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GOL retorna à Bolívia com 4 voos diretos semanais

 

Artigo escrito em português do Brasil:

No próximo dia 11 de julho, a GOL Linhas Aéreas completa 17 anos de operações entre o aeroporto internacional de Guarulhos (GRU) e o Aeroporto Internacional Viru Viru (VVI), em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. Suspensa desde março de 2020 devido à pandemia, a rota GRU-VVI voltou a conectar na quinta-feira (5) um dos mais importantes hubs da Companhia, em São Paulo, a esse destacado destino da América do Sul, que traz um perfil variado de Clientes: turismo, corporativo e pessoas que viajam constantemente para visitar parentes e amigos.

O voo G3 7714 saiu de São Paulo/Guarulhos às 10h50 e pousou em Santa Cruz de la Sierra às 12h55 (horário local). Estavam presentes no trajeto Luiz Teixeira, o Tex, gerente Comercial para Mercados Internacionais da GOL, e o comandante Alberto Fajerman, conselheiro da presidência da GOL. O Grupo Air France-KLM, que mantém aliança de longa data com a GOL, foi representado no voo por Manuel Flahault, diretor geral da companhia na América do Sul, e em Santa Cruz de la Sierra também por Pia Lackman, Country Manager da companhia para Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai.

Como pedem as operações de retomada, o tom de celebração marcou o voo entre GRU e VVI. Os passageiros brindaram com uma taça de espumante e foram presenteados com o doce bem-voado, versão do tradicional bem-casado. À noite, em Santa Cruz de la Sierra, um coquetel reunindo autoridades locais e representantes da GOL, foi realizado para valorizar ainda mais a retomada desta importante rota entre Brasil e Bolívia.

Speeches especiais foram feitos nas salas de embarque de Guarulhos e Viru Viru e a bordo, como aconteceu na decolagem em Guarulhos: “Bem-vindos ao voo de São Paulo a Santa Cruz de la Sierra. É muito bom voltar a voar para a Bolívia, agora, com voos diretos quatro vezes por semana. Continue contando com a gente para levar você pelo Brasil e o mundo com conforto e agilidade. Voe direto, voe sempre, voe GOL. Obrigado e excelente viagem”.

Em prol da sustentabilidade, o batismo da aeronave durante o pouso no país vizinho foi realizado de maneira virtual, com o filtro do Instagram denominado Batismo Sustentável, criado pela GOL. Recentemente, a Companhia aboliu o batismo tradicional feito com jatos de água de reuso, como forma de preservação dos recursos naturais.

“Com a tradição conquistada pela GOL em voos para a América do Sul, o retorno da Companhia à Bolívia é peça fundamental no processo de retomada internacional da Companhia, dada a importância desse mercado para o Brasil e o mundo. Nesse contexto, o aeroporto de Guarulhos se torna um ponto de conectividade seja para brasileiros e estrangeiros quem se destinam à Bolívia e América do Sul em geral, seja para os bolivianos e vizinhos que seguem para todo o Brasil com a GOL e para a Europa e demais partes do mundo com as companhias parceiras Air France e KLM”, ressalta Randall Saenz Aguero, diretor de Alianças, Internacional e Distribuição da GOL.

“É uma honra e uma grande alegria para a GOL voltar a atender os Clientes de perfis variados que utilizam a rota Guarulhos-Santa Cruz de la Sierra. Em viagem de turismo ou familiar, com compromissos de trabalho e até mesmo cruzando continentes, eles têm a certeza de encontrar na GOL e suas companhias parceiras a comodidade de que precisam para chegar aos seus destinos com conforto, agilidade e Segurança”, diz Luiz Teixeira, gerente Comercial para Mercados Internacionais da GOL.

São, de início, 4 frequências semanais de ida e volta entre Guarulhos e Santa Cruz de la Sierra: às segundas, quartas, sextas e domingos, até o próximo mês de julho. Em agosto, os Clientes passam a contar com 5 saídas semanais, às segundas, quartas, quintas, sextas e domingos.

Os horários dos voos entre São Paulo e Santa Cruz de la Sierra foram planejados para facilitar as conexões dos Clientes da GOL em Guarulhos, um dos seus principais hubs da empresa. A partir deste ponto, os bolivianos têm acesso cômodo e rápido a mais de 35 destinos nacionais da Companhia e outras tantas localidades internacionais, seja com a própria GOL ou com suas companhias aéreas parceiras. Com a Air France e a KLM, os passageiros podem chegar rapidamente à Europa a partir de São Paulo, bem como fazer conexões para diversos outros destinos atendidos por ambas as companhias ao redor do mundo. Já os passageiros provenientes da Europa com a Air France e a KLM voltam a ter as facilidades e toda a Segurança para se destinar à Bolívia com a GOL, partindo do aeroporto de Guarulhos.

“Estamos muito contentes em recepcionar nossos clientes bolivianos novamente em São Paulo, em parceria com a GOL, para que possam chegar à Europa por meio de nossa vasta malha aérea. As rápidas conexões na capital paulista proporcionam ampla comodidade para os viajantes, que encontrarão a bordo conforto e entretenimento para toda a viagem. Além disso, a partir deste mês a Air France volta a operar com a cabine de primeira classe no Brasil, outro marco da nossa recuperação”, comenta Pia Lackman, Country Manager do Grupo Air France-KLM para Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai.

Como opções imediatas de ligação para a Europa, os Clientes poderão embarcar com a KLM para Amsterdã (KL 792, saída às 19h10) e com a Air France para Paris (AF 459, saída às 18h55) a partir de São Paulo. Ao desembarcarem nos hubs das companhias, os Clientes também podem seguir viagem em conexões para todos os continentes.

Os bilhetes para Santa Cruz de la Sierra podem ser adquiridos no site e no aplicativo da Companhia, nas lojas GOL nos aeroportos, pelo telefone da Central de Relacionamento (0300 115 2121) e nas agências de viagem.

GOL Premium Economy

Os Clientes que procuram mais conforto, mais milhas e mais bagagens podem optar por voar na classe GOL Premium Economy, premiada em 2020 pelo Traveller´s Choice da Trip Advisor como melhor premium economy da América Latina, que oferece diversas vantagens exclusivas: assento do meio livre, proporcionando mais conforto e privacidade; maior acúmulo de milhas no programa Smiles, para o Cliente viajar mais; bagagens gratuitas e prioritárias, com direito a levar duas malas de até 23 kg cada; compartimento exclusivo para bagagens de mão; e prioridade no check-in e no embarque – mais comodidade em todos os momentos da viagem.

A classe Premium Economy pode ser adquirida durante o processo de compra da passagem pelo site, aplicativo, site mobile, lojas, quiosques VoeGOL, central de vendas, agências de viagem ou ainda durante o check-in, em caso de disponibilidade.

Confira, abaixo, as frequências e horários para Santa Cruz de la Sierra:

GUARULHOS – SANTA CRUZ DE LA SIERRA: DE 5/05 A JULHO DE 2022

Origem Destino Frequência
Guarulhos

(GRU)

10h50 Santa Cruz de la Sierra

(VVI)

12h55 Segunda, quarta, sexta e domingo
Santa Cruz de la Sierra

(VVI)

13h55 Guarulhos

(GRU)

17h45 Segunda, quarta, sexta e domingo

GUARULHOS – SANTA CRUZ DE LA SIERRA: A PARTIR DE AGOSTO DE 2022

Origem Destino Frequência
Guarulhos

(GRU)

10h45 Santa Cruz de la Sierra

(VVI)

12h55 Segunda, quinta, sexta, sábado e domingo
Santa Cruz de la Sierra

(VVI)

13h55 Guarulhos

(GRU)

17h45 Segunda, quinta, sexta, sábado e domingo

 

 

Grupo Emirates regista perdas anuais de 1000 milhões de dólares

 

O Grupo Emirates publicou hoje o seu Relatório Anual 2021-22 que mostra uma forte recuperação em todos os seus negócios. A dnata regressa à rentabilidade, e foram relatadas melhorias significativas de receitas tanto na Emirates como na dnata à medida que o Grupo reconstruiu as suas operações de transporte aéreo e relacionadas com viagens que anteriormente eram canceladas ou reduzidas pela pandemia da COVID-19.

Para o exercício financeiro terminado a 31 de Março de 2022, o Grupo Emirates registou um prejuízo de 3,8 mil milhões de Dirhams (1,0 mil milhões de dólares) em comparação com um prejuízo de 22,1 mil milhões de Dirhams (6,0 mil milhões de dólares) no ano passado. As receitas do Grupo foram de 66,2 mil milhões de  Dirhams (18,1 mil milhões de dólares), um aumento de 86% em relação aos resultados do ano passado. O saldo de tesouraria do Grupo foi de 25,8 mil milhões de Dirhams (7,0 mil milhões de dólares), um aumento de 30% em relação ao ano passado, principalmente devido à forte procura em todas as suas divisões comerciais e mercados principais, desencadeada pelo abrandamento das restrições relacionadas com a pandemia.

Sua Alteza Xeque Ahmed bin Saeed Al Maktoum, Presidente e Chefe do Executivo da Emirates Airline and Group, refere: “Este ano, concentrámo-nos em restaurar as nossas operações de forma rápida e segura onde quer que as restrições relacionadas com a pandemia fossem atenuadas nos nossos mercados. A recuperação das empresas acelerou particularmente no segundo semestre do ano. A procura robusta dos clientes conduziu a uma enorme melhoria no nosso desempenho financeiro em comparação com as nossas perdas sem precedentes do ano passado e construímos o nosso robusto cash balance.

“A saúde e a segurança do nosso pessoal e dos nossos clientes continuaram a ser uma prioridade fundamental à medida que o mundo navegava no seu segundo ano completo da pandemia. Respondemos às condições dinâmicas do mercado com agilidade, e introduzimos produtos e serviços inovadores para satisfazer as necessidades dos nossos clientes e proporcionar-lhes a melhor experiência possível.

