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Airbus A321 da Lufthansa com pintura retro

Para celebrar o centenário da sua fundação, a Lufthansa recua no tempo. A companhia alemã colocou em serviço um Airbus A321-200 decorado com a pintura «parábola» dos anos 1950, inspirada na lendária Lockheed Super Star e símbolo de modernidade na era de ouro das rotas transatlânticas.

A aeronave junta-se, ao lado de uma frota de aniversário com pintura «grou XXL», a um dispositivo comemorativo que deverá culminar na primavera com a abertura de um novo centro de visitantes em Frankfurt.

Um Airbus A321-200 com a matrícula D-AISZ aterrou ontem, terça-feira, no aeroporto de Frankfurt por volta das 14h45, proveniente de Norwich, no Reino Unido, no voo especial LH9898. A aeronave, dedicada a rotas de curta e média distância, foi totalmente repintada no norte de Inglaterra num esquema de cores inspirado na Lockheed L‑1649A Super Star, antiga joia da Lufthansa no final dos anos 1950.

Segundo o grupo, «o Airbus A321 apresenta agora a histórica pintura parábola da Lufthansa», um design que surgiu em meados dos anos 1950 e diretamente inspirado nas curvas aerodinâmicas popularizadas desde os anos 1930. A famosa linha em forma de parábola, que prolonga visualmente o impulso da aeronave, estendia-se então não só às derivações dos aviões, mas também às etiquetas de bagagem, papelaria comercial, horários de voo e até aos anéis de charutos.

A pintura parábola, manifesto de uma Lufthansa moderna

Introduzido após a Segunda Guerra Mundial, o design parábola tinha como objetivo transmitir «dinamismo, velocidade e espírito voltado para o futuro», num contexto em que a companhia se reposicionava como vitrine da aviação alemã. Esta linguagem gráfica, fortemente marcada pelo movimento «streamlining» que também influenciava o design ferroviário e automóvel dos anos 1930, acompanhava a ascensão da Lufthansa nas grandes rotas internacionais.

A estética da parábola não se limitava às aeronaves: estruturava a identidade visual da marca, desde materiais de marketing à sinalética, e ajudava a posicionar a Lufthansa numa modernidade tecnológica assumida, numa época em que os voos de longo curso se democratizavam, primeiro em turboélices e depois em jatos. Ao recordar hoje esta assinatura gráfica num A321 de última geração, a companhia cria um contraste entre a aviação de outrora, com motores a pistão, e a atual, otimizada para eficiência operacional na rede europeia.

A Super Star, a primeira «Senator Class» para Nova Iorque

A pintura do A321 remete diretamente para a Lockheed L‑1649A Super Star, que entrou na frota da Lufthansa em 1957. Na altura, esta aeronave quadrimotora a pistão destacava-se pela introdução da «Senator Class», descrita como «a forma mais exclusiva de viajar» em longas distâncias.

A Super Star era então principalmente utilizada na ligação direta para Nova Iorque, permitindo à Lufthansa operar no coração do tráfego transatlântico num contexto de crescente concorrência com companhias americanas e europeias. Estes voos, com duração de até 17 horas a partir de Hamburgo, marcaram o fim da era dos grandes aviões com hélices no Atlântico Norte, antes da chegada de jatos como o Boeing 707 e o Douglas DC‑8, que reduziram drasticamente os tempos de viagem.

O grupo lembra que «a Super Star será em breve exposta ao lado de um Junkers Ju 52 no novo Hangar One do Lufthansa Group», um centro de conferências e visitas situado no aeroporto de Frankfurt, cuja abertura está prevista para abril. Este espaço deverá tornar-se um dos pontos altos das celebrações do centenário, mostrando duas ícones da história da Lufthansa: o trimotor Ju 52, símbolo do início do transporte aéreo regular, e a Super Star, encarnação da era de ouro das rotas transatlânticas.

Um Hangar One dedicado ao património aeronáutico

O Hangar One, localizado na plataforma de Frankfurt, apresenta-se como um novo centro de conferências e visitas do grupo Lufthansa, combinando espaços para eventos com uma exposição permanente de aeronaves históricas. Para além da Super Star restaurada e do Ju 52, a companhia planeia apresentar elementos de cabine, maquetas, bem como arquivos que retratam a evolução das suas cabines, uniformes e identidade visual ao longo de um século.

Este projeto insere-se numa tendência mais ampla em que os grandes grupos aéreos consolidam o seu património, à semelhança da Air France com as suas coleções preservadas no Museu do Ar e do Espaço do Bourget, ou da British Airways com a sua frota histórica exibida no Reino Unido. Para a Lufthansa, que reivindica «uma história ininterrupta de 1926 a 2026», apesar das rupturas políticas do século XX, a encenação desta narrativa industrial e tecnológica contribui também para o seu posicionamento como marca premium face à concorrência europeia e do Golfo.

Uma frota de aniversário com pintura «grou XXL»

Em paralelo com esta homenagem gráfica à Super Star, a Lufthansa continua o lançamento de uma frota de aniversário dedicada ao seu centenário, reconhecível por uma pintura especial azul adornada com um grande grou branco. Um Airbus A350‑900 com matrícula D‑AIXL, recentemente pintado em Châteauroux, juntou-se à base de Munique, tornando-se a terceira aeronave a exibir este esquema «100 anos», após um Boeing 787‑9 e um Airbus A320neo, ambos baseados em Frankfurt.

Até ao outono de 2026, pelo menos um Airbus A380, um Boeing 747‑8 e o primeiro Airbus A350‑1000 entregue à Lufthansa deverão integrar esta frota comemorativa, de forma a que cada uma das principais sub-frotas de longo curso da companhia seja representada por uma aeronave com a pintura centenária.

SWISS recebe segundo Airbus A350-900

A Swiss International Air Lines (SWISS) recebeu hoje, 4 de fevereiro, o seu segundo Airbus A350-900, com a matrícula HB-IFB, dando continuidade ao processo de renovação da sua frota de longo curso. A nova aeronave junta-se ao primeiro A350 da companhia, reforçando a aposta em aviões mais modernos, eficientes e sustentáveis.

A nova aeronave, batizada “Delémont”, é a primeira a ostentar a pintura clássica da SWISS e entrará ao serviço a 23 de fevereiro, na rota entre Zurique e Montreal.

O Airbus A350-900 destaca-se pelo consumo de combustível significativamente inferior e pela redução das emissões de CO₂ e do ruído, quando comparado com aeronaves da geração anterior. Este modelo desempenha um papel central na estratégia ambiental da SWISS e do Grupo Lufthansa.

Tal como o primeiro exemplar, o HB-IFB está equipado com o novo conceito de cabine “SWISS Senses”, que introduz melhorias ao nível do conforto dos passageiros, incluindo novos assentos, iluminação adaptativa e um ambiente mais silencioso em todas as classes.

A SWISS prevê receber vários Airbus A350-900 nos próximos anos, aeronaves que irão substituir progressivamente os Airbus A340-300 ainda em operação, consolidando a frota de longo curso com aviões tecnologicamente avançados.

