Últimas Notícias:

C-130H transporta 24 afegãos para Portugal


 

A Força Aérea Portuguesa anunciou que aterrou esta sexta-feira, 27 de agosto, no Aeródromo de Trânsito N.º 1, em Figo Maduro, 24 afegãos, o primeiro grupo de refugiados a viajar para Portugal, juntamente com os quatro militares do Exército Português que se encontravam desde a passada quarta-feira, no Afeganistão, empenhados na missão de retirada de cidadãos afegãos de Cabul.

O C-130H, da Esquadra 501 – “Bisontes”, aterrou no AT1 pelas 21H30.

Na receção aos militares estiveram presentes o Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas, Marcelo Rebelo de Sousa, o Ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, o Chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas, Almirante António Silva Ribeiro, o Chefe de Estado-Maior da Força Aérea, General Joaquim Borrego, entre outras entidades que estiveram presentes no local.

A titulo de curiosidade o C-130H é um avião quadrimotor, turbo-hélice, de asa alta e trem retrátil.

O acesso ao compartimento de carga na fuselagem é feito pela parte traseira do avião, que se abre em rampa, facilitando, desta forma, não só as operações de carga e descarga, mas também o transporte de cargas volumosas (viaturas pesadas), o lançamento de carga em paraquedas ou por extração a baixa altitude e ainda, o lançamento de paraquedistas.

Na configuração sanitária o C-130H pode transportar até 74 macas e, na versão C-130H-30, poderão ser evacuados até 97 feridos ou doentes.

As suas excecionais características operacionais (robustez, versatilidade, capacidade, raio de ação e autonomia), garantem à Força Aérea Portuguesa a capacidade para a realização de missões de transporte aéreo tático e transporte aéreo geral, de patrulhamento marítimo e de busca e salvamento, apoio logístico às Forças Armadas Portuguesas e Forças NATO, e também operações de combate a incêndios florestais.

A Força Aérea Portuguesa possui três C-130H-30, versão que resulta do alongamento do C-130H, pela introdução na fuselagem de dois anéis, que aumentam o comprimento total da aeronave em 4,572 m, o que lhe confere maior capacidade volumétrica sem lhe alterar significativamente a “perfomance” básica.