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easyJet iniciou os voos entre Lisboa e a cidade da Praia

A easyJet realizou esta segunda-feira, 27 de outubro, o primeiro voo direto entre Lisboa e a cidade da Praia, na ilha de Santiago.

O voo inaugural aterrou no Aeroporto Internacional Nelson Mandela por volta das 19h30 (hora local) e foi operado pelo A320neo OE-LUG.

A bordo seguiam mais de 150 passageiros, incluindo representantes da empresa, autoridades cabo-verdianas e portuguesas, bem como vários jornalistas convidados.

A par desta inauguração, a companhia vai iniciar as restantes novas rotas:

Lisboa para a Boa Vista, duas vezes por semana, às quintas-feiras e domingos;

Lisboa para a Praia, três vezes por semana, às segundas, quartas e sábados;

Lisboa para São Vicente será operado duas vezes por semana, às terças e sextas-feiras;

Porto para Boa Vista será operado uma vez por semana, aos domingos;

Porto para Praia será operado duas vezes por semana, às terças e sextas-feiras;

Milão para Sal será operado duas vezes por semana, às quartas-feiras e sábados;

A chegada foi celebrada com uma cerimónia oficial de boas-vindas, que contou com a presença do Ministro do Turismo e Transportes de Cabo Verde, Carlos Santos, e do diretor regional da easyJet para o sul da Europa, que destacaram o “forte potencial turístico e económico” da nova rota.

“Esta ligação reforça a conectividade de Cabo Verde com a Europa e representa uma nova oportunidade para dinamizar o turismo e os negócios”, afirmou o ministro Carlos Santos no discurso de receção.

A nova rota Lisboa–Praia terá três voos semanais, às segundas, quartas e sábados, e integra o plano de expansão da easyJet para o mercado africano.

Com esta estreia, a easyJet passa a operar para três destinos cabo-verdianos — Praia, São Vicente e Boa Vista — consolidando a sua presença num mercado em crescimento e competitivo.

Icelandair vai ligar Reiquiavique a Faro a partir de março de 2026

A companhia aérea islandesa Icelandair vai inaugurar uma nova rota direta entre Reiquiavique (Aeroporto de Keflavík) e Faro, com início previsto para 26 de março de 2026.

De acordo com a transportadora, a operação começará com dois voos semanais, às segundas-feiras e sextas-feiras, até 11 de maio. A partir de 16 de maio, o serviço passará a contar com um voo por semana, operado aos sábados.

A nova ligação reforça a aposta da Icelandair no mercado português, depois de ter lançado programas turísticos para o Algarve, destino cada vez mais procurado pelos viajantes islandeses.

Desta forma, o Algarve voltará a ter voos diretos para a Islândia, um serviço que tinha deixado de existir com a falência da Play Airlines.

Com esta nova rota, a companhia pretende diversificar a sua oferta e aproximar o sul de Portugal do norte da Europa, promovendo tanto o turismo de lazer no Algarve como o interesse dos portugueses pela Islândia.

A Icelandair destacou em comunicado que o seu operador turístico, o Icelandair VITA, já comercializava programas de férias no Algarve, mas com a nova rota a oferta “irá aumentar, especialmente com as emocionantes viagens de golfe”.

“Faro é um destino entusiasmante com o qual muitos islandeses estão familiarizados, e temos o prazer de oferecer voos para lá a partir da próxima primavera”.

Conselho de Administração da SATA Holding diz que está empenhado no processo negocial em curso

 

O Conselho de Administração da SATA Holding emitiu um comunicado referente à posição pública tomada no dia 24 de outubro, pelo Agrupamento Newtour/MS Aviation, sobre o processo de privatização da Azores Airlines.

Assim sendo, o Conselho de Administração da SATA Holding informa o seguinte:

1 O Conselho de Administração da SATA Holding (CA) é, e quer continuar a ser, parte da solução para o sucesso, não só da privatização em curso, bem como de todo o Grupo SATA no futuro.

2 No dia 14 de abril de 2025, houve um pedido de autorização para que o Agrupamento Newtour/MS Aviation pudesse reunir com os representantes dos trabalhadores e sindicatos da Azores Airlines. A esse pedido, o CA respondeu, nesse mesmo dia, o seguinte: “A realização de reuniões entre o agrupamento concorrente e as entidades referidas na V. comunicação, ou outras, não depende de autorização ou da não oposição da entidade pública alienante, a qual, em todo o caso, não vê inconveniente na realização das mesmas.”

3 Se, no entanto, subsistem dúvidas interpretativas, o Conselho de Administração da SATA Holding é totalmente a favor da transparência e do diálogo com todas as partes, que, afinal, são a solução para resolver dificuldades e promoverem entendimentos de futuro, que sejam adequados à sustentabilidade de todas as partes.

4 Ou seja, o Conselho de Administração da SATA Holding reafirma o que referiu a 14 de Abril de 2025 em que não encontra qualquer inconveniente na realização de tais contactos.

5 É do conhecimento público que o Agrupamento já reuniu com os sindicatos e representantes dos trabalhadores da companhia, reuniões que ocorreram sem problemas e foram úteis. A última dessas reuniões ocorreu com representantes do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC), no dia 20 de outubro.

6 O Conselho de Administração da SATA Holding sabe, e também sabe o Agrupamento, e por isso estamos tranquilos, que a única reserva se limita à informação confidencial da empresa Azores Airlines e não do projeto estratégico do Agrupamento.

7 Esta informação confidencial, pela sua natureza comercial ou de proteção de dados pessoais poderá ainda ser fornecida ao Agrupamento a seu pedido, que bem sabemos saberá respeitar aqueles interesses comerciais e pessoais, eventualmente em causa.

8 Para que não subsistam dúvidas, o Conselho de Administração da SATA Holding nunca se opôs, nem se opõe, a que o Agrupamento Newtour/MS Aviation apresente bem como discuta, com os trabalhadores e seus representantes, os termos relativos às condições e custos com pessoal.

9 O Conselho de Administração da SATA Holding, valoriza o diálogo e os entendimentos que têm vindo a público entre sindicatos, trabalhadores e o Agrupamento.

AeroXperience 2025 levou entusiastas da aviação a Benavente

O Campo de Voo de Benavente foi, no passado sábado, 25 de outubro de 2025, o ponto de encontro de entusiastas da aviação, que participaram no AeroXperience 2025, um evento que uniu aviação real, simulação virtual e tecnologia num único espaço.

A iniciativa, que decorreu entre as 09h30 e as 18h00, contou com entrada livre e reuniu famílias, pilotos, estudantes e curiosos, num ambiente de aprendizagem, inovação e partilha. O público pôde assistir a exposições de aeronaves, experimentar simuladores de voo com realidade virtual, assistir a palestras e conhecer novas aplicações tecnológicas como a impressão 3D e o hardware de simulação.

A Associação Portuguesa de Aviação Ultraleve (APAU) marcou presença, a par de pilotos profissionais e instrutores, que partilharam experiências e conselhos sobre a formação e a prática do voo.

Segundo a organização, o evento teve como objetivo “promover a cultura aeronáutica e aproximar diferentes gerações em torno da paixão pelo voo”. A aposta na integração entre o real e o virtual foi um dos aspetos mais elogiados pelos visitantes, que destacaram a oportunidade de experimentar o voo de forma imersiva e educativa.

Apesar da chuva, o dia contou com abertas que permitam algumas demostrações, entre elas: o T-6 Harvard “Bispo d’Aveiro” com J. Munkelt Gonçalves FNX e Nuno Freitas FNX e o José Costa FNX no Chipmunk, aeronaves da escola AeroDreams, etc

O Campo de Voo de Benavente, situado na Estrada Nacional 118, Km 8,3, em Santo Estêvão, mostrou-se o local ideal para acolher as diversas atividades ao ar livre, com boas condições logísticas e uma grande afluência de público ao longo do dia.