Tráfego da Ryanair em janeiro cresce 2% para 12,7 milhões de passageiros

A Ryanair anunciou que transportou no mês de janeiro um total de 12,7 milhões de passageiros. De acordo com a companhia este valor representa um aumento de 2% face ao mesmo mês do ano anterior.

A companhia refere também que realizou 73000 voos com uma taxa de ocupação de 91%, mantendo-se inalterada face ao mesmo mês do ano anterior.

Os número de passageiros transportados em janeiro aproxima a Ryanair da meta que a companhia aérea tinha traçado para o atual ano fiscal, que termina no final de março, e no qual a Ryanair tinha como meta transportar 208 milhões de passageiros.

TAP vai ligar Lisboa a São Luís do Maranhão a partir de outubro

A TAP Air Portugal prepara-se para iniciar, a partir de 26 outubro, uma nova ligação aérea entre Lisboa e São Luís do Maranhão, no Brasil. A nova rota marca a estreia de voos internacionais regulares de passageiros a partir da capital maranhense e reforça a presença da companhia aérea portuguesa no mercado brasileiro.

De acordo com a programação operacional, os voos serão operados duas vezes por semana com aeronaves Airbus A321LR.

A operação deverá ser efetuada em formato triangular, ligando Lisboa a São Luís, com continuação para Fortaleza, antes do regresso à capital portuguesa.

Com esta nova ligação, São Luís torna-se o 15.º destino brasileiro servido pela TAP, tornando-se mais uma porta de entrada do Brasil para a Europa. A companhia aérea portuguesa passa, assim, a servir um maior número de destinos brasileiros, consolidando o Brasil como o seu principal mercado intercontinental.

A abertura da rota é vista como um impulso relevante para o turismo e para a economia do Maranhão, ao facilitar o acesso direto à Europa e potenciar o intercâmbio cultural e empresarial entre as duas regiões. As passagens deverão ser colocadas à venda após a conclusão dos trâmites operacionais e comerciais.

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BAC 111-531FS One-Eleven Ryanair EI-CCU – B-111-RYAN-CU

Airbus A321neo Transavia Retro 60 Years Anniversary – IFLHS009

 

easyJet acelera o reembolso do Subsídio Social de Mobilidade na Madeira

 

A easyJet  anunciou que a partir de hoje, 4 de fevereiro, entra em pleno funcionamento a validação de dados entre a easyjet e a plataforma digital que simplifica e acelera o reembolso do Subsídio Social de Mobilidade (SSM) para os residentes no arquipélago da Madeira. A easyJet refere que foi a principal impulsionadora desta mudança, liderando o projeto que resultou num Memorando de Entendimento (MdE) assinado entre a easyJet e a Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública, em representação do Governo da República.

Agora, a easyJet passa a validar automaticamente os dados apresentados pelos residentes na plataforma digital. Isto permite que todos os passageiros que voam com a companhia aérea recebam os seus reembolsos de forma mais célere e desburocratizada. O resultado é um avanço significativo: logo após a compra de um voo elegível, os passageiros poderão aceder, de forma imediata, ao reembolso a que têm direito, numa relação que se mantém direta e exclusiva entre o Estado Português e o residente beneficiário.

“Estamos extremamente orgulhosos por liderar esta revolução digital na Madeira, o que reflete o nosso compromisso em facilitar a vida dos residentes que escolhem a easyJet para as suas deslocações ao continente. Esta plataforma de validação automática representa um avanço significativo na desburocratização e agilização de todo o processo, tornando a experiência de voo com a easyJet ainda mais simples e segura. É também um passo fundamental na prevenção de fraude, que reafirma a easyJet como uma companhia atenta às necessidades dos seus passageiros e pioneira na adoção de soluções tecnológicas”, afirma José Lopes, diretor da easyJet para Portugal.

Todos os clientes easyJet que utilizem um cartão de crédito para comprar o seu voo, terão o reembolso efetuado antes da data de liquidação do mesmo. Dessa forma, os residentes que viajem com a easyJet irão suportar exclusivamente, desde o momento da compra do bilhete, apenas a parte da tarifa que lhes é devida. Esta validação automática dos dados elimina a necessidade de múltiplos passos e documentação em papel, diminuindo drasticamente a burocracia e o impacto financeiro que existia no processo anterior.

A easyJet reconhece o SSM como um instrumento fundamental de coesão social e territorial. Este MdE contribui diretamente para mitigar os efeitos da insularidade, em particular junto das gerações mais jovens que vivem/estudam nas ilhas e no continente.

A easyJet sublinha que continuará a trabalhar em estreita colaboração com todas as entidades relevantes para inovar e oferecer soluções que simplifiquem a vida dos seus clientes, aumentando e facilitando a conectividade dos madeirenses e porto-santenses a Portugal continental e à Europa e, assim, reforçando a sua posição de liderança e compromisso com a região.

Air India imobiliza Boeing 787 após alerta de possível defeito em sistema de combustível

A companhia aérea Air India suspendeu as operações temporariamente de um dos seus Boeing 787-8 Dreamliners depois de um piloto ter relatado um possível problema com o interruptor de controlo de combustível no final de um voo internacional.

O incidente ocorreu no voo AI132, proveniente de Londres (Heathrow) e com destino a Bengaluru (Índia). Após o aterragem, a tripulação registou no relatório pós-voo que o interruptor responsável pela gestão do combustível não permaneceu devidamente encaixado na posição “RUN” durante a partida dos motores, tendo os técnicos decidido imobilizar a aeronave como medida de precaução.

A aeronave envolvida é o Boeing 787-8 com a matrícula VT-ANX.

De acordo com os relatos: Durante a preparação para a descolagem, quando a tripulação iniciou os motores e após mover as alavancas de controlo de combustível para a posição RUN (onde inicialmente permaneceram), a tripulação voltou a verificar os interruptores tocando-lhes; a alavanca do lado esquerdo saltou para a posição CUTOFF. Novamente, a tripulação moveu a alavanca para a posição RUN e, de seguida, tocou-lhe para nova verificação, tendo esta voltado a saltar para CUTOFF. Foi feita uma terceira tentativa e, desta vez, a alavanca permaneceu na posição RUN. A aeronave partiu de Heathrow com um atraso de cerca de 35 minutos e aterrou em Bangalore sem mais incidentes. 

A Air India informou as autoridades de aviação civis indianas (DGCA) sobre a situação e começou uma série de inspeções preventivas nos interruptores de combustível de toda a sua frota de Boeing 787 Dreamliners, que inclui mais de 30 aparelhos. A Boeing, fabricante do avião, está a colaborar nos exames técnicos.

Em declarações oficiais, a Direcção Geral de Aviação Civil da Índia (DGCA) afirmou que, após verificações detalhadas, os interruptores de combustível do avião imobilizado foram considerados dentro dos parâmetros normais de funcionamento. As análises indicam que o comportamento observado pode dever-se a uma maneira incorreta de manipular o interruptor, em vez de a uma falha técnica do componente propriamente dito.

A DGCA também alertou que a forma como os interruptores são acionados exige um procedimento específico para evitar movimentos não intencionais, e recomendou que as equipas de voo sejam relembradas das práticas corretas de operação.