“2021-22 foi também um ano significativo, uma vez que os EAU assinalaram o seu 50º aniversário e acolheram o mundo na Expo 2020 Dubai, o que gerou um maior envolvimento e visitas globais aos EAU. O Grupo Emirates teve o orgulho de desempenhar o seu papel, contribuindo para o sucesso da Expo e para os eventos jubilares dos EAU”.

Em 2021-22, a Emirates recebeu uma nova injeção de capital de 3,5 mil milhões de Dirhams (954 milhões de dólares) do seu acionista final, o Governo do Dubai, e o Grupo explorou vários programas de apoio à indústria e aproveitou um alívio total de quase 0,8 mil milhões de  Dirhams em 2021-22.

À medida que a Emirates e a dnata foram aumentando as operações, os funcionários anteriormente em licença ou despedidos foram recuperados e recontratados, e foram realizados novos recrutamentos para reabastecer a reserva de talentos do Grupo e aumentar as suas capacidades futuras. Como resultado, a mão-de-obra total do Grupo aumentou em 13% para 85.219 empregados, representando mais de 160 nacionalidades diferentes.

Em 2021-22, o Grupo investiu coletivamente 7,9 mil milhões de Dirhams (2,2 mil milhões de dólares) em novas aeronaves e instalações, e nas mais recentes tecnologias para posicionar o negócio para a recuperação e crescimento futuro. Também continuou a progredir a sua estratégia ambiental centrada na redução das emissões de carbono, no consumo responsável de recursos e na conservação da vida selvagem e dos habitats. Durante o ano, o Grupo apoiou iniciativas comunitárias, humanitárias e filantrópicas nos seus vários mercados, bem como incubadoras de inovação, e outros programas que alimentam soluções futuras para o crescimento da indústria.

O Sheikh Ahmed refere: “Para o Grupo Emirates, 2021-22 tratava-se em grande parte de recuperação, após o ano mais duro da história do nosso Grupo. Não se trata apenas de restaurar a nossa capacidade, mas também de aumentar as nossas capacidades futuras à medida que nos reconstruímos. O nosso objetivo é reconstruir melhor e mais forte, para que possamos proporcionar experiências ainda melhores aos nossos clientes e oferecer mais apoio às comunidades que servimos.

“Esperamos que o Grupo regresse à rentabilidade em 2022-23, e estamos a trabalhar arduamente para atingir os nossos objetivos, ao mesmo tempo que vigiamos de perto os ventos como os elevados preços dos combustíveis, a inflação, as novas variantes da COVID-19, e a incerteza política e económica.

“Os nossos investimentos constantes em infraestruturas, tecnologia, pessoas, e parcerias, continuarão a dar-nos a capacidade e a vantagem de fornecer produtos líderes da indústria e valor aos nossos clientes. À medida que o Dubai e os EAU avançam com a sua estratégia para os próximos 50 anos e mais além, o Grupo Emirates está bem posicionado para desempenhar o seu papel, contribuindo para o crescimento económico, facilitando o envolvimento global, e tendo um impacto positivo nas pessoas e comunidades”.

Desempenho da Emirates:

A capacidade total de passageiros e carga da Emirates aumentou 47% para 36,4 mil milhões de ATKMs em 2021-22, uma vez que a companhia aérea continuou a restabelecer os serviços de passageiros em toda a sua rede, em linha com o levantamento das restrições de voo e viagens relacionadas com a pandemia.

De 120 destinos no início do ano financeiro, para o aumento das operações e do crescimento da capacidade em mais de 140 destinos até 31 de Março de 2022, a Emirates conseguiu responder dinamicamente à procura dos clientes sempre que surgiram oportunidades, graças à resiliência do seu pessoal e do seu modelo de negócio. Em Julho, a companhia aérea lançou uma nova rota para Miami, elevando o seu total de passageiros nos EUA para 12.

Para servir a forte recuperação da procura de viagens, a Emirates lançou a sua principal aeronave A380 para ainda mais cidades durante o ano, trazendo a sua rede A380 para 29 destinos a partir de 31 de Março de 2022.

Ao ajudar os viajantes a aceder a ainda mais destinos, em 2021-22, a Emirates reforçou as suas parcerias estratégicas com a Qantas e o flydubai, e expandiu as suas parcerias de interline e codeshare pela Europa, Américas, África e Ásia, incluindo com a Qantas: Aeromar, airBaltic, Airlink, Azul, Cemair, Garuda Indonesia, Gulf Air, Maldivian, South African Airways e TAP Air Portugal. A Emirates também assinou acordos e lançou iniciativas com parceiros turísticos em vários destinos para apoiar as viagens e a recuperação do turismo.

A Emirates recebeu os seus cinco últimos novos aviões A380 durante o ano financeiro, todos equipados com os seus últimos interiores de cabine, incluindo assentos Premium Economy. Também eliminou 2 aviões mais antigos, incluindo 1 Boeing 777-300ER e 1 Freighter, deixando a sua frota total contar com 262 no final de Março. A idade média da frota dos Emirados continua a ser de 8,2 anos.

A carteira de encomendas da Emirates de 197 aeronaves permanece inalterada nesta altura. A companhia aérea está firmemente empenhada na sua estratégia de longa data de operar uma frota moderna e eficiente, o que sublinha a sua promessa de marca “Fly Better”, uma vez que os aviões mais jovens são melhores para o ambiente, melhores para as operações, e melhores para os clientes.

Com o aumento significativo da utilização da capacidade na maioria dos mercados, as receitas totais da Emirates para o exercício financeiro aumentaram 91% para 59,2 mil milhões de Dirhams (16,1 mil milhões de dólares). As flutuações cambiais deste ano afetaram negativamente a rentabilidade da companhia aérea com 348 milhões de Dirhams (US$ 95 milhões).

Os custos operacionais totais aumentaram 30% em relação ao último exercício financeiro. O custo de propriedade (depreciação e amortização) e o custo do combustível foram os dois maiores componentes de custo para a companhia aérea em 2021-22, seguidos pelo custo do empregado. O combustível representou 23% dos custos operacionais em comparação com os 14% em 2020-21. A fatura de combustível da companhia aérea mais do que duplicou para 13,9 mil milhões de Dirhams (3,8 mil milhões de dólares) em comparação com o ano anterior, impulsionada por um aumento mais elevado de 66% em linha com a expansão da capacidade e um preço médio de combustível mais elevado, que foi superior em 75%.

Com a eliminação das restrições de voos e viagens relacionadas com a pandemia a nível mundial, a companhia aérea conseguiu melhorar substancialmente os seus resultados financeiros e reportou uma perda de 3,9 mil milhões de Dirhams (US$ 1,1 mil milhões) após a perda de 20,3 mil milhões de Dirhams (US$ 5,5 mil milhões) do ano passado, e uma margem de perda de 6,6%, significativamente melhorada em comparação com os 65,6% do ano passado.

A Emirates transportou 19,6 milhões de passageiros (mais 199%) em 2021-22, com a capacidade de lugares a aumentar em 150%. A companhia aérea reporta um Fator de Lugares de Passageiros de 58,6%, em comparação com o fator de lugares de passageiros do ano passado de 44,3%; e um declínio de 10% no rendimento de passageiros para 35,1 fils (9,6 cêntimos US) por quilómetro de receita de passageiro (RPKM), devido à mudança no mix de rotas, tarifas e moeda. O fator de ocupação e os resultados de rendimento não podem ser comparados com o desempenho do ano anterior, devido à situação de pandemia invulgar em curso.

A Emirates continua a investir nos seus produtos e serviços para proporcionar experiências cada vez melhores aos seus clientes. Este ano, anunciou um importante programa de reequipamento para equipar 120 dos seus aviões 777 e A380 com os seus novos assentos Premium Economy e os mais recentes interiores de cabine.

Também acelerou as iniciativas digitais para proporcionar aos clientes viagens mais suaves e seguras, desde a verificação rápida e segura dos documentos de viagem COVID-19, mais biometria e pontos de contactless no seu hub do Dubai.

A Emirates continua a liderar a indústria com iniciativas que fornecem garantias aos clientes à medida que as restrições de viagem são facilitadas e que mais pessoas fazem planos de viagem. Alargou as suas generosas renúncias de remarcação e cobertura médica gratuita COVID-19 para todos os clientes; e introduziu novas formas para os membros da Emirates Skywards ganharem milhas, ao mesmo tempo que alargava a expiração de milhas e o estatuto de escalão.

Neste segundo ano pandémico, a Emirates SkyCargo voltou a ter um desempenho assinalável e contribuiu para 40% das receitas totais de transporte da companhia aérea através da sua capacidade de responder rapidamente à mudança dos padrões de procura num mercado global distorcido.

A Emirates SkyCargo manteve a sua vantagem na indústria global do transporte aéreo de mercadorias, concentrando os seus clientes, trazendo soluções inovadoras para o mercado, e alavancando a sua frota e capacidades de rede.

Reconstruindo a sua rede e capacidade, a divisão de carga implantou inteligentemente a sua frota de carga e a sua capacidade de porão, para satisfazer as necessidades dos clientes. Em 30 de Junho de 2021, tinha restaurado os serviços para mais de 90% da sua rede pré-pandémica.

Durante o ano, a Emirates SkyCargo continuou a desempenhar um papel importante na obtenção de vacinas COVID-19 e outros produtos médicos para as comunidades de todo o mundo, e a manter as vias comerciais abertas para o fornecimento de alimentos, comércio eletrónico e outros bens essenciais. Em Junho de 2021, investiu para aumentar a sua infraestrutura da cadeia farmacêutica no Dubai e, em Março de 2022, a Emirates SkyCargo tinha transportado mil milhões de doses de vacinas COVID-19.