A Câmara Municipal de Benavente, parceira do evento, sublinhou que o sucesso da iniciativa “reforça a ligação do concelho à aviação e à inovação tecnológica”, acrescentando que pretende continuar a apoiar projetos que promovam o conhecimento e o contacto com o setor aeronáutico.

O AeroXperience 2025 encerrou com balanço positivo, deixando já confirmado uma nova edição para o próximo ano, confirmando Benavente como ponto de referência para os amantes da aviação em Portugal.

Emirates: Open Days em novembro para Tripulantes de Cabine em Portugal

 

A Emirates anunciou que para todos que sonham com uma carreira que combine a paixão por viajar com a oportunidade de trabalhar a mais de 11 mil metros de altitude, a companhia volta a realizar em Portugal, durante o mês de novembro, os seus conhecidos Open Days para tripulantes de cabine.

As sessões de recrutamento acontecerão em quatro cidades: Porto, Lisboa (duas datas), Coimbra e Braga.

Os candidatos terão a oportunidade de ingressar na maior companhia aérea internacional do mundo, que atualmente conta com mais de 24.500 tripulantes de cabine, incluindo portugueses.

Os Open Days serão realizados nas seguintes datas e locais:

Lisboa – 9 de novembro, às 9h, Hotel Lisbon Marriott

Porto – 11 de novembro, às 9h, Porto Palácio Hotel & Spa

Lisboa – 26 de novembro, às 9h, Hotel Lisbon Marriott

Coimbra – 28 de novembro, às 9h, Hotel Coimbra Aeminium

Braga – 30 de novembro, às 9h, Hotel Melia Braga

As datas e locais dos eventos poderão ser sujeitos a alterações. Recomenda-se que os candidatos confirmem as datas, locais e horários no site oficial de recrutamento da companhia.

De recordar neste ano fiscal, a gigante da aviação pretende contratar 17.300 colaboradores para 350 cargos, o equivalente a uma pequena cidade ou à capacidade de 58 aeronaves Airbus A350.

Os Open Days são eventos de entrada livre e não requerem registo prévio. No entanto, é aconselhável que os interessados leiam atentamente os requisitos antes de comparecerem, os quais podem ser consultados aqui: https://www.emiratesgroupcareers.com/cabin-crew/.

A Emirates sublinha que oferece aos seus colaboradores excelentes oportunidades de carreira, com instalações de formação de alta qualidade e uma vasta gama de programas de desenvolvimento para os seus funcionários. Todos os que iniciem a sua carreira de tripulante de cabine serão submetidos a uma intensa formação de oito semanas nos mais elevados padrões de hospitalidade, segurança e prestação de serviços, nas modernas instalações da Emirates no Dubai.

A tripulação da Emirates está sediada na cosmopolita cidade do Dubai e beneficia de um pacote salarial distinto no mercado, que inclui uma variedade de benefícios, tais como um salário isento de impostos, alojamento gratuito fornecido pela empresa, transporte gratuito de e para o trabalho, excelente cobertura médica, bem como descontos exclusivos em compras e atividades de lazer no Dubai.

A Emirates opera em Portugal há 12 anos e atualmente oferece 14 voos semanais a partir de Lisboa. A companhia aérea é a maior operadora mundial das aeronaves Boeing 777 e Airbus A380, oferecendo aos seus passageiros uma experiência de viagem incomparável.

Com uma rede global em constante expansão, a Emirates voa para mais de 140 destinos em seis continentes. Os tripulantes de cabine da companhia usufruem de vantagens exclusivas, incluindo benefícios de viagem, tanto para os próprios como para familiares e amigos, em toda a rede de destinos da Emirates.

Aterragem de emergência médica de B787-8 da Avianca nas Lajes

Este domingo, 26 de outubro, um Boeing 787-8 Dreamliner da Avianca, com a matrícula N786AV, que estava a realizar o voo AV229 entre Aeroporto de Paris-Charles de Gaulle e o Aeroporto Internacional El Dorado, solicitou uma aterragem de emergência nas Lajes, Ilha Terceira, Açores.

O momento foi capturado em vídeo pelo Spotter IslandAviation Terceira Azores:

 

A aterragem decorreu normalmente  pelas 14h26, tendo o voo sido assistido pelos serviços de emergência da Base Aérea Nº4, bombeiros do destacamento americano 65th ABG, pelos serviços de handling da SATA e pela SIV – Bombeiros Voluntários da Praia da Vitória.

De acordo com as informações, o paciente foi transferido para o hospital de Santo Espírito em Angra do Heroísmo pelos Bombeiros voluntários da Praia da Vitória.

A aeronave descolou pelas 15h57 rumo ao destino final.

Chegou a Lisboa o primeiro Airbus A330 da euroAtlantic (com vídeo)

 

Chegou este sábado, 25 de outubro, ao Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, o primeiro Airbus A330-200 da euroAtlantic.

Trata-se do CS-TGD, o primeiro Airbus na frota, um marco importante na expansão da Companhia e no compromisso de prestar serviços de excelência aos seus clientes.

O A330-200, arrendado à AELF, é o sexto widebody da frota da EAA e o primeiro Airbus nos mais de 30 anos de história da empresa. Equipado com motores General Electric CF6-80E, o avião garante desempenho fiável e eficiência no consumo, suportando um peso máximo à descolagem de 233.000 kg, o que permite uma capacidade de carga otimizada para operações de longo curso.

A aeronave está atualmente configurado com 12 lugares em Business Class e 283 em Economy, totalizando 295 passageiros.

Trata-se do A330-200 que esteve ao serviço da Maleth Aero como 9H-EFS e recebido inicialmente pela Qatar Airways, como A7-ACB, em 2002.

Joe Cirillo, Chief Commercial OIicer da AELF, acrescenta: “É um orgulho apoiar a EAA no leasing deste A330-200 e contribuir para o desenvolvimento ambicioso da sua frota. Somos especialistas em soluções de leasing flexíveis para operadores dinâmicos como a EAA, que estão a expandir a sua presença em mercados globais. Continuaremos a apoiar a EAA no seu crescimento e inovação nos setores ACMI e charter.”

Recentemente soube-se que a euroAtlantic pretende incorporar mais dois Airbus A330s-200, aumentando a sua frota atual de seis para pelo menos oito aeronaves até meados de 2026, esperando adicionar uma nona unidade até 2027 como parte de uma estratégia de crescimento de longo prazo.

A companhia, apoiada pela empresa de investimentos Njord Partners, sediada no Reino Unido, disse que prevê expandir a sua frota em pelo menos uma aeronave por ano, atingindo um mínimo de 12 até 2030 se as atuais condições de mercado continuarem.

Numa entrevista à revista britânica Transportation & Logistics International, o CEO Stewart Higginson disse que a empresa pretende introduzir mais dois Airbus A330, tendo recentemente diversificado a sua frota com a adição da sua primeira aeronave Airbus A330-200  CS-TGD, em leasing à AELF – Aircraft Engine Lease Finance, depois de décadas a voar exclusivamente com aeronaves Boeing.

“Além do A330-200, também adicionaremos mais duas unidades Airbus A330 à nossa frota, que são modelos com capacidade ligeiramente diferente em termos de assentos”, revelou.

Higginson disse que a expansão da frota é essencial para o plano estratégico da euroAtlantic, que se concentra no desenvolvimento de uma frota flexível focada em aeronaves widebody de ultralongo alcance e alta capacidade de carga.

Neste momento, a EAA está a operar para a LOT Polish Airlines na rota diária Nova Iorque–Varsóvia e para a Azul nas rotas Campinas-Lisboa, Recife-Porto e Recife-Madrid.

