Últimas Notícias:
×

A350-1000 em Perth para anúncio oficial da encomenda Project Sunrise

 

O A350-1000 F-WMIL realizou um voo direto entre Toulouse, na France, e Perth, na Austrália, esta sexta-feira inserido nas negociações do Project Sunrise.

A presença desta aeronave visa anunciar um pedido histórico de A350-1000, capaz de operar voos sem escalas de Sydney para Londres como parte de um acordo mais amplo com a fabricante de aviões europeia.

O acordo multibilionário, que será revelado em Sydney esta segunda-feira, aproxima a transportadora australiana de lançar voos diretos recordes de quase 20 horas até meados de 2025.

A Qantas promoveu planos para os voos comerciais mais longos do mundo por mais de cinco anos, mas atrasou o Project Sunrise devido à pandemia de coronavírus.

Em dezembro de 2019 a companhia indicou que o Airbus A350 foi selecionado como a aeronave preferida.

Após uma avaliação minuciosa do Boeing 777X e do Airbus A350, a Qantas selecionou o A350-1000 como a aeronave preferida.

O A350 está equipado com motores Rolls Royce Trent XWB, que possui um forte histórico de confiabilidade depois de estar em serviço nas companhias aéreas há mais de dois anos.

A Airbus irá adicionar um tanque de combustível adicional e aumentar ligeiramente o peso máximo de decolagem para oferecer o desempenho necessário para as rotas Sunrise.

Segundo a Qantas está a trabalhar com a Airbus para preparar os termos do contrato para até 12 aeronaves.

NAV geriu 156,5 mil voos no primeiro trimestre, com tráfego a confirmar retoma sustentada

 

A NAV Portugal anunciou que controlou 156,5 mil voos ao longo do primeiro trimestre de 2022, mais 208% do que no período homólogo de 2021, e um valor que representa uma recuperação do tráfego para 85% dos níveis registados em 2019, ano de referência para a aviação civil. Os primeiros três meses do ano confirmaram assim a tendência de recuperação gradual e sustentada do transporte aéreo para os níveis pré-pandemia.

Depois de no primeiro trimestre de 2021 terem sido geridos apenas 50,7 mil voos no espaço aéreo português, nos três primeiros meses deste ano o valor mais do que triplicou para 156,5 mil. Este número total de movimentos significa que a NAV Portugal fechou o período com um total de tráfego «apenas» 15% abaixo dos valores registados no mesmo período de 2019 – altura em que a NAV geriu 184,4 mil movimentos. O transporte aéreo começou assim o ano confirmando a tendência já sentida a partir do segundo semestre de 2021 de uma gradual e constante aproximação dos níveis de 2019.

Em termos mensais, note-se que, considerando isoladamente, o mês de janeiro de 2022 o tráfego gerido pela NAV se fixou em -21,3% face ao mesmo mês de 2019, mas em março este valor registou somente uma quebra de -10,3%.

Os dados para já coletados referentes ao corrente mês de abril, nomeadamente no período festivo da Páscoa, consolidam a trajetória de incremento do tráfego, registando-se um número de movimentos muito próximo ao verificado em 2019, ressalve-se um ano de absolutos recordes na aviação civil em Portugal.

O tráfego controlado pela NAV Portugal engloba aterragens, descolagens e sobrevoos no espaço aéreo português, que totaliza mais de 5,8 milhões km2, dividido por duas regiões de informação de voo (RIV): Lisboa e Santa Maria.

Desagregando por regiões, na RIV de Lisboa, que inclui os movimentos aéreos em Portugal Continental e Arquipélago da Madeira, a NAV Portugal geriu 122 mil voos entre janeiro e março deste ano, valor 17% abaixo dos 146,8 mil movimentos controlados no mesmo período de 2019.

Em relação ao primeiro trimestre de 2021, a RIV de Lisboa controlou mais 260% de movimentos – 122 mil vs. 33,8 mil.

Já na RIV de Santa Maria, que inclui o tráfego numa vasta área do Oceano Atlântico Norte a cargo da NAV Portugal e no Arquipélago dos Açores, o tráfego no primeiro trimestre ficou 8,2% abaixo do período homólogo de 2019, com 34,5 mil movimentos. Em relação aos primeiros três meses de 2021, houve um crescimento de 104,5% – 34,5 mil vs. 16,8 mil.

Aeroitalia a nova companhia de Germán Efromovich

Chama-se Aeroitalia, soa a Alitalia e, assim como a antiga companhia aérea nacional, tem um “A” tricolor na cauda.

É a quarta companhia aérea com certificado italiano – mas com capital estrangeiro – e pretende chegar a 25 aeronaves no final do próximo ano entre Boeing 737 e Boeing 787.

À frente da nova companhia está o CEO Gaetano Intrieri, consultor técnico do ex-ministro dos Transportes Danilo Toninelli. O capital oficial é de 5 milhões de euros (pagos 3 milhões por enquanto) – é colocado por Marc Bourgade, ex-banqueiro parisiense residente no Dubai, e German Efromovich, ex-presidente da empresa colombiana Avianca, que em 2019 tinha a Alitalia na mira e depois de ter falhado a compra da TAP Air Portugal.

No final do ano, afirma a empresa, o financiamento deve subir para 80 milhões. “O objetivo é fechar 2022 já em equilíbrio, senão com um superávit financeiro”, explica em entrevista ao Corriere l’ad Intrieri. E antecipa que o código de identificação provisório IATA seja «AX».

Atualmente, a frota conta com 6 aeronaves B737-800 e serão incorporados brevemente Boeing B787 para viagens de longo curso.

De acordo com as informações, para a concretização deste projecto, foram fundamentais o apoio do sócio investidor francês Marc Bourgarde que viu um excelente potencial em Itália, a Boeing para suporte técnico e o Presidente da Câmara de Fiumicino”.

O anúncio da Aeroitalia, interessada em voar para Puglia e Foggia, despertou curiosidade e até alguma perplexidade. O primeiro a ter dúvidas foi o comitê Vola Gino Lisa, que havia constatado que a empresa não dispunha de uma aeronave com características adequadas no aeroporto de Foggia.

A Aeroitalia obteve o chamado COA (Certificado de Operador Aéreo no ‘tempo recorde’ de quatro meses e numa primeira fase irá operar com voos charter, com previsão de estar a voar no próximo ano para a América Latina.

