feito um “plano de prevenção de riscos de corrupção”.

Através do decreto legislativo, o Governo Regional (PSD/CDS-PP/PPM) fica também “autorizado a alienar as participações sociais que detém em entidades participadas, à exceção das de setores considerados estratégicos para a Região Autónoma dos Açores e de primeira necessidade para as populações”.

A Comissão Europeia aprovou em junho uma ajuda estatal portuguesa para apoio à reestruturação da companhia aérea açoriana, de 453,25 milhões de euros em empréstimos e garantias estatais.

A verba aprovada divide-se em empréstimos diretos de 144,5 milhões de euros e assunção de dívida de 173,8 milhões de euros, num total de 318,25 milhões de euros a converter em capital próprio, e em garantias estatais de 135 milhões de euros concedidas até 2028 para financiamento facultado por bancos e outras instituições financeiras.

As dificuldades financeiras da SATA perduram desde pelo menos 2014, altura em que a companhia aérea detida na totalidade pelo Governo Regional dos Açores começou a registar prejuízos, agravados pelos efeitos da pandemia de covid-19, que teve um enorme impacto no setor da aviação.

Em junho de 2020 foi anunciado que o Governo dos Açores (então liderado pelo PS) iria abandonar a segunda tentativa de privatização da Azores Airlines, depois de um primeiro concurso ter sido anulado em novembro de 2018.

Em junho deste ano, o presidente do executivo, o social-democrata José Manuel Bolieiro, confirmou que a Comissão Europeia colocou como “exigência” a privatização até 51% do capital social da Azores Airlines.

Greve na TAP: companhia recomenda alteração de voos previstos para 8 e 9 de dezembro

 

O Pessoal de Cabina da TAP marcou para os dias 8 e 9 de dezembro uma greve.

A companhia indica que apesar de todos os esforços para evitar esta greve, não foi possível chegar a um acordo com o sindicato que representa estes profissionais, ainda que se tenha conseguido alcançar entendimentos sobre várias matérias.

As propostas foram apresentadas atempadamente e a falta de resposta do SNPVAC em tempo útil leva a uma perda na venda de bilhetes e na receita normal destes dias. Um possível cancelamento dias antes das datas da greve continuaria a ter um efeito comercial negativo para a Companhia.

Assim, e não sabendo qual o nível de disrupção que a operação poderá sofrer nesses dias, a TAP recomenda aos seus clientes que tentem remarcar os seus voos. Deverão fazê-lo através do call center ou das suas agências de viagens. A alteração das datas dos voos previstos para este período poderá ser feita sem qualquer penalização e sem alteração de tarifa, para datas entre 28 de novembro e 19 de dezembro, e sem penalização, embora com alteração de tarifa, para qualquer outro período.

A TAP informa ainda que continua disponível para um entendimento com o sindicato dos tripulantes de cabina, nos termos da proposta que já lhes foi apresentada. E reitera que fez todos os possíveis para que isso acontecesse em tempo útil, tendo agora de concentrar os seus esforços na organização da operação e na salvaguarda dos seus clientes.

A companhia sublinha que está ciente dos efeitos nefastos desta greve anunciada e pede desde já desculpas aos seus clientes pela perturbação que a mesma lhes poderá causar e assegura que está a fazer todos os esforços para os minimizar.

O SNPVAC disse hoje que a TAP apresentou uma proposta aos tripulantes de cabine, mas que exigiu que fosse analisada até terça-feira, algo que o sindicato diz não ter condições para fazer.

Num comunicado enviado aos associados, a que a Lusa teve acesso, a direção do Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) adiantou que esteve, nos dias 15 e 16 de novembro, “reunida com a Administração da empresa, com o intuito de solucionar o diferendo existente entre os tripulantes e a TAP”, sendo que estes profissionais convocaram uma greve para os dias 08 e 09 de dezembro.

Segundo a mesma nota, “após dois dias intensos de reuniões – onde de forma construtiva ambas as partes procuraram soluções para sanar o diferendo – a TAP formalizou uma proposta no dia 18 de novembro”.

“Apesar de ser uma proposta que considerámos de imediato insuficiente – já que a empresa não abdica de certas posições –, seria nossa intenção levá-la à consideração dos Associados na AG [assembleia geral] de dia 6 de dezembro”, referiu o SNPVAC, indicando que, no entanto, “juntamente com a formalização da mesma, veio um ultimato ao SNPVAC de que, ou existia uma antecipação à auscultação dos seus associados até dia 22 de novembro [terça-feira], ou então não faria sentido a proposta negociada ser formalizada”.