A empresa, líder em ACMI, também presta serviços a entidades governamentais, incluindo as Nações Unidas. Stewart Higginson, CEO e Chairman da euroAtlantic Airways, comenta: “Estamos satisfeitos por receber o A330-200 na nossa frota. Esta adição representa a próxima etapa na evolução da EAA, reforçando as nossas capacidades operacionais e presença no mercado. Este avião, reconhecido pela eficiência e experiência superior para o passageiro, marca a nossa transição para operador dual Boeing e Airbus. Expande ainda mais a nossa oferta de longo curso para os segmentos charter e ACMI. Agradecemos à AELF o apoio e colaboração e esperamos continuar a trabalhar com companhias de referência para garantir uma experiência de cliente de topo.”

Companhias aéreas do Grupo SATA voltam a ser distinguidas nos World Travel Awards 2025

 

O Grupo SATA anunciou que as suas companhias aéreas – SATA Air Açores e Azores Airlines – foram distinguidas com dois prémios nos prestigiados World Travel Awards™ 2025, em categorias que reconhecem a excelência na aviação europeia.

“Esta distinção é o reflexo da dedicação e da preocupação em bem servir os nossos passageiros e, consequentemente, o reconhecimento do trabalho desenvolvido ao longo dos anos. É um prémio que representa a persistência do coletivo de colaboradores do Grupo SATA. Agradecemos a todos os que votaram em nós, bem como à organização dos World Travel Awards” salienta Rui Coutinho, Presidente do Conselho de Administração do Grupo SATA.

A SATA Air Açores foi eleita Europe’s Leading Regional Airline 2025, destacando-se pela qualidade do serviço prestado nas ligações inter-ilhas no arquipélago dos Açores. Já a Azores Airlines recebeu o prémio de Europe’s Leading Airline to North America 2025, distinção que reconhece o investimento contínuo da companhia no mercado norte-americano, para onde a transportadora opera há mais de duas décadas.

Este é o segundo ano consecutivo em que ambas as companhias são agraciadas, reforçando a reputação do Grupo SATA no setor da aviação internacional. A distinção representa, simultaneamente, um estímulo e um compromisso para com a melhoria contínua.

Os World Travel Awards™, criados em 1993, têm como objetivo reconhecer, premiar e celebrar a excelência em todos os setores-chave da indústria das viagens, turismo e hotelaria a nível global.

TAP vence prémio de melhor companhia aérea da Europa para África e América do Sul

A TAP Air Portugal recebeu dois prémios na Sardenha, na Itália, na cerimônia do World Travel Awards 2025 (WTA 25), como a Melhor Companhia Aérea Europeia para a África e Melhor Companhia Europeia para a América do Sul.

Sofia Lufinha, Chief Customer Officer da TAP, recebeu os troféus em nome da Companhia e considera que “estes prémios refletem a importância dos mercados sul-americano e africano para a TAP Air Portugal e o trabalho contínuo que desenvolvemos para reforçar esta posição. Celebrando este ano o nosso 80º aniversário, na TAP trabalhamos todos os dias para tornar a companhia aérea cada vez melhor e para continuar a servir os nossos clientes da melhor forma possível.”


Para a África, a TAP tem 85 voos semanais de Porto e Lisboa, para 14 destinos em Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Marrocos, Senegal Gâmbia e Gana.

Para o Brasil, a TAP oferece 96 voos semanais, para 13 capitais brasileiras. Uma média de 13 voos por dia, reafirmando a TAP como a mais importante Companhia aérea internacional a ligar o Brasil à Europa. Na América do Sul, voa ainda para Caracas, na Venezuela.

De recordar que os World Travel Awards distinguem o que há de melhor no turismo mundial em dezenas de categorias e em várias áreas do globo. Os troféus concedidos nesta edição somam-se aos já conquistados em edições anteriores, já que a TAP foi eleita a melhor Companhia Aérea Europeia a voar para a África em 2011, 2012, 2018, 2019, 2020, 2021, 2022, 2023 e 2024 e a melhor Companhia Europeia a voar para a América do Sul em 2009, 2010, 2011, 2012, 2018, 2019, 2020, 2021, 2022, 2023 e 2024.

A escolha dos vencedores dos World Travel Awards foi feita através de um processo de votos online, maioritariamente de profissionais da área de turismo e viagens, como agentes de viagem, operadores e organizações de turismo de vários países, mas também do público em geral.

A TAP voa atualmente para 85 destinos, com mais de 1 250 voos por semana.

Smartwings inicia voos entre Praga e o Porto a 23 de outubro

 

A Smartwings vai iniciar esta quinta-feira, 23 de outubro, a sua nova rota entre Praga e o Porto, com dois voos semanais.

A abertura desta rota faz parte do plano de expansão da rede da companhia para a temporada de inverno 2025–2026, consolidando a sua presença na Península Ibérica.

Em comunicado, a Smartwings indica que a nova rota vai ser operada ao longo de todo o ano e vem complementar as operações que a companhia aérea já realiza para a Madeira, com um voo por dia no verão e quatro por semana no inverno, assim como para Ponta Delgada, nos Açores, que conta com três voos por semana, entre março e outubro.

“A nova rota Porto–Praga faz parte da estratégia de crescimento da Smartwings para o próximo inverno, que inclui também novos destinos como Barcelona, Roma e Bucareste, além do reforço das frequências em Paris e Málaga. Com estas adições, a companhia espera responder à crescente procura por ligações diretas entre a Europa Ibérica e a capital checa”.

Sky Express já voa entre Atenas e Lisboa

 

A companhia aérea grega Sky Express iniciou no passado dia 20 de outubro a sua nova rota entre Atenas e Lisboa.

A nova rota será operada três vezes por semana: às quartas, sextas e domingos.

A cerimónia contou com a presença de Nuno Costa, Diretor Comercial de Aviação da ANA e Ioannis Grylos, CEO da SKY express, num momento simbólico junto à porta de embarque, com o tradicional corte de fita e bolo comemorativo.

Os voos serão realizados em equipamento da família Airbus A320neo, com duas classes: Executiva e Económica.

Com esta nova ligação, os passageiros têm acesso à Grécia e às 33 rotas domésticas operadas pela SKY express.


“O reforço da conectividade entre Portugal e a Grécia marca um passo importante na diversificação da oferta do Aeroporto de Lisboa e resulta do trabalho conjunto das equipas de desenvolvimento de rotas da VINCI Airports, SKY express e parceiros locais.” — Karen Strougo, Chief Commercial Officer, ANA – Aeroportos de Portugal.

Ryanair lança operação recorde para Amã: 18 rotas para 12 países da UE

 

A Ryanair anunciou hoje, quarta-feira, 22 de outubro, uma programação recorde para Amã neste inverno, com mais de 300 mil lugares para 18 destinos – ligando a Jordânia a 12 países da UE, incluindo Áustria, Bélgica, França, Alemanha, Itália e Espanha.

A companhia refere que o rápido regresso às operações plenas no Aeroporto de Amã devem-se à abordagem pragmática do aeroporto e à atitude pró-negócios do governo jordanico, que vê a Jordânia continuar a fortalecer a sua posição como um destino turístico líder no Médio Oriente. A Ryanair está comprometida em desempenhar um papel fundamental no incentivo ao turismo na Jordânia, oferecendo as tarifas aéreas mais baixas da Europa, permitindo que os turistas gastem o seu dinheiro em hotéis, restaurantes e serviços locais que apoiam a criação de empregos e o crescimento económico.

A Ryanair também revelou hoje a sua ambiciosa proposta de investimento para o Reino Hachemita da Jordânia, que oferece:

Aumentar o tráfego em +360% para 3 milhões de lugares anuais;

Operar 50 ligações diretas de cidades europeias para a Jordânia;

Lançar novos voos para o Aeroporto de Marka (Amã); e,

Manter voos para Aqaba durante todo o ano.