O foco sobre os interruptores de combustível do Boeing 787 intensificou-se depois de um acidente fatal com um Dreamliner da Air India em junho de 2025, perto de Ahmedabad (Índia), no qual morreram 260 pessoas. Nessa ocasião, a investigação preliminar apontou que ambos os interruptores de combustível foram colocados na posição de corte de combustível logo após a descolagem, cortando o fornecimento de combustível aos motores.

Desde então, o sistema tem estado sob escrutínio das autoridades e das companhias aéreas operadoras, e este mais recente episódio veio reavivar a atenção sobre este aspecto de segurança.

A Air India afirmou que a segurança dos passageiros e da tripulação continua a ser a sua prioridade máxima e que todas as medidas necessárias serão tomadas para garantir que as aeronaves permaneçam seguras antes de regressarem ao serviço.

TAP Air Portugal vai reforçar voos à partida de Lisboa para Porto Alegre e Florianópolis

 

A TAP Air Portugal anunciou que vai reforçar a sua operação no sul do Brasil já a partir da próxima temporada de verão europeu, com a introdução de uma quarta frequência semanal nas rotas entre Lisboa e Porto Alegre e entre Lisboa e Florianópolis, reforçando a conectividade entre Portugal, a Europa e os dois mercados brasileiros.

No caso de Porto Alegre, a nova frequência será operada às segundas-feiras, a partir de 6 de julho. Já em Florianópolis, a frequência adicional será operada aos domingos, a partir de 5 de julho.

Segundo Carlos Antunes, Diretor da TAP para as Américas, “o reforço da rota de Porto Alegre consolida a presença estratégica da TAP no sul do Brasil. Em abril do ano passado estivemos no Estado para anunciar o regresso da Companhia ao Rio Grande do Sul e assumimos o compromisso de envidar todos os esforços para que esta operação fosse bem-sucedida. Cumprimos a nossa palavra e, menos de um ano depois, apresentamos um novo investimento. Trabalhamos continuamente para ser a principal ligação entre o Estado e a Europa, além de trazer viajantes de mais de 50 países onde operamos para conhecerem as belezas e a riqueza cultural gaúcha”.

Mário Chaves, Chief Operating Officer da TAP Air Portugal, sublinha que “em setembro de 2024 anunciámos o voo para o Estado de Santa Catarina. Com essa nova rota, a TAP reafirmou o compromisso de continuar a investir para ser a Companhia aérea europeia preferida dos clientes brasileiros, ao mesmo tempo que fortalece a ligação do sul do país com a Europa. Sempre acreditámos que esta conexão seria um sucesso — e assim foi. Hoje, temos a satisfação de anunciar o reforço da operação com o lançamento de uma nova frequência”.

A TAP sublinha que o reforço das frequências em Porto Alegre e Florianópolis constitui um contributo relevante para o desenvolvimento económico e turístico dos dois Estados brasileiros, promovendo a atração de visitantes internacionais e o fortalecimento do turismo. Com estes novos voos, a companhia reafirma o seu compromisso com o mercado brasileiro e com o reforço da conectividade aérea entre o Brasil e a Europa.

Lufthansa recebeu Airbus A350 com a pintura do 100º aniversário (com vídeo)

 

A Lufthansa recebeu hoje, 2 de fevereiro, no Aeroporto de Munique, o seu Airbus A350-900 com a pintura comemorativas do 100º aniversário.

Trata-se do Airbus A350-900, com a matrícula D-AIXL, que recebeu os trabalhos de pintura no Aeroporto Châteauroux-Centre “Marcel Dassault”, na França.

A Lufthansa comemora este ano o seu 100º aniversário da fundação da primeira Lufthansa, a companhia aérea vai fazer descolar uma série de aviões com pinturas especiais. Ao todo, seis aeronaves de diferentes sub-frotas receberão um design próprio de aniversário, que combina tradição e modernidade de uma forma renovada.

O primeiro foi o Boeing 787-9 com a matrícula D-ABPU, tendo-se seguido o Airbus A320neo D-AING.

As aeronaves terão uma fuselagem azul-escura, sobre a qual se destaca um grande grou branco. As asas amplas do pássaro prolongam-se visualmente até às próprias asas da aeronave – um símbolo que, segundo a Lufthansa, representa movimento, elegância e a ponte entre passado e futuro. No lado esquerdo da fuselagem surge de forma destacada o número 100, e no lado direito a inscrição 1926 / 2026. Na parte inferior encontra-se igualmente um grande «100».

Voos da GOL de Guarulhos para a Europa e Estados Unidos serão em A330-300

A companhia aérea Gol continua a avançar nos seus planos de iniciar operações para a Europa. Segundo os registos na ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil mostram que a companhia conseguiu slots para voar do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, para Lisboa e Porto (Portugal), Londres (Reino Unido), Paris (França) e Roma (Itália) a partir de 1 de junho.

Além da Europa, a Gol também pretende voar para Orlando e Miami, nos Estados Unidos, a partir de junho.

Segundo os dados disponíveis, a aeronave escolhida será o Airbus A330-300, com capacidade para 298 passageiros.

Inicialmente era apontado o Airbus A330-900, uma vez que o Grupo Abra, do qual a companhia faz parte, encomendou cinco aviões deste tipo no ano passado, através de um contrato assinado pela Gol. As aeronaves pertencem à  Avolon.

Especula-se no setor que os A330-900neo que o Grupo Abra espera receber seriam os que a Azul usa atualmente e que estão prestes a ser devolvidos, ou não, à Avolon.

Recentemente foi noticiado que a Azul Linhas Aéreas estava a prepara-se para realizar o phase-out dos seus cinco Airbus A330-900 e receber cinco aeronaves A330-200 provenientes da ITA Airways.

Agora sabe-se que a saída dos Airbus A330neo pode não acontecer devido à intervenção da American Airlines que, no âmbito do processo de recuperação judicial da Azul, irá realizar um aporte de 300 milhões de dólares, passando a deter uma participação acionista na empresa de aproximadamente 11%.

No âmbito deste investimento da American, foi incluída uma negociação com a Avolon, proprietária dos A330-900 que seriam devolvidos, com vista à renegociação da dívida, tendo como objetivo manter as aeronaves na frota da Azul.

United Airlines prolonga o serviço sazonal entre o Porto e Nova Iorque/Newark em 2026

 

A United Airlines anunciou, hoje, que  prolongou o seu serviço sazonal diário do Porto para Nova Iorque/Newark em 2026, começando mais de um mês antes, a 22 de fevereiro, e oferecendo um
aumento de quase 10% nos lugares disponíveis para o verão de 2026 em comparação com 2025.

Com dois voos diários durante o pico de verão, o serviço da United a partir do Porto tem prevista a operação até 30 de novembro de 2026.

O prolongamento do serviço sazonal a partir do Porto soma-se aos voos existentes da United durante todo o ano de Lisboa para Nova Iorque/Newark, serviço quase durante todo o ano de Lisboa para Washington D.C., bem como serviços sazonais de Faro, Ponta Delgada, Açores e Madeira para Nova Iorque/Newark.