De acordo com a estrutura sindical, “foi explicado à administração que, estatutariamente, não existem condições para essa antecipação, pelo que a AG de dia 6 de dezembro será realizada, com ou sem proposta”, acrescentando que o sindicato esclareceu “nas reuniões mantidas com a empresa que cabe à Assembleia Geral aprovar, ou não, a proposta final da TAP sobre as matérias em diferendo” sendo que “o prazo mínimo para a sua convocação, ainda que de natureza emergente, é de 8 dias consecutivos, com publicação obrigatória num dos jornais de maior tiragem onde se realizar a AG”.

“Deste modo, não entendemos esta exigência da empresa à pretensão de ‘auscultação dos nossos associados, por forma a garantir até, no limite, às 18:00 do dia 22 de novembro de 2022 uma resposta do Sindicato à proposta negociada e a ser formalizada pela TAP’”, destacou, reiterando “assim a impossibilidade estatutária de a obter nesse prazo”.

“Enaltecemos a preocupação que a TAP demonstra com os seus passageiros agora, ao contrário do que aconteceu em julho deste ano”, referiu, adiantando que “o facto de a TAP já assumir a greve, ainda antes da oficialização do pré-aviso da mesma, é a demonstração cabal que a empresa percebeu a insatisfação latente da classe, a sua união e a sua adesão à greve”.

No entanto, “perante a formalização da proposta e das condicionantes que a empresa colocou, cabe à TAP decidir se pretende que a direção do SNPVAC apresente uma folha em branco aos seus associados e daí assumir as possíveis consequências futuras”, avisou, referindo que “os tripulantes saberão interpretar os acontecimentos dos próximos dias” e assegurando que “cabe à empresa a lucidez para solucionar este diferendo”.

“Os valores avançados pela TAP não são mais do que suspensões unilaterais à margem do Acordo Temporário de Emergência”, disse ainda o SPNVAC, lamentando que, “a mais de três semanas da greve, a TAP dê por encerrado qualquer esforço” para chegar “a um consenso”.

“Por muitos esforços da TAP em nos imputar as consequências da greve, relembramos que esta é da exclusiva responsabilidade da empresa, que não percebeu a insatisfação crescente dos tripulantes”, adiantou.

“Manifestamos novamente a nossa recusa da atual proposta e reforçamos a nossa inteira disponibilidade para solucionar este diferendo; não só de forma bilateral, como em sede das entidades competentes para o efeito”, rematou.

A TAP e os sindicatos encontram-se em negociações para a revisão do Acordo de Empresa (AE), no âmbito do plano de reestruturação.

euroAtlantic ponderá realizar dois voos semanais para a Guiné-Bissau

 

A euroAtlantic poderá realizar dois voos por semana para Bissau assim que receber um novo avião, disse à Lusa o diretor geral da NAS, empresa que gere o aeroporto internacional Osvaldo Vieira na capital guineense.

Segundo Aliu Soares Cassamá, a euroAtlantic estuda aumentar mais um voo de ligação entre as duas capitais, passando a operar também às quartas-feiras, além dos voos realizados às sextas-feiras.

“A empresa espera pela chegada de uma encomenda de uma aeronave. Assim que chegar vai iniciar o segundo voo”, afirmou o diretor-geral da NAS, citando uma “longa conversa” que manteve recentemente com uma delegação da euroAtlantic, em Bissau.

Aliu Soares Cassamá disse ter informado a delegação da empresa portuguesa que a NAS “está disponível para acompanhar” a sua pretensão “a qualquer momento”.

O diretor-geral da NAS defendeu que o aumento do número de voos da euroAtlantic vai ao encontro do fluxo de passageiros entre Lisboa e Bissau e vice-versa, sobretudo no período do Natal e do Novo Ano.

Naquele período, os cidadãos estrangeiros que trabalham na Guiné-Bissau viajam para Lisboa e os guineenses emigrantes em diferentes países europeus retornam ao país a partir da capital portuguesa.

A procura por voos de ligação entre as duas capitais torna as ofertas inferiores à procura, observou Aliu Soares Cassamá.

Dados da NAS indicam que o aeroporto Osvaldo Vieira de Bissau regista 50 mil passageiros por ano.

Atualmente, voam para Bissau a partir de Lisboa, as companhias portuguesas euroAtlantic (às sextas-feiras) e TAP (às terças, quintas-feiras e sábados) a panafricana Asky Airlines, a Air Senegal e a marroquina RAM (Royal Air Maroc).