O CEO da Ryanair, Eddie Wilson, disse: “A Ryanair tem o prazer de anunciar o regresso das operações completas para a Jordânia a partir de outubro, reforçado por uma programação recorde de inverno para Amã. Com 84 voos semanais em 18 rotas para 12 países europeus, como Áustria, Bélgica, França, Alemanha e Espanha, o investimento da Ryanair garantirá que a Jordânia continue sendo um destino turístico fundamental neste inverno, proporcionando melhor conectividade, aumento do turismo e crescimento econômico com as tarifas mais baixas da Europa.

O rápido regresso da Ryanair à Jordânia baseia-se numa parceria de longa data entre a Ryanair e o Reino, cuja estratégia de crescimento garantirá que a Jordânia continue a ser o principal destino turístico no Médio Oriente. Também estamos entusiasmados em revelar a nossa proposta de investimento, que aumentará o tráfego da Ryanair para a Jordânia para 3 milhões de assentos por ano e oferecer 50 ligações diretas entre os aeroportos de Amã, Marka e Aqaba, impulsionando a criação de empregos, o turismo e o crescimento econômico.

Estamos ansiosos para trabalhar com o Reino Hachemita da Jordânia para concretizar este plano empolgante e apresentar a milhões de passageiros de toda a Europa a rica cultura e a história única da Jordânia.”

O Ministro do Turismo e Antiguidades da Jordânia, Dr. Emad Hijazeen, disse:

“O anúncio de hoje de 18 rotas da Ryanair para Amã para a temporada de inverno 25/26 representa um marco verdadeiramente excepcional para os setores de aviação e turismo da Jordânia.

Essa expansão não apenas reforça a posição da Jordânia como um importante centro de turismo e investimentos na região, mas também desempenha um papel vital no apoio à nossa economia nacional e na criação de novas oportunidades em toda a cadeia de valor do turismo.

A nossa parceria com a Ryanair, que começou em 2018, evoluiu para um modelo de parceria bem-sucedida construída com base na confiança, resiliência e visão compartilhada.”

Iberia volta a ligar Madrid ao Funchal e Ponta Delgada no verão de 2026

A Iberia retoma no verão de 2026 os voos à partida de Madrid com destino ao Funchal e a Ponta Delgada, reforçando uma vez mais a sua presença no mercado português e a oferta de destinos de lazer na época alta.

Este anúncio vem na sequência da divulgação de novas rotas por parte da Iberia. Bucarest, na Roménia, e Tivat, no Montenegro, são as duas novas rotas anunciadas para o verão de 2026 e que fazem parte do “2030 Flight Plan” da companhia aérea.

De acordo com o planeamento, os voos entre Madrid e Ponta Delgada (Açores) terão três frequências semanais, permitindo uma ligação direta entre a capital espanhola e o arquipélago açoriano, muito procurado por turistas europeus. Já a rota Madrid–Funchal voltará a integrar o programa de verão da Iberia, com cinco frequências semanais

A retoma destas operações insere-se no plano de expansão da Iberia para o verão de 2026, que inclui novos destinos e reforço de frequências em várias rotas europeias, aproveitando o aumento da procura turística durante os meses mais quentes.

Com esta decisão, a Iberia voltará a ligar diretamente Madrid a quatro destinos em Portugal — Lisboa, Porto, Funchal e Ponta Delgada — consolidando a importância do país na rede ibérica da companhia.

TAP Air Portugal apresenta o TAP FORBIZ para empresas

 

A TAP Air Portugal anunciou hoje que tem uma nova oferta para as empresas, o TAP FORBIZ, que permite maior flexibilidade nas reservas de voos e redução dos custos de viagens, enquanto gestores e trabalhadores ganham benefícios diretos.

A companhia refere que o TAP FORBIZ foi desenhado para apoiar as empresas de todas as dimensões, desde as PME às grandes multinacionais, permitindo simplificação de rotinas de viagem, redução de custos e acesso a benefícios e vantagens exclusivas. 

Com o TAP FORBIZ, a Companhia aérea portuguesa oferece às empresas muito mais do que descontos, propondo uma verdadeira parceria, em que todos ganham. As empresas reduzem despesas e passam a ter maior controlo, os gestores de viagens dispõem de ferramentas simplificadas e os trabalhadores desfrutam de mais conforto e reconhecimento em cada viagem.

A adesão ao TAP FORBIZ é uma estratégia inteligente, que já conquistou líderes influentes, como Fernando Gomes, presidente do Comité Olímpico de Portugal, Rui Miguel Nabeiro, CEO da Delta Cafés ou Roberta Medina, vice-presidente do Rock in Rio.

Na verdade, por responder às diversas necessidades do mercado, o programa já alcançou a adesão de mais de 15 mil empresas em todo o mundo.

Para as PME, o TAP FORBIZ apresenta uma lógica simples de cashback. Assim, sempre que um trabalhador voar com a TAP, a empresa acumula até cinco por cento do valor da viagem em saldo, que pode ser utilizado para cobrir todas as despesas de uma nova reserva, incluindo os valores do bilhete, dos serviços e das taxas e também dos custos relativos a bagagem extra, Fast Track, acesso aos lounges nos aeroportos e pré reserva do lugar.

Durante a campanha oficial de lançamento, em curso até 21 de novembro, as empresas que se registarem no programa TAP FORBIZ para PME recebem ainda um bónus especial de 50 euros.

As vantagens do TAP FORBIZ não substituem os outros benefícios oferecidos pela companhia aérea. Os trabalhadores continuam a acumular milhas no TAP Miles&Go, o programa de passageiro frequente.

Para facilitar o dia a dia dos gestores e os relatórios das viagens, o site TAP FORBIZ oferece uma ferramenta prática, que concentra reservas, saldos e histórico dos voos num único espaço de gestão.

Já para as grandes empresas, o programa foi desenhado com condições personalizadas que refletem a complexidade das operações, com descontos em toda a rede, relatórios mensais detalhados e acompanhamento próximo de um gestor de conta dedicado. O apoio não se limita à empresa.

Os trabalhadores também beneficiam de embarque prioritário, reserva de lugar garantida e tratamento preferencial em caso de imprevistos. 

Os eventos corporativos também encontram no TAP FORBIZ um parceiro fiável. Se a empresa precisa de organizar um congresso, conferência ou outro formato de evento, a TAP disponibiliza ofertas flexíveis e ajustáveis à dimensão da atividade proposta e ao número de participantes. Os descontos podem chegar a 15 por cento nas viagens.

O TAP FORBIZ disponibiliza também um inquérito rápido e intuitivo, composto por três questões simples, que ajuda o gestor empresarial a identificar o produto mais adequado às suas necessidades.

Com benefícios claros e mensuráveis, o TAP FORBIZ tem soluções à medida para todas as empresas. Do lado da TAP, o programa consolida o papel da Companhia aérea como uma aliada no crescimento corporativo e humano das empresas que voam ou desejam voar pelo mundo.

 Poderá saber mais informações em tapforbiz.com.

Empresa de handling do Grupo IAG em 1º no concurso da ANAC para prestar assistência em Portugal

 

A South Europe Ground Services ficou em primeiro lugar no concurso para assistência em escala nos aeroportos portugueses, foi fundada em maio de 2024 pela Iberia, após uma sua anterior empresa ter perdido licenças em quatro dos cinco maiores aeroportos espanhóis.

A nova filial de handling é detida a 100% pelo grupo de aviação IAG (formado pela Iberia, British Airways e Aer Lingus, entre outros), tem 7.000 trabalhadores e opera em 38 aeroportos espanhóis, fornecendo serviços diversos a 150 companhias aéreas, incluindo às do grupo em que se insere.

