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euroAtlantic realiza voo entre Pequim e Lisboa para transportar ventiladores

 

Emirates retomou voos para Lisboa

 

O spotter Luis Miguel Rodrigues registou através da sua objectiva o regresso da Emirates a Lisboa.

Conforme anunciado pela Emirates, a companhia retomou hoje, 16 de agosto a sua operação entre o Dubai e Lisboa.

A companhia vai operar três voos semanais às quartas-feiras, sextas-feiras e domingos, em equipamento Boeing 777-300ER.

Foto: @groundforceportugal

De acordo com informações divulgadas em comunicado, os testes à Covid-19 são obrigatórios para todos os passageiros que chegam ao Dubai, incluindo cidadãos, residentes e turistas dos Emirados Árabes Unidos, independentemente do país de origem.

«A rede da Emirates sobe, assim, para 70 destinos, em agosto, mais de 50% da sua rede de destinos pré-pandémicos, já que a companhia aérea vai retomando gradualmente as operações, tendo como principal prioridade a segurança dos seus passageiros, tripulação e comunidades.», lê-se em comunicado.

Qatar retomou esta sexta-feira os seus voos para Lisboa

 

Às 12h50 desta sexta-feira, 14 de agosto, regressava ao Aeroporto Humbeto Delgado, em Lisboa os voos da Qatar.

Os voos são operados pelo moderno Boeing 787 Dreamliner da companhia aérea, oferecendo 22 lugares na Classe Executiva e 232 na Classe Económica. A primeira aeronave a realizar este primeiro voo foi o B787-8 A7-BCI.

A Qatar Airways vai operar quatro voos semanais para Lisboa.

A retoma dos voos de Lisboa fará com que a rede europeia da companhia aérea se expanda para 225 voos semanais em 33 destinos na Europa, as maiores operações de uma companhia aérea do Golfo

Os passageiros portugueses podem conectar-se através do Melhor Aeroporto do Médio Oriente a mais de 30 destinos em África, Ásia-Pacífico, Oriente Médio e Sul da Ásia

O Presidente-Executivo do Qatar Airways Group, Sua Excelência Sr. Akbar Al Baker, afirma: “Temos o prazer de retomar os voos para Lisboa, expandindo ainda mais a nossa rede europeia. Lisboa é reconhecida pela sua extensa história e cultura, ostentando um rico património artístico e gastronómico. Estamos muito contentes por apoiar a recuperação da sua indústria turística e comercial. Os passageiros de Portugal podem também aceder às melhores ligações naquele que é considerado o Melhor Aeroporto do Médio Oriente, para mais de 30 destinos em toda a África, Ásia-Pacífico, Médio Oriente e Sul da Ásia.”

Relatório revela que A320 da easyJet estava a um segundo de sair da pista devido a erros de cálculo

 

Foi conhecido o relatório do incidente ocorrido a 16 de setembro com o A320 G-EZWe da easyJet, no Aeroporto Humberto Delgado em Lisboa.

De acordo com as conclusões, os pilotos do avião aperceberam-se das luzes vermelhas e brancas alternadas dos últimos metros da pista, evitando assim um acidente.

O A320 que estava a realizar o voo entre Lisboa e Manchester, Reino Unido, com 167 passageiros, descolou a apenas 110 metros de pista restantes, tendo passado somente 10 metros acima da vedação, ficando a um segundo de um desastre. O relatório da Agência de Investigações de Acidentes Aéreos (AAIB) analisou o caso e concluiu que a causa deveu-se a cálculos mal feitos por parte dos pilotos.

Os pilotos prepararam os cálculos da descolagem para a pista 21 mas utilizaram os dados de toda a pista para realizarem a trajetória. Isto significa que quando o avião foi autorizado a descolar, foram usados calcular errados ​​para que o avião subisse e ameaçaram a segurança da aeronave, segundo a AAIB.

De acordo com o relatório, os pilotos aperceberam-se do erro ao verem as luzes vermelhas e brancas alternadas dos últimos 900 metros da pista, mas não pararam, e quase no final da pista o avião levantou voo.

“Isso poderia ter causado danos significativos à aeronave e seus ocupantes”, refere o relatório. Ambos os pilotos foram “interrompidos várias vezes durante a preparação pré-voo”, o que, segundo o relatório, contribuiu para este erro.

No ano passado, em abril e março, ocorreram dois incidentes semelhantes com duas semanas de diferença. Entretanto, em dezembro, foram realizadas uma série de mudanças na pista,

“Os pilotos seguiram os procedimentos normais para a descolagem e o voo descolou sem incidentes”, disse um porta-voz da easyJet. “A segurança dos nossos passageiros e tripulantes é sempre a nossa maior prioridade e sempre tomaremos as medidas para garantir que manteremos os mais altos padrões de segurança”.

“Continuamos a trabalhar com os parceiros da indústria para rever possíveis desenvolvimentos técnicos, incluindo atualizações de software mencionadas no relatório sobre o qual já tomámos medidas, para ajudar a prevenir a recorrência destes tipos de eventos”.

TAP deverá receber em outubro o seu A321neo RETRO

 

No passado dia 12 de agosto partilhámos as fotos do nosso amigo e spotter Tobias Gudat do próximo A321neo para a TAP com pintura Retro.

Para já apenas o leme vertical apresenta as cores, estando para breve a pintura completa da aeronave.

De acordo com a programação, a TAP deverá receber a aeronave no final do mês de outubro, existindo sempre a possibilidade de alteração devido a vários factores.

Hoje partilhamos o esquema gráfico completo da aeronave, partilhado pelo Arik De, Chief Revenue & Network Officer da TAP Air Portugal, na sua conta do Linkedin.

De recordar que a TAP pintou o seu Airbus A330-300 CS-TOV com as mesmas cores, tendo a companhia realizado várias campanhas de marketing através de “voos retro”.

No dia 10 de março de 2019, e depois de 2 anos, o modelo saiu da frota da TAP para a Air Canadá.

LAM vai operar voo semanal entre Maputo e Lisboa em agosto e setembro

 

A LAM – Linhas Aéreas de Moçambique S.A., anunciou em comunicado, que vai realizar de 25 de agosto a 30 de setembro deste ano, um voo semanal entre Maputo e Lisboa.

A companhia indica no seu comunicado que a operação poderá prolongar-se por mais tempo.

De referir que o inicio da operação regular da companhia tem sido por várias vezes adiada devido à pandemia de Covid-19.

Os voos entre Lisboa e Maputo,  serão operados às terças-feiras, com partida às 20:00 (hora local) e de Maputo para Lisboa, às quartas-feiras com partida às 23:55 (hora local).

Os voos serão operados com equipamento Airbus A330-300 da HiFly, com capacidade de 278 lugares, sendo 255 na classe económica e 23 na executiva, para além da capacidade de transportar carga.

De acordo com Director Geral da LAM: “Estes voos possibilitam a deslocação de pessoas entre Moçambique e Portugal, bem como Europa e resto do mundo. É importante ter atenção às políticas de fronteiras vigentes para entrada em Moçambique e na União Europeia, devido à situação da pandemia”, adiantou o Director Geral da LAM.

TAP admite “lapso” na informação enviada aos passageiros sobre cancelamento de voos de Angola

 

A TAP admitiu hoje ter cometido “um lapso” na informação enviada aos passageiros sobre o cancelamento de voos de Angola, depois de um protesto do Instituto Nacional de Aviação Civil (INAVIC), que era visado nas comunicações.

“A companhia enviou uma comunicação a informar os passageiros do cancelamento de voos em Angola, contudo, por lapso, ao invés da comunicação aos passageiros fazer referência à pandemia covid-19 e consequentes restrições definidas pela lei, fez erradamente referência ao INAVIC”, adiantou fonte da empresa em resposta à agência Lusa.

O Instituto Nacional de Aviação Civil (INAVIC) angolano acusou hoje a TAP de estar a recusar o embarque de passageiros autorizados a entrar em Angola, tendo enviado um protesto formal à transportadora, admitindo tomar “medidas sancionatórias”.

“Tomamos conhecimento que a companhia aérea TAP – Air Portugal, tem informado de forma enganosa os passageiros com autorização de entrada em território angolano emitida pela entidade competente para o efeito, Comissão Multisectorial de Prevenção e Combate à Pandemia Covid-19, recusando o embarque dos mesmos nos diferentes voos, alegando falta de autorização deste Instituto Nacional, o que não corresponde com a verdade”, diz o INAVIC num comunicado.

