
A Airbus anunciou que a Qanot Sharq, uma das principais companhias aéreas privadas de passageiros do Uzbequistão, recebeu o seu primeiro de quatro aviões A321XLR, através de um contrato de leasing de longo prazo com a Air Lease (NYSE: AL).
A Airbus refere que com esta entrega, a Qanot Sharq torna-se a primeira operadora do A321XLR na Ásia Central e na CEI, reforçando a ambição da companhia aérea de modernizar a sua frota e expandir a sua rede de rotas internacionais, bem como de operar novas ligações para mercados-chave em toda a Ásia, incluindo Sanya e Busan, e para a cidade de Nova Iorque (via Budapeste), ao mesmo tempo que melhora significativamente a conectividade da Qanot Sharq entre a Ásia-Pacífico e a Europa.
Equipado com motores CFM LEAP-1A, o avião está configurado com 190 lugares numa disposição de duas classes, incluindo 16 lugares de Classe Executiva totalmente reclináveis e 174 lugares de Classe Económica. Oferece aos passageiros e à tripulação de cabine o conforto melhorado da Cabina Airspace da Airbus, que inclui compartimentos superiores XL com 60% mais espaço de armazenamento em comparação com aeronaves da geração anterior. Adicionalmente, a conectividade a bordo está disponível para todos os passageiros, enquanto o mais recente sistema de iluminação melhora a experiência global a bordo.
O A321XLR representa o próximo passo evolutivo da família A320neo, respondendo às necessidades do mercado em termos de maior alcance e capacidade de carga, criando ainda mais valor para as companhias aéreas. Proporciona um alcance extra-longo sem precedentes, até 4.700 milhas náuticas, cerca de 15% mais do que o A321LR, e um consumo de combustível por lugar 30% inferior em comparação com aeronaves concorrentes da geração anterior, bem como emissões de NOx e níveis de ruído reduzidos. Até à data, a Airbus assegurou mais de 500 encomendas para este modelo.
Tal como todas as aeronaves da Airbus, o A321XLR já está apto a operar com até 50% de Combustível de Aviação Sustentável (SAF). A Airbus tem como objetivo que as suas aeronaves sejam capazes de operar com até 100% de SAF até 2030.
