No Dubai Airshow 2021, a Emirates anunciou um investimento de mil milhões de dólares para adquirir 2 novos aviões de carga Boeing 777 e converter 4 aviões 777-300ER existentes aeronaves de carga.

Com uma procura constante e forte de carga aérea ao longo do ano, a divisão de carga da Emirates comunicou um novo recorde de receitas de 21,7 mil milhões de Dirhams (5,9 mil milhões de dólares), um aumento de 27% em relação ao ano passado.

O rendimento por Freight Tonne Kilometre (FTKM) diminuiu em 3% à medida que mais capacidade de carga regressava ao mercado global, mas geralmente permaneceu em níveis elevados em comparação com o mercado pandémico devido à forte procura constante.

A tonelagem transportada aumentou 14%, atingindo 2,1 milhões de toneladas, devido ao crescimento da capacidade de carga disponível durante todo o ano, com o restabelecimento de mais serviços de passageiros. No final de 2021-22, a frota total de cargueiros SkyCargo dos Emirados era de 10 Boeing 777Fs.

A carteira de hotéis da Emirates duplicou as receitas em relação ao ano passado para 602 milhões de Dirhams (164 milhões de dólares), ao reabrir mais instalações para servir o aumento do tráfego turístico e a recuperação gradual da indústria de reuniões e conferências.

Durante o ano, a Emirates reestruturou e prolongou com sucesso vários arrendamentos de aeronaves. O apoio dos arrendadores e parceiros financeiros da aviação durante estes tempos difíceis reflete a confiança da comunidade financeira no modelo empresarial da Emirates, e as suas perspetivas a médio e longo prazo.

Para além do financiamento de 9,7 mil milhões de Dirhams (2,6 mil milhões de dólares) que foi angariado para aeronaves e para fins corporativos em 2021-22, a Emirates já recebeu ofertas comprometidas para financiar duas entregas de aeronaves com vencimento em 2022-23.

A Emirates fechou o exercício financeiro com sólidos ativos em numerário de 20,9 mil milhões de Dirhams (5,7 mil milhões de dólares), 38% mais elevados em comparação com 31 de Março de 2021.

A recuperação da pandemia foi sentida em todos os negócios dnata, e em 2021-22 a dnata voltou a ser rentável com um lucro de 110 milhões de Dirhams (30 milhões de dólares).

Com a crescente actividade de voos e viagens em todo o mundo, as receitas totais da dnata aumentaram 54% para 8,6 mil milhões de Dirhams (2,3 mil milhões de dólares). O negócio internacional da dnata é responsável por 62% das suas receitas.

A dnata continuou a lançar as bases para o crescimento futuro, com investimentos em 2021-22 no valor de 370 milhões de Dirhams (101 milhões de dólares).

Durante o ano, a dnata investiu significativamente nas suas capacidades de movimentação de carga. Expandiu as instalações existentes em Sydney, Austrália; abriu um centro de carga de última geração no aeroporto londrino de Heathrow; e anunciou um centro de carga totalmente automatizado a ser construído na “dnata Cargo City” no aeroporto de Schiphol em Amesterdão.

Também introduziu um sistema avançado “OneCargo” que digitaliza e automatiza funções comerciais e operacionais nas suas operações de carga no Iraque, com planos para implantar o sistema em toda a sua rede global de carga. As receitas da divisão Travel Services da dnata aumentaram significativamente em 434% para 694 milhões de Dirhams (189 milhões de dólares). O valor total das transacções (TTV) de serviços de viagens vendidas aumentou 912% para 2,3 mil milhões de Dirhams (632 milhões de dólares), uma inversão dramática em relação ao ano passado. Estes aumentos reflectem a situação anormal do ano passado em que a empresa registou níveis elevados de cancelamentos de reservas relacionados com a COVID-19.

Durante o ano, a dnata introduziu vários novos produtos e serviços nos EAU, capitalizando os seus conhecimentos de mercado, as fronteiras abertas do Dubai para viagens internacionais, o acolhimento da Expo 2020 pela cidade, bem como outras grandes conferências e eventos desportivos.

Para os seus clientes de viagens empresariais, a dnata estabeleceu uma parceria com a ExpensePoint para oferecer uma solução avançada de relatórios de despesas; renovou uma parceria com um dos maiores especialistas mundiais em recuperação de IVA que trará oportunidades adicionais de poupança para reclamações de viagens de serviço; e implementou soluções híbridas de reuniões e eventos para fornecer aos clientes uma alternativa sustentável ao acolhimento de compromissos empresariais durante o confinamento.

No Reino Unido, a marca Travel Republic da dnata introduziu uma nova “Conta Fiduciária Segura” para clientes de férias que garante reembolsos rápidos aos clientes que tenham de

cancelar as suas férias organizadas com inclusão de voos, uma vez que os fundos são mantidos em segurança numa conta separada.

A dnata também lançou este ano a sua marca Gold Medal no Reino da Arábia Saudita, oferecendo a sua extensa carteira de produtos de viagem a agentes de viagens independentes.

O Relatório Anual completo 2021-22 do Grupo Emirates – que inclui Emirates, dnata e as suas subsidiárias – está disponível em: www.theemiratesgroup.com/annualreport

Ryanair anunciou prejuízo de 355 milhões de euros

 

A Ryanair anunciou, esta segunda-feira, um prejuízo de 355 milhões de euros no último ano fiscal (até 31 de março), quando no mesmo período de 2021 registou perdas de 815 milhões de euros.

A companhia indicou que o volume de negócios aumentou 193%, para 1,64 mil milhões de euros, enquanto a tarifa aérea média caiu 27%, para 27 euros, devido à pandemia e à guerra na Ucrânia.

Por outro lado, a Ryanair ressalva que registou uma “forte recuperação” no tráfego de passageiros, de 27,5 milhões de utilizadores em 2021 para 97,1 milhões em 2022.

Apesar da recuperação a companhia indica que se encontrava 35% abaixo dos níveis pré-pandémicos.

ITA Airways becomes first Italian A350 operator

 

ITA Airways, Italy’s new national carrier, has taken delivery of its first A350, becoming the 40th operator of the type. The aircraft, which is on lease from ALAFCO, landed for the first time in Italy at Rome Fiumicino Leonardo da Vinci International Airport on Wednesday evening.

ITA Airways’ A350 cabin is configured in a two-class layout, with 334 seats comprising 33 full lie-flat bed Business and 301 Economy seats.

ITA Airways’ A350 will start operations early June 2022 to serve the new intercontinental routes that the company will open in the summer season from Rome Fiumicino to Los Angeles, Buenos Aires and Sao Paulo.

In December 2021, the Italian carrier firmed up an order for 28 Airbus, including 18 Single Aisle (seven A220s, 11 A320neos) and 10 A330neos, the latest version of the most popular A330 widebody airliner. Moreover, ITA Airways already leased more than 50 additional new generation Airbus aircraft, six of which are A350s, to complement their fleet modernisation.

The Airbus A350’s clean-sheet design features state-of-the-art aerodynamics, fuselage and wings made of advanced materials, plus the most fuel-efficient Rolls-Royce
Trent XWB engines. Together, these latest technologies translate into unrivalled levels of operational efficiency and sustainability for ITA Airways, with a 25% reduction in fuel-burn and CO2 emissions compared to previous generation aircraft.

Pilotos da TAP rejeitam proposta que consideram “ofensa à dignidade coletiva”

 

Os pilotos rejeitaram a proposta da TAP, que previa a suspensão imediata do corte adicional de 20% nas remunerações em contrapartida da flexibilização de folgas, considerando-a uma “ofensa à dignidade coletiva”, adiantou o SPAC.

“O número de folgas após voos de longo curso está regulamentado por uma fórmula que resulta de estudos científicos sobre estes efeitos nefastos, considerando os pilotos que esta redução compromete a longo prazo a segurança de voo, quando prolongada no tempo”, apontou, em comunicado, o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC).

A estrutural sindical precisou que a proposta prevê a redução do número mínimo de folgas mensais para nove dias, nos meses de maior operação, quando as congéneres europeias, “com ‘rankings’ piores em segurança, apresentam entre 11 e 13 dias de folga, com mínimos mensais”.

Em simultâneo, os pilotos “ilegalmente despedidos e readmitidos por ordem judicial” permanecem sem trabalho atribuído.

“Desta clara contradição, e pela ofensa à dignidade coletiva, os pilotos rejeitaram, por quase unanimidade, a proposta e não pretendem realizar trabalho em dias de folga ou férias enquanto a TAP mantiver as contradições existentes”, referiu.

No total, 98,87% dos quase 900 pilotos que participaram na assembleia da empresa, que se realizou hoje em Lisboa, chumbaram a proposta.

O sindicato disse ainda ter apresentado à administração da TAP propostas com “soluções objetivas”, embora nenhuma tenha sido “tida em consideração”.

A TAP propôs esta semana aos pilotos a suspensão imediata do corte adicional de 20% que têm nas remunerações, de 45% para 25%, tendo como contrapartida a flexibilização de folgas nos meses de pico de operação.

De acordo com a proposta de negociação apresentada ao SPAC, a que a Lusa teve acesso, a administração da TAP propõe a “suspensão imediata” do corte adicional (20% à data) em todas as parcelas sujeitas a esse corte, passando assim os pilotos a ter a mesma redução dos restantes trabalhadores da companhia (com vencimentos acima de 1.330 euros), que foi negociada no âmbito do processo de reestruturação acordado com Bruxelas.

Segundo a proposta, o trabalho extraordinário a partir de junho também terá um corte de 25%, contra a redução em vigor de 45%, e o tempo de trabalho em dias de folga ou de férias terá uma majoração de 25%.