A proposta do consórcio espanhol, detido pelo empresário e presidente do Real Madrid Florentino Perez, foi a melhor classificada pelo júri do concurso da ANAC – Autoridade Nacional de Aviação Civil para prestar assistência em escala nos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro, remetendo a da Menzies/SPdh (antiga Groundforce) para o segundo lugar.

Mas a única infraestrutura aeroportuária de grande dimensão operada pela South, com uma licença de assistência em escala, é o aeroporto de Madrid-Barajas.

A anterior empresa de handling da Iberia, a Iberia Airport Services, perdeu em setembro de 2023 as licenças que detinha em quatro dos cinco maiores aeroportos nacionais, para as empresas concorrentes Aviapartner, Groundforce/Globalia, Menzies y Swissport.

No total, foram oito as licenças não renovadas à Iberia Airport Services, nos aeroportos de Barcelona, Bilbao, Málaga, Alicante, Palma de Maiorca, Ibiza, Barcelona, Las Palmas, e Tenerife Sul.

Na altura, os responsáveis da Iberia declararam-se “perplexos” com os resultados do concurso da Aena, a gestora das infraestruturas aeroportuárias em Espanha.

Em janeiro de 2024, o grupo Iberia garantiu aos sindicatos que iria criar uma nova empresa para dar continuidade aos serviços nos aeroportos geridos pela Ibéria Airport Services, integrando a maioria dos seus trabalhadores. A South começou a operar em maio do ano passado.

Na quinta-feira, dia 16, o júri do concurso aberto pela ANAC considerou que a proposta do consórcio Clece/South garantia uma melhor afetação de meios humanos e materiais à operação nos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro do que a da Menzies.

O Sintac e o Sitava, sindicatos do setor da aviação, alertaram já para “os riscos” da escolha do consórcio Clece/South, e para as consequências que a perda das licenças da Menzies pode vir a ter para os trabalhadores do setor.

Boeing 747 sai da pista e cai no mar em Hong Kong: duas pessoas morreram

Um avião de carga Boeing 747-400F saiu da pista durante a aterragem no Aeroporto Internacional de Hong Kong, nas primeiras horas desta segunda-feira, provocando duas mortes e quatro feridos ligeiros.

A aeronave com a matrícula TC-ACF, operada pela companhia turca ACT Airlines ao serviço da Emirates SkyCargo, estava a realizar o voo EK9788, proveniente do Aeroporto Internacional Al Maktoum, no Dubai. Segundo as autoridades aeroportuárias, o aparelho aterrou por volta das 4h00 (hora local) na pista norte, mas não conseguiu imobilizar-se a tempo, saindo da pista e acabando parcialmente submerso no mar.

Durante a manobra, o cargueiro colidiu com um veículo de patrulha de segurança que se encontrava nas imediações da pista. As duas pessoas que seguiam no veículo morreram no local, confirmou o Departamento de Aviação Civil de Hong Kong.
Os quatro tripulantes do avião sobreviveram, tendo sofrido apenas ferimentos ligeiros. Foram transportados para unidades hospitalares próximas para observação.

“A prioridade neste momento é prestar apoio às famílias das vítimas e garantir a segurança das operações no aeroporto”, declarou um porta-voz do Aeroporto Internacional de Hong Kong em comunicado.

Fotografias divulgadas nas redes sociais mostram a aeronave inclinada, com a fuselagem parcialmente dentro de água e rodeada por equipas de emergência. O tráfego na pista norte foi temporariamente suspenso para remoção dos destroços e avaliação de danos.

De acordo com a Emirates SkyCargo, o avião não transportava carga no momento do acidente. As condições meteorológicas eram consideradas favoráveis, sem registo de chuva intensa ou ventos fortes.

As causas do incidente estão a ser investigadas pela Autoridade de Aviação Civil de Hong Kong (HKCAD), em colaboração com peritos da Boeing e representantes da Emirates SkyCargo. Os investigadores irão analisar os registos de voo, as gravações da cabine e as condições da pista no momento da aterragem.

O Aeroporto Internacional de Hong Kong, construído sobre uma ilha artificial, tem pistas situadas muito próximas do mar, o que complica as operações de resgate em casos de saídas de pista.

Força Aérea Portuguesa recebe exercício ETAP-C

 

A Força Aérea Portuguesa organiza e acolhe até 31 de outubro, o Programa Europeu de Transporte Aéreo Tático – Curso (ETAP-C), a realizar-se a partir da Base Aérea N.º 11, em Beja.

O ETAP-C está integrado no Programa de Transporte Aéreo Tático Europeu (ETAP), desenvolvido com o objetivo de melhorar a capacidade operacional de transporte aéreo dos países europeus, promovendo uma maior interoperabilidade entre as nações que contribuem para a defesa dos céus da Europa.

Participam neste exercício 422 militares, oriundos de sete distintas nações, com a Força Aérea Portuguesa a ser representada pelas aeronaves C-130H e KC-390, das Esquadras 501 – “Bisontes” e 506 – “Rinocerontes”, respetivamente.

Pelos céus de Portugal será ainda possível observar as aeronaves A-400M da Bélgica e do Luxemburgo, um CN235 francês, um C-130J italiano, um A-400M alemão e um C-130 da Polónia.

A FAP sublinha que este programa visa fornecer às tripulações participantes um curso abrangente de táticas de transporte aéreo, destinado a aprimorar o conhecimento tático, ampliar a capacidade de atuação em cenários complexos e aumentar a sobrevivência em ambiente operacional hostil.

Power Bank provoca incêndio em compartimento de bagagem num Airbus A321 da Air China

 

Uma Power Bank provocou mais um incidente grave, desta vez num voo da Air China.

O voo CA139 entre Hangzhou e Seul estava a ser operado pelo Airbus A321 com a matrícula B-8583 quando uma Power Bank provocou um incêndio num compartimento de bagagem. 

O incidente ocorreu durante o voo em cruzeiro, tendo tripulação apagado rapidamente as chamas. 

A tripulação solicitou uma aterragem de emergência, tendo divergido para o Aeroporto de Xangai Pudong.

Felizmente não há registo de feridos.

INEM reforça o Serviço de Emergência Médica Aérea

 

O INEM – Instituto Nacional de Emergência Médica anunciou o reforço do Serviço de Emergência Médica Aérea.

A partir de 20 de outubro, os helicópteros de Évora e Loulé passam a operar 24 horas por dia, reforçando a capacidade de resposta em situações de emergência médica.

Até 1 de novembro, as 4 bases estarão em funcionamento contínuo, com aeronaves médias e capacidade para transporte de incubadoras.

O INEM sublinha que este reforço garante maior rapidez, segurança e eficiência no helitransporte de emergência médica a quem mais precisa, com as equipas afetas a este serviço a destacarem a rapidez, estabilidade e segurança das novas aeronaves, fatores que contribuem para uma prestação de cuidados mais eficiente.

ATR da Azul faz escala no Porto em voo de devolução

 

O Aeroporto Francisco Sá Carneiro recebeu esta quinta-feira, 16 de outubro, uma visita especial.

Tratou-se do ATR 72-600 com a matrícula PR-AKO, batizado como “Brasileirinho”, que a realizar o voo de devolução ao lessor.

O movimento especial foi capturado pelo Spotter aviation_photos_7

A aeronave descolou de Confins no dia 14 de outubro e posteriormente realizou escalas técnicas em Natal, Espargos, Lanzarote, Porto, antes de chegar a Dusseldorf.

O ATR 72 foi incorporado na frota da Azul em dezembro de 2021 e a sua saída faz parte dos planos de reestruturação da companhia, que passa pelo processo do Chapter 11.

Segundo informações divulgadas pela própria empresa e confirmadas por registros públicos de leasing, 17 aeronaves estão a ser desativadas ou devolvidas aos lessors.