Para o verão de 2026, a United irá operar até seis serviços diários diretos de Portugal para os EUA, oferecendo mais voos entre Portugal e os Estados Unidos do que qualquer outra companhia aérea dos EUA.

“Temos o prazer de prolongar o nosso serviço sazonal entre o Porto e Nova Iorque/Newark durante o verão de 2026, permitindo aos nossos clientes reservar a sua próxima escapadinha nos EUA ainda mais cedo” declarou Antonio de Toro, Regional Sales Manager Portugal e Espanha.

“O prolongamento do nosso serviço do Porto oferecerá aos clientes da United em Portugal ainda mais opções de viagem e flexibilidade, com a possibilidade de usufruírem de ligações cómodas através do nosso hub de Nova Iorque/Newark a mais de 60 destinos nas Américas.”

“Estamos entusiasmados com a confirmação da United Airlines de que iniciará a rota Nova Iorque-Porto mais cedo este ano” afirmou Karen Strougo, Diretora Comercial, ANA | VINCI Airports.

Voo De Para Partida Chegada Frequência Aeronave Datas de operação
UA 145 OPO EWR 12:35 15:30 Diária Boeing 757-200 22 fevereiro – 30 novembro 2026
UA 239 OPO EWR 09:00 11:55 Diária Boeing 757-200 22 maio – 23 setembro 2026
UA 144 EWR OPO 21:40 09:45 +1 Diária Boeing 757-200 21 fevereiro – 29 novembro 2026
UA 238 EWR OPO 18:50 06:55 +1 Diária Boeing 757-200 21 maio – 22 setembro 2026

A United indica que a rota será operada com equipamento  Boeing 757-200, com um total de 176 lugares – 16 assentos-cama na classe executiva United Polaris SM e 160 lugares em classe económica, incluindo 42 lugares Economy Plus SM com espaço adicional para as pernas e mais espaço pessoal.

Tripulantes de Cabine Emirates: Open Days em fevereiro: Lisboa, Porto e Faro

 

A Emirates anunciou que para todos que sonham com uma carreira que combine a paixão por viajar com a oportunidade de trabalhar a mais de 11 mil metros de altitude, a companhia volta a realizar em Portugal, durante o mês de fevereiro, os seus conhecidos Open Days para tripulantes de cabine.

As sessões de recrutamento acontecerão em três cidades: Porto, Lisboa (duas datas) e Faro.

Os candidatos terão a oportunidade de ingressar na maior companhia aérea internacional do mundo, que atualmente conta com mais de 24.500 tripulantes de cabine, incluindo portugueses.

Os Open Days serão realizados nas seguintes datas e locais:

Lisboa – 9 de fevereiro, às 09h00, Hotel Marriott

Porto – 11 de fevereiro, às 09h00, Crowne Plaza Porto

Faro – 13 de fevereiro, às 09h00, Hotel Occidental Faro

Lisboa – 22 de fevereiro, às 09h00, Hotel Marriott

As datas e locais dos eventos poderão ser sujeitos a alterações. Recomenda-se que os candidatos confirmem as datas, locais e horários no site oficial de recrutamento da companhia.

De recordar neste ano fiscal, a gigante da aviação pretende contratar 17.300 colaboradores para 350 cargos, o equivalente a uma pequena cidade ou à capacidade de 58 aeronaves Airbus A350.

Os Open Days são eventos de entrada livre e não requerem registo prévio. No entanto, é aconselhável que os interessados leiam atentamente os requisitos antes de comparecerem, os quais podem ser consultados aqui: https://www.emiratesgroupcareers.com/cabin-crew/.

A Emirates sublinha que oferece aos seus colaboradores excelentes oportunidades de carreira, com instalações de formação de alta qualidade e uma vasta gama de programas de desenvolvimento para os seus funcionários. Todos os que iniciem a sua carreira de tripulante de cabine serão submetidos a uma intensa formação de oito semanas nos mais elevados padrões de hospitalidade, segurança e prestação de serviços, nas modernas instalações da Emirates no Dubai.

A tripulação da Emirates está sediada na cosmopolita cidade do Dubai e beneficia de um pacote salarial distinto no mercado, que inclui uma variedade de benefícios, tais como um salário isento de impostos, alojamento gratuito fornecido pela empresa, transporte gratuito de e para o trabalho, excelente cobertura médica, bem como descontos exclusivos em compras e atividades de lazer no Dubai.

A Emirates opera em Portugal há 12 anos e atualmente oferece 14 voos semanais a partir de Lisboa. A companhia aérea é a maior operadora mundial das aeronaves Boeing 777 e Airbus A380, oferecendo aos seus passageiros uma experiência de viagem incomparável.

Com uma rede global em constante expansão, a Emirates voa para mais de 140 destinos em seis continentes. Os tripulantes de cabine da companhia usufruem de vantagens exclusivas, incluindo benefícios de viagem, tanto para os próprios como para familiares e amigos, em toda a rede de destinos da Emirates.

Força Aérea Portuguesa tem Concurso Aberto para Pilotos

A Força Aérea Portuguesa (FAP) abriu um novo concurso para a admissão de candidatos ao Curso de Formação de Oficiais do Regime de Contrato, na especialidade de Pilotos, destinado a jovens que pretendam seguir carreira como pilotos militares.

O concurso, publicado em Diário da República, insere-se no plano de reforço de recursos humanos da Força Aérea e visa selecionar candidatos com perfil académico, físico e psicológico adequado às exigências da função. Os candidatos selecionados irão frequentar um curso de formação que prepara oficiais para o exercício de funções operacionais como pilotos ao serviço da FAP.

Entre os principais requisitos de admissão encontram-se a nacionalidade portuguesa, idade compreendida dentro dos limites definidos no aviso de abertura, habilitações académicas adequadas e aptidão médica, física e psicológica comprovada. O processo de seleção inclui várias fases, nomeadamente provas de avaliação, exames médicos e testes físicos.

1ª Fase de Candidaturas até 26 de fevereiro
2ª Fase de Candidaturas até 4 de maio
3ª Fase de Candidaturas até 17 de setembro

As candidaturas devem ser submetidas preferencialmente por via eletrónica, através do Centro de Recrutamento da Força Aérea, dentro dos prazos estipulados no aviso oficial. O concurso poderá decorrer em várias fases ao longo do ano, de acordo com as necessidades da instituição.

A Força Aérea Portuguesa sublinha que a carreira de piloto militar exige elevado sentido de responsabilidade, disciplina e espírito de missão, oferecendo em contrapartida formação especializada, experiência operacional e a oportunidade de servir o país.

Mais informações sobre o concurso e o processo de candidatura estão disponíveis em https://shre.ink/PIL

Air India converte pedido de Airbus A321neo em A321XLR

Durante o Wings India 2026, em Hyderabad, a Air India anunciou a conversão de uma encomenda existente com a Airbus de 15 modelos A321neo para o modelo mais recente, o A321XLR.

A conversão faz parte das encomendas realizadas pela Air India à Airbus em 2023 e 2024, que totalizam 50 aeronaves A350 e 300 aeronaves da família A320.

Das 300 aeronaves de corredor único, a conversão para o A321XLR aplica-se a 15 das 210 unidades do A321neo encomendadas, enquanto os 90 A320neo permanecem conforme originalmente contratados.