Piloto da Ryanair “encurta” caminho na pista do aeroporto da Madeira e teve que voltar atrás

 

Recentemente uma aeronave da Ryanair “encurta” caminho na pista do aeroporto da Madeira, tendo posteriormente recebido ordens para seguir para a zona autorizada para descolagem.

Este pequeno incidente aconteceu no dia 19 de abril, com o B737-800 EI-EVM que se preparava para realizar o voo FR388 entre o Funchal e Londres

Boeing agrava prejuízo para 1.242 milhões de dólares no primeiro trimestre

 

A Boeing anunciou que totalizou 1.242 milhões de dólares (cerca de 1.163 milhões de euros) de prejuízo no primeiro trimestre, mais do dobro do valor apurado no mesmo período de 2021.

Durante o trimestre, a empresa lançou o 777-8 Freighter com um pedido da Qatar Airways. A entrega do primeiro avião 777-9 está agora prevista para 2025, o que reflete uma avaliação atualizada do tempo necessário para responder aos requisitos de certificação.

Para minimizar o número de aviões que exigem a incorporação de mudanças, a taxa de produção do 777-9 está a ser ajustada, incluindo uma pausa temporária até 2023.

A Boeing indica que esta decisão resultará em aproximadamente US$ 1,5 bilhão em custos anormais a partir do segundo trimestre deste ano e continuando até que a produção do 777-9 seja retomada.

O programa 777 também está a aproveitar o ajuste da rampa de produção do 777-9 para adicionar a capacidade do 777 Cargueiro a partir do final de 2023.

Entre janeiro e março, a faturação da empresa fixou-se em 13.991 milhões de dólares (13.098 milhões de euros), abaixo dos 15.217 milhões de dólares (14.245 milhões de euros) registados nos primeiros três meses de 2021.

No primeiro trimestre, no que se refere à aviação comercial, foram entregues 95 aeronaves, acima das 77 no período homólogo.

A empresa destacou ainda, no documento, o aumento das entregas das aeronaves 737 MAX, que voltaram a operar em 2020, depois de terem sido registados dois acidentes.

Adicionalmente, apresentou aos reguladores um plano de certificação com o objetivo de voltar a entregar o 787 Dreamliner, após problemas técnicos.

A guerra na Ucrânia contribuiu para os resultados da Boeing, com a empresa a suspender alguns serviços, entrega de peças e manutenção aos clientes russos, bem como as importações de titânio daquele país.

“O primeiro trimestre de 2022 trouxe novos problemas para o nosso setor […]. Estou orgulhoso da nossa equipa e dos progressos que estamos a alcançar”, afirmou, citado no mesmo documento, o presidente da empresa, Dave Calhoun.

Este responsável sublinhou ainda que, apesar das “pressões”, a Boeing deverá gerar um fluxo de caixa positivo ainda este ano.

TAP contrata Sofia Lufinha para Chief Strategy Officer

 

A TAP contratou Sofia Lufinha, que estava até agora no grupo Jerónimo Martins, para o cargo de Chief Strategy Officer, de acordo com um comunicado interno, a que a Lusa teve acesso.

“A entrada do novo membro do Conselho de Administração, que também irá exercer funções como membro da Comissão Executiva, será efetivada na próxima Assembleia Geral da TAP, sendo expectável que entre em funções no dia 1 de julho”, indicou a companhia aérea, na mesma nota interna.

Segundo a TAP, “com uma vasta experiência profissional no setor do retalho, Sofia Lufinha é licenciada em Engenharia Industrial”.

“Transita do Grupo Jerónimo Martins, onde desenvolveu grande parte da sua carreira, depois de ter sido também consultora da McKinsey & Company durante vários anos”, destacou a transportadora.

Em junho de 2021, a TAP anunciou ter sido designada pelo Conselho de Administração a nova Comissão Executiva da companhia para o quadriénio 2021-2024, presidida por Christine Ourmières-Widener.

A empresa está a implementar um plano de reestruturação, que, mesmo antes de aprovado por Bruxelas, já tinha conduzido à saída de pessoal e a reduções salariais.

A TAP teve um prejuízo de quase 1.600 milhões de euros no ano passado, apesar do aumento do número de passageiros transportados e das receitas relativamente ao ano anterior, segundo comunicou a empresa.

Na informação enviada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a transportadora aérea nacional explicou que registou custos não recorrentes de 1.024,9 milhões – por exemplo, com o encerramento das operações de manutenção no Brasil – que tiveram impacto nos resultados.

“Deve também ser destacado o impacto líquido negativo das diferenças cambiais (EUR 175,5 milhões) relacionado com a depreciação do euro face ao dólar (com um forte impacto nas rendas futuras e, portanto, sem impacto em caixa neste ano), e também a depreciação do real face ao euro”, acrescentou.

Juiz britânico nega pedido da Qatar Airways para restabelecer contrato de 50 A321neo com a Airbus

Um juiz britânico negou esta terça-feira um pedido da Qatar Airways para restabelecer um contrato de aeronaves cancelado pela Airbus na mais recente reviravolta numa disputa dramática que está a acontecer nos tribunais do Reino Unido.

As empresas estão envolvidas numa disputa de segurança há meses que envolve o Airbus A350. O rompimento sem precedentes aumentou em janeiro, quando a Airbus revogou um acordo separado para 50 A321neos que o Qatar diz precisar para abrir novas rotas.

O juiz rejeitou a alegação do Qatar de que não conseguiu encontrar alternativas, por exemplo, alugando modelos Boeing 737 MAX que encomendou provisoriamente à Boeing.

A decisão significa que a Airbus está livre para comercializar os A321neos para outras companhias aéreas ou retirá-los dos planos industriais para aliviar o congestionamento das fábricas, enquanto os dois lados se concentram na sua disputa central sobre a segurança do A350.

De referir que a Qatar aterrou mais de 20 A350s depois que a erosão da pintura expôs danos ou lacunas numa subcamada metálica projetada para absorver raios, que atingem os aviões em média uma vez por ano. A transportadora do Golfo diz que isso levanta questões sobre a segurança dos modelos afetados e está recusou-se a receber mais entregas pendentes de investigação, enquanto procura US$ 1 bilhão em compensação.

A Airbus, que reconhece os problemas de qualidade, mas insiste que os aviões são seguros, retaliou a decisão da Qatar em interromper as entregas do A350 retirando o pedido do A321neo.