Pelas informações obtidas a partir da direção da euroAtlantic, o diretor-geral da NAS acredita que “logo em 2023” a empresa poderá iniciar o segundo voo de ligação entre Lisboa e Bissau.

TAP contesta espaço dado à easyJet em Lisboa

 

Várias noticias dão conta que a TAP queixou-se de “práticas que discriminam positivamente” a ‘low cost’ na atribuição de mangas. Mas segundo a ANA Aeroportos as condições são iguais para ambas e a escassez de mangas só se resolve com obras, e luz verde do Governo tarda em chegar.

De acordo com o Expresso sentiu-se desconforto dentro da TAP com a transferência da easyJet do terminal 2 para o 1, o que aconteceu depois de a companhia low cost ter ficado com 18 slots (faixa horária para aterrar e levantar voo) diários que a transportadora aérea portuguesa se viu obrigada a abdicar, como penalização pela aprovação do plano de reestruturação por Bruxelas.

A TAP não se queixou, mas questiona agora o acesso, em zona dedicada, da easyJet as mangas (posições de contacto) – um bem escasso no congestionado aeroporto Humberto Delgado (AHD), e cobiçado por tornar as operações mais eficientes.

A TAP acusa a gestora do aeroporto de Lisboa, a ANA/Vinci, de discriminação na atribuição das 17 mangas existentes naquela infraestrutura em favor da companhia ‘low-cost’ easyJet.

O Administrador da transportadora, Ramiro Sequeira, apela à ANA que crie uma zona dedicada para o hub como há nos grandes aeroportos da Europa, e parece estar a haver atualmente para a easyJet no terminal 1

O administrador defende que se, tal como aparentemente, está a acontecer com a easyJet, transferida para o terminal 1 e passou a ter mangas numa zona dedicada, então a transportadora aérea portuguesa, dentro do que é o respeito pelas regras da concorrência, também quer poder usufruir desse privilégio.

Dois bombeiros morreram em acidente com A320 da LATAM (com vídeos)

 

Esta sexta-feira, 18 de novembro, o Airbus A320neo da LATAM, com a matrícula CC-BHB, estava a operar o voo LA2213 à partida do Aeroporto Internacional Jorge Chávez de Lima, Peru, colidiu com um autotanque dos bombeiros dque atravessava a pista naquele momento.

De acordo com as informações os bombeiros encontravam-se a realizar exercícios de emergência e devido a alguma falha tiveram autorização para atravessar a pista no mesmo momento em que a aeronave estava a descolar.

Infelizmente os dois bombeiros que se encontram no autotanque morreram.

Em relação aos ocupantes da aeronave não há registos de feridos, tendo todos os ocupantes sido evacuados através dos slides de emergência.

 

Vídeos:

A340-300 da Air x Charter transporta Portugal para o Mundial de Futebol (com vídeos)

 

A seleção portuguesa de futebol partiu esta sexta-feira rumo ao Qatar, para, entre domingo e 18 de dezembro, disputar o Mundial2022, no qual ficou integrada no grupo H, com Uruguai, Gana e Coreia do Sul.

A equipa de Portugal seguiu viagem no airbus A340-300, da companhia Air x Charter sediada em Malta, com a matrícula 9H-BIG.

Poderá acompanhar o voo AQUI

De referir que esta aeronave tem uma configuração VIP, podendo transportar até 100 passageiros.

Autoridade norte-americana reduz multa à TAP para cerca de metade

 

A Lusa indicou que o Departamento de Transportes dos EUA (DoT) reduziu a multa à TAP, de um milhão para cerca de 550.000 euros, por atraso nos reembolsos a clientes no valor de 122 milhões, disse hoje fonte oficial da companhia aérea à agência de notícias.

“O facto de a companhia já o ter feito [a totalidade dos reembolsos] , e de boa-fé, incluindo a passageiros que legalmente não teriam direito ao reembolso, levou o DoT a reduzir a multa aplicada a cerca de 550.000 euros”, informou a TAP.

A autoridade norte-americana tinha condenado a TAP ao pagamento de uma multa de um milhão de euros, pelo atraso nos reembolsos a clientes, por cancelamentos relacionados com a pandemia, no valor de 122 milhões, que a companhia aérea tinha já dado conta de ter pago “na sua totalidade”.

“Enquanto o nosso processo de reembolsos, na sua maioria manual, estava à altura da tarefa antes da pandemia, a nossa mão-de-obra reduzida em 90%, combinada com uma avalanche de pedidos de reembolso devido à covid-19, significou que não fomos capazes de lidar atempadamente com os pedidos massivos e sem precedentes, que eram frequentemente complicados com reservas e sistemas de pagamento múltiplos”, explicou fonte oficial da TAP, em resposta escrita à Lusa.

