Últimas Notícias:

TAP esclarece que “não anunciou ainda o total” da operação para o verão 2021


 

A TAP emitiu hoje uma nova esclarecer, uma notícia do Jornal de Notícias, que “não anunciou ainda o total da sua operação para o verão 2021”, que, por enquanto, tem previstas seis rotas sazonais, e explica que, no período entre outubro 2020 e março 2021, estão previstas apenas duas novas rotas, uma à partida de Lisboa e outra do Porto.

O esclarecimento da companhia vem na sequência que dava conta que o Porto voltava a ficar de fora no plano de retoma da companhia aérea, uma vez que nenhuma das seis rotas anunciadas para o verão de 2021 e que foram dadas a conhecer na passada sexta-feira, 11 de setembro, contemplava o aeroporto portuense.

Na nota informativa divulgada, a TAP explica que, para o período entre outubro 2020 e março 2021, foram anunciadas “apenas duas novas rotas”, uma das quais “com partida de Lisboa e outra com partida do Porto”, concretamente Lisboa-Maceió e Porto-Sal.

A companhia diz ainda que as rotas sazonais já anunciadas para o próximo período estival vão decorrer “apenas no período do pico do verão”, explicando que as mesmas resultam de “algumas oportunidades de mercado, que permitem otimizar a rede e rentabilizar os recursos da companhia”.

A transportadora de bandeira portuguesa frisa que “não anunciou ainda o total da sua operação para o verão 2021”, mas sublinha também que a “recuperação é lenta”, pelo que, entende-se, é prematuro dizer que o Porto terá sido excluído da retoma da operação da companhia aérea, uma vez que o plano do próximo verão ainda não está fechado.

“A TAP acompanha em permanência a evolução dinâmica da pandemia e os seus impactos operacionais e a lista de rotas e voos disponível em sistema de reservas será ajustada sempre que as circunstâncias o exijam”, refere ainda a TAP na informação divulgada.

Apesar de continuar a avaliar as oportunidades de mercado, a TAP afirma, no entanto, que o seu planeamento de rede e a retoma da sua operação “é efetuado de acordo com as contingências da evolução da pandemia, oportunidades de procura detetadas e rentabilidade das rotas, tendo em vista a sustentabilidade da empresa no âmbito do processo de reestruturação em curso”.