A Airbus ganhou apoio para o seu caso de que os dois contratos estão ligados por uma cláusula de “padrão cruzado” que permite encerrar um acordo quando uma companhia aérea se recusa a honrar o outro. Alguns executivos de companhias aéreas temem que esta situação possa abrir um precedente.

Companhia aérea cabo-verdiana TACV com prejuízos de 12,5 ME em 2021

 

A companhia aérea cabo-verdiana TACV registou prejuízos de quase 12,5 milhões de euros em 2021, ano em que foi renacionalizada e apenas realizou voos nos últimos dias de dezembro, segundo dados do Ministério das Finanças.

De acordo com dados de um relatório daquele ministério sobre o desempenho do Setor Empresarial do Estado (SEE), compilados hoje pela Lusa, entre as 33 empresas analisadas a TACV foi a que apresentou os maiores prejuízos em 2021.

A TACV suspendeu os voos comerciais de 17 de março de 2020 a 27 de dezembro de 2021, devido às restrições impostas para conter a pandemia de covid-19, e segundo o relatório registou prejuízos superiores a 1.364 milhões de escudos (12,4 milhões de euros) no ano passado. Em 2019 e 2020, a companhia aérea apresentou igualmente resultados líquidos negativos, superiores a 6.571 milhões de escudos (60 milhões de euros) e 2.109 milhões de escudos (19,2 milhões de euros), respetivamente.

Em 2021, o volume de negócios da TACV foi de apenas 18,5 milhões de escudos (169 mil euros) e em 2020 (apenas os três primeiros meses) de mais de 1.902 milhões de escudos (17,3 milhões de euros). Em 2019, ano em que a TACV foi privatizada, passando a ser gerida pelo grupo Icelandair, o volume de negócios foi de 6.104 milhões de escudos (55,6 milhões de euros).

O capital próprio da companhia tem vindo a refletir este desempenho e terminou 2021 em valores negativos, de 11.240 milhões de escudos (102,5 milhões de euros). Em 2020, o capital próprio da TACV foi negativo em mais de 8.654 milhões de escudos (78,9 milhões de euros) e em 2019 negativo em mais de 7.608 milhões de escudos (69,3 milhões de euros).

“O capital próprio tem sido negativo nos últimos anos, colocando a empresa numa situação considerada de falência técnica”, lê-se no relatório.

O documento refere ainda que os indicadores de liquidez diminuíram no final de 2021 em relação ao período homólogo, “demonstrando que a empresa tinha capacidade de honrar com apenas 10% dos seus compromissos”, e “um elevado nível de endividamento”.

Acrescenta que a companhia aérea recebeu avales do Estado no valor de mais de 1.874 milhões de escudos (17 milhões de euros) até final de 2021, contribuindo para um ‘stock’ de endividamento com garantia estatal superior a 5.826 milhões de escudos (53,1 milhões de euros).

“A nível de risco, nos períodos em análise, a empresa manteve a sua avaliação de ‘very high risk’, obtida nos últimos anos, fazendo parte das empresas que representam o maior risco fiscal, com probabilidade de uma intervenção futura”, admite o relatório.

A Lusa noticiou em 18 de março que a TACV transportou mais de 3.100 passageiros nos primeiros três meses de retoma de voos.

A TACV retomou as operações, depois de renacionalizada, no final de dezembro passado, ao fim de 21 meses sem atividade devido às restrições internacionais impostas com a pandemia de covid-19, inicialmente com um voo entre a Praia e Lisboa.

Posteriormente, a companhia alargou essas rotas semanais para a capital portuguesa também a partir das ilhas de São Vicente e depois do Sal, e prevê a retoma dos voos para Boston (Estados Unidos da América) em “meados de julho”.

Em março de 2019, o Estado de Cabo Verde vendeu 51% da TACV por 1,3 milhões de euros à Lofleidir Cabo Verde, empresa detida em 70% pela Loftleidir Icelandic EHF (grupo Icelandair, que ficou com 36% da Cabo Verde Airlines – nome comercial da companhia) e em 30% por empresários islandeses com experiência no setor da aviação (que assumiram os restantes 15% da quota de 51% privatizada).

Na sequência da paralisação da companhia durante a pandemia de covid-19, o Estado cabo-verdiano assumiu em 06 de julho de 2021 a posição de 51% na TACV, alegando vários incumprimentos na gestão, e dissolveu de imediato os corpos sociais.

Em 26 de novembro, a Loftleidir Cabo Verde anunciou que deu início a um processo arbitral contra o Estado cabo-verdiano alegando “violação dos acordos celebrados entre as partes”, face à renacionalização da companhia aérea de bandeira TACV.

LATAM cria processo de selecção 100% online para tripulação de cabine e procura aumentar as oportunidades

 

Artigo escrito em português do Brasil: 

A LATAM acaba de iniciar no Brasil o seu primeiro cadastro de banco de talentos para um processo seletivo 100% online para tripulação de cabine. Inédito no setor aéreo brasileiro, o novo processo é mais ágil e deve permitir que mais pessoas de diferentes regiões tenham acesso às oportunidades de emprego da companhia, possibilitando mais Diversidade e Inclusão. O processo seletivo 100% online para o cargo de tripulante de cabine foi idealizado após a realização de pesquisas internas com os funcionários para identificar as oportunidades para promover uma LATAM cada vez mais inclusiva.

Estamos apenas no início de uma longa jornada por Diversidade e Inclusão. Quando permitimos que pessoas de todas as regiões de um país continental como o Brasil possam concorrer a uma vaga para se tornarem tripulantes de cabine na LATAM, estamos rompendo até mesmo barreiras sociais que impediam muitos de virem a São Paulo participar desse processo e começar a realizar o seu sonho profissional”, explica Jefferson Cestari, diretor de RH da LATAM Brasil. 

O QUE MUDA?

Até quinta-feira (28/4), pessoas de todo o Brasil poderão se cadastrar no site vagas.com para o cargo de Tripulante de Cabine e concorrer às futuras vagas da empresa em processos seletivos totalmente online. Isso significa que todas as etapas da seleção – incluindo as entrevistas técnicas e com gestor, testes técnicos e comportamentais, dinâmicas em grupo e entrega de documentos – serão realizadas remotamente, independentemente da localização da pessoa no território nacional.

Até mesmo o exame admissional dos novos Tripulantes de Cabine da LATAM Brasil poderá ser realizado na capital estadual mais próxima do (a) candidato (a), que só precisará se apresentar em São Paulo no seu primeiro dia de integração, já contratado(a).