“A conversão estratégica de parte das nossas encomendas de aeronaves Airbus de corredor único para o A321XLR está alinhada com o nosso esforço para posicionar a Air India para o futuro. À medida que transformamos a nossa frota atual a um ritmo acelerado com aeronaves novas e modernizadas, estamos também a construir cuidadosamente a nossa frota futura que, com escala e versatilidade, responde às necessidades em rápida evolução dos viajantes de e para a Índia”, acrescentou Campbell.

A Air India tem 344 novas aeronaves pendentes de entrega pela Airbus. As entregas dos 15 A321XLR estão previstas para ocorrer entre 2029 e 2030.

“Estamos satisfeitos por ver a Air India a utilizar a eficiência e o alcance do XLR para abrir novas oportunidades e reforçar as ligações da Índia com o resto do mundo”, afirmou Benoit de Saint-Exupéry, vice-presidente executivo de Vendas de Aeronaves Comerciais da Airbus.

Aterragem de emergência médica de B777 da Air France nas Lajes

Esta sexta-feira, 30 de janeiro, um Boeing B777-300ER da Air France, com a matrícula F-GSQX, que estava a realizar o voo AF763 entre o Aeroporto Internacional de Pointe-à-Pitre e o Aeroporto de Paris-Charles de Gaulle, solicitou uma aterragem de emergência nas Lajes, Ilha Terceira, Açores.

A aterragem decorreu normalmente  pelas 6h01 (hora local), tendo o voo sido assistido pelos serviços de emergência da Base Aérea Nº4, bombeiros do destacamento americano 65th ABG, pelos serviços de handling da SATA e pela SIV – Bombeiros Voluntários da Praia da Vitória.

De acordo com as informações, o paciente foi transferido para o hospital de Santo Espírito em Angra do Heroísmo pelos Bombeiros voluntários da Praia da Vitória.

A aeronave descolou pelas 08h19 rumo ao destino final.

Força Aérea Portuguesa mantém apoio à população em reposta à depressão Kristin

 

A Força Aérea Portuguesa anunciou, hoje, que mantém um conjunto de ações de apoio à população, em resposta aos efeitos provocados pela depressão Kristin, garantindo assistência nas áreas mais afetadas e contribuindo para a reposição de condições essenciais. As operações decorrem em vários pontos, com destaque para Leiria, Ferreira do Zêzere e Figueiró dos Vinhos.

A Base Aérea N.º 5 (BA5), em Monte Real, está acessível à comunidade para higiene pessoal e disponibilização de refeições. Paralelamente, equipas de militares, apoiados por maquinaria, intervêm na remoção de destroços nas imediações daquela unidade, incidindo sobretudo em telhados de habitações da comunidade envolvente, com o objetivo de assegurar ações de mitigação de danos e reposição de condições essenciais.

Duas equipas do Centro de Engenharia de Aeródromos, com viaturas de apoio, intervêm em trabalhos de mitigação de danos e restabelecimento de condições essenciais nas localidades afetadas.

No plano logístico, a Força Aérea disponibilizou geradores de diferentes capacidades, entregues sobretudo em Figueiró dos Vinhos e Ferreira do Zêzere, bem como uma moto-bomba e uma bomba submersível.

Foi disponibilizado o kit de mobilidade, que permite alojamento e refeições, e cedidas lonas impermeáveis de várias dimensões e diversas ferramentas de trabalho, garantindo apoio à recuperação de infraestruturas.

Em termos de recolha de informações, o Centro de Operações Espaciais tem estado ativo na obtenção de imagens espaciais provenientes de duas constelações de satélites, uma de radar de abertura sintética e outra ótica, num total de 53 satélites. Os produtos espaciais servem de apoio às operações, incluindo imagens das principais zonas afetadas à E-Redes e ao Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), bem como relatórios das bacias hidrográficas e identificação de zonas de cheia, apoiando o planeamento e coordenação das ações no terreno.

O dispositivo aéreo em alta prontidão da Força Aérea, composto por dois helicópteros e dois aviões, foi reforçado com mais três helicópteros disponíveis em caso de necessidade. A estes acresce um helicóptero AW119 Koala destinado a realizar missão de reconhecimento aéreo em apoio à E-Redes, avaliando danos nas infraestruturas conforme as condições meteorológicas permitem, elevando assim o dispositivo de alerta da Força Aérea para o dobro.

A Base Aérea N.º 5 está ainda a assegurar o reabastecimento de aeronaves civis que estão a sobrevoar a área para recolha de imagens.

A FAP sublinha que estas ações evidenciam a sua capacidade integrada, conjugando meios humanos, técnicos, aéreos e espaciais, assegurando apoio contínuo à população e contribuindo para a mitigação dos impactos e recuperação das áreas afetadas.

TAP retoma voos para a Venezuela a 30 de março

A TAP Air Portugal vai retomar os voos comerciais para a Venezuela a partir do próximo dia 30 de março, restabelecendo a ligação aérea direta entre Lisboa e Caracas.

De recordar que a operação foi suspensa nos últimos meses devido a questões de segurança e instabilidade política no país sul-americano. Segundo a companhia, a decisão de retomar a rota resulta de uma avaliação positiva das condições operacionais e de segurança, em articulação com as autoridades competentes.

Numa fase inicial, a TAP prevê realizar duas frequências semanais, com possibilidade de ajustamento em função da procura. A ligação entre Portugal e a Venezuela é considerada estratégica, não só para a comunidade portuguesa residente naquele país, como também para passageiros em trânsito entre a Europa e a América do Sul.

Turkish Airlines reforça operação para Lisboa

A Turkish Airlines anunciou o reforço da sua operação entre Istambul e Lisboa, passando a oferecer três voos diários a partir do final de março.

A partir de 29 de março, os voos entre o Aeroporto de Istambul e o Aeroporto Humberto Delgado passam de 19 para 21 frequências semanais, o que corresponde a três ligações por dia entre as duas cidades.

Segundo a companhia, os novos horários contemplam partidas de Lisboa logo pela manhã, com chegada a Istambul ao início da tarde, bem como saídas noturnas da Turquia com chegada a Lisboa já noite dentro, reforçando a flexibilidade e as opções de ligação para passageiros de lazer e negócio.

Este aumento faz parte da estratégia da Turkish Airlines para consolidar a sua presença no mercado português, após já ter anunciado um reforço de voos na rota Porto–Istambul para a próxima época de verão.

Com esta expansão, os passageiros em Lisboa terão mais opções de horários e mais ligações através de Istambul para destinos na Europa, Ásia, África e Médio Oriente, aproveitando a vasta rede global da transportadora.

SATA Air Açores está a recrutar Pilotos

 

A SATA Air Açores anunciou que pretende recrutar Oficial de Piloto, para desempenho de funções em Ponta Delgada (São Miguel).

O Oficial de Piloto tem como missão colaborar com o Piloto Comandante na condução segura e eficiente do voo.