Além disso, o acordo proposto prevê o pagamento integral do subsídio complementar de refeições em serviço (designado subsídio de aterragem) e a “regularização do pagamento indevido das aterragens desde o início do Acordo Temporário de Emergência, que será feito de forma parcelada em 12 vezes a partir de junho”.

Em contrapartida, é proposta a retirada de um dia de folga ao resultante da fórmula de esforço, quando este for igual ou superior a quatro, bem como a redução de um dia de folga planeada em cada mês de pico de operação (junho, julho, agosto e dezembro), sendo que “qualquer dia de folga retirado neste contexto será devolvido nos restantes meses (não pico de operação) e até março do ano seguinte”.

Esta revisão não altera, no entanto, “o número mínimo de folgas anual de 130 folgas por piloto”.

Em caso de alguma irregularidade operacional, que impossibilite a realização de voos, a TAP quer ter a possibilidade de atribuição de outro serviço de voo que se compreenda na duração do serviço ou rotação inicialmente planeado.

Entre as medidas de flexibilização estão ainda alterações nos serviços de assistências/reservas e a supressão de limitação do planeamento de trabalho extra ‘plafond’.

A Lusa questionou a TAP sobre o acordo proposto aos pilotos, que não fez comentários.

United já voa entre Nova Iorque e Ponta Delgada

Faltavam 18 minutos para s 9h00 quando aterrava no Aeroporto João Paulo II, em Ponta Delgada, o voo UA216 da United Airlines operado pelo B737 MAX8 com a matrícula N77259.

O Spotter Daniel Oliveirinha capturou através da sua objetiva a chegada da aeronave.

A companhia área norte-americana vai passar a ligar diariamente as duas cidades até final de setembro de 2022, equipamento Boeing B737 MAX 8.

A United Airlines destacou que vai oferecer o maior número de voos entre os Estados Unidos e Portugal em comparação com qualquer companhia aérea norte-americana”, assinala a empresa.

Os voos serão assistidos pelos serviços de Handling da SATA.

TAP homenageia os agentes de viagens parceiros da companhia

 

A TAP voltou a homenagear os Agentes de Viagens que mais vendem bilhetes da Companhia nos principais mercados em que esta opera, retomando o evento de entrega dos TAP Awards, que esteve suspenso durante a pandemia.

A cerimónia de entrega dos TAP Awards decorreu ontem na Quinta da Pimenteira, em Lisboa, e contou com convidados representantes do sector de Viagens e Turismo de Portugal, Brasil, Estados Unidos da América e principais mercados da Europa.

Durante o evento, presidido pela CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, foi feita a entrega dos prémios TAP Awards aos Agentes de Viagens que mais se distinguiram no ano passado pelo volume de vendas efetuado, sublinhando-se assim o reconhecimento da companhia aérea pela importância dos seus parceiros privilegiados de negócio para o desenvolvimento da atividade e dinamização da indústria de viagens e turismo e contributo que dão para a consolidação das vendas e sustentabilidade da transportadora.

Transavia celebra 15 anos

 

Quinze anos após o seu primeiro voo (de sempre) ter aterrado no Porto a 12 de Maio de 2007, Portugal continua a ser um mercado-chave para a Transavia France – sendo a primeira transportadora aérea de/para França, com 31% da oferta global entre esses dois mercados. Com um histórico de 9 milhões de lugares vendidos e 64.000 voos operados entre os dois países na última década, esta história de sucesso prossegue este Verão com 24 rotas, 4 das quais novas, incluindo 3 para os Açores, e um forte aumento de frequências. Com tarifas a partir de 21 euros (apenas ida), a companhia low-cost do Grupo Air France-KLM passa assim a oferecer 1,5 milhões de lugares em Portugal esta época estival, um aumento de 23% face a período homólogo (pré-pandemia) de 2019.

A história de sucesso da Transavia France começou a 12 de Maio de 2007 com um voo inaugural operado entre Paris-Orly e Porto. Uma década e meia depois, Portugal é e continua a ser um mercado emblemático e histórico para a companhia aérea e, além disso, um símbolo da confiança de todos os nossos clientes de lazer e negócios. Após um período longo e disruptivo, a abertura de quatro novas rotas e o forte aumento de frequências no mercado para um total de 1,5 milhões de lugares propostos este Verão, um aumento de 23% face ao período homólogo de 2019, é o melhor prova do nosso compromisso de longo prazo com este mercado histórico, resiliente e estratégico para as nossas operações globais.”, afirmou Nicolas Hénin, Chief Chief Commercial Officer of Transavia France.

Francisco Pita, Chief Commercial Officer at ANA Aeroportos de Portugal, acrescentou: “A ANA e a VINCI Airports congratulam o aniversário e o sucesso da Transavia France em Portugal. Celebrar este marco no Aeroporto do Porto torna esta ocasião ainda mais especial, já que foi este o primeiro destino da Transavia France na rede VINCI Airports. E os feitos têm vindo a somar-se. Nos últimos 15 anos, a Transavia, um importante  parceiro da VINCI Airports na Europa, tem vindo a crescer de forma consistente até se tornar a 4ª maior companhia aérea a operar em Portugal, com de 20 milhões de passageiros transportados. Este verão estará presente pela primeira vez nos 5 principais aeroportos em Portugal: depois de Lisboa, Porto, Faro, Madeira, a Transavia adicionou Ponta Delgada. Estes resultados expressam o elevado nível de envolvimento da ANA|VINCI Airports no desenvolvimento de rotas, num esforço coordenado com as companhias aéreas e parceiros e o forte compromisso que a ANA|VINCI Airports assumem para assegurar o desenvolvimento sustentável das nossas infraestruturas, serviços e comunidades envolventes“.

A Transavia iniciou recentemente 3 das suas 4 novas rotas para o Verão 2022 no mercado português (27 de março), Porto – Ponta Delgada (doméstico), Paris – Ponta Delgada (via Porto) e Porto – Brest, que foram complementadas a 24 de abril pela inauguração do serviço Amesterdão-Schiphol – Ponta Delgada. A companhia também vai iniciar uma rota direta Paris – Ponta Delgada em julho. E além destas aberturas sazonais, a filial low-cost do grupo Air France-KLM prossegue a sua expansão no mercado também em frequências – nomeadamente, ao adicionar 10 frequências em Paris – Faro, 5 em Paris – Funchal ou 8 em Paris – Porto.

OMNI vai abrir curso de Tripulantes de Cabine em Braga

 

O OMNI Aviation Training Center resolveu em 2020 arriscar tudo e fazer um curso inovador no Norte do país, tendo sido Braga a cidade escolhida para o efeito.

A parceria com a Universidade Católica permitiu ter as instalações ideais e uma localização mais do que privilegiada. Infelizmente, tal como muitos sectores, a pandemia veio interromper bruscamente o projecto.

Com o levantar das restrições o OMNI Aviation Training Center prepara-se para retomar o curso de Tripulantes de Cabine a norte do país.

O OATC indica que já formou até hoje cerca de 3000 Tripulantes de Cabine, dos quais 88% se encontram a voar ao serviço das diversas Companhias Aéreas Mundiais.

Poderá saber mais informações AQUI

 

Play Airlines inicia esta sexta-feira os voos entre Reiquiavique e Lisboa

 

A Play Airlines, companhia aérea de baixo custo, inicia esta sexta-feira, 13 de maio, a sua nova operação entre entre Reiquiavique e Lisboa.

A nova rota para Portugal faz parte do plano de novas rotas europeias anunciadas para o verão entre elas: Bolonha (Itália), Praga (República Checa) e Estugarda (Alemanha).

A titulo de curiosidade a Play Airlines é o renascimento da WOW, com outro nome e com uma plano firme de negócio e objectivos sólidos.

A companhia aérea opera A321neo e segundo o seu novo CEO, Arnar Már Magnusson, este é um bom modelo para os destinos iniciais e com uma boa eficiência de combustível.

Liderado por Arnar Már Magnusson, o CEO foi funcionário da WOW air, e a equipa de gestão da PLAY é composta por profissionais experientes em aviação. Incluídos na equipa estão Þóroddur Ari, co-proprietário, e Sveinn Ingi, que será CFO.

ITA Airways torna-se na primeira operadora italiana de Airbus A350

A ITA Airways, nova transportadora nacional da Itália, recebeu o seu primeiro A350, tornando-se a 40ª operadora do tipo. A aeronave, que está alugada pela ALAFCO, aterrou pela primeira vez em Itália no Aeroporto Internacional de Roma Fiumicino Leonardo da Vinci na noite desta quarta-feira.

A cabine do A350 da ITA Airways está configurada com um layout de duas classes, com 334 assentos, incluindo 33 poltronas executivas e 301 poltronas económicas.

O A350 da ITA Airways começará a operar no início de junho de 2022 para servir as novas rotas intercontinentais que a empresa abrirá na temporada de verão de Roma Fiumicino a Los Angeles, Buenos Aires e São Paulo.

Em dezembro de 2021, a transportadora italiana firmou um pedido de 28 Airbus, incluindo 18 Single Aisle (sete A220s, 11 A320neos) e 10 A330neos, a versão mais recente do avião widebody A330 mais popular.

Além disso, a ITA Airways já alugou mais de 50 aeronaves Airbus de nova geração adicionais, seis das quais A350, para complementar a modernização da sua frota.

O design clean do Airbus A350 apresenta aerodinâmica de última geração, fuselagem e asas feitas de materiais avançados, além do Rolls-Royce mais eficiente em termos de combustível Motores Trent XWB. Juntas, essas tecnologias mais recentes traduzem-se em níveis incomparáveis ​​de eficiência operacional e sustentabilidade para a ITA Airways, com uma redução de 25% na queima de combustível e nas emissões de CO2 em comparação com as aeronaves da geração anterior.

Acidente com A319 da Tibet Airlines (com vídeos)

 

Esta madrugada, um Airbus A319 da Tibet Airlines, com a matrícula B-6425, saiu da pista durante a descolagem.