Outra mudança da LATAM Brasil diz respeito à exigência do idioma (inglês ou espanhol), que também deixa de ser obrigatória e passa a ser desejável para o cargo de Tripulante de Cabine. A companhia continuará a aplicar o teste de idiomas para mapeamento, mas os critérios para a escolha dos candidatos serão totalmente baseados em outras capacidades técnicas para exercício da função e em suas competências comportamentais. Este novo modelo será testado e, após a contratação das primeiras turmas, poderá ser revisado para possíveis adaptações.

Os requisitos mínimos exigidos para ser Tripulante de Cabine da LATAM Brasil são formação no curso de comissário de voo com aprovação da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), com CCT (Certificado de Conhecimento Teórico), que é o código ANAC, e CMA (Certificado Médico Aeronáutico) válidos.

Atualmente, a LATAM Brasil conta com um quadro de mais de 3 mil Tripulantes de cabine e o banco de talentos será utilizado pela companhia para as próximas contratações mediante a necessidade operacional e a própria evolução da recuperação do setor aéreo brasileiro nos próximos meses.

B777 da Air France aterra nas Lajes devido a emergência médica

No dia 23 de abril, um Boeing 777-228(ER) da Air France, com a matrícula F-GSPL, solicitou uma aterragem de emergência médica nas Lajes, Ilha terceira, Açores.

A aeronave estava a realizar o voo AF797 entre Pointe-à-Pitre, cidade de Guadalupe e Paris – França.

De acordo com as informações, a aterragem decorreu normalmente às 6h35, tendo a aeronave sido assistida pelos serviços de emergência da Base Aérea Nº4, pelos serviços de handling da SATA, SEF, pelos bombeiros do destacamento americano 65th ABG, Bombeiros Praia da Vitória e SIV (Suporte Imediato de Vida).

O paciente foi transferido pelos bombeiros voluntários, para o hospital Santo Espírito em Angra do Heroísmo.

Às 8h15 o F-GSPL descolou rumo ao seu destino final.

A321LR CS-TXI recebe o nome de Zeca Afonso

 

A TAP batizou um Airbus A321LR com o nome Zeca Afonso, numa homenagem a um dos mais importantes poetas, compositores e intérpretes da música portugueses e figura emblemática do início de uma nova era em Portugal.

Foto: Rita Tamagnini

O músico é um dos nomes maiores da música portuguesa, autor e intérprete de “Grândola, Vila Morena”, hino da liberdade e uma das senhas que deram início à “revolução dos cravos”, que pôs fim à ditadura em Portugal, já lá vão 48 anos.

O seu legado está agora inscrito num dos novos Airbus A321 Long Range, que alia o conforto e a autonomia de um avião de Longo Curso a uma aeronave narrow body com capacidade para operar rotas transatlânticas. Permite, por isso, à Companhia complementar a sua oferta em várias cidades no Nordeste do Brasil e América do Norte.

Amigo
Maior que o pensamento
Por essa estrada amigo vem
Não percas tempo que o vento
É meu amigo também

Zeca Afonso, “Traz outro amigo também”

O 48º aniversário do 25 de Abril foi esta manhã assinalado pela TAP no desembarque do voo realizado pelo avião “Zeca Afonso”, que regressou a Lisboa vindo de Montreal, no Canadá, com a receção dos passageiros pela CEO da Companhia, Christine Ourmières-Widener, que lhes ofereceu pastéis de nata à chegada.

O A321LR CS-TXI recebido pela TAP Air Portugal no dia 18 de março realizou no dia 15 de abril o seu primeiro voo comercial.

Esta aeronave faz parte de uma uma encomenda de 14 unidades.

Foto: Catarina Madureira

O A321LR da TAP está configurado para transportar até 171 passageiros; 16 em Executiva, 48 em Económica Premium e 107 em Económica.

Foto: Catarina Madureira

Foto: Catarina Madureira

O Airbus A321 Long Range é o primeiro avião narrow body da TAP com capacidade para operar rotas transatlânticas, oferecendo o conforto premium de um avião do longo curso.

Apesar do plano de reestruturação da TAP contemplar uma redução do número de aviões na frota, essa redução na sua maioria passa por uma antecipação do phase-out de modelos mais antigos e menos rentáveis.

HiFly está a operar para a Jet2holidays

A HiFly tem desde o dia 1 de abril o seu A321 CS-TRJ ao serviço da Jet2holidays.

O contrato de ACMI visa dar resposta ao aumento dos voos da companhia numa altura em que a Jet2 procura também azer regressar muitos dos seus tripulantes que foram dispensados durante a pandemia.

Recentemente a Jet2 anunciou uma grande atualização nos voos, tendo sido adicionados milhares de voos extras para o verão de 2022 depois que houve uma grande procura para reservas de férias.

A companhia lançou novos voos para destinos como as Ilhas Canárias, Turquia, Espanha Continental e Portugal (Faro).

À partida dos aeroportos de Belfast International, Edimburgo, East Midlands, Glasgow e Newcastle, a Jet2.com e Jet2holidays aumentaram alguns voos nas rotas mais populares da companhia para pessoas que desejam aproveitar o sol do verão após a pandemia.

Desde que as restrições de viagem começaram a ser aliviadas no início do ano, a Jet2.com e Jet2holidays tiveram uma forte procura, que aumentou ainda mais nas últimas semanas, após a suspensão do formulário de localização de passageiros e testes para clientes não vacinados.

Vídeo mostra queda de Antonov An26 ucraniano que despenhou-se esta sexta-feira

 

Está a circular nas redes sociais um vídeo que mostra os momentos antes da queda do Antonov AN-26.

De referir que, esta sexta-feira 22 de abril, um Antonov AN-26, um avião que estava a ser operado pelas forças armadas ucranianas, despenhou-se em Vilnia, na região de Zaporíjia.

O acidente terá ocorrido durante um “voo técnico” provocando vitimas, informaram as autoridades locais.

A administração regional de Zaporíjia disse que, de acordo com informações preliminares e não confirmadas, o avião atingiu um poste de eletricidade, tendo o motor pegado fogo.

O primeiro balanço indica que uma pessoa morreu e duas ficaram feridas. 

