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Problema técnico obriga Embraer 190 da TAP a regressar a Lisboa (RAT estendida)


 

O voo da TAP Air Portugal TP 1905, operado pela Portugália, entre o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa e o Aeroporto Gago Coutinho, em para Faro, solicitou uma aterragem de emergência minutos após a descolagem.

O voo estava a ser operado pelo Embraer 190 com a matrícula CS-TPQ.

Como é normal nestas situações os meios de emergência foram ativados. A aeronave aterrou de forma normal.

Uma possibilidade para o regresso da aeronave poderá estar relacionada com algum problema elétrico, uma vez que o Spotter Ingo capturou através da sua objetiva, a aeronave a regressar ao aeroporto com a RAT estendida.

A título de curiosidade RAT – ram air turbine (Turbina eólica de emergência) é um gerador eólico de energia movido por uma hélice, instalado nas aeronaves para servir como fonte de energia adicional em situações de emergência.

Pode gerar tanto energia hidráulica como energia elétrica. O equipamento gera energia a partir do movimento rotativo das pás da hélice, causado pela pressão de impacto do ar devido à velocidade da aeronave.

Uma das primeiras aeronaves comerciais a utilizar a turbina eólica de emergência foi o jato britânico Vickers VC-10, produzido na década de 60. Comandada por uma alavanca na cabine, acionava um alternador que gerava energia elétrica para a instrumentação, controles de voo, sistemas de comunicação e navegação, entre outros. A mudança do barramento principal para o de emergência era realizada automaticamente, assim como a desconexão dos serviços não essenciais.

 Na atualidade, a maior turbina eólica de emergência já construída é a do Airbus A380, fabricada pela Hamilton Sundstrand, com uma hélice com diâmetro de 64 polegadas (1,63 metros). Fica alojada na carenagem da asa e aciona um gerador elétrico de 70 kVA. A energia hidráulica de emergência é fornecida por outros sistemas, sendo suficiente para manter o controle da aeronave e acionamento do trem de aterragem.