Nos vídeos que estão a circular nas redes sociais é possível ver a aeronave sem os trens de aterragem e os motores, tendo depois pegado fogo, no lado esquerdo da aeronave.

O acidente ocorreu quando a aeronave estava a preparava-se para realizar o voo TV9833 entre os aeroportos chineses de Chongqing Jiangbei e Nyingchi Mainling.

Das informações disponíveis a bordo seguiam 113 passageiros e 9 tripulantes, tendo cerca de 40 pessoas levadas ao hospital com queimaduras leves.

Vídeos:

Regresso de tripulantes na TAP implica indemnizações e entrada direta nos quadros

 

O Jornal Público revela que o regresso dos mais de 250 tripulantes se deve a “decisões em tribunal” que condenaram a TAP sobre a “caducidade dos contratos”.

De referir que entre 2019 e 2021, a TAP reduziu o número de trabalhadores em 21%, um valor significativo quando pretendeu retomar a sua atividade normal fora da pandemia. Agora, a companhia aérea nacional está a contratar os 254 ex-trabalhadores a prazo que despediu neste período e a integrá-los nos quadros da empresa.

Neste sentido os tripulantes de cabine têm ainda direito a receber indemnizações pela não renovação de contratos e à antiguidade.

O presidente do Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil esclareceu à publicação que o regresso dos mais de 250 tripulantes se deve a “decisões em tribunal” que condenaram a TAP sobre a “caducidade dos contratos”. Para Ricardo Penarroias, a reintegração está a “colmatar um défice efetivo de tripulantes” quando o sector está a verificar a retoma.

O “Público” adianta que doze tripulantes foram reintegrados por ordem do tribunal, 150 associados do sindicato reentraram nos quadros por acordo com a TAP e tiveram de desistir do processo contra a empresa sobre a caducidade dos contratos e outros 50 também terão sido integrados por acordo com a companhia aérea de bandeira. Todos estes tripulantes têm entrada direta nos quadros e direito a indemnização, sendo que os 30 que não colocaram a empresa em tribunal são apenas reintegrados nos quadros sem direito a indemnização mas com antiguidade a contar a partir deste ano.

Vueling vai voar entre Barcelona e a ilha do Sal no verão

 

A Vueling vai começar a voar entre Barcelona e a ilha cabo-verdiana do Sal a partir do dia 25 de junho.

Esta operação será sazonal e vai com contar com um voo semana, aos sábados, até 10 de setembro.

Além da Vueling, a Transavia iniciou, em dezembro, uma operação entre Paris e o Sal que decorreu até abril e que foi acompanhada por uma segunda rota para a ilha da Boavista, a segunda ilha cabo-verdiana mais procurada para o turismo.

As novas rotas surgem depois do Governo de Cabo Verde ter apresentado o seu programa, no qual está incluído o objetivo de atingir 1,2 milhões de turistas até 2026 e que prevê ainda compensações para os operadores aéreos ‘low cost’, de forma a garantir a retoma do turismo após a pandemia.

Aviator signs a new contract with an Icelandic low-cost carrier PLAY

 

Aviator Airport Alliance, a full-range provider of aviation services at 15 airports across the Nordics and a family member of Avia Solutions Group, leaders in end-to-end capacity solutions for passenger and cargo airlines worldwide, has signed a new contract with PLAY, an Icelandic low-cost carrier.

Under the new partnership, Aviator Airport Alliance will provide PLAY with ground handling and de-icing services at 2 stations in Norway – Stavanger and Trondheim airports. With the newly signed contract, the companies are embarking on a two-year-long partnership.

While the cooperation in Norway is brand new, PLAY is already an existing client for Aviator at Copenhagen airport.

Peter Stackeryd, Commercial Director of Aviator Norway, commented: “This is a truly exciting development. We are delighted to add Fly Play to the list of our trusted partners. As this is not the first time the airline chooses to work with Aviator, we see this partnership as an acknowledgement of our service quality and industry expertise.”

Nadine Guðrún Yaghi, the director of communications at PLAY, commented: “Choosing the right partners is never an easy task, yet by entrusting our ground support to the competent team of Aviator, we can rest assured that everything will go according to plan. We are glad to be working with Aviator and trust that the company is a good match to our high standards and requirements as an airline.”

TAP estuda mudança para instalações alugadas para evitar obras de 50 milhões de euros

 

A Lusa noticiou hoje, que a TAP está a equacionar uma mudança para instalações alugadas, depois de uma vistoria aos edifícios da companhia ter concluído que precisam de obras estruturais que podem chegar aos 50 milhões de euros, disse a Comissão de Trabalhadores (CT).

Num comunicado interno, a que a Lusa teve acesso, a estrutura deu conta de uma reunião com a presidente executiva (CEO) da TAP, Christine Ourmières-Widener, no final de abril, em que lhe foi comunicado que “se está de novo a ponderar mudar os trabalhadores daquilo que é designado por sede de instalações”, sendo que “já se anda à procura de um edifício suficientemente grande para albergar mil e duzentas pessoas, que esteja situado num raio de cinco/seis quilómetros do aeroporto”, indicou.

De acordo com a CT, “a razão apontada é uma razão de segurança”, tendo em conta que “foi feita uma vistoria aos edifícios e chegou-se à conclusão de que estão muito frágeis e a precisar de obras estruturais que se não forem feitas podem pôr em causa a integridade física de quem lá trabalha”.

A estrutura referiu ainda que “estas obras rondam os 40/50ME [milhões de euros]” e que “segundo a administração fica então mais económico arrendar um edifício, uma vez que daqui a três ou quatro anos vai tudo mudar para Alcochete (novo aeroporto), além de que se poupam cerca de dois ME em parqueamento do pessoal de bordo, que passaria a estacionar no reduto”.

De acordo com a CT, foram apontadas “algumas questões como seja o estacionamento para os trabalhadores deslocados”, sendo que, segundo a estrutura, foi-lhe dito “que não era um assunto assim tão importante e que não vai haver estacionamento para todos”.

A CT alertou que “muitos trabalhadores optaram por morar fora de Lisboa, precisamente por trabalharem no aeroporto e terem estacionamento gratuito, além de que mesmo morando dentro de Lisboa a viagem de carro é muito mais rápida do que a viagem em transportes públicos”.

“Referimos também a questão do refeitório, foi-nos dito que teria de ser dada uma compensação aos trabalhadores caso não exista um sítio onde os mesmos possam tomar a sua refeição dentro dos moldes agora praticados”, indicou a CT, que disse, na reunião, que “esta não seria uma boa mudança uma vez que se está a separar trabalhadores, e a retirar regalias”.

A CT abordou ainda “possíveis ajustes” devido “ao aumento do vencimento mínimo, ao aumento do custo de vida e ao aumento da inflação”, mas foi-lhe dito que “não estão no horizonte, nem constam do Orçamento para 2022”.

“Também explicámos como surgiu o Fundo Social, uma vez que nos chegou a informação de que os empréstimos estão a ser negados a quem deles precisa”, tendo a CEO dito que “se o dinheiro é dos trabalhadores então deve ser usado pelos trabalhadores”.

“Relativamente à situação económico-financeira da empresa está a melhorar”, afirmam, citando a CEO, sendo que “as perspetivas para o verão são boas”, mas “o preço do petróleo pode impactar os resultados, por isso foi contratado um ‘trader’ para negociar o preço do combustível”, referiu a CT.

Segundo a CT, “a renegociação” dos AE (Acordos de Empresa) já começou, com o SPAC (Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil), como previsto, no entanto, acrescentam, que lhes foi dito que “a mesma terá de ser dividida em duas fases, antes e depois do verão, para não comprometer a operação de verão”, destacou.

Na mesma nota, a CT referiu que serão “contratados duzentos e sessenta tripulantes de cabine, em que duzentos são trabalhadores aos quais a TAP não renovou os contratos e que contestaram essa não renovação em tribunal”.

Cancelamentos BA: nova base em Madrid e voos operados pela Finnair

 

De acordo com os dados disponíveis, a British Airways já cancelou mais voos do que qualquer outra companhia aérea na Europa durante os primeiros 10 dias de maio.

Esta situação surge devido à falta de pessoal do setor de aviação e ao aumento da procura por parte dos passageiros.

A British Airways está neste momento a trabalhar em várias frentes por forma a encontrar soluções para a situação que está a viver.

Numa tentativa de limitar a interrupção, a British Airways deve estabelecer uma nova base de curta distância em Madrid e contratar funcionários localmente. Essa base será responsável por operar voos para entre Madrid e Londres.

A Finnair (que tem capacidade extra devido à proibição do espaço aéreo na Rússia) também virá em socorro da British Airways este mês, assinando um acordo que fará com que as aeronaves e tripulação da Finnair com sede em Londres operem vários voos em nome da BA, através de um acordo de ‘wet-lease’.

SATA vai operar avião cargueiro e receber nova aeronave de passageiros

Berta Cabral, secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas anunciou, hoje durante um plenário da Assembleia Legislativa Regional, que a SATA vai converter uma das aeronaves mais antigas em cargueiro e que em 2023, a companhia vai receber uma nova aeronave para transporte de passageiros.

“Quanto ao transporte de carga aérea, está a ser analisada a solução que me parece a mais plausível após todas as diligências da SATA: a transformação de uma das aeronaves em cargueiro, no fim do verão de 2022. É preciso valorizar o nosso peixe. É preciso valorizar os nossos produtos frescos”

“Temos o verão ‘IATA’ com sete aeronaves. No inverno, uma das mais antigas passa a cargueiro. Em 2023, uma nova aeronave entra ao serviço da SATA, em ‘leasing’”.

Dadas as declarações em que é referida a idade da aeronave, a conversão deverá acontecer numa das aeronaves Dash Q200, uma vez que têm em média 25 anos.