United Airlines com prejuízo de 1,4 mil milhões de dólares no primeiro trimestre

 

A United Airlines divulgou um prejuízo de 1,4 mil milhões de dólares (1,3 mil milhões de euros) no primeiro trimestre, mas adiantou que espera regressar aos lucros no segundo, graças ao aumento das viagens pós-pandemia.

A empresa, baseada em Chicago, apresentou na quarta-feira uma receita de 7,7 mil milhões de dólares (7,1 mil milhões de euros), menos 21% do que no primeiro trimestre de 2019, enquanto os prejuízos foram da mesma dimensão dos do período homólogo.

A transportadora aérea continua a fazer menos voos do que antes da pandemia. Mas assegurou que tinha reaberto todas as suas salas nos aeroportos, que recomeçaram as viagens nas 19 ligações internacionais e ainda para seis cidades para onde tinha deixado de voar desde o início da pandemia.

As ações da empresa subiram oito por cento nas transações eletrónicas posteriores ao encerramento da bolsa, devido ao relatório apresentado.

O número de milhas voado por passageiros pagantes baixou 27% em relação ao de há um ano. Contudo, a transportadora está a fazer voos com uma taxa de ocupação de 73%. Apesar de ser abaixo dos 81% de antes da pandemia, é muito acima do verificado no primeiro trimestre de 2021, quando apenas metade dos assentos eram ocupados com passageiros pagantes.

A empresa parece otimista, esperando que as suas perdas relacionadas com a pandemia já terminaram. E anunciou que espera apresentar lucro no segundo trimestre e no conjunto do ano, apesar do aumento dos custos de combustível neste trimestre, 40% acima do homólogo.

Em comunicado, o presidente executivo da United Airlines, Scott Kirby, afirmou: “Este ambiente de exigência é o mais forte dos meus 30 anos na indústria (…). Estamos a ver provas claras de que o segundo trimestre vai ser um ponto de inflexão histórico para o nosso negócio”.

Antonov An26 ucraniano despenhou-se durante “voo técnico”

 

Um Antonov AN-26, um avião que estava a ser operado pelas forças armadas ucranianas, despenhou-se na manhã desta sexta-feira em Vilnia, na região de Zaporíjia.

O acidente terá ocorrido durante um “voo técnico” provocando vitimas, informaram as autoridades locais.

A administração regional de Zaporíjia disse que, de acordo com informações preliminares e não confirmadas, o avião atingiu um poste de eletricidade, tendo o motor pegado fogo.

O primeiro balanço indica que uma pessoa morreu e duas ficaram feridas. 

Neste momento não existem mais pormenores estando as autoridades a investigar o acidente.

TAP realiza hoje um dos três voos especiais para Caracas

A TAP Air Portugal realizou hoje o primeiro dos três voos especiais com destino a Caracas, na Venezuela.

O voo TP173 descolou do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, pelas 12:44 com destino ao Aeroporto Internacional Simon Bolivar, em Caracas, estando a ser operado pelo A330neo CS-TUL.

Os próximos dois voos especiais entre os dois países realizam-se nos dias 5 e 16 de maio.

De referir que a TAP anunciou que, a partir de 21 de junho vai retomar os voos regulares para Caracas, por forma a servir a grande comunidade portuguesa, residente neste país da América do Sul.

“A TAP retomará os voos regulares para Caracas, Venezuela, a partir de 21 de junho e programou três voos especiais entre Lisboa e a capital venezuelana até essa data, nos dias 21 de abril e 5 e 16 de maio”, refere um comunicado hoje divulgado pela companhia aérea portuguesa.

Os voos regulares vão decorrer às terças-feiras e sábados com partida às 12:10 de Lisboa e chegada a Caracas às 15:50 locais.

No sentido inverso, as ligações de Caracas iniciam-se às 18:20 e terminam no aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, às 07:25 do dia seguinte.

The Republic of Angola orders three Airbus C295s

The Republic of Angola has placed a firm order for three Airbus C295s to perform multirole operations. Two aircraft will be specifically equipped for maritime surveillance and one for transport missions.

The aircraft configured for transport missions will be able to carry out tactical cargo and troop transport tasks, paratrooping, load dropping or humanitarian missions.

The two C295s configured as Maritime Surveillance Aircraft (MSA) will play a key role for Search and Rescue (SAR), control of illegal fishing and borders, support in case of natural disasters and intelligence-gathering missions, among others. They will be equipped with the Airbus-developed Fully Integrated Tactical System (FITS) mission system as well state-of-the-art sensors.

All three aircraft will be equipped with the latest version of the Collins Aerospace Pro Line Fusion avionics suite.

With this new order, the Força Aérea Nacional de Angola becomes the 38th C295 operator worldwide.

Angola encomenda três Airbus C295

A Airbus anunciou que a República de Angola fez um pedido firme de três Airbus C295 para realizar operações multifunção.

Duas aeronaves serão equipadas especificamente para vigilância marítima e uma para missões de transporte. As aeronaves configuradas para missões de transporte poderão realizar tarefas táticas de transporte de carga e de tropas, paraquedismo, lançamento de carga ou missões humanitárias.

Os dois C295 configurados como Aeronaves de Vigilância Marítima (MSA) terão um papel fundamental para Busca e Salvamento (SAR), controle de pesca ilegal e fronteiras, apoio em caso de desastres naturais e missões de fiscalização, entre outros.

As aeronaves serão equipadas com o sistema de missão Fully Integrated Tactical System (FITS) desenvolvido pela Airbus, bem como sensores de última geração.

Todas as três aeronaves terão a versão mais recente do conjunto de aviónicos Collins Aerospace Pro Line Fusion. Com esta nova encomenda, a Força Aérea Nacional de Angola torna-se no 38º operador C295 a nível mundial.

LUFTWAFFE transporta feridos graves da Ucrânia para a Alemanha via Polónia

A LUFTWAFFE anunciou que recentemente um Airbus A310 descolou de Colônia com destino à Polónia para transportar civis gravemente feridos da Ucrânia.

Estes doentes receberão tratamento médico na Alemanha.

A bordo seguiu uma equipa médica pediatra para acompanhar algumas crianças feridas.

A Luftwaffe opera com um Airbus A310 MedEvac, que representa uma “unidade de terapia intensiva” com asas.

O Airbus A310 MedEvac foi construído na plataforma de um MRTT (Air Role Tanker Transport) Airbus A310.

 

Vueling anuncia recrutamento de Tripulante de Cabine em Lisboa

A companhia aérea espanhola Vueling vai realizar um recrutamento de Tripulantes de Cabine em Lisboa.