Estudo indica que problemas na cadeia de abastecimento podem custar às companhias mais de 11 mil milhões de dólares em 2025

 

Um estudo realizado pela consultora Oliver Wyman em colaboração com a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) indica que problemas na cadeia de abastecimento podem custar às companhias mais de 11 mil milhões de dólares em 2025.

O relatório, intitulado Reviving the Commercial Aircraft Supply Chain, aborda os desafios da cadeia de abastecimento na indústria aeroespacial, analisa as causas fundamentais desses desafios, o respetivo impacto nas companhias aéreas e as iniciativas destinadas a impulsionar o avanço do setor.

De acordo com as conclusões do relatório, os desafios da cadeia de abastecimento da indústria aeroespacial estão a atrasar a produção de novos aviões e peças, o que tem levado as companhias aéreas a reavaliar os respetivos planos de frota e, em muitos casos, a manter em operação aeronaves mais antigas durante mais tempo. A carteira de encomendas a nível mundial atingiu um máximo histórico de mais de 17.000 aeronaves em 2024, um número significativamente superior ao registado entre 2010 e 2019, período em que rondava as 13.000 aeronaves por ano. Como consequência, o tempo médio de entrega das encomendas aumentou para 6,8 anos em 2024, face a 4,5 anos em 2018.

Estima-se que a lentidão da produção custará à indústria aérea mais de 11 mil milhões de dólares em 2025, devido a quatro fatores principais:

Custos excessivos de combustível (aproximadamente 4,2 mil milhões de dólares): as companhias aéreas estão a utilizar aeronaves mais antigas e menos eficientes em termos de consumo de combustível devido ao atraso na entrega de novos aviões, o que se traduz num aumento dos custos de combustível;

Custos adicionais de manutenção (3,1 mil milhões de dólares): a frota mundial está a envelhecer, e os aviões mais antigos requerem manutenção mais frequente e dispendiosa;

Aumento dos custos de aluguer de motores (2,6 mil milhões de dólares): as companhias aéreas necessitam de alugar mais motores, uma vez que estes passam mais tempo em terra durante a manutenção. As tarifas de aluguer de aviões também aumentaram entre 20% e 30% desde 2019;

Custos de manutenção de excedentes de inventário (1,4 mil milhões de dólares): as companhias aéreas estão a armazenar mais peças sobresselentes para mitigar interrupções imprevisíveis na cadeia de abastecimento, o que eleva os custos de inventário.

Para além do impacto do combustível, as companhias aéreas enfrentam custos de propriedade mais elevados e uma mudança na forma de financiar a frota, com efeitos na disponibilidade de materiais e reparações. Entre 2005 e 2019, os preços de catálogo das aeronaves aumentaram, em média, 3% ao ano. Com a entrada dos locadores, a frota em regime de leasing passou de 10% na década de 1970 para 58% no final de 2023. Na Europa, na América Latina e na Ásia, cerca de 70% da frota é alugada, contra 40% na América do Norte.

Desafios na cadeia de abastecimento vs. alta procura

Para além de todos estes custos, os desafios da cadeia de abastecimento impedem as companhias aéreas de disponibilizar aeronaves suficientes para satisfazer a crescente procura dos passageiros. Em 2024, a procura de passageiros aumentou 10,4%, superando a expansão da capacidade de 8,7% e elevando os fatores de ocupação para um recorde de 83,5%. A tendência ascendente da procura de passageiros mantém-se em 2025.

Apesar da forte procura atual, os dois principais fabricantes continuam abaixo dos seus máximos históricos de entregas anuais: 766 aeronaves em 2024, comparativamente com 863 em 2019; e 348, comparativamente com 806 em 2018. No total, 2024 encerrou com 1.226 entregas, contra 1.374 em 2019.

Ainda assim, o relatório conclui que o mercado aeroespacial comercial global ultrapassará os 230 mil milhões de dólares em 2025 e, de acordo com as previsões, recuperará totalmente os níveis pré-pandemia em 2027. Além disso, durante a próxima década, prevê-se que o mercado cresça, em média, 5% ao ano, e que o mercado dos fabricantes de equipamentos originais avance a um ritmo superior ao dobro do mercado de manutenção, reparação e revisão.

Roteiro para a recuperação gradual do setor

O atual modelo económico da indústria aeroespacial, as interrupções provocadas pela instabilidade geopolítica, a escassez de matérias-primas e a rigidez dos mercados de trabalho contribuem para a origem do problema. Tendo em conta estas causas subjacentes, o relatório descreve uma série de iniciativas-chave para os fabricantes de equipamento original, locadores e fornecedores apoiados pelas companhias aéreas, com vista a fazer face ao desequilíbrio entre a oferta e a procura e a criar uma maior resiliência.

A frota de aeronaves atual é maior, mais avançada e mais eficiente em termos de consumo de combustível do que nunca”, afirma Carlos García Martín, Sócio de Transporte e Serviços e Especialista em Aviação da Oliver Wyman. “No entanto, os desafios na cadeia de abastecimento estão a afetar tanto as companhias aéreas como os fabricantes de equipamentos originais. Vemos uma oportunidade para impulsionar uma melhoria no desempenho da cadeia de abastecimento que beneficiará todos, mas isso exigirá medidas coletivas para transformar a estrutura da indústria aeroespacial e trabalhar em conjunto em transparência e talento”.

Há uma série de medidas que a indústria aeroespacial deve ter em consideração:

Abrir as melhores práticas do mercado pós-venda: apoiar as empresas de manutenção, reparação e revisão para que dependam menos dos modelos de licenças comerciais impulsionados pelos fabricantes de equipamentos originais, bem como facilitar o acesso a fontes alternativas de materiais e serviços;

Melhorar a visibilidade da cadeia de abastecimento: criar uma visão mais clara em todos os níveis de fornecedores para detetar riscos precocemente, reduzir gargalos e ineficiências, e utilizar melhores dados e ferramentas para tornar toda a cadeia mais resistente e fiável;

Liberar o valor dos dados: aproveitar os conhecimentos sobre manutenção preditiva, partilhar peças de reposição e criar plataformas de dados de manutenção compartilhadas para otimizar o inventário e reduzir o tempo de inatividade;

Ampliar a capacidade de reparação e peças: acelerar as aprovações de reparação, apoiar soluções alternativas de peças e materiais usados em bom estado e adotar a fabricação avançada para aliviar os gargalos.

Para implementar qualquer uma destas iniciativas, o primeiro e mais importante passo que os participantes da indústria aeroespacial comercial devem dar é desenvolver uma abordagem estratégica entre todas as partes interessadas da cadeia de abastecimento. Os múltiplos desafios enfrentados pela indústria exigem colaboração para avançar no objetivo de melhor atender à procura de produção e manutenção de aeronaves.

As companhias aéreas dependem de uma cadeia de abastecimento fiável para operar e expandir as suas frotas de forma eficiente. Atualmente, enfrentamos tempos de espera sem precedentes para aeronaves, motores e peças sobresselentes, bem como prazos de entrega imprevisíveis. Tudo isto provocou um aumento vertiginoso dos custos de pelo menos 11 mil milhões de dólares este ano e limitou a capacidade das companhias aéreas de satisfazer a procura dos consumidores. Não existe uma solução simples para resolver este problema, mas há várias medidas que poderiam atenuá-lo. Para começar, a abertura do mercado pós-venda ajudaria, dando às companhias aéreas mais opções e acesso a peças e serviços. Paralelamente, uma maior transparência sobre o estado da cadeia de abastecimento forneceria às companhias aéreas os dados de que necessitam para planear em torno dos estrangulamentos, ao mesmo tempo que ajudaria os fabricantes de equipamentos originais a aliviar os bloqueios subjacentes”, afirma Willie Walsh, Diretor-Geral da IATA.