Requisitos mínimos para a função:

Licença de Piloto Comercial de Avião com Qualificações de Multimotores; Instrumentos / PBN (ME)

Teoria de Linha aérea emitida EASA FCL e válida, nos termos “EASA IR Part FCL.025”

Certificado de MCC (quando aplicável)

Escolaridade mínima 12º ano ou equivalente (reconhecido pelo Ministério Português da Educação)

Fluência na língua portuguesa, falada e escrita

Nível de Inglês Aeronáutico ICAO igual ou superior a 4 (devidamente averbado na licença)

Conhecimentos de informática na ótica do utilizador

Licença médica válida

Idade mínima de 21 anos

Certificado UPRT (quando aplicável)

Não ter sido excluído/a em contexto de avaliação psicológica, simulador ou entrevista individual, há menos de 1 ano, em processo realizado na SATA Air Açores

Não ter sido excluído/a, há menos de 2 anos, num Curso de Qualificação Classe/Tipo na SATA Air Açores

Disponibilidade imediata

 

Documentos de apresentação obrigatória Para Candidatura

Foto tipo passe

CV atualizado

Certificado de Habilitações Académicas

Licença de Piloto (válida)

Última folha da caderneta

Licença médica (válida)

Certificado de MCC (quando aplicável)

Certificado de Habilitações Aeronáuticas

Registo Criminal atual (acesso a zonas reservadas)

Passaporte (válido)

Cartão de Cidadão frente e verso (facultativo)

Certificado UPRT (quando aplicável)

 

Formalização da candidatura (2 passos obrigatórios):

: Preenchimento obrigatório do formulário “Processo de Recrutamento e Seleção Oficial Piloto – SATA Air Açores” – clique AQUI.

: Envio da documentação para o correio eletrónico oficiaispiloto@sata.pt, até às 23:59 do dia 05 de fevereiro de 2026, registando no campo “Assunto” o texto: “RE_PNT_SP_2026”, acompanhado da documentação discriminada em “documentos de apresentação obrigatória”, em ficheiro único.

Fim de uma era: Airbus Beluga nº 5 realiza voo de despedida


O emblemático avião de transporte de carga Airbus BelugaST nº 5 realizou hoje o seu último voo operacional, marcando o fim de quase 30 anos de serviço nas operações logísticas da Airbus.

O BelugaST, com a matrícula F-GSTF e conhecido  como número 5 da frota, levantou voo pela última vez desde Bordéus, em França, com destino ao aeródromo de Broughton (também conhecido como Hawarden Airport), no País de Gales.

Ao longo das últimas décadas, este avião tornou-se uma figura icónica da aviação europeia, graças à sua forma inconfundível inspirada numa baleia beluga e à sua função crucial no transporte de componentes de grandes dimensões — como fuselagens e asas — entre as várias fábricas da Airbus espalhadas pela Europa.

O programa BelugaST está a ser progressivamente substituído pelos novos BelugaXL, aeronaves de maior capacidade que asseguram atualmente as missões de transporte interno da fabricante europeia.

Segundo informações avançadas pela Airbus, o Beluga nº 5 será agora preservado e poderá vir a ser colocado em exposição ou transformado numa instalação educativa dedicada à promoção das ciências e engenharia aeronáutica, prolongando assim o seu legado junto das gerações futuras.

Concluída a aceitação provisória do 6º UH-60 Black Hawk

 

A Força Aérea Portuguesa anunciou que concluiu hoje a aceitação provisória do sexto helicóptero UH-60, o segundo na versão Lima. Nos próximos dias, a aeronave seguirá para a Base Aérea Nº 8, em Maceda, reforçando a Esquadra 551 – “Panteras”.

Com financiamento do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR), foram adquiridos nove UH-60, correspondendo seis à versão Lima que se destaca por integrar motores avançados, guincho externo e radar meteorológico.

Estes helicópteros destinam-se a fortalecer a capacidade do Estado no combate aos incêndios rurais, que começa a ser implementada de forma faseada ainda este ano.

FAP indica que depressão Kristin causou danos significativos na Base Aérea Nº 5

A Força Aérea Portuguesa indicou que a depressão Kristin causou danos significativos na Base Aérea Nº 5.

Pelo menos quatro dos caças F16 da Força Aérea Portuguesa que estavam num hangar atingido pelo mau tempo na madrugada de quarta-feira, na Base Aérea n.º5, em Monte Real, Leiria. Os danos são de milhões de euros. As aeronaves em causa estavam no hangar da manutenção.

De acordo com as informações, os danos aconteceram depois que os fortes ventos ‘rebentaram’ os grandes portões do hangar, que caíram em cima de dois F-16. Um terceiro foi empurrado pelo vento para cima do nariz do quarto F16. As restantes aeronaves F-16 estavam abrigados nos chamados ‘shelters’.

No seu comunicado a FAP refere que a Base Aérea N.º 5 sofreu danos significativos dos quais não resultaram feridos, cingindo-se a danos materiais avultados e que está a atuar de imediato para restabelecer a normalidade da atividade da Unidade, dando prioridade à segurança dos militares e trabalhadores civis que ali prestam serviço.

Apesar do impacto da depressão Kristin, a Força Aérea mantém operacional a missão de defesa aérea do país.

Júri do Concurso para a alienação da Azores Airlines vai propor a rejeição da proposta do consórcio Newtour/MS Aviation

 

O Júri do Concurso para a alienação da Azores Airlines, acaba de anunciar, que vai propor a rejeição da proposta apresentada pelo consórcio Newtour/MS Aviation.

O Júri considera que a proposta não cumpre os requisitos definidos no procedimento, não respeita condições e obrigações previamente estabelecidas e não salvaguarda os interesses patrimoniais da SATA Holding e, consequentemente, da Região Autónoma dos Açores, colocando-a numa posição globalmente mais desfavorável do que aquela que resultava da proposta apresentada pelo mesmo consórcio em 2023.

Na proposta cuja rejeição é recomendada, a SATA Holding teria de assumir integralmente a capitalização da Azores Airlines.

As condições de pagamento propostas não prevêem qualquer direito ou instrumento que permita à SATA Holding recuperar os montantes investidos, implicando a assunção de uma responsabilidade de natureza ilimitada ou, pelo menos, não devidamente quantificável.

Várias das alterações contratuais propostas pelo consórcio não correspondem a práticas habituais de mercado, mesmo tendo em conta o contexto de ativos em situação financeira especialmente exigente. Acresce que o consórcio não acolheu as alterações sugeridas pela SATA Holding e, na prática, não prevê a entrada de qualquer reforço financeiro na companhia pelo consórcio, permanecendo o risco económico da operação essencialmente do lado da SATA.

A aceitação das condições propostas poderia ainda expor a operação ao risco de ser qualificada como auxílio de Estado, com as inerentes consequências jurídicas, por eventual não conformidade com o princípio do operador em economia de mercado.

Antes da aprovação do relatório final, e em respeito pelos princípios legais aplicáveis aos procedimentos administrativos e contratuais, o consórcio dispõe do prazo legalmente previsto para se pronunciar sobre o sentido provável da decisão do Júri e os respetivos fundamentos.

SATA Holding inicia período apresentação do plano de cisão do handling

 

A SATA Holding anunciou que deu início ao período legal de auscultação das estruturas representativas dos trabalhadores afetos à atividade de handling, com a partilha do projeto de cisão que prevê a criação de uma nova empresa – a SATA Handling.