Os candidatos deverão ter a idade mínima de 18 anos e completado com aproveitamento o ensino secundário. A língua base é a inglesa (fluente, nível B1). O conhecimento de outros idiomas, nomeadamente o espanhol, italiano e francês, serão valorizados.

Poderá saber mais informações no site oficial AQUI

A Vueling indica que os Tripulantes de Cabine são a cara da empresa e estão encarregados de transmitir os valores da empresa aos clientes e desafia: “Numa profissão que atua num ambiente internacional e multicultural, precisamos de pessoas como tu: comprometidas, apaixonadas pelo seu trabalho e que procuram alcançar a mais alta qualidade de serviço a bordo. Tu segues estes valores? Se a resposta for sim, teremos o maior prazer em receber a sua inscrição.”

Mais dois Airbus A350 para a ITA Airways

 

O spotter Clément Alloing capturou mais dois Airbus A350 para a ITA Airways, modelo que permitirá a companhia aérea complementar a modernização da sua frota.

A companhia fez uma encomenda de 6 unidades do modelo.

Esta terça-feira, 19 de abril, chegou ao Aeroporto de Teruel, o primeiro A350 da ITA onde ficará estacionado até integrar a frota da companhia.

De referir que a ITA Airways fechou um pedido com a Airbus para 28 aeronaves, incluindo sete A220s, 11 A320neos e 10 A330neos, a versão mais recente do mais popular A330 Widebody.

O pedido confirma o Memorando de Entendimento anunciado a 30 de setembro de 2021.

Estas novas aeronaves Airbus ampliarão a frota inicial da ITA Airways com aeronaves de nova geração com melhor desempenho ambiental, equipadas com as mais modernas tecnologias e cabines de última geração para garantir a máxima eficiência operacional para a companhia aérea e o melhor conforto para os viajantes.

LATAM Brasil retoma as rotas do Rio de Janeiro para Florianópolis e Foz do Iguaçu em abril

 

Artigo escrito em português do Brasil:

A LATAM Brasil retoma neste mês os trechos Rio de Janeiro/Santos Dumont-Florianópolis e Rio de Janeiro/Galeão-Foz do Iguaçu, com quatro voos semanais cada. Este processo, junto à inclusão de novas rotas e ampliação da malha aérea, integram parte da estratégia da companhia de recuperação da sua malha, após a pandemia de Covid-19, e o consequente retorno das viagens domésticas e internacionais.

De Florianópolis para o Rio de Janeiro/Santos Dumont os voos são sempre aos sábados e domingos, às 13h15 e 17h10, com duração de 1h25. No sentido inverso, os voos ocorrem sempre às 11h15 e 15h10, com 1h30 de duração. Este trecho é operado com a aeronave Airbus A319, que possui 140 assentos (8 Premium Economy e 132 Economy).

No trecho do Rio de Janeiro/Galeão para Foz do Iguaçu, os voos são sempre às terças-feiras, quintas-feiras, sábados e domingos às 11h55, com 2h15 de duração. No sentido inverso, os voos são às 14h50, com duração de 1h55. A rota é operada com a aeronave Airbus A321, com capacidade para 216 passageiros (8 Premium Economy e 208 Economy).

“Estamos sempre buscando ampliar as opções de conexão nos voos domésticos, permitindo aos nosso clientes mais opções dentre todos os destinos da LATAM Brasil, além de abrir mais possibilidades de acesso aos destinos internacionais operados a partir de São Paulo/Guarulhos e Rio de Janeiro/Galeão”, explica Aline Mafra, diretora de Vendas e Marketing da LATAM Brasil.

Além da retomada desses dois trechos, a companhia amplia também em abril a sua malha aérea: Porto Seguro-São Paulo/Congonhas (de 8 para 14 voos semanais), Brasília-São Paulo/Congonhas (de 46 para 55 voos semanais), Brasília-Rio de Janeiro/Santos Dumont (de 36 para 44 voos semanais), São Paulo/Congonhas-Campo Grande (de 8 para 14 voos semanais), São Paulo/Congonhas-Belo Horizonte/Confins (de 27 para 50 voos semanais), São Paulo/Congonhas-Curitiba (de 34 para 43 voos semanais), São Paulo/Congonhas-Florianópolis (de 30 para 38 voos semanais), São Paulo/Congonhas-Goiânia (de 25 para 37 voos semanais), São Paulo/Congonhas-Navegantes (de 24 para 36 voos semanais), São Paulo/Congonhas-Porto Alegre (de 40 para 58 voos semanais), São Paulo/Congonhas-Rio de Janeiro/Santos Dumont (de 90 para 126 voos semanais), São Paulo/Congonhas-Salvador (de 26 para 35 voos semanais), São Paulo/Congonhas-Vitória (de 19 para 29 voos semanais) e Curitiba-São Paulo/Guarulhos (de 33 para 44 voos semanais).

Para abril de 2022, está prevista a recuperação de 97% da oferta doméstica de assentos (em ASK*), na comparação com o mesmo mês de 2019 (antes da pandemia de Covid-19). No Brasil, a companhia programou para este mês uma média de 503 voos domésticos por dia para 49 destinos nacionais (antes da pandemia eram 44).

Nas rotas internacionais, a companhia já restabeleceu voos para 18 destinos a partir do Brasil: Assunção, Barcelona, Bogotá, Buenos Aires/Aeroparque, Cidade do México, Frankfurt, Lima, Lisboa, Londres, Madri, Mendoza, Miami, Milão, Montevidéu, Nova York, Orlando, Paris e Santiago.

Pentágono anuncia que Força Aérea ucraniana foi reforçada com caças e peças de reposição

 

A Ucrânia recebeu aviões de combate e peças de reposição que permitem reforçar a Força Aérea, adiantou esta terça-feira o porta-voz do Departamento de Defesa norte-americano, sem especificar a quantidade ou quais os países que forneceram as aeronaves.

“Atualmente eles têm mais caças à sua disposição do que há duas semanas”, assegurou o porta-voz do Pentágono, John Kirby, em conferência de imprensa.

Sem entrar em mais detalhes sobre o que outros países forneceram, a mesma fonte acrescentou que Kiev recebeu aeronaves adicionais e peças de reposição que permitem aumentar a sua frota.