Na resposta à agência Lusa, a TAP lamentou e pediu “sinceras desculpas” pelo sucedido.

“Retratando-se do erro cometido, a TAP já corrigiu a informação a ser enviada aos passageiros, já não constando qualquer referência ao INAVIC”, adiantou.

A empresa explicou que devido à reorganização de voos necessária, no âmbito da resposta das autoridades dos vários países à pandemia covid-19, a TAP não conseguiu dar resposta a muitas das viagens dos seus passageiros, tendo cancelado voos em algumas das suas rotas.

“A TAP continua a trabalhar arduamente por forma a garantir que todos os passageiros que cumpram os requisitos legais em vigor são transportados, e tal como no passado, conta com a prestimosa colaboração que sempre teve do INAVIC, lamentando e apresentando desculpas pela comunicação erradamente emitida”, sublinhou.

Angola tem as fronteiras fechadas desde o dia 20 de março, mas tem permitido a realização de voos de carga e de caráter humanitário, realizados pela TAP e pela angolana TAAG, para levar estrangeiros de volta aos seus países de origem ou permitir o regresso de passageiros cuja entrada está dependente de autorizações governamentais.

O INAVIC salienta que a situação de calamidade pública, devido à pandemia de covid-19, permite “exclusivamente a realização de voos humanitários de repatriamento” e afirma ter recebido diversas reclamações relacionadas com a TAP “que, ao abrigo de voos humanitários, tem realizado voos de caráter comercial”.

De acordo com as novas regras, angolanos e estrangeiros residentes em Angola, que regressem ao país, terão de ser portadores de um teste de biologia molecular com resultado negativo e podem optar por fazer quarentena domiciliar, enquanto os estrangeiros não-residentes continuam a ser obrigados a cumprir quarentena institucional.

No comunicado, o INAVIC repudia a “falta de rigor da informação transmitida pela TAP” e solicitou à empresa que salvaguarde “os direitos dos passageiros autorizados, uma vez que estes adquiriram os seus bilhetes de passagens junto da mesma e, roga que sejam tomadas medidas para que situações similares não voltem a ocorrer, sob pena de serem adotadas medidas sancionatórias previstas nos regulamentos aeronáuticos em vigor”.

Azul e Latam iniciam codeshare para 64 rotas compartilhadas no Brasil

 

Artigo escrito em português do Brasil:

Parceria anunciada em 16 de junho também inclui acúmulo de pontos no programa de fidelidade TudoAzul e Latam Pass

A Azul Linhas Aéreas e a Latam Airlines Brasil iniciam o acordo de codeshare para 64 rotas domésticas no Brasil. O compartilhamento de voos, anunciado em 16 de junho, tem por objetivo ampliar a capilaridade da malha aérea das duas companhias em rotas complementares e não sobrepostas, oferecendo aos Clientes várias opções de conexões novas e mais convenientes no Brasil.

Das 35 rotas que estão à venda a partir de hoje (12), 23 serão cumpridas pela Azul enquanto 12 terão operação pelas aeronaves da Latam. Até o fim de agosto, as companhias também iniciarão as vendas de outras 29 rotas do acordo, sendo 12 operações da Azul e 17 da Latam. Neste primeiro momento, o codeshare terá pousos e decolagens nos aeroportos de Brasília, Belo Horizonte, Recife, e Campinas, chegando, posteriormente, aos aeroportos de Porto Alegre, Curitiba e São Paulo – Guarulhos. Além do compartilhamento de voos, o acordo prevê acúmulo de pontos no programa de fidelidade TudoAzul e Latam Pass, possibilitando que 12 milhões de associados do TudoAzul e 37 milhões de membros do LATAM Pass acumulem pontos no programa de sua escolha.

“O início desse acordo vai ajudar nosso setor a oferecer mais opções de voos, horários e destinos a nossos Clientes, sendo uma solução importante para recuperarmos com mais agilidade a demanda interna afetada pela pandemia.Com a capilaridade de nossa malha, a força de nossos hubs e as conexões com os voos da Latam, tenho certeza de que construiremos juntos um codeshare que oferecerá benefícios incomparáveis para os Clientes”, diz Abhi Shah, vice-presidente de Receitas da Azul.

O codeshare possibilitará uma experiência de viagem tranquila entre os voos da Azul e LATAM, com bilhetes compartilhados para check-in e despacho de bagagem. Além disso, a parceria trará mais conveniência a quem precisa viajar pelo país. Com o acordo, um Cliente poderá viajar de Campinas a Rio Branco, no Acre, com uma conexão em Brasília, movimento que não seria possível sem o codeshare.

Conheça a operação da TAP para outubro – 82 rotas e 666 voos semanais

 

A TAP anunciou hoje que está a retomar progressivamente a sua operação e que para outubro, a rede da companhia estará mais reforçada, com um total de 82 rotas e 666 voos semanais em plano.

Brasília, Natal, Porto Alegre e o novo destino no Brasil, Maceió, ficam disponíveis para viagens a partir de outubro. Todos eles com dois voos por semana.

Nos Estados Unidos, Chicago e São Francisco são as cidades que voltam a estar ligadas a Lisboa. Boavista, em Cabo Verde, também regressa à rede TAP em outubro, com um voo por semana.

A TAP realça que este plano de retoma permite voltar a garantir a conetividade entre as Américas e a Europa, onde grande parte (86%) das cidades estarão conectadas dentro da rede TAP.