Para consultar o relatório completo »» IATA_Reviving the Commercial Aircraft Supply Chain_Final

IndiGo encomendou mais 30 Airbus A350-900 totalizando uma encomenda de 60 aeronaves

 

A Airbus anunciou que a IndiGo, a maior companhia aérea da Índia, finalizou um compromisso para 30 aeronaves Airbus A350, convertendo um Memorando de Entendimento assinado em junho num pedido firme.

Com esta confirmação, o pedido total de A350 da companhia aérea passa para 60 aeronaves. O aumento do pedido marca uma mudança estratégica para a IndiGo, que se prepara para entrar no mercado internacional de longa distância, alavancando o longo alcance e a eficiência do A350 para apoiar as suas ambições globais.  “Hoje é um dia especial para a IndiGo, pois consolidamos o nosso compromisso de expandir a nossa presença internacional e oferecer conectividade incomparável aos nossos clientes”, disse Pieter Elbers, CEO da IndiGo.

A conversão deste Memorando de Entendimento num pedido firme de 30 aeronaves A350-900 adicionais é uma prova da nossa confiança no futuro da aviação indiana e da nossa parceria estratégica com a Airbus, reforçada ainda mais pelo forte início das nossas operações de longa distância. Em linha com a visão da Índia de se tornar um hub global de aviação e com a nossa aspiração de consolidarmo-nos como um player líder global na aviação até 2030, a IndiGo está a dar passos decisivos. Estas aeronaves, ao juntarem-se à nossa frota nos próximos anos, desempenharão um papel fundamental para permitir. A IndiGo expande o seu alcance, conecta a Índia com mais destinos ao redor do mundo e oferece aos nossos clientes novas oportunidades de viagens internacionais.”

“A eficiência de combustível, o alcance e o conforto dos passageiros incomparáveis ​​do A350 alinham-se perfeitamente com os ambiciosos planos de crescimento da IndiGo e com as ambições da rede internacional de longa distância. Este marco reforça a nossa sólida parceria com uma das companhias aéreas de crescimento mais rápido do mundo, e estamos ansiosos para apoiar a sua expansão para novos mercados de longa distância”, disse  Benoît de Saint-Exupéry, vice-presidente executivo de vendas da divisão de aeronaves comerciais da Airbus.

A Índia, o mercado de aviação com o crescimento mais rápido do mundo, está a testemunhar um aumento nas viagens internacionais à medida que a economia cresce e a renda familiar aumenta. O A350 está perfeitamente posicionado para responder às aspirações do país por viagens de longa distância. 

A Airbus sublinha que num relacionamento estratégico de crescimento com a Índia há mais de meio século, os seus produtos e serviços catalisaram o crescimento do setor de aviação civil do país. Enquanto as aeronaves da Família A320 apoiam a democratização das viagens aéreas na Índia, o A350 tornou-se a aeronave de referência para aumentar o potencial do mercado internacional para as companhias aéreas indianas.

Yakstars vão fazer espetáculo aéreo durante o Rock in Rio Lisboa 2026

O céu de Lisboa vai ganhar cores e manobras impressionantes no Rock in Rio Lisboa 2026. A patrulha acrobática Yakstars foi confirmada como uma das grandes atrações do festival, trazendo um espetáculo aéreo inédito chamado “The Flight”.

O espetáculo contará com cinco aviões Yak-52 que irão realizar acrobacias sincronizadas com efeitos pirotécnicos e uma banda sonora original composta especialmente para o evento. A apresentação promete unir música, emoção e arte aérea num dos maiores palcos de entretenimento do mundo.

A performance dos Yakstars será realizada durante os dias do festival, no Parque da Bela Vista, em Lisboa, e marcará um dos momentos mais aguardados do evento.

Segundo os organizadores, a inclusão do espetáculo aéreo reforça a proposta de “trazer experiências únicas e inesquecíveis para o público”, combinando o melhor da música com performances de tirar o fôlego.

“Queremos que o público olhe para o céu e sinta o mesmo impacto emocional que sente ao ver o seu artista favorito no palco”, afirmou um dos representantes do festival.

A título de curiosidades, os YAKSTARS são uma equipa de exibição acrobática hispano-portuguesa, primeira da história da aviação ibérica – militar e civil – composta por pilotos de ambos os países.

Aos comandos de aeronaves Warbird Yak52s, exibem-se com combinações precisas de formações apertadas e acrobacias emocionantes, passagens de alta velocidade e cruzamentos de tirar o fôlego.

Atualmente, YAKSTARS são a maior equipa civil de exibição acrobática existente no sul da Europa e uma das maiores do mundo.

O Rock in Rio Lisboa 2026 promete ser uma edição histórica — e, desta vez, com o céu como palco.

Transavia transportou mais de 690 mil passageiros de/para Portugal no pico do verão de 2025

 

A Transavia anunciou que Portugal foi o segundo mercado com melhor desempenho na rede global da companhia durante o pico do verão de 2025 (julho e agosto), com mais de 690 mil passageiros transportados – respetivamente, mais de 430 mil lugares entre França e Portugal e mais de 260 mil lugares de/para os Países Baixos e Bruxelas, na Bélgica (vs. 420 mil em 2024).

“O mercado português continua a ser um mercado estratégico e um sucesso comercial continuado para a Transavia, e os resultados do pico do verão de 2025 são prova disso. Ao mesmo tempo, rotas populares como Porto – Paris- Orly, Lisboa – Paris-Orly, Faro – Amesterdão ou Lisboa – Amesterdão continuam no topo das preferências dos nossos clientes. Por último, a nossa
companhia aérea franco-neerlandesa mantém-se totalmente empenhada com este mercado dinâmico e aprimorado, que tem um papel importante na nossa própria história.”, afirmou Julien Mallard, vice-presidente executivo de vendas e marketing da Transavia France.

A companhia acrescenta que em termos de lugares vendidos no pico do verão de 2025, Porto – Paris-Orly (66 mil lugares) e Lisboa – Paris-Orly (54 mil) em França ou Faro – Amesterdão (59 mil) nos Países Baixos estiveram entre as cinco rotas (top5) com melhor desempenho entre Portugal e os mercados domésticos (mais a Bélgica) da companhia low cost do Grupo Air France-KLM. Em termos de taxa de ocupação, que atingiu uma média de 91% em França e 88% nos Países Baixos, as rotas com melhor desempenho foram Montpellier – Lisboa (97%), Lisboa – Paris (95%) e Lyon – Porto (94%), juntamente com Eindhoven – Lisboa (94%).

GOL assinou o contrato de leasing dos aviões Airbus A330neo do Grupo Abra

 

O Grupo Abra, que controla a companhia aérea brasileira GOL Linhas Aéreas, a colombiana Avianca e que é investidor estratégico na Wamos Air, anunciou a expansão da sua frota, com a assinatura de um contrato para mais de 50 aviões dos modelos Airbus A320neo e A330neo.

Apesar de não existirem grandes pormenores sobre o contrato, sabe-se que o contrato de leasing para os modelos A330neo foram assinados entre a GOL e a Avolon.

De acordo com a GOL: “Como parte da estratégia de expansão da frota do seu acionista controlador, Abra Group Limited, a Companhia celebrou acordos de leasing operacional com a Avolon Aerospace Leasing Limited, para o leasing de 5 aeronaves Airbus A330-900neo, com entregas programadas para 2026, e assinou uma Carta de Intenção com o Arrendador para até 2 aeronaves Airbus A330-900neo adicionais”.

Apesar de a GOL ter sido a responsável pela assinatura do acordo, a companhia refere que os aviões são para os planos do Grupo Abra, e não necessariamente para a sua própria frota, e que a empresa que os operar ficará responsável pela titularidade e pelos custos associados.