Itália quer privatizar ITA Airways até ao final de junho

 

De acordo com a Reuters, o Governo italiano pretende privatizar a companhia aérea estatal italiana, ITA Airways, começou a voar em outubro para substituir a falida Alitalia.

De acordo com as informações, o Governo quer privatizá-la até ao final de junho, mas manter uma posição minoritária.

O prazo para ofertas termina a 23 de maio, disse, esta terça-feira, o ministro da Economia, Daniele Franco, indicando ainda que existem já três possíveis ofertas em cima da mesa. As empresas em causa já tiveram acesso aos dados financeiros da companhia aérea.

As empresas são o grupo de transporte MSC, em conjunto com a alemã Lufthansa, a norte-americana Certares, ao lado da companhia aérea Delta e, por fim, a Air France, em conjunto com a Indigo Partners.

Para o governo italiano um fator chave é o facto de a empresa ser detida em, pelo menos, 51% por um europeu.

A ITA começou a voar em outubro, depois de substituir a transportadora italiana Alitalia, de 75 anos, que chegou ao fim após anos de perdas e tentativas fracassadas de resgate.

Ministro indica que Plano de reestruturação da TAP prevê prejuízo de 54ME este ano

 

O ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos, afirmou hoje que o plano de reestruturação da TAP prevê um prejuízo de 54 milhões de euros este ano e atingir lucro em 2025.

Pedro Nuno Santos está a ser ouvido na comissão parlamentar conjunta de Orçamento e Finanças e Economia, Obras Públicas, Planeamento e Habitação, no âmbito da apreciação, na especialidade, do Orçamento do Estado para 2022 (OE2022).Em resposta ao deputado social-democrata Paulo Rios de Oliveira, o ministro afirmou que “o que está previsto é que haja um prejuízo em 2022 de 54 milhões de euros”.

Este número “é o que está previsto no plano de reestruturação, podemos ter melhor, espero que tenhamos melhor ainda, não pior”, prosseguiu Pedro Nuno Santos.

“Está previsto 54 milhões de euros, tal como está previsto em 2023 a TAP atingir o equilíbrio operacional e em 2025 ter lucro”, rematou o ministro das Infraestruturas e Habitação.

O ministro das Infraestruturas e Habitação afirmou hoje que as receitas da TAP estão “a subir em linha, mas um bocadinho acima da globalidade do setor”, o que indica que “não está mal” quando comparada com os concorrentes.

Pedro Nuno Santos está a ser ouvido na comissão parlamentar conjunta de Orçamento e Finanças e Economia, Obras Públicas, Planeamento e Habitação, no âmbito da apreciação, na especialidade, do Orçamento do Estado para 2022 (OE2022).

“As receitas da TAP estão a subir em linha, mas bocadinho acima da globalidade do setor”, disse o ministro.

Ou seja, “quer dizer que a TAP não está mal do ponto de vista de receitas quando comparada com os seus concorrentes”, acrescentou Pedro Nuno Santos.

Durante a sua audição, o governante salientou que a Portugália “é um dos instrumentos mais importantes na estratégia de recuperação da TAP”, salientando que o trabalho desta empresa é de “`feeder`, alimentador da TAP”.

INDRA digitaliza centro de controlo de tráfego aéreo oceânico de cabo Verde para maximizar eficiência e níveis de segurança

 

A Indra vai digitalizar o centro de controlo de tráfego aéreo oceânico na Ilha do Sal e as torres de controlo em Santiago, Boa Vista, São Vicente e Sal com a sua tecnologia de ponta para levar o desempenho e a segurança da gestão do tráfego aéreo ao seu mais alto nível. Este ambicioso objetivo fez deste projeto um dos mais importantes para o futuro da navegação aérea na África Ocidental, uma vez que Cabo Verde é responsável pelo serviço de navegação aérea de um espaço aéreo oceânico chave para toda a região.

O centro de controlo oceânico do Sal é responsável pela coordenação dos voos que chegam e partem de Cabo Verde e dos voos que passam pela sua Região de Informação de Voo em rotas que ligam a África Ocidental e a Europa com o continente Americano.

A tecnologia de ponta da Indra inclui um dos sistemas de automação mais avançados do mercado e os seus sistemas de comunicação de controlo digital de voz sobre IP de última geração, bem como um simulador para aumentar a formação de controladores de tráfego aéreo. Incorporará também a rede de sensores existente, proporcionando uma visão altamente precisa do tráfego aéreo.

Esta solução dará à ASA (Aeroportos e Segurança Aérea) a capacidade de aumentar a sua interoperabilidade e melhorar a segurança e eficiência com a flexibilidade necessária de uma forma dinâmica, adaptando-se a diferentes situações operacionais, contribuindo sempre para o cumprimento da regulamentação presente e futura.

Este projeto faz parte dos esforços da ASA para modernizar a gestão do tráfego aéreo do país e consolidar a sua posição como fornecedor de serviços de navegação aérea altamente fiáveis para voos domésticos e internacionais, assim como para rotas intercontinentais. Esta tecnologia aumentará também a capacidade de gerir mais tráfego e de receber um maior número de turistas, permitindo que o turismo e a economia da ilha prosperem.

Enrique Castillo, diretor de ATM na Indra, afirmou: “Estamos muito orgulhosos de trabalhar com a ASA para fornecer a Cabo Verde tecnologias de ponta para gerir o tráfego aéreo com o mais alto nível de segurança. A Indra trabalha em Cabo Verde há quase duas décadas, fornecendo soluções de gestão de tráfego aéreo, tais como automação, sistemas de informação aeronáutica, ajudas à navegação e vigilância”.

O contrato reforçará a posição da Indra como um dos principais fornecedores de sistemas de tráfego aéreo do continente africano. Para além de realizar projetos importantes em Marrocos, Argélia, Tunísia, Gana, Quénia, Uganda e Ruanda, entre outros, a Indra também mantém uma relação próxima com a ASECNA (Agência para a Segurança da Navegação Aérea em África e Madagáscar). A empresa levou a cabo projetos em 49 países africanos, contribuindo para a modernização de algumas das infraestruturas-chave para o desenvolvimento da região. A Indra é um dos principais fornecedores de sistemas de gestão de tráfego aéreo, com mais de 5.700 instalações implementadas em 190 países. A empresa de tecnologia está na vanguarda da introdução de tecnologias de ponta e da transformação digital do setor. A Eurocontrol, a agência de navegação aérea líder na Europa, escolheu a Indra para digitalizar totalmente, com tecnologias de ponta que vão desde a inteligência artificial e computação em nuvem até à virtualização, o Integrated Network Manager (iNM), um sistema-chave único para coordenar o tráfego aéreo entre 41 estados e 68 grandes centros de controlo. A Indra foi também uma das primeiras empresas do mundo a implementar torres de controlo virtual remotas e a desenvolver soluções baseadas em inteligência artificial, big data, virtualização de sistemas, comunicações IP totalmente digitalizadas e radares 3D construídos para resistir às interferências das turbinas eólicas.

KLM escolhe Porto e Edmonton (Canadá) para desafio global de voos mais sustentáveis

 

A KLM anunciou que dois voos muito especiais da companhia descolaram do Aeroporto Schiphol em Amesterdão este sábado, 7 de maio.

Os voos KL1713 para o Porto – cidade escolhida entre todos os destinos no médio-curso a partir de Amesterdão – e KL0675 para Edmonton, Canadá, foram submetidos à maior variedade possível de medidas de sustentabilidade. Iniciado por colaboradores da KLM, o Sustainable Flight Challenge conta com 16 membros da SkyTeam Airline Alliance a competir com o objetivo de todos partilharem as suas aprendizagens e experiências no âmbito da sustentabilidade, acelerando assim o caminho para uma maior sustentabilidade em todo o setor da aviação.

Em 2019, a KLM estendeu a mão da cooperação ao setor com a sua campanha “Fly Responsibly”, convidando outras companhias a partilharem as suas melhores práticas para tornar o voar mais sustentável. Agora, chegou a hora de dar o próximo passo e avançar para um desafio mais concreto: que companhia consegue operar um voo mais longo e um outro mais curto da forma mais sustentável possível? A grande vantagem do Sustainable Flight Challenge é, desde logo, o entusiasmo gerado entre os colaboradores da KLM para apresentarem as suas ideias sobre as formas de consegui-lo. Outro aspeto positivo é que as companhias participantes concordaram em partilhar as lições aprendidas e que os nossos clientes, fabricantes de motores, produtores de SAF e outros parceiros estiveram envolvidos. Este espírito de cooperação torna possível e viável uma maior sustentabilidade na aviação.”, adiantou René de Groot, COO da KLM Royal Dutch Airlines.

 

Thierry Ligonnière, CEO da ANA, do grupo VINCI Airports, disse: “É com muita satisfação que recebemos o voo sustentável da KLM no aeroporto do Porto. Sermos escolhidos como o aeroporto de destino para este desafio evidencia o reconhecimento do nosso trabalho na área da sustentabilidade e ambiente e reforça a parceria positiva já existente com o Grupo Air France-KLM no âmbito da sustentabilidade. Esta é uma excelente ocasião para partilharmos as medidas ambientais já implementadas nos aeroportos da rede ANA, que integram a estratégia da ANA/VINCI Airports. Assumimos o compromisso NetZero até 2030, nos nossos aeroportos (âmbitos 1 e 2), promovendo a mobilidade positiva. Estamos a atuar de forma mais acelerada e integrada com os stakeholders para, assim, obtermos melhores e maiores resultados ambientais.