Rota Frequências
1 Agosto –  31 Agosto 
Frequências
1 Setembro – 30
 Setembro
 Frequências
1 Outubro – 24 Outubro
América do Sul
 Lisboa – São Paulo (GRU)  7 voos por semana  7 voos por semana  7 voos por semana
 Lisboa – Rio de Janeiro (GIG)  3 voos por semana  4 voos por semana  5 voos por semana
 Lisboa – Recife (REC)  2 voos por semana  3 voos por semana  3 voos por semana
 Lisboa – Fortaleza (FOR)  2 voos por semana  2 voos por semana  4 voos por semana
 Lisboa – Belo Horizonte (CNF)  2 voos por semana  2 voos por semana  2 voos por semana
 Lisboa – Brasília (BSB)  Sem operação  2 voos por semana  2 voos por semana
 Lisboa – Salvador (SSA)  Sem operação  2 voos por semana  2 voos por semana
 Lisboa – Natal (NAT)  Sem operação  Sem operação  2 voos por semana
 Lisboa – Porto Alegre (POA)  Sem operação  Sem operação  2 voos por semana
 Lisboa – Maceió (MCZ)  Sem operação  Sem operação  2 voos por semana
 Porto – Rio de Janeiro (GIG)  1 voo por semana  1 voo por semana  1 voo por semana
América do Norte
 Porto – Newark (EWR)  1 voo por semana  2 voos por semana  2 voos por semana
 Lisboa – Newark (EWR)  3 voos por semana  13 voos por semana  13 voos por semana
 Lisboa – Boston (BOS)  3 voos por semana  3 voos por semana  3 voos por semana
 Lisboa – Miami (MIA)  3 voos por semana  3 voos por semana  3 voos por semana
 Lisboa – Washington (IAD)  2 voos por semana  4 voos por semana  4 voos por semana
 Lisboa – Toronto (YYZ)  3 voos por semana  5 voos por semana  5 voos por semana
 Lisboa – Montreal (YUL)  3 voos por semana  3 voos por semana  3 voos por semana
 Lisboa – Chicago (ORD)  Sem operação  Sem operação  2 voos por semana
 Lisboa – São Francisco (SFO)  Sem operação  Sem operação  2 voos por semana
 Ponta Delgada – Boston (BOS)  3 voos por semana  3 voos por semana  3 voos por semana
África e Médio Oriente
 Lisboa – Maputo (MPM)  Sem operação  2 voos por semana(3)  2 voos por semana
 Lisboa – Luanda (LAD)  Sem operação  4 voos por semana(3)  4 voos por semana
 Lisboa – Dakar (DSS)  7 voos por semana  7 voos por semana  7 voos por semana
 Lisboa – Praia (RAI)  4 voos por semana(1)  4 voos por semana  7 voos por semana
 Lisboa  – São Vicente (VXE)  4 voos por semana(1)  3 voos por semana  3 voos por semana
 Lisboa – Sal (SID)  Sem operação  3 voos por semana  3 voos por semana
 Lisboa – Bissau (OXB)  Sem operação  1 voos por semana  1 voos por semana
 Lisboa – Acra (ACC)/São Tomé (TMS)  Sem operação  3 voos por semana  3 voos por semana
 Lisboa – Casablanca (CMN)  Sem operação  9 voos por semana(4)  9 voos por semana
 Lisboa – Marraquexe (RAK)  Sem operação  9 voos por semana(4)  9 voos por semana
 Lisboa – Boa Vista (BVC)  Sem operação  Sem operação  1 voos por semana
 Europa
 Lisboa – Bruxelas (BRU)  14 voos por semana  14 voos por semana  14 voos por semana
 Lisboa – Genebra (GVA)  14 voos por semana  14 voos por semana  14 voos por semana
 Lisboa – Zurique (ZRH)  10 voos por semana  14 voos por semana  14 voos por semana
 Porto – Zurique (ZRH)  4 voos por semana  4 voos por semana  4 voos por semana
 Lisboa – Munique (MUC)  14 voos por semana  14 voos por semana  14 voos por semana
 Lisboa – Frankfurt (FRA)  14 voos por semana  21 voos por semana  21 voos por semana
 Lisboa – Hamburgo (HAM)  7 voos por semana  14 voos por semana  14 voos por semana
 Lisboa – Dusseldorf (DUS)  7 voos por semana  14 voos por semana  14 voos por semana
 Lisboa – Berlim (TXL)  7 voos por semana  14 voos por semana  14 voos por semana
 Lisboa – Londres (LHR)  18 voos por semana  21 voos por semana  21 voos por semana
 Lisboa – Manchester (MAN)  5 voos por semana  7 voos por semana  7 voos por semana
 Porto – Londres (LHR)  7 voos por semana  7 voos por semana  7 voos por semana
 Lisboa – Dublin (DUB)  7 voos por semana  7 voos por semana  7 voos por semana
 Lisboa – Paris (ORY)  28 voos por semana  28 voos por semana  28 voos por semana
 Lisboa – Nice (NCE)  7 voos por semana  7 voos por semana  7 voos por semana
 Lisboa – Toulouse (TLS)  7 voos por semana  7 voos por semana  7 voos por semana
 Lisboa – Marselha (MRS)  7 voos por semana  7 voos por semana  7 voos por semana
 Lisboa – Lyon (LYS)  7 voos por semana  7 voos por semana  7 voos por semana
 Porto – Paris (ORY)  7 voos por semana  14 voos por semana  14 voos por semana
 Lisboa – Amesterdão (AMS)  10 voos por semana  14 voos por semana  14 voos por semana
 Porto – Amesterdão (AMS)  Sem operação  4 voos por semana  4 voos por semana
 Lisboa – Madrid (MAD)  21 voos por semana  14 voos por semana  14 voos por semana
 Lisboa – Barcelona (BCN)  18 voos por semana  14 voos por semana  14 voos por semana
 Lisboa – Sevilha (SVQ)  10 voos por semana  10 voos por semana  9 voos por semana
 Lisboa – Málaga (AGP)  10 voos por semana  10 voos por semana  9 voos por semana
 Lisboa – Valência (VLC)  10 voos por semana  10 voos por semana  10 voos por semana
 Lisboa – Gran Canaria (LPA)  Sem operação  3 voos por semana  4 voos por semana
 Lisboa – Tenerife (TFS)  Sem operação  4 voos por semana  5 voos por semana
 Lisboa – Bilbau (BIO)  Sem operação  Sem operação  5 voos por semana
 Lisboa – Luxemburgo (LUX)  5 voos por semana  5 voos por semana  5 voos por semana
 Porto – Luxemburgo (LUX)  3 voos por semana  3 voos por semana  3 voos por semana
 Lisboa – Estocolmo (ARN)  3 voos por semana  4 voos por semana  4 voos por semana
 Lisboa – Copenhaga (CPH)  4 voos por semana(2)  7 voos por semana  7 voos por semana
 Lisboa – Milão (MXP)  14 voos por semana  14 voos por semana  14 voos por semana
 Porto – Milão (MXP)  3 voos por semana  3 voos por semana  3 voos por semana
 Lisboa – Roma (FCO)  14 voos por semana  14 voos por semana  14 voos por semana
 Lisboa – Veneza (VCE)  3 voos por semana  4 voos por semana  4 voos por semana
 Lisboa – Florença (FLR)  Sem operação  4 voos por semana  4 voos por semana
 Lisboa – Oslo (OSL)  Sem operação  3 voos por semana  4 voos por semana
 Lisboa – Praga (PRG)  2 voos por semana  5 voos por semana  5 voos por semana
 Lisboa – Viena (VIE)  7 voos por semana(1)  5 voos por semana  5 voos por semana
 Lisboa – Varsóvia (WAW)  Sem operação  4 voos por semana  4 voos por semana
Portugal
 Lisboa – Porto (OPO)  28 voos por semana  35 voos por semana  35 voos por semana
 Lisboa – Funchal (FNC)  35 voos por semana  42 voos por semana  42 voos por semana
 Porto – Funchal (FNC)  7 voos por semana  7 voos por semana  7 voos por semana
 Lisboa – Ponta Delgada (PDL)  17 voos por semana  21 voos por semana  21 voos por semana
 Porto – Ponta Delgada (PDL)  7 voos por semana  7 voos por semana  7 voos por semana
 Lisboa – Terceira (TER)  7 voos por semana  7 voos por semana  10 voos por semana
 Lisboa – Porto Santo (PXO)  4 voos por semana  4 voos por semana  3 voos por semana
 Lisboa – Faro (FAO)  21 voos por semana  21 voos por semana  21 voos por semana

(1) A partir de 15 de agosto.
(2) A partir de 16 de agosto.
(3) A partir de 09 de setembro.
(4) A partir de 11 de setembro.

Nota: Esta lista de rotas pode ser ajustada sempre que as circunstâncias assim o exijam.

A TAP refere que a lista de rotas e voos será ajustada sempre que as circunstâncias o exijam, face à dinâmica da evolução das imposições e restrições dos vários países, em virtude da evolução da pandemia, bem como da evolução da procura. A TAP está empenhada em recuperar tão rapidamente quanto possível, e de forma sustentável, a proporcionalidade da sua oferta em todos os aeroportos.

A TAP ajustou as rotinas e implementou novos e reforçados procedimentos, garantindo a todos os passageiros um ambiente Clean&Safe em todas as fases da viagem.

Qatar Airways com quatro voos semanais para Lisboa a partir de 14 de Agosto

 

A Qatar anunciou, em comunicado, que vai operar quatro voos semanais para Lisboa a partir de 14 de Agosto. A retoma dos voos de Lisboa fará com que a rede europeia da companhia aérea se expanda para 225 voos semanais em 33 destinos na Europa, as maiores operações de uma companhia aérea do Golfo

Os passageiros portugueses podem conectar-se através do Melhor Aeroporto do Médio Oriente a mais de 30 destinos em África, Ásia-Pacífico, Oriente Médio e Sul da Ásia

A reconstrução da rede europeia da Qatar Airways continua com a retoma de quatro voos semanais para Lisboa a partir de 14 de agosto de 2020. Os voos são operados pelo moderno Boeing 787 Dreamliner da companhia aérea, oferecendo 22 lugares na Classe Executiva e 232 na Classe Económica.

O Presidente-Executivo do Qatar Airways Group, Sua Excelência Sr. Akbar Al Baker, afirma: “Temos o prazer de retomar os voos para Lisboa, expandindo ainda mais a nossa rede europeia. Lisboa é reconhecida pela sua extensa história e cultura, ostentando um rico património artístico e gastronómico. Estamos muito contentes por apoiar a recuperação da sua indústria turística e comercial. Os passageiros de Portugal podem também aceder às melhores ligações naquele que é considerado o Melhor Aeroporto do Médio Oriente, para mais de 30 destinos em toda a África, Ásia-Pacífico, Médio Oriente e Sul da Ásia.”