John Kirby também não especificou o tipo de aeronave fornecida às Forças Armadas ucranianas, que têm vindo a pedir aviões de combate há várias semanas, embora tenha dado a entender que era caças fabricados na Rússia.

“Outras nações que têm experiência com esse tipo de aeronaves foram capazes de ajudar [Kiev] a colocar mais caças operacionais”, revelou, citado pela agência AFP.

O porta-voz do Pentágono especificou que os Estados Unidos, que não pretendem ser vistos como um país beligerante neste conflito, facilitaram o envio de peças de reposição para território ucraniano, embora não tenham enviado aviões.

Kiev tinha pedido aos parceiros ocidentais os caças Mig-29, de fabrico soviético, que os militares ucranianos já estão familiarizados e que vários países do leste europeu possuem.

Uma possível transferência destes aviões de combate da Polónia para a Ucrânia chegou a ser discutida no início de março, antes dos Estados Unidos terem recuado, por temerem que a Rússia pudesse ver esta ação como um envolvimento direto da NATO no conflito.

Na semana passada, o Presidente dos EUA, Joe Biden, comunicou ao seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, o envio de um pacote adicional de assistência militar de 800 milhões de dólares, com armas mais letais, para enfrentar a Rússia na nova fase do invasão mais focada no Donbass, no leste da Ucrânia.

Líderes dos países ocidentais e aliados da Ucrânia reuniram-se esta terça-feira, por iniciativa de Biden, e comprometeram-se a reforçar “ainda mais” as sanções contra a Rússia e intensificar a assistência financeira e de segurança a Kiev.

Wizz Air vai voar entre Katowice, na Polónia, e o Funchal

 

A Wizz Air anunciou a abertura, a partir do dia 18 de junho, da sua uma nova rota entre Katowice, na Polónia, e o Funchal, na Madeira.

A nova operação da companhia vai contar com dois voos semanais; às terças-feiras e sábados.

Além dos voos para o Funchal, a Wizz Air vai também abrir voos à partida de Katowice para Ibiza e Tirana, capital da Albânia, e além de Tirana para Perugia, em Itália.

GOL vai operar aviões cargueiros para o Mercado Livre

 

A GOL Linhas Aéreas anunciou hoje a assinatura de um acordo com o Mercado Livre, que atua em marketplaces para e-commerce e leilões online, para operar uma frota de aviões cargueiros.

O negócio de logística da companhia, o GOLLOG, opera serviços de carga para 52 aeroportos e mais de 3.900 destinos no Brasil.

Com este acordo o  Mercado Livre vai passar a contar com uma frota de 9 aeronaves do modelo B737 cargueiros, com as 3 primeiras unidades previstas para chegarem em junho, além da chegada de mais três unidades ao longo do ano.

O contrato entre as empresas tem duração de 10 anos, prevê uma frota dedicada de cargueiros composta por seis Boeing 737-800 BCF (aviões convertidos a cargueiros) e deve iniciar as operações durante do 2º semestre de 2022. Existe também a opção de adicionar outras seis aeronaves de carga até 2025.

Os aviões destinados à operação fazem parte da frota atual da GOL e passarão por um processo de conversão para cargueiros, sendo designados como 737-800 BCF (Boeing Converted Freighter), equipamentos inovadores em termos de carga e eficiência, com capacidade de até 24 toneladas.

Após a conversão, as aeronaves terão a cor e a logomarca do Mercado Livre. A GOL Aerotech, unidade de negócios da Companhia especializada em manutenção, reparações e revisões de aeronaves e componentes está em processo de certificação para executar integralmente as conversões das próximas aeronaves no seu centro de manutenção em Confins-MG.

Com as operações exclusivas para o Mercado Livre, a GOL espera gerar diretamente 100 novos postos de trabalho e aproximadamente 90 indiretos.

Com este acordo, tanto o Mercado Livre quanto a GOL passarão a ter uma das frotas mais jovens para as operações de cargas, havendo a opção de adicionar outras seis aeronaves de carga até 2025.

TAP garante ser “falso” que tenha cancelado 30 voos na Páscoa por falta de pilotos

 

A TAP garantiu hoje ser “falso” que tenham sido cancelados 30 voos da companhia na Páscoa por falta de pilotos, admitindo apenas dois cancelamentos devido a “uma baixa de última hora”, e rejeitou “alegadas pressões” sobre pilotos.

“É falso que tenham sido cancelados cerca de 30 voos por falta de pilotos. Foram cancelados dois (ida-volta) por esse motivo esta madrugada devido a uma baixa de última hora”, disse fonte oficial da TAP à agência Lusa.

Segundo acrescentou, “os restantes cancelamentos deveram-se a motivos relacionados com manutenção e ajustes devido à mudança do sistema do controlo de tráfego aéreo francês e como mitigação de atrasos”.

Na segunda-feira, o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) disse que foram cancelados 30 voos da TAP na Páscoa, “muitos relacionados com inexistência de pilotos disponíveis”.

“A direção do SPAC alerta, mais uma vez, para a situação que ocorreu na época de Páscoa, com mais um fim de semana complexo na operação TAP devido ao cancelamento de cerca de 30 voos, muitos relacionados com inexistência de pilotos disponíveis”, avançou o sindicato em comunicado.

Relativamente às denúncias de “tentativas de pressão” sobre pilotos feitas pelo sindicato, a TAP afirma que “também são falsas”, garantindo que a gestão de tripulações é “feita dentro do acordo de empresa e dentro da normal relação de boa-fé entre trabalhador-empresa”.

Relação essa que, acrescenta, “nada beneficia de narrativas assentes em dados que não se coadunam com a realidade dos factos”.

O SPAC alega, contudo, que existem “manobras criativas do Serviço de Escalas para retirar voos planeados, substituindo por pilotos de Assistência”, e fala em “operações em que foram, inclusivamente, detetadas inverdades comunicadas aos pilotos e estratégias pouco claras para viabilizar a operação contra o AE [acordo de empresa]”.

Além disso, indica que houve “tentativas de pressão a oficiais pilotos, alegando que o comandante de determinado voo tinha aceitado a antecipação de um voo, após a negação de antecipação por parte do oficial piloto”.

O SPAC fala ainda em “insistências em tentativas de viabilização de voos recorrendo a comandantes com funções de solo, inclusivamente planeados à direita em sede de planeamento”, acrescentando que, “após contactos institucionais dos delegados sindicais, exercendo o previsto na lei geral de trabalho no sentido se inteirarem da situação operacional em cada momento, foi negada resposta cabal ou qualquer justificação até à data sobre as ações pouco claras constatadas durante o fim de semana”.