A companhia aérea disse também que contratou pessoal adicional, assim que foi financeiramente capaz de o fazer, e investiu na “implementação de soluções automatizadas para facilitar os reembolsos, que já foram, entretanto, todos pagos e contabilizados”.

“Levamos as regras do DoT muito a sério e estamos totalmente empenhados em cumpri-las. Fizemos esforços de boa-fé para processar reembolsos de clientes tão prontamente quanto possível durante as circunstâncias extraordinariamente desafiantes causadas pela covid-19”, sublinhou a TAP.

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Azul assinou um pedido para mais três Airbus A330neo

 

A Airbus anunciou hoje que a Azul assinou um pedido para mais três Airbus A330-900 que permitirá expandir ainda mais sua rede internacional e complementar as suas operações A330 existentes, elevando para oito a frota total de aeronaves A330neo da companhia aérea.

“Estamos muito satisfeitos por ter garantido mais três aeronaves de fuselagem larga da próxima geração da Airbus, o que garante a transformação completa de nossa antiga frota para uma mais nova. Estamos focados em manter nossa frota de fuselagem larga estável enquanto, ao mesmo tempo, usufruímos da economia de combustível dessas aeronaves”, declarou John Rodgerson, CEO da Azul, que continua: “com este pedido, fizemos exatamente isso.”

“Aplaudimos a decisão da Azul, que mostra sua estratégia voltada para o futuro e prova que a economia e o desempenho do A330neo são os mais atraentes. O A330neo é a ferramenta perfeita para apoiar a Azul na expansão de sua frota com o tamanho certo de fuselagem larga moderna, alavancando a mais recente tecnologia e eficiência, contribuindo para a redução de CO²”, disse Christian Scherer, CCO e Head da Airbus International.

O A330neo é um membro da família Widebody, líder da Airbus, que proporciona custos operacionais mais baixos e menor impacto ambiental, combinando tecnologias aprimoradas do A350 com motores Rolls-Royce Trent 7000 altamente eficientes. Apresentado com a cabine do Airspace, o A330neo oferece inigualáveis experiência aos passageiros e eficiência operacional graças a uma área de boas-vindas redesenhada, iluminação ambiente aprimorada, compartimentos suspensos maiores e modernos, e novos projetos de janelas e lavatórios.

A Azul Linhas Aéreas lançou operações em 2008 e desde então cresceu para servir mais de 150 destinos no Brasil, e voa non-stop para os Estados Unidos, Europa e América do Sul.

A Azul recebeu o primeiro A330neo das Américas em 2019 e opera 12 aeronaves da família A330.

Brevemente a companhia vai começar a operar quatro A350-900 para expandir ainda mais sua oferta de rotas e se beneficiar do conceito de uniformização da Airbus.

Na América Latina e no Caribe, a Airbus já vendeu mais de 1.150 aeronaves e tem um backlog de mais de 500, com mais de 700 em operação em toda a região, representando quase 60 por cento da cota de mercado da frota em serviço. Desde 1994, a Airbus tem assegurado aproximadamente 70 porcento das encomendas líquidas na região.

Novos modelos PPC Snap-Fit

 

Airbus A321 Condor “Sunshine” Product code A321SUNSHINE

 

Airbus A321 Condor “Island” Product code A321ISLAND

 

Airbus A321 Condor “Sea” Product code A321SEA

Airbus A321 Condor “Passion” Product code A321PASSION

Airbus A320 Sundair “Katta Macht Urlaub” D-ANNA Product code 222987

 

 

Emirates recruta Tripulantes de Cabine em Portugal nos dias 21 e 23 de Novembro

 

A Emirates, anunciou que vai voltar a recrutar Tripulantes de Cabine, em Portugal,  para se juntarem à sua equipa internacional.

A companhia vai assim realizar dois Open Days: 21 de Novembro em Lisboa (Ramada Lisbon by Wyndham) e 23 de Novembro em Faro (Eva Senses Hotel).

Os candidatos que pretendam progredir na sua carreira com a Emirates podem submeter uma candidatura online, o curriculum vitae (CV) atualizado e em inglês, assim como uma fotografia recente. No entanto, tratando-se de Open Days, os candidatos podem apresentar-se nos dias e locais indicados sem terem submetido a candidatura previamente. Para isso, basta levarem consigo os documentos necessários e garantir que chegam ao local antes da hora de início. Mais informações sobre os requisitos para o processo de seleção aqui.