A retoma dos serviços de Lisboa fará com que as operações da companhia aérea se expandam para 225 voos semanais para 33 gateways na Europa com as seguintes operações semanais:

  • Amesterdão (voos diários)
  • Ancara (três voos semanais)
  • Antalya (dois voos semanais)
  • Atenas (voos diários)
  • Barcelona (10 voos semanais)
  • Belgrado (quatro voos semanais)
  • Berlin (quatro voos semanais)
  • Bodrum (dois voos semanais)
  • Bruxelas (três voos semanais)
  • Budapest (três voos semanais)
  • Copenhaga (cinco voos semanais)
  • Dublin (três voos semanais)
  • Edinburgh (três voos semanais)
  • Frankfurt (dois voos diários)
  • Helsinki (três voos semanais)
  • Istanbul IST (dois voos diários)
  • Istanbul SAW (11 voos semanais)
  • Lárnaca (dois voos semanais)
  • Lisboa (quatro voos semanais a partir de 14 de agosto)
  • London LHR (três voos diários)
  • London LGW (voos diários a partir de 20 de Agosto)
  • Madrid (voos diários)
  • Manchester (dois voos diários)
  • Milan (10 voos semanais)
  • Munique (voos diários)
  • Oslo (voos diários)
  • Paris (dois voos diários)
  • Prague (três voos semanais)
  • Roma (nove voos semanais)
  • Estocolmo (voos diários)
  • Viena (cinco voos semanais)
  • Zagreb (três voos semanais)
  • Zurique (voos diários)

A variedade de aviões modernizados pertencentes à companhia e eficientes em termos de combustível, permitiu continuar a voar durante a crise, oferecendo a capacidade certa em cada mercado, a fim de ser comercial e ambientalmente sustentável. Ao otimizar esta combinação de aviões e optar por deixar em terra a frota de A380, a companhia aérea voa apenas com aviões de dimensões adequadas para todas as rotas europeias, reduzindo o impacto ambiental, oferecendo a capacidade sensata e responsável para atender tanto a procura por parte dos passageiros como de carga. A frota da companhia aérea de 49 Airbus A350 e 30 Boeing 787, são a escolha ideal para as rotas de longo curso fundamentais para as Américas, Europa e regiões da Ásia-Pacífico.

Os benchmarks internos da companhia identificaram que o A380 emitia até 80% mais CO2 por hora em determinadas rotas para a Europa, com o A350 economiza-se cerca de 16 toneladas de CO2 por hora. Até que a procura recupere aos níveis apropriados, a Qatar Airways continuará a manter os aviões A380 parados, garantindo uma operação comercial e ambientalmente responsável.

De acordo com dados da IATA, a Qatar Airways tornou-se a maior transportadora internacional durante o pico da pandemia entre abril e junho, cumprindo a tarefa de repatriamento e de fazer regressar muitas pessoas a casa. Esta situação permitiu que a companhia acumulasse experiência única no transporte de passageiros, com segurança e confiança, e tivesse condições preferenciais para reconstruir efetivamente a sua frota.

A companhia aérea implementou rigorosamente as medidas mais avançadas de segurança e higiene a bordo e no Aeroporto Internacional de Hamad – desde a introdução de fardas PPE para a tripulação de cabine, até se tornar a primeira companhia aérea a exigir que os passageiros usem escudos faciais, além de máscaras faciais.

Os passageiros que voam em classe executiva em aviões equipados com Qsuite podem desfrutar de total privacidade, incluindo divisórias deslizantes e portas totalmente fechadas. Os passageiros podem também optar por usar o aviso ‘Não Perturbe (DND)’ na sua suíte privada se quiserem limitar as interações com a tripulação de cabine. Qsuite continua disponível em voos para mais de 30 destinos, incluindo Londres, Sydney, Singapura e Kuala Lumpur.

Para garantir que os viajantes possam planear as viagens com tranquilidade, a companhia aérea ampliou igualmente as políticas de reserva para oferecer ainda mais opções aos passageiros. A companhia permite alterações ilimitadas de data, e os passageiros podem mudar o destino quantas vezes precisarem se estiver dentro de 5.000 milhas do destino original. A companhia aérea não cobrará nenhuma diferença tarifária para viagens concluídas antes de 31 de dezembro de 2020, após as quais as regras tarifárias serão aplicadas. Todos os bilhetes reservados para viagens até 31 de dezembro de 2020 serão válidos por dois anos a partir da data de emissão. Para termos e condições completos visite qatarairways.com/RelyOnUs.

TAP Air Portugal vai ter A321neo com cores Retro

 

Mais uma vez o nosso amigo e spotter Tobias Gudat a capturar grandes momentos na fábrica da Airbus, em Hamburgo.

Trata-se do próximo A321neo para a TAP com pintura Retro.

Para já apenas o leme vertical apresenta as cores, estando para breve a pintura completa da aeronave.

De recordar que a TAP pintou o seu Airbus A330-300 CS-TOV com as mesmas cores, tendo a companhia realizado várias campanhas de marketing através de “voos retro”.

No dia 10 de março de 2019, e depois de 2 anos, o modelo saiu da frota da TAP para a Air Canadá.

Binter retomou hoje a sua operação entre as Canárias e Lisboa

 

A Binter retomou hoje os seus voos entre as Canárias e Lisboa, com dois voos semanais, e outros dois para Tenerife, a partir de quinta-feira, dia 13.

Os voos entre Lisboa e a Gran Canária serão operados às terças-feiras e aos sábados, com partida da Gran Canária às 15h20 e chegada a Lisboa às 17h30. O voo de regresso parte da capital portuguesa às 18h30 e tem chegada à ilha prevista para as 20h55.

Em relação à operação entre Tenerife e Lisboa, os voos serão operados às quintas-feiras e domingos.

A Binter indicou no seu comunicado que: “todos os passageiros oriundos de qualquer aeroporto situado fora do território espanhol, deverão preencher um formulário de saúde pública electrónico que devem apresentar quando chegarem ao aeroporto de destino”.

Tripulantes da Ryanair ‘presos’ entre contratos inferiores ao salário mínimo e emigração

 

Mais de 30 trabalhadores da Crewlink, que tripulam os aviões da Ryanair, estão a ser convidados para os quadros da companhia com remunerações base abaixo do salário mínimo, tendo como alternativa a relocalização no estrangeiro já em setembro.

De acordo com documentação a que a Lusa teve acesso, trabalhadores da Crewlink, agência de emprego temporário que tem como única cliente a companhia irlandesa de baixo custo Ryanair, receberam cartas dos recursos humanos a informar que um “número limitado” de tripulantes iria ser convidado a integrar os quadros da Ryanair.

Em caso de recusa da proposta, os trabalhadores – baseados em Ponta Delgada, Lisboa e Porto – serão relocalizados para vários destinos da rede da Crewlink no Reino Unido e Irlanda a partir de 01 de setembro.

Segundo uma troca de documentação entre um trabalhador e a empresa a que a Lusa teve acesso, perante a recusa do trabalhador em assinar um contrato com a Ryanair que propunha uma remuneração base de 588 euros brutos, abaixo dos 635 euros consagrados na lei como salário mínimo nacional, a empresa sugeriu a relocalização para o Reino Unido (East Midlands ou Southend) em 01 de setembro.

“É lamentável que tenha rejeitado a proposta da Ryanair”, podia ler-se numa carta a um trabalhador que recusou a que a Lusa teve acesso, que mencionava ainda que a proposta estava acima dos 18.500 euros anuais de 850 horas de voo.

“A sua remuneração total foi calculada para incluir um prémio por todas as horas associadas ao serviço de voo, incluindo, mas não se limitando a relatórios antes e depois de voos, atrasos e todas as tarefas a bordo”, pode ler-se na proposta de contrato.

O mesmo documento indica também que o salário do trabalhador inclui “um prémio por trabalho desempenhado aos domingos e feriados”, excluindo “incrementos automáticos ou aumentos salariais”.

Para além da remuneração base, de acordo com os contratos, o trabalhador tem “direito a receber o ‘Flight Pay’ [pagamento de voo]”, que “não será devido quando não se encontra disponível para voar, independentemente dos motivos que indicar à empresa”, e que segundo a empresa inclui subsídio para refeições, bebidas e conservação da farda.