Rússia mantém 11 aeroportos encerrados

 

A agência federal de transportes aéreos russa prorrogou hoje até 25 de abril o encerramento temporário de 11 aeroportos no centro e sul do país, em vigor desde 24 de fevereiro, quando a Rússia invadiu a Ucrânia.

Os aeroportos afetados pela medida, cujo prazo antes da nova prorrogação era 19 de Abril, estão localizados nas cidades de Anapa, Belgorod, Bryansk, Voronezh, Guelendzhik, Krasnodar, Kursk, Lipetsk, Rostov-on-Don, Simferopol e Elista.

Segundo a agência, todos os outros terminais aeroportuários, tanto para voos domésticos como internacionais, estão a funcionar normalmente.

De referir também, um dos maiores aeroportos de Moscovo, o Aeroporto Internacional de Sheremetyevo, decidiu encerrar um dos seus terminais após a diminuição drástica de passageiros oriundos dos voos internacionais.

Por consequência, o Terminal D foi encerrado temporariamente e os voos da Belavia, Aircompany Armenia, Aeroflot, Mongolian Airlines, Vietnam Airlines, Cham Wings, Air India e Air Serbia foram transferidos para os terminais B e C.

Blue Air já voa entre Bucareste e o Funchal (com vídeo)

 

Como tínhamos noticiado, a companhia aérea de baixo custo romena Blue Air, que iniciou a operação em Portugal em 2008, iniciou este sábado a sua nova rota para a Madeira.

A companhia vai ter uma operação semanal para o Funchal, durante o verão, o que representa para o arquipélago uma nova transportadora aérea com ligações regulares à Roménia, depois de uma primeira ligação no verão do ano passado, mas numa operação ‘charter’.

O primeiro voo foi operado pelo Boeing 737 MAX 8, com a matrícula YR-MXC, que tem capacidade para transportar até 189 passageiros. 

Os voos estão programados para descolarem de Bucareste às 14h (hora local) para aterrar no Funchal às 17h45 (hora local), já os voos de regressos estão programados descolarem do Funchal às 18h30 e chegarem a Bucareste pelas 1h40 (horas locais).

Krassimir Tanev, diretor comercial Blue Air afirma: “Temos o prazer de anunciar um novo serviço sem escalas de Bucareste ao Funchal servido pelo nosso avião Boeing 737-MAX-8 altamente confortável, eficiente e amigo do ambiente. Com a Madeira, Porto e Lisboa oferecemos agora o melhor de Portugal e estamos a tornar-nos na maior companhia aérea entre Portugal e a Roménia”.

Para a ANA, estas novas ligações “são importantes para o turismo, com Portugal a afirmar-se como um destino turístico de qualidade e Bucareste uma capital europeia a ganhar visibilidade”, bem como para o segmento de viagens de familiares e amigos, podendo também “constituir novas oportunidades de negócio, principalmente na região norte”.

A Blue Air iniciou as operações em Portugal em 28 de março de 2008, com a rota Bucareste – Lisboa, que se mantém até hoje, e operou a rota Turim (Itália) – Lisboa entre 2017 e 2019.

Vento condicionou as operações no Aeroporto da Madeira

 

O vento forte condicionou, esta manhã, o movimento de aterragens e descolagens no Aeroporto Internacional da Madeira – Cristiano Ronaldo, tendo levado três voos a divergir para o Porto Santo e um a regressar a Lisboa, disse fonte aeroportuária.

Pelas 10:50 de hoje, esta situação atmosférica, que está a afetar as operações desde domingo, não havia permitido a chegada dos voos provenientes do Porto Santo (Binter), Lisboa (TAP), Paris (Transavia) e Zurique (Edelweiss) e as correspondentes partidas.

Destas ligações, o voo da TAP acabou por regressar à origem e os restantes aguardaram no aeroporto da ilha do Porto Santo.

Os restantes voos programados surgem na página da Aeroportos de Portugal (ANA) com previsões de atrasos.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou as costas norte e sul da Madeira sob aviso amarelo devido às previsões de vento forte.

Falha elétrica obriga a ativação da RAT – Ram Air Turbine de A319 da Spirit Airlines

De acordo com o site The Aviation Herald, um Airbus A319-100 da Spirit Airlines, com a matrícula N508NK, que estava a realizar o voo NK-1396 entre Milwaukee, WI e Fort Lauderdale, FL (EUA), sofreu uma falha elétrica, tendo sido ativado a RAT- Ram Air Turbine.

Segundo os registos a aeronave continuou o voo para Fort Lauderdale para uma aterragem em segurança cerca de 2:50 horas após a descolagem.

No dia 15 de abril de 2022, o NTSB informou que a ocorrência foi classificada como um incidente grave e está a ser investigada pelo NTSB.

A aeronave permaneceu em terra em Fort Lauderdale cerca de 41,5 horas antes de regressar ao serviço.

Mas o que é a RAT?

A RAT – ram air turbine é um gerador eólico de energia movido por uma hélice, instalado em aeronaves para servir como fonte de energia adicional em situações de emergência.

Voo de teste:

Pode gerar tanto energia hidráulica (com o acionamento de uma bomba hidráulica) como energia elétrica (com o acionamento de um gerador elétrico). O equipamento gera energia a partir do movimento rotativo das pás da hélice, causado pela pressão de impacto do ar devido à velocidade da aeronave.

Uma das primeiras aeronaves comerciais a utilizar a turbina eólica de emergência foi o jato britânico Vickers VC-10, produzido na década de 60. Comandada por uma alavanca na cabine, acionava um alternador que gerava energia elétrica para os instrumentos, controles de voo, sistemas de comunicação e navegação, entre outros. A mudança do barramento principal para o de emergência era realizada automaticamente, assim como a desconexão dos serviços não essenciais.

Na atualidade, a maior turbina eólica de emergência já construída é a do Airbus A380, fabricada pela Hamilton Sundstrand, com uma hélice com diâmetro de 64 polegadas (1,63 metros). Fica alojada na estrutura da asa e aciona um gerador elétrico de 70 kVA. A energia hidráulica de emergência é fornecida por outros sistemas, sendo suficiente para manter o controle da aeronave e ativação do trem de aterragem.

Seleccione um ponto de entrega