As duas formas mais eficazes de reduzir as emissões de CO2 são a renovação da frota e o uso de combustível de aviação sustentável (SAF). É por isso que os voos da KLM para Edmonton e da KLM Cityhopper para o Porto foram operados pelos dois aviões mais económicos das respetivas frotas, o Boeing 787-10 e o Embraer 190, ambos alimentados com uma mistura de combustível composta por 39% SAF. Além disso, foram tomadas uma ampla gama de medidas para a redução do peso a bordo. Os passageiros da World Business Class para Edmonton foram ainda convidados a escolher a sua refeição preferida antecipadamente, por exemplo, e a modelagem por IA foi usada para prever as necessidades de água a bordo e garantir a provisão do volume preciso. Naturalmente, a KLM informou os passageiros de que o seu voo tem um propósito especial, fornecendo-lhes informações sobre como viajar de forma mais sustentável, por exemplo apoiando o programa de compensação CO2ZERO ou contribuindo para o SAF.

Os pilotos trabalharam com os controladores de tráfego aéreo para voar as rotas mais eficientes, evitando os desvios que os voos costumam enfrentar. O carregamento foi totalmente otimizado para garantir um melhor centro de gravidade, melhorando a aerodinâmica e gerando a economia de combustível de 1,5 a 2%. A carga na barriga do avião foi empilhada com paletes mais leves e presa com redes mais leves, e as empresas de transporte de carga foram solicitadas a usar veículos movidos a eletricidade ou biodiesel. Um total de mais de 50 medidas, umas existentes e outras novas, foram tomadas a bordo de ambos os voos, envolvendo todas as divisões da KLM e também parceiros como os Edmonton Airport, Aeroporto do Porto, Amsterdam Airport Schiphol, Air Traffic Control the Netherlands (LVNL) e a General Electric. O impacto das medidas mais recentes será avaliado para perceber se faz sentido implementá-las a curto prazo.

O Sustainable Flight Challenge foi iniciado por um grupo de colaboradores entusiastas da KLM, inspirados pela famosa Air Race London-Melbourne de 1934, que pretendia expandir o acesso global e conectar as pessoas de todo o mundo. Os voos de longo-curso já não representam um desafio para o setor do transporte aéreo, mas a sustentabilidade representa uma nova fronteira. É por isso que o Sustainable Flight Challenge se vai concentrar num serviço diário e comercial programado.

O desempenho das companhias aéreas participantes vai ser avaliado por um júri externo independente de seis elementos, liderado pelo ex-primeiro-ministro holandês Jan Peter Balkenende. Este painel vai decidir a companhia aérea que teve o melhor desempenho em quatro categorias: impacto, inovação, escalabilidade e cooperação. Os resultados serão divulgados no final de junho. O conhecimento gerado durante o Sustainable Flight Challenge será partilhado entre os parceiros SkyTeam participantes.

B737-900 da Ukraine International Airlines está a realizar voos da airBaltic

 

Nos próximos temos será possível ver com regularidade um B737-900 da Ukraine International Airlines em Lisboa.

A companhia aérea de bandeira ucraniana, estabeleceu uma parceria com a airBaltic para operar à partida de Riga, na Letónia, e realizar voos da companhia aérea dos países bálticos, que tem sede na Letónia, para a Europa.

Esta parceria envolve o leasing de um avião Boeing 737-900, que começou no passado domingo, 1 de maio, a realizar os voos da airBaltic para vários destinos na Europa, tais como: Berlim, Madrid, Bruxelas, Oslo, Copenhaga e Lisboa.

No caso da rota da Air Baltic entre Riga e Lisboa o voo BT675 dos dias 3 e 6 de maio foram operados pelo B737-900 UR-PSL.

Nesta operação está envolvida a aeronave B737-900 UR-PSL que passou a estar baseada no aeroporto de Riga e que conta com quatro tripulações dedicadas, no total de 28 funcionários da companhia aérea ucraniana.

Durante esta operação desde Riga, o avião da Ukraine International Airlines vai manter a imagem da companhia aérea ucraniana, enquanto a tripulação também continuará a usar o fardamento da transportadora de bandeira da Ucrânia, estando ainda previsto que, em todos os voos, esteja presente um representante da airBaltic a bordo.

“Estamos muito felizes pela ajuda dos nossos parceiros europeus”, refere a Ukraine International Airlines na informação divulgada, considerando que esta parceria com a airBaltic representa “um apoio claro e absolutamente transparente” à Ucrânia.

A321LR CS-TXJ realizou primeiro voo comercial

 

O A321LR CS-TXJ recebido pela TAP Air Portugal no dia 12 de abril realizou este sábado, 7 de maio, o seu primeiro voo comercial.

O primeiro voo da aeronave foi o TP574 entre Lisboa e Frankfurt, com o respetivo voo de regresso TP573.

Esta aeronave faz parte de uma uma encomenda de 14 unidades.

Foto: Catarina Madureira

O A321LR da TAP está configurado para transportar até 171 passageiros; 16 em Executiva, 48 em Económica Premium e 107 em Económica.

Foto: Catarina Madureira

Foto: Catarina Madureira

O Airbus A321 Long Range é o primeiro avião narrow body da TAP com capacidade para operar rotas transatlânticas, oferecendo o conforto premium de um avião do longo curso.

Apesar do plano de reestruturação da TAP contemplar uma redução do número de aviões na frota, essa redução na sua maioria passa por uma antecipação do phase-out de modelos mais antigos e menos rentáveis.

Aviões que a TAP converteu em cargueiros parados à espera de certificação

 

A LUSA noticiou, hoje, que a TAP tem dois aviões, que converteu em cargueiros, parados à espera de certificação devido a um processo mais “exigente e moroso” do que inicialmente previsto, mas prevê que entrem em funcionamento no verão.

“A capacidade de carga existente não é suficiente para responder à procura existente, razão pela qual a TAP tomou a decisão de converter estes aviões, que antes operavam na companhia para o transporte de passageiros, em cargueiros”, explicou a empresa, adiantando que, “apesar de todas as incertezas existentes no mercado, as previsões apontam para que a procura de transporte aéreo de carga se mantenha elevada”.

Segundo a TAP, “os aviões em causa estão parados devido ao processo de certificação da nova configuração”, sendo que “a empresa de design e certificação contratada para a conversão está a trabalhar com a EASA [Agência Europeia para a Segurança da Aviação] neste processo, que se tem revelado mais exigente e moroso do que inicialmente planeado”, indicou.

De acordo com a TAP, “prevê-se que os aviões estejam certificados e que entrem em operação durante o período de verão”. As aeronaves foram reconvertidas em 2020.

Air France reduz em metade emissões de CO2 em 2 voos mais sustentáveis para Lisboa e Montreal

 

A Air France anunciou que lançou no passado dia 13 de abril o “Air France ACT”, programa que apresenta a sua nova trajetória de descarbonização visando -30% de emissões de CO2 por passageiro-km até 2030 face a 2019 – i.e., -12% de emissões totais. Para ilustrar as formas de atingir este objetivo, a companhia acaba de implementar em simultâneo um conjunto de ações em 2 dos seus voos com partida de Paris-Charles de Gaulle, tendo a escolha recaído sobre Lisboa para a realização do seu voo mais sustentável no médio curso e de Montreal, Canadá, para o voo de longo-curso.

Este projeto inscreve-se no âmbito do ‘Skyteam Sustainable Flight Challenge’, uma iniciativa que visa estimular as companhias associadas da aliança a realizar os voos mais eco-responsáveis possível de 1 a 14 de maio de 2022.

Vincent Etchebehere, Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Novas Mobilidades da Air France afirmou: “Após o anúncio dos nossos novos objetivos de emissões de CO2, assentes na ciência, era importante para nós ilustrar de forma muito concreta o quanto o nosso setor se deve transformar para responder à emergência climática. Nos dois voos, para Montreal e Lisboa, associámos os nossos parceiros e os nossos clientes numa abordagem que visa, por um lado, provar o desempenho de alavancas já conhecidas e implementadas e, por outro, imaginar novas soluções para ir mais longe e mais rápido na redução das nossas emissões. A nossa transição ambiental é exigente e complexa, mas não é uma opção. A Air France está determinada a explorar todas as pistas de inovação imaginadas pelas outras companhias da aliança SkyTeam, que partilham a sua ambição de tornar o transporte aéreo compatível com o Acordo de Paris”.

Thierry Ligonnière, CEO da ANA, do grupo VINCI Airports, disse: “É com muita satisfação que recebemos o voo sustentável da Air France no aeroporto de Lisboa. Sermos escolhidos como o aeroporto de destino para este desafio evidencia o reconhecimento do nosso trabalho na área da sustentabilidade e ambiente e reforça a parceria positiva já existente com o Grupo Air France-KLM no âmbito da sustentabilidade. Esta é uma excelente ocasião para partilharmos as medidas ambientais já implementadas nos aeroportos da rede ANA, que integram a estratégia da ANA/VINCI Airports. Assumimos o compromisso NetZero até 2030, nos nossos aeroportos, nos âmbitos 1 e 2, promovendo a mobilidade positiva. Estamos a atuar de forma mais acelerada e integrada com os stakeholders para, assim, obtermos melhores e maiores resultados ambientais.

Através desta operação, a Air France pretende:

  • medir e demonstrar a eficácia de alavancas já implementadas e comprovadas, tais como os aviões de nova geração, os Combustíveis de Aviação Sustentáveis (SAF, da sigla em inglês), a eco-pilotagem ou a eletrificação dos equipamentos nas pistas e do transporte de carga;
  • Explorar novas pistas passíveis de serem exploradas no futuro, como o recurso extensivo à inteligência artificial para otimizar rotas ou o uso de rebocadores elétricos autónomos para o transporte das bagagens;
  • Propor aos seus clientes uma oferta de restauração mais sustentável, local e sazonal, e limitar o desperdício alimentar, permitindo que estes escolham o menu a desfrutar a bordo antecipadamente, e limitar o plástico de uso único.