Os trabalhadores são ainda elegíveis para um bónus de venda arbitrário, que “possui estatuto extracontratual”, podendo a Ryanair, “em qualquer momento, mudar, alterar ou retirar o prémio”, avisando com um mês de antecedência.

O contrato possui adicionalmente uma cláusula em que o trabalhador declara “não ter quaisquer reclamações/créditos contra a empresa” à data de 01 de setembro de 2020.

A documentação consultada pela Lusa indica que estão a ser dados aos trabalhadores prazos de dois a três dias para responder qual a sua base de preferência, bem como a serem recusados pedidos para relocalização em Portugal ou adiamentos da proposta de emigração.

“Como declinou confirmar qual seria a sua base preferida, a sua nova base foi selecionada baseada nas necessidades operacionais, de acordo com o seu contrato de emprego”, pode ler-se numa das missivas enviadas pela Crewlink, indicando ao trabalhador o local de trabalho efetivo a partir de 01 de setembro.

De acordo com números do Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), há nestas circunstâncias três trabalhadores da base de Ponta Delgada, 14 de Lisboa (num total de 32), e cerca de 15 no Porto já contactados (num total de 85).

O mesmo sindicato já tinha alertado, na quarta-feira, que “teve conhecimento que os tripulantes da base do Porto, à imagem do que já tinha acontecido na Base de Lisboa e Ponta Delgada, estão a receber cartas para uma passagem para a Ryanair, sendo uma forma ilícita da empresa para pressionar os associados em aceitar condições inqualificáveis”

O mesmo sindicato também já se tinha queixado de pagamentos feitos pela empresa, em julho, abaixo do valor do salário mínimo nacional.

Em respostas a questões da Lusa, a Ryanair confirmou que não irá usar elementos da empresa subcontratada Crewlink, em Portugal durante a temporada de inverno.

A empresa “ofereceu a um número limitado” de trabalhadores da Crewlink “emprego direto com a Ryanair, num pacote de remuneração de mais de 18.000 euros por ano (significativamente mais que o salário mínimo português)”, de acordo com a resposta enviada à Lusa.

“Uma pequena minoria de tripulantes da agência optou por permanecer empregado na Crewlink, que está a trabalhar com essa tripulação para assegurar a continuação do emprego com a Crewlink em bases fora de Portugal”, de acordo com as respostas.

A Ryanair afirmou ainda que a remuneração dos seus tripulantes de cabine em Portugal “é composta por um número de elementos incluindo pagamento básico, pagamento por voos, bónus de vendas e subsídios anuais”, e que “todos os elementos de pagamento estão referenciados nos contratos”.

Orbest anunciou hoje oficialmente a chegada do seu A330neo

 

A Orbest anunciou hoje oficialmente a chegada do seu novo avião Airbus A330-900neo para voos de longo curso, nomeadamente para as Caraíbas para onde começou por fazer charters que actualmente classifica como voos regulares.

Em comunicado, a companhia indica de que: “Trata-se de um moderno equipamento dotado da mais moderna tecnologia que proporciona ao passageiro um maior conforto nas suas viagens de e para as Caraíbas”, refere a nota de imprensa do grupo, que realça ainda “uma atmosfera interior muito mais agradável, um sistema de renovação de ar ainda mais eficiente, com sistemas de entretenimento individuais e de acesso à internet a bordo. A aeronave possui uma enorme eficiência do ponto de vista energético, sendo ainda mais silencioso e económico”.

Para já não se sabem mais pormenores no que diz respeito à configuração do A330neo.

De recordar que a Orbest recebeu no passado dia 7 de agosto, em Lisboa, o seu A330neo CS-TKH.

Antes do inicio desta pandemia, a Orbest tinha planeado operar a partir do final do mês de maio, com o seu novo modelo, os voos à partida de Lisboa para Cancun e Punta Cana.

O Grupo fez uma encomenda para dois A350, estando já um em serviço e um A330-900.

Azul lança a sua nova empresa sub-regional: a Azul Conecta

 

A Azul lançou a sua nova empresa sub-regional: a Azul Conecta, companhia que será responsável por reforçar a operação regional da Azul, adicionando novas cidades à rede nacional e internacional da empresa.

Fortalecendo a sua vocação regional, a Azul lançou hoje, em Jundiaí, a Azul Conecta, a nova subsidiária da companhia. Fruto da aquisição da TwoFlex, a Azul Conecta tem como objetivo desenvolver a aviação sub-regional no Brasil, alcançando cidades e comunidades menores e ligando as regiões à rede de voos domésticos e internacionais da Azul.

Com atuação em 36 destinos no país, a Azul Conecta é composta por 17 aeronaves modelo Cesna Gran Caravan, um turboélice regional monomotor com capacidade para até nove assentos. Dos 17 aviões, três são exclusivamente para carga e vão contribuir para a expansão da Azul Cargo Express, que pode levar cargas a cidades que não são servidas por voos regulares da empresa.

São também os aviões Cesna Gran Caravan que têm sido utilizados na retomada das operações de algumas bases da Azul, como já aconteceu em Araçatuba (SP), Marília (SP), Bauru (SP) e Macapá (AM). Essenciais para responder à procura de Clientes, os monomotores da Azul Conecta já voaram 3256 horas entre maio e junho, o que corresponde a 55 horas de voo por dia da frota que está em operação.

O evento de lançamento contou com o baptismo da aeronave e a apresentação do logotipo da empresa.

“A Azul Conecta nasce da vocação regional da Azul e da TwoFlex que, separadamente, já estavam levando o serviço aéreo para novas e diversas partes do Brasil. Agora, estamos unindo a força das empresas para, especialmente neste momento de flexibilização e retomada, direcionar o transporte aéreo e cargueiro a lugares que não estão sendo servidos hoje em função da pandemia ou a cidades potenciais que não contam com a operação aérea. Queremos atingir a marca histórica de 200 cidades servidas no país nos próximos anos”, ressalta Flávio Costa, vice-presidente Técnico-Operacional da Azul.

Azul vai apresentar hoje a sua nova empresa regional, a Azul Conecta

 

A nova subsidiária da companhia tem como objectivo desenvolver a aviação regional no Brasil, chegando a cidades e comunidades mais pequenas e ligando essas regiões às rotas dos voos domésticos e internacionais da Azul.

Operando em 36 destinos no Brasil, a Azul Conecta é composta por 17 aeronaves modelo Cesna Gran Caravan, um turboélice regional monomotor com capacidade para até nove assentos.

De referir que em janeiro, a Azul comprou a companhia aérea regional TwoFlex.

Crewlink/Ryanair aderiu a ‘lay-off’ simplificado em abril mas não pagou salários de março

 

A Crewlink, empresa de tripulantes de voo cujo único cliente é a Ryanair, aderiu ao regime de ‘lay-off’ simplificado em abril, mas ainda não pagou os salários de março, segundo documentação a que a Lusa teve acesso.

De acordo com trocas de informação entre trabalhadores e a empresa consultadas pela Lusa, um interlocutor do lado da empresa referiu que as tripulações não têm direito a “nenhum pagamento residual por março de 2020”, associado às rubricas às quais estão habitualmente associados os salários, exceto pagamentos complementares.

No entanto, noutra troca de informação, o interlocutor da empresa afirmava, sem certeza, que o trabalhador em causa iria “receber o pagamento de março” durante o mês em que as tripulações regressassem às operações normais.

Segundo disseram vários trabalhadores da Crewlink à Lusa, o mês de março não foi pago pela empresa, numa altura em que a empresa já não está em regime de lay-off.

Para aceder ao regime de ‘lay-off’ simplificado, não é permitido às empresas o “não cumprimento pontual das obrigações retributivas devidas aos trabalhadores”, de acordo com o Decreto-Lei 10-G/2020 de 26 de março, que estabeleceu o regime.

Segundo documentos a que a Lusa teve acesso, a Crewlink informou os trabalhadores que iria aderir ao regime apenas a partir de 01 de abril, por dois meses, e com possibilidade de renovação.

Num outro documento a que a Lusa teve acesso, a Ryanair informou um trabalhador da concessão de um “pagamento adiantado” de 564 euros relativo ao mês de junho, período em que o tripulante de cabine não trabalhou, de forma a o “assistir financeiramente”.