Este decorrerá nas próximas semanas, em estrito cumprimento da legislação aplicável, e incluirá encontros com as estruturas representativas nos quais serão prestados todos os esclarecimentos necessários e recolhidos os respetivos contributos, assegurando total transparência em todas as fases. Concluído o período de auscultação aos trabalhadores, prevê-se a formalização da cisão e a criação da SATA Handling ainda no decurso do mês de março.

Posteriormente, e após a conclusão do processo de cisão, será dado início ao planeamento da privatização da SATA Handling, a qual será igualmente conduzida com informação partilhada e diálogo contínuo com os trabalhadores.

A SATA Holding refere que o processo de preparação da cisão do negócio de handling foi iniciado há cerca de um ano, através de um trabalho aprofundado com as direções do Grupo, em particular com as áreas operacionais de assistência em terra. Este trabalho permitiu compreender de forma extensiva as funções desempenhadas e perspetivar uma alocação eficiente de recursos para a constituição de uma nova empresa que, dando cumprimento ao plano de reestruturação aprovado pela Comissão Europeia, permita responder às necessidades do mercado e disponha de uma estrutura sólida e eficaz.

Esta análise foi essencial para preparar o dossier necessário à aprovação do projeto de cisão e para garantir que os trabalhos decorrem de forma organizada e estruturada.

O Conselho de Administração da SATA Holding sublinha que toma boa nota das preocupações manifestadas por sindicatos representativos do setor, que têm solicitado garantias quanto à transparência do processo, manutenção dos postos de trabalho, direitos adquiridos e negociação coletiva, e reafirma o seu compromisso com um diálogo social estruturado, garantindo a partilha de informação nas diferentes fases do processo. Reforça que este processo constituiu, tal como a privatização da Azores Airlines, uma parte integrante do plano de reestruturação acordado, em 2022, com a Comissão Europeia, estando a sua implementação alinhada com o calendário e obrigações estabelecidas nesse contexto.

Delta Air Lines encomenda de 31 aeronaves widebody adicionais à Airbus

A Airbus anuncio hoje que a Delta Air Lines fez uma encomenda firme de 31 aeronaves de última geração, incluindo 16 A330-900 e 15 A350-900. Após a sua entrega, a frota de aviões de fuselagem larga da Delta passará a contar com 55 A330neo e 79 A350.

“À medida que expandimos a nossa presença internacional e preparamos a frota para servir mercados de longo curso alargados, estas aeronaves irão reforçar as nossas capacidades e elevar a nossa oferta premium”, afirmou Ed Bastian, Diretor Executivo. “Valorizamos a nossa parceria de longa data com a Airbus e, com estas aeronaves de fuselagem larga, iremos beneficiar de maiores eficiências operacionais e de vantagens de custos a longo prazo nos próximos anos.”

“A renovada confiança da Delta tanto no A330neo como no A350 é um testemunho da nossa parceria duradoura e da excelência do desempenho da família de aeronaves de fuselagem larga da Airbus”, afirmou Benoît de Saint-Exupéry, Vice-Presidente Executivo de Vendas da área de Aviação Comercial da Airbus. “Estas aeronaves oferecem o alcance, a capacidade e a experiência de cabine premium de que a Delta necessita para crescer em novos mercados e ligar mais pontos do mundo.”

A Delta Air Lines opera atualmente mais de 500 aeronaves Airbus de todas as famílias de produtos, desde o A220 até ao A350-900. A atual carteira de encomendas da Delta junto da Airbus ronda as 200 aeronaves e inclui o A350-1000.

Equipado com os motores Rolls-Royce Trent 7000 de última geração, o A330neo foi concebido para voar até 8.100 milhas náuticas / 15.000 quilómetros sem escalas e reduz o consumo de combustível, as emissões de CO₂ e os custos operacionais em 25% em comparação com aeronaves concorrentes da geração anterior. O A350 é a aeronave de fuselagem larga mais moderna do mundo, concebida para voar até 9.700 milhas náuticas / 18.000 quilómetros sem escalas, estabelecendo novos padrões para as viagens intercontinentais. A aeronave incorpora tecnologias e aerodinâmica de última geração, oferecendo níveis incomparáveis de eficiência e conforto. Os seus motores Rolls-Royce de última geração e a utilização de materiais leves proporcionam uma vantagem de 25% no consumo de combustível, nos custos operacionais e nas emissões de dióxido de carbono (CO₂), em comparação com aeronaves concorrentes da geração anterior.

A cabine Airspace exclusiva do A330neo e do A350 oferece a passageiros e tripulações os mais modernos produtos de bordo, proporcionando uma experiência de voo confortável.

Tal como todas as aeronaves da Airbus, o A330neo e o A350 podem operar com até 50% de Combustível Sustentável de Aviação (SAF). A Airbus tem como objetivo que as suas aeronaves sejam capazes de operar com até 100% de SAF até 2030.

Hi Fly assinala sete anos desde o primeiro voo do mundo sem plásticos de uso único

A Hi Fly anunciou que está a celebrar com orgulho sete anos desde a operação dos primeiros voos do mundo sem plásticos de uso único, um marco decisivo na sustentabilidade da aviação que ajudou a estabelecer um novo padrão global e que continua a influenciar as práticas do sector até aos dias de hoje.

Em dezembro de 2018, a Hi Fly foi pioneira ao operar o primeiro voo comercial de passageiros sem qualquer artigo de plástico de uso único a bordo. Esta iniciativa inovadora demonstrou que uma ação ambiental significativa na aviação é não só possível como eficaz, mesmo perante a complexidade operacional dos voos de longo curso. O sucesso desta primeira iniciativa conduziu a um compromisso formal de eliminar o plástico de uso único em todos os voos da Hi Fly, compromisso esse totalmente concretizado a partir de 1 de janeiro de 2020 e mantido de forma consistente desde então.

Sete anos depois, A Hi Fly indica que o seu compromisso de longo prazo com a sustentabilidade continua a gerar benefícios ambientais mensuráveis. Ao substituir talheres, copos, embalagens e outros artigos descartáveis de plástico por alternativas em bambu, compostáveis e recicladas, a Hi Fly reduziu significativamente os resíduos gerados nas suas operações:

Em média, um voo de longo curso pode eliminar cerca de 100 kg de plástico de uso único, evitando que quantidades substanciais de plástico entrem nos fluxos globais de resíduos e contribuindo para esforços mais amplos de proteção do planeta.

De recordar, a Hi Fly é uma empresa especializada em wet lease e voos charter com aeronaves widebody, oferecendo serviços a nível mundial a companhias aéreas, governos, operadores turísticos, empresas e particulares.

Ryanair confirma saída dos Açores a partir de 29 de março

A companhia aérea de baixo custo Ryanair reafirmou esta terça-feira, dia 27 de janeiro, que vai abandonar a sua operação nos Açores a partir de 29 de março, confirmando uma decisão já anunciada anteriormente.

Em causa está o encerramento de todas as rotas atualmente operadas pela transportadora no arquipélago, o que implicará o cancelamento de voos de e para várias ligações nacionais e internacionais.