A operação desenrolou-se em dois voos comerciais, um para Montreal esta terça-feira, 3 de maio de 2022, operado em Airbus A350, e outro para Lisboa, realizado ontem e operado em Airbus A220. Estas aeronaves de última geração, no centro da estratégia de renovação da frota da Air France, consomem entre 20 a 25% menos combustível do que os aviões da geração anterior. A sua pegada de ruído é reduzida num terço. Até 2030, esses aviões representarão 70% da frota da Air France face aos 7% atuais, graças ao investimento de mil milhões de euros por ano até 2025.

Estes dois voos foram abastecidos com 16% de combustível de aviação sustentável (SAF) no voo para Montreal e 30% no voo para Lisboa, contra o 1% atualmente nos voos com partida de França e no âmbito da regulamentação. Esses combustíveis não fósseis são produzidos a partir de biomassa, como os óleos de cozinha usados. Assim, não competem com a cadeia alimentar e permitem uma redução de mais de 80% nas emissões de CO2 face ao combustível convencional, ao longo de todo o seu ciclo de vida – i.e., reutilizar os óleos vegetais usados, tendo em conta a captura de CO2 durante o crescimento da planta, a sua primeira vida como óleo de cozinha e a sua reciclagem e uso como combustível de aviação.

Em terra e a bordo, os pilotos introduziram ações de eco-pilotagem, como o taxing em terra com um único motor ou a otimização das trajetórias em tempo real, operado em coordenação com os serviços de navegação aérea.

-50% de emissões de CO2

A ativação dessas alavancas permitiu reduzir em metade as emissões de CO2 em cada um dos dois voos. Esta operação e o seu resultado muito significativo foram possíveis graças ao envolvimento de representantes de todas as áreas da Air France, pilotos, tripulação de cabine, pessoal das escalas, carga e manutenção, serviços comerciais e suporte operacional. Diversos atores e parceiros contribuíram para atingir este desempenho, como as Airbus, TotalEnergies, Groupe ADP, Servair, Charlatte, Navya ou os aeroportos de Montreal e Lisboa. Esta ação conjunta é respaldada pela convicção da Air France de que a descarbonização do setor da aviação será fruto da colaboração de todos, construtores, fabricantes, companhias aéreas, autoridades aeroportuárias, poderes públicos e organismos nacionais e internacionais.

As aprendizagens quantificadas – como o nível de redução de emissões de CO2 por cada uma das alavancas ativadas –, bem como os comentários dos clientes presentes nos dois voos vão ser analisados ​​e permitir identificar soluções a reter para limitar a pegada de carbono das atividades regulares da Air France.

A Air France indica que estas aprendizagens vão ser partilhadas com as demais companhias da aliança SkyTeam que participaram no ‘Skyteam Sustainable Flight Challenge’.

Wamos Air incorpora o primeiro dos três A330 planeados para este ano

A Wamos Air anunciou que reforçou a sua frota, por forma a dar resposta ao aumenta da operação para a temporada de verão.

A companhia aérea adicionou um dos três Airbus A330 que estavam planeados para este ano.

Trata-se de um Airbus A330-300 com matrícula EC-NTX, com capacidade para transportar até 285 passageiros e muito para mostrar.

De acordo com as informações a Wamos Air tem como meta operar uma frota exclusivamente com equipamento A330-200 e A330-300.

O  plano, como anunciou o seu diretor geral, Enrique Saiz, em entrevista à Preferent, consiste em ter nove aeronaves nesta temporada de verão e incorporar mais dois ao longo de 2023.

Primeiro A321XLR com pintura completa (com vídeo)

 

Depois do primeiro protótipo do A3211XLR MSN11000 ter surgido com os motores Leap-1A colocados, agora foi a vez de aparecer com a sua pintura completa.

Esta é a primeira das três aeronaves de desenvolvimento planeadas que realizarão o programa de testes de voo e Certificação de Tipo – começando em 2022, para preparar o caminho para a produção em série e entrar em serviço em 2023.

A conclusão estrutural do MSN11000 na Linha de Montagem Final (FAL) em Hamburgo segue a recente montagem e equipamento dos Conjuntos de Componentes Principais (MCAs) e a sua entrega subsequente e introdução dentro do cronograma no FAL em novembro.

Das quatro linhas de montagem da Família A320 em Hamburgo, a que está processando o primeiro A321XLR é chamada de “FAL Line 2”, que fica dentro do prédio “Hangar-9”. As duas aeronaves de desenvolvimento A321XLR subsequentes – MSN11058 e MSN11080 – seguirão no devido tempo da mesma linha de montagem.

Com entregas previstas para começar em 2023, a aeronave deverá ser certificada até o final do ano.

Com as mudanças de design e do novo tanque, o Airbus A321XLR promete ter um alcance de 8.700km, sendo 15% maior que o seu irmão A321LR. O novo avião é muito aguardado por diversas empresas que planejam voar mais longe com uma aeronave mais eficiente, e talvez até alcançar mercados novos.

Há mais de 450 encomendas ativas para o A321XLR atualmente

Sevenair anuncia contrato de ACMI com a STP Airways

 

A Sevenair, companhia aérea portuguesa, especializada em voos regionais, assinou um contrato de wet-lease com a STP Airways, para prestação de voos entre as ilhas de São Tomé e do Príncipe.

De referir que a STP Airways assegura seis voos semanais, à exceção de terça-feira, com um voo por dia, mas a ligação foi interrompida recentemente, deixando “centenas de pessoas em terra” nas duas ilhas do arquipélago.

Segundo explicou o presidente do Governo Regional do Príncipe, Filipe Nascimento, a empresa que operava anteriormente necessita de atualizar o seguro da aeronave e, devido à guerra na Ucrânia, está a haver “uma dificuldade de obter documentos”.

As autoridades regionais do Príncipe estavam a “diligenciar junto de operadores do setor de aviação para procurar “encontrar urgentemente uma solução” por forma a conseguir repor a ligação aérea.

Com o contrato com a Sevenair, os voos serão repostos já na próxima quarta-feira, dia 4 de maio, estendendo-se, pelo menos, até agosto.

Será utilizada uma aeronave Bae Jetstream 32, com capacidade para 19 passageiros, que realizará 2 frequências diárias ligando as ilhas do arquipélago, uma pela manhã e outra ao final da tarde, permitindo também que se possa ir e regressar no mesmo dia, sem necessidade de pernoita.

Além das tripulações da Sevenair afectas à operação, foram também mobilizados elementos da Sevenair Maintenance, empresa de manutenção do grupo, que assegurará a manutenção de linha no local.

Qantas confirma encomenda de 12 A350-1000 para o Project Sunrise

A Airbus anunciou, hoje, que o Grupo Qantas confirmou que encomendará 12 A350-1000s, 20 A220s e 20 A321XLRs. O anúncio foi feito numa cerimónia em Sydney com a presença do CEO do Grupo Qantas, Alan Joyce, e do Diretor Comercial da Airbus e Chefe da Airbus International, Christian Scherer.

O A350-1000 foi selecionado pela Qantas após uma avaliação conhecida como Project Sunrise e permitirá à transportadora operar os voos comerciais mais longos do mundo. Isso incluirá ligar Sydney e Melbourne com destinos como Londres e Nova Iorque sem escalas pela primeira vez.

Com layout premium, a frota A350 também será utilizada pela Qantas em outros serviços internacionais. O A350-1000 é equipado com motores Trent XWB de última geração da Rolls-Royce.

Na categoria de corredor único, o A220 e o A321XLR foram escolhidos numa avaliação chamada Projeto Winton. A aeronave será utilizada pelo Grupo Qantas em serviços domésticos em todo o país, que podem estender-se por mais de cinco horas.

Além disso, o A321XLR oferece capacidade de alcance para voos da Austrália ao Sudeste Asiático, permitindo que o Grupo Qantas abra novas rotas diretas.

As frotas A220 e A321XLR serão ambas equipadas com motores Pratt & Whitney GTF. Este acordo é um complemento ao pedido existente de 109 aeronaves da Família A320neo, que inclui o A321XLR para a subsidiária de baixo custo do Grupo Qantas, Jetstar.

O CEO do Grupo Qantas, Alan Joyce, disse: “Novos tipos de aeronaves possibilitam coisas novas. É isso que torna o anúncio de hoje tão significativo para a transportadora nacional e para um país como a Austrália, onde as viagens aéreas são cruciais. O A350 e o Project Sunrise farão com que qualquer cidade fique a apenas um voo da Austrália. É a última fronteira e a solução final para a tirania da distância.”

“Os A320 e A220 irão ser a espinha dorsal da nossa frota doméstica nos próximos 20 anos, ajudando a manter este país em movimento. O seu alcance e economia possibilitarão novas rotas diretas. “A decisão do Conselho de aprovar o que é o maior pedido de aeronaves na aviação australiana é um claro voto de confiança no futuro da Qantas.”

Christian Scherer, diretor comercial da Airbus e diretor da Airbus International, disse: “A Qantas é uma das companhias aéreas icônicas do mundo, com um espírito visionário desde seu início há mais de 100 anos. Estamos honrados pela confiança que a Qantas está depositando na Airbus e ansiosos para entregar ao Grupo uma das frotas mais modernas, eficientes e sustentáveis ​​do mundo. Esta decisão da Qantas reforça a posição do A350 como a aeronave widebody de referência de longo alcance.”

O A220, A321XLR e A350 são os líderes de mercado em suas respectivas categorias de tamanho. Além de oferecer os mais altos níveis de conforto aos passageiros, as aeronaves trazem uma mudança radical na eficiência, usando até 25% menos combustível, uma redução semelhante nas emissões de carbono e uma pegada de ruído 50% menor do que as aeronaves da geração anterior. Todas as aeronaves Airbus em produção são certificadas para voar com uma mistura de 50% de combustível de aviação sustentável (SAF), com o objetivo de aumentar para 100% até 2030.

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