De acordo com a empresa, esse valor será “adequadamente ajustado” no ordenado a receber no final de agosto (referente ao mês de julho).

Questionada pela Lusa, a companhia aérea afirmou que os trabalhadores da Ryanair receberam os salários de março, mas não se pronunciou acerca dos trabalhadores da Crewlink, empresa de trabalho temporário que há mais de 10 anos presta serviços à companhia aérea irlandesa.

Qatar Airways mantém compromisso com sustentabilidade enquanto reconstrói a sua rede, tendo colocado no chão a sua frota de 10 Airbus A380

 

A Qatar Airways é uma das poucas companhias aéras no mundo que nunca deixou de voar durante a crise. A sua variedade de aviões modernos e fuel-efficient ajudou a companhia a desenvolver soluções sutentáveis, permitindo-lhe continuar a voar para rotas com menos procura devido à variedade de aviões que pode selecionar para oferecer a capacidade adequada a cada mercado. Devido ao impacto da COVID-19 na procura por viagens, a companhia tomou a decisão de colocar no chão a sua frota de Airbus A380, não sendo justificável do ponto de vista ambiental ou comercial operar aeronaves de tão grandes dimensões no contexto atual.

Os passageiros ambientalmente conscientes podem viajar com a confiança de que a Qatar Airways monitoriza o mercado de carga e de passageiros de forma contínua para verificar a procura e certificar-se que opera com as mais eficientes aeronaves em cada rota. Encontrar o equilibrio certo entre procura de passageiros e carga permitiu à companhia continuar a operar com a sua frota total de Airbus A350 e Boeing 787, ajudando a levar pessoas de volta a casa de forma segura e providenciando capacidade de carga para ajudar o mercado global e a transportar materiais médicos essenciais.


Os 30 Boeing 787 na frota da Qatar Airways também permitem oferecer a capacidade apropriada em rotas
na Europa, enquanto os mercados recuperam. Em Lisboa, a Qatar Airways opera com um Boeing 787
Dreamliner.


O Chief Executive do Qatar Airways Group, Sua Excelência Sr. Akbar Al Baker disse: “O Qatar Airways Group tem um forte historial de liderança na indústria em termos de operação sustentável. Levamos as nossas responsabilidades de preocupação com o ambiente a sério e a sustentabilidade está na frente do nosso planeamento de negócio em todo o grupo. É por isso que as nossas aeronaves têm uma idade média de menos de cinco anos, uma das mais novas em todo o mundo. Graças ao investimento estratégico e diversificado na nossa frota, a viabilidade das nossas operações não esteve dependente de nenhum tipo de avião. Isto permitiu-nos ser uma das poucas companhias aéreas a nunca deixar de operar durante a crise, transportando mais de dois milhões de passageiros e, nesse processo, tornando-nos na maior companhia aérea internacional do mundo. A variedade da nossa frota permitiu-nos continuar a operar durante a crise e a não deixar passageiros presos.

Medidas de segurança
A Qatar Airways aumentou as suas medidas de segurança a bordo para passageiros e tripulação. A companhia introduziu o uso de Equipamento Pessoal de Proteção (EPP) para tripulação, que inclui luvas, máscaras, óculos de segurança e uma cobertura que é colocada por cima do uniforme. Foi também introduzido um serviço modificado para reduzir interações entre tripulação e passageiros.


A bordo, todos os passageiros da Qatar Airways recebem um kit de proteção. Dentro do mesmo, podem encontrar uma máscara cirúrgica descartável, luvas descartáveis e álcool-gel. A companhia aérea também introduziu o uso de viseiras descartáveis para adultos e crianças. Passageiros a viajar a partir do Aeroporto Internacional de Hamad vão receber as suas viseiras no balcão de check-in, enquanto que, noutros destinos, as viseiras serão distribuídas no portão de embarque. Para mais detalhes sobre todas as medidas de segurança, por favor visite qatarairways.com/safety.

Para providenciar paz de espírito, a Qatar Airways estendeu as suas políticas de reserva para oferecer ainda mais escolhas aos seus passageiros. A companhia aérea vai permitir mudanças de data ilimitadas e os passageiros podem mudar o seu destino as vezes que precisarem se o mesmo estiver dentro dum raio de 5,000 milhas do destino original. A companhia não vai cobrar diferenças de tarifa para viagens completadas antes de 31 dezembro 2020, depois das quais regras de tarifa serão aplicáveis. Todos os bilhetes reservados para viajar até 31 dezembro 2020 serão válidos durante dois anos a partir da data de emissão. Para termos completos e condições, visite www.qatarairways.com/RelyOnUs.

A Qatar Airways está comprometida em reportar abertamente em relação à sua performance na sustentabilidade para manter a confiança que é a base da sua liderança ambiental de longo prazo. Por favor visite o Environment Website para ver os últimos Relatórios de Sustentabilidade e Política Ambiental.

Segundo Dash Q400 da TAAG já aterrou em Luanda

 

Depois de uma escala na Ilha de Santa Maria, Açores, onde o spotter Nelson Rodrigues teve a oportunidade de capturar através da sua objectiva o novo modelo da TAAG, O “Zaire” D2-TFB, segundo Dahs Q400, aterrou esta segunda-feira em Luanda.

A TAAG configurou os seus modelos com 10 lugares em classe executiva e 64 em económica, e contam com a nova imagem da companhia.

A companhia prevê receber durante este mês o seu segundo modelo, e os restantes têm entrega prevista até final de 2020.

A TAAG – Linhas Aéreas de Angola recebeu a primeira de seis aeronaves Dash 8-400 encomendadas em 2018 à empresa canadiana Bombardier.

Estes aviões foram encomendados para optimizar a frota da TAAG e realizarem rotas domésticas. Em comunicado, a TAAG afirma que são “aeronaves adaptadas para curtas distâncias, aptas para operar em pistas curtas e em aeroportos de altitude elevada”.

O DAsh Q400 tem uma envergadura de 28,4 metros e 32,8 metros de comprimento, capacidade de carga máxima de 8.489 quilogramas, velocidade de cruzeiro máxima de 667 quilómetros por hora com os seus dois motores PW150, e um alcance de 2.040 quilómetros.

TAP e TAAG com sete voos na rota Luanda-Lisboa em agosto

 

As transportadoras aéreas TAP e TAAG anunciaram sete novos voos na rota Luanda-Lisboa durante o mês de agosto, depois de ter sido prorrogada, no sábado, a situação de calamidade pública até 08 de setembro.

Angola mantém as suas fronteiras fechadas desde 20 de março, mas tem autorizado a realização de voos de carga e de repatriamento.

Segundo informações disponibilizadas pelo Consulado de Portugal em Angola vai ser operado um voo TAP na rota Luanda-Lisboa, dia 14 de agosto, às 22:45.

Estão também previstos seis voos da transportadora angolana TAAG na mesma rota, nos dias 11, 13, 18, 20, 25 e 27, todos às 11:30.

As reservas, informações e eventuais alterações de bilhetes devem ser encaminhadas, para a TAP ou TAAG, adianta o Consulado.

De acordo com as novas regras da situação de calamidade pública, angolanos ou estrangeiros residentes que regressem a Angola, terão de realizar um teste até 72 horas antes do embarque, com resultado negativo, e poderão cumprir quarentena domiciliar, desde que assinem um termo de responsabilidade e comprovem ter condições para a observância de distanciamento físico.

Os estrangeiros não residentes, também portadores de teste pré-embarque negativo, terão de cumprir quarentena institucional.

A violação da quarentena domiciliar é passível de responsabilização criminal e sancionada com multa entre  os 150 e 200 mil kwanzas (219 a 292 euros)

Emirates prevê retomar os voos para o Porto no Verão IATA 2021

 

De acordo com o site da Emirates, a companhia, prevê retomar a sua operação entre o Dubai e a cidade do Porto no o início do Verão IATA 2021.

Inicialmente a companhia tinha planeado retomar esta operação no dia 1 de outubro, mas para já, a data prevista será a 28 de março de 2021, com quatro voos por semana, operados com equipamento Boeing 777-200LR.

A companhia prevê que o voo EK197 Dubai – Porto descole à 9h15 (hora local) e chegue ao Porto às 14h30, já no regresso o EK198 deverá descolar do Porto às 18h15 e chegada ao destino às 4h55 do dia seguinte (hora local).