Sendo a segurança uma das principais prioridades da Emirates, o candidato ideal terá de liderar com confiança e assumir o controlo na gestão dos serviços a bordo, nomeadamente no que se refere aos procedimentos de segurança. Toda a tripulação da Emirates irá receber formação de excelência nas modernas instalações da companhia aérea no Dubai.

A Emirates tem uma equipa de tripulação de cabina verdadeiramente global, representando 160 nacionalidades, o que reflete a multiculturalidade de clientes e operações internacionais em mais de 130 cidades em seis continentes, utilizando uma frota moderna de mais de 200 aviões de longo curso. A companhia aérea é o maior operador global dos aviões Boeing 777 e Airbus A380.

A Emirates oferece aos seus candidatos excelentes oportunidades de carreira, com excelentes instalações de formação e uma vasta gama de programas de desenvolvimento para os seus colaboradores. Toda a tripulação da Emirates está baseada na cidade cosmopolita do Dubai e usufrui de um pacote salarial  distintivo no mercado que inclui uma variedade de benefícios tais como um salário isento de impostos, alojamento gratuito oferecido pela companhia, transporte gratuito de e para o trabalho, excelente cobertura médica, bem como descontos exclusivos em compras e atividades de lazer no Dubai. A crescente rede global da Emirates oferece muitas oportunidades de viagem através dos seis continentes. A tripulação de cabina da Emirates desfruta de benefícios de viagem para si e para as suas famílias e amigos, para todos os destinos para os quais a companhia aérea voa.

De referir que a Emirates voa para Portugal há 10 anos e oferece atualmente 11 voos semanais a partir de Lisboa.

TAP está a recrutar Assistente de Operações

 

A TAP Portugal abriu recrutamento para Assistente de Operações  que tem como função principal o Planeamento e Gestão Escalas e Tripulações.

O Assistente de Operações desempenha funções no âmbito do regulamento de utilização do Pessoal Navegante, o que exige conhecimentos específicos e tomadas de decisão correntes, definindo os efetivos necessários em tripulantes, de acordo com o plano de exploração, para cada período IATA, e planeando a sua utilização a curto, médio e longo prazo, elaborando as respetivas escalas, controlando a sua aplicação e procedendo às adaptações resultantes de alterações programadas ou de última hora, consequentes da operação”.

CONDIÇÕES DE ACESSO AO CONCURSO

 Requisitos mínimos obrigatórios

  • 12º Ano de Escolaridade ou equivalente oficial (reconhecido pelo Ministério da Educação Português);
  • Bons conhecimentos da língua inglesa (escrita e oral);
  • Conhecimentos de Informática na ótica do utilizador.

 

Requisitos preferenciais

  • Experiência em aviação comercial, nomeadamente em operações de voo e gestão de tripulações;
  • Conhecimentos de sistemas de operações voo;
  • Experiência em contato telefónico com cliente interno/externo;

 

PERFIL DE CANDIDATO

  • Sentido de responsabilidade;
  • Excelente capacidade de comunicação;
  • Elevada resistência ao stress;
  • Controlo da impulsividade;
  • Capacidade de iniciativa e decisão;
  • Capacidade analítica dos problemas, sempre na busca da melhor solução;
  • Bom relacionamento interpessoal;
  • Capacidade de adaptação a novas situações;
  • Assertividade;
  • Autonomia;
  • Capacidade de trabalho em equipa;
  • Capacidade de trabalho em equipa;
  • Disponibilidade para trabalho por turnos.

 

Deverá submeter a sua candidatura até ao dia 5 de dezembro 2022

Saiba mais na Página Oficial da TAP AQUI

Emirates deverá retomar voos para o Porto em 2024

 

David Quito, diretor da Emirates em Portugal, anunciou que a companhia aérea espera retomar os voos entre o Dubai e a cidade do Porto no segundo semestre de 2024:  “O Porto não está esquecido”

A Emirates vai retomar a operação para Lisboa para os níveis de 2019 e pretende retomar os quatro voos por semana para o Porto, que operava em 2019 mas está dependente de vários fatores, incluindo “de outros mercados externos, como por exemplo a reabertura da China”.

David Quito indicou que, depois do reforço de Lisboa para os níveis de 2019, “fica o Porto para se trabalhar durante o próximo ano e a partir do segundo semestre de 2024 talvez haja surpresas”.

O objetivo da Emirates a médio prazo é igual a sua operação a 2019, com cerca de 50 mil lugares por mês para Portuga, com 18 voos semanais; 14 semanais à partida de Lisboa e 4 do Porto.

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