“As aeronaves podem ser operadas por qualquer companhia do Grupo Abra, com a titularidade e custo financeiro das mesmas sendo arcado pelo respectivo operador. A alocação da frota será definida pela Abra, com base nas necessidades operacionais e financeiras, oportunidades de negócios e a situação operacional e financeira de cada companhia”.

Força Aérea Portuguesa treina em conjunto na Áustria

 

A Força Aérea Portuguesa anunciou que a Esquadra 551 – “Panteras” encontra-se destacada na Áustria, entre os dias 13 e 24 de outubro, para a realização de um treino conjunto com a Força Aérea Austríaca, no âmbito da edificação da nova capacidade de combate a incêndios rurais com aeronaves UH-60 Black Hawk.

A FAP refere que na primeira semana estão previstos treinos de combate a incêndios rurais e na segunda semana operações de voo em montanha e com carga suspensa.

O destacamento é composto por dois helicópteros e 26 militares, que estarão a operar a partir da Base Aérea de Tulln

American Airlines anuncia pintura especial em Boeing B777 para a celebração dos 100 anos

 

Faltando apenas seis meses para a American Airlines comemorar oficialmente o seu centenário, a companhia aérea anunciou uma pintura especial que vai começar a voar em novembro num Boeing 777-300, com a matrícula N735AT.

A pintura especial batizada de Flagship® combina uma das pinturas originais da companhia aérea com um toque moderno, já que a American atualizará a aeronave para apresentar um interior novo e mais luxuoso.

O destaque vai para o raio laranja na fuselagem — um tributo direto aos lendários Douglas DC-3 da American — e o logotipo circular com a icônica águia prateada, símbolo da ligação global da companhia.

“A American escolheu cuidadosamente um design que evoca a nossa rica história, ao mesmo tempo em que olha para os próximos 100 anos”, disse Ron DeFeo, Diretor de Comunicações da American. “Ao longo da história da American, a ‘Flagship® sempre foi reconhecida como a nossa experiência de viagem premium. O nosso foco renovado na experiência do cliente está a tornar as viagens premium melhores do que nunca em todos os aspetos da jornada dos nossos clientes. Pintar o design original da Flagship® em na nossa aeronave Flagship® é uma maneira poderosa de honrar esse legado e, ao mesmo tempo, abraçar o futuro.”

Edelweiss realizou o phase-out do primeiro Airbus A340-300 (com vídeo)

A companhia aérea suíça Edelweiss Air deu início ao processo de phase-out das suas aeronaves quadrimotores, ao retirar de serviço o seu primeiro Airbus A340-300, matrícula HB-JMG. O aparelho foi encaminhado para armazenamento de longo prazo no aeroporto de Teruel, em Espanha, no dia 13 de outubro de 2025.

A aeronave com o número de série 562 foi entregue inicialmente à Swiss International Air Lines em 2003 e incorporada na frota da Edelweiss em outubro de 2016, tendo desempenhado, desde então, um papel importante nas rotas intercontinentais da transportadora de lazer.

A retirada do HB-JMG marca o início da substituição gradual dos Airbus A340-300, no âmbito de um plano de modernização da frota que prevê a introdução de aeronaves mais modernas e eficientes, nomeadamente o Airbus A350-900.

Com esta transição, a Edelweiss pretende reduzir significativamente o consumo de combustível e as emissões de CO₂, bem como os custos de manutenção, alinhando-se com as metas ambientais e de sustentabilidade do grupo Lufthansa, do qual faz parte.

Atualmente, a companhia já opera três Airbus A350-900, estando prevista a chegada de mais três unidades ao longo de 2026. Estes aparelhos substituirão integralmente os A340-300 ainda em operação.

Os Airbus A340-300 da Edelweiss estavam configurados com 27 lugares em classe executiva e 287 em classe económica. Os novos A350-900 oferecerão 30 lugares em executiva e 309 em económica, além de melhorias no conforto, tecnologia de bordo e eficiência operacional.

A companhia sublinha que o A350-900 permitirá ampliar o alcance das suas rotas de longo curso, garantindo uma experiência mais sustentável e moderna aos passageiros.

O phase-out do primeiro A340-300 representa um marco simbólico para a Edelweiss, que assim encerra uma era de operação com aeronaves quadrimotores — uma característica que marcou gerações de aeronaves de longo curso, mas que se tornou menos competitiva face aos avanços tecnológicos recentes.

Nos próximos meses, será anunciado o calendário de retirada dos restantes A340-300, à medida que novos A350 forem integrados na frota.

Novos modelos à escala 1:400 na nossa loja online

Descubra os novos modelos à escala 1:400 na nossa loja online:

Boeing 777-300ER TAAG Linhas Aereas de Angola D2-TEK detachable gear – AV4216

Airbus A340-313 Lufthansa D-AIFC – WB4048

Boeing 777-300ER American Airlines N736AT detachable gear – AV4215

Boeing 777-300ER T’Way Air HL8706 detachable gear – AV4297

Boeing 777-31BER China Southern Airlines “WorldSkills Shanghai 2022” B-2007 detachable gear – AV4298

Boeing 777-39PER China Eastern Airlines “Shanghai Museum” B-7349 detachable gear – AV4325

Boeing 737 MAX 8 Air Europa EC-OGS – 88044

Airbus A321neo Hawaiian Airlines N215HA – 13133

Boeing 747-400 Boeing house colors N401PW – 04010

Airbus A321-200 Juneyao Airlines B-9957 Legoland Shanghai Resort – 13132

Airbus A330-200 Hawaiian Airlines N379HA – 61106

Airbus A319-100 Tibet Airlines B-1008 Enchanting Nyingchi – 49040

Airbus A321neo Transavia Retro 60 Years Anniversary PH-YHD – 13139

Boeing 757-200 Icelandair TF-FIC Criterion Travel’s Pan Am livery – 53210

Airbus A319-100 Delta Air Lines N348NB – 49039

 

 

Novos modelos à escala na nossa loja online

Descubra os novos modelos à escala na nossa loja online:

Airbus A300-B4 Iberia EC-DLG – IF300IB525

Boeing 737-3Q8 Western Pacific “Sam’s Town” N956WP – B-733-956

Boeing 737-200 PSA Pacific Southwest Airlines N378PS Polished – IF732PSA0725P

Boeing 737-852 AeroMexico N957AM – IF738AM0625C

Boeing 737-200 PSA Pacific Southwest Airlines N378PS Polished – IF732PSA0725P

Douglas DC10-30 KLM PH-DTE – IF103KL0825P

McDonnell Douglas DC-10-30 Swissair HB-IHF Polished – B-DC10-SR-0825P

Airbus A340-211 Lufthansa “Bremerhaven” D-AIBH – JF-A340-2-004L

Airbus A300-B4 Philippine Airlines RP-C3002 – IF300RP0825

Airbus A321-271NX ITA Airways EI-HXF – IF321AZ0825

Airbus A300-B4 Laker Airways Skytrain G-BIMA – IF300GK1125

Airbus A300-B4 Olympic Airways SX-BEF – IF300SX0425

Boeing 747-133 Air Canada C-FTOE – B-741-AC-TOER

Douglas DC10-30 CP Air C-GCPI Polished – IF103CP0625P

Airbus A330-303 KLM PH-AKA Product – IF333KL0825

Airbus A300-B2K-3C SAA South African Airways ZS-SDD – IF300SA0525

Douglas DC10-10 United Airlines N1805U – IF101UA0725P

Boeing 737-317 CP Air C-FCPG – IF733CP0725P

Boeing 747SR-81 ANA All Nippon Airways JA8146 – JF-747-1-006PL

Boeing 727-230 Lufthansa D-ABKO – JF-727-2-007PL

Boeing 737-3Q8 Dan-Air London G-BNNJ – IF733DA0825

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