A Ryanair justifica a decisão com o aumento dos custos operacionais, nomeadamente as taxas aeroportuárias e de navegação aérea, que considera excessivas e penalizadoras para a operação na região.

Segundo a empresa, a falta de medidas por parte das autoridades nacionais e da entidade gestora dos aeroportos para reduzir estes encargos tornou a operação financeiramente insustentável. A companhia defende que outros aeroportos europeus têm adotado políticas de redução de taxas para atrair companhias aéreas e estimular a conectividade aérea.

Com a saída da Ryanair a TAP Air Portugal e a Azores Airlines preparam o aumento das suas operações entre o arquipélago e o continente.

Entre 29 de março e 31 de outubro, a Azores Airlines prevê operar quase 270 voos semanais de e para os Açores, numa rede de vinte rotas e com uma frota de nove aeronaves. Cerca de 75% da capacidade será dedicada ao mercado doméstico, reforçando o papel da companhia como única transportadora a ligar diretamente Lisboa, Porto e Faro aos Açores.

O aumento da procura verificado e perspetivado, justifica o reforço das rotas: o Lisboa–Ponta Delgada (+1) o Lisboa–Terceira (+2) o Ponta Delgada–Porto (+3).

Para além da sua operação entre Lisboa e os Açores, a TAP anunciou a abertura de uma nova rota entre o Porto e a Ilha Terceira.

Novos modelos da Geminijets na nossa loja online

Conheça os novos modelos da Geminijets na nossa loja online

1:400

Boeing 727-100 TWA Trans World Airlines “twin globes” N851TW – GJTWA2353

Boeing 737-700 WestJet Airlines C-GWJO – GJWJA2370

ATR72-600 Loganair G-LMTE – GJLOG2308

Boeing 727-100 Delta Air Lines “widget” N1633 – GJDAL2355

Boeing 737 E-7 Wedgetail Royal Air Force, RAF WT001 – GMRAF150

Airbus A220-300 JetBlue Airways “Taming of the Blue” N3241J – GJJBU2338

Airbus A330-900 Delta Air Lines N408DX – GJDAL2374

Boeing 777-300ER American Airlines N722AN – GJAAL2303

Boeing 727-200 Northwest Orient Airlines N298US – GJNWA2354

Boeing 747-8 Lufthansa D-ABYA – GJDLH2209

ATR72-600 Loganair G-LMTF – GJLOG2309

1:200

Embraer ERJ145EP Mexicana XA-MBR – G2MXA1305

Airbus A321neo JetBlue Airways “Mint for Big Things” N2180J – G2JBU1336

Boeing 767-300ER Delta Air Lines N199DN – G2DAL1419

Boeing 747-100 Pan Am “Clipper Juan T. Trippe” N747PA – G2PAA1248

Boeing 777-200LRF Air France Cargo F-GUOC Interactive Series – G2AFR1183

Boeing 777-200LRF Air France Cargo F-GUOC – G2AFR1371

Boeing 777-300ER Emirates A6-EQH – G2UAE1441

Boeing 777-9 Qatar Airways A7-BKA with optional folded wingtips – G2QTR1322

Airbus A321neo Wizz Air G-WUNB – G2WUK1404

TAP Air Portugal é a companhia aérea oficial da Seleção Nacional

 

A TAP Air Portugal e a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) anunciaram uma parceria estratégica que reforça dois dos mais fortes símbolos da portugalidade: a Seleção Nacional e a Companhia Aérea de bandeira. No âmbito deste acordo, a TAP torna-se Companhia Aérea Oficial da Seleção Nacional.

As entidades referem que esta parceria assenta numa visão comum de projeção internacional de Portugal, unindo o futebol, o turismo e a mobilidade aérea como motores de afirmação global do País. A TAP acompanhará a Seleção Nacional nas suas deslocações internacionais, assegurando condições de excelência que refletem os mais elevados padrões de qualidade, segurança e conforto.

O acordo surge num contexto estratégico particularmente relevante, num ciclo internacional marcado pela preparação para o Mundial FIFA 2026, a realizar nos Estados Unidos, Canadá e México, e com uma visão alargada para o Mundial FIFA 2030, no qual Portugal será coorganizador com Espanha e Marrocos.

Neste enquadramento, a parceria entre a FPF e a TAP assume um papel central na promoção de Portugal além-fronteiras. Esta associação, agora formalizada, reforça a estratégia de internacionalização da FPF e consolida o posicionamento da TAP como um parceiro ativo na promoção do desporto, do turismo e da imagem de um Portugal moderno e competitivo a nível global.

Luís Rodrigues, CEO da TAP, afirma que “para a TAP, levar nas nossas asas a Seleção Nacional é um motivo de orgulho e uma oportunidade de reforçar a projeção de Portugal no mundo. Esta parceria reflete não só o nosso compromisso com a excelência e com a promoção do País além-fronteiras, como também o espírito vencedor com que enfrentamos todos os desafios.”

Pedro Proença, Presidente da Federação Portuguesa de Futebol, sublinha a importância do acordo: “Esta parceria com a TAP é motivo de enorme orgulho para a Federação Portuguesa de Futebol. Representa a união de duas marcas que são embaixadoras de Portugal no mundo e que partilham uma visão estratégica de longo prazo. Num ciclo competitivo que culmina no Mundial 2026, esta ligação reforça a capacidade de a Seleção Nacional chegar mais longe, dentro e fora de campo, promovendo simultaneamente Portugal como um país de talento, excelência e ambição.”

Wizz Air UK solicita autorização para voar para os EUA

A Wizz Air UK apresentou um pedido ao Departamento de Transportes dos Estados Unidos (DOT) para obter autorização para voar para os Estados Unidos.

O pedido, submetido a 23 de janeiro de 2026 pelo escritório de advogados Holland & Knight, representante legal da Wizz Air UK, invoca os termos do Acordo de Céus Abertos de 2020 entre os Estados Unidos e o Reino Unido para solicitar o direito de realizar operações regulares e charter entre os dois países.

É também referido no pedido que William Franke, presidente da WA Holdings, empresa-mãe da Wizz Air UK, é cidadão norte-americano.

A Wizz Air já tinha apresentado um pedido ao DOT para obter uma Licença de Transportadora Aérea Estrangeira (Foreign Air Carrier Permit – FACP) em janeiro de 2022, com o objetivo de poder realizar operações de carga. Na altura, o pedido, que foi contestado por vários sindicatos de pilotos, acabou por ser recusado.

Caso a Wizz Air venha efetivamente a lançar voos para os Estados Unidos, tal representaria uma mudança significativa face à política anterior da companhia, que sempre evitou o mercado transatlântico de passageiros.

De referir que a Wizz Air UK dispõe de uma frota de 21 aeronaves A321neo, das quais três são da versão XLR, que possui um alcance de 4.700 milhas náuticas (8.700 km), suficiente para alcançar vários destinos nos Estados Unidos a partir do Reino Unido. A Wizz Air UK pretende receber mais oito aeronaves deste tipo num futuro próximo, o que aumentará significativamente a sua capacidade para operar serviços regulares para os EUA.

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