A operação entre o Dubai e Lisboa será retomada a 16 de agosto, com equipamento B777-300ER.

Acionistas da brasileira Azul votam hoje acordo de saída da TAP

 

Os acionistas da companhia aérea brasileira Azul, liderada por David Neeleman, reúnem-se hoje para votar o acordo de saída da TAP, incluindo a eliminação de direitos de converter obrigações em ações.

De acordo com os documentos publicados no ‘site’ da Azul, a assembleia-geral extraordinária da empresa irá votar dois pontos, relacionados com a saída da empresa do capital da companhia aérea portuguesa, no âmbito do acordo para a injeção de 1,2 mil milhões de euros na TAP, aprovada pela Comissão Europeia.

Assim, os acionistas da Azul irão votar um aditamento “aos termos e condições anexos ao contrato de subscrição celebrado em 14 de março de 2016 entre a TAP – Transportes Aéreos Portugueses, SGPS, S.A. na qualidade de emissora, a Transportes Aéreos Portugueses, S.A. e a companhia, na qualidade de titular, dos ‘bonds’ [obrigações] da Série A emitidos pela TAP, no valor nominal de 90 milhões de euros, de titularidade da companhia para eliminação do “Conversion Right” inerente aos ‘bonds’, constante do ponto 8 dos respetivos termos e condições (Conversion of Bonds), bem como de todas as disposições estritamente necessárias para refletir ao longo dos termos e condições dos ‘bonds’ a circunstância de o “Conversion Right” ter sido eliminado”.

Em causa está a possibilidade de a Azul transformar estas obrigações em participação acionista na TAP.

Assim, “entre os direitos garantidos à companhia [Azul] na qualidade de titular dos ‘bonds’ por meio dos termos e condições, está o direito de, a qualquer momento durante o período de conversão estabelecido, converter os seus Bonds em novas ações da TAP”, de acordo com o documento.

A Azul recorda depois que, para a injeção de 1,2 mil milhões de euros, devido ao impacto da covid-19, o Governo português propôs à Azul que fosse eliminado este direito, bem como a participação acionista “indiretamente detida pela companhia na TAP, por meio da Global AzulAir Projects, SGPS, S.A. para a Parpública – Participações Públicas (SGPS), S.A”, lê-se no documento.

Para que o acordo entre a Azul e o Estado português avance, recorda a Azul é preciso ter em conta que “o acionista controlador e presidente do Conselho de Administração da companhia, David Neeleman, indiretamente detém uma participação societária na TAP, cuja venda também está sendo negociada para a Parpública” nas “mesmas condições de negociação das ações detidas indiretamente pela companhia” e que, tendo em conta o objetivo deste processo “a administração entendeu que a aprovação da formalização do acordo depende de aprovação dos acionistas reunidos em Assembleia Geral”.

Além disso, alerta a Azul, tendo em conta a legislação que regula o setor, “David Neeleman, ficará impedido de votar sobre esta matéria”.

“A administração destaca que todas as demais condições contratuais dos ‘bonds’ serão mantidas, incluindo o ‘status’ de credor sénior da companhia, taxa de juros anual de 7,5% e o direito à constituição das garantias previstas nos respetivos termos e condições do contrato, como o programa de fidelidade da TAP”, adiantou a proposta da administração da empresa.

“O valor principal mais os juros acumulados do título é de aproximadamente 729 milhões de reais [115 milhões de euros] na data atual”, indicou ainda a Azul, cujos administradores acreditam que a recuperação da TAP irá aumentar “a capacidade de pagamento dos ‘bonds’ em seu vencimento, sendo portanto a melhor maneira de preservar seu interesse económico”, de acordo com o documento.

Além disso, “o Comité de Governança e o Conselho de Administração manifestaram-se favoravelmente à alienação [da participação na TAP], que será realizada em condições comutativas e de mercado, tendo como contraprestação financeira o montante total de 10,56 milhões de euros (dez milhões, quinhentos e sessenta mil euros), sendo que o valor por ação da Global AzulAir a ser recebido pela companhia será equivalente ao valor por ação da GlobalAzulAir a ser recebido pelo acionista” David Neeleman, explica a proposta.

A administração acredita que também este ponto deve ser analisado pelos acionistas.

O Governo anunciou em 02 de julho que tinha chegado a acordo com os acionistas privados da TAP, passando a deter 72,5% do capital da companhia aérea, por 55 milhões de euros.

“De forma a evitar o colapso da empresa, o Governo optou por chegar a acordo por 55 milhões de euros”, referiu, nesse dia, o ministro das Finanças, João Leão, em conferência de imprensa conjunta com o ministro Pedro Nuno Santos, em Lisboa.

O Estado aumenta, assim, a participação na TAP dos atuais 50% para 72,5%.

Também presente na conferência de imprensa da altura, o secretário de Estado do Tesouro, Miguel Cruz, precisou que o Estado pagará o montante de 55 milhões de euros, que se destina à renúncia por parte da Atlantic Gateway ao “exercício das opções de saída do acordo parassocial”.

O governante esclareceu também que a Atlantic Gateway passa a ser controlada por apenas um dos acionistas que compunha o consórcio, designadamente o português Humberto Pedrosa, dono do grupo Barraqueiro.

O dono da companhia aérea Azul, David Neeleman, sai assim da estrutura acionista da TAP.

Força Aérea efetua resgate de montanha em Vila Real (com vídeo)

 

A Força Aérea Portugusa resgatou, este domingo, dia 9 de agosto, uma senhora de 30 anos e nacionalidade espanhola, após queda de 10 metros no rio Poio, em Ribeira de Pena (Vila Real), enquanto praticava “canyoning”.

Um helicóptero EH-101 Merlin, da Esquadra 751 – “Pumas”, descolou da Base Aérea N.º 6, no Montijo, após solicitação de empenhamento de meio aéreo pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, em direção à zona de difícil acesso por via terrestre.

O resgate ocorreu com sucesso, pelas 20H45, e a vítima foi transportada para o aeroporto do Porto, de onde uma ambulância a transportou para o Hospital São João.

A missão teve a duração de três horas e quarenta e cinco minutos de voo.

HiFly operou segundo voo internacional da SpiceJet

A HiFly operou o segundo voo internacional da, companhia de baixo custo, SpiceJet entre Nova Deli a Toronto, transportando 352 passageiros.

O voo da SpiceJet para o Canadá é o primeiro voo de repatriação de ida, transportando cidadãos e residentes canadianos para Toronto.

O voo anterior, de Amesterdão para Bangalore, e posteriormente para Hyderabad, no dia 1 de agosto, foi o primeiro voo de longo curso da SpiceJet.

A SpiceJet está a trabalhar arduamente para entrar no mercado de longo curso, usando A330neo alugado com tripulação da HiFly, tendo agora permissão para voar para os EUA e Reino Unido.

Conheça o interior do avião:

Business Class:

Economy Class:

 

Acidente com avião Canadair CL215

 

Um dos pilotos do avião ‘Canadair’ que caiu hoje na zona do Lindoso, Ponte da Barca, quando combatia um incêndio no Gerês, morreu, enquanto o segundo piloto se encontra “em estado grave”.

De acordo com as informações, o piloto, de nacionalidade portuguesa, de 65 anos, morreu no local, apesar das tentativas realizadas pelos elementos do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), enquanto o segundo piloto, de nacionalidade espanhola e de 39 anos, foi assistido no local e transportado em “estado grave” para o Hospital de Viana do Castelo.

O avião despenhou-se, cerca das 11:20, numa área do território espanhol, “a cerca de um, dois quilómetros da fronteira com Portugal”.

Numa nota de imprensa, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) afirmou que se trata de um avião anfíbio pesado (Canadair CL215), do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais, do Centro de Meios Aéreos de Castelo Branco, que participava nas operações de combate a um incêndio que lavra no Parque Nacional da Peneda Gerês, freguesia e concelho do Lindoso, distrito de Viana do Castelo.

O avião despenhou-se num acidente junto à Barragem do Alto do Lindoso, na sequência de uma operação de ‘scooping’ (reabastecimento de depósito de água), acrescentou.

O GPIAAF – Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários indicou à Lusa já ter sido notificado do acidente e que está a enviar para o local uma equipa para dar início às diligências.

Investigação ao avião ‘Canadair’ é responsabilidade das autoridades espanholas

 

A investigação ao acidente com o ‘Canadair’ que se despenhou hoje durante o combate ao incêndio no Parque Nacional da Peneda Gerês, causando um morto e um ferido grave, é da responsabilidade de Espanha, disse à Lusa fonte da investigação.

Devido ao facto de o acidente ter acontecido em território de Espanha, fonte do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF) explicou à agência Lusa que são as autoridades espanholas que têm a responsabilidade e a competência para desenvolver a investigação.

Inicialmente pensava-se que a aeronave tinha caído em território nacional, mas a Autoridade Nacional e Emergência e Proteção Civil (ANEPC) indicou que o acidente “ocorreu em território espanhol, a cerca de um a dois quilómetros da fronteira portuguesa”.

O GPIAAF explicou que deslocou uma equipa para o local porque, quando recebeu a notificação do acidente, ainda não se sabia que o mesmo tinha acontecido em território espanhol, acrescentando este organismo que está a colaborar com a sua congénere espanhola.

Emirates retoma voos para Lisboa a 16 de agosto

 

A Emirates anunciou que vai retomar a sua operação entre o Dubai e Lisboa a partir do dia 16 de agosto.

Além de Lisboa a companhia anunciou a retoma das suas operações para a Cidade do Kuwait, elevando assim para 70 os destinos servidos, em voos diretos pela companhia em agosto.

Em comunicado, a companhia aérea indica que retoma as ligações para a capital portuguesa a partir de dia 16 de agosto, com três voos por semana: quartas, sextas e domingos.

“A rede da Emirates sobe, assim, para 70 destinos, em agosto, mais de 50% da sua rede de destinos pré-pandémicos, já que a companhia aérea vai retomando gradualmente as operações, tendo como principal prioridade a segurança dos seus passageiros, tripulação e comunidades. Os voos serão operados com o Emirates Boeing 777-300ER e poderão ser reservados via emirates.pt ou através de agências de viagens”, pode ler-se no comunicado.

Quem chegar ao Dubai – e Emirados Árabes Unidos -, sejam cidadãos, residentes ou turistas, têm de ter testes PCR COVID-19.

“Até ao momento, a Emirates retomou os serviços do A380 para 5 cidades e aumentará gradualmente a alocação deste popular avião de acordo com a resposta do mercado. A experiência do Emirates A380 continua a ser muito procurada pelos passageiros pelas suas cabines espaçosas e muito confortáveis”.

avião da euroAtlantic completa segunda rotação de Tropas Portuguesas no Afeganistão (com vídeo)

 

Como já tínhamos noticiado anteriormente, um avião da euroAtlantic airways (EAA) Boeing B767-200ER CS-TKR completou nas últimas horas a partir Aeroporto Internacional de Cabul (KBL), 16Km do centro capital do Afeganistão, a segunda rotação de projeção e retração de Militares Portugueses em serviço naquele teatro.

A EAA como a DSV Air & Sea Portugal, que trabalhou diretamente com a logística do Estado Maior do Exército, face a tipologia da operação, seguiram o protocolo de não divulgar em avanço qualquer informação relacionada.

O avião da euroAtlantic airways antes de parquear no Aeródromo de Trânsito N.º 1 da Força Aérea, anexo ao Aeroporto Humberto Delgado (LIS) de Lisboa, fez escala técnica no Aeroporto Internacional Al Maktoum (DWC) em Jebel Ali, distante 37 Km do Dubai, Emirados Árabes Unidos.

Cerimónia de receção dos militares que durante nove meses serviram no Teatro de Operações do Afeganistão.Estes militares constituíram a Força de Reação Rápida e o Elemento Nacional de Apoio da 4.ª Força Nacional Destacada e a 2.ª Equipa de Assessoria de Operações Especiais, no âmbito da missão da NATO “Resolute Support”.Regressam também a Território Nacional alguns Elementos Nacionais Destacados que desempenharam funções na mesma Missão.Ao serviço dos Portugueses!#ExércitoPortuguês #4FNDAFG #QRF #NSE #2SOAT

Publicado por Exército Português em Quarta-feira, 5 de agosto de 2020

 

A companhia euroAtlantic arways e a DSV Air & Sea Portugal, realizaram uma missão para o Exército Português com total segurança, descrição e sucesso.

Orbest recebe hoje em Lisboa o seu A330neo

 

A Orbest recebe hoje em Lisboa o seu A330neo CS-TKH.

Antes do inicio desta pandemia, a Orbest tinha planeado operar a partir do final do mês de maio, com o seu novo modelo, os voos à partida de Lisboa para Cancun e Punta Cana.

De recordar que o Grupo fez uma encomenda para dois A350, estando já um em serviço e um A330-900.

Acidente com B737 da Air Índia Express

Um avião com 191 pessoas a bordo (185 passageiros a bordo + 6 tripulantes) saiu da pista ao tentar aterrar no Aeroporto Internacional de Karipur.

Trata-se do B737-800, com a matrícula VT-AXH, estava a realizar o voo IX1344 entre o Dubai e Karipur e terá falhado a aterragem.

De salientar que este voo tratava-se de um voo de repatriamento devido à pandemia do Covid-19.

As autoridades indianas atualizaram hoje, 8 de agosto, para 18 o número de mortes.

“Infelizmente, 18 pessoas, incluindo os dois pilotos, perderam as suas vidas e 127 pessoas continuam internadas nos hospitais”, afirmou o ministro da Aviação Civil, Hardeep Singh Puri.

O ministro afirmou na rede social Twitter, a partir do local do acidente, que a caixa negra do avião foi recuperada e o Gabinete de Investigação de Acidentes de Aeronaves da Índia está a investigar.

A Direcção Geral de Aviação Civil (DGCA) informou que o avião aterrou sob forte chuva e após aterrar na Pista 10, continuou a rodar até ao fim, tendo caído no vale e partiu-se em dois.

Fotos:

Vídeos:

Setembro terá 400 operações diárias da Azul com retomada de voos em cinco cidades do país

 

Artigo escrito em português do Brasil:

Companhia chegará a 88 destinos servidos, mantendo ritmo de recuperação do modal aéreo no Brasil;

Puxando a retomada gradual e segura do serviço aéreo no país, a melhor companhia aérea do mundo, segundo ranking de 2020 do Tripadvisor, deve ofertar 407 voos por dia para 88 destinos no Brasil e no exterior a partir de setembro. A malha para o próximo mês alcança 45% da capacidade operada pela empresa antes da pandemia e representa um crescimento de 570% na malha de 70 voos que foi operada em abril. Carajás, no dia 01, Imperatriz, no dia 02, dia 09, em Barreiras, Cascavel e Rio Verde, no dia 14, são as cidades que voltarão a ser conectadas com toda a malha da Azul.

O retorno da empresa a essas bases se soma à adição de frequências e ao início de novos mercados que serão operados a partir do próximo mês. Belo Horizonte, além de contar com ligações para Barreiras e Carajás, terá uma nova rota para Fortaleza e mais voos para Belém, Congonhas, Vitória, Uberlândia e Campinas. Recife terá operações reforçadas para Congonhas, Santos Dumont, Fortaleza, Salvador e Natal.

O aeroporto de Viracopos, em Campinas, será ligado com Cascavel, Rio Verde e Maceió, assim como receberá mais ligações para Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Presidente Prudente, Vitória, Cuiabá, Joinville, São Luís, Teresina, Juiz de Fora, Uberlândia, Petrolina, Maringá, Campo Grande, Curitiba, Santos Dumont, Porto Alegre e Belo Horizonte. Outra novidade será a retomada dos voos com o ATR 72-600 no mercado Campinas-Marília. A malha de setembro da Azul também trará novos voos de Belém para São Luís e Macapá, além da retomada das ligações entre Florianópolis e Porto Alegre.

“Estamos dando mais um passo para retomar o fluxo de nossas operações no país, reconectando cidades regionais e proporcionando a opção do modal aéreo para aqueles que precisam viajar a negócios ou para visitar parentes e amigos. Em setembro, voltaremos a conectar cinco destinos brasileiros, reforçando o compromisso da Azul em servir o país”, explica Vitor Silva, gerente de planejamento de malha